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Região dos Lagos - Chile


Júnia Pimenta

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Cara

 

teu roteiro está muito bom (apesar de meio corrido), agora é só verificar os detalhes e curtir.

sobre algumas dúvidas:

1. não exite meio cruce de lagos, mas em bariloche tem 2 opções de passeio de barco uma para o PN de arrayanes e isla victória e outro para puerto blast, este ultimo é uma parte do cuce, se puder faça os dois senão faça só puerto blest.

2. villa angustura é uma cidade turística com boa infra e fica num cruzamento rodoviário. pode ir tranquilo, pega onibus bari-angostura e depois angostura-varas.

3. na região de varas já vai estar de carro, faça a volta completa do lago, suba no vulcão osorno e visite puerto ocatay e futillar.

4. um detalhe, fevereiro é alta temporada de verão, então é bom verificar e talvez reservar os hotéis com antecedência.

Abs

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Galera,

A subida pro vulcão Villarica é difícil?

Nunca fiz nada parecido mas acho que li alguma coisa em algum lugar que me fez pensar que isso é realizável :P

Será que com alguma preparação física antes da viagem e com dicas de instrutor uma pessoa normal pode fazer tranquilamente?

 

Obrigado!

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  • Membros de Honra

Eduardo, vai depender da época que for subir o vulcão. No inverno, a subida é muito mais difícil devido à neve estar no vulcão inteiro, do começo ao fim da caminhada. O frio quase não incomoda porque você vai estar com o corpo bem ativo, vai até sentir calor. Como são cerca de cinco horas de caminhada sempre subindo, o ideal é se exercitar um pouco antes de viajar pra aguentar até o cume. Se bem que se chegar até a metade já vai valer a pena.

 

Na primeira página do tópico tem uma relação de bons relatos de viagem de pessoas que já fizeram essa aventura em várias épocas do ano. Dá uma olhada lá e veja essas diferentes experiências!

 

Abs

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  • Membros de Honra

Torresmin,

voltei de viagem agora e posso dizer que vcs vão amar essa viagem. As paisagens são surreais. Seu roteiro tá um pouco corrido, podendo acontecer de vcs não aproveitarem direito algumas coisas. Eu também viajei assim com tudo planejado mas tive que abandonar alguns planos, porque ficar na rua o dia inteiro cansa muito e a gente precisou de umas paradas de vez em quando pra descansar. Vou falar sobre o que eu conheci.

Em Buenos Aires a cotação tá quase sempre R$ 1,00 para $ 2,00. O dólar tá entre $ 3,90 e $ 4,40. No aeroporto tem umas vans da empresa Manuel Tenda Leon (acho que o nome é esse) que acho que sai mais em conta do que taxi. Sobre o câmbio, as casas de câmbio do centro tem a cotação melhor do que no aeroporto. Nem pense em fazer câmbio no quiosque dentro do desembarque. É péssimo. A Recoleta é linda, o Palermo é bem agitado, de dia e de noite. Tem feira de artesanato nos dois lugares. Se gostam de sushi, sugiro o Sushi Club, no Puerto Madero. O melhor sashimi da minha vida. Fui no Tango Porteño, que custou $ 290,00, incluindo um p. jantar, bebida à vontade e um show deslumbrante. Roupa de frio e impermeável, compre em Bariloche. O comércio da Calle Mitre é lotado de lojas só disso. Inclusive tem loja da Salomon e da Columbia, essa última com outlet. Mas se quiser se garantir em Buenos Aires, tem uma loja Falabela na Calle Florida que tem preços bons.

Em Bariloche, eu sugir fazer o Cerro Catedral de manhã, depois Cerro Otto, almoçar lá na Confiteria Giratoria, e depois ir para o Cerro Campanário. Pra esse último 1 hora é suficiente. Atenção para o mirante no caminho do Campanário. Uma das vistas mais bonitas que eu já vi. Reserve um tempinho pra andar nas ruas de Bari. Tem paisagens lindas e lugares muito agradáveis. Almocei no Família Weiss (vale a vista do restaurante, linda) e de balada, fui pro pub Wilkeny (muito legal).

