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Ola Lucas Maciel!

Fui pra la em Julho e no dia em que cheguei o hostel me ofereceu um passeio através de uma agência que eles tinham contato,

mas nos outros dias fiz por minha conta e pela companhia dos amigos que fiz lá.

Todos os dias a noite nós íamos na agência que tem na praça principal chamada Zen Tour. Os passeios são estão com as taxas e refeições, você fica bem tranquilo.

 

Curta bastante porque lá é lindo demais. :)

 

Brigadão pela dica Jessica! Tô meio perdido nessa questão de como escolher os passeios. Mas vocÊ já me deu uma luz! Tô bem ansioso :D Já comprei passagens e reservei o hostel, agora é só esperar.

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Acabei de voltar da Chapada Diamantina (Lençóis, Vale do Capão e trekking Vale do Pati), não fiz tanta coisa como gostaria, mas do pouco que fiz gostaria de contribuir, já que as infos daqui me ajudar

Pessoas, atualizei o guia da Chapada Diamantina. São breves descrições de vários atrativos e link para os tracklogs. > https://caminhosdomato.blogspot.com.br/2017/09/guia-chapada-diamantina.ht

Calbertojr, A ajuda que posso te dar é o link pro meu relato. Fiquei 10 dias por lá, de carro próprio e sem agência. Também fiz todos os passeios que era possível fazer sem guia. Acho que pode te

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Galera, estou com uma duvida!

 

Estarei por aquelas bandas entre os dias 22/11 e 10/12, vou chegar por salvador, de onde alugarei um carro.

Eu e minha namorada queremos fazer o Pati em 4 dias, saindo do capão até Andaraí. Problema é, como estaremos de carro alugado, vamos deixa-lo em capão, como posso fazer depois para voltar de andaraí para capão pegar meu carro após os 4 dias de trilha? ::dãã2::ãã2::'> os guias oferecem, as empresas, tem bus? ou deixo em outra cidade o carro?

 

Abs!!

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Pessoal, tô indo com minha esposa pra Chapada no dia 02/01 direto de Barra Grande e de lá volto pro Rio no dia 09/01 tudo de carro.

Pensei em ficar a primeira noite em Lençóis, depois seguir pro Vale do Capão e por fim Ibicoara e de lá pro Rio.

Como Ibicoara fica mais pro Sul, acho que seria o melhor caminho.

Eu quero fazer também a travessia do Vale do Pati mas não sei como encaixar isso no meu roteiro. Como eu posso dividir meus dias por lá? No toral serão 8 dias e 7 noites.

Essa ordem das cidades é a melhor mesmo, levando em conta que venho de Barra Grande e vou pro Rio depois?

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Pessoal, tô indo com minha esposa pra Chapada no dia 02/01 direto de Barra Grande e de lá volto pro Rio no dia 09/01 tudo de carro.

Pensei em ficar a primeira noite em Lençóis, depois seguir pro Vale do Capão e por fim Ibicoara e de lá pro Rio.

Como Ibicoara fica mais pro Sul, acho que seria o melhor caminho.

Eu quero fazer também a travessia do Vale do Pati mas não sei como encaixar isso no meu roteiro. Como eu posso dividir meus dias por lá? No toral serão 8 dias e 7 noites.

Essa ordem das cidades é a melhor mesmo, levando em conta que venho de Barra Grande e vou pro Rio depois?

 

se a sua rota for subindo pela 116 até vitória da conquista e por lá pegar a estrada que vai pra região da chapada, vc passará primeiro por ibicoara (na verdade no trevo que dá acesso). depois vc tem a opção de seguir direto pro capão, entrando numa estrada de terra à esquerda um pouco antes de mucugê, passando por guiné (aprox. 70km de terra). ou seguir por asfalto até lençois e depois até palmeiras, pegando uma estrada de terra até o capão (dando uma volta na área do parque nacional).

 

sobre a travessia, é capão-andaraí? vc teria que descolar uma forma de retornar ao ponto inicial de ônibus (difícil), táxi ou com alguma agência ($$$). talvez mesclar as duas coisas seja melhor, p.ex.: pegar um busão de andaraí até palmeiras (não sei se existe essa linha) e de lá um táxi até o capão.

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Olá!

Chegarei na chapada dia 16 e retornarei dia 26.

Tenho planos de fazer alguns passeios em Lençois e passar alguns dias no Capão.

 

*Tem alguém indo nessa época e que queira dividir os passeios?

 

*Sobre passeios, o que acham da distruibuição que fiz abaixo?

