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Bárbara Fachinelli

28 dias na Europa: Alemanha e Países Baixos!

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Olá mochileiros!

Finalmente tirei um tempo para relatar como foi minha primeira viagem internacional e sozinha à Alemanha e Países Baixos, por 28 dias. Meu roteiro foi essencialmente a Alemanha, pois estudo a língua e a cultura e queria praticar o idioma. Mas como li muita coisa interessante sobre Amsterdã, dediquei uma rápida visita a ela também!

Esse site ajudou muuuito na escolha dos lugares e deu importantes dicas gerais, por isso nada mais justo que retribuir contando um pouco como foi.

 

O roteiro foi o seguinte:

09/08/15: Curitiba > Berlim

10/08: Dresden

11/08: Dresden

12/08: Berlim

13/08: Berlim

14/08: Berlim

15/08: Berlim > Potsdam > Berlim

16/08: Berlim

17/08: Amsterdã

18/08: Amsterdã

19/08: Amsterdã

20/08: Colônia

21/08: Colônia > Aachen > Colônia

22/08: Colônia

23/08: Stuttgart

24/08: Stuttgart

25/08: Stuttgart > Heidelberg > Stuttgart

26/08: Stuttgart

27/08: Munique

28/08: Munique

29/08: Munique > Salzburg > Munique

30/08: Munique > Füssen > Munique

31/08: Munique > Dachau > Munique

01/09: Munique

02/09: Munique

03/09: Frankfurt

04/09: Frankfurt

05/09: Frankfurt

06/09: Frankfurt > Rüdesheim am Rhein > Frankfurt

07/09: Retorno ao Brasil

 

Por ser a minha primeira viagem e sou meio neurótica em saber o que fazer em cada lugar, meu roteiro tinha atividade para todos os dias. Claro que não me prendi totalmente a ele, mas surtaria se não tivesse planejado muita coisa! hehe O que ajudou bastante foi que tudo o que pude comprar antes de viajar, eu comprei.

 

Cheguei na Alemanha com todos os trens entre as cidades comprados (todos pela DB Bahn, companhia alemã), reservas dos hostels com possibilidade de cancelamento sem custos um dia antes do check-in (exceto os hostels de Colônia, Munique e Frankfurt) e alguns tickets de atrações que davam o direito de não pegar fila.

 

Meu voo foi com a Air France, sem qualquer problema tanto na ida quanto na volta. Eu, que não gosto de avião, achei super tranquila a viagem! Mesmo os horários para as conexões serem pequenos (1h30), não tive imprevistos que pudessem me atrasar. Na imigração em Paris surpreendentemente também não tive qualquer problema! Li muitos relatos por aqui que mulheres viajando sozinhas eles pegam no pé, fazendo milhares de perguntas. Já fui preparada com todos os possíveis documentos que eles poderiam me pedir (passagem de volta, seguro viagem, dinheiro suficiente para me manter lá) e o fiscal só olhou a validade do meu passaporte e disse “tenha uma boa viagem, senhorita!” ::otemo::

Então bora começar o relato e sentir vontade de voltar!!

 

Chegando no aeroporto de Berlim, fui direto comprar um cartão de celular que funcionasse apenas internet. Gente, isso salvou a vida! Custa 20 euros e vc fica com internet para utilizar o google maps e os app das companhias de transporte urbano! Para todo caso, já tinha salvo os mapas das cidades off-line, favoritando todos os lugares que visitaria, mas a internet ajudou bastante, principalmente porque não sou o exemplo de pessoa que saiba se movimentar certo com mapas hahaha

Como Dresden fica bem a leste, decidi começar por lá, então fui direto do aeroporto de Berlim para essa maravilhosa cidade!

 

Para cada cidade visitar vou abrir um novo tópico, para facilitar!

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DRESDEN

Cheguei pouco mais das 17h vindo de Berlim e de quase vinte horas de voo, então estava morta! Só dei uma volta pela cidade enquanto estava dia (escurecia por volta das 21h) e depois desmaiei no hostel.

 

No dia seguinte acordei cedo, totalmente empolgada, e parti para conhecer a cidade! Meu Deus, que cidade quente!! Cheguei no auge do verão europeu e sou de Curitiba, que a temperatura máxima normalmente é uns 24 graus. Sim, sofri! E sofri mais ainda quando descobri que são poucos os lugares que vendem água gelada hahaha Quando parei para almoçar, pedi uma coca bem gelada e gelo. O garçom olhou com uma cara muito curiosa quando pedi o gelo! Eles realmente tomam bebidas quase em temperatura natural, não só a cerveja!

