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LONDRES – 30 DIAS ESTUDANDO NA CAPITAL DA EUROPA

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Olá viajantes!

 

Vou contar um pouco da minha primeira viagem para o exterior sozinho e minha primeira visita a Europa. O país escolhido foi a Inglaterra e a cidade foi Londres, a maior e mais importante cidade da Europa e considerada por muitos e por mim a mais bela. Essa viagem aconteceu entre os dias 28/12/2011 e 28/01/2012. Meu objetivo maior era aperfeiçoar meu inglês, além de é claro aproveitar para conhecer bem a cidade, fazer amigos e me divertir também.

 

As passagens aéreas foram compradas com a companhia holandesa KLM, a escola de inglês escolhida foi a Malvern House e me hospedei durante os 30 dias em uma casa de família que foi providenciada pela escola. Não me arrependo de nenhuma dessas três escolhas. Os aviões, o atendimento e o serviço de bordo da KLM são ótimos, gostei muito da Malvern House, sua estrutura e professores, além é claro dos amigos que fiz lá e fui muito bem recebido na casa de família, além da casa ser bastante aconchegante e localizada em um excelente bairro com fácil acesso ao centro através do metrô.

 

 

Dia 28/12/2011

 

Embarquei no aeroporto do Galeão em um voo noturno com destino a Londres, porém com conexão em Amsterdam na Holanda. O voo foi super tranquilo, serviço de bordo excelente, atendimento também e as poltronas, apesar de viajar na classe econômica, eram confortáveis. Desembarquei em Amsterdam com um tempo de 3 graus e já pude sentir um pouco do frio que me esperava pelo próximos 30 dias. Após um curto voo desembarquei no aeroporto de Heathrow em Londres.

 

A imigração foi tranquila, me foram feitas algumas perguntas e logo carimbaram o meu passaporte com a autorização para entrar no Reino Unido. Fui de metrô até o bairro em que fica a casa que me hospedei. O aeroporto de Heathrow é servido com a principal linha do metrô de Londres e após cerca de 2 horas e algumas mudanças de linhas no metrô eu estava na estação de Balham, próximo àquela que seria minha residência durante minha estádia em Londres. De lá, devido ao cansaço, peguei um táxi até a porta da casa.

 

O bairro Balham é lindo, limpo, seguro e cheio de lojas legais. A família me recebeu muito bem, principalmente a matriarca, a senhora Joan. A casa dela é bem grande, tem três andares. O meu quarto era simples, mas bastante confortável. Tinha tudo que eu precisava: uma cama de casal, uma TV, armário, aquecedor, acesso a internet, abajur, despertador e uma mesinha de estudo. O banheiro era compartilhado, porém apenas eu e um dos filhos da Joan o utilizavam.

 

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Dia 29/12/2011

 

Acordei tarde por conta do cansaço da viagem e da diferença de fuso horário. Tomei meu café da manhã e fui para o centro. De metrô fui rumo ao rio Tâmisa, descendo na estação Embarkment, onde ficam o Parlamento do Reino Unido, que possuí em uma das suas torres o famoso Big Ben e também a London Eye, uma imensa roda gigante e importante ponto turístico da cidade.

 

Logo ao sair da Estação pude ver a London Eye e o Palácio de Westminster (Parlamento). É simplesmente incrível estar naquele cenário que sempre via na TV. Conheci as redondezas e logo caminhei até as principais avenidas do centro, Oxford e Picadilly Streets.

 

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Dia 30/12/2011

 

Resolvi não caminhar tanto nesse dia pois minhas pernas estavam doendo. Fui até a Estação Oxford Circus e caminhei até o British Museum. É o maior museu de Londres e é gigantesco e muito lindo. Abriga obras e materiais da idade média e de outras épocas mais antigas de muitos países e civilizações, com destaque para a egípcia. O melhor de tudo: é gratuito! Após algumas horas visitando o museu, peguei novamente o metrô e fui até o Green Park, onde fica o palácio de Buckingham, que é onde vive a rainha. Estava chovendo muito, então não deu para aproveitar tanto.

