Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Posts Recomendados

  • Membros
lupao, não faria poço encantado em dezembro pq não tem luz do sol lá dentro nesse período. é preferível ir direto pro poço azul, que também não bate luz, mas pelo menos rola de entrar na água

mas não dá para fazer os dois no mesmo dia? Ou nem vale a pena ir no encantado dai?

Link para o post
Compartilhar em outros sites

  • Respostas 1,9k
  • Criado
  • Última resposta

Mais Ativos no Tópico

Mais Ativos no Tópico

Postagens Populares

Acabei de voltar da Chapada Diamantina (Lençóis, Vale do Capão e trekking Vale do Pati), não fiz tanta coisa como gostaria, mas do pouco que fiz gostaria de contribuir, já que as infos daqui me ajudar

Pessoas, atualizei o guia da Chapada Diamantina. São breves descrições de vários atrativos e link para os tracklogs. > https://caminhosdomato.blogspot.com.br/2017/09/guia-chapada-diamantina.ht

Calbertojr, A ajuda que posso te dar é o link pro meu relato. Fiquei 10 dias por lá, de carro próprio e sem agência. Também fiz todos os passeios que era possível fazer sem guia. Acho que pode te

Posted Images

  • Membros

Para informação sobre incêndio, e-mail recebido do guia que farei o Pati:

 

Não se preocupe, a Chapada é muito grande, o fogo aconteceu principalmente no norte, afetou uma área que não há tantas trilhas, talvez você não consiga fazer àguas Caras e o Rio Mucugêzinho, fora isso o restante tá tranquilo em relação ao fogo, mas alguns locais continuam secos.
Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros

Bem estou planejando minha viagem a chapada para a primeira quinzena de março

1º dia viagem

2º dia travesia vale paty

3 travessia

4 travessia

5º travessia

6º dia morro pai inacio, rio mucuzezinho, poço do diabo, gruta da lapa doce, pratinha e gruta azul.

7ºdia poço azul e encantado

8ºdia cachoeirada fumaça e riachinho

9º dia volta

 

Bem é a primeira vez que planejo uma viajem sozinha, alguem pode me da uns toques se la e tranquilo pra mulher sozinha? e a respeito do meu roteiro se esta bom?

Se tiver alguem indo nessa epoca sera um prazer! e outra coisa gente vale a pena alugar carro?

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Colaboradores
Bem estou planejando minha viagem a chapada para a primeira quinzena de março

1º dia viagem

2º dia travesia vale paty

3 travessia

4 travessia

5º travessia

6º dia morro pai inacio, rio mucuzezinho, poço do diabo, gruta da lapa doce, pratinha e gruta azul.

7ºdia poço azul e encantado

8ºdia cachoeirada fumaça e riachinho

9º dia volta

 

Bem é a primeira vez que planejo uma viajem sozinha, alguem pode me da uns toques se la e tranquilo pra mulher sozinha? e a respeito do meu roteiro se esta bom?

Se tiver alguem indo nessa epoca sera um prazer! e outra coisa gente vale a pena alugar carro?

 

roteiro tá ótimo, renata.

no mais, dá pra fazer isso tudo no 6º dia sem correr? penso que talvez seja melhor dividir em dois dias. morro do pai inácio tem um visual bom pro por do sol, iria nesse horário.

pelo período que vc pretende ir, não recomendo fazer o poço encantado, pq não terá luz dentro da gruta, não sei se vai dar pra perceber a beleza do local (tampouco vai ter luz no poço azul, mas lá pelo menos rola de entrar na água, então vale)

 

carro vale muito a pena na chapada, mesmo alugado. o ideal seria arrumar uma companhia pra rachar o aluguel.

o único problema do veículo é que dificulta um pouco a logística da travessia. no seu caso, deixaria o carro no destino da travessia e arrumaria um jeito de ir até o início dela (agência$$$)

 

no mais, acho a chapada um lugar tranquilo, mesmo pra mulheres desacompanhadas.

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros
Dídio! Obrigado pelo relato!! Semana q vem estarei por la.

Me diga, quanto o uilians cobrou pela fumacinha? E o buracao? VC dormiu na vila entre estes dois passeios?? Abraço!!!!

 

Olá amigo. O Uilians cobrou 500 reais pelos dois passeios (estávamos em um grupo com 4 pessoas), então ficou em 125 por pessoa para os dois dias. Sinceramente não sei se o preço foi bom. Acho que dava pra chorar um desconto mas acabei nem pedindo pra valorizar o trabalho dos caras.

Dormi na vila sim, Casa na Roça (custou 120 a diária do chalé). Eu acho que ele calculou o preço por pessoa em 60 reais a diária. Valeu muito a pena pra nós pois ficamos em 2 bons quartos e o dono do local (Caio) ajudou bastante a gente. Almoçamos lá um dos dias uma moqueca da hora.

Abraço e boa trip.

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros
Olá pessoas!

Estarei na Chapada no período de 17 a 21/12, junto com um amigo. Segue itinerário:

 

DIA 1: Chegamos inicialmente dia 17 de noite ou 18 de manhã. Pretendemos alugar um carro em Lençóis e partir direto para os Poços Azul e Encantado. Pernoitamos em Ibicoara.

