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CHI CHI CHI LE LE LE! VIVA CHILE! 14 DIAS NO CHILE! SANTIAGO, VIÑA DEL MAR E VALPARAÍSO, PUCON, VALDIVIA E PUERTO VARAS - OUTUBRO/2014


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Olá viajantes!

 

Acabo de retornar de mais uma viagem! Dessa vez fui conhecer o Chile. Nosso vizinho sul americano tem recebido muitos brasileiros e atualmente o Brasil é o segundo país de onde mais chegam turistas no Chile. A proximidade com Brasil e a diminuição dos valores das passagens aéreas após a fusão entre a TAM e LAN, além do retorno dos voos da GOL a Santiago, a possibilidade de ver neve, vulcões, desertos, o oceano pacífico e conhecer as vinícolas e apreciar um bom vinho são alguns dos motivos que levam tantos brasileiros a visitar o Chile.

 

O planejamento

 

Dos principais destinos turísticos da América do Sul eu não conhecia apenas o Chile. Minha intenção inicial era conhecer o extremo sul do país, na região da Patagônia. Entretanto, por motivos diversos tive que adiar esse desejo e me concentrar na região central e sul do país.

 

Aproveitei uma promoção de passagens aéreas da TAM e comprei o bilhete de ida e volta por R$ 835,09, já com as taxas. Na ida fui de Campo Grande até Santiago, com conexão em Guarulhos e na volta de Puerto Montt (sul do Chile) até Campo Grande, com conexões em Santiago e Guarulhos.

 

Durante os dias que estive em Santiago tive a companhia de um primo e sua esposa e para os demais destinos viajei sozinho.

 

A minha rota foi: Campo Grande – Santiago – Valparaíso/Viña del Mar – Pucón – Valdivia – Puerto Varas – Frutillar – Puerto Montt – Campo Grande.

 

Reservei apenas o hotel para Santiago. As passagens para as viagens internas e os hotéis das outras cidades fui reservando no decorrer da viagem, pois preferir viajar sem um roteiro fixo, podendo adaptá-lo em decorrência de alguns fatores como as condições climáticas das cidades a serem visitadas.

 

Em Santiago o real tem bom valor de troca nas casas de câmbio. Só vale a pena levar dólares caso já os tenha ou caso vá ao interior do país, onde o real perde bastante o valor. Em Santiago em restaurantes turísticos e nas agências o real é aceito, porém aconselho que façam a troca por pesos chilenos nas casas de câmbio do centro, próximo a La Moneda, já que mesmo sendo aceito, sempre será com uma cotação inferior a das casas de câmbio. Eu levei reais e dólares e também realizei saque diretamente da minha conta corrente e a cotação considerada pelo banco foi bem próxima da que me pagaram nas casas de câmbio. Também usei o cartão de crédito, que é aceito em quase todos os estabelecimentos.

 

Em Santiago um real estava sendo trocado por 232 pesos e um dólar por 595 pesos. No interior do chile um real valia um pouco mais de 200 pesos e um dólar valia os mesmo que em Santiago. Dessa forma, reforço que vale a pena trocar todos os seus Reais em Santiago.

 

Então vamos ao relato!

 

08/10/2014 – Campo Grande/MS x Santiago/CH

 

Embarquei em Campo Grande às 09:15h com destino a Guarulhos, onde cheguei às 11:55h. Após almoçar e encontrar com meu primo e sua esposas, nos dirigimos ao embarque internacional e nosso voo com destino a Santiago saiu às 17:15h. Chegamos em Santiago às 21:35h após um decepcionante voo em uma aeronave velha da LAN totalmente desconfortável. A imigração foi tranquila, lembrando que brasileiros não necessitam de passaporte para entrar no Chile, bastante cédula de identidade com no máximo 10 anos de expedição.

