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FOTOS E GASTOS: 12 DIAS POR BOGOTÁ, CARTAGENA E SAN ANDRÉS! AGOSTO/2015


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Fala, galera! Muita gente ficou interessada no mochilão que eu fiz em agosto/2015 pela Colômbia. Então esse post é pra atualizar informações e esclarecer dúvidas relacionadas a atrativos turísticos, preços, itinerário e tudo mais que envolve a dinâmica de uma viagem. O post está dividido em 3 partes ( essa mais dois comentários). Estou à disposição pra qualquer dúvida!

 

Roteiro:

A principal dica pra montar o roteiro é começar pela cidade que vc tem menor interesse e deixar a de maior expectativa por último. Assim, sua viagem fica numa constante superação de expectativas. Deixar o melhor pedaço do bolo por último sempre dá vontade de comer mais ;)

 

Sendo assim:

2 dias em Bogotá

4 dias em Cartagena

6 dias em San Andrés

 

Orçamento:

No total foram gastos 5 mil reais num roteiro de 12 dias, divididos da seguinte forma: 2 mil reais com passagem aérea e 3 mil reais com as demais despesas (hospedagem, alimentação, passeios, compras), relacionadas ao final do relato de cada cidade.

 

Câmbio:

Consegui trocar reais por pesos no centro de Bogotá com a cotação 1 real = 740 pesos. Ou seja, 1000 pesos valeram 1,35 reais. Sendo assim, todos os valores que eu colocar em REAIS será sob essa cotação de R$ 1,35.

 

Passagens:

Comprei pelo decolar.com (que por incrível que pareça, mesmo com a taxa de serviço deles ainda estava mais barato que pelo site da LAN) 5 meses antes da viagem. O itinerário foi: Guarulhos-Bogotá-Cartagena-SanAndrés-Guarulhos. O preço foi R$ 2.072,00 já com as taxas. Todos os trechos, inclusive os internos, foram pela LAN. A minha experiência com a LAN Colombia foi a melhor possível: aeronaves novinhas, sistema de entretenimento bom, refeição servida nos trechos internacionais deliciosa e atendimento excepcional. Passei um típico “perrengue de viagem” na volta, perdendo o voo Bogotá-Guarulhos, e precisei contar com a boa vontade dos atendentes da LAN pra que não fosse preciso comprar outra passagem (absurdamente cara em cima da hora). A atendente deu um jeitinho, mesmo não sendo permitido naquele caso, para que eu pagasse apenas a taxa de reagendamento pro dia seguinte (80 dólares) Ponto pra eles!

 

Chegando em Bogotá:

Cheguei em Bogotá as 19h (horário local. Duas horas a menos que no Brasil). Troquei pouco dinheiro no aeroporto, suficiente apenas para o taxi e a primeira noite no hostel. Na saída do desembarque tem algumas casas de câmbio, porém a cotação é ruim. Logo em frente às esteiras de bagagem tem uma com cotação bem desfavorável (1 real = 680 pesos). Não troque nela! Continue seguindo, após passar o controle alfandegário (uns policiais com cães) e sair pela porta de vidro vai ter a sua frente vários guichês de casas de câmbio, aluguel de carros, etc. A casa com melhor cotação é a ultima do lado direito (Alcansas S.A.). Em agosto de 2015 o real estava 720 pesos. Troquei 150 reais lá e deixei pra trocar o resto no centro de Bogotá.

 

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Pegue os taxis amarelos, que rodam no taxímetro. Os outros são especiais e, portanto, mais caros. Pergunte ao motorista o valor antes e negocie! Do aeroporto até a Candelária fica 28 mil pesos. O taxista vai querer cobrar “propina”, eu não paguei. O aeroporto é bem distante da cidade, talvez uns 30 minutos. Os caros são meio velhos e o trânsito perigosamente divertido. Lei do “quem entrar primeiro”, emoção pura!

 

Na Candelária existem muitas faculdades, bares, pontos de encontro. O que fez com que eu chegasse às 20h e encontrasse as ruas cheias de jovens, musica alta e tal. O taxista me explicou que como todo grande centro, é uma região perigosa para se andar sozinho à noite (principalmente uma mulher) e deu a dica de andar sempre nas ruas de movimento e não me meter nas vielas desertas. Conselho anotado! Fiquei no Hostel Fatima, na calle 12-c. Escolhi esse pelo preço e localização. Dá pra ir a pé a praticamente todos os pontos interessantes da candelária (Museo Botero, Museo Del Oro, Plaza Bolívar, Museo da Policia, etc). Paga-se 40 mil por noite no quarto privativo. Pontos positivos desse hostel: além da localização e preço, o café da manhã é bom pelo valor que se paga (pão, geleia, manteiga, 5 opções de frutas, 2 opções de chá, café), eles te dão um drink de boas vindas no bar xD, bom espaço de convivência. Pontos negativos: o wifi só pega na recepção; higiene duvidosa; se vc quiser dormir, esqueça! Espaço de convivência perto dos quartos e barulho até altas horas; o quarto privativo era diferente (pra pior!) do mostrado nas fotos do booking.com. Enfim, não recomendaria esse hostel. Existem muitos outros na candelária com preços semelhantes e bem melhores.

 

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No dia seguinte tomei café e saí bem cedo pra aproveitar o dia. O clima parece um pouco com São Paulo, fazia uns 10º e ficava o dia todo caindo aquela chuva fininha. Saí em busca de casas de câmbio pra trocar todo o dinheiro que iria usar na viagem. A melhor cotação que encontrei foi a Investment Monaco (1 real = 740 pesos), fica na calle 11. Alias, existem várias casas de câmbio nessa rua, é bom pesquisar. Fique atento que aos sábados as casas de cambio funcionam até às 12h. Outra coisa MUITO importante: preste atenção no dinheiro. Na casa de câmbio nem tanto porque as notas são carimbadas. Mas na rua, muito cuidado. Passei o perrengue de pegar nota falsa, contarei mais tarde. Se possível compre aquela caneta que detecta notas falsas (custa uns 12 reais aqui no Brasil).

Bom, partindo dali, o Museo Del Oro está a 1 quadra e o Museo Botero a umas 4 quadras no sentido oposto. Da para fazer tudo a pé.

 

O museo Del Oro não é tão interessante quanto eu pensava. A entrada custa 3 mil COP e tem, basicamente, OURO!

 

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Se você foi até lá, então você precisa entrar numa galeria de artesanato que fica em frente. Lá sim é o paraíso! Bolsas, esmeraldas, souvenirs, calçados, tem de tudo! E com preços justos (mesmo assim, pechinche e peça descontos). A dica é comprar todos os presentinhos da viagem lá. Porque em cartagena e San Andrés tem basicamente as mesmas coisas, só que com preços 2, 3 ou 4 vezes maiores.

