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Paula Yassuda

TAILANDIA (Out/2015) - Bangcoc > Chiang Mai > Railay > Ko Phi Phi > Bangcoc

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Pessoal,

 

Meu nome é Paula, e antes de começar, estou aqui pra agradecer a todas as pessoas que publicaram suas experiências aqui no Mochileiros; todas elas e os demais blogs que eu li antes de viajar me ajudaram MUITO a planejar a viagem, e também a saber lidar com uma cultura tão diferente quanto a da Tailandia.

 

O fato de você pesquisar bastante antes dessa viagem vai te poupar de vários apuros. Mas uma coisa você pode ter certeza; vai ser tudo muito diferente do que você imaginar. Diferente no sentido de como as coisas funcionam, como as pessoas te tratam e também como elas se comportam.

 

De forma geral, tem algumas coisas que são básicas pra essa viagem:

 

- Nunca compre nada sem negociar; a regra geral é no mínimo tentar fechar na metade do valor inicial – com certeza terão vendedores que vão te expulsar da loja, mas não se abale e parta pra próxima.

 

- Nunca pegue um taxi ou tuk-tuk sem fechar o valor primeiro ou combinar com o motorista para que ligue o taxímetro.

 

- Repita quantas vezes forem necessárias para a pessoa te entender – assim você evita mal entendidos.

 

- Não beba muito antes dos tours de barco – não mesmo!

 

- Leve todos os remédios possíveis (analgésico, dor de garganta, diarréia, estomago, enjôo, anti-alérgico, etc). Hora ou outra você vai precisar de algum deles.

 

- As pessoas lá na maioria são muito gentis, mas tenha em mente que sempre tem os espertinhos esperando pra aplicar golpes. Cuidado com tours oferecidos pelos tuk-tuks, hotéis que somem com itens do quarto, pessoas na rua que falam que os templos estão fechados.

 

- É tudo uma grande bagunça. A bagunça mais confusa que eu já vi na minha vida, mas que no final da tudo certo. Nos tours, você vai pra um lugar, espera 10 minutos em outro, colam uma etiqueta em você, te mudam pra outro lugar; mas no fim das contas, você chega onde tinha que chegar. Então, é uma zona mesmo, não se preocupe.

 

Uma coisa que percebemos e não li em lugar nenhum, é que eles só podem vender bebida alcoólica nos mercados (inclusive 7 Eleven) a partir de determinado horário. Em Bangcoc a partir das 11hs da manhã, em Chiang Mai às 17hs e somente nas praias não tivemos nenhum problema com horário. Então, aos bebedores de cerveja como nós, se quiserem beber mais barato antes desses horários, comprem no dia anterior. Os bares e restaurantes vendem normalmente, mas o preço é o dobro dos mercados.

 

Para aqueles que têm dificuldade com o calor como eu, viajar entre os meses de Fevereiro e Maio é loucura – são os meses mais quentes na Tailandia. Não escolhemos Outubro; na verdade foi o mês que conseguimos negociar nossas férias. A época de chuva vai de Junho a Outubro, o que me deixou um pouco preocupada a princípio. No fim das contas, a chuva não estragou nenhum dia da nossa viagem – até ajudou a refrescar o calor escaldante! Mas 99% das vezes choveu somente a noite, ou por 1 hora ao longo do dia. Não sei nos demais meses, mas nós aprovamos o clima em Outubro.

 

Outra coisa importante, é ter o maior desapego do mundo quando você for fazer a sua mala. As nossas malas tinham 7kgs cada uma. Lembre-se que lá é calor, e que tem muito lugar barato pra lavar as roupas. Você passará 99% do seu tempo de chinelo, e o melhor de tudo: não vai precisar despachar as malas, e ficar no meio daquela multidão maluca esperando sua mala chegar – tanto no vôo internacional, como nos vôos internos.

 

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Pesquise bastante as passagens aéreas para os vôos internos. Tem muito vôo que compensa muito mais do que trem e/ou Ferry. Você ganha tempo e gasta a mesma coisa, se não gastar menos! Nós pegamos 3 vôos internos:

1) Bangcoc (DMK) > Chiang Mai (CNX) – Air Asia R$ 222,05 (2 passagens, já com taxa de IOF do cartão)

2) Chiang Mai (CNX) > Krabi (KBV) – Air Asia R$ 698,57 (2 passagens, já com taxa de IOF do cartão)

3) Krabi (KBV) > Bangcoc (DMK) – Thai Lion Air R$ 72,28 (2 passagens, já com taxa de IOF do cartão)

 

Somente uma delas pagamos mais caro, as outras duas conseguimos promoções muito boas pesquisando no Skyscanner. Compre com antecedência, vale muito a pena!

 

Esses são os comentários gerais, bora pro relato?

 

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04/10/2015 – São Paulo > Bangcoc

 

Saímos de São Paulo no vôo das 00h05 do dia 03/10 com destino a Dubai. Foram 14h45 que eu capotei no avião, mas o Felipe assistiu uns 1.999 filmes já que não consegue dormir de jeito nenhum. A escala em Dubai era de 6hs, e por causa disso, a Emirates da um voucher para jantar no aeroporto lá. O vôo de conexão saiu às 03h00 da manhã de Dubai com destino a Bangcoc. Nosso vôo chegou no Aeroporto de Suvarnabhumi às 12h30 da tarde (6h30 de vôo).

 

Como não despachamos as malas, já saímos e seguimos a placa do Metro que sai de dentro do aeroporto (Airport Link Rail). A passagem custou 45 bahts/pessoa, e fomos até a estação final, que ainda é longe da Khao San Road – aqui vale citar que ficar próximo à Khao San Road facilitou bastante quando tínhamos que negociar taxi e Tuk-tuk, pois os motoristas tinham maior facilidade para entender para onde queríamos ir.

 

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Chegando na estação Phaya Thai (que é a última), pegamos um taxi por 100 bahts até a Rua Rambuttri (essa rua fica paralela à Khao San Road). Estava chovendo e o transito estava péssimo. Logo estávamos no Rambuttri Village para fazer o check-in. Vale mencionar que alguns hotéis (este é um deles) pedem um depósito de um caução, que você retira quando faz o check-out. Neste hotel não pagamos pelo café-da-manhã.

O calor estava intenso, e apesar de o jetlag não ter nos afetado, resolvemos tirar um cochilo antes de sair andarilhando por aí.

 

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Saímos do hotel por volta das 19hs e fomos para a Khao San Road. Que loucura é aquela rua! Som alto, muita gente, barraca de tudo quanto é coisa, comida, enfim...sentamos em umas mesinhas na rua, e já pedimos um bucket cada um. Vale muito mais a pena do que tomar cerveja, afinal, é um balde de bebida!

 

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Para finalizar, bebemos uma cerveja pra matar o calor, saímos e comemos nosso primeiro Pad Thai com Spring Roll na rua – tudo por 120 bahts. E estava uma delícia!

 

Na volta pro hotel, paramos em uma agência para fechar nosso tour em Ayutthaya.

 

 

05/10/2015 – Bangcoc (Ayutthaya)

 

Existem 2 opções de ir para Ayutthaya: sem agência de trem ou de van através de alguma agência. Li muitos relatos onde as pessoas foram de trem sem agência (que é bem mais barato por sinal), e fizeram o tour de bike. Eu sinceramente sempre opto pela praticidade. Às 7 e pouco da manhã a van passou no hotel para nos buscar.

 

Depois de 1 hora de viagem chegamos na antiga capital da Tailandia. Não sei se todos os guias são assim ou se demos azar, mas eu não entendia uma palavra do que ele falava. Lá, fizemos 5 paradas em pontos de visitação, e o tour é bem legal e vale a pena.

 

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Voltamos no final da tarde para Bangcoc (chegamos por volta das 17hs), e a noite fomos para Siam conhecer os shoppings.

 

O Siam Center e o Siam Paragon são muito bonitos, mas para pessoas que querem fazer compras em lojas de marca. O preço é até razoável, mas não ficamos muitos tempo por lá. Em seguida fomos para o MBK – este shopping tem 7 andares, e cada um deles é focado em algum tipo de produto (sapato, roupa, souvenir, etc). Ao invés de lojas, são barraquinhas e os preços dos souvenirs são ótimos! Como estávamos no início da viagem, não compramos nada – já que tínhamos limite de peso de bagagem nos vôos internos. Só jantamos e voltamos para o hotel.

 

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Entre hoje e amanhã continuo com o relato da nossa ida para Chiang Mai!

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06/10/2015 – Bangcoc > Chiang Mai

 

Acordamos cedo e fomos a pé até os templos, que estavam bem próximos de onde estávamos hospedados. É uma boa caminhada, o tempo estava nublado e ajudou a dar uma quebrada no sol. Um homem na rua começou a conversar com a gente, disse que era professor e que hoje os templos estavam fechados pela manhã. Pegou nosso mapa e deu umas dicas de outros lugares para conhecer. Li muito sobre golpes dizendo que os templos fecham, mas para o nosso azar, de manhã os templos realmente estavam fechados para visitação. Era feriado de Buda e só podia entrar para fazer meditação. Foi uma longa caminhada em vão, mas que nos ajudou a planejar a visita no nosso retorno para Bangcoc.

 

Voltamos para o hotel fazer o check-out, almoçamos e fomos negociar o taxi para o Aeroporto Don Mueang. Este é o segundo aeroporto de Bangcoc, mais antigo e tão longe quanto o Suvarnabhumi. Ainda era 14hs e nosso vôo era somente às 18h10. Isso ajudou na hora de negociar o taxi – pagamos 320 bahts, para um preço inicial de 500 bahts.

Voamos pela Air Asia (1 hora de vôo), e foi bem tranquilo.

 

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Chegando em Chiang Mai já era noite, pegamos o taxi do aeroporto mesmo (160 bahts) para o hotel. Ficamos no Baan Montien, que eu super recomendo! Neste hotel não tivemos que deixar nenhum depósito caução. Deixamos as malas no quarto, e já saímos para conhecer os arredores e jantar.

 

O nosso hotel ficava bem próximo da muralha que divide o centro da cidade dos demais bairros, e em uma caminhada de 10 minutos encontramos um restaurante para jantar. A noite em Chiang Mai é uma delícia, bastante gente nas ruas, mas um clima bem mais calmo do que Bangcoc.

 

Logo voltamos para o hotel pois no dia seguinte eu já tinha agendado por e-mail a visita ao Patara Elephant Farm.

 

 

07/10/2015 – Chiang Mai (Patara Elephant Farm)

 

Tomamos café-da-manhã bem rapidinho, e a área do café ficava no último andar do hotel. Que vista maravilhosa!

Logo a van do Patara chegou no hotel, então tivemos que descer no meio do café para sair.

 

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Peguei a indicação deste santuário aqui no Mochileiros e em alguns blogs que encontrei na internet. Ele é bem mais caro que os passeios usuais de elefante, pois na realidade você vive um dia como um cuidador de elefante.

 

A reserva precisa ser feita com antecedência através do site (http://www.pataraelephantfarm.com/) e o pagamento é feito somente no dia que você fizer o passeio. O valor que pagamos por pessoa foi de 5.800 bahts, onde está inclusa a van de ida e volta, o almoço e o dvd com fotos e vídeos que eles mesmos fazem.

 

Resumidamente, você chega, interage um pouco com alguns elefantes e recebe algumas instruções basicas. Depois aprende alguns comandos, alimenta ele e limpa as costas. Eu fiquei com uma elefante que estava prenha, e seu filhote de 2 anos. Acabei na verdade cuidando de 3 elefantes!

 

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O dia estava uma delícia, até montarmos nos elefantes. O legal é que não colocam nenhuma cadeira ou estrutura para você sentar, vai no pêlo mesmo! Apesar disso, a trilha que os elefantes fazem é super pesada. É uma hora no meio da floresta, com vários barrancos, uma caminhada bem pesada e que não achei tranquilo de fazer. O elefante quer comer a todo momento e os cuidadores que nos acompanham não deixam, e para nós mesmo, é bastante esforço físico para ficar na nuca dele.

