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Leonardo**

Outubro 15 dias - Madri / Toledo / Barcelona / Veneza / Maranello / Florença / Pisa / Lucca / Roma / Vaticano / Paris

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Leonardo, beleza?

Olha que legal cara, saiu a tabela do campeonato italiano. Poderei assistir a um jogo legal: Milan x Crotone e não precisarei alterar meu roteiro, pois será no sábado dia 06 de janeiro, quando espero estar em Milão.

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Show de bola... Foi a única coisa que eu não consegui fazer :D (assistir a uma partida de futebol no estádio)... Aproveite bem!!!

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Fala @Leonardo** beleza?

Cara, eu li e reli seu relato. A parte de Veneza/Bologna/Modena/Maranello. Como você foi e tal, além dos gastos. Você acha que vale a pena alugar um carro em Veneza e devolver em Firenze? Pois eu farei o mesmo roteiro seu, sair de Veneza, passar por Maranello e chegar em Firenze.

Achei muito complicado pegar essas quantidade de trem e ônibus.

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Não é tão complicado quanto parece viu... A vantagem de ir de carro, é ir olhando as paisagens e saindo de lá vc já estará indo em direção a Toscana (o que é bom demais pra ir de carro, rsrs)... 

Em relação ao custo, creio que seja bem parecido (trem e carro)... O que vai ficar a seu critério mesmo, é ir de trem e não se preocupar com o caminho, ou ir de carro para apreciar a paisagem....

 

Fica tranquilo que da pra fazer o trajeto bem de boa, eu li vários relatos tbm antes de fazer este caminho, e não tive problemas para executá-los (exceto pela perca da minha mochila kkkk)

 

 

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Amigossssssssssss, eu amei, amei, amei, amei e amei!!!! O seu relato leandro é o melhor de todos, vou montar a minha viagem com base em seu relato!!!!! Jackon, vc tb está me ajudando com seu roteiro. Gente o que gostaria de saber, é quanto pagaram nas passagens São Paulo a Espanha ou Paris por exemplo, e os valores que pagaram nas conexões e tb os hotéis.

Leandro, vi que você levou 1.100,00 Euros e + 650,00 no travel, E conseguiu gastar incluindo roupas, perfumes, restaurantes, entradas em museus eetc,  lembranças, tudo dentro deste valor????

 

 

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Gente, desde já agradeço, pois vou me dar essa viagem a Europa de aniversário.

 

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@Leonardo** Blz? Mais uma vez eu, aqui ;)

Então, eu estou vendo na TrenItalia os horários de trem... Até daria tempo legal: saindo de Veneza 07h25 chegaria em Modena ás 09h30. E acredito que até 10h30 chegaria em Maranello de busão.

Depois, de Modena para Firenze... Tem vários horário, pensei em sair de Maranello umas 15h00.

Das 10h30 às 15h00 seria possível, conhecer o museu da Ferrari, almoçar e andar na Ferrari do Testdrive do Brasileiro?

O que não gostei, são dos preços dos trens. Venezia / Firenze = *50 euros.

Venezia/Modena = *50 euros + onibus + Modena/Firenze = *50 euros. (tem um trem que sai as 19h30 de Modena por *20 euros, mas chegaria muito tarde de Firenze).

* já calculados para 2 pessoas.

Não sei se não terei que abortar essa ida a Maranello, pois seria uma economia grandiosa. Pelo menos 500 reais em passeios (Museu + test drive) + 200 reais de trem.

Ai eu ficaria com um dia a mais em Venezia ou Firenze.

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Em 17/10/2017 em 19:53, Jackson Lincoln Lopes disse:

Como era seu nível de inglês ou italiano? Eu estou estudando faz uns 4 meses. Mas não sei se não vou travar quando chegar lá;

italiano 0... Só peguei no google umas palavras básicas de italiano (oi, obrigado, por favor, etc...) No inglês da pra quebrar um galho, mas se você não tiver problemas com extravio de bagagem e tal, nem precisa ter inglês avançado... O pessoal entende você de boa em restaurantes, pontos turísticos e tal... e tem muitos turistas brasileiros, então falando português eles te entendem tbm... Só é chato mesmo em aeroporto, estação de trem, que os caras só querem falar inglês, daí tem que improvisar, rsrs

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Em 18/10/2017 em 10:52, jannis.joplin disse:

A estimativa total dos gastos foi de quanto?

 

Como eu estava com a minha esposa, jantamos em restaurantes e as vezes almoçamos tbm, com isto nosso custo foi maior... Para as lembrancinhas, roupas, perfumes, procurei comprar dos que tinham melhor custo, mas em algumas roupas paguei até um pouco mais caro de marca melhor, mas em média gastei 170,00 euros por dia (somando refeição, roupas, acessórios e museus etc...) O valor vai depender do que vc quer ver por lá. Se quiser visitar mais museus, vai ter que desembolsar mais dinheiro pra isto. Se quiser economizar em refeição, tem burguer king em toda parte, rsrs.... 

 

Na passagem aérea, se vc se antecipar para comprar, pode pegar alguma promoção. Como eu já tinha estipulado a data que eu iria, com uns 7 meses antes da viagem, eu ia entrando todos os dias no site da decolar.com para ver se aparecia alguma promoção.... demorou umas 2 semanas e apareceu a promoção da TAP, daí comprou direto no site da TAP mesmo. U$$770,00... foi o melhor que consegui... No seu caso, talvez São Paulo / Espanha seja mais barato porque tem a Ibéria que faz voo direto... Quando eu procurei, a TAP e Ibéria tinham preços melhores

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Em 22/10/2017 em 11:02, Jackson Lincoln Lopes disse:

@Leonardo** Blz? Mais uma vez eu, aqui ;)

Então, eu estou vendo na TrenItalia os horários de trem... Até daria tempo legal: saindo de Veneza 07h25 chegaria em Modena ás 09h30. E acredito que até 10h30 chegaria em Maranello de busão.

Depois, de Modena para Firenze... Tem vários horário, pensei em sair de Maranello umas 15h00.

Das 10h30 às 15h00 seria possível, conhecer o museu da Ferrari, almoçar e andar na Ferrari do Testdrive do Brasileiro?

