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CIRCUITO W - TORRES DEL PAINE (Completo)

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Olá, acabo de voltar da patagônia chilena com o meu namorado e envio o meu relato do circuito W do Torres del Paine com algumas fotos. Tive muita dificuldade em achar informações antes de ir, então tentarei ser mais completa possível.

 

A nossa jornada começou meses antes da viagem, mais precisamente 5 meses antes, quando compramos as passagens. Nesses 5 meses lemos bastante a respeito das trilhas, do parque e da prática de trekking. Não sou uma pessoa sedentária, mas também não sou acostumada com trekking (o único que fiz foi há 2 anos, subindo o pico da Bandeira, e achei super cansativo), então tive que me preparar fisicamente, psicologicamente e materialmente para isso. Foram várias idas a Decathlon e lojas de aventura para comprar o arsenal que achamos necessários.

 

Vou falar primeiro então o que compramos em Belo Horizonte antes da nossa ida:

 

- Bota impermeável Timberland (Centauro – Achei uma promoção muito boa comprando pelo méliuz, saiu por menos de 200 reais) – Caso não conheça o méliuz faça seu cadastro com o link: https://www.meliuz.com.br/i/ref_marinahla

- Meias de trekking

- Calça de trekking (Decathlon)

- Equipamentos de cozinha: Fogareiro (http://www.decathlon.com.br/montanha/camping/acessorios-de-camping/fogareiro-apolo-3155_37025), kit cozinha (panelas, copo, talher: http://www.decathlon.com.br/montanha---aventura/camping-38138/acessorios-de-alimentacao-e-higiene/conjunto-cozinha-aluminio-2-p_188254?skuId=123716)

- Lanterna (Quase não utilizamos pois o dia dura muito tempo no verão, mas foi necessário para ajudar a procurar as coisas na mochila nos quartos do refúgio e barraca)

- Garrafa de água

- Comidas (liofilizada, vapza) – Mais tarde detalho essa parte

- Capa impermeável para o mochilão e a mochila de ataque

 

Algumas coisas já tinham e não precisei comprar, mas não se esqueçam de: Canivete, cadeado, mochilão (marca boa, anatômico e leve), casaco e acessórios de frio. Óculos escuros eu levei mas usei muito pouco, não tenho o hábito, mas foi útil quando o vento apertava muito.

 

DICA 1: Amaciar a bota antes da viagem. Sugiro fazer pequenas trilhas com a bota para acostuma-la com ela no pé, caso não seja possível fazer trilhas sugiro andar pela cidade mesmo com a bota.

 

DICA 2: Preciosa! Comprar/alugar “trekking poles”, aqueles bastões que ajudam a equilibrar na hora da caminhada. Li um pouco sobre eles mas acabamos deixando pra lá e fomos sem eles, arrependemos muito! Todo dia antes de começar a andar íamos no mato e procurávamos um pedaço de madeira para fazer esse papel, e já ajudava bastante a estabilizar.

 

DICA 3: Não tive problema nenhum com o clima, dei sorte! O que mais me incomodava durante as trilhas era o vento gelado no ouvido, apesar do calor por estar andando. Para resolver esse problema usei bastante a minha “head band”, pois tampa o vento da orelha mas não deixa a cabeça suando como acontece com a touquinha.

 

DICA 4: Toalhas de camping não são extremamente necessárias, mas ajudam bastante pois são leves, ocupam pouco espaço e secam rápido.

 

DICA 5: Levar chinelo! Chinelos são extremamente úteis não só para o banho mas para descansar o pé da bota. Até nas paradas durante a trilha tirava a bota e substituía por chinelo por algum tempo.

 

DICA 6: Abusar do protetor solar e chapéu/boné – O buraco da camada de ozônio está bem em cima da Patagônia e a radiação é bem alta.

 

VESTUÁRIO:

Eu levei 1 calça legging, um short e uma calça de trekking. Colocava sempre ou a legging ou o short por baixo da calça, e dependendo do clima tirava a calça. Mesmo nos dias mais frios (base das torres) não senti frio só com a legging, pois meus pés estavam aquecidos (bota e meia térmica). Levei, ainda, uma blusa para cada dia, um único casaco e pijama, só. Comprei só 3 meias mas no final achei que devia ter levado 4, uma para cada dia. Dos acessórios de frio tinha 1 cachecol, uma touca, uma head band e luva. A luva só precisei usar no dia das torres, que nevava e ventava bastante. No final da viagem acho que o meu saldo foi mais de calor do que de frio, mas como dizem o clima lá é muito instável, tem que estar preparado para tudo.

 

COMO CHEGAR:

Nosso vôo saiu de BH e tivemos um longo dia de viagem até nosso destino final. Como viajamos em altíssima temporada as passagens foram mais caras que o normal, mas pesquisando bem e viajando fora de temporada pode-se achar preços bem melhores. Compramos uma passagem da GOL de BH-Santiago (1500 reais pp i/v) com escala em SP. E separadamente compramos o voo da Sky Airlines de Santiago – Punta Arenas (750 reais pp i/v) com escala em Puerto Montt. De Punta Arenas pegamos um táxi do aeroporto até o terminal de ônibus e de lá um bus para Puerto Natales. Procurei muuito antes de ir um ônibus que pegasse a gente no aeroporto e fosse para Punta Arenas, e o que descobri é o seguinte: A bussur para no aeroporto, mas você só pode embarcar lá se comprar sua passagem com antecedência pela internet. Mandei vários e-mails e liguei diversas vezes para lá tentando comprar com antecedência a passagem, mas não consegui, é muito complicado! Tivemos então que fazer o esquema de pegar táxi até o terminal (mais detalhes embaixo). Do terminal o ônibus leva 3h até a rodoviária de Puerto Natales. Nos hospedamos lá por uma noite e no dia seguinte partimos para o Torres del Paine (3h até Pudeto). Ao descrever meu dia a dia explicarei melhor a parte do transporte.

 

CLIMA:

As mudanças bruscas e extremas no clima patagônico são bem conhecidas, mas vou falar apenas da minha experiência. Peguei sol todos os dias, o que não é muito bom pois fazia bastante calor durante as caminhadas. Os momentos de sombra ou dia nublado eram bem mais agradáveis, e não interferiam na paisagem. Durante o dia era raro fazer frio, só colocava o casaco quando em pontos muito altos e com vento, na grande parte do dia ficava só com blusinha mesmo. Durante a noite fazia frio, mas nada que um casaco não resolvesse. Os lugares mais frios que achei foram no acampamento italiano e na base das torres. O vento pode ser bem intenso no parque, e ele é sempre gelado. Pegamos um vento bem forte em um dos percursos, que até me derrubou no chão (com o mochilão nas costas!), além disso era carregado de areia, o que impossibilitava a continuidade da trilha, então ficamos sentados agarrado numa pedra uns 5 minutos, até melhorar um pouco. O momento mais marcante de clima intenso para mim foi na base das torres, chegamos lá sem casaco, com calor na subida, chegando lá colocamos o casaco devido ao vento. Tiramos fotos lindas com as torres e 10 minutos depois o céu encobriu todo e começou a nevar! Nevou forte mesmo, e em poucos minutos as torres estavam todas encobertas.

A duração do dia é algo que confundia muito a gente, é bom sempre andar com relógio para não perder noção do tempo. No verão o sol nascia por volta de 5 da manhã (sei de ouvir relatos, pois não presenciei o nascer do sol em nenhum dia) e o dia ficava claro até as 23h!

 

ALIMENTAÇÃO:

O que iriamos comer durante os dias no parque foi algo que me deixou bastante preocupada e ansiosa. Ainda no Brasil experimentei diversos tipos de comida mas nada me agradou muito. Experimentei as comidas liofilizadas e achei MUITO ruim, a consistência é horrível e o gosto é de ração, não achei uma boa levar para o TdP. Os alimentos da vapza são bem melhores, mas mesmo assim achei um pouco pesados, muito salgados. Resolvemos então arriscar e deixar para comprar tudo no supermercado de Puerto Natales mesmo, com exceção do arroz, atum e do caldo Knorr que comprei no Brasil. No final das contas comemos super bem todos os dias! Vou detalhar a nossa alimentação nos relatos do dia a dia. Todo dia a gente tomava um café da manhã reforçado e jantávamos muito bem. Na hora do almoço ou comíamos um sanduíche ou cozinhávamos, dependendo de onde estávamos. Durante o dia ainda comíamos snacks durante as pausas: Frutas secas, barrinha de cereal, biscoito. Nos refúgios tem-se a opção de fazer as refeições no restaurante, o que é mais cômodo e deixa a mochila mais leve, mas é caro (café da manhã: 15 $, almoço: 16 $ e jantar: 20 $)) Além disso, os refúgios têm um mini Market que vende alimentos.

 

DICA 7: Em Puerto Natales passar na loja Itahue (Rua Esmeralda 455 B), que vende frutas secas e amendoim. Recomendo o morango e a banana, uma delícia e um ótimo snack para os dias de caminhada.

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Bom, agora que dei uma geral sobre os preparativos vou para o relato dia a dia:

 

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DIA 1 - 27/12/15

Saímos de BH as 21h, rumo a SP. Nossa escala era rapidinha e 00:05 saiu nosso vôo para Santiago. (Lembrar que o horário do Chile é 1h atrasado em relação a Brasília – horário de verão).