 

Depois de 1 hora de trilha, paramos para o almoço. E que almoço! Muito bom, bem variado e na folha de bananeira! Descansamos mais uns 10 minutinhos, e já nos chamaram para dar banho nos elefantes no rio.

Depois disso voltamos mais 10 minutos para o ponto de apoio e o passeio acabou.

O dia foi uma delícia, e apesar de caro achei que vale a pena e recomendo. Só não achei legal a trilha pois na minha opinião, ela é muito extensa e cansativa para os elefantes.

 

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A van nos deixou no hotel, e depois de um bom banho e uma esticada na cama, saímos para jantar. Encontramos a Rua Loi Kroh Road, super agitada cheia de barzinhos e restaurantes. Jantamos um hamburguer e voltamos para o hotel descansar.

 

 

08/10/2015 – Chiang Mai

 

Acordar neste dia foi muito difícil! Eu tinha dor pelo meu corpo todo, por causa da trilha dos elefantes. Levantamos e fomos tomar café-da-manhã; e resolvemos caminhar e conhecer os inúmeros templos de Chiang Mai. É bem diferente de Bangcoc – os templos são bem vazios, e não precisa pagar para entrar. Estava um sol de rachar, mas passamos a manhã toda caminhando pela cidade.

 

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A tarde fechamos o tour para Chiang Rai, para finalmente conhecer o White Temple! Nós queríamos somente conhecer o White Temple, mas nenhuma agência tinha esta opção, então pegamos um tour com 5 paradas.

 

A noite, extendemos a nossa caminhada na Rua Loi Kroh Road, em mais uns 15 minutos chegamos no night market. E que night market! Existem milhares de barraquinhas na rua, e mais algumas dentro do estabelecimento do night market. Precisa negociar bastante, mas tem preços muito bons para souvernirs, roupas e até comida. Ele acontece todos os dias, não somente nos finais de semana como em Bangcoc ou Krabi.

 

 

09/10/2015 – Chiang Mai > Chiang Rai

 

Como saíriamos muito cedo, o pessoal do hotel providenciou um café-da-manhã para viagem (lanche de presunto e salada, e um suco). Com saída às 7hs e retorno às 21hs, a ida até que foi tranquila. Primeiro paramos no Hot Spring, uma espécie de termas com água quente.

 

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Depois seguimos viagem para Chiang Rai. Chegamos no White Temple (Wat Rong Khun) e tivemos 1 hora para ficar andando por lá. Que impressionante! Diferente dos demais templos da Tailandia, este templo é contemporâneo, e tem muitos detalhes. Ele inclusive não está terminado – a previsão é para que seja finalizado em 60 anos. Maiores detalhes sobre a história é só pesquisar no Trip Advisor ou até no google mesmo, que você acha muita informação.

 

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Saindo do White Temple, visitamos uma tribo, onde era possível visitar as Long Neck Women se pagasse um valor adicional. Eu e o Felipe não tínhamos interesse em conhecer, então ficamos aguardando na feirinha, comendo frutas da barraquinha.

 

Em seguida, paramos para almoçar (incluso no tour), e fomos para o Golden Triangle. É um rio que faz divisa com a Tailandia, Myanmar e Laos. E a história é a mesma do Pablo Escobar com a cocaína, porém com o ópio/heroína. É bem interessante, e lá tem a opção de fazer um passeio de barco neste rio, pagando um valor adicional. Também não fizemos pois não achamos atrativo ver o rio e um monte de arvores e tudo mais. Estava muito quente, então decidimos comprar uma cerveja no 7 Eleven. Não conseguimos, pois o mercado só podia vender bebida alcoólica a partir das 17hs.

 

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Depois do Golden Triangle, fomos para um view point, de onde podíamos ver toda a cidade. Lá também tinha alguns templos e estátuas bem bonitas.

 

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Esta foi a última parada, e o retorno foi bem tenso. Pegamos um super congestionamento em Chiang Rai, estava chovendo e o motorista da van correndo a 150km/hr na estrada escura e sinuosa (Van da morte parte 2; me lembrou muito a van que pegamos no Peru - vide relato que fiz no início desse ano).

 

Chegamos bem tarde em Chiang Mai, e como nosso vôo no dia seguinte era 6hs da manhã, eu comi um lanche no 7 Eleven e o Felipe comeu uns espetinhos esquisitos na rua mesmo, para dormimos e sair cedo.

 

 

Pretendo finalizar o relato no próximo post =)

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10/10/2015 – Chiang Mai > Railay Beach

 

Saímos de madrugada para o aeroporto em Chiang Mai, e pegamos o primeiro vôo da Air Asia para Krabi às 06h35. Foram 2hs de vôo e neste dia iniciamos a viagem para as praias maravilhosas do Sul da Tailandia.

Dentro do aeroporto você já compra o bilhete do ônibus que leva até o pier.

 

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No pier você também paga pelo Long Tail Boat que te leva para Railay Beach (não existe outro meio de transporte para chegar lá). Em menos de 10 minutos você chega a Railay East, o lado de Railay onde ficam os restaurantes e barzinhos mais em conta, mas não tem praia (é meio que um mangue). Fomos caminhando para Railay West, e em 5 minutos estávamos no nosso hotel, o Sand Sea Resort. Ele fica na beira da praia, tem piscina de borda infinita e o café-da-manhã estava incluso no valor da diária.

 

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Fizemos o check-in, e neste caso não tivemos que deixar nenhum caução, somente uma cópia do cartão de crédito; eles oferecem um chá gelado de boas vindas no local – eu não tomei, mas o Felipe adorou. O quarto era muito legal! Todo de vidro, espaçoso...o único problema é que o quarto cheira mofo. Saímos para caminhar, e acabamos conhecendo Pranang Cave Beach, onde fica a Pranang Cave! Com todo aquele calor, voltamos para a piscina e passamos o resto da tarde lá.

 

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O estranho de Railay é a água do chuveiro. Ela é meio salgada, então quando você sai do banho fica meio grudando.

A noite fomos para Railay East para jantar. Paramos em uma agência, e fechamos o tour para Hong Island. Depois ficamos no The Last Bar, musica ao vivo, cerveja e petiscos, e todo dia tem show de pirofagia!

 

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11/10/2015 – Railay Beach (Hong Island)

 

Acordamos para tomar o café-da-manhã do hotel, que tinha um buffet bem completo e omelete; além da vista para aquele mar lindíssimo.

Tínhamos 2 opções de transporte para este tour de Hong Island: speed boat (saía de Railay West, e chega mais rapido no destino) ou long tail boat (vai para Krabi, pega transfer para o outro pier e aí sim pega o long tail boat para o destino). Optamos pelo long tail boat, mas se pudéssemos voltar atrás teríamos ido de speed boat. Perdemos muito tempo nessa ida para o outro pier (1h30), e tínhamos menos tempo no destino já que demorava mais para chegar.

 

Todas as paradas desse tour são demais! Desde a lagoa, até a praia e finalmente a parte principal da ilha! Recomendo demais este tour, vale muito a pena – se possível, de speed boat!

 

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Chegamos em Railay e ficamos na varanda do nosso quarto tomando uma Chang depois do banho, e só saímos pra jantar.

 

 

12/10/2015 – Railay Beach

 

Neste dia, tínhamos a opção de fazer o tour das 4 e/ou 7 ilhas. Mas li em alguns blogs e relatos que não vale muito a pena. Eu mesma passo a vez de ficar subindo e descendo do barco milhares de vezes, só faço questão se realmente valer a pena.

 

Então decidimos ficar na praia e na piscina o dia inteiro! E que idéia ótima. Tomamos o café-da-manhã; o dia estava uma delícia e ficamos tomando banho de sol, piscina e mar sem limites – o mar lá não tem ondas e dependendo do horário, da pra ir caminhando até o fundo. A água é cristalina, Muito bom pra ficar relaxando. Foi ótimo para descansar e aproveitar aquele lugar maravilhoso – como gostamos de Railay!

 

No almoço, fomos para Railay East e aproveitamos para comprar o bilhete do Ferry para Phi Phi.

 

A noite tínhamos planejado jantar e ficar de novo no The Last Bar, pois neste dia tinha luta de Muay Thai, mas caiu a maior chuva do mundo e o bar é todo descoberto. Jantamos no Mom’s Kitchen, e voltamos para o quarto.

 

Chegamos enxarcados! Mas naquele calor...até que não foi ruim no fim das contas.

 

 

13/10/2015 – Railay Beach > Ko Phi Phi

 

Tomamos nosso ultimo café-da-manhã, e arrumamos nossas malas para o check-out. O Ferry saía de Railay East, então fomos até lá para esperar o horário de embarcar.

 

O Ferry tem ar condicionado, e uma área externa para aqueles que queriam ir no sol torrando. Claro que fomos no ar condicionado rs e a viagem durou 1h45. Chegamos em Ko Phi Phi! Lá, nos hospedamos no PP Charlie (mesma área comum do PP Princess, mas é a parte mais antiga). Este hotel fica a 5 minutos do pier e à beira-mar, tem piscina de borda infinita e neste tivemos que deixar o caução de 1.000 bahts. Nosso quarto era bem simples e precisa passar por uma repaginada, mas o ar condicionado funcionava tranquilamente e o chuveiro era muito bom. Ele é bem próximo da rua, e pela praia fica bem perto dos shows de pirofagia. A localização é ótima! Nesse hotel tinha canais de filme em inglês (HBO, Cinemax) que assistíamos nas horas de descanso; já que conseguíamos entender algo que falavam rs.

 

Li muitos relatos sobre este hotel sumir com as toalhas de rosto do quarto, e depois cobrar dos hóspedes, ou cobranças em duplicidade no cartão de crédito. Mais para frente, conto a minha experiência neste sentido.

Logo ficamos na praia, pra aproveitar aquela paisagem linda de morrer e aquele clima maravilhoso. Almoçamos e ficamos um pouco na piscina – detalhe para a água que estava quente, por causa da quantidade de pessoas na piscina, e o calor que fazia.

 

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A noite, compramos 2 buckets e fomos assistir o show de pirofagia. Muito top! Os caras são realmente bons, deu uma garoada de leve, mas que não abalou em nada a festa. Estava bem divertido.

 

Conhecemos um brasileiro que mora lá a 4 meses e trabalha fazendo alguns bicos para se sustentar. Parece uma vida sem preocupações, mas imagino que não seja tão simples assim. A noite em Phi Phi é bem agitada, festa e bares para todos os lados, shots de bebidas grátis, beer pong, etc; pra quem procura diversão é o lugar ideal!

 

 

14/10/2015 – Ko Phi Phi

 

Pela manhã tomamos o café no hotel, e ficamos um pouco na praia que neste horário ainda estava mais vazia. Saímos para caminhar nas vielas da ilha, e compramos o tour para Maya Bay (half day). Começava às 13hs e voltávamos às 18hs.

 

Fomos até o ponto de encontro e ficamos aguardando o barqueiro. Nos juntamos com um grupo de mais 11 pessoas e iniciamos o tour.

 

Primeira parada em Monkey Beach. Achei bem desnecessário, um monte de macacos agressivos; querendo roubar bolsas e comidas a todo custo. Apesar de uma placa gigante dizer “não alimente os macacos”, todo mundo fica dando comida e até cerveja para os macacos. Enfim, péssimo, não via a hora de sair dali. Depois passamos pela Viking Cave, e em seguida tivemos tempo para fazer snorkeling. De novo, tinha um casal jogando milhares de pedaços de pão no mar pra atrair os peixes. Esquisito. Depois do snorkeling, fomos enfim para Maya Bay. O barqueiro recolhe a taxa para entrada na praia antes de descermos do barco (200 bahts por pessoa). A entrada não é muito facil; primeiro você precisa andar sobre pedras e corais que machucam o pé – graças a dica de um amigo meu, compramos umas botinhas de neoprene que servem para andar nestas pedras, e éramos os únicos a andar com mais facilidade. Depois, ou você escala uma rede ou entra pelo buraco embaixo da ponte dependendo da maré.

