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Paris - 4 dias e meio


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Não resisti e voltei a Paris. Como amo aquela cidade! Desta vez, fui com a minha mãe, repeti vários lugares por onde passei, mas vale tanto a pena! Deixo para vocês mais um roteirinho para aproveitar tudo o que a cidade tem de melhor.

 

Dia 1

Chegamos em Paris às 11h da manhã. Até pegarmos as malas e irmos o hotel, já eram 14h. Desta vez, peguei um hotel em um bairro chamado Butte aux Cailles, próximo a Place Italie. Gostei bastante do lugar. É um hotelzinho 2 estrelas, quarto pequeno, mas com um café da manhã delicioso e recepção excelente. E super perto do metrô Corvisart.

 

Fica a dica: Timhotel Italie - Endereço: 22 rue Barrault 75013 - Telefone: 01 45 80 67 67. Como chegar: desça na estação Corvisart e vá em direção oposta à Place de Italie, na Boulevard Auguste Blanqui. Vire a esquerda na Rue Barrault, o hotel fica a um quarteirão e meio daí.

 

Deixamos as malas no hotel e fomos andar. Afinal, Paris é para bater perna e aproveitar cada paisagem que aparece na sua frente. Resolvemos começar pelo Arco do Triunfo ( (20h as 22h30 / € 5) – Metrôs 1, 2 e 6: Charles de Gaulle Etoile - atravessar a passagem subterrânea, que te deixará bem abaixo dele. Descemos a Avenue des Champs-Elysées, pelo lado esquerdo do Arco. Ali, estão as lojas de marca e vários restaurantes bonitinhos. Como não tínhamos almoçado nada ainda, resolvemos arriscar em um restaurante para turista dali mesmo. Dá para achar coisas baratas, mas a bebida é sempre cara.

 

Continuamos descendo (e fazendo comprinhas) e atravessamos a rua na altura da estação Champs-Elysées Clemenceau. Já em frente, do lado direito é o Grand e Petit Palais. Às vezes, há exposições bem bacanas no Grand Palais, basta pesquisar no http://www.grandpalais.fr, mas quando fui não havia nada. Já vale só pela arquitetura do lugar, que é linda.

 

Seguimos pela rua que divide o Petit do Grand Palais e já em frente é a a Ponte Alexandre III (é a mais bonita de Paris). Atravessamos a ponte e chegamos no Hotel dês Invalides (10h as 17h / € 8 ) , construção feita por Luis XIV (você vai ouvir falar muito dele em Paris, portanto, pesquise) para dar abrigo aos soldados inválidos pelas guerras. Lá, estão os restos mortais de Napoleão Bonaparte.

 

A Pé mesmo, de costas para o Hotel dês Invalides, vire a esquerda e se perca pelas ruazinhas do bairro. É bem bonitinho e parisiense. Olhando para cima, você já vê a pontinha da torre, é só segui-la para chegar até o ponto turístico mais famoso da cidade. Chegando lá, o Champ de Mars, o parque entre a escola militar e a torre Eiffel, estava lotado de gente fazendo piquenique ou só deitado na grama. Afinal, era verão!

 

A torre, por sua vez, estava lotada. Não tivemos muito saco para entrar na fila e esperar, só tiramos muitas e muitas fotos. Mas, como já tinha subido da outra vez, sei que vale a pena. Torre Eiffel ( 9h30 as 23h / 1 andar - € 4,10 / 2 andar - € 7,50 / 3 andar - € 10,70) – para subir de escada até o 1 andar, grátis. Mas compensa comprar bilhete para ir até o último.

 

Da torre, seguimos reto, atravessamos o Rio Sena pela Ponte d’Lena e chegamos no Trocadero, o melhor local para tirar fotos da Torre Eiffel. Pela Praça do Trocadero (Estátua do General Foch) e Palais de Chaillot, é um grande terraço de frente para a torre. Tiramos todas as fotos possíveis e pegamos o metrô dali de novo para a Avenue des Champs-Elysées.