 

A cidade é maravilhosa!! Para quem adora história, é visita obrigatória. É impressionante lembrar que tudo o que você vê foi reconstruído exatamente como era antes do forte bombardeio que a cidade sofreu na 2ª Guerra Mundial. Todos os monumentos são próximos entre si e em um dia é possível conhecer praticamente tudo. Fiquei um dia e meio e foi mais que suficiente! Recomendo altamente a visita ao museu da Fortaleza de Dresden (Festung Dresden), a entrada na Frauenkirche e o Zwinger.

 

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Hostel: A&O Dresden Hauptbahnhof Hotel. Hostel bom, perto da estação central e do mercado Aldi, porém um pouco distante das atrações. Café da manhã caro para o que oferece. No verão há a dificuldade do calor e do barulho, pois eles não têm ar condicionado, então tem que deixar a janela aberta. Por ser perto da estação, cada vez que chega um trem parece que ele está entrando no seu quarto! Hehe os banheiros são dentro dos quartos, o que não gostei muito. No geral, recomendo e voltaria a me hospedar nele.

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BERLIM

O trem saiu de Dresden pontualmente às 09h07, chegando às 11h15 em Berlim. Berlim é simplesmente linda! Ela realmente é diferente das outras cidades alemãs. Infelizmente muitas ruas e locais estão em reforma, seguindo pela Unter den Linden, mas nada que tire o brilho dos monumentos ou atrapalhe o percurso.

 

Para me locomover comprei o Berlin WelcomeCard de cinco dias, zonas ABC. Vale a pena! Tem desconto para algumas atrações e utiliza o transporte público. Funciona assim: você valida o ticket para o transporte na primeira vez e pronto. Leva consigo o ticket para todos os lugares e se o fiscal te parar, é só apresentar. E o transporte funciona muito bem. Incrivelmente eu não me perdi nenhuma vez.

 

Os sites que me ajudaram bastante, além do Mochileiros, foram Alemanha por que não e Agenda Berlim.

Fiz o check-in no hostel chamado The Circus Hostel perto da hora do almoço e o staff foi muito atencioso.

 

Almocei perto do hostel o melhor currywurst da história!!! Já tinham me falado que essa comida tipicamente de rua era sensacional, mas superou todas as expectativas. :D Segui para a Alexanderplatz pelo metrô e andei pela Unter den Linden para conhecer a catedral (Dom). Realmente, ela é maravilhosa! Fiquei uns 30 minutos apreciando a estrutura e nem cheguei a entrar, pois tinha horário agendado para visitar o Parlamento (Reichstag Bundestag).

 

Para visitar a cúpula do parlamento é necessário reservar um horário pelo site próprio. O horário é seguido estritamente, sendo a visita realizada com áudio guia. O resto do dia deixei para conhecer o que tinha próximo à Unter den Linden, que pode ser feito a pé. Alguns lugares que visitei foram: Marienkirche, Torre de TV (não subi, pois a fila era enorme e do parlamento já pude ter uma vista panorâmica da cidade), Rathaus, museu DDR, universidade Humbolt (pode entrar nela e tem um saguão bem bonito), Gendarmenmarkt, museu Madame Tussauds.

 

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À noite comi um kebab amigo em frente ao hostel (sim, perto desse hostel tinham muuuuuitas opções de comidas boas E baratas) e fui para o bar do próprio hostel. Acabei conhecendo um pessoal bacana de diversos países e decidimos ir a uma balada chamada Suicide Circus. Olha, pra quem gosta de música eletrônica, está bem servido em Berlim! Não é a minha praia não... foi divertido pela galera que estávamos! Deu para conhecer um pouco do que a noite berlinense pode oferecer hehe

 

No dia seguinte acordei cedo novamente, num calor de 30 graus (agora com água gelada hihi), e fui visitar o Memorial do Muro de Berlim (Berlin Wall Memorial) e a East Side Gallery. As intervenções artísticas feitas no que restou do muro são sensacionais! Levei mais de uma hora percorrendo todo o muro! Nesse dia (13/08) estava sendo lembrado o dia em que foram iniciadas as obras do muro de Berlim e havia várias homenagens próximo ao Memorial.

