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Relato de Viagem – Belém, Ilha de Marajó e Alter do Chão // PARTE 1 - BELÉM


Aline0000

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1º Dia (terça-feira, 29.12.15):

Somos em 6 amigos, mas não conseguimos ir todos no mesmo voo. Eu e o Matheus saímos antes de Curitiba, fizemos conexão em São Paulo às 10h e chegamos perto das 13h em Belém (horário local, - 1h do horário de verão de Brasília). Ao descer do avião já sentimos o clima abafado e úmido belenense, bem diferente dos típicos 18ºC curitibanos.

 

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Do aeroporto até o hostel Residência B&B pegamos o ônibus Narex/Arsenal no ponto de ônibus mais próximo da saída A. Antes fomos abordados por um taxista que, percebendo que iríamos de ônibus, tentou nos convencer a pegar o táxi por preço acordado de R$ 35. Nossos amigos que chegaram mais tarde pagaram R$ 50, então se preferir ir de táxi procure um com taxímetro. A passagem de ônibus em Belém é R$ 2,70, então fomos de ônibus. Descemos na Praça da República e andamos até o hostel, que fica na Rua Tiradentes. Ir de ônibus é interessante para conhecer melhor a cidade, pois o ônibus vai por rotas que os táxis normalmente não vão. Vimos algumas pessoas na rua com a camiseta do Paysandu, time local muito amado.

 

Chegando ao hostel, perguntamos ao Vladimir, que cuida de lá, por onde o almoço era bem servido e não muito caro. Ele indicou o Picanha do Edy, restaurante a uma quadra do B&B, onde tem PF por R$12. Novos na cidade, eu e o Matheus fomos pelo caminho errado ::mmm: e acabamos almoçando em um PF próximo também por R$ 10, mais sujinho que o Edy, mas com PF muito bem servido.

 

Depois do almoço, retornamos ao hostel para tomar um banho e descansar até a chegada dos demais. Quando eles chegaram, era a hora de aproveitar um pouco do restante do dia. Fomos ao bar da Praça da República, um lugar realmente agradável, embaixo de mangueiras (cuidado com a cabeça!) e de frente ao Teatro da Paz, onde experimentamos a cerveja local (Cerpa) e conversamos. Mais tarde ficamos sabendo que o lugar não é muito frequentado pela população belenense, por ter fama de ser ponto de prostituição, mas não vimos nada. Depois de algumas cervejas fomos ao Bar Meu Garoto, um bar bastante agradável e famoso por vender a Cachaça de Jambu. Ficamos bebendo na rua até bater a fome, e então fomos ao Boulevard Shopping, que, como todo shopping, possui preços altos e se destaca da arquitetura e da realidade social do restante da cidade. Pedimos no restaurante que achamos mais barato (não lembro o nome, mas acho que era “Picanha alguma coisa”) que tinha pratos feitos a menos de R$ 20.

 

Residência B&B: ficamos em 2 quartos para 3 pessoas por 4 noites. No total deu R$ 120 por pessoa, com café da manhã incluso e ar condicionado. O hostel era simples, mas os quartos eram bons e o ambiente era hospitaleiro e aconchegante. A cozinha e o escritório eram um pouco bagunçados, mas nada que atrapalhasse nossa estadia e nossos banquetes de macarrão. Era muito gostoso sentar à noite e tomar uma cerveja com os amigos na pequena varanda. ::love:: A localização também é boa, próxima a pontos turísticos, restaurantes e com várias linhas de ônibus passando próximo. A região é um pouco perigosa sim, assim como todo centro de cidade. Só é preciso tomar cuidado – turistas chamam bastante atenção em Belém.