O que não gostei, são dos preços dos trens. Venezia / Firenze = *50 euros.

Venezia/Modena = *50 euros + onibus + Modena/Firenze = *50 euros. (tem um trem que sai as 19h30 de Modena por *20 euros, mas chegaria muito tarde de Firenze).

* já calculados para 2 pessoas.

Não sei se não terei que abortar essa ida a Maranello, pois seria uma economia grandiosa. Pelo menos 500 reais em passeios (Museu + test drive) + 200 reais de trem.

Ai eu ficaria com um dia a mais em Venezia ou Firenze.

das 10h30 até as 15h da tempo tranquilo... O passei de ferrari demora 10 ou 12min (pelo menos no meu caso que paguei menos) então, até vc chegar no local, passear de ferrari, e voltar ao local novamente, vai perder 1h 30 no máximo. Como o museu da ferrari é pequeno, mais 1h 30 de visita. Lá pelas 14h vc já estará tranquilo (isto sendo bem pessimista, pois da pra fazer em bem menos tempo).

Os preços dos trens são caros mesmo, senão fizer este passeio vai economizar uma boa grana... Aí vai do seu gosto, senão der pra ir, aproveita um dia a mais em Firenze porque da pra fazer vários day trip por lá... Na Toscana vc gastará menos em passeios de trens, porque os lugares são mais próximos...

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@Leonardo** Estou pensando em uma outro possibilidade. Pegar um trem até Bologna (20 euros duas pessoas). E de lá para Ímola, conhecer o autódromo e a fatídica Tamburello. O trem regional é barato e a volta de Bologna para Firenze também sai na faixa dos 20/25 euros, que seria o que gastaria de Veneza a Firenze (50 euros). Da estação central (e única) em Ímola, é só ir reto para o autódromo, 1,8Km a pé.

Vou deixar meio em aberto.

Uma coisa que estou achando estranho, é que sempre ouvi que devia comprar passagens com muita antecedência, mas aparecem umas passagens com preços melhores próximos, estou pesquisando todos os dias.

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É bom pesquisar mesmo. Pode ocorrer de haver desistência em cima da hora, de alguma pessoa no voo, daí eles abaixam o preço para completar os passageiros no avião... Eu não gosto de arriscar, mas pode acontecer mesmo de encontrar algo mais barato

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4 horas atrás, Leonardo** disse:

É bom pesquisar mesmo. Pode ocorrer de haver desistência em cima da hora, de alguma pessoa no voo, daí eles abaixam o preço para completar os passageiros no avião... Eu não gosto de arriscar, mas pode acontecer mesmo de encontrar algo mais barato

Não, digo nos trens mesmo....

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Bacana o relato, mas realmente pelos preços ainda é caro mochilar pela Europa com este euro nas alturas.

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@Leonardo** Me diga uma coisa cara, no Savonarola os banheiros eram individuais? Estou vendo esse hotel também para ficar. Serão 3 noites.

Tô vendo que em Firenze os preços baratos são verdadeiras espeluncas pelo que ando lendo no tripadvisor.

Eu tenho uma reserva no Benvenutti (ao lado ou atrás do Savonarola), mas parece que ele é inferior ao que você ficou.

Eu devo chegar em Firenze as 18h00. Acho que da para ir sussegado da Santa Maria Novella até ele, não? Estaremos com uma mala cada.

Ah, já decidi! Deixarei de ir a Maranello e irei a Ímola mesmo.

Abs e obrigado novamente.

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    • Por rafacarvalho33
      Depois da passagem por Capitólio (leia AQUI o relato), tínhamos em torno de 400 km ate Serra do Cipó, que levou praticamente 07 horas para serem percorridas por causa de obras na pista, o Parque Nacional Serra do Cipó é totalmente GRATUITO, ótima noticia para quem quer esta com o dinheiro curto, no parque você tem a possibilidade de realizar trekkings para cachoeiras e cânions, podendo fazer a pé, ou alugar uma bike na entrada do parque. 

      O bom do lugar que ele é quase totalmente plano, não há subidas íngremes, facilitando a caminhada, foi nessa que eu consegui bater meu recorde em um dia e fazer 30 km, começando a andar as 10 horas da manhã e só indo terminar as 18 horas. Foi bem desgastante!

      Infelizmente fiquei apenas 01 dia, mas deu para aproveitar o melhor do parque, espero que vocês gostem do relato.
       
       
       
      - Hospedagem
      Na Serra do Cipó não tem muitas opções baratas para se hospedar, não tem como fugir muito do Camping Grande Pedreira, o valor esta 20 reais por cabeça e a área de camping é enorme, tem vestiários para banho, porém não tem cozinha, único fator negativo, e esta a menos de 05 km do centro da cidade, foi uma boa opção para quem ia passar 2 noites e 1 dia.
       
      - Transporte
      Infelizmente no Brasil o turismo não tem o investimento e a estrutura que merecem, geralmente se você não tiver um carro, você não conseguira chegar a lugar nenhum, só se estiver viajando de bike ou carona, pois se depender de transporte público dificilmente chegara nos lugares turísticos, ou então vai ter que depender de agências de viagem que vão cobrar o olho da cara. O que posso recomendar é ter um carro, ou alugar um, pegar o mapa da cidade com os pontos de seu interesse e dirigir ate ele.
       
       

      - Alimentação
      Como passaríamos o dia todo fazendo trilha, nosso café da manhã e almoço foram lanches que preparamos, no centro da cidade tem vários mercados que da para comprar de tudo, a noite um lugar mais em conta é no Alcinos, lá tem prato que da para 2 pessoas por 20 reais, litrão de cerveja a 10 reais e tem wi-fi no local para quem precisar, vale a pena.
      - Segurança
      Serra do Cipó me pareceu ser super tranquila, com o jeito de cidade do interior, tranquilo e mais seguro, comparado com a minha cidade, logicamente, que nem preciso falar que é bem perigosa.

       
      - Passeios
       
      Parque Nacional Serra do Cipó: O Parque é totalmente gratuito e na portaria eles fornecem um mapa simples e te ajudam com dicas para você aproveitar o melhor do parque, como tínhamos apenas um dia para aproveitar , acabamos resolvendo fazer o maior trekking do parque. Não se esqueça de levar água, comida e tudo o que for necessário.
       
