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Região dos Lagos - Chile


Júnia Pimenta

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  • Membros

Esqueci de fazer uma pergunta, na realidade duas!

 

Pra percorrer a região de Pucon e Puerto Varas, com todos os passeios e vulcões, etc., é preciso alugar um carro com tração e ptência, etc. e tal, ou pode ser um carro normal mesmo?

 

E a ultima, para dirigir no Chile é preciso ter a carteira internacional, certo? Há mais alguma exigência?

 

Valeu!

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  • Membros de Honra
Esqueci de fazer uma pergunta, na realidade duas!

Pra percorrer a região de Pucon e Puerto Varas, com todos os passeios e vulcões, etc., é preciso alugar um carro com tração e ptência, etc. e tal, ou pode ser um carro normal mesmo?

Não, mais se quiser entrar em caminho de terra não estaria mal que tenhas correntes para neve e lama. Se vai subir ao centro de ski no Villarrica, mesmo sendo asfaltado, as vezes pode se precisar correntes.

 

E a ultima, para dirigir no Chile é preciso ter a carteira internacional, certo? Há mais alguma exigência?

Valeu!

Você pode dirigir no Chile com sua licença de Brasil; não precisa de carteira de motorista internacional.

 

Abraço

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  • Membros

Pessoal, estou indo em agosto, saindo do Chile, de carro, seguindo o seguinte roteiro:

dia 1: saindo de puerto mont por volta de 12: hs, rumo a Villa la angostura (pretendo chegar por volta das 16 hs)

dia 2 : Vila la angostura

dia 3: vila la angostura

dia 4: rota dos 7 lagos para San Martin (devagar, o dia todo). Dormir em San Martin

dias 4, 5 6 e 7: san martin

dia 8: volta de san martin direto a puerto mont.

 

Minha dúvida: vale um dia a mais em Villa la angostura tirando um de San martin? lembrando que serão 3 noites em Angostura e 5 em San Martin, dois dias inteiros em Angostura e 4 dias inteiros em San martin, dois dias inteiros para a rota dos sete lagos (ida e volta)

Não dá para estender mais a viagem pelos horários dos Vôos.

Abç.

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  • Membros

Mais me sugiu uma dúvida será q o mas compensa???

 

Irei alugar uma carro para conhecer o Parque Nacional Vicente Pérez Rosalis incluindo o Lagos todos os santos/ Vulcão Osorno e Salto do Rio Petrohué tudo isto num dia só e logo após visitar tudo isto o q compensa mais pegar uma embarção até Peulla e fazer o passeio de 4x4 e retornar ou esticar até Valdívia????

 

Alguém sabe me dizer qto tempo levo para conhecer todo isto mais ou menos??

 

Alías tenho outra pergunta será q compro a passagem de onibus daqui do Brasil para Puerto Varas ou espero pra comprar no Chile tendo em vista q vou chegar no mês de julho será q não corro o risco de chegar lá e não ter passagem???

 

Obrigada mais uma vez!!!!

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  • Colaboradores

Oi, Tatiana.

 

Quanto à passagem, você não vai conseguir comprar aí do Brasil pq os sites das cias de ônibus chilenas não aceitam cartão de crédito estrangeiro.

 

Acho difícil vc não encontrar passagem, mas é bom comprar assim que chegar ao Chile, pois o preço vai ficando mais caro qdo vai chegando mais perto da data da viagem. ;)

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  • Membros de Honra
Alguem sabe me dizer já pesquisei muito e cada lugar coloca uma coisa para eu ir para Valdivia é melhor ir de Pucón ou de Puerto Varas...No google mapas chile me diz que fica mais perto ir de Pucón e afinal qual é melhor..rsrs

Muito obrigada pela resposta Isabela!!!!

Valeu!!!!

Olá Tatiana,

Valdivia esta “entre” Pucon e Puerto Varas; a 150 Km da primeira e a 200 km da segunda.

Abraço

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  • 1 mês depois...
  • Membros

Ola amigos,

 

Como a travessia dos lagos está absurdamente cara esta temporada $280 dolares a cabeça e parece que agora só tem desconto para argentinos e chilenos , pensei em fazer o trajeto puerto varas - bariloche de carro alugado, porém sairia um tanto caro e sem muita utilidade ficar com o carro 6 dias em bariloche (que é muito bem servida de transporte público) até voltar para puerto varas. Pergunto se alguem tem conhecimento de algumas empresa que permita com certeza atravessar o carro pela fronteira e devolver o carro na argentina? As que tentei olhar ate agora pela internet nao permitem "devolver o carro " em bariloche.