 

A praia é linda. Aconchegante. Mas confesso que deveria ter feito Maya Bay no private boat (estava na faixa de 1.000 a 1.200 bahts para 2 pessoas). Teríamos ido direto para Maya Bay, e em horário alternativo, sem muita gente pra competir com a paisagem. Neste dia choveu então o tempo estava meio nebuloso – o que não tirou a beleza e peculiaridade de Maya Bay!

 

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Saindo de Maya Bay, contornamos a ilha e fizemos uma última parada para snorkeling na entrada da praia. Muitos peixes, tudo muito lindo. A volta no barco foi torturante pra mim. Comecei a passar muito mal do estomago (talvez porque bebi um pouco da agua do mar durante o snorkeling ou pelo arroz que deram de lanche durante o tour; e para ajudar, o cara que estava sentado atras de mim, ficou catarrando a vida inteira dele e cuspindo no mar. Quando chegamos no pier, saí correndo para o hotel. Fiquei um pouco mal por algumas horas, mas mais tarde conseguimos sair para comer alguma coisa; mas voltamos cedo para o quarto pois não estava 100%.

 

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15/10/2015 – Ko Phi Phi

 

Tiramos este dia para ficar totalmente sossegados no hotel. Tomamos o café e fomos na recepção para pagar 2 diárias extras. O fato é que eu tinha planejado ir para Ko Lanta, mas Phi Phi estava bom demais e resolvemos passar mais 2 dias lá.

 

Passamos a manhã toda no quarto pois eu ainda não estava 100% e o Felipe também não estava muito bem, acabou tendo um desarranjo intestinal, então ficamos os dois meio podres se recuperando.

 

Neste dia, saímos para almoçar tarde e ficamos andando pelas vielas da ilha. Olhamos alguns preços de tatuagem (evitem fazer as tattoos nas ilhas, são bem mais caras – fizemos as nossas em Bangcoc e pagamos metade do preço; mais pra frente conto como foi).

 

A noite ficamos um pouco no show de pirofagia (que todas as noites são iguais), comemos uma pizza e mais tarde dormimos para aproveitar o dia seguinte.

 

 

16/10/2015 – Ko Phi Phi

 

Como toda manhã, descemos para tomar café, e conhecemos uma brasileira que mora em Cingapura e estava a semana em Phi Phi de férias. Neste dia tinha Pool Party na piscina do nosso hotel, aberta para toda a ilha e entrada gratuita. Então, logo depois do café nós 3 já ficamos por lá esperando a farra começar. A partir das 13hs tinha DJ, venda de bebidas e beer pong na beira da piscina. Ficamos lá até umas 16hs, então eu e o Felipe saímos para almoçar.

 

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O dia deu uma nublada, então resolvemos dar uma caminhada até o View point. Meu deus que role é aquele??? Uma escadaria sem fim até a entrada, tinha que pagar 30 bahts por pessoa para entrar, e ainda subir mais algumas rampas super íngremes até o topo. A gente quase morreu, mesmo porque não somos nem um pouco atletas. Mas quando chegamos lá, compensou todo o esforço. A vista era animal, dava para ver os dois lados da ilha (o pier e a praia).

 

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Voltamos para o quarto, tomamos um banho e saímos para jantar com a brasileira de Cingapura. Demos uma voltinha até as festas na praia, depois subimos para dormir.

 

 

17/10/2015 - Ko Phi Phi

 

Depois do café-da-manhã, ficamos na praia tomando um sol, mas depois pedimos um arrego e fomos pro ar condicionado do quarto.

 

Quando saímos do quarto na hora do almoço, as moças que arrumam o quarto perguntaram se queríamos que elas limpassem. Dissemos que sim, saímos e elas ficaram lá. Compramos o bilhete do Ferry para Krabi e demos mais uma andada pelas vielas. Voltamos mais tarde para o quarto; o Felipe abriu o frigobar e viu que as cervejas estavam todas bagunçadas. Contou e viu que estava faltando uma lata de Singha. Acontece que a cerveja era bem mais barata no mercado, e não tinha porque consumirmos do frigobar. Descemos na recepção no final da tarde para informar o ocorrido e avisar que não pagaríamos por aquela lata que sumiu. A moça disse para ficar despreocupada pois na manhã seguinte eles iam checar no check-out.

 

Saímos para caminhar, e tomamos o sorvete mais diferente de todos. O líquido é jogado em uma base gelada, e os componentes que você escolhe (chocolate, frutas, etc) são picados no meio do líquido, que vira um sorvete. É muito bom!

 

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Ficamos nas festas na praia, despedida na última noite em Phi Phi.

 

 

18/10/2015 – Ko Phi Phi > Krabi

 

Pedimos para fazerem o check-out, e enquanto isso tomamos o café-da-manhã. Quando voltamos na recepção, a mulher nos devolveu o caução descontando 50 bahts da cerveja que sumiu. Foram longos 15 minutos de discussão, até que ela bem contrariada nos devolveu o dinheiro. Então, já sabem! O hotel é muito bem localizado, mas existem outras opções próximas. Se optarem por ficar no PP Charlie, ou no PP Princess, fiquem muito atentos pois eles adoram aplicar golpes!!!

 

Fomos para o pier, e logo estávamos no Ferry que seguia para Krabi.

 

Pegamos mototaxi para ir do pier até o hotel – era bem próximo, e esta era a forma mais barata de chegar lá. Pesquisando, descobrimos que de final de semana existe um night market em Krabi, então procuramos um hotel próximo a este local. Ficamos no Lada Krabi Residence. Por fora, achei que tinha nos metido numa enrascada. Mas por dentro, o hotel é super novinho e os quartos super espaçosos e bem conservados; sem falar na atendente super atenciosa e simpatica.

 

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Saímos para almoçar, e demos uma caminhada pelas ruas próximas. Encontramos algumas estátuas, e lojinhas. Mais tarde, fomos até o night market. É bem pequeno, comparado ao de Chiang Mai. Mas mesmo assim vale a visita. Muita comida pra experimentar, e bastante barraquinhas de souvenir até que em conta.

 

Jantamos e compramos alguns souvenirs, depois voltamos para o hotel para dormir.

 

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19/10/2015 – Krabi > Bangcoc

 

Saímos de manhã e tomamos café no 7 Eleven mesmo. Demos uma caminhada até o semáforo bem diferente que ficava perto do nosso hotel, e fomos negociar um taxi para o aeroporto pois nosso vôo era 13hs. Conseguimos na rua um taxi bem mais barato, então subimos para arrumar nossas coisas. Krabi Town tem um templo branco, mas ficamos com medo de andar até lá e depois ter que voltar correndo para pegar o taxi às 11hs. Fizemos uma horinha no quarto, e logo deu o horário para seguirmos viagem para Bangcoc.

 

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Pegamos o vôo da Thai Lion Air, e a tarde já estávamos em Bangcoc.

Aqui tentamos pegar um ônibus que sai do aeroporto e vai até a Khao San Road. Ele custa 30 bahts por pessoa, super barato! Acontece que acabamos pegando o ônibus errado (perguntei sobre a Khao San Road para o motorista mas pelo visto ele não entendeu), e tivemos que descer no meio do caminho. Isso nos obrigou a pegar um tuk-tuk (nosso primeiro tuk-tuk!!!) para chegar até o hotel. Até conseguimos um preço bom – 160 bahts.

 

Ficamos de novo no Rambuttri Village – como disse, o hotel é razoável e a localização fala muito a favor dele. Andamos bastante na Khao San Road e arredores para tentar comprar uns souvenirs, mas achamos muita coisa cara perto do que vimos em Krabi. Almoçamos um pad thai na rua mesmo e mais tarde decidimos ir para o MBK, o paraíso dos souvenirs!

 

Compramos muita coisa lá e gastamos bem pouco. Também compramos nossa mala, para despachar as roupas e líquidos, e levar nos mochilões somente as coisas que quebram e que não podiam extraviar.

 

A noite decidimos dar uma vasculhada nos estúdios de tatuagem! Eu queria muito fazer uma sak yant desde que começamos a pesquisar essa viagem, então fomos em busca do lugar. São muuuuitos estúdios, e no fim das contas muitos deles chamam os mesmos tatuadores para fazer a arte. Fomos super bem atendidos no Eak Tattoo da Rua Rambuttri; foi lá mesmo que fizemos a tattoo! Optamos pelo bamboo, ao invés da máquina. Primeiro pois ela é menos agressiva (mal saiu sangue) e depois que esta técnica só existe na Tailandia. Eu queria mesmo fazer o ritual com um monge, mas eles não tatuam mulheres (são raros que tatuam), então foi no estúdio mesmo.

 

E dói, meu deus como dói! Dói muito mais do que a tatuagem com máquina, pode ter certeza! O Felipe disse que eu me contorcia a todo momento, e na minha cabeça eu não ia aguentar as 2hs que ele disse que demorariam. Eu também não escolhi um lugar muito favorável (nas costas, na altura das costelas). Mas valeu a pena! Ficou linda demais, e para aqueles que gostam de tatuagem, recomendo. No fim das contas a minha demorou 1 hora, e a do Felipe uns 50 minutos.

 

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Depois de toda essa dor, saímos para tomar uma cerveja e jantar, porque a gente super merecia!

 

 

20/10/2015 – Bangcoc

 

Acordamos no dia seguinte meio de ressaca...de bebida, e da dor da tattoo! Tomamos café-da-manhã no hotel e fomos finalmente conhecer os templos de Bangcoc. Entramos primeiro no Grand Palace; o Felipe não quis colocar a calça jeans, então alugou uma calça lá mesmo. É bem tranquilo, eles te devolvem o dinheiro quando você entrega a calça, saindo de lá. Eu estava de regata e calça, mas levei um casaquinho para não ter problema; tinha muita gente neste dia, recomendo ir bem cedo.

 

Começamos a andarilhar por lá, e quanta coisa pra ver! São muitos edifícios, templos, estátuas; todos cheio de detalhes e impressionantes.

 

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Saindo de lá, logo ao lado fica o Wat Pho, onde está o Buda Reclinado. A entrada lá é mais barata, e na nossa opinião é muito mais legal do que o Grand Palace. Além do mais, você ganha uma garrafinha de água por ticket, super válido!

Durante a visita começou a chover, mas não nos abalou muito porque deu uma quebrada no calor. Conseguimos ver tudo nos mínimos detalhes, e a chuva ajudou a esvaziar um pouco o local, o que facilitou pra gente conhecer tudo com menos multidões malucas.

 

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Depois do Wat Pho, a idéia era conhecer o Wat Arun que fica do outro lado do rio. Mas ele está em manutenção, então decidimos não fazer a travessia. Dizem que do outro lado tem um calçadão bem legal com alguns restaurantes, mas acabamos não conhecendo.

 

Voltamos a pé para a Rua Rambuttri para almoçar. Parece tranquilo, mas essa caminhada é meio longa de mais ou menos meia hora. Demos sorte de estar nublado, porque embaixo do sol acho que ia dificultar bastante. Antes paramos em uma agência próxima e fechamos o tour para o Floating Market no dia seguinte.

 

Almoçamos um peixe no Green House, e estava uma delícia. Nós dividimos em 2 pois o peixe é bem grande.

No final da tarde resolvemos ir até o MBK para fazer nossas últimas compras de souvenir da viagem, e também comprar a mala de rodinha para despachar os líquidos e roupas.

 

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Gente, com certeza planejem para fazer as compras de vocês lá (se estiverem em Bangcoc no final de semana, tem também o Chatuchak Market – nós acabamos perdendo).

