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Trilhas em Florianópolis - Perguntas e Respostas


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Cara acho que sou louco mesmo kkkk. há uns anos atrás em 2004 se não me engano eu convidei meu pai para irmos passar uns dias na praia da Armação do Pantano e Ficamos na Pousada Santa Ana se não me en

  • Colaboradores

Salve turma!!

 

Não satisfeito em não ter conseguido sair da praia da solidão e ir até naufragados, resolvi no final de semana seguinte fazer a trilha que vai do ribeirão da ilha até naufragados para dar uma sondada em como seria a trilha partindo pelo outro lado.

 

Saí meio tarde e já sabendo que não seria este o dia para chegar na Solidão partindo de Naufragados. Queria mesmo só fazer uma trilha light como a de naufragados e ver como era o costão partindo de lá...

 

otf_pic.php?pic_cat=users_pics&pic_id=user_60085_mapa_naufragados.jpg

 

Veja o que diz no site da prefeitura sobre essa trilha:

 

Fonte: http://www.pmf.sc.gov.br/turismo/lazer_cultura/trilhas/_html/naufragados.html

 

Trilha dos Naufragados

 

A trilha, que parte da Caieira da Barra do Sul, entra na área do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro que abrange o extremo sul da Ilha de Santa Catarina, percorrendo áreas de Floresta Atlântica original e em estágio de regeneração. A trilha é utilizada por moradores da Praia dos Naufragados e é uma das mais visitadas por adeptos de caminhadas. No trecho central encontram-se ruínas de antigos casarões e engenho. No passado, a trilha percorria áreas de plantações de mandioca, feijão e milho.

 

Atrações da paisagem: vista panorâmica, córregos, praia, áreas de preservação.

 

Extensão em metros: 2.621

 

Fontes de água: 6 córregos.

 

Graduação para bicicletas: técnica - com trechos acidentados.

 

Grau de dificuldade: semi pesada - caminhada em desníveis curtos e pouco acentuados.

 

Linha de ônibus: Caieira da Barra do Sul; a trilha inicia no ponto final da linha onde termina a Rodovia Baldicero Filomeno (SC-401).

 

Orientação: fácil - acessível aos menos experientes; nenhum ou baixo risco de se perder.

 

Preparo físico: normal.

 

Tempo de percurso: 40 minutos.

 

Tipo de terreno: nos trechos próximos à Caieira e na parte central, a trilha é bem marcada, de terra batida, argilosa e com seixos, apresentando significativa erosão em alguns pontos de maior declividade. No trecho próximo à Praia dos Naufragados, o caminho é arenoso.

 

Agora veja o que diz no Guia Floripa:

 

Fonte: http://www.guiafloripa.com.br/trilhas/14_naufragados/naufragados.html

 

Tempo 50min.

Início Ponto final da linha Caieira da Barra do Sul

Final Praia dos Naufragados

Principal dificuldade Sem dificuldades

Como chegar Seguir pela trilha que começa no ponto final da linha Caieira da Barra do Sul

Ônibus Caieira da Barra do Sul

 

250 Náufragos e 77 sobreviventes

 

Naufragados tem uma aura de mistério devido aos acontecimentos históricos registrados na região. O principal e mais conhecido, que acabou dando nome à região, foi o naufrágio de duas embarcações de médio porte usadas pelos portugueses, bem em frente à praia, em 1753. Seguindo determinações da Corte Portuguesa, cerca de 250 colonos açorianos viajavam para o Rio Grande do Sul quando ocorreu o acidente, no local hoje chamado de Ponta dos Naufragados. Só 77 colonos escaparam, dos quais parte ficou na Ilha e outros seguiram para Laguna e Rio Grande do Sul.

 

O caminho até Naufragados é bem marcado, bastante utilizado pelo menos desde a inauguração do farol, no costão direito da praia, em l861. A partir desta época, famílias migraram para a região, um engenho foi construído e abriu-se os primeiros roçados na mata. Empreendimentos coloniais que prosperaram obrigaram a importação de escravos. Deste período restaram algumas ruínas que ainda podem ser observadas à margem da trilha. Também podem ser percebidas algumas melhorias no traçado do caminho, degraus e valos de drenagem. Nas construções era utilizado o óleo de baleia misturado a pedras e conchas para erguer as paredes.