 

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A bolsa Wayuu, queridinha e caríssima aqui no Brasil, saiu por 90 mil COP (preço sem desconto: 100 mil a 150 mil). Em cartagena é mais caro que isso e em San Andrés o mesmo preço, porém não tem tantas opções de estampas. As mais bonitas e baratas estão em Bogotá.

 

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A dica então é comprar tudo em Bogotá, menos perfumes, cosméticos, bebidas (produtos de free shop) que é mais barato em San Andrés por ser zona livre de impostos. Não comprei mais coisas em Bogotá pq não caberia no mochilão.

 

O Museo Botero é muito interessante. Esse vale a visita! E o melhor, é gratuito! Tem quadros, esculturas, um jardim lindo. Da pra se perder por mais de uma hora lá dentro.

 

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Saindo de lá indo em direção ao Cerro Monserrate. E dá-lhe chuva! Perguntei a um policial como fazer para chegar ao cerro, ele falou pra eu entrar em uma livraria que tinha em frente que a recepcionista ia chamar um taxi pra mim. Duvidei que isso aconteceria, mas fui... E não é que a mulher, prontamente, pediu um taxi do celular dela? Cada vez mais a simpatia do povo colombiano me conquistava.

 

O táxi do Museo Botero aos pés do Cerro Monserrate custou 5 mil COP. Se o tempo estiver fechado e não for possível ver o topo do morro, vá mesmo assim! A subida de teleférico (17 mil COP ida e volta) é bem legal e venta muito, então o tempo abre e fecha várias vezes. A vista lá de cima é incrível! E absurdamente frio! Tem uma igreja em que acontecem missas em determinados horários, lindos jardins, um restaurante e uma lanchonete. Não fui no restaurante, a lanchonete tem comidinhas gostosas e preços acessíveis, se compararmos com as lanchonetes no topo do corcovado, no Rio, por exemplo. Pastéis, empanadas e outros salgados por 2.200 COP. Chá de coca 1.500 COP, chocolate caliente 2.800 COP, etc. Meu almoço saiu por 7.200 COP!

 

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Na volta pedi um taxi de volta pra Candelária e custou 15mil COP! Perguntei o motivo da diferença da ida (5 mil COP) e o taxista falou q esse preço era fixo porque o cerro fica fora da cidade, por isso não era no taxímetro. Estava cansada demais pra discutir e aceitei.

 

Foi aí que tive meu primeiro perrengue na viagem. Pedi pra ele me deixar no Café Juan Valdez, ele o fez. Quando fui pagar os 15 mil COP dei uma nota de 10 mil e uma de 5 mil. Ele disse que não poderia pegar porque como havia muitas notas de 10 mil falsas os taxistas não pegavam mais. Achei meio absurdo a historinha... Dei uma nota de 50 mil COP, ele levou na carteira pra pegar o troco, mas me devolveu os 50 mil COP falando que não tinha troco e, por fim, aceitou meus 15 mil COP trocados. Resultado: toda essa confusão foi armada por ele pra trocar minha nota de 50 mil COP por uma FALSA. Descobri isso quando fui pagar o hostel a noite. Depois, conversando com um local ele me disse que é super comum taxistas aplicarem esse tipo de golpe. Muita atenção, dê trocado ou não tire o olho do seu dinheirinho amado até que ele devolva o troco.

 

Outro lugar que você precisa conhecer em Bogotá é a Plaza Bolívar, considerado o coração da cidade.

 

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Quanto foi gasto?

Entre hospedagem (2 diárias), comida, bebida, passeios e compras foram mais ou menos R$ 400,00.

 

Considerações e quantos dias ficar:

É uma cidade grande, bonita, hora moderna, hora histórica. Mas não achei Bogotá tão atrativa. Talvez por ter ficado apenas 2 noites e 1 dia (embora tenha achado tempo suficiente). Mas não indicaria ficar por lá mais do que 2 dias. Se o seu caso for como o meu, de conexão, fique 1 ou 2 dias pra conhecer a capital do país, é válido. A expectativa era muito maior por Cartagena e San Andrés!

 

Principais gastos em Bogotá:

Hospedagem (diária): 40.000 COP (R$ 54,00)

Taxi cerro: 5.000 COP ida e 15.000 COP volta (R$ 27,00)

Taxi aeroporto-candelária: 28.000 COP (R$ 37,80)

Taxi candelária-aeroporto: 25.000 COP (R$ 33,75)

Big Mac: 5.000 COP (R$ 6,75)

Juan Valdez Café: 2.800 COP (R$ 3,78)

Almoço no cerro: 7.200 COP (R$ 9,72)

Museo Del oro: 3.000 COP (R$ 4,05)

Museo Botero: gratuito

Cerro Monserrate (teleférico): 17.000 COP (R$ 22,95)

Bolsa Wayuu: 90.000 COP (R$ 121,50)

 

CONTINUA

Prox. cidade: Cartagena.

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RELATO CARTAGENA:

A chegada em Cartagena foi às 15h e logo que a porta do avião foi aberta já deu pra sentir o choque térmico. O calor de Cartagena é surreal! Juntando com a unidade bem alta, a sensação de calor era ainda maior. E aquelas blusas e casacos sobrepostos por estar vindo de Bogotá só piorava. Foi uma tortura até chegar ao hotel. O taxi custou 12.000 COP e o preço é tabelado, não tem taxímetro. Do aeroporto ao Getsêmani foi uns 10 minutos, passando pela praia, pelo Castillo San Felipe e finalmente chegando ao hotel.

 

O hotel:

Escolhi o Hotel Marlin pela localização e preço. O quarto é privativo, com banheiro, não tem café da manhã (o que pode ser bom! Te obriga a andar por aí e conhecer lugares novos). Paguei 147.000 COP por 3 noites, ou seja, 49.000 COP a diária.

Se eu recomendo? Recomendo! Foi a hospedagem de melhor custo x benefício que achei no booking, fotos reais, preço justo. Na mesma rua há vários hostels também com preços bons. Veja também o Hostel Media Luna, bem famoso em Cartagena por suas festas.

 

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Prós:

- Localização excelente. Fica no Getsemani, calle de la media luna. Saindo do hotel, indo pela esquerda, o Castillo San Felipe fica uns 10 minutos a pé. Indo pela direita, uns 5 minutos está a entrada da cidade amuralhada. É muito perto, só atravessar uma praça e pronto, lá está a Torre Del Reloj demarcando a entrada no centro histórico. Recomendo essa rua porque tem vários hostels, barzinhos, boate, restaurantes, um mercadinho, a noite tem umas comidinhas de rua também. Fica bem centralizado para quem quer andar a pé e mais econômico se comparado ao interior das muralhas.

- Preço. Em uma pesquisa pelo booking a maioria dos hostels dentro das muralhas estava entre 60.000 COP e 80.000 COP a diária em quarto coletivo. O Hotel Marlin saiu por 49.000 COP em quarto privativo com banheiro. Pras meninas que viajam sozinhas acho mais indicado um quarto privativo.

