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A Fantástica Turquia!! Istambul - Ankara - Região da Capadócia (Nevsehir, Avanos, Goreme) - Pamukkale - Ephesus - Konya - Kusadasi - Bursa


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Caramba Juliana! Adorei o seu relato! Eu não conhecia os Travertinos, adorei, muito lindo!

Quanto a casa de Nossa Senhora, minha mãe iria adorar! Ela ama Nossa Senhora e a gente já foi até na cidade de Natividade, aqui no RJ, que possui uma réplica do Santuário em Éfeso, segundo dizem, é a única no mundo, construída pelo Dr. Fausto de Faria, para quem Ela apareceu.

Cuti muito sua viagem (acho que eu estava viajando junto, lendo o relato! Hehehe). Parabéns pela linda viagem!

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Eu sou leitora deste site há muito tempo, mas só este ano efetuei meu registro. Resolvi fazer o relato retroativo de uma viagem realizada por mim e o marido antes do meu registro aqui no site pela rel

A VIAGEM   Chegando até lá! Passei a noite que antecedia a nossa partida em claro, óbvio, olhando para o céu e lamentando aquele imenso oceano que pairava perto da minha janela, prestes a desabar..

ISTAMBUL   Aeroporto de Ataturk uma zona... filas imensas, gente com todo tipo de roupa por toda parte... falando alto, falando árabe, grego, chinês, alemão... que doidera! Nada parecido com o que

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  • Colaboradores
Caramba Juliana! Adorei o seu relato! Eu não conhecia os Travertinos, adorei, muito lindo!

Quanto a casa de Nossa Senhora, minha mãe iria adorar! Ela ama Nossa Senhora e a gente já foi até na cidade de Natividade, aqui no RJ, que possui uma réplica do Santuário em Éfeso, segundo dizem, é a única no mundo, construída pelo Dr. Fausto de Faria, para quem Ela apareceu.

Cuti muito sua viagem (acho que eu estava viajando junto, lendo o relato! Hehehe). Parabéns pela linda viagem!

 

Aproveita que a mamis vai curtir e leva ela flor. :)

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Oi Paty!

 

Então, as luminárias não vi em outros locais não... se for querer compra aí mesmo, mas negocie. Me lembro de ter perguntado o preço de uma linda, nem tão grande nem tão pequena e era 70 liras!!!!! Muito barato... tipo 75 reais! Só não comprei pq achei inviável trazer na mala, mas acho que com algum esforço é possível, rs. Eu não perguntei, mas com certeza eles devem embalar para transporte aéreo... tudo lá eles embalavam pra vc levar de avião, rs.

 

As pashminas são muito abundantes e baratas na cidade de Bursa, mas em qualquer lugar tem bastante. Em Istambul tem bastante das de qualidade inferior e são mais caras se comparadas às da Capadócia. Em Bursa as pashminas inferiores (que são aquelas fabricadas na Índia e vendidas em lojas daqui a 30 reais) custavam 2 reais. Isso mesmo... DOIS!! As mais sofisticadas, fabricadas na Turquia mesmo, são um pouco mais caras... as de seda fina chega a centenas de reais... mas comprei umas de seda comum por 20 reais, lindas!!

 

Se não for a Bursa, compre na Capadócia. Lá tb tem destas inferiores a preço de banana, mais barato que em Istambul... mas vc terá mais dificuldade de achar as boas... essa tem que procurar no Grand Bazar mesmo.

 

De modo geral considere que as inferiores custam 5 reais, as normais custam entre 15 e 20 reais, umas diferentes custam 25 reais e as chiquérrimas custam uns 150 reais. Essas chiquérrimas tem imitações muito boas de 10 pila, kkkkkk... só vê que não é de seda quem manja da coisa.

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Juliana,a seu relato está sensacional... que delícia ver em suas fotos alguns lugares que passamos também, e que vou relatar em breve. Realmente, é uma viagem inesquecível e as sensações que tivemos parece que foram as mesmas... durante o voo... nas visitas aos lugares (como na Mesquita Azul)...rsrs. Como digo é uma recordação pra posteridade. E, eu amei suas fotos.

Na minha viagem, fizemos o caminho inverso ao seu... começamos por Marmaris - Selçuk - Eféso - Pamukkale - CApadócia - final Istambul. É muito bom né... dá uma vontade de voltar... mas é longeee... e tem muitos outros lugares pra gente conhecer.

beijão pra você.. continua o relato que continuarei lendo.

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  • Membros

Juliana.. desculpa não tinha visto a 2ª página do seu relato... por isso disse para continuar escrevendo... mas agora li tudo... realmente seu relato me fez reviver cada lugar por onde fui... os travertinos são maravilhosos, divinos.... nossa quando fui tinha muuiiita gente.... quase saia mais gente do que paisagem... você vai ver minhas fotos quando postar..rsrs. Éfeso foi pra mim um experiência e emoção sem tamanho... aliás é tuuudoooo lindo mesmo!!

Obrigada por poder ver os lugares por onde passei com outros "olhos", no caso os seus que tiraram as fotos.

 

beijo até a próxima.

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  • Colaboradores

Isabel, a Turquia é mesmo um país apaixonante não é? Nossa, eu tb vou guardar essa viagem muito viva na memória!

É legal ver fotos e relatos de viagens que a gente já fez né!! É como se a gente fosse de novo. Esses dias li um relato de um moço na Turquia no inverno, com neve, foi surreal! Pois quase morri de calor!!

 

Vi no seu relato que é historiadora... eu não sou, mas simpatizo muitíssimo com história e arte! Ficava andando por Istambul, olhando as ruínas das antigas muralhas de Constantinopla sem acreditar no que tava vendo!!! Um marco histórico... a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos!!! O fim de um período e o começo de outro!! Depois Ankara e toda a história da reconquista do território! É muito emocionante! Quando entrei em Santa Sofia quase chorei, kkkkk!

 

Bom, e sobre Pamukkale, essas fotos são lá embaixo na montanha. No começo tava maior muvuca tb!! Desci mais rápido pra ficar com uma parte da montanha só pra mim, rs! Lugar lindo demais!!!

 

Em 2 semanas embarco pra mais uma aventura da história!! Portugal e Espanha! Mal posso esperar!! Só de pensar na Dona Inês de Castro já fico animada!

Igualmente obrigada por compartilhar o seu, já tinha planos pra Grécia em breve, agora mais do que confirmados!!

até a próxima!

;)

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  • Colaboradores
Parabéns pelo detalhado relato e pelas belas fotos! Turquia realmente vale a pena! Na próxima, inclua o Curdistão!! Muito massa.

 

Obrigada!!

Curdistão? É dentro do Irã né? Já vi alguns relatos interessantes sobre o Irã... se um dia for praqueles lados, quem sabe! :)

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    • Por AlonsoMiranda
      Olá Pessoal!
      Acompanho o grupo a alguns anos e finalmente tomei vergonha na cara e decidi colocar os relatos de algumas viagens que fiz com as dicas preciosas que encontrei aqui no mochileiros. Esses tempos de quarentena tem me deixado bastante nostálgico huahua Vou compartilhar com vocês esta viagem que fiz em março de 2019 para a Turquia!
      Preparação para a viagem!
      Não sei vocês, mas a maioria das minhas viagens não começaram com um sonho de infância e sim com uma bela de uma promoção relâmpago na tela do meu celular hahaha Neste caso, aproveitei uma promoção da Turkish Airlines com voos por R$1.800,00 para conhecer um destino que até então só tinha visto na novela Salve Jorge. Tive alguns meses para me planejar e conhecer mais sobre o que o país tinha a oferecer. 
      Viajei com uma mochila Quechua 70L e uma mala grande (quando chegar na parte das muambas você vai entender por que). Como era final de inverno, levei aquelas roupas térmicas baratas e me ajudaram bastante a enfrentar o frio, que chegou a  -2º. 
      Levei euros e alguns cartões de crédito por precaução. Você pode deixar para trocar todo o seu dinheiro lá, de preferência nas casas de câmbio dentro do Grand Bazar que foi onde encontrei as melhores cotações. 
      Como eu tinha 6 dias em Istambul, meus planos eram usar parte deles para dar um pulo na Capadocia e fazer o passeio de balão, poreeeeeeem aconteceu um baita de um imprevisto que eu vou contar para vocês no relato. 
      Entrando na Turquia 
      Sai de GRU-São Paulo na madrugada do dia 03/03 em um voo direto da Turkish para Istambul com aproximadamente 12h30 de duração. Foi o voo mais longo que já peguei, porém achei o espaço entre as poltronas aceitável e o serviço de bordo é ótimo.
      Durante a viagem passamos por cima do deserto do Saara e ver aquele mar de dunas lá embaixo é um show a parte. Só não vá abrir a janela pra ver pois o voo é diurno e vão querer matar você.
      Cheguei as 23h no Aeroporto Internacional Ataturk e passei pela imigração. Para entrar no país não é necessário ter um visto prévio. Não fizeram nenhuma pergunta na imigração e em 5 minutos eu já estava dentroooo!
      Peguei minha mala, troquei alguns euros por liras turcas em uma casa de câmbio dentro do aeroporto e fui aguardar meu Uber. Descobri depois que Uber era proibido no perímetro do aeroporto, mas valeu a pena pela economia. Sem falar que os taxistas em Istambul dificilmente falam inglês e pronunciar endereços em turco não é uma tarefa fácil.
      Atenção: Vale lembrar que o Aeroporto Ataturk fechou em abril de 2019 e a cidade agora conta com um novo aeroporto também localizado na região metropolitana, então é bom dar uma olhada nas opções de transporte.
      Gastamos 20 minutos do aeroporto até Sultanahmet, bairro onde me hospedei pelos 6 dias. Fiquei no hostel Cheers Lighthouse Istanbul, melhor custo beneficio que encontrei!
      Como já era tarde e eu não tinha dormido direito no voo, fui direto para a cama. 
      1º Dia - Sultanahmet e arredores
      No dia seguinte eu acordei cedinho e fui para o salão onde é servido o café.
      Fica aqui o alerta: o pepino é muito apreciado pelos turcos, então ele esta presente em vaaarios pratos e inclusive no café da manhã. 