 

Abraços,

 

Mário

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    • Por Altair Emiliano
      A segunda parte de nossa viagem iniciou, saímos de Petrópolis rumo a região dos lagos, Cabo frio.

      Nossa proposta é ficar 12 dias na região dos lagos e conhecer o máximo possível aproveitando o que o lugar oferece.
      Lá vamos nós dentro de uma toyota bandeirante 81, a aventura já começa ai.
      A região dos lagos é muito linda, já avistamos um enorme lago na entrada da cidade.
      Ficamos hospedados numa pousada bem localizada, próximo a ilha do japonês, praia do peról, praia das conchas .. chega-se em 10 minutos de carro, bairro bem estruturado com mercados, barzinhos, farmácias, pizzaria e serviço de uber.

      Nossa forma de hospedagem é alugar casa com mobília onde ficamos totalmente independentes e livres.
      Infelizmente a chuva e o frio chegaram juntos, e ficaram por 2 dias, o tempo todo dia e noite ... mas não desanimamos.
      Fomos conhecer o local, o bairro, fizemos o mercado para nossa permanência e no caminho fomos ver a praia do Peról ... com chuva e frio mesmo rsrsr


      depois de 2 dias, o sol voltou a brilhar, um calorzinho momentâneo surgiu ... bora lá pra ilha do japonês.
      Ilha do japonês:
      Lugar incrível, pequeno mas especial para quem tem criança e ... quer sossego. As águas não são agitadas e não tem ondas. 
      Existe uma boa estrutura no local, pode-se fazer uma boa refeição ali mesmo além de se banhar.
      Você pode chegar na ilha caminhando pelas águas porque não é fundo, ou pegar um barco taxi ... tudo a remo viu nada de motor.
      A ilha é bem pertinho, alguns minutos de barco ou algumas remadas chega-se na ilha.
         
      Hora de ir embora .. final do dia e da ilha ... bora descansar para viver outro dia.
       
       
      Praia do Forte:
      No dia seguinte fomos à praia do forte, lugar encantador, não tinha ido a uma praia que divide mar com paisagem urbana e pedras entre a praia e o mar.
      A maré estava baixa e era possível caminha sobre as pedras e acima via-se o Forte São Matheus. O mar da praia do forte é bem agitado com muitas ondas.
      Nesse dia não ficamos na praia porque o tempo estava instável, nublado e com chuvas ... a água bem fria, mas foi um ótimo dia de passeio. Outro dia voltamos com tempo ensolarado e quente, foi possível pegar uma praia e banhar no mar.
        
       
       
      Além das praias existe a vida noturna também, barzinhos com músicas ao vivo, galerias de compras e uma feirinha de artesanatos muito legal de passear, além dos artesanatos há lojinhas de alimentos e bebidas, vale muito conhecer o local, passar umas horas.
      Arraial do Cabo:
      No dia seguinte fomos à Arraial do Cabo e fizemos um passeio de barco que ancorava nas praias pontal do atalaia e praia do farol, foi 1 dia de passeio  no barco e permanecendo um tempo em cada praia. Ótimo passeio e recomendamos.
      Mais tarde, outro dia,  voltamos à praia pontal do Atalaia de jipe para ficarmos o dia todo na praia, com criança é bom tirar um dia para descanso pois passeios são gostosos mas muito cansativo e especial para crianças e com criança. 
      As praias de Arraial são espetaculares ... pessoalmente muito mais bonitas que as fotos das praias do caribe, o mar tem um azul turquesa espetacular, as areias branquinhas e fofas e as águas são transparentes e frias, bem frias 😉
       
        
        

       
      Nem tudo são flores:
      Nesse dias que fomos conhecer Arraial do Cabo, o jipe, que chamamos carinhosamente de Bibi, quebrou a embreagem na entrada do estacionamento.
      Foi trabalhoso colocar o bibi dentro do estacionamento, pois ele quebrou bem na entrada impedindo o transito na rua, a entrada e saída de veículo no estacionamento, foi por meio de partidas e deixando ele engatado em 1° marcha que consegui estacionar e ali ficou até o dia seguinte até a chegada do socorro. Voltamos à Cabo Frio de uber, a distância entre os municípios é aproximadamente uns 30 km.
      Tarefa do dia seguinte, achar caminhão socorro e mecânico para trocar a embreagem, enquanto o bibi não ficava pronto, nos divertíamos com uber porque o bairro oferecia uma boa estrutura e tínhamos o que precisávamos relativamente perto, coisa de 10 a 15 minutos e o uber cobrava um preço justo apesar de ser uma área turística.

