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NOVA YORK - 7 dias - 16 a 23/03/15


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Decidir ir à NY com esse dólar não foi uma decisão fácil, mas depois de pensar muito e nunca realmente ir, o lançamento do Google Flights no Brasil me pareceu um sinal. Olhei, comprei e pronto. Aproveitando, aconselho bastante fazer a pesquisa de vôos também por ele, faz o serviço do Decolar ou Submarino mas sem as altas taxas de companhia de viagens, uma vez que você fecha direto com a cia aérea.

 

Teoricamente março é primavera, época de flores e plantinhas verdes nascendo, e de temperaturas abaixo de zero em NY, pelo visto. A hospedagem ficou por conta do AirBNB, uma vez que estava indo com uma amiga e acabamos pagando USD 50 a diária cada uma, mesmo preço que pagaríamos em um hostel. O apartamento era de um quarto super bem localizado no UES, que também nos permitiu ir andando para o MET, Central Park, Museum of Natural History, entre outros lugares, além de economizar a passagem do metrô (USD 2,75 cada trecho). E qual a graça de ir à NY e só ver os ratos do metrô e não os de rua? As ruas da cidade são uma graça e andar por elas faz você se sentir como um real new yorker (ou em um episódio do Sex and the City). Se localizar é super fácil, as ruas em Uptown e Midtown são todas numeradas, você sempre sabe direitinho para onde está indo. Avenidas cortam a ilha de norte a sul, como a famosa 5th avenue, e ruas menores cortam de leste a oeste. Já Downtown não é tão simples, você ainda tem as avenidas numeradas mas as ruas já começam a ter nomes, e algumas avenidas cruzam com as ruas de mesmo número, deixando o ser humano desavisado bem confuso. Como disse o Kramer em um episódio de Seinfeld, como é possível a 1st cruzar com ela mesma?

 

Em relação à alimentação, o salvador da pátria foi o Yelp. Ter um chip com internet também foi essencial, já que quando a fome batia a gente entrava no aplicativo e procurava o restaurante mais próximo com mais estrelinhas e um cifrão (as vezes dois se a fome estivesse grande). Comemos muito bem durante toda a viagem dentro de uma média de USD 10 por refeição (sem contar as tips, que acabam encarecendo um pouquinho, já que uma tip razoável é entre 18 e 20%). Comida chinesa normalmente é a melhor pedida, já que é barato e normalmente muito bom! Para quem não vai ter o luxo da internet no celular, se organizar um pouquinho e fazer isso no wi-fi antes de sair de casa não é tão dificil. Os museus e algumas estações de metrô também tem wi-fi gratuito, que também podem ajudar. Para quem ama pizza e não se importa de viver dela durante uma semana, 2 slices for USD 2 é só o que tem por lá!

 

Anyway, vamos ao relato! Se começar a ficar muito grande divido em duas partes.

 

Day 1 - Walking Around

Consegui um vôo lindo, direto, Galeão - JFK pela American Airlines, onde não tinha ninguém do meu lado e pude dormir o vôo inteiro deitada em três poltronas (mal sabia eu que pagaria por tudo isso na volta). Cheguei no JFK de manhã, peguei um trem que conecta ao metrô no próprio terminal que desci (chamado AirTrain, custa USD 5, depois tem que pagar mais USD 2,75 para o metrô mesmo, mas já no terminal você compra o metrocard, que custa USD 1, e é só ir recarregando para usar o metrô depois. Existem passes semanais também, mas como fizemos muita coisa a pé acabamos não comprando). Subir as escadas do metrô com a mala não foi muito fácil, mas pagando só USD 7,75 desde o aeroporto até o UES tá valendo!

 

Cheguei no apartamento empolgadíssima, acordando minha amiga que já estava lá. Tiramos esse dia para andar pela cidade sem muito rumo. O apartamento era na 83rd quase com a 1st, decidimos pegar a 5th e descer até onde conseguíssemos. Nesse caminho passamos pelo Met, Trump Tower, Grand Central, Empire State, Flatiron, almoçamos em um chinês muito gostoso (um pouquinho caro, mas levamos leftovers para casa), e chegamos até a TJ Maxx da 19th, onde também tem uma Marshalls. As coisas realmente são bem baratas, mas com esse dólar tudo tem que ser muito bem pensado (e convertido). Ah, e não se engane, se for viajar na primavera leve luvas, casaco para o pólo norte e botas. Acho que a cidade não concorda com o calendário em relação às estações.