- Conforto. Cama confortável. Mas pegue um quarto com ar condicionado. Achei que fosse frescura, mas em Cartagena é qualidade de vida. Eu acordava as 7h da manhã já suada e com a pele grudando. Só piorava ao longo do dia. Meninas, esqueçam maquiagem e escova no cabelo. Não dura 5 minutos. É tudo ao natural hehehe

 

Contras:

- Quarto muito pequeno. Pra uma pessoa foi ok. Mas se fossem duas teria certa dificuldade. Banheiro extremamente apertado também. Mas nada que atrapalhasse a viagem.

- Não tem café da manhã. Mas tem uma cozinha que pode ser usada pelos hóspedes. Eu, particularmente, não senti falta de café. Acordava cedo tão empolgada em conhecer a cidade que ia comendo no meio do caminho mesmo.

- Ventilador. Como disse, não tente economizar nisso. Pague um pouco mais por um quarto com ar.

- O wifi não chega a todos os quartos. Mas tem na área comum. Na hora de reservar, peça um quarto que o wifi alcance (início do corredor).

 

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Centro histórico – Cidade Amuralhada.

 

Definir Cartagena em três palavras? SURREAL, INCRÍVEL, SENSACIONAL.

Passar pelos arcos da torre do relógio é como entrar num portal pra outro tempo. Se perder naquele labirinto de ruazinhas com casas coloridas vai ser seu passatempo favorito. A dica é nunca deixar para depois ao ver uma lojinha ou restaurante que você gostou. Entre na hora! Provavelmente você nunca mais passará por aquela rua, mesmo que se esforce muito pra achá-la novamente.

 

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Cheguei na cidade por volta das 15h, fazia um sol escaldante. Tomei banho, coloquei uma roupa leve e fui pra rua. Pronto. O tempo começou a fechar, nuvens pesadas, chuviscos aumentando. Comecei a me sentir a maior pé frio da Colômbia. Começou a chover forte. Como estava com muita fome e já cansada de ficar perdida procurando um restaurante entrei numa galeria e, por sorte, tinha um café. Pedi um prato com frango, arroz, salada e batata frita por 6.500 e uma cerveja club Colômbia por 5.500. A dona do café que me atendeu, fez a comida, levou na mesa, pegou o dinheiro e ficava o tempo todo pedindo feedback do almoço. Simpaticíssima, como todos por lá. 30 minutos depois o que parecia ser uma tempestade feia simplesmente passou! Isso aconteceu todos os dias que estive lá. Chovia pontualmente às 15h e outras vezes ao longo do dia também. Por fim nem procurava abrigo mais, molhava na chuva e me secava no calor que fazia logo em seguida. Mais uma vez, deixem a chapinha em casa e economizem espaço na mala!

 

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Museo Naval:

Museus podem ser chatos. Mas quando se está num lugar tão rico em história é quase um crime deixá-los passarem em branco. Entrando pela torre do relógio e seguindo as muralhas no sentido horário você encontrará o museo naval. A entrada custa 8.000 COP. O primeiro andar é cheio de histórias, rotas, maquetes, roupas antigas. Tem uma parte bem interessante sobre o surto de cólera. Puxe a cadeira, senta e leia até o final!

No segundo andar estão as réplicas dos barcos, das armas e o mais legal: um simulador de submarino. Valeria a pena a visita só por causa disso.

 

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Comida:

Experimente a comida local: Eu adoraria lembrar o nome desse restaurante/lanchonete. Lá tem um patacón delicioso e sucos incríveis! Posso explicar como chegar: Ao entrar na cidade amuralhada passando embaixo da torre do relógio pegue a primeira rua à direita (como se você fosse dar uma volta no sentido anti-horário). Pronto, fica no início dessa rua, do lado direito. Uma fachada colorida, moderninha e escrito WiFi na porta de vidro. O Patacón (banana amassada e frita) com cobertura de frango, batata palha e uns molhos custou 7.000 COP e o suco de laranja com morango 5.000 COP. Delícia! Não deixe de ir!

 

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Outro restaurante legal pra quem é viciado em hambúrguer como eu é o “El Corral”, uma rede de fast food colombiana com sanduíches muito bons. Dentro da cidade amuralhada em alguma rua-labirinto impossível de ser descrita xD

 

WiFi:

Dentro da cidade amuralhada é cheio de pontos WiFi cedidos pela prefeitura, o “Corralito Digital”. Você cria um cadastro rápido e pronto, não precisa se preocupar porque vai ter sempre um ponto de WiFi por perto. Muito útil, porque você vai querer postar todas as fotos desse lugar!

 

Café Del mar:

Indescritível. Não deixe de ir. O lugar com a vibe mais incrível que eu já fui na vida. Sério. Música ambiente estilo lounge, fim de tarde, aquele por do sol por trás da bandeira na ponta da muralha, cerveja numa caneca congelada, vento muito forte e uma chuvinha fina pra lavar a alma. Nenhuma foto expressa a sensação. Voltaria à Colômbia por esse lugar! A noite teve música ao vivo de um rapaz que cantava em espanhol, português, inglês, francês, etc, tudo à maneira dele, mas fazia o possível pra agradar a todos os públicos. Não se paga para entrar no bar, porém o cardápio não é dos mais baratos e o atendimento não é dos mais rápidos. Uma cerveja long neck (Águila ou Club Colômbia) custa 10.000. Um Coco Loco, drink típico parecido com piña colada, mas sem abacaxi, 20.000. Gostoso, mas o Coco Loco de San Andrés é bem melhor. Não tem menu de comidas, só umas porções de frutos do mar e preços acima de 40.000. Voltei lá umas 4 vezes! Enfim, é um lugar para beber umas cervejas apreciando o por do sol. Depois vá comer em outro lugar.

 

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Convento de la Popa:

É outro ponto turístico para se visitar na cidade. Nas pesquisas antes de viajar tive a impressão de ser um lugar importante para se conhecer, porém, quando conheci de fato achei dispensável.

 

Explico o porque: O convento fica localizado no alto de um morro íngreme, distante do centro. Portanto só se chega de taxi, e não é barato. Peguei um taxi e perguntei quanto custaria ida e volta. O taxista olhou na tabela dele (em cartagena não tem taxímetro) e me mostrou que custaria 75.000 COP! Um absurdo! Como tudo na Colômbia se negocia, joguei um migué falando que uns amigos tinham ido no dia anterior por 30.000 COP e ele aceitou fechar por 40.000 COP. Só que tem outro detalhe: o taxi precisa te esperar lá em cima, pois lá não há outros taxis livres. Aí você precisa negociar o tempo que ele vai te esperar. Algo extremamente chato pra quem gosta de ter liberdade pra fazer o que quiser no tempo que quiser. Primeiramente ele disse que esperaria 15 minutos (!!!!). Falei que em 15 minutos eu não subiria nem as escadas do convento. Então ele aumentou pra 20 minutos. Cansei de negociar preço e tempo em espanhol com o taxista e aceitei.

