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Lima-Cuzco-Machu Picchu em 1 semana


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http://www.youtube.com/watch?v=no-l05TM7tc&feature=related

 

Este é o clipe de uma das músicas que tocou com frequência. Embora não tenha gostado muito, é relevante ver o que os locais tem como música. isto faz parte de uma viagem verdadeira, fora das obviedades e dos circuitos turísticos, conhecer o gosto da população local...

 

 

 

http://www.elpumahotelcusco.com/espanol/01-ubicacion.html é a página do hotel de Cuzco.

 

 

 

 

Chama-se, como já citado, El Puma. É um três estrelas, bem situado, dá para ir à Plaza de Armas numa caminhada de dez minutos. O atendimento é batante cordial e tem chá de coca à vontade. Com uns 4 dólares dá para tomar uma sopa no próprio hotel. Como pontos fracos: a calefação é boa no quarto, mas inexistente no banheiro. E tome choque térmico, depois de um banho. Os quartos que dão para a avenida são extremamente barulhentos. Não sei porque, mas os peruanos também buzinam pela madrugada. Talvez precisem buzinar uma cota diária e quando não conseguem, entram pela madrugada... Na minha avaliação, um mero mais ou menos ::cool:::'> ::bad::

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VII - IMPRESSÕES GERAIS SOBRE CUZCO E INFORMAÇÕES.

 

Cuzco é uma cidade média,mas as atrações estão todas muito próximas uma das outras. O táxi custa cerca de 1 dólar, ou 3 soles, a não ser que você vá para a periferia, onde há muito o que ver, ou as ruínas. Andar a pé é o melhor, mas só depois de sua aclimatação.

 

Se quiser se hospedar no vale sagrado, eu estive num hotel, chamado pisacinn (http://www.pisacinn.com), onde as diárias custam cerca de 50 dólares por casal, em frente à praça onde ocorre a feira e há também quartos para seis ou mais pessoas, o que barateia a hospedagem em especial se você for num grupo maior. Se for, fale com a Roxana Calixto, a gerente, que ela cuidará, quem sabe, de lhe dar um descontinho.

 

O câmbio de moedas não é feito em todo lugar, como em Lima, mas você não terá dificuldades, pois há muitas lojas com anúncios na porta, afirmando que trocam as principais moedas por soles. De todo modo, em Lima a diferença é que você encontra gente no centro, vestida com coletes pintados com cifrões, que trocam o seu dinheiro no meio da rua, na esquina das grandes avenidas. Você, caro brasileiro, acha que alguém com alguns milhares de soles, dólares e euros poderia ficar gritando câmbio no meio de uma rua de Fortaleza, São Paulo ou Rio de janeiro por cinco minutos? Onde é mais seguro, o Peru ou o Brasil???

 

A comida é muito barata, mas há restaurantes de cozinha internacional, caros e que não ficam devendo nada aos brasileiros. Na Plaza de Armas tem até Mc Donalds. Para mim isso é um dos instrumentos para ver o padrão de vida e o custo da cidade. Uma oferta custa uns 12 soles, ou 4 dólares, ou ainda uns 3 euros. É barato para nós, mas para o norueguês que gasta 14 Euros, é uma barbada. De qualquer forma, não é este o restaurante que eu indicarei para vocês, mas o Cicciolina, na Calle Triunfo, 393 - 2º andar, a uma quadra da Plaza de Armas. A comida é muito, mas muiito boa mesmo. Ficou por volta de 50 dólares o casal, sem bebida, mas valeu cada centavo. Comemos truta e alpaca, e nossos acompanhantes carneiro e truta. Existe um prato típico em Cuzco, que é o Cuy, um porquinho da índia que é assado inteiro. O visual não agrada. Vou postar a foto como mera curiosidade.

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Abro um parêntesis para falar de uns desenhos feitos com temas peruanos. São de uma empresa chamada cuy-arts e utilizadas nos padmouses, camisetas, etc. Abaixo um exemplo. Todos os temas estão na página http://www.cuy-arts.com

 

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Vale salientar, por fim, que vi na minha entrada do Qorikancha o valor de 10 soles e o 25 soles na entrada da Catedral, dando a entender que existe possibilidade de compra dessas atrações de forma autônoma. Se alguém quiser opinar sobre isso, será bem vindo...

