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Bolívia - Morte no Downhill, Chacaltaya, Tiwanaku, Assalto y otras cosas más...


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Nada a ver o título deste tópico TSC-TSC

Fiz o DOWHILL esta semana, ES-PE-TA-CU-LAR !!!

Mas sinceramente, acho que os moderadores deveriam excluir este tópico ou fazerem com que o criador, Erick (sensacionalista nato) editar o título excluindo a palavra "Morte" ...

NÃO TEM MORTE COISA NENHUMA GALERA! tudo bem que é perigoso sim, no máximo vc vai levar um tombo ou dois, se não souber andar de bike direito ou for muito imprudente principalmente na parte de asfalto...mas é só não abusar, e mesmo que abuse muito na parte do cascalho, muito dificilmente o ciclista é jogado pra fora da estrada...

Um abraço!

Cara, vai da opinião de cada um. Se vc achou sensacionalista, é uma opinião sua. Quem está pesquisando para ir a esses países, assim como eu, não vai deixar de fazer a viagem por causa deste relato, até por que existem inúmeros aqui no site, e todos eles, inclusive este, falam muito bem do país e recomendam. No seu caso, que já foi e gostou do país, caberia melhor escrever o seu relato, a sua maneira, e não criticar quem tira um tempo para escrever. Além disso, ele explicou qual foi o motivo da morte, não sei se vc chegou a ler. Agora sugerir que o tópico seja excluído, discordo totalmente.

Abraço.

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AQUI O RELATO DELA   Colecionando destinos 4 de setembro · Editado The Death Road   Hoje o dia foi repleto de emocoes, mas posso resumir esse “tour” com uma única frase:   It´s amazing!   Cr

Realmente Deys, você me falou no whats que havia uma campanha, e tem mesmo...rs Enfim galera, tive vários problemas que dificultaram o término do relato, problemas familiares, fiquei sem pc, passei p

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Muito bom seu relato. Vou para a Bolívia por 15 dias, fim de dezembro e começo de janeiro. Aguardando aki o restante do relato. Abraço.

Iai NeyZinho, na paz?

Mano, vc vai curtir o país, apesar de ser pobre e faltar infraestrutura em alguns aspectos tem um cultura marcante e é muito barato.

O que houve comigo foi um caso incomum (não vi nada parecido aqui no mochileiros), e a vida é muito curta pra não curtir né? (Tá, meu trocadilho foi uma droga, eu sei)

Joga a mochila nas costas e se manda pra lá. Mas na volta trás umas garrafas da cerveja Judas pra mim de presente! Eu aceito ::otemo::

E não esquece de montar o relato da sua viagem, ela ajuda muitas pessoas que (tipo eu) podem ter mais informações sobre locais e preços "atualizados".

E aí Erik, blza!?

Tudo certo, passagem comprada, viagem tomando forma !!

Quanto a cerva, vou ver se consigo, mas não garanto nada que vão chegar cheias... Sabe como é,viagem de volta, da aquela sede.....kkkkkk

Abraço !!

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Sábado - 21/06 - Copacabana

 

(o dia que eu não deveria ter levantado da cama)

 

Sabe aquele dia que tudo dá errado? Bem, foi assim que começou.

 

No meu roteiro iríamos até Copa fazer um bate e volta pq no dia seguinte iríamos ver a lutas das chollas, e na segunda iríamos até Arica (Chile) ficar 2 dias e visitar o Alberto que conhecemos no rolê do Paraguai no ano anterior, no fim não deu certo e vc vai descobrir agora.

 

Acordamos por volta das 8 e antes das 9 já estávamos pegando a van na rua do hostel pra ir até o cemitério, pagamos 1,50 bols e fomos esmagados no meio das cholas e dos locais numa vanzinha minuscula, ter quase 2 metros de altura e andar numa van dessa é difícil.

Chegando no cemitério compramos umas besteiras pra comer no caminho e por 30 bols pegamos uma van (outra apertada e bem velha) sentido Copa, depois de quase 3 horas borrando as calças por causa das imprudências do motorista (isso é muito comum lá, eles jogam o carro pra cima do outro e que se dane) chegamos a uma cidade que não lembro o nome, todos desceram e pegamos um barquinho e a van iria separada numa balsa, na boa? Vai de busão pra Copa, custa 50 Bols e sai do terminal, mais comodidade e segurança por pouca diferença de preço.

Chegando em Copa encontramos a Ana Caroline e o Gui que fizeram Downhill, Valle de La Luna e Chacaltaya conosco, depois de conversar um pouco fomos procurar um barco para ir a Isla del Sol, todos estavam vazios exceto um cacareco velho, nisso um tiozinho nos abordou e disse que tinha um barco que sairia em 10 minutos por 80 bol, eu li não lembro onde que este trajeto em média custa 30 ou 40 bols, então comecei a negociar dizendo que era um brasileiro pobre e se pagasse isso não ia almoçar, que queria pagar até 40 Bols e depois de muita discussão ele disse que tinha um barco por este preço, e que sairia naquele momento, que lindo!