      Depois do café sai sozinho para conhecer o bairro, onde se encontram as principais atrações de Istambul. 
      Minha primeira parada foi no Obelisco de Teodósio, na Praça Sultanahmet. Ouvi sem querer (rsrs) um guia contando que o obelisco foi construído por um faraó no Egito e depois trazido para Constantinopla (atual Istambul). 

      Logo depois fui para a Mesquita Azul, localizada ao lado do Obelisco. A mesquita é enorme e muito bonita, porém não consegui ver metade do famoso teto devido a uma reforça que estava acontecendo. Mesmo assim foi uma experiência incrível para mim que nunca tinha entrado em uma mesquita ou tido um contato mais próximo com a religião.


      Nas minhas pesquisas vi que um dos melhores jeitos de ver as principais atrações de Istambul e dar aquela economizada é comprando o Museum Pass, que da o direito de visitar várias atrações da cidade pagando um único peço pelo bilhete. Ele é vendido em vários locais e eu comprei o meu na bilheteria do Palácio Topkapi por 160 Liras, aproximadamente R$150,00 na época. 
      Aproveitei para conhecer o palácio, que era a residencia dos sultões durante o Império Otomano. Além de toda a beleza arquitetônica também é possível visitar diversas exposições que rolam lá dentro. Eu confesso que durante essa viagem fiquei com dor no pescoço de tanto ficar olhando para os tetos, um mais bonito que o outro. 

       

       


       

      O lugar é bem grande e eu usei o resto da minha tarde para conhecer cada espaço. Um dos que mais me impressionou foi um salão onde é possível ver o "anel" de metal onde fica a Kaaba, conhecida como a Pedra Preta que é uma das relíquias mais sagradas do Islã e atualmente esta em Meca. Esta era uma seção dedicada a objetos sagrados do Islã e ao fundo alguns homens entoavam o Alcorão, uma experiência muito F%$# de estar mergulhado ali em uma religião tão diferente e bonita. 
      Depois que sai do palácio fiquei olhada as lojinhas e fui experimentar a comida de rua. Destaque especial para o suco de romã que é uma deliciaaaaaa. O cachorro quente deles também é bem gostoso, e adivinha qual é o diferencial? PEPINO em conserva 😅.
      Voltei para o hostel, jantei um Kebap no bar e fui conhecer a galera.
       
      Continua...
       
    • Por fmoreira
      Eu poderia começar falando que 14 dias é pouco e que cometi o erro em ficar 3 dias em Paris na ida e 3 dias em Barcelona na volta, mas isso seria injusto porque Paris é Paris e a Espanha sempre tem vez! Mas a vida é feita de escolhas... e nessa viagem, mais acertamos que erramos e assim começamos e terminamos por Istambul, recheando com Izmir, Pamukkale, Capadócia e Konya.
      De Paris pegamos um voo para Istambul pela Air France e chegamos ao “estalando de novo” Aeroporto Internacional Atatürk (inaugurado em novembro de 2018). Mesmo sendo madrugada, pareceu ser muito longe de Sultanamet, o centro histórico em que ficamos hospedadas.  Optamos por pedir um transfer, o que nos custou quase um rim. Depois disso, ficamos mais espertas e passamos a utilizar o fabuloso sistema de transporte público, que é tão fantástico que serve aos 15 milhões de habitantes com uma superioridade escandalosa se comparado ao Rio de Janeiro com seus parcos 6 milhões.
      No primeiro dia, acordamos já cansadas, afinal Paris 20km/dia foi punk e uma noite mal dormida sempre suga parte da energia, assim optamos por fazer os pontos já planejados a pé e com bastante calma para entrar no clima da cidade. E assim fomos em direção ao Grand Bazar e definitivamente, o clima turco está ali e foi onde comecei a usar uma frase que falei muito durante os dias seguintes: “Nooooooossa!!! Que homem lindo”. Pois é, esqueça os turcos das novelas da Globo. Na realidade, os narizes são grandes sim, mas não são aduncos, mas bem feitos, beirando a perfeição, que combinam bem com os rostos alongados e os cabelos escuros. No Bazar ainda usam todo charme e carisma para vender tudo aquilo que não precisamos. Ainda bem que eu já estava preparada para não fazer compras. Afinal, foi minha primeira viagem sem bagagem despachada e minha mochila só poderia ser acrescida de coisas realmente muito essenciais.
      Gastamos umas duas horas por ali, correndo aqueles corredores de 600 anos, continuamos subindo e seguimos as placas que nos levaram até a Mesquita Suleymaniye, aquela belezura que aparece em todos os cartões postais de Istambul. Construída entre 1550 e 1557, foi encomendada por Suleyman, o Magnífico, sendo a quarta construída em Istambul. Eu já havia entrado em uma mesquita no Egito, mas foi a primeira vez que tive uma das melhores sensações da minha vida: pisar descalça naquele tapete maravilhoso. De uma forma geral, as mulheres não usam a parte principal das mesquitas para orar, mas como turistas tivemos tal privilégio. Nós chegamos pelos jardins dos fundos, que tem uma vista maravilhosa do Chifre de Ouro e dá até para ver a Torre Gálata. Almoçamos em um dos muitos restaurantes da lateral da mesquita e depois seguimos para deixar as bolsas no hotel. Finalizamos a tarde, visitando o interior da Mesquita Azul, que está em restauração com a visitação reduzida. Ao lado da Mesquita, descendo a pequena ladeira pelo lado direito, chegamos ao Bazar Arasta e fechamos a noite no Hipodrome, um barzinho na rua de baixo, indicada pelo recepcionista do nosso hotel. Aí a primeira surpresa: apesar de ser um país 99% muçulmano, a cerveja é livre e fácil de ser encontrada e a Efes é um excelente exemplar turco!
      A Mesquita Azul está localizada ao lado norte do Parque de Sultanahmet.  Azulejos azuis adornam o interior e dão ao prédio seu nome popular que não é o oficial. Foi construída pelo sultão Ahmet I com a intenção que superasse a grandiosidade da Aya Sofia (que era uma igreja quando Istambul ainda era Constantinopla). O arquiteto contratado conseguiu o feito ao usar as mesmas formas voluptuosas da igreja localizada do lado oposto.  Dizem que o sultão se empolgou tanto com a obra que trabalhou junto aos operários, inclusive os incentivando e recompensando pessoalmente. Para visitá-la os turistas devem entrar pelo portão lateral, pois somente os fiéis podem entrar pela porta principal. O interior é belíssimo!!! E mesmo com muitas partes em obra, foi possível ver os detalhes de boa parte da mesquita. Ao sair,  virando à esquerda, fica o túmulo de Ahmet I que subiu ao trono aos 13 anos e morreu aos 27 anos, um ano depois de finalizada a Mesquita Azul, o túmulo de sua esposa Kosem, que foi estrangulada no harém de Topkaki e de seus dois filhos Osman II (1618-1622) e Murat IV (1623-1640) e o príncipe Beyazit (assassinado por Murat) também estão lá. Os azulejos também são fantásticos.
      Se sair da mesquita e virar para o lado direito, encontrará o Bazar Arasta, com uma fileira de lojinhas interessantes e preços mais salgados que do Grand Bazar. Esse complexo também faz parte da mesquita e o dinheiro arrecadado com o aluguel das lojas contribui para a manutenção da mesquita. A entrada em todas as mesquitas é gratuita.
       
