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Estou me preparando para fazer a trilha inca de 4 dias em setembro, um grupo de 8 pessoas. Tenho pesquisado bastante mas tenho uma duvida que ainda nao consegui sanar. Onde ficaria minha bagagem, aquela que nao preciso levar na trilha. Ficaria no hotel ou teria outra opção? Poderiam me responder por favor.

 

Obrigado. Jane.

Oi Jane, é o seguinte: eu também estou fazendo a trilha em setembro, dia 5 e previsão de descida dia 8. Devo ficar no Hostel Ecopackers e nele, como em outros mundo a fora, é possível deixar a mochila no "luggage storage", geralmente é uma sala trancada onde o povo deixa a mochila guardada e sai do hostel, não é cobrada taxa nem diária.

 

Tury,

 

Eu irei fazer a Salkantay no final de agosto, mais especificamente em 23/08.

Desculpe minha ignorância, mas para fazer uso do Luggage Storage sem pagar as diárias do hostel, devo fazer o check-out no dia que eu sair p/ a trilha, deixar a mochilha lá e fazer o check-in novamente quando retornar?

Estou perguntando isso, por que gostaria de fazer as reservas no Loki ou Pirwa antecipadamente e não sei quais datas colocar.

 

Abs e Obrigado!!!

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Oi Klauner! Acho legal vc mandar um email pro hostel questionando isso... Eu estava com a mesma duvida e disseram que posso deixar as coisas sim, mesmo que nao va fazer chexkin novamente nesse hostel na volta... E nao cobram nada pelo serviço. Mas talvez varie de um local pra outro...

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Tury,

 

Eu irei fazer a Salkantay no final de agosto, mais especificamente em 23/08.

Desculpe minha ignorância, mas para fazer uso do Luggage Storage sem pagar as diárias do hostel, devo fazer o check-out no dia que eu sair p/ a trilha, deixar a mochilha lá e fazer o check-in novamente quando retornar?

Estou perguntando isso, por que gostaria de fazer as reservas no Loki ou Pirwa antecipadamente e não sei quais datas colocar.

 

Abs e Obrigado!!!

 

Klauber, tudo beleza?

Estou respondendo em cima da hora, e espero que já tenha resolvido isso!

Normalmente, pode ser deixada a mochila no hostel ( no luggage storage) sem pagar nada. você só reserva os dias que vai ficar no hostel, os dias que não for ficar, não precisa pagar e pode deixar a mochila, sem precisar voltar e ficar hospedado. Na argentina, em Mendoza, deixei minha mochila no hostel que fiquei, e fui rodar para outros lugares, depois voltei lá peguei minha mochila e fui embora. Fiz isso na Alemanha também. Sempre é bom confirmar com o próprio hostel isso! Mas é uma política meio que pacífica de hostel.

Abraço e boa viagem!

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Gente tô com uma dúvida cruel...

No site não tem mais disponib. de trilha Inca pra out...mas alguma coisa me diz que as agências compram tudo pra vender depois...

alguém para tirar a dúvida...????

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Acabei de descobrir que as reservas são nominais...então se no site do gov. não tem, é pq não tem mesmo... bjos #triste

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CaLordello, compartilho do seu sentimento ehheheeh... em março eu comecei a pesquisar pra minha viagem em junho e quando fui ver já não tinha mais vaga pra trilha inca.... Mas a viagem foi ótima mesmo assim... Vc tem a alternativa da Salkantay e da Inka Jungle. Eu não fiz pq meu interesse maior era na arqueologia no caminho inca. Ainda vou voltar um dia pra fazer a trilha, mas agora já sei q tem que ter antecedência....

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é... eu tentei comprar pra outubro no começo de agosto e já não tinha mais a data que eu queria... consegui só pro dia 31/10

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Pessoal... uma dúvida: Mesmo tendo o anorak impermeável, é recomendável levar um poncho? Se for, aquele da quechua serve? Ou é melhor um de manga comprida??

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Estou cotando a trilha inca com várias agências, mas estou meio perdido porque não tenho muitas referências.

O melhor valor que consegui foi da Mariela (ja vi algumas boas referencias) US400 e da Qorianka Tours, mas ela nao me pareceu muito profissional nos e-mails. Outra que está com um preço legal é a http://caminoincamachupicchu.org/.

 

Se alguem conhecer essas agências ou tiver outras sugestões por favor me ajudem a escolher!

 

Abs!

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      Seguro de saúde= R$ 252,00 para cada, pela Assist Card por intermédio do site SegurosPromo . com . br.
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      Então o custo inicial (fora a troca de peças na revisão) é de R$ 551,00
      A seguir vou detalhar o roteiro pretendido.
       
       
    • Por Trip-se!
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/


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