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Pessoal fiz a estrada da morte no dia 12 de Abril junto com minha esposa. Chegamos no dia anterior às 21:00 do Brasil e no dia seguinte já estavamos na bike. Tomamos uma sorochi pills e partimos. No começo o frio apertou mas o visual alucinava. Fomos sempre com muita prudencia e devagar e curtimos demais. No final da sim um excesso de confiança pois o trecho é mais rápido e sem precipício. É nessa hora que rolam as quedas. Acho essencial contratar uma agência com joelheira, cotoveleira e capacete fechado por segurança. Nem eu nem minha esposa caímos pois fomos muito prudentes. E olha que não faltou aquela corrida. Recomendo mesmo aos medrosos (estes são os que não caem). Acho que tme muito mito como o nome de estrada da morte. Se chamasse downhill coroico não tinha tanto mito de morte. O visual é incrível com aqueles picos nevados, penhascos, cachoeiras, cruzes e toda adrenalina que rola no sangue. Minha esposa que estava com medo me confessou que foi o passeio que ela mais gostou na viagem. Vão sem medo e curtam a vida pois ela pode acabar atravessando uma rua calma do seu bairro (todo lugar existe perigo). A vantagem neste downhill é que você esta vendo o perigo e pode se proteger.

Ahhh e não deixxe de pegar uma bike de dupla suspensão e freios hidráulicos pois os punhos agradecerão no dia seguinte.

Fiz com a Xtreme (muito cauteloso o Sr. Malbin) por 460 bob na bike venzo

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  • 1 mês depois...

  • Respostas 260
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  • 2 semanas depois...
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Olá. Fiz o downhill no começo do mês junto com minha mulher e sem querer influenciar ninguém, o negócio é o seguinte: inesquecível!!!

Agência Xtreme.

É a segunda vez que fui à Bolívia. Dessa vez, fiquei no hotel Sagarnaga, que fica na rua do mesmo nome e é onde estão a maioria das agências, inclusive a Xtreme. O hotel fica bem ao lado do Café do Mundo. Além das agências, lá tem restaurantes, casas de câmbio, cabines telefônicas, o Mercado das Bruxas bem pertinho, feira de roupas, etc. Volto no ano que vem e fico exatamente no mesmo local. Habilitei um chip da Vigo e, além de usar a internet, falei à sem dificuldades com o Brasil.

O pedal, em si, não é difícil, mas requer cautela e os abusos podem custar à vida.

Segue o link de um pequeno vídeo que fiz. Minha mulher vai descendo na minha frente.

Abraços a todos.

 

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  • 3 meses depois...
  • Membros

Fala galera;

Venho reforçar a informação acima do Birax10... Fiz o downhill também com a agência "Xtreme" e foi demais, um visual sem igual, muita adrenalina e claro exige cautela, cuidados, mas nada que não se tire de letra. Gostei muito dessa agência, foram pontuais, os equipamentos são de qualidade, o guia que nos acompanhou era muito gente fina, um jovem francês chamado Max que nos explicou e orientou sobre tudo. Essa agência oferece um café da manhã meio improvisado no local onde começa a descida ainda no asfalto, durante o percurso são feitas algumas paradas para hidratação e pequenos lanches à quem desejar, no final do percurso tem incluso um almoço (bem fraquinho) e de brinde eles dão uma camiseta temática e um DVD com fotos e filmagens da descida.

Nos hospedamos no Hostal Copacabana e fechamos com essa agência por indicação deles. Valeu muito a pena!!!

Abraços!!!