 

DIA 2: Partimos para a Cachoeira do Buracão. Pernoitamos em Vale do Capão.

 

DIA 3: Fazemos a trilha da Cachoeira da Fumaça. Pernoitamos em Vale do Capão (que, aparentemente, parece ser mais barato que Lençóis) ou voltamos direto pra Lençóis.

 

DIA 4: Fazemos os passeios locais (Morro do Pai Inácio, Gruta Azul e Pratinha, Mucugezinho e Poço do Diabo).

 

Queremos, além de otimizar nosso tempo (pois serão pouquíssimos dias), baratear nossa viagem. Caso alguém tenha interesse em viajar e se juntar nos passeios, serão bem-vindos. Enfim, manda uma mensagem que a gente se organiza e se encontra por lá. E sintam-se a vontade de dar o pitaco no itinerário! Rs

Ou aceitamos carona! hehehe

 

 

Abs.

 

 

Oie, chegarei dia 16 e retorno dia 26. Vamos nos juntar para fazer passeios, alugar um carro, sei lá, baratear a coisa pq o trem tá caro!

 

WhatsApp: 82826910

 

 

Também estarei na Chapada nesse período! Chegarei dia 15 de dezembro e voltarei dia 22. Vamos combinar de fazer passeios juntos pra baratear os custos hehehe

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros

Ola pessoal!!

 

Estou indo para chapada esta semana, e ficarei 10 dias.

Minhas dúvidas são similares as de muitos aqui, como se é fácil entrar em grupos, os custos, deslocamentos e os passeios, principalmente pq estou indo sozinha.

 

Se alguém estiver indo nessa época seria uma boa conversarmos, quem sabe nos encontramos lá e dividimos os passeios?!

 

Também tenho interesse de fazer o Pati, 3 -4 dias, quero fazer a fumaça, talvez por baixo e ficar na casa dos nativos. Alguém tem noção de preço dos trekkings?

 

Outro interesse é ir para Igatu, mas não encontro nenhuma descrição do translado, sei que agora tem ônibus lençóis X Andaraí, mas nenhum sinal de horários e preço.

Como vou chegar de avião (peguei uma super promoção no acaso!!), e o aeroporto fica próximo de Tanquinho, tem alguma forma (barata!!) de ir de tanquinho direto para Andaraí?

 

O que é melhor, é ir para lençóis primeiro, fazer o pati e depois ir para igatu, ou vou para igatu e depois para lençóis e pati??

 

Também gostaria de uma ideia do valor das refeições, só para tirar uma base, e do contato de guias.

 

Como acabei decidido em cima da hora ir para lá, numa rápida cartada para não perder as férias e, descansar a cabeça, curtir a natureza e extravasar adrenalina, já que tive que adiar minha viagem e defesa do doutorado pq abriram meu carro dentro do estacionamento do supermercado extra de vila caiçara e levaram tudo o que havia dentro, inclusive o material de pesquisa e os manuscritos do trabalho, que nos finais de semana eu descia para digitar e estruturar. Com isso, nem planejei minha aventura!!

 

Bom, com lamurias a parte, agora só quero pensar na viagem e aproveitar para curtir aquele lugar maravilhoso e de preferencia encontrar pessoas legais e desfrutar de ótimas companhias nos passeios.

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 2 semanas depois...
  • Membros

oi, pessoal!

to indo pra Bahia dia 16/12 agora e volto só em 14/01, então vou ter um tempão pra conhecer a Chapada e estou planejando a viagem...já li bastante coisa por aqui que me ajudou mto a pensar um roteiro mas ainda tenho algumas dúvidas (e dias sobrando! rs), to suuuuper aceitando sugestões de lugares pra conhecer pq separei só os que obtive mais informações no fórum e os ditos imperdíveis ! se puderem ajudar, fico mto agradecida!

uma coisa bem importante pra mim é que não encontrei muitas informações de campings, só hostels e pousadas e eu pretendo só acampar a viagem inteira! é fácil de achar em todos esses picos que listei (lençois, capao, pati e ibicoara)? ideias médias de preço?

não tenho uma ordem definida, to bem aberta a seguir o fluxo... separei a viagem por lugares principais onde pretendo acampar e dali partir pros picos, então se tiver algo massa por perto, me avisem purfa!!!

de 17/12 a 21/12 estarei sozinha, pensei em começar por Lençois mesmo, pelo que vi lá é bem sussa de conseguir companhia né? não quero depender de agências pq a grana tá curta, se rolar uma galera aí lendo isso que tenha um lugarzinho no carro, to aquiii! hehehe \o/ no dia 22 chega um amigo, então a partir desse dia queria priorizar os picos mais legais (ou os que valem a pena repetir...)

dúvida: to meio insegura quanto aos gastos, mas alguém sugere que eu desista de ir direto pra Lençois e faça um role por Salvador (pensei em Morro de São Paulo, Boipeba...) na primeira semana até meu amigo chegar? seria melhor do que ir sozinha e depois ter que ficar repetindo os picos?

27/12 a 5/1 fico em Igatu, no Encontro Diamantino de Contato Improvisação. (provavelmente na programação eles incluem passeios em Igatu, mas se não tiver vou ficar por lá mais uns dias, dicas de roles que valem a pena?)

