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Ago/14: Santiago + Cajon del Maipo (Embalse el Yeso) + Ski em La Parva + dicas de compras


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Olá pessoal,

 

Como forma de retribuir a valiosa ajuda que o Mochileiros me deu em minhas últimas viagens, vim fazer o relato da minha viagem para o Chile, nos dias 09 a 16 de agosto de 2014.

Foi uma viagem em casal. Foram 3 meses de muita pesquisa e planejamento, onde o objetivo era economizar o máximo possível, sem abrir mão de um mínimo conforto na viagem. Uma parte do nosso planejamento que deu muito certo foi a questão do câmbio. Após fazermos diversas contas e acompanharmos a cotação no site de uma casa de câmbio que atualiza os preços diariamente (http://www.brollano.cl/precios.html) chegamos à conclusão de que era melhor comprar dólares no Brasil e trocá-los por pesos no Chile. No entanto, como os preços mudam muito, sugiro que façam essa pesquisa perto da data de viagem de vocês, pois as vezes, no caso de vocês, pode valer mais a pena trocar direto reais por pesos mesmo. Trocamos reais por dólares na cotação de 1 real = 2,33 dólares no Brasil. Lá no Chile, trocamos cada dólar por 577 pesos. Dessa forma, no final dessas duas operações, cada real valeu 247 pesos. Se tivéssemos trocados direto reais por pesos, teríamos perdido dinheiro, pois o real estava valendo de 215 a 220 pesos na época. (Obs: mesmo pagando uma péssima cotação, optamos por levar também cerca de 40 mil pesos do Brasil para podermos pagar o táxi na chegada e comprar alguma comida).

É bom dizer que Santiago foi uma grata surpresa. Fomos para Buenos Aires em janeiro de 2013, e esperávamos que Santiago fosse bem parecido. Na realidade, é bem diferente. Muito mais limpa e bem cuidada. Esperávamos que fosse uma cidade cara, mas, no geral, achei mais barata do que as grandes cidades brasileiras. Sofremos uma tentativa de assalto em Buenos Aires, mas em Santiago tudo me pareceu muito mais seguro. Tem policiais (Carabineros) em cada esquina, e a população parece respeitá-los muito.

 

Primeiro dia (09/08 – sábado):

Nosso vôo da Lan chegou às 20:40 no aeroporto de Santiago. Pegamos um táxi para o hotel que deu 16.500 pesos. Sabemos que usar o transfer da Transvip é mais barato (6.200 pesos por pessoa, o que para nós daria 12.400 pesos, e sai de 10 em 10 minutos). No entanto, achamos que valia mais a pena pagar um pouquinho a mais e ir direto para o hotel, sem ter que parar para deixar outras pessoas.

Ficamos hospedados no Agustina Suites, que é um apart hotel localizado no centro. O quarto é equipado com fogão e micro-ondas, além de panelas, pratos, talheres, etc. Vale muito a pena pelo preço, principalmente porque a localização é ótima, perto de duas estações de metrô (por falar nisso, é bom dizer que o metrô de Santiago é muito bom. Não perde nada para os metrôs europeus. É limpo, parece ser seguro e leva para as mais diversas partes da cidade).

Nesse dia, como já era tarde, apenas fomos no supermercado na rua do hotel (rua Huerfanos), que se chama Santa Isabel. É um supermercado muito bom, cheio de turistas brasileiros! Só se escuta português! Achei os preços de lá melhores do que os do Brasil no geral. Compramos umas empanadas congeladas (para descongelar no micro-ondas do quarto), água, chocolate e batata frita (a Pringles estava em promoção e custava 3 reais!), e a conta deu pouco menos de 20 reais.

 

Segundo dia (10/08 – domingo):

Apesar de a localização do nosso apart ser muito boa, no domingo tudo ao redor estava fechado. Apenas algumas coisas na rua Ahumada, que é a mais movimentada, abrem. Lá conseguimos tomar café em uma padaria.