 

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Day 2 - Met & Central Park

O Met é algo indescritível. Para quem já foi ao Louvre ou ao British Museum, é mais ou menos por aí. A dica aqui é o valor do ingresso, no site e na entrada diz custar USD 25 para adultos, mas na verdade esse é só um valor recomendado, você pode pagar o quanto quiser. Só precisa ir com a nota de 1 dólar até a moça ou moço da bilheteria e morrendo de vergonha pedir ‘one adult’. Vi uma menina com moedas na mão, mas achei abuso demais.

 

É aquele tipo de museu impossível de se fazer em um dia só. Passamos primeiro pelas estátuas greco-romanas, continuamos pela arte africana e terminamos na arte moderna. No meio do caminho, vários nomes conhecidos como Rodin, Picasso, Monet, Rembrandt entre muitos (MUITOS) outros. No corredor da arte moderna a fome começou a apertar e o Yelp salvador entrou em cena. Almoçamos em um noodle place muito gostoso e bem barato chamado Xi’an Famous Foods, cada prato custava uma média de USD 6 e o noodle é feito na hora. Apaixonei também em um chá gelado deles chamado sour alguma coisa, tomei um lá e levei um (mesmo quase congelando e tomando chá gelado de luva).

 

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Como almoçamos tarde, não conseguimos voltar ao Met (você cola um adesivo na blusa e pode sair e entrar no mesmo dia), então resolvi andar mais um pouquinho para ver o Guggenheim, que não impressiona muito, e o Central Park. O frio estava de rachar com rajadas de vento que congelavam qualquer pedestre (me fazendo dar dois passos para trás em um momento), mas o sol ainda estava forte e ajudava um pouquinho. Fui andando sem destino certo pelo parque, observando as pessoas, as árvores sem folhas e os passarinhos. É incrível o silêncio que faz no meio de uma cidade tão grande. O sol começou a baixar e cenas de filmes sobre o parque de noite começaram a vir na minha cabeça, então resolvi voltar para o apartamento por uma das avenidas mais centrais.

 

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Day 3 - Central Park, Museum of Natural History & Times Square

Como o Museum of Natural History fica logo do outro lado do parque, resolvemos passear calmamente por ele até chegar lá. Achei que seria super fácil se perder lá dentro, mas você está sempre vendo os prédios em volta, é só pegar um de referência e ir seguindo. Ainda estava bastante frio, mas abriu bem o sol, o que deixa o parque lindo. Passamos pelo centro de meteorologia e por alguns monumentos como o obelisco da Cleopatra e algumas outras estátuas (realmente não dá para prestar atenção em todas). Conseguimos chegar ao outro lado do parque certinho na altura do museu, mas passamos tão devagar pelo parque que já estava na hora de almoçar. Encontramos um restaurante tailandês pequeno mas super charmoso chamado Senn Thai Comfort Food, com um menu fixo para almoço com cada prato custando USD 9 com direito a uma entrada. Uma delícia!

 

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Bem alimentadas nos dirigimos ao museu que funciona no mesmo esquema do Met para o ingresso (mais uma vez passar vergonha com um dólar na mão). Quem já viu Uma Noite no Museu sabe mais ou menos o que esperar, desde que não espere que as figuras andem. Dinossauros tomam conta do lugar, com fósseis enormes das mais diferentes espécies, além de espaços reservados para a biodiversidade e a história do planeta. Outra parte super legal é o Center for Earth and Space, onde fica o planetário. Eles estão com uma exibição chamada Dark Universe, narrada pelo Neil Degrasse Tyson, diretor do planetário. Custa USD 27, com direito à admissão no museu. É curtinho, dura mais ou menos meia hora, mas eu gostei bastante (não deu tempo de ir nesse dia, mas consegui ir depois).

 

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Como ainda estava cedo (os museus fecham entre 17hrs e 17:30) resolvemos descer até o Times Square. Chegamos lá ao anoitecer, com as luzes e o frio tomando conta do lugar. Como passamos os dois primeiros dias em Uptown, não sentimos realmente a parte turística da cidade até esse momento. Elmos, Homens Aranha e Cookie Monsters te pegam pelo braço para tirar uma foto para depois delicadamente pedir 20 dólares como tip. Talvez seja mais interessante deixar o Times Square para quando for à Broadway, já que vai ser necessário passar por lá de novo.