 

A Praia do Extremo Sul:

 

A trilha até a Praia dos Naufragados reúne grande parte dos atrativos procurados pelos adeptos ao ecoturismo. Mata Atlântica exuberante, percurso sem grandes dificuldades, monumentos históricos e uma história marcada por tiros de canhão e naufrágios. A 40 quilômetros do centro de Florianópolis, no extremo Sul da Ilha de Santa Catarina, os três quilômetros de trilha são percorridos principalmente nos meses de verão. São cerca de 50 minutos de caminhada percorrendo os dois morros que separam a Caieira da Barra do Sul, última comunidade da Baía Sul, e a Praia dos Naufragados

 

Com cerca de 20 minutos de caminhada, o caminho passa por um verdadeiro túnel na vegetação nativa. Um pouco mais adiante pode-se parar em um dos riachos para se refrescar e tomar água. Nessa trilha é praticamente impossível algum visitante conseguir se perder. Por ser um caminho bem marcado, basta seguir a trilha principal. Contudo, dois caminhos partem da trilha principal, podendo causar dúvida. O primeiro parte de um ponto no alto da primeira montanha e leva diretamente ao Farol, localizado no costão direito da praia.

 

Outra trilha, menos conhecida, tem seu início já próximo à Praia dos Naufragados e segue à esquerda do caminho principal, levando à Ponta do Pasto, na direção da Praia do Saquinho. Na praia, que já foi deserta e encontra-se em área de preservação do Parque Estadual do Tabuleiro, encontram-se hoje várias casas de madeira, formando uma pequena comunidade, onde funcionam quatro restaurantes. Ali são servidas refeições à base de frutos do mar que não custam mais que R$ 10,00 por pessoa. Mais ao Sul, na Ponta dos Naufragados, está a Ilha de Araçatuba, onde foi erguido o Forte de Nossa Senhora da Conceição, em 1742.

 

Enfim, vou por agora o meu relato....

 

Fazia muito tempo que eu não ia até o fim do Ribeirão da ilha. Me espantei de ver como cresceu esta região, mas felizmente sem perder os ares de um lugar pacato, habitado por pessoas pacatas e com a tradição açoriana bem preservada:

 

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Vamos torcer para que o prefeito não passe por aqui com o seu tapete preto hehe

 

Pelo percurso até o final da estrada do ribeirão da ilha você poderá apreciar belas paisagens, entre elas o mar calmo, as regiões de cultivo de ostras e mariscos, as prias do continente lá do outro lado, etc...

 

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Há inumeros restaurantes pelo caminho também, a grande maioria ao estilo açoriano e especializado em advinha o que? Ostra e marisco!

 

Em um deles vi uma placa anunciando uma "sequencia de ostras". Vou voltar pra provar com toda certeza!!!

 

No final da estrada há 2 estacionamentos e entre eles parte a trilha para naufragados:

 

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A trilha é bem gostosa, bem demarcada e arborizada, tão arborizada que alguem poderia chegar a dizer que a trilha "peca" por a vegetação não permitir vista para o mar ao longo do trajeto.... mas as sombras das arvores e a preservação do parque do tabuleiro compensam a falta da vista!!

 

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Considero uma trilha de dificuldade leve, talvez média para alguns por conta de algumas subidinhas.

 

Alguns córregos no caminho e uma pequena cachoeira cujo banho foi inevitável....

 

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Chegando lá encontrará uma praia aconchegante que valeu uma foto panoramica:

 

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Ao fundo é linda a vista para a Ilha de araçatuba e o forte nela construido....

 

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Segui para a esquerda em direção ao costão.

 

Antes de começar o costão havia uma placa grande toda retorcida e com os dizeres um tanto apagados e fui averiguar. Era uma placa da prefeitura com uma série de recomendações para os que resolverem seguir caminhando pelo costão. Parece realmente requerer uma boa dose de aptidão e prudencia, sempre em duas pessoas ao menos. Celulares com baterias carregadas e de operadoras diferentes, calçados adequados, entre outros eram as recomendações da placa.

 

Consegui caminhar sem dificuldades por ele durante uns 10 minutos até que cheguei em uma pedra a partir da qual a trilha se fechava e então voltei.....

 

A saga ainda não se concluiu hehe, em breve voltarei para tentar atravessar todo o trecho entre naufragados e a solidão.....e será pelo costão!