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  • 11 meses depois...
  • 5 meses depois...
  • Silnei changed the title to Downhill em Coroico

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  • Conteúdo Similar

    • Por Cláudia Toscano
      Bolívia não é um destino muito procurado.  Países onde há bastante pobreza infelizmente assusta e perdemos o que há de melhor nesses lugares, gente humilde e simpática e natureza ainda belíssima! 
      Fomos para Bolívia para pedalar no Salar do Uyuni e fazer um down hill na Estrada da Morte.  Juntamos um grupo de 9 pessoas, traçamos os custos, fizemos contato com empresas locais para dar estrutura ao pedal (sem isso não dá pra fazer) e seguimos viagem.  Escolher passagem aérea mais barata, nem preciso dizer, mas a que faz o melhor roteiro e o menor custo e tempo é a estatal Boliviana.  Saímos de Recife-São Paulo- Santa Cruz de La Sierra-La Paz.  Ficamos 3 dias em La Paz para conhecer, turistar e também se adaptar à altitude; são 3600 metros a 4200 metros de altitude.  O tempo todo temos que tomar chá de coca para aliviar o cansaço. E funciona mesmo!
      Depois de conhecer a cidade, o Vale da Lua (belíssimo), andar de teleférico é o ponto alto de La Paz.  Para mim, foi o melhor sistema de transporte em centros urbanos caóticos e de montanha como La Paz.  Não poderiam ter melhor ideia!. Além de ser um belo passeio.
      As comidas em La Paz não são muito confiáveis.  Refiro-me à higiene. Por isso é bom escolher bons restaurantes.  Nada de lanchonetes ou comida chinesa! Pão... todo ele é feito pelos indígenas.  É lei! Padaria não vende pão de fabricação própria. Apenas vendem o que os indígenas fabricam. Embora no país, a maioria da população seja mestiça, o Governo incentiva bastante as 36 nações indígenas existentes no país, para terem algum tipo de atividade econômica rentável! Mas, apesar de não ser muito higiênico o fabrico, eu comi e gostei. Uma delícia! rsrsrsrsrs.
      Seguimos numa van de aluguel para Santa Cruz de La Sierra e de lá para o Uyuni.  É um vilarejo que vive principalmente do turismo e artesanatos.  Contratamos no Uyuni a empresa www.nomadaexperience.com, cujos serviços são excelentes! Foram dois carros 4x4 , abastecidos de suprimentos, bicicletas de trilha alugadas por eles, com equipamentos.  Chegando no ponto de partida no deserto de sal, seguimos de bike até uma ilha no meio do Salar, também deserta e cheia de cactus.  No meio do caminho fizemos uma parada para almoçar.  A empresa Nomada Experience, preparou todo nosso almoço, armou uma tenda no deserto e ali matamos a fome e o cansaço.  Na volta, com o vento contra, ficou quase impossível pedalar.  O deserto de Sal, não é plano, parece que você está pedalando sobre pedras, mas de sal!  Foi uma experiência incrível!
      Voltamos para o Hotel de Sal no Uyuni, muito confortável, mas com as camas de sal... tudo de sal.  Muito legal!  À noite, jantamos numa pizzaria e no dia seguinte, seguimos para o cemitério de trens e seguimos para a mina de prata (hoje desativada). Subir a montanha pedalando na altitude é pesado mas conseguimos bem.  Melhor a volta pra cidade, 4200 metros de só descida! Bom demais! 
      No quarto dia voltamos para La Paz e de lá contratamos outra empresa para fazer a Estrada da Morte.  Eles nos pegaram no hotel num micro ônibus, junto com outros aventureiros.  Ao chegar no ponto de partida no pico da montanha a 4700 metros de altitude, confesso que me perguntei, porque escolher morrer agora? A adrenalina vai a mil!  A empresa nos deu todo equipamento, capacete, luvas, macacão e a bike de down hill. Começa a descida, inicialmente no asfalto, no acostamento da rodovia. São 20 km de asfalto até chegar à estrada de terra e muiiiiiiiiitas pedras.  A Estrada da Morte mata, mas é linda, maravilhosa! A paisagem de montanha e floresta é belíssima.  Tem algumas paradas para fotos fantásticas, mas na descida, nem pensar em olhar alguma borboleta no caminho.  Concentre-se na estrada.  Não dá pra frear o tempo todo.  Tem que reduzir nas curvas e seguir na descida.  Valeu muito! Amei a Bolívia e seus perigos! Não dá pra voltar, porque o mundo é grande e a natureza me espera!
       








    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       




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