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De Carro - De Florianópolis/SC à Argentina, Chile e Uruguai - Outubro 2014

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Como de costume, chegou a minha hora de retribuir a todos que de uma forma ou outra nos ajudaram a realizar essa aventura, que com certeza até hoje foi a viagem mais prazerosa que fizemos.

Não vou citar nomes de quem nos ajudou, para não correr o risco de esquecer alguém, mas diante já deixamos nosso muito obrigado.

 

Enfim, começamos planejar nossa viagem em meados de Dezembro de 2013, e fomos levantando o máximo de informações possível para conseguirmos montar nosso roteiro e começar a trabalhar nele.

Tomamos conhecimento das documentações pessoais e para o veiculo e fomos providenciando, e programando para as documentações que deveriam ser emitidas mais próximo da saída da viagem.

 

Mesmo com muito tempo de programação, a ultima semana é correria. As malas começaram a serem feitas na terça-feira (30/09), mas somente na sexta-feira as 23 horas elas foram fechadas e colocadas no carro. Enfim, todas as documentações foram feitas com antecedência exceto a carta verde que é o seguro obrigatório para dar entrada na argentina e no Uruguai. Como nosso carro está registrado no nome do meu pai, tive que fazer todas as autorizações para conseguir entrar nos outros países..... voltando a carta verde então, as 23 horas fui na casa de meu pai para que ele assinasse a bendita para não ter problemas com as policias argentinas e uruguaia. Cheguei em casa as 23:30 tomei banho e fui dormir as 00:15 e já pensando em acordar cedo.

 

Nosso roteiro ficou da seguinte forma: 598dbf6005496_RoteiroGeral1.jpg.9a909a6c829ce27115b05dfa2653517b.jpg

Porém na pratica fizemos uma alteração onde que de Junin de Los Andes AR seguimos o caminho dos 7 Lagos e não como está descrito no mapa, o restante foi exatamente a ordem do mapa.

 

Demonstrativo Geral

Dias Viagem 21

Km Rodados 7.486

Litros de Combustível 600,64

 

 

 

Primeiro Dia (04/10/2014 - Sábado) – Florianópolis SC - Uruguaiana RS

Acordamos as 03:15 tomamos banho e café organizamos as últimas coisas que faltavam e exatamente as 04:18 saímos de São José, SC com destino Uruguaiana, RS nada mais e nem menos que 1088 km de distância.

Tudo estava ainda escuro e após 1 hora de estrada, já começamos a ver o dia amanhecer isso já estávamos entre Laguna/SC e Tubarão/SC, após isso o dia já havia amanhecido, o transito estava muito tranquilo e fez com que nossa viagem rendesse de acordo como o planejado, assim exatamente as 06:53 entramos no estado do RS. Como planejado, programamos chegar em Porto Alegre RS perto das 09 da manhã e assim aconteceu, até com alguns minutos de antecedência.

Ao passar Porto Alegre pegamos a BR-290 que corta o estado do RS de Leste a Oeste, nos primeiros 300 km a BR possui concessão com uma empresa privada, sendo assim são 300 km de estrada perfeita e praticamente em linha reta... o que fez nossa viagem continuar rendendo bastante.

Paramos para abastecer em uma cidade 150 km depois de Porto Alegre, e seguimos viagem admirando as imensas áreas verdes do tão comentado pampa gaúcho .. .gostei muito desse caminho pois me fez relembrar minhas origens. Continuamos até chegar em Rosário do Sul, onde paramos para almoçar.... e serviu para confirmar ainda mais que refeições no RS são muito boas. Almoçamos em 20 minutos e seguimos estrada por mais 3 horas..

Exatamente as 15:45 chegamos em nosso destino, estava muito tranquilo para dirigir mais uns 400 km, mas como reservamos hotel em Uruguaiana antecipadamente, e precisamos justificar o voto amanhã, preferimos parar por hoje.... pensando bem está de bom tamanho rodar quase 1100 km em quase 11 horas ininterruptas.

Nosso gps tratou de dar uma enganada e fizemos 4 quadras a mais, mas enfim, chegamos em nosso hotel, simples, mas porém com uma cama boa que era o que precisamos. Demos entrada no hotel e no balcão perguntei se existia alguma casa de câmbio para trocarmos moedas para entrar na Argentina. Para isso a atendente ligou para um cambista de confiança e o mesmo veio até o hotel com o dinheiro para trocar. Admito que a cotação não foi uma das melhores, mas era o que tínhamos de momento. Em conversa com o cambista, ele possuía também moeda chilena em mãos, acabei já pegando o valor equivalente a 300 reais para facilitar a nossa vida quando formos entrar no chile.

Feito isso saímos para conhecer a cidade e tomar um café. Admitimos que a cidade não tem muitos atrativos.

Tomamos um café e tiramos algumas fotos e voltamos para o hotel. Conversamos um pouco e baixamos as fotos e paaaahhhhh..... a Mary capotou e eu fiquei organizando as coisas e escrevendo esse relato, rsrsrs.

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Segundo Dia (05/10/2014 - Domingo) – Uruguaiana RS - Santa Fé AR

Acordamos as 07:30 da manhã, o dia amanheceu chuvoso, chovendo muito forte (típico do oeste dos estados do sul). Fomos ao café as 8:00 para garantir mais 470 km de estrada hehehe, o café do hotel até que estava razoável levando em consideração o padrão do hotel.

Enfim, malas no carro efetuamos o pagamento do hotel e saímos, como era domingo de eleição tínhamos o dever de cidadão de ao menos justificar o voto e assim fizemos. Pedimos informação em um posto de gasolina para encontrar a seção eleitoral mais próxima que foi em um colégio.

Feito isso, partimos para a fronteira. Como nunca havia feito a travessia antes, parei na polícia federal brasileira para perguntar se teria algum trâmite ao sair do Brasil mas não necessita, assim passamos pela ponte que liga Brasil com a Argentina sob muita chuva e chegamos na aduana argentina.... um olhou para o outro e agora? Hehehehe.

Parei o carro e perguntei para um policial como deveria ser feito, ele cordialmente mostrou a sala para darmos entrada no país. Pegamos os passaportes e em 10 minutos tudo pronto, já estávamos aptos para entrar na Argentina. Em passo de Los Libres existe um posto de gasolina da YPF a 100 metros de distância da aduana, então resolvi abastecer logo para ir até Santa Fé sem abastecer. Agora sim, passaporte carimbado, carro abastecido e pé na estrada.

Iniciamos muito bem, a Ruta 14 esteve em obras e foi transformada em uma auto pista com limite de velocidade a 110 km/h, mesmo com chuva a pista estava muito boa para trafegar. Nesse momento estava torcendo para que continuasse a chover, pois estávamos atravessando as províncias de corrientes e entre rios onde a polícia argentina tem fama de ser corrupta, e o tempo estava colaborando.

Rodamos uns 100 km e pegamos a RN 127, totalmente ao inverso da RN 14, como é uma estrada de concreto, a cada 2 ou 3 metros aproximadamente ela tem uma fenda com objetivo de permitir ao concreto dilatar ou contrair dependendo da temperatura, só que o detalhe é que muitas vezes o alinhamento de um bloco com o outro não são nem perto de ser igual, causando muito barulho de suspensão e muito solavanco, já que o carro não é um dos mais macios para rodar. Nesse momento começou dar uma dó do carro pois a estrada é muito ruim mesmo e isso continuaria por aproximadamente uns 100 km. Continuamos nossa travessia em média 60 a 70 km/h, até que ..... um policial nos mandou parar o carro, obviamente parei no mesmo instante e baixei o vidro e cumprimentei o mesmo, o mesmo cordialmente nos cumprimentou e perguntou de onde vinhamos e para onde iríamos, e na cara dura pediu ‘una contribuicion’, como já tinha limpado minha carteira e deixado alguns pesos para essa finalidade, peguei 20 pesos e deixei com ele nos desejou boa viagem, ao sair a Mary ficou um pouco nervosa com a situação pensando o que seria de nós durante a viagem, rsrsrs. Então rodamos mais uns 3 km e novamente mais uma vez fomos parados pela polícia, mas dessa vez somente documentação conferida e nos desejou boa viagem.