       
      Batismo no mergulho com cilindro:
      Tiramos um dia para mergulhar, e fizemos o batismo. É uma diversão que recomendamos, mergulhamos próximo ao forte São Matheus.
      Uma aventura que ficará registrada para sempre em nossas memórias, sem muito o que dizer deixo as imagens falarem por si só.
      Ah! ... água fria ... fria mesmo. 🤔
       
       
       

       
      Coisas de jipeiro:
      Fiz uma nova amizade que mantemos até hoje, esse amigo toyoteiro ajudou muito na procura de mecânico para o bibi, deu dicas para explorar o lugar pois ele é morador da região dos lagos e no dia que fui pegar o bibi no mecânico ele foi me buscar onde estava hospedado e levou até o mecânico e avaliamos e testamos juntos o serviço do mecânico. Quando saímos de casa para passear não podemos deixar de conhecer pessoas, é muito bom conhecer lugares novos mas melhor ainda quando aumentamos o quadro de nossas amizades com pessoas boas de coração.

       
      Voltando para casa - Cravinhos-SP
      Que penaaaaa ... esse passei chegou ao fim. A pequena dormiu por horas e a chuva recomeçou e nos acompanhou quase que a viaje toda.
      Foi uma das melhores viagens que fizemos ... muitas experiências e alegrias, prontos para viagens mais longas.
      Fique com Deus e grande abraço ...

       



    • Por Mari D'Angelo
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
       
      Quem seria louco de decidir em cima da hora, no feriado, sair de São Paulo e ir até Arraial do Cabo? Bom, olhando as fotos daquele paraíso de águas azul-caribe, acho que muita gente além de nós! É claro que a experiência deve ser infinitamente melhor sem a multidão de gente nas praias, mas ainda assim valeu cada minuto!
       
      Arraial do Cabo fica na região dos lagos, há aproximadamente 2 horas do Rio de janeiro e 8 de São Paulo (de carro), logo na chegada da cidade a vista da Prainha já encanta, mas pode se preparar que o melhor vem depois, e fica mais escondidinho. Não espere muito da parte urbana, não é uma cidadezinha agradável e aconchegante como Búzios ou Paraty, o forte são mesmo as praias e a prática de mergulho!
       
      Nós ficamos na Pousada Casa Verde, na Praia dos Anjos, aprovei e recomendo! Ela é bem simples mas limpa e agradável, tem piscina, churrasqueira e cozinha para quem quiser economizar e fazer as próprias refeições (inclusive o café da manhã, que não está disponível). O proprietário, Carlos, é super receptivo e nos ajudou bastante com dicas do que fazer por lá. A localização também é boa, depois de ter andado um pouco pela cidade achei aquele um dos melhores lugares, é tranquilo, perto do porto e da trilha para a Praia do Forno e próximo a um centrinho com alguns (poucos) bares e restaurantes. A praia é bem próxima mas não muito indicada para banho pois é onde ficam os barcos.
       
      Começamos pela Praia do Forno, para chegar até lá é preciso encarar uma trilhazinha de uns 10 minutos, é bem simples, apesar de um pouco cansativa. Mirantes e pontos estratégicos para fotos são constantes no caminho repleto de mandacarus (mais conhecidos como cactos) e a vista é recompensadora! A praia, de um tamanho razoável, conta com certa infra-estrutura além de vários ambulantes. Achei um pouco desnecessário o som alto vindo dos restaurantes, mas nada que pudesse estragar a beleza caribenha daquele lugar!
       
      Seguimos para a Prainha, essa já de fácil acesso mas em compensação não tão bonita quanto a primeira e bem mais cheia. Ficamos pouco tempo por lá pra poder conferir o pôr-do-sol em um lugar fantástico onde quase ninguém vai, é preciso subir as escadas da ponta esquerda da Praia Grande (olhando para o mar) e continuar mais um pouco para cima, assim que passar o posto policial é só estender a canga e curtir a vista. O lugar “oficial” para ver o pôr-do-sol por lá é o Pontal do Atalaia, onde dizem ser melhor ir de carro pois é bem afastado, não tivemos a oportunidade de conhecer pois apesar de tempo bom, todos os dias terminaram parcialmente nublados.
       