 

Aqui vai uma dica importante e que eu, viajante iniciante, ignorei: leve um calçado confortável para sua viagem! Eu, muito esperta, fui com um Converse sem uma palmilha adequada e levei uma alpargata. Assim, com três dias de viagem meus pés já estavam destruídos!! :( A alpargata salvou por uns dias, mas tive que comprar um tênis e uma palmilha decente para aguentar o resto da viagem. Isso me leva a destacar uma coisa: visite a loja PRIMARK. Meu Deus, o que é essa loja! Tem tudo o que vc pode imaginar, com qualidade e a um preço muito bom.

 

Depois de andar o dia inteiro pela East Side Gallery, voltei ao hostel para descansar e comi num lugar próximo chamado Rosenburger.

 

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BERLIM – PARTE 2

Terceiro dia de muito sol e calor e mais alguns pontos para conhecer de Berlim. Sério, tem muita coisa para ver e fazer nessa cidade!! Visitei o memorial do holocausto, Postdamer Platz, Topografia do terror, Check-Point Charlie e a exposição do Salvador Dalí. É possível visitar todos esses pontos em menos tempo, mas como reservei alguns bons dias para Berlim, não fiz nada com pressa. Como ainda visitaria alguns museus na viagem, optei por não conhecer os museus que fazem parte da Ilha dos Museus.

 

No quarto dia fui a Potsdam, uma cidade próxima de Berlim, para conhecer o Schloss Sanssoussi. Por conta de um jantar temático que haveria à noite no castelo, as visitas estavam limitadas até às 14h, fazendo com que não valesse a pena comprar os ingressos para conhecer os castelos do complexo. Andei pelo complexo mesmo, vendo os castelos por fora. Almocei numa das principais praças da cidade, um ambiente agradável e comida boa! Pedi um prato típico, de salada de batatas e schnitzel de carne de porco. Uma delícia!! De volta à Berlim, visitei o Schloss Chartlottenburg, um dos lugares que mais gostei.

 

Último dia visitei o campo de concentração na cidade de Oranienburg. É menor que o de Dachau e só recomendo se tiver uma agenda folgada em Berlim. Achei mais interessante a visita à Dachau.

 

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Hostel: The Circus Hostel. Excelente hostel! Recomendo e muito!! Ótima localização, bem próximo a uma estação de metrô. Como disse no relato, tem muitas opções de comidas boas ao redor. Staff atencioso, pessoal gente boa, bar bom. O quarto era um pouco quente e o barulho dos bondes que andam na superfície incomodavam um pouco. Os banheiros ficam no corredor, todos muito limpos.

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AMSTERDÃ

A viagem de trem foi um pouco longa (6h30), mas nada cansativa. A paisagem compensava a demora. Outro site que ajudou nesta parte foi o Ducs Amsterdam.

 

Fui recebida com chuva em Amsterdã no fim do dia, fiz o check-in e ‘almocei’ próximo ao hostel. Não me lembro o nome do lugar, mas foi um dos melhores sanduíches que comi! Muito bem servido. À noite dei uma volta rápida pelo Red Light District, por conta da chuva.

 

No dia seguinte, comecei com um Free Walking Tour e valeu a pena. Como a cidade é pequena, fiz tudo a pé e o tempo ajudou. Não andei de bicicleta pela cidade e depois me arrependi.. ::putz:: Junto com um brasileiro, uma argentina e dois franceses, fomos ao museu Van Gogh (absurdamente cheio, não dando para ver direito as obras expostas. Não me agradou muito) e ao Heineken Experience (esse sim, recomendo altamente!). Alguns não sabem, mas o ticket da Heineken, após o tour, possibilita um passeio com o barco da própria Heineken. No dia não conseguimos pegá-lo, pois chegamos tarde para começar o tour. Ambos os ingressos comprei pelo site do Ticketbar, através do ducsamsterdam.

 

No dia seguinte fui à Leidseplein com o famoso escrito “I Amsterdam” e passei umas boas horas no Rijksmuseum. Esse, de longe, foi um dos museus que mais gostei de visitar. Caso tenha pouco tempo em Amsterdã para ver todos os museus, minha indicação é apenas visitá-lo. Também dei uma passada na biblioteca pública, na qual o último andar te permite ter uma vista panorâmica da cidade (e de graça!), e no Albert Cuypmarkt. Certamente foi uma das cidades mais bonitas que visitei! ::love::::love::

 

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Hostel: Stayokay Amsterdam Stadsdoelen. Bem localizado, staff atencioso e café da manhã muito bom! Banheiro fora do quarto, porém não muito limpo. Recomendo, mas não ficaria novamente.