      Cânion das Bandeirinhas: São 12 km para ir e mais 12 km para voltar, o trekking é plano em 95% do trajeto e é necessário atravessar um rio a pé, a água chega ao máximo na cintura,  no meio dessa trilha tem uma entrada para a Cachoeira da Formiga, são 2,5km para ir e 2,5km para voltar, e vale muito a pena, mas se prepare se você for andando, serão quase 30 km de trekking, tudo bem que é plano, mas mesmo assim são 30 km hehehe, começamos a andar as 10h da manhã e só fomos terminar as 18 horas.

      Existe a possibilidade de alugar uma bicicleta (50 reais) e fazer o trajeto todo assim, acaba sendo um pouco mais fácil do que andar, mas mesmo assim cansativo.
       
      Então foi isso, ficamos apenas 2 noites e 1 dia em Serra do Cipó, e nesse dia fizemos esse trekking de quase 30 quilômetros , mas valeu muito a pena conhecer a melhor parte do Parque Nacional e tudo gratuito, a seguir era partir rumo a Conceição do Mato Dentro e Diamantina/MG. Fique esperto para acompanhar os próximos relatos. 
       
      É isso ae galera...
       
      Espero que tenham gostado do relato e...
       
      Follow me.
       
       

       
       
    • Por Paulo Sérgio Silva

      Mossoró - RN X Brasília - DF
      Vamos Pro relato.....
      Data da Viagem 09/08 3 dias de Viagem
      Total Kms Rodados. 2350. Pelo Caminho que escolhi.
      Total Gasto. Gasolina R$: 280,00 Media de Preço R$: 3,68 à R$: 4,28 Carissima.
      Alimentaçao. 1° Dia R$: 10,00 Um Lanche Rapido a Noite em Cabrobó - PE
      2° Dia R$: 24,00 Almoço em Ibotirama - BA. A noite so Agua mesmo.
      3° Dia Almoçei Na Casa de Meus Pais. Tava de Regime.
      2 trocas de Oleo uma de R$: 15,00 (Lubrax) Pessimo rendimento e Outra R$:18,00 Mobil esse pegou bem. E uma Regulagem de Valvulas R$: 15,00
      Prego Zero na Estrada.
      Moto Titan Fan 125 Ano 2010. Com 38948km.
       
      Bora Entao....
      No Primeiro dia.
      Saindo de Mossoró - RN as 10hs. Seguindo em direçao a Apodi - RN BR 405. /Itau - RN/Sao Fco do Oeste - RN/Pau dos Ferros - RN... Chegando en torno de 13hs na Cidade do Fogo. A tormenta ja começa ai. Em uma viagem de Moto a pior Situaçao é rodar entre 13h as 16h. O Calor é intenso e Uma das coisas que nao Pensei foi de ter Levado Protetor Solar e labial. Importante demais esse detalhe. Simbora entao.... A ansiedade era grande que nem Fome Deu . Parti Sem almoçar..... Seguido de Rafael Fernandes - RN/Jose da Penha - RN/Major Sales - RN E Chegando na Divisa RN/PB em Uirauna - PB. Simbora Passando por Sao Joao do Rio do Peixe - RN (Aqui começei a sentir Calor Forte).Capa de Moto Preta Amigo com 35 graus... Sei lá. Bora Pra frente... Seguido de Sao Joao do rio do Peixe - PB/Cajazeiras - PB/Cachoeira dos Indios - PB/Barro - CE(Agora estado Ceará)Milagres - CE/Brejo Santo - CE/Jati - CE/Pena Forte - CE/ e entrando no Pernambuco Salgueiro - PE. !!! Aqui um detalhe.... Cheguei as 17hs em Salgueiro - PE. Encostei no Ponto de Apoio dos Onibus. Nao estava Cansado e fiquei na duvida se Pernoitava por aqui ou nao. ... Tambem me lembrei que este Trecho de Salgueiro/Cabrobo/Oroco tem alto indice de Assalto pelo menos na minha epoca. Entao perguntei ao Bombeiro meio encabulado e ele disse que nao .. era outra cidade que ele Falou e blablabla. Nao pensei em nada tava sem sono . Dei partida e fui... Cheguei em Cabrobó - PE e fiz Parada para Lanchar e Abastecer a Moto. Aproveitei e perguntei ao Bombeiro as condiçoes da estrada em diante. E ele me disse que tinha muito Jumento na Estrada... até ai Blz. Mas ele disse desse jeito Pra mim. (Se voce tiver sorte de nao ser Assaltado no Caminho... no mais Livrando os Jumentos A estrada ta boa.. Kkkk. Rapaz nessa hora ai que ele me deu Coragem pra seguir.... Nao contei outra Partiu.. Cabrobó - PE/Orocó - PE/Santa Maria da Boa Vista - PE/Lagoa Grande - PE/Petrolina - PE e finalmente Cheguei em Juazeiro - BA... as 22Hs. Do 1° Dia.
      Nao Procurei Pousada, Tinha Levado uma Rede pra uma Urgençia (Vai que a moto Dava um Prego... Pelo menos tinha onde deitar. Armei a rede entre Duas carretas. Dos companheiros de estrada e ja Era. O flex na Cabeça tava tao Louco que so Consegui Dormir as 24hs (Meia Noite). Acordei as 3hs da Manha . Frio lascando. Mesmo com 4 Camisas por dentro e a capa da moto. Frio foi um Tormento nas Noites.... Mas tem nada nao Faz Parte. Simbora 2° Dia
      Saindo de Juazeiro do Bahia seguido por Carnaiba do Sertao - BA/Juremal - BA/Maçaroca - BA/Jaguarari - BA/Senhor do Bonfim - BA/Ponto Novo - BA/Capim Grosso - BA. Nesse trecho tem um trevo Com a Primeira placa (Jacobina - Brasilia) Primeira placa de Brasilia que vi. E me indicaram nao ir por la por causa dos Buracos. Entao decidi outro caminho .Fiz uma parada pra tomar Agua e uma Pertubaçao começa a aparecer.... A (Bunda) da Pessoa Começa a ficar meio Esquisita....kkkkkk. Bola pra Frente.. Seguindo de Sao José do Jacuipe - BA/ Varzea da Roça - BA/ Mairi - BA/Baixa Grande - BA/Macajuba - BA/Rui Barbosa - BA/Seabra - BA/ Ibotirama - BA... aqui Parei parando.. 2hs da tarde Quente Feito a peste como diz matuto. O bicho tava pegando. Os olhos tava feito fogo. E o Calor tava demais... Entao Almocei de boa. Passei uns Zaps e Fiz troca de Oleo da Moto Abasteci e depois de Pensar um bocado no Calor ... Mandei ver .... depois de Ibotirama em uma serra percebi a Moto começar a bater valvulas principalmente na subida.. e ja tinha andado uns 20km entao resolvi Voltar. Passei na Oficina e mandei o cara Regular essa valvula (Embora eu nao sabia se era isso mesmo). Mas pra.minha sorte so era isso. Graças..... entao sentei o pé...Seguido de Cristopolis - BA e Barreiras - BA. Aqui cheguei de 18hs. So o bagaço da Laranja.... Procurei a turma da rede e Logo enganchei a danada entre as Carretas. Fome zero o almoço valeu por dois dias. Um detalhe (Nao reparei direito e eu achava que as carretas iam pernoitar. Derrepente eu depois de ja deitado a Scania da Partida pra sair... Meu amigo .. Pense numa desmontada de rede Deflexxxxxx.... Kkkkk. Rapaz do jeito que eu tava morto se esse omi sai sem eu perceber o rasgado de rede ia ser feio viu. Kkkkk. Mas deu tempo. Na verdade o cara desceu e veio olhar a situaçao. Blz desarmei e botei no Canto certo. .. e ai dessa vez descançei 6hs Apaguei entre 18s as 24hs(Meia Noite). Acordei nao pensei em Outra parti.. bora..... Quando fui da Partida cade a Moto pegar. ...? O frio tava tao grande que a moto nao dava Partida. Chamei o bombeiro dei um tranco na moto com o afogador puxado e Pouuuuuu. Pegou na hora nem Obrigado dei pro bombeiro com medo da moto apagar e fui.... Seguindo até Luiz Eduardo Magalhaes - BA. Tive que parar.. Rapaz o Frio tava igual a Bariloche. Meu amigo dava nao era frio demais . Gastei 3hs pra chegar Armei a rede de Novo nas Carretas e baubau dormi. Acordei de 6:30hs. Abasteci a Moto e Pe na estrada. Seguindo por Roda Velha - BA/Posse - GO ja no estado de Goias/Simolandia - GO/Alvorada do Norte - GO/Vila boa - GO/Formosa - GO/Planaltina - DF/ Sobradinho -DF (Aqui uma surpresa!!! Do nada a moto Apagou as 13hs Sol torando. Imagine o que era?.... Esqueci de Abastecer. A sorte que ja tava dentro da Cidade empurrei a moto ja com fome e sede uns 500 metros no Setor de Oficina Sul no Posto mais Proximo. Fiquei rindo o tempo todo.. Abasteci e chinelei... Taguantinga - DF/ e Finalmente Ceilandia - DF. As 14hs do 3° Dia..
      E assim foi essa jornada Mossoró - RN x Brasilia - DF
       