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Cara acho que sou louco mesmo kkkk. há uns anos atrás em 2004 se não me engano eu convidei meu pai para irmos passar uns dias na praia da Armação do Pantano e Ficamos na Pousada Santa Ana se não me engano ela é ou era do dono do mercado Sagáz, e num belo Sábado de manhã convidei meu pai a ir comigo ao Pantano do Sul a pé pela rodovia. Chegamos no Pantano depois de uns 40 minutos de caminhada e resolvi chamar o velho para ir na Lagoinha do Leste, meu pai tinha uns 46 anos e topou compramos água, bananas e maças e iniciamos, moleza umas subidas fortes uma boa trilha uns decidões animal e subidas d novo 1 hora depois se não me engano chegamos na tal da lagoinha. Fomos ver a praia, visitamos a casa de garrafões e outra bem massa que tem no local e uma linda lagoa natural; meu pai estava um pouco cans

ado e eu querendo cortar caminho disse: Pai, aqui no final da praia tem uma trilha que da lá na Armação e no Matadeiro acho que é mais perto vamos? Cara que lindo e que massa eu e meu velho ele de sapato eu de Tênis qualquer carregando umas bananas e umas maças andando naqueles paredões costeando o oceano demoro umas 2 horas ou mais. Realmente, era mais longe acho a volta pelo matadeiro.

Não sei como meu velho conseguiu, uma vez que ja haviamos ido ao pantano a pé, entrado pela trilha e voltado pela outra.

Hoje li sobre a trilha e estou rindo aqui da jornada que fiz meu velho passa kkkkkk.

 

 

Trilha do Matadeiro à Lagoinha do Leste

 

 

 

A trilha percorre pastos entre a Ponta da Lagoinha e a Ponta do Facão, no costão norte da Praia da Lagoinha do Leste, áreas de capoeirinha e capoeira nos vales dos córregos que nascem no Morro do Matadeiro, nos trechos próximos à Ponta do Quebra Remo. À partir do trecho inicial, na Praia do Matadeiro, junto à Ponta do Quebra Remo, a trilha percorre áreas de preservação permanente do Parque Municipal da Lagoinha do Leste.

 

Os caminhantes devem utilizar calçados com sola de borracha aderente para diminuir o risco de queda nos trechos sobre as rochas nas pontas de costões e no trecho coberto por seixos próximo ao Matadeiro.

 

# Atrações da paisagem: vista panorâmica, costões de praia, áreas de preservação e riachos.

# Extensão em metros: 4.304

# Fontes de água: 10 riachos.

# Graduação para bicicletas: poucos trechos para montar; emvolve muitas carregações; alto risco de queda.

# Grau de dificuldade: difícil - caminhada com desníveis acentuados; exposição à altura; longo percurso exige esforço.

# Linha de ônibus: Pântano do Sul, Armação, Costa de Cima, Costa de Dentro, na parada final na Praia da Armação, de onde caminha-se até a Praia do Matadeiro.

# Orientação: fácil – acessível aos menos experientes; nenhum risco de se perder.

# Preparo físico: apurado.

# Tempo de percurso: 2 horas.

# Tipo de terreno: a trilha é pavimentada com cimento no trecho inicial no Matadeiro, onde há várias casas. Próximo ao Matadeiro e no trecho central, é argilosa e com seixos, já no trecho próximo à Lagoinha é coberta por vegetação rasteira.

 

 

::lol4::

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Nossa quantas informações!!! Bem legal esse tópico!!

Como disse no outro tópico sou de Brasília, me formei em Turismo ( vim para o lugar certo), e estou fazendo pós em Direti e gestão Ambiental, a galera da turma é bem animada já estamos vendo a possibilidades de fazer tilhas, e opnaram essas:

1. Morro dos Ingleses

É legal por que além da trilha passar por locais de mata em regeneração avançada, a vista do topo do morro é maravilhosa, dá pra ver os ingleses, santinho, arvoredo, rio vermelho e moçambique. Mais ou menos uma hora de caminhada pra subir. Vale a pena!

 

2. Morro das Aranhas (Infelizmente, hehehehe entrando pelo Costão do Santinho)

Tirando o início da trilha , é bem linda também pela vista, a mesma do Morro dos Ingleses, mas com a diferença que na subida passa por vegetação de restinga e depois floresta de encosta. 40 min de subida.

 

3. Trilha Santinho- Moçambique

A vantagem desta é que não tem que subir morro, mas também não tem a vista superior que nem as trilhas dos morros. Porém, a vista quando se chega no moçambique é linda demais!! É interessante pra se ter idéia do que é a vegetação de restinga, tem locais onde ela alcança 3, 4 metros de altura, e tem diversos cursos d'água, bem lindo! 50 min de trilha quase reta, só com umas duas dunas fixas (não de areia mole) pra subir.