 

Por causa do cansaço da viagem, resolvemos jantar por ali mesmo para aproveitar mais o lugar.E acabamos perdendo a reserva feita no Le Procope, um dos mais antigos de Paris. Dá para fazer a reserva pelo site e me arrependi muito de não ter ido. Fica a dica: Le Procope - 13, rue de l'Ancienne Comédie – descer no metrô Odéon - Fundado em 1686 por um italiano, Francesco Procópio, este restaurante esteve no centro dos acontecimentos do período revolucionário. Recebeu na sua mesa grandes nomes e parece que Napoleão deixava seu chapéu como garantia e saia do restaurante em busca de dinheiro para pagar a conta.

 

Como já eram quase 23h, fomos para o hotel tentar recuperar as forças para o dia seguinte, o mais pesado da viagem.

 

2 dia

Acordamos cedinho e fomos conhecer o bairro de Saint Germain. Para chegar até lá, desça na estação Mabillon. Saindo do metrô, pegamos a Boulevard Saint Germain (que é cheia de cafés, boutiques e livrarias) sentido Rue Bonaparte. Na esquina está o Lês Deux Magos, um café freqüentado por gente famosa, como Hemingway. Passando por trás da igreja, em um jardim, está uma escultura de Picasso em homenagem a um amigo.

 

Voltamos pela Boulevard St Germain, andamos ali pelo bairro vendo tudo e resolvemos ir para o Jardin du Luxembourg a pé mesmo. Descemos pela Rue Mabillon e qual foi nossa surpresa ao encontrar a Igreja de Saint Sulpice – uma das que aparecem no Código da Vinci. A igreja levou 134 anos para ser construída. Uma das particularidades desta igreja é o seu gnômon, uma coluna que marca a hora do dia projetando a sua sombra no solo

 

Continuamos descendo, pela Rue Férou e chegamos ao Jardin du Luxembourg, um dos espaços verdes mais bonitos da cidade e tem obras de arte contemporânea atualmente expostas no jardim. Descansamos um pouquinho, vendo crianças tomando banho em piscininhas que há ali pelo local e seguimos para o Quartier Latin, por uma saída lateral do jardim (dá para ver o Panteão, é só seguir para o lado desse prédio), pegando a Rue Soufflot.

 

No Panteão (10h/19h15. 7 euros), o mais interessante é o Pêndulo de Focault, que marca as horas através de um pêndulo suspenso no imenso teto do local, de acordo com a movimentação da Terra. Ciência e história puras! No porão do local também estão os restos mortais de vários heróis franceses.

 

Saímos do Panteão, voltamos um pouquinho em direção ao Jardin du Luxembourg até a Rue Saint-Jacques. Pegamos ela para a direita, passando em frente a Universidade de Sorbonne. Continuando descendo, na esquina achamos um restaurante super fofo, com menu prato do dia a 11 euros. Resolvemos almoçar por ali e descansar um pouco. Apesar de não falarem inglês, o atendimento é bom, o garçom se esforçou gesticulando para explicar o cardápio para a gente.

 

Continuando descendo Rue Saint-Jacques, atravessamos uma ponte sob o Rio Sena e estávamos de frente para a Catedral de Notre Dame. Na igreja, apesar da fila para entrar, a entrada é gratuita, sendo cobrado para subir na torre e apreciar a vista da cidade. Somente lá de cima dá para apreciar as gárgulas e uma vista bacana da cidade (Torres 10h as 17h30 / € 7,50).

 

Saindo de lá, de costas para a torre, pegamos a rua a direita e siga até chegar na próxima rua que a corta, acredito ser a Boulevard Saint-Michel, onde está a Saint-Chapelle (9h30 as 18h / € 9,50). Há placas indicando. A St. Chappelle, é uma capela bem pequena, mas linda, localizada no Palais de Justice. A entrada é por uma porta lateral.