 

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Aqui vou dividir o relato e continuo em um próximo post para não ficar muito grande.

Ok, mudei de ideia, aqui vai o resto do relato (acho que não ficou tão grande assim).

 

Day 4 - Central Park & Broadway

O Central Park virou um dos nossos passeios preferidos e como ele fica no caminho de quase tudo (do nosso apartamento, claro), todo destino era desculpa para passar por lá. Cruzamos o parque até Columbus Circle, a passo de lesma como sempre quando estávamos nele, almoçamos em um árabe e fomos para a fila do TKTs, onde vendem ingressos para a Broadway por 50% de desconto para apresentações no mesmo dia (a TKTs fica na 47th entre a 7th e a Broadway). Não se assuste com a fila, fomos numa quinta-feira e já estava lotado, imagino que seja assim todos os dias. A ideia é que eles vendem a partir das 10:00 ingressos para as matinês e a partir das 15:00 para a noite. Acredito que ficamos 50 minutos na fila e conseguimos ingressos para ver Chicago por USD 77 (pelo que pesquisei, Chicago é um dos musicais mais baratos, queríamos muito ver The Book of Mormon mas eles nem vendem ingressos com desconto de tão lotados que ficam).

 

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Com algum tempo ainda para o musical demos mais uma volta no Times Square, compramos alguns chocolates e sentamos em um café com wi-fi para aquecer o nariz e as orelhas. Já tendo visto o filme, você acaba comparando bastante as músicas e cenas com o que já se conhece, mas é o mesmo quando você vê um filme que já leu o livro. Pegamos uma cantora country que ganhou vários Grammys interpretando a Roxie e no fim das contas valeu bastante os quase 250 reais (ai!). Ir à Broadway era uma das coisas que não queria deixar de fazer e foi bem legal. Ah, um detalhe: assentos promocionais são sempre ou no canto ou bem atrás, já é bom ir esperando por isso, mas nada que atrapalhe a peça. Saímos de lá e pegamos o metrô para o apartamento, que por acaso é um show a parte, principalmente a estação do Times Square. Não passamos nenhuma vez por lá sem que tivesse algum tipo de apresentação.

 

Day 5 - MoMA & snoooooow

De acordo com a previsão do tempo hoje veríamos neve (pois é, primavera) e estávamos super empolgadas com a ideia (coisas de moradores de terras tropicais). Acabamos acordando um pouco tarde pois chegamos tarde em casa no dia anterior e resolvemos pegar o metrô para o MoMA para ganhar tempo. Ali não tem moleza e o ingresso é cobrado inteiro mesmo, USD 25 adultos e estudantes USD 14 (qualquer carteirinha com foto serve), mas são 25 dólares super bem gastos. A neve tinha começado levemente quando entramos e o museu estava bem cheio. Ele tem 5 andares e, sem querer, resolvemos começar por cima, o que foi uma ótima ideia. O quinto andar é para a coleção de arte contemporânea e o quarto para a de arte moderna, os outros se entendi bem são para exibições temporárias. O andar de arte moderna é sensacional, parece que eles e o Met resolveram dividir as obras irmãmente. Uma dica sensacional aqui (já que você não pode entrar só com um dólar) são os audioguides gratuitos que eles tem no site do museu. É só entrar no wi-fi e ir escolhendo as obras enquanto passa por elas. Parece que existe um aplicativo também, mas o site funcionou bem para mim.

 

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Enquanto estávamos lá já era possível ver a neve caindo pelas janelas, cada hora mais forte e mais grossa. A previsão aparecia como 6 in (20 cm mais ou menos) e com o sol que fazia de manhã parecia impossível chegar a tudo isso. Foi só sair do Moma para ver que estávamos bem enganadas. As praças no caminho já estavam totalmente brancas com um grupo de brasileiros tentando construir um boneco de neve em uma delas. Logicamente a ideia das duas que nunca tinham visto neve dessa maneira foi cruzar o Central Park, mais uma vez. Três horas de neve foram suficientes para cobrir o parque de branco e quase congelar os pobres patos que estavam nos lagos. A neve caía espessa, com um vento que parecia quase arrancar seu nariz congelado fora, mas a paisagem compensava e muito. A neve já estava acumulada nos bancos e nos jardins e em certos pedaços passava fácil dos 20 cm. A noite foi chegando e o branco foi ficando azul, junto com os pés que foram ficando cada vez mais molhados (neve sem botas não é uma ideia muito esperta). Chegamos mais ou menos na altura da rua do apartamento e saímos do parque, tristes por sair daquele cenário de filme mas bem animadas com a ideia de pés secos. Foi preciso uma sopa bem quentinha e meias secas para a alma voltar à temperatura certa.