 

4. Ratones- Costa da Lagoa

Da última vez que tive nessa trilha vi até macaquinhos! A vista do topo do morro é de tirar o fôlego (Lagoa, Rio vermelho, Barra, moçambique, Mole...), só não dá pra ver a desorganização urbana como dá nos morros dos ingleses e santinho! O legal é passar o morro e almoçar na costa, o problema é voltar o morro depois de comer um camarãozinho, tomar uma capirinha hihihihih.... 1 hora pra chegar até a costa ( a trilha não é longa, mas tem a subida e a descida tanto na ida quanto na volta)

 

Parace bem legalll!!!!!

Fiz a trilha do Cantos do Araças que o Glauber postou em 1°, é lindooo a vista a caminhada tranquila, a quebra linda, e a agua geladaaaaaaa, estava até com saudades dessas aguás geladas!! segue umas fotinhas de lá!!!!!!

20091013140848.jpg

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Fiquei devendo umas fotos e um relato da trilha da Lagoinha do Leste via praia do Matadeiro então lá vai ...

 

Como chegar: ir em direção a praia da Armação no sul da ilha. Existem várias linhas de ônibus para lá que partem dos diversos terminais da cidade. Chegando no centrinho seguir a direita onde há um pontilhão pra atravessar o rio (?!) que corta as praias da Armação e Matadeiro. Chegando na praia do Matadeiro seguir até o seu final onde inicia a trilha propriamente dita.

Nível de dificuldade: fácil. Basicamente vai se costeando o mar em uma trilha bem demarcada e relativamente plana.

Tempo de caminhada: cerca 2 horas ida + 2 horas volta

Informações adicionais: levar bastante água. Pelo menos quando fui não vi nenhum curso d' água exceto já na Lagoinha do Leste.

 

Alguem corrija se estiver errado. Fiz a trilha em julho de 2007. A memória já não é tão boa assim :lol:

 

Abraço a todos

 

Seguem fotos:

 

 

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Esse é um trechinho antes de chegar na praia do Matadeiro.

No fundo da foto vemos a praia da Armação. A trilha é fácil tanto é que fui de tênis all-star ::lol4::

 

 

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Essa é a vista na chegada à praia da Lagoinha do Leste. Ao fundo vemos o morro do Açucar (se não me engano é esse o nome).

 

20091013181141.JPG

 

Essa é a vista da praia a partir do morro do Açucar (?!).

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  • Colaboradores

Oi Talita!

 

Seja bem vinda! Ótimas opções hein! Só não esquece de me chamar quando for! Você mora em qual bairro?

 

Luciano,

 

Valeu pela contribuição! Ótimas fotos! Essa ultima mesmo, sem comentários, mostra exatamente porque a lagoinha do leste é considerada a mais bela praia da ilha! Te valeu uns pontinhos na reputação hehe

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  • Colaboradores

Oi talita!

 

Também estou nos arredores da ufsc...

 

Seguinte, pra por o avatar entre em editar perfil e dentro de cada uma das abas verifique as opções que aparecem na coluna da esquerda. Qualquer coisa pesquise a palavra "avatar" no fórum de dúvidas sobre o funcionamento que encontrará algo mais detalhado...

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    • Por Paulonishi
      Em Florianópolis são muitos os lugares para se visitar, mas um deles é quase obrigatório, a Lagoa da Conceição. Marco da colonização inicial da cidade, tem muitas atrações culturais, históricas e gastronômicas. Deixarei abaixo um panorama do lugar, com dicas e impressões da última visita em dezembro de 2020. 

      A lagoa da conceição é onde a cidade começou.  Está ao leste de Florianópolis e é dividida em duas partes por uma ponte, a lagoa de dentro e a de fora, estando  ligada ao mar pela Barra da Lagoa
      Para se chegar até ela entrando na ilha, pega-se a beira mar Norte até o Itacorubi. Mas calma, não se preocupe porque tem muitas placas indicativas até o acesso à rodovia SC 404, que nos leva até o nosso destino.

      É uma via de pista simples e que fica bem complicada durante a temporada, devido ao movimento intenso e pelo relevo íngreme e bem sinuoso.
      Na parte mais elevada, temos um mirante com um pequeno estacionamento gratuito. Oportunidade para se ter uma visão da bela paisagem da região.
      Depois disso, agora é só descida, mas com curvas ainda mais fechadas, pedindo muita atenção e paciência até o final.
      Chegando no chamado centrinho da Lagoa, o mais difícil e encontrar um lugar para estacionar durante a temporada, porque na principal são poucas vagas e as ruas transversais são bem estreitas.

      Apesar de poucos hotéis, tem muitas opções de hospedagem em hostels e casas de aluguel por temporada, que considero a melhor opção para quem viaja acompanhado.
      Encontrando uma opção próxima ao centrinho e ao terminal urbano, é possível explorar as principais atrações à pé e de ônibus, sem o stress do trânsito e do gasto com estacionamento.

