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De volta a vida...Depois de ter conhecido parte das Serras Gaucha eu peguei um voo para Curitiba com a finalidade de fazer o passeio de Trem que vai de Curitiba até Morretes, a passagem já estava comprada desde o RJ. Passei uma noite no Albergue de Curitiba, noite bem perturbada por conta de três babacas aqui do RJ que não são mochileiros, foram para Curitiba para irem a um casamento e ficaram no Albergue, os caras eram mal educados e sem noção, tive que pagar geral para poder dormir, os babacas falavam alto, acendiam a luz toda hora sem se preocuparem que o quarto era coletivo, isso tudo por cerca de 01:30 da madruga, um deles foi tomar banho e ficou batendo papo com os outros que estavam no quarto, perguntei se o quarto era só deles e se eles estavam em casa? Claro que não gostaram ::vapapu:: Só falei que queria dormir e que era para eles irem conversar em um Bar ou eu iria fazer reclamação com o Staf, deu resultado e eu dormi tranquilo até ás 07:00 Após o café fui apanhado pelo carro da ag que contratei para fazer o passeio de Trem. (Serra Verde Express) Fui no Vagão executivo pq a diferença é pouca e vale a vista... O passeio é muito bonito, vale cada Real ::otemo:: O passeio é bem animado, tem história, tem musica e um lanche incluído. Em Morretes rola o almoço com o tal Barreado que confesso não gostei, mas os frutos do Mar estavam dos Deuses ::lol4:: Depois do almoço rola uma volta na praça onde se pode comprar doces, balas, farinhas e outras coisas. Morretes é pequena porém muito bonito o lugar. De Morretes seguimos de Van até Antonina e depois o grupo volta para Curitiba, eu fui deixado na Rodoviária pois de lá eu peguei um Bus para Paranaguá. Cheguei em Paranaguá a tarde e embaixo de um Dilúvio, o céu desabou e a cidade ficou alagada, assim que a chuva deu trégua eu ralei para o Albergue que é também um Hotel, eu iria passar a noite e depois do café seguiria de barco para a Ilha do Mel. Cheguei na Ilha por volta de 13:00, fui direto para o Albergue que fica de frente para o Mar e quando a maré sobe vai até o Deck do Albergue, tava bem vazia a Ilha porquê era Março e não foi mês de Carnaval ou férias, tudo muito tranquilo. Almocei e fui conhecer um pouco do lugar... no dia seguinte conheci uma colega de profissão e resolvemos caminhar até o antigo Forte e também até o Farol ficamos do outro lado da Ilha e a caminhada era longa...no caminho conhecemos mais algumas pessoas e fomos todos juntos. Fiquei ao todo três noites na Ilha depois voltei para Curitiba e de lá peguei um voo para Campo Grande pois iria para Bonito. Gastei pouco em relação a Ilha do Mel, refeições, Albergue e transfer, nada fora do que estou acostumado, valeu ter conhecido mais uma Ilha. ::hahaha::

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CUritiba, Trota, CUritiba!!!!!! COritiba é o nome do segundo time aqui da capital... :mrgreen:

Não gostou do barreado? Eu gosto bastante! Mas não é o tipo de comida que se come todo dia...Morretes e Atonina são muito legais,e a Ilha do Mel é show de bola!!!!

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Barreado não é uma unanimidade, conheço muita gente que não gosta. E como é famoso as pessoas criam um expectativa muito grande com um prato que é muito simples; carne de segunda cozida de um modo diferente, farinha e banana.

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Trota Nando O Ateu

estive também em Curitiba final de Maio, achei a cidade muito bonita,organizada e limpa! Morretes é show de bola e adorei o barreado e a cachaça de banana de lá,não sabia da ilha do mel se não teria dado um pulo lá,achei bem bonito o lugar.bacana seu relato,abraços!

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Pois é Otávio o Barreado achei sem graça e não curti, mas o Peixe estava maravilhoso, e o passeio de Trem é de tirar o fôlego muito bom, Ilha do Mel é Top 10, um destino maravilhoso...