E a chuva voltou a cair e seguimos viagem tranquilamente sem mais nenhum imprevisto e por volta de 15 horas chegamos na cidade de Paraná, pagamos o pedágio para passarmos o túnel subfluvial, que era mais uma novidade que estávamos conhecendo, acredito que tenha 1 km e pouco de extensão, e do outro lado chegamos a cidade de Santa Fé. E o gps não localizava o endereço do hotel que tínhamos reservado, então paramos em um posto e perguntamos para uma frentista e fomos nós a procura. Rodamos um pouco e não localizamos paramos em outro posto e percebemos que a frentista de antes havia passado o endereço errado, e em poucos minutos estávamos na frente do hotel.

O hotel era fantástico, muito bem equipado e tudo de excelente gosto. Fizemos o check-in e fomos para o quarto mais uma surpresa, o quarto era gigante e tinha uma vista espetacular para o porto de Santa Fé. Trocamos de roupa e saímos para almoçar e conhecer a cidade.

Gostamos muito da cidade, uma cidade bem tranquila com muito carros na rua e com vitrines de lojas sem grades isso nos fez concluir que não existem muitos roubos por lá. Mas enfim paramos em um café da franquia balcarce e pedimos um sanduiche e um café que por sinal estavam excelentes.

Após fomos conhecer a cidade, passamos por algumas praças fizemos algumas fotos e fomos para o hotel pegar o pôr do sol naquela vista. E assim foi, fizemos algumas fotos e ao anoitecer ficamos assistindo tv e dormimos pois o outro dia teríamos 980 km até Mendoza.

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Terceiro Dia (06/10/2014 – Segunda-feira) –Santa Fé AR – Mendoza AR

Mais um dia começava, e como combinado acordamos cedo e começamos a arrumar as malas e descemos, colocamos as mesmas no carro e pagamos o hotel. Após o café já estava sendo servido então tomamos café e as 7:15 saímos em direção a Córdoba pela RN 19.

Já na saída da cidade pegamos um pedágio, então perguntei se tinha algum posto de combustível próximo e a atendente falou que somente em San Francisco que fica cerca de 130 km de Santa Fé, e assim fomos novamente em uma auto pista (RN 19) em excelentes condições. Cerca de 1 hora depois chegamos em San Francisco e abastecemos o carro novamente em um posto da YPF que são considerados os combustíveis de maior qualidade na Argentina.

Após isso pegamos a RN 158, agora pista de mão dupla mas em boas condições e continuamos por mais algumas horas. Passamos pelas cidades de Villa Maria e mais algumas, as paisagens eram bonitas e estávamos tranquilos com nossa viagem.

Aos poucos fui me incomodando com uma situação de que estava perdendo muito tempo para passar pelas cidades, pelo motivo de que a Rodovia passa no meio da cidade e consequentemente tem no mínimo uns 10 a 15 semáforos fazendo com que perdêssemos no mínimo 20 minutos parados em cada cidade. Mas tranquilo, não estamos cumprindo horário .... mas pra quem tem que fazer quase 1000 km em um dia isso deixa meio ‘putiado’ hehehe.

E assim continuamos, durante o percurso nessa ruta fomos parado mais uma vez pela polícia, mas novamente sem problemas somente conferencia de documentos e boa viagem.

As 16 horas entramos na Ruta 7, novamente uma auto pista e com limite de velocidade em 120 km/h, nesse momento o calor estava acima das 34ºC e o sol na cara pegando. Andamos mais um pouco e percebi o carro balançando um pouco como se fosse pneu com pouca pressão, parei em um posto logo a frente, mas não tinha nada era somente coisas da cabeça, rsrsrs.

Andamos mais um pouco e vimos uma placa que estava escrito ‘Próximo posto de serviços a 165 km’, e não é que era verdade, rodamos, rodamos e rodamos, para se ter uma ideia passamos por uma reta que possui mais de 60 km, esse caminho é uma área desértica onde somente uma vegetação rasteira ou de porte baixo predomina, e o calor que é predominante é claro.

Enfim depois de quase exatamente 12 horas na estrada chegamos a Mendoza e tivemos o privilégio de contemplar a cordilheira dos Andes fazendo o papel de cortina para a cidade no entardecer.

Fomos ao encontro do hotel que tínhamos reservados e para nossa surpresa a cidade estava com o comercio todo aberto as 19:15 da tarde, isso da tarde pois lá o sol se põe após as 20:30 horas. Encontrado o hotel, fizemos o check-in deixamos as malas no quarto e fui deixar o carro na garagem (cochera como é chamado lá) que ficava a 5 quadras do hotel em um estacionamento particular. Retornando ao hotel, tomamos um banho mais que merecido e saímos para jantar, como não conhecíamos nada, paramos em um café da franquia Bonafide que o local era bem agradável. Após jantar, passamos em uma banca de revistas e compramos um mapa da cidade com os pontos turísticos e outro mapa das vinícolas, que era um dos principais objetivos nessa cidade.

As 22 horas voltamos para o hotel para o sono dos justos, pois o dia tinha sido um tanto cansativo.

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Quarto Dia (07/10/2014 – Terça-feira) – Mendoza AR

Acordamos um pouco mais tarde como de costume, aproximadamente as 9 horas, pois o dia seria mais tranquilo. Logo tomamos café no hotel e saímos para conhecer a cidade, detalhe que saímos com roupas de frio, já que nas cidades anteriores a temperatura estava entre 13 e 15 graus e para nossa surpresa os termômetros estavam marcando quase 30 graus as 9:30 da manhã. Assim não teve jeito, aguentamos um pouco de calor para depois deixarmos os casacos no hotel.

Agora sim, saímos em direção a praça San Martin, fizemos algumas fotos e fomos para a praça da Independência, onde tinha muitas pessoas sentadas nos bancos e gramado descansando e também nesse local tem uma feira de artesanatos locais, novamente fizemos algumas fotos e continuamos caminhando, em direção a praça Sarmiento que não tem muitas atrações a não ser por ter muitas crianças, pois existe uma escola bem próxima, seguimos então para o parque Ohiggins que possui uma grande faixa de grama para que as pessoas possam descansar.

Na chegada no dia anterior, tivemos algumas impressões da cidade que achamos muito interessantes. A primeira foi de como a cidade é arborizada, as ruas são cobertas por arvores criando assim algo semelhante a tuneis verdes, algo muito interessante e também serve como um bom método para manter a cidade com temperaturas mais amenas devido à sombra das arvores. Outra curiosidade é de como as pessoas usufruem das praças e parques nos horários livres, sempre tem gente deitada na grama descansando, muito interessante, e outra curiosidade é que o comercio fecha as portas as 13h e retorna as 16 horas e consequentemente fica aberto até mais tarde 21 horas, esse período durante o meio dia é reservado ao cochilo, ou cesta como chamamos em algumas regiões do Brasil. Durante esse período descansamos um pouco no hotel e compramos umas frutas para comer.

Depois saímos em busca de casa de câmbio para trocar dinheiro, onde não encontramos cotações boas para real, mas mesmo assim tivemos que trocar.

Renovado o estoque de pesos, saímos para almoçar um bife de chorizzo no calçadão que estava muito bom, e após paramos em uma farmácia para comprar alguns perfumes e alguns itens de maquiagem para a Mary, já que na Argentina os valores são bem inferiores comparados ao Brasil, feito isso hora de experimentar os sorvetes argentinos, e voltar para o hotel para tomar banho e preparar o próximo dia onde iriamos conhecer as vinícolas, desde sempre já sabia da Bodegas Lopez, portanto essa seria a primeira a ser visitada, após organizar o roteiro foi hora de descansar.

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Quinto Dia (08/10/2014 – Quarta-feira) – Vinícolas - Mendoza AR

Acordamos aproximadamente as 7 horas, tomamos café no hotel mesmo já estar enjoando de tanto croissant na Argentina conhecido como medialuna.... lá não existe pão de trigo, o café tem medialuna salgada, medialuna doce, medialuna recheada, medialuna integral... então já viu né, hehehe. Brincadeiras à parte, saímos do hotel e fomos buscar o carro para irmos as vinícolas que ficam na região de Maipú, uns 10 a 15 km do centro.

Chegamos com facilidade à Bodegas Lopez e jade cara ficamos impressionados com a organização do local, tanto que o segurança pediu para estacionar no local reservado e eu fui e já estacionei quando desci ele pediu para estacionar de ré, pois todos os carros estacionariam de ré.

Nesse local tínhamos uma visão das instalações da vinícola e ao fundo novamente a cordilheira dos andes fazendo a composição do cenário.