 

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Day 6 - Chinatown, Off Broadway, Washington Square & Beer!

Cismadas em comer comida chinesa autêntica (se é possível ser autêntica fora da Ásia), fomos até Chinatown, já que também tinhamos visto pouca coisa da parte Downtown da cidade. Chegamos lá de metrô e andamos um pouquinho até acharmos um restaurante que parecia promissor no Yelp. O aplicativo só esqueceu de avisar que talvez aquilo fosse um pouco autêntico demais para o nosso gosto brasileiro. Saímos de lá meio desencantadas, tanto com a comida quanto com o lugar, que é só cheio de lojas asiáticas e pessoas te oferecendo bolsas falsificadas. Pegamos o metrô de volta para o Times Square para vermos a peça Off Broadway baseada na vida do Edgar Allan Poe. Para alguém que gosta do Tim Burton vale muito a pena. Me atrevo dizer que gostei mais do que Chicago. Essa conseguimos a matinê por USD 50 na TKTs.

 

Saindo de lá fomos até a Washington Square encontrar um amigo que está fazendo mestrado na NYU e para ver um pouco do outro lado da cidade. Andamos um pouco pela praça cheia de estudantes e fomos tomar um café, seguido por um show de jazz (também um pouco autêntico demais para nossa brasilidade) e de cerveja artesanal. Fomos para um café que também era restaurante e também mercado e também bar para tomar uma cerveja, deliciosa por sinal, perto do Flatiron chamado Eataly. O bar fica no rooftop e a música, pelo menos naquela ocasião, era muito boa. Como estávamos com um grupo de americanos nesse dia e eles resolvem se tornar nômades quando bebem, tomamos apenas uma cerveja lá e saímos em busca de outro bar na direção do East Village. Entramos em um que era meio bar meio salão de beleza (com manicures ainda trabalhando enquanto rola a noite) e depois para um mais calmo. A pedida dos bares de lá é pedir a cerveja da casa, sempre vai ser alguma coisa diferente e pelo menos as que eu tomei eram bem gostosas. Continuando a peregrinação paramos em uma pizzaria chamada Artichoke, onde a estrela são as pizzas de alcachofra (né?). A massa parece um pão de tão grossa e não sei que queijo é aquele, mas é uma delícia. Uma fatia é uma refeição inteira! Terminamos a peregrinação indo pra casa de táxi, o que não foi muito econômico mas já estava bem tarde. Vale lembrar de não esquecer de dar tips para os taxistas.

 

Day 7 - Museum of National History & Met

Como não consegui ir na exibição do planetário no dia que fomos ao Museum of National History, e minha amiga queria muito ir na B&H comprar coisas para a câmera dela, combinamos de nos separar pela manhã e nos encontrarmos para o almoço. Cruzei o Central Park por um caminho que não tinha feito ainda e assisti à exibição. Como já disse antes, é curtinha, mas gostei bastante. Passei com mais calma pelo Center for Earth and Space e parei para ver os dinossauros mais uma vez (não é todo dia que se vê dinossauros). Combinamos de nos encontrar na própria B&H para de lá almoçar, e resolvi descer andando até ela pois fazia um dia lindo.

 

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Depois do almoço resolvemos voltar ao Met já que tinhamos visto tão pouco dele no outro dia. Começamos pelo Egito, que é enorme (juntando ele e o Louvre não deve ter sobrado muito em Cairo) e com tanto para ver, já estava quase na hora de fechar quando consegui subir para ver um pouco mais da parte da renascença e arte moderna. 17:15 eles começam a tanger as pessoas para fora das galerias para conseguirem fechar o museu às 17:30. De lá fomos para o apartamento terminar de arrumar as malas e ver quantas pessoas seriam necessárias sentar nelas para fechar.