 

Lençois

1 dia: viagem

2dia: Gruta pratinha e azul, Gruta lapa doce, Pai Inácio

3 dia: Cachoeira do mosquito

4 dia: Poço azul e encantado

5 dia:

 

Vale do Capão

6 dia: Ida ao Capão, Cachoeira da Fumaça, volta cachoeira conceição dos gatos.

7 dia: Buracao

8 dia:

9 dia:

10 dia: fim

 

 

Algum passeio compensa mais fazer por Capão do que por Lençois? PS: estarei sem carro.

 

Obrigada.

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Pessoal,

Vou pela segunda vez para a chapada pela segunda vez na segunda quinzena de Março/16.

Alguém sabe me dizer se ainda pegarei a época de chuvas?

 

Queria aproveitar e indicar o guia que fez conosco o Vale do Pati. É o Flor, cara muito gente boa.

 

Este é o face dele https://www.facebook.com/FlorChapada/?fref=ts

 

Abrs

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Olá!

Chegarei na chapada dia 16 e retornarei dia 26.

Tenho planos de fazer alguns passeios em Lençois e passar alguns dias no Capão.

 

*Tem alguém indo nessa época e que queira dividir os passeios?

 

*Sobre passeios, o que acham da distruibuição que fiz abaixo?

 

Lençois

1 dia: viagem

2dia: Gruta pratinha e azul, Gruta lapa doce, Pai Inácio

3 dia: Cachoeira do mosquito

4 dia: Poço azul e encantado

5 dia:

 

Vale do Capão

6 dia: Ida ao Capão, Cachoeira da Fumaça, volta cachoeira conceição dos gatos.

7 dia: Buracao

8 dia:

9 dia:

10 dia: fim

 

 

Algum passeio compensa mais fazer por Capão do que por Lençois? PS: estarei sem carro.

 

Obrigada.

 

Olha Patrícia, o melhor roteiro saindo do capão é o vale do Paty, o trekking mais bonito do Brasil, estou fechando com um guia, Petrucio Trekking o whats app dele é 75 991681448, estou indo dia 22 vamos nessa tb!

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Galera mochileira, acabei de voltar da Chapada (10 dias -17/10 a 26/10) e muitas dicas peguei aqui. Então aqui vai o relato e algumas dicas:

Fomos em 4 pessoas. Descemos no aeroporto de Salvador e alugamos um carro ali mesmo. Fomos direto para Ibicoara e depois fomos subindo até Lençois. O caminho que optamos foi o que passa por Ipirá e depois Mucugê. Waze levou de boa.

Hospedagem:

Ibicoara ficamos na Casa na Roça - perfeita. Rústico e o dono do lugar (Caio) é muito gente fina. Moqueca e prosa de primeira. Ficamos um dia a mais só por conta disso. A esposa dele faz o melhor suco de manga e os cachorros são bons de papo também (CABEÇÃO ::love:: ).

Capão ficamos no Camping do Gorgulho. Também é rústico mas não tivemos muito contato com o pessoal. O dono parecia meio chatão. O Baixinho, dono da pousada do lado, foi bem mais gente boa e nos deu todas as dicas pra Fumaça;

Lençois ficamos no Carlinhos (Pousada do Sossego). Legal também mas cheio de frescura... De qualquer forma recomendo. Tem muitas opções mais afastadas que acho que vale a pena vasculhar.

Passeios:

-Fumacinha por baixo. Estava meio preocupado com os relatos então achei melhor irmos com guia (fomos com o Uilians - pegamos o contato aqui neste post. Valeu!!!). Fizemos cada trecho de ida e volta em 4 horas. Foi cansativo mas valeu muito a pena. A Catedral é impressionante. Nunca vou esquecer. A trilha é complicada só pelas pedras, mas como fomos na época seca, não foi tão difícil como outros relatos. O leito do rio estava baixo e os perigos eram mais relacionados a joelhos e tornozelo. Pedra lascada é animal, bem tranquilo também - é só não se jogar no pechasco e tudo vai ficar bem. Vale muito a pena. O Sol iluminou a cachoeira por volta das 11h45 e durou uns 30 minutos - foi animal.

-Buracão (também com guia obrigatório). Banho e visual incríveis, achei a melhor da Chapada. Vale o dia todo. Pode ir na trilha de boa, qualquer idade (leva 1 hora e é simples). Como não é na beira da estrada a "dificuldade" da trilha transforma a chegada à cachoeira em algo muito emocionante. Muita gente chorou... Alambique do Buracão vale pelo dono e pela cachaça. O cara quis ir pescar com a gente e, bom, aproveite a hospitalidade e simplicidade do povo do local. Isso fez a viagem.

-Poço Azul. Só passamos por Igatu, resolvemos ir direto pro poço azul. Achei mais legal que a Gruta Azul. Rapidinho. Mergulho na caverna com 30-40 mts de profundidade. Água translúcida. Se tiver um óculos de mergulho leve o seu, senão tem lá mas embaça muito o deles.