Pesquisamos no Brasil quais casas de câmbio abriam no domingo, já que tínhamos pouquíssimos pesos e tínhamos que trocar os dólares que levamos. Descobrimos que todas as casas de câmbio nos shoppings abrem, mas a cotação delas é pior. Então descobrimos que a Afex filial Catedral abria. Afex é uma rede de casas de câmbio muito tradicional, e a principal delas fica na rua Agustinas (junto com as demais casas de câmbio), mas essa não abre aos domingos. No entanto, a filial Catedral abre! E fica localizada no centro, bem perto da Plaza de Armas. Então lá trocamos o dólar por 577 pesos (ótima cotação). Passamos em uma Falabella lá perto, que é uma rede de lojas chilena que vende de tudo, de eletrodomésticos a roupas e perfumes, de várias marcas, para todas as idades e gostos. Achamos itens em promoção com excelentes preços, como um suéter masculino (de qualidade) por 12 reais e um kit com um BB Cream + lenços removedores de maquiagem da Garnier por 16 reais! Muito bom!

Como tudo nas ruas estava fechado, achamos que poderia ser uma boa ideia irmos conhecer algum shopping de Santiago. Então pegamos o metrô na estação Plaza de Armas e descemos na estação Tobalaba, para irmos ao Costanera Center, que fica no maior prédio da América Latina. É um shopping enorme, com diversas opções de lojas e restaurantes. Os turistas estrangeiros têm direito a descontos, é só apresentar o passaporte no guichê de informações. Segue link com os descontos: http://www.costaneracenter.cl/Mall/ontour

Lá no shopping almoçamos em fast food mesmo. Achamos muito mais barato do que no Brasil! Uma pizza pequena + um refrigerante no Pizza Hut saiu por 10 reais. E um combo com muitos burritos e tacos com refrigerante no Taco Bell saiu por 16 reais.

Fomos em algumas lojas, mas a minha preferida foi a H&M. Já conhecia a loja dos EUA e de alguns países da Europa, e a do Chile não perde em NADA para elas! Nem no preço, que é bem similar ao preço dos EUA! Comprei bolsas de 52 reais, sapatilha de 28 reais, óculos escuros de 20 reais. Quase enlouqueci. E não era promoção, era o preço normal dos itens. Vocês podem conferir todos os preços no site da marca no Chile: http://www.hm.com/cl/

Lá no shopping também tem um supermercado Jumbo, que é enorme. Lá comprei produtos para cabelo John Frieda (que aqui no Brasil chegam a custar 75 reais) por apenas 20 reais. Achei muito bom!

 

Terceiro dia (11/08 – segunda-feira):

Já tínhamos passeado no centro no dia anterior, mas esse dia passeamos mais ainda. Após tomar café em uma rede de padarias que gostamos muito, que se chama Paradiso e tem em vários locais da cidade, fomos a pé ao Cerro Santa Lucía. Achamos o lugar maravilhoso e ficamos bastante tempo lá! Cheio de flores e a vista é maravilhosa. A subida é toda a pé, mas é muito agradável. Dá para tirar lindas fotos! A entrada é gratuita. Lá provamos o famoso mote con huesillos (bebida de pêssego e trigo), que de fato é muito doce, mas é gostoso. De lá, fomos a pé ao cruzamento das ruas Paris e Londres. Tínhamos ouvido falar que era lindo, mas não achamos nada demais.

Fomos almoçar no KFC lá perto (de novo fast food, mas era muito gostoso e barato, não resistimos à tentação). Depois, fomos para o Palacio de La Moneda, que é o palácio do governo. Tínhamos reservado a visita ao palácio pelo email do lugar ([email protected]). Eles demoraram muito para responder, mas, finalmente, na véspera da viagem, confirmaram o tour no dia 11/08, às 15h. Vale muito a pena, porque é de graça. O guia é muito atencioso e explica tudo, contando vários momentos importantes da história do Chile. Recomendo a visita!

Depois, já muito cansados, fomos em busca de uma missão: encontrar uma calça de ski de segunda mão para mim! Tínhamos pegado emprestado no Brasil toda a roupa de neve necessária, apenas faltava uma calça para mim, e o dia marcado para esquiarmos era o dia seguinte. Dessa forma, fomos na rua Bandera, no centro, perto da Plaza de Armas. Lá tem uma infinidade de lojas de roupa de segunda mão, inclusive de ski. E lá consegui comprar uma calça de ski usada pelo equivalente a 20 reais! Mais barato do que alugar! Não me lembro o nome da loja, mas lá tem várias desse tipo, uma ao lado da outra. É bem fácil de achar.

