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RELATO DE VIAGEM - TAILANDIA com fotos

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Materia minha publicada na revista MINHA VIAGEM, nov 2008

 

TAILANDIA

Gostamos muito de viajar e sempre pensamos em conhecer a Ásia, mas como já conhecíamos boa parte da cultura ocidental chegou a hora de desbravar a tão exótica e falada cultura oriental. A vantagem é que sabíamos que dinheiro não seria problema: na Tailândia, tudo é muito barato. Um mochileiro, por exemplo, não precisa mais do que US$15 para sobreviver dignamente – uns US$ 7 para dormir numa guesthouse e o restante para, almoçar, jantar, se locomover, entrar nos templos... O caro é para chegar até lá.

BANGKOK

Nok estava lá. E seria ela a nossa guia pelas ruas caóticas de Bangkok. A primeira reação foi de susto, mas estávamos com a guia justamente para ganharmos tempo, utilizando todos os tipos de transportes públicos. 20120328215833.JPG

Sob o calor intenso, a princípio optávamos por táxi, que era muito barato (uns 40 minutos saiam por uns R$ 6) e possuía ar-condicionado. Mas ao perceber que o trânsito não andava, saltávamos do táxi e encarávamos um tuk-tuk, espécie de moto com cabine traseira que corta loucamente os carros e o trânsito. Ainda assim, algumas vezes o trânsito era tão pesado que nem os tuk-tuks tinham como passar, daí fugíamos a pé uns dois ou três quarteirões e pegávamos um barco no rio Chao Praya, que serpenteia toda Bangkok. Às vezes arriscávamos o BTS, um metrô de superfície super rápido e moderno mas que infelizmente só cobre parte da cidade.20120328220551.JPG

Aos poucos, você se acostuma com a multidão e o trânsito e vai se deixando seduzir pela simpatia do povo e pela mistura de templos centenários com prédios de arquitetura de alto luxo.

De cara, o que atrai é o menos comum no Ocidente: os belos templos budistas. Daí, eu e Luiza termos começado pelo Wat Arun (Wat quer dizer templo em tailandês), todo ornamentado com cacos, pratos, xícaras e outros utensílios de cerâmica. Do píer Tha Tien, um barco atravessa até ele. 20120328220227.JPG

Voltando ao mesmo píer, fomos andando até What Pho, o maior e mais antigo templo da cidade. 20120328220315.JPG É lá que se encontra o maior Buda dourado e deitado da Tailândia assim como a melhor escola de massagem tailandesa. Ao entrar nos templos somos obrigados a tirar os sapatos, em sinal de respeito. Mulheres com ombros descobertos e homens de bermuda não são admitidos. Mas caso você seja pego de surpresa, pode alugar um sarongue na entrada para se cobrir!

Dentro do templo, entrei numa pequena fila onde um monge bem idoso benzia as pessoas com uma flor de lótus banhada numa água sagrada. Que privilégio!

Leve, parti para o que considero uma das mais bonitas construções do mundo: o palácio real Wat Phra Kaew.20120328220420.JPG É lá que vive o venerado rei, em sinal evidente de prestígio e aceitação, ainda hoje, da monarquia. Há fotos do rei e de sua família espalhadas e adoradas por toda a Tailândia. Inclusive em grandes outdoors!

Curtimos a noite no Siam Niramit Show (siamniramit.com), que retrata a cultura e a história da Tailândia num espetáculo de música e dança que não deixa nada a desejar a nenhum show da Broadway. Há a opção de jantar antes da apresentação, mas nem pense nisso! Em vez de comer num Buffet, prefira algo mais autêntico! 20120328214545.jpg Em uma outra noite, experimentamos um jantar sensacional numa tradicional embarcação de arroz, o Loy Nava (loynava.com) que passeia pelo rio. Enquanto descobríamos a culinária local, podíamos ver todos os templos às margens do rio iluminados. 20120328221728.jpg

Ainda havia muito a percorrer em Bangkok nos 2 dias seguintes, nos revezamos numa maratona turística: conhecemos a Vimanmek Teak, mansão de verão da realeza considerada a maior casa de madeira do mundo no meio do Parque Dusit, sobre um lago; visitamos o Chatuchak Weekend, mercado gigantesco ao ar livre onde se encontra comidas, roupas, artesanatos e animais vivos – é o lugar ideal para provar as iguarias tailandesas desde os tradicionais insetos fritos até o delicioso Pad Thai (noodles, camarão, tofu, castanha de caju, legumes, brotos de feijão, ovos mexidos e um delicioso molho de peixe que custava a bagatela de 20 baht, o equivalente a R$1). Vale a pena experimentar de tudo, mas se por acaso lhe derem um prato trocado, pois o som em tailandês confunde muito, simplesmente coma. Se não gostar, peça outro! A melhor comida Tailandesa é a de rua, pois tudo é muito fresco e preparado na sua frente com extrema higiene onde até o gelo é filtrado;