 

2º dia (quarta-feira, 30.12.15)

No segundo dia, acordamos cedo e saímos para conhecer a cidade. Fomos a pé à Estação das Docas, à beira do rio Guamá. Paramos na entrada para tirar fotos. É muito lindo ver a imensidão do rio (parece que não tem fim!). A Estação das Docas é um lugar grande e bem preservado que abriga bares e restaurantes caros, com pratos elaborados e drinks diferentes. Como fomos de manhã, estava tudo fechado. Acredito que algumas coisas lá abrem apenas à noite para atendimento. É um lugar bastante turístico e que vale a pena a visita, mas é diferente do restante de Belém, que parece toda meio improvisada. Andamos pelos espaços e demos uma olhada numa pequena exposição fixa que explica a história das docas e do porto de Belém. Queríamos degustar a Amazon Beer, mas a atendente do balcão nos disse que abririam para atendimento apenas às 17h.

 

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Em seguida fomos ao Ver-o-Peso, o maior mercado a céu aberto da América Latina. Já na entrada do mercado é possível perceber o contraste da Belém da Estação das Docas e a Belém “de verdade”, que faz parte do cotidiano da maioria da população belenense. Acho que não tem jeito melhor de descrever o mercado como uma grande mistura: de gente, de animais, de cores, de sabores, de sons (gritos, buzinas...) e de cheiro de comida, de urina e de peixe. Foi lá que percebemos o quão Belém é diversificada em alimentos e costumes. Também percebemos a grande disparidade social que existe nessa cidade – aos redores do Ver-o-Peso circulam pessoas meio sem rumo, catando o que dá para comer. O lugar é bastante sujo também, com vários urubus por perto. Não é um passeio que agrada a todos (antes de viajar li um relato de uma mulher que tinha detestado o Ver-o-Peso), e definitivamente foi um choque para quem vive em Curitiba, uma cidade considerada limpa por muitos. Mesmo assim, acho a visita ao mercado indispensável para ver a realidade do nosso Brasilzão, tão rico e diverso, e ao mesmo tempo tão caótico e desigual. Além disso, o Ver-o-Peso é o melhor lugar para comprar comidas típicas e lembrancinhas artesanais, com preços mais acessíveis e negociáveis.

 

 

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Atravessamos a rua e seguimos em direção ao Forte do Castelo de Belém. Passamos em frente da Catedral da Sé, mas não nos sentimos tentados a entrar, o que foi um erro, pois acho que a visita valeria a pena. O Forte do Castelo de Belém é próximo de vários outros pontos turísticos, como o Museu de Arte Sacra e a Casa das Onze Janelas. Infelizmente fomos apenas ao forte, acho que porque não havíamos adicionado no nosso mapa esses lugares e não sabíamos que eram tão perto. Chegamos ao forte perto do meio-dia, com um sol forte sobre nossas cabeças. A entrada para visitar o Forte, se eu não me engano, é R$ 4 a inteira. Lá dá para tirar boas fotos do rio e do Ver-o-Peso, mas o mais legal é o museu do Forte, que conta mais sobre os povos indígenas paraenses e como foi seu contato com os europeus.

 

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Após o Forte, só queríamos uma boa comida paraense e um ar condicionado. Até pensamos em comer no Ver-o-Peso, mas o sol forte nos fez mudar de ideia. Pegamos um táxi e fomos ao restaurante Tomaz (Av. Visc. de Souza Franco, 996), indicado por um amigo que mora em Belém. Com pratos a um preço bom e bem servidos, o restaurante Tomaz é um bom lugar para provar as comidas típicas locais: maniçoba (uma delícia! ::otemo:: ), vatapá e tacacá. Existe também a opção de meias-porções, se você não estiver com tanta fome ou quiser provar mais de um prato. Eu pedi um vatapá que achei ok, mas o Arroz do Tomaz que meu namorado pediu estava delicioso. Nossos amigos voltaram lá no dia 5 (terça-feira) e o Tacacá estava com preço de meia-porção. No facebook do restaurante descobri que alguns pratos ficam em promoção em determinados dias da semana.