 

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Dia 31/12/2011

 

Último dia do ano. Antes das comemorações do ano novo, visitei a National Gallery na Trafalgar Square. É muito grande e a arquitetura é linda, toda em mármore, esmeralda e ouro e abriga mais de 2.300 pinturas dos principais artistas do mundo entre os séculos XIII e XX. Foi fundado em 1824 e é um dos mais importantes museus da Europa e um dos mais conhecidos do mundo, como Leonardo da Vinci, Van Gogh e Picasso.

 

Nesse dia, almocei de verdade pela primeira vez desde que cheguei aqui, mas acho que vou continuar no lanche (kkkkk). Comer comida é muito mais caro e a comida não é tão gostosa quanto a nossa, o arroz é péssimo, mas comi tudo. Custou 6,80 libras.

 

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Voltei para casa e me arrumei para voltar para Trafalgar Square para as comemorações do ano novo. Esse é o principal ponto onde os Londrinos vão assistir a queima de fogos. Eles não fazem por lá a mesma festa que fazemos aqui no Brasil. Não há shows musicais, apenas a queima de fogos. Fui com um dos meus hosts, o Kale. É preciso ir bem cedo, pois às 23h o metrô para de circular e só retorna após o fim da queima de fogos. Demorei uns 30 minutos para caminhar o que normalmente demoraria cinco devido a quantidade de gente. Peguei chuva por uma hora enquanto esperava a queima de fogos, mas valeu a pena. Foi muito emocionante. Foi incrível ver os fogos saírem da torre do Big Ben e da London Eye. Logo após o fim da queima de fogos todo mundo vai embora. Também, com chuva e muito frio não podia ser diferente. Demorei cerca de 2:30h para chegar em casa, mas tudo bem, afinal foi meu primeiro New Year em Londres!

 

Dia 01/01/2012

 

Acordei bem tarde no primeiro dia do ano. Resolvi ir ao centro almoçar e tive a feliz surpresa de conhecer dois brasileiros super bacanas, Fred e Paula. Caminhamos pela Oxford Street e conversamos bastante.

 

Aproveitei para conhecer a Tower Bridge, uma ponte construída sobre o rio Tâmisa e que se abre para passagem dos barcos maiores. É um dos pontos turísticos mais visitados da cidade e uma das pontes mais famosas do mundo.

 

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Dia 02/01/2012

 

Nesse dia visitei o Museu de História Natural, um dos três principais museus de Londres. Foi fundado em 1888, possuí inúmeras coleções de ciências da vida e da Terra. Possui espécimes coletados por Darwin durante sua pesquisa que originou na teoria da evolução das espécies. Um dos pontos altos é a exposição de esqueletos de dinossauros.

 

A noite resolvi procurar um restaurante bom para jantar. Descobri que os restaurantes da Chinatown são muito bons e baratos também. São do tipo buffet livre, ou seja, come-se a vontade. O preço varia entre 5 e 10 libras. São vários restaurantes de comida chinesa, mas em alguns são servidas também comida japonesa, frutos do mar. Vale muito a pena! Comi muito e voltei muitas vezes.

 

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Dia 03/01/2012

 

Acordei ansioso para o meu primeiro dia de aula, igual a uma criança em seu primeiro dia na escola. Foi super bacana, gostei bastante da estrutura da escola e dos colegas de sala também. São pessoas de diferentes partes do mundo, tem um turco, uma francesa, uma menina da mongólia, uma colombiana, uma espanhola e é claro, alguns brasileiros. O professor era meio grosso, mas muito divertido. Após a aula fui jantar na Chinatown com três brasileiras que viriam a ser minhas grandes amigas e ainda são, Jamila, Anne e Larissa.

 

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Dia 04/01/2012

 

Acordei cedo e fiquei conversando com a Joan, a dona da casa em que me hospedei. Demos boas risadas e até falamos sobre a economia mundial. Já eramos amigos e ela não me tratava apenas como alguém que alugara um quarto em sua casa. Ela se preocupava comigo e todos os dias antes de sair me dava dicas sobre os lugares que eu iria visitar e quando eu retornava me perguntava como havia sido. Tive muita sorte em me hospedar com essa família.