 

De lá, saindo do Palais de Justice, pegando a esquerda, continuamos descendo a rua, passamos ela ponte e fomos em direção ao Centre Pompidou, virando a direita. Seguindo pela Rue du Renard já dá para avistar os fundos do Pompidou. Neste museu, ao contrário dos outros, só arte moderna. Bem divertido e diferente, já sendo visto só pelo exterior do museu. Me impressionei com Marcel Duchamp, que sempre tive interesse em ver de perto... e foi a minha primeira vez.

 

Depois de algumas horinhas ali dentro, como era uma quarta-feira, e por volta das 18h, fomos para o Louvre (9h as 22h – quartas e sextas / € 9 e € 6 quartas e sextas a partir das 18h). Neste dia, o museu fica aberto até às 22h. Saímos do Centre Pompidou, logo em frente, a direita, tem um metrô e descemos na estação Louvre. Aí, batemos perna até falar chega. Vimos a Monalisa, Vênus de Milo, Código de Hamurábi e todas as antiguidades egípcias.

 

Quando saímos, o sol estava se pondo (deveria ser umas 21h) e resolvemos ir comer no local que minha mãe amou: a Champs-Elysées. Eu sei, mega turistão, mas tão gostoso! E a gente estava tão cansada...

 

Fim do dia, voltamos para o hotel, com muito direito a descanso.

 

Dia 3

Resolvemos ir para Versailles (9h às 18h30 / 21,60). Pegamos o metrô até a estação Champ de Mars e de lá pegamo sum RER, linha C até a estação Versailles-Rive Gauche-Château. O dia estava mega frio. Resolvemos entrar primeiro no castelo principal, ver tudo – e o lindo salão dos espelhos. Esquentadas com a caminhada indoor, fomos para os jardins, pegamos o bondinho (6,00 euros) até o Petit Trianon, andamos nos jardins da Maria Antonieta – que, na minha opinião, são os mais lindos do local – voltamos ao Petit Trianon e almoçamos em uma lanchonete por ali mesmo. Seguimos até o Grand Canal e subimos todo o jardim.

 

Como ainda havia tempo (era por volta de umas 15h), pegamos o RER de volta a Paris e descemos na estação D’Orsay, de frente para o Museu D’Orsay (9h30 as 21h45 nas quintas / € 7,50). Como na quinta-feira este museu fica aberto até às 21h45, resolvemos explorá-lo. Amei esse museu, que ainda não conhecia. Além de ele ser bem mais vazio que outros locais que visitamos (afinal, estávamos nas férias européias, pleno verão), o local tem uma vasta coleção de Art Noveau e de Impressionistas. Sem falar que a lojinha do museu é tudo de bom.

 

Saímos de lá já tarde e como comemos em um café lá de dentro, resolvemos voltar para o hotel.

 

Dia 4

 

Acordamos e o dia era em Montmartre. Havia levado um roteirinho que achei na internet de um passeio meio alternativo pelo bairro (ao invés de já descer bem perto da famosa igreja Sacre-Coeur). Por isso, descemos na estação Blanche, que fica em frente ao Moulin Rouge. Tiramos milhares de fotos e subimos pela Rue Lepic, para quem está na frente do cabaré, do lado direito. A rua é cheia de cafés e restaurantes bem típicos parisienses.

 

Subimos nela até a Rue des Abbesses e viramos a direita. Mais cafés e lojinhas com cara de coisas antigas. Seguimos reto, passando pela Place Abbesses, pegamos a Rue d’Orsel e viramos na Trois Frères até já ver as escadas de Montmartre. Subimos as escadarias até chegar lá em cima, entramos na igreja (em que havia uma missa bem na hora) e resolvemos sentar para descansar um pouco as pernas.

 

Saindo da igreja, viramos a esquerda na Rue Azais até chegar na Place du Tertre. A praça é cheia de artistas, que fazem seu retrato por um preço salgadinho. Mas sabe que eu voltei com peso na consciência de não ter feito um lá que eu queria muito? De lá, pegamos a Rue Norvins, acima da praça, onde você pode achar lojinhas de chocolate e milhares de pôsteres de Montmartre e seus cabarés.