-Fumaça por cima. Fizemos sem guia pois com duas ou três dicas é de boa. Vire a direita na placa (acho que placa do Ibama, mas é a única placa) e evite os caminhos indicando Paty - procure andar sempre se distanciando do paredão (que vai estar à sua esquerda na ida). Não tem erro. A trilha cansou, subidão violento. Mas vai parando que você chega. O pico é maravilhoso. Mais de 300 metros de queda (estava seca a cachoeira). Vale muito a pena se "arriscar" no precipício - realmente te puxa pra baixo. Fizemos o Riachinho neste dia, que fica bem próximo do Camping do Gorgulho, que ficamos. Vale a pena pra relaxar.

-Conceição dos Gatos. ::otemo:: Zezão é o dono do local e merece tudo o que tem. O pico é ótimo para comer, prosear, tomar uma trago e ver o Por do Sol de dentro do poço. Não tenho muito o que falar daqui. É só uma quedinha com um pocinho, mas...

-Pai Inácio. Se você não for vai perder o cartão postal. É simples e dá pra fazer em 20-30 minutos cada trecho. É simples e lindo demais. Por do Sol nota 10.

-Pratinha e Gruta Azul. É um pico mais armadilhesco (com muitos preços pra tudo, souvenirs e tal) mas é o rio mais transparente que eu já vi. Levamos uma go pro. Véio... Parece piscina com uns peixinhos que gostam de morder mamilo ::lol4:: . É um lugar para relaxar e comer bem. A Gruta Azul é legal também, é uma travessia por uma caverna alagada (com lanterninha e snorkel). É muito simples e bem diferente para quem nunca fez nada assim. Se você for à Pratinha vale a pena fazer (30 dilmas por crânio);

-Mosquitos: cachoeirão da p... Legal demais. Se tiver tempo vá.

-Purificação e Angélica. Poço muito bacana para banho com águas claras e mais quentes. Vale a visita e a trilha é bem tranquila. Dá pra passar um bom tempo também.

 

Acho que é isso... Não precisa de guia em nenhuma exceto Buracão (e Fumacinha por escolha nossa).

 

Dicas:

Muito protetor solar e algo pra proteger a cabeça (pegamos Sol muito forte todos os dias);

Leve 2 litros de água para cada um da Fumaça, Buracão e Fumacinha (essa tem umas nascentes que se você for com guia vai ajudar);

Alugue carro pois vai te deixar mais livre pra visitar o que quiser. O tempo muda muita e se fechar tudo antes pode se decepcionar (dizem que tem dias que a pratinha não está tão límpida então você vai ficando atento às dicas do povo que conhece);

Aqui um comentário pessoal = a natureza é incrível mas as pessoas fazem o lugar ser inesquecível. Vá preparado para repensar sua vida.

Até +

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  • Silnei changed the title to Chapada Diamantina

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    • Por Bernardo_carcará
      Relutei um pouco em escrever este relato, afinal, sabia que seria difícil descrever impressões tão pessoais acerca de tudo que vi e senti nestes dias de solitude pela Chapada Diamantina. Mas muito do estímulo que tive para esta empreitada me veio de outros relatos que li, de depoimentos de verdadeiras transformações pessoais advindas de viagens. Então, se este relato servir de inspiração para uma pessoa que seja, terá valido a pena cada palavra aqui escrita.
       
      Bom, em maio completei meus 30 anos. Não sei se é comum, mas nesta fase os já muitos questionamentos de vida que eu sempre trouxe comigo se aprofundaram, e eu senti uma imensa necessidade de organizar minha cabeça, tomar decisões, procurar respostas na minha alma, no meu íntimo, em um lugar que ainda não tivesse sido de certa forma corrompido pela sociedade que eu tanto questiono, mas que tanto me influencia. E eu sabia que o único jeito de conseguir este contato tão profundo comigo mesmo seria estando sozinho e em um lugar com pouco ou nenhum contato com outras tantas pessoas e informações.
       
      O fato de já ter estado outras vezes na Chapada Diamantina e sabendo que eu não teria tanto tempo para organizar uma viagem, me levaram ao interior da Bahia. Baixei um app de localização por GPS no meu celular, baixei também os mapas dos quais eu iria precisar e li bastante sobre os roteiros que eu pretendia fazer, que inicialmente eram a travessia de Lençois para o Vale do Capão passando pela Fumaça por baixo e a travessia completa do Vale do Pati, entrando pelo vale do Capão, descendo por toda a extensão do vale, subindo novamente e saindo também pelo Capão.
       