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COLÔNIA

De volta à Alemanha, uma das cidades que mais adorei foi Colônia! A Catedral realmente é imponente, enorme e indispensável de visitar. Mas a cidade tem muito mais a oferecer. O sistema de transporte é um pouco mais complicado que Berlim e acabei me perdendo algumas vezes até manjar os paranauês (eis a necessidade do mapa com internet, hehe). Colônia também é conhecida por sua cerveja própria, a Kölsch, que achei muito boa. Também visitei a Cervejaria Früh e o Jardim Botânico (Botanische Garten). Um passeio de barco pelo rio Reno também é válido (fiz o Panoramafahrt).

 

O hostel foi o melhor que fiquei de toda a viagem! Chama-se Die Wohngemeinschaft. Os quartos eram temáticos, tudo muito organizado, limpo e pessoal extremamente atencioso. Caso volte à Colônia, nem vou pesquisar um lugar novo para ficar. Eles também têm um bar no térreo, que é um dos mais frequentados pelo pessoal local. Na região há vários bares e restaurantes maravilhosos. Provavelmente é onde pulsa Colônia à noite.

 

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No dia seguinte fiz uma day-trip para Aachen, quase fronteira com a Bélgica. Por ser uma cidade pequena, poucas pessoas falavam inglês, então foi onde mais pratiquei o alemão (ainda esquecendo as palavras na hora de montar a frase, por nervosismo haha). E por que Aachen? Apenas porque lá tem a fábrica da Lindt (sim, momento gordice da viagem!). A vontade da pessoa é tanta de ir na fábrica/outlet que não encontrei o ônibus que levava até lá e o jeito foi ir a pé mesmo, andando 40 minutos no sol ::essa:: . Depois que entrei na fábrica eu esqueci de tudo e quase não couberam os chocolates na mochila hahaha. Os preços são realmente atrativos. Ainda bem que encontrei o bendito ônibus para voltar! A cidade em si também é bem bonitinha e passei o resto do dia passeando pelas suas ruas.

 

No último dia em Colônia fiz o que mais estava aguardando para a viagem: ir a um jogo de futebol (Colônia x Wolfsburg)! ::hahaha:: Sim, eu gosto E MUITO, de futebol! Inclusive quando comecei a organizar a viagem, montei o roteiro tentando adequar aos jogos da Bundesliga para que pudesse ver pelo menos um. Comprei o ingresso pela internet e foi tranquila a entrada. Em dia de jogo, o seu ingresso impresso também vale como ticket para utilizar o transporte público algumas horas antes e depois. Não preciso dizer que foi sensacional! A torcida é um show à parte, o jogo é bom e estádio lotaaaado. Organizei a mala para ir embora com um sorriso no rosto e fui comer num lugar chamado Woosh (acho que é assim).

 

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STUTTGART

Em Stuttgart fiquei na casa de uma amiga numa cidade próxima chamada Böblingen. Como ela estava em Frankfurt e voltaria no fim do dia, deixei a mala no locker da estação central e passei a tarde de domingo no Wihelma Zoo. Ele é enorme, sendo dividido em zoológico, aquário e insetário. Uma boa atividade para quem tem crianças!

 

No dia seguinte, chuvoso, conheci boa parte de Stuttgart. É possível conhecer os principais pontos turísticos em um dia. Passei pela Königstrasse, Rathaus, Kunstmuseum, Stiftkirche, Schlossplatz, ópera de Stuttgart e Staatstheater. À noite ficamos de bobeira no apartamento, por conta do mau tempo.

 

Terceiro dia fiz uma day-trip para Heidelberg. Utilizei o Baden-Württemberg ticket, que dá o direito de passear com os trens regionais durante um dia inteiro pela região de Baden-Württemberg (assim como o Bayern ticket), por 23 euros! Tem validade das 9h às 3h do dia seguinte, em dias úteis.

