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Fernanda Marcelino

Buenos Aires e Bariloche - 08/2014 (roteiro para 10 dias)

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Eu e meu marido queríamos fazer uma viagem pela América do Sul, e optamos por Bariloche, mas ao perceber que haveria uma parada no aeroporto de Buenos Aires e que teríamos que ir por conta própria do aeroporto de EZE para o AEP, decidimos aproveitar a oportunidade e esticar mais alguns dias da viagem passando também por Buenos Aires, já que nunca havíamos viajado para lá.

 

***BUENOS AIRES

22/08 – Desembarcamos no aeroporto de EZE, em Buenos Aires. Pegamos um táxi, com o valor fechado em 330 pesos, até o Centro - Hotel IBIS (Av. Hipólito Yrigoyen). Deixamos as malas no hotel e partimos para conhecer a cidade de Buenos Aires. Como já eram umas 16h, ficamos pelo Centro mesmo e adquirimos o cartão SUBE para os demais passeios. Fomos a Plaza de Mayo e ao Puerto Madero.

23/08 - Pegamos um ônibus e fomos ao bairro Recoleta, iniciando o passeio pelo Cemitério (o mais famoso da América Latina). Dali, fizemos um lanche no bar/café La Biela. Após, seguimos a pé até o bairro do Palermo, parando pelos principais pontos turísticos da cidade, como a Floralis Genéricas e o Jardim Japonês. Terminamos o passeio próximo a Plaza Itália, onde pegamos um ônibus e voltamos para o hotel. Chegamos no hotel por volta das 15h. Descansamos alguns minutos e saímos de novo. Ficamos pelo Centro novamente. Caminhamos do hotel até Obelisco e a Plaza San Martin, de lá, já caímos direto na Rua Flórida (só comércio).

24/08 - No terceiro dia, domingo, pegamos um ônibus e fomos até Feria San Telmo. Depois pegamos outro ônibus e seguimos até o Caminito / La Boca (como havia jogo no dia, não havia visitação no estádio). Almoçamos por ali mesmo. Na volta, passeamos pelo Centro de novo, e paramos no Shopping Abasto.

25/08 - Na 2af, negociamos com um taxista paraguaio, que mora há mais de 20 anos em Buenos Aires, super gente boa, um valor para nos levar em Lujan, fomos no Zoo e também na igreja onde o papa Francisco ministrava, antes de ser papa. Além disso, ele nos levou também à província de Tigres (é bem distante, como eu disse o taxista é bem gente boa). Em Tigres, conhecemos o local com um ônibus de circuito, da própria estação de trem da cidade, ele foi parando nos principais pontos turísticos da cidade. E após, no mesmo local, fechamos um passeio de lancha.

26/08 - O último dia de passeio, foi reservado para compras na Rua Córdoba com Corrientes. Mas antes de chegar até lá, tomamos um desayuno no Café Tortoni e depois fomos de metrô, procurar pelo outro lado da cidade, lojas onde as pessoas costumam comprar coisas sem marca para revender. Depois disso, partimos para a Rua Córdoba, pegando um ônibus na Corrientes, depois de descer do metrô. Na Córdoba, passamos por diversas Outlets, inclusive da Lacoste, com preços em torno de 50% a 60% mais barato que no Brasil. De noite, para finalizar, fomos ao Sabor a Tango assistir ao show.

27/08 - No dia seguinte, partimos para o aeroporto de AEP, com destino a Bariloche.

***Algumas dicas muito importantes: na Argentina, esqueça o arroz e o feijão. O arroz é horrível, somente água e sal (sem tempero), e o feijão é bem difícil de achar e se achar, ele não é bom; O hotel IBIS é bom, porém não há qualquer flexibilidade, é muito formal, levei feijão congelado, mas lá disseram que não poderíamos usar a geladeira, devido as normas do hotel (não havia frigobar no quarto); Tomada no quarto também é um problema, havia apenas uma tomada de modelo brasileiro; Se for comer pelo Puerto Madero, recomendo comer em um lugar fechado, pois é comum ter pombos pelos restaurantes em que não há cobertura ou paredes onde ficam as mesas; No Caminito, cuidado com o pessoal que dança tango pelas ruas, eles praticamente te obrigam a tirar foto, colocando o chapéu na sua cabeça, sem que você solicite, e depois cobram um valor absurdo por isso - negociem antes o valor; a Feira de San Telmo, só acontece nos dias de domingo; na Argentina, é muito comum bife de chorizo, com guarnição (normalmente batatas); Também é comum a cobrança de "cobiertos" por pessoa, é parecido com a taxa de serviços no Brasil; Tenham atenção ao pedir informação ao motorista de ônibus, normalmente eles esquecem de avisar na hora de descer; O telefone do taxista, que recomendo, pois é de total confiança, é: 46389439 ou 1154287487 (inclusive a esposa dele é brasileira).