Enfim, esperamos alguns minutos para que o guia chegasse para nos atender, e do nada 2 ônibus chegaram lotados de crianças de 14 a 17 anos aproximadamente. Olhei pra Mary e falei, se eles perturbarem vou dar uns cascudos neles, então fomos divididos em dois grupos e saímos para a visita, e fiquei de cara com o comportamento das crianças, perguntavam ao guia, ficavam em silencio quando o guia falava... foi muito interessante.

Quando chegamos na parte de rotulagem, etiquetagem, e embalagem fiquei impressionado, pois todo o processo é mecanizado, ou seja, a garrafa passa em uma catraca e coloca a rolha e o lacre, depois segue na esteira e coloca o rotulo, segue para uma máquina que pega coloca dentro das caixas, isso são 6 caixas por vez e depois segue para outra máquina que faz um palet e embala com plástico filme.

Finalizando a visita, fomos para a sala de degustação, onde provamos alguns de seus vinhos e por sinal são excelentes, depois da degustação partimos para a compra de algumas garrafas, mas no final saímos com várias caixas, rsrsrs.

Até nesse momento estava tudo perfeito, até que fui manobrar o carro para tirar do sol e paaaa.... um belo amassado na tampa do porta malas, nesse momento me senti derrotado, mas acontece.

Saímos da Lopez e iriamos para a vinícola Luidgi Bosca, mas acabamos passando pelo local e encontramos uma Bodega menor e que trabalha de forma bem artesanal chamada Bodega Lagarde, entramos e já pegamos um guia que estava iniciando a visita para alguns turistas e como não era novidade, todos brasileiros. Conhecemos as instalações da vinícola, uma parte das plantações e depois fomos para mais uma degustação e finalizando com mais uma compra de vinhos e espumantes, mas dessa vez não pegamos tão pesado como na Lopez, heheheh.

Saímos da Lagarde e fomos em direção ao centro, quando passamos pelo Wallmart e resolvemos parar para comprar algumas coisas que estavam faltando, aproveitamos e compramos azeite de oliva e almoçamos na praça de alimentação.

Após fomos para o centro, a Mary foi comprar algumas lembranças da cidade e eu fui para um posto de serviços para lavar o carro, pois a viagem suja pra caramba.

A noite saímos para fazer algumas fotos da praça e das ruas.

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Sexto Dia (09/10/2014 – Quinta-feira) – Travessia Cordilheira dos Andes – Mendoza AR – Santiago CH

Acordamos as 6 da manhã, e para nossa surpresa o dia amanheceu totalmente nublado e com algumas pancadas de chuva, mas mesmo assim não desistimos. Tomamos café e enquanto eu busquei o carro a Mary desceu com algumas malas. Colocamos as malas no carro pagamos o hotel e estrada vamos nós....

Na saída o carro já estava marcando 11ºC, paramos em um posto logo na saída da RN 40 para completar o tanque, e perguntei para o frentista se na alta cordilheira seria muito mais frio que a temperatura que estava no momento, ele simplesmente falou ‘se preparam com roupa, pois como o tempo está hoje pode acontecer de nevar’.... já encostamos o carro na lateral do posto e fomos pegar mais casacos, eheheh.

Seguimos viagem e a temperatura chegou a 5ºC e tinha uma mistura de sensações. A primeira de que poderíamos ver nevar, mas por outro lado, fizemos mais de 2.500 km para chegar até o momento e não conseguir ver a imensidão da cordilheira, mas continuamos e paramos para fazer algumas fotos em um local onde não tinha tanta neblina.

Continuamos por mais uns 50 km e o tempo foi abrindo e o sol aparecendo, e mais a frente um dia lindo sem nenhuma nuvem nos deu bom dia.... Agora sim, estávamos extasiados com as paisagens que víamos e mudavam ao tempo que iriamos avançando. Passamos pela cidade de Uspallata e seguimos pelas paisagens secas e paramos para algumas fotos, a viagem seguia e cada vez mais ficávamos admirados e contemplando a imensidão da cordilheira.

Andamos mais alguns quilômetros e próximo à estação de ski penitentes fomos parados novamente pela polícia argentina, mas novamente sem problemas somente conferencia de documentação e boa viagem.

Quando estávamos chegando próximo ao mirante do Aconcágua, vimos a Puente del Inca e novamente paramos mas ao abrir a porta do carro percebemos que o vento era muito e mais muito gelado, mas fomos lá passamos entre algumas cabanas de artesanatos locais e chegamos ao local, contemplamos a beleza fizemos algumas fotos, olhamos os artesanatos mas não compramos nada. Voltamos a estrada e passamos pela entrada do cerro Cristo Redentor, mas como estávamos de carro baixo optamos por não subir e enfim chegamos no mirante do Aconcágua... A imponência do gigante mesmo um pouco distante é algo inexplicável e difícil de colocar nesse relato. Mais algumas fotos e muito vento e frio e seguimos pela estrada até a fronteira mais conhecida como Paso de Los Libertadores.

Entramos no túnel Cristo Redentor e logo na saída já conseguimos avistar a aduana e mais um pouco já pegamos a fila para fazermos a documentação de saída da Argentina e entrada no Chile, ficamos nessa fila por mais ou menos 1 hora, até que chegou nossa vez. Estacionamos o carro no lugar onde o segurança autorizou e entramos nos guichês para darmos a saída na Argentina, preenchemos os formulários e carimbamos os passaportes, também declaramos a saída do carro da Argentina, a segunda parte é dar entrada no Chile, mesmo procedimento carimbar passaportes e dar entrada do veículo. Feito isso fomos até onde o carro estava estacionado para a revista, onde dois policiais estavam nos esperando... iniciando a revista pediram para tirarmos todas as malas e abri-las, como já sabíamos que não é permitido passar com derivados de animais e frutas não tínhamos nada que impossibilitasse, até que deparamos com os vinhos onde somente 2,5 litros por pessoa é permitido, e nós tínhamos muito mais. Mas enfim resolvemos o problema e fomos liberados.

Seguimos pela estrada por poucos km e logo chegamos aos tão falados ‘caracoles’ logo no primeiro mirante paramos para fotografar e percebi que o segundo mirante tem uma vista quase melhor que o primeiro... parei no segundo mas a Mary ficou com medo de descer junto e ficava de falando para não chegar muito perto do abismo, então fiz algumas selfs pois era o jeito e seguimos por todas as curvas e fomos em direção a cidade de Los Andes e depois fomos direto para Santiago.

Chegamos em Santiago aproximadamente as 16 horas, o transito é bem carregado mas são bem respeitosos com carros de outros países, dando espaço para trocar de faixa etc... enfim depois de auto pistas e costaneiras como os conhecidos rodoanéis no Brasil chegamos ao endereço do apartamento que tínhamos reservado. Logo na chegada perguntei para um carabineiro (policial) se poderia estacionar no local para conversar na portaria de como proceder para se hospedar, mas ele falou que não poderia estacionar ali então a Mary foi até a portaria enquanto eu dei a volta no quarteirão, ao chegar a Mary já estava à minha espera e disse que não tinha entendido nada do que o porteiro falou, heheheh. Então expliquei a situação para o policial e ele deixou estacionar ali e enquanto fui na portaria ele ficou próximo do carro. Após resolvido, fui colocar o carro na garagem e ele me falou para tomar cuidado com eletrônicos deixados dentro do carro, pois tinha esquecido uma câmera fotográfica no console. Agradeci pela gentileza do policial e guardei o carro na garagem.

Fomos ao apartamento e deixamos as malas, o apartamento era bem equipado e tinha tudo o que precisávamos. Logo saímos e fomos caminhar pelo centro a procura de casas de câmbio para trocar dinheiro. Trocamos em uma casa de câmbio na rua Angostinas, onde tem várias casas de câmbio e conseguimos uma cotação até interessante por ser em uma casa de câmbio, e não em cambio paralelo.

Feito isso, fomos ao supermercado comprar suco e comida e voltamos para o hotel com o mapa do turistik (empresa de ônibus que faz o city tur) para planejarmos os próximos dias na capital do Chile, e reservamos a visita na Vinícola Concha Y Toro para o sábado as 14 horas.

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Sétimo Dia (10/10/2014 – Sexta-feira) – Santiago CH

Amanheceu o dia em Santiago com um belo dia de sol e temperatura super agradável, em torno de 15ºC isso é muito bom para quem tem o ia inteiro para conhecer a cidade.