Sobre a Região dos Lagos, acho que no verão é feita em 1 dia. Se vcs vão em lua de mel, pelamordedeus, façam a travessia inteira!! É um passeio de sonho, nunca vou esquecer. A beleza natural desse passeio é indescritível. Vcs vão ter um contato intenso com a natureza. É maravilhoso. Vai terminar navegando num catamarã de primeira no rio Petrohué, verde esmeralda. Depois tem os Saltos do Petrohué, que é coisa de louco de tão bonito.

Puerto Varas é pequena, dá pra conhecer em 1 dia, incluindo Frutillar e comprinhas em Puerto Montt. Pucon eu não conheci.

As minhas dicas de Santiago são: faça um city tour. É programa turistão, mas dá pra ter uma noção muito legal da cidade. O passeio mais legal que fiz foi para o Valle Nevado, que a galera da van topou quebrar pra conhecer também El Colorado e Farellones, mas no verão acho que não rola. E não deixem de ir ao restaurante Como Água para Chocolate. É imperdível, comida excelente, atendimento de primeira e super romântico, apesar de eu ter ido com mais 4 mulheres...rs. O carro chefe da casa é o côngrio ao molho de espinafre. Surreal. Todo mundo que fez o passeio pra Concha y Toro destestou. Programa pega-turista-desavisado. O Parque Arauco é legal pra compras, mas Bariloche é mais barato. Tem uma feira excelente no pé do Cerro Santa Lucia. Ótimo pra comprar lembrancinhas, camisetas legais, artesanato e para as mulheres, muita prata com preços maaaaravilhosos.

Aproveite para sugar informações, principalmente no Chile. Os chilenos AMAM os brasileiros e são super prestativos. Mas atenção, tudo lá é extremamente pontual.

Espero ter ajudado e se precisar de alguma coisa é só perguntar.

Boa lua de mel!!

Abs.

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  • Membros

Adriano e Jana, muito obrigado pelas dicas!!! Valeu mesmo!! Em Bariloche gostei bastante do roteiro proposto... acho que vou copiar!!!heheheheh. Adoramos um sushizinho e valeu muito a dica em Puerto Madero, já que ficaremos ali bem próximo. Essa prata barata é um perigo pra minha esposa então foi bom me avisar antes!!! :D No Chile vale mais a pena usar dolar ou trocar real por peso chileno???

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  • Membros

Mochileiros,

Estou programando uma viagem ao sul do Chile e, se sobrar algum dinheiro, até Ushuaia. Vou passar por Puerto Montt e Ilha Chiloé, quero muito fazer um trekking ou no vulcão Villarrica ou no vulcão Osorno. Iria parar em Pucón só para visitar o Villarrica para depois descer mais até Puerto Montt. Qual dos dois vulcões é mais interessante pra se fazer um trekking? Será que vale a pena deviar a rota até Pucón? Muito obrigado pela ajuda e parbéns pelo site. Ele tem me ajudado bastante no planejamento. Abraços, Miguel.

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  • Membros de Honra

Olha, eu confesso que sou péssima em matemática e só no final dos meus dias no Chile conseguia fazer a conversão mais rapidinho. O real tava geralmente $ 250,00 e o dólar $ 540,00. As casas de câmbio que vi faziam câmbio dos dois. Eu levei dólar e também fiz alguns saques em peso. Me arrependi um pouco dos saques pelo tanto de taxas que eles cobram. Um horror! E só tive como ver isso depois que voltei. Eu, particularmente, nas próximas viagens vou dar preferência ao dólar. E para as compras mais caras ou passeios, achei que vale a pena pagar no cartão de crédito. O meu só cobrou os 2,5% do valor da compra.

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  • Silnei changed the title to Região dos Lagos - Chile

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    • Por Altair Emiliano
      A segunda parte de nossa viagem iniciou, saímos de Petrópolis rumo a região dos lagos, Cabo frio.

      Nossa proposta é ficar 12 dias na região dos lagos e conhecer o máximo possível aproveitando o que o lugar oferece.
      Lá vamos nós dentro de uma toyota bandeirante 81, a aventura já começa ai.
      A região dos lagos é muito linda, já avistamos um enorme lago na entrada da cidade.
      Ficamos hospedados numa pousada bem localizada, próximo a ilha do japonês, praia do peról, praia das conchas .. chega-se em 10 minutos de carro, bairro bem estruturado com mercados, barzinhos, farmácias, pizzaria e serviço de uber.