 

Cheguei na escola mais cedo e aproveitei para estudar um pouco.

 

Dia 05/01/2012

 

Novamente acordei cedo e fui para a loja Primark. É uma loja de roupas e acessórios. Quase fiquei louco diante dos preços, tudo muito barato. Recomendo a todos dar uma passada em uma das lojas da Primark em Londres. Voltei para casa com muitas sacolas.

 

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Dia 07/01/2012

 

Acordei e conversei bastante com a Joan que me disse sobre as feiras que acontecem no domingo e me convidou para almoçar com ela, porém já havia marcado com a Anne de ir a Nothing Hill. Passeamos por Nothing Hill e pela feira de antiguidades. Encontramos uma loja de couro onde estava tudo a 10 libras, muito barato. Aproveitamos para fazer compras. A noite fomos jantar, adivinha onde? Chinatown é claro!

 

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Espero que estejam gostando!

 

Continua no próximo post!

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Dia 08/01/2012

Acordei bem cedo hoje e segui com as minhas amigas para o Modern Museum. A visita é gratuita e vale muito a pena. O museu é enorme e de lá se tem uma vista incrível da Catedral de St. Pauls e do rio Tâmisa. As obras expostas são muito interessantes, inclusive há obras de pintores famosos como Picasso. Ao lado do Modern Museum fica o teatro de Shakespeare que também é incrível, além de muito bem conservado. Para finalizar o dia conhecemos a gigante loja da M&M´s no centro de Londres, maior loja de doces do mundo. A loja é muito legal e rende boas fotos.

 

Fotos no Modern Museum:

 

 

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Catedral de St. Pauls e teatro de Shakespeare:

 

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Loja da M&M´s:

 

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Dia 09/01/2012

 

Iniciamos o dia com uma visita ao Madame Tussauds, o museu de cera de Londres. É um dos poucos museus de Londres em que a entrada é paga (é um museu privado) e os ingressos custam a partir de 15 libras. A dica é comprar pelo site para evitar a enorme fila e também pagar mais barato.

 

O Madame Tussauds é uma das atrações imperdíveis de Londres, mesmo para quem já visitou uma de suas filiais mundo afora. Isso porque o de Londres foi o primeiro e é o maior e mais completo.

 

A estátuas de cera são de artistas e personagens famosos e possuem perfeita igualdade de tamanho, peso e demais particularidades. Além das estátuas há outras atrações que certamente te surpreenderá, como o trem que te leva a um túnel do tempo da história de Londres, passando por seus grandes escritores e personalidades que mudaram a cidade. A última atração é um cinema 4D em que passam um filme exclusivo dos heróis da Marvel. É simplesmente inacreditável. Você ira sentir como se estivesse dentre do filme.

 

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Saindo de lá caminhamos três quadras para chegar até um dos melhores parques de Londres, o Regent Park. O parque é maravilhoso, encantador, apaixonante. Lá você encontrará jardins repletos de flores enormes e multicoloridas, esquilos por todo lado, quadras e campos dos mais diversos esportes, lagos, rios e também o zoológico de Londres.

 

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Dia 10/01/2012

 

Resolvemos conhecer a Beatles´s Zebra Crossing, a famosa faixa de pedestres do álbum Abbey Road dos Beatles. A visita foi rápida, apenas o tempo necessário para as clássicas fotos caminhando sobre a faixa de pedestres, assim como eles fizeram muitos anos atrás.

 

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Espero que estejam gostando!

 

Continua no próximo post!

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Dia 12/01/2012

Esse dia foi especial. Visitamos o misterioso Stonehenge e a pequena cidade de Salisbury. Estava muito frio quando sai de casa, cerca de -9ºC. Fui acompanhado da minha amiga Anne e escolhemos ir por conta própria de ônibus. Há muitas empresas que vendem pacotes turísticos, porém, além da vantagem de poder seguir seus próprios horários e ritmo indo por conta própria, saiu mais barato que ir por uma agência. Nosso ônibus partiu da rodoviária Victoria Coach exatamente no horário marcado e era muito bom, com cinto de segurança de três pontas e bancos muito confortáveis, além é claro de um eficiente sistema de aquecimento.

