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Nova Iorque e Orlando (Março 2015 COM FOTOS)


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Fala galera, estou aqui pra mais um relato de viagem. Dessa vez embarquei rumo as terras do Tio Sam, isso mesmo, EUA. Sei que esse é o destino favorito dos brasileiros e já temos muitos relatos por aqui, mas não custa nada descrever as minhas experiências por lá.

 

VISTO

 

Primeiro passo quando se pensa em uma viagem para os EUA é a questão do visto, infelizmente os brasileiros ainda não estão isentos do visto, independente da finalidade da viagem, mesmo os que estão apenas em escala ou conexão. Os detalhes da minha experiência e mais dicas sobre o visto eu postei no blog: http://usvisa1.blogspot.com.br/

 

COMPRA DA PASSAGEM AÉREA

 

Optei por comprar diretamente no site da cia. aérea, American Airlines, pois qualquer contratempo que viesse a ocorrer eles poderiam resolver mais facilmente, em virtude de problemas que tive na minha última viagem com a Iberia e que tinha comprado o bilhete por uma agência. Comprei uma passagem com múltiplos destinos, já que eu gostaria de visitar Orlando e Nova Iorque e uma dúvida que eu tinha e algumas pessoas também podem tê-la, é com relação a franquia de bagagem em voos domésticos quando a compra é de múltiplos destinos. Nos voos dentro dos EUA é cobrada uma taxa de 25 dólares para despachar bagagem, mas como eu havia feito a compra do bilhete saindo do Brasil predominava a maior franquia. O valor pago pelo bilhete incluindo todos os trechos e taxas aeroportuárias foi de R$ 2375,00.

 

RESERVA DE HOTÉIS

 

Fiz a reserva de todas as diárias e compra de ingressos dos parques pela Decolar. Os hotéis em Nova Iorque não costumam ser muito baratos, principalmente quando é um hotel bem localizado. Optei por ficar em Manhattan próximo ao Central Park, no hotel Belnord. O valor para 3 noites foi de aproximadamente mil reais.

Em Orlando fiquei hospedado no hotel Baymont próximo ao Florida Mall, os hotéis lá estavam com valores mais atrativos, porém descobri posteriormente que essa não é uma boa região para ficar hospedado. A diária ficou em torno de R$ 150, bem mais em conta que em NY.

 

CHECK IN E EMBARQUE

 

Um dia antes do embarque fui tentar fazer meu check-in on line, porém sem sucesso, o sistema pedia para fazer o check-in no aeroporto. Devido as políticas de segurança dos EUA eles tem que conferir a documentação de todos os passageiros, no caso certificar se você possui o visto americano válido. Me apresentei no aeroporto com 3 horas de antecedência na tentativa de conseguir um assento na saída de emergência, porém não havia nenhum disponível, lembrando que na AA grande parte dos assentos são vendidos, restando alguns no meio do avião, caso você opte por um dos “Preferred Seats” tem que desembolsar alguns dólares ou fazer parte das categorias Elite do programa de fidelização da AA. Entretanto, no check-in do aeroporto todos esses assentos ficam disponíveis sem custo caso não tenham sido vendidos. O primeiro trecho que fiz foi de São Paulo para Nova Iorque com duração de aproximadamente 9:40h. Voo foi tranquilo, achei o serviço de bordo deles inferior a de algumas cias europeias, porém satisfatório. A aeronave era um dos novos Boeing 777-300 com entretenimento individual que ajuda a dar uma amenizada nessas quase dez horas de voo.

 

CHEGADA E IMIGRAÇÃO

 

Chegamos ao aeroporto JFK em Nova Iorque as 5:35h hora local, do avião era possível ver o quanto de neve havia pela cidade ::Cold:: . A imigração ainda não estava aberta, iria abrir as 6h e tivemos que aguardar alguns minutos dentro do avião. Achei que funcionasse 24h. Depois de uma fila de uns 20 minutos cheguei até o oficial, ele ainda estava tomando café na cabine e eu fiquei com aquela cara de paisagem :P , já que isso é algo meio incomum. Ele disse “Bom Dia”, pegou meu passaporte, pediu pra eu colocar meus dedos na máquina de impressão digital e pediu pra eu olhar pra câmera. Falou que eu tinha vindo no período errado e lá estava fazendo muito frio, me devolveu o passaporte e estava liberado. Depois peguei as minhas malas e passei pela alfândega, lembrando que eles entregam um formulário da alfândega no avião e você preenche e entrega pro oficial da imigração, ele carimba te devolve e você entrega pro funcionário da alfândega. Depois de todas as formalidades chegamos a Big Apple.