       
      No segundo dia, exploramos nossa capacidade de nos virar com o desconhecido como: com o mapa na mão e com Google maps baixado para uso off line. Não comprei chip local, em uma tentativa muito bem sucedida de desintoxicar da internet.  O café começava tarde no hotel, mas assim que terminamos, partimos para as ruas, tentando escapar da onda de chineses que domina o turismo europeu. Nada contra eles, mas só andam em bandos com 40 para cima e usam sombrinhas demais e roupas coloridas demais, o que interfere nas minhas fotos. Deveria ser proibido colocar blusas vermelhas nas malas. Às 8:30 da manhã não tinha um grupo sequer no Hipódromo.
      Começamos pela Cisterna da Basílica, onde tomei um piau muito educado do segurança por ter armado meu tripé. Mas o segurança poderia até ter me levado presa... foi o primeiro “nossaquehomemlindo” do dia. A construção data de 532 d.C. por encomenda do imperador Justiniano e hoje é a maior cisterna bizantina remanescente em Istambul. Tem seu nome por ficar localizada sob a Basílica Stoa e foi projetada para armazenar água para os palácios e redondezas com capacidade de 80.000 metros cúbicos distribuídas por 20 km de aquedutos. A visitação é possível desde 1987. Toda a cisterna tem 336 colunas: sendo 334 colunas lisas,  uma  esculpida com símbolos que os historiadores indicam ser as lágrimas por aqueles que morreram na construção e também a coluna que tem como base a cabeça invertida da medusa. Eu fiquei com a versão mais cética de que as colunas foram reutilizadas de outras construções e assim a cabeça foi aparecer por lá,  mas há quem acredite que ela esteja lá para livrar o local de espíritos malévolos.
      Em seguida fomos para a Aya Sofia. Compramos o ingresso individual, porque chegamos à conclusão que não teríamos tempo suficiente para fazer todos os locais incluídos no Museu Pass e não contratamos guia local, nos guiamos pelo espetacular Guia Istambul da Lonely Planet (no final, vou abrir um parágrafo inteirinho para falar de como o investimento nesses guias é imprescindível para uma viagem econômica e por conta própria).
      A Aya Sofia foi construída como igreja em 537 d.C por Justiniano, foi convertida em mesquita em 1453 por Mehmet (o Conquistador) e finalmente em 1935, Atatürk a transformou em museu.  A história da igreja em si já é um motivo para pagar as 72 liras para visitação. Foi construída sobre duas igrejas: uma destruída em um incêndio e a outra destruída na Revolta de Nika. Diz a história que quando Justiniano entrou pela primeira vez, disse: “Glória a Deus, que eu seja julgado digno de tão grandiosa obra. Ah Salomão, eu te superei!”. O cara nem era marrento. O destaque fica para a cúpula central, sustentada por pilares ocultos que a faz parece flutuar, o arquiteto responsável pela Suleymanynie ficou toda a vida estudando para reproduzir o mesmo efeito. Todos os mosaicos devem ser admirados com calma e no detalhe: são lindos e em um deles aparece Constantino ofertando a cidade de Constantinopla à Virgem Maria com Justiniano do outro lado ofertando a Aya Sofia.  Quanto aos discos caligráficos que foram introduzidos no século 19, concordo com os comentários dos guias, não têm nada a ver com construção. Uma última dica: não compre nem uma bala no café localizado nos jardins: é tão caro que chega a ser abusivo. Deixe para tomar um suco de romã (pomegranade, para os turcos) em uma das muitas lojinhas entre a igreja e o Topkaki, que foi nosso terceiro ponto do dia.
      O palácio Topkaki tinha tudo para que eu curtisse, mas que não foi bem assim. O lugar é gigante, com muitos pátios, jardins bem cuidados e os prédios estão espalhados em toda essa área que é enorme, mas ainda assim todos os cantos estavam lotados! Muita gente e muito calor, uma receita perfeita para a irritação. Hoje, sabendo disso, acho que seria o primeiro lugar do dia que o turista deveria ir.
      Mehmet, o Conquistador, aquele que tomou a Aya Sofia e a transformou em mesquita, construiu a primeira parte do palácio e lá viveu até sua morte em 1481. Os sultões subsequentes foram fazendo seus “puxadinhos” e viveram ali até o século 19, quando passaram a construir seus palácios em estilo europeu espalhados pelas margens do Bósforo. No auge, o Topkaki chegou a ter 4 mil moradores: esposas imperiais, seus filhos, as concubinas, eunucos e servos. Há uma visitação ao Tesouro Imperial (com fila, é claro!), que é bem legal, pois lá está a famosa adaga que em 1747 foi feita pelo sultão Mahmud I para presentear o xá Nadir da Pérsia, mas que nunca recebeu o presente porque foi assassinado antes.
      Das histórias do palácio, a mais interessante é sobre o harém. O islamismo proibia a escravização das muçulmanas e todas as concubinas do harém eram estrangeiras (muitas vendidas por seus pais) ou infiéis. O certo era: todas eram belas. A mais famosa foi Haseki Hurrem Sultan, a Jubilosa, a consorte do sultão Suleyman (o cara que construiu a minha mesquita favorita, a Suleymaynie), mais conhecida como Roxelana, era filha de um sacerdote ortodoxo ucraniano e foi capturada por tártaros da Crimeia e vendida no mercado de escravos.
      Almoçamos um kebab maravilhoso em uma barraca no Parque Sultanahmet e fomos andando para Eminöu à procura da mesquita Rustem Pasa, que estava fechada para os não muçulmanos, acabamos assim encontrando a New Mosque e entramos. Saí de lá emocionadíssima com a demonstração de fé, apesar de não ser vedada aos turistas, não havia nenhum. Em seguida fomos ao Mercado de Especiarias e só tenho uma palavra para ele: UAU!!!!  O nome desse bazar é na verdade Misir Çarsisi (traduzido: Mercado Egípicio), pois inicialmente o prédio foi sustentado pelos impostos sobre mercadorias importadas do Egito. Em seus tempos áureos, o local era o último ponto das caravanas de camelos que chegavam da India, Pérsia e China pelas Rotas da Seda. É menor que o Grand Bazar, mas eu o achei muito mais interessante.
      Com o sol se pondo, continuamos as andanças para atravessar a ponte sobre o Chifre de Ouro e chegar à Torre e achamos que estávamos sobre a Ponte Gálatas, até que descobrimos que estávamos na ponte do metrô e nesse momento começamos nossa jornada usando o espetacular transporte público turco. Com a ajuda de uma turca que estava perdendo a paciência com nossa lerdeza para entender a máquina automática, compramos um Istambul Card e abastecemos 50 liras, usamos as três o mesmo cartão que vale tanto para o metrô, quanto para o tran,  ônibus e até para os barcos, tudo pela barganha de 2,60 liras/viagem (a primeira viagem 1,85) ou seja R$ 1,80 (a passagem no Rio de Janeiro custa R$ 4,05). Tomamos um café ao redor da Torre, mas não ficamos muito. O bairro é bem balado,  mas estávamos bem cansadas.
      Finalizamos o dia vendo o sol sentadas na escadinha com as luzes acendendo nas mesquitas do outro lado do chifre, com aquela sensação de “putaqueopariu, que lugar lindo!” Voltamos na hora do rush, e adivinha? Metrô vazio e depois o tran também. Não sentamos, mas também não viemos como sardinhas em lata. Não vou cansar de falar sobre isso...
      À noite nos presenteamos com um jantar maneiro. O escolhido foi o Matbah, um restaurante com uma proposta diferenciada onde o chefe recriou receitas palacianas de origem otomana. Fantástico da entrada à sobremesa e o mais interessante: pagável.
       
      E o terceiro dia foi o dia do famoso Bósforo!!! Um estreito que conecta o Mar Negro com o Mar de Mármara, separando Istambul em duas partes: a europeia e a asiática. O comprimento total do estreito é de 30 quilômetros e a largura vai dos 700 metros até quase 4 quilômetros da saída para o Mar Negro. Agora, definitivamente eu já posso colocar um pin  na Ásia.
      Justamente nesse dia, o tempo amanheceu um pouco nublado. Confesso que meu tesão fotográfico diminui bastante em dias assim, mas faz parte de qualquer viagem. Fomos cedinho para o porto em Eminöu e pegamos a barca local que sai do píer pertinho da Ponte Gálatas. Aceitamos as dicas da Lonely Planet e assim escapamos do cruzeiro turistão (pela bagatela de 15 liras/R$10,50). No caminho passamos pelos palácios construídos pelos otomanos, por algumas das pontes mais altas que eu já havia visto e pela Fortaleza de Rumeli Hisar, que foi construída para conter as invasões. Desembarcamos na última estação, Anadolu Kavagi e voltamos de busão (15A) pelo lado asiático, parando em Kanlica para experimentar o delicioso e famoso iogurte produzido lá e depois pegamos o 15F para ir ao Palácio Beylerbey. Foi uma experiência fantástica, pois a comunicação em turco era inexistente, mas o olhar, as risadas quando nos pegavam enroladas e aquela coisa da comunicação por olhar que só o viajante sabe entender. Me faltam as palavras corretas para descrever.
      O ápice mesmo foi a visita ao palácio, que não pode ter o interior fotografado. Foi construído entre 1861 e 1865 pelo sultão Abdulazize como casa de verão e para receber diplomatas estrangeiros. Conta uma história que Maria Eugênia, esposa de Napoleão III, tomou uma senhora bofetada da mãe do sultão, porque em um evento, entrou de braço dado com ele. Se fez isso com a visita, imagina o que fazia com as noras e com as concubinas, pois como se sabe, era a mãe do sultão que tocava a administração do harém. Tomara que eu não tenha passado por isso nas encarnações passadas!
      Almoçamos tarde em Uskadar, depois partimos para a famosa loja de doces Hakki Zade e nos rendemos a baklava (doce folheado com amêndoas). Para encerrar o dia, pegamos o barco de Uskadar para Eminöu (2,60 liras), cruzamos de volta para o lado europeu e seguimos para o final do roteiro do dia: Beyglou e a Taksim, a famosa e enorme praça que aparece na TV quando os turcos vão para as ruas fazer suas reinvindicações e que descobrimos que é o “point consumista”, as marcas famosas tem lojas na rua principal, onde um charmoso bonde sobe e desce, com várias sorveterias com atendentes engraçadinhos que fazem malabarismos com as casquinhas (encantando inclusive os adultos), bares e kebabs para todos os gostos e até uma igreja católica.  Paramos para beber uma cerveja em um local bem legal onde o “nossaquehomemlindo” foi entoado diversas vezes. Saímos fedendo a cigarro puro, pois os turcos fumam horrores!!!
      Quarto dia e último dia da primeira etapa em Istambul e a chuva chegou junto com nosso desespero em saber que não daria para fazer tudo que gostaríamos de fazer. Perdemos uma hora indo para a direção errada no tran e desistimos de Balat, o que foi ótimo, pois não é um lugar para fazer com chuva. Assim descemos na última estação do tran (Kabatas, onde o s com cedilha tem som de x – liiiindo!!!!)  Já na saída do tran tinha uma galera vendendo capas de chuvas (me senti no Brasil) e fizemos amizade com um libanês que estava no tran. Seguimos juntos a pé para o Palácio Dolmabahçe. Fofucho, professor de francês e não falava inglês e nós não falávamos nem francês nem árabe, foi uma conversa ótima em sinais e palavras soltas. Na bilheteria já sentimos o que nos esperava: chineses, muitos deles, tentando escapar da chuva como nós, fazendo um roteiro coberto!
       