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Trota Nando O Ateu

 

E ai cara td bem? Desculpa mas gostaria de fazer algumas perguntas!

Cara quando vc foi? Como estava a cidade? Pergunto isso pq esse ano uma das estradas que dava acesso a Morretes (Estrada da Graciosa) teve um desmoronamento e ainda não arrumaram. A galera até falou q tinha gente passando necessidade em Morretes. Por ultimo, q albergue vc ficou em Curitiba?

 

Abraços e não esqueça de contar sobre Bonito hehehe

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Fui em Maio de 2013, fiz o seguinte roteiro: RJ POA, de lá fui para Nova Petrópolis e em seguida conheci parte das Serras Gaucha, depois fui para Curitiba e fiquei no Albergue da Juventude de Curitiba, peguei o Trem para Morretes( comprei a passagem pela internet direto com a Serra verde ) De Morretes para Antonina nos levam de Van eu pedi para me deixarem na Rodoviária pq não iria retornar com o grupo para Curitiba, e de lá fui para Paranaguá e no dia seguinte fui de barco para o Paraíso... ::otemo::

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Trota Nando O Ateu

 

E ai cara td bem? Desculpa mas gostaria de fazer algumas perguntas!

Cara quando vc foi? Como estava a cidade? Pergunto isso pq esse ano uma das estradas que dava acesso a Morretes (Estrada da Graciosa) teve um desmoronamento e ainda não arrumaram. A galera até falou q tinha gente passando necessidade em Morretes. Por ultimo, q albergue vc ficou em Curitiba?

 

Abraços e não esqueça de contar sobre Bonito hehehe

 

A Estrada da Graciosa continua interditada, era pra ficar pronta antes da copa mas já viu né... ::grr::::putz::

Dá pra chegar em Morretes pela estrada de ferro, pegando o trem da Serra Verde ou pela BR 277, que liga Curitiba a Paranaguá e todo litoral paranaense, inclusive Morretes e Antonina.

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Trota Nando O Ateu

 

E ai cara td bem? Desculpa mas gostaria de fazer algumas perguntas!

Cara quando vc foi? Como estava a cidade? Pergunto isso pq esse ano uma das estradas que dava acesso a Morretes (Estrada da Graciosa) teve um desmoronamento e ainda não arrumaram. A galera até falou q tinha gente passando necessidade em Morretes. Por ultimo, q albergue vc ficou em Curitiba?

 

Abraços e não esqueça de contar sobre Bonito hehehe

 

A Estrada da Graciosa continua interditada, era pra ficar pronta antes da copa mas já viu né... ::grr::::putz::

Dá pra chegar em Morretes pela estrada de ferro, pegando o trem da Serra Verde ou pela BR 277, que liga Curitiba a Paranaguá e todo litoral paranaense, inclusive Morretes e Antonina.

 

Olá Otávio Luiz!

Com esse problema do desmoronamento, está tranquilo voltar de Morretes pela BR? Estarei em Curitiba no dia 21/06 e pretendo fazer o passeio de trem. Sabe me dizer se é tranquilo comprar a passagem na hora tanto saindo de Curitiba quanto retornando de Morretes?

Obrigada.