    • Por willianfae
      Todas informações estão no meu BLOG
      http://mochileiroparasempre.blogspot.com.br/
       
      Antes de relatar a travessia Petrópolis-Teresópolis. A Petrô-Terê, como ela é chamada normalmente vou explicar como tudo isso começou.
      A Alguns meses atrás fiz o Pico Paraná com alguns colegas pois eu estou me preparando para fazer um mochilão para patagônia e isso serviria como preparo. Quando fiz o pico Paraná vi que eu estava bem ruim de equipamento principalmente Mochila e Bota. Depois de sofrer na pele com equipamento ruim, sai pela internet procurando qual seria o melhor equipamento para cada segmento. Quando cheguei na parte de mochila vi que a Deuter era disparada a melhor cargueira. Como eu não conhecia a marca sai pesquisando valores, descrição etc. Levei um susto quando vi que uma mochila top custava cerca de R$ 1200,00 “Depois vi que isso se paga”. Um certo dia entrei no site da deuter e vi que tinha uma promoção para uma expedição Petrópolis-Teresópolis onde fiz na hora a inscrição pois além da viagem eu poderia ter desconto para comprar minha sonhada mochila Deuter. Fiz a inscrição mas já sabendo que não ganharia pois até então nunca tinha ganhado nada. Certo dia recebi um e-mail informando que eu era um dos ganhadores da expedição. Depois de ler 10x o e-mail e acessar o facebook pude confirmar que isso não era um sonho e sim demorou mas ganhei o que mais gostaria, uma expedição com a Deuter.

       
      No outro dia já comecei a botar meu preparo físico em dia pois essa travessia seria bem mais longa que o pico Paraná.
      O pessoal da Deuter fez uma organização impecável e a todo momento era informado do que era preciso levar, como seria o roteiro e respondendo todas minhas dúvidas. A Travessia seria Sexta, Sábado e Domingo. O Ponto de encontro foi sexta as 8:00 no aeroporto Santos Dumont.
       
      Por internet já pude conhecer quase todos os colegas de travessia e minha percepção se confirmou, a galera era SHOW, logo de cara já fizemos amizade e parecia que a galera já se conhecia a muito tempo. Todos do grupo já tinham experiência em trilhas, alguns eram mais acostumados com trilhas longas e outra galera “eu estava junto” com trilhas mais curtas.
       
      Além dos participantes tivemos a companhia do Fotografo Tom Alves, Mario Nery que é represente do site trekkingbrasil.com.br além do pessoal da deuter e o escalador Hillo Santana – escalador do Deuter Team Brasil “esse cara é foda”
       
      Antes da partida recebemos um presentinho da deuter um kit contendo um saco estanque da Sea to Summit, um par de meias da Lorpen, um X-Mug da Sea to Summit e algumas guloseimas para ir beliscando no meio do caminho. Além disso ganhamos uma blusa da Expedição.
       