Passamos também pela famosa Khao San Road. A celebridade da rua vem do fato de ela ser destino de milhares de mochileiros do mundo inteiro, daí as tantas guesthouses e histórias de aventuras ouvidas nas redondezas. E espiamos as casas noturnas de portas abertas para quem quiser ver mulheres seminuas do bairro noturno de PatPong. Se você quiser ver um pouco mais, não perca o Ping-Pong show! Basta subir ao segundo andar das casas e, entre dezenas de casais de turistas, você verá o que as tailandesas são capazes de fazer com suas partes mais intimas... Há genitálias que fumam, outras que lançam bolinhas de ping pong à distância (daí o nome do show), umas que assopram velas ou que tocam instrumentos e até as que abrem tampinhas de garrafas!

Além dos programas tão peculiares, Bangkok ainda garante compras inacreditáveis. Um conselho? Viaje de malas vazias. Lá tudo é muito barato e você lota sacolas e sacolas com a maior facilidade... Sem dizer que as fábricas da Nike, da Adidas e da Nikon são na Tailândia! Em Bangkok, o MBK, próximo a estação do BTS chamada Estádio Nacional, é o shopping mais completo. Agora, se o seu objetivo são os aparelhos eletrônicos vá ao Panthip Plaza, na zona de Pratunam, um centro de cinco andares com tudo que você possa imaginar! Só tenha um certo cuidado com as falsificações... Agora, se você está louco por pechinchas em lojas de grife, seu destino é o WTC, na estação Chilton.

Se quiser comprar seda, também estará no país certo: além da grande produção, dá até para comprar tecido e encomendar roupas sob medida, que saem um terço mais baratas que no Brasil

Ayuthaya

Contratamos um taxista para conhecermos Ayuthaya. 20120328214926.JPG A menos de 90 quilômetros de Bangkok, entre os anos 1350 e 1767, a cidadezinha foi a capital da Tailândia; hoje, ela é patrimônio da UNESCO. Ele nos cobrou 2000 baht pelo dia inteiro de programa. Se você quiser ir de excursão vai encontrar preços a partir de 1500 baht por pessoa. Além de ser ligeiramente mais caro, o tempo entre ônibus, trem e barco pelo rio, implicará a perda de momentos incríveis. 20120328220854.JPG

Com suas ruínas destruídas pelo tempo e pela invasão dos Burmeses (atual Myanmar), que deceparam todas as estátuas de Budha como sinal de desrespeito e humilhação, 20120328221431.JPG Ayuthaya lembra muito os templos de Angkor no Camboja, só que em menor proporção. 20120328215108.JPG Há mais de quinze sítios arqueológicos por lá, onde os templos de pedras e tijolos mantêm-se muito bem conservados. Na volta, paramos no Bang Pa In Palace, uma das várias residências de beleza única do rei.20120328221150.JPG

Damnoen Saduak

Acordamos bem cedo e fomos de carro com uma outra guia, Tong, para poder pegar o mercado flutuante ainda funcionando. Lá os barcos vendem de tudo, desde comida, flores, frutas até artesanatos locais. Os barcos e as comidas são de um colorido intenso. As frutas são praticamente as mesmas das nossas, mas com uma textura diferente e muito mais doces. Além das mangas, mangostins, jambos e rambutans (que lembra uma lichia, só que mais peluda na casca), comemos a melhor banana frita de nossas vidas.20120328220505.JPG

Kanchanaburi

Já ouviu falar no filme A ponte do Rio Kwai? 20120328215434.JPG Pois é, o filme de David Lean sobre a Segunda Guerra Mundial, conta a destruição, pelos países aliados, de uma ponte ferroviária construída por prisioneiros britânicos na Birmânia ocupada. E essa ponte e o cemitério onde foram enterrados os ingleses está em Kanchanaburi – quer dizer, a sua reconstrução ...

Seguimos para Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno, mais conhecido como Tiger Temple.20120328215333.JPG Nele, monges budistas criam tigres desde filhotes com cereais, leite e frango cozido – e os turistas podem alimentar os filhotes e até passear com os maiores na coleira. Só fique atento ao horário: os tigrinhos são alimentados somente às 12:00h e você só pode andar com os maiores quando estes saem para pegar sol nos horários de 12:00h ou 17:00h. Vai ficar para sempre na memória como animais daquele tamanho se comportavam de maneira tão dócil.