DIA 2 – 28/12/15

Após 03:30 de vôo chegamos em Santiago, de madrugada. Dormimos no aeroporto mesmo. Eu achei bem tranquilo, no 1º andar do aeroporto tem umas cadeiras acolchoadas, dormi sem problema nenhum. Acordamos, lanchamos e fomos trocar nosso dinheiro no aeroporto mesmo (1 real = 164 pesos chilenos - Para facilitar a conta consideramos 1000 pesos = 6 reais). Nosso vôo saiu as 11:30, com duração de 1h45m até Puerto Montt, escala de 40 min (não descemos do avião) e mais 2h até Punta Arenas. A SKY Airlines é uma companhia bem mediana. Os bancos são menores que o normal, reclina quase nada e não servem nem vendem comida! A gente morreu de fome durante o vôo. A comissária disse que está previsto iniciar venda de lanche a bordo em breve, mas não é bom contar com isso, lembrem de comer antes de embarcar. Chegando em Punta Arenas comemos um sanduíche (4000 CLP) no aeroporto mesmo pois estávamos com muita fome, mas as opções são poucas e bem caras. Lá no aeroporto me certifiquei se não teria como mesmo pegar um ônibus direto para Puerto Natales, e realmente é só com reserva prévia pela internet. Naquela confusão de aeroporto encontramos uma chinesa que estava com o mesmo problema que a gente e dividimos um táxi até a estação do Bussur. O taxi foi 8000 CLP e o percurso dura aproximadamente 20 minutos. As vans que faz o mesmo trajeto e saem com bastante frequência custam 3000 CLP. Se tiver com mais gente vale a pena dividir um táxi, ou então catar um mochileiro com o mesmo destino que o seu (quase todos!). Chegamos na estação do bussur em cima da hora de sair o bus, compramos o ticket (6000 CLP) e embarcamos. Tem outras empresas que fazem esse trajeto também, todas tem a mesma tarifa. Os horários podem ser conferidos nos sites das companhias (Bussur, buses fernandez). A viagem Punta Arenas – Puerto Natales durou 3h e a paisagem é incrível! Chegamos em PN as 20h, com frio e fome. Pegamos um taxi até o hostel (A tarifa em PN é fixa: 1300 CLP dias úteis e 1500 CLP final de semana, feriados ou a noite). Deixamos as malas no hostel e fomos procurar um restaurante. Tudo é bem caro no sul do Chile, o restaurante que fomos era super simples, pegamos as opções mais baratas do cardápio e a conta deu 17000 CLP, ou seja, 100 reais. Voltamos mortos para o hostel e dormimos ainda na luz do dia!

 

Hostal Morocha: Diária para o casal: 38000 CLP (só em cash). O hostel é uma casa pequena gerenciada por uma suíça super simpática. Os quartos apesar de pequenos são bem aconchegantes e limpinhos. O banheiro é grande e a ducha é ótima! O café da manhã é uma delícia e com bastante variedade. O único porém é a localização, mas como a cidade é pequena não prejudica muito (5 a 10 min a pé do centro).

 

DICA 8: Da última vez que fui ao Chile desci em Santiago e não quis trocar o dinheiro no aeroporto achando que seria mais caro que no centro de Santiago, mas não é! No dia seguinte quando fomos ao centro não achamos nenhum lugar com tarifa tão boa quanto a do aeroporto. Não sei se é sempre assim, mas não precisa ficar com medo de trocar no aeroporto.

 

DIA 3 – 29/12/15

Acordamos após uma ótima noite de sono e fomos para a cidade fazer as compras finais. Compramos gás para o fogareiro (levamos 2, mas o 1º só acabou no último dia, quase deu pra levar só 1), frutas secas (Loja Itahue) e passamos no supermercado para comprar os alimentos. Organizamos o mochilão e deixamos nossa mala no hostel no qual ficaríamos após voltar do TdP (o Hostal Morocha não tinha disponibilidade em janeiro). Comemos nossa última refeição antes do trekking no Restaurante El Bote, que é simples mas gostoso, o menu com entrada, prato principal e sobremesa era 4000 CLP, e o refrigerante ou suco 1500 CLP. De lá pegamos um taxi e fomos para a rodoviária. Chegamos em cima da hora da saída dos ônibus – várias empresas fazem o percurso ao TdP, e todas saem no mesmo horário (07:30 ou 14:30) e tem o mesmo preço ( 15000 pp i/v). Não precisa preocupar em comprar a passagem antes devido a essa grande oferta, chegamos em cima da hora e conseguimos passagem sem problema. A viagem até o parque tem uma paisagem lindíssima, com muitas ovelhas e alpacas, e dura cerca de 2h até Laguna Amarga, onde todos os ônibus param e todos descem para comprar o ingresso (18000 CLP – Tem que apresentar o papel que ganha na alfândega quando entra no país) e assistir uma breve instrução sobre as regras do parque. Nesse ponto, quase todo mundo do ônibus desceu para pegar o ônibus para o Hotel las Torres, mas como nós iriamos fazer o W invertido, continuamos mais 1h no ônibus até Pudeto. Em Pudeto pegamos o catamarã (15000 CLP, 20 min de viagem) até o Paine Grande.

 

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No acampamento fomos direto para o “check in”. Nessa noite o refúgio não tinha mais vaga (mesmo reservando com alguns meses de antecedência), então fomos de barraca mesmo. Alugamos tudo deles (que também precisa ser reservado com antecedência): barraca, saco de dormir e colchão (tudo saiu a 39000 CLP para nós dois). Não é barato alugar com eles, mas a praticidade contou muito na nossa decisão e não me arrependo. Alugar direto nos acampamentos tem a imensa vantagem de não precisar carregar tanto peso nem volume durante as caminhadas, além disso os equipamentos são de alta qualidade e a barraca já vem armada. Não passamos nada de frio durante a noite, a qualidade dos materiais realmente conta muito nessas horas. Após instalados fomos comer. No nosso primeiro jantar comemos sopa de tomate, miojo e bebemos vinho (levamos uma garrafa para as 2 primeiras noites pois não íamos precisar carregar o mochilão nesses dias). Em todos os acampamentos há um lugar específico para cozinhar, é proibido acender fogo fora dessas áreas.

 

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DIA 4 – 30/12/2015

Acordamos cedo para dar início ao primeiro dia de caminhada. Tomamos café da manhã reforçado (pão com queijo e peito de peru, chá, pêssego) e preparamos nosso sanduíche para comer no almoço (cream cheese e atum). Preparamos a mochila de ataque só com a comida necessária para o dia, equipamentos fotográficos e acessórios de frio caso fossem necessários (gorro, cachecol) e deixamos o mochilão no refúgio. Começamos a caminhada por volta de 08:30. Em uma hora de caminhada tranquila, com pouca subida, chegamos na Laguna los Patos. De lá andamos mais um pouco e paramos para um lanche (barra de cereais e frutas secas). As 10:30, após 2h de caminhada, chegamos no Mirador Grey. Esse mirador é um lugar espetacular, tem uma vista incrível! Ficamos mais de 30 min lá admirando a beleza do lugar e tirando muitas fotos. Seguimos viagem até o Refugio Grey, onde chegamos após 2h de caminhada com muita descida e alguns trechos difíceis (muita pedra e córregos). Nosso ritmo de caminhada era bem tranquilo, íamos no nosso tempo e parando muito para fotos - a maioria das pessoas fazem esse percurso em menos tempo. Chegamos bem cansados e fomos comer o sanduíche de atum, suco e biscoito. Ficamos mais de 2h lá no acampamento descansando e iniciamos nosso percurso de volta. Apesar das subidas em pouco mais de 1h chegamos ao mirador, mas fomos andando em um ritmo bem acelerado, sem pausas. Paramos no mirador por mais meia hora para descansar e seguimos mais 2h de trilha até o refúgio Grey. Nessa noite dormimos no refúgio mesmo. Jantamos (arroz, salsicha de frango e miojo) e tomamos o resto do vinho. Conversamos com um casal sul africano e um espanhol, os quais encontramos algumas vezes mais nos outros dias. Eles estavam fazendo o circuito “O”, e como nevou na noite do natal eles interditaram alguns trechos do circuito, então eles tiveram que voltar e continuaram no circuito W mesmo.

 

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O banho: Como estávamos hospedadas no refúgio podíamos tomar banho lá mesmo. Na hora que fui tomar banho tinha uma fila de 4 mulheres e só 3 chuveiros para o refúgio inteiro! Peguei minhas coisas e fui para o banheiro do acampamento. Em pouco tempo vagou um chuveiro e fui tomar o meu banho. O chuveiro é muito bom! Água quente e forte. O box é de um tamanho bom também, apesar de ter que fazer um malabarismo para trocar de roupa sem deixar nada encostar no chão. O banheiro estava limpinho na hora que fui, eles limpam com bastante frequência. O Otavio tomou banho no banheiro de refúgio e disse que o chuveiro era bom também.

 

As tomadas: As tomadas para carregar as máquinas foram um motivo de bastante preocupação antes da viagem, o que nos levou a comprar algumas baterias extras. Nos acampamentos realmente é mais complicado para utilizar tomadas, mas nos refúgios não tivemos problemas. Nos corredores do refugio Grey existem algumas tomadas, e quase todas vazias.

 

DICA 9: A vista do mirador Grey e do acampamento Grey são quase iguais, só aproxima mais das geleiras. Do acampamento você pode ir pra beirada do lago com mais uns 15 minutos de caminhada. Na minha opinião não achei que valeu a pena ir até o refúgio, teria nos poupado mais se tivesse ficado só no mirador, e como eu disse, a vista não muda muito.

 

DICA 10: Levamos arroz em saquinhos e caldo Knorr, fica bem fácil e gostoso o arroz desse jeito. É só deixar a água ferver, colocar o saquinho de arroz e o tempero (Meu Arroz, da Knorr) e deixar ferver por 20 minutos. Depois é só tirar o saquinho e deixar escorrer e o arroz tá prontinho! Um saquinho dá tranquilo para 2 pessoas. Tanto o arroz quanto o tempero compramos no Brasil e levamos.