 

Existem ao menos três opções para se deslocar do aeroporto até o seu hotel. A primeira é o táxi ou transfer exclusivo que custa em média 17 mil pesos, dependendo do bairro em que fica seu hotel. O valor é tabelado e pago antecipadamente no guichê da empresa. A segunda opção é o serviço de transfer compartilhado, que é realizado em vans e custa 5 mil pesos por pessoa. A última e mais barata opção é o ônibus. São duas empresas, a Tur-bus (ônibus verde) e a Centropuerto (ônibus azul). Ambos saem do primeiro andar do aeroporto, em frente à saída 5, e fazem suas paradas nas entradas de algumas estações do metrô de Santiago.

 

Escolhemos ir de transfer exclusivo, que nada mais é que uma van exclusiva para você. Sairia por 18 mil pesos, mas como estávamos em hotéis diferentes foi cobrada uma taxa extra de 5 mil pesos, totalizando 23 mil pesos.

 

Cheguei no hotel por volta das 23h. Tomei um banho e fui descansar para o nosso primeiro dia em Santiago, o tour ao Vale Nevado e região.

 

09/10/2014 – Vale Nevado, Farellones e El Colorado

 

Resolver contratar o passeio com uma empresa de turismo de dois brasileiros que moram no Chile a muito tempo. O nome da empresa é Indo pro o Chile. O preço que nos foi cobrado foi de U$55,00.

 

O Passeio é de dia inteiro. Me pegaram no hotel às 08h e o retorno foi às 18h. No caminho paramos em uma loja de aluguel de equipamentos. Se for brincar na neve, é interessante o aluguel de pelo menos uma bota e uma calça impermeáveis. Após cerca de 60 curvas chegamos no Vale Nevado.

 

A temporada de esqui já estava fechada, mas ainda havia neve suficiente para brincar. Quando a temporada está aberta, aqueles que não vão esquiar não tem acesso as pistas, podendo apenas chegar próximo a elas. Como estava fechada, podemos caminhar e brincar nas pistas e sem pagar nada por isso.

 

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Depois de umas duas horas brincando na neve, o guia nos levou até uma outra estação de esqui próxima, a Estação Farellones, onde almoçamos em um agradável restaurante, com vista para a montanha. Depois do almoço ainda tivemos tempo para parar em um local onde havia muita neve onde pudemos brincar um pouco mais.

 

Depois de voltar a ser criança por algumas horas, era hora de regressar a Santiago. Após descer todas as 60 curvas, chegamos a loja para devolução do material alugado. O guia me deixou no hotel por volta das 18h.

 

Depois de descansar um pouco saímos para jantar e experimentamos um dos pratos típicos da cozinha chilena, a Chorrillana. Nada mais é que batata frita, carne, linguiça, salsicha, bacon, ovos fritos, pimenta, sal e algumas coisinhas mais. Ou seja, totalmente saudável!

 

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Espero que estejam gostando!

 

Continua no próximo post!

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Olá viajantes!

 

Após uma boa noite de sono, acordei por volta das 09h, encontrei meu primo e sua esposa e fomos bater perna por Santiago. Esse dia foi separado para conhecer toda a região central e seus principais pontos turísticos a pé. Andamos bastante e só utilizamos o transporte público (metrô) para voltar ao hotel no fim do dia. Para quem gosta de andar é uma opção bastante interessante.

 

Iniciamos nosso walking tour pelo Palácio de La Moneda, a sede do governo chileno. É um prédio histórico, onde funcionou a Casa da Moeda chilena. Não fizemos o tour interno. Apenas conhecemos por fora.

 

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De lá seguimos para o Paseo Ahumada, a principal rua de comércio do centro de Santiago. Nessa rua há filiais da Ripley e Falabella. Bem próximo dali estão as casas de câmbio, nas ruas Agustinas e Moneda. Recomendo que troquem seus reais por pesos chilenos nesse local. É que como disse anteriormente, o real só tem uma boa cotação em Santiago. No interior ele desvaloriza bastante. E apenas em alguns poucos locais de Santiago o real é aceito, e mesmo assim com cotação inferior a das casas de câmbio. Já o dólar tem a mesma cotação tanto em Santiago quanto no interior e é bem mais aceito nos restaurantes e hotéis.