Lindo nada, aquele velho safado queria cobrar a grana e pediu para esperarmos ali que ele ia chamar o cara do barco, eu disse que só pagaria no barco e não ia esperar nada, ele deveria levar a gente até o barco, bufando de raiva ele levou a gente até qual barco? Sim, o cacareco velho. Gente trambiqueira tem em qualquer país, então saiba lidar com a situação, eu falei que só pagaria na hora que o barco saísse e em questão de minutos os barcos próximos encheram e saíram restando somente nosso barco velho. Merda... Agora não havia escolha, era ficar lá e esperar. Provavelmente naquele momento alguns ônibus deveriam ter desembarcado por ali, os barcos encheram muito rápido e o que sobrou de pessoas foi pro nosso teco teco. Demorou muito pra sairmos, o velho queria encher o barco antes de sair e depois que uma galera começou a sair do barco ele aceitou ir embora, eu estava tão puto que paguei 25 Bols e disse que se ele quisesse eu tbm sairia do barco já que ele mentiu pra todos, resultado, demorou mais de uma hora pra chegar na Isla com aquele lixo navegando a toda calmaria.

Chegamos na Isla por volta das 2 da tarde, fomos andar um pouco e comer, para subir a Isla vc sofre, a vista é lindíssima, é um lugar incrível e vc só voltará a vida real depois de subir uns 10 metros e se sentir ofegante. Sofri pra subir, mas eu estava a menos de uma semana na parte alta da Bolívia, o corpo ainda não havia se adequado a altura, minha cabeça doía muito, provavelmente foi uma das piores dores de já tive. Mas também foi um dos lugares mais lindos que conheci até hoje.

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Você irá entender logo o motivo de eu só ter estas fotos.

Depois de sofrer pra subir o morro, paramos num restaurante lááááááá no alto e compramos 2 pizzas, sim, 2 pizzas grandes! Depois de devorar as pizzas e ficar com um sono daqueles começamos a andar e de repente veio o pensamento: Meu Deus, o barco pra voltar! Já era... O último sai ás 16 hs e chegamos lá embaixo ás 16:30, um cara disse que nos levaria por 400 bols até a península, um casal de espanhóis estava ali ao lado e entrou no rateio, mas o dono do barco disse que não diminuiria o valor e minha cabeça voltava a doer de forma absurda, ou seja, eu faria qualquer coisa pra voltar pro hostel, tomar um remédio e deitar. Eu estava me sentido da mesma forma que no dia do Chacaltaya, decidi pagar 150 Bols do meu bolso, o Roney e o casal de espanhóis pagaram 50 cada, eu só queria que a dor de cabeça parasse e nem me importei de ser extorquido (e olha que sou mão de vaca assumido hein), o cara viu os 300 Bols e não pensou: "Llevaré utds".

Porém... Como o dia tava todo cagado, a previsão era que piorasse, e assim foi, ele não nos levou até onde embarcamos, ele nos deixou num portinho e ali um táxi iria nos buscar e levar até Copa, e só depois que o taxista (um moleque de 15 anos) chegou pagamos o trambiqueiro. No caminho trocamos de táxi, entramos no carro do pai dele, foi então que o coroa super educado explicou: O filho pega os desavisados que são deixados no porto e leva até parte do caminho onde não tem fiscalização, o pai com outro carro busca e prossegue até a cidade, na volta a mesma coisa. Bem pensado da parte dele né? E os dois eram prudentes no volante, coisa não tão comum na Bolívia ::lol4::

Ele nos deixou um rua antes de onde os ônibus saíam sentido La Paz, pegamos um bus por 30 Bols e por volta das 21 ou 22 horas o busão para e o motorista grita: Final!

Foi uma gritaria doida, o cara parou no cemitério (eu já havia lido sobre isso) e o informado seria parar perto do terminal, pensei que fossem linchar o motorista pela mentira mas no final não deu em nada e foi uma confusão para pegar o táxi com aquele monte de turista que desembarcou do bus.

Por fim um táxi passou, dei sinal e fui entrar no banco da frente, o motorista disse que o banco estava molhado, e eu poderia ir no banco de trás, até aí nem me liguei e ficamos no banco de trás, informei a direção e ao parar num semáforo entrou um cara no banco da frente e uma mulher no banco de trás ao lado do Roney, foi tudo muito rápido, como eu já sabia do golpe do falso policial tentei abrir a minha porta e adivinha? Travada pelo motorista. Então o carro arrancou rumo a El Alto.