      Nossa forma de hospedagem é alugar casa com mobília onde ficamos totalmente independentes e livres.
      Infelizmente a chuva e o frio chegaram juntos, e ficaram por 2 dias, o tempo todo dia e noite ... mas não desanimamos.
      Fomos conhecer o local, o bairro, fizemos o mercado para nossa permanência e no caminho fomos ver a praia do Peról ... com chuva e frio mesmo rsrsr


      depois de 2 dias, o sol voltou a brilhar, um calorzinho momentâneo surgiu ... bora lá pra ilha do japonês.
      Ilha do japonês:
      Lugar incrível, pequeno mas especial para quem tem criança e ... quer sossego. As águas não são agitadas e não tem ondas. 
      Existe uma boa estrutura no local, pode-se fazer uma boa refeição ali mesmo além de se banhar.
      Você pode chegar na ilha caminhando pelas águas porque não é fundo, ou pegar um barco taxi ... tudo a remo viu nada de motor.
      A ilha é bem pertinho, alguns minutos de barco ou algumas remadas chega-se na ilha.
         
      Hora de ir embora .. final do dia e da ilha ... bora descansar para viver outro dia.
       
       
      Praia do Forte:
      No dia seguinte fomos à praia do forte, lugar encantador, não tinha ido a uma praia que divide mar com paisagem urbana e pedras entre a praia e o mar.
      A maré estava baixa e era possível caminha sobre as pedras e acima via-se o Forte São Matheus. O mar da praia do forte é bem agitado com muitas ondas.
      Nesse dia não ficamos na praia porque o tempo estava instável, nublado e com chuvas ... a água bem fria, mas foi um ótimo dia de passeio. Outro dia voltamos com tempo ensolarado e quente, foi possível pegar uma praia e banhar no mar.
        
       
       
      Além das praias existe a vida noturna também, barzinhos com músicas ao vivo, galerias de compras e uma feirinha de artesanatos muito legal de passear, além dos artesanatos há lojinhas de alimentos e bebidas, vale muito conhecer o local, passar umas horas.
      Arraial do Cabo:
      No dia seguinte fomos à Arraial do Cabo e fizemos um passeio de barco que ancorava nas praias pontal do atalaia e praia do farol, foi 1 dia de passeio  no barco e permanecendo um tempo em cada praia. Ótimo passeio e recomendamos.
      Mais tarde, outro dia,  voltamos à praia pontal do Atalaia de jipe para ficarmos o dia todo na praia, com criança é bom tirar um dia para descanso pois passeios são gostosos mas muito cansativo e especial para crianças e com criança. 
      As praias de Arraial são espetaculares ... pessoalmente muito mais bonitas que as fotos das praias do caribe, o mar tem um azul turquesa espetacular, as areias branquinhas e fofas e as águas são transparentes e frias, bem frias 😉
       
        
        

       
      Nem tudo são flores:
      Nesse dias que fomos conhecer Arraial do Cabo, o jipe, que chamamos carinhosamente de Bibi, quebrou a embreagem na entrada do estacionamento.
      Foi trabalhoso colocar o bibi dentro do estacionamento, pois ele quebrou bem na entrada impedindo o transito na rua, a entrada e saída de veículo no estacionamento, foi por meio de partidas e deixando ele engatado em 1° marcha que consegui estacionar e ali ficou até o dia seguinte até a chegada do socorro. Voltamos à Cabo Frio de uber, a distância entre os municípios é aproximadamente uns 30 km.
      Tarefa do dia seguinte, achar caminhão socorro e mecânico para trocar a embreagem, enquanto o bibi não ficava pronto, nos divertíamos com uber porque o bairro oferecia uma boa estrutura e tínhamos o que precisávamos relativamente perto, coisa de 10 a 15 minutos e o uber cobrava um preço justo apesar de ser uma área turística.