      Fiz as malas escolhendo colocar pouquíssima roupa e dando preferência para as peças mais leves e também para um conjunto de roupas que me protegessem do frio, no caso de algum contratempo na trilha. Fiz também uma farmacinha com analgésicos e material para curativos. Indispensáveis também foram a lanterna, 4 pares de meias secas, além da minha barraca (que logo descobriria deveria ser bem menor), e meu saco de dormir.
       
      Dia 22.06 entrei no avião que me levaria de Recife, onde moro atualmente, até Salvador. Cheguei na capital baiana ainda cedo, por volta das 13h e, tendo em vista que meu ônibus para Lençois estava marcado para as 22:45, resolvi visitar o centro histórico de Salvador, que naquele dia dava início aos festejos juninos, com palcos onde a noite iriam ocorrer shows. Peguei um ônibus no aeroporto que por R$ 5,50 me levou até a praça de sé, por um roteiro que incluiu toda a bela orla da cidade e que durou pouco mais de uma hora.
       
      Chegando à Praça da Sé, não havia tanta gente assim pelas ruas, já que, pelo que o cobrador do ônibus falou, estava chovendo bastante nos últimos dias e também muita gente já tinha viajado para passar o são joão no interior.
      Fui direto conhecer o elevador lacerda, aproveitando que não chovia. De lá pude conhecer o mercado modelo e também perambular pelas ruas do centro histórico, subindo e descendo, passando pelo pelourinho e pelas belas igrejas.
      Todavia, o que mais me chamou a atenção foi o povo do lugar. Salvador é um retrato da desigualdade social que assola este país. A região do centro histórico parece ser bem pobre, o que expõe as pessoas que lá vivem a problemas com álcool e o crack, sendo que as mais afetadas são as de raça negra, um povo cujos antepassados construíram aquilo tudo e que deveriam estar em situação de protagonismo, mas não estão. Os bares, restaurantes e o comércio são dominados por estrangeiros e pessoas de outros estados, nada contra, mas acredito que a população local deveria ter subsídios para também se valer do lucro trazido pelo turismo.
      Antes de ir para a rodoviária, pude ver o primeiro show da noite, uma orquestra de sanfona que eu, como apaixonado pelas minhas raízes sertanejas, não tive como não me emocionar.
      Retornei para a praça da sé e peguei um ônibus para a rodoviária, pagando pouco mais de R$ 3.
       
      A rodoviária estava LOTADA. Retirei minha passagem no guichê e aguardei o horário da partida do ônibus. O tempo até que passou rápido, e um bom papo com um Francês que estava do meu lado ajudou a distrair. É bom trocar uma ideia, ver como pessoas diferentes enxergam as coisas te ajuda a melhorar a visão de mundo. Despedir-me do camarada da França e parti rumo a Lençois.
       