O "policial" se identificou e pediu documentos, passaporte, queria ver bens de valores se não eram contrabandeados, a conversa que ele sempre usou, eu disse que não tinha nada e se ele era policial que fossemos a delegacia resolver isso pq se não ele ia ter que arrancar minhas coisas na briga, o Roney não entendeu nada e eu disse que era o golpe do falso policial, quando ameaçamos ir pra cima dele ele sacou o revolver. Pensei: FDP!

Aí ele esculachou, a mulher ao lado do Roney foi pegando a mochila de ataque dele e o "policial" a minha junto com a cartucheira de perna, fiquei quieto e entreguei, se era um simulacro (arma de brinquedo) eu não sei, mas pela proximidade era perfeitamente uma arma de verdade. Aí vc pensa em várias opções:

- A mulher pode estar com uma faca e acertar o Roney se algo der errado

- A arma pode ser de verdade e o cara enfiar uma azeitona na minha testa

- O motorista que não se moveu o tempo inteiro poderia levar a gente pra algum lugar já que não era possível abrirmos a porta por dentro e não sou ninja pra sair pela janela tão rápido a ponto de ninguém me segurar

Nessa hora vc começa a pensar em várias alternativas pra se dar bem e chega a uma única conclusão. Perdi.

Em nenhum momento o taxista parou o carro, tudo foi feito com ele em movimento, minhas 2 câmeras (uma Canon T3 e uma simplesinha destas compradas no extra) estavam na mochila, eu por infelicidade do destino estava com minha doleira na cueca com TODO O MEU DINHEIRO, ele pediu para eu abaixar a calça e levantar minha blusa pq queria ver seu eu estava com a doleira que eu tanto negava carregar, e em seguida o mesmo com o Roney que por sorte só tinha uma câmera (com todas as fotos da viagem) um dinheiro na carteira e cartucheira, nisso eu aproveitei que não prestaram atenção em mim e como ando sempre com a carteira na frente da calça consegui enfiar ela na cueca e puxei a doleira pra barriga, quando o cara virou pra mim eu dei uma levantada no banco (a carteira escorregou pela barra da calça e ficou presa na bota sem sair) e eu puxei a doleira (junto com a blusa) a mulher enfiou a mão no meu bolso e acho uns dólares escondidos e bolivianos, eu disse que era tudo, logo depois ele jogou pra nós as mochilas vazias e as cartucheiras de perna e o carro parou numa rua sem iluminação nenhuma, apagou os faróis e a luz interna, pensei, já era, vão matar a gente, ele disse que ia me revistar e se achasse algo ia me matar ali mesmo, com calma nós saímos do carro e ele disse pra colocar a mão na cabeça e encostar o rosto na parede, ouvi a porta fechando e ouvi o barulho do carro disparando no meio da escuridão.

Minha primeira reação foi pergunta pro Roney se ele estava bem, graças a Deus estava, depois fui ver se meu plano de esconder a carteira deu certo, e deu! Tirei a bota e resgatei a carteira que ficou na canela, começamos a correr na direção oposta e chegamos numa rua com iluminação, vi que mina T3 já não era mais minha e fui procurar minha outra câmera que por sorte ele não pegou (ou não quis), estava enroladinha dentro do meu cachecol, continuamos andando e vendo o prejú, do Roney foi só a Câmera e uma grana, o meu foi uma grana que eu não sabia quanto era já que quase tudo estava salva comigo na doleira, meu RG, minha passagem de Bus pra voltar, minha carteirinha da febre amarela, enfim, eu estava muito puto.

Depois de caminhar peguntou a um senhor que estava mais assustado que nós onde havia uma base da policia ou onde eu poderia pegar um táxi pois nos roubaram, ele indicou onde estava a base policial do bairro, ao chegar expliquei ao policial que comunicou a delegacia de turistas o ocorrido, ele ficou na rua esperando um táxi passar, e quando um parou começou a explicar onde deveríamos ir e quanto faria já que fomos roubados, por 15 bols ele nos levou até o DP, mas antes o policial anotou a placa do carro, os documentos do motorista e por fim chegamos ao DP.

Lá tomamos um belo chá de cadeira (igual ao Brasil), eu expliquei o fato e queria fazer interrogatórios em diferentes salas, disse que o Roney não falava espanhol e eles não se entenderiam, por fim outro policial perguntou se reconheceríamos os ladrões, e fomos pro computador olhar, depois de milhares de fotos encontramos a foto do "policial", o mesmo nariz enorme e cabelo com entradas na lateral, e a mulher com cara de bolacha, o motorista ficamos na dúvida pois ele tinha traços indígenas muito acentuados e ficou difícil saber quem era ele em meio a tantos outros parecidos.

Ficamos um bom tempo no DP, fizemos o B.O. e no dia seguinte eu deveria ir na embaixada brasileira e pedir um documento para sair "legalmente" já que haviam roubado além do meu RG o permisso de entrada na Bolívia.