De lá, voltamos a Kanchanaburi, e almoçamos em um restaurante flutuante em frente a ponte. Atravessamos a célebre ponte (a do Rio Kwai, claro!) e visitamos o cemitério e o museu da Segunda Guerra. Os planos de visitar as Erawan Falls foram, ironicamente, por água abaixo – já não havia tempo...

Chiang Mai

Era hora de partir para o norte, mais precisamente para Chiang Mai, a segunda cidade mais importante da Tailândia, cidade murada e das aventuras.

20120328215935.JPG A noite fervilha no Night Bazaar, uma rua bem em frente ao nosso hotel com muitos camelôs vendendo de tudo e onde em pequenos shoppings você pode ver shows de dança em grandes praças de alimentação geralmente ao ar livre. Virou atração turística pois são milhares de turistas durante a noite toda !

Conhecemos todos os templos protegidos pelos muros e ainda uma escola de preparação para monges. 20120328215533.JPG Para quem não sabe, Chiang Mai é a cidade dos monges e é lá que estão as principais escolas budistas. Como não poderia deixar de ser cruzamos com muitos monges, pois todo tailandês tem que dispensar ao menos um período de sua vida servindo como monge e abdicando dos prazeres materiais até decidir se continua ou não seu caminho religioso. Se tiver oportunidade converse com eles, pois gostam de saber de outras culturas, mas mulheres têm que se precaver pois não podem tocá-los nem chegar muito perto.

O Wat Phra That Doi Suthep está a 15 quilômetros do centro, no alto das montanhas. 20120328215623.JPG Reza a lenda que o local foi escolhido por um elefante branco que levava um osso do ombro de Buda em suas costas e que, bem ali, morreu de fadiga. Para não correr o mesmo risco, suba de elevador (que vale o preço de 30 ba ht) e se deslumbre com a vista! Depois, aprecie o enorme Chedi dourado que guarda relíquias sagradas e centenas de sinos – que se você tocar devem trazer boa sorte! E como o lugar é muito bonito, logicamente há mais uma linda residência real... 20120328221014.JPGNa descida, dá para arriscar os 309 degraus da escada em formato de dragão.

Pong, nosso guia, nos levou para um trecking de elefante no Mae Tang Elephant Park e também umrafting de bambu no mesmo local 20120328220647.JPG Embora seja proibido o uso dos elefantes para trabalho de força na Tailândia, a lei nem sempre é seguida à risca. Nesse centro os animais são explorados de outra forma: jogam bola, tocam instrumentos e até pintam quadros. Percebemos que eles eram bem tratados e, então, não pudemos resistir ao passeio de mais de uma hora pelos rios, florestas e vales. 20120328215230.JPG

No dia seguinte acordamos bem cedo para irmos de carro ao Golden Triangle, região ainda produtora de ópio onde o rio Mekong em forma de Y faz divisa da Tailândia com Laos e Myanmar. Cruzamos de barco o rio até uma pequena vila já no Laos, só para colecionar em nosso passaporte mais um carimbo de entrada.

Na volta, próximo a Chiang Raí visitamos as tribos de refugiados de Myanmar conhecendo as mulheres girafas com aqueles longos pescoços envoltos em aros de metal. 20120328215747.JPG Normalmente os aros são trocados e aumentados a cada ano. Alguns juram que, anteriormente, os utilizavam para se proteger do ataque de tigres (que atacam no pescoço); outros, mais céticos, dizem que são apenas adornos – que hoje atraem os viajantes e garantem a subsistência local.20120328221548.JPG Tanto que até as crianças utilizam os colares. Como sabíamos da presença delas, levamos uns adesivos para brincarem. Mas elas nem sabiam do que se tratava... Como não achei papel no local tirei um e colei na mão de uma menina. Minutos mais tarde, ao olharmos para trás vimos que elas tinham coberto todo o rosto e braços com os adesivos, como se enfeitando para uma festa. De volta a Chiang Mai , na beira da estrada paramos no White Temple 20120328220018.JPG

Krabi

Novamente cruzaríamos o país: era hora de ir ao sul. Mais precisamente, às praias. Ou ao paraíso.

Estávamos preocupados com a devastação do tsunami de alguns anos atrás, porém, encontramos tudo em perfeito estado – o único indício da tragédia eram alguns coqueiros ainda pequenos por terem sido replantados e as placas indicativas para onde se deve correr no caso de um novo tsunami. Nos hospedamos em Ao Nang que é mais turística e movimentada que a cidade de Krabi.

Logo no primeiro dia, pegamos um longtail boat (como o próprio nome diz, barco bem longo e motorizado), até as várias ilhas de praias fantásticas, e passamos o dia no mar com sol curtindo o visual maravilhoso. É uma boa época para ir pois não é o período das chuvas.