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    • Por foradatribo
      O município de Faxinal no estado do Paraná, terra de várias belezas naturais que ainda não entraram no radar do ecoturismo nacional. À 100 km de Londrina, 145 km de Maringá e 330 km de Curitiba, geograficamente posicionado na transição do segundo para o terceiro planalto do Estado, é terra de aventuras apaixonantes, e gente receptiva.
      Muitas, ainda inacessíveis ao público comum. Para acessá-las é preciso de guias ou bom poder de convencimento para ganhar autorização de acesso dos proprietários e conhecimento de relevo para se locomover na região.
      Na cidade, interiorana, a infraestrutura turística é deficitária. Poucos hotéis e restaurantes, todos simples. Menos ainda são as informações acerca dos lugares, muitos dos moradores com que conversamos não sabiam e/ou não conhecem as cachoeiras e cânions.
      Vamos compartilhar um pouco da nossa visita a Faxinal e quem sabe encantá-lo para marcar sua próxima aventura no mapa.
      O Planejamento
      Faxinal já estava no radar a pelo menos uns 5 meses, mas como fica razoavelmente próximo da nossa casa, sempre que tínhamos um fim de semana prolongado íamos para locais um pouco mais distantes, Sapopema, PontaGrossa, Prudentópolis, entre outros.
      Ao ver que o ano de 2019 terá o calendário enxuto, não tive dúvidas “vamos para Faxinal logo no começo”, pensando, ingenuamente, que em um final de semana faria tudo o que já ouvira sobre Faxinal.
      Logo que comecei a organizar o roteiro percebi que teria deixar lugares para ver numa próxima oportunidade. Primeiro que em 20 dias só consegui informações sobre 5 cachoeiras, o nome de mais 6 quedas, de um cânion e de uma rota pelos túneis dos trilhos de ferro na região. Lá em Faxinal fui descobrir que as informações que levantei ainda eram poucas e que o município tem muito mais a oferecer.
      O roteiro
      Comecei com uma busca em blogs aqui na web de informações sobre os locais onde visitar. Apareceram logo dicas como cachoeira Chicão I e II, Hotel Fazenda Luar de Agosto, Cachoeira da Pedreira e da Fonte.
      A viagem
      Decidi começarmos pela Cachoeira da Fonte. Consegui o contato dos donos do Sítio Santo Antônio que é onde a cachoeira fica localizada, logo fiquei sabendo que os anfitriões forneciam um café de sítio aos visitantes.
      Chegamos às 10:00 no sítio e já fomos recebidos pela Silvana e o Edivaldo que nos trataram como velhos amigos, ela nos serviu  pão, doce e geléia de morango, um café de coador daqueles que cheiram a quilômetros e um queijo colonial furadinho, temperado e bem curado que conquistou nosso coração. Depois de uma hora de prosa, com sotaque bem paranaense, seguimos para a cachoeira nos fundos da propriedade. Uns 600 m de caminhada desde a sede do sítio, a trilha é toda bem demarcada possui degraus construídos e até guarda-corpo em algumas partes. Se divide em duas, uma leva até o topo da queda e a outra leva até a queda. Fomos primeiro para cima, afinal não teria problema com a preguiça de subir na volta.
      Lá de cima a vista é maravilhosa. O pequeno córrego salta sobre vazio por 54 m de altura. No leito, antes de cair da pedra o rio forma pequenas piscinas de água limpa convidando para o banho.

       
      Então descemos para a base, não é possível chegar bem no pé da queda, ou ao menos eu não recomendaria assim como não recomendo entrar no piscinão que se forma da queda - a turbulência da água é perigosa. Mas só de se aproximar já dá para tomar um belo banho com a névoa que se forma.
      Retornando ao o sítio e fomos colher morangos na estufa que havia no quintal, colhemos belas frutas vermelhas que se desmanchavam nas mãos e derretiam na boca. O casal trabalha com morangos sem agrotóxicos no estilo colha e pague. Na varanda tem um conjunto de redes esperando o viajante para uma soneca.

      Saindo da Fonte seguimos para a cachoeira do Chicão III, uma queda que ainda não está aberta para a visitação, mas fomos autorizados pelo proprietário, a visitá-la. Deu trabalho para encontrá-lo no telefone, mas só pudemos descer para lá depois que conseguimos contatá-lo, a porteira de acesso fica chaveada é preciso pegar a chave com o proprietário.

      Chegamos no terreno e com a chave entramos, mas não vimos o Sr. Paulo onde imaginávamos que estaria, em dúvida conferi no mapa e a cachoeira era por aqueles lados, deixei o carro no pasto e seguimos a pé pela estradinha de chão batido. Deixamos um bilhete no vidro do carro, vai que o dono chamasse a polícia. Uns 600 m abaixo encontramos uma casa em construção, uma palhoça e um senhor bem simpático abastecendo o bebedouro dos beija-flores, logo descobriríamos que era o Sr. Paulo. Fomos super bem recebidos o simpático senhor nos contou várias histórias do local inclusive seu planos para a propriedade. Quando descemos para ver o Cânion Cruzeiro do beiral, meu deus! um paredão de rochas cortadas 90º de uns 300 m de altura, é possível ver lá embaixo a cachoeira que mais parece um bica diante da imensidão dos seus vizinhos: Cânion Cruzeiro e Serra do Arreio no lado oposto.
      Pegamos a trilha pela direita e descemos, apesar de não ser tão longa a trilha é muito pesada devido a declividade, desce os 300 m em uns 700 m de trilha.

