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Felipe Marques Santana

Mochilinha 27 dias (Bruxelas, Gante, Brugges, Paris, Amsterdã, Berlim, Londres e Cambridge) - janeiro 2016 - construção

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Dia 14

Dia de fortes emoções, pois pude ver com os próprios olhos um pouco da triste lógica nazista.

A ida ao campo de concentração de Saschenhausen é bem fácil, pega-se a linha de trem S1 e desembarca-se na estação Oranienburg. De lá há um ônibus, mas ele passa de 40 em 40 minutos, recomendo pegar um táxi. Procure por pessoas interessadas a irem lá, pois poderá economizar bons euros.

O dia estava ensolarado e bem bonito, em nada combinava com aquele local triste, onde pessoas foram torturadas e mortas. Bom, a entrada é gratuita, caso queira fazer a visita com um audioguia paga-se 3 euros. Compensa para ouvir as histórias do local. Pelo audioguia deu para se guiar entre os diferentes locais do campo de concentração. Lembrando, este não é o campo mais importante, mas foi o primeiro. Os mais importantes são de Dachau (próximo a Munique) e de Auschwitz (na Polônia). Em Saschenhausen não há câmara de gás. Lá podemos ver, locais de trabalhos forçados e os alojamentos. No caso, dos alojamentos não havia aquecedores, portanto os presos de lá sofriam muito durante o inverno. =(

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Foram algumas horas um tanto tensas, mas depois foi o momento de deixar um pouco mais animado... rsrs Eu e a minha amiga do dia anterior retornamos à Berlim e após almoçar, fomos até a East Side Galery, que nada mais é do que o muro de Berlim cheio de pinturas. Com certeza, esse é um dos pontos altos quando se visita a cidade. A caminhada é um tanto longa, mas proveitosa. Uma pintura mais interessante que a outra.

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Após a caminhada começou a busca por uma estação de trem ou metrô, depois de muito rodar achamos uma, porém não conseguimos identificar para onde os trens de lá iam, já que a tal estação não estava no mapa. Depois de 10 minutos olhando, acabamos nos encontrando (sem ajuda dos locais) e voltamos até a Alexanderplatz. Retornamos ao hostel e combinamos de ir até o bar HB de Berlim (HB é a cervejaria mais tradicional de Munique). O local é um tanto turístico e bem clichezão de Munique, mas não deixou de ser divertido. O preço das comidas era um tanto alto, mas a cervejas custavam cerca de 4 euros o pint.

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Dia 15

Esse dia começou com uma ótima visita ao Museu de História Alemã! Lá podemos ver a evolução do país (dos bárbaros da época do Império Romano) até a queda do Muro. Eram vestimentas, materiais, fotos, pinturas, relatos. É nesse tipo de local que aprendemos muito.

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Depois, me despedi da amiga, que ia visitar o Reichstag e andei pelo Tiergarten até chegar à Coluna da Vitória. Honestamente, fiquei com um pouco de medo até chegar lá, pois eram pouquíssimas pessoas passando pelas avenidas até chegar lá. O local é um tanto isolado. Mas a visita valeu a pena, custou apenas 3 euros subir a coluna.

De lá dava para ter uma boa visão do Tiergarten, que é enorme e da parte ocidental da cidade.

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Depois, o desafio foi achar uma estação para retornar ao hostel, consegui a muito custo! =)

Uma vez no hostel, aproveitei para lavar as minhas roupas e aproveitar um pouco o bar do hostel, que fica no topo do prédio, com uma vista incrível da Alexanderplatz! =)

Dia 16

Dia para entrar no Reichstag. A visita guiada é agendada com antecedência e gratuita. Lá é possível ouvir as histórias do local, como quando foi praticamente destruído durante a 2ª Guerra Mundial, e que finalmente se tornou o parlamento alemão no final dos anos 1990, após a reunificação. Ah, e o prédio é junção do antigo e do moderno, realmente impressionante! =)

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Após a visita, decidi fazer um caminho diferente, pela margem do rio Spree até a Ilha dos Museus, mais especificamente até o Altes Museum. Lá está uma das relíquias mais valiosas do Egito Antigo, o busto de Nefertiti. Só a visita ao busto, já vale a pena, mas o museu possui muitas outras relíquias como essa! =)

Depois do museu, fiquei meio sem saber o que fazer. Fui caçar algum lugar para almoçar e acabei em uma pequenina cafeteria próxima a Alexanderplatz que servia uns lanches maravilhosos, comi um vegetariano muito bom! =)

Após o almoço fui até o Estádio Olímpico de Berlim, lá que Hiter sofreu a sua 1ª grande derrota, quando o atleta negro Jesse Owens ganhou 4 medalhas de ouro e também sede da final da Copa de 2006, quando a Itália foi campeã.