 

Quarto dia (12/08 – terça-feira):

O dia mais esperado! O dia do ski!

Reservamos, ainda no Brasil, o pacote “ski day” de La Parva. Pesquisamos muito os preços de todas as estações (Valle Nevado, La Parva, Farellones, Parque Nieve, El Colorado), e esse foi o que achamos que mais valia a pena. Incluía transfer ida e volta que pegava no hotel às 7:30 da manhã; acesso às pistas; aluguel de equipamento (botas, esquis e bastões) e duas horas de aula, por 69.000 pesos por pessoa (o que, na nossa cotação, deu 279 reais). O transfer nos pegou no horário combinado e subimos a montanha (40 curvas!) com outros dois casais na van. Antes de subir, o motorista parou em uma loja de aluguel de roupa de ski, onde aluguei óculos de ski por 3000 pesos (12 reais). Eu pretendia usar óculos escuros normais, mas decidi investir um pouquinho. Também havíamos esquecido o protetor solar no hotel, então compramos na farmácia ao lado da loja, e custou 6 reais um de fator 30 (muito barato!).

Chegamos em La Parva por volta das 9:30. Achei o atendimento um pouco confuso e desorganizado, ninguém localizava nossas reservas. Mas tudo deu certo e fomos alugar os equipamentos. Cada pessoa tem que informar o tamanho do calçado, altura e peso, para regular o esqui. A bota aperta muito e é muito difícil de caminhar com ela. Esperamos até as 11h para começar a nossa aula, e não nos arriscamos a começar sozinhos, o que foi uma boa decisão. Esquiar é muito difícil! Até consegui descer a pista sozinha sem cair no final da aula, mas, quando eu caía, não conseguia me levantar sozinha, só com a ajuda do instrutor. Acho que a neve estava muito derretida já (o inverno não foi nada rigoroso esse ano), então estava como gelo, escorregadia, o que dificultava tudo e tornava levantar uma tarefa árdua! O instrutor não era muito paciente e parecia que queria acabar a aula logo. A pista onde os iniciantes têm aula é a mesma pista onde vão excursões de colégios de crianças bem pequenas, que ficam sentadas no meio da pista esperando para esquiar um de cada vez. Achei isso muito perigoso! Algum iniciante desgovernado poderia machucar uma criança. E a presença delas no meio da pista tornava tudo mais lento, porque é difícil desviar (vários iniciantes acabavam caindo de propósito para não trombar nelas) e porque a fila para a esteira para subir ficava enorme, todos os adultos tinham que esperar todas as crianças e seus professores subirem juntas.

Ao final da aula estávamos exaustos, cansados e suados. Tínhamos a opção de continuar esquiando sozinhos, mas, devido ao fato de a neve estar tão derretida e escorregadia, achamos que era muito perigoso. Então, paramos, devolvemos os equipamentos, e ficamos de 13h até as 17h curtindo a vista (linda!) da estação, no deck. Lá, dividimos uma porção de salsichas e batatas que custou 5000 pesos e tomamos a água que levamos. Tinham muitos brasileiros no restaurante, todos reclamando da qualidade da neve. De fato notamos que não havia nenhuma neve no caminho, tudo já tinha derretido. Passamos na porta de Farellones e lá não havia neve nenhuma, tudo já estava em pedra. Vi várias máquinas de neve funcionando em La Parva, então acho que a neve que sobrou lá era, em sua maioria, artificial.

Depois de um tempo, deixamos a estação e fomos andar pelo “povoado” que tem logo ao lado. Não tem nada demais, apenas casinhas residenciais (imagino que de aluguel para estação) bonitinhas, e de lá ficamos vendo a vista, as pistas mais altas (para profissionais) e tirando fotos.

Voltamos às 17h e pegamos um trânsito enorme na volta! O motorista estava nos assustando, parecia estar bêbado fazendo ultrapassagens nas curvas enormes dos Andes. Chegamos no hotel já eram quase 20h.