 

Lá em cima tem uma igreja muito bonita com um altar que parece feito em ouro, um pátio todo florido e uma vista panorâmica da cidade incrível. A visita compensou por causa da vista! A entrada no convento custa 10.000 COP e tem a opção de contratar um guia por mais 10.000 COP. Achei dispensável o guia e nem teria tempo pra isso. Andei por todo o convento, tirei umas fotos... Fiz o trajeto correndo e quando deu 30 minutos, 10 além do combinado, voltei com medo do taxista ter me deixado sozinha lá em cima xD Graças a Deus ele estava lá!

 

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Castillo San Felipe de Barajas:

O melhor lugar de Cartagena! Quem gosta de história antiga vai enlouquecer com esse lugar! Como disse anteriormente, fica uns 10 minutos a pé do Hotel Marlin (calle de la media luna), no sentido oposto das muralhas.

 

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O Castillo é enorme, fica localizado num ponto alto da cidade, tinha o intuito de avistar navios piratas se aproximando da cidade amuralhada e avisá-la a tempo. A entrada custa 17.000 COP. Separe umas 3 horas pra visitar com calma todos os cantinhos desse lugar. Ele é cheio de subidas e descidas, mirantes, canhões, túneis... Sensacional!

 

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Uma dica muito importante: vá cedo. Abre as 8h. Esteja lá nesse horário e você poderá fazer seu passeio com o Castillo praticamente vazio. Por volta das 10:30h, 11h começa a chegar muita gente, o que torna difícil fazer boas fotos e quebra um pouco o encanto do lugar. Além disso, o calor é quase insuportável. Dentro dos túneis chega a fazer mais de 50 graus! Leve água e um lanchinho.

 

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Segunda dica essencial: compre o áudio-guia. Custa 10.000 COP e você pode escolher entre espanhol, inglês e francês. Você ganha fones de ouvidos (devolvidos na saída) e um mapa enorme, enumerado. Assim, quando você chega a determinado lugar é só apertar no controle o número equivalente no mapa e ouvir a história daquele ponto. E olha, é incrível! A visita não seria nem 10% do que foi sem o áudio-guia. As explicações são muito bem narradas e com efeitos sonoros. Fazem você se sentir dentro da história. Além disso, há muitos túneis subterrâneos e alguns são de difícil acesso. O áudio-guia vai te dizendo por onde entrar. Não queira economizar nisso. Vale muito a pena. Aventureira que sou, entrava nos túneis mais escuros e nos que o áudio-guia dizia pra NÃO entrar hahaha.

 

A outra opção (para grupos) é contratar um guia em pessoa para te acompanhar pelo Castillo. Mas não achei nada interessante. Além de correr o risco de pegar um guia chato ele meio que tira sua liberdade de ir para onde quiser. Com o áudio-guia você pode pausar e repetir a fala quantas vezes quiser. Prefira as máquinas! Hehehe

 

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Bocagrande:

Saindo do castillo peguei um taxi na porta e fui direto para o bairro de Bocagrande almoçar e pegar uma praia. O taxi custou 6.000 COP (sem taxímetro) e me deixou na orla. Bocagrande é um bairro moderno de Cartagena. Seus prédios altos, lojas de grife, bares descolados, muitos hotéis de luxo e de redes internacionais em nada lembram o centro histórico. Há quem apelide a região de “Miami colombiana”.

 

Caminhei um pouco entrando no bairro, comprei um protetor solar numa farmácia por 22.000 COP (o sol do caribe parece ser mais quente que de todos os outros lugares hehehe) e fui almoçar num desses restaurantes pequenininhos com mesinhas na calçada. Escolhi um frango a milanesa com arroz, salada, batata frita e suco de laranja 700 ml. Bom e barato. Tudo ficou 16.000 COP.

 

Depois do almoço, praia. Antes de ir ouvi muito dizer que a praia de Cartagena é feia, que não compensava ir. Precisava conferir e constatei que não é nada disso. É claro que não é aquela areia branquinha e mar que vai de águas transparentes a tons incríveis de azul que se espera do caribe, mas é uma praia normal. Mar praticamente sem ondas, com água morna e mais escura, areia grossa, muitos vendedores ambulantes. O aluguel da tenda com cadeira foi 10.000 pesos. Foi ok.

 

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Na volta, o espírito mochileiro economizador me impediu de pegar um taxi e eu achei que poderia voltar caminhando para o hotel. Afinal, foram só 6.000 COP pra ir e nem 10 minutos de carro. E realmente consegui, mas olha, foi suado! O sol a pino e a caminhada de uns 40 minutos fez desse um nível hard. Mas compensou. A paisagem da orla de Bocagrande mudando para o centro histórico e logo depois o Getsemani é bem contrastante e bonita. Sempre que puder, caminhe!

 

Mais fotos de Cartagena:

 

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Dica: Pechinche em tudo e você conseguirá bons descontos.

 

Quanto foi gasto?

Em 4 dias gastei mais ou menos R$ 700,00 entre hospedagem, alimentação, bebida e passeios.

 

Quantos dias ficar?

Eu fiquei 4 dias e foram suficientes pra conhecer tanto a cidade amuralhada quanto o bairro de Bocagrande. Mas ficaria muito mais tempo pelo encanto que a cidade exerce sobre nós, pobres mortais. É apaixonante! Não fique menos que 4 dias, e se você quiser conhecer as ilhas do Rosário e Baru separe mais uns 2 dias. Independente da quantidade de dias, você vai querer voltar mais vezes.

 

Considerações sobre Cartagena:

É uma cidade incrível! Não é a toa que é o destino mais visitado da Colômbia por turistas estrangeiros. Dificilmente você irá errar na escolha, pois ela é democrática e atende aos gostos mais variados.

 

Se você gosta de história antiga é o paraíso! Cidade amuralhada, Castillo San Felipe, Bairro do Getsêmani... Se curte algo mais cosmopolita uma visita a Bocagrande te satisfará bem. Se você quer praia, sossego, agito a noite, a escolha é certa! Pra casais em busca de um destino romântico, pra solteiros e mochileiros, pra quem quer uma viagem sofisticada e pra quem quer se divertir gastando pouco também. Cartagena é tudo isso e muito mais!