 

E depois daqueeeele almoço nada melhor que um sorvetinho para fechar com chave de ouro. O Tomaz oferece apenas os sabores açaí e tapioca, então fomos em busca da sorveteria Cairu no Boulevard Shopping. Antes de pedir, experimentamos diferentes sabores e eu escolhi o de Castanha do Pará (muito bom!! ::otemo:: ). Eu achava que era de praxe colocar o sorvete no potinho, mas lá é comum colocarem o sorvete na casquinha se você não pedir. Recebi na casquinha, mas não me importei. Se eu não me engano, uma bola na Cairu é R$ 6,50. O sorvete é delicioso, vale muito a pena. É um pouco caro, mas mais barato que o sorvete da Freddo de Curitiba. Outros sabores deliciosos são tapioca, açaí e bacuri.

 

Terminado o sorvete, fomos para o hostel a pé. As calçadas de Belém são uma coisa peculiar e chamaram bastante nossa atenção. Andar por elas é realmente um “le parkour” para quem está acostumado com calçadas planas e meio-fio baixo. A impressão que dá é que não existe qualquer regulamentação da prefeitura sobre as calçadas; que as pessoas têm tão somente o dever de construí-las, ficando a critério do “morador da casa do pedaço da calçada” a lajota a ser colocada, se quer degrau, se quer rampa ::putz:: ... Os nomes dos condomínios escritos na calçada parecem confirmar essa teoria. Não existe nenhuma acessibilidade para deficientes visuais ou cadeirantes. Estes últimos então, coitados, não raras vezes se depararam com rampas que terminam abismos. Certa vez tivemos que desviar de um bueiro aberto, logo após o meio fio alto... Ainda bem que ninguém pulou daquele degrau (ainda!! ::ahhhh:: ). Calçadas como essa esquina https://goo.gl/maps/DBDs6Ebru2v são muito comuns, e olha que esta é num bairro nobre, onde as calçadas são melhores.

 

Combinamos com nosso amigo de Belém para nos encontrarmos no bar Apoena às 22h para conhecer o famoso ritmo brega. Ainda não havíamos jantado e o taxista nos disse que são poucos os restaurantes que permanecem abertos na cidade à noite, mas mesmo assim decidimos comer no lugar mais próximo do bar. Por sorte, avistamos uma Arrozteria por ali perto, aparentemente o único restaurante aberto nesse horário. Nunca vimos em Curitiba uma franquia como essa, na qual só se vende porções bem servidas de arroz (porém todos concordamos que daria super certo por lá!). Como chegamos tarde (éramos os últimos clientes da noite, exceto uma mulher que estava pegando para viagem), eram poucas as opções de sabores. Pedi uma porção de arroz com carne e os demais pediram de maniçoba. No final me arrependi, pois o arroz com carne era um pouco seco e o arroz com maniçoba estava simplesmente divino. Se você for lá, não cometa o mesmo erro e peça maniçoba!!

 

À primeira vista, o bar Apoena não parecia prometer muita coisa. Como é no andar de cima (embaixo só existe uma escada) e nos foi cobrado R$ 20 por pessoa (na hora, em dinheiro) só para entrar, chegamos sem esperar muito do lugar. Sentamos numa mesa próxima da porta (nos arrependemos um pouco porque sempre éramos os últimos a ser atendidos pelos garçons) e ficamos esperando a festa começar, porque se o início é às 22h é provável que o pessoal chegue mesmo lá por 00h. Perto desse horário, vimos moças e moços muito bem arrumados chegando, e o lugar começou a encher de gente, todos muito bonitos. Muitas das moças estavam de saias e vestidos longos, o que dava um efeito muito bonito quando elas começavam a dançar. Pouco tempo depois, a cantora local Keila Gentil, bastante conhecida, subiu ao palco para começar a cantar a história do brega, começando pelo brega das antigas até o tecno e o eletrobrega. Em pouco tempo já estávamos ~contagiados~ ::lol3:: pelo ritmo e arriscando passinhos na cadeira...Pedimos uma dose de cachaça de jambu e não podíamos estar mais felizes! E que loucura é a dança paraense!Já nas primeiras músicas os homens das mesas ao lado convidaram uma parceira para a dança, sem vergonha ou medo de levar um “não”. Achamos muito bacana essa confiança que não vemos em Curitiba. Tanto as moças quanto os rapazes rebolavam freneticamente em pés descalços num gingado difícil de acompanhar. Ficamos de queixo caído, envergonhados com nossos passinhos desajeitados. Mas o pessoal lá era muito bacana, e um homem da mesa ao lado até se ofereceu para ensinar uma menina que não era da cidade. O brega com certeza superou nossas expectativas e conquistou espaço no coração! ::love::::love::::love::