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VIII - VALE SAGRADO E MACHU PICCHU

O quinto dia foi inteiramente dedicado a Machu Picchu. Foi longo e cansativo. Fomos cedo à estação de trem, que fica nos arredores de Cuzco, numa estrada que leva ao Vale Sagrado. O trem partiu às 7h40min, e o percurso foi de cerca de três horas horas e vinte minutos. A altitude vai diminuindo aos poucos e a vegetação aumentando, até ficar exuberante, na região próxima a Águas Calientes.

O trem passa apenas por uma cidade do Vale Sagrado, Ollantaybambo. Para mais duas vezes, ao relento, para deixar os mochileiros que vão para a trilha inca, nos quilômetros 85 e 104, salvo engano.

De Cuzco são três categorias de trens por dia, o backpacker, mais barato, cerca de 41 dólares o trecho, o Vistadome, com o teto de vidro, para melhor apreciar a paisagem e com lanches e o Hiram Bingham, muito mais caro e luxuoso. O nosso foi o mais barato. Era limpo, porém apertado e cobravam o lanche à parte. Para percorrer, nesse período de tempo, apenas cento e poucos quilômetros, percebe-se que a velocidade gira em torno de 30km/h. De europeu ele tem o preço, apenas.

 

Chegamos na cidadezinha, Águas Calientes, ou Machu Picchu Pueblo, que fica na base da montanha. De lá ainda é necessário pegar um ônibus, que custaria 7 soles (pagamos previamente, no pacote). e demora 20 minutos. Há quem suba a pé, ou desça a pé. Os ônibus passam na beira de alguns precipícios e deixa o visitante num pátio quase na frente do hotel de luxo, da rede Orient Express. A poucos metros está a entrada do passe. o bilhete de ingresso custaria 120 soles, ou 40 dólares, aproximadamente. Os guias são à parte. Não são baratos, mas podem ser rachados por vários visitantes.

 

Entre Machu Picchu Pueblo e Ollantaybambo não existe estrada, só trem. É mais econômico ir de carro até esta última cidade, pegando apenas o último trecho de trem. Daqui existem várias opções de horário para Águas Calientes. Se optar por dormir nesta cidade, chegará em Machu Picchu tão logo o sol nasça, na abertura do parque. E antes da horda de turistas que só chegariam lá pelas 11h, vindo de Cuzco. Há uma feira entre a estação de trem e o local onde se pega os ônibus para o Parque.

 

A visita guiada terá a duração necessária para mostrar todo o Parque. Começa pela área rural e termina na área urbana, havendo uma nítida divisão entre elas. No meu caso, durou três horas. Praticamente não restou tempo para ficar passeando à toa por lá, pois era necessário almoçar (deram um almoço, buffet, na Toto's House. A comida era boa, mas não estava tão quente e em clima de final de festa, pois já eram quase quatro da tarde. Precisamos descer rapidamente para Águas Calientes, pois se perde meia hora neste trecho e o trem de volta a Cuzco sairia às 17h. O pior é enfrentar a viagem de volta, depois de almoçar. Se você for nesses grupos e ficar atrelado a almoçar tarde demais, recomendo levar algo para comer, pois lá em cima não há opção.

 

Cada janela, cada pedra, tudo parece ter um significado. Por mais que já saibamos que vamos ver, é magnífico o visual e o entorno de Machu Picchu. Se eu for lá novamente ficaria hospedado em Águas Calientes e faria a viagem sem pressa...

 

 

 

 

 

 

 

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Rio Urubamba - Vale Sagrado

 

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Machu Picchu

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IX - LIMA - O ULTIMO DIA E O RETORNO

 

Voltamos pela manhã de Cuzco, após uma hora e dez minutos de vôo. A taxa de embarque foi de cerca de quatro dólares. Não havia mais vaga no hotel San Augustin, por isso fomos ao La Hacienda. Por fora, o primeiro parece melhor, mas internamente e, em especial nos quartos, se nota a diferença. O quarto tinha duas camas imensas, de casal, banheiro espaçoso e a vista se descortinava para o litoral (não dá para ver o mar, fica a umas quatro quadras), para o lado do shopping Larcomar.