 

DICA 11: Eu aproveitava para “ferventar” a salsicha na mesma água do arroz, que já estava com um tempero.

Obs: Como íamos nos hospedar no refúgio a noite eles deixaram a gente guardar os mochilões em um “luggage room” dentro do refúgio. Para as pessoas que estão acampando os mochilões devem ser deixados fora do refúgio, em uma varandinha.

 

DIA 5 – 31/12/2015

Acordamos um pouco mais tarde, por volta de 08:30, tomamos nosso café da manhã e as 10h iniciamos nossa caminhada rumo ao acampamento italiano, dessa vez com a mochila nas costas! O caminho é cheio de cachoeiras e pontes, é bem lindo. No final do percurso há uma parte queimada do incêndio que teve no parque em dezembro de 2011. Chegamos por volta de 13h no acampamento italiano, mas como já disse, nosso ritmo de caminhada era tranquilo, muita gente faz em menos tempo. Como lá tinha lugar para cozinhar resolvemos almoçar lá mesmo, comemos macarrão com molho de tomate com carne moída (compramos o potinho de molho pronto no supermercado) e ainda acrescentamos atum. As 14h, devidamente alimentados, deixamos nossos mochilões (com capa impermeável) no acampamento e iniciamos a subida rumo ao mirador britânico. O caminho inteiro é lindo, mas com muitas pedras e subida íngreme. Em 1h40m chegamos ao mirador Valle do Francês, que tem uma vista espetacular dos lagos! Ficamos um tempo sentados lá admirando a paisagens, observandos as avalanches (na montanha em frente de tempo em tempo tem pequenas avalanches, da um barulho parecido com trovão e ai você vê o gelo caindo) e fazendo um lanchinho. As 16h iniciamos a caminhada para o mirador britânico e chegamos as 17:45h. O caminho todo é lindo e bem tranquilo, vai passando por dentro da mata. No meio do caminho, antes de chegar no acampamento britânico tem um “deserto de pedras”, um lugar bem bonito. A chegada ao mirador britânico é um pouco difícil, nos últimos metros tem bastante subida e uma escalada em pedras para chegar ao topo. A vista é linda, mas faz bastante frio! Descansamos um pouco e iniciamos a descida até o acampamento italiano, que durou cerca de 3h. Chegamos no acampamento completamente destruídos, mortos de fome e com frio. Jantamos lá mesmo (arroz, salsicha e miojo) e com muita dor e cansaço pegamos os mochilões e fomos até o Domo Frances, onde iriamos dormir. São 2 km de distância, o que levamos 30 min para percorrer, chegamos bem na hora que começou a escurecer. O lugar é muito bonito, a beira de um lago e tinha bastante gente animada. Dormimos nos “domos”, um quarto bastante interessante e bem estruturado. Cada domo tem 4 beliches, com abajur e tomadas individuais em cada cama! Além disso, há 2 banheiroS em cada domo, e são bem limpos e confortáveis. Tomamos nosso banho e fomos comemorar o ano novo. Estávamos tão cansados que só tomamos uma cerveja (4000 CLP a lata!!), esperamos dar o horário do ano novo no Brasil e fomos dormir.

 

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DIA 6 – 01/01/2016

Acordamos ainda cansados e com muitas dores no corpo. O check out era as 09:30 (como em todos os refúgios), mas conversamos para ficar um pouquinho mais. Arrumamos as coisas, comemos e partimos as 11h. Caminhamos 2h até Los Cuernos, que é bem arrumado e bonito o local (tem uma praia de pedra em frente). Los Cuernos é o maior acampamento do parque, tem área de camping, refúgios, chalés e até domos. Paramos um tempo lá para descansar, almoçar (arroz com atum e frutas secas) e conversamos com um brasileiro que tinha acabado de chegar. As 14h demos início a caminhada até El Chileno. Apesar das paisagens lindas esse caminho parecia eterno! Juntou o cansaço acumulado, com mochilão pesado e muita subida. Demoramos 6h de Los Cuernos até El Chileno, com muitas pausas para fotos e descanso. Chegando em El Chileno a paisagem é maravilhosa! O El Chileno é o local mais animado de todos, tem muita gente e muitos jovens. Lá tem refugio e acampamento, nós ficamos no refúgio, num quarto de 8 pessoas. O banheiro era no corredor para todos os quartos e a ducha era bem ruim. A única tomada que achei era no saguão principal, e tinham 3 tomadas para todo mundo dividir, era bem disputado . Ah, lá é o único lugar com wifi, mas é beeem caro. A cozinha para o acampamento era grande porém imunda, bem sujo mesmo. Achei interessante que lá tem uma cestinha para deixar as comidas que sobraram ao invés de jogar fora. Deixamos lá nosso botijão, já que era nosso último dia, e pegamos um pacote fechadinho de torrada. Jantamos sopa de macarrão com molho de tomate e carne e fomos dormir.

 

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DIA 7 – 02/01/2016

Último dia no parque. Iniciamos nossa subida ao ponto mais aguardado (base das torres) por volta de 10h. O percurso até o topo durou 2h e foi o mais tranquilo de todos, tem muita subida no final mas fomos devagarzinho e sem estresse. Chegando lá tivemos 2 ótimas surpresas – A primeira foi que as torres estavam lindas, esperando para ser admiridas e fotografadas, a segunda foi que após as fotos começou a nevar!! Apesar do frio (dia mais frio da viagem) foi tudo lindo. A descida durou 2h também (a maioria das pessoas descem mais rápido que sobem, mas eu descia bem devagar com medo de machucar o joelho). Paramos no acampamento só para pegar os mochilões e descansar, em seguida iniciamos o ultimo trecho da viagem, do El Chileno até o Hotel Las Torres. Mais da metade desse percurso é uma pequena trilha com um abismo ao lado, e bem nesse trecho pegamos uma ventania muito forte. O vento me derrubou com mochilão e tudo, então, apesar do vento estar soprando do lado contrário do abismo resolvemos esperar ele diminuir um pouco antes de continuar a descida. Esse trecho foi o único que usei óculos escuros, pois o vento carregava muita areia. A descida demorou 2h. Chegamos mortos, mas super satisfeitos! Comemos uma pizza no hotel mesmo, que era bem gostosa e bem servida (19000 CLP) e esperamos o transfer, que passou as 19:30 e custou 2800 CLP por pessoa. O transfer nos deixou na portaria Laguna Amarga, onde todos os ônibus estavam esperando para voltar para Puerto Natales. De Laguna Amarga até a rodoviária de Puerto Natales são aproximadamente 2h. Chegando lá pegamos um taxi e fomos direto para o hotel tomar banho e dormir!

 

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Hotel Amerindia: 52000 CLP a diária por casal. O quarto é gigante, cama e banheiro super confortáveis. O hotel é muito bem localizado. O café da manha é gostoso mas simples, com pouca opção. As funcionarias não são muito simpáticas.

 

DICA 12: Experimentar o restaurante “Mesita Grande” tanto em Puerto Natales quanto em Punta Arenas, é um restaurante italiano que tem massa e salada. É um dos mais baratos e vive cheio. O suco e o sorvete de framboesa são uma delícia. Conta para o casal aproximadamente 18000 CLP.

 

Os 2 dias que sucederam o trekking passamos descansando e preparando para nossa volta ao Brasil, em Puerto Natales e Punta Arenas.

 

Bom, a viagem foi incrível e as paisagens muito mais bonitas do que esperávamos e do que é possível retratar em fotos. A viagem apesar de relativamente cara (no final deu aproximadamente 5 mil reais para cada) valeu cada centavo e cada esforço! Espero que tenha ajudado, qualquer dúvida podem me perguntar que estarei a disposição para ajudar.

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Olá Marina, tudo bom?

 

Me chamo Bruno Oliveira e sou da equipe de Marketing da Vapza Alimentos. Lemos os seu post e seus relatos sobre o circuito W e verificamos que você levou para a viagem os produtos Vapza, que são ótimos para esses momentos pois não precisam de refrigeração ao serem armazenados. Porém, vimos também, que sua opinião sobre eles era que: São muito pesados e muito salgados. Pode nos informar quais os produtos consumiu por favor? E aproveitando, gostaríamos de te apresentar a linha Orgânico Vapza, que possui baixo/ou nenhum teor de sódio, e pode ser muito mais útil para as suas próximas viagens. Gostaríamos de enviar para você, um kit com esses produtos para que experimente e nos diga o que achou. Se concordar, envie-nos por favor o seu endereço para [email protected] fico a disposição. Obrigado, Abraço!

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      Para que o conteúdo não fique massivo estarei dividindo o relato em várias partes menores, e caso você queira apenas saber o que Campos do Jordão e Aparecida têm a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jordão, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jordão]
      [Parte da Tarde] Missão Fondue!
      [Parte da Noite] Missão Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia] Viagem de volta de ônibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH até São Paulo de ônibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no ônibus!

      Às 22:00h entramos no ônibus da São José, mas ele não saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele [ou eles] estavam vindo de Ipatinga e agarraram no trânsito, e o bus só partiu mesmo às 22:20h, com destino a São Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada às 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que não consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e não queria molhar a câmera ou o meu óculos.


      Nesse lugar a parada foi bem rápida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal é que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de ônibus.

      Passado mais algum tempo, às 4:00h da manhã fizemos nossa segunda e última parada do percurso até Campos do Jordão. Dessa vez até que eu tinha conseguido dormir bastante no ônibus.