 

 

21/10/2015 – Bangcoc (Floating Market)

 

Saímos bem cedo após o café-da-manhã. A viagem até lá é de mais de uma hora, meio demorado e no fim das contas não achamos que valeu a pena. É aquele típico tour pra turista ocupar tempo no roteiro. O mercado só funciona por causa das visitas dos turistas, o rio é sujo e as barraquinhas não são tão baratas como em Bangcoc.

 

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Você da uma volta com o barco nos arredores, mas para andar de barco no mercado mesmo precisa pagar um adicional de 150 bahts que definitivamente não fazíamos questão de gastar. Tivemos que esperar por volta de 1h30 até o horário de ir embora. O tour ocupou a manhã toda, e chegamos em Bangcoc por volta dar 13hs. Passamos em uma agência que oferecia o transfer para o aeroporto em van. Para ter uma idéia, os taxis estavam cobrando 500 bahts, e essa van saiu 130 bahts/pessoa.

 

Almoçamos na Rua Rambuttri de novo, mas em um restaurante mais simples, o Magic Thaifood. A comida é muito boa e vem bem servido.

 

Voltamos para o quarto para organizar as malas, já que sairíamos para o aeroporto às 22hs.

 

Saímos para uma última caminhada nas redondezas, mais a noite jantamos próximo do nosso hotel em uma barraquinha de rua mesmo. Acho que as melhores comidas da Tailandia são feitas na rua (até porque a cozinha dos restaurantes é tão suja quanto a rua). Estava muito bom!

 

Check-out feito, a van nos buscou às 22hs em ponto para iniciarmos o retorno para casa.

 

 

22/10/2015 – Bangcoc > Dubai > Sao Paulo

 

Despachamos a mala de roupas, e esperamos pelo nosso vôo, que saiu às 02h40 de Bangcoc. Também ganhamos um voucher da Emirates, e aproveitamos para comer um Burguer King pra variar a comida Thai rs. O vôo chegou em São Paulo às 19h30.

 

 

 

Tenho a planilha com todos os gastos, quem tiver interesse me avise que eu envio por e-mail, ok?

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Parabéns pelo relato, Paula. Bem objetivo e útil. Vai ajudar muito no planejamento da minha ida.

 

Gostaria da planilha com os gastos que você mencionou. Vou passar meu e-mail por MP.

 

Valeu! :)

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Parabéns pelo relato, Paula. Bem objetivo e útil. Vai ajudar muito no planejamento da minha ida.

 

Gostaria da planilha com os gastos que você mencionou. Vou passar meu e-mail por MP.

 

Valeu! :)

 

Oi Rodrigo!

Obrigada, pode passar seu e-mail que eu te mando a planilha.

Boa viagem!

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Muito bom relato, Paula. Estou indo para a Tailândia em dezembro, então sua planilha vai me ajudar muuuito. Agradeço se me mandar: [email protected].

 

Bjão!!

 

Fabiano, obrigada!

Espero que ajude mesmo, acabei de encaminhar a planilha.

Boa viagem!

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Muito bom relato.

Obrigado por compartilhar.

Estive em Bank Kok esse ano, mas somente em voo de conexão.

Espero fazer uma trip pra esses lados qualquer dia desses.

::otemo::

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Muito bom relato.

Obrigado por compartilhar.

Estive em Bank Kok esse ano, mas somente em voo de conexão.

Espero fazer uma trip pra esses lados qualquer dia desses.

::otemo::

 

Tiago,

Super recomendo!

A Ásia é apaixonante, e na Tailandia você consegue passar por 3 regiões extremamente diferentes.

Fica difícil de ir embora.

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Sensacional relato Paula, será de grande valia para montar o meu roteiro! Estou me programando para ir em Maio/2016, e com essa alta do dólar a previsão dos gastos se torna uito importante.

Você pode me enviar a planilha dos gastos seus com a viagem?

 

[email protected]

 

Obrigado, e parabéns pela experiência vivida e pelo relto também!!!

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Sensacional relato Paula, será de grande valia para montar o meu roteiro! Estou me programando para ir em Maio/2016, e com essa alta do dólar a previsão dos gastos se torna uito importante.

Você pode me enviar a planilha dos gastos seus com a viagem?

 

[email protected]

 

Obrigado, e parabéns pela experiência vivida e pelo relto também!!!

 

 

Oi Rodrigo,

Uau, vai pegar o maior calor do mundo, bom demais!

Enviei a planilha - dava para gastar bem menos, ou muito mais; então considero que nossos gastos ficaram bem no meio das 2 opções (principalmente por causa dos hotéis, se você ficar em hostel vai economizar um monte).

 

Obrigada e aproveite essa viagem, a Ásia é fantástica!

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Olá Paula,

 

Seu relato ficou ótimo, gostaria de receber sua planilha também.

 

Obrigado pelas dicas

 

Email: [email protected]

 

Olá Marcos,

 

Obrigada! Espero que o relato ajude da mesma forma como os anteriores me ajudaram a planejar essa viagem!

Já envie a planilha, ok?

 

Abs!

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Antes mesmo de me interessar por planejar viagens, Tailandia sempre esteve em primeiro no meu top de lugares que tenho vontade de conhecer, seu relato só me deixou com mais vontade de ir! Hahaha

 

Você pode me enviar a planilha também, por favor? Email: [email protected]

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Antes mesmo de me interessar por planejar viagens, Tailandia sempre esteve em primeiro no meu top de lugares que tenho vontade de conhecer, seu relato só me deixou com mais vontade de ir! Hahaha

 

Você pode me enviar a planilha também, por favor? Email: [email protected]

 

 

Daniela,

 

Comigo foi bem diferente; nem sonhava em ter vontade de ir pra Tailandia. Se esse é um dos seus destinos top, só tenho um conselho pra te dar: Vá o quanto antes você puder! rs. Eu não vejo a hora de voltar!

 

Planilha enviada.

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Daniela,

 

Comigo foi bem diferente; nem sonhava em ter vontade de ir pra Tailandia. Se esse é um dos seus destinos top, só tenho um conselho pra te dar: Vá o quanto antes você puder! rs. Eu não vejo a hora de voltar!

 

Planilha enviada.

 

Eu costumava falar com as amigas sobre essa vontade e a maioria achava que eu era doida. Hahaha Já vou fazer o "fundo Tailândia" desde já, pra me organizar com grana e tentar ir o mais rápido possível!

 

Muito obrigada pela planilha. ::cool:::'>

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Olá Paula,

 

eu e o meu namorado também estamos de partida para 6 semanas pela Ásia incluindo a Tailândia! Fiquei curiosa acerca da tatuagem. Também quero fazer (as 5 linhas) e gostaria de saber mais ou menos os valores que encontraste. Será que me podes ajudar. Obrigada! Beijinhos

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    • Por Lielto
      Sebuí é o nome dado a uma Reserva Ecológica que fica proximo a Guaraqueçaba-PR. Sendo exato fica ha 50 minutos de barco.
      http://rppnsebui.blogspot.com.br/
       
      Trata-se de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com 400 hect. de Mata Atlântica e ecossistemas asociados, litoral norte do Paraná.
      Ha cerca de 6 cachoeiras dentro dessa pequena ilha, ha algumas cavernas também e o que mais impressiona é a fauna, as belas aves e animais que voce -com sorte e atenção- vera pelo caminho.
       
      São mais de 91 espécies de aves, cerca de 20 de anfíbios, além de peixes, répteis e várias de mamíferos convivem na reserva.
       
      A visita começa por Guaraqueçaba (em tupi: Pousada do Pássaro Guará).
       

       
      Ou melhor voce pode colocar Paranaguá no roteiro se tiver um tempinho a mais, pois é um bom lugar pra se tirar fotos e ver o sol nascer na baía, dar uma volta no centro histórico de Paranaguá, almoçar.



       
      Tambem em Paranaguá (cidade tombada pelo patrimônio histórico) sera inaugurado (em fev/ 14 ?) o Aquário Marinho.

       
      Além de ser a melhor opção para ir até Guaraqueçaba, são 2:30 de barco (40 reais ida e volta)
      Mas se atente aos horários de barco.

       
      Pois de carro se percorre um longo caminho de estrada de chão, 76km. Quase 3 horas de percurso.
      A empresa Viação Graciosa http://www.viacaograciosa.com.br/ faz esse percurso, mas de ônibus demora-se quase o dobro de tempo. (42,77 ida 39,77 volta)

       
      (com essa estrada de chão, somente o eco-turista que realmente preserva o meio ambiente vai para lá, se fizerem o asfalto... Os comerciantes lucrarão mas a cidade perdera o encanto em si pois pessoas imundas irão para lá com suas caixas de cerveja e som alto)

       
      Se for passar a noite em Paranaguá tem um hostel http://www.hostelcontinente.com.br/ que ta sempre tocando um bom e velho rock n roll.
      obs. talvez voce considere passar a noite lá por causa do horario do barco para Guaraqueçaba.
      http://www.paranagua.pr.gov.br/conteudo/guia-turistico/horarios-de-barcos
      Saída as 09:00 e 14:00 horas.
       
      Guaraqueçaba é encantadora, tem seus artesanatos, suas lojinhas, sua igrejinha, seus barcos coloridos, suas histórias... No ultimo dia por exemplo, ficamos sabendo da história do Copo Sujo.
      Chico Mula era um índio/ poeta dono de um bar, morador querido e conhecido por todos, ícone da cidade, casado com uma das mais belas mulheres da Baía de Guaraqueçaba
      Em seu bar havia um copo do qual ele sempre servia uma dose de graça pra quem quisesse beber algo, porem o copo 'como tradição' nunca era lavado, logo ficou conhecido e desejado (?) pelos viajantes, como Copo Sujo.




       
      Voltando a falar de Sebuí. Ha duas opções de se conhecer o lugar. Uma sai meio caro... Mas as chances de ver animais, pássaros exóticos é maior! Uma vez que você pousaria dentro de uma cabana na ilha. (lembrando que não se pode acampar lá e nem tem como).
      Entre em contato com eles e conheça o pacote e suas tarifas http://www.cormorano.com.br/ (média de 500 reais/ pessoa por um pacote com tudo incluso, hospedagem 2 noites e 3 dias, 4 refeições, passeios e uma serie de atividades)
      Outra foi como fizemos, entrar em contato direto com um dos barqueiro de Guaraqueçaba solicitando o passeio até a Reserva de Sebuí.
      Por sorte, conhecemos um dos melhores e mais simpático barqueiro da região, Senhor Valdir. Que nos cobrou 60 reais por pessoa.

       
      Claro que foi um passeio mais simples mas pudemos conhecer uma parte de Sebuí, 3 cachoeiras, o mangue, os pássaros guaras, infelizmente devido a maré no vimos os papagaios de cara roxa.






       
      Senhor Valdir também nos fez companhia no barzinho a noite contanto suas histórias e curiosidades do município. Uma figura ele!
      Tambem nos fizeram cia um casal muito gente boa, foi uma noite bem bacana de muita história, pois estávamos todos nos conhecendo naquele dia/ viagem.


       
       
      ha... ao contrario do que eu pensava, a melhor lua é a minguante, pensei que fosse a cheia, mas na minguante o mar fica mais velejável.
      Pois na cheia, ha duas mares: uma muito rasa (por isso demoramos pra sair de barco) e outra muito cheia. Por essa demora não pudemos conhecer outras cachoeiras que existem na ilha.

       

       
      Na minguante ha 4 tipos de marés, todas quase no mesmo nível, o que facilita a navegação nesse caso.
      Se puder escolher... Pois isso facilitará, mas se ficar em Sebuí, a Lua Cheia e sua luminosidade sera melhor para observação das espécies.
       
      Em Paranaguá deixamos o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro.
      Pagamos 20 reais por dia. Estacionamento coberto.
      Fone: 41-3422-6789
      Lembrando que também tem ônibus Ctba-Paranaguá. Mas o horário não bate com o de saída do barco!
       