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Optei por não entrar no estádio para voltar ao hostel e descansar um pouco, pois aquele dia ia a um pub crawl.

Por sinal o pub crawl foi bem bacana, andamos por 3 bares até chegar a balada Matrix, que fica embaixo de uma estação de trem. O local é bem interessante, são 3 ambientes e eles tocam eletrônico ou pop, portanto é só escolher aquele que te satisfaz! =)

Voltei ao hostel para dormir um bocado! =)

Continuo o relato no próximo post, espero que em breve! =)

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Depois de muito tempo (e bota tempo nisso) resolvi retomar o meu relato. Estava relembrando a viagem esses dias e lembrei que não tinha terminado, estava inconcluso.

Dia 17

Domingão, pós-balada, frio. O que as pessoas comuns fazem? Dormem, o que eu fiz? Saí sozinho para desbravar Berlim debaixo de neve. Me senti em um cenário de Frozen, só faltou a princesa cantando “Let it go”! hahaha Primeiro, fui conhecer a Potsdamerplatz, que é um marco do futurismo dos arquitetos alemães. Prédios modernos e um monte de neve ao redor.

IMG_20160117_120333921_HDR.thumb.jpg.b82a46fcb94bd0d89fa4953f51a79425.jpgLogo a seguir me perdi um pouco, mas achei o Checkpoint Charlie, local que, antes do muro, servia para as pessoas irem e virem entre as Berlins Oriental e Ocidental. Assim fui caminhando na direção da Alexanderplatz, pois tinha escolhido subir até a Torre de TV (Fernsehturm), construída na Berlim Oriental. Era uma forma do governo comunista mostrar poder para o lado Ocidental. São 312 metros de altura, uma das torres mais altas do mundo até hoje. O dia não era dos melhores, mas dava para ver bastante coisa de lá. Fiquei lá até perto do anoitecer.

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Retornei ao hostel e passei meu tempo no bar, trocando ideia com quem aparecia.

Dia 18

Dia de conhecer uma Berlim meio lado B, turistas não iam até esses lugares, o que é sempre interessante. Primeiro visitei o Templehof, um aeroporto desativado em Berlim Ocidental. Esse aeroporto foi muito importante, pois servia para mandar suprimentos e transporte para as pessoas do lado oeste da cidade. Foi totalmente desativado em 2008 e hoje é um grande parque, onde as pessoas vão fazer as suas atividades físicas. O antigo saguão do aeroporto, ao que me parece, estava servindo de abrigo a refugiados sírios.

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A seguir, visitei o Jardim Botânico, que conta com uma grande e bela área aberta (coberta pela neve) e uma estufa, na qual havia ambientes imitando várias florestas tropicais no mundo, nem parecia que lá fora estava tudo nevado.

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À noite, pensei que iria ficar tranquilo no hostel, pois faria check-out no dia seguinte. Ledo engano, conheci uma galera e acabamos indo a um lugar chamado Tresor, uma balada techno em um dos muitos galpões abandonados na cidade. Música eletrônica não é muito a minha, mas foi bem legal conhecer esse local. Tinha gente de todo jeito, inclusive pessoas vestidas com aquela roupa típica alemã (oi?). Retornando ao hostel, tinha apenas algumas horas de sono.

Dia 19

Fiz o check-out por volta das 10h e fui tomar café, lá encontrei alguns dos amigos do dia anterior, mas não os que foram à balada. Conversamos um pouco e parti com 3 mexicanos para um rolê na Unten den Liden, a avenida que liga a Alexanderplatz ao Portão de Brandemburgo. Acho que passei por lá umas 5 vezes, não me cansava de admirar a beleza do local.