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Depois o Roney encontrou seus documentos e estes valores informados no B.O. são aproximados, já que eu não ia sacar minha doleira dentro do DP pra contar né? Naquele momento eu comecei a desconfiar de tudo e de todos, sem falar que estava muito, muito puto pq roubaram minha câmera.

Por fim pegamos um táxi (memorizei a placa antes de entrar) até o hostel e me veio na cabeça se a arma era de verdade, não arriscamos e fomos roubados, e se tentássemos? Daria tudo certo ou acabaríamos sendo levados para algum lugar e dariam um tiro na gente ou algo do tipo?

Até hoje permaneço com a dúvida, mas o que aconteceu não tem volta, pelo menos estou vivo. Até pq se eu abrisse a porta do carro e saísse rolando pela rua estilo 007 ainda sim haveriam 2 problemas: O Roney ainda estaria no carro sozinho com eles e sem falar espanhol se conseguisse sair de lá. E seria impossível eu correr no sentido oposto se até pra caminhar lá eu tinha dificuldades.

Enfim, ao menos estou aqui pra contar minha desgraça e com meus erros ajudar você mochileiro a saber as melhores formas de fazer as coisas.

 

Se vc pensa que o relato acabou está enganado, ainda fiquei na Bolívia por quase uma semana, mas não pq eu quis, vocês logo entenderão. ::tchann::

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Nossa Erick, que tenso essas paradas.. Fiz quase a mesma viagem que vc, e eu achando meus B.Os tensos. Bom, o importante é ter voltado de lá com saúde, dinheiro depois recupera. Dá pra entender o trauma do amigo ai de cima que foi hospitalizado na Bolívia. Comparado aos seus, meus perrenguinhos foram nada.

 

A estrada da morte é com certeza muito perigosa. Eu mesmo levei dois "quase capotes", kkkk, quase bati num caminhão na estrada asfaltada, enfim. Muita gente fica com medo de fazer o passeio ou ir pra Bolívia por ser perigoso e tal, mas pra ter algum problema basta estar vivo... (que clichê, kk). Vc lembra que la pra Maio te pedi umas dicas pra ir pra São Paulo, que ia emendar com Ilhabela?? Pois é, algumas semanas antes da viagem comecei a ter uma dor na lombar que não passava nem fu.. mesmo assim ia pra essa viagem de teimoso.. Acabou que com medo de ter alguma complicação decidi ficar de repouso absoluto, só levantar pra ir ao banheiro... Resultado: arrumei uma trombose monster na perna inteira no auge dos meus 23 anos, e minha semana de férias que seria em Ilhabela foi no hospital internado. E olha que peguei onibus e trem na Bolívia de 17 horas cada e não deu nada, vai entender!!

 

De mais teimoso que sou, to de férias agora e espero viajar pra Ilhabela, como terei mais tempo agora, tô pensando em encaixar uma ida a Paraty/Trindade tb.

 

Abraço.

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  • Membros
Repensando meu mochilão pra Bolívia em 3, 2, 1...

 

Que isso cara, relaxa, nosso amigo teve apenas um tremendo azar, todos os dias alguém posta algum relato sobre dias maravilhosos em terra Bolivianas !

 

 

hehehe, tô brincando Ricardo, ler o perrengues dos outros me dá mais vontade de ir! ::hahaha::

 

Mas que bad Erik, o que passaste aí é o pesadelo de qualquer mochileiro!

 

Abs

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado na Bolívia no final de 2018, se liga na vibe do nossos visinhos bolivianos...
       
      1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00
           Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 

       
      2º Dia: Partida - 27/12/2018 - 13h00 - Porto Quijarro x Santa Cruz de la Sierra - Empresa 2 de Mayo Bs$100,00 - Moto Táxi Bs$6,00 - Taxa terminal Bs$3,00 
           Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. 
                       
           A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 
       
      3º Dia: Partida - 28/12/2018 - 11h30 - Santa Cruz de la Sierra x La Paz - Empresa Concórdia Bs$220,00 - Banheiro Bs$4,00 - Taxa Terminal Bs$5,00
           Chegamos em Santa Cruz por volta das 4:00am da madrugada. Ficamos aguardando o Terminal Bimodal de Santa Cruz abrir as 6:00am para poder fazer o cambio da moeda e comprar nossas passagens para nosso próximo destino, La Paz. Ficamos aguardando em alguns bancos que tem do lado de fora do terminal, quando um policial da INTERPOL abordou um de nós pedindo o documento de entrada na Bolívia. Documentos conferidos e fomos liberados rapidamente. Se não tivéssemos feito a entrada no país seríamos multados por estarmos ilegais no país pagando uma multa por este delito. 
           O terminal começou a abrir e logo vimos uma mulher vendendo as passagens para La Paz pela empresa chamada Concórdia pelo valor de Bs220,00 bolivianos, já adiantamos e compramos.  Depois entramos no terminal para aguardar nossa partida que seria somente às 11:30am, então tínhamos um bom tempo para comer, trocar dinheiro, tomar banho e dar uma volta pelos arredores do Terminal Bimodal de ônibus de Santa Cruz de la Sierra. Pagamos Bs1,00 boliviano para banheiro e Bs3,00 bolivianos para banho no terminal, isso acontece em toda a Bolívia, todo banheiro será cobrado, seja para necessidades ou seja para banho. Então separem suas moedinhas, pois elas serão muito úteis para isso. Outra utilidade para as moedas, são as taxas de embarque que todo terminal de ônibus cobra. Depois que compramos nossa passagem tivemos que ir em outro guichê para pagar a taxa de embarque do terminal que nos custou Bs$5,00 bolivianos. Dentro do ônibus antes de sair do terminal, um fiscal entra conferindo pessoa por pessoa o pagamento da taxa. 
        