      Em Guaraqueçaba nos ficamos na Pousada Chauá: http://pousadachaua.blogspot.com.br/
      35 reais com café da manha incluso.

       
      Então, por mais que como mochileiro, eu fuja dessas agencias de turismo, nesse caso, ha de se considerar um pouco a idéia. Pra ser exato não é uma agencia e sim o próprio dono de Sebuí que planeja esses pacotes contanto com uma equipe de guias de apoio. E é o único tambem.
      Todavia, dependendo dos dias que voce tenha, da pra explorar bem nos bate-volta até Sebuí.
       
      Bom, como faz tempinho que fomos (feriado de novembro/13) as coisas já não estão tao frescas na memória mas qualquer dúvida só perguntarem que tentamos ajudar!
       
      Dedico esse relato a nova mochileira Andressa, que deu a idéia de irmos para lá abrindo o tópico: reserva-ecologica-do-sebui-pr-setembro-t84825.html
      Agradeço as queridas meninas Carina e Daila, que me deram o prazer da companhia sendo eu o bendito fruto entre as mulheres.


       
      Bom e também a todos que aqui prestam seus relatos de viagem os quais tanto nos ajuda e inspira a por o pé na estrada.
    • Por Vanilsa Potira
      Olá,  galera da mochila!!!
      Estou de volta ao Mochileiros para descrever em um breve relato a viagem que fiz com amigos ao Chile entre os dias 05 a 19 de janeiro passado. O Chile é bastante visitado e os lugares que conhecemos dispensam relatos com muitos detalhes. Por isso me atentarei nos valores que pagamos nos passeios, nos hostels e nos registros fotográficos dessa aventura linda que fizemos da Rota do Deserto à Rota do Fim do Mundo.
      Primeiramente, como sempre, a viagem de avião começou em Manaus porque passagens com saída de Boa Vista custam simplesmente “os olhos da cara”! Conseguimos passagens com um preço bom de 1700,00 reais ida e volta, mas, já vi passagens com tarifas bem mais baixas, mas para outro período, fora da alta estação.
      Ao chegarmos em Santiago, seguimos direto para o Atacama, onde ficamos cinco dias por lá e aproveitamos bem os passeios naquele incrível deserto. Mas, antes, conferimos a cotação do dólar que estava 1 dólar para 600,00 pesos e 1 real corresponde a 165 pesos, mais ou menos.
      Pegamos o voo da Sky, cuja tarifa foi de 50,00 dólares. Já tínhamos reservado antes pela internet. Voo tranquilo com duração de 1h40min mais ou menos. Do aeroporto seguimos de van da empresa Lincancabur, que também tínhamos reservado antecipadamente pela net. O translado custou 12 mil pesos. A van nos deixou no Hostel Ayny com a primeira diária já reservada pelo Booking. Esse hostel oferece quarto compartilhado com banheiro e cozinha também compartilhados. Também tem opção para casais e quarto com banheiro e cozinha privativo. Ou seja, tem para todas as preferências e bolsos.
      No dia seguinte, depois de pesquisarmos os preços em várias agências, decidimos pela Lithium Adventures. Dos dez passeios que a agência oferece fechamos um pacote com sete tours, por 172 mil pesos ou 287 dólares por pessoa, que foi mais ou menos uns mil reais sem as tarifas de entradas. Abaixo, um resumo do roteiro que realizamos:
      1º dia:  Laguna Cejar (entrada: 17 mil pesos);
      2º dia: Piedras Rojas e lagunas altiplanicas - Full Day (Entrada: 5500,00 pesos);
      3º dia: Valle del Arcoiris e Petrogrifos (entrada no Petrogrifos: 3000 pesos e no Valle de la Luna:  3000 pesos).
      4º dia: Gêiser del Tatio, Termas del Puritama e Tour Astronômico (entrada nos gêiseres: 10 mil pesos para estrangeiros e nas Termas del Puritama foram 9 mil pesos)
      5º dia: Salar de Tara e Monges de la Pakana - Full Day.
      Todos os passeios são feitos de vans e guias bilíngues. No dia do passeio a Piedras Rojas, houve um protesto dos indígenas contra o impacto ecológico e ambiental causado pelo turismo e, portanto, não pudemos visitar a região.
      Assim, foram nossos dias no Atacama, um lugar belíssimo, maravilhoso, que é quente durante o dia e muito frio a noite. San Pedro do Atacama é uma cidade pequena com cerca de 10 mil habitantes e uns 200 turistas para cada um! Rss. Muito legal encontrar gente de várias partes do mundo e sempre com alguém se inicia uma grande amizade.
      Quero destacar a atenção dos guias. Todos maravilhosos. Mas o Nicolás Yaru foi o mais incrível de todos. Detentor de um vasto conhecimento da área, explicou com segurança como é a vida das pessoas que vivem no Atacama, seus costumes e suas necessidades básicas de sobrevivência no deserto. É bastante comunicativo e interativo com as pessoas e além do mais não se importa em tirar fotos para os turistas, pois sabe o melhor ângulo para uma excelente fotografia!! É o melhor guia do Atacama!!
      Depois desses cinco dias intensivos no Atacama, segui de ônibus para Santiago, pela Rota do Deserto.  Foi uma opção minha para conhecer a realidade daquela região. O deserto chega a ser hostil em certos trechos e ao mesmo tempo imponente e lindo. A passagem do ônibus pela TurBus custou 49 mil pesos
      Depois de um dia e uma noite viajando, cheguei em Santiago e segui direto ao aeroporto, onde encontrei minha amiga para irmos a Punta Arenas, o outro extremo do Chile. De Punta Arenas seguimos para Puerto Natales, com transfer em ônibus da empresa Busur. Que também foi agendado e pago pela internet por 30 dólares ida e volta.
      Depois de mais ou menos três horas de viagem, pela chamada Rota do Fim do Mundo, chegamos na rodoviária da gelada Puerto Natales. Tomamos um táxi até o Hostel Chamango, onde ficamos hospedadas em um quarto com banheiro privativo, por 24 mil pesos a diária.
      No dia seguinte, fechamos com a agência o único passeio que fizemos no lugar: Parque Nacional Torres Del Paine que custou 35 mil pesos por pessoa, sem almoço e a entrada no parque que custa 21 mil pesos. Uma dica que dou é de as pessoas levarem seu próprio almoço ou almoçar nos caríssimos restaurantes localizados dentro do parque.
      O passeio no Parque Nacional Torres Del Paine é lindo, com muitas paisagens belíssimas, é um local ideal para trekking, de fato. Nesse passeio, avistamos as Torres Del Paine por diversos miradores espetaculares, conhecemos o Lago Grey e visitamos a Cueva do MIlodón.
      Agendamos um passeio de barco pelo Glaciar Balmaceda y Serrano, mas, chuva e vento nos impediram de sair do hostel. Foi uma pena, pois ficamos na pequena cidade de Puerto Natales praticamente sem fazer muita coisa alternativa nesse dia chuvoso.
      E, após três dias curtindo o frio e o vento da patagônia chilena, retornamos a Santiago para encontrar um casal de amigos que fizeram passeios alternativos pelas vinícolas chilenas, pois estavam com uma bebê de colo e depois visitamos uma amiga chilena que morou em Roraima um tempo.
      Assim passamos as férias no Chile. Presenciamos tantas belezas que foram uma recompensa à distância que percorremos, ao calor e frio que sentimos, e claro, ao investimento $$$$$$$$$$$$ necessário. Afinal de contas a Patagônia, principalmente, não é um dos destinos mais baratos para viajar na América Latina. A média de preços de hospedagem e alimentação pode assustar os viajantes mais econômicos. Um simples café com leite e pão com manteiga podem custar uns 36,00 reais! um almoço simples, uns 42 reais... Já no Atacama, como já citei, tem para todos os gostos e bolsos. 
      Mas, valeu a pena. Elegi o Atacama como meus destinos preferidos. Mas, também fiquei muito encantada com a beleza da Patagônia. Valeu tanto a pena que eu vou voltar para conhecer outros destinos do fim do mundo. Já pensando na Argentina... rss
      Abaixo segue algumas fotos do maravilhoso passeio ao Chile.
       





































    • Por crysthyna
      Oiee genteee!
      Olha eu aqui de novo! Então... tô aqui pra fazer mais um relato, dessa vez sobre a Colômbia, mais especificamente, San Andrés!!! Um lugar incrível que eu sempre tive muita vontade de conhecer e quando vi uma oportunidade no valor de passagens super em conta e que batia com meu período de férias, não pensei duas vezes!!! Masssss, eu já havia comprado passagens para ir novamente a Fernando de Noronha e achei que ficaria super caro ir para esses dois lugares em uma única férias, mas pesquisei bastante, fiz meus cálculos e quem já acompanhou algum relato meu aqui sabe como sou de economizar muitooooo...rsrs! Enfim, comprei logos as passagens e depois ia me virar e foi o que fiz! Vi que San Andrés não era um lugar muito caro q comecei a investigar tudo sobre o lugar...hehehe! Já fechei a minha meta de gastos e o passeios que desejaria fazer, infelizmente as vezes é preciso abrir de algumas coisas para realizar uma viagem assim, mas eu nunca me arrependo, pois quero mais é curtir o local e pensar em coisas supérfluas depois... Bom, as passagens custaram pela Copa Airlines a bagatela de R$1.083,00 (incluindo as taxas) saindo do Rio de Janeiro, e já que o preço real foi de R$689,00 e o restante foram taxas, então vc vê que foi super em conta! Mas só depois que comprei é que vi as pessoas comentando que setembro é um mês mega chuvoso em San Andrés e já me desanimei bastante, poxa vida... será que eu ia me dar mal? Mas já estava feito e agora era rezar pro tempo ajudar....rsrs... fui na fé mesmo, minha gente!
       
      Não sou muito exigente com hospedagem, mas para mim uma boa localização é o ideal e como vi também que a ilha era muito quente, eu optei para ao menos o lugar ter ar condicionado e não precisava ser de frente para o mar ou um super hotel nem nada, eu fui pra curtir as praias e não os quartos e a estrutura do hotel, mas como eu sempre disse, existem vários perfis de viajantes, o meu é esse! Eu ficaria no El Viajero, o hostel mais famoso e procurado de lá, cheguei a fazer a reserva pelo booking e tudo, mas uns 10 dias antes eu estava olhando novamente e encontrei uma pousada por uma diferença pouca em quarto privativo com banheiro compartilhado que ficava na rua ao lado do El Viajero, uma localização boa e não pensei 2x!!! Cancelei a reserva anterior e fechei com essa pousada e não me arrependi, pelo contrário, gostei muito! Na verdade, não era uma pousada e sim uma casa de morador que alugava alguns quartos, assim como acontece em Noronha e como já tinha passado por essa experiência não achei problema algum.
       
      O lugar se chama Jackson House Inn e tem até página no face, paguei em 5 diárias a bagatela total de Cop 292.500!!! Muitoooo baratooo! Até fiquei meio receosa...rsrs... mas olha o quarto é arrumadinho, possui ar condicionado, frigobar, tv a cabo, cama de casal e a limpeza é feita todos os dias... Eles deixam vc usar a cozinha da casa que possui todos os utensílios necessários e era lá que eu fazia meu jantar de cada dia....rsrs... o banheiro, apesar de ser compartilhado não vi ninguém usando, parecia até que só eu usava, estava sempre muito limpo! Eu pagaria no El Viajero o valor de Cop 270.000 então vc vê como a diferença é pouca, apesar que no hostel eu teria café da manhã e lá não possui, mas isso não é problema pra mim! Fica perto do comércio e possui mercados próximos e foi lá que fiz uma comprinhas para passar os dias... Ah, não precisei comprar água pois o pessoal de lá também deixa vc utilizar a água potável para beber, eu enchia minhas garrafinhas todos os dias e deixava no frigobar e também levava para as praias, que beleza né?! Hehehe.... Eles lhe dão as chaves, uma do quarto e a outra da porta da casa e assim vc fica a vontade para entrar e sair a hora que quiser e a casa estava sempre vazia, foi bem tranquilo. De onde eu estava para a praia principal eram uns 5min caminhando, bem pertinho! Então, dá pra ver que bela economia eu tive com a hospedagem né?!
       