      Da pequena ponte que corta parte da lagoa, se tem uma bela visão da marina e da chamada Lagoa de fora… Boa também para observar o cotidiano do lugar
      A avenida das rendeiras é passagem obrigatória e caminhar pelo calçadão é uma ótima maneira de apreciar a vista com calma e temos acesso às belíssimas dunas de areias branquinhas e bem finas, é uma atração bem característica da região.

      Continuando a caminhada no sentido a Joaquina, essa parte da Lagoa tem uma boa estrutura para passar o dia, com sombras e gramados, além de ser bem em frente aos restaurantes. Bateu fome, é só atravessar a rua para comer. Conta também com quiosques, aluguel de caiaques e aulas de Stand Up e windsurf.

      Suas águas são bem rasas e limpas na maior parte da sua extensão, mas convém sempre dar uma conferida, principalmente nas épocas de maior movimento.
      A lagoa de dentro tem águas mais escuras.. parecendo sujas 😦
      No Centrinho encontramos agências bancárias dos principais bancos, supermercados, vários restaurantes e um comércio bem variado… ah, e muitos brechós!
      Estando por lá, não deixe de visitar a parte histórica, que preserva parte do calçamento original que dá acesso ao Santuário de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Lagoa, que deu o nome a esta região.

      Esta igreja recebeu a visita ilustre de Dom Pedro II por 2 vezes, que doou 2 sinos para ela. Um pouco mais acima, ainda preservando a arquitetura colonial, temos a casa do vigário, datada do século 18, mais uma belo panorama do lugar.
      Em termos de opções gastronômicas, temos uma variedade bem grande, assim como em preços… Uma boa opção para quem gosta de culinária oriental é esse buffet, com ótima variedade em carnes, saladas e até sushis.

      Fica no Shopping Via Lagoa e abre todos os dias para almoço
      Você vai encontrar dois tipos de ônibus. O amarelo é o executivo. É mais caro (o dobro do comum) e confortável. Para em qualquer lugar também, bastando acenar. O outro é comum (azul e branco), que tem interligação entre os terminais.

      A terceira opção são os barcos, que fazem o transporte pela Lagoa nos mesmos valores dos ônibus urbanos.

      O transporte por aplicativo também é uma opção… Não tão barata, mas com uma ótima disponibilidade e comodidade para quem quer conhecer as outras atrações na ilha, principalmente a noite
      As atrações mais próximas são o passeio de barco até a Costa da Lagoa, a Praia da Barra da Lagoa, a Praia Mole, Praia da Joaquina.
      E, para aqueles dias em que está chovendo muito, uma ida até o centro da cidade para visitar o mercado público ou andar pelos museus e igrejas é uma das opções.
      Ah e no final da tarde, o por do sol na Lagoa é imperdível!
      Esse é só um resumo, procurei detalhar e ilustrar no vídeo sobre o lugar. Dá uma conferida e se lhe foram úteis as informações, deixe o seu comentário e o like lá no youtube (@trips.flicks).
      É isso aí, um grande abraço e até breve!
       
       

       
    • Por Paulonishi
      Um lugar de belas praias, águas limpas e com cores fantásticas, distante num voo de apenas 50 minutos da maior cidade do Brasil…

      Essa é a encantadora Florianópolis, capital de Santa Catarina, região sul do Brasil. É uma ilha, mas também tem uma partezinha no continente, que muita gente esquece, o chamado "Estreito", com uma bela orla que é mais bonita porque dá visão para a Ilha!
      A ilha de Santa Catarina, carinhosamente chamada de Floripa ou ainda de Ilha da Magia, é um dos destinos turísticos mais procurados no verão, não só pelas suas praias paradisíacas, mas também pelas muitas opções de lazer, gastronomia e cultura.
      Fundada em 1673, tem cerca de 508 mil habitantes, sendo a 2ª mais populosa do estado (a maior é Joinville, no norte do Estado). Em sua história, já foi chamada de Ilha de Santa Catarina, Nossa Senhora do Desterro, Desterro (que nome horrível!!!)  e finalmente Florianópolis, uma triste homenagem ao maior algoz do povo Catarinense, o presidente Floriano Peixoto, que promoveu uma série de fuzilamentos na ilha e, como castigo, teve o seu nome perpetuado justamente nesse lugar.
      Possui um terreno bem acidentado, com praias espremidas entre o mar e os morros.
      As mais famosas são:
       Canasvieiras, principal reduto dos argentinos
      Jurerê, o point das baladas e festas noturnas
      Joaquina e Praia mole, o paraíso dos surfistas
      e Ribeirão da Ilha, guardiã da colonização açoriana.
      A ilha é ligada ao continente por 3 pontes. As duas de concreto são Pedro Ivo Campos e Colombo Sales. Mas a mais famosa é a terceira delas, a ponte pênsil Hercílio Luz, cartão postal de Santa Catarina. Essa velha senhora tem mais de 94 anos e esteve totalmente fechada por décadas (28 anos), até a sua total reabertura só em março de 2020. Agora pode ser visitada e, nos finais de semana, é totalmente voltada para ciclistas e pedestres, sendo um passeio gratuito e imperdível! Nos dias de maior ventania, a emoção é garantida, pois ela oscila bastante!