 

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1º DIA

 

Para conseguir chegar até hotel tive que pegar o Air Train e ir até a Jamaica Station. Achei meio estranho porque você primeiro entra no Air Train e depois paga para sair da estação. Comprei o bilhete na máquina e não vi se tinha algum funcionário que vendia bilhetes em algum guichê, por isso é bom ter dinheiro trocado à mão. Na Jamaica Station você consegue fazer conexão com o metrô, eu comprei o passe de viagens ilimitadas para 7 dias e custou em torno de 30 dólares. Fomos até o hotel e como ainda era cedo para o check-in que começava as 14h e não haviam quartos disponíveis para early check-in tive que deixar a bagagem no depósito, deixei só a mala com roupas e levei comigo a de bordo porque o lugar não me pareceu seguro já que eram os próprios hóspedes que colocavam e tiravam suas bagagens do depósito, então para evitar “possíveis trocas” sempre bom identificar a sua. Para começar o dia naquela manhã gélida de domingo aproveitei para fazer uma caminhada na neve no Central Park, estava tudo congelado, tudinho mesmo ::Cold:: , até o lago central, em alguns lugares era um tanto quanto difícil de pisar porque a camada de neve era espessa e chegava a afundar. Mas a neve não atrapalhou o passeio, muito pelo contrário tornou a paisagem incrível de se admirar em meio aos pequenos esquilos procurando por sementes, pessoas patinando no gelo ou alguns bonecos de neve que encontrei pelo caminho. Depois da volta e que volta, pelo Central Park fui até o hotel fazer o check-in e guardar as malas. Achei o quarto do hotel bem confortável, limpo e com uma boa relação custo benefício, só não havia café da manhã. Depois de ter descansado um pouco, parti rumo ao Museu da História Natural com expectativas que fosse igual ao de Londres, confesso que não chamou minha atenção, o londrino era bem mais interativo e contemplava mais temas nas salas de exposição, como por exemplo na parte de Biologia. Com relação a entrada eu sabia que você paga a quantia que você quiser e também há um valor que eles estipulam de entrada (General Admission), isso pode confundir algumas pessoas porque fui até o balcão e a atendente me disse que era aquele valor e não disse nada a respeito que eu poderia pagar quanto eu quisesse, perguntei sobre esse tipo de entrada e ela me disse para ir a outro balcão no lado oposto e lá eu consegui pagar uma quantia inferior àquela sugerida de 22 dólares. Terminado o passeio dei uma passada na Macy’s que fica na Herald Square, uma loja imensa com os mais variados itens e das mais diversas marcas porém custando alguns $$$, os preços não eram nem um pouco atrativos. De lá foi dar uma olhada na Times Square e aproveitar para tirar a foto clássica em frente ao telão, feito isso acabou o dia.

 

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2º DIA

 

Dia de visitar a Estátua da Liberdade (Lady Liberty), é possível chegar de metrô sem problemas até o ponto de embarque e venda de ingressos para o ferry boat que leva até a estátua, é só pegar o metrô com destino a South Ferry. No dia que visitei os ingressos para subir até a coroa e pedestal estavam esgotados, por isso se você pretende subir até esse ponto é melhor reservar pela internet com antecedência. O ingresso que inclui o transporte e visita apenas ao entorno do monumento custa 18 dólares e também permite visita a Ellis Island, Museu da Imigração. O museu conta com poucas peças e não achei uma visita muito interessante, infelizmente devido a algumas destruições causadas pelo furacão Sandy que atingiu o local em 2012 o museu está passando por reforma. Depois de ter visitado a Estátua segui em direção ao memorial do World Trade Center, há um museu também no local, mas não o visitei.