Fazendo uma análise geral, achei que valeu a pena ir para La Parva. Ir para o Valle Nevado seria quase o dobro do preço e as outras estações estavam fechadas por falta de neve. Em La Parva, apesar de a neve estar ruim, tivemos um instrutor só para nós 2, e no Valle teríamos que fazer uma aula coletiva. Acredito que a neve no Valle Nevado também não devia estar boa, pois vi várias pessoas reclamando no Instagram oficial de lá. Para uma primeira experiência, achei que foi bom!

 

Quinto dia (13/08 - quarta-feira):

Esse dia estava programado para irmos visitar a vinícola Concha y Toro. Reservamos o tour em português das 11:20 pelo site e o valor seria de 9.000 pesos. Pesquisamos e descobrimos que podíamos fazer esse passeio por conta própria, sem contratar empresa de turismo. Para isso, teríamos que pegar o metrô da linha 4 (azul) e descer na penúltima estação, Las Mercedes, em viagem que demoraria cerca de 1 hora desde o centro. De lá, pegaríamos uma das muitas vans ou ônibus que levam a Concha y Toro.

Saímos cedo do hotel e pegamos o metrô mais próximo, da linha 1, de onde faríamos baldeação para linha 4. No entanto, quando já estávamos dentro do metrô, informaram no alto falante que a linha 4 estava fechada, pois tinha um problema com os trilhos. Assim, não teria como irmos a Concha y Toro. De táxi ficaria muito caro, e também não haveria tempo. Desistimos do passeio e partimos para aquilo que seria a segunda atividade do dia: conhecer o bairro Las Condes e o shopping Parque Arauco, onde tem a Forever 21, loja que eu amo!

Não tem nenhum metrô que leva perto do shopping, então tivemos que descer na estação Escuela Militar e fomos a pé. O caminho é relativamente longo, mas tudo é muito bonito! O bairro é um dos mais chiques da cidade. Então valeu o passeio. Chegando no Parque Arauco, passamos no guichê de informações e pegamos o cartão de descontos para turistas estrangeiros (tem apenas que apresentar o passaporte). Depois, fui direto na Forever 21! Os preços estavam iguais aos dos EUA. Calças jeans por 25 reais, camisas estampadas de 38 reais, blusas de 25 reais! E não era promoção, eram os preços normais. Almoçamos por lá também (tem muitas opções), acabamos ficando muito tempo lá e voltamos para o metrô, fizemos um caminho diferente e conhecemos um pouco mais do bairro Las Condes (andamos muuuito). Após pegarmos o metrô, descemos na estação Baquedano e fomos a pé ao Cerro San Cristobal. Para se chegar ao topo, deve-se pegar o funicular, um elevador/bondinho, que sobe a montanha, que custa 2 mil pesos por pessoa ida/volta em dia de semana. Lá em cima é muito bonito, ficamos lá um tempo e assistimos ao pôr do sol de lá, muito legal.

Saindo de lá, fomos fazer algumas compras no centro da cidade, perto do hotel. Indico fortemente uma loja chamada Calzados Beba. Tem diversas filiais dela no centro, e lá tem lindas botas, femininas e masculinas, de cano alto e cano baixo, a preço de banana! Compramos 6 botas no total, e o preço de cada uma variava de 32 a 52 reais! Uma delas era de couro impermeável, própria para fazer caminhadas na neve (o que faríamos no dia seguinte). O vendedor ainda recomendou comprar graza de caballo na loja em frente (custou 8 reais) para reforçar a impermeabilidade. Deu tudo certo e não molhamos os pés no dia seguinte :)

Obs.: procuramos muito no Brasil e no Chile calçados impermeáveis, e tudo era sempre muito caro (chegando a 800 reais). Acabou que, nessa loja, a bota saiu por 60 reais (52 da bota e 8 da cera impermeabilizante) e valeu muito a pena!