6/1 a 13/1 já estarei com uma galera que já foi pra Chapada, então é mais provável que fiquemos em Ibicoara pra aproveitar os roles ali perto que a galera não conhece...

 

LENÇOIS

 

lapa doce + pratinha + gruta azul (14/15h) torrinha (fim do dia)

- torrinha: dá pra chegar sem guia até a portaria, a partir dela um monitor leva a gruta (R$25 a R$45/pessoa? )

- pratinha: flutuar com snorkel (R$20?)

- lapa doce: precisa de guia? R$20? li que tem restaurante perto, confere? bom lugar pra parar pro almoço?

 

sossego + ribeirão do meio

- precisa de guia, né? dicas?

- média de R$80 pra 2 pessoas?

 

morro do pai inacio (por do sol) + poço do diabo + cachoeira do mosquito

- não precisam de guia?

- médias de R$ 5 a R$10 cada?

 

CAPÃO

 

fumaça + riachinho (por do sol)

- não precisam de guia?

- contribuição voluntária na fumaça

 

*** vi relatos de trilhas por baixo e por cima da fumaça, posso separar um dia pra cada?

 

angélica + purificação

- não tem custos e não precisam de guia, confere?

 

PATI

 

cachoeirão

- precisa de guia

- vale mais por cima, confere?

- não encontrei média de custo

 

ANDARAÍ

 

poço encantado (manhã) + poço azul (tarde)

- não precisam de guia?

- média de R$20 e R$15, respectivamente?

 

IBICOARA

 

encantada

- por baixo a trilha é mais difícil, precisa de guia (média de R$35?)

por cima mais fácil (precisa de guia tb?)

 

buracão

- precisa de guia. dicas?

- média de R$80?

 

fumacinha

- precisa de guia. dicas?

- média de R$100?

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Colaboradores

AliceGon, vou tentar te ajudar em alguns pontos...

 

Lugar pra acampar no Capão: Gorgulho. Fica a uns 700m da praça central (antes de chegar nela, pela estrada Palmeiras-Capão), apesar da pouca distância é um lugar bem tranquilo. Estive lá em julho e estavam cobrando 15$/pernoite, com água quente, cozinha comunitária, alguns pontos de energia e bons lugares pra arrumar a barraca.

Se for pra Ibicoara, lá não existe área de camping na área central (na área urbana). Como fui só pra fazer Buracão, descolei um lugar pra passar a noite num sítio chamado Mundo Alegre (se não me engano), que fica perto do restaurante Mandioca. Tudo isso fica bem perto do povoado Mundo Novo (no meio do caminho entre Ibicoara-Buracão). Se vc for fazer a Fumacinha, rola de acampar num povoado chamado Baixão, parece que lá tem uma área de camping conhecida.

 

Tudo mais detalhado vc vai encontrar num tópico que fiz sobre a última viagem pra região:

 

brasil-central-23-dias-chapada-dos-veadeiros-jalapao-chapada-diamantina-e-serra-do-espinhaco-t120104.html

 

ou no blog pessoal:

 

http://numamoto.blogspot.com/2015/09/brasil-central-chapada-diamantina.html

 

Agora os atrativos...

Fumaça por cima e Riachinho, super tranquilo sem guia e 0800. Riachinho talvez seja interessante arrumar uma carona, pois fica a alguns km da vila (mas uma pá de gente faz a pé mesmo, tem pouquíssima sombra pelo caminho). Na subida pra Fumaça vc passa pela associação de condutores do Capão, alguns podem forçar a barra sobre a necessidade de subir acompanhada, mas não tem mistério algum na trilha. Qualquer pessoa com alguma noção de localização e que já seguiu uma trilha alguma vez na vida chega tranquilo.

 

Sobre a Fumaça por baixo: tem alguns caminhos, sei que o mais curto não é dos mais fáceis. Se vc não souber como chegar, é melhor ter um guia ou alguém que saiba ir. Seria melhor fazer em dois dias, não tenho certeza se dá pra fazer em 01 dia com tranquilidade.

 

Poços Encantado e Azul:

sempre que me falam deles repito a mesma história. Vc está indo em uma época do ano em que os raios solares não penetram na gruta (faz diferença!). Como o Poço Encantado é só pra contemplar, preferiria ir pro Poço Azul. Além de contemplar vc pode nadar no poço, e ainda é mais barato. Se não me engano os preços eram: 25$ Encantado e 20$ Poço Azul. Não precisa de guia pra chegar, mas seria bom um carro pq é uma distância razoável até a cidade mais próxima (Mucugê ou Andaraí).

 

Buracão:

Guia obrigatório, fica dentro de um parque municipal. Os guias lá cobram em média 100$ por grupo. O parque cobra um ingresso de 6$. Quando fui não tinha grupo, mas em compensação estava de moto e fiz o seguinte: cheguei cedo na portaria do parque (por volta de 8h) e fiquei lá junto com os guardas esperando algum grupo aparecer. Quando apareceu, me juntei a eles. Como eram só dois adultos no carro, não ficou tão barato, mas saiu 30$ pra cada (bem melhor do que pagar 100$ sozinho).

 

Fumacinha:

se não souber o caminho ou não estiver com alguém que saiba: melhor contratar um guia. Geralmente fazem em dois dias, com pernoite na trilha, mas dá pra fazer em um só (necessário boa forma, a caminhada não será tranquila).