      Saímos no horário previsto, mas pegamos muito trânsito na subida da Serra para Petrópolis por causa de um caminhão que subia devagar, só chegamos na Portaria do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso)por volta das 11h. Chegando lá fomos recepcionados pelo guia da Expedição e por mais algumas pessoas que nos acompanhariam e fariam parte da logística do evento. Fizemos o check in na portaria do Parque e logo depois tivemos um pequeno papo com nosso guia Ivo Junior que foi fantástico. Além de nos ajudar nas trilhas pude aprender muitas dicas para tornar a trilha mais fácil.
       
      DIA 01 – Da Portaria de Petrópolis (Bonfim) ao Morro do Açú – 12/09 – sexta
      Destaques: Vista do mirante do Graças a Deus, após a Isabeloca.
      Distância: cerca de 7 ou 8 km, uma média de 6 horas de caminhada.
      Nível: Subida pesada, quente e com trechos bem expostos ao sol.
      Dica: Leve água, já que o ponto de abastecimento é no Ajax e até lá tem muito chão e muito calor se o sol estiver forte. Não esqueça o protetor solar e um boné!
       
      Depois de toda recepção e agradinhos era hora de pôr a minha Deuter nas costas e ver na prática como ela ia se comportar. Hoje os pontos principais era Pedra do Queijo, Ajax, a subida da Isabeloca, o mirante do Graças a Deus e as lages de pedra (chapadão) até o Açu – ponto do nosso primeiro acampamento.

      * Primeira foto da galera - Inicio da trilha (Foto Tom Alves)

       
      Eu já tinha lido que o primeiro dia era o mais punk pois é só subia subida subida subida e mais subida subida. E realmente é assim mesmo. A pior parte da subida foi o trecho da portaria até a Pedra do Queijo, esta parte é quente demais e não tem tanto vento para aliviar a situação como temos na Isabeloca. De início a subida não tem muita coisa para se ver e a trilha é um pouco chata mas depois de algumas horas a trilha fica bem show. Como o grupo era grande nós tivemos uma pequena divisão onde cada um pode ir andando no seu ritmo porém sempre acompanhado de um guia. Eu consegui manter um ritimo legal pois a mochila realmente é FODAAA e quase eu não sentia ela.

       
      Fizemos uma parada rápida entre a Pedra do Queijo e o Ajax para um papo e repor as energias.Durante a trilha eu fazia uma parada de 1min a cada 15min andando. Nesse momento eu anda estava usando meu cajado de madeira hhehe Depois o Guia jogou fora e me emprestou um bastão de trekking show. Foi minha priveira vez usando bastão e isso ajuda muito. Um detalhe é questão da mão inchada, se você não usa suas mãos sempre estão baixas e com isso fica inchada. Com o bastão isso não ocorre.
       

       
      Paramos mais a frente no Ajax – ponto de abastecimento de água – comemos alguma coisa, bebemos bastante água, enchemos as garrafas e Streamers e começamos a tão falada subida da Isabeloca. Dizem que a Isabeloca tem este nome por causa da Princesa Isabel que gostava de passear por ali no lombo das mulas
       

      *Willian Faé (Foto Tom Alves)
       
      Chegamos no final da Isabeloca e o sol já começava a sair de cena. Por volta das 17h estávamos no Mirante do Graças a Deus, no começo do trecho que chamamos de “Chapadão”, local onde ficam as lages de pedra, dali até o Açú ainda teríamos mais alguns bons minutos de caminhada e mais algumas subidas. Paramos um pouco nesse ponto onde o Tom Alves parou para fazer umas fotos bem legais com a Nayara e minha mochila. Acompanhei as fotos e logo voltamos a trilha.
       

      (Foto Mario Nery)

      (Foto Tom Alves)
       
      Nesse momento eu corpo já estava conformado com tanta subida. Realmente até esse ponto tinha subido bem puxado e o sol estava castigando. Não economizei na água e sempre estive muito bem hidratado e sempre estava comendo uma barra de cereal.
       

      Chegamos no acampamento quase 18:00 e para nosso conforto o pessoal já foi na frente montando as barracas e levando a comida para o jantar. Isso foi um LUXO pois só nisso economizamos uns 3 a 4 kilos na mochila. Eu cheguei no acampamento e fui direto para o refugio encarar a fila do banheiro. Lá tem água quente e banho de 5min. Água quente mesmo. Esperei cerca de 1:30 para tomar banho. La também tem estrutura para dormir e barracas para alugar, porem tem que ser reservado por internet antes. Cama é 40 pila, espaço pra colocar o isolante e saco de dormir 20,00 e a barraca não lembro. Todos tem direito a banho. Quem pegar quarto pode usar a cozinha.
       

      (Foto Tom Alves)
       
      Depois do banho tivemos um jantar feito pelo Topot, que incluía sopa e capeletti, com direito a chocolate de sobremesa e um chá. Hora de ir pra dentro do saco de dormir e encarar a noite fria da Serra dos Órgãos. O dia seguinte começava cedo, junto com o nascer do sol.
       

      (Foto Tom Alves)
       

      (Foto Tom Alves)
       
      DIA 02 – Do Morro do Açú até o Abrigo 4 – 13/09 – sábado
      Destaques: Visual do segundo dia é o mais bonito de toda a Travessia.
      Distância: cerca de 9km, mais ou menos 7 horas de caminhada.
      Nível: Pesado com trechos de escalaminhada que exigem atenção e alguma experiência.
      Dica: Amarre bem os cadarços das suas botas para evitar que os dedos fiquem batendo contra a parte da frente do calçado durante as inúmeras descidas. Este é o dia onde as pessoas se perdem com muita facilidade na travessia, alguns pontos onde a trilha muda não são notados facilmente. Eu mesmo teve um ponto que me desviei da trilha e aguardei o pessoal chegar para ter certeza para onde eu deveria ir. Outro problema sério para orientação pode ser a presença de neblina, coisa comum na Travessia. Você ficará exposto ao sol quase o tempo inteiro, então não descuide da hidratação, proteção para cabeça e do filtro solar.
       