Decidimos então ir até o mercado público para comprar as passagens do turistik (city tur) e assim fomos. Ao chegarmos no mercado público procuramos pela empresa e não encontramos então perguntamos para um senhor que trabalha lá e o mesmo foi nos levando até o local e perguntando de onde éramos e então foi que ele perguntou para um atendente de outra loja se o turistik já estava aberto, e o mesmo respondeu que não.

Foi ali que percebemos que o cara era brasileiro e começamos a conversar e nos contou sua história no chile, que já faziam 7 nos que morava em Santiago e que nasceu no Rio de Janeiro seu nome é Eduardo, muito gente boa e acabou nos repassando informações muito validas para quem acabou de chegar na cidade.

Foi até que falamos do city tur e ele falou também vendia esses pacotes mas que se ele pudesse dar uma sugestão era para fazermos isso caminhando, e que em um dia poderíamos visitar a maioria dos pontos turísticos já que a localização de onde estávamos hospedados era bem no centro dos principais pontos.

Então decidimos pegar o nosso mapa da cidade e caminhar um pouco. Saímos do mercado público e passamos pelo Museu de Belas Artes e fomos em direção ao Cerro San Cristóbal, que era o local mais distante, portanto decidimos visitar pela manhã já que estávamos descansados.

Na chegada ao Cerro San Cristóbal você compra um ingresso para o funicular que te leva da base até o topo pelo valor de $2.000 pesos chilenos. Chegando no topo temos a vista privilegiada de Santiago e de sua imensidão. Também existe um altar (religioso) em homenagem a San Cristóbal onde fizemos uma oração, e tiramos algumas fotos e descemos.

Voltamos para o centro e almoçamos descansamos alguns minutos e fomos visitar a Praça Vicuña Mackenna registramos e fomos seguindo a rua La Moneda seguindo a multidão onde passamos pela Universidad Católica, Biblioteca Nacional, Universidad de Chile e chegamos na Plaza de La Ciudadania que possui a Bandeira do país em seu centro e que fica em frente ao Palácio de La Moneda, obviamente que fizemos muitas fotos nesse local. Seguimos para a Plaza de La Constituição onde acontece a tradicional cerimônia de troca de guarda. Seguimos então para a Catedral que mesmo estando em obras é uma das atrações turísticas e em sua frente a Plaza de Armas que também está em obras e portanto não conseguimos visitá-la.

Em seguida voltamos para as proximidades do local onde estávamos hospedados e fomos visitar o Cerro Santa Lucia onde podemos contemplar o pôr do sol em meio aos edifícios da cidade.

E assim terminamos o primeiro dia em Santiago, um tanto cansados pois a caminhada foi longa.

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Oitavo Dia (11/10/2014 – Sábado) – Santiago CH

Neste dia dormimos até mais tarde, pois o primeiro compromisso que tínhamos era as 11 horas da manhã que era a cerimonia da troca de guarda que acontece aos fundos do Palácio de La Moneda na Plaza de La Constituición.

E assim fizemos, 10:30 horas da manhã já estávamos a postos em frente ao Palácio esperando os soldados atravessarem a avenida e ir em direção a praça.... e como não era de esperar algo diferente, as 11 horas nem um minuto a mais deu-se início a cerimônia. Uma cerimônia muito bonita e organizada e assistida por muitos turistas e pessoas locais. A partir desse momento consegui entender um pouco mais do respeito e orgulho que os chilenos possuem de seu país e de seus carabineiros (policiais).

Terminada a cerimônia voltamos ao apartamento e pegamos o carro e saímos em direção a vinícola Concha y Toro já que tínhamos a reserva para as 14 horas. Chegamos na vinícola em aproximadamente 30 minutos, e já entramos fizemos algumas fotos na frente e fomos para o restaurante pois ainda não tínhamos almoçado.... sugiro aos turistas que não querem gastar muito a almoçar em outro lugar, pois no restaurante da vinícola é um pouco mais caro, mas por outro lado, vale experimentar.

As 14 horas iniciamos o nosso tur pela vinícola, diga-se de passagem que esperava mais do tur por ser uma das vinícolas mais conhecidas, mas porém os guias são excelentes e contam toda a história da vinícola. Nessa visita conhecemos a antiga casa de verão da família que possue nada menos que 23 quartos e um quintal de aproximadamente 10 hectares se não me engano. Também vimos uma parte das plantações de uva e uma adega subterrânea onde eles contam uma história que leva o nome de um dos vinhos ‘Casillero del Diablo’.

E por final a parte mais interessante que é a degustação, que são excelentes vinhos e ainda ganhamos as taças em que degustamos o vinho.

Após passamos para a sala de vendas e compramos alguns vinhos e retornamos ao apartamento e descansamos um pouco.

Durante a noite fomos de metrô jantar no restaurante o Giratório que é um restaurante localizado na Avenida Nueva Providencia e que fica no último andar de um prédio e o ponto alto do restaurante é que as mesas são dispostas em forma de círculo e as mesmas vão girando lentamente enquanto você fica admirando toda a vista da cidade... Admito que a vista é excelente, a comida também, mas um pouco caro dependendo do prato que você for pegar.... outro detalhe que aconselho é ligar antes e reserva uma mesa para conseguir desfrutar da vista.

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Nono Dia (12/10/2014 – Domingo) – Santiago CH

Para esse dia havíamos nos programado para conhecer as cidades de Valparaiso e Viña Del Mar, mas o dia amanheceu meio cinzento e com isso decidimos almoçar no mercado público e comprar as lembrancinhas de Santiago.

Depois tiramos o dia para descansar pois a semana que estava se iniciando seria bem puxada.

 

 

Décimo Dia (13/10/2014 – Segunda-feira) – Santiago CH à Pucón.

Novamente acordamos cedo, por volta das 05:30 horas arrumamos nossas malas e deixamos as chaves do apartamento na recepção do escritório que faz as locações.

Deixamos Santiago por volta das 06:30 da manhã tudo ainda muito tranquilo pois a cidade ainda estava vazia, mas logo na entrada da RN 5 já começaram os primeiros sinais de engarrafamento a se formar... mas enfim... logo deixamos a grande Santiago e tudo fluiu com tranquilidade.

Nesse dia o nosso destino era a cidade de Pucón, que fica a 780km de distância. Aproximadamente as 10 horas paramos na cidade de Parral para comprar um café, e como já havíamos parado aproveitamos para completar o combustível.

Nesse percurso pela primeira vez na viagem a Mary assumiu a direção do carro por mais ou menos uns 250 a 300km, e fez tudo como manda o protocolo, rsrsrs.

Chegamos em Pucón por volta das 14:30 horas e nosso amigo GPS nos deixou novamente na frente do local onde havíamos reservado. Assim fizemos o check-in no hostel, e deixamos nossas malas no quarto e fomos para o centro que ficava a duas quadras de distância.

Inicialmente fomos almoçar e paramos no Club 77 e pedimos um prato com carnes e saladas. Após isso começamos nossa luta em trocar alguns pesos, mas o câmbio em Pucón é muito ruim. Por exemplo, em Santiago ganhamos $232,00 pesos por real, e em Pucón lutamos, negociamos e imploramos $210,00 por real. Mas enfim, estávamos precisando então não tem muita escolha.

Na sequência, começamos a procurar por empresas que fazem a subida ao Vulcão Villarrica para comprarmos nossos passes. Encontramos várias empresas e pegávamos o valor e um contato para depois decidir e enquanto isso também fazíamos nossas fotos da cidade que por sinal muito bonita, pois suas construções são praticamente todas de madeira envernizadas, o que deixa as ruas muito harmoniosas e bonitas para se ver.

Enquanto estávamos fazendo uma foto com o vulcão ao fundo, um rapaz perguntou se queríamos que ele fizesse uma foto de nós dois e aceitamos, no decorrer ele perguntou se já tínhamos visto alguma empresa para fazer a subida ao vulcão e indicou a empresa onde ele trabalha com guia a Politur.... esperto ele. Mas enfim, pegamos o endereço da empresa e fomos até lá e fomos muito bem recebidos e atendidos pela Carolina, que nos passou todas as informações necessárias e nos mostrou todos os equipamentos que iriamos usar. No momento do acerto ficamos em dúvida se buscaríamos outra empresa, visto que havíamos encontrado algumas com valor inferior. Mas enfim, resolvemos apostar pois no grupo do dia seguinte, seriam todos brasileiros 5 jovens do interior de São Paulo e mais um casal também de Florianópolis. Ingressos comprados passamos no supermercado para comprar chocolate, agua, e Gatorade para a escalada e abastecemos o carro e fomos para o hostel. Tomamos banho e comemos e fomos dormir pois acordaríamos cedo novamente pois teríamos que estar na Politur as 6:30 da manhã.