      À noite, no centrinho da Praia dos Anjos jantamos no restaurante Saint Tropez, achei o mais aconchegante de lá, com mesinhas na varanda e um clima legal. Comemos um camarão com catupiry delicioso! Não é super barato mas o prato dá pra duas pessoas, vale a pena se a ideia for uma jantinha gostosa. Se quiser algo mais em conta não faltam opções, há pizzarias, restaurantes por quilo, casas de lanche e a maravilhosa tapioca da Sabor em Pedaços, um lugar pequenininho mas cheio de amor e delícias doces e salgadas, tudo bem baratinho. Só não vá em busca de baladas, a vida noturna ali se resume a uma praça com barraquinhas de caipirinha (e cuidado ao pedir caipifruta, queria uma de manga mas o que recebi foi uma batida… estava muito boa, mas não era uma caipirinha!).
       
      No dia seguinte fomos conhecer Búzios, recomendo muito fazer um bate-volta pois é pertinho de Arraial do Cabo, cerca de uma hora de viagem e se estiver de carro dá pra conhecer as praias mais afastadas, que eu particularmente gostei mais do que as próximas ao centro. Mas esse vai ser assunto para um próximo texto!
       
      No terceiro e último dia fechamos o tradicional passeio de escuna. Todas as agências (são muitas) oferecem esse passeio e atualmente o valor cobrado é R$60,00 por pessoa, incluso água e refrigerante durante todo o tempo no barco (churrasco, caipirinha e cerveja são vendidos a parte), mas a agência Tubarão Rio costuma cobrar R$30,00! Ficamos meio desconfiados mas como foi indicação acabamos indo e foi tudo certo (exceto o péssimo atendimento na loja), metade do dinheiro economizado! No barco eles oferecem aluguel snorkel por R$10,00, nós pegamos um mas não recomendo! O tempo é muito curto nas praias e não há tantos pontos para ver os peixes.
       
      Dica: Fique o mais longe possível do churrasco, é impossível respirar naquela região do barco!
       
      Os passeios saem por volta das 11h e duram aproximadamente 3 horas, é preciso pagar uma taxa portuária de R$5,00, isso é feito diretamente nas cabines no porto e em seguida é só encontrar seu barco no meio da zona de gente e música alta que conturba o ambiente. Ah, fique de olho nas cordas que amarram as embarcações, muitas tartarugas costumam aparecer ali.
       
      Antes de fazer as paradas, a escuna passa por alguns pontos como o Boqueirão, que é o estreito que separa o continente da Ilha do Farol, a Pedra do Perfil do Macaco, a maravilhosa Gruta azul e a Fenda de Nossa Senhora da Conceição, onde há uma estátua da Santa, tudo com a devida explicação do guia. Passar por essas paisagens rochosas é tão diferente que nos faz sentir em outro lugar, algo como a Escócia ou Nova Zelândia, imagino.
       
      Quando o barco começa a se aproximar da primeira parada, a Praia do Farol, já dá pra perceber a mudança na tonalidade da água de um azul mais escuro para um turquesa hipnotizante! Essa praia é considerada pela Marinha a mais perfeita do Brasil, é super restrita, sendo possível desembarcar nela uma quantidade limitada de gente e por apenas 40 minutos, além disso não é permitido levar alimentos e outras coisas que possam gerar sujeira na praia. Não há restaurantes nem ambulantes, o tempo é todo para apreciar aquela areia branca bem fininha e o mar tão transparente que dá pra enxergar nitidamente os dedos dos pés, é tudo tão perfeito que dá até dó de não poder aproveitá-la mais um pouquinho.
       
      A segunda e última parada é em uma das duas Prainhas do Pontal do Atalaia, assim como a anterior é paradisíaca, mas além de não ser restrita, tem acesso por terra também, então fica bem mais cheia. Nessa e em todas as outras praias de Arraial do Cabo, a água é muito gelada, mesmo no calor!
       
      O passeio acabou por volta das 15h e passamos para conhecer a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, padroeira de Arraial do Cabo. Ela fica no caminho da saída do porto e é daquelas bem simples, com teto de madeira, branquinha e azul, uma graça!
       
      Terminamos o dia na Praia Grande, que apesar do nome, não lembra nem de longe a homônima paulista e é realmente enorme! Os restaurantes cobram R$10,00 pela mesa e guarda-sol caso não haja consumo de comida. Ficamos lá aproveitando o último dia no paraíso até o sol se pôr entre as nuvens.
       
      Pra quem é de São Paulo, se não quiser passar pelo Rio pra voltar, a dica é ir por Magé, o tempo é o mesmo. Aproveite para fazer uma pausa na Parada do Bubi, na Dutra, o restaurante beira de estrada mais aconchegante que já vi!
       
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/

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