 

Sexto dia (14/08 – quinta-feira):

Outro dia muito esperado, dia de ir ao Cajon del Maipo, mais precisamente no Embalse el Yeso! Fizemos uma grande pesquisa ainda no Brasil e foi difícil encontrar uma empresa que faz o tour para o local. Entramos em contato com algumas e eles informavam que só faziam o passeio no verão, não no inverno. E nós queríamos ir justamente para ver a linda paisagem de neve! Por fim, encontramos a Ruta Nomade ([email protected] – procurar o Oscar), que faz o tour no inverno e cobra 60.000 pesos (242 reais na nossa cotação), o que consideramos caro. Mas foi a única que achamos que fazia na data que queríamos, e o valor incluía um tour particular, com guia experiente, que buscava e deixava no hotel, além de água e chocolate para o passeio e um piquenique no Cajon, que incluía vinho, frios, patês e torradas.

O guia Oscar nos buscou um pouco atrasado (mas compensou no final, pois voltamos muito depois da hora combinada. O tour, que deveria durar 6 horas, acabou durando 9 horas e foi ótimo!). O carro era um jipe 4x4, o que é necessário para conhecer o local. O guia foi nos contando várias coisas sobre o Chile no caminho, foi muito interessante.

A primeira parada foi em San Jose de Maipo, uma linda cidadezinha já na área conhecida como Cajon del Maipo. Ficamos em uma pracinha que era cheia de cachorros lindos (até comprei comida para eles em um mercadinho que tinha na praça). Deu para perceber que o Oscar conhece muito a região. Entende tudo de lá e vai nos explicando cada detalhe, o que nos deu muita segurança, principalmente diante do fato de que foi tão difícil conseguir informações sobre lá quando estávamos no Brasil.

A segunda parada foi muito legal. O guia nos perguntou se tínhamos medo de escuro, e disse que tinha um desafio a nos fazer. Paramos em frente a um túnel abandonado de um antigo trem, no meio do Cajon del Maipo. O túnel não possui iluminação alguma e tem 150m de comprimento. Ele nos deu uma lanterna que fica presa a cabeça e nos desafiou a atravessar o túnel, dizendo que nos esperaria do outro lado. Enfim, conseguimos! Fiquei com muito medo, mas atravessei o túnel.

A essa altura da viagem, as paisagens já eram maravilhosas (pré-cordilheira e cordilheira). Seguíamos a estrada junto ao Rio Maipo. Conforme íamos avançando, a neve ia aparecendo. Chegamos ao Embalse el Yeso e perdemos a respiração! Não só pela altitude (2300 metros) e ar rarefeito, mas pela beleza do lugar! A água é de um azul turquesa profundo (por causa das algas, de acordo com o nosso guia). A neve já estava derretendo, então tivemos que tomar cuidado ao pisar no gelo, para não escorregar. Fomos caminhando na encosta, de um lado estava a montanha, e de outro lado estava a queda para o lago (muito alto). O guia nos deixou caminhar um pouco a sós, e a caminhada foi muito cansativa. Foram cerca de 6 km em um terreno muito irregular e cheio de pedras. Mas foi muito lindo! Valeu a pena! O lugar mais bonito que já fui em toda a minha vida. Para quem não sabe, o Embalse el Yeso é a represa que abastece Santiago e fica a cerca de 60 km da fronteira com a Argentina. Recomendo MUITO o passeio! As pessoas ficam presas às estações de ski, mas tem neve e paisagens lindas no Cajon del Maipo (quando fomos a neve já estava bastante derretida, mas tem épocas que o lugar fica totalmente coberto de neve! Foi o inverno desse ano que não ajudou).

Na volta, paramos em um lindo local para fazer o piquenique. O guia preparou tudo com muito cuidado e ficou contando histórias enquanto comíamos e bebíamos as delícias.

Chegamos em Santiago às 18:30. Cansados, mas muito felizes. Jantamos bife a lo pobre (prato típico) em um restaurante na Plaza de Armas que não me lembro o nome. A conta para dois pratos com dois refrigerantes + gorjeta ficou em 14 mil pesos.

 

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Continua...

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  • 1 mês depois...
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Seu relato foi muito bom e também estou querendo fazer esse passeio para Cajon del Maipo, principalmente no Embalse el Yeso - estou aguardando o contato que fiz com o Oscar. Eu e minha filha iremos no final de dezembro/2014 e só posso caminhadas leves pois fiz uma cirurgia da coluna, você aconselha a fazer esse passeio (apenas piquenique e para fotografar mesmo)? ::otemo::

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  • 3 semanas depois...

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