      O palácio é de deixar qualquer um boquiaberto, principalmente quando se chega ao salão cerimonial. Nada pode ser fotografado (se pudesse, o engarrafamento lá dentro seria ainda pior) e os ingressos são comprados separadamente se quiser ir ao harém, fomos e valeu a pena. Uma das coisas mais interessantes é que o palácio foi moradia do presidente Atatürk, o cara que proclamou a república e até hoje é reverenciado pela população. Ele faleceu em um dos aposentos e o relógio foi parado exatamente na hora da sua morte e ninguém mais mexeu.
      Conseguimos, antes de seguir para o aeroporto, ir à Pequena Aya Sofia, uma pequena joia que Justiniano e Teodora construíram entre 527 e 536, antes de construir a Aya Sofia. Era uma igreja batizada em homenagem a São Sergio e São Baco, os santos padroeiros do exército romano. As colunas de mármore verde ainda são originais, mas os mosaicos não sobreviveram. Foi convertida em mesquita aproximadamente no ano 1500, quando foram construídos os minaretes.
      Para Izmir, conseguimos uma tarifa ótima pela Turkish Airlines, a melhor companhia aérea da Turquia, saindo do aeroporto Sabiha Gokcen. Para chegar até ele, a melhor opção é usar o Havast, um ônibus arrumadinho que faz o trajeto a partir do parque de Sultanahmet. Utilizamos o mesmo serviço quando voltamos de Konya e para pegar o voo final para Barcelona, porém para o Aeroporto Atatürk, o Havast sai da Praça Taksim. Uma hora depois estávamos desembarcando em Izmir, cujo metrô está praticamente no pátio de desembarque (outro nível!). Um cara que estava no nosso voo puxou assunto na estação e nos ajudou com a compra dos bilhetes e em dicas para nossos dois dias na cidade. Os turcos são muito amáveis... esse não era lindo, mas tinha borogodó.
      Achar o hotel foi um pouco mais complicado. Escolhemos o hotel pela proximidade com a estação Bazmane, mas ao sair tinham várias bifurcações. Tentamos pedir informação quanto à direção, mas ninguém falava inglês, na linguagem dos sinais, um rapaz nos colocou na direção. Entramos na rua que, na verdade parecia um beco,  com casas de chá e vários homens jogando gamão (nenhuma frase “nossaquehomemlindo” saiu da minha boca), rolou um certo cagaço até que vislumbramos a placa do hotel (ufa!). Hotel honesto, preço ótimo, café da manhã básico e localização excelente já que a meta era ficar próximo ao trem pela mobilidade de ir para as demais cidades, mas teve sua parcela de susto.
      Izmir é a terceira maior cidade da Turquia e os turistas e base para ir à Éfeso, uma cidade construída no século X a.C e é uma das sete congregações citadas no Livro do Apocalipse. Há inclusive teorias que acham que o Evangelho de João pode ter sido escrito em Éfeso. O Templo de Artêmis, uma das sete maravilhas do mundo antigo, se encontrava ali (mas hoje tem apenas uma coluna), assim como a Biblioteca de Celso (ainda de pé). Hoje a cidade encontra-se em ruínas devido aos muitos terremotos. A história da cidade é muito bem contada no museu localizado no centro de Selçuk, cuja visita é importante para entender todo o contexto.
       
      Tanto para ir tanto à Éfeso quanto para ir à Casa da Virgem Maria, tivemos que pegar um trem na estação Bazmane para Selçuk, chegando lá pegamos um taxi que nos levou até a casa, nos esperou e depois nos deixou em Éfeso. Ao terminar Éfeso, pegamos outro táxi que nos deixou no centro.
      A casa foi descoberta no século XIX através das visões da beata Ana Catarina Emmerich (beatificada pelo Papa João Paulo II). A igreja católica nunca se pronunciou sobre a autenticidade da casa por falta de evidências aceitáveis. As visões indicaram que Maria, depois da morte de Cristo, foi perseguida e levada por São João à essa casa. Verdade ou não, o local recebe muitos peregrinos, inclusive foi visitada pelo papa Bento XVI.
      Voltamos de trem até Bazmane e usamos o metrô para chegar à Praça Konak, onde fica a Torre do Relógio e a Mesquita Yali e sentamos na Kordon Izmir, também chamado de calçadão para assistir ao pôr do sol.  
      Para ir à Pamukkale, o usual é se hospedar em Kusadasi, pois de lá saem tours. Como ficamos em Izmir a opção era ir de trem até Denizili (4 horas para ir e 4 para voltar) ou fazer de forma privada. Estávamos cansadas pacas e resolvemos nos presentear, ainda que o bolso tenha ficado ligeiramente impactado. O recepcionista do nosso hotel nos arrumou um motorista e às 8 da manhã, Omar estava nos aguardando e nos levou com tranquilidade pelos 240 quilômetros. De novo, nada de inglês, mas com o Google Tradutor ele nos contou todo o contexto político atual. Super gentil, parou quando pedimos para comprar frutas que ele prontamente escolheu.
       
      Nossa primeira visitação foi à Hierapolis, uma cidade fundada no século II a.C e que desmoronou durante um terremoto no ano 17, foi reconstruídas nos séculos II e III d.C e servia de casa de veraneio para os nobres que a visitavam pela águas termais, mas foi completamente destruída por um novo terremoto em 1354. A cidade é mencionada uma única vez na Bíblia, na Epístola de Colossenses. Pamukkale está no mesmo parque, inclusive o pagamento é feito por um ticket único. O lugar é lindo demais, mas era domingo e parecia o Piscinão de Ramos. Fotos sem pessoas? Só apagando no Photoshop.
      E para a Capadócia usamos uma companhia aérea lowcost chamada SunExpress, partindo de Izmir, parece nome de empresa de ônibus, mas o avião era novinho, não serviu nem água, mas para um pouco mais de uma hora de voo foi um excelente custo x benefício. Já tínhamos um transfer contratado pelo hotel e tudo correu entre o aeroporto de Keyseri e Goreme, a cidade que escolhemos como base. Passamos por Ugrup, que eu achei muito lindinha, apesar de ser menor. Foi o único local que não fizemos por conta própria, quando comecei a fazer o planejamento cotei os tours e o voo de balão, mas não fechei. Em alguns blogs havia a indicação de contratar na hora para baratear. Foi um erro dos grandes. Chegamos em uma segunda e não tinham mais voos para a terça e quarta, pois nos dias anteriores os balões não subiram, ou seja: a oferta estava bem menor que a demanda. Quase ficamos sem fazer o voo. Entramos em uma fila e só conseguimos fazer na quinta pela manhã, no dia da nossa ida para Konya. Essa brincadeira custou mais 100 euros.
       