 

3º dia (quinta-feira, 31.12.2015):

Como era o último dia do ano e achávamos que nada estaria aberto, dormimos até mais tarde. Acho que naquele dia almoçamos no Picanha do Edy. A comida de lá é bem gostosa e os pratos são bem servidos. Pedi um suco de abacaxi com hortelã que estava delicioso – uma combinação perfeita de suco e açúcar, como nossa amiga Gabriela reparou. Depois fomos à Praça da República pegar um táxi para o Mangal das Garças. Não encontramos nenhum e decidimos pegar algum que estava passando pela rua, sem nos lembrar de um fato importantíssimo: em Belém chove todos os dias, no fim da tarde e logo depois do almoço. Tivemos a ideia de nos abrigar embaixo das árvores quando começou a chover, mas as primeiras gotas eram o prenúncio do dilúvio. ::putz:: Se voltássemos para o hostel, teríamos de encarar um rio caudaloso de lixo e sujeira de chinelos (outra coisa que reparamos é que Belém possui muito lixo nas calçadas e poucas lixeiras, e que quando chove o lixo doméstico é levado por rios torrenciais nas ruas); a outra opção era ficar lá até a chuva passar, o que não parecia ser tão cedo. Enquanto decidíamos o que fazer, um senhor parou o carro e nos entregou um guarda-chuva, sumindo tão rapidamente quanto apareceu. Ficamos alguns minutos espremidos embaixo do guarda-chuva, numa situação tragicômica (imagine 6 pessoas embaixo de um único guarda-chuva! ::lol3:: ), até que um por um desistiu dessa “prova de resistência” e retornamos ao hostel.

 

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Depois de nos trocar, já íamos chamar um táxi, quando Vladimir nos disse que poderíamos pegar um ônibus para o Mangal das Garças (não lembro qual ônibus era). Outra coisa muito curiosa em Belém é o trânsito caótico. Os motoristas belenenses parecem ter alguma coisa com buzinas, pois buzinam o tempo todo e aparentemente sem motivo algum – se o sinal abriu, eles buzinam; se veem um grupo de pessoas na calçada também. Certa vez um taxista nos contou que algumas ruas possuem pouca visibilidade em Belém, por isso é necessário buzinar antes da esquina. Os ônibus andam colados uns nos outros, relembrando aquele que está na frente quando é hora de andar. Os pedestres também são pouco respeitados e os semáforos ficam distantes da faixa. Alguns motoristas até mesmo ameaçam “passar por cima” com o carro para as pessoas apreçarem o passo.

 

Descemos próximo ao Portal da Amazônia, onde aconteceriam shows para o réveillon e a tradicional queima de fogos. Tiramos algumas fotos por lá, mas não vimos nada que nos chamou muito a atenção. Seguimos para o Mangal das Garças e passamos em frente a uns prédios da Marinha muito bonitos. O Mangal das Garças é um parque reformado e bem conservado, muito bonito, e com boa infraestrutura para receber turistas. Lá dentro é possível observar aves exóticas, lagartos, borboletas e jabutis. A entrada é franca, mas existem algumas atrações que são pagas. A única em que fui foi o mirante (R$ 5), e valeu muito a pena. O pôr do sol lá é muito bonito e o mirante é muito alto, então dá pra ver bastante da cidade. ::otemo::

 