 

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Day 8 - Battery Park, Brooklyn Bridge & Wall Street

Como todo pobre ser humano em fim de viagem e sem mais um tostão, resolvi googlear maneiras de ver a Estátua da Liberdade for free, e a que me pareceu mais interessante (e mais rápida, já que tinha que sair para o aeroporto ao meio dia) foi descer até o Battery Park. Minha amiga já tinha saído para pegar o vôo dela, mas pedi para me acordar mesmo que bem cedo para não perder a última manhã por lá. Desci na estação de metrô mais próxima e fui caminhando até onde parecia ser o parque, o que não é muito difícil de identificar pois tem várias placas escrito “Statue of Liberty” com uma seta bem grande nelas (pelo que eu entendi é por ali que se pega a balsa para lá). Da beira do rio é possível ver a estátua bem de longe, entre os guindastes do porto. Como a cabeça dela sempre vai parar no meio de Manhattan nos inúmeros fins do mundo é um mistério. De lá fui beirando o rio em direção à Brooklyn Bridge. Não consegui chegar até ela por causa da hora, mas é bem agradável de caminhar por lá, cheguei até o pier 16 e de lá entrei para tentar pegar o metrô na estação de wall street. Sem querer passei em frente à Stock Exchange e à uma estátua que parecia George Washington. De lá disse tchau à Manhattan e me preparei para a odisséia que seria carregar mala pelas escadas do metrô e as três conexões que me esperavam.

 

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  • 1 mês depois...
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tabatajac, bom dia.

Gostei do relato, voce poderia passar indicação do AirBnB?

A locação esta tranquila? Li sobre a prefeitura proibir esse tipo de locação.

 

Olá André!

Foi tranquila sim, realmente nos EUA o AirBnB não é exatamente legal, já que as pessoas acabam sublocando os apartamentos, mas quem perguntasse sempre dizíamos que estávamos na casa de uma amiga que estaja viajando.

 

Ficamos neste apartamento. Achei a localização muito boa, no UES, e fizemos praticamente tudo andando, mas se precisar tem uma estação de metrô à umas 5 quadras de distância. A gente resolveu escolher algo bem localizado mesmo que um pouco mais caro para não precisar pegar metrô pra tudo, mas em outros bairros você acha coisas mais baratas.

 

Ah! Última coisa, sempre barganhe no AirBnB, principalmente se você for ficar uma semana ou mais, eles sempre melhoram os valores. ::hãã2::

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  • 3 semanas depois...
  • Colaboradores

Muito legal o relato!

As fotos também ficaram ótimas... estilo profissional (você é?) :D

 

Você não comentou nada sobre compras... não chegou a ir em nenhum outlet?

 

Vou em setembro e já baixei o YELP! rs

 

Abs

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Muito legal o relato!

As fotos também ficaram ótimas... estilo profissional (você é?) :D

 

Você não comentou nada sobre compras... não chegou a ir em nenhum outlet?

 

Vou em setembro e já baixei o YELP! rs

 

Abs

 

Oi! Obrigada pelo comentário nas fotos, a câmera faz quase todo o trabalho! rs

 

Sobre compras, não comentei muito porque fui com o orçamento bem apertado e tentei fugir dos outlets. Mas, como ninguém é de ferro, acabei passando por alguns, só não comprei muita coisa porque o dólar estava bem tenso (oscilando pelos R$ 3,30). Os que eu fui foram os seguintes:

 

TJ Maxx e Marshalls: 620 Ave of Americas (W19th quase com a 6th ave)

A vantagem dessas duas lojas é que elas ficam no mesmo prédio, uma em cima da outra, então você já aproveita a viagem pra ir nas duas. Eu acho que a Marshalls tem mais opções, a TJ Maxx tem uma vibe meio seção de roupas de supermercado, mas olhando bem você acha alguma coisa interessante nas duas.

 

Marshalls: 2182 Broadway (na Broadway entre a W77th e 78th st)

Essa parece um pouco menor que a outra, mas ela tem vários andares e o de cima é bem grande, então nem sei dizer exatamente qual é maior. Nessa achei coisas interessantes em cosméticos, como cremes para o cabelo, para o rosto e perfumes. Tem bastante opções de roupas também.

 

Como eu não saí de Manhattan, não pude ver os outlets de fora da cidade, mas dizem que são enormes. Se você tiver o tempo e a oportunidade acho que vale a pena.

 

Espero ter ajudado, e boa viagem! ::otemo::

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  • 2 semanas depois...
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Tabata, adorei ler sobre sua experiencia.