      Entendendo mais o roteiro agora, faria um pouco diferente e assim sobraria um dia a mais em Istambul. Na Capadócia, as agências oferecem dois tours e com tudo organizado dá para fazer o Balão + Red + Goreme em um dia e o Green no outro. No dia da chegada, tiramos férias das férias e ficamos só rodando a cidadezinha e as lojinhas.
      O Red Tour é o mais interessante, na parte norte, com as paisagens típicas formadas por milhões de anos de erosão. Começamos com uma parada em Uçhisar Castle e Pasabag Valley, que  parece a terra dos Smurfs, os demais lugares são mirantes, mas ainda assim muito legais: Devrent Valley, Love Valley e para fechar com chave de ouro: O Goreme Open Air Museu que foi monastério e igrejas e as pinturas remanescentes estão muito desgastadas, resultado da tentativa dos otomanos em acabar com os resquícios cristãos. O mais impressionante é que focaram na retirada dos olhos.
      O Green Tour merece um dia ensolarado, o que não foi o caso e por isso tirou um pouca da graça. Começamos pelo Selime Valley, onde foi gravado Star Wars, em seguida fizemos um trekking de 5km no Ilahra Valley, caiu a maior chuva enquanto estávamos almoçando e cessou ao fim do almoço e seguimos para Derinkuyu, uma cidade subterrânea (eu odiei esse lugar, não dá para imaginar 100 mil habitantes vivendo tão produndamente), o último mirante foi o Pigeon Valley.
      Ambos tours são completos, te pegam e deixam no hotel, o almoço (ruim) está incluído, guia em turco e inglês e um monte de paradas em lojas “pega turistas”. A nossa sorte é que chegam relativamente cedo em Göreme e assim finalizamos as duas tardes com uma cervejinha marota e ainda saímos para jantar, uma das noites fomos ao Turkish Ravioli e claro comemos o carro chefe: o raviolli com molho de iogurte. No dia seguinte fomos encarar o tal cordeiro cozido no pote, mas é maneiro ver o negócio pegando fogo, mas o sabor não era lá essas coisas.
      E então, antes do amanhecer, uma van passa no hotel e te leva para a área onde os balões estão sendo inflados, a luz começa a aparecer por trás da montanha e sol aparece todo lindo lançando raios para cima dos balões que já estão no ar. Subimos na cesta e ficamos apertados (são 15 pessoas no total), mas o aperto é legal, o baloeiro gira algumas vezes para que todos dentro consigam ver as paisagens em 360 graus.  Só tenho uma reclamação a fazer: poderia ser menos caro! Voltamos para o hotel, tomamos café e tomamos o rumo para Konya (230Km) dessa vez de ônibus.
      Konya está localizada na Anatólia Central e que incluímos no roteiro para entender como surgiram os dervixes, cuja apresentação acabamos vendo em Istambul, já que em Konya somente se apresentam às sextas e sábados à noite e por lá ficamos apenas uma noite e duas metades de dia. O Museu e a Mesquita da Ordem Mevlana são dois dos maiores centros de peregrinação do mundo, pois ali encontra-se a sepultura de Celal el-din Rumi, um dos maiores pensadores sufistas da história.
      O sufismo é a corrente mística e contemplativa do Islamismo, os sufistas procuram desenvolver uma relação íntima, direta e contínua com Deus, através de cânticos, música e movimentos, por isso temos a impressão que os dervixes, ao rodopiar, estão em outro lugar, dá até para sentir e é lindo de se ver.
      Além do Museu e da Mesquita central, fomos ao maior borboletário da Europa, visitamos a vila de Sille e a Aya Elena, passeamos pelo parque, nos perdemos nos mercados, nos acabamos de comprar lenços (em Konya, todas as mulheres usam) e ainda fomos na Mesquita Azize, uma das mais bonitas da viagem. Antes do almoço,  tivemos a maravilhosa experiência de assistir aos fiéis orando ao lado de fora da mesquita, na praça, muitos deles. Konya foi um escolha ótima, até mesmo porque não é uma cidade turística.
      Ahhhh... já ia esquecendo... lá tem um prato típico chamado etlikmek que é tipo uma pizza, mas em formato diferenciado. Amei essa parada e o restaurante que provamos: o Sifa.
      http://www.sifarestaurant.com/menu
       
      E assim voltamos para mais um só dia em Istambul, que confirmo mais uma vez, merecia mais uns dois dias. Acordamos cedinho, tomamos café no porto e pegamos a barca local para fazer o Chifre de Ouro (que é uma península que divide Istambul no lado europeu). Descemos em Ayvansaray e fomos a pé até o Museu Kariye (Igreja de Chora), uma construção bizantina repleta de mosaicos conservadíssimos, que datam de 1312 e representam a vida de Cristo e da Virgem Maria, incluindo a genealogia de Cristo. Eu fiquei tão encantada que comprei até o livro.
      Continuamos a pé, descendo até Balat, o bairro badalado dos cafés e da galera alternativa e seguimos em direção à Igreja Búlgara de São Estevão (a cúpula acabou nos chamando a atenção), pegamos um taxi e descemos logo a frente, pois perdemos a paciência com o trânsito caótico, já era hora do almoço e fechamos o roteiro comendo o famoso (e delicioso mesmo!) sanduíche de peixe em um dos restaurantes sob a Ponte Gálatas. Estava tudo super movimentado, um monte dos “nossaquehomemlindo” passando de um lado para outro vestidos com a camisa do Gálata Saray (onde o Felipe Mello jogou e ainda é rei). Passamos para o outro lado do Chifre e seguimos para Orkatoy, uma mesquita pequena mas lindamente decorada. Ao redor, feirinha de artesanato e bares, um fervo! Ficamos pouco tempo, porque ainda tínhamos o chá com por do sol do lado asiático (ufa!). Voltamos pra Eminöu, pegamos a barca, andamos mais um tanto a pé e chegamos às escadas em frente ao Kiz Kulesi (também chamada de Torre da Donzela), que foi construída em 408 a.C para controle do movimento dos navios persas no Bósforo.
      Há lendas sobre a construção dessa torre. Uma delas conta que um sultão tinha uma filha e um dia, um oráculo profetizou sua morte depois da picada de uma cobra venenosa aos 18 anos e assim mandou construir a torre para que ela se mantivesse longe da terra. No aniversário de 18 anos, o sultão levou um cesto de frutos de presente e adivinha o que tinha dentro do cesto? Uma cobra! E assim se concretizou a profecia. Por isso, é também chamada de Torre da Donzela.
       
       
      E assim nos despedimos da Turquia...
       
       
      Onde ficamos:
      Istambul: Hotel Sultahill – Colado no Hipódromo e na Mesquita Azul. A localização é fantástica, mas os quartos são pequenos e o café da manhã básico. Custo x Benefício nota 10.
      Izmir:  Hotel Baylan Basmane – Próximo a estação de trem. Basicão, mas camas confortáveis e pessoal muito atencioso e um preço muito bom!
      Konya: Bera Konya Hotel -  Para uma noite foi ótimo. Boa localização, quarto enorme e confortável. Café da manhã farto, mas não saboroso.
      Göreme: Blue Moon Cave Hotel – Quarto ótimo, localizado na rua principal (sem precisar subir ladeira!!!), café da manhã espetacular. Custo x Benefício nota 1000.
       
      Para ver as fotos é só acessar: https://www.flaviamoreirafotografia.com/turquia
      Ou pelo instagram: lugaresfotogenicos
    • Por Liany Garves
      Oi pessoal!!!
      Acabo de voltar da Turquia. Eu tive uma escala por lá e acabei decidindo fazer um stopover e ficar uma semana. Como já conhecia Istambul, eu fui pra Capadócia dessa vez. Apesar de ter ido no inverno (fevereiro-2019) e estar extremamente frio, eu gostei muito do lugar. Como estava menos lotado de turistas, tive uma experiência super agradável por lá e vi até neve! 
      Eu estava na dúvida se valia a pena fazer o voo de balão por ser inverno, já que essa é uma atividade bem carinha. Como não acho que irei pra lá novamente, acabei me arriscando e não me arrependi. Foi sensacional mesmo assim, as paisagens são incríveis e pude ver os picos nevados das montanhas. Estava nublado mas mesmo assim, as paisagens estavam lindas. 
      Eu até escrevi um post no meu blog listando todas as vantagens e desvantagens de se voar de balão no inverno (já aviso que é bem mais barato rs). Se alguém tiver interesse em ler para mais informações: https://www.mochilaoadois.com.br/balao-capadocia/ 


    • Por anselmoportes
      Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse:
      Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga.
      ***DICA IMPORTANTE: Levei o meu celular e usei MUITO o Google Maps. Mesmo sem um chip local, eu consegui internet em quase todos os lugares usando redes wifi abertas. Além dos bares, cafes e restaurantes, muitos transportes públicos também oferecem esse serviço. Uma vez que vc acessa o Google Maps estando online, ele carrega o mapa da região. Depois, mesmo OFFLINE, é possível ver sua localização no mapa e achar os lugares que procura.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de ISTANBUL.
      LEGENDA
      USD - Dólar Americano
      EUR - Euro
      BRL - Real Brasileiro
      TRY - Lira Turca

      Depois de 3 noites incríveis em Goreme, na região da Capadócia, segui minha viagem até Istanbul. Lá eu fiquei no esquema Couchsurfing então nesse relato não há nenhuma dica ou avaliação de hostel, hotel ou pousada.
      4º dia de viagem: Goreme -> Kayseri -> Istanbul (11 de Setembro de 2018)
      Meu vôo chegou no aeroporto de Ataturk por volta das 13h30. Fiquei de enviar uma mensagem via WhatsApp para o Emre, meu anfitrião, assim que eu chegasse. 
      É muito difícil achar um sinal de wi-fi aberto lá no aeroporto. Aliás, fui descobrir mais tarde que é bem difícil achar em qualquer lugar de Istanbul. Sem alternativa, tique comprar um café no Mado Café do aeroporto (13TRY por um espresso, um absurdo!) para poder usar o wifi deles. Na hora de pedir a senha ao garçom que me servia, ele pediu para ele mesmo digitá-la e eu não ver qual era a senha. Ok.
      Assim que tive acesso à internet enviei uma mensagem ao Emre avisando que estava a caminho. Existe um um ônibus, o HAVABUS, que vai até o centro da cidade, na TAKSIM SQUARE e tem um preço rasoável: 12TRY (mais barato que o café que havia tomado!).
      Comprei o ISTANBULKART que é o cartão de transporte. Com ele vc tem acesso ao metrô, ônibus e trams. Custa 6TRY e a máquina não volta troco. Ou seja: se vc colocar uma nota de 10TRY vai receber o cartão com 4TRY de crédito.
      Uma forte chuva caía e fomos sair as 14h30. Depois de 10min o ônibus parou. A rodovia estava interditada por conta de uma enchente na pista. Procurei algum sinal de wifi mas o único disponível pedia um número de celular para enviar um SMS com uma senha que liberaria o sinal. Perguntei para um rapaz turco que estava no ônibus se ele poderia receber esse SMS para mim e passar a senha. Ele disse que OK e consegui acesso à internet no ônibus. Avisei meu anfitrião que iria atrasar por conta da enchente.
      Depois de uns 15 minutos o ônibus deu meia volta e seguiu por um caminho alternativo. Fui chegar à Taksim Square por volta das 16h e pouco depois o Emre chegou para me buscar.
      Fiquei hospedado no bairro de Besiktas (15min da Taksim Square, de ônibus) numa área cheia de bares e restaurantes. Esse bairro não é tão radical com relação aos costumes muçulmanos então há uma grande concentração do pessoal mais jovem que se encontram lá pra beber, fumar narguilé e conversar.
      No caminho passamos num supermercado e compramos umas cervejas. Chegando na casa conheci uma amiga do Emre, a Gökçe. Ficamos conversando e bebendo as cervejas quando por volta das 20h o Emre precisou sair para um compromisso.Deixei a casa com ele e fui até o supermercado MIGROS pra comprar o café da manhã: 4 pães, “mortadela” turca, queijo e 1 suco de Laranja - 43TRY.
      Estava morrendo de fome e comi um KEBAB e tomei uma coca no MATRAK (18TRY).
      ***Dica: As comidas de rua (street food) são muito populares em Istanbul. E podem comer sem medo que tudo (ao menos o que eu experimentei) é muito bom!
      Fui para um pub chamado AYLAK e tomei 4 Carlsberg (chopp 500ml) por 17TRY cada. Voltei pra casa às 23h15, tomei banho e fui dormir 0h.
      Distância percorrida no dia: 7,5km🚶‍♂️

