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México, Belize, Guatemala e Honduras - 35 dias incríveis


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Sorrente vc pegou uma ótima cotação do Dólar. Policia é o que mais tem na Cid. do México ::lol4:: Não sei se vc leu meu relato quando me mandou pergunta sobre o México, mas perto do Hostel que vc ficou tem outros dois onde fiquei que são bem mais barato e muito bom um deles tem até jantar de cortesia. Estou até pensando em voltar pela terceira vez. ::lol4::::lol4::

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Dia 2

Uma volta pela cidade

 

Acordei por volta de 09:30 nesse dia e fui tomar café da manhã que por sinal já está incluído no valor da diária. O café é servido no bar do hostel e conta com leite, cereal, iogurte, ovos, feijão, enchiladas e frutas. Dá pra comer bem e bastante. ::otemo::. Durante o café ouvi alguém falando português na mesa ao lado e embora eu fuja de brasileiros quando viajo, estava sozinho nesse dia então fui lá e puxei assunto. Conheci Vilma, uma brasileira que estava com David, um suíço gente boa de masculinidade duvidosa. Juntei-me a eles e ficamos conversando um pouco sobre onde foram, planos posteriores e etc, aquela conversinha bem batida entre viajantes. ::hãã2::

Eles me contaram que iriam ao Parque Chapultepec após o café e me chamaram para ir junto porém tive que recusar pois teria que esperar o Saulo que disse que chegaria até a hora do almoço. Eu não sabia sobre esse parque então aproveitei e suguei algumas informações deles para quem sabe ir depois. Barriga cheia, novos colegas, planos à vista, tudo estava correndo bem, então me despedi deles, ainda combinando de nos encontrarmos mais tarde no bar, e agora só teria que enrolar um pouco e esperar o Saulo chegar.

Quando escolhi o período em que ia viajar, a única coisa que influenciou foi quando eu poderia tirar as férias no trabalho nada mais, mas isso acabou coincidindo com a Copa do Mundo o que acabou sendo ótimo pois como todos os brasileiros estavam em suas casas postando suas fotos com camisetas do Brasil, isso fez com que eu cruzasse com pouquíssimos brasileiros, ou seja pude me concentrar nos possíveis encontros com as norueguesas. :D Aliás também não me preocupei muito com a questão meteorológica. Fomos em junho então não era verão mas no final das contas me pareceu até melhor pois apesar de estar com tempo nublado em várias ocasiões, a temperatura era sempre quente, na faixa de 30°C quando íamos às praias e raras chuvas. Hoje depois do que vi, digo que junho é um bom mês pra ir, com boas temperaturas e sem o sol escaldante do verão, talvez apenas correndo o risco de arruinar seus planos de uma foto perfeita para sua capa do Facebook.

Resolvi dar mais uma volta na praça até Saulo Chegar, mas não muito longe pois como ele havia me dito por mensagem, em pouco tempo estaria lá. Em uma das voltas parei numa banca de jornal e vi como o sensacionalismo não é uma exclusividade dos brasileiros, por sinal os mexicanos parecem curtir bastante isso. Se eles não tem um programa do tipo Cidade Alerta, com certeza faria muito sucesso por lá. Percebi isso ao ver a página principal de um jornal na banca.

 

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Voltando para o hostel parei um pouco na frente e quando olhei para o lado vi aquele ser campo-grandense se aproximando. Nos cumprimentamos, fizemos o check-in dele, aproveitamos e fizemos também nosso cartão da Hostelling International mas ainda era cedo para pode ir ao quarto pois ele só é liberado a partir da uma da tarde. Saulo guardou sua mochila e começamos a pensar no que fazer para passar o tempo. Nosso primeiro plano na Cidade do México era ir até as pirâmides de Teotihuacan mas como já era hora do almoço, isso ficaria para o dia seguinte. Como eu fiquei sabendo daquele parque durante o café da manhã, já perguntei na recepção do hostel como chegar até lá antes do Saulo chegar, e depois ambos concordamos que seria um bom lugar para ir.

 

Ainda demos uma rápida volta pelo centro pois Saulo precisava trocar dólar.