        
           Andamos nas ruas ao redor do terminal e encontramos diversas barracas com comidas de rua. Tinha bastante comida típica, muitas sopas e caldos, sucos e escolhemos para começar as famosas salteñas e empanadas boliviana. São maravilhosamente deliciosas e valeu muito a pena experimentar. Comemos também o famoso cuñapé, que seria o pão de queijo boliviano. Outra delicia boliviana mas confesso que os pães de queijo da minha avó são infinitamente melhores que os cuñapé boliviano ahuahuahuahu. Desculpa aew Bolívia rs. 
           Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão  do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. 
           Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia.

       
      4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00    
           Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz.
           Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para  poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir.   
        


         


           Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. 
       
       

           Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz.  










           O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz.
           Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk 

       
           Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. 
         


       
       

            Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de  Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca.
       
      5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol
       
      (((((Continua no próximo post))))
       
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       (...)
    • Por GIACOME
      Acabamos de regressar desta maravilhosa viagem, onde o exercício de resiliência e cuidado mútuo fez parte constante do trajeto; viajamos de carro, partindo de Cacoal, Rondônia, fazendo o já clássico caminho entre Rio Branco (Acre) e Cusco (Peru), passando pelas belas geleiras da cordilheira dos Andes. Estávamos em quatro pessoas, sendo elas duas crianças de 14 e 5 anos.
      Nestas condições o nível de aventura deve ser moderado, não podendo fazer caminhadas mais longas, ou qualquer outro passeio que demande muito esforço físico e muito menos risco à saúde ou à vida. Saímos de Cacoal junto com um grupo de Amigos até Porto Velho; já na saída um grupo que iria com a gente recebeu a notícia que outros membros da família que iriam se encontrar em Porto Velho haviam perdido o vôo. Logo, iríamos subir até Rio Branco somente em mais outro carro de amigos.
      O resumo do primeiro dia foi: Cacoal-RO – Rio Branco, Acre. 988km. Os pontos mais relevantes deste dia e que merecem uma observação:
      1. Abastecer em Porto Velho é bem vantajoso. Gasolina custando 3,36 antes do aumento de 0,40 do Temer.
      2. Comer no Assados; restaurante que fica na rua Carlos Gomes, em frente à Honda. Boa carne assada e postas de Dourado gigantes assadas.
      3. Em Abunã, resíduos históricos da passagem da ferrovia madeira Mamoré, incluindo uma locomotiva perdida.
      4. A Balsa; elemento jurássico que assola o desenvolvimento da região.
      5. O Shopping de Rio Branco, assim como toda a capital estão lindos.
      Não ficamos hospedados em Hotel. Ficamos na casa do amigo Carlos Frederico.