      Ao chegar em Lençois, ainda de madrugada, já preparei minhas coisas para a travessia para o Capão. A esta altura, após muito refletir, decidi fazer a travessia diretamente, abortando a ideia de fazer a trilha da fumaça por baixo. Eu não estava tão seguro, não tinha estudado a trilha o suficiente e não dispunha de fogareiro, além disso, uma estranha sensação me fez recuar. Dessa forma parti rumo ao Vale do Capão.
      A trilha não é tão fácil, em alguns pontos de mata e nos lajedos eu tive dificuldade de encontrar o caminho correto, mesmo com o gps. Tive que ir e vir algumas vezes para encontrar a trilha, além de ter que encarar um lamaçal horrível, também fruto de um erro meu durante a trilha.
      No fim da tarde, já chegando em águas claras, descobri que estava proibido o acampamento na região, então voltei um pouco mais na trilha e encontrei um lugar onde um guia levantou acampamento com um casal de turistas. Decidi então montar minha barraca por ali tbm, já que era apenas uma noite e eu não precisaria de água, nem de comida, pois já tinha trazido suprimentos para aquele pouso.
      No dia seguinte desfiz acampamento e segui para o Vale do Capão.
      Chegando ao Capão a ideia era ficar em uma pousada, pois eu estava bem cansado, mas por ser são joão, estava tudo lotado. Resolvi, então, acampar no camping "Sempre viva", ao preço de R$ 20,00/dia. O Camping tem uma boa estrutura, com chuveiro quente e cozinha, além de ser um lugar tranquilo, silencioso e bem perto da vila.
      Ainda neste primeiro dia no capão fui fazer a trilha da Cacheira da fumaça por cima. Já tinha feito o percurso uma outra vez, sendo assim, dispensei o gps.
      A trilha é razoavelmente fácil, é bem batida, e por isso não tive dificuldade alguma.
      Por ainda ser cedo, tinha pouca gente na cachoeira, o que foi perfeito, pois me incomoda um pouco a barulheira.
      Ali eu percebi que tinha ido ao lugar certo para encontrar o que eu estava buscando. Aquela imensidão de beleza, o ar puro e o clima místico, tomaram conta de mim. Sim, ali estava eu mesmo, sem qualquer máscara, sem qualquer imposição social. A natureza não te exige nada, ela te deixa e te faz livre... Era a paz de espírito que eu tanto almejava!
      A noite fui com o pessoal do camping curtir um forrozinho na vila, que estava abarrotada de gente, porém, o frio e o cansaço me fizeram voltar cedo pra barraca...
      Segundo dia no capão e eu decidi ir até as cachoeiras da Angélica e da Purificação. Acordei bem cedo, pois sabia que se deixasse pra ir tarde corria o risco de ter gente demais no lugar. Fui a pé até o bomba, percurso que geralmente se faz de carro ou moto táxi, mas eu tinha tempo e disposição, então fui andando mesmo. A melhor das decisões, pois nessa caminhada vc consegue ver um pouco do estilo de vida dos nativos do capão e também das pessoas que resolveram viver por lá, mas de uma forma mais tranquila, longe da agitação da vila, recém descoberta pelo turismo de massa.
      A trilha para as duas cachoeiras tbm foi simples de percorrer com a ajuda do gps e, pra minha sorte, quando eu cheguei à purificação estavam lá apenas 5 pessoas! Meu coração se alegrou! Pude curtir tranquilamente a queda e até tirar um bom cochilo, relaxando com o som da água. Na volta encontrei MUITOS grupos se dirigindo até lá. Falo sem medo de errar, não menos de 60 pessoas eu encontrei se dirigindo para as cachoeiras.
      Retornei novamente andando para o camping, onde tomei banho e fui almoçar. Sobre o almoço, recomendo o "Pico do açaí", uma comida farta, deliciosa e vegetariana (apesar de ter opções para carnistas tbm), ao preço de R$ 20,00, uma pechincha em se tratando de Capão em época de feriado.
      Fui então comprar a comida que levaria para o Vale do Pati, nesse momento cometi meu maior erro nessa viagem! Comprei comida demais! Minha mochila, eu descobriria no outro dia, ficou demasiadamente pesada, e isso foi péssimo pra mim, pois no primeiro dia de travessia para o pati, de cerca de 23 km, eu sofri demais tendo que carregar todo aquele peso.
      À noite fui comer uma pizza com o pessoal do camping, fiquei mais um tempinho no forró e logo fui descansar.
       
      Dia de entrar no Vale do Pati. Como já falei, a mochila ficou pesada demais, já que além da comida eu ainda estava carregando uma desnecessária barraca para 4 pessoas, sendo que eu sou apenas 1, fora isolante e saco de dormir. Foi um erro pelo qual eu pagaria um preço.
      A trilha em si, do capão até a igrejinha, já dentro do vale do pati, foi fácil apesar da chuva e da lama que me acompanharam por mais da metade do percurso. Não me perdi hora nenhuma, o gps foi sempre certeiro. Levei cerca de 6:30h para percorrer os 23km.
      Ao chegar na igrejinha, capotei! Minhas pernas tremiam e eu começava a ter febre e uma imensa dor nas costas, devido ao peso da mochila. Decidi não acampar e paguei R$ 35,00 para dormir em uma cama na igrejinha. Tomei um banho e caí no colchão. Acordei por volta das 17h, a tempo de ver um por do sol que me fez recobrar minhas forças. O céu estava de um alaranjado lindo. Sim, cada passo com aquela montanha nas costas havia valido a pena.
      Cozinhei meu jantar, o cardápio foi macarrão com sardinha e suco de laranjas que eu peguei ali mesmo. Nas casas de apoio no pati é possível comprar o café da manhã e o jantar, além da dormida, ao preço de R$ 110,00 o pacote completo, mas eu queria me virar, queria cozinhar, queria provar pra mim mesmo que eu conseguiria fazer o que eu quisesse, e sozinho.
      No segundo dia acordei por volta das 7h, numa manhã bem gelada. Tomei banho, preparei meu café a base de frutas, mel e granola, e em seguida fui para o cachoeirão por cima. Também nenhuma dificuldade com a trilha ou com o gps. Quando cheguei lá, não havia mais ninguém, parece que só eu havia decidido encarar a trilha no frio. Chegando lá não dava para ver nada, tava tudo encoberto por nuvens.
      Sentei a beira do cachoeirão e decidi esperar. De repente o tempo começou a abrir e aquela imensidão de beleza veio se mostrar pra mim. Foi tão especialmente lindo! Depois da caminhada difícil um lindo dia, uma bela recompensa! Era Deus falando comigo! Me senti tão bem, tão agradecido por ter conseguido chegar até ali, por ter tomado essa decisão! Aquela viagem estava mesmo sendo um divisor de águas na minha vida!
      Retornei para a igrejinha, fiz o jantar e fiquei o restante da noite na fogueira, ouvindo as histórias do pessoal e trocando um pouco de ideia com os outros visitantes!
       