      Após uns 400 m chegamos na parte de cima da cachoeira. A queda impressiona, mas o Cânion e o rio chamam toda a atenção, é indescritível a sensação de estar imerso na natureza, cercado de verde e água. Descendo mais um pouco chegamos à frente da queda, numa coluna de pedra que serve como um banco para sentar e admirar, a Gaia Terra.
      Depois de um fôlego merecido partimos para a trilha dentro do Cruzeiro, rio acima subimos por 30 minutos serpenteando com oa água, saímos em uma pequena queda onde fizemos mais uma pausa antes de retornar a trilha para sair daquele buraco.

      Sair não foi fácil, já estávamos cansados e precisamos subir toda a ladeira e mais os 600 m até o carro, enfim saímos, e depois de beber uma água da bica que o Sr. Paulo nos ofereceu e agradecer pela oportunidade de conhecer uma paisagem tão singular, seguimos para o carro. Afinal ainda iríamos acampar a uns 17 km dali.

      Já eram 19 h quando chegamos. Rapidinho montamos a barraca e fomos para a Cachoeira Três Barras que fica nos fundos da propriedade. A Três Barras é uma sequência de pequenos saltos das águas mais limpas da região apenas terceira queda é maior tendo uns 5 m de altura.

      A parte que mais gostamos foi poder sentar debaixo das quedas e ficar ali curtindo a massagem natural feita pelas águas,Pra mim foi o banho do dia.

      No escuro, já, voltamos para a barraca tomar um bom café e ouvir uma boa música antes de cair no sono.
      No dia seguinte acordamos antes de amanhecer ainda, fizemos nosso desjejum café, pão, linguiça e claro queijo do Sítio Santo Antônio. Levantamos acampamento e as 07:30 estávamos na estrada para a cachoeira Chicão I e II onde faríamos um rapel.
      Nos encontramos com o instrutor no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), e seguimos no nosso carro até a cachoeira. Mais um casal foi junto, achamos que iriam fazer rapel também, mas parece que o instrutor estava sendo somente guia deles para a cachoeira. Demos uma breve parada no salto Chicão I que fica do lado da estrada na mesma trilha que leva até a segunda queda, paramos mais para o casal conhecer a primeira queda.
       

      Adrenalina lá em cima, descemos até Chicão II com seus 52 m de queda. Lá fomos, aproximando do penhasco e depois soltando o corpo na corda e deixando a gravidade fazer o trabalho. São 48 m de pura adrenalina, alguns escorregões e um belo banho de névoa da queda.

      A cachoeira é muito bonita e tem um volume grande de água. Na base forma-se um grande panelão de águas turbulentas. Porém, logo depois do poço tem uma faixa de areia formada pela água, e um canal raso por onde a água corre, aqui sim, ideal para um banho. Conhecemos um grupo de Bombeiros Civis que estavam fazendo treinamento, muito simpáticos eles, tanto que ficamos lá até o meio dia, mesmo depois que o nosso instrutor já tinha ido embora, posso dizer que fizemos amizade.
      Voltamos para o carro e almoçamos nossas saladas temperadas apenas com sal, junto com algumas conservas e biscoitos, rápido pois ainda queríamos curtir um pouco Chicão I. Chicão I é mais modesta que sua irmã mais velha, tem 15 m de queda divididos em dois saltos; uma queda livre, noutro as águas bailam sobre as pedra em vários filetes dando-lhe um gracejo único.