       
      Além de automóveis e motos, podemos chegar de ônibus, desembarcando no Terminal Rodoviário Rita Maria, logo na entrada da Cidade e bem próximo do terminal urbano. Recebe ônibus de todas as partes do Brasil e também da Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. 

      Se você vier de ônibus, caminhando poucos metros, já estará no terminal de integração do Centro, o TICEN, de onde partem  onibus para literalmente todos os cantos da Ilha e demais terminais. Dá para conferir as opções e horários no próprio google Maps ou no Moovit. Tem um aplicativo próprio também, o Floripa no Ponto, com todas as rotas e terminais. Vale a pena conferir!

      A outra maneira de chegar à Capital é através do Aeroporto internacional Hercílio Luz, um amplo, moderno e confortável Aeroporto, cujo novo terminal foi inaugurado em outubro de 2019. Na parte externa tem um pequeno mercado da rede Imperatiz com preços razoáveis, dando para comprar um lanchinho mais em conta. Se a fome for grande, dá para encontrar almoço por 30 reais. Não é barato, mas em se tratando de aeroporto, é uma opção a ser considerada. Nesta última vez, almocei e estava muito bom!

       
       
      O aeroporto conta com uma linha de ônibus urbano que facilita bastante a vida do mochileiro (direto para o TICEN ou TIRIO). Um Uber, por exemplo, sai pelo menos uns 30 reais para se chegar ao centro da cidade! E não se preocupe, o transporte público é bem eficiente e seguro.
      Qualquer que seja a maneira de andar por Floripa, esteja preparado para um dos seus maiores problemas… O trânsito!
      Ele se agrava ainda mais durante a temporada de verão. Os congestionamentos são frequentes e encontrar estacionamento público na região central e nas praias é uma verdadeira loteria. A maioria dos lugares tem estacionamentos particulares, e cobram na média 20 reais (ou pilas, como eles dizem... 🤭) pelo período. Por isso, sempre quando vou por lá, deixo o carro onde estou hospedado e procuro ir de ônibus para todos os lugares. Assim, não tenho stress com o trânsito infernal e nem perco tempo procurando lugar para estacionar ou correndo dos flanelinhas (sim, tem bastante e enchem o saco).

      Mas as praias e as paisagens compensam o esforço! São águas bem limpas, mas frias, em comparação ao Nordeste. Fora do verão então… Geladas! As mais quentinhas estão no Norte da Ilha.
      No quesito gastronomia, não deixe de saborear as ostras, além, é claro, da tradicional sequência de camarão, girando em torno de 100 a 150 reais para duas pessoas. É composta por camarões à milanesa, fritos e "ao bafo" (no vapor), acompanhados por filé de peixe, arroz, feijão, pirão de peixe, farofa, batatas fritas e vinagrete, muito bem servido para 2 até 3 pessoas. O melhor lugar para se provar é na Lagoa da Conceição ou na Costa da Lagoa e esses preços são de lá também.

      E qual a melhor época para ir à Florianópolis? Certamente é no verão, mas é justamente o período de maior movimento na Ilha… A alta temporada vai de 15 de dezembro ao final de fevereiro e é sinonimo de muita gente, preços altos tanto de hospedagem quanto de alimentação, além de filas e congestionamentos em todos os acessos às praias. De março até abrill, além de garantir uma temperatura agradável e menos chuvas, os preços em geral caem bastante, tornando-se uma ótima opção! Agora em dezembro, aluguei uma casa para 2 pessoas por 110 reais a diária, na Lagoa da Conceição. 
      Qualquer que seja a época escolhida, tem sempre muita coisa legal para se fazer em Floripa!
      Deixo o vídeo abaixo para ilustrar melhor esse post. Se lhe for útil, peço que deixe os seus comentários e deixe um like para incentivar a postar mais materiais.
      Vou detalhando os passeios nos próximos!
      Grande abraço! 🤠👍
      https://www.youtube.com/watch?v=JaERxlPHZ_k
       