 

O destino do ônibus é a cidade de Salisbury, que é a mais próxima ao Stonehenge e é muito bonita e rica em história. De lá pegamos um ônibus turístico com destino ao Stonehenge.

 

Stonehenge (do inglês arcaico “stone” = pedra, e “hencg” = eixo) é um alinhamento megalítico da Idade do Bronze, localizado na planície de Salisbury, no sul da Inglaterra. Constituí-se no mais visitado e conhecido círculo de pedras britânico, e até hoje é incerta a origem da sua construção, bem como da sua função, mas acredita-se que era usado para estudos astronômicos, mágicos ou religiosos (fonte: Wikipédia).

 

A visita é mágica. É impossível não sentir a energia do local. Apesar disso a visita é curta, pois só há o circulo para ser visto. Retornamos para Salisbury e aproveitamos para visitar as ruínas de um castelo.

 

 

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Dia 13/01/2012

 

Hoje foi dia de ver a troca de guarda da rainha no Palácio de Buckingham. É um desfile militar porém com muita elegância. Muitos turistas se aglomeram desde cedo para conseguir um bom lugar. A troca começa às 11.30 da manhã todos os dias de maio até julho e em dias alternados no resto do ano.

 

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Dia 15/01/2012

 

Fomos ao Victoria and Albert Museum. Com entrada gratuita, esse museu de artes decorativas e design possui uma coleção permanente superior a 4,5 milhões de objetos. Fundado em 1852, suas coleções mostram 5.000 anos de arte.

 

Foi incrível visitar este museu, tamanha sua grandeza arquitetônica e histórica. O que mais me impressionou foi a vastidão de obras das mais diversas partes do mundo lá reunidas.

 

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Dia 16/01/2012

 

Aproveitamos o dia para visitar o distrito de Camden Town. É um bairro famoso por suas feiras ao ar livre e mercados. É o melhor local para comprar lembrancinhas, tanto pela variedade quanto pelo preço. Também há barracas de comidas típicas de vários lugares do mundo por um preço bem bacana, vale a pena ir vários dias para experimentar diferentes culinárias. Conta também com locais de música que estão fortemente associados à cultura alternativa.

 

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Dia 17/01/2012

 

Nesse dia nossa aula foi de campo. Visitamos com toda a turma o Imperial War Museum, o museu da guera. Fundado em 1917 em memória das guerras em que o Império Britânico se envolveu. Exibe milhares de artefatos como veículos militares, armas, aviões de combate, etc.

 

Funciona diariamente entre 10 e 18h e a entrada é gratuita.

 

 

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Dia 18/01/2012

 

Noite de gala para assistir o espetáculo Totem do Cirque du Soleil no magnífico Royal Albert Hall. O Royal Albert Hall é um salão de espetáculos com capacidade para mais de 8.000 pessoas e que foi inaugurado em 1871 pela rainha Vitória.

 

O espetáculo é muito bom, como todos os outros do Cirque du Soleil que já assisti. Consegui comprar a entrada por um preço muito bom, pois era uma das últimas e ficava no que eles chamam de assento com visão parcial, porém na prática tive visão completa de tudo.

 

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Dia 20/01/2012

 

Quem é ou foi fã de Harry Potter sabe o que é Plataforma 9 3/4. Nesse dia resolvemos ir até ela e tentar embarcar no Hogwarts Express, mas infelizmente não conseguimos atravessar a parede! Mas de toda forma valeu pela diversão! A plataforma fica na estação de trem de King´s Cross, uma das principais de Londres e existe no local uma pequena loja onde é possível encontrar artigos oficiais do filme.

 

 

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De lá fomos ao centro e passamos por Piccadilly Circus, um dos pontos turísticos mais fotografados em Londres. Então encontramos com o pessoal do curso para um happy hour.

 

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Dia 21/01/2012

 

Um passeio que gostei muito foi o de barco pelo rio Tâmisa até Greenwich. Para chegar até esse lindo parque não há opção melhor do que ir de barco.