      Eu sempre coloco uma meta de gastos e dessa vez não foi diferente, acreditem se quiser, eu gastei U$200,00 com tudo, quando digo tudooo, eu digo tudo mesmo! Passeios, hospedagem, alimentação e taxa de entrada na Ilha! Mas ainda voltei com U$10 então na verdade gastei U$190!!! Hahahaha!
      Mas Cris, como vc consegue? Gente, mantenha o foco e controle seus gastos, ainda mais eu que tinha acabado de voltar de Fernando de Noronha e juntei uma viagem na outra, ou era assim ou não ia....rsrs! Bom, como economizar? Em tudo que vc vê que dá pra fazer sem gastar seu dinheirinho suado, eu por exemplo não gastei com táxi do aeroporto para a pousada e vice-versa, pois vi pelo google maps que dava pra ir andando e deu mesmo, eram 10 min apenas do aeroporto e foi super simples, eu gastaria no táxi Cop 15.000 ida e Cop 15.000 volta! Ah, mas isso é bobagem, pra mim não é não... pois de bobagem em bobagem vc nem vê seu dinheiro indo embora! Eu levei dólares para trocar na ilha e o cambio estava péssimo nas casas, fiquei xoxa mas lembrei q tinha o contato de um rapaz que consegui nas minhas pesquisas e procurei por ele... na mesma hora ele levou o dinheiro na pousada e fez a troca pra mim, estava bem melhor do que nas casas de cambio neste dia e ele é super de confiança, todos o conhecem e foi tudo certinho. Eu tive que pagar a taxa de entrada na ilha em Bogotá, onde foi minha escala e lá já troquei U$35,00 para pagar a taxa que era de Cop 99.000 e só aceitava em pesos, então tive que trocar no aeroporto mesmo, mas a taxa não estava tão ruim. Sendo assim cheguei em San Andrés apenas com U$165,00 e consegui me virar com isso.... hauahauhah!!!!
       
      A fila é imensa para fazer a imigração, mas anda bem rápido e olhaaaa, a ilha é bem quente mesmo, parece até o Rio no verão...rsrs! O aeroporto é muito pequeno, mas dá pra atender a todos e já achei o pessoal bem simpático! Eles pedem o comprovante de pagamento da taxa e vc guarda o outro com vc, pois vai precisar mostrar para sair da ilha, ou pagará novamente, então guarde-o muito bem!!!
       
      1º Dia: Fui andando para a pousada, arranhei um portunhol e consegui encontrar a dita cuja, foi fácil até! Olha gente, eu em momento algum tive receio de andar na ilha, nem mesmo a noite, achei tudo super tranquilo, é bem policiado e por isso tive total segurança em andar sozinha, mesmo com uma mochila gigante nas costas...hahahaha! Guardei as coisas, e fui conhecer a praia principal, chama Peatanol e já fiquei bestaaaaa!!! Que coisa lindaaaaaa! Vê se não tenho razão?
       

       
      Estava sol, a praia não estava muito cheia, era baixa temporada e um dia de semana né, então já viu...rsrs
       
      Pesquisei os valores dos passeios e vi que é tudo a mesma coisa, nem adianta pechincar, é tudo tabelado! Passei no mercadinho, abasteci o frigobar, comprei pães, biscoitos, presunto, ovos, sorvete (amooooo) e etc... e fui dormir cedo, pois estava cansada!
       
       
      2º Dia: Acordei cedo e já fui direto para o cais comprar algum passeio, compre direto lá no cais mesmo, pois é mais fácil e vc já saí logo no primeiro barco! Não precisa reservar, comprei o meu na hora e foi ok! Escolhi fazer o Aquário e Johnny Cay que custa Cop 15.000 + 5.000 de taxa em Johnny Cay e foi só pra ter uma idéia de como era, gostei muito dos dois, mas achei pouco tempo no Aquário e já resolvi fazer novamente em outro dia, porém Johnny eu achei suficiente e não gostei muito da muvuca na hora de ir embora e por isso não fiz de novo. O lugar é realmente muito lindo!
       

       

       

       

       

       

       

       

       

       
      3º Dia: Neste dia resolvi Ir para West View, peguei o ônibus no centro que deixa bem em frente e na volta vc pega no mesmo lugar para voltar ao centro. A entrada custa Cop 4.000 e vc ganha um pedaço de pão para os peixes, eles possuem estrutura como restaurante e um trampolim onde o pessoal fica o tempo todo saltando...rsrs! Neste dia desabou uma chuva daquelas e me desanimou totalmente, tinha muita gente chegando na hora que fui embora, não sei se foi por causa da chuva, mas não curti muito o lugar, achei as praias bem melhores! Mas vale a pena conhecer!
       

       
      4º Dia: Acordei cedo, mais uma vez peguei o ônibus e segui para a Playa de San Luis, fica próximo e é muito bonita, o tempo não estava muito legal, sol com muitas nuvens e achei que ia chover novamente, mas depois abriu maior solzão e o dia ficou perfeito! Fiquei alí curtindo aquela praia que estava praticamente deserta ainda e era praticamente toda minha.
       

       

       
      Depois fui esperar o ônibus, pois queria seguir para Rocky Cay, mas ele estava demorando tanto que resolvi ir andando mesmo e foi uma caminhada boa, já que estava muito quente, mas quando cheguei no lugar valeu a pena!!!! Adorei simplesmente maravilhosa! Vc pode usar a estrutura ou só ficar na praia mesmo e eu apenas aluguei um locker na praia para guardar as coisas, eles cobram Cop 5.000 e vc pode utilizar o dia todo. Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí!
       

       

       
      Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí!
       

       
      5º Dia: Mais uma vez acordei cedo e neste dia resolvi ir novamente ao Aquário, custou Cop 10.000 e cheguei lá por volta das 08:30 e só saí as 13:00h, foi muito bom!! Estava bem cheio, mas deu pra encontrar alguns lugares mais desertos e aproveitar bastante!
       

       

       
      Algumas pessoas não queriam atravessar para o outro lado, na ilha de Haynes Cay, que é maior e mais bonita (na minha opinião), passei a maior parte do tempo lá e estava muito melhor, no Aquário é muita muvuca!! Dá pra atravessar de boa, pois a água chega somente até a cintura!
       

       
      Não guardei as coisas nos armarios, mas eles tem pra alugar e custa Cop 5.000, também tem mascaras e sapatilhas, mas eu já tinha tudo isso e não comprei na Ilha, levei as minhas mesmo, aqui do Brasil!
       

       

       

       

       
      Na volta fiquei pela praia do Peatanol, ela é uma delícia e eu adorei, super tranquila! Eu deixava minhas coisas na areia e ficava de boa na água... Passei o resto do dia nessa praia e depois curti o pôr do sol, foi ótimo!
       

       

       
      6º Dia: Era meu último dia e meu voo era a tarde, então fui comprar uma lembrancinhas pelo centro e depois arrumei minhas coisas pra ir embora.
       
      Deu pra aproveitar tudo muito bem e com calma, economizei, pois não comi em restaurantes (não faço questão) e sempre procurando priorizar o que estava dentro do meu orçamento. Andei de ônibus, não aluguei mula, pois estava sozinha e sairia bem caro pra mim, mas indico, pois vc deve ver mais coisas e pode dar a volta na ilha. O ônibus custa Cop 2.000 e apesar de serem bem velhos e alguns até quebrados, te leva onde vc quiser...rsrs!
       
      Amei a ilha e a energia que vc sente é incrível! As pessoas são maravilhosas e muito gentis, apesar de não falar espanhol, vc conseguirá se virar muito bem! Voltaria de olhos fechados pra lá e aconselho a quem deseja conhecer o mar do caribe, vistá-la, pois é barata e muito mais acessível! espero que meu relato tenha ajudado vcs! Até a próxima, pessoal!
    • Por brayan.linhares
      Olá Mochileiros e Mochileiras,
       
      Recentemente voltei de uma viagem de 10 dias com minha noiva para Cidade do México, uma viagem sem igual.
      Acompanho o mochileiros.com a alguns anos, sempre lendo os mais variados roteiros de viagem, já montei alguns roteiros através do site que ainda não realizei, e nesta vigem par o México não poderia ser diferente, pesquisei algumas coisas aqui que me ajudaram muito. Através deste relato pretendo ajudar com o máximo de informações quem pretende ir futuramente para este país incrível.
      Vou começar fazendo algumas considerações gerais da viagem, e logo depois um relato dia a dia de tudo que aconteceu.
       
      Por que o México? Na verdade tanto eu como minha noiva pouco conhecíamos sobre o país, a vontade veio depois de ver uma promoção de passagem e surgir a oportunidade de realizar um trabalho fotográfico lá, juntamos isso com uma pesquisa mais a fundo do país e decidimos ir para ver e viver tudo que havíamos pesquisado, alem disso tem o fato da Sara ser estudante de moda e nós dois termos uma marca de roupas, e o México se mostrou um ótimo campo de pesquisa.
       
      Passagens Aéreas: A decisão de viajar já vinha a tempos, mas quando vimos as passagens para o México acabamos definindo nossos destino. A muito tempo que acompanho o http://www.passagensimperdiveis.com.br e um belo dia eles postaram a promoção de passagens para CDMX (Cidade do México), promoções não são novidades mas geralmente os melhores preços são saindo das grandes cidades, e nesta pesquisa encontrei as passagens por R$ 1.070,00 (cada) com todas as taxas incluídas, saindo de Navegantes-SC (NVT), cidade vizinha a minha, o valor normal desse voo NVT-MEX é entre R$ 2.500 e R$ 3.100. Comprei uma passagem pela Decolar.com e outra pela Submarino Viagens, preferi o serviço da decolar.com. Resumindo as duas passagens custaram R$ 2,140,00.
       
      Vôo: No Final meu vôo ficou assim NVT(Navegantes)> GRU(Guarulhos)> BOG(Bogota) > MEX (Cidade do México), Foram 24h de ida e 21h de volta, o vôo de ida de NVT a GRU foi operado pela Gol em parceria com a Avianca, e o de volta CGH a NVT novamente operado pela Gol, na volta tive mudança de aeroporto, pousamos em GRU e sairíamos para o ultimo vôo de CGH, o translado foi feito gratuitamente com ônibus da Gol apresentando o ticket de embarque, se não me engano o ônibus sai de hora em hora, é bom chegar cedo no local de embarque pois os lugares são contados, fomos os últimos a conseguir embarcar no ônibus. Voltando a ordem dos fatos, a partir de GRU os vôos passaram a ser operados pela Avianca, já tinha voado antes de Avianca e recomendo sem duvidas!! Neste caso o vôo era operado pela Avianca Colombiana, ótimo serviço de bordo. entretenimento, atendimento da equipe de bordo e aviões em ótimo estado!
       
      Hospedagem: Na hora de montar o roteiro acabamos decidindo ficar os 10 dias de viagem na Cidade do México para explorar de ponta a ponta a cidade, alem do que perderíamos 1 dia em função do trabalho fotográfico. Então optamos pelo Airbnb, o que se mostrou uma ótima escolha, nós hospedamos no centro histórico, em um apartamento muito bom, perto de restaurantes, farmácias, a 50 Metros do Metro, loja de conveniências e afins. Além de tudo o apartamento era super seguro, estávamos com todo dinheiro em especie e os equipamentos fotográficos, ficaria meio preocupado de deixar tudo isso em um quarto de hostel! Alem de todas as vantagens do apartamento tem a comodidade de pagar tudo pelo cartão ainda no Brasil e parcelar em até 3X, nos hospedamos neste apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/7651362 Ana nossa anfitriã sempre muito prestativa e atenciosa, dando dica de lugares, restaurantes, lojas e sempre tirava um tempo para conversar com nós sobre os mais variados assuntos, recomendo! Para quem não é cadastrado ainda pode se cadastrar por este link: http://www.airbnb.com.br/c/brayanl3?s=8 assim você ganha um bônus para a próxima viagem e eu também!
       