 

Este shopping é feito em vários níveis, como degraus nas falesias (rochedos) de Miraflores. Fica próximo ao restaurante Rosa Náutica. Algumas pessoas saltam de paraglider e ficam sobrevoando o local, sem pousar, aproveitando as correntes de ar. Depois disso fomos novamente na Av. Petit Thouars, ver o artesanato e comprar alguma coisa e, à noite, fomos ao parque das fontes, ver as "aguas dançantes".

 

Foi uma surpresa. O parque é antigo, mas as fontes foram colocadas em junho de 2008. São muitas fontes e algumas delas jorram acompanhando o ritmo de música clássica e com os efeitos especiais de feixes de laser. Muito bacana. Recomendo. De Miraflores são apenas 10 soles de táxi, em direção ao centro. Foi nesse passeio que percebi que várias municipalidades (bairros) repetem o nome das ruas. Daí que se é necessário dizer que vai à rua tal, do bairro tal.

 

Agências de turismo cobram 35 dólares pelo passeio noturno, mostrando a Plaza de Armas iluminada, etc, além do Parque (o ingresso está incluso). Mas fica bem mais barato ir por conta própria, já que a entrada do parque equivale a apenas dois dólares

 

X - A VOLTA E CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O võo de volta atrasou mais de uma hora e meia, mas sem maiores problemas, porque ficaríamos esperando em São Paulo a conexão. Retirada de bagagem, e recolocação no balcão da TAM, que fica em frente ao desembarque internacional de Guarulhos. Sem percalços.

 

Deu para passar com muita tranquilidade a 500 dólares a semana inteira, para duas pessoas, ainda mais levando em consideração que quase 100 foram gastos em taxas aeroportuárias e outros 100 nos dois restaurantes "caros". De onde se conclui que o Peru é um destino mais barato que Argentina, Chile e, logicamente, bem mais barato que Europa e EUA. E lembre-se que com poucas milhas é possível tirar uma passagem para lá.

 

Outras atrações ficaram para o futuro, como as linhas de Nazca, Huaráz, Lago Titicaca. Espero um dia voltar lá e quem sabe, postar outro relato por aqui.

 

Quaisquer dúvidas, podem perguntar

 

 

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Fala mochileiros!!!!

 

Estou indo para Machu Picchu de avião e tenho algumas dúvidas. Será que alguém poderia me ajudar?

Comprei uma passagem pelo site decolar.com do Rio para Cuzco, com conexão na ida em São Paulo. Meu vôo que sai do Rio(operado pela TAM) chega em São Paulo às 16:10hs e o vôo de São Paulo (operado pela TACA) para Lima sai às 18:50hs. Portanto tenho 2:40hs entre a chegada do vôo e a partida do outro. Lembrando que o tempo para check-in nos vôos internacionais é de 2hs, tenho as seguintes dúvidas:

1)Se meu vôo do Rio para São Paulo atrasar, eu posso perder o próximo para Lima por não chegar no tempo previsto do check-in (duas horas de antecedência)?

2)Em caso de conexão, especificamente neste caso, minha bagagem vai direto para o outro avião ou eu tenho que pegá-la na esteira e passar pelo check-in com ela novamente?

3)E se cancelarem meu vôo que sai do Rio, eu perco minha viagem? A decolar arruma outro vôo?

 

Fico no aguardo, valeu!!!

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viagem ao Peru

 

Enviado em: 06 Jul 2009, 20:16

De: Flavia Borghi

Para: Studart

Olá, tudo bem? Adorei seu relato de viagem ao Peru. Eu e meu marido estamos querendo muito ir pra lá. Tinhamos viagem marcada para Bariloche-Buenos Aires, mas com essa gripe se alastrando cada vez mais por lá e dizem muitas linguas que a infra-estrutura nos hospitais da Argentina deixam a desejar, estamos querendo mudar nosso roteiro. Pensamos entao no Peru. Acreditamos que por lá a situação de gripe nao está tao feia (o que vc acha?).

Nossa duvida paira no seguinte: vamos precisar de passaporte? Em alguns sites dizem que sim e em outros dizem que nao, devido a acordo firmado entre Brasil e Peru em 2004 ou 2005 para a não obrigatoriedade deste documento. Como foi quando vc foi a Matchupichu? exigiram?

ah, outra coisa. Nossa viagem seria de no máximo 7 dias (8noites). Quanto levamos de $$ para poder almoçar e jantar todos os dias + comprar lembrancinhas baratinhas (onde é legal comprar?) + comprar ponchos para nos dois (quanto custa?).

