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morganriva

Uma volta na Bolívia em 22 dias: Santa Cruz - Sucre - Uyuni - La Paz - Isla del Sol - Huayna Potosí - Cochabamba

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Pessoal, foi mal a demora! Mas prometo não abandonar o relato! Devagar eu termino...

Segue o baile!

 

DIA 5 - UYUNI | Branco, Branco & Branco

 

Acordei às 7h. É HOJEEEEEEEEeeEEEEeeEeeeEeEeEEEeeeEEeeEEEEEEEE!!! ::hahaha::

 

Levantei cedo porque tinha que tinha que tomar banho, tomar café da manhã e sair para procurar um agência. Estava bem friozinho e fui correndo pro chuveiro. Tomei café da manhã rapidinho, fiz check-out e saí pra rua por volta das 8h30. A rua estava quase vazia, a maior parte dos estabelecimentos ainda estava fechada, mas na Avenida Ferroviaria, onde ficam localizadas quase todas as agências, já tinha um bom movimento. Tem um monte de gente na rua abordando os turistas e oferecendo os tours para o Salar.

 

Pra quem não sabe, os tours para o Salar podem ser de 1 dia ou 3 dias.

 

- O tour de 1 dia é um bate-volta. Sai de Uyuni, vai para o Salar e volta - sem pernoite. Geralmente faz esse tour quem não tem muito tempo sobrando na viagem (embora eu ache que o Salar deva ser prioridade em qualquer viagem pela Bolívia/Peru, né?) ou então pra quem vai para lá nos meses de Janeiro e Fevereiro, época de chuvas, em que às vezes, devido ao acúmulo de água, não é possível passar por um trecho do Salar.

 

- O tour de 3 dias tem o seguinte roteiro:

Dia 1: Cemitério de Trens, povoado de Colchani, deserto de sal, Isla del Pescado.

Dia 2: Lagunas Altiplânicas: Hedionda, Honda, Blanca, Colorada...

Dia 3: Gêiseres, "piscina" de águas termais, Laguna Verde. Fronteira com o Chile*. Retorno a Uyuni. Chegada por volta das 17h30.

 

*Aqui há a opção de seguir para o Chile (San Pedro de Atacama) ou voltar para Uyuni, depende do planejamento de cada um.

 

Fechei o tour com a agência Cordillera, pelo valor de 850,00Bs.

Não. Façam. Isso.

Não que seja ruim, foi tudo direitinho, mas o preço não compensa. Tinha cotado com várias agências, todas elas ofereciam por 750,00Bs. ou até 700,00Bs. Mas já tinha ouvido falar bem dessa agência, e na noite anterior conversei com umas meninas francesas que estavam no hostel e tinham voltado do Salar naquele dia, e elas me recomendaram veementemente que fechasse com a Cordillera, porque o carro era mais novo e confortável, o serviço melhor etc etc etc. No final das contas o carro era igual aos outros e o "serviço" pretty much the same. Inclusive fui em um carro com pessoas que tinham fechado com outras agências, o que aparentemente é bem normal, e que provavelmente tinham pago menos que eu. Só não perguntei quanto tinham pago pra não me emputecer. Quando entrei no escritório da Cordillera o primeiro preço que ela me deu foi 950Bs., mas aí dei aquela chorada, disse que tinham me oferecido por 700,00Bs., que era brasileiro, pobre, latinoamericano e tal, aí ela baixou pra 850,00Bs. Não foi tão caro, mas dá pra conseguir por bem menos.

 

Por volta de 10h30 os primeiros 4x4 começam a sair da frente das agências. O meu não tinha nem chegado ainda. Eu estava sozinho na agência (acho que fui o único que fechei com a Cordillera) e já deduzi que iam me encaixar com outro grupo. O carro chegou perto das 11h. Carregamos as mochilas e conheci o motorista/guia, Miguel, e os meus colegas pelos próximos dias: o Peter, da Bélgica, e o Andreas e o Cristopher, cipriotas (dú-vi-do que vocês conheçam alguém do Chipre, eu conheço dois agora ::bruuu:: ) que moram em Londres. Os três estavam viajando juntos há alguns meses. O Andreas e o Cristopher já eram amigos em Londres (até o segundo dia pensei que fossem irmãos, mas não), e o Peter se agregou à dupla durante a viagem.

 

Fiquei faceiro porque no carro que cabem 7 iam só 5 pessoas, espaço & conforto) mas em pouco tempo minha faceirice foi por terra (depois verão por que).