 

Visitamos o Museo de Arte Pré-colombiano. Com milhares de peças do período pré-colombiano pertencentes a vários povos que habitavam o continente americano antes da chegada dos espanhóis, é muito interessante, principalmente para quem ainda não visitou o Peru e seus museus. O ingresso custou 3000 pesos.

 

Bem próximo fica a Catedral Metropolitana de Santiago. Muito bonita, repleta de obras de arte e rica em detalhes, é um local que deve ser visitado até mesmo por quem não é católico.

 

A próxima parada foi a Plaza de Armas, que estava fechada para reformas. Foi possível perceber que ela é grande e arborizada e está rodeada por diversas construções históricas, como a Catedral Metropolitana, o prédio dos Correios e o Museu Histórico Nacional.

 

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Seguimos para o Mercado Central. De um lado fica o verdadeiro mercado, onde os santiaguinos compram pescado e verduras. Do outro, o mercado turístico, onde diversas pessoas, muitas delas falando português, vão fazer de tudo para que você almoce em seu restaurante. Vale uma passada rápida, até porque existem melhores restaurantes e com preços mais em conta na região.

 

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Hora da para para almoço. Escolhemos um pequeno restaurante e pedimos o menu do dia. Em Santiago é comum os restaurantes oferecerem um menu composto por entrada, prato principal, sobremesa e uma bebida por um preço especial. Os restaurantes que oferecem o menu normalmente colocam uma placa na frente informando o preço e a composição do menu. Fica a dica para economizar com as refeições.

 

Caminhamos até o Cerro Santa Lucia. É um morro localizado na região central de Santiago de onde tem-se uma bonita vista da cidade estando dentro dela. Além disso, o Cerro faz parte de um parque que é bem bonito. Vale muito a pena caminhar por lá e subir até o mirante localizado no ponto mais alto. Para chegar lá é preciso encarar escadas e rampas. No caminho há algumas paradas como a Terraza Neptuno, uma grande fonte de água inspirada na Fontana di Trevi, de Roma.

 

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Seguimos para o Cerro San Cristóbal, passamos pelo bairro Bellavista. É o bairro boêmio de Santiago, onde estão concentrados a maioria dos bares e boates. A tarde muitos dos bares já estão cheios, para quem gosta, é um bom local para uma parada estratégica.

 

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O acesso ao Cerro San Cristóbal, um dos morros mais altos da cidade, se dá através de um Funicular, espécie de trem, ou para os mais animados a pé ou de bicicleta. No alto do morro há um santuário religioso. A vista é panorâmica. sendo possível ver toda Santiago e a Cordilheira dos Andes. É de lá, no inverno, que se tira aquela clássica foto de Santiago, com a cidade a frente e a Cordilheira atrás toda branca da neve.

 

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Para finalizar caminhamos pelo bairro Providência, um dos bairros mais modernos de Santiago. É nesse bairro que está o Shopping Costanera, maior shopping da América do Sul e a Gran Torre Costanera, o prédio maios alto da América Latina, com 64 andares e 300 metros de altura.

 

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Espero que estejam gostando!

 

Continua no próximo post!

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O QUE FAZER EM UM DIA LIVRE EM SANTIAGO!

 

 

Olá viajantes!

 

Sabe aquele dia extra que você reserva para uma eventualidade, um imprevisto e felizmente tudo ocorre como o planejado? Pois é, esse foi o meu caso. Já havia conhecido os principais pontos turísticos de Santiago e ainda tinha um dia por lá. Fui atrás de alguns outros pontos turísticos pouco visitados e locais visitados apenas pelos chilenos, o que me rendeu experiências agradáveis. Então vamos as sugestões!

 

Paseo Ahumada

 

Bem no centro da cidade, é uma rua comercial fechada onde os santiaguinos fazem tranquilamente suas compras. Para quem gosta de se envolver na rotina local é uma ótima opção. Uma curiosidade são os Cafés com Pernas, cafeterias que possuem como atração principal as funcionárias e não o café, é que elas se vestem com saias curtíssimas para chamar a freguesia.