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Fiz um almoço em um restaurante turco maravilhoso e barato e parti para o aeroporto Schönenfeld. De lá partem os voos low-cost da Easyjet. 1h30 de voo e voilà, estava em Londres!

Desde criança tinha vontade de conhecer essa cidade, e ver esse momento se realizar é incrível. Desci em um aeroporto que se chama Luton, acho que é o mais distante rs, mas foi fácil chegar na cidade. De lá parte um trem em alta velocidade para a estação St Pancras, a principal de trens da cidade. Acho que custou 16 libras. O hostel ficava bem perto da estação, uns 10 minutos. Foi bem rápido chegar. Fiquei hospedado no Generator Hostel. Não gostei muito, achei o mais fraco da viagem, mas o banheiro e a cama eram bons. Cheguei no hostel por volta das 19h30. Tomei um banho rápido e pedi para a recepcionista informação para ir até Westminster, a região do Big Ben e da London Eye. Na estação Kings Cross, ao lado da St Pancras aprendi como funciona o Oyster com uma funcionária superfofa. Sabendo como funciona peguei o metrô (tube para os londrinos) da circle line (a amarela) e desci na estação Westminster. Logo de cara vi o Big Ben na minha frente. Na realidade o Big Ben é o nome do sino, que são parte do Palácio de Westminster, a sede do parlamento britânico. Andei um pouco pela área, fui até metade da ponte de Westminster, e depois passei em frente a Abadia de Westminster (onde o Príncipe William casou-se com Kate Middleton). Como estava muito cansando decidi retornar para o hostel para descansar.

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Dia 20

Um dia bem longo por sinal, consegui conhecer vários lugares da cidade. Comecei indo até Wembley, conhecendo por fora, o mítico estádio. O valor da visita era um tanto alto, portando me satisfiz com a vista externa. Depois, atravessei a cidade de oeste para leste: rumo ao Greenwich Park. Lá que que passa o famoso Meridiano de Greenwich. Achando que estava próximo do parque, desci em uma estação de metrô chamada North Greenwich. Não, você está superlonge do parque! hahaha Na realidade, serviu para conhecer por fora a O2 Arena, local de famosos shows na cidade. Peguei uma ferry até Greenwich, acho que foi 4 libras e cheguei num antigo cais, que na realidade era o Museu Marítimo. Ao cruzá-lo, cheguei ao famoso parque. O que mais me espantou, a princípio, foi quão verde são as gramas na Inglaterra. Qual seria o segredo para mantê-las assim até no inverno? Bom, depois fui até o Royal Observatory, local que apresenta alguns avanços tecnológicos, com relação à navegação e orientação astronômica. Por ter esse conhecimento, mais a sede de poder, o Império Britânico foi tão poderoso no século XIX. Lá é possível tirar a famosa foto entre os dois hemisférios. Bem legal por sinal! 😃

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Ao sair do parque fui até a estação de trem de Greenwich rumo ao Shakespeare Globe Theater, em que o famoso dramaturgo fazia as suas apresentações teatrais. Não entrei, a entrada custava 13,50 libras. Bem em frente temos a Millenium Bridge que foi construída para a virada do milênio (ano 2000). De lá era possível ver a Tower Bridge e a Saint Paul’s Cathedral, dois dos símbolos mais imponentes da cidade. A igreja tem visita paga, mas se for ver a missa não se paga para conhecer.

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Não tive tempo para explorá-la. A fome apertou e decidi comer um lanche no Pret a manger, uma rede de cafeterias e lanches bem popular em Londres. Seus pratos são geralmente mais saudáveis e todos os alimentos não vendidos são doados para os mais necessitados (achei uma ação bacana da empresa). Depois retornei ao Hostel para tomar uma ducha e esperar uma amiga minha que vinha de SP e ajudá-la com as malas. Assim que ela chegou, decidimos ir até Westminter novamente. Lá próximo jantamos o famoso fish’n’chips, que nada mais é do que bacalhau fresco frito com batatas fritas. A culinária britânica é famosa por sem bem pobre em ingredientes. De fato é, mas Londres, por ser uma cidade multicultural, é possível encontrar restaurantes fabulosos com culinárias de várias partes do globo. Depois do jantar, andamos pela região, fomos até a London Eye, que estava sem funcionar para manutenção. Voltamos ao hostel para descansar, pois dia de viajante é sempre longo e cansativo. Hehehehe