       
       
       
    • Por Paulonishi
      Praticamente nem dormi na noite anterior. Como moro distante de Florianópolis, tive que pegar um ônibus de madrugada saindo de Lages às 2:30h… 

      Quase 4 horas depois, cheguei na capital e tomei um ônibus urbano até o aeroporto de Florianópolis, que na época ainda era no terminal antigo. Cheguei muito cedo e a espera ainda seria bem longa… 

      Eram 6:22h quando cheguei ao aeroporto e meu voo só sairia às 13:40h… Nossa… longa espera…

      Pelo menos procurei aproveitar o tempo para repassar todo o roteiro e iniciar um diário de toda a viagem…
      Estava viajando com duas mochilas: uma grande de 70 litros cheia de roupas e uma menor, onde levava as minhas câmeras, os acessórios, um pequeno notebook. e uns lanches pra ir comendo nessas esperas.
      Depois de uma longa espera, finalmente o avião chegou!

      Procurei escolher as janelas em todos os voos, para poder fazer imagens durante as decolagens… E essa de Florianópolis é sempre especial…

      O voo é bem curto… É menos de 1 hora de viagem até Guarulhos…. De onde o meu próximo voo sairia às 19:30h direto pra Lima!
      Desembarquei no terminal doméstico e fui para o terminal 3… uma longa caminhada até lá, mas, como a  espera em Guarulhos seria de 5 horas até a próxima decolagem… tempo não era problema!
      Pelo menos em Guarulhos tem umas poltronas bem confortáveis, muitas tomadas e bebedouros… 
      Encurtando a história, depois de muito aguardar, finalmente o embarque!
      Voamos num Boeing 767-300… um avião bem confortável e com tela multimídia… Fiquei na janela e só havia mais uma poltrona ao meu lado…

      Agora sim… Estava decolando de São Paulo… Pouco mais de 5 horas de viagem e estaria em terras peruanas…
      O serviço de bordo foi muito bom… para o jantar escolhi um frango com polenta que veio junto pão com manteiga, quindim de coco e pra beber, pedi uma cerveja.

      O voo foi bem tranquilo e só tivemos um pouco de turbulência ao cruzarmos a cordilheira dos Andes…
      Mas pousamos dentro do horário previsto…
      Desembarcamos, passei tranquilamente pela migração, que fez apenas algumas perguntas sobre onde iria e quanto tempo ficaria, entreguei o formulário que preenchi durante o voo e recebi o carimbo de entrada no passaporte!
      Agora era só pegar a mochila e ver um transporte até Miraflores
      Tive que trocar o dinheiro para poder pagar o táxi… Sei que aeroportos nunca tem uma taxa muito boa e, por isso, só troquei 50 dólares.
      O terminal oferece internet gratuita por 30 minutos… mas a conexão foi ruim e não tive tempo de chamar um Uber… Por isso tive que tentar a sorte com os taxistas lá fora… E foi disputado...rsrsrsrs
      Falei o destino e já me pediram 60 soles! conversa vai, conversa vem… ofereci 35! A maioria já foi embora me xingando mas teve um rapaz que aceitou e fomos… Era um toyota bem novinho. Coloquei as mochilas no porta-malas e fomos conversando até chegar no hostel, em Miraflores.

      Uns 40 minutos de deslocamento. Fiz o pagamento e me registrei no hostel. Tive a sorte de estar sozinho no quarto, então pude escolher uma posição perto da tomada e um armário para as coisas. Fui deitar depois das 2h… Ah, esse era o horário local. Lima tem 2 horas a menos devido ao fuso horário…
      E assim, finalmente terminei o primeiro dia de viagem… Um longo e cansativo dia… Mas feliz por estar realizando mais esse sonho!

      E o dia seguinte já foi cheio de novidades e passeios!

      Mas isso é assunto para o próximo capítulo!
      Vou deixar o vídeo detalhado desse dia aqui no link em baixo.
      Se você gostar e puder deixar o seu like no youtube, será um grande incentivo para continuar a contar os relatos por lá!
       