 

Angélicas e Purificação:

não tem custos, nem necessidade de guia, mas o caminho não parece ser fácil até elas.

 

Sobre outros picos e alguns pitacos:

indo sem transporte próprio e querendo gastar pouco, iria pro Capão e tentaria colar em algum grupo que manjasse das trilhas.

Estando no Capão dá pra fazer as seguintes caminhadas (todas de 01 dia):

Morrão e Águas Claras (com pernoite parece que fica melhor, fácil de chegar)

Poço do Gavião (não tão fácil de chegar, mas caminhada tranquila)

Rodas, Rio Preto, Angélica e Purificação;

Fumaça por cima, por baixo, Cachoeira do 21, Fumaça de frente (pelo alto);

Riachinho (mais susse de todas).

 

Nos relatos do link tem tudo mais detalhado, acho que vale a pena dar uma olhada, pode te ajudar.

No mais é boa sorte na viagem! Chapada é massa demais. Iria lá mais dez vezes antes de pensar em passar uma folga na praia.

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Silnei changed the title to Chapada Diamantina

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
  • Conteúdo Similar

    • Por Bernardo_carcará
      Relutei um pouco em escrever este relato, afinal, sabia que seria difícil descrever impressões tão pessoais acerca de tudo que vi e senti nestes dias de solitude pela Chapada Diamantina. Mas muito do estímulo que tive para esta empreitada me veio de outros relatos que li, de depoimentos de verdadeiras transformações pessoais advindas de viagens. Então, se este relato servir de inspiração para uma pessoa que seja, terá valido a pena cada palavra aqui escrita.
       
      Bom, em maio completei meus 30 anos. Não sei se é comum, mas nesta fase os já muitos questionamentos de vida que eu sempre trouxe comigo se aprofundaram, e eu senti uma imensa necessidade de organizar minha cabeça, tomar decisões, procurar respostas na minha alma, no meu íntimo, em um lugar que ainda não tivesse sido de certa forma corrompido pela sociedade que eu tanto questiono, mas que tanto me influencia. E eu sabia que o único jeito de conseguir este contato tão profundo comigo mesmo seria estando sozinho e em um lugar com pouco ou nenhum contato com outras tantas pessoas e informações.
       
      O fato de já ter estado outras vezes na Chapada Diamantina e sabendo que eu não teria tanto tempo para organizar uma viagem, me levaram ao interior da Bahia. Baixei um app de localização por GPS no meu celular, baixei também os mapas dos quais eu iria precisar e li bastante sobre os roteiros que eu pretendia fazer, que inicialmente eram a travessia de Lençois para o Vale do Capão passando pela Fumaça por baixo e a travessia completa do Vale do Pati, entrando pelo vale do Capão, descendo por toda a extensão do vale, subindo novamente e saindo também pelo Capão.
       
      Fiz as malas escolhendo colocar pouquíssima roupa e dando preferência para as peças mais leves e também para um conjunto de roupas que me protegessem do frio, no caso de algum contratempo na trilha. Fiz também uma farmacinha com analgésicos e material para curativos. Indispensáveis também foram a lanterna, 4 pares de meias secas, além da minha barraca (que logo descobriria deveria ser bem menor), e meu saco de dormir.
       
      Dia 22.06 entrei no avião que me levaria de Recife, onde moro atualmente, até Salvador. Cheguei na capital baiana ainda cedo, por volta das 13h e, tendo em vista que meu ônibus para Lençois estava marcado para as 22:45, resolvi visitar o centro histórico de Salvador, que naquele dia dava início aos festejos juninos, com palcos onde a noite iriam ocorrer shows. Peguei um ônibus no aeroporto que por R$ 5,50 me levou até a praça de sé, por um roteiro que incluiu toda a bela orla da cidade e que durou pouco mais de uma hora.
       
      Chegando à Praça da Sé, não havia tanta gente assim pelas ruas, já que, pelo que o cobrador do ônibus falou, estava chovendo bastante nos últimos dias e também muita gente já tinha viajado para passar o são joão no interior.
      Fui direto conhecer o elevador lacerda, aproveitando que não chovia. De lá pude conhecer o mercado modelo e também perambular pelas ruas do centro histórico, subindo e descendo, passando pelo pelourinho e pelas belas igrejas.
      Todavia, o que mais me chamou a atenção foi o povo do lugar. Salvador é um retrato da desigualdade social que assola este país. A região do centro histórico parece ser bem pobre, o que expõe as pessoas que lá vivem a problemas com álcool e o crack, sendo que as mais afetadas são as de raça negra, um povo cujos antepassados construíram aquilo tudo e que deveriam estar em situação de protagonismo, mas não estão. Os bares, restaurantes e o comércio são dominados por estrangeiros e pessoas de outros estados, nada contra, mas acredito que a população local deveria ter subsídios para também se valer do lucro trazido pelo turismo.
      Antes de ir para a rodoviária, pude ver o primeiro show da noite, uma orquestra de sanfona que eu, como apaixonado pelas minhas raízes sertanejas, não tive como não me emocionar.
      Retornei para a praça da sé e peguei um ônibus para a rodoviária, pagando pouco mais de R$ 3.
       