 

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Vilma e David haviam me explicado como chegar no parque por meio de transporte público mas eu vi uma outra opção que pareceu mais interessante. Em frente ao hostel há um posto de empréstimo gratuito de bicicleta, basta você deixar seu passaporte e pode pegar uma biciclta por até 3 horas. ::otemo::

 

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Seguindo as dicas do Luis, recepcionista do hostel pegamos nossas bikes e seguimos através da calle Tacuba e Av. Passeo la Reforma até chegar ao parque. Durante o caminho fomos parando em vários lugares e tirando fotos, às vezes pedindo informações para saber se era o caminho correto. O trajeto levou cerca de 50 minutos mas ainda assim é bem simples chegar até lá. Um passeio recomendado até por ser gratuito. Um tour para te levar ao parque custa em média $200,00.

Algo que mais uma vez me impressionou com relação à Cidade do México foi o fato de haver ciclovias bem demarcadas pela cidade até mesmo nas grandes avenidas onde todo bom paulistano acreditaria que todo espaço seria dado aos carros. Mais uma vez o México dando um baile no Brasil. Fizemos quase todo o trajeto em ciclovias, e onde não havia, usávamos a via do metrobus que por não contar com um fluxo intenso, também é utilizada por ciclistas, talvez não oficialmente mas eu vi vários ciclistas nela.

 

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O parque é bem grande, me lembrou um pouco o Ibirapuera aqui em São Paulo. Nele também há um zoológico e um castelo. Não fomos ao zoológico por falta de interesse e no castelo por falta de conhecimento mesmo ::hãã2::. Demos apenas uma boa passeada por lá, paramos comemos umas comidas suspeitas no melhor estilo "moça tem banheiro aqui?" ::lol4::. Descansamos um pouco e depois retornamos para não perder o horário de devolução das bikes.

 

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Entregamos as bikes, pegamos nossos passaportes de volta e fomos para o hostel pois Saulo agora sim poderia arrumar suas coisas. Enquanto ele fazia isso fui até a recepção para perguntar o que mais poderíamos fazer por ali, tanto à tarde quanto à noite. O recepcionista, Luis, novamente ajudou bastante e sugeriu primeiro o Templo Mayor, um museu com ruínas a duas quadras do hostel, depois ainda disse que iria com um pessoal para um bar à noite e que poderíamos ir junto, disse que conversaria com Saulo, Vilma e David mas que provavelmente iríamos.

Tomei uma no terraço enquanto Saulo se preparava. Agora com ele devidamente embelezado ficamos um pouco no bar e depois seguimos para o Templo Mayor.

Já eram 16:30 e o museu fecha às 17:00 porém somente o acesso, se você estiver lá dentro pode ficar até as 18:00 então não teríamos problema. O único contratempo foi que estava garoando nesse dia e como as ruínas ficam na parte externa (obviamente ::hãã2:: ) não conseguimos dar uma boa olhada, fomos apenas ao museu mesmo. O valor do ingresso é de $59,00.

 

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Não vimos a necessidade de guia pois no museu é tudo meio que auto explicativo mas talvez valha a pena se você quiser uma explicação mais detalhada das ruínas. Acho que uma pesquisa no google resolve a questão. :D

Saímos quase na hora de fechar o museu com a chuva fina ainda caindo, e voltamos ao hostel. Contei ao Saulo sobre a proposta do recepcionista e como queríamos sair à noite topamos a ideia e até mandei uma mensagem para Vilma falando sobre e ela também se animou. Mais tarde quando estávamos nos arrumando no quarto, conhecemos Lalo e Alejandro, dois mexicanos que estavam na Cidade do México por causa da faculdade. Papo vai, papo vem, comentamos sobre o convite do cara da recepção, e eles que também estavam com planos de sair, nos contaram sobre um bairro chamado Condesa e outro próximo chamado Roma que são repletos de bares e baladas. Eles estavam indo a uma balada chamada Rodhesia e perguntaram se não queríamos ir também. Eles eram simpáticos e como eram locais conheciam onde estavam indo. Eu me animei pra ir, Saulo topou também.

Na recepção do hostel há um bar/restaurante, um pouco mais caro que o bar do terraço mas aqui também são servidas algumas comidas, então aproveitamos e comemos algumas coisas antes de sair. Nachos com guacamole saem por $40 e uma cerveja por $30

Por volta de 23:00 nos encontramos todos na recepção do hostel, conversamos ainda com Vilma que também topou se juntar a nós e David que não pôde ir. Ainda me desculpei com o recepcionista por desistirmos em cima da hora mas ele disse que estava tudo bem, outras pessoas iriam com ele.