      Próximo capítulo:
      https://www.mochileiros.com/topic/94309-primeiras-impressões-de-lima
    • Por Marco_AV
      Fala galera! 
      Faz um tempo que não posto nada aqui, nesse período de pandemia acabou não dando pra fazer muitos dos planos que tinha pra esse ano, mas realizei uma viagem rápida de 10 dias pro sul do Brasil recentemente e gostaria de compartilhar com vocês.
      Gosto sempre de planejar minhas viagens por meio de planilhas, vou compartilhar abaixo o modelo que eu utilizo, fiquem a vontade para utilizar também.
      Floripa - Outubro 2020.xlsx
      Bom, nossa viagem partiu de Jaguariúna, interior de SP com primeiro destino a Curitiba. Posteriormente, Florianópolis, Urubici, Imbituba e retorno. Foram na verdade 9 dias e fizemos a viagem inteira de carro. O roteiro está abaixo:

       
      Eu vou fazer o relato de cada cidade nos comentários para não ficar muito extenso cada post.
      Espero que gostem!
       
    • Por Gleiseane Martins
      Tirei férias na pandemia, em setembro 2020 e resolvi viajar depois de muito pensar, estava decidido que compraria um pacote de viagem, pela primeira vez na vida 🤩iria viajar com um pacote de viagem...na minha cabeça era mais seguro ter tudo cronometrado e com alguém se preocupando comigo. o valor de 7 dias de hospedagem, passagem ida e volta de avião do Rio de janeiro a Navegantes, dois dias do Parque Beto Careiro mais transfer por R$1700,00.
      Embarquei no dia 15/09 no Rio de janeiro e cheguei em Balneário de Camboriú de tarde, estava nublado mais dei uma volta na orla de bicicleta R$10,00 a hora.🚴‍♀️ Fui ao mercado para comprar água e algumas besteiras para jantar à noite R$25,40. Na quarta feira o transfer foi me buscar para ir ao Parque Beto Carreiro, mas antes comi como não houvesse amanhã no café da manhã para não precisar almoçar no Parque e só comer quando chegasse no hotel... eu tenho essa tática para economizar na alimentação, isso funciona pelo menos pra mim. O Parque estava super seguro higienização em tudo e o tempo todo, as filas eram mínimas e ainda para adiantar tinha uma fila virtual pelo aplicativo do Parque, aproveitei o dia inteiro, voltei para o hotel morta e só fiz foi dormir. Na quinta feira meu segundo dia de Parque estava chovendo e por conta da pandemia muitas coisas do Parque não estavam funcionando, então as 15h já não tinha mais nada para fazer, comi uns pasteis com refri R$21,00, na volta o guia ofereceu o passeio para Florianópolis o city tour fechei no valor de R$85,00, também fechei o city tour para Blumenau e Pomerode por R$89,00, esse último foi uma furada, porque eu não curto comprar em viagens e por conta da pandemia os museus estavam fechados e foi mais um city tour de compras do que um city tour cultural, o que achei que seria, resultado R$90,00 de presente 😮🎁, no almoço em Blumenau provei a cerveja alemã, o primeiro chop é de graça, o buffet livre R$35,00, com comida alemã (não provei) e sobremesa a vontade. Retornei para o hotel já quase 21h, descansar para o city tour de sábado.
      Sábado de sol, foi o dia de conhecer Floripa a capital de Santa Catarina, primeira parada no centro histórico, mercado municipal, segunda parada Ponte Hercílio Luz e terceira e última parada na Praia de Joaquina (almoço R$50,00). Fiz uma amizade com uma turista alagoana, tiramos muitas fotos e curtimos a praia, voltamos para o hotel, fui dar um mergulho na piscina com minha amiga alagoana, mas não consegui ficar muito tempo, por ficar pensando que a piscina seria um lugar de transmissão do vírus...🏊‍♂️
      Domingo dia de bater perna como todo mochileiro gosta, sem ninguém te controlando só você rsrsrs pelo menos eu acho que é assim, depois do café da manhã, fui andando até o Oceanic Aquarium (R$40,00), Ponte da Barra sul, Parque Unipraia (R$39,00), Praia das Laranjeiras e orla da Barra sul. Jantei uma sopa com uma taça de sorvete de sobremesa R$30,00. Dei uma volta na orla de noite e fui de cama. Mesmo estando viajando eu estava em constante vigilância por conta do vírus então não me permitia ficar em aglomerações.
      Segunda último dia de passeio, fui bater perna pelo lado Norte, Deck do lado Norte, Prainhas, Morro do Careca (lugar que soltam de parapente e asa delta) terminei o passeio em Itajaí na Praia Brava. Voltei para o hotel, jantei no BK R$25,00 e na terça, dia de retorno, ainda dei uma volta na praia na parte da manhã com a amiga alagoana e retornei para o Rio de Janeiro.
       

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