      No dia seguinte peguei a mochila e fui para a Prefeitura, outra casa de apoio dentro do vale do pati. Novamente nenhuma dificuldade com a trilha e a mochila já pesava menos, tendo em vista que eu decidi consumir boa parte da comida, pra não ter q carregar mais, e ir comprando mantimentos nas casas de apoio mesmo, apesar do preço mais salgado.
      Deixei minha mochila na prefeitura e segui para a cacheira do calixto, apesar do tempo frio.
      A trilha, apesar da muita lama, é fácil, já que não tem bifurcações. Cheguei à cachoeira e acabei nem entrando na água, pois estava gelada demais e não tinha sol, sendo assim, eu iria ficar encharcado e com frio.
      Dei uma cochilada enquanto o sol ia e vinha com constância.
      Umas duas horas depois resolvi voltar para a prefeitura. Na volta levei uma queda feia, caí em cima de um amontoado de pedras. Minhas costelas bateram em uma pedra pontuda. Fiquei sem ar, não conseguia me levantar, e como a queda foi dentro de um pequeno córrego, estava também todo molhado. Sentei por alguns minutos para recuperar o ar. Meu pulmão parece que não conseguia expandir direito e eu não havia levado qualquer analgésico, outro erro grave, tendo em vista que eu estava sozinho e deveria estar preparado para coisas assim! Consegui levantar e terminar a trilha com certa dificuldade, já que a chuva ganhara força e o lamaçal exigia ainda mais esforço. Mas cheguei bem à prefeitura, me mediquei, tomei um banho, fiz um risoto rapidinho e fui descansar.
      No dia seguinte a costela e o ombro doíam demais. Pra minha sorte tinha levado Tylex, um analgésico mega potente. Coloquei a mochila nas costas e segui para a casa do Sr. Eduardo.
      A parte baixa do pati é um pouco mais complicada que a parte de cima, já que tem mais trechos de mata. Todavia, com o gps foi fácil chegar ao meu destino, fazendo um rápida parada para um banho no Poço da Árvore, que fica no caminho. Chegando no Sr Eduardo, deixei a mochila, descansei um pouco à beira do rio e segui para fazer a trilha do cachoeirão por baixo.
      A mata estava bem fechada e as pedras escorregadias. Não tive dificuldades para me localizar, mas a trilha é difícil. Quando cheguei ao primeiro poço dei um mergulho e tentei seguir para o segundo poço, o do coração, mas não consegui encontrá-lo. O celular descarregou e eu tive que ir sem gps. Subi (muito) e desci pedra, perambulei um bocado, mas nem sinal do poço. Então, visto que as pedras estavam bem escorregadias, eu decidi voltar, pois uma queda ali poderia acabar com minha viagem ou até me colocar em perigo. Voltei para a casa do Sr. Eduardo já com tempo aberto.
      Eu estava leve e muito orgulhoso de mim, pois tinha descido todo o pati, e, mesmo com um certo receio por estar sozinho, não exitei em seguir. Bateu até um certo arrependimento por ter abortado a ideia da fumaça por baixo, já que eu teria conseguido sim concluir a travessia inteira, como havia planejado antes! A essa altura sabia que seria capaz de chegar onde eu quisesse.
      Comprei legumes na casa do sr. Eduardo ao preço de R$ 1,00 cada e fiz uma sopa para a janta. Logo após, depois de um papo com um simpático pessoal de Brasília, fui dormir.
      Nesta manhã me dei ao luxo de acordar às 9h. Fiz um rápido café e iniciei a trilha volta para a igrejinha. A única dificuldade era a dor na costela.
      Chegando à igrejinha deixei a mochila e fui até a cachoeira dos funis. O acesso não é tão fácil, já que a lama e o desce e sobe pelas encostas dos morros dificultam um pouco nossa vida. Nesse dia, apesar do frio, me arrisquei a um bom banho (devia ter feito isto no Calixto tbm).
      Era meu último dia no Pati, mas eu estava feliz demais com aqueles dias. Estar sozinho me fez ver o quanto é bom poder estar consigo mesmo, se ouvir, pensar, repensar, tomar decisões, enfim... às vezes temos medo da solidão, não sei porque! Um outro homem, mais sagaz e corajoso, iria sair daquele vale, e eu sou de uma gratidão eterna à Chapada Diamantina por isso...
       