      A Noite foi bem fria no acampamento, mas eu estava bem equipado e foi tranquilo dormir. Como estava muito cansado não tive dificuldades em dormir. Acordamos por volta das 5:00 fomos em direção a frente do abrigo do Açu para ver o nascer do sol e foi simplesmente perfeito.
       


      (Foto Mario Nery
       
      Logo depois do nascer do sol o pessoal preparou um café da manhã bem reforçado pois como no dia anterior não tivemos almoço. A Rota do segundo dia é a mais top da travessia. Ela tem muita subida, descida e alguns pontos bem perigosos porém o cenário é perfeito. Como um plus nossa rota incluiria passar pelo Portais de Hércules que é uma vista privilegiada de algumas montanhas que não são vistas normalmente durante a travessia, como a famosa “Agulha do Diado”e “Dedo de Deus”.
      Eu achei o segundo dia bem melhor e também já estava em um ritimo bem legal de caminhada.
       
      Os pontos clássicos deste dia são: Morro do Marco, Portais de Hércules (desvio da trilha normal da Travessia), Vale da Luva (ponto de água), Morro da Luva (pior subida do dia), Cachoeirinha (base do Elevador – ponto de água), Elevador (escada de grampos de aço fixados na pedra que exigem atenção e calma), Vale das Antas (ponto de água), Pedra da Baleia, Mergulho (Grota ou Vale da Morte),Cavalinho e finalmente o Abrigo 4 aos pés da Pedra do Sino
       
      O Segundo dia é bem mais técnico e exigiu bem mais atenção.
      Saímos do acampamento e fomos em direção ao portais de Hércules, o que ajudou foi que na metade do caminho onde se inicia a descida para os portais, ficou um pessoal esperando e ai pudemos deixar nossas mochilas e descer bem mais leve. Levamos cerca de 1h até os portais. A Descida é bem susse e o lugar é o mais top de toda a travessia. Ficamos cerca de 30min olhando para aquele lugar e batendo diversas fotos. Pra ajudar tem também ponto para agua que fica na metade do caminho.
      A Volta foi até o ponto que o pessoal ficou esperando foi bem tranquila também. Vale a pena com certeza incluir os portais no seu roteiro.
       

      (Foto Mario Nery)

      (Foto Mario Nery)
       
      No segundo dia todo o pessoal já estava bem mais acostumado com o ritimo então a trilha rendeu mais mesmo sendo bem mais longa.
      Durante a trilha escutei o pessoal comentar de alguns pontos famosos, porém como eu não tinha pesquisado antes eu não imaginava o que seria. Mas escutei frequentemente um tal de “Elevador, Cavalinho, Descida do Mergulho”.
      Depois de algum tempo de caminhada chegamos em um ponto onde poderíamos ver o sino e para mim foi um dos lugares mais bonitos da travessia.
       

      (Foto Tom Alves)
       
      Logo depois de um bom descanso e do reabastecimento das reservas de água no Rio Soberbo nós seguimos em direção a Pedra da Baleia. Neste ponto o Kiko que vinha fechando a fila passou a frente para ajudar o Ivo Junior na fixação da corda de apoio para descida do Mergulho (uma grota logo antes do Cavalinho, que é chamado de vale da morte) .
       
      Mais alguns minutos de caminhada com a parede do Sino na nossa direita e chegamos ao ponto onde descemos o vale para subirmos em direção ao famoso “Cavalinho”. Neste trecho da descida a corda já estava fixa e parte do grupo já havia passado. A logística de passagem foi perfeita. As mochilas foram passadas de mão em mão e colocadas logo abaixo da grota e as pessoas iam descendo pela corda, pegando suas mochilas e subindo em direção ao Cavalinho.
      Esse ponto se tornou fácil devido a estrutura de corda e apoio do pessoal porem sem isso o negócio é bem perigoso. Não tenho fotos desse local pois tive que colocar tudo na mochila para poder descer.
       
      Depois de alguns minutos chegamos no chamado cavalinho. O negocio é bem punk mesmo é uma subida cheio de pedras e uma rocha atravessada simulando um cavalo. Não sei como seria passar aquilo com mochila pois mesmo sem mochila e com ajuda já foi um pouco difícil. Achei muito perigoso pois ali se cair já era. Mas o pessoal da Deuter preparou outra logística perfeita, passando todas as mochilas e depois colocando uma corda para servir de apoio. O Kiko também ficou na ponta para ajudar o pessoal a subir.
       


       
      Depois disso tudo ficou mais tranquilo. Estávamos bem pertinho do acampamento
       
      Após a passagem pelo Cavalinho alguns optaram por subir o Sino para aproveitar o por do sol e outros – como eu – foram direto para o acampamento junto ao Abrigo 4. As barracas estavam montadas e o espaço para nossa cozinha já estava pronto. O Topot começou a preparar a janta dos participantes enquanto alguns já se “inscreviam” na fila do banho, que estava maior que a do dia anterior. No meu caso desisti do banho pois tinha muitaaaaaa gente na frente.
       
      O sol sumiu de vez e as pessoas que estavam no alto da Pedra do Sino começaram a descer. O papo rendeu ao redor da “cozinha” – enquanto a sopa e o arroz com nozes, queijo e grão de bico estavam nos pratos o silêncio imperava, mas antes ou depois as conversas iam da música e causos da montanha até as viagens, trilhas e equipamentos – com não poderia deixar de ser, é claro.
       
      DIA 03 – Do Abrigo 4 até Teresópolis – 14/09 – domingo
      Destaques: Morro da Cruz (desvio da trilha que permite uma ótima visão da Agulha do Diabo), vista de Teresópolis do meio da descida e a cachoeira do Véu da Noiva.
      Distância: 11km mais ou menos.
      Nível: leve, todo o caminho é descendo, porém os desníveis incomodam para quem tem algum problema nos joelhos ou nas pernas.
      Dica: Aproveite a parada no gramadão (espaço do antigo Abrigo 3) e pegue uma trilha curta (no fundo a direita) que lhe leva a um mirante com vista para Teresópolis.
       