      Havia até um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espaço muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista é muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela já estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no ônibus sem poder esticar os pés.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
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      Campos do Jordão, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma população de pouco mais de 50.000 habitantes e está a 173 km da cidade de São Paulo, a 350 km de distância do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jordão
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      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham opção para água quente e fria. A única coisa que não gostei do Parque Hotel é que o WiFi só ficava disponível na área da recepção e não tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV também era bem pequetita [nada importante, já que quem veio aqui deve é passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Palácio Boa Vista
      Ás 9:00h entramos no ônibus da São José e seguimos até o Palácio Boa Vista, que é considerado como a residência oficial de veraneio do governador de São Paulo, e está localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jordão.




      Andamos um pouco de ônibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da São José, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade já ter ficado com -8ºC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e só não nevou porque o clima dessa região é bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar não era perigoso ao ponto da pessoa entrar e não sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um palácio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no palácio, e como eles não deixavam tirar fotos ou fazer gravações lá de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as únicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o palácio é super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de salões e todos eles com móveis luxuosos, alguns até importados de outros países e em sua grande maioria os objetos são bem antigos, datando das décadas de 60, 40, e até mesmo contando com algumas peças do Século XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns móveis folheados a ouro, outros de latão dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os cômodos, que iam desde estátuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de São Pedro
      Saindo dali fui na Capela de São Pedro, que estava praticamente do lado do palácio, já a Lu não quis entrar nesse local. É uma estrutura íntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da região. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que não compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
       E voltamos novamente para o ônibus da São José para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
    • Por TMRocha
      Com as merecidas férias, fiz uma viagem do estilo Sol e Praia para Porto Seguro junto da Luciana, entre os dias 09 e 16 de Janeiro de 2016.

      Confira agora como foi o nosso passeio.
       
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/porto-seguro-ba-09-16012016-parte-01.html
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      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06] - [PARTE 07]
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        Caso não queira conferir como foi o meu relato e deseje apenas saber o que é bom para se fazer em Porto Seguro, confira as dicas do botão abaixo:

      Sem mais delongas, vamos começar...

      DIA 01 - Sábado [09 de Janeiro de 2016]
      Depois de ter uma noite bem dormida e já com as malas arrumadas [tinha deixado ela pronta na quinta-feira ainda], mais ou menos às 9:00h fui até a casa da Luciana para filar a comida da sogra. Minha ideia era partir de lá já alimentado e junto com ela.

      Minha bagunça.

      Bagunça da minha mãe, na cama ao lado [e a cama nem é dela!]
      Depois de esperar um pouco peguei o bus que ia pro Alvorada.


      Por lá fiquei esperando a Lu se arrumar, ela estava doida porque deixou tudo pra última hora, então arrumou uma correria danada! Após almoçar chegou a hora de partir rumo ao metrô.



      Já no metrô, fomos até a Estação Lagoinha para dali entramos na rodoviária de Belo Horizonte e pegamos o ônibus da Unir que vai pro Aeroporto, que aliás, sai muito mais barato do que pegar um táxi ou o MOVE Conexão Aeroporto que o pessoal gosta de usar.

      E agora sim, finalmente estávamos realmente a caminho do aeroporto de Confins!

      Depois de pouco mais de uma hora [ou duas, não sei ao certo] chegamos em Confins.
      Obs.: Parece estranho minha mochila ficar pra frente, mas acho melhor ficar feinho do que ter os pertences furtados de bobeira no centro de BH.

      Já no local certo bastava apenas esperar o horário do nosso voo, que saiu no horário certo e sem maiores problemas.


      Dada a hora, então bora pra Porto Seguro...



      Já acima das nuvens pudemos ter o nosso lanchinho e seguimos uma viagem tranquila até o aeroporto de Porto Seguro.




      No pacote que fiz com a Master Turismo estava incluído a viagem de ida e volta para Porto Seguro e o translado até o nosso hotel. Então ali já nos encontramos com um dos guias da Coconut Tours, que ficou encarregado de nos levar até lá.

      Como não estávamos muito longe do aeroporto, chegamos bem rápido ao Hotel Márlim, que seria a nossa estadia por toda essa semana.



      Nosso quarto dessa vez era bem simples, mas tinha o que precisávamos: um frigobar vazio pra guardar as águas! A cama era confortável [apesar de no primeiro dia terem colocado dois colchões como improviso - depois disso deixaram um colchão de casal], o ar-condicionado era muito bom e os hóspedes também são agraciados com uma piscina que fica no centro do hotel.

      Outra coisa que gostei bastante daqui era a localização, no centro, próximo de bons restaurantes com o preço bem em conta e também da Passarela do Álcool [também conhecida como Passarela do Descobrimento], ótimo local pra quem curte muita cerveja e também compras de tudo o que você pensar, seja de artesanatos, roupas, acessórios e muito mais!

      Aqui tive um imprevisto que não estava contando [claro, quando a gente conta não é imprevisto!!!], dei a bobeira de deixar pra transferir o dinheiro que tinha guardado da poupança para a conta de débito somente aqui porque estava com preguiça de fazer isso em Belo Horizonte e em Porto Seguro simplesmente não existe nenhum Santander [nunca imaginei isso, já que viajei até para Pato Branco, no Paraná, 300 km depois de Judas ter perdido as botas e lá também tinha Santander] e como fiquei muito preocupado em não poder fazer nada por ter pouco dinheiro do débito fechei o pacote todo no Crédito com a Coconut Tours.
       
      Notas: De certa forma acho que falhei um pouco aqui, primeiro por ter dado essa bobeira de não ter feito o que devia em minha própria cidade, e depois por ter fechado muitos passeios focando somente nas praias, já que achava que outros passeios interessantes, como o de chalana, eram feitos somente na praia.
       
      Acho que uma boa dica para quem quer usar agências de turismo pra ter mais comodidade é não fechar tudo na hora como eu fiz. Se estiver no centro dê uma passada em outras agências e feche pacotes diferentes [como por exemplo, passeio de chalana, mergulho de cilindro, passeio de quadriciclo], pra que o roteiro não fique muito repetitivo ou engessado. O que nos salvou foi que os guias da Coconut são todos excelentes e apesar de estarmos mais nas praias deu pra fazer outras coisas muito interessantes.
       
      Nosso Roteiro [que sofreu algumas mudanças no decorrer da semana], acabou ficando assim:
      NOSSO ROTEIRO
      Sábado, 09 de Janeiro de 2016
      - Translado de ida da região metropolitana de Belo Horizonte para Porto Seguro;
      Domingo, 10 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] City Tour no Centro de Porto Seguro;
      [Parte da Tarde] Barraca Barramares, na Beirada da Praia;
      Segunda, 11 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Pitinga, em Arraial d'Ajuda;
      [Parte da Tarde] Centro de Arraial d'Ajuda;
      Terça, 12 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Praia dos Espelhos;
      Quarta, 13 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Trancoso;
      Quinta, 14 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Santo André;
      [Horário do Almoço] Oficina do Sabor e Berimbau Park;
      [Parte da Tarde] Coroa Vermelha [Aldeia dos Índios Pataxós];
      Sexta, 15 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Recife de Fora;
      Sábado, 16 de Janeiro de 2016
      - Translado de Volta de Porto Seguro para a região metropolitana de Belo Horizonte.
       
      Continuando com o relato...

      De noite resolvemos comer uma boa pizza no Mama's para comemorar a nossa chegada na cidade.



      O que achei mais legal aqui é que eles usam esses mini-forninhos pra deixar a pizza aquecida, além disso a massa é muito fina e a pizza é realmente deliciosa e pra ajudar o preço é muito baixo. Vale a pena comer aqui!

      Após comer resolvemos andar um pouco [na verdade um bocado] pelo centro da cidade, o que mais tinham eram opções de vestuário e restaurantes para todos os gostos, além de dezenas e mais dezenas de lojas de souvenirs.

      Quem é colecionador como eu pode ficar tranquilo que certamente tem alguma coisa bem legal que se adequará ao seu gosto. Fiquei tão entretido comprando que até esqueci de tirar mais fotos, mas não tem problema porque em quase todos os dias demos uma passada no centro da cidade pra passear ou para comer alguma coisa.
       
      Os enfeites de natal decorando a cidade ficaram tão legais que acho que a prefeitura quis deixar eles aqui por mais algum tempo ainda.


      Terminado tudo o que queríamos fazer fomos dormir, no próximo dia começaríamos com os nossos passeios por Porto Seguro.

      DIA 02 - Domingo [10 de Janeiro de 2016]
      Já acordados, a primeira coisa que fiz foi tirar algumas fotos do hotel.



      Não esquecendo, claro, de tomar nosso café da manhã.


      Nosso primeiro passeio seria para o centro histórico de Porto Seguro, e a Coconut enviou uma van para nos buscar e levar até lá.


      Uma das coisas que reparei é que os baianos realmente amam sua terra, são dedicados e mesmo nas coisas mais simples fazem todo o possível para agradar os turistas. A primeira coisa que o guia Jackson nos mostrou foi de onde era tirado o cacau da fruta.



      Sempre achei que era usado a polpa para fazer o chocolate, mas na verdade é usada essa semente, que é torrada e nela são realizados outros processos até chegar no chocolate que conhecemos atualmente. Perto dali também tinha um vendedor vendendo sementes que ajudam no tratamento de várias coisas.

      Acabei não prestando muita atenção, pois nossas atenções se voltaram mais para o índio vendedor de brincos, que estava ali perto.


      A Luciana gosta muito dessas coisas que usam penas e não resistiu, já fez a sua comprinha! E após algumas explicações, começamos com nosso passeio pelo centro histórico de Porto Seguro.





      Achei muito legal a história daqui, que é basicamente o começo da história do Brasil: As casinhas eram feitas coladas umas as outras, sempre dando um espaço no meio para a rua, que dividia os vilarejos em dois, e ao fundo era construída uma igreja. Além disso, entre todas as casinhas havia uma porta.
       