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Voltamos ao hostel para tomar um banho e preparar nossa ceia de ano novo. De manhã havíamos passado no supermercado e comprado muito macarrão e algumas linguiças, então o prato da noite foi uma macarronada sensacional. Ficar em hotel é bom, mas acho que não há nada tão aconchegante e familiar como a atmosfera de um hostel. ::love:: Além disso, existe a vantagem de comer bem por pouco dinheiro cozinhando por lá (em duas refeições bem servidas pagamos R$ 15 cada). Bebemos algumas cervejas até o novo ano ficar mais próximo, então fomos às docas, a pé, para ver os fogos de artifício. A estação estava lotadíssima; não havia um lugar 100% confortável para ficar. Muitas pessoas haviam trazido a família inteira – e a ceia também! – à tarde para garantir um espacinho. Mesmo assim conseguimos nos apertar em um cantinho e vimos os fogos enquanto nos despedíamos de 2015. Passar o ano novo com os amigos foi tão bom! ::love::::love::::love::

 

4º dia (sexta-feira, 1.01.2016):

Acordamos tarde; com certeza tudo estaria fechado durante o dia. Fizemos novamente macarrão para o almoço, mas dessa fez o acompanhamento era almôndegas. ::otemo:: Acho que naquele dia ficamos pelo hostel mesmo, tomando cerveja e conversando. Saímos somente à noite, pois precisávamos sacar dinheiro para a Ilha de Marajó, que não aceita cartões, e para conhecer Umarizal, o bairro mais alto padrão de Belém. Também visitamos a Igreja de Nazaré, muito bonita e moderna. Apesar de muitos bares e restaurantes estarem fechados por causa do feriado de primeiro do ano, deu para perceber que o Umarizal é muito diferente do restante da cidade: prédios de apartamentos grandes, ruas largas e calçadas mais bem cuidadas. Andamos por todo o Bairro e encontramos o famoso Churrasco do Ray (de Raymundo), um restaurante simples e com atendimento muito bom. Pedimos dois “mixtões” e comemos muito bem!

 

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5º dia (sábado, 2.01.2016):

Sábado era o dia em que finalmente íamos para Marajó – a viagem com o barco velho estava marcada para às 14h. Achamos que ainda dava tempo para mais algum passeio, então eu, meu namorado e um amigo acordamos cedo para ir ao parque/museu Emílio Goeldi. Como íamos pegar um táxi na Praça da República, aproveitamos para assistir à visita guiada do Teatro da Paz, que, mesmo com medo de perder a hora (não vimos a visita inteira), aproveitamos muito. Posso dizer que o Teatro da Paz é um passeio imperdível para entender a história de Belém. Nos demais passeios vimos muito sobre os índios e a colonização; já esse passeio conta o que aconteceu depois, entre os séculos XVIII e XIX, quando o Pará encontrou seu ápice na época da borracha. O Teatro da Paz é um reflexo da cultura, da sociedade e da economia de seu tempo, além de ser majestosamente bonito ::love:: . O guia também é muito bem-humorado, a visita em nenhum momento foi chata ou parecia ser comprida demais.

 

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Depois fomos ao Parque Emílio Goeldi. Para quem é curitibano, o esse é o Passeio Público que deu certo (!!!) . Cheio de famílias e crianças (ao contrário do nosso frio Passeio), o parque possui uma enorme diversidade de animais e plantas – bichos preguiça, cágados, tartarugas, cobras, onças pintadas, gaviões, macacos, araras, jacarés, vitórias-régias e árvores enormes das quais não me recordo o nome são só alguns exemplos –, além de um aquário (em manutenção quando fomos, infelizmente) e um museu indígena. O parque é incrivelmente grande e em cada canto é possível encontrar um animal diferente. E tudo por apenas R$ 2 (R$ 1 a meia!!)!! Gostamos muito de lá.

 

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Próximo do meio-dia, nos encontramos com nossos amigos no hostel, almoçamos no Giraffa’s ali perto, acertamos tudo com a pousada e então seguimos para a Estação Hidroviária, onde pegaríamos o Barco para a Ilha de Marajó.

~CONTINUA~

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