 

Fui no banco da frente pela lógica de que o banco da frente é o mais confortável, mas no caso não era, se revelou bem apertado. Ainda mais porque a minha mochila "pequena" não era tão pequena assim e ocupava um espação embaixo das minhas pernas. Mas ao longo da viagem fomos revezando os lugares.

 

A primeira parada é no Cemitério de Trens. Fica a poucos quilômetros de Uyuni e não leva mais do que 10min para chegar. É um descampado onde estão abandonadas as sucatas de várias locomotivas que passavam pela ferrovia que cruza a região, que teve seus dias de glória no final do século XIX e início do século XX.

Os trens enferrujados rendem boas fotos. Uma pena que os outros 400 turistas pensam a mesma coisa e que por isso seja difícil tirar uma foto sem que apareça pelo menos um pau-de-selfie alheio no seu enquadramento.

Dá pra subir nos trens e caminhar por cima deles, bem divertido. Se tropeçar morre de tétano. Também tem um "balanço" muito famoso onde a galera gosta de tirar umas fotos, que ficam bem legais. De novo, tétano é um risco real.

Andamos ao redor dos trens por uns 20min e voltamos em direção aos carros. Quando chegamos lá, quem disse o Miguel estava lá? Ótimo, abandonados no deserto.

 

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Perguntamos sobre o Miguel pra um outro guia que estava lá, ele fez uma ligação e nos disse que o Miguel tinha voltado para Uyuni pra buscar um outro turista que tinha se atrasado. Um pouco depois chegou o Miguel com o Sam, da Inglaterra. Gente boa. Quando falava usava Fantasitic! ou Brilliant! como vírgula.

Demos mais um volta pelo cemitério para que o Sam pudesse tirar umas fotos, o que foi bom, porque a maioria das pessoas já tinha ido embora e as fotos ficaram menos poluídas.

 

Voltamos para o 4x4, agora com 6 pessoas, e partimos para o próximo destino, o povoado de Colchani. Não tem nada pra ver lá e eu já esperava por isso, é basicamente uma rua com uma feira de artesanato, com aquelas coisas que se pode comprar em toda a Bolívia (e Peru). Eu não comprei nada porque não vale a pena comprar essas coisas no início da viagem. Só serve pra pesar na mochila. O melhor lugar para comprar artesanías na Bolívia é em La Paz, na Calle de Brujas. Mais tarde falo mais sobre ela.

Como já era meio-dia, o Miguel perguntou se nós queríamos almoçar ali mesmo ou se preferíamos esperar para almoçar no deserto de sal. Fomos unânimes em dizer que queríamos almoçar no deserto, óbvio.

 

Embarcamos e até o deserto foi cerca de meia hora, se não me engano. Paramos primeiro bem no início, em um ponto onde estão vários montinhos de sal enfileirados, feitos pelos trabalhadores que o extraem para venda. Nessa região o branco no chão ainda não é absoluto, mas já dá para ter uma boa ideia do que está por vir.

Tiramos algumas fotos e provamos o sal dos montinhos, pra checar se era sal mesmo. Então, era. Fiquei meia hora com a sensação de que tinha engolido água do mar.

 

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Voltamos em direção ao carro e... cadê? Sumiu de novo o Miguel. Esperamos uns minutos, meio perdidos, procurando pelo carro entre os que estavam parados (porque todos são parecidos) mas enfim vimos ele chegando lá longe. Estava trazendo mais um pessoa que tinha se atrasado. Como eu disse antes, acabou minha faceirice de um carro com espaço & conforto, agora éramos 7.

A nova coleguinha era a Beatriz, uma dentista colombiana de uns 40 e poucos anos que estava viajando sozinha. Por que ela se atrasou: ela estava em Potosí no dia anterior e esqueceu a sua bolsa dentro de um táxi, com os documentos da Colômbia e a câmera dentro (bad total). Pelo menos o passaporte e o dinheiro ela estava carregando na doleira. Ela tinha duas opções: ou ia atrás da bolsa e perdia a oportunidade de fazer o tour de 3 dias em Uyuni (porque estava nos últimos dias da viagem), ou desencanava e partia pra Uyuni sem bolsa e sem câmera. Ela optou pela segunda opção, pelo espírito de aventura, e quando chegou em Uyuni na manhã daquele dia perdeu um tempão a procura de uma câmera para comprar. As digitais estavam fora do orçamento e ela acabou comprando duas câmeras daquelas descartáveis, com 32 fotos em cada ::mmm: Como ela só falava espanhol e eu era o único que (tipo)conseguia conversar com ela, acabei virando o fotógrafo oficial da Beatriz durante os 3 dias. Ela fazia a pose e eu tirava 1 foto com a câmera hi-tech dela e 1 com a minha câmera. Depois passei todas as fotos pra ela em um cartão de memória.