 

 

Voltamos para a Place du Tertre, pegamos a rua debaixo, a direita até achar um museu dedicado a Picasso, com várias esculturas e obras do artista. Voltamos um pouquinho na rua, onde já havia uma escadaria, descemos e viramos a direita, onde há vários cafés. Depois, voltamos até a Rue Steinkerque, que fica de frente para a Sacre-Coeur, cheia de lojinhas de souvenirs em lojas árabes.

 

Descemos até o metrô Anvers e fomos para a estação Opera. O metrô sai de frente a Opera de Paris, linda! Vale a pena conferir. Pegando uma rua lateral, pelo lado direito, ande mais um quarteirão para chegar até as Galeries Lafayette. Demos uma voltinha lá dentro, o prédio é lindo, mas não compramos nada. Tudo lá parece ser mais caro.

 

Voltamos para a estação de metrô e pegamos um RER, linha A, em direção a Marne La Vallèe para conhecermos o Outlet La Vallèe Village (10h às 19h) – o outlet de Paris. Depois de 45 minutos de viagem, descemos na estação Val d’Europe. Saímos da estação, virando a direita, até chegar ao shopping Val d’Europe. Atravessamos o shopping (que é bem grande) todo, passamos pela praça de alimentação até ver uma porta de saída e chegar no Vallèe Village.

 

O local é bem bonitinho, mas confesso que não vale muito a pena ir, porque os preços são salgados. Compramos presentinhos ali, de coisas que achamos relativamente baratas – nas lojas da Ralf Lauren, Nike e Reebok, e voltamos para o shoppingzinho. Enlouquecemos na H&M e outras lojas grandes que há por ali. Até a Séphora é encontrada. E esse centro comercial acabou salvando a viagem. Voltamos para o hotel carregadas de malas e mortas de cansadas.

 

Como iríamos sair do hotel às 3h da manhã, fomos dormir cedo e conseguimos uma van para fazer o translado hotel-aeroporto por um preço legalzinho: 55 euros para duas pessoas (eu já tinha visto preços de 90 euros para as duas). A van passa em outros hotéis, pegando turistas e deixa todo mundo no aeroporto Charles de Gaule. Mas lembre-se: se você for sair em horário que o metrô funciona, há um RER direto para lá, super simples de pegar.

 

Espero que possam aproveitar o relato e se divirtam em Paris. Impossível não voltar com um sorriso no rosto de lá... ::otemo::

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  • Colaboradores
olá Nina, bela viagem a sua...

Vc acha que dá pra fazer isso que vc fez no inverno?

Estou indo pra Londres agora passar Natal e o Reveillon e estou querendo passar uns dias em Paris. Ta sendo a minha primeira viagem pra Europa.

Abçs

 

olá, angra!

então... vai depender muito da sua disposição para o frio. porque esse roteiro é para andar muito pela cidade. agora, se o frio apertar demais, para todos esses lugares dá para ir de metrô, tem estações próximas. em paris, dá para ir para qualquer lugar de metrô, ou, então, de ônibus, para não perde um localzinho sequer da cidade. em versailles não sei como é que fica no inverno, porque tem muitos jardins. então lá, o interessante no inverno, seria mesmo ver os palácios e o jardim da maria antonieta que tem uma vilazinha que ela fez para se sentir meio "camponesa" e brincar com os filhos. fui já a paris na primavera (e estava um pouco frio) e no verão. gostei bastante das duas estações por lá.

 

na verdade... acho que paris vale a pena em qualquer época do ano!

 

um abraço!

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  • Membros

Olá Nina,

Parabens e obrigada pelos comentarios...vc foi muito detalhista...

Foram muito uteis...

Eu e meu marido vamos em Novembro e estamos ansiosos...com medo e receios....mas ao mesmo tempo muito empolgados e felizes...esta é a nossa primeira viagem a europa....

Gostariamos de mais opções para almoçar ou jantar bem sem gastar muito, ADORO queijo e vinha, vc conhece algum lugar bacana que venda queijos e afins...rs

Abraços

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Olá Nina,

Parabens e obrigada pelos comentarios...vc foi muito detalhista...