      Moeda: A moeda corrente no México é o peso mexicano $MXN, preferi levar todo o valor em moeda local, separei cerca de $1.000MXN para gastar por dia, logo level $10.500MXN em especie, não levei travel money e levei apenas um cartão de credito internacional para emergencias, já que o limite do mesmo era baixo, no final acabei usando só para uber (através do app, não necessita ter o cartão em mãos), e também para comprar uma lembrancinha no aeroporto. O câmbio eu fiz ainda no Brasil através da Confidence Câmbio, casa de câmbio presente em todo país, apenas necessário reservar com uns 4 dias de antecedencia. Quando fiz a troca na segunda semana de fevereiro consegui quase o valor de R$1,00 X $4,00MXN, se não me engano R$1,00 comprou $3,87MXN. Uma dica é que pagando mais R$19,90 na hora do câmbio com a confidence você garante que eles comprem a moeda de volta pelo mesmo valor que você pagou, acabei não pagando e gastei até o ultimo peso no México
      Outra coisa que vi é que muita gente leva em dólares e no destino final faz a troca para a moeda local, fiz essa simulação e no meu caso não foi vantagem iria perder cerca de R$200,00. Caso você opte por fazer assim, na cidade do México o melhor lugar para fazer a troca dos dólares é na bolsa de valores (https://goo.gl/IQgW5E) fica na Avenida Paseo de la Reforma, uma das mais importantes da cidade, no link tem a localização certinho, é na salinha com a placa CI Banco.
      Para a configuração de viagem que fizemos, $1.000MXN por dia é suficiente é possível fazer até com menos. Todos as atrações que fomos fizemos por conta propria, em agencia sairia pelo menos 5X mais, ao longo dos relatos vou colocando a questão de valores e como chegar em determinados lugares. Na questão de transporte sempre utilizamos transporte público, e nos alimentamos bem, hora na rua, hora em restaurantes típicos, e poucas vezes em 'bons' restaurantes.
       
      Transporte: Durante os 10 dias tudo que fizemos na Cidade do México foi 95% através do transporte público e caminhando. Nosso meio de transporte mais utilizado foi sem duvida o metro, chegamos a utilizar mais de 6 vezes por dia, em termos de cobertura o sistema é ótima, são mais de 200KM distribuidos em 12 linhas e 195 estações, você consegue ir para quase todos os cantos da cidade de metro é ótimo, aqui tem algumas informações interessantes (http://goo.gl/mWd1t6), mas num geral o sistema é muito bom, tem uma ampla cobertura é barato $5MXN o bilhete, e é seguro em cada estação ha vários policiais. Todo sistema é muito antigo, foi inaugurado em 1969 e desde então não passou por grandes melhorias, os trens são antigos e tudo mais, porem tudo funciona muito bem. Mais de 5 milhões de pessoas utilizam por dia o sistema, de todas as vezes que utilizamos apenas uma ou duas vezes conseguimos pegar o trem vazio a ponto de conseguir sentar, 80% das vezes estava cheio, você conseguia entrar numa boa e ficava em pé apertadinho, e duas vezes foi um parto para conseguir entrar, depois de deixar passar mais de 3 trens e muito empurra empurra conseguimos entrar, depois é só risadas, essas duas situações ocorreram entre 17:30 e 20h fora esses horarios é tranquilo. Quanto a segurança mochila sempre na frente com pertences pessoais, passaporte e dinheiro na doleira por baixo da roupa, tudo tranquilo sempre esperto sem dar bobeira. Nos horários de pico o primeiro vagão da composição é exclusivo para mulheres, apenas uma vez eu e minha noiva nos separamos pois era mais seguro para ela por conta do empurra empurra dos homens, todas as outras vezes fomos juntos no vagão geral e nunca tivemos problemas por conta de outros homens, com vagões cheios se via muitas mulheres em meio aos homens, mas nessas situações de empurra empurra não vi nenhuma, e o vagão de mulheres ia igualmente cheio. Minha opinião geral sobre o sistema, é que é super tranquilo de usar, muitos brasileiros evitam porem achei super tranquilo, é seguro, limpo e barato, fomos em todos lugares que queríamos apenas com o metro, recomendo.
      Alem do metro por 3 vezes utilizamos os famosos e temidos táxis de ruas, utilizamos em trajetos de no máximo 2km por pura preguiça de caminhar. O fato é que existe uma lenda urbana (verídica) que principalmente a noite taxistas sequestram e extorquem turistas, conversando com um amigo mexicano ele me confirmou essas historias e contou que inclusive um hospede seu de nacionalidade suíça sofreu um sequestro que durou 2 dias, os sequestradores o doparam dentro do táxi então faziam saques do seu cartão de credito, depois de 2 dias ele foi liberado. Mas conversando com os mexicanos a orientação para fugir desse tipo de risco é: Se sair a noite para um restaurante ou balada, ao voltar para o hotel peça que alguém do local que você está chame um táxi de confiança, evite pegar táxi nas ruas. Se possível utilize o UBER ou aplicativos como Easy Taxi. Se for pegar táxi na rua durante o dia, tente pegar nos pontos, que são os TAXIS de Sitio, se não encontrar nenhum escolhas os táxis branco e rosa e de preferencia para carros mais novos, segundo um taxistas executiva que fez nosso transfer do aeroporto os táxis branco e rosa seguem a ultima regulamentação. No nosso caso pegamos 3 táxis na rua durante o dia, desses 2 eram carros muito velhos, o que era melhor também era registrado no Easy Taxi, motorista muito simpático e atencioso.
      Utilizamos o Uber por 2 vezes, serviço muito bom. Para o transfer do ultimo dia para o aeroporto foi a melhor opção, muito mais barato que um táxi velho de rua.
      Se você ainda não se cadastrou no Uber, use esse link aqui e tenha desconto na primeira viagem: https://www.uber.com/invite/9sdkheezue
      Ônibus coletivos não utilizamos nenhum, tem também os peseros que são micro-ônibus e não é muito aconselhável por ser um sistema confuso e sem linhas fixas.
      Outra boa opção é o Metrobus, semelhante ao sistema de Curitiba, com linhas fixas estações fechadas e bons ônibus, o valor é o mesmo do metro, nas estações de metrobus você só entra através de cartão, na entrada da estação é possível comprar um cartão recarregável por $10MXN esse mesmo cartão pode ser utilizado no metro.
       
      Alimentação: Uma coisa você pode ter certeza, a comida mexicana que comemos nos restaurantes do Brasil nada tem haver com a verdadeira comida mexicana, tanto pelo sabor quanto pelo preço. Comer no México, mais precisamente na região central é barato comparado ao Brasil. Sabe aquela dica que todo mundo dá, não coma comida de rua? Esqueça, como na rua, nas barraquinhas, nos mercadões, no metro, é muito tranquilo pelo menos uma vez por dia comíamos em barraquinhas na rua, assim como no Brasil é claro que você deve prezar pela higiene do local, e quanto a isso todos os locais que comemos eram muito limpo e organizados, então COMA COMIDA DE RUA! Só assim da pra aproveitar bem a tipica comida mexicana na sua essência.
      Para quem sem preocupa com a comida apimentada relaxa, nem tudo é pimenta no México, a maioria dos pratos vem sem pimenta, a pimenta vem em um recipiente separado e você coloca ao seu gosto, mas para prevenir peça sempre: Sin Chile, por favor. Assim os atendentes sempre te indicam um prato menos apimentado, e no final você acaba se acostumando e sentindo falta da pimenta.
      Quanto ao valor por exemplo um bom café da manhã (Desayuno Completo) Custa cerca de $36MXN por pessoa, vem com Café ou Chá + Suco de Laranja + Cesta de Pães + prato escolhido ou seja muito barato. Na rua se compra 5 Tacos por $30MXN e por ai vai, nossa refeição mais cara foi $320,00MXN o casal, mas foi um verdadeiro banquete em um bom restaurante. Nos bairros como Condesa e Polanco existem restaurantes bem chiques ali a conta pode passar dos $1.000MXN Facilmente. No mais outra boa maneira de economizar são as conveniências, são duas grandes redes e tem em todo lugar OXXO e 7eleven, praticamente uma em cada esquina.
       
      Segurança: Bom a CDMX se mostrou muito mais seguro do que esperávamos, quando se pesquisa sobre se acha muitas comparações entre CDMX e SP. Gosto muito de SP e até moraria lá sem problemas nenhum, mas CDMX se mostrou uma cidade muito mais limpa e seguro para mim, andamos os 4 cantos da cidade desde bairros ricos a periferia e tudo de transporte publico e a pé, o que vimos foi uma cidade limpa, sem moradores de rua, sem ocupações, sem pontos de droga a céu aberto, enfim se existe nós não vimos.
      Os cuidados para andar na rua são os mesmos que tomo em minha cidade, sem ostentar objetos de valor, sempre de olho quando se esta no meio de muita gente, no metro objetos de valor sempre na mochila e a mochila na frente do corpo, ou em bolsos com ziper. Em nenhum momento nos sentimos ameaçados na rua e tal, li recentemente uma matéria que falava que o índice de furtos no metro da CDMX era inferior ao do metro de Londres .
      Também há muito policiamento nas ruas, muito mesmo principalmente na região central, é so andar com o mesmo cuidado que você anda aqui que não há problema algum.
      Bom essas são minhas primeiras dicas e impressões gerais, em seguida vou relatando dia a dia a viagem, com dicas especificas de lugares e tudo mais.
      Deixo aqui um vídeo com um resumo de tudo que vimos e vivemos, em breve continuo as postagens.

      Antes de ver nosso vídeo da uma passadinha e nos segue lá no Instagram: https://www.instagram.com/mundodequintal/
      Se você gostou do nosso vídeo, entra lá no canal e se inscreve, sempre tem coisa legal saindo
      Segue Planilha com os custos, lembrando que da para ser BEM mais econômico que isto, por exemplo só de presentes e coisas pessoais foram 20% do orçamento total.
      Todos os valores são para duas pessoas:
      Custos Cidade Do México.pdf
    • Por Amilton & Poly
      Aqui estão reunidas nossas experiências cometíveis por terras Lusas .
      Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa.
       
      Come-se mto bem e com preços mto bons em Portugal. A comida é deliciosa e barata em relação a SP. Por ex: sopa + prato de bacalhau sai em torno de 15 reais por pessoa.
      DICA 1: peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk.
      DICA 2: geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile.
      DICA 3:  Vc encontra os cardápios com valores de todos os restaurantes no site Zomato.
      DICA 4: se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado.
       
      Vamos lá:
       
      LISBOA
      -Restaurante Costa Vicentina: ambiente aconchegante, atendimento excelente feito por brasileiros rsrs. Nos receberam com um vinho do Porto! Eles são especializados em comida portuguesa então pedimos pratos com frutos do mar: Gamba Aguille (camarão alho e óleo) + Cataplana de Mariscos + sobremesa Sericaia (lembra um curau) + taça de vinho verde. Tudo delicioso e muito delicado.

       
      -Landeau: onde tem o famoso bolo de chocolate. Tipo um bolo-mousse realmente delicioso. Fomos na unidade da LX Factory mas tem tbm no Baixa-Chiado.