 

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3º DIA

 

Fomos para o Wal Mart que fica em Nova Jérsei fazer umas comprinhas, não achei muita coisa interessante lá. E voltando ao assunto NY uma das impressões que tive a respeito do metrô foram as condições de limpeza, não sei se as pessoas que não são civilizadas ou o que ocorre, mas tinha muita coisa jogada no chão, alguns restos de lixo, alguns objetos arremessados nos trilhos. E comparado com metrô de outras grandes metrópoles como Paris e Londres não achei nada moderno, tive um pouco de dificuldade para me localizar, devido à má sinalização de algumas estações. E pra minha sorte no terceiro dia o metrô parou de funcionar a tarde, eu fiquei um tempão esperando e não voltava, a linha estava com problemas e ainda começou a chover e esfriar e o que restou fazer naquele dia era ir pro hotel e descansar, pois no outro dia eu embarcaria pra Orlando.

 

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4º DIA

 

Dia de embarcar para Orlando e se despedir do frio de Nova Iorque. O meu voo que partia do JFK as 7h, contratei um transfer do hotel para me levar pra lá e paguei 25 dólares por isso, um táxi sairia bem mais caro. Os serviços estão se tornando cada vez mais informatizados, até mesmo nos supermercados se percebe isso, você mesmo passa suas compras no caixa sem necessidade de um atendente. No aeroporto aconteceu o mesmo, fiz o check-in pelo totem, havia uma moça para emitir o comprovante de bagagem e eu mesmo coloquei a mala na esteira. Como no aeroporto de Londres a inspeção dos passageiros e de suas bagagens de mão é minuciosa, todos têm que tirar o sapato, notebook da mala e colocar em bandejas separadas, você passa por um raio X diferenciado e logo após está liberado pra sala de embarque, mas essa brincadeira pode levar uns bons 40 minutos dependendo do fluxo de passageiros do dia, por isso sempre bom chegar com umas 2 horas de antecedência do voo para evitar contratempos. A duração do voo de NY para Orlando é de 3h, a aeronave era BEM mais antiga do que a do voo internacional, tinha apenas aquela tela suspensa acima dos assentos, e colocaram um filme bem sugestivo pro voo: Cinderela, eu dormi o voo todo, serviram apenas bebidas: chá, água, suco ou refrigerante. Se quisesse algo para comer tinha que comprar, assim como já está ocorrendo em voos no Brasil. Cheguei em Orlando com um clima totalmente oposto ao de NY, um sol radiante e com temperatura na casa dos 30º. Perguntei pra moça do balcão de informações como chegar até o meu hotel que ficava próximo ao Florida Mall e ela com maior esforço do mundo me respondeu: pega um táxi, se eu quisesse um táxi não estaria perguntando. Eu sabia que tinha um ônibus que passava bem próximo, fui até o guichê de taxis e perguntei quanto custava a corrida até o hotel e me disseram que sairia 35 dólares e que havia sim um ônibus que passava por lá e o rapaz me indicou qual era, resolvido o problema, paguei apenas 2 dólares. Cheguei no hotel, fiz o check-in levei as malas para o quarto e pra minha surpresa não havia Wi-Fi no quarto, hoje em dia é quase impossível viver sem internet e isso me decepcionou bastante, perguntei na recepção se havia algum serviço de transfer para os parques, já que não ficavam tão próximos, a Disney ficava à 23km, de ônibus o trajeto levaria cerca de 2h. Esse dia reservei para comprar algumas coisinhas no Florida Mall e descansar, já que era um pouco tarde para pensar em parque, até chegar lá não seria possível aproveitar muito. Estava com ingressos comprados pra Universal e pra Disney, dois dias de cada com Park Hopper que permite entrar em todos os parques num mesmo dia. Não recomendo Park Hopper, porque se torna correria fazer 4 parques em dois dias, com exceção do Hollywood Studios que é menor, mas mesmo assim tem várias apresentações com horários definidos. Já os outros 3 parques são enormes e tem muita coisa para ver: encerramento com os fogos, cada parque tem o seu e cada um tem um horário de fechamento e abertura diferente e também as paradas com personagens que ocorrem durante o dia. Se você está viajando com crianças se torna impossível fazer tudo em pouco tempo, recomendo pelo menos um dia para cada parque, até porque não tem como ir caminhando de um parque pro outro, eles ficam afastados, diferentemente de quando estive na Disneyland de Paris que era possível fazer o trajeto entre os dois parques caminhando. No ingresso está incluso os transportes entre os quatro parques, existe um ponto de onde sai os ônibus tanto para os parques quanto para hotéis do complexo.