 

Dica: Quer conhecer as praias do caribe colombiano, com areia branca e vários tons de azul no mar? A seguir farei o relato da ida até a Ilha de San Andrés, localizada há 1 hora de voo de Cartagena. Mas se a grana ou o tempo estiverem curtos a solução é passar uns dias a mais em cartagena e separar uns 2 ou 3 dias pra ir até as ilsas Del Rosário e isla Baru, que fica a uns 40 minutos de barco de cartagena. Paga-se 15.000 COP para ir de manhã e voltar as 15h, que é quando a maré começa a subir. Eu não conheci porque iria passar 1 semana em San Andrés, mas conheço pessoas que foram e recomendam fortemente!

 

Principais gastos em Cartagena:

Passeios:

Taxi Aeroporto-Getsêmani: 12.000 COP (R$ 16,20)

Castillo San Felipe de Barajas: 17.000 COP (R$ 22,95)

Áudio-guia no Castillo: 10.000 COP (R$ 13,50)

Taxi Castillo-praia de bocagrande: 6.000 COP (R$8,10)

Taxi Getsemani(hotel)-Convento de la Popa: 40.000 COP (R$ 54,00)

Entrada no Convento de la Popa: 10.000 COP (R$ 13,50)

Museo naval: 8.000 COP (R$ 10,80)

 

Hospedagem:

Diária Hotel Marlin: 49.000 COP (R$ 66,15)

 

Alimentação e Bebidas:

Água no mercado: 1.600 COP (R$ 2,16)

Pacote de batata frita no mercado: 1.000 COP (R$ 1,35)

Cerveja long neck no Café Del Mar (dentro das muralhas): 10.000 COP (R$ 13,50)

Drink Coco loco no café Del mar: 20.000 COP (R$27,00)

Cerveja na rua dentro das muralhas: lata 3.000 COP (R$ 4,05) e long neck 5.500 COP (R$ 7,43)

Almoço: restaurante dentro das muralhas (patacón e suco): 7.000 COP (R$ 9,45) e 5.000 COP (R$ 6,75) respectivamente

Almoço: galeria dentro das muralhas (arroz, frango, salada e batata frita): 6.500 COP (R$ 8,78) + cerveja long neck: 5.500 COP (R$ 7,43)

Almoço Subway (sanduíche + refrigerante): 12.800 COP (R$ 17,28)

Jantar: Pizza (4 fatias) em frente ao Hotel - Getsemani: 10.000 COP (R$ 13,50)

Jantar: Arepa (barraquinha de rua no Getsêmani): 6.000 COP (R$ 8,10)

Sorvete na rua: 1.500 COP (R$ 2,00)

 

CONTINUA

Prox. destino: ILHA DE SAN ANDRÉS

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RELATO SAN ANDRÉS:

 

Sim, o paraíso existe! E é barato!

 

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San Andrés é uma ilha localizada no mar caribe, de território colombiano, mas fica mais próxima da Nicarágua e da Costa Rica. Só se chega de avião. Partindo de Cartagena é 1 hora de voo e de Bogotá 2:30h. É necessário pagar uma taxa de turismo para entrar na ilha que custa 49.000 COP. Você adquire o bilhete na sala de embarque de Bogotá em 2 vias (guarde a segunda pois você precisará dela para sair da ilha).

 

Dica: Se possível, prefira se sentar do lado direito do avião. A vista da chegada à ilha é incrível. Eu não consegui ver na ida, mas na volta os assentos não são marcados, então seja um dos primeiros a embarcar e escolha logo a janela do lado direito (fora da asa, por favor!). Foi uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida:

 

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Quantos dias ficar?

Difícil responder. Eu fiquei 6 dias e, pra mim, foi o suficiente (embora tenha entrado no avião de volta com o coração apertado xD).

 

Faça assim: 1 dia inteiro para alugar um carrinho e dar a volta na ilha, fazendo paradas pra conhecer os atrativos; 1 dia para ir a Johnny Cay e Acuário-Haynes Cay. 1 dia para fazer um mergulho de cilindro, andar de Jet ski e curtir uma preguiça na praia do centro; 1 dia pra ir a Cayo Bolívar ou repetir alguma atividade que tenha gostado e fazer umas comprinhas. Eu não fui a Cayo Bolívar (ilhota mais distante, 280 mil COP) porque era mais caro, o mar agitado não permitiu e as praias de San Andrés e Johnny Cay já são lindas demais, não vi necessidade. Total de 4 dias inteiros. Acho justo!

 

Quanto gastar?

Bem relativo também. Ficando 6 dias (50 reais por dia de hospedagem) e fazendo todas as atividades que eu descrevi abaixo gastei mais ou menos R$ 1.800,00, incluindo as comprinhas! É claro que cada um tem seus gastos que julga “essenciais”, podendo variar pra mais ou pra menos. Mas eu fiz tudo o que tinha vontade, não me privei de nada. O caribe acessível existe, minha gente!

 

Voltando ao relato:

San Andrés é muito quente, mas não tanto quando Cartagena. Então se você já tiver ido a Cartagena antes irá se adaptar sem sofrimento. Cheguei na ilha por volta das 18:30h. A primeira emoção do lugar foi a aterrissagem com a pista MEGA curta, que praticamente cruza a ilha. Aí já viu, ne? Quase fui parar na cabine do piloto xD.

 

Ainda da pista do aeroporto já dá pra avistar Johnny Cay, ilhota em frente a praia Spratt Bight. Saí do aeroporto decidida a não pegar táxi (olha o espírito mochileiro economizador aí de novo). Perguntei onde ficava a “Zona Rosa” (que, por sorte, ficava há uns 2 km indo reto pela orla) e lá fui eu com a mochila nas costas sentindo a maresia! Como já estava escuro não deu pra ver a cor do mar, mas ver as pessoas caminhando pelo calçadão e os restaurantes começando a funcionar já me animou.

 

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Hospedagem:

Cheguei no Commodore Bay Club uns 20 minutos depois. É um prédio residencial, mas a maioria dos apartamentos é pra aluguel de temporada. Como iria encontrar minha família nesse ponto da viagem deixei de lado a economia e preferi escolher uma hospedagem inesquecível pra eles. E olha, que decisão acertada! O preço foi 3 milhões de pesos! Hahaha Não criemos pânico. Algo em torno de R$ 4.100,00 por 8 dias para 5 pessoas.

 

Você pode contatar o proprietário, ver fotos do apartamento e avaliações dos hóspedes através desse link: http://www.aluguetemporada.com.br/imovel/p3682191.

 

Mas já digo que ele foi super atencioso e confiável. Ele possui 2 apartamentos nesse prédio: um no terceiro e outro no quinto andar. Escolha o do quinto andar por 2 motivos: como a zona rosa é o lugar mais badalado da ilha e todos os bares e boates se concentram lá o barulho a noite é intenso. Ficar num andar mais alto pode ajudar, mas não isola totalmente o som. Você vai ouvir Ragga Ragga no volume máximo ou gringos bêbados na rua até de madrugada. O segundo motivo é a vista deslumbrante do “mar de lós siete colores”. Fora que a área de convivência do prédio tem uma boa piscina e um espaço maneiro pra festas e churrascos. Saca só a vista da janela:

 

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Ao longo da ilha existem várias pousadas e hotéis com preço mais baixo. Mas prefira ficar na zona rosa que dá pra você fazer tudo à pé (compras, jantar, compra de passeios...). Do outro lado da ilha não tem comércio nem restaurantes, você fica dependente de transporte. O inconveniente da zona rosa é o barulho das baladas. Coloque na balança e faça sua escolha.