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Décimo Primeiro Dia (14/10/2014 – Terça-feira) – Pucón.

Como já sabíamos, acordamos cedo as 5:30 da manhã... e para nossa surpresa o chuveiro não aqueceu e como estava muito frio foi impossível tomar banho. Sendo assim lavamos o rosto e trocamos de roupa e fomos pegamos nossas coisas e fomos para a sala do café onde o pessoal do hostel haviam deixado nosso café e sanduíches para a escalada. Tomamos o café e saímos na rua para ir até a agencia de turismo, e o frio pegando, rsrrs.

Chegamos e esperamos por alguns minutos e já abriram as portas pedindo que entrássemos. E logo também chegaram os outros integrantes do grupo. Vestimos nosso equipamento e recebemos mais algumas instruções dos guias e saímos em direção ao vulcão...

Chegando na base do vulcão nos deparamos com um monstro, aquilo é alto demais, mas passamos protetor solar (mesmo sem o sol ter nascido), colocamos as luvas, mochilas nas costas e começamos a caminhada. A primeira parada aconteceu uns 40 minutos depois na base de um teleférico que naquele dia não estava funcionando, nesse momento já estava encharcado de suor mas porem não podia tirar o casaco pois o frio era demais.

Continuamos a subir, paramos algumas vezes para tomar água e comer, a partir das 9 da manhã os mais fracos começaram a se distanciar do grupo, e um guia ficou os acompanhando. Modéstia a parte eu e a Mary éramos os primeiros do grupo, e tudo estava indo de forma tranquila. Pouco tempo depois o Peter (conterrâneo de Florianópolis) começou a sentir câimbras e tentou mais um pouco e não conseguiu continuar. E nós continuávamos puxando o grupo, quando senti uma ‘fisgada’ na cocha, pensei.... não acredito que vai me dar câimbra também, mas massageei um pouco e passou, tempo depois a outra perna começou a sentir o cansaço e algumas câimbras nesse momento comecei a ficar preocupado, mas segui e assim senti mais uma vez cada perna e aí sentia o músculo das pernas dolorido e não teve mais jeito de continuar, e isso restavam uns 600 metros para chegarmos ao cume, mas porém era a parte mais ingrime, a Mary desistiu junto comigo, eram 12:30 horas quando decidimos abortar a missão. Mas mesmo assim até onde chegamos já valeu a pena, pois era muito alto.

Ai veio a melhor parte, a descida de skibunda... onde na mochila você tem um plástico em forma de colher e você senta nele e isso desliza muito na neve, tanto que você necessita utilizar a picareta para frear senão você desce desgovernado, resrsrs.

Descemos um trecho sozinhos até chegar onde o restante dos ‘desistentes’ estavam e a partir desse momentodescemos todos juntos, obviamente que eu deixava o pessoal tomar uma distância e eu descia no modo radical full heheheh, por duas vezes dei três quicadas e voei fora do caminho e saia rodando, rsrs, mas foi muito legal.

Descemos até onde era possível descer de skibunda e após fomos caminhando até chegar na van, esperamos por mais de uma hora o pessoal que conseguiram chegar ao topo e depois voltamos para o centro de Pucón. Chegando na Agencia, deixamos os equipamentos e fomos recebidos com cerveja e suco. Saindo da agencia fomos comer um lanche e voltamos para o hostel tomamos um banho e tomei um paracetamol para dar uma aliviada nas dores musculares a antes das 8 da noite já estava dormindo.

Tínhamos combinado com o grupo de sair para jantar e tomar uma gelada, mas não tive condições. Rsrsrs

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Décimo Segundo Dia (15/10/2014 – Quarta-feira) – Pucón à Bariloche.

Nesse dia acordamos um pouco mais tarde, por volta das 8:20 pois nosso percurso não seria muito longo aproximadamente 400 km mas porem passaríamos pelo aduana e pegaríamos alguns trechos de estrada de rípio (terra).

Tomamos o café da manhã conversando com o dono do hostel que não me lembro o seu nome e partimos em direção à fronteira. Fizemos uma parada pois estavam derrubando uma arvore que estava prestes a cair sobre a estrada. Um pouco antes da aduana chilena, avistamos mais um vulcão mas não possuía nenhuma identificação e portanto não soubemos o nome dele.

Fizemos os tramites na aduana chilena e andamos mais 1 km e chegamos na aduana Argentina tramites feitos também, fomos para a revista do carro e não tivemos nenhum problema, e ainda conversamos um pouco com o guarda com relação ao Brasil.

Trâmites feitos, rodamos por mais uns 30 km de estrada de terra e começamos a rodar por uma região com infinitos campos verdes que se estendiam até onde o olho conseguia ver e ano fundo algumas montanhas.

Chegamos em Junin de Los Andes e nosso GPS nos mandava fazer o caminho mais rápido que seria um desvio pela esquerda, mas pegamos a direita com direção a San Martin de Los Andes e Villa La Angostura ou seja, preferimos fazer a Ruta de Los 7 lagos e digo que foi uma das melhores escolhas que fizemos, pois a cada curva a paisagem mudava e muitos lagos com a água cor de esmeralda se avistava, enfim, não vamos relatar cada lago para não estender muito, mas garanto que cada um possuí características que os fazem únicos.

Enfim, pegamos mais um trecho de estrada de terra e uma chuva bem fina, e chegamos a tão esperada Bariloche, ou San Carlos de Bariloche. Localizamos nosso apartamento e pegamos a chave com uma mulher que acredito que era a zeladora, e entramos em nosso apartamento, muito bom também, possuía calefação o que deixava o apartamento bem quente enquanto lá fora o frio pegava, rsrsrs.

Saímos para caminhar e para comer, andamos um pouco pelo centro e compramos alguns produtos (pão, sucos, presunto, queijo e água) para nosso apartamento e para lá voltamos e a noite ficamos no apartamento mesmo.

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Décimo Terceiro Dia (16/10/2014 – Quinta-feira) – Bariloche.

Acordamos por volta das 8:30 horas em nosso apartamento super aquecido rrsrs... olhamos para a rua e o vento continuava do mesmo jeito que o dia anterior, sendo assim já tínhamos uma previa de como seria o dia mesmo sem colocar o pé fora.

Mas não deixamos nos abater e nos agasalhamos e saímos para conhecer a cidade de Bariloche, iniciamos nas proximidades do lago Nahuel Huapi pois nosso apartamento ficava de frente ao lago na rua 12 de octubre. Tiramos algumas fotos do lago e das ruas e fomo andando sentido a catedral, e realmente estava muito frio, fizemos algumas fotos externas da catedral e seguimos para a rua Mitre que na verdade é a rua mais procurada pelos turistas. Enfim fomos até o centro cívico de Bariloche, pela primeira vez vimos os cães San Bernardo que são um dos símbolos da cidade.

Enfim, ficamos praticamente a manhã toda nessa rua pois encontramos ótimos preços em produtos como perfumes e itens de maquiagens e a Mary aproveitou para comprar alguns itens, também encontramos uma loja que vendia casacos de moletom com bordado da cidade, compramos 2 para nós e mais 2 para presente.

Almoçamos uma massa em um restaurante muito bom e depois, paramos em um posto para pegar o mapa turístico da cidade.

Voltamos ao apartamento e pegamos o carro e saímos em direção ao cerro Catedral que ficava uns 15 km de distância, mas chegando lá estava tudo fechado e sem nada de neve com exceção no topo, mas não poderíamos subir. Fizemos algumas fotos e fomos para o lago Gutierres, um lugar muito bonito e simpático.

Depois fomos para o cerro Campanário, onde você pega um teleférico para chegar ao topo, onde se tem uma vista panorâmica do lago Nahuel Huapi e também se tem a sensação térmica menor da cidade, mas com certeza compensa.