      Essa cachoeira geralmente está cheia de famílias com crianças tomando banho nas quedas ou onde a água se acumula. Queríamos ir para a Cachoeira Véu de Noiva mas nosso tempo estava se esgotando, então decidimos deixá-la para um próxima e fomos passar na Pedreira. Esta fica praticamente na cidade, é uma bela queda, quem passa da estrada nem imagina que ali tem algo tão maravilhoso. Deu trabalho para achar a entrada, tem um portão com uma placa bem grande dizendo “entrada proibida”, mais a frente uma trilha no pasto leva até o topo da queda, mas queríamos chegar na base. Perguntamos na estrada para duas pessoas que passavam como chegar na trilha que levava para a cachoeira, ela nos disse que poderíamos entrar no portão que lá dentro tinha a trilha, ainda desconfiados, lá fomos nós - imagina tivessem mentido só para  nos ver tomar uma corrida.

      Mas tudo bem achamos a trilha, é bem curta e chegamos no objetivo. A água é bem limpa, porém não se pode dizer o mesmo do entorno, tem bastante lixo jogado. É uma pena as pessoas não terem consciência ecológica, e às vezes nos faz pensar que é melhor que seja fechado mesmo o acesso ao público e cobrado taxa para entrar, quem sabe assim poluem menos. Tarde já, mas vamos ainda para o Hotel Luar de Agosto conhecer o Badalado Salto São Pedro.
      O Hotel Fazenda é bem estruturado, compete de igual com os grandes hotéis do ramo. Recebemos na entrada um folder (mapa) demonstrativo da propriedade, como não tínhamos tanto tempo para explorar toda a estrutura, escolhemos fazer a trilha mais longa que levaria até o Salto. Pegamos a trilha da Serra, logo se perdemos, o mapa é bem confuso, kkkk. Deixamos o mapa de lado e seguimos o faro mesmo. Encontramos de novo a trilha certa quando achamos o Mirante da Serra. Seguindo a trilha depois de bastante procura descobrimos o Mirante da Árvore, que foi construído sobre uma figueira e dá de vistas para o Salto São Pedro ao longe.

      De volta na trilha chegamos a Rio São Pedro e depois seguimos ele até o Salto. De tirar o fôlego, com 125 m de cortina de água caindo sobre pedras gigantescas, é possível avistá-lo de longe, bem antes de chegar na base. Para completar o charme uma ponte de madeira coberta de musgo sobre o rio completa o cenário de uma viagem incrível.

      Mas antes foi preciso voltar para o carro à 1800 m na sede, e ainda ficar com os olhos aguando de vontade de fazer a tirolesa de 500 m que sobrevoa o vale. Na próxima viagem à Faxinal já temos muita coisa em mente, com mais cachoeiras, tirolesa e trilhas.
      Dicas Extras
      Em todos os locais que estivemos nessa viagem é possível chegar com carro baixo, e para se localizar um bom faro de estrada e um GPS resolvem. É importante levar dinheiro em espécie, em muitos lugares não pega sinal de celular ou internet então você não encontrará maquininhas. Se tiver dúvidas poste aí nos comentários que ajudaremos com se puder.
    • Por Juliana Champi
      Olás!
      Segue um relato brevíssimo e fotos do “Morro do Gavião”, localizado na cidade de Ribeirão Claro, Paraná, divisa do Estado com São Paulo (Chavantes).
      O “tb cabe no seu fds” do título do tópico faz alusão ao primeiro post que fiz com este tema:
       
      Viagens curtinhas (bate-e-volta ou 2 dias) e acessíveis pra quem curte muito natureza mas as vezes não tem disponibilidade, seja de grana ou de tempo, para grandes aventuras.
      Bora lá. Saímos de Londrina, norte do Paraná, as 7h da manhã de uma sexta-feira, feriado municipal. Londrina dista 200km da Fazenda São João, onde fica o Morro do Gavião. Fomos em 4 famílias, sendo 3 casais com 1 filho cada (3, 5 e 11 anos) e um casal sem filhos, em 3 carros pra otimizar custos. Tem 2 pedágios na nossa rota, de 22 REAIS CADA, um abuso. Então gastamos 88 reais de pedágio por carro. Só pra ilustrar, o meu carro gastou 95 reais de combustível... quase igual ao valor do pedágio.
      Assim que a gente paga o segundo pedágio a gente sai da rodovia e pega uma estrada bem bosta, pista simples com vários trechos esburacados. Por isso os 200km são percorridos em 3 horas. O acesso a Fazenda é por um curto trecho em estrada de chão.