As águas são de um verde cristalino tão intenso que não me contentei com a máscara e o snorkel – precisava mergulhar com cilindro. O fundo do mar é indescritível, vi todas as nuances de cores de recifes e peixes, como os numerosos “Nemos”, ou peixes palhaço, que nadam por entre as anêmonas.

Além das praias maravilhosas, como a badalada Railey Beach, 20120328220739.JPG há mangues, cavernas, paredões para escaladas e vários centros de massagem te esperando na orla por um preço irrisório. Por mais tempo que você passe no sul, vai sentir que é insuficiente...

PhiPhi

As ilhas do Mar de Andaman são deslumbrantes. Se você assistiu ao filme de Leonardo di Caprio, A Praia, sabe bem do que estou falando! Por isso, depois de alguns dias pegamos a barca para as ilhas PhiPhi. Vale a pena se hospedar por lá e curtir de dia as praias e, à noite, os excelentes restaurantes. 20120328214723.JPG Da tradicional comida tailandesa passando por pizzarias, optamos por comer um churrasco de frango com um molho de pimenta agridoce maravilhoso próximo ao nosso hotel.

Ficamos em PhiPhi Don, a maior das ilhas e a única habitada, 20120328214642.jpg mas é em PhiPhi Ley, em Maya Bay, que estão os cenários hollywoodyanos de Di Caprio. 20120328214436.JPG De fato é uma das praias mais bonitas que já vi. Tanto que precisei voltar até lá! Na primeira vez, com um longtail boat, fizemos um passeio só nós dois e tivemos a sensação de ter a praia toda para nós; na segunda, encaramos a excursão de um grande barco que parava também em outras ilhas. Quando chegamos na praia, ela já não era mais a mesma... Havia turistas demais... Uma dica: vá no período entre as 11h e as 14h!

Como essa excursão durava o dia inteiro, os mais velhos voltaram para PhiPhi Don em outro barco e nós, mais jovens, esperamos em alto mar com uma boa música e uma boa cerveja tailandesa o pôr do sol. 20120328220116.JPG

Foi ainda em Phiphi que tive a chance de conversar com nativos que perderam tudo durante o tsunami e além das histórias vi fotos assustadoras. E foi assim nesses 20 dias que percebi o tanto de experiências, belezas e culturas que a Tailândia mistura.

COMO EU FUI: Saímos do Rio com a Air France e fizemos uma parada de alguns dias em Amsterdam para quebrar um pouco a viagem. Desembarcamos no aeroporto de Bangkok, Suvarnabhumi, eu e minha mulher e já na chegada nos deparamos com um aeroporto hightech, recém-inaugurado e gigantesco. Lá, fizemos os vôos internos com a Thai Airways, excelente companhia com atendimento impecável.

ONDE FICAR: Em Bangkok, há o simples Manhattan Hotel (Soi 15 Sukhumvit Rd., próximo à estação Nana, 66-2/255-0166 hotelmanhattan.com , diárias desde U$20 a U$40). Em Chiang Mai, uma boa dica é o central Suriwongse Hotel (110 Changklan Rd., 66-5/3270-0517, suriwongsehotels.com, diárias desde U$26). Em Krabi, há o belo Ao Nang Priceville Resort (164 Moo 2 Ao-nang Beach, 66-3/7563-7971, aonangprinceville.com, diárias desde US$ 88). Em PhiPhi, invista um pouco mais e fique num dos bangalôs do PhiPhi Villa Resort (a 10 minutos a pé do píer, 66/7560-1100, phiphivillaresort.com , diárias desde U$90).

ONDE PASSEAR: Você pode fazer tudo sozinho mas, o melhor jeito de circular e conhecer o país é com guias locais que falam inglês. A diária por este tipo de serviço custa em torno de 700 baths (uns US$ 20). Em Bangkok, nosso leitor teve duas guias: a Nok ([email protected]), que não possui carro, e a motorizada Tong ([email protected] ). Em Chiang Mai e nas cidades próximas, havia o Pong ([email protected]).

Caso você prefira fazer tudo por conta própria : Tiger Temple (tigertemple.org), você pode pegar um ônibus no terminal da estação sul em Bangkok para Kanchanaburi (100 bath), depois o ônibus 8203 para Sai Yok (25 bath), que pára na frente do templo. O trajeto todo leva umas 4 horas. Já o passeio ao Wat Phra That Doi Suthep é mais econômico (em tempo e dinheiro!): a entrada com elevador custa 30 bath e o tuk tuk que te levará até lá, uns 50 bath.