 

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Parque Ohiggins

 

Parque localizado próximo a região central. Fui a pé do meu hotel, porém para quem preferir utilizar o metrô, há uma estação bem ao lado chamada Parque Ohiggins. É um parque completo, com área de shows, arena poliesportiva, parque de diversões, piscinas públicas, ciclovia, pista de skate, patins, lago, área para churrasco, etc. Fui no domingo e estava lotado de santiaguinos com suas famílias curtindo o dia de sol.

 

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Shopping Costanera Center

 

Maior shopping center da América Latina, fica localizado no bairro de Providência. São 6 andares com lojas chilenas e internacionais. Para quem gosta de compras é uma boa. Até porque possuí lojas que não são encontradas na maioria das cidades brasileiras. Não vi nada diferente do Brasil em relação aos preços.

 

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O Restaurante Giratório

 

É um restaurante que fica no topo de um prédio no Bairro de Providência. É um lugar bastante conhecido em Santiago e bastante frequentado por brasileiros. A vista da cidade é incrível e como o nome diz, o restaurante gira, sendo possível ter uma visão de 360º da cidade. É aconselhado fazer reserva, apesar de que fomos sem e não tivemos problemas.

 

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Restaurantes Peruanos

 

 

Quem conhece o Peru sabe que a comida peruana é muito boa. Como há muitos peruanos vivendo no chile e os países são vizinhos, há vários restaurantes de comida peruana na cidade. Eu que adoro não resisti e pedi um Cheviche, que na versão peruana é bem mais picante que na chilena. Para quem não conhece a culinária peruana é uma boa oportunidade de provar.

 

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Espero que estejam gostando!

 

Continua no próximo post!

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Cara que legal, saudades do Chile ! Bom ler seu relato, ainda mais que no dia que visitei as Cordilheiras, quando cheguei a Santiago jantei este mesmo prato light e saudável que você comeu hahahaha ! ::otemo::

 

Obrigado Ricardo Maia,

 

Também já estou com saudades. Realmente no Chile eles tem vários pratos "saudáveis"! kkkkkkkk

 

Abraço!

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  • 2 semanas depois...
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VISITANDO VALPARAÍSO E VINÃ DEL MAR POR CONTA PRÓPRIA!

 

Olá viajantes!

 

Quase todo brasileiro que vai a Santiago quer visitar Valparaíso e Viña del Mar. Nem que seja apenas para ver o oceano Pacífico pela primeira vez ou tirar aquela foto no famoso relógio de flores de Viña del Mar, separar um dia para conhecer essas cidades vale muito a pena.

 

Valparaíso e Viña del Mar são cidades irmãs e estão no litoral do Chile, distantes cerca de 130km de Santiago. Valparaíso é uma cidade portuária e histórica. Com construções antigas, cheia de morros e ladeiras, famosa por seus ascensores, pelos trólebus (ônibus movido a eletricidade) da década de 50 e por ser uma das residências do famoso poeta Pablo Neruda, também é sede do Congresso Nacional do Chile, que foi transferido de Santiago para lá na época da ditadura. Foi declarada recentemente patrimônio mundial pela UNESCO.

 

Viña del Mar é o balneário onde a elite Santiaguina vai curtir os verões. A cidade, além do seu mundialmente conhecido por seu relógio de flores, possui diversos hotéis e restaurantes de alta gastronomia.

 

 

 

Como ir?

 

Desde Santiago é possível visitar a cidade através de um tour contrato em uma das diversas agências de turismo e que custa cerca de 65 dólares, incluindo o transporte e o guia. Os passeios costumam sair de Santiago no início da manhã e voltar no início da noite.

 

Outra opção é alugar um carro. O legal é poder parar para curtir o visual da estrada, que é muito bonito.

 

A terceira é utilizar o transporte público.