      Isso ajudou os primeiros portugueses a se prevenir dos ataques constantes dos índios que não queriam eles nessa região. Falando em índios, os das costas brasileiras eram amigáveis com os portugueses e aceitavam permutas de objetos europeus em troca de comida e outras coisas que eles possuíam. Já os das matas fechadas eram hostis e atacavam os portugueses sempre que tinham oportunidade.

      Outro detalhe interessante era que esses vitrais utilizados nas torres das igrejas vinham diretamente de Portugal, e como os vidros quebravam sempre durante o percurso colocavam esse vidro do jeito mostrado acima. Isso era bom porque o sol forte ajudava o vidro a brilhar e isso facilitava a vida dos marinheiros, pois conseguiam ver onde estava o vilarejo mesmo estando distantes da costa.





      Após as explicações do guia andamos mais pelo local, tiramos muitas fotos e compramos mais algumas coisinhas pelas lojinhas. Também tiramos fotos dos mirantes bonitos que estavam nessa área.





      Após voltar esperamos um tempinho, até que chegou o ônibus que nos levaria para a Barraca Barramares, na beirada da praia.


      No caminho até avistamos a Transilvânia!
      Chegamos na Barraca Barramares, que já de cara mostrou uma entrada bem elegante!




      Fomos direcionados a ficar na parte onde havia areia e muitas mesas, o estabelecimento estava lotado e quase não haviam lugares disponíveis, mas após olhar os preços absurdamente caros, pedimos licença para um casal que estava realizando o Tour com a gente, saímos dali e voltamos na entrada da Barramares novamente para procurar outro local, mas caímos na realidade ao perguntar para os transeuntes, essa barraca estava bem isolada do comércio local da cidade. 

      [Aliás, esse é um dos pontos negativos que percebi em Porto Seguro, aqui prevalece um sistema de monopólio das barracas, o que encarece consideravelmente os preços das coisas ao comer nas praias, e nem tem como fugir disso já que a maioria dessas barracas ficam em lugares mais isolados, o que faz com que você nem tenha opção de escolha, e se houver mais de uma barraca próxima da outra os comerciantes não deixam que você compre livremente por elas, somente na barraca que você está com suas coisas]

      Então tivemos que voltar e pedi a refeição mais simples do menu, que ainda assim saiu caro, já que nem carne tinha no prato.



      Como a comida não nos sustentou, resolvi fazer uma gracinha e comprei um açaí na barraquinha ao lado, que também pertencia a Barramares.


      Mas aqui aconteceu o impensável, sim ... uma lagarta preta, do tamanho de uma mão, daquelas de coqueiro, subiu na perna da Luciana ... que tem o maior pavor de lagartas, até mesmo daquelas pequenininhas ... O resultado foi catastrófico!

      Obs.: Não coloquei a foto da Lagarta original para não traumatizar ainda mais a Lu!!!
      Ela deu o maior grito, pulou assustada, quase pediu socorro, ficou toda tremendo, não conseguiu comer mais o açaí e chorou demais, fiquei até desconsertado na hora porque não sabia o que fazer. Ela se acalmou somente quase uns 20 minutos depois desse ocorrido.

      O pessoal que estava frequentando essa barraca estavam muito animados, curtindo muito, brincando e até dançando Kuduro!

      Passado o susto e com a Lu um pouco mais calma andamos um pouco pela praia.




      E até consegui tirar uma foto dela mais animada.

      Se você gosta de diversão com agito, por aqui é possível praticar o Banana Board e se jogar de vez no mar, como eu estava fora de forma no nado e a Lu não sabe nadar e não gosta desse tipo de atividade preferi não arriscar.



      Até tentamos escrever o nome do meu Blog, Tudo Rocha, pra ver se ficava legal escrito na areia da praia de Porto Seguro.

      Dessa vez ainda não tinha ficado boa, também tentamos em outras praias e deixamos com um efeito bem mais legal!
      Perto dali também existe um pequeno rio, onde as pessoas aproveitam pra andar de caiaque ou apenas brincar na água.



      Às 15:00h tínhamos que voltar para o ponto combinado, então, como estava perto do horário resolvemos voltar. [Pode até parecer que na maioria dos passeios ficamos pouco tempo na praia, mas o calor e a intensidade do sol por aqui é fortíssimo e é melhor ficar um tempo menor na praia e assim evitar queimaduras - eu na verdade, durante toda a semana tive que ter muita atenção, pois meus ombros e a nuca chegaram a queimar um pouco]

      Ao sair não deixamos de tirar fotos bem legais em lugares estratégicos feitos especialmente para os turistas.





      [Obs.: Nós estamos com olho de peixe-morto porque a intensidade da luz aqui é muito forte, eu por exemplo demorei quase 3 dias para conseguir abrir meus olhos completamente.]

      Algo que achei bem legal foi algumas frases de baiano citadas pelo nosso guia da Coconut:

      - Braço cruzado é ritual baiano de chamar chuva!
      - Vamos-nus todos, mas todos vestidos!

      Outra coisa que nos informaram foi para não fazer tatuagens de rena, dessas que oferecem na praia, pois não sabemos nada da higiene utilizada nesse tipo de produto. Chegando o ônibus fomos em direção ao nosso hotel novamente e deu até pra ver de relance a praia de Toa Toa, que também é muito boa!


      Depois de chegar no Hotel descansamos bastante e de noite fomos comer algo mais apetitoso no Theta's, já que não demos muita sorte na hora do almoço. O garçom foi muito educado e prestativo e até nos ajudou a tirar uma boa foto.



      Depois de jantar e certamente ter andado mais um pouco pela Passarela do Álcool pra levar mais alguma coisinha, voltamos pro hotel e descansamos mais um pouco. No outro dia teríamos mais passeios divertidos para se fazer. Continue acompanhando, pois tem muito mais a ser contado!
    • Por TMRocha
      Em novembro deste ano [2015] tive a oportunidade de viajar a trabalho pelo Museu Itinerante da UFMG para a cidade de Pato Branco.

      Estarei contando aqui como foi o relato dessa viagem, que certamente, foi a pior das que fiz até o momento.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique num dos links abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/pato-branco-pr-02-08112015-parte-01.html
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      Antes de começar, vamos compreender melhor onde está localizada essa cidade e qual a sua importância para essa região do Paraná.
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      Pato Branco - PR


      Pato Branco está localizada no Sudoeste do Paraná. Possui cerca de 80 mil habitantes e índice de desenvolvimento humano (IDH) de 0,849. Coloca-se como a terceira melhor cidade em qualidade de vida do Paraná e 113ª no Brasil.

      A cidade se destaca na microrregião como um centro de serviços com ênfase nos setores da saúde e da educação. A partir de 1996, Pato Branco buscou variar sua economia através de incentivos fiscais a empresas dos setores de informática e eletroeletrônico, o que resultou na criação de um pequeno centro tecnológico industrial.

      A agricultura também representa uma importante fatia na economia do município. A existência de uma instituição federal de ensino superior, a UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (antigo CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica) enfatiza o caráter de "centro provedor de serviços" regional de Pato Branco.

      Fontes Pesquisadas:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Pato_Branco

      Como opções de entretenimento, o pessoal daqui costuma aproveitar sua proximidade com a Argentina (100km) para fazer compras, mas ao aproveitar algum feriado, também é possível visitar Foz do Iguaçu e o Paraguai (cerca de 300km) ou até mesmo Curitiba (cerca de 500km) ou mesmo aproveitar a praia, que não fica tão longe assim de Curitiba.
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      A partir de agora estarei contando como foi minha experiência em Pato Branco.
      DIA 01 - Segunda-feira [02 de Novembro de 2015]
      Às 4:10h da madrugada já estava de pé, pois nosso avião partiria às 6:20h [nós deveríamos estar no aeroporto às 5:00h] e para isso tive que sair cedo pacas, mas ainda dei sorte porque um dos meus irmãos se prontificou e me deu uma boa carona de moto até o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

      Fizemos uma viagem bem tranquila e quase sem trânsito e conseguimos chegar lá por volta das 4:50h.

      Meu irmão que me deu carona.

      Minha mala, que de alguma forma coube dentro do baú da moto!


      Assim que entrei já vi boa parte do pessoal do Museu Itinerante, então esperamos o resto chegar e fizemos nosso check-in do aeroporto.

      Após entrarmos na Sala de Embarque ficamos esperando dar a hora e às 6:20h nosso avião decolou rumo a Viracopos, em São Paulo.



      A medida que o avião ia subindo já dava para ver a incontável quantidade de imóveis de Belo Horizonte e também alguns pontos turísticos importantes, como o Mineirão e a Lagoa da Pampulha, além de já estarmos começando a passar das nuvens.



      Lagoa da Pampulha e Mineirão.

      O avião continuou subindo até ficar por cima das nuvens, aí a aeromoça distribuiu o lanche para tomarmos o nosso café da manhã. Comi tudo porque nossa viagem seria um pouco longa, mas não estava com fome porque já tinha comido alguns biscoitos antes.


      O mais legal desse lanche foi as balinhas em formato de avião.
      Perto das 8:00h já estávamos aterrizando no aeroporto de Viracopos.



      Dali fomos para a Área das Conexões e ficamos esperando nosso próximo avião, dessa vez com destino a Chapecó, em Santa Catarina, mas como o voo só sairia às 10:50h tivemos que esperar um bocado na sala de espera. Ali fiquei navegando na internet pelo meu laptop e boa parte do pessoal ficou conversando ou mexendo no celular [com internet, claro!].

      Nesse meio tempo deu até pra aproveitar e tirar uma foto de todo mundo junto:

      E até fizeram o concurso de óculos Lucas Moura, para ver quem ficava mais legal usando esses óculos:

      Eu ganhei 13 curtidas no Facebook, mas o ganhador mesmo obteve 39 curtidas no Facebook. Dado a hora decolamos novamente, dessa vez num avião maior do que o da primeira viagem.