ONDE COMER:

* BKK: O melhor Pad Thai que eu comi em Bangkok, por incrível que pareça, foi num bar australiano, o Gooliver (na Khao San Road e na Sukumvit soi 5). Lá, experimente também o arroz servido dentro do abacaxi com farofa de castanhas ; Cabbages and Condoms - Sukhumvit Rd Soi 12, um excelente restaurante todo decorado com camisinhas, mas fique tranqüilo pois é um restaurante familiar.

* PhiPhi: Vale a pena um drink vendo um show pirotécnico em um restaurante em cima de uma árvore de frente para a praia no Carpe Diem hiphiphi.com/7aug.htm

BUROCRACIA: não é preciso visto, mas vacina de febre amarela é obrigatório.

DICA: Antes de ir pra a fila da imigração, vc tem que passar no Health Control, para verificarem o seu cartão de vacina de febre amarela. Ë um box que fica em um dos corredores principais antes da imigração. Se vc entrar na fila da imigração vai ter que voltar e validar seu cartão de vacina e entrar na fila da imigração novamente.

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Ótimo relato, Ferlui. Eu tive muitas dificuldades para conseguir informações sobre o Sudeste Asiático. Eu conseguia dicas de lugares, mas valores, transporte não foi fácil. Meu relato está no meu blog: www.viajareparatodos.wordpress.com Ele está enormeeeeeee e, por isso, não posto aqui.

 

Na verdade ainda estou contando sobre a Tailandia, mas tem muito mais. Parabéns!

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Li com grande satisfação seu relato da viagem à Tailândia. Pretendo viajar àquele país em maio próximo, e você esclareceu algumas questões e de dicas valiosas sobre lugares que merecem ser visitados. Uma das preocupações que eu tinha e que desapareceram depois do seu relato é quanto à qualidade da alimentação. Isto porque eu, a par de ter minhas frescuras com relação a higiene, tenho um sistema digestivo bem sensível, que reage imediatamente - de forma nada desejável numa viagem - a qualquer comida com sintoma de estragada. Eu diria que sou um bom teste para alimento suspeito: se eu comer e não passar mal, qualquer um pode comer. Mas, depois do que li, acredito que isto não será problema. Mas ainda há dúvidas quanto à água. Li outros relatos em que o pessoal tinha preocupações com isto. Como foi a experiência de vocês? Compraram aqueles comprimidos esterelizadores? Foi fácil encontrar nos lugares onde estiveram ou havia disponibilidade de água mineral para comprar? Bem, neste momento tenho apenas esta preocupação. Outra questão: é fácil usar cartão de crédito viajando pelo país?

Agradeço se me esclarecerem estas duas questões. Se preferir, responda para [email protected]

Um abraço

Henrique

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Henrique, não tive problema nenhum com a água lá, inclusive tomava refrigerante com gelo na rua e não tive nada, não que meu estômago seja de avestruz, mas até o gelo lá era filtrado. Vc acha fácil garrafas de água para comprar em qq lugar, e são confiáveis. Coma muita fruta, as melhores que já comi na vida e são super limpas. Utilizei cartão em vários lugares e não tive problemas inclusive saquei dinheiro. Em relação ao dinheiro leve dolar em notas de 100 (novas) pois valem mais na hora do cambio.

Vou mandar pra vc tudo que tenho arquivado sobre minha viagem, links, reportagens, dicas, menus etc.

Espero que sirva.

No link abaixo vc pode ver o vídeo que fiz com fotos da viagem.

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Excelente relato Ferlui, obrigado pelo tempo investido em disponibilizar a informação para nós mochileiros.

Estou indo para a Tailândia em Junho e gostaria de mais informações, você pode me mandar o material que mandou para o Henrique?

Meu email é [email protected]

Obrigado!

Um abraço,

Eduardo Araújo

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Olá tudo bem?

Adorei o seu post, estou pensando seriamente em ir para a Tailandia, mas ainda preciso convencer o meu marido..hehehe...é meio longe né...mas com certeza deve ser demais!

Uma dúvida....em que época você foi? Tenho férias em Agosto, mas não sei se é uma boa época para ir pra lá....

Em relação ao custo da viagem....Quanto mais ou menos gastou para ficar lá e por quanto tempo? A passagem já vi que é meio pesada, mas nada que não dê para dar um jeitinho né!

 

Muito Tks!!!

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Nossa, seu relato esta perfeito!!! Certamente vou usa-lo e muito!!!!!!!

Poderia mandar o material para mim tb??

 

Obriagado e parabens, vc escreve muito bem!

 

Abracos!!