       
      O segundo dia acordamos cedo, mas conseguimos sair mesmo após às oito horas. Tomamos café em um posto de gasolina e seguimos para Assis Brasil. Em Epitaciolândia paramos para sacar dinheiro na agência. Queríamos levar 90% do dinheiro em espécie. Em 2013 levamos em espécie, mas já no final da viagem o dinheiro deu a conta; e muitos locais não passavam cartão de crédito. Importante habilitar o cartão para as transações internacionais. Saímos de Epitaciolândia e seguimos para Assis Brasil, a última cidade brasileira do caminho. Cuidado com este trecho é pouco. O asfalto está destruído em parte do trajeto, necessitando reduzir a zero a velocidade para prosseguir.
      O Resumo do segundo dia ficou assim: 574km. Rio Branco, Acre. Puerto Maldonado, Peru.
      1 Deixe bastante tempo para a imigração e passagem do carro para o Peru. É demorada a saída do Brasil na Alfândega Brasileiro quando tem ônibus também atravessando. Na Aduana peruana, se tiver ônibus ferrou. Nos finais de semana o fluxo é maior. O carro só sai agora com o Suat, um seguro obrigatório. Eles inspecionam o carro e só permitem o pagamento depois da observação e análise do veículo. Demoramos mais de três horas para fazer todos os procedimentos. Aproveitem para trocar sua grana por soles já na divisa. Uma das melhores cotações. Quanto mais entramos no país, menos o real vale. Com exceção de Cusco, que recebe muito bem o real.
      2 Viajei com a ideia de cotação entre 1 real para 1 soles. Levei prejuízo. Com o aumento do dólar, consegui comprar soles perdendo 10%. 1 real vale somente 0,90 soles. Prejuízo de 300 reais na troca dos 3,000 reais que levei em espécie. (levei mais 1,000 reais para trocar em Bolivianos).
      3 O trecho entre Inapari, primeira cidade Peruana onde fazemos os trâmites, até Puerto Maldonado é de 220 km. Cuidado com o combustível. Existem poucos “grifos” postos de gasolinas no caminho. Cuidado também com os quebra-molas, que são muitos e motociclistas sem iluminação. Passamos a noite e muitos veículos não têm iluminação.
      4 Em Puerto Maldonado ficamos no Tropical Inn. Hotel de fácil localização, à 4 quadras da praça de Las Armas de Puerto Maldonado. Ficamos na ida e na volta. O valor de 114 soles. Em média 130 reais para quatro pessoas. Quarto enorme e ótimas camas e banheiro. No entanto, sem café da manhã. No dia que chegamos estava sendo comemorado o aniversário da cidade. Muita festa na praça principal, com um show de músicas locais; uma mistura de aviões do forró com calypso. Sensacional. Comemos pizza e experimentei uma coxinhas de rua, feitas de massa de mandioca, também comi as papas helenas. Deliciosas.
      5 Já tome as deliciosas Cusquenas. Cervejas maravilhosas de Cusco. Aproveite o calor da cidade para beber, pois em Cusco o clima não é tão propício. Em Cusco gostoso é a Pisco Sour, bebida com aguardente de uva e clara de ovo.
      Dormimos com a ansiedade da subida pela cordilheira, levando em conta que estávamos com crianças e não sabíamos as reações, principalmente da menor com 5 anos. Amanhã continuo com o dia D da subida à cordilheira.


    • Por Sergio De jesus
      Salve salve mochileiros
      vou contar um pouco da minha viagem a la paz no monte chacaltaya e custo dessa viagem.
      atualmente estou morando em Santa Cruz de lá Sierra (bolivia)
      peguei um ônibus de Santa Cruz a la paz ônibus esse muito confortável com Tv banheiro poltronas ótimas,a passagem custou 130 bolivianos (65,00 reais).uma viagem que dura 17 horas até la paz,chegando na rodoviária de la paz contratei um táxi que me levou até a calle (rua) Linhares aonde tem varias agência de viagem e hoteis o custo do táxi foi 20 bolivianos (10,00 reais) o taxista me indicou o hotel lion gostei muito desse hotel no próprio hotel já tem a agência que leva ao chacaltaya,hotel muito bom tudo limpinho.obs: não pense que vai encontrar um hotel com ar condicionado em la paz pq anoite é muito frio. Custo do hotel 100,00 bolivianos (50,00 reais) com café da manhã incluso e serve tbm um delicioso chá de coca,lembrando que não é droga ok.
      fui na agência que fica no próprio hotel e contratei o passeio para o chacaltaya e valle de la Luna os 2 passeios por 90,00 bolivianos (45,00 reais)
      No dia seguinte a vãn passa no hotel as 8:00 horas da manhã  recolhendo o pessoal,estávamos em 7 pessoas na vãn,chacaltaya fica uns 40 minutos de la paz assim que sai da cidade vc já sente o clima mudar e a vãn passa por um caminho que só cabe 1 carro e vai subindo vc olha pela janela e da um puta medo desse carro cair ladeira abaixo hehehe vai chegando num certo ponto vc já vê as montanhas nevadas e estrada tbm com neve,a vãn sobe e deixa vc na estação de esqui que hj se encontra desativada quando vc deçe da vãn é incrível vc afunda o pé na neve,dai o guia pergunta se vc quer subir o monte (é lógico que sim neh ) são mais ou menos 300 metros de subida mais que eu vou te contar parece “300 kilometros”
      no meu caso eu senti muito a altitude de 5.400 metros acima do nível do mar eu demorei muito pra subir mais cada um sobe no seu Ritimo quando vc chega lá em cima a vista é incrível vc vê vários montes nevados o vento frio que parece que vai congelar seu nariz e seus dedos mesmo com luvas, mas garanto é sensacional muito lindo fui numa época com bastante neve,segundo o guia a melhor época pra ver neve no chacaltaya é no verão de dezembro a março. 
      Voltamos pra cidade para poder ir pro segundo passeio valle de la luna mais eu não consegui ir realmente estava muito cansado senti muito a altitude lá no monte chacaltaya tudo que eu queria era uma cama pra deitar e fiquei no centro próximo ao hotel. 
      Se me perguntarem se eu faria denovo,é claro que sim super indico é uma sensação ímpar.
      la paz é uma cidade linda com o trânsito caótico um monte de pessoas buzinando ao mesmo tempo heheheh aquela loucura,a única coisa que não gostei e não gosto é a culinária local.
      Um abraço a todos espero ter ajudado de alguma forma e qualquer dúvidas estarei aqui pra tentar ajudar.
       