Heidelberg é linda! Próximo à estação central ela parece ser mais cosmopolita, porém quando se chega no centro histórico (altstadt), parece ser outra cidade. É conhecida pela Universidade de Heidelberg, a mais antiga da Alemanha. Outras atrações que valem a pena uma visita são: prisão dos estudantes, biblioteca, antiga universidade (é possível entrar e tem um museu), castelo de Heidelberg, marktplatz, Marstall Mensa, altebrücke, além de se perder ao longo das ruazinhas! O Marstall Mensa é o restaurante universitário da universidade. Tem mesinhas do lado de fora, um ambiente agradável para descansar, comer alguma coisa e olhar o movimento dos estudantes. No verão são oferecidos vários cursos de línguas, por isso continua com bastante movimento, apesar de ser período de férias. Nessa cidade nem vi o tempo passar! Realmente vale a pena a visita! Na marktplatz tem várias opções de restaurantes para almoçar.

O castelo de Heidelberg é enorme! Para chegar nele você pega o funicular e desce na primeira ‘estação’. Quando terminar de visitar o castelo, ao invés de descer com o funicular, recomendo pegá-lo novamente no sentido da ida até a próxima ‘estação’. De lá dá para ver a cidade e tem um restaurante.

 

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Último dia deixei para conhecer o castelo Solitude em Stuttgart. O castelo está muito bem conservado e as visitas são guiadas. Achei que vale a pena! Antes dei uma volta rápida pelo centro de Böblingen, com construções tipicamente alemãs. Também dei uma passada na biblioteca pública, que é surpreendente. Por fora não passa de um bloco cinza com várias janelas, mas quando você entra... Ela é maravilhosa!! No último andar tem um terraço aberto ao público.

À noite fomos num restaurante alemão e pedi um Schweinhaxe com knödel. É como um ensopado com joelho de porco que não gostei muito não. Preferi o schnitzel :)

 

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MUNIQUE

Tentarei resumir bem o relato, pois fiquei uma semana na maravilhosa Munique! ::love:: Foi também quando parei de fazer anotações diárias... ::toma::

Simplesmente apaixonante a cidade, tem muita coisa para fazer! Utilizei o city tour pass para os três primeiros dias (3 Tage Innenraum). Depois comprei tickets individuais.

 

No primeiro dia, almocei perto do hostel e segui a pé até o palácio da justiça. De lá, visitei: karlsplatz, Frauenkirche, Marienplatz, Neues e Altes Rathaus, St. Peters Church, Old Town Hall. Uma visita que valeu a pena foi ao palácio Residenz München. Os salões que são abertos à visitação te deixarão boquiaberto!! Comprei o ingresso combinado que dava direito ao Residenz, à Casa do Tesouro Real e o Teatro Cuvilliés. Passei algumas boas horas visitando todos. À noite fui com um amigo em um biergarten que fica em algum parque que não me recordo o nome. Este biergarten é pouco conhecido por turistas, o que permitiu ver como os alemães costumam passar o fim da tarde nos dias quentes. Muitas famílias seguem para os biergartens com suas comidas prontas, num piquenique mesmo, ou compram no local, sempre acompanhados de cervejas de 1l! Comi um bretzel e currywurst com dois litros de cerveja. Nem preciso dizer que saí de lá meio bêbada haha ::mmm:

 

No segundo dia acordei um pouco tarde, tomei um baita café da manhã no hostel e segui para outros pontos. Fui até a Haus der Kunst que fica ao lado do início do Englischer Garten. Bem no comecinho tem um lugar específico que o pessoal fica surfando no rio. Fiquei lá de bobeira um pouco e segui pelo parque até chegar no biergaten que tem em seu interior (Chinesischer Turm). Como ainda era cedo, haviam poucas pessoas. Segui até o Siegestor. Lugares que passei: Königsplatz, Universidade Ludwig-Maximilians, museu nacional da Baviera. À noite segui com o amigo para fazer um ‘esquenta’ na tão conhecida HB Hofbräuhaus, que é visita obrigatória na cidade!! Como lá fecha cedo, seguimos para um irish pub e terminamos a noite em um club chamado Cord Club, de música alternativa. por questão de gosto musical, achei melhor que a balada de Berlim.

 

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Terceiro dia e a ressaca bateu forte! Como era sábado, havia combinado de fazer uma day-trip até Salzburg com meu amigo alemão, porém nem eu nem ele acordamos no horário combinado! Hehehe Seguimos depois do almoço para lá e chegamos por volta das 17h. O dia foi bem perdido, não conseguimos ver muita coisa (o castelo estava fechando, assim como a maioria das atrações), mas foi o suficiente para despertar a vontade de voltar e passar uns dois dias completos! Ficamos zanzando pelas ruas, que estavam tendo algumas apresentações ao ar livre e à noite exibiriam um filme em uma das praças principais.