       
      Batismo no mergulho com cilindro:
      Tiramos um dia para mergulhar, e fizemos o batismo. É uma diversão que recomendamos, mergulhamos próximo ao forte São Matheus.
      Uma aventura que ficará registrada para sempre em nossas memórias, sem muito o que dizer deixo as imagens falarem por si só.
      Ah! ... água fria ... fria mesmo. 🤔
       
       
       

       
      Coisas de jipeiro:
      Fiz uma nova amizade que mantemos até hoje, esse amigo toyoteiro ajudou muito na procura de mecânico para o bibi, deu dicas para explorar o lugar pois ele é morador da região dos lagos e no dia que fui pegar o bibi no mecânico ele foi me buscar onde estava hospedado e levou até o mecânico e avaliamos e testamos juntos o serviço do mecânico. Quando saímos de casa para passear não podemos deixar de conhecer pessoas, é muito bom conhecer lugares novos mas melhor ainda quando aumentamos o quadro de nossas amizades com pessoas boas de coração.

       
      Voltando para casa - Cravinhos-SP
      Que penaaaaa ... esse passei chegou ao fim. A pequena dormiu por horas e a chuva recomeçou e nos acompanhou quase que a viaje toda.
      Foi uma das melhores viagens que fizemos ... muitas experiências e alegrias, prontos para viagens mais longas.
      Fique com Deus e grande abraço ...

       



    • Por Mari D'Angelo
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
       
      Quem seria louco de decidir em cima da hora, no feriado, sair de São Paulo e ir até Arraial do Cabo? Bom, olhando as fotos daquele paraíso de águas azul-caribe, acho que muita gente além de nós! É claro que a experiência deve ser infinitamente melhor sem a multidão de gente nas praias, mas ainda assim valeu cada minuto!
       
      Arraial do Cabo fica na região dos lagos, há aproximadamente 2 horas do Rio de janeiro e 8 de São Paulo (de carro), logo na chegada da cidade a vista da Prainha já encanta, mas pode se preparar que o melhor vem depois, e fica mais escondidinho. Não espere muito da parte urbana, não é uma cidadezinha agradável e aconchegante como Búzios ou Paraty, o forte são mesmo as praias e a prática de mergulho!
       
      Nós ficamos na Pousada Casa Verde, na Praia dos Anjos, aprovei e recomendo! Ela é bem simples mas limpa e agradável, tem piscina, churrasqueira e cozinha para quem quiser economizar e fazer as próprias refeições (inclusive o café da manhã, que não está disponível). O proprietário, Carlos, é super receptivo e nos ajudou bastante com dicas do que fazer por lá. A localização também é boa, depois de ter andado um pouco pela cidade achei aquele um dos melhores lugares, é tranquilo, perto do porto e da trilha para a Praia do Forno e próximo a um centrinho com alguns (poucos) bares e restaurantes. A praia é bem próxima mas não muito indicada para banho pois é onde ficam os barcos.
       
      Começamos pela Praia do Forno, para chegar até lá é preciso encarar uma trilhazinha de uns 10 minutos, é bem simples, apesar de um pouco cansativa. Mirantes e pontos estratégicos para fotos são constantes no caminho repleto de mandacarus (mais conhecidos como cactos) e a vista é recompensadora! A praia, de um tamanho razoável, conta com certa infra-estrutura além de vários ambulantes. Achei um pouco desnecessário o som alto vindo dos restaurantes, mas nada que pudesse estragar a beleza caribenha daquele lugar!
       
      Seguimos para a Prainha, essa já de fácil acesso mas em compensação não tão bonita quanto a primeira e bem mais cheia. Ficamos pouco tempo por lá pra poder conferir o pôr-do-sol em um lugar fantástico onde quase ninguém vai, é preciso subir as escadas da ponta esquerda da Praia Grande (olhando para o mar) e continuar mais um pouco para cima, assim que passar o posto policial é só estender a canga e curtir a vista. O lugar “oficial” para ver o pôr-do-sol por lá é o Pontal do Atalaia, onde dizem ser melhor ir de carro pois é bem afastado, não tivemos a oportunidade de conhecer pois apesar de tempo bom, todos os dias terminaram parcialmente nublados.
       
      À noite, no centrinho da Praia dos Anjos jantamos no restaurante Saint Tropez, achei o mais aconchegante de lá, com mesinhas na varanda e um clima legal. Comemos um camarão com catupiry delicioso! Não é super barato mas o prato dá pra duas pessoas, vale a pena se a ideia for uma jantinha gostosa. Se quiser algo mais em conta não faltam opções, há pizzarias, restaurantes por quilo, casas de lanche e a maravilhosa tapioca da Sabor em Pedaços, um lugar pequenininho mas cheio de amor e delícias doces e salgadas, tudo bem baratinho. Só não vá em busca de baladas, a vida noturna ali se resume a uma praça com barraquinhas de caipirinha (e cuidado ao pedir caipifruta, queria uma de manga mas o que recebi foi uma batida… estava muito boa, mas não era uma caipirinha!).
       