Voltamos para o apartamento para deixar o carro na garagem e voltamos para a rua Mitre para fazermos a foto com os cães San Bernardo, e logo encontramos o fotografo com o Patón um San Bernardo gigante e logo fizemos a foto com ele, mas tínhamos que esperar até as 19:30 para a foto ser impressa, então ficamos conhecendo mais a cidade e paramos em um café que por sinal muito bom também chamado Jauja que fica na rua Moreno próximo ao terminal de ônibus urbano.

Depois pegamos a foto do San Bernardo e passamos no mercado para comprar alguns itens e voltamos para o apartamento.

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Décimo Quarto Dia (17/10/2014 – Sexta-feira) – Bariloche.

Nesse dia acordamos e fomos para o centro (Mitre) com a intenção de encontrar novamente os cães no centro cívico, e lá estavam eles, rsrsrs. Mas os que encontramos eram uma fêmea e um filhote muito carinhosos e dóceis. Não teve jeito tivemos que fazer mais algumas fotos.

Como esse era nosso último dia em Bariloche, precisávamos trocar dinheiro para a chegada em Buenos Aires e a cotação estava muito boa, acabamos trocando dólares pela cotação de $14,50. Preferimos trocar em Bariloche do que arriscar chegar em Buenos Aires e não conseguir câmbio favorável dessa maneira.

Na sequência passamos nas lojas de chocolate El Turista e Rapa Nui para comprar os chocolates para presente e obviamente para consumo próprio. Ficamos com receio de comprar muito pois poderiam derreter já que teríamos ainda mais alguns dias de estrada e a previsão marcava muito calor de Buenos Aires a frente. Mas com certeza poderíamos ter comprado mais, hoje o arrependimento pegou, pois os chocolates são tops.

Após isso ficamos caminhando pela cidade e acabamos almoçando em um restaurante chamado Cazuela, e pegamos o prato do dia que era um frango ensopado com arroz de forno... prato excelente. Após voltamos para o apartamento para deixar algumas roupas que tínhamos deixado na lavanderia e para pagar a nossa estadia já que iriamos sair as 6 da manhã do outro dia.

Durante a tarde a Mary decidiu comprar mais alguns itens de maquiagens e afins no centro e eu fiquei esperando na loja de chocolates Rapa Nui, um lugar muito agradável. Após ela retornar das compras tomamos um sorvete, não quero exagerar, mas acredito que foi o melhor sorvete que comi até hoje.

Depois disso fomos dar uma volta e procurar algum chocolate sem glúten e sem lactose para minha irmã que possui tolerância a esses itens, (eu brinco com ela que ela só pode comer xuxu, rsrs). Mas não tivemos sucesso, pois até encontramos mas a atendente falou que poderiam estar contaminados então resolvi não arriscar.

E assim passou a tarde, voltamos ao nosso apartamento e já deixamos as malas organizadas e saímos para abastecer o carro para a viagem do outro dia, e fomos jantar no tão conhecido ‘El Boliche de Alberto’ um lugar muito legal com uma carta de vinhos excelente e com inúmeros cortes de carne um melhor que o outro. Enfim, pedimos um corte de carne, o detalhe é que o churrasqueiro vem até a sua mesa para fazer o pedido assim ele já pede a sua preferência. Tomamos uma garrafa de vinho e comemos muito bem e na hora de pagar, algo referente a R$ 70,00 ficamos com sorriso de orelha a orelha rsrsrs.

Depois voltamos para o apartamento e assim terminou a nossa passagem pela belíssima Bariloche, visto que pegaríamos estrada as 6 horas da manhã.

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Décimo Quinto Dia (18/10/2014 – Sábado) – Bariloche a Bahia Blanca.

Bem não sei o que aconteceu, mas acredito que comemos demais no restaurante na noite anterior o que fez com que não dormíssemos muito bem e quando percebemos já eram 5 da manhã e estava na hora de acordar.

Olhei para fora e estava chovendo forte, mas como já tínhamos programado não desistimos e tomamos um banho para despertar pegamos nossas malas, deixamos as chaves no local combinado e pegamos estrada, pois teríamos 980 km para rodar nesse dia.

Enfim, logo a chuva parou e o dia começou a amanhecer em torno aos lagos e as montanhas no caminho fazendo lindas obras de arte naturais. Esse cenário permaneceu por alguns km... depois deu espaço para um cenário de imensas planícies com retas intermináveis, e assim foi por uns 300 km até a chegada na cidade de Neuquén onde paramos para abastecer e para tomar um café.

Não paramos para conhecer essa cidade, mas pelo estilo das ruas aparenta ser uma cidade uma cidade muito legal, mas mais uma vez como aconteceu anteriormente a Ruta passa por dentro da cidade perdendo o ritmo da viagem pela passagem nos mais de 15 semáforos, mas tudo bem estávamos em tempo hábil para chegarmos em Bahia Blanca.

Pasmamos por todos os semáforos e seguimos em direção a cidade de Gral Roca, a partir de Neuquén a Ruta se transformou em pista simples e com muitos caminhões o que fez a gente diminuir o ritmo até conseguir ultrapassar todo aquele transito lento. E quando parecia que nossa viagem iria voltar em ritmo bom .... eis que um policial nos avista e obviamente pede para pararmos. Imediatamente parei o carro e fiquei a espera dele, ao chegar cumprimentei e ele pediu de onde vínhamos e para onde iríamos e na sequência pediu documento do carro e habilitação. Conferiu os documentos, conferiu número de chassis, conferiu o número do motor do carro, pediu para ver o que tinha no porta malas e na última tentativa pediu se eu possuía seguro e imediatamente falei que tinha e peguei a pasta com as documentações e mostrei. Vendo que estava tudo certo e não teria mais nada para conferir acabou nos liberando e desejando boa viagem.

Agora sim, nossa viagem voltou a render e em pouco tempo entramos na parte desértica (acredito que seja uma parte da La pampa, pois consiste em uma grande faixa de retas e com uma vegetação rasteira). A travessia por este caminho lhe proporciona uma mistura de sensações, uma sensação de admiração em ver aquelas paisagens e outra sensação de receio, receio de que aconteça algum problema mecânico, pois se acontecer será muito difícil de conseguir assistência.

Enfim rodamos muito e após passarmos pela cidade de Rio Colorado onde inicia a Província de Buenos Aires, a paisagem já vai se transformando e o deserto vai dando espaço para campos e criação de gado.

Aproximadamente as 16:00 horas chegamos a Bahia Blanca. Deixamos as malas no hotel e fomos ao centro para comer alguma coisa e encontramos um local tipo um café bem apresentável, mas quando recebemos nosso pedido ficamos decepcionados com a qualidade, pois veio uma carne fria e uma batata toda cheia de gordura... depois pedimos um pedaço de torta, que estava com uma aparência boa e quando fomos comer estava dura (parece castigo, rsrs).

Após fomos para o hotel e descansamos, pois no domingo teríamos mais 690 km até a capital federal.

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Décimo Sexto Dia (19/10/2014 – Domingo) – Bahia Blanca a Buenos Aires.

Como combinado no dia anterior, pretendíamos sair cedo de Bahia Blanca para assim poder chegar em Buenos aires logo após o almoço. E assim aconteceu, saímos de Bahia Blanca as 7:15 da manhã e as 13:15 já estávamos no centro de Buenos Aires. A estrada era praticamente a mesma que tínhamos seguido no dia anterior.

Chegando em Buenos Aires ficamos impressionados com as auto pistas gigantes e com velocidade máxima de 130 km/h e uma organização no transito muito boa, após pegamos a avenida 9 de julho a mais famosa de Buenos aires e seguimos até o monumento ‘O obelisco’ e depois dobramos a direita sentido ao Puerto Madero onde se localizava o hotel que havíamos reservado.

Chegamos no hotel antes das 14 horas que era nosso check-in mas mesmo assim conseguimos descarregar as malas e colocar o carro no estacionamento que ficava a duas quadras do hotel. Assim que deu o horário pegamos a cartão da porta arrumamos nossas coisas e fomos na galeria pacifico para almoçar. Nessa galeria é tudo muito chique e tudo de excelente gosto, existem franquias Lacoste, Tommy e outras marcas famosas. Por esse motivo até um mero lanche se torna um pouco mais caro em relação a outros estabelecimentos, mas também não é algo de outro mundo.