      A rodoviária estava LOTADA. Retirei minha passagem no guichê e aguardei o horário da partida do ônibus. O tempo até que passou rápido, e um bom papo com um Francês que estava do meu lado ajudou a distrair. É bom trocar uma ideia, ver como pessoas diferentes enxergam as coisas te ajuda a melhorar a visão de mundo. Despedir-me do camarada da França e parti rumo a Lençois.
       
      Ao chegar em Lençois, ainda de madrugada, já preparei minhas coisas para a travessia para o Capão. A esta altura, após muito refletir, decidi fazer a travessia diretamente, abortando a ideia de fazer a trilha da fumaça por baixo. Eu não estava tão seguro, não tinha estudado a trilha o suficiente e não dispunha de fogareiro, além disso, uma estranha sensação me fez recuar. Dessa forma parti rumo ao Vale do Capão.
      A trilha não é tão fácil, em alguns pontos de mata e nos lajedos eu tive dificuldade de encontrar o caminho correto, mesmo com o gps. Tive que ir e vir algumas vezes para encontrar a trilha, além de ter que encarar um lamaçal horrível, também fruto de um erro meu durante a trilha.
      No fim da tarde, já chegando em águas claras, descobri que estava proibido o acampamento na região, então voltei um pouco mais na trilha e encontrei um lugar onde um guia levantou acampamento com um casal de turistas. Decidi então montar minha barraca por ali tbm, já que era apenas uma noite e eu não precisaria de água, nem de comida, pois já tinha trazido suprimentos para aquele pouso.
      No dia seguinte desfiz acampamento e segui para o Vale do Capão.
      Chegando ao Capão a ideia era ficar em uma pousada, pois eu estava bem cansado, mas por ser são joão, estava tudo lotado. Resolvi, então, acampar no camping "Sempre viva", ao preço de R$ 20,00/dia. O Camping tem uma boa estrutura, com chuveiro quente e cozinha, além de ser um lugar tranquilo, silencioso e bem perto da vila.
      Ainda neste primeiro dia no capão fui fazer a trilha da Cacheira da fumaça por cima. Já tinha feito o percurso uma outra vez, sendo assim, dispensei o gps.
      A trilha é razoavelmente fácil, é bem batida, e por isso não tive dificuldade alguma.
      Por ainda ser cedo, tinha pouca gente na cachoeira, o que foi perfeito, pois me incomoda um pouco a barulheira.
      Ali eu percebi que tinha ido ao lugar certo para encontrar o que eu estava buscando. Aquela imensidão de beleza, o ar puro e o clima místico, tomaram conta de mim. Sim, ali estava eu mesmo, sem qualquer máscara, sem qualquer imposição social. A natureza não te exige nada, ela te deixa e te faz livre... Era a paz de espírito que eu tanto almejava!
      A noite fui com o pessoal do camping curtir um forrozinho na vila, que estava abarrotada de gente, porém, o frio e o cansaço me fizeram voltar cedo pra barraca...
      Segundo dia no capão e eu decidi ir até as cachoeiras da Angélica e da Purificação. Acordei bem cedo, pois sabia que se deixasse pra ir tarde corria o risco de ter gente demais no lugar. Fui a pé até o bomba, percurso que geralmente se faz de carro ou moto táxi, mas eu tinha tempo e disposição, então fui andando mesmo. A melhor das decisões, pois nessa caminhada vc consegue ver um pouco do estilo de vida dos nativos do capão e também das pessoas que resolveram viver por lá, mas de uma forma mais tranquila, longe da agitação da vila, recém descoberta pelo turismo de massa.
      A trilha para as duas cachoeiras tbm foi simples de percorrer com a ajuda do gps e, pra minha sorte, quando eu cheguei à purificação estavam lá apenas 5 pessoas! Meu coração se alegrou! Pude curtir tranquilamente a queda e até tirar um bom cochilo, relaxando com o som da água. Na volta encontrei MUITOS grupos se dirigindo até lá. Falo sem medo de errar, não menos de 60 pessoas eu encontrei se dirigindo para as cachoeiras.
      Retornei novamente andando para o camping, onde tomei banho e fui almoçar. Sobre o almoço, recomendo o "Pico do açaí", uma comida farta, deliciosa e vegetariana (apesar de ter opções para carnistas tbm), ao preço de R$ 20,00, uma pechincha em se tratando de Capão em época de feriado.
      Fui então comprar a comida que levaria para o Vale do Pati, nesse momento cometi meu maior erro nessa viagem! Comprei comida demais! Minha mochila, eu descobriria no outro dia, ficou demasiadamente pesada, e isso foi péssimo pra mim, pois no primeiro dia de travessia para o pati, de cerca de 23 km, eu sofri demais tendo que carregar todo aquele peso.
      À noite fui comer uma pizza com o pessoal do camping, fiquei mais um tempinho no forró e logo fui descansar.
       