 

Como sou um bom mochileiro, não sou muito de fazer passeios por agências de viagens. Escolhi conhecer essas cidades por conta própria e utilizando o transporte público. Tive ainda o privilegio de ter a companhia de um amigo chileno que me guiou pelas principais atrações das duas cidades, além de é claro, dividir um pouco da cultura chilena comigo.

 

Há ônibus das empresas Turbus e Pullman saindo a cada 15 minutos do Terminal Alameda (em frente à estação Universidad de Santiago – linha 1 vermelha). Cada trecho sai por cerca de 3.400 pesos e você pode voltar tanto de Valparaíso, como de Viña del Mar. A viagem demora em média 01:30h. Dessa forma, as passagens ida e volta saem por cerca de 6.800 pesos chilenos ou 12 dólares. A diferença é enorme em comparação aos 65 dólares cobrados pelas agências de turismo.

 

Eu optei por ir primeiro a Valparaíso. Peguei o ônibus em Santiago às 08:30h e às 10h cheguei em Valparaíso. Na rodoviária há um guarda volumes onde você pode deixar sua mochila grande, caso esteja com ela. Há também um guiché de informações turísticas onde você pode retirar um mapa da cidade e pedir orientações das direções dos pontos turísticos.

 

Bem ao lado da rodoviária está o mercado Cordonal Velho de Valparaíso. Para quem gosta é uma boa pedida. Dali pode-se caminhar pelo centro de Valparaíso até a região portuária para ver os lobos marinhos e os navios da marinha chilena.

 

De lá após uma boa caminha cerro acima, chega-se a casa do famoso poeta Pablo Neruda, porém quando fui ela estava fechada para reformas. De lá retornamos ao centro, onde aproveitei para conhecer uma comida típica chilena chamada “Completo”. É bem parecido com o nosso cachorro quente, porém não é quente e no lugar do ketchup eles colocam abacate.

 

Subimos ao Cerro Concepcion, de onde se tem uma vista linda das duas cidades. Para descer utilizamos um dos inumeros elevadores de Valparaíso e fomos em direção ao porto.

 

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A próxima parada foi a Plaza Sotomayor, pertinho do porto. É a principal praça da cidade. Nela está a Armada Chilena e o Monumento aos Heróis de Iquique.

 

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Do porto há duas opções de transporte público até Viña del Mar. A primeira é o metrô de superfície e a segunda ir de ônibus. Optamos pela segunda. Basta pegar algum onibus que siga no sentido de Viña e perguntar se passa no relógio de flores.

 

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Pertinho do relógio de flores está essa linda praia. Para os mais animados ou na época de calor é um ótimo local para um mergulho.

 

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Bem ao lado do relógio de flores há um caminho que leva até o alto de um cerro de onde se pode apreciar mais um linda vista da cidade.

 

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Para finalizar você poderá caminhar pelas ruas da linda Viña del Mar. Nos optamos por ir até um bar e tomar uma boa cerveja chilena e bater um bom papo.

 

Para quem retorna para Santiago, basta pegar um ônibus que vá para Valparaíso e pedir para descer próximo ao terminal, ou então, caso não tenha deixado nada no guarda volumes do terminal de Valparaíso, seguir para o terminal de Viña del Mar, pois de lá também saem ônibus para Santiago a cada 30 minutos.

 

Como eu havia deixado minha mochila no guarda volumes, retornei a Valparaíso e segui para Santiago no ônibus das 20h.

 

Recomendo a todos que façam esse tour de forma independente. Além de economizar bastante, terão a liberdade de conhecer os lugares que quiserem e lá permanecerem o tempo que desejarem. Não serão levados a restaurantes com preços abusivos, coisa que os guias sempre fazem. Caso tenha disponibilidade de tempo, vale a pena passar uma noite por lá, principalmente se for no verão.

 

Espero que estejam gostando!

 

Continua no próximo post!

 

Próxima parada: Pucón!

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PUCÓN! A CIDADE DO VULCÃO!

 

Olá viajantes!