 

Dia 21

O dia começou no Picadilly Circus, uma praça que lembra a Times Square de NY. Há alguns letreiros, mas não é a mesma coisa! Hehehe

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De lá fomo em direção ao Covent Garden, pois partia o Walking Tour gratuito da Sandmans. O primeiro lugar que passamos foi a Trafalgar Square. Lá em frente fica a National Gallery, um dos museus mais importantes da cidade. Lembrete: os museus londrinos são grátis! Mas há muitas atrações pagas pela cidade, então é bom escolher onde quer entrar, caso contrário vocês entrarão em falência!

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Hehehe Depois, passamos pelo Admiralty Arch, e entramos na The Mall, que é uma avenida que termina no Palácio de Buckingham, onde a nossa amiga Elizabeth II reside. Porém ela não se encontrada, pois a bandeira estava a meio mastro. Não havia troca da guarda naquele dia, no inverno acontece em dias alternados e os guardas não vestem as famosas vestes vermelhas em sim cinza. No verão, as coisas são mais animadas! 😃

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Em frente fica o St James Park, que era o local restrito para caçadas da família real antigamente. Hoje, os plebeus podem circular normalmente. Mais um dos belos parques londrinos, até flores havia, mesmo no inverno! 😃 Passamos perto da Downing Street, onde moram os primeiros-ministros britânicos. Àquela época David Cameron, hoje Theresa May.

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O passeio desembocou próximo ao Big Ben. Foi possível tirar aquela foto famosa das cabines de telefone vermelhas com o Big Ben ao fundo. Brega, mas necessário! Hehehe Passamos pela Westminster Abbey, bem bonita por sinal.

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O walking tour terminou e fomos até a Tower of London, onde ficam as joias da coroa! Visita imperdível. Ingresso um pouco salgado: 20 libras, mas vale a pena. Lá no século XVI era um forte que protegia a cidade de invasores. Fica bem ao lado da Tower Bridge. O dia ainda não terminou: fomos até o Monument, que foi construído em homenagem a um grande incêndio que consumiu a cidade em 1666. Foi concluído cem anos depois. Lá temos uma boa vista da cidade, e por um preço simbólico, 3 libras. Hora de retornar ao hostel e recarregar as energias para uma ida a um pub. É um a cada esquina, praticamente. Bom, a continuação do relato continua, dessa vez sem demorar! Até mais! ;)

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Depois de mais de 3 anos sem concluir o relato, decidi voltar e terminá-lo! A pandemia me deixou bem saudoso do momento que podíamos sair desbravando o mundo. Agora é hora de fazer uma viagem ao passado! hehehe A minha memória vai falhar bastante, mas acredito que conseguirei recuperar com ajuda das minhas fotos! 😃 Continuarei falando de Londres! 

Dia 22

Para este dia, tinha comprado passagens de trem para Cambridge (lembro que foi bem em conta, por volta de 12 libras ida e volta). Eu e minha amiga nos dirigimos até a estação de trem da Liverpool Street. Os serviços oferecidos pela empresa National Rail partem de várias estações de Londres, fique atento de qual estação partirá o seu trem!

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(Foto da estação Liverpool Street)

Foi uma viagem curta, em 50 minutos chegamos em Cambridge, uma das cidades universitárias mais importantes da Inglaterra. Só para citar alguns cientistas que estudaram lá: Isaac Newton, Charles Darwin e Stephen Hawking! Não é qualquer dia que se visita um local desses!

Bom, ao descer da estação ferroviária, constatamos que estava chovendo muito, mas muito mesmo! E eu não estava muito bem, não sabia, mas a minha sinusite estava atacada e sentia calafrios! Acho que esse foi um dos meus maiores perrengues chiques! Hahahaha Decidimos comprar o bilhete do ônibus CitySightseeing, famoso hop-on, hop-off, pelo menos assim estaríamos protegidos do frio. Outro problema que constatei ao chegar na cidade foi que não havia planejado nada! Nem ao menos ter salvo alguns lugares no Google Maps fizemos! Por ser um passeio bate-volta, é interessante fazer isso, para otimizar o seu tempo e não perder lugares importantes a serem visitados.