      A pedra bonitona que aparecia na estrada. Poucos kms em estrada de chão.
      Chegamos lá as 10h e fizemos um lanche antes de subir. Paga-se 3 reais para entrar. A Fazenda São João tem estrutura super turística e várias atividades além da contemplação, como tirolesa, parapente, parque infantil, restaurante e etc., mas eles só abrem estas atividades aos fds e feriados nacionais. Até avisei que iríamos em grupo e tals mas estava mesmo tudo fechado. E detalhe, era feriado lá tb! 🤦‍♀️
      A “trilha” pra subir nem pode ser chamado de trilha. É um caminho em campo aberto (acho que podiam plantar umas árvores) com calçamento de pedra, dá pra subir com bb de colo, com muleta, enfim, dificuldade zero. Tb é bem curto, parando bastante demora uns 30 minutos.

      Subindo!

      "Caminho" de pedra.
      A vista do alto é a represa de Chavantes, e é de fato bem bonita. Tanto que rolam uns ensaios fotográficos pré-wedding e estas coisas. Lá em cima tb tem umas rochas bem cênicas onde o povo finge estar caindo ou flutuando, mas é perigo quase zero.

      Gui pendurado.

      Meu pequeno mochileiro.

      Meu quase "Asana de Vrakasana" pq tava ventando. kkk
      Ficamos cerca de uma hora andando em cima do morro, fizemos um lanche, mas o calor tava MUITO forte e tinha apenas uma árvore. Tentamos ficar na sombra desta árvore, mas tinha um amontoado de vespas numa rocha próxima que começou a se incomodar com nossa presença, resolvemos descer. Então ponto negativo: preocupação com a natureza não tem não. Super podiam plantar umas árvores nativas alí em cima, pelo menos no interior do platô (que é pequeno) se a preocupação é não prejudicar a vista. Seguem fotos do visual!

      Natureza e mochila!

      Um dos lados da vista!

       

       

       

       

       

      A trupe reunida!

       

       
      No caminho que dá acesso a Fazenda tem placa indicativa de outras atrações. Perguntamos, antes de partir, se as atrações estariam abertas... e moça da Fazenda disse que não pq era feriado! Poxa, mas aí que tinham que abrir né? Haha. Uma das indicações da estrada era uma tal de “Pedra do Índio”, e a gente avistava uma rocha alta com formato bem legal, achamos que era essa. Resolvemos ignorar a indicação da moça da Fazenda São João de que tudo estaria fechado e fomos ver essa tal “Pedra do Índio”.
      Era uma restaurante, rs. BEM BONITO, ABERTO, com uma vista linda da represa de Chavantes tb. Preços super tranquilos. Pelo jeito eles fazem eventos no local (casamento, festas) e está em construção um belo camping, fica a dica pro futuro próximo. Mas a Pedra do Índio era nada a ver, e a bonitona que a gente via da estrada tinha outro nome, rs, que não lembro.
      Lá vimos um garçom indicar uma cachoeira por perto, mas já estava tarde pra nós e ainda tínhamos planos, mas pelo jeito tem mais coisas na região que não conhecemos.
      Partimos em direção a ponte pênsil (Ponte Alves Lima) que liga as cidades de Ribeirão Claro a Chavantes por cima do Rio Paranapanema, divisa dos estados (PRxSP). Esta ponte é tomaba pelo Patrimônio Histórico Estadual e é bem importante do ponto de vista arquitetônico. É uma raridade.
      No caminho se observa a cachoeira “Véu da Noiva” (afffe essa criatividade pra nome de cachoeira) da estrada, mas estava bem mirradinha por conta da nossa estação seca.
      Adoramos o cenário da ponte. Hoje é acessível somente a pedestres, a ponte para automóveis funciona ao lado. As águas do Rio Paranapanema estavam tão clarinhas e transparentes, estava tão calor, que só não pulamos pq não tínhamos absolutamente nada pra nos secar antes de irmos embora, kkkkk!