Ficamos na galeria por um bom tempo e aproximadamente as 19 horas fomos ao Puerto Madero para comprar nossas passagens da travessia de Buquebus para a cidade de Colônia del Sacramento no Uruguai que faríamos na quarta- feira dia 22/10.

Chegando no Buquebus ficamos apavorados de tanta gente, pois tinha acabado de chegar um barco de Montevideo e outro estava partindo. Enfim, como não tínhamos levado os passaportes tivemos que voltar para o hotel buscá-los e quando retornamos já estava tudo na calmaria e conseguimos comprar nossas passagens como estávamos planejando. Sugestão para quem for utilizar o Buquebus somente é aceito como pagamento em dinheiro se for em Dólares ou senão em cartão de credito, outra sugestão é que existem 2 tipos de barco, um rápido que demora apenas 1 hora de travessia porém mais caro e outro lento que demora 3 horas porem bem mais barato.

Após voltamos para o hotel com o mapa turístico e planejamos os dias que ficaríamos pela cidade.

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Décimo Sétimo Dia (20/10/2014 – segunda-feira) – Buenos Aires.

Acordamos por volta das 8 horas da manhã e saímos para tomar café, já que nosso hotel cobrava R$ 24,00 por pessoa assim preferimos tomar café na rua que se tem mais opções e acabamos economizando.

Após o café na avenida Providência, seguimos para nosso segundo dia em Buenos Aires e iniciamos nossa caminhada pela avenida 9 de julho onde fizemos algumas fotos e depois seguimos nessa mesma rua até o obelisco, onde tinham muitos turistas e mais uma vez fizemos algumas fotos e fomos seguindo para a Plaza de Los Congressos e Seguimos para a Plaza San Martin, como já eram 12:00 horas paramos no parque do Retiro onde tinha muita gente descansando e muitos até dormindo.

Ficamos por um tempo no parque e depois seguimos para a Avenida Florida em busca de ofertas mas não encontramos muitas coisas, a Mary acabou comprando uma camisa básica e seguimos pela Flórida parando nas lojas que achávamos interessante. Almoçamos um bife de chorizo e um chopp Quilmes da Avenida Córdoba. Depois fomos para o hotel descansar um pouco.

Final de tarde seguimos a rua 25 de mayo passando pelo correio central até chegar na Casa Rosada, mas por motivo de um protesto pelas imediações tivemos que ser um tanto rápidos e também pelo grande número de policiais fazendo a segurança. Ao lado da Casa Rosada fica a Catedral de Buenos Aires, ficamos impressionados pela obra de arte que é seu interior, com muitas imagens e uma curiosidade é o chão que é todo trabalhado com pedaços de cerâmica e formam as imagens.

Após isso seguimos para o Puerto Madero mais propriamente na puente de la mujer e ficamos por ali tomando um chopp até o sol se pôr para fazermos uma foto com as luzes da ponte. Feito isso retornamos para o hotel e descansamos.

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Décimo Oitavo Dia (21/10/2014 – Terça-feira) – Buenos Aires.

Nesse dia programamos para visitar a parte mais distante de Buenos Aires, então acordamos aproximadamente as 8 horas e fomos tomar café na Bonafide que fica em frente a avenida 9 de julho, depois fomos para a estação de metrô e pegamos sentido a estação Plaza Itália e fomos visitar o jardim zoológico de Buenos Aires, detalhe não é o zoológico de lujan aquele em que se pode entrar na jaula do leão.

Ficamos no zoo até ao meio dia, e depois fomos ao jardim japonês, esse sinceramente não vi muitos atrativos nesse jardim, mas como foi indicação fomos conferir. Na sequência fomos para o planetário Galileo Galilei onde podemos conferir estudos desenvolvidos sobre o planeta e tem uma miniatura de uma capsula do tempo.

Depois pegamos um táxi até o monumento das nações ou conhecida como floralis, pois já estávamos destruídos de tanto caminhar. Fizemos algumas fotos neste local e seguimos caminhando para a Recoleta e fomos visitar o famoso tumulo da família Duarte no cemitério da Recoleta onde está sepultado o corpo de Eva Peron.

Na sequência caminhamos até a estação de metro e retornamos para o centro mais propriamente a Avenida Florida para trocarmos os nossos pesos argentinos por dólares ou real, encontramos vários câmbios mas todos estavam desfavoráveis enfim, escolhemos o ‘menos pior’ e trocamos por real. E assim fomos tomar um chopp nessa mesma rua, pois estávamos cansados pra caramba, e retornamos ao hotel e descansamos um pouco tomamos um banho e ao anoitecer fomos comer uma pizza e beber uma Quilmes trincando, em um restaurante na avenida Providencia, onde fomos muito bem atendidos.

Depois voltamos para o hotel e arrumamos nossas malas, pois sairíamos ao amanhecer com destino ao Uruguai.

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Décimo Nono Dia (22/10/2014 – Quarta-feira) – Buenos Aires a Punta del Este.

Como já estava programado, acordamos cedo aproximadamente as 5:30 horas, tomamos banho e enquanto eu fui buscar o carro no estacionamento a Mary ficou organizando as malas e assim que retornei já colocamos no carro e seguimos para o porto para pegarmos o buquebus, claro que chegamos um pouco cedo, mas assim podemos tomar café no saguão e após isso fazermos todos os tramites de imigração.

Mas enfim, ao chegarmos no buquebus colocamos o carro na fila para o embarque com destino a Colônia Del Sacramento, pois uma hora antes sai um barco com destino a Montevidéu. Como chegamos cedo, nosso carro era o primeiro da fila. Fomos tomar café e depois passamos no guichê da buquebus para validar nossas passagens e depois seguimos para o segundo piso para efetuarmos os tramites de imigração, nesse momento já carimbamos a saída da Argentina e a entrada no Uruguai.

A partir desse momento seguimos para o embarque, onde a Mary ficou na fila de embarque de pessoas e eu desci para liberar o carro, onde foi revistado e liberado para o embarque... dessa maneira eu e a Mary só nos reencontramos dentro do barco.

Por escolha nossa, optamos pelo barco mais rápido mas porem um pouco mais caro para a travessia, pelo motivo de que queríamos visitar Montevidéu durante o dia e ao entardecer nos deslocarmos para Punta del Este.

Durante a viagem de barco foi um pouco agitada pois tinha a torcida do time de futebol estudiantes que fariam um jogo a noite contra o Peñarol em Montevidéu, então era um barulho tremendo e cantorias que se tornaram divertidas, rsrsrs.

Enfim, chegamos ao porto de Colônia Del Sacramento e na saída do porto trocamos alguns reais por pesos uruguaios para pagar pedágios e seguimos em direção a Montevidéu que estava a 220km de distância. Logo na saída de Colônia já vimos as palmeiras ao lado da estrada embelezando de maneira singular.

Enfim como no Uruguai a velocidade máxima é de 90 km/h, respeitamos a risca esse limite e logo após alguns km vimos os ônibus da buquebus nos ultrapassando e seguindo viagem. Seguimos por mais 2 horas e alguns km antes de Montevidéu avistamos a polícia federal do Uruguai abordando todos os ônibus da Buquebus e revistando todas as bagagens.

Enfim, chegamos em Montevidéu e deixamos o carro em um estacionamento próximo à Praça da Independência e fomo almoçar em um restaurante bem em frente ao Teatro Solis, onde pedimos duas carnes com salada.

Após fomos ao teatro Solis, mas como a visita seria somente as 16 horas acabamos fazendo somente algumas fotos da fachada e seguimos para a Praça e depois para a Catedral onde fizemos mais algumas fotos. Como o dia estava muito mas muito calor, decidimos comprar uma lembrança da cidade e pegamos o carro e seguimos para Punta Del Este.

A viagem de Montevidéu até Punta Del Este é rápida, pois são 135km aproximadamente 1:30 horas de uma estrada excelente que liga as duas cidades pela parte balneária. Enfim as 17 horas chegamos em Punta e de cara já passamos pela frente do cassino Conrad e pelo monumento Los Dedos (enfim, tem gente que chama de La Mano, mas o pessoal do Uruguai chama de Los Dedos) que fica na praia brava. Chegamos ao hotel que já estava reservado e fizemos o check-in e deixamos as malas no quarto e fomos caminhar pela praia e obviamente conhecer o monumento Los Dedos onde fizemos algumas fotos, depois fomos caminhar pela cidade e tomar um sorvete e retornamos ao hotel para definirmos o nosso próximo dia em Punta del Este.