 

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Embarcamos novamente e saímos em direção ao Salar. Lá estava enfim o tão esperado branco para todos os lados! As poucas montanhas que se podem ver no horizonte estão a mais de 80km de distância, segundo o nosso guia. O visual é indescritível, mas as fotos conseguem captar um pouco desse espetáculo da natureza.

Paramos para almoçar no lugar onde está localizado o antigo Hotel de Sal, que hoje serve apenas para visitação. Em frente ao hotel está o monumento do Rally Dakar, que há alguns anos está passando pelo Salar de Uyuni. Ao lado do hotel estão os famosos mastros com bandeiras de vários países tremulando. Ficamos tirando fotos enquanto o Miguel preparava o almoço.

 

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Eu não esperava muita coisa do almoço, então não fiquei surpreso quando constatei que a comida estava fria. Tinha arroz, bife, tomates e pepinos, coca-cola e maçã de sobremesa. Eu sou meio chato pra comida, mas comi tudinho porque sou um bom menino. Agradecemos o Miguel pela comida “muy rica” (aham) e a aguardamos enquanto ele arrumava as coisas para sairmos. Eram 14h30 quando seguimos caminho.

 

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A partir daí o branco era cada vez mais branco e o horizonte cada vez mais distante. Demais! Andamos por 1h, sempre Salar adentro, e paramos duas vezes no caminho para tirar fotos. Esse é o melhor momento para tirar as famosas fotos em perspectiva. Olha só, é bem difícil [=D]. O Sam, a Beatriz e eu ficamos uns 15 minutos tentando tirar uma foto com a lata gigante de Pringles antes de conseguirmos uma aceitável. Até lá foi uma bela sequência de FAILS:

 

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Muitos flashes depois, partimos para a Isla del Pescado. Já estava ficando tarde, se não me engano foi mais meia hora no carro, e chegamos na Isla às 17h. A Isla del Pescado é de fato uma ilha, só que no meio do “mar” de sal. É preciso pagar 30Bs. para entrar e fazer a trilha, mas não é obrigatório. O Sam, a Beatriz e eu fomos, e o Cristopher, o Andreas e o Peter ficaram para tirar mais fotos no Salar. Recomento MUITO subir, porque a vista lá de cima é sensacional, incomparável, a melhor de todasl! Eu achei a subida tranquila, até porque a cada pouco parávamos para tirar fotos – e consequentemente respirar – mas encontramos uma menina da Malásia no caminho que estava sozinha e quase desmaiando, tadinha. Dei toda a minha água pra ela, porque ela disse que achava que estava “fortemente desidratada”. Às 17h40 chegamos no carro novamente e saímos com pressa porque já estava anoitecendo e queríamos ter uma boa vista do pôr-do-sol no Salar. Éramos um dos últimos grupos, já que a maioria dos guias procura sair do Salar antes de escurecer. Mas o Peter & Companhia já haviam combinado previamente na agência que queriam ver o pôr-do-sol no Salar, então o Miguel programou o tempo pra isso. Assim, fica a dica, se quiserem ver o Sol se pôr no deserto já peçam na agência na hora de fechar negócio - e depois se certifiquem que isso foi passado para o guia.

Andamos mais uma meia hora até pararmos. Nesse trajeto eu estava sentado na frente, do lado do Miguel, e percebi que várias vezes ele deu uma “pescada”, quase dormindo. Cada vez que ele fechava o olho eu dava uma tossida discreta rsrs. Mas também não condeno, difícil não dormir dirigindo todos os dias por esse mesmo caminho.

 

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Descemos quando faltavam uns 15min para o Sol se pôr. Tirei várias fotos, gravei alguns vídeos e tentei aproveitar um pouco o visual. Oportunidade de ver o pôr-do-sol no Salar de Uyuni é uma vez na vida e olha lá! Depois que escureceu, o dia que estava bem quente começou a esfriar bastante. Não há nenhuma estrada demarcada no Salar e fiquei impressionado que o Miguel conseguia se guiar lá sem GPS e no breu total. Ele disse que já sabia de cor a direção depois de 15 anos no mesmo trabalho. 15 anos, segundo ele, trabalhando diariamente, com raríssimos dias de folga, sem final de semana, sem feriado, sem férias...

Saindo do Salar entramos em uma estrada de chão com centenas de curvas e dezenas de bifurcações até que chegamos ao nosso refúgio. Acho que eram mais ou menos 19h. Este refúgio é bem simples, o chão é todo de areia e as paredes todas de sal, mas é bem arrumadinho. Já estava quase cheio porque fomos o último grupo a chegar.