      Dia de entrar no Vale do Pati. Como já falei, a mochila ficou pesada demais, já que além da comida eu ainda estava carregando uma desnecessária barraca para 4 pessoas, sendo que eu sou apenas 1, fora isolante e saco de dormir. Foi um erro pelo qual eu pagaria um preço.
      A trilha em si, do capão até a igrejinha, já dentro do vale do pati, foi fácil apesar da chuva e da lama que me acompanharam por mais da metade do percurso. Não me perdi hora nenhuma, o gps foi sempre certeiro. Levei cerca de 6:30h para percorrer os 23km.
      Ao chegar na igrejinha, capotei! Minhas pernas tremiam e eu começava a ter febre e uma imensa dor nas costas, devido ao peso da mochila. Decidi não acampar e paguei R$ 35,00 para dormir em uma cama na igrejinha. Tomei um banho e caí no colchão. Acordei por volta das 17h, a tempo de ver um por do sol que me fez recobrar minhas forças. O céu estava de um alaranjado lindo. Sim, cada passo com aquela montanha nas costas havia valido a pena.
      Cozinhei meu jantar, o cardápio foi macarrão com sardinha e suco de laranjas que eu peguei ali mesmo. Nas casas de apoio no pati é possível comprar o café da manhã e o jantar, além da dormida, ao preço de R$ 110,00 o pacote completo, mas eu queria me virar, queria cozinhar, queria provar pra mim mesmo que eu conseguiria fazer o que eu quisesse, e sozinho.
      No segundo dia acordei por volta das 7h, numa manhã bem gelada. Tomei banho, preparei meu café a base de frutas, mel e granola, e em seguida fui para o cachoeirão por cima. Também nenhuma dificuldade com a trilha ou com o gps. Quando cheguei lá, não havia mais ninguém, parece que só eu havia decidido encarar a trilha no frio. Chegando lá não dava para ver nada, tava tudo encoberto por nuvens.
      Sentei a beira do cachoeirão e decidi esperar. De repente o tempo começou a abrir e aquela imensidão de beleza veio se mostrar pra mim. Foi tão especialmente lindo! Depois da caminhada difícil um lindo dia, uma bela recompensa! Era Deus falando comigo! Me senti tão bem, tão agradecido por ter conseguido chegar até ali, por ter tomado essa decisão! Aquela viagem estava mesmo sendo um divisor de águas na minha vida!
      Retornei para a igrejinha, fiz o jantar e fiquei o restante da noite na fogueira, ouvindo as histórias do pessoal e trocando um pouco de ideia com os outros visitantes!
       
      No dia seguinte peguei a mochila e fui para a Prefeitura, outra casa de apoio dentro do vale do pati. Novamente nenhuma dificuldade com a trilha e a mochila já pesava menos, tendo em vista que eu decidi consumir boa parte da comida, pra não ter q carregar mais, e ir comprando mantimentos nas casas de apoio mesmo, apesar do preço mais salgado.
      Deixei minha mochila na prefeitura e segui para a cacheira do calixto, apesar do tempo frio.
      A trilha, apesar da muita lama, é fácil, já que não tem bifurcações. Cheguei à cachoeira e acabei nem entrando na água, pois estava gelada demais e não tinha sol, sendo assim, eu iria ficar encharcado e com frio.
      Dei uma cochilada enquanto o sol ia e vinha com constância.
      Umas duas horas depois resolvi voltar para a prefeitura. Na volta levei uma queda feia, caí em cima de um amontoado de pedras. Minhas costelas bateram em uma pedra pontuda. Fiquei sem ar, não conseguia me levantar, e como a queda foi dentro de um pequeno córrego, estava também todo molhado. Sentei por alguns minutos para recuperar o ar. Meu pulmão parece que não conseguia expandir direito e eu não havia levado qualquer analgésico, outro erro grave, tendo em vista que eu estava sozinho e deveria estar preparado para coisas assim! Consegui levantar e terminar a trilha com certa dificuldade, já que a chuva ganhara força e o lamaçal exigia ainda mais esforço. Mas cheguei bem à prefeitura, me mediquei, tomei um banho, fiz um risoto rapidinho e fui descansar.
      No dia seguinte a costela e o ombro doíam demais. Pra minha sorte tinha levado Tylex, um analgésico mega potente. Coloquei a mochila nas costas e segui para a casa do Sr. Eduardo.
      A parte baixa do pati é um pouco mais complicada que a parte de cima, já que tem mais trechos de mata. Todavia, com o gps foi fácil chegar ao meu destino, fazendo um rápida parada para um banho no Poço da Árvore, que fica no caminho. Chegando no Sr Eduardo, deixei a mochila, descansei um pouco à beira do rio e segui para fazer a trilha do cachoeirão por baixo.
      A mata estava bem fechada e as pedras escorregadias. Não tive dificuldades para me localizar, mas a trilha é difícil. Quando cheguei ao primeiro poço dei um mergulho e tentei seguir para o segundo poço, o do coração, mas não consegui encontrá-lo. O celular descarregou e eu tive que ir sem gps. Subi (muito) e desci pedra, perambulei um bocado, mas nem sinal do poço. Então, visto que as pedras estavam bem escorregadias, eu decidi voltar, pois uma queda ali poderia acabar com minha viagem ou até me colocar em perigo. Voltei para a casa do Sr. Eduardo já com tempo aberto.
      Eu estava leve e muito orgulhoso de mim, pois tinha descido todo o pati, e, mesmo com um certo receio por estar sozinho, não exitei em seguir. Bateu até um certo arrependimento por ter abortado a ideia da fumaça por baixo, já que eu teria conseguido sim concluir a travessia inteira, como havia planejado antes! A essa altura sabia que seria capaz de chegar onde eu quisesse.
      Comprei legumes na casa do sr. Eduardo ao preço de R$ 1,00 cada e fiz uma sopa para a janta. Logo após, depois de um papo com um simpático pessoal de Brasília, fui dormir.
      Nesta manhã me dei ao luxo de acordar às 9h. Fiz um rápido café e iniciei a trilha volta para a igrejinha. A única dificuldade era a dor na costela.
      Chegando à igrejinha deixei a mochila e fui até a cachoeira dos funis. O acesso não é tão fácil, já que a lama e o desce e sobe pelas encostas dos morros dificultam um pouco nossa vida. Nesse dia, apesar do frio, me arrisquei a um bom banho (devia ter feito isto no Calixto tbm).
      Era meu último dia no Pati, mas eu estava feliz demais com aqueles dias. Estar sozinho me fez ver o quanto é bom poder estar consigo mesmo, se ouvir, pensar, repensar, tomar decisões, enfim... às vezes temos medo da solidão, não sei porque! Um outro homem, mais sagaz e corajoso, iria sair daquele vale, e eu sou de uma gratidão eterna à Chapada Diamantina por isso...
       