      Como acordei muito cedo e estava um pouco cansado [mais devido a acontecimentos anteriores, como muito serviço e eventos numa data muito próxima uma da outra, que fizeram com que eu trabalhasse bastante e tivesse pouquíssimo descanso], acabou que dormi por boa parte desse voo, mas deu ao menos para comer umas batatinhas que a Aeromoça nos ofereceu.


      Às 12:40h chegamos no Aeroporto de Chapecó e estava chovendo um bocadinho. Achei muito legal a estrutura que os funcionários do aeroporto utilizaram para não nos deixar molhar: emprestavam um guarda-chuva para cada um dos passageiros e pegavam de volta na portaria, ajudou bastante a evitar a água gelada caindo sobre nós!
       


      Minha Mala.
      Apenas esperamos o pessoal se juntar novamente e pegar suas malas e fomos até a portaria. Ali já avistamos o motorista da prefeitura, que não demorou muito e nos levou de van rumo ao nosso destino final.




      Após pouco tempo na estrada, resolvemos parar para almoçar.



      O Motorista nos indicou a Churrascaria Samuara, que além de ter uma comida excelente, era muito barata. E assim continuamos seguindo a estrada rumo a Pato Branco.




      Por essas bandas há dos mais variados tipos de plantações.
      Finalmente, às 16:30h chegamos na cidade, mas tivemos que esperar por mais algum tempo antes de entrar no hotel porque o pessoal da coordenação estava conversando com eles e tentando resolver algum problema. 



      Com tudo resolvido, finalmente pudemos entrar no Regente Hotel, que seria o nosso lugar de descanso durante toda essa semana. Fiquei em um quarto-triplo com mais dois colegas. Mas antes disso olhe como é a Sala de Recepção desse hotel:

      E uma das Salas de Espera:

      E agora o nosso quarto:

      Aqui tinha até uma mini-varanda, bem legal para curtir um ventinho no rosto!


      Depois de tanto esforço finalmente estava no meu quarto, onde pude descansar bastante. Só saí de lá às 20:00h para me reunir com o resto do pessoal e um dos organizadores do evento, que nos mostraria a cidade e também nos levaria até um rodízio de pizza.




      Em muitas avenidas existem esses vasos de flores, que deixam a paisagem muito bonita.







      Ele nos levou até a Pizzaria Thaberna Pizza e Grill, que além de ser incrivelmente barata, tinha excelentes opções de cardápio.


      Depois de comer e papear bastante, chegou a hora de voltar.

      Ao chegar no hotel fiquei descansando novamente, até que findou o dia. No próximo dia começaríamos a montar os experimentos do Museu na Tenda disponibilizada pelo evento.
    • Por TMRocha
      Aqui estou postando o relato da viagem que fizemos para a Expoflora, em comemoração aos meus três anos de namoro com a Luciana.

      Confira como foi esse passeio e conheça mais de perto essas incríveis cidades paulistas.
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      Explicitações
      Alguns meses antes de realizar o passeio sentei no meu laptop com a Luciana e pesquisamos juntos para onde iríamos na nossa próxima, pois ela estava reclamando que eu estava escolhendo os passeios sozinho e por isso muitas vezes ela ia pra lugares que não gostava muito e acabava passando muitos perrengues [o que não deixava de ser verdade, pois, como ela não tinha interesse nisso eu acabava fazendo tudo sozinho, escolhendo o dito destino mesmo!].
       
      Um bom exemplo de passeio que fizemos onde tivemos muitos problemas foi o abaixo, da Serra do Cipó. Clique AQUI ou na imagem abaixo para ver como foi esse passeio.
       

      Exemplo de contratempo da Luciana nessa viagem!
      Clicar: [Serra do Cipó, MG]

      Por conta desses problemas fiz questão de sentar no PC e procurar um destino junto com ela e após alguma pesquisa ficamos entre duas opções: 01) SESC Juiz de Fora/MG com Petrópolis/RJ ou 02) Holambra/SP pela São José Viagens.
       
      A Luciana preferiu o passeio para Holambra porque ama flores e como boa apreciadora, com certeza se sentiria como um verdadeiro mosquito na bosta nesse local! Outro fato que pesou de não escolhermos Petrópolis e o Rio foi que em Abril já demos uma pequena passada por lá, assim não repetiríamos um passeio do estilo Sol e Praia em um período tão curto de tempo.
       
      Escolhi setembro como data dessa viagem porque no dia 01/09 faríamos três anos de namoro e achei o roteiro disponibilizado por eles perfeito para ela, pois o foco era flores e compras, duas coisas que a Lu gosta bastante.

      Antes de realizar o passeio até cheguei a cogitar em ir por conta própria, mas ao pesquisar achava os valores muito fora de mão e ainda eram apenas para Holambra. Como a promoção da São José Viagens estava realmente boa, preferi fechar o pacote com eles, pois pudemos conhecer várias cidades, nos divertimos bastante e ainda com muito conforto e segurança.

      Tivemos a oportunidade de aprender um pouco sobre a cultura holandesa mesmo estando no Brasil e como tivemos muito mais coisas incluídas no pacote [como alimentação em alguns dias], isso reduziu um pouco meus gastos extras e pudemos nos concentrar melhor na viagem propriamente dita.

      Com tudo feito, acabou que nosso roteiro ficou assim:
      MEU ROTEIRO
      Quinta, 10 de Setembro de 2015
      [22:00h] Viagem de Ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para São Paulo.
      Sexta, 11 de Setembro de 2015
      [7:00h] Chegada no hotel, em Campinas - SP;
      [Parte da Manhã] Passeio Turístico em uma Fazenda de Crisântemos;
      [Início da Tarde até Final da Tarde] Expoflora, em Holambra - SP.
      Sábado, 12 de Setembro de 2015
      [Final da Manhã até Início da Tarde] Compras em Monte Sião - MG;
      [De 14:00 às 16:00h aprox.] Compras em Serra Negra - SP;
      [Final da Tarde] Passada bem rápida em Pedreira - SP.
      Domingo, 13 de Setembro de 2015
      [Parte da Manhã até Início da Tarde] Festa das Flores e Morangos de Atibaia - SP.
      [Aprox. 22:30h] Chegada no Terminal JK, em Belo Horizonte;
      [Aprox. 23:30h] Chegada na Minha Casa.
      Relato da Viagem
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      Agora começarei a descrever o relato propriamente dito:
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      DIA 01 - Quinta-feira [10 de Setembro de 2015]
      Acordei não tão cedo como o de costume [porque estava de férias no serviço], fui até a academia de manhã, almocei e resolvi algumas pelejas que ainda precisava [como fazer o curso de inglês no CACS].

      Feito tudo, fui ao Terminal Turístico JK, no Centro de Belo Horizonte, lá encontrei a Luciana novamente e ficamos aguardando o horário de saída do ônibus da São José Viagens.



      Quando deu 22:00h, guardamos as nossas malas, entramos no ônibus e partimos rumo a São Paulo.



      Os ônibus da São José são excelentes, muito confortáveis e seguros. Possui banheiro próprio e em todas as viagens disponibilizam um guia, que auxilia o pessoal durante todo o passeio. Apesar disso eu estava com muita dificuldade de dormir e acordava direto durante a viagem, principalmente nas horas que o guia avisava que teríamos as paradas.

      DIA 02 - Sexta-feira [11 de Setembro de 2015]
      Às 00:14h realizamos nossa primeira parada, no Graal Oliveira, ainda em Minas Gerais.



      Às 3:38h fizemos nossa segunda parada, no Graal Bela Vista (MG). Ali avistamos um cartaz bem legal de um dos lugares que passaríamos durante o passeio, Atibaia (SP) [Mas só fui lá no nosso último dia da nossa viagem!].



      Chegamos no Nacional Inn por volta das 7:00h da manhã.



      Aqui guardamos nossas coisas, nos arrumamos, tomamos um banho, lanchamos e partimos pouco depois das 9:00h. Abaixo estarei colocando como eram as nossas acomodações, que superaram e muito, todas as nossas expectativas. Achei tudo realmente muito luxuoso.







      Nosso quarto era muito amplo, possuía uma cama bem confortável, closet, sofá, mesinha para computador e até banheira. Essa era a vista que a gente tinha da janela do nosso quarto:

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      CAMPINAS, SP

      Campinas é um dos principais pólos de negócio do país, possuindo uma grande concentração de multinacionais, institutos de pesquisa e universidades. Para o público que viaja a trabalho há hotéis modernos e restaurantes sofisticados. Porém também é possível viajar para lá a lazer, pois existem bons programas de fim de semana, como passear pelos parques.
       
      No Bosque dos Jequitibás, as caminhadas são feitas em meio a árvores que formam verdadeiros túneis. O espaço oferece ainda playground, lanchonetes, museu de répteis, aquário e um pequeno zoológico. Já o Parque Portugal é procurado pela turma da corrida, que encontra uma excelente pista às margens da Lagoa do Taquaral. Quadras poliesportivas e rinque de patinação completam as opções de atividades físicas.
       
      Se estiver viajando com crianças, não deixe de fazer o passeio de Maria-Fumaça (que ocorre aos sábados e domingos). O trem parte da estação Anhumas e leva à Jaguariúna. São três horas de viagem – ida e volta - com direito a monitores que contam a história das locomotivas e da ferrovia, além de detalhes do caminho e das fazendas da região.
       
      Além de Shopping Centers e de conhecer os parques, o turismo em Campinas também conta com várias opções de ecoturismo e aventura, com atividades como Rafting, Passeio de Balão, Passeios e Trilhas de Quadriciclo, Kart, Arvorismo e Tirolesa.
       