    • Por Adeilsonn
      Salve, salve galera mochileira.
       
      Então esse é o meu 1º relato de trip, espero que seja o primeiro de muitos outros.
       
      Passei o feriadão de páscoa na Bolívia e como peguei todas as dicas aqui, nada mais justo que deixar o meu relato, pois sei que poderá ajudar outros mochileiros.
      Esse foi meu 1º mochilão internacional, na verdade vou chamar de mochilinha pois foi um bate volta.
      Vou separar por dia para tentar detalhar o máximo possível, vamos a aventura por terras Bolivianas.
       
      A trip iniciou em Novembro de 2013, foi quando a Gol fez uma promoção de passagens de volta a R$ 39,00, e para nossa surpresa minha e do meu amigo, havia passagens para Santa Cruz de La Sierra.
       
      Após comprar as passagens comecei a ler os relatos e confesso que a princípio fiquei com medo e receio e ao mesmo tempo ansioso para conhecer o país e a cultura.
       
      17/04 – Quinta-feira
       
      Como moramos no RJ e o voo partiria de SP(GRU), saimos do RJ no dia 17/04 às 23:59h pela empresa Útil que faz a linha RJ X Guarulhos.
       
      Gastos
      Passagem RJ X SP – R$ 49,00 (empresa Útil)
      Lanche na Rodoviária RJ – R$ 9,00 (Rei do Matte Joelho + Guarana natural)
    • Por ta_tia_ne
      Você encontra o relato original em:
      http://viajanderia.com/2014/11/14/um-pulinho-ali-em-chacaltaya-na-mais-alta-estacao-de-esqui-do-mundo/
       
      Fizemos a subida a Chacaltaya um dia após o Downhill, confesso que eu estava destruída e fui INFORMADA do preço, horário ao ser acordada de supetão já para trocar de roupa e sair correndo … Agradecimentos aos dois Paulistas pestes da Viagem, Flor(as vezes conhecido como Felipe) e Marco ..
       

       
      Conhecemos duas irmãs brasileiras na noite anterior bem elétricas e elas fariam o passeio conosco.
       
      O guia nos pegou as 9:30 no Loki Hostel e fomos aos poucos saindo de La Paz e indo em direção a uma montanha nevada lindíssima que depois fui saber se tratar de Huayna Potosi. Que deslumbre.
       


       
      Para nossa sorte, o pneu de nossa Van furou e foi possível ter uma parada na estrada para tirar uma fotos lindíssimas.
       

       
      2 dias na Bolívia e estávamos indo para nossa segunda aventura. Chegar aos 5395m acima do nível do mar na estação de esqui mais alta do mundo. Alguns dizem 5421m. Não sei qual o certo, sei que é alto pra caceta! De verdade.
       
      Vamos as dicas que agora eu considero importantes:
       
      Se você tem uma torneira enguiçada no lugar da bexiga faça xixi logo na base. (As minhas principais preocupações e melhores dicas sempre tem a ver com xixi, não tem jeito). Lá em cima é complicado!
      Faça uma aclimatação de 2 ou 3 dias PELO MENOS antes de encarar a subida. Filhão, o oxigênio fugiu de lá, nunca se esqueça disso.
      Não esqueça as folhinhas de coca, a muña ou sei lá que parada você esteja usando para o mal da altitude (o tal do soroche pega feio e pode estragar sua tentativa de subir).
      Não esqueça de levar um corta vento. Faz frio e venta muito mesmo. Eu também usei uma scarf para proteger o rosto, mesmo assim, meus lábios ficaram todos queimados.
      Suba devagar.Eu andava 8 ou 9 passos e parava. Eu sou sedentária, precisei respeitar os meus limites.
      Dito isso .. vamos ao que aconteceu.
       
      Chegamos a base depois de passar, segundo nosso guia pela VERDADEIRA estrada da morte. Mas de boa, a estrada da morte do Downhill era bem mais sinistra e alta .. Isso não quer dizer que você não passe por uns desfiladeiros sinistros.
       
      E gente .. quem foi que disse aos motoristas bolivianos que eles podem dirigir como se não houvesse amanhã?? Como diz a minha vó Ruth : “Jesus, Maria José!”
      Eles vão tirando fininho e você vendo as pedrinhas escorregarem lá embaixo.
       