 

Há várias opções de barcos e os preços costumam ser parecidos. Há um super desconto para estudantes e quem possui o cartão Oyster mensal do metrô não paga nada. O embarque aconteceu próximo ao London Eye e só desembarquei em Greenwich, porém é possível desembarcar em outros locais também.

 

 

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Desembarcamos em Greenwich e passamos primeiro no Greenwich Market, uma feirinha de antiguidades, moda vintage e comidinhas típicas, inclusive brasileira. Depois visitamos o National Maritime Museum, onde fica a maior coleção de arte naval do mundo. De lá fomo ao lindo Parque Real de Greenwinch, onde além de lindos campos e paisagens, se tem uma vista belíssima de boa parte de Londres, inclusive a moderna. Nele também há um observatório astronômico mundialmente famoso e a linha imaginária que separa o mundo em ocidente e o oriente, o meridiano de Greenwich.

 

 

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Dia 28/01/2012

 

Nos demais dias andamos muitos por Londres, fizemos compras, fomos a pubs e baladas e estudei muito também. Para quem não se lembra, o objetivo principal da minha viagem foi aperfeiçoar meu inglês e esse objetivo foi cumprido. Adquiri muitos conhecimentos e pude praticar muito o idioma, além é claro de aprender muito sobre a cultura inglesa. Passei um fim de semana em Paris também, mas isso é tema para um post específico. Todos as visitas que compartilhei nesse relato foram realizadas na parte da manhã, antes das minhas aulas, a noite, ou nos fins de semana, já que estudei de segunda a sexta no período da tarde.

 

Custos:

 

As passagens aéreas foram compradas em uma promoção da KLM e paguei cerca de R$1600,00 com as taxas.

Levei comigo para as despesas diárias cerca de R$2.700,00. A cotação da libra na época era bem mais favorável que hoje, cerca de R$3,09 por cada libra, hoje está próximo de R$4,00. Meu gasto diário com alimentação era de cerca de 10 libras. Com transporte gastei 133 libras, já que optei pelo passe ilimitado mensal do cartão Oyster, que dá acesso tanto ao metrô quanto aos ônibus.

O custo do curso de inglês varia de escola para escola e de acordo com a carga horário. Recomendo que negociem diretamente com as escolas através de seus sites. Sai bem mais barato do que com agência de turismo.

Escolhi ficar em uma casa de família. Fui agraciado com uma host family que me tratou como um filho de verdade. Um grande abraço Kale e um grande beijo Joan.

 

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Fiz muitos amigos estrangeiros e brasileiros também. Em especial três amigas que espero ter ao meu lado para o resto da minha vida: Jamila, Anne e Larissa.

 

 

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Espero que tenham gostado e que eu possa ter influenciado alguns de vocês a viver uma experiência única e maravilhosa como essa! Curtam, comentem, perguntem e compartilhem!

 

Um grande abraço e até o próximo relato!

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    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       



    • Por felipenedo
      Olá Viageiros!!!
       
      Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.
       
      Para mais detalhes e fotos, visitem o meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
       
      Agora uma novidade: Um novo canal no Youtube com todos os vídeos das viagens e muitas outras coisas que pretendo mostrar por lá!
      Youtube: Profissão Viageiro
      Agradeço muito quem puder se inscrever por lá!   
       
       
      Então, eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade... Acho que lá o turismo é mais fácil e quase tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.
      Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.
       
      De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.
       
      Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.
       
      Vamos lá...
       
      Cheguei em Riga no início da noite em um voo vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.
       
      Transporte
      Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda
      Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.
       
      Hospedagem
      Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.
      Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade, na avenida Satekles Iela. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.
       
      O Rolê
      Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.
      Foi bem estranho isso... 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.
      Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!
      Era muito curioso... Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!











       
      Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.



       
      Alimentado, segui o rolê pelo centro...







       
      Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.






       
      Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

       
      Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada...

      Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!
       


       
      Aqui é uma das artes mais charmosa que achei...










       
      E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

       
       
      Qualquer dúvida que eu puder ajudar, é só falar!!!
       