      Ponte lindona! A foto não mostra o tanto que ela é bonita!

      A ponte nova!

       

      Time completo!
      Saímos de lá cerca de 16h e chegamos em Londrina as 19h.
      Estas foram as atividades em um dia. Se houver possibilidade de pernoite, tem outras coisas pra explorar.  
       
    • Por Juliana Champi
      Olás!
      Segue abaixo um breve relato sobre a subida do Pico Agudo, norte do Paraná, no Vale do Rio Tibagi. Já tem algumas informações aqui no site sobre este destino, mas são mais antigas, e este é um ótimo lugar pra quem quer começar a se aventurar em trilhas e montanhas. Fomos pra lá dia 23 de dezembro de 2018.
      DADOS SOBRE O LOCAL
      O Pico Agudo é a segunda elevação mais alta do norte do Paraná, perdendo de Pedra Branca, na Serra do Cadeado. Tem cerca de 1100 metros de altura. Seu acesso é pela cidade de Sapopema, Fazenda Zamarian, e por enquanto o funcionamento é das 7h às 19h aos sábados, domingos e feriados. Contato com a administração: 43 98462-5977
      O Pico Agudo fica em uma propriedade particular (RPPN: reserva particular do patrimônio natural) e como o passar do tempo tem trazido cada vez mais gente ao local, o impacto ambiental já é visível. As trilhas estão alargadas, tem lixo espalhado e babaca escrevendo nome em pedra e árvore.
      Por estas razões ouvi dizer que acampar no local não será mais possível a partir de 2019, terá cobrança de entrada e estão construindo um pequeno centro de visitantes na entrada da Fazenda, pois hoje não há nenhuma estrutura.
      QUEM FOI
      O Antônio, amigo e guia de alta montanha, seu irmão e amigo (de 18 anos cada, sem experiência em trilhas), eu (enferrujada), marido (acostumado a correr), meu filho de 10 anos (iniciado em trilhas na mata) e nosso primo, de tb 10 anos, que nunca tinha feito trilha.
      A ESTRADA
      Quando se deixa a estrada de asfalto tem uns 20km de estrada de chão até chegar na entrada da Fazenda. Fomos de carro sedan (o Antonio de Jipe), mas apesar da estrada estar boa, em época de chuva não se recomenda nem a montanha* nem a estrada. Nessa estrada tem duas pequenas vilas, aproveite pra ir ao banheiro em alguma lanchonete do caminho, pois como já relatado, na Fazenda não tem banheiro (ainda). Tem kilos de dicas sobre o caminho exato na internet!
      *Geologicamente não é montanha, mas vamos chamar assim pra ficar mais fácil!
      Pois bem, como moramos relativamente perto do local (140km), saímos de Londrina às 5h30 e chegamos ao local cerca de 7h30. Paramos pra ir ao banheiro e comer lanches que tínhamos trazido de casa. Tb trouxemos água e suco. É muito importante começar a subir a montanha com pelo menos 1,5L de água por pessoa pq faz MUITO calor, a subida é íngreme e nem sempre uma bica que tem na trilha tem água, e as vezes está barrenta.
      A TRILHA
      A subida começa por mata aberta, depois fecha e no fim abre novamente. A subida de fato é de uns 350m (altura) por uns 2km. Tem um caminho que vai direto ao cume, mas é só pros montanistas mais experientes, pois é difícil. Os demais seguem pela trilha que contorna a subida. Mesmo assim há trechos bastante íngremes e 3 locais que a subida tem auxílio de cordas.
      Eu tinha bastante prática em trilha na mata quando era mais nova, mas faz algum tempo que estou enferrujada e fora de forma. E a inclinação do terreno ajuda a cansar, e muito. Pelo fato de ter conseguido subir mesmo estando fora de forma e com tênis de corrida (nem um pouco indicado), digo que a trilha é fácil, acessível, e dependendo do ritmo de quem sobe o tempo de caminhada pode variar de 30 minutos à 1h30. Mas não é um passeio no shopping! Na volta tinha uma senhora de mais idade e acima do peso esperando uma maca buscá-la no meio do morro pq tinha torcido o pé. Um tênis de trilha e fôlego suficiente são fundamentais!
      As crianças e o Antônio, que trabalha guiando em alta montanha, subiram sem nenhum esforço. O resto cansou bastante, hahaha!
      PRECISA IR COM GUIA?
      Não. A maioria vai por conta, o Antônio tava com a gente na amizade! Mas tem que prestar atenção na descida pq tem algumas “pseudo-entradas” na trilha que não dão em lugar nenhum, e é MUITO comum gente se perder por lá. Inclusive tem um local pra pouso de helicóptero no cume para possíveis resgates. Então mais uma vez: não é difícil mas não é super fácil tb! Estar com o Antônio foi ótimo, pq ele obviamente tem muito conhecimento do local, da melhor forma de subir pelas cordas, da trilha e tudo o mais. Como ele trabalha com isso super indico o site dele pra quem quiser se aventurar pelas montanhas da Argentina, Brasil e Bolívia principalmente:
      http://www.gaiamontanhismo.com.br/
      E A VISTA?
      As fotos falam por si!