 

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5º DIA

 

Alugamos um carro na Budget, pois seria inviável e demandaria muito tempo ir até os locais de interesse utilizando ônibus. O valor da diária não foi nada econômico, visto que não tínhamos reserva e a disponibilidade de veículos era baixa, foi algo em torno de 150 dólares a diária para um Beetle com GPS, preço bem salgado. Ficar em Orlando sem carro ou sem um transfer que te leve pros lugares é muito complicado, por isso recomendo acertar isso aqui no Brasil, pois lá você pode pagar 3 vezes mais. Nesse dia fomos fazer compras no Premium Outlet e lá sim havia uma variedade boa de itens e os preços estavam mais acessíveis, sem levar em consideração essa alta do dólar que estraga qualquer viagem aos EUA, quem dirá se você estiver indo com intenção de comprar. Depois de umas comprinhas no Outlet fomos pra Disney, parque Epcot. O Epcot é um parque bem grande e percorrer todo ele demanda algum tempo. Uma das atrações que mais gostei foi o Test Track da Chevrolet e talvez seja uma das atrações imperdíveis, como fui sozinho não precisei pegar a fila que é enorme, entrei pelo Single Rider, ou seja, fila exclusiva para quem não vai acompanhado. No Epcot também há diversas réplicas de monumentos das mais diversas partes do mundo como: Marrocos, Japão, França, Canadá e etc. e conta também com alguns restaurantes típicos de cada nacionalidade. Por meio do monotrilho que sai da geosfera, símbolo do parque é possível chegar até o Magic Kingdom que é um parque mais para crianças, mas também conta com algumas atrações para os mais crescidos. Esse parque está dividido em 6 áreas temáticas: Adventureland, Fantasyland, Frontierland, Tomorrowland, Main Street USA e Liberty Square, cada uma com várias atrações, mas como disse anteriormente são mais voltadas aos pequenos. Durante a tarde tem um desfile dos personagens pela Main Street e a noite a Electrical Parade, um desfile com os personagens com os carros iluminados. No encerramento do parque é que ocorrem os fogos, é imperdível: efeitos especiais projetados sobre o Castelo da Cinderela e o espetáculo pirotécnico, não sabia se filmava ou tirava fotos. Depois que acaba se prepare porque a fila é gigantesca para pegar o monotrilho para ir até o estacionamento.

 

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6º DIA

 

Dia de conhecer os dois parquesda Universal: Islands of Adventure e Universal Studios. A Universal conta com uma série de atrações, essas sim destinadas a adultos, algumas para os mais corajosos como a montanha russa do Hulk. São várias atrações com efeitos 3D, montanhas-russas indoor e também uma área do parque destinada ao Harry Potter, não sou muito fã do bruxinho, então não achei nada interessante, mas pra quem gosta vale a pena, eles vendem vários artigos relacionados ao filme, como varinha e até uma cerveja sem álcool. O dia foi suficiente para conhecer os dois parques e uma das atrações que mais valeu a pena foi o Jurassic Park River Adventure, um passeio na ilha dos dinossauros e depois uma queda na água de uma altura de 25 metros.

 

7º DIA

Comprei o ingresso pra Disney de 2 dias então tinha direito a mais uma visita a qualquer um dos 4 parques no mesmo dia, fui para o Hollywood Studios, muito semelhante ao da Disney de Paris, incluindo as atrações, dessa vez me recusei a ir no Hollywood Tower Hotel e pra quem gosta de atrações mais radicais dentre os parques da Disney esse é o melhor, tem que ter um pouco de paciência porque as filas costumam ser gigantescas, principalmente para montanha russa do Aerosmith e a torre do terror. Depois de passar por lá fui pro Magic Kingdom para tirar mais umas fotos, como era um sábado o parque estava lotado, eu ainda pretendia visitar o Animal Kingdom, mas já era tarde e o parque fechava mais cedo naquele dia e não foi possível. Os parques são realmente enormes e no final do dia você fica esgotado de tanto andar.

 

8º DIA

 

Reservamos o último dia para mais umas compras, é incrível como o lugar é atrativo para gastar alguns dólares. E mesmo com o valor alto da moeda americana com relação ao real, alguns itens ainda compensavam ser comprados lá. Findamos a tarde com um jantar, algo que esqueci de dizer é que achei a comida deles muito apimentado e eu pelo menos não sou acostumado a tanta pimenta o que eles chamam de “spicy” e acredito que a maioria dos brasileiros também não, por isso olhe bem o cardápio antes de pedir o prato, ou caso contrário pode se tornar impossível de comer. Feito isso, hora de ir pro aeroporto e embarcar no voo com conexão em Miami e hora de se despedir das terras do Tio Sam e até uma próxima viagem.