Foram muito uteis...

Eu e meu marido vamos em Novembro e estamos ansiosos...com medo e receios....mas ao mesmo tempo muito empolgados e felizes...esta é a nossa primeira viagem a europa....

Gostariamos de mais opções para almoçar ou jantar bem sem gastar muito, ADORO queijo e vinha, vc conhece algum lugar bacana que venda queijos e afins...rs

Abraços

 

Nessabp,

você vai comprar queijos baratíssimos no... supermercado lá! Uma delícia. Daqueles que a gente compra o kilo aqui caríssimo, lá é tão barato que você vai se assustar. Vinho, como não entendo muito, comprava no supermercado também. Ahahaha... e fazia piquenique nos parques. Mas em novembro, como vai estar frio... o que recomendo é comer mesmo nos restaurantes. A taça de vinho é mais barata do que tomar coca ou até mesmo água mineral. E aí, perguntei ao garçom se tem queijinho também - mas sai bem mais em conta no supermercado, isso eu garanto!

Se quiser, fiz uma lista de restaurantes (não fui a todos, mas peguei a dica em blogs de gente que vive lá e come bem e barato) dessa última vez que fui. Me mande seu e-mail que te mando ela.

 

Abraços!

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  • Membros

Olá Nina,

 

Eu quero muito as dicas de restaurante..rs..

 

segue meu e-mail ([email protected])

 

ADOREI isso que o vinho é barato...sofro de enchaqueca e não posso comer queijo amarelo, vinho e suco de uva..esotu ferrada, mas são as 3 coisas que mais AMO...vou me prevenir levando remedios , pois pelo jeito vou exagerar...rs

 

Abraços

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Olá Nina,

 

Eu quero muito as dicas de restaurante..rs..

 

segue meu e-mail ([email protected])

 

ADOREI isso que o vinho é barato...sofro de enchaqueca e não posso comer queijo amarelo, vinho e suco de uva..esotu ferrada, mas são as 3 coisas que mais AMO...vou me prevenir levando remedios , pois pelo jeito vou exagerar...rs

 

Abraços

 

e

 

Oi Nina!

 

Será que vc poderia me mandar essa lista de restaurantes tb?

Vou pra lá no finalzinho de Abril por causa da minha esposa, a coisa que mais me interessa de fato é COMIDA! (Ai, q homer! Rosquinhas!)

Meu mail é [email protected]

 

Obrigado!

 

Olá!

Mandei a lista para os dois. Espero que aproveitem bastante lá!

 

Nessabp, os supermercadinhos mais populares lá se chamam Monoprix, onde você encontra tudo. Mas há mercadinhos, pequenininhos, em tudo quanto é canto, com muitas frutas expostas do lado de fora (com cara deliciosa). Também dá para achar bastante coisas lá.

 

Kokix, acho que você vai gostar tanto de Paris que nem vai se lembrar de comer. Ahahahah

 

Provem os macarrons! Uma delícia!

 

Boa sorte e boa viagem!

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  • Colaboradores
Nina, adorei seu relato...

gostaria de saber qto gastou nessa pequena viagem

eu e meu namorido estamos planejando algo assim bem rápido..

Abços.

 

Raphazilda,

 

desta vez, eu comprei por uma promoção da agência onde sempre compro a passagem + hotel. Ficou por 2.600 reais. Aí, levei 800 euros para gastar. Olha, comprei bastante coisa e ainda voltei com 400 euros. Mas eu tenho a carteira internacional de jornalista, não pago nenhum museu por lá, entro em todos de graça. Minha mãe levou 1000 euros e também voltou com dinheiro. Vai depender muito... se você adorar comprar, leve mais. Se não, é o suficiente.

 

Numa outra viagem que fiz, o cálculo era mais ou menos de 100 euros por dia - não levando em conta compras - para ficar tranquilo. Mas no mochilão que fiz antes, que passei 23 dias na Europa, eu não usava isso tudo.

 

:)

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