 

***BARILOCHE

27/08: Assim que chegamos ao aeroporto BRC, pegamos um táxi até o Centro, para o Hostel Patanuk. Deixamos as malas, agendamos o passeio do dia seguinte (no próprio hostel – eles entraram em contato e fecharam com uma agência), e seguimos a pé para o Centro Cívico, para conhecer a cidade, ir ao mercado, e comprar o cartão de passagem do Autobus;

28/08: Como havia previsão de chuva, antes de fazer o Circuito Chico, fizemos logo o passeio de barco para a Isla Victoria e o Bosque do Bambi (agendado no dia em que chegamos), um passeio lindo, que dura o dia inteiro. Fomos de ônibus para o porto. No fim do passeio, fizemos amizade com alguns paulistas que estavam por lá, o hostel deles ficava bem próximo do nosso, por conta disso, marcamos a noite uma pizza na Av. San Martin, a rua do hostel deles.

29/08: No dia seguinte, pela manhã, deixamos agendado, novamente com o hostel, um passeio para conhecer melhor a cidade, o Circuito Chico (para a parte da tarde, pois já haviamos perdido o horário da manhã para este passeio). Depois do agendamento, fomos ao Cerro Otto, de ônibus também. Lá, subimos de teleférico. Chegando no alto, havia um cachorro São Bernardo – lindo, para tirar fotos 100 pesos cada uma. Havia também uma exposição de réplicas da obra de Michelangelo e uma linda Confeitaria Giratória. Depois de almoçar na confeitaria, voltamos para o hostel e aguardamos o transfer para o Circuito Chico. O ideal é fazer este passeio assim que se chega na cidade, pois ele se torna mais interessante, mas mesmo assim valeu a pena. Ele passou pelo Cerro Campanário, onde se sobe numa cadeirinha bem legal, lá de cima a vista é linda. Esta subida não está inclusa, tem que comprar o ingresso na hora, ou seja, este passeio também pode ser feito por conta própria, indo até lá de ônibus mesmo. Depois paramos na loja Rosa Mosqueta, onde são vendidos os produtos feitos através desta flor. E logo em frente, tinha a vista para o Hotel Llao Llao, o melhor e provavelmente o mais caro da região, bem famoso também. Por último, seguimos mais um pouquinho, com o próprio carro do transfer, para um Ponto Panorâmico. O circuito é bem legal. Na volta do passeio, pedimos para ficar em frente ao Museu do Chocolate Havana (Av Bustillo, 1200), visitamos o museu e compramos algumas unidades de alfajour, com o desconto que ganhamos para a entrada no museu. Ao voltar para o hostel, combinamos com os paulistas, de irmos conhecer o Bar de Gelo, a noite.

30/08: O passeio do sábado, foi um pouco diferente. Junto com os paulistas, alugamos um carro, e fomos até o Cerro Tronador, isso foi uma de nossas melhores economias (éramos 5 pessoas). São 50 km até o local e mais 50 km para subir tal montanha, onde há um vulcão desativado e caminhando por mais 01 km, uma linda estrada de neve.

31/08: Para o último dia, ficou o mais esperado, Cerro Catedral. Antes de ir para lá, alugamos roupa própria para contato com a neve, na Av San Martin e depois pegamos um ônibus para o cerro. Chegando lá, queriamos praticar Snowboard, então contratamos aula particular, dividida para dois alunos e alugamos o equipamento para tal esporte (no mesmo lugar - Posadas Aurélio). Para chegar até a pista no alto da montanha, compramos a entrada e subimos com o professor, de teleférico e depois de cadeirinha, pois é bem alto. Lá em cima, para quem não vai praticar snowboard e nem esquiar, pode se divertir com umas bicicletas próprias para o gelo, ou com uma bóia que desce uma pequena rampa de gelo, basta pagar a parte lá em cima. Caso contrário, há diversão garantida com a própria neve. Na volta, devolvemos o equipamento e "sem querer", conseguimos uma carona para o Centro, com o dono do estabelecimento onde alugamos o equipamento, pois a volta é um pouco complicada, o ônibus demora de 40 a 60 minutos, e sai super lotado.

01/09: No dia seguinte, foi a hora de voltar para casa. Contratamos um transfer, que pegou também outras pessoas, em outros locais, com destino ao aeroporto, também agendado pelo hotel, foi mais barato que o táxi, saiu por 65 pesos por pessoa.

 

Bem, a viagem toda foi maravilhosa, a Argentina é um país muito bonito, barato e de gente hospitaleira. Calculamos os gastos em torno de 1500 pesos por dia, para pagar os passeios, comer e ainda trazer algumas lembrancinhas, alguns dias gastamos menos e em outros mais, mas esta foi uma boa média, até porque o que economizamos em Buenos Aires, gastamos em Bariloche, em que todos os passeios são pagos. Levamos o cartão de crédito, para o caso de alguma emergência, mas não o usamos em nenhum momento. Não sei dizer se gostei mais de Buenos Aires ou Bariloche, na verdade eu amei as duas cidades, ambas são fascinantes. ::love::

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