Na volta, passamos em Erding (cidade metropolitana de Munique) que estava tendo uma Volksfest. Esta festa é praticamente uma mini Oktoberfest, com todas as atrações e variedades de cervejas com biergartens dentro do complexo. A festa é muito legal e proporcionou uma ideia do que é a Oktoberfest em Munique! (momento lamento que fui embora duas semanas antes de começar) ::putz::

 

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Quarto dia fizemos uma day-trip para Füssen para conhecer o tão famoso castelo da Cinderela, o Castelo Neuschwanstein. Como muitos ressaltam aqui no fórum, é praticamente um PECADO ir para Munique e não separar um dia para visitar esse castelo. Sério! Olha que nessa viagem eu visitei muitos castelos, porque sou apaixonada, mas este supera de longe por conta da vista que proporciona, nos pés dos alpes. É indescritível a sensação que você tem ao se aproximar do local, em que vê a cadeia de montanhas e um castelinho micro no meio deles, e aí você se aproxima e vê o tamanho REAL dele, que é enorme!! Quem vai de trem pode usar o Bayern ticket (no mesmo esquema do Baden-Württemberg). Os tickets para os castelos têm que ser comprados antes de subir os morros no sentido deles. Comprei para ambos os castelos, iniciando pelo Hohenschwangau e depois o Neuschwanstein. Deixei duas horas entre os horários de início para dar tempo de chegar até os dois sem pressa, indo de carruagem para entrar no clima, hahaha ::tchann:: Neste dia a Marienbruck (de onde dizem que se pode ter a melhor vista do castelo) estava fechada para reforma. Uma pena..

 

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MUNIQUE – PARTE 2

No quinto dia fiz uma day-trip pela manhã à Dachau (utilizei o bilhete diário para zona XXL), visitando um dos campos de concentração mais famosos da Alemanha. Serviu de modelo para outros campos de concentração e realmente tem um clima pesado. Como relatei, fui num campo próximo à Berlim e nem se compara com o de Dachau. Este é maior, no áudio guia há relatos de sobreviventes, logo na entrada tem uma escultura que te faz ficar chocado. Enfim, muitos detalhes que valem a visita e em meio dia é possível conhecer e voltar à Munique. Depois, para tirar o clima pesadão, fui ao castelo Nymphenburg que também é m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.o.! Ao lado do castelo tem um restaurante, que acho que se chama Nymphenburg também, onde comi um dos melhores almoços de toda a viagem. Comida típica muito bem preparada. Levei quase a tarde inteira para visitar o complexo do Nymphenburg e faltaram duas mini ‘residências’ que não achei mesmo seguindo as parcas placas que existem no caminho. O ticket combinado do complexo não obriga o visitante passar por todos os locais num único dia, acredito por serem um pouco distantes um dos outros. À noite fui ao Hard Rock Café para comparar com o único que fui, o recém lançado em Curitiba.

 

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Sexto dia voltei a zapear por Munique, passando pela Odeonplatz, Hofgarten, Bavarian Theater e Bayerische Staatsoper, museu egípcio e dei uma descansada estratégica na Marienplatz. À noite fui novamente na Volksfest em Erding, com direito à fogos de artifício, apensar da chuva. E mesmo com chuva, aquele lugar estava lotado!

 

O último dia em Munique separei para passar no museu da BMW, depois dei uma mega volta no Olympiapark (na torre há um mini museu do rock) e terminei o dia fazendo o tour guiado pelo Allianz Arena. O tour é legalzinho, porém esperava mais. Obviamente assistir a um jogo do Bayern seria bem mais legal, mas deu para o gasto. O jogo fica para uma próxima viagem, hihi.. À noite fomos novamente no Cord Club onde estavam tocando bandas locais. Sem exageros já que no dia seguinte cedão seguiria para Frankfurt, o último destino :(

 

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Hostel: Euro Youth Hostel. Localizado ao lado da estação central, quartos amplos, banheiro no corredor e limpo, café da manhã muito bom, staff atencioso. Como nos outros hostels, por conta do calor e ausência de ar condicionado, era necessário deixar a janela aberta e o barulho pode atrapalhar. Recomendo, porém como fica ao lado de outros hostels conhecidos, numa próxima preferirei conhecer os outros.

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