      Como chegar em Campinas:
      http://www.campinas.sp.gov.br/sobre-campinas/acessos.php
      Link (Turismo de Aventura e Ecoturismo em Campinas):
      http://www.aventurando.com.br/o-que-fazer-em-campinas
      Fontes Pesquisadas:
      http://www.feriasbrasil.com.br/sp/campinas/
      http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-sp-campinas/o-que-fazer
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      - HOLAMBRA, SP -

      Como dito, partimos para Holambra (SP).





      Chegamos em Holambra às 10:00h, mas apenas compramos os ingressos da Expoflora e do Passeio Turístico para a Fazenda de Crisântemos, que preferimos realizar primeiro.





      Pegamos o ônibus disponibilizado pelo evento e seguimos até a Fazenda de Crisântemos, no percurso avistamos muitas casinhas bonitas, lagoas e uma paisagem bem linda, com arquitetura sempre baseada na cultura holandesa.






      Durante o percurso era contado um pouco da história e de algumas curiosidades de Holambra pelo rádio do ônibus. Por fim, chegamos ao nosso destino: a Fazenda Terra Viva, fundada em 1959 por uma colônia de holandeses, que resistiu ao tempo e se tornou uma grande produtora nos tempos atuais, possuindo mais de 12.000 hectares plantados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Holanda.

      O passeio pela fazenda é bem rápido e nele os visitantes podem apreciar os campos floridos:








      Os vasos de flores e ornamentos:









      E também os jardins verticais:







      Ainda possuíam sementes e alguns incrementos para a plantação.



      Uma curiosidade bem interessante é que as flores de crisântemos podem ser programadas para florir em datas especiais com o uso de luzes artificiais. No inverno, quando os dias são mais curtos eles usam luzes artificiais para manter as plantas em estado vegetativo para um crescimento mais vigoroso e no verão, onde os dias são mais longos, eles podem usar cortinas pretas para escurecer o ambiente, fazendo com que as plantas deem flores.



      Feito o passeio, voltamos ao ônibus e seguimos novamente para a Expoflora.




      Aqui encontramos mais duas peculiaridades interessantes sobre a cidade e seus costumes: Em muitas casas há a inscrição de uma única frase nas casas, que nem sempre são entendidas por todos, mas que têm a ver com a história de vida do próprio morador.

      Esse por exemplo, colocou a inscrição "KREK WA'K WOU", que em holandês significa "Era Tudo o que eu queria" [Morar numa casa linda de frente para a lagoa, que mais parecia o mar]. Os filhos dele colocaram outra inscrição ao lado da casa dele, que significava "Nós Também!". Outra coisa curiosa é que a maioria das placas de trânsito, telefones públicos e muitos objetos da área turística da cidade possuem formatos de flores.

      Ainda no ônibus pudemos avistar mais de perto o Moinho dos Povos Unidos, o maior moinho da América Latina.


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      HOLAMBRA, SP
      Festival das Flores - Expoflora

      Localizada no interior de São Paulo, Holambra é o principal polo produtor de flores e plantas ornamentais do Brasil, correspondendo por quase metade da produção e comercialização nacional de flores e plantas ornamentais. A cidade, fundada por imigrantes holandeses na segunda metade do século passado, há mais de 33 anos sedia a Expoflora – o maior evento de flores da América Latina.
       
      A exposição acontece todos os anos e reúne flores e plantas ornamentais cultivadas por mais de 300 produtores. É uma ótima oportunidade para quem gosta de admirar a arte em arranjos florais. Nesse ano (2015) teve como tema Flores, Sabores e Sensações.

      Entre as atrações fixas estão, também, a Mostra de Paisagismo e Jardinagem, com o tema Frutos do Jardim; as tradicionais Parada das Flores e Chuva de Pétalas; o Passeio Turístico por Holambra que inclui a visita a um campo de flores; as danças típicas; o Shopping das Flores e a culinária holandesa, além de parque de diversões, mini-sítio e visita ao Museu de Holambra.
       
      Fontes Pesquisadas:
      http://www.viajoteca.com/holambra-visitando-expoflora/
      http://www.decolar.com/blog/dicas-de-viagem/o-que-fazer-em-holambra-capital-nacional-das-flores
      http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/02/capa/campinas_e_rmc/242955-expoflora-inicia-a-venda-de-ingressos-com-desconto.html
       
      Curiosidade:
      - Holambra é uma antiga colônia holandesa e seu nome é a junção das palavras Holanda, América e Brasil. A cidade mantém as características, os costumes holandeses e inclusive a culinária, também divulgados durante a Expoflora.
      Fonte Pesquisada:
      http://www.aflotur.com.br/agenda/9/expoflora-2015
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      Voltamos para a Expoflora novamente e dessa vez entramos pela bilheteria.







      Ainda na entrada já é possível avistar vários arranjos florais e até alguns carros decorando o ambiente. O primeiro salão que vimos era muito grande e possuía diversas barraquinhas que vendiam as mais variadas coisas, mas preferimos passar direto por ali pra procurar algum lugar para almoçar.

      Assim, vimos uma área bem ampla com muitos restaurantes, lojinhas, jardins e muitas, muitas pessoas mesmo [Holambra é uma cidade muito turística e foi projetada para receber milhares de visitantes por dia durante o Festival das Flores].






      Estava havendo até uma pequena passeata com alguns mascotes da feira na hora, a Lu não resistiu e tirou foto com o Ype [o que ela mais queria era tirar foto com o Assolan, mas ele se afastou da gente rapidamente!].

      Nós almoçamos no Restaurante Tulipa. Que possuía algumas coisas da culinária típica holandesa, como o joelho de porco [que não comi porque a Lu falou que eu certamente não iria gostar] e o chucrute, que é uma espécie de repolho em conserva com um pouquinho de pimenta usado pelos holandeses, que resolvi colocar no meu prato.



      Com o estômago forrado, a primeira coisa que fizemos foi entrar na Mostra de Paisagismo e Jardinagem para ver um pouquinho do que Holambra tinha a nos oferecer visualmente.

      Mostra de Paisagismo e Jardinagem

      Nessa ala mostravam diversos tipos de decorações para jardins, alguns até com pequenos laguinhos.






      Nesse lindo lago também havia muitos peixes.


      Mas não para por aí, muitas vezes também tinham obras de artes e até mobiliários inteiros para jardim nessa amostra:





      Os organizadores do evento tomaram todo o cuidado possível, mesmo nos pequenos detalhes e nas coisas mais simples, como na disposição dos mini-cactos, os detalhes da estátua e o réptil em cima das pedras, nas fotos abaixo:




      E também fizeram bom uso dos jardins verticais, além de sempre aproveitarem as melhores características do que pretendiam para harmonizar melhor as flores com o ambiente.
















      Saindo dali aproveitei e pedi a Lu para tirar uma foto minha com uma pintura artística ao fundo.


      Próximos dali entramos em outra galeria:

      Exposição de Arranjos Florais

      Aqui dispuseram flores e mais flores em diversos tipos de arranjos, sempre muito lindos.

















      Os arranjos florais em formato de arco da saída dessa galeria por si só tinha uma beleza espetacular.

      Acompanhe também a segunda parte, que está logo a abaixo.
    • Por TMRocha
      Nesse relato contarei sobre a viagem que fiz com o Museu Itinerante da UFMG para a cidade mineira de São Sebastião do Paraíso em outubro desse ano [2015].


      Conheça um pouco mais dessa cidade e também como foram os meus dias por aqui enquanto participava desse evento.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique num dos links abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/sao-sebastiao-do-paraiso-mg-04-10102015.html
      Lista de Posts:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05]
      Par começar, por hora, vamos conhecer melhor essa cidade:
      São Sebastião do Paraíso - MG

      São Sebastião do Paraíso é uma das cidades mais desenvolvidas da região Sul de Minas Gerais. A cidade de 64.980 habitantes se destaca na produção de café, laticínios, fruticultura, citricultura, indústria têxtil e material médico-cirúrgico.

      Possui uma história de quase 200 anos que se traduz em monumentos como a Igreja Matriz de São Sebastião, a Igreja Bom Jesus, a Cooperativa de Café e a Casa da Cultura. Suas águas termais podem ser apreciadas nas Thermas Água Azul e em Termópolis.

      Em São Sebastião do Paraíso os visitantes podem conhecer as Cachoeiras do Itambé e dos Marquês, os Parques da Lagoinha e Ecológico da Serrinha, além do Morro da Mesa e do Mirante do Morro do Baú, de onde pode-se admirar o pôr do sol e a vista da cidade, respectivamente.

      Possui ainda uma diversidade de grutas que merecem ser visitadas pelo turista que se interessa por espeleologia. São as Grutas da Figueira, do Bosque, da Toca do Alexandre e da Nova Olinda. Todas as grutas são de propriedades particulares e antes da visita é necessário pedir autorização. 
       
      As manifestações folclóricas são muito importantes para o povo da cidade e por isso em dezembro acontecem as festas de Congada e Moçambique. 

      Distância das Capitais do Sudeste:
      - Belo Horizonte: 556 km;
      - São Paulo: 590 km;
      - Espírito Santo: 701 km;
      - Rio de Janeiro: 979 km.

      Acessos:

      - Aeroporto Tenente Coronel Aviador César Bombonato.
      - A cidade é ligada a Belo Horizonte pela BR 452 e pela BR 262; a São Paulo pela BR 459 e pela BR 381; ao Rio de Janeiro pela BR 354, pela BR 262 e pela BR 040; a São Paulo pela Rodovia Anhanguera e pela BR 050; e a Brasília pela BR 050.