      Acordamos bem cedinho com o sol alaranjando o horizonte, algumas pessoas optaram por ficar nas barracas, já outros levantaram e encararam o vento frio e forte da Serra dos Órgãos enquanto assistíamos a mais um espetáculo do sol nesta alvorada de domingo. Escolhemos ver ao nascer do sol na Pedra da Baleia, uma lage de pedra grande que fica logo atrás do chalé do Abrigo 4, para chegar lá basta seguir a única trilha que parte de trás do Abrigo.
       

       
      A ideia para o dia de hoje era descer pela Travessia da Neblina, porém o grupo optou por uma descida pela trilha normal de 11 KM, isso nos economizaria tempo, Kms andados e energias – já que a descida pela Neblina iria aumentar o caminho e o desgaste nas pessoas.
       
      Os 11 km de descida são tranquilos e você encontra mais pontos de água pelo caminho, uns 2 ou 3 se não me engano. A descida pede atenção por causa dos inúmeros desníveis e também pelo trecho final que tem um calçamento antigo com várias pedras desniveladas e com limo. Ao longo deste trecho os bastões de caminhada ajudam bastante e salvam os seus joelhos.
       
      Nesse terceiro dia a trilha é bem sem graça, uma porque ficamos mau acostumados pelo segundo dia que é incrível, a outra porque é apenas descida e muita mata fechada.
       
      Tivemos um ponto perto de um antigo abrigo que se desvia a trilha um pouco e podemos ver teresopolis.
       

       
      Na chegada à Barragem, ponto final de quem faz a Travessia até Teresópolis, encontramos a nossa van, nosso guia, os participantes, carregadores (Diego e Juca) e o carro de apoio da Expedição com o Pedro. Frutas, Gatorade gelado e um sorriso no rosto dos participantes – pela sensação de missão cumprida e também por poderem tirar as botas e mochilas cargueiras, rsrsrsrsrs!
       
      Em resumo…
      Foi um privilégio ter participado da primeira edição da Expedição deuter e tive sorte duas vezes que foi ganhar esse sorteio e ter uma galera sensacional como companheiros nesses três dias. Tudo foi perfeito ( Local, Organização, Comida, Estrutura, Guia)
       
      Nessa expedição pude aprender muita coisa relacionado a trilha, equipamentos e fotografia e isso para mim foi o melhor de tudo.
       
      Onde: Parque Nacional da Serra dos Órgãos (ingressos e informações aqui)
      Duração da trip: 3 dias, mas pode ser feita em 2 ou até em 1 dia.
      Melhor época do ano: Entre maio e setembro, período que chove menos.
      Classificação: Travessia Pesada.
      Destaques: Paisagens do segundo dia de caminhada, nascer e por do sol no Açu e na Pedra do Sino.
      Indicado para: Pessoas com bom condicionamento físico e que possuam os equipamentos necessários para uma caminhada deste porte, incluindo os itens camping e vestuário de frio.
    • Por Bruna Gusmão
      A pouco mais de um ano, estive no Peru fazendo trabalho voluntário (Relato: Intercâmbio No Peru - Dois meses de trabalho Voluntário) e lá tive o despertar do meu destino. Porém, passado um tempo, sem muita grana pra viajar para fora do país, eu decidi que iria me dar a chance de conhecer um pouco mais do Brasil - a começar pelo lugar que parecia ter uma certa magia no ar, Minas Gerais. 
      *IMPORTANTE: Preciso deixar claro que isto não é um roteiro de viagens sobre  Minas, e sim sobre as "sensações" que essa cidade traz.
      Minha primeira ida foi para conhecer Poços de Caldas - MG e somente lá consegui entender a dimensão da frase: "Estamos onde devemos estar". A cada passo dado, as pessoas que me olhavam nos olhos, o carinho dos moradores, a comida, absolutamente tudo me fazia sentir que era pra eu estar ali, vendo aquelas coisas. As fotos que fiz, mostram um pouco disto: 

      Vista do Cristo - Poços de Caldas/MG

      Caminho da Cachoeira Véu de Noiva - Poços de Caldas/MG

      Tirolesa Pedra Balão - Poços de Caldas/MG
      Foram três dias em busca de algo, que somente no fim da viagem eu consegui entender que havia me encontrado. A partir dali decidi que voltaria sempre que a minha mente precisasse, só não imaginei que estaria de volta no mês seguinte. E por muitos momentos, tudo o que eu conseguia pensar era no próximo lugar que estaria conhecendo... O que me trouxe a Monte Sião/MG. 
      Desta vez, a vida queria que eu entendesse uma nova lição: "Pelos mesmos caminhos não se chega sempre aos mesmos fins." Só quem esteve comigo nessa viagem vai entender a dimensão dessa frase, pois foi motivo de debate no caminho de volta pra casa. Saímos de São Paulo com a pretensão de chegar a Águas de Lindóia/SP, mas o destino quando misturado com a energia que você esta emanando no dia, causam surpresas. Do começo ao fim, fomos levados a fazer outros caminhos e aceitamos sem revolução, porque já se sentia no ar que seria mais uma viagem transformadora. Nossa passada por Monte Sião teve transformações em todos, mas os efeitos em mim podê ser visto na mudança que as minhas fotografias sofreram. 