      5º dia de viagem: Istanbul (12 de Setembro de 2018)
      Acordei as 9h, tomei café e por volta das 9h30 estava saindo. Fui caminhando até a VODAFONE ARENA, estádio do time de futebol Besiktas. O próximo tour (40TRY) no estádio era as 10h30, mas o guia só falava turco. Paguei mais 25TRY e peguei um áudio-guia. Antes do tour começar vc tira uma foto na qual eles irão fazer uma montagem e te oferecer no final do passeio.
      O problema de fazer esse tour com o audio-guia é que as informações que vc escuta nele não são tão rápidas quanto o guia turco. Então, em certos momentos, vc ainda está escutando a explicação de um determinado lugar da arena e o guia segue em frente, te obrigando a ir com ele uma vez que vc não pode ficar sozinho lá. Depois de reclamar que eu estava deixando alguns setores do estádio sem ter terminado a explicação do áudio, deixaram uma guia comigo.
      Passamos pelas arquibancadas, vestiários, sala de coletiva de imprensa e bancos de reservas à beira do gramado. No final do tour vc ganha um certificado. Também te oferecem a montagem da foto que vc tirou no início do tour. Tem vc com jogadores, segurando uma taça, etc… mas por um preço absurdo. Não lembro o valor, mas não comprei.
      Para ter acesso ao MUSEU do BESIKTAS tem que pagar mais 15TRY. Vale a visita (assim como todo o estádio) apenas para os fanáticos por futebol.
      Deixei o museu e segui caminhando até a TAKSIM SQUARE (uma subida considerável). Lá peguei um metro e um bonde até SULTANAHMET e fui até a HAGIA SOPHIA. A Hagia Sofia já foi uma igreja, uma mesquita e hoje é um museu. A entrada custa 40TRY (aceita cartão) mas vale muito a pena. Ela é muito grande e imponente. Há vários símbolos muçulmanos, escritas em árabe antigo e, incrivelmente, há também uma imagem da Virgem Maria com o Menino Jesus em seu colo (lembra que ela já tinha sido uma igreja?). Lá dentro também se encontra a COLUNA DOS DESEJOS onde dizem que se vc passar a mão nela no sentido horário, seu pedido será realizado. Deixei o museu e vi que na lateral da direita há um acesso gratuito às tumbas dos imperadores. 
      Quase em frente à mesquita há uma pequena lanchonete. Comi um KURUM TOAST (8TRY) e tomei uma coca (3,5TRY). Era um pão em forma de baguete, com uma carne não sei do quê, picles, maionese e ketchup. Claro que na foto o lanche estava BEM melhor, mas deu pra matar a fome.
      Comi o lanche num banco sob uma árvore, descansei um pouco e fui pra MESQUITA AZUL, que fica de frente com a HAGIA SOFIA. Na entrada vc tem que tirar o calçado e é dado uma sacola de plástico pra colocar eles. A mesquita estava sendo reformada então muita coisa estava coberta. Ela me pareceu bem menor que a Hagia Sofia.
      Sai da Mesquita Azul e fui para a CISTERNA DA BASÍLICA que fica ao lado esquerdo da Hagia Sofia. A entrada custa 20TRY e não aceitam cartão de crédito ou outra moeda que não seja Lira Turca.
      A cisterna da basílica consiste em 12 x 28 colunas de sustentação (fica debaixo de Sultanahmet) e foi um enorme reservatório de água que hj está vazio. Posteriormente fiquei sabendo que quando a cisterna estava ativa haviam peixes nela. Motivo: saber da qualidade da água. Se os peixes começassem a morrer é que tinha algo errado nela. Passei pela CRYING COLUMN e a MEDUSA’S HEAD que fica na base de uma das colunas.
      Por volta das 17h fui até o TOPKAPI PALACE (40TRY, aceita cartão). Lá dentro passei por uma coleção de relógios antigos, uma coleção de armas de guerra (armaduras, lanças, arcos, espadas, revólveres todos muito ornamentados, etc). O palácio tem um enorme jardim central. Ao fundo, alguns cômodos e um deles parecia uma biblioteca. Passei pela por um setor que tinha itens de cozinha: pratos, louças, porcelanas, panelas, etc. Deixei o local às 18h50 e voltei pra casa.
      Chegando lá tomei um banho e conversei um pouco com o Emre. Por volta das 21h fomos a o encontro semanal do Couchsurfing num bar chamado SYMBOL CAFE. Fica próximo a Taksim Square, em uma travessa da Istiklal Street que é cheia de lojas, bares e restaurantes.
      Conheci pessoas de vários países no encontro. Trocamos ideia até umas 23h30 e fomos para outro bar: JAMES JOYCE PUB. No terraço do bar havia uns turcos dançando umas músicas latinas. Mas o som estava muito ruim e decidimos ir embora.
      No caminho de volta compramos mais 2 cervejas EFES. Chegamos em casa, tomamos as cervejas e conversamos até 2h30 quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 21km🚶‍♂️

      VODAFONE ARENA

      HAGIA SOPHIA

      HAGIA SOPHIA

      MESQUITA AZUL

      MESQUITA AZUL
       

      CISTERNA DA BASÍLICA

      TOPKAPI PALACE
       
      6º dia de viagem: Istanbul (13 de Setembro de 2018)
      Acordei às 9h25, tomei café e sai as 9h50. Voltei até SULTANAHMET e fui atrás do FREE WALKING TOUR, que começou às 11h.
      A guia falou sobre a MESQUITA AZUL, sobre os banhos turcos que alguns podem custar até 60EUR por hora. Passamos ao lado da HAGIA SOPHIA e paramos num jardim em frente ao TOPKAPI PALACE. A guia comentou que nos anos 30 foi costituída a REPÚBLICA DA TURQUIA e os sultões deixaram de existir. O Topkapi Palace hj pertence ao governo e há alguns anos uma tetraneta de um dos sultões tentou pegá-lo de volta na justiça mas não conseguiu. 
      A guia também comentou que Istanbul tem cerca de 3000 mesquitas. Deixamos o palácio e fizemos um coffee break num café ali perto. Passamos pela entrada da CISTERNAS DA BASÍLICA e nos falaram que ela foi construída para que a cidade, que era murada, tivesse acesso à água caso estivesse sendo atacada e não podendo abrir seus portões.
      De lá passamos pelo HIPÓDROMO, que hoje é uma praça mas tinha corridas de cavalos e bigas na época que foi dominada pelos romanos. Lá perto tem um monumento trazido do Egito. Mas o obelisco era muito alto então tiveram que cortar ele pela metade e pegaram só a parte de cima.
      No final do tour paramos atrás da Mesquita Azul, num restaurante que tinha um “preço especial” para quem fez o tour: 8EUR por um almoço com sopa, salada e prato principal. Não tinha muita fome então não fui ao restaurante.
      Ali perto encontrei o ARASTA BAZAR que tem só uma rua de uns 200 metros. Voltei ao ponto e peguei um trama até o GRAND BAZAR. Esse sim é GIGANTESCO, com muitas lojas e muitas pessoas. Mas é o maior “tourist trap” de Istanbul, então apenas passei olhando as lojas e não comprei nada (até mesmo pq não cabia mais nada em minha mochila). Cheio de corredores e com lojas bem semelhantes uma das outras, não é difícil se perder nele. É praticamente impossível sair pela mesma porta que vc entrou.
      A fome bateu então resolvi comer alguma coisa ali mesmo. Comi um TABKTA KEBAB (26TRY) e tomei um suco de romã (8TRY).
      Deixei o Grand Bazar e caminhei por uns 10 minutos até chegar a MESQUITA SULEYMANIYE. Ela fica no alto de um morro e tem uma vista linda lá de cima. Por dentro ela é maravilhosa e, segundo um voluntário que trabalha nela, tem capacidade para 8000 pessoas. Esse voluntário me deu uns impressos em português, entre eles um alcorão.
      Sai da bela mesquita e caminhei mais uns 10 minutos até o SPICE BAZAR, que é o Bazar das Especiarias. Ele é bem menor que o Gran Bazar uma vez que é em forma de “L”, mas achei mais bonito e conservado. Algumas lojas dão amostras grátis de seus doces e o colorido e cheiro das especiarias fazem aquele lugar ainda mais peculiar. Em uma das saídas desse bazar está a NEW MOSQUE que também estava em reforma e não tinha muito o que ver nela.
      Ali perto está a GALATA BRIDGE que tem uma vista legal do ESTREITO DE BÓSFORO. De lá peguei um tram até KABATAS, um funicular subterrâneo até a Taksim Square e um ônibus até Besiktas. Passei num mercado, comprei umas cervejas e voltei pra casa.
      Cheguei em casa e o Emre fez um macarrão com atum pra gente. Tomamos as cervejas, jantamos e ficamos conversando até umas 23h quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 14km 🚶‍♂️