      Para se ter uma noção de como é a cidade, veja ela do alto:

      Fonte Pesquisada:
      http://www.minas2016.mg.gov.br/pt/cidades/sao-sebastiao-do-paraiso.html
      A partir de agora estarei contando como foi minha experiência em São Sebastião do Paraíso.
      DIA 01 - Domingo [04 de Outubro de 2015]
      Madruguei nesse dia. levantei às 4:30h, escovei os dentes, peguei minha mala e a mochila e fui até o ponto de ônibus, ali esperei por pouco tempo e peguei o coletivo, que foi até o metrô.

      Eu tirando meu Self no Metrô
      Fiquei ali e esperei um bocadinho, até que passou das 6:00h e o bus que eu precisava ainda não tinha aparecido. Como teria de chegar a UFMG às 7:00h, fiquei preocupado e preferi seguir até o centro de Belo Horizonte usando o metrô.

      Dei sorte e cheguei em BH próximo das 6:40h, mas estava ocorrendo o evento da Corrida do Galo, que fechou a rua que eu precisava pegar o bus e fiquei por um tempo sem saber o que fazer. Então pensei em seguir para a rodoviária, mas antes avistei uma cabine do MOVE c/ cartão Ótimo disponível, peguei o 511 e dali segui direto até a UFMG.

      Lá na portaria encontrei mais um colega e segui até onde precisava. Então nos reunimos com os outros membros do Museu Itinerante, esperamos mais alguns chegarem e às 7:30h partimos rumo a São Sebastião do Paraíso (MG).


      Depois de seguir estrada por um bom tempinho, paramos em um Posto Policial de Divinópolis (MG) para pegar o membro que estava faltando.

      E prosseguimos a viagem, passando por alguns pedágios até que deu próximo do meio dia e paramos na Churrascaria Brazinho, em Piumhi (MG) para almoçar.



      Pedi um prato bem caprichado, mas sem exagerar [já que estou gordinho e fora do peso e ainda por cima a comida era cobrada a quilo!].

      Almoçamos bem rápido e voltamos para a estrada outra vez. O caminho era super tranquilo, bem sinalizado e com uma estrada muito boa, então não tivemos nenhum contratempo, e às 14:10h chegamos ao BM Palace Hotel, em São Sebastião do Paraíso (MG).






      Dali rapidamente fizemos o check-in e cada um foi para o seu quarto fazer o que queria. Ao chegar no meu quarto, a primeira coisa que fiz foi tirar fotos dele, claro! [Já meu colega de quarto preferiu apenas deitar e dormir!]

      Essa era a visão ao olhar da janela do nosso quarto:

      Após descansar um pouquinho, resolvi dar uma passeada pelos entornos e segui a pé até o centro da cidade. Meu objetivo ali era observar se tinha muitas lojinhas, verificar o movimento e também procurar pelo meu devido souvenir que representaria essa viagem.




      Fui perguntando as pessoas e vez ou outra aproveitava para tirar fotos de coisas interessantes que achava pelo caminho, todas as informações me levaram ao mercadinho da cidade, apelidado carinhosamente de camelódromo.

      Ao chegar lá só tinha uma lojinha aberta, mas ao menos o moço me avisou que durante a semana tinha uma pessoa que fazia o tipo de souvenir mais ou menos como os que eu coleciono, o que já achei uma excelente notícia [agora faltaria apenas dar sorte e conseguir ir lá em pelo menos um dos dias da semana].


      Duas curiosidades muito interessantes que vi por aqui foram esse semáforo bem legal em que havia um contador e o bonequinho ia andando quando o sinal ficava no verde e esse Cristo ao lado do que acredito ser de uma igreja.

      Quando voltei pro hotel descansei um pouco, fiquei na TV assistindo filme do Disney Chanel. "Up Altas Aventuras" [A menina da recepção teve algum problema e só conseguimos pegar o controle depois da janta, mesmo assim valeu porque ainda não tinha assistido esse filme e achei ele muito bonitinho e interessante].



      Às 19:00h eu e meu colega de quarto nos reunimos ao restante dos membros do Museu Itinerante e fomos jantar na Chopani Choperia, que é um estabelecimento bem completo e é uma espécie de mistura de restaurante, bar e pizzaria.



      Ali comemos um bocado e papeamos bastante, e de buxo cheio regressamos ao hotel, onde descansamos. No outro dia começaria o processo de montagem das coisas e também o primeiro dia das exposições em São Sebastião do Paraíso.
      DIA 02 - Segunda-feira [05 de Outubro de 2015]
      Após dormir bem, acordei cedo e fui ao refeitório tomar o café da manhã.


      Às 7:30h pegamos a van e fomos até a Praça dos Imigrantes, que fica ao lado da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Ensino Superior de São Sebastião do Paraíso [Sigla SECTEPES], local onde ocorreria o evento.








      Ali ajudei na montagem das exposições externas do Museu Itinerante, que na verdade estava dentro de um espaço fechado que eu ainda não tinha reparado.




      A primeira coisa que fizemos foi trazer algumas mesas, banquinhos e materiais mais leves do caminhão do Museu Itinerante para a tenda em que realizaríamos as exposições. Como ainda estávamos esperando os carregadores para pegar as coisas mais pesadas, paramos um pouco e demos uma olhada rápida na lagoa próxima dali.

      Além do Museu Itinerante, também haviam várias outras atrações interessantes nessa praça.

      Entrada principal da SECTEPES.



      Observe como essa lagoa é bonita:

      Algo bem interessante nos entornos dessa lagoa eram esses orelhões personalizados:


      - Um peixe dourado e uma arara? Esses orelhões ficaram bem estilosos mesmo!

      Quando os carregadores chegaram, voltamos a trabalhar e continuamos com a montagem das exposições externas do Museu Itinerante, e enquanto isso um pequeno grupo aproveitou e limpou por dentro do caminhão.













      Agora já dava para ver como estava ficando e faltava apenas alguns pequenos ajustes.

      Realizando um pequeno giro com a câmera dava pra ver como tudo estava ficando:

      Quando estava praticamente terminando com a montagem fiquei um pouco desocupado porque tinha feito tudo o que precisava fazer, então resolvi tirar uma foto dos murais e das caricaturas dos grandes inventores e descobridores da história. Será que você conhece todos eles?













      Tivemos até um visitante inusitado, um Mergulhão [pássaro da foto abaixo] que tentou pousar no teto dessa tendinha, mas acabou não conseguindo e preferiu passear por ali a pé mesmo!


      Às 11:40h a organização do evento resolveu os problemas que precisava e já estava praticamente tudo pronto. Então pegamos a combe para almoçarmos no centro da cidade.




      Comemos no Minas Grill. Meu Deus!!! Que comida mais gostosa a desse lugar!!! Tava bão demais sô!!!!!

      De bucho cheio e muito satisfeitos, o pessoal voltou até a combe [Sendo que metade deles deveria descansar no hotel ou fazer o que quisesse pela tarde para trabalhar de noite e a outra metade voltou para trabalhar, sendo que descansariam à noite, isto é - dividimos o grupo em dois para não ficar tão cansativo].

      Ao invés de voltar para a van, preferi me despedir do pessoal e segui novamente para o camelódromo, já que estava bem pertinho dali. Não achei bem o que queria com o lojista que me indicaram ... mas ... vi um bule que me interessou, já que a cidade é uma grande produtora de café, então tentei negociar com o vendedor, que queria me empurrar tudo [um conjunto c/ o bule e mais algumas xicrinhas por R$ 30,00 de qualquer jeito] ... e fui negociando. Falei que não tinha interesse nos outros itens e não iria levar o resto, apenas o bule que me interessava.

      Acabou que fechamos por R$ 20,00 apenas o bule [Saí perdendo muito na negociação porque achei esse valor caro para o souvenir que comprei, que foi até meio forçado, porque também tive de adquirir um canetão para escrever o nome da cidade, pois pensei que não vendiam esse tipo de lembrancinha por aqui] - Tudo bem porque pelo menos adquiri algo que se encaixava com minhas regras de colecionador.

      Não sou um bom artista e minha letra é bem feiinha, então o souvenir ficou assim:

      Dali voltei para o hotel, tomei um banho, descansei e escrevi a outra parte desse relato [até chegar nesse bule acima]! Próximo das 17:00h resolvi sair um pouco e fui até o Chopani para comer um hambúrguer.


      Assim que comi, voltei para o hotel, desliguei o laptop, enchi minha garrafinha de água e parti a pé até onde estava ocorrendo as exposições externas do Museu Itinerante.


      Fui o primeiro a chegar e esperei o resto do pessoal [na verdade o Museu Itinerante também tinha ficado aberto durante a parte da tarde, mas nesse momento estava fechado e só abriria novamente às 19:00h] e após o pessoal se reunir as exposições foram abertas para receber novamente os visitantes.










      Giro bem rápido que fiz para mostrar como estava o movimento [quando ainda estava fraco]:

      Ao menos de noite, o movimento começou bem fraquinho e modesto por uma parte do tempo, mas do nada, de repente, encheu bastante de uma só vez e o movimento continuou assim até que chegou próximo das 22:00h.






      Trabalhei explicando os visitantes em diversos experimentos, mesmo com o movimento um pouco maior como o que estava nessa noite, para os padrões do Museu Itinerante o movimento ainda estava baixo [o que é normal, visto que não teve agendamento de escolas nesse dia e também que os primeiros dias costumam ser um pouco menos movimentados mesmo!] Em algum ponto tirei uma foto muito legal de uma família que nos visitou:

      E trabalhamos ali por mais um bocadinho, até que deu a hora de fechar a lona da tenda e partir.


      Pegamos a van e chegamos rapidinho ao hotel. Ali descansei mais um pouco e dormi até o outro dia. Como esse relato já ficou bem extenso, continuarei com ele no próximo post.
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