      No dia seguinte fomos conhecer Búzios, recomendo muito fazer um bate-volta pois é pertinho de Arraial do Cabo, cerca de uma hora de viagem e se estiver de carro dá pra conhecer as praias mais afastadas, que eu particularmente gostei mais do que as próximas ao centro. Mas esse vai ser assunto para um próximo texto!
       
      No terceiro e último dia fechamos o tradicional passeio de escuna. Todas as agências (são muitas) oferecem esse passeio e atualmente o valor cobrado é R$60,00 por pessoa, incluso água e refrigerante durante todo o tempo no barco (churrasco, caipirinha e cerveja são vendidos a parte), mas a agência Tubarão Rio costuma cobrar R$30,00! Ficamos meio desconfiados mas como foi indicação acabamos indo e foi tudo certo (exceto o péssimo atendimento na loja), metade do dinheiro economizado! No barco eles oferecem aluguel snorkel por R$10,00, nós pegamos um mas não recomendo! O tempo é muito curto nas praias e não há tantos pontos para ver os peixes.
       
      Dica: Fique o mais longe possível do churrasco, é impossível respirar naquela região do barco!
       
      Os passeios saem por volta das 11h e duram aproximadamente 3 horas, é preciso pagar uma taxa portuária de R$5,00, isso é feito diretamente nas cabines no porto e em seguida é só encontrar seu barco no meio da zona de gente e música alta que conturba o ambiente. Ah, fique de olho nas cordas que amarram as embarcações, muitas tartarugas costumam aparecer ali.
       
      Antes de fazer as paradas, a escuna passa por alguns pontos como o Boqueirão, que é o estreito que separa o continente da Ilha do Farol, a Pedra do Perfil do Macaco, a maravilhosa Gruta azul e a Fenda de Nossa Senhora da Conceição, onde há uma estátua da Santa, tudo com a devida explicação do guia. Passar por essas paisagens rochosas é tão diferente que nos faz sentir em outro lugar, algo como a Escócia ou Nova Zelândia, imagino.
       
      Quando o barco começa a se aproximar da primeira parada, a Praia do Farol, já dá pra perceber a mudança na tonalidade da água de um azul mais escuro para um turquesa hipnotizante! Essa praia é considerada pela Marinha a mais perfeita do Brasil, é super restrita, sendo possível desembarcar nela uma quantidade limitada de gente e por apenas 40 minutos, além disso não é permitido levar alimentos e outras coisas que possam gerar sujeira na praia. Não há restaurantes nem ambulantes, o tempo é todo para apreciar aquela areia branca bem fininha e o mar tão transparente que dá pra enxergar nitidamente os dedos dos pés, é tudo tão perfeito que dá até dó de não poder aproveitá-la mais um pouquinho.
       
      A segunda e última parada é em uma das duas Prainhas do Pontal do Atalaia, assim como a anterior é paradisíaca, mas além de não ser restrita, tem acesso por terra também, então fica bem mais cheia. Nessa e em todas as outras praias de Arraial do Cabo, a água é muito gelada, mesmo no calor!
       
      O passeio acabou por volta das 15h e passamos para conhecer a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, padroeira de Arraial do Cabo. Ela fica no caminho da saída do porto e é daquelas bem simples, com teto de madeira, branquinha e azul, uma graça!
       
      Terminamos o dia na Praia Grande, que apesar do nome, não lembra nem de longe a homônima paulista e é realmente enorme! Os restaurantes cobram R$10,00 pela mesa e guarda-sol caso não haja consumo de comida. Ficamos lá aproveitando o último dia no paraíso até o sol se pôr entre as nuvens.
       
      Pra quem é de São Paulo, se não quiser passar pelo Rio pra voltar, a dica é ir por Magé, o tempo é o mesmo. Aproveite para fazer uma pausa na Parada do Bubi, na Dutra, o restaurante beira de estrada mais aconchegante que já vi!
       
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/

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