 

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Cada quarto tinha duas camas e eu dividi com a Beatriz. Paguei os 10Bs. e fui correndo pra tomar a minha ducha caliente. O chão do banheiro era GELAAAAAAADO mas a água estava muito boa. No finalzinho do banho a água começou a esfriar. Achei que fosse porque o meu tempo tivesse acabado, mas depois descobri que era porque a água quente tinha acabado mesmo! Quem tentou tomar banho quente depois não conseguiu. Os gringos, claro, nem ligaram, mas a Beatriz doida tomou banho gelado! (considere que fazia uns 5ºC!)

 

A janta estava bem melhor que o almoço, a começar porque estava QUENTE. A entrada foi uma sopa de quinoa com legumes (adoro sopa de quinoa) e depois o Miguel levou pra mesa um pratão bem bonito e colorido com várias coisas misturadas, carne, batatas, cebola, pimentão e otras cositas más. Perguntei como se chamava o prato e o Miguel respondeu que era “come callado”. A Beatriz riu. Eu disse “Ah, OK”. Achei que era o nome da comida mesmo... Demoraram ainda uns 10s pra cair a ficha. Como perdi o timing da piada tive que rir sozinho rs. Para beber tinha chá e coca-cola. A mesa do lado tinha váááárias comidas que pareciam bem apetitosas. O guia deles inclusive levou uma cesta de torradas pra eles! O Peter ficou se mordendo de inveja e começou a reclamar que tava com fome, a Beatriz se compadeceu e chegou na outra mesa perguntando “Ei, será que vocês podem dar uma dessas torradas pro meu amigo aqui?” rsrsrs Eles disseram que não tinha problema e o Peter, que tava vermelho de vergonha, pegou a torrada e agradeceu.

 

Aqui cabe uma observação sobre a agência. Como eu disse, foi tudo certo com a Cordillera, mas definitivamente não vale a pena pagar a mais por essa agência. Ela está estritamente na média das outras: a comida é a mesma, os refúgios são os mesmos, o carro é semelhante aos outros. Mais tarde conversando com outras pessoas soube que existem algumas agências que oferecem de fato um serviço diferenciado, como um motorista e um guia (pessoas diferentes rs) e refúgios privados, mas caso você queira/precise disso (o que não era o meu caso), o valor é bem maior, pelo menos 1.200Bs..

 

Conversamos mais um pouco e fomos dormir. A Beatriz dormiu no saco de dormir, mas eu achei que as cobertas eram suficientes. E foram. Não senti um pingo de frio, inclusive passei calor no começo da noite. No dia seguinte combinamos de tomar café da manhã às 7h e sair às 7h30. Ajustamos os despertadores para as 6h30. Era o dia de conhecer as lagunas altiplânicas.

 

Mais fotos do dia:

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Estou em la paz, estive ai em uyuni nesse tour se 3 dias, paguei uma única nota de 100 dólares. E é tudo a mesma coisa, as agencias vendem o pacote, o carro, motorista e comida são do motorista, eles Juntam as pessoas de várias agencias e leva, se vc tiver sorte de achar um cara legal..... rs

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Cara, show de bola o relato! ::otemo::

 

Em setembro farei Bolívia e Peru com mais 2 amigos e estou principalmente no aguardo da parte do Condoriri e de Cochabamba. To pensando em fazer o trekking de 4 dias no Condoriri e em Cochabamba devo ir a Toro Toro mas não sei ainda se faço algo em Cochabamba depois ou se vou direto pra La Paz.

 

Abraço!

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Continua moço! Continua pfv!! Embarco daqui 30 dias!!! Vou fazer Bolívia ( Sta Cruz, Sucre, Uyuni, Copacabana e La Paz) + Chile ( Atacama e Arica) 8-)8-)8)

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Prometo que logo continuo, pessoal! E respondo as perguntas também.

É que estou mudando de emprego/cidade/VIDA agora, então tá meio difícil de achar tempo pra escrever...

Próximo dia são as lagunas altiplânicas!

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Aguardando ansiosa pela continuação de seu relato, que por sinal, está muito bom mesmo.

Estou indo para Bolívia dia 10/10 e retorno 01/11.

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Resolvi que tbm vou ao Huayna Potosi.

Kd vc pra relatar a sua experiência, amigo?

Eu vou com calma, sabe. Dependendo da reação do meu corpo diante da altitude e como será meu rendimento nos dois primeiros dias no rolê do Huayna, vou tentar ir até o topo mas, vou respeitar os meus limites. Provavelmente vou contratar um guia só pra mim, pra não prejudicar ngm, já que será minha primeira aventura nesse tipo de subida.

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    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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