 

Passeios:

O dia nasce as 5:30h, as 7h eu já estava bronzeada sem sair do apartamento. Ao lado do Commodore Bay Club, à direita tem o Esmeralda Rent a Car. Alugue seu carrinho de golfe lá por 90 mil COP(chore por desconto!) com gasolina inclusa e vá dar uma volta à ilha. Antes compre uma sapatilha (10 mil COP) e um snorkel (15 mil COP), itens essenciais, pois o fundo do mar (exceto na praia do centro) é todo de corais e tem muitos ouriços, você pode ser cortar feio se não usar. O snorkel é porque você vai querer parar em todos os pontos da ilha pra ver os peixinhos e os corais.

 

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Casa Isleña

A primeira parada foi no museu Casa Isleña, a primeira casa da ilha. A entrada custa 8 mil COP. É toda decorada com móveis antigos, tal como era. Quem recebe o visitante é uma local, que conta a história e no final dá uma aula de Ragga Ragga, ritmo mais importante de lá. É bem divertido!

 

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Seguimos procurando um ponto pra fazer snorkel. Você pode parar em qualquer lugar que desejar e entrar no mar. Liberdade total. Cuidado com as pedras e corais.

 

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West View

Chegamos em West View! Um dos meus lugares favoritos. Paga-se 4 mil COP para entrar e você ganha pedaços de pão para atrair os peixes e deixar seu mergulho mais interessante.

Lá tem um trampolim e um tobogã direto pro mar.

 

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Tem também um mergulho de escafandro. Custa 90 mil COP (mais 75 mil se quiser fotos e vídeo) e consiste em você caminhar no fundo do mar (6, 7 metros) observando a vida marinha com uma espécie de capacete. Nem molha a cabeça. Pra quem tem medo de mergulhar é uma boa saída. Pra quem quer mais emoção eu indico o mergulho com cilindro, que vou falar mais a frente.

 

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(Dica extra-oficial: nunca fique segurando seu pedaço de pão na mão dentro do mar ou um peixe irá tirar pedaços do seu dedo tentando pegá-lo. Experiência própria hehehe).

 

Em frente tem um único restaurante e você pode sair de West view pra comer e voltar sem pagar outro ingresso. Tem banheiros lá também. Pedi um prato de “pescado entero” que nada mais é que um peixe inteiro frito, arroz de coco, patacón e salada por 19 mil COP. Dividi com minha irmã e foi o suficiente para nós.

 

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Logo mais a frente de West View tem La Piscinita, que é praticamente a mesma coisa e custa 3 mil COP. Não entramos.

Depois tem a Cueva de Morgan, um museu que tem como tema o lendário pirata Morgan. Não achamos tão interessante e tava lotado de gente, por isso não entramos. Mas sei que é a casa dele e uma caverna que ele guardava seu tesouro. A entrada custa 15 mil COP.

 

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Playa San Luis

Seguimos dando a volta na ilha. Passamos pela playa San Luis, uma das poucas praias de areia de San Andrés. Bem bonita também.

 

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As casas ao redor da ilha são bem simples, precárias até. Ao ponto de eu achar que era uma casa abandonada até ver as roupas no varal!

 

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Terminando a volta, entrando no centro novamente, o transito fica bem tenso. É carro, moto, caminhão, carrinho de golfe, pedestre, todo mundo junto e misturado! Tem alguns sinaleiros no centro, mas a regra geral é “a preferência é de quem entrar primeiro!”. Apesar disso, todo mundo se respeita, os carros não buzinam para os carrinhos de golfe devido a baixa velocidade. Os poucos carros da ilha não tem placas (!!!!), nem as motos, que carregam de 3 a 4 pessoas (!!!!). É um caos bem engraçado, mas no fim, todo mundo se entende.

 

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Johnny Cay

No dia seguinte foi o dia de ir a Johnny Cay e Acuário. O ingresso é comprado na praia do centro, na associação de pescadores, e custa 15 mil COP por pessoa. O barco sai as 9:30h em direção à Johnny Cay e a travessia dura uns 10 minutos naquele mar de tons incríveis.

 

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Chegando à Johnny Cay paga-se uma taxa de 4 mil COP. O guia leva o seu grupo e determina um ponto de encontro para a volta, que ocorre às 13h (horário negociável). Esteja no ponto de encontro pontualmente, não se atrase. A volta é meio caótica com todos os barcos querendo sair ao mesmo tempo e todo mundo preocupado procurando “sua turma”. Outro caos engraçado! Como não tem restaurantes nessa minúscula ilha (apenas bares), a comida é encomendada com o guia assim que você chega e ele te entrega no horário combinado. Não sei de onde essa comida sai! O cardápio é praticamente o mesmo de West view (peixe ou frango, arroz, patacón ou batata frita e salada) e custa 22 mil COP.

 

O passeio de banana boat foi 4 mil COP e foi bem divertido. Em certo momento surgiram nuvens pesadas e escuras, indicando uma tempestade das fortes. Mas o Raul, rapaz que controlava a fila do banana boat, falou que não ia chover, porque como venta muito as nuvens pesadas passam rapidamente. Não acreditei. Era impossível não cair uma tempestade com aquele céu preto. Mas o danado estava certo! Chuviscou 3 minutos e o tempo abriu novamente, pra alívio geral! O Raul, na verdade, foi outra pessoa incrível que conheci. Esperando minha vez no banana boat e batendo um papo bem engraçado. Hora em espanhol, hora em inglês (por causa da colonização inglesa da ilha os locais falam espanhol, inglês e criollo). Ele me ofereceu os patacóns do prato que ele estava almoçando hahaha xD Brinquei com ele dizendo que eu falava “portunhol” e ele me devolveu dizendo que falava “spanglish” hahaha Conversamos sobre futebol, gírias locais, etc. Astral incrível!

 

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Na parte da frente da ilha tem a praia para tomar banho. A cor do mar é estarrecedora! É a parte que se concentram mais pessoas também.

 

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Se você quiser mais sossego dê uma volta na ilha (20 minutos). Do outro lado não pode entrar no mar porque é perigoso, mas é igualmente lindo.

 

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No interior da ilhota:

 

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A volta ocorre pontualmente as 13h para a praia de San Andrés, de onde em poucos minutos sai o outro barco para o Acuário.