      Chegando na Fazenda Zamarian, café da manhã com vista!
       
       
      Começo da trilha, os bastões ajudam bem na descida!
       

      Os bastões ajudam na descida!
       
       
      Começo da trilha aberta...
       

      Depois mata adentro!
       

      Trilha na mata!
       

      O caminho vai subindo e a vista vai ficando linda!
       

      Paradinha pra descanso!
       

      Começa o trecho com cordas...

      São 3 trechos com cordas na parte final...
       

      E subindo...

      Mais e mais cordas...
       

      E a recompensa!
       

      Antonio solitário!
       

       Gui estilo Karate Kid!
       

      Escrevendo o nome do livro da montanha que é pra continuar sempre subindo!
       

      Os meninos e contemplação.
       

      Descanso com vista, ventava bastante.
       

      Tudo meu!
       

      Tibagi ao fundo, vista linda!
       

      A família!
       
      Descemos o Pico cerca de 15hs pq o tempo começou a fechar e é bem perigoso pegar chuva na montanha. Trocamos de roupa pq as nossas estavam molhadas e seguimos viagem de volta, chegando em Londrina 17h30. Na própria estrada que dá acesso à Fazenda do Pico Agudo tem acesso a várias cachoeiras (pelo menos duas) e a região de Sapopema tá recheada delas... Lageado Liso ou Salto das Orquídeas é das mais famosas. Então fica a dica de uma aventurina de fim de semana pra quem estiver por perto. Nós não fomos em cachoeiras pq tínhamos compromissos a noite e precisávamos estar vivos!
       

      Eles sobem correndo mas depois desmontam, hahahaha!
       
      Que o ano novo (2019) daqui uns dias nos traga desertos, cachoeiras, trilhas e montanhas!
      Abraços!
    • Por Rodrigues Fran
      Planejo uma viagem para o Paraná e estou aceitando sugestões de qual a primeira cidade a visitar lá?
      Se puderem me ajudar agradesço 😁😘
    • Por TurnR180
      Olá pessoal, tudo bem? Uma dica de viagem de trem pela Serra do Mar entre Morretes à Curitiba. Nessa viagem fui até Morretes experimentar o famoso barreado, aproveitei e peguei o trem para a capital ali mesmo... Foi uma viagem fantástica, aconselho a todos fazerem também!!!! Obrigado e abração!!!
      Dicas:
      Itinerário Morretes à Curitiba. Horário de saída de Morretes 15:00 horas e chegada à Curitiba 18:00. Existem vários outros horários, tarifas e informações, que voce pode ter pelo site da empresa: Serra Verde Express ou no telefone: ddd (041) 3888-3488.
      Aqui o vídeo:
      Saindo da estação da cidade de Morretes - PR

      Passando pelo Parque Estadual Marumbi

      Passar por essas pontes é um sensação incrível!!! Estamos voando? Rss!!!

      Natureza exuberante da Serra do Mar!!!

       


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