      Valeu!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      Instagram: @profissaoviageiro
       
    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui e todas as dicas possíveis que todos os mochileiros podem nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
       
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/consideracoes-minha-experiencia-de.html
      Lista de Posts - meu intercâmbio para o Uruguai:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/search/label/URU - Intercâmbio em Montevideo c%2F passeios em Punta del Este. Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (Minas) [Fev a Mar%2F17]

      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Índice dos Relatos de Viagem; 5) Considerações Finais. 1) Alguns dados interessantes do Uruguai

      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.
       

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?
       

       
       
      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.
       

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
       
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
       
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.
       

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].
       

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.

       

       

      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.
       
       

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.
       

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
       
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
       
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.
       
      4) Índice dos Relatos de Viagem
      Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] 
       
      Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:
       

      E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      5) Considerações Finais:
       

       
      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
        Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      Caso queira acessar a lista de posts referentes a essa viagem diretamente pelo blog clique AQUI ou na imagem abaixo:

      Clicar: [Índice do Relato de Viagem: Intercâmbio]
       
    • Por TMRocha
      Como o ano de 2016 foi muito difícil e puxado e praticamente não viajamos, resolvi começar 2017 com uma viagem especial para Campos do Jordão, em São Paulo.
       

      Fomos na baixa temporada, já que ainda era início de janeiro e a alta temporada por aqui costuma ser em meados de junho. Mesmo assim o passeio foi muito especial. Confira como foi o passo-a-passo dessa incrível viagem.
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo ou numa das Partes abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/campos-do-jordao-e-aparecida-sp-04.html
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      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06]
      [PARTE 07] - [PARTE 08] - [PARTE 09]
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      Para que o conteúdo não fique massivo estarei dividindo o relato em várias partes menores, e caso você queira apenas saber o que Campos do Jordão e Aparecida têm a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jordão, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jordão]
      [Parte da Tarde] Missão Fondue!
      [Parte da Noite] Missão Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia] Viagem de volta de ônibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH até São Paulo de ônibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no ônibus!

      Às 22:00h entramos no ônibus da São José, mas ele não saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele [ou eles] estavam vindo de Ipatinga e agarraram no trânsito, e o bus só partiu mesmo às 22:20h, com destino a São Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada às 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que não consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e não queria molhar a câmera ou o meu óculos.


      Nesse lugar a parada foi bem rápida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal é que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de ônibus.

      Passado mais algum tempo, às 4:00h da manhã fizemos nossa segunda e última parada do percurso até Campos do Jordão. Dessa vez até que eu tinha conseguido dormir bastante no ônibus.



      Havia até um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espaço muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista é muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela já estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no ônibus sem poder esticar os pés.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
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      Campos do Jordão, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma população de pouco mais de 50.000 habitantes e está a 173 km da cidade de São Paulo, a 350 km de distância do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jordão
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      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham opção para água quente e fria. A única coisa que não gostei do Parque Hotel é que o WiFi só ficava disponível na área da recepção e não tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV também era bem pequetita [nada importante, já que quem veio aqui deve é passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Palácio Boa Vista
      Ás 9:00h entramos no ônibus da São José e seguimos até o Palácio Boa Vista, que é considerado como a residência oficial de veraneio do governador de São Paulo, e está localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jordão.




      Andamos um pouco de ônibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da São José, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade já ter ficado com -8ºC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e só não nevou porque o clima dessa região é bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar não era perigoso ao ponto da pessoa entrar e não sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um palácio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no palácio, e como eles não deixavam tirar fotos ou fazer gravações lá de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as únicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o palácio é super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de salões e todos eles com móveis luxuosos, alguns até importados de outros países e em sua grande maioria os objetos são bem antigos, datando das décadas de 60, 40, e até mesmo contando com algumas peças do Século XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns móveis folheados a ouro, outros de latão dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os cômodos, que iam desde estátuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de São Pedro
      Saindo dali fui na Capela de São Pedro, que estava praticamente do lado do palácio, já a Lu não quis entrar nesse local. É uma estrutura íntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da região. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que não compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
       E voltamos novamente para o ônibus da São José para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
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