      GRAND BAZAR

      MESQUITA SULEYMANIYE

      SPICE BAZAR

      7º dia de viagem: Istanbul (14 de Setembro de 2018)
      Acordei as 8h50, tomei café e as 9h30 estava saindo. Caminhei até o DOLMABAHÇE PALACE, que fica em frente à Arena Vodafone (estádio do Besiktas). A entrada no palácio + harem custa 90TRY.
      O palácio é muito bonito! Cheio de adornos, decorações e luminárias gigantescas. Também há algumas armas e utensílios de cozinha utilizados antigamente. O harém também é igualmente bonito e nele há um acesso a um dos banheiros. Uma pena não poder tirar foto em nenhum desses dois lugares.
      Do lado de fora tem uma galeria de pintura mas para entrar tem que pagar mais 20TRY.
      Deixei o palácio, passei pela DOLMABAHÇE MOSQUE, uma mesquita ali perto. Fui até o ponto de Kabatas e peguei o T1 (tram 1) até próximo a GALATA TOWER.
      Havia uma fila de 20 minutos pra subir na torre (35TRY). Enquanto esperava pra entrar, comi um SIMIT que é um pão com gergelim em forma de argola (1,50TRY).
      ***Dica: Há carrinhos de SIMIT espalhados por toda Istanbul. Bateu uma fominha? Simit! Melhor custo-benefício que vc vai encontrar nas ruas.
      A torre foi construída em 562 e lá de cima vc tem uma vista 360º da cidade. O tempo estava nublado então as fotos não ficaram muito boas, mas vale conhecer.
      De lá eu caminhei uns 10 minutos até TUNEL que é uma linha de metrô com apenas duas estações e é uma das mais antigas da Europa. A estação da outra ponta me deixou no começo da Istiklal Street e caminhei por ela toda até a Taksim Square. Lá eu acessei o wifi do Starbucks e vi como chegar no estádio do FENERBAHÇE. Era 16h e vi que o último tour seria às 17h30
      Além dos ônibus, Istanbul também conta com um tipo de lotação chamada DOLMUSH e a tarifa varia de acordo com o ponto que vai descer: quanto mais distante, mais caro.
      O estádio fica do outro lado do estreito de Bósforo, no lado asiático da cidade. Levei 1 hora pra chegar lá. Entrei na loja do clube e perguntei a um vendedor sobre o tour. Ele foi muito grosso e ríspido dizendo “Não tem tour! Estádio fechado!”. Daí eu perguntei se havia ao menos um museu ou outra coisa que poderia visitar e ele: “Não! Tudo fechado!”. Então tá…
      Sai do estádio e não consegui nenhum sinal de wifi. Tive que achar meu caminho de volta da “forma antiga”: perguntando para as pessoas na rua.
      Primeiro pedi informação para um cara e ele pediu para eu seguir ele pq ia para a mesma direção. Pegamos o mesmo ônibus e ele me disse que ponto deveria descer pra pegar outro ônibus pra Besiktas.
      Desci num pequeno terminal com vários pontos, mas não achei informação de onde passaria o meu ônibus. Perguntei pra duas garotas e elas me mostraram onde era meu ponto.
      Chegando no ponto perguntei para um cara qual ônibus pra Besiktas e ele disse que estaria indo pra lá que poderia ir com ele. Descemos no mesmo ponto. Agradeci o rapaz e segui meu caminho
      ***Nota: Percebi uma coisa interessante sobre o povo de Instanbul: as pessoas que teoricamente deveriam ser educadas com vc (garçons, vendedores, etc) não são. Mas, por outro lado, as pessoas que não teriam obrigação nenhuma de ser educadas, são super legais! Praticamente todo mundo que pedi informação na rua foram extremamente educadas e solícitas.
      Passei no supermercado, comprei umas cervejas e voltei pra casa. Cheguei lá por volta das 19h e tomei umas cervejas com Emre e a Gökçe. Umas 20h saímos para uma ver uma exposição de arte de uma amiga do Emre.
      Passamos pela exposição e depois fomos comer num restaurante que servia só sopas. Tomei 2: uma de IOGURTE e outra de TOMATE. Estavam muito boas e paguei 14TRY em cada.
      Fomos a um apto de uma amiga da Gökçe, a Elif. No caminho compramos umas cervejas. Ficamos bebendo e conversando até umas 2h. Decidimos dormir por lá mesmo pq era muito tarde.
      Distância percorrida no dia: 17,5km 🚶‍♂️

      DOLMABAHÇE PALACE

      GALATA TOWER

      VISTA DA GALATA TOWER

      8º dia de viagem: Istanbul (15 de Setembro de 2018)

      Acordamos as 8h50 e deixamos a casa da Elif. Caminhamos até a Taksim Square e pegamos uma Dolmush de volta pra casa. Chegamos 9h30 e fui dormir mais um pouco. Acordei as 10h30, tomei café e fui para o centro.
      Através do Couchsurfing eu tinha combinado de encontrar outro couchsurfer local, o HAMZA. Por volta do meio dia encontrei com ele em Sultanahmet. Ele me apresentou um amigo (que tb é couchsurfer) chamado FATIH. Ambos são estudantes de Ciência Política e estavam muito curiosos pra saber qual era a situação política do Brasil naquele momento.
      Caminhamos pelo PARQUE GÜLHANE (ao lado do Topkapi Palace) e fui tentando explicar o turbulento período político que nosso país estava passando.
      Chegamos à beira do canal e lá decidimos fazer o BOSPHORUS TOUR (20TRY). Existem vários barcos que fazem esse tour e não deve ser muito diferente um do outro. Mas, definitivamente, foi o melhor custo-benefício de Istanbul.
      O passeio pelo Bósforo é muito lindo e dei sorte do tempo estar bom (fazia muito calor e sol) e ter 2 guias locais me explicando tudo desde onde ficava Sede Militar e Naval da Turquia até as escolas e universidades particulares, públicas e militares.
      Depois de mais ou menos 1h e meia de passeio deixamos o barco e caminhamos uns 20 minutos até um KAHVE DÜNYASI, que é uma rede de café local estilo “Starbucks”. Tomei um café turco que estava muito forte mas muito gostoso. Depois pedi 2 bolas de sorvete: 1 de nozes e 1 de damasco.
      ***Dica: Não deixem de provar esse sorvete de damasco da Kahve Dünyasi! Eu não gosto da fruta em si mas decidi experimentar por ser uma fruta tradicional local. E não me arrependi! É muito, mas MUITO bom!
      Conversamos muito sobre política, religião e futebol. Por volta das 17h decidimos ir embora. Fomos até uma estação de tram onde nos despedimos e voltei pra casa.
      No caminho encontrei vários torcedores do Besiktas indo ao estádio e fiquei sabendo que o jogo seria às 20h. Na EAGLE SQUARE (Praça da Águia) havia uma enorme aglomeração de torcedores. Passei no supermercado e comprei 4 cervejas BONMONTI (8,50TRY cada). Cheguei em casa, tomei as cervejas com o Emre e decidimos ir ver o jogo do Besiktas em algum bar ali perto.
      Todos os bares estavam lotados e depois de 10min procurando achamos umas cadeiras na calçada em frente a uma TV. Nos cobraram 15TRY para SENTAR NAS CADEIRAS e 18TRY por cerveja! Como não tínhamos escolha, aceitamos. Tomamos apenas 1 cerveja e no intervalo fui ao supermercado comprar mais pela metade do preço que estavam nos oferecendo lá.
      O jogo foi horroroso e terminou 2x1 para o Besiktas. Fomos comer um kebab no MATRAK e de lá fomos a um bar ali perto chamado ROCK N’ ROLLA. Tomei 1 Guinness e 1 Toubourg. No caminho de volta passamos no supermercado e compramos mais 4 cervejas. Chegamos em casa umas 1h e ficamos bebendo e conversando até umas 2h30 quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 13,5km 🚶‍♂️
      Fim do relato de Istanbul.
      Próximo relato: BUCARESTE.