      Chegamos a base da estação ( parada pro XIXI ) e aqui já tivemos duas desistências. Uma das brasileiras entoou um mantra durante todo o caminho até Chacaltaya: “Estou passando mal .. não consigo respirar, estou passando mal , não consigo respirar…” E assim foi, adivinhem, ela chegou na base passando bem mal e com muita dificuldade de respirar. A irmã foi solidária, apesar de brava, e ficou fazendo companhia para ela.
       
      É, o negócio não é mole não e se você não estiver, ao menos com o psicológico, bem preparado, é realmente difícil segurar a onda de começar a sentir o ar tão rarefeito.
       
      Subimos em três .. eram mais ou menos uns 200m de distância e mais uns 150m na segunda parte. Tranquilão né? O que são 200m não é mesmo?
       
      AMIGÃO, o que foi aquilo????? Eu andava um tantinho parava .. andava outro tantinho e parecia que meu coração ia pular fora do meu peito e descer a estrada da morte sozinho a procura de oxigênio.
       
      Os meus dois amigos já estavam a frente e eu MAIS UMA VEZ era a última. Mas vamos que vamos. Descobri que não vim a esse mundo a passeio e que não estou na merda de uma corrida de ratos e ainda bem que descobri isso antes de Chacaltaya. Fui no meu ritmo .. mas ao chegar na primeira parada, muita coisa no peito apertou, o psicológico tava gritando comigo e eu chorei pra caramba .. nossa, que conquista, que superação. Eu não podia acreditar que estava ali e que estava tendo a oportunidade de viver aquele momento. Lágrimas e mais lágrimas.
       
      Eu já estava seriamente pensando se subiria os outros 150m ou não. Bem, fui perguntar aos meus amigos se eles subiriam até o topo. Aí veio aquele momento em que você sente novamente que uma amizade muito maneira e bonita está sendo construída, a resposta que eu ouvi foi (e deixarei em caixa alta pois foi assim que ouvi!): SIM, VAMOS SUBIR SIM, TODOS, VOCÊ VAI COM A GENTE E NESTE ÚLTIMO PEDAÇO VAMOS SUBIR JUNTOS.
       
      Caraca … arrepiei. Tentei me recuperar o mais rápido possível e encaramos novamente. Devagar .. anda 5 passos e para … 5 passos e para.
      Não só eu, mas a emoção começou a tomar conta de todos nós. É filhão, é o tal do psicológico batendo na nossa porta.
       

       
      Foi uma chegada EMOCIONANTE em meio a lágrimas, sorrisos, contemplação e a certeza de que aquele momento marcaria muito e seria muito especial para cada um de nós.
       
      Fizemos nosso agradecimento, uma oração … relembramos algumas coisas importantes das nossas vidas, agradecemos mais um pouco e #partiudescer que estava todo mundo congelando lá em cima. Fotos, registros e vídeos e depois de 1:30 para andar 350m voltamos a base em um ritmo melhor que o da subida. Acho que não demoramos 30min para descer.
       
      O guia estava animadíssimo com nossa demora. #sqn ))
      A felicidade foi muito grande em atingir mais essa conquista que, inicialmente, nem estava nos meus planos.
       
      Como assim não estava nos seus planos? Pois é, eu nem ia à Bolívia nesta viagem e de repente eu estava ali, conquistando Chacaltaya em meio a novos amigos. Fantástico, fenomenal, incrível e emocionante.
       

       
      Na volta já a caminho de La Paz , na van, hora de almoçar!!! Quer dizer, de comer aquela tralha de biscoitos, chocolates e água que tínhamos nas mochilas.
       
      Eu fui tentar fazer um agrado ao guia, e dei a ele um de nossos pacotes de biscoitos, ao voltar pro meu lugar bati a cabeça no teto da Van e PASMEM, o vidro lateral da Van caiu e morreu no meio da estrada da morte despedaçado. Como assim? Coisas que só acontecem comigo.
       
      Eu continuo afirmando que a minha cabeça bateu no teto .. aquele vidro cometeu suicídio #prontofalei
       
      As palavras que ficam para Chacaltaya são Fantástico, fenomenal, incrível e emocionante. Sem mais.
       
      Fiz 3 vídeos curtos da subida, para que vocês pudessem entender a vibe do momento. O surto ao tentar acertar o nome do lugar e a altura certa eu atribuo a altitude que fez eu ficar um tantinho confusa
       

       
      E se você gosta de acompanhar estas aventuras ou encontrou informações relevantes, não deixe de compartilhar com seus amigos Minhas impressões sobre Peru e Bolívia foram muito ricas e eu contei um resuminho básico neste outro post.
       
      E se você quiser ver mais sobre a preparação e as curiosidades das minhas viagens, você encontra tudinho no Viajanderia.
      Você encontra o relato original em:
      http://viajanderia.com/2014/11/14/um-pulinho-ali-em-chacaltaya-na-mais-alta-estacao-de-esqui-do-mundo/
       
      Tati Batista

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