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(Cara de morto ao lado do rio Cam)

Descemos próximo dos primeiros “Colleges”, que são as diferentes faculdades. Infelizmente, turistas não podem entrar na maioria dos prédios durante o ano letivo, apenas em períodos de férias, ou seja, julho e agosto. Outra coisa legal de se fazer que não foi possível é o punting, que é remar os barcos típicos da cidade pelo rio Cam, com o frio e a chuva, não deu! =(

Passamos pelo Saint Catharine’s College, Queen’s College, andamos ao lado do rio Cam.

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(Saint Catharine's College)

A fome bateu e eu estava cada vez pior! Então fomos em direção ao shopping que existe lá perto, porém não havia uma praça de alimentação! Acabamos achando um restaurante italiano, mas não lembro o que eu comi! Hahaha

É possível apenas entrar em alguns lugares, e somente na região dos gramados, dentro dos prédios não! Com isso na cabeça, passamos em frente ao King’s College, o mais importante deles.

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(King's College)

Um rapaz se dizendo aluno de História e Arquitetura da universidade nos abordou oferecendo um passeio guiado por dentro dos Colleges! Uau! Acho que ele cobrava 20 libras de cada um. Falamos que estávamos com o tempo curto, pois tínhamos que pegar o trem de volta a Londres, acabou nos oferecendo um passeio mais curto... Entretanto, tendo em conta que sabia das restrições para visitantes, o questionei sobre o que estava escrito na placa a 10 metros de distância. Começou a gaguejar e disse a ele essas palavras “quem sabe na próxima!” hahahaha

Depois disso voltamos para o ônibus, e o tempo decidiu melhorar! Há muitos lugares legais para se conhecer em Cambridge, mas estar doente e também não se planejar da melhor maneira pode atrapalhar e muito qualquer passeio.

Ao retornar a Londres, chegamos já era noite! Estava me sentindo mais disposto e fomos caminhar pela Oxford Street, a rua de compras londrina! Por lá também vimos a Chinatown.

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(Oxford Street)

Uma dica preciosa para a Inglaterra, especialmente é fazer uma das suas refeições com coisas compradas no supermercado! Restaurantes são bem caros, então aproveite para se esbaldar no mundo Tesco! Tem tanta coisa legal nas geladeiras: sanduíches, saladas, pratos prontos para serem aquecidos em micro-ondas! Com a libra é uma moeda muito valorizada, não custa nada economizar um pouco!

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(Na Piccadilly Circus e com a sacola do Tesco na mão hahaha)

Ainda faltam alguns dias da viagem para eu terminar o relato! Espero que vocês tenham gostado e me desculpem se a minha memória falhou depois de mais de 4 anos! Hahahaha

Até a próxima! Prometo não demorar 3 anos para continuar! hahahaha

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Nunca fui tão rápido para escrever um novo post, apenas 2 dias depois do outro! Hahaha É uma questão de honra encerrar esse relato! Vamos lá!

Dia 23

O dia começou com sol! Ótimo convite para um passeio ao Hyde Park, o parque mais famoso de Londres! Como era sábado, muitos londrinos estavam lá se exercitando e também caminhando com seus cachorros! Eram muitos e de raças que eu até então não conhecia!

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(A grama do vizinho é sempre mais verde, né? Hyde Park em uma manhã de sol)

Há vários pontos de interesse, como o Abert Memorial e o Royal Albert Hall (casa de shows famosíssima), várias estátuas, fontes... Enfim, ande e se perca! É o melhor que se tem a fazer por lá! Uma das cenas mais incríveis foi ter esquilos escando as minhas calças atrás de comida! Hahaha Eles são bem “dados”, gostam de ficar próximos aos humanos! Melhor não pensar que eles agem como o "primo feio" também roedor! Hahaha

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(Royal Albert Hall - grandes artistas já gravaram dvds aqui!)