      Na manhã da sexta fiz a trilha de volta para o vale do capão, saindo da igrejinha. Agora sem o peso da comida e com uma enorme leveza na alma...
      Usei a noite da sexta para descansar.
       
      No sábado consegui uma carona com um mineiro que havia encontrado no Pati, que me levou até Palmeiras, com direito a uma parada no Riachinho. Também no carro conheci o Esdras, um mexicano que está há 6 anos viajando de bike. Um cara com jeito simples, uma história incrível e que, mesmo falando pouco, disse tudo que eu precisava ouvir naquele fim de viagem... Foi aí que percebi que estar sozinho é muito bom, mas que preciso sim aprender com outras pessoas e suas histórias de vida, e mais, que sou responsável por ajudar a construir um mundo melhor para [email protected], onde valia a pena viver, onde [email protected] possamos ser felizes. Um mundo com mais igualdade, amor e justiça social.
      Peguei um ônibus para onde ainda tive uma agradável noite com o pessoal com quem estava dividindo quarto No hostel, um engenheiro Maranhense Gente boa demais e uma outra engenheira Alemã, sendo que a moça a comunicação era lenta e hilária, já que eu sou um pereba no inglês. Mais uma edificante troca de experiências que essa viagem me proporcionou.
      No dia seguinte, Cedinho, peguei um outro ônibus para Salvador e de lá um avião de volta para Recife.
      Bom, esse é o meu relato. Se você chegou até este final, espero ter te inspirado um mínimo que seja. Espero que vc saia da zona conforto, enfrente o medo e SIGA EM FRENTE...
      Então, saudações mochileiras! Espalhe amor, seja luz!
      "Hasta a la victoria siempre!" (Comandante Che)
      Abaixo, as 2 únicas fotos que tirei na viagem... 


       

    • Por dnmiura
      Eu e meu marido estamos indo para Trancoso - BA esse fim de ano para trabalhar e conseguir juntar dinheiro para comprar uma casa para nós. Porem queremos algum local simples (pode ser somente o quarto) que possamos passar esse final de ano, ajudando com despesas e trocando a hospedagem por trabalhos.

      Somos simples e estamos buscando ganhar a vida ariscando em outras possibilidades, se alguém puder nos dar essa oportunidade serei grata.
      Entrar em contato por WhatsApp (11) 96525-5815 - Daniella
    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por ribeiro_ribeiro
      ola [email protected] venho relatar minha viagem no verão de 2019.
      Eu e minha esposa decidimos passar o verão 2019 na bahia. Primeiro desafio !!!! Definir onde ir. apos muitas pesquisas no Google e com amigos decidimos ir ao município de Cairu  devido a sua características de município arquipélago, segundo informações são 32 ilhas que fazem parte do município. porem três são as habitáveis. Ilha de Cairu que tem como grande atracão o convento de Santo Antonio relíquia arquitetônica e histórica. Ilha de Tinharé (Morro de São Paulo)  sem duvida a mais conhecida de todas. E por Fim a ilha de Boipeba.
      A ilha de Cairu vale uma visita rápida para conhecer o convento . não e' necessário mais de algumas horas. Ja as ilhas de Boipeba e Morro de São Paulo merecem um tempo especial, como a grana e o tempo eram curtos tivemos que escolher um dos locais pra ficar hospedado. Escolhemos Boipeba, Morro de São Paulo e' pra quem busca festa e agitação, Boipeba e' pra quem busca praias paradisíacas e festas organizadas pelo próprios visitantes. Cada forro e sambão que amanhecíamos na praia. E dentre os vilarejos em boipeba escolhemos o Moreré pra ficar devido as características que mencionamos anteriormente. 
      Para hospedar buscamos um camping na areia da praia e resolvemos escolher o Camping Airumã devido as ótimas avaliações de clientes. E acertamos em cheio !!!! ótima estrutura, limpo e organizado.  deixo aqui a pagina . https://airumacer.wixsite.com/airumacamping  
      Definido local e hospedagem começamos a organizar nossa ida. como dizem os próprios nativos pra chegar no paraíso não e'.  Pegamos uma aviao de nossa cidade natal ate 
      Salvador. Para pagar um voo mais Barato chegamos as 03h. Cochilamos ali mesmo no aeroporto. as 07h pegamos o metro no aeroporto e descemos apos trocar de linha na estacão Brotas , la utilizando o app Movitt pegamos um onibus ate a Sao Joaquim (Ferry Boat).  as 09h embarcamos no ferry e chegamos próximo as 10 na ilha de itaparica. No próprio desembarque pegamos um ônibus ate a cidade de valença. Descemos na rodoviária e la mesmo compramos passagem no Expresso Boipeba, para boipeba. Passagem integrada com ônibus que leva ate graciosas (25min) e la embarcamos na lancha ate Boipeba (30 min). Chegando em boipeba estávamos já preparados pra uma bela caminhada +- 25 min ate o ponto do trator que leva ate moreré. Por sorte tinha uma lancha saindo do cais para moreré o que foi maravilhoso já que não caminhamos e a viagem e' lindíssima e super divertida.  Alem disso desembarcamos em frente ao camping. onde fomos super bem recebidos pelo Claudio e la passamos dias maravilhosos.
      Em proximo post comento como foi a nossa estadia e os passeios.  
    • Por maisbahiaturismo
      Já está com viagem marcada para Praia do Forte? O lugar é fascinante e mistura o rústico com o moderno, nascida de uma pequena vila de pescadores em torno da fortaleza do fidalgo português Garcia D’Ávila. Nesse artigo nós vamos apresentar 5 lugares sensacionais para você que está se perguntando sobre o que fazer em Praia do Forte. Com esse guia você não vai ficar perdido ao chegar nesse paraíso do litoral baiano.
      1. Projeto Tamar