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Que maravilha de relato!! Estamos indo na quarta (18/05/11) e a ansiedade não tem limites, é muito bem ler sobre experiencias que poderemos ter em breve... Alguém sabe como anda o tempo por lá? Tenho visto muuuuita chuva nos sites de previsão do tempo, mas o que ouvi falar é que nunca chove o tempo todo, são pancadas isoladas... alguma notícia sobre isso?

Abraços!

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Estive na Thailandia em julho do ano passado 2010, coisa linda e unica na vida...

 

breves dicas: em Bangkok ficar perto da Khao San Road, alí é onde tudo acontece, facil se locomover e muita diversão, é bem perto dos templos, apenas cuidado com as fotos das guest houses, nas fotos todas são excelentes...chegando lá......procurar aqui no site tem varias dicas...descer do taxi na khao san road depois procurar um hostel não é nada demais tambem , estará vc e mais 60 pessoas de mochila fazendo isso.

 

o roteiro passando pelos templos, é bem tranquilo de fazer sozinho, nao precisa de ninguem ou guia, apenas o lonely plante.

 

 

Imperdivel: Koh Samui / Phuket / Krabi / Phi Phi

 

Estarei indo agora no fim de maio novamente mas com foco em outros paises ...thailandia apenas alguns dias para matar a saudade