 

Estou me programando para ir com meu marido em Janeiro/2016. Nós estaremos de férias e pretendemos ficar por 15 dias. Quero primeiro visitar NYC, mas também queremos conhecer a região de new england.

Como minha irmã morou por algum tempos em DC, ela tem alguns amigos espalhados que ainda moram por lá..então combinamos com alguns deles e eles irão nos hospedar. Para outros lugares onde não conhecemos ninguém, decidimos arriscar o couchsurfing, que além de contribuir com a economia na hospedagem pode nos proporcionar uma troca de experiências bem bacana!

Sabemos que nesta época vai estar muuuuuito frio, mas como nunca saímos do Brasil, não temos nem noção do quanto iremos sofrer...rs. Por esse motivo ainda estamos pensando na possibilidade de levar nosso filho de 8 anos. Ele está super empolgado e quer ir de qualquer maneira...só fala em ver a neve...fazer boneco de neve, ir no "Uma noite no Museu"...rs..mas nao sei se ele irá aguentar a temperatura, e nem o ritmo dos passeios. Ele pode não aproveitar, se estressar e acabar estragando nosso passeio.

 

Como vc já foi, poderia me dar umas dicas, acha que 15 dias é tempo suficiente? O Frio é mesmo de matar??...Acha uma boa idéia levar meu filho?

 

Um Abraço.... :)

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Tabata, adorei ler sobre sua experiencia.

 

Estou me programando para ir com meu marido em Janeiro/2016. Nós estaremos de férias e pretendemos ficar por 15 dias. Quero primeiro visitar NYC, mas também queremos conhecer a região de new england.

Como minha irmã morou por algum tempos em DC, ela tem alguns amigos espalhados que ainda moram por lá..então combinamos com alguns deles e eles irão nos hospedar. Para outros lugares onde não conhecemos ninguém, decidimos arriscar o couchsurfing, que além de contribuir com a economia na hospedagem pode nos proporcionar uma troca de experiências bem bacana!

Sabemos que nesta época vai estar muuuuuito frio, mas como nunca saímos do Brasil, não temos nem noção do quanto iremos sofrer...rs. Por esse motivo ainda estamos pensando na possibilidade de levar nosso filho de 8 anos. Ele está super empolgado e quer ir de qualquer maneira...só fala em ver a neve...fazer boneco de neve, ir no "Uma noite no Museu"...rs..mas nao sei se ele irá aguentar a temperatura, e nem o ritmo dos passeios. Ele pode não aproveitar, se estressar e acabar estragando nosso passeio.

 

Como vc já foi, poderia me dar umas dicas, acha que 15 dias é tempo suficiente? O Frio é mesmo de matar??...Acha uma boa idéia levar meu filho?

 

Um Abraço.... :)

 

Oi Debora, tudo bom?

A princípio, acho que 15 dias são suficientes sim mas, como não conheço New England, não sei exatamente quanto tempo precisaria por lá. Fiquei 7 dias exclusivamente em Manhattan e consegui fazer bastante coisa mas, claro, tudo depende do ritmo de cada um.

 

Em relação ao frio, eu acho que vai ser uma friaca mesmo, mas dá pra suportar (se o povo lá suporta, a gente também consegue! rs) É um pouco incômodo de andar pelas ruas, que é um dos atrativos da viagem, mas sempre dá pra ir aos lugares de metrô ou táxi. Com criança a coisa muda um pouco, pois imagino que ele sentiria o frio um pouco mais, mas vale a mesma coisa do metrô ou táxi! Eu já vi vários sites voltados para viagens com crianças, eles dão dicas ótimas do que fazer para agradar a todos (dá uma olhada no google por coisas tipo "turimo família NY" que aparecem várias coisas). Os programas mudam um pouquinho mas os museus são super legais e fazer um boneco de neve no Central Park não tem preço! Lógico que diminuiria um pouco o ritmo, vocês provavelmente teriam que voltar pro hotel um pouco mais cedo, mas não acho que estragaria a viagem, é uma adaptação de roteiro.

 

Só acho que seria interessante mencionar ao pessoal do couch surfing que vocês estão viajando com uma criança, não consigo imaginar que alguém tenha um problema com isso, mas nunca se sabe né?

 

Nunca fiz esse tipo de viagem com crianças, mas espero ter ajudado! Qualquer coisa estou por aqui! :wink:

Abs!

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