      Esse passeio é indicado para os adultos e principalmente para as crianças que ficam fascinadas com as tartarugas marinhas. O projetoTamar trabalha na pesquisa e proteção e manejo de 5 espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção no Brasil.
      Entre setembro e Março, as tartarugas chegam para desovar na Praia do Forte e outros pontos da Costa Brasileira. O litoral norte da Bahia é a principal área de desova de tartarugas-cabeçudas, e tartarugas-de-pente no atlântico sul.
      O centro de visitante mostra o que o Tamar faz para proteger as tartarugas marinhas através da sensibilização e educação ambiental. Um ótimo passeio, concordam? Vale a pena colocar o projeto Tamar no seu roteiro de viagem.
       
      2. Instituto Baleia Jubarte - Observação de Baleias

      O objetivo do instituto é monitorar e fazer a conservação das baleias jubartes em águas brasileiras. A Praia do Forte se tornou uma área de concentração e reprodução desses mamíferos que chegam da Antártida fugindo das águas frias no período de julho a outubro.
      Os visitantes têm a oportunidade de participar da observação de baleias, atividade desenvolvida para avistar de perto o comportamento desses animais em alto mar. Antes do passeio é realizado palestras com informações sobre o mamífero, seus hábitos, comportamento e curiosidades. Dentro do instituto também se encontra um museu para visitação.
      Para saber mais informações sobre a observação de baleia, recomendamos que acesse o site do projeto.
       
      3. Reserva Sapiranga

      Para quem gosta de turismo de aventura a reserva de Sapiranga é um prato cheio de muita emoção! A reserva oferece sete trilhas devidamente sinalizadas, os passeios podem ser percorridos a pé, de bicicleta, quadriciclo ou a cavalo. Formada por seiscentos hectares de Mata atlântica e habitat natural de diferente espécies de flores, e plantas nativas como orquídeas e bromélias.
      Os passeios costumam incluir banhos no Rio Pojuca, observação de pássaros, banho na Lagoa Açu e visita ao Centro de Estudo Ambiental, onde se encontram animais da região.
      Para realizar os passeios use roupas leves, boné, calça comprida e tênis, não esqueça do repelente e da mochila para levar seus pertences, lanche e uma garrafinha de água.
       
      4. Castelo Garcia D'Avila

      Um dos principais pontos turísticos de Praia do forte é a ruína da casa da torre de Garcia D’Ávila, considerado um dos principais monumentos do patrimônio histórico e cultural Brasileiro. A construção é considerada a primeira grande edificação portuguesa construída no Brasil.
      O monumento começou a ser construído em 1551 por Garcia  D’Ávila que chegou à Bahia em 1549 no cargo de almoxarife da coroa real, acompanhado do primeiro governador geral, Tomé de Souza. Conheça um pouco da história da Bahia e do Brasil visitando o Castelo Garcia D’Ávila.
       
      5. Piscinas Naturais
       
      Com a maré baixa, alguns pontos de Praia do Forte se transformam em verdades piscinas naturais. Um das praias mais procuradas é a Papa Gente, com piscinas rasas é possível realizar mergulhos para contemplar cardumes de peixes coloridos.
      Na Praia do Lord forma-se uma grande piscina natural e é possível beber e apreciar as iguarias da culinária baiana servidas dentro do mar.
       
      Leia Mais em: http://www.maisbahiaturismo.com.br/o-que-fazer-em-praia-do-forte
       

×
×
  • Criar Novo...