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Gente, desculpa a sinceridade, meu marido ficou tão traumatizado da viagem que fizemos em abril 2011 à Tailândia, que só agora resolvemos postar algo. Na verdade para mim a experiência foi legal, apenas não compensa a distância e os perrengues pela beleza do lugar. De fato a Tailândia tem todos os pontos positivos descritos acima, mas eu gostaria também de acrescentar os pontos negativos, pois estes podem estragar uma viagem que tem tudo para ser maravilhosa. Primeiro, ao chegar no aeroporto principal de lá, nós brasileiros precisamos antes de nos dirigir à imigração procurar um balcão de vigilância sanitária para que eles carimbem um papel mostrando que vc está apto em relação às vacinas exigidas (febre amarela), e isso ninguem te informa antes, só quando vc já pegou uma fila do cão na imigração é que te mandam voltar, e depois vc tem que pegar a fila toda de novo... Depois fique atento na escolha de hoteis pela internet, pois eu sempre viajo para todos os lugares usando buscadores como o skyscanner, e nunca tive problemas em relação à qualidade dos lugares, mas parece que na tailândia o sistema de classificação por estrela deles é muito diferente do usado no mundo todo, e eles se classificam como querem, sem critérios. Eu levei meses escolhendo a dedo os lugares onde ficariamos, e as fotos da internet prometiam 4 estrelas, piscina, menos de 1 km da Kao san road... E o que tivemos foi uma estalagem no meio de uma rua horrorosa (no Brasil seria como um bairro extremamente popular), o quarto fedia a cigarro, e a janela do quarto se aberta mostrava nossa intimidade ao barraco (literalmente) ao lado. Ah! A piscina é um tanque de 1,5 X1,5 onde colocaram umas pobres carpas.... Mas andando por Bangkok achamos um hotel chamado Vientgai, este sim bem localizado, mais caro, mas que para quem quer um pouco de conforto vale a pena. O próximo perrengue foi na verdade um momento de burrice minha, pois eu já tinha lido 100 vezes que não era para confiar nos motoristas de tuk tuk, e nunca entrar numa agencia de viagem que não fosse do governo. Mas o bandido com o maior sorriso na cara me jurou de que nos levaria a uma agência do governo, e de fato, na placa da mesma existia um numero de licensa dado pelo governo, então nem desconfiei quando a safada da agente nos vendeu um pacote para o resto da viagem por um preço exorbitante, tipo 4 vezes maior do que se eu tivesse feito tudo sozinha como sempre faço. Só quando chegamos em Chiang Mai no dia seguinte já utilizando os serviços desta tal agencia TAT foi que percebemos que o "hotel" 4 estrelas que nos estava reservado era longe para burro do centro da cidade, e era uma espelunca da pior especie, com os lençois manchados de tudo que vc possa imaginar, fios de cabelos na cama, toalhas rasgadas, e um banheiro tão nojento que tinhamos que entrar na ponta dos pes. Tentei falar com a agente de viagens, mas a desgraçada ficou fingindo que não entendia meu inglês, que no dia anterior era perfect!!! A essa altura fomos decidimos ignorar categoria dos hoteis, e resolvemos nos divertir apesar de tudo, só que no meio do caminho fomos encontrando varias pessoas que estavam passando pelos mesmos problemas que nós, e em alguns casos elas preferiam perder o dinheiro já pago e ir para outro lugar, e em Phuket decidimos ir à policia prestar queixa e tentar cancelar o contrato. Fomos hiper bem tratados pelos policias voluntarios do lugar que infelizmente nos explicou que este golpe era muito comum na tailandia, fez o nosso BO, mas de cara foi logo dizendo que o dinheiro não tinha como ser reavido, mas poderiamos entrar com um processo, mas para isso teriamos que voltar a tailandia para fazê-lo. Agradescemos, e nos sentimos aliviados por termos desabafado, mas foi só. Resolvemos maisuma vez abstrair e curtir, e de fato depois disso nosso penultimo perrengue foi em Krabi, quando percebemos que nosso gracioso resort era na verdade a 40Km do centro da cidade, que só o dono do hotel fazia o translado, e que custava uma fabula!! Ah! E mais uma vez a piscina que nos prometeram no hotel nada mais era do que uma represa negra cheia de plantas aquaticas, cipos, lembrando um filme da Anaconda, que parecia que poderia surgir a qualquer momento no meio de todo aquele verde, e vc ainda tinha que pagar 30 Baths para se banhar naquele lodo!! De fato me dei conta que existe uma tailândia feita apenas para Europeus terem uma palhinha do que é sobreviver num pais de terceiro mundo. De Krabi tinhamos que pegar um transporte ( a "rodoviaria" era a visão do inferno), e o nosso busão era na verdade uma Kombi lotada, onde de cara o motorista arremessava suas malas para o teto, e quando dava na telha ele parava no meio da rua, ia fazer um lanche, falava com um amigo... E só para fechar com chave de ouro a tailandia, o transfer que nos levaria para o aeroporto de madrugada simplesmente errou a data, e não apareceu, e eu por telefone surtei tanto, que o dono do hotel chamou por conta dele um taxi para nós, e ficou com o voucher do transfer para cobrar deles depois. Ponto para os tailandeses. Chegando em Bali já não estariamos mais sob a "tutela" da agencia, e por nossa propria conta tudo correu bem. De bom, a tailandia nos proporcionou uma incrivel vista de Bangkok, num jantar com meu marido no maior arranha ceu do lugar-vale a pena, o mercado flutuante nos arredores de Bangkok é imperdivel, foi o ponto alto da viagem, a comida é maravilhosa e barata, vc entra em qualquer lugar e come sem olhar o cardapio, a feira ao ar livre de Chiang Mai que ocorre se eu não me engano aos sabados de noite (leve uma sacola vazia),as lindas mulheres e crianças girafas, encantadoras com seu artesanato e suas argolas, Phi-Phi com sua beleza natural, e para mim a praia mais bonita do mundo ( eu e meu marido achamos que Lagoon conseguia ser ainda mais bonita do que Maya Bay), as lindas praias do mar de Andaman, proximas a Krabi, e a intensa vida noturna de Phuket apesar de toda a prostituição, que é nojenta, pois algumas daquelas meninas com certeza são crianças apesar de todo o perfume e da maquiagem pesada. Tivemos que nos segurar para nao fazer cara feia para todos aqueles alemãos principalmente, com uma a tiracolo.Mais ou menos foi o passeio no parque dos elefantes proximo A Chiang Mai,apesar de não parecerem sofrer maus tratos eu não parava de pensar que aquele não era o lugar deles. E horrivel todos os shows que envolviam animais: elefantes, tigres, crocodilos, cobras- todos deprimentes. Também a poluição de Bangkok, o trânsito, o calor insuportável desta cidade, nas outras corre um ventinho, e essa coisa de vc ter que negociar o preço de tudo, no primeiro dia é engraçadinho, depois enche o saco. Taxi, só pegue se for Metered, isto é, metrado, pois alguns taxistas veem sua cara de turista e leem OTARIO, e se recusam a botar o taximetro e cobram um valor exorbitante. Se possivel peça a algum local que fale ingles para que oriente o taxista a botar o taximetro e dar a direção, eles respeitam mais.Tambem aconselho a quem vai dar uma quebrada na viagem com uma parada em algum pais de primeiro mundo no meio do caminho para dar uma descomprimida, tanto na ida quanto na volta, pois o choque cultural é muito grande e a viagem longa. Na ida saimos de salvador-SP-Londres-Dubai-Bangkok sem parar, o que deu 27 hs de viagem. Na volta ficamos em Londres alguns dias, e foi muito mais digerivel.

Quem quiser falar comigo melhor, meu email é o [email protected], se eu puder ajudar em qualquer coisa...

Boa sorte!

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Olá!! Que legal sua viagem, é difícil achar relatos de mochileiros no norte da Tailândia, é mais Bangkok e sul.