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  • 3 meses depois...
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Ola Kailash, muito bom o teu relato. Estou indo para Nova Iorque e depois Orlando agora no dia 17/07, estou pensando em levar só bagagem de mão, pelo que vc relatou a segurança do aeroporto é bem severa. Será que vou ter problemas ou eles não revistam a mala toda?

 

Olá Leandra,

 

Então, a segurança nos aeroportos americanos é bem rigorosa sim. Na chegada dos EUA a imigração ou a alfândega pode solicitar a qualquer um, uma revista mais minuciosa da mala toda, não existe um critério, é aleatório. No retorno para o Brasil, minha mala despachada foi toda revistada e eles colocaram um panfleto dentro dela dizendo que isso havia ocorrido, pois eu não estava junto a ela quando eles revistaram, só percebi quando fui desfazê-la.

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Olá Kailash Silva,

 

Irei para NY em Outubro, gostaria de saber como você fez com dinheiro? Levou em espécie? ou Cartão de Credito? o que Compensa?...

 

Obrigado.

 

Olá, Mauro

 

Com relação ao dinheiro, eu levei uns 800 dólares em espécie trocados aqui no Brasil e mais um cartão de débito caso eu precisasse. Então, eu não recomendo levar todo dinheiro em espécie, o melhor é levar uns 300 a 400 dólares já trocados aqui no Brasil e mais uma parte num cartão de viagem recarregável. O cartão de crédito eu não aconselho, pois você não sabe quanto vai pagar depois, por conta do IOF de 6,38% e mais outros encargos e flutuações do dólar, porque a cotação que você paga é do fechamento da fatura. Mas eu acabei usando apenas como garantia na locação do carro em Orlando que é necessário um cartão nominal e também no hotel eles pediram, mesmo estando pago. Mas pra gastar lá eu recomendo dinheiro em espécie e cartão recarregável.

 

Qualquer dúvida, estou a disposição

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  • 1 mês depois...
  • Membros

Oi Kailash, nunca tinha visto isso:

"Comprei uma passagem com múltiplos destinos, já que eu gostaria de visitar Orlando e Nova Iorque e uma dúvida que eu tinha e algumas pessoas também podem tê-la, é com relação a franquia de bagagem em voos domésticos quando a compra é de múltiplos destinos"

Me ensina ! Estou querendo ir em OUTUBRO/2015 estou com o visto mas confesso que estou "meia perdida".

Essa passagem você pode viajar para qualquer estado, em qualquer dia? como é ?

Obrigada

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  • Membros
Oi Kailash, nunca tinha visto isso:

"Comprei uma passagem com múltiplos destinos, já que eu gostaria de visitar Orlando e Nova Iorque e uma dúvida que eu tinha e algumas pessoas também podem tê-la, é com relação a franquia de bagagem em voos domésticos quando a compra é de múltiplos destinos"

Me ensina ! Estou querendo ir em OUTUBRO/2015 estou com o visto mas confesso que estou "meia perdida".

Essa passagem você pode viajar para qualquer estado, em qualquer dia? como é ?

Obrigada

 

Olá, Talita

 

Quando se diz que a passagem é de múltiplos destinos ou vários trechos, significa que você vai viajar para mais de uma cidade, mas dentro de uma mesma reserva, ou seja, um só bilhete. Por exemplo: você sai de SP vai para Los Angeles, depois para Chicago, depois NY e depois retorna a SP. É possível comprar todos esses trechos dentro de um mesmo bilhete, sem ter que comprar uma passagem separada de uma cidade para outra. No site das cias aéreas além da opção de ida e/ou volta, existe também a opção pesquisa avançada ou refine sua pesquisa e aí você tem a opção de "várias cidades", você escolhe as cidades que quer visitar e precisa ter as datas definidas e no final da pesquisa eles informam o valor total do bilhete. Portanto, não pode ser qualquer data (as datas devem ser definidas no ato da compra) e sim, pode ser pra qualquer cidade.

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  • 4 meses depois...

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