Galera animada papo fluindo, socamos os 5 num taxi e partimos para o bairro Roma.

A corrida saiu por $25 por pessoa e antes de seguir para a balada paramos num Oxxo e compramos algo para beber antes de entrar para economizar um pouco.

 

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Ficamos um pouco na fila e depois de uma rápida explicação para os seguranças sobre o porquê de estarmos sem nossas identidades pagamos os $150 de entrada (só os homens pois mulher pra variar não paga ::bad:: ). O lugar é bom mas não me animou muito, embora tocasse música eletrônica que eu curto muito, nesse dia o estilo não era meu preferido então tive que apelar para as cervejas que por sinal não eram lá muito baratas, cada Índio saia por $45 com direito ao garçom ainda ficar te devendo troco. :shock:

Apesar de tudo a noite foi bacana, com todos nós impressionados com umas mexicanas gatas de 1,90m de altura que estavam por lá. Alejandro ainda tentou algo mas sem muito sucesso. Eu como não sou muito fã de xavecar mulher em balada fiquei com minhas índio mesmo.

Às 03:00 resolvemos ir embora, mais uma vez enfiamos todos num táxi porém agora saiu apenas $20 por pessoa. Pouco tempo depois chegamos ao hostel mas eu, Lalo e Alejandro não estávamos com sono então nós 3 seguimos em direção ao mercadinho enquanto os outros iam para seus quartos. Compramos algumas cervejas, subimos para o terraço que estava vazio e ficamos por lá bebendo conversando e dando risada. Tínhamos muito em comum, aliás não muito mas o suficiente, gostávamos de mulher e música eletrônica, já está bom. Foi ali então que fizemos um plano ousado para o futuro: Kazantip. Se você não sabe o que é o Kazantip, siga sua vida assim, é melhor. ::tchann::

Ir para a balada é bom e eu gosto mas pra mim esse fim de madrugada no terraço foi mais legal, acho que combina mais com o que esperamos de uma viagem dessas. Às 5 da manhã quando tanto o álcool quanto o sono estavam atingindo seu ponto máximo, descemos para o quarto largamos os copos na porta e dormimos.

 

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Antes de tudo, foi mal a demora, estou sem pc em casa e terei que fazer o relato aqui no trabalho, o que pode dificultar um pouco, mas aos poucos vai saindo :D

 

Pra quem está acompanhando, deixo aqui meus agradecimentos, um beijo ou um abraço dependendo do sexo da pessoa ::otemo::

 

 

Show de boa Sorrent ::otemo::

but

:? "aí o meliante, que provavelmente deve ser corintiano" ::bad::::bad::::bad::

Abç!

 

A fama dos curtintia é internacionalmente reconhecida heheheh ::tchann::

 

 

Olá, como vai?

Adorei seu relato.

Me dá umas dicas só sobre a Guatemala?

Acha que dá para eu ir sozinha?

Acha que em seis dias dá pra aproveitar bem?

Um beijo

 

Guatemala é ótima. Com relação à segurança você deve ter as mesmas precauções que teria em qualquer outro lugar, pode ir sozinha numa boa, aliás você provavelmente encontrará outros(as) na mesma situação.

Em seis dias você consegue aproveitar mas vai deixar muita coisa pra trás. Recomendo Tikal, Semuc Champey e por último Antígua se você tiver interesse em subir o vulcão.

 

Outro beijo

 

 

Sorrente vc pegou uma ótima cotação do Dólar. Policia é o que mais tem na Cid. do México ::lol4:: Não sei se vc leu meu relato quando me mandou pergunta sobre o México, mas perto do Hostel que vc ficou tem outros dois onde fiquei que são bem mais barato e muito bom um deles tem até jantar de cortesia. Estou até pensando em voltar pela terceira vez. ::lol4::::lol4::

 

Trota provavelmente eu li mas como faz muito tempo não lembro bem de detalhes. Realmente tem mais polícia do que gente ::lol4::

México é um lugar que dá vontade de voltar mesmo ::otemo::

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