Vou fazer o seguinte roteiro a partir de 15/11/2011:

Bangkok - 3 dias

Ayutthaya e Phitsanuloke - 2 dias

Sukhothai - 1 dia

Chiang Mai - 2 dias

Phuket/KoPhiPhi/talvez Krabi - 4 dias

Kuala Lumpur - 1 dia

Cingapura - 2 dias

 

Estou com dificuldade de achar informações confiáveis sobre transporte de Bangkok em direção ao norte e depois de Phuket para Kuala Lumpur e daí para Cingapura. Vi que existem trens lá, inclusive a linha norte faz Bangkok-Ayutthaya-Phitsanulok-Chiang Mai , o que resolveria meu problema na Tailândia. Já qnd tiver em Phuket, posso pegar ônibus até uma cidade q chama Surat Tani e fica próxima, e de lá pegar trem até Kuala Lumpur e depois tb tem trem até Cingapura. Vc sabe se esses tren são confiáveis, seguros, limpos, etc? Qnt tempo duram as viagens? O site q achei sobre os trens http://www.railway.co.th é confuso. E o preço? Não sei se vale a pena pagar trem ou ir de avião, pois de avião seriam muitos trechos a quase 120 reais cada um.... iria sair muito caro. E se o trem for de alta velocidade, pode compensar ir de trem ao invés de pegar esses tours q vc falou.

 

Quem tiver informações sobre isso, por favor, me ajude!!!

 

Abraços!

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Muito obrigada pelo relato, embora jah seja de algum tempo ajudou muito! Estou indo sozinha para a Tailandia no dia 3 de janeiro (saindo de Paris, chego lah dia 04.01 de manha cedo, 12 horas de viagem), fico 15 dias, e tb estou super envolvida na definicao do roteiro! Ainda estou na duvida se nao valeria a pena mudar a pssagem e estender a viagem uns 4 dias (mais q isso nao da...). Sera q vc podia de dar uma ajuda com o roteiro?? O seu me pareceu legal! O que jah tenho definido:

 

Chegada a Bangkok no dia 04.01 de manha

Entre 04.01 e 09.01: Pensei em ficar em Bangkok 3 dias (4, 5 e 6) e ir para Chiang Mai e arredores/norte 3 dias (eh muito pouco??)

10.01 de manha: voo para Phuket

10.01 e 11.01: Phuket --- Li varios relatos de pessoas que alugaram uma scooter e q esse seria o melhor jeito de conhecer as varias praias, tb fiz isso em Santorini e acho q deve ser bem legal. Por isso em Phuket resolvi pegar um hotel mais barato, que estava super well rated pelo pessoal no trip advisor, q eu uso bastante. Mas estou com receio de ser muito pouco tempo - um dia e meio... O q acha? Melhor ir um dia antes e ficar um dia a menos ou Bangkok ou no sul?

12.01 a 15.01: ilha racha yai (peguei um hotel q nao eh lah essas coisas mas fica na beira da praia e tinha umas resenhas excelentes recentes no trip advisor - td q eu quero eh uma espriguicadeira e uma cerveja!!!)

15.01 a 20.01: phi phi dom - tb fico no phi phi island village, acho q mereco um pouco de mordomia pra fechar a viagem!!! O transfer de Racha Yai pra Phi Phi Dom, passando de volta por Phuket, promete ser meio traumatico e provavelmente vai me tomar quase todo o dia, vou precisar dar uma rebolada! Vou acabar tendo soh 4 dias completos no resort (q tentacao de mudar minha passagem e estender mais uns 2 ou 3 dias... serah q vale a pena???)

20.01 de manha: saida de Phi Phi Dom para Phuket/voo de Phuket para Bangkok/volta para casa

 

Minhas maiores duvidas sao: como organizar os primeiros 6 dias q reservei para Bangkok e para o norte --- vale realmente a pena ir ao norte ou valeria mais a pena Bangkok e uns dias a mais em Phuket?? Estou super na duvida e, enquanto isso, os hoteis em Phuket estao ficando todos lotados!!!

 

Sua opiniao e de quem mais quiser dar sera de grande ajuda!

 

Obrigada!!!

 

Abs,

 

Maira

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FerLui, Parabéns pelo relato e pela viagem! ficamos mais empolgados do que já estávamos...

 

gostaria de saber uma coisa de todo o pessoal: vocês acham que vale a pena pagar o passeio completo para o Tiger Temple ou se já é legal a participação somente na hora da apresentação? pergunto isto porque a diferença de preços é muito grande e estamos em dúvida

 

agradeço

abraços

Andrezza e Alexandre

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Olá Ferlui.

Adorei seu relato.

Estou indo para Tailandia agora no início de março.

Poderia me enviar por e-mail todo o material que tiver e também o contato da guia Nok?

Muito obrigada.

Meu e-mail é: [email protected]

Gabriela.

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