      BOSPHORUS TOUR
       
    • Por anselmoportes
      Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse:
      Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de GOREME/CAPADÓCIA.
      LEGENDA
      USD - Dólar Americano
      EUR - Euro
      BRL - Real Brasileiro
      TRY - Lira Turca

      Goreme é uma linda e simpática cidade localizada na região da Capadócia, Turquia. Muito viajantes usam essa cidade como ponto de apoio para realizar seus passeios na região. A cidade possui uma boa infra estrutura: vasta rede de hotéis e pousadas, restaurantes, bares, casas de câmbio e agências de turismo.
      Contratei a empresa Happy Capadócia que fez tudo pra mim: dos transfers, passeios às pernoites num Cave Hotel. A Roseli (brasileira que vive lá há 5 anos) foi quem me atendeu e ela foi super legal e atenciosa. Quem for pra lá, recomendo entrar em contato com eles e pedir um orçamento. Fechei tudo por 320EUR
      1º Dia de Viagem: SP -> Istanbul -> Goreme (7 a 8 de Setembro de 2018)
      Meu vôo saiu de SP e fiz uma escala em Roma antes de chegar no aeroporto de Ataturk, em Istanbul.
      Goreme fica à 750km de Istanbul. Até dá pra ir de ônibus, mas é melhor pegar um vôo até a cidade de Kayseri, que fica à 70km de Goreme. Eu paguei 694TRY nos vôos de ida e volta (Ataturk - Kayseri) pela Turkish Airways.
      Fui chegar em Kayseri às 23h do dia 8 de Setembro. Havia uma van me esperando que também levou outros passageiros Me deixaram no Eliseé Cave Hotel era mais de 1h da manhã. Tomei banho e dormi.
      2º dia de viagem: Goreme (9 de Setembro de 2018)
      Acordei às 4h45 da manhã e às 5h10 a van da agência Urgup já estava na porta do meu hotel para fazer o passeio de balão. Nos levaram até um lugar que os grupos que iam em cada balão e nos serviram um café da manhã café, chá, fatias de bolo pronto e pão. Simples mas muito gostoso. 
      Deixamos a agência às 5h45 e fomos até o local da decolagem dos balões. Decolamos às 6h éramos em 17 pessoas: 16 passageiros e o piloto. Foi sem dúvida um dos passeios mais incríveis que eu já fiz em toda a minha vida. É impressionante ver toda aquela quantidade de balões decolando ao mesmo tempo, subindo devagar de forma organizada.  A vista fica ainda mais linda quando o sol nasce e ilumina as montanhas e os outros balões que nos acompanhavam. Depois de 1h10 aterrizamos e nos serviram um champagne pra brindar o final do passeio. 

      PASSEIO DE BALÃO
      Por volta das 8h me deixaram de volta em meu hotel. Fui tomar um café da manhã mais “reforçado”: queijos, salsicha, um tipo de “mortadela” que eu não sei o nome mas é muito boa, ovos, pães, coalhada… Tb tinha cereais, frutas e até salada de pepino e tomate. Tomei tb um café com creme e suco de laranja.
      Por volta das 9h30 passaram pra me levar ao GREEN TOUR. Éramos em umas 10 pessoas em uma van. Fizemos a primeira parada num mirante com um vale e várias lojas de artesanato local. Por volta das 10h30 seguimos para a CIDADE SUBTERRÂNEA.

      MIRANTE DO VALE
      A Cidade Subterrânea foi encontrada por acidente pelos fazendeiros da região nos anos 60. Ela tem vários túneis, salas, quartos e até estábulos debaixo da terra e 10% está aberto ao público. Descemos por mais de 100 degraus e 40 metros. Havia lugares que mal passava uma pessoa.

      CIDADE SUBTERRÂNEA
      ***Dica: se vc tem claustrofobia ou qualquer tipo de incômodo de lugares fechados NÃO FAÇA esse passeio. Também não aconselho pessoas que têm qualquer tipo de dificuldade ao se movimentar a fazer uma vez que há muitas escadas.😵
      Deixamos a Cidade Subterrânea e passamos pelo MONASTÉRIO, que são salas construídas em uma montanha. Na verdade a gente não ia passar lá, mas um italiano do nosso grupo disse que no programa do passeio mencionava esse monastério. Então a nossa guia resolveu nos levar lá. Mas pelo jeito ela não sabia muito sobre o lugar pq não houve explicação alguma…
      Depois caminhamos por uns 15 minutos numa trilha. Passamos por pontes, riachos e um pouco de mata. Ao final da trilha estava nosso restaurante. O almoço (que já estava pago) foi: sopa de lentilha, salada e prato principal (almôndega, frango ou peixe). As bebidas não estavam inclusas e eu paguei 6TRY numa coca-cola.
      Depois do almoço passamos por um lago e pelo mirante do PIGEON VALLEY. Depois o tour nos levou a uma loja de doces e artesanatos locais. Houve uma degustação dos doces mas eu não gostei muito (não sou muito fã de doces).
      Por fim passamos numa joalheria que faz o beneficiamento da pedra ONYX. Além da pedra onyx, havia também jóias de pedra turquesa. Mas era tudo muito caro.
      Voltei ao meu hotel as 17h30 e descansei até as 20h, quando fui encontrar com a Roseli (da agência Happy Capadócia) e uma amiga dela inglesa que era professora lá.
      Fomos ao restaurante FAT BOY onde comemos porções de batata, nachos e bebemos a cerveja turca EFES. Fomos muito bem atendidos pelo Nuri, simpatico garçom do restaurante. Fiquei lá até 1h quando voltei para dormir.
      Distância caminhada no dia: 5km 🚶‍♂️

      3º dia de viagem: Goreme (10 de Setembro de 2018)
      Acordei as 8h30 e fui tomar café. Às 9h20 vieram me buscar para o RED TOUR.
      Primeiro passamos no OPEN AIR MUSEUM que é um conjunto de cavernas onde pessoas moravam. Estimam que cerca de 300 pessoas viviam naquele lugar. Esse cálculo foi feito pelos lugares nas mesas de jantar. Há também igrejas e capelas, todas elas com referências à Jesus e seus apóstolos. Uma dessas igrejas, a DARK CHURCH, tem que pagar 10TRY para entrar.

      OPEN AIR MUSEUM
      De lá nos levaram a uma loja de cerâmica onde nos mostraram o processo de fazer os potes, vasos, etc. 
      Deixamos a loja e fomos a um restaurante almoçar, que também já estava incluso no tour. O restaurante era bem melhor que o anterior e era buffet: havia muitas opções de pratos quentes, saladas e doces. Paguei a bebida à parte: 7TRY a pepsi lata. Do lado de fora do restaurante tomamos um chá turco (2,50TRY).
      Seguimos para o IMAGINATION VALLEY que tem esse vale pq vc precisa usar a sua imaginação para ver alguns formatos nas formações rochosas. Tem “camelo”, “chapéu do Napoleão”, etc…

      IMAGINATION VALLEY
      Depois fomos ao FAIRY CHIMNEY que são formações rochosas tão peculiares que os antigos achavam que foram feitas por fadas. 

      FAIRY CHIMNEY
      ***DICA: Não esqueça de passar protetor solar! Esses passeios são todos ao ar livre e o sol lá é muito forte!🌞
      Por fim passamos no CASTLE que são mais moradias esculpidas nas montanhas e seu formato lembra um castelo.
      Voltamos as 15h45 pra Goreme. Me deixaram no centro da cidade e passei num mercado pra comprar uma cerveja EFES (lata 500ml) por 9TRY.🍻
      Voltei ao meu hotel e descansei até as 17h30, quando passaram pra me levar ao ATV TOUR, ou “passeio de quadriciclo”. Nos levaram até a saída da cidade, onde estavam os quadriciclos. 

      ATV - ALL TERRAIN VEHICLE
      Haviam vários grupos, cada um com seu guia. Alguns tinham 10 ou 15 pessoas. Mas no meu só tinha eu e um casal de italianos.
      Cheguei a pegar 60km/h e fomos seguindo um guia que pilotava uma moto tradicional. Primeiro paramos no SWORD VALLEY, que leva esse nome pq lá os soldados treinavam lutas com espadas.
      Depois seguimos para o ROSE VALLEY onde havia um belo mirante e uma loja de comida, bebida e artesanatos. 

      ROSE VALLEY
      Por fim fomos até outro mirante onde haviam muitos turistas, todos se “acotovelando” para ver o pôr do sol.
      Por volta das 19h seguimos de volta à cidade. Chegando lá passei novamente no mercado e comprei 2 cervejas: 1 Bomonti (7TRY) e 1 Efes Malte (8TRY).
      Cheguei ao meu quarto, tomei as cervejas e comi um salgadinho que tinha comprado no aeroporto. 
      Descansei até umas 21h e fui para o bar ONE WAY. Lá encontrei novamente a Roseli e tomei 3 cervejas TOUBORG (22TRY cada). A Zoey (inglesa amiga da Roseli) chegou mais tarde e vimos na TV a seleção de futebol da Turquia vencer a Suécia por 3x2 de virada. Fechamos o bar as 1h e no caminho de volta ao hotel passei novamente no mercado pra comprar as “últimas” da noite: 1 EFES EXTRA e 1 EFES FIÇI (10TRY cada).
      Tomei as 2 cervejas e fui dormir as 2h.
      Distância caminhada no dia: 7,5km 🚶‍♂️
      4º dia de viagem: Goreme -> Kayseri -> Istanbul (11 de Setembro de 2018)
      Acordei com batidas na porta do quarto. Tinha esquecido de colocar meu relógio pra despertar e era o pessoal do transfer que ia me levar ao aeroporto! Era 9h e meu vôo saía as 11h30.
      Arrumei minhas coisas VOANDO e em 5min já estava dentro da VAN. 

      Gostei muito do Eliseé Cave Hotel. Fica a menos de 10min caminhando do centro da cidade. Os quartos estavam bem limpos e o staff era muito simpático. Altamente recomendado!
      Já na estrada, no caminho para o aeroporto, o motorista foi informado que 2 passageiros ficaram para trás. Paramos no acostamento e depois de uns 10 minutos alguém apareceu trazendo eles.
      Chegamos ao aeroporto as 10h35 e fiz o check-in. Às 11h30 estava decolando e 13h30 estava chegando em Istambul.
      FIM DA CAPADÓCIA.
      Próximo relato: Istanbul
       





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