 

Acuário

A ida é um pouco mais demorada. O guia vai devagar, contando histórias da ilha, passa por uma região de mangue (onde foi gravado o filme “Anaconda”), passa por barcos naufragados e encalhados. A história conta que eram barcos carregados de drogas, que foram naufragados pela marinha colombiana e encalharam nas barreiras de corais. Hoje fazem parte da paisagem local e criam uma sensação mágica de estarmos dentro da história.

 

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O Acuário tem tudo pra ser um passeio interessante, mas não dei muita sorte. Na chegada o guia já te avisa que o retorno é em 1 hora e meia! Pressão total. Trata-se de uma ilhota (minúscula mesmo) em que algumas barreiras de corais formam umas piscinas naturais em que os peixes ficam presos (daí o nome “acuário”). Seria lindo. O problema é que fomos numa sexta feira e estada lotada de gente, impossibilitando qualquer mergulho sem se bater nas pessoas ao lado. Conversando com uma mulher de Cali ela me disse que de sexta a domingo a ilha fica mais cheia porque muitos colombianos vão passar o final de semana lá. Então a dica é para ir no meio da semana pra ter mais sorte.

 

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Outro ponto desfavorável foi que no fim da tarde a maré estava subindo, o mar estava agitado. Isso tornava meio perigoso a travessia até outra ilhota vizinha, a Haynes Cay. Então as pessoas se concentraram todas na ilhota do acuário. Em Haynes Cay tem mais estrutura, com alguns bares.

 

Mas uma coisa que não gostei foi o fato de terem vendido o passeio com o “show das arraias”. Chegando no acuário seu “guia” mergulha e captura uma arraia no braço mesmo. Aí se aglomeram 50 pessoas em volta da coitada querendo pegar, tirar foto, uma loucura. Não gostei, achei agressivo ao meio ambiente. Se você quiser ver um “show das arraias” verdadeiro faça um mergulho de cilindro e as verá em seu habitat! O passeio custa 15 mil COP e, apesar dos contratempos, não deixo de indicar esse lugar. É barato e talvez você tenha mais sorte que eu!

 

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Mergulho:

Dia de mergulho. Uma tensão boa. Fui numa escola de mergulho que não me recordo o nome, mas é fácil de achar. Em frente ao Commodore Bay e ao lado da boate Coco Loco. Melhor decisão! Equipe mega simpática e preparada. Equipamentos em bom estado. Preço Justo. Paguei 150 mil COP (mais 50 mil se quiser fotos e vídeo). Peça pra ir com o instrutor chamado “Kenny” (ou algo parecido), uma pessoa de astral incrível e muito competente, mas os outros são ótimos também.

 

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Primeiro acontece uma aula teórica de 30 minutos e depois mais uns 30 minutos de prática no píer nos fundos da escola. Daí é partir mar adentro até La Pirâmide (formação de corais em forma de pirâmide)! Um azul estonteante e muito frio na barriga. Equipamento pronto, ondas enormes que ameaçavam me lançar do barco a qualquer momento, era hora de cair de costas no mar. Nessa hora pedi pro instrutor me ensinar palavrões locais. Precisava desesperadamente deles! A descida é cautelosa, é preciso controlar a forte pressão nos ouvidos a todo momento. La no fundo é outro universo. Um jardim incrível formado por corais, anêmonas, peixes-pedra, arraias e outros seres inimagináveis. O tempo de permanência lá em baixo vai depender da sua respiração, mas dura em média 40 minutos. A experiência é inesquecível e vale cada centavo. Coloque “fazer um mergulho no mar do caribe” como um item obrigatório na sua lista de coisas a fazer antes de morrer. Fotos são incapazes de descrever.

 

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Playa Peatonal e Spratt Bight

São as praias do centro. Uma das poucas com areia. Com mais estrutura, tem alguns pontos de WiFi gratuito. Lindas também. Passe pelo menos uma tarde lá apreciando o movimento de barcos, kytesurf e bebendo uns bons drinks. Vi acontecer até um casamento lá!

 

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Policiamento

A ilha tem muitos, muitos policiais. Simpaticíssimos. A sensação de segurança é enorme. E eles também têm seu próprio carrinho de golfe.

 

Percebe-se também a forte presença do exército ao redor da ilha. Mas eles ficam só dando “tchauzinho” pros turistas que passam a barreira nos “velozes” carrinhos de golfe. Bem comédia.

 

Zona Rosa

Como já disse, a Zona Rosa é a melhor parte para se hospedar devido a grande quantidade de restaurantes, bares, hotéis e comércio em geral. A seguir algumas dicas pra se virar bem nessa região:

 

Compras – O comércio funciona das 9h às 12h e depois das 15h às 19h (fecha para almoço). San Andrés é zona franca, livre de impostos. Sendo assim o que se espera é que os preços sejam infinitamente abaixo do que o praticado no Brasil, mas não é bem assim. Devido a alta do dólar (ou outros fatores que eu desconheço) os produtos não estavam assim com descontos “milagrosos”. Mas ainda sai mais barato do que no Brasil ou no free shop do aeroporto. A maior rede da ilha é a La Riviera. E tem de tudo: perfumaria, cosméticos, bebidas, bolsas, óculos, etc. É loja mais confiável também no sentido de não comercializar produtos falsos. Dizem que existem muitos produtos falsos, mas pelo que eu percebi são mais pra “genéricos” do que falsos. Por exemplo: um creme Victoria’s Secret custa 21 mil COP. Existem marcas “semelhantes” – com a embalagem e fragrância muito parecidas (induzido ao erro os mais distraídos) de nome Sexy Secret que custa 18 mil COP 3 frascos! O mesmo acontece com óculos escuros. É só prestar atenção. Por via das dúvidas, compre na La Riviera que é garantido. Desconfie de preços extremamente baixos, milagres não existem. Nem em uma zona franca.

 

Restaurantes e bares – A maioria está concentrada em volta da boate Coco Loco. Como não decorei os nomes vou usar a boate como referência de localização:

 

Peru Wok: Fica do lado esquerdo da Coco Loco. Comida típica peruana. Excelente. Sofisticado. Foi o restaurante mais caro que comi. Os pratos individuais variam de 18.000 COP a 50.000 COP. Não deixe de pedir a limonada de coco desse lugar (7.500 COP). Deliciosa!

 

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Don Aníbal: Lado direito da Coco Loco. Bem mais simples e barato. Cardápio com comida mexicana, wraps, pizzas, etc. Pedi uma arepa completa por 11.000 COP e pra não perder o costume uma limonada de cereja (!!!) por 5.500 COP.

 

Café Café: Em frente ao Don Aníbal. Tem de tudo. Massas, pizzas, hambúrguer, sopas, lasanhas. Tudo gostoso, ambiente descontraído e preço justo. Spaghetti ou lasanha 15.500 (Junior) e 21.000 (grande). Brownie com sorvete, 7.500 COP.