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(Enganei o esquilo, não tinha comida nenhuma pra oferecer! hahaha)

Chega um momento que se cruza uma rua e você acaba entrando em outro parque: o Kensington Gardens! É como se fosse uma continuação do Hyde Park, só que aqui temos um diferencial, ele abriga o Palácio de Kensignton, uma residência da família real que atualmente é moradia, de nada mais nada menos, do futuro rei britânico o Príncipe William, sua esposa a Duquesa de Cambridge e as crianças! Em 2016, ele ainda não era ocupado por estes membros tão nobres, então estava aberto para visitação. Em 2018, passei por lá novamente e só podíamos andar pelos jardins em volta!

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(Kensington Palace, riqueza até no portão!)

Enfim, depois de sentir um súdito, não muito longe dali localiza-se o bairro de Notting Hill, famoso por conta do filme, mas também por causa de uma feira incrível que acontece todos os sábados na Portobello Road! Lá é possível encontrar antiguidades, suvenires, maravilhosos artistas de rua, comida (oba!) e também uma grande concentração de pessoas! Hahaha Sem dúvidas é algo que tem que se fazer quando for a Londres! 😃

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(Características da Portobello Road em um dia de sábado: muita gente, muita comida e muitos artistas!)

Depois de lá, fomos a outro local bem turístico na cidade: Camden Town! O nome do bairro vem à cabeça de muitos, pois Amy Winehouse morava lá! O bairro também é conhecido por ter sido reduto do movimento Punk nos anos 1970. Hoje temos alguns caras posando de punks pra ganhar dinheiro com fotos! Hahahaha
Dica de ouro: quer comprar suvenires em Londres, vá para Camden Town! Lá tem os melhores preços! 😃

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(Camden Lock em Camdem Town, mais um lugar abarrotado de gente)

Por lá também é possível visitar o Camden Lock, um mercado com roupas, artesanatos locais e também comida! Hahahaha Ao lado do mercado encontra-se a Little Venice, que nada mais é que um rio navegável e uns barcos passam! Existem passeios neste rio, caso seja de interesse! O dia foi bem cheio e proveitoso, e decidimos voltar para o hostel. Planejamos ir ao Hard Rock Café (o de Londres foi o primeiro).

O local é bem legal, mas não consegui tirar fotos e nem apreciar o ambiente, voltei a me sentir mal! Hahaha

No caminho de volta para o hostel eu melhorei! Vai entender!

 

Dia 24

 

Esse dia é outro que guardo no ❤️! Principalmente, por ter a oportunidade de conhecer a faixa de pedestre mais famosa do mundo do rock! Sim, estávamos em Abbey Road! O álbum de mesmo nome é uma das obras-primas e o último a ser gravado pelos Beatles! Há várias teorias que dizem que eles, por meio da capa do disco, disseram que não iriam se reunir mais, infelizmente! Só que tirar a foto na faixa de pedestre não é fácil! Todo mundo quer tirar a sua e os carros ainda passam na rua! Hahahaha Como suvenir eu comprei o cd Abbey Road no próprio estúdio e também assinei o muro, algo que todo mundo faz! Hehehe

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(Só assim para eu me sentir um Beatle!)

Neste dia, eu já estava bem melhor da sinusite, porém foi a vez da minha amiga ficar doente. Logo após Abbey Road, ela voltou para o hostel e eu fui ao museu mais importante da cidade: o British Museum (Museu Britânico)! A entrada é grátis, mas se precisar usar a chapelaria, é necessário pagar 2 libras!

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(Fachada do Museu Britânico!)

Por que o museu é tão legal? Porque grande parte do seu acervo foi, digamos, confiscada durante o período em que o sol não se punha em terras do Império Britânico. Lá se encontram muitas múmias do Egito Antigo e a famosa Pedra de Roseta, essencial para a compreensão dos Hieróglifos Egípcios. Também lá se encontra uma grande coleção de artefatos da Grécia Antiga, como frisos do Partenon de Atenas, fora outras coleções! Vale a pena passar algumas horas dentro do museu! 😃

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(Pedra de Roseta, relíquia egípcia!)

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(Frisos do Partenon de Atenas!)

Agora falta bem pouco para eu concluir o relato! Pretendo terminá-lo em breve! Até a próxima! 😃

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