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Vigésimo Dia (23/10/2014 – Quinta-feira) – Punta Del Este.

Acordamos aproximadamente as 8 horas e seguimos para o café da manhã do hotel, que por sinal simples mas muito bom.

Depois pegamos o carro e fomos conhecer a bela cidade de Punta Del Este, começamos pela praia do ingleses onde tem uma rocha com algumas esculturas de sereias e onde é marcado pelo encontro das aguas do Rio de La Plata ao Oceano Pacífico, um lugar muito legal e tranquilo.

Depois seguimos ao centro de Punta e fomos ao Farol de Punta de Leste, que foi construído em 1860 com o objetivo de guiara as embarcações do oceano Atlântico e do Rio de La Plata. No outro lado da rua existe uma igreja muito simpática chamada igreja da Candelária.

Depois voltamos para o monumento Los Dedos para mais algumas fotos rsrsr e seguimos em direção a La barra para conhecer os condomínios luxuosos e a famosa ‘ponte ondulada’.

Ao retornar seguimos para a Punta Ballena onde fica a casa Pueblo, mas primeiro fomos até o final da estrada de Punta Ballena onde se tem a vista da imensidão do oceano Atlântico com sua água azul, e como sempre mais algumas fotos e modéstia à parte, algumas das melhores fotos de nossa viagem. Agora sim, seguimos para a Casa Pueblo e conhecemos muitas de suas obras e a principal obra é a casa em si, que existe boatos de que foi construída pelas próprias mãos do artista. Essa casa possui uma vista que dispensa qualquer comentário, e que ao pôr do sol deve ser magnifico, já que a casa possui um ritual de agradecimento ao sol todos os dias ao entardecer, mas infelizmente não pudemos acompanhar.

Ao retornar ao centro, fomos almoçar no Mondo de la Pizza. Uma pizzaria bem legal e com várias opções e com atendimento muito legal.

A tarde tiramos para curtir a cidade sem nenhum roteiro programado.

Ao anoitecer tomamos um café e retornamos ao hotel para descansar pois pegaríamos estrada as 5 da manhã e já estávamos programados para chegar em Florianópolis nesse mesmo dia.

Mas enfim, acredito que a mistura do café e da ansiedade de chegar em casa não deixou a gente dormir cedo, e ao chegar à meia noite ainda não tínhamos nada de sono, e isso já estava nos deixando inquietos.

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Vigésimo primeiro Dia (24/10/2014 – Sexta-feira) – Punta Del Este a Florianópolis.

Como citado no dia anterior não conseguimos dormir praticamente nada nesta noite, a última vez que olhei no relógio já eram 2:31 da manhã e as 4 horas iriamos acordar e ainda não tinha fechado o olho, por algum momento pensei em levantar e colocar as malas no carro e pegar estrada noite a dentro, mas não gosto de viajar a noite por onde não conheço.

Enfim, as 4 da manhã levantamos pois praticamente nem dormimos, colocamos as coisas no carro e pé na estrada, o dia foi amanhecendo e fomos seguindo até as 8 horas já estávamos no Chuy, chegamos na Aduana e deixei o carro na lateral da BR e fui com os passaportes para carimbar a saída do Uruguai, a Mary nem precisou descer do carro e em 5 minutos já estávamos liberados a sair do Uruguai e retornar ao nosso querido Brasil.

Ao passar pelo limite dos dois países começamos a rir, uma sensação de alívio e agradecimento por termos retornado ao nosso país e não por não ter passado por nenhum sufoco em todo o percurso. Ainda brincamos ‘De volta ao nosso Brasil’, rsrsrs.

Obviamente que fizemos a foto antes da placa da divisa do Brasil com o Uruguai, e agora sim em terras brasileiras e gaúchas, seguimos até Rio Grande onde tomamos café, e não após paramos somente mais uma vez para abastecer próximo a Pelotas – RS, e nosso almoço foi em Cristal – RS onde paramos em uma churrascaria e comemos um belo churrasco e na primeira mordida já sentimos que a comida no Brasil é bem mais salgada que nos países que passamos.

Após o almoço, seguimos até Porto Alegre onde paramos por 1 hora para deixarmos um vinho para uma prima da Mary que nos ajudou muito com a documentação no consulado do Chile de Porto Alegre, já que o consulado de Florianópolis estava em férias e não teríamos tempo para providenciar a documentação.

Enfim, 17:15 saímos de Porto Alegre com destino a Florianópolis, mas como de costume e ainda mais em sexta-feira ao anoitecer a fila no transito foi inevitável, mas estávamos muito felizes e o cansaço já dava espaço para a alegria de estar perto de casa. Bem a Mary nem tanto, pois foi só anoitecer e ela se entregou ao cansaço. Mas também não é fácil ficar por mais de 12 horas de carona e sem poder fazer muita coisa.

Exatas 22:53 horas da noite chegamos na garagem de nosso apartamento e com sorriso de orelha a orelha. Descarregamos todas as bagagens e deixamos num canto da sala, e fomos ao nosso merecido banho após 1.200 km e 17 horas de viagem e descansamos em nossa cama assistindo ao último debate dos candidatos à presidência.

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Esperamos que de qualquer forma podemos ajudar a quem está com alguma dúvida a respeito desse belo roteiro... A única certeza que temos é que foi a melhor aventura que fizemos até hoje, e hoje ao retomar esse relato já bateu uma saudade e uma vontade de fazer tudo novamente, sem mudar uma vírgula do que fizemos no mês passado.

 

Qualquer dúvida é só retornar.

 

Grande Abraço de Rodrigo e Mary - São José/SC - 12/11/2014.

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Fizemos um roteiro bem parecido com o de vcs em Fevereiro/15.

Porém fomos de moto, São Paulo - Argentina- Chile - Uruguai, simplesmente AMEI, lugares fantásticos, e as Cordilheiras nossa pura emoção.

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Rodrigo, Viagem fantástica,

Quanto vocês gastaram nessa viagem?

 

É que estou planejando fazer mais ou menos esse roteiro em julho do ano que vem, só irá mudar alguns lugares, também não irei para Buenos Aires e nem passar pelo Uruguai.

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Rodrigo, Viagem fantástica,

Quanto vocês gastaram nessa viagem?

 

É que estou planejando fazer mais ou menos esse roteiro em julho do ano que vem, só irá mudar alguns lugares, também não irei para Buenos Aires e nem passar pelo Uruguai.

 

Bom dia Edumc ... então com relação a custos é bem relativo ao estilo de viagem que você for fazer. se for dormir em hotel ou pousadas ou albergues, entre outros fatores.

 

Essa viagem tentamos não desperdiçar mas também deixamos de fazer o que queríamos e ficou na seguinte forma:

 

Dias Viagem 21

Km Rodados 7.486

Litros de Combustível 600,64

Valor em Combustível R$ 1.885,95

Valor em Pedágios R$ 200,69

Valor em Alimentação R$ 986,15

Valor em Hospedagem R$ 2.428,38

Gastos Diversos R$ 1.900,44

 

Qualquer duvida é só perguntar.

 

Grande abraço

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Fizemos um roteiro bem parecido com o de vcs em Fevereiro/15.

Porém fomos de moto, São Paulo - Argentina- Chile - Uruguai, simplesmente AMEI, lugares fantásticos, e as Cordilheiras nossa pura emoção.

 

Verdade Meire.... muito show, independente se for de carro ou moto a aventura é garantida..

 

Grande Abraço

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Parabéns muito lega, tb sou de Florianópolis e adoro viajar... Meu sonho é comprar um Toyota Bandeirantes e viajar pretendo fazer isso +- 5 anos, pois não tenho o dinheiro adora.... Tenho algumas dúvidas sobre se compro um Trailler para instalar no reboque ou barraca.... Tinha muitas pousadas e campings confiáveis....

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S-h-o-w-w-w!!! Cara parabéns pelo relato, pela viajem e fotos. Pelo visto curtiu bem a viajem!

Sou de Floripa e esse ano 2015 VOU (se Deus quizer) eu e minha esposa, e pretendo fazer roteiro parecido com o seu, como tenho opção de escolher o mês, pretendo ir entre julho e outubro, com intenção de pegar neve, acredito que agosto seria bom mês.

Tenho algumas, alias varias duvidas se for possível posso te incomodar?! rsrs vlw

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