       
      -Restaurante Frade dos Mares: Um ritual gastronômico! Pedimos a sugestão do chef e fomos muito felizes kkkkk: folhado de leite de cabra com doce de frutas vermelhas (couvert) + mexilhões com manteiga de ervas (entrada) + Camarão alho e óleo (entrada) + Polvo a Lagareiro (principal) + Entrecôte maturado (principal) + Leite-creme folhado com abacaxi ao vinho do Porto e sorvete (sobremesa) e ainda um vinho branco delicioso. Meuuu Deus, pensa numa riqueza! Maravilhoso! Se não bastasse, o atendimento é primoroso e rápido e a música ambiente dá um clima. Super romântico. Recomendo muito! Áh lá precisa reservar pq são poucas mesas. Vá, sério.
       

      -Fábrica da Nata (no bairro Restauradores). Lindo ambiente com azulejos portugueses, preparação dos pastéis visível (o que é mto legal, pois se torna uma experiência), ótimo atendimento. No teto estão em movimento forma de pasteis de nata que parecem ter saído do forno, mas é só decorativo kkk. Comemos pão com queijo da serra da estrela e presunto Parma + bolinho de bacalhau + croquete de vitela + pastel de nata com vinho do Porto. Não sabia que faziam essa combinação de pastel e vinho, amamos!!!! Td delicioso mas o pastel de nata quentinho e cremoso foi demais!

       
      -Restaurante Nepalês Himchuli: nunca tínhamos visto comida do Nepal. Pedimos indicação de pratos típicos e veio de entrada ‘papada’ tipo uma torrada com 3 molhinhos. De prato principal um cozido de frango com especiarias e guioza. Tava muito gostoso, o ambiente é todo decorado, tem vela na mesa. O garçom não conseguia entender português e tivemos que fazer o pedido em inglês (hummmm phyna kkkk) e deu td certo kkkkk.

       
      -Alcoa (doces conventuais): São doces típicos portugueses em q a base é gema e açúcar. A história desses doces é interessante e data do séc. XV: as freiras usavam as claras para engomar roupas e como as gemas sobravam começaram a produzir doces com eles (por isso conventual).  O Alcoa é especializado nesses doces desde 1957 e seguindo a tradição ainda o fazem em tachos de cobre. Vários doces deles são premiados. Pega essa: o Coroa de Baronesa feito por eles foi a sobremesa do Papa quando visitou Portugal, pira? Provamos 6 doces premiados, incluindo o do papa kkkk. São deliciosos e uma obra de arte. Se quer algo menos doce aposte no Ovos do Paraíso. Áhh sabe quem tbm estava lá? Willian Bonner e família! Chupa essa manga kkkkk

       
      -Restaurante Cantinho do Avillez: faz parte do grupo de restaurantes do chef José Avillez e este é de comida portuguesa com influência de viagens, achamos mto interessante o conceito. Pedimos Tartar de atum e Ovos à Professor do séc XXI,  kkkk deliciosos. Depois Vieiras e Tagine de Cordeiro. Por fim, sobremesa de Avelã e Cheesecake de framboesa. Tudo é muito delicado e delicioso. O vinho é escolhido com um tablet que contém as informações do vinho e com que comida do restaurante combina, mto legal! Pedimos vinho verde e um vinho tinto q eles estão desenvolvendo. Jantar demais!!!!
       
       
      -Pastéis de Belém (o de Belém de fato rsrs): Esse é o clássico e original desde 1837. Sabia que só eles podem usar o termo “pastel de belém”? É marca registrada. Como a receita é secreta é um pouco diferente dos pastéis de nata dos outros lugares. São deliciosos tbm e não pode sair de Portugal sem provar! Tomamos tbm um galão (café com leite) e um chocolate quente que dá vontade de comer de colher!

       
      -Pop Cereal Café: estávamos mto curiosos pra experimentar por ser super novidade pra gente. O ambiente é td decorado com histórias em quadrinhos, colorido e mtas caixas de cereais. Tem mais de 100 tipos de cereais entre nacionais e importados. A graça é combinar os cereais, adicionar os toppings, escolher o leite e desfrutar.  Como são mtas opções resolvemos pedir as preparações indicadas no cardápio. Pedimos o King Coco e o Heaven is made of chocolate e acrescentamos sorvete de nata kkkk. Cara, q massa!!! Uma delícia, super anos 90, nostalgia total mto legal. Atendimento primoroso! Tem que ir.
       
       
      SINTRA
      -Byron Bar: a entrada do bar fica embaixo e não é mto óbvia mas tenha fé que vai dar certo kkk, tem uma seta apontando para a entrada. O nome é em homenagem a um poeta que visitou a cidade no séc XIX e por ter gostado mto escreveu sobre Sintra. Começamos com um chocolate quente pra tirar a friagem kkk delícia. Experimentamos bolinho de bacalhau e as especialidades da casa: os travesseiros de Sintra e as queijadas. Tudo feito por eles, uma delícia e ainda olhando para a praça onde fica o Palácio Nacional. Finalizamos com o doce Dona Amélia que só tem na região dos Açores e tbm mto bom e experimentamos a Ginginha de Óbidos (bebida bem docinha feita com uma espécie de cereja). Dica: lá o valor das coisas são bem melhores que nos outros restaurantes.
       
       
      -Casa Piriquita: A casa existe desde 1862 e produz desde então os tradicionais Travesseiros de Sintra. Tem que provar! Experimentamos tbm outros doces especialidades deles como Cruz Alta, Joaninha, Queijada, Pastel de Sintra. Deliciosos. Separe um momento para essa experiência gastronômica em Sintra. Áhhh como a casa estava tranqüila pedimos para entrar na cozinha! Vimos a arte acontecendo e ainda conhecemos a família dos "Piriquitos", a Casa foi passando de geração em geração, mto legal!

       
      PORTO
      -Leitaria Quinta do Paço: famosa pelos seus Eclaires. O que que é isso Brasil? São mto delicados, equilibrados no doce e deliciosos! Pra conseguir provar vários sabores pedimos os miniaturas para compartilhar e depois os normais msm kkkk. Meu preferido foi o crocante!!! O chantily são eles que fazem tbm. Os cafés são de marca própria, tem um até com maçã! Experimente!

       
      -Amarelo Torradas: e suas maravilhosas torradas kkkkk. O local é mto charmoso e delicado. As torradas deram a fama ao lugar e não é pra menos: pedimos torrada com avelã e outra com cereais, vem quentinha, com manteiguinha derretida, crocante por fora, macia por dentro, ahhhhh tem que provar. Ainda acompanha geléia e nutella. Mas não se engane, não são só as torradas q são demais, o bolo-mousse de chocolate tbm é incrível.

       
      -Hungry Biker: Um restaurante com conceito mto jovem e decoração em torno das bikes. Fomos atendidos pela Maria que é russa e está aprendendo português. Mto simpática e divertida. Pedimos um brunch e um almoço. O brunch vem com ovos mexidos, presunto parma, pão, feijão (diferente né? Mas delicioso). O almoço vem mexilhões, salada, pão , sopa e acompanha vinho.  Estava uma delícia e os ingredientes de qualidade. Amamos, vale mto  a pena e ainda aproveite para uma troca cultural com a Maria.

       
      -Confeitaria Petúlia: Vimos vídeos sobre eles e a fama do bolo-rei (no fim do ano formam-se filas para comprar o famoso bolo). É uma confeitaria de 1972 com atendimento mto bom. Como ainda não tínhamos experimentado pedimos a Francesinha, prato típico do Porto. Existem várias formas de fazer francesinha, essa leva pão, queijo, embutidos, carne (de porco ou boi), queijo por cima derretendo e molho levemente picante. Ainda acompanha batata frita (passa a batata frita no molhinho pra vc ver). Tomamos uma  cerveja Super Bock (eles disseram que era a combinação ideal kkk). O prato é bem servido viu!!! Pra finalizar pedimos o Bolo-Rei. É como se fosse um panetone mas com mais frutas cristalizadas (como laranja, cereja) e castanhas. Sensacional. Adoramos!
       

       
      -Padaria Ribeiro: existente desde 1878. Atendimento mto simpático. Como é uma padaria tradicional pedimos uma degustação das especialidades da casa. Começamos pelos salgados: bolinho de bacalhau, croquete, empada, pastel de chaves.  Gente, os salgados de vitela e o bolinho de bacalhau são fabulosos. Depois pedimos a degustação dos doces kkkkk e vieram em miniatura (Thanks God, assim podemos comer mais opções kkkk). Mto bons, deliciosos, equilibrados no açúcar e com um cafezinho fecha com chave de ouro.

       
      -Café Piolho:  Restaurante tradicional e popular entre os universitários da época da ditadura. Tds se conheciam e falavam de política, porém qdo alguém diferente entrava eles faziam sinal coçando a cabeça pra indicar q podia ser alguém da ditadura. E assim ficou conhecido como café Piolho kkkk. E lá comemos um Bacalhau com natas maravilhoso e uma sopa de legumes.

       
      -Petisqueira Voltaria: O local é bem pequeno, tem entre 4 e 5 mesas, mas o atendimento é tão caloroso e a comida é tão saborosa que te aconselho a ir sim!! Começamos com uma sangria... azul! Feita com espumante português azul e frutas vermelhas..uauu delícia. De entrada pedimos bolinho de alheira (alheira é um embutido português) super bem temperado, delicioso. De prato um bacalhau a Braz mto gostoso. Áh observe que lá por ser um local pequeno não fazem fritura, usam o forno nas preparações (e ainda fica saudável, olha só kkk). Pra fechar pedimos um Natas do Céu, creme com bolacha que vc vai pegando as camadas de colher...aprovadíssimo! E além de td tem a simpatia do Hugo e da Fátima... dê umas risadas com ele!

       
      -Restaurante Raiz: o restaurante é lindo e conta com 4 andares. Mto aconchegante e romântico à luz de velas. O atendimento é excelente e o Miguel, que nos atendeu, ao explicar os pratos correlacionava com a história de Porto e Portugal. Aliás, eles valorizam suas tradições e recriaram pratos utilizando ingredientes da culinária portuguesa, além de trazerem de volta pratos que haviam sido esquecidos. Pedimos alheiras (vem com ovo de codorna em cima que é a coisa mais linda), é uma explosão de sabores. Depois, Tiborna de Salmão com temperos intensos mas mais suaves que a alheira...pelo amor de Deus, é divino. O tiborna de salmão é um prato que era tradicional no sul do país e eles resgataram.  E como principal Bacalhau com crosta de broa e mel...ahhh gente, é pra fechar com chave de ouro nossa experiência em Porto. De sobremesa um pudim de batata-doce com laranja em calda. Uau que combinação o cítrico da laranja com o doce da batata, bom demais!

       
      BRAGA
      -Nata Lisboa (em Braga kkk):  local mto aconchegante e atendimento mto atencioso msm estando super cheio na hora que fomos. Pedimos uma Tábua Ibérica (uiiii rsrs) com frios e pães deliciosos. Não tem ainda no cardápio pois é novo e foi sugestão deles. Aprovado! Acompanhado de sangria com vinho do Porto rosê (pensa num povo que quer experimentar td nessa vida kkkkk).  E pra adoçar nada de inovar: vamos no famoso pastel de nata kkkk... quentinho com café...áhhhh não tem coisa melhor.

       
      COIMBRA
      -Zé  Manel dos Ossos: Local bem pequeno, com 5 mesas q forma fila na porta (dizem q a espera geralmente é de mais de 1h).A comida lá é fresca e caseira e o prato mais famoso é o tal dos ossos. Pois então vamos prová-lo. Pedimos os ossos com arroz e feijão pra acompanhar. Mas não subestime o arroz e feijão do Manel, é delicioso demaissssss e os ossos tbm... pedimos meia porção dos ossos e 1 de arroz e feijão e foi suficiente. O ambiente é cheio de guardanapos de clientes q deixaram recadinhos. Tem tbm varias decorações inusitadas. Tem que ir!



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