      Na manhã da sexta fiz a trilha de volta para o vale do capão, saindo da igrejinha. Agora sem o peso da comida e com uma enorme leveza na alma...
      Usei a noite da sexta para descansar.
       
      No sábado consegui uma carona com um mineiro que havia encontrado no Pati, que me levou até Palmeiras, com direito a uma parada no Riachinho. Também no carro conheci o Esdras, um mexicano que está há 6 anos viajando de bike. Um cara com jeito simples, uma história incrível e que, mesmo falando pouco, disse tudo que eu precisava ouvir naquele fim de viagem... Foi aí que percebi que estar sozinho é muito bom, mas que preciso sim aprender com outras pessoas e suas histórias de vida, e mais, que sou responsável por ajudar a construir um mundo melhor para [email protected], onde valia a pena viver, onde [email protected] possamos ser felizes. Um mundo com mais igualdade, amor e justiça social.
      Peguei um ônibus para Lençois, onde ainda tive uma agradável noite com o pessoal com quem estava dividindo quarto no hostel, um engenheiro maranhense gente boa demais e uma outra engenheira alemã, sendo que com a moça a comunicação era lenta e hilária, já que eu sou um pereba no inglês. Mais uma edificante troca de experiências que essa viagem me proporcionou.
      No dia seguinte, Cedinho, peguei um outro ônibus para Salvador e de lá um avião de volta para Recife.
      Bom, esse é o meu relato. Se você chegou até este final, espero ter te inspirado um mínimo que seja. Espero que vc saia da zona conforto, enfrente o medo e SIGA EM FRENTE...
      Então, saudações mochileiras! Espalhe amor, seja luz!
      "Hasta a la victoria siempre!" (Comandante Che)
      Abaixo, as 3 únicas fotos que tirei na viagem... 


       

    • Por dnmiura
      Eu e meu marido estamos indo para Trancoso - BA esse fim de ano para trabalhar e conseguir juntar dinheiro para comprar uma casa para nós. Porem queremos algum local simples (pode ser somente o quarto) que possamos passar esse final de ano, ajudando com despesas e trocando a hospedagem por trabalhos.

      Somos simples e estamos buscando ganhar a vida ariscando em outras possibilidades, se alguém puder nos dar essa oportunidade serei grata.
      Entrar em contato por WhatsApp (11) 96525-5815 - Daniella
    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por ribeiro_ribeiro
      ola [email protected] venho relatar minha viagem no verão de 2019.
      Eu e minha esposa decidimos passar o verão 2019 na bahia. Primeiro desafio !!!! Definir onde ir. apos muitas pesquisas no Google e com amigos decidimos ir ao município de Cairu  devido a sua características de município arquipélago, segundo informações são 32 ilhas que fazem parte do município. porem três são as habitáveis. Ilha de Cairu que tem como grande atracão o convento de Santo Antonio relíquia arquitetônica e histórica. Ilha de Tinharé (Morro de São Paulo)  sem duvida a mais conhecida de todas. E por Fim a ilha de Boipeba.
      A ilha de Cairu vale uma visita rápida para conhecer o convento . não e' necessário mais de algumas horas. Ja as ilhas de Boipeba e Morro de São Paulo merecem um tempo especial, como a grana e o tempo eram curtos tivemos que escolher um dos locais pra ficar hospedado. Escolhemos Boipeba, Morro de São Paulo e' pra quem busca festa e agitação, Boipeba e' pra quem busca praias paradisíacas e festas organizadas pelo próprios visitantes. Cada forro e sambão que amanhecíamos na praia. E dentre os vilarejos em boipeba escolhemos o Moreré pra ficar devido as características que mencionamos anteriormente. 
      Para hospedar buscamos um camping na areia da praia e resolvemos escolher o Camping Airumã devido as ótimas avaliações de clientes. E acertamos em cheio !!!! ótima estrutura, limpo e organizado.  deixo aqui a pagina . https://airumacer.wixsite.com/airumacamping  
      Definido local e hospedagem começamos a organizar nossa ida. como dizem os próprios nativos pra chegar no paraíso não e'.  Pegamos uma aviao de nossa cidade natal ate 
      Salvador. Para pagar um voo mais Barato chegamos as 03h. Cochilamos ali mesmo no aeroporto. as 07h pegamos o metro no aeroporto e descemos apos trocar de linha na estacão Brotas , la utilizando o app Movitt pegamos um onibus ate a Sao Joaquim (Ferry Boat).  as 09h embarcamos no ferry e chegamos próximo as 10 na ilha de itaparica. No próprio desembarque pegamos um ônibus ate a cidade de valença. Descemos na rodoviária e la mesmo compramos passagem no Expresso Boipeba, para boipeba. Passagem integrada com ônibus que leva ate graciosas (25min) e la embarcamos na lancha ate Boipeba (30 min). Chegando em boipeba estávamos já preparados pra uma bela caminhada +- 25 min ate o ponto do trator que leva ate moreré. Por sorte tinha uma lancha saindo do cais para moreré o que foi maravilhoso já que não caminhamos e a viagem e' lindíssima e super divertida.  Alem disso desembarcamos em frente ao camping. onde fomos super bem recebidos pelo Claudio e la passamos dias maravilhosos.
      Em proximo post comento como foi a nossa estadia e os passeios.  
    • Por maisbahiaturismo
      Já está com viagem marcada para Praia do Forte? O lugar é fascinante e mistura o rústico com o moderno, nascida de uma pequena vila de pescadores em torno da fortaleza do fidalgo português Garcia D’Ávila. Nesse artigo nós vamos apresentar 5 lugares sensacionais para você que está se perguntando sobre o que fazer em Praia do Forte. Com esse guia você não vai ficar perdido ao chegar nesse paraíso do litoral baiano.
      1. Projeto Tamar