Estamos pensando em ir para Lima - Cusco - MP

Queria muito conhecer as linhas de nazca, mas a diferença no pacote é tao grande que abortamos a ideia. Vale tanto assim a pena?

 

aguardamos seu email com várias ajudinhas......ABRAÇO ([email protected])

 

Flavia

 

Vou responder a pergunta por aqui, para que as respostas possam aproveitar a outros usuários.

 

Vi algumas pessoas utilizando as máscaras no Peru, em especial no aeroporto. Definitivamente não há a mesma gravidade que na Argentina e Chile. Não sei se e quando a situação vao se modificar.

 

Para ir ao Peru não é necessaŕio passaporte. Levei por costume, para ficar registrado o carimbo nele mesmo e não no papel avulso. Se você tiver leve. se não tiver, não se dê ao trabalho de tirar. Para entrar em Machu Picchu, especificamente, não creio que haja uma exigência a mais. Sei que algumas pessoas pedem para ter o passaporte carimbado lá, como uma espécie de lembrança da viagem. Leve comprovante de vacinação da febre amarela, por precaução. Para mim não pediram, mas não custa nada se prevenir.

 

Se o pacote com a inclusão de Nazca encarece muito, contrate dois dias livres a mais em Lima e faça o passeio por conta própria. Não sei quanto custa, mas você pode fazer o bate e volta direto de Lima, ou mesmo um passeio de dois dias. Recomendo a leitura do tópico específico de Nazca, pois não fiz o passeio.

 

Lembranças em Lima estão nas proximidades da Av. Petit Touars, como dito no relato. São baratas. Em Cuzco estão espalhadas nos arredores da Plaza de Armas. Há ponchos por lá também, mas não sei o preço...

 

Um casal que já tenha contatado os passeios no Brasil pode se virar com menos de 500 dólares a semana. Certamente terá gente que sobrevive com 200. E outros com 1000... Depende dos seus hábitos. Há restaurantes cujo almoço pode sair a 50 dólares em Cuzco.

 

Bom, é isso, caso haja necessidade de outros esclarecimentos, é só avisar...

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Fala mochileiros!!!!

 

Estou indo para Machu Picchu de avião e tenho algumas dúvidas. Será que alguém poderia me ajudar?

Comprei uma passagem pelo site decolar.com do Rio para Cuzco, com conexão na ida em São Paulo. Meu vôo que sai do Rio(operado pela TAM) chega em São Paulo às 16:10hs e o vôo de São Paulo (operado pela TACA) para Lima sai às 18:50hs. Portanto tenho 2:40hs entre a chegada do vôo e a partida do outro. Lembrando que o tempo para check-in nos vôos internacionais é de 2hs, tenho as seguintes dúvidas:

1)Se meu vôo do Rio para São Paulo atrasar, eu posso perder o próximo para Lima por não chegar no tempo previsto do check-in (duas horas de antecedência)?

2)Em caso de conexão, especificamente neste caso, minha bagagem vai direto para o outro avião ou eu tenho que pegá-la na esteira e passar pelo check-in com ela novamente?

3)E se cancelarem meu vôo que sai do Rio, eu perco minha viagem? A decolar arruma outro vôo?

 

Fico no aguardo, valeu!!!

 

1 - Não se preocupe tanto com as duas horas, pois você já terá feito o primeiro check-in e embarcado as malas. Já sairá com os cartões de embarque do trecho internacional e terá apenas que ir ao portão de embarque em SP (e polícia federal). Talvez em menos de 40 minutos você resolva tudo.

2 - A bagagem vai direto ao fim do voo, na ida. Isso de tirar as malas e reembarcá-las só acontece na volta. Passa pela Receita e Polícia Federal assim que finaliza o voo internacional. De SP ao RJ o vôo é doméstico.

3 - A responsável é a companhia aérea pela realocação. Se você comprou uma passagem única com os três trechos, tem direito a ser realocado no vôo seguinte. Se comprou os trechos separadamente, em tese a companhia seguinte não tem resposabilidade sobre um atraso do voo de uma outra empresa. Mas pense positivo.

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