 

Pizzaria: Ao lado do Café Café. Preços pra pizza grande entre 27 mil COP e 33 mil COP. Atendimento excelente.

 

El Corral: Ao lado do Don Aníbal. Rede de fast food colombiana excelente. Combo custando entre 15 mil COP e 34 mil COP.

 

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Juan Valdez Café: Ao lado do El Corral. Além do Wifi gratuito, experimente o café (óbvio) e a limonada de manga (5 mil COP) pra aumentar seus conhecimentos em limonadas.

 

Cervejaria Beer Station: Pra beber uma boa cerveja de frente pro mar esse lugar é indispensável! Fica escondidinho atrás do El Corral e tem comidinhas também. Uma Club Colômbia custa um pouco mais caro (9 mil COP) mas compensa pela vista, decoração, atendimento e set list impecáveis. Para comparação: a mesma cerveja no mercado custa 2.200 COP.

 

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Principais gastos em San Andrés:

 

Hospedagem (7 diárias pra 5 pessoas):

Commodore Bay Club (Zona Rosa): 3.000.000 COP (R$ 4.050,00)

 

Transporte:

Taxi aeroporto-zona rosa: 15.000 COP (R$ 20,25)

Diária carrinho de golfe: 90.000 COP (R$ 121,50)

 

Passeios:

Johnny Cay: 19.000 COP (R$ 25,65)

Acuário-Haynes Cay: 15.000 COP (R$ 20,25)

Jet Ski (15 minutos): 40.000 COP (R$ 54,00)

West View: 4.000 COP (R$ 5,40)

La Piscinita: 3.000 COP (R$4,05)

Museo Casa Isleña: 8.000 COP (R$ 10,80)

Museo Cueva de Morgan: 15.000 COP (R$ 20,25)

Mergulho cilindro: 150.000 COP (R$ 202,50)

 

Alimentação e bebidas:

Cerveja long neck no mercado: 2.200 COP (R$ 2,97)

Cerveja long neck em restaurantes e bares: 5.500 a 9.000 COP (R$ 7,43 a 12,15)

Drink na praia: 8.000 a 10.000 COP (R$ 10,80 a 13,50)

Pizza grande: 29.000 COP (R$ 39,15)

Peixe inteiro frito: 19.000 COP (R$ 25,65)

Massas: 15.500 COP (R$ 20,92)

Combo (hambúrguer, fritas, refrigerante): 15.000 COP (R$ 20,25)

Arepa: 11.000 COP (R$ 14,85)

 

Considerações sobre San Andrés:

Lugar indescritível, não tem como errar na escolha. Apesar de regiões afastadas do centro terem um aspecto precário e ficar nítido a baixa renda da população local, as pessoas são sempre solícitas e alegres. Eles gostam de receber bem o estrangeiro e sentem muito orgulho do lugar em que vivem. Percebi esse orgulho em todos com quem tive a oportunidade de conversar, desde o rapaz que limpa a praia, a garçonete da pizzaria até os guias, instrutores e policiais, mencionando sempre o “mar de los siete colores” e que no caribe “se roba corazones y no objetos”.

Quanto ao mar, arrebatadoramente belo. Os vários tons de azul são de impressionar qualquer um. Clima super agradável, boa comida, preços justos. É um lugar pra esquecer o estresse da rotina e ficar em contato constante com a natureza. Ótima relação custo x benefício. San Andrés é tudo que o caribe tem a oferecer a um preço acessível. Recomendo? Com certeza! Voltaria? Mil vezes, se pudesse.

 

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Juliane, parabéns!!! Adoro ler relatos ricos em informações e preços. Costumo fazer o mesmo nos meus! É muito mais fácil pra se planejar!!!!

Vou ficar 4 dias em Cartagena e 6 em San Andrés! Depois do seu relato me animei mais ainda!

Estou um pouco apreensiva pq vou em dezembro e não queria dividir os lugares com milhões de outros turistas! O lado bom é que praticamente toda a minha estadia em San Andrés será em dias de semana! Fico de seg a sabado!

Ahhh e eu amei as fotos! Ficaram muito lindas!!!

Eu nem estava pensando em fazer mergulho com cilindro, mas depois do seu relato, com certeza vou considerar! :)

Obs. Quando vc fala "essa é uma das poucas praias com areia", quer dizer que as outras praias são de que? Pedras? Achei que fosse areia branca + água azul cristalina ;)

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Juliane, parabéns!!! Adoro ler relatos ricos em informações e preços. Costumo fazer o mesmo nos meus! É muito mais fácil pra se planejar!!!!

Vou ficar 4 dias em Cartagena e 6 em San Andrés! Depois do seu relato me animei mais ainda!

Estou um pouco apreensiva pq vou em dezembro e não queria dividir os lugares com milhões de outros turistas! O lado bom é que praticamente toda a minha estadia em San Andrés será em dias de semana! Fico de seg a sabado!

Ahhh e eu amei as fotos! Ficaram muito lindas!!!

Eu nem estava pensando em fazer mergulho com cilindro, mas depois do seu relato, com certeza vou considerar! :)

Obs. Quando vc fala "essa é uma das poucas praias com areia", quer dizer que as outras praias são de que? Pedras? Achei que fosse areia branca + água azul cristalina ;)

 

Oi, Cleo! Então, também sou fã dos relatos com informações e preços, além de muitas fotos! Torna nossa vida mais fácil! Hehehe

 

Acho que você escolheu muito bem 4 dias em cartagena e 6 em san andrés! Vai dar tempo de fazer tudo q vc quiser e ainda repetir alguma atração que tenha gostado mais.

Cartagena é sempre cheia de turistas por todos os lados, muuuitos europeus, inclusive. Mas tenta seguir a dica que eu dei sobre chegar cedo nos lugares mais turísticos pra pegá-los mais vazios. Vale a pena!

Quanto a San Andrés, lembre-se de ir ao acúario no meio da semana. Eu fui na sexta e tava lotado por causa dos "turistas de final de semana" colombianos. Não deu pra aproveitar direito...

 

Com relação a sua dúvida, existem poucas praias com areia mesmo: somente as praias do centro, de san luis (do outro lado da ilha), em Johnny cay e no acúario (acho que em cayo bolívar tbm é areia, mas nao fui pra confirmar). Pra vc entrar no mar em volta da ilha é como na foto, as bordas e o fundo são formados por corais. E eles têm um buraquinhos que os ouriços ficam dentro. Por isso é tão importante comprar as sapatilhas e não sair colocando a mão em qualquer lugar antes de olhar. Mas não se preocupe, o mar continua "azul cristalino surreal" e os corais dão um charme a mais na paisagem. Além disso, as praias com areia são extensas, vc não ficará sem elas tbm.

 

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Não é tão difícil quanto parece. Hehehe

 

Uma excelente viagem pra vc!

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