      Esse passeio é indicado para os adultos e principalmente para as crianças que ficam fascinadas com as tartarugas marinhas. O projetoTamar trabalha na pesquisa e proteção e manejo de 5 espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção no Brasil.
      Entre setembro e Março, as tartarugas chegam para desovar na Praia do Forte e outros pontos da Costa Brasileira. O litoral norte da Bahia é a principal área de desova de tartarugas-cabeçudas, e tartarugas-de-pente no atlântico sul.
      O centro de visitante mostra o que o Tamar faz para proteger as tartarugas marinhas através da sensibilização e educação ambiental. Um ótimo passeio, concordam? Vale a pena colocar o projeto Tamar no seu roteiro de viagem.
       
      2. Instituto Baleia Jubarte - Observação de Baleias

      O objetivo do instituto é monitorar e fazer a conservação das baleias jubartes em águas brasileiras. A Praia do Forte se tornou uma área de concentração e reprodução desses mamíferos que chegam da Antártida fugindo das águas frias no período de julho a outubro.
      Os visitantes têm a oportunidade de participar da observação de baleias, atividade desenvolvida para avistar de perto o comportamento desses animais em alto mar. Antes do passeio é realizado palestras com informações sobre o mamífero, seus hábitos, comportamento e curiosidades. Dentro do instituto também se encontra um museu para visitação.
      Para saber mais informações sobre a observação de baleia, recomendamos que acesse o site do projeto.
       
      3. Reserva Sapiranga

      Para quem gosta de turismo de aventura a reserva de Sapiranga é um prato cheio de muita emoção! A reserva oferece sete trilhas devidamente sinalizadas, os passeios podem ser percorridos a pé, de bicicleta, quadriciclo ou a cavalo. Formada por seiscentos hectares de Mata atlântica e habitat natural de diferente espécies de flores, e plantas nativas como orquídeas e bromélias.
      Os passeios costumam incluir banhos no Rio Pojuca, observação de pássaros, banho na Lagoa Açu e visita ao Centro de Estudo Ambiental, onde se encontram animais da região.
      Para realizar os passeios use roupas leves, boné, calça comprida e tênis, não esqueça do repelente e da mochila para levar seus pertences, lanche e uma garrafinha de água.
       
      4. Castelo Garcia D'Avila

      Um dos principais pontos turísticos de Praia do forte é a ruína da casa da torre de Garcia D’Ávila, considerado um dos principais monumentos do patrimônio histórico e cultural Brasileiro. A construção é considerada a primeira grande edificação portuguesa construída no Brasil.
      O monumento começou a ser construído em 1551 por Garcia  D’Ávila que chegou à Bahia em 1549 no cargo de almoxarife da coroa real, acompanhado do primeiro governador geral, Tomé de Souza. Conheça um pouco da história da Bahia e do Brasil visitando o Castelo Garcia D’Ávila.
       
      5. Piscinas Naturais
       
      Com a maré baixa, alguns pontos de Praia do Forte se transformam em verdades piscinas naturais. Um das praias mais procuradas é a Papa Gente, com piscinas rasas é possível realizar mergulhos para contemplar cardumes de peixes coloridos.
      Na Praia do Lord forma-se uma grande piscina natural e é possível beber e apreciar as iguarias da culinária baiana servidas dentro do mar.
       
      Leia Mais em: http://www.maisbahiaturismo.com.br/o-que-fazer-em-praia-do-forte
       

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