 

Chegou o momento de relatar o que deveria ser o ponto alto da minha viagem ao Chile. Entretanto, por motivos de saúde (peguei faringite e fiquei de cama por dois dias), não deu para conhecer muito da cidade. Pucón era uma das cidades que eu mais desejava visitar no Chile. Localizada a 780km ao sul da capital Santiago, é uma região de belezas naturais incomparáveis, sobretudo o majestoso e ativo Vulcão Villarrica.

 

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Como ir?

 

Eu escolhi fazer um trajeto um pouco diferente da maioria dos brasileiros que vão ao Chile e normalmente fazem um bate e volta até Valparaíso e Viña del Mar e só após retornarem a Santiago partem para a próxima cidade do roteiro. Eu levei minha mochila para Valparaíso e de lá mesmo embarquei em um ônibus com destino a Pucón. Mas existem outras opções para se deslocar até essa linda cidade.

 

Avião: Você pode pegar um voo até a cidade de Temuco e de lá seguir via terrestre até Pucón, que fica a uma distância de 122 km.

Ônibus: De Santiago a viagem demora em torno de 12 horas. Prefira as viagens noturnas. No Chile as rodovias são seguras, bem sinalizadas e os ônibus são confortáveis. Muitos deles oferecem jantar e café da manhã dentro do próprio ônibus. Além de tudo isso, você ainda economiza com a hospedagem.

 

O que fazer?

 

Muito procurada no verão por chilenos e argentinos, que buscam a pratica de atividades ligadas ao ecoturismo, incluindo esqui aquático, snow-board, trilhas, rafting, cachoeiras belíssimas e a escalada do Vulcão Villarrica. No inverno e início da primavera (época que fui), muitas dessas atividades ainda não estão disponíveis. Meu objetivo principal era realizar a escalada do vulcão, porém devido a uma virada no tempo isso não foi possível. É que nessa época ainda há possibilidades de nevascas no vulcão e no dia que me programei para fazer a escalada o tempo mudou e a agência cancelou por motivos de segurança.

 

No fim das contas essa mudança de tempo acabou me livrando de uma frustração ainda maior. É que logo ao retornar da agência com a notícia que a subida não seria possível, comecei a sentir os sintomas da faringite. Já nesse dia não consegui me alimentar e com muita dor procurei o atendimento médico da cidade. Utilizei o seguro saúde e precisei de dois dias para começar a me recuperar. Isso porém é tema para um post específico explicando como usar o seguro saúde no exterior.

 

As fotos abaixo foram tiradas no dia da minha chegada a Pucón.

 

 

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O vulcão pode ser visto de qualquer ponto da cidade e realmente a cidade foi construída muito próxima dele. Caminhando alguns quarteirões chega-se ao lago. Com águas geladas e arreia vulcânica acabei não resistindo e entrando um pouco. Aluguel uma bicicleta e pedalei por toda cidade, mas a cidade é tão pequena que caminhando poderia ter feito o mesmo trajeto tranquilamente.

 

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Como o vulcão ainda está ativo, existem diversas placas como essa informando as rotas de fuga em caso de erupção.

 

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Aproveitei para provar mais um pouco da culinária Chilena. O prato abaixo se chama “lomo a lo pobre”. Nada mais é que bife acebolado, batata frita e ovo frito, porém com uma pitada especial do tempero chileno.

 

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Abaixo uma das bebidas típicas do Chile, o “Mote con Huesillos”. Dizem que não existe nada mais chileno que um Mote con Huesillos. Isso é tão verdade que virou até uma expressão popular. Quando querem falar que algo é genuinamente chileno, soltam um “Más chileno que el mote con huesillos”

 

Trata-se de um um chá gelado feito com grãos de trigo cozidos, pêssegos desidratados e aroma de canela. Vale a pena experimentar.

 

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Fiquei na cidade três dias, sendo que em dois deles estava doente e não pude fazer nenhuma atividade. Ficou a vontade de voltar para conhecer as demais atrações da cidade e realizar a escalada do vulcão, se o tempo permitir.

 

Continua no próximo post!

 

Próxima parada: Valdívia.

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