      Pôr do sol na estrada - SP 

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP
      Aquilo tudo não era para conhecer e entender melhor o meu país, foi apenas o gatilho que me fez entender que não preciso ir para tão longe em busca de algo que tenho por aqui. Por enquanto, esse lugar me basta! 
      #PAZ
    • Por andreia.puglia
      Alter do Chão - SETEMBRO/2016   Uma  conheceu alter por um programa de tv. Um dia apareceu uma promoção e compramos as passagens.    Um ou outro amigo sabia da existência da cidade, ninguém de fato conhecia. De fato nao tem muitos cariocas turistas por lá. Vi muitos gringos, gente de Brasília e das regiões mais próximas como Belém e Manaus.   Chegamos no voo da madrugada e acho que só existem mesmo esses voos chegando de madrugada, seja de Brasília ou de São Paulo. O ideal é pegar o taxi direto pra alter, que fica no valor de R$ 70,00 a R$ 100,00 (set/2016). O transfer também pode ser fechado com antecedência (Seu Cristovão - ‪+55 93 9123‑4264‬).  A gente achou que precisava ficar em Santarém por questão de logística, o que descobrimos depois que não era necessário, porque alter fica no meio do caminho entre o aeroporto e Santarém.  De toda forma conseguimos conhecer o centro de Santarém que não tem muita coisa pra fazer e é muito quente. Passeando pela orla descobrimos o passeio de barco pelo rio. Ele dura de 1 a 2 horas e custa 30 reais (set/2016). Assistimos ao encontro dos rios Tapajós e Amazonas, que não se misturam porque possuem diferentes phs, temperaturas, densidades e etc. Na segunda metade do passeio o nosso barqueiro e guia Sr. Elvis nos levou pra ver um monte de botos. Foi bem legal! Ele não alimentou e não interviu no rio jogando ração ou pão como fazem em praias do Nordeste, e mesmo assim os botos pulavam perto do barco.  Conhecemos um casal que foi almoçar num local ou mercsdo turístico e adorou. Vou procurar o nome de lá.  Depois do passeio no rio fomos conhecer o Mercadão 2000, mas as bancas já estavam fechando. O ideal é ir cedo pra lá. Não tem nada demais, é uma feira de produtos regionais. Como estávamos no início da viagem foi difícil comprar frutas e produtos perecíveis. Tinham muitos produtos ligados à medicina alternativa local.    Depois de concluir que tínhamos visto o suficiente em Santarém, pegamos o ônibus numa praça do centro com preço de 3 reais (set/2016) que levou cerca de 1 hora pra chegar em Alter.    Chegamos à vila numa terça às 16hs. Tomamos um banho pra aliviar o forte calor e fomos dar uma volta pra conhecer a cidade.   De fato a Ilha do Amor é linda!!! Ficamos ali assistindo o entardecer na calmaria do rio, comendo um petisco de camarão e de peixe.    De noite fomos até a pizzaria do italiano na praça onde tomamos sucos super deliciosos e uma caipirinha com cachaça de jambú que virou a queridinha da viagem! Jantamos um bom peixe ali.   No geral na cidade a comida não é farta, não é barata e também não é nada demais. Nesse italiano tinha um peixe ok.    Ainda de noite procuramos um dos barqueiros na orla e fechamos um passeio pro dia seguinte. Como éramos duas, aproveitamos para nos unir a um outro grupo de três para diminuir o valor total do passeio.    Segundo dia, quarta-feira: Na quarta fizemos um passeio para a Flona, por 80 reais por pessoa por dia, num grupo de 5 pessoas. Pechinchar nunca é demais. Mais 15 reais de almoço e mais 100 reais pro guia na floresta que pode ser dividido por até 5 pessoas.    Tinha visto na internet o passeio de 2 dias na Flona, mas 1 dia foi suficiente. Chegamos cedo e fizemos uma trilha de 2hs até a Samaúma (uma grande e antiga árvore dessa espécie), por dentro da Floresta Nacional do Tapajós. Valeu super a pena. Confesso que imaginei uma samaúma maior, mas foi legal mesmo assim. Conhecemos a Floresta Amazonica, muito umida e com arvores imensas.  2hs de trilha de volta, almoçamos numa comunidade ribeirinha e fomos passear nos igarapés próximos. Depois ficamos mais um pouco tomando banho num banco de areia próximo. Era uma praia bem bonita como todas da região. Eu diria que entrou no meu top 5 das praias mais bonitas. So nao lembro o nome, sei que fica na frente dos igarapes da comunidade do Jamaranguá.   Na volta à vila paramos na praia de Pindoball pra assistir ao por do sol.    À noite fomos ao Arco Íris que é um dos bares da praça, comemos um crepe simples.    Terceiro dia, quinta-feira. Este foi o primeiro dia do Festival do Sairé, que acredito que aconteça sempre na Lua Cheia ou, por coincidência, estávamos na lua cheia. No domingo anterior teve a abertura do festival e na manhã de quinta-feira começaram os rituais religiosos. Não consegui entender exatamente o que significa, mas perguntei pra uma jornalista que cobria o evento que me falou que aquela cerimônia representava a festa feita pelos índios pra os portugueses jesuítas que chegavam à vila. Valeu a pena assistir, apesar do forte calor que fazia. Acontece uma disputa entre homens e mulheres, há uma procissão em que cada grupo leva um tronco de árvore chamado por eles de mastro. Quando chega na praça eles enfeitam os trocos e os fixam até o final no festival, quando os derrubam a machadadas e um dos grupos vence.    Como a cerimônia do Sairé foi até o meio dia, aproveitamos a tarde pra curtir a Ilha do Amor sem pressa. Fizemos stand up pelo lago verde e fomos até a praia da frente. Na volta passamos um perrengue porque ventava muito e não saíamos do lugar, mas mantivemos a calma e conseguimos voltar pra terra firme vivas!    Nesse dia comemos num lugar que não voltaria, o bar da esquina da praia, de cor azul, não lembro o nome. O molho era de leite de coco e tinham uns milhos, parecia peixe com canjica. Rs.   À noite fomos ao Festival do Sairé. Nesse dia, quinta-feira, o evento foi gratuito e foram feitas apresentações de grupos locais com danças típicas, principalmente o carimbó.    Na última hora do dia encontramos uma amiga na praça que sugeriu o passeio para Arapiuns, que é um rio braço do Rio Tapajós. Fechamos o passeio de última hora, no valor de R$180,00 por pessoa, com água, frutas e almoço incluído. Fomos nun grupo de 10 pessoas.    Como Arapiuns é do outro lado da margem do rio, a viagem é mais longa e por isso precisamos sair cedo, às 8hs.  A primeira parada foi num banco de areia no meio do rio Arapiuns simplesmente paradisíaco. Só tínhamos nós. E mesmo tendo 10 pessoas no grupo, o banco de areia era grande (set/2016) e parecia uma praia deserta. O sol nao estava tao quente e ficamos ali batendo papo naquela paz e silencio indescritiveis.  Nosso guia (Arkus +55 (93) 9149-4174) lembrou que nessa parte do rio é preciso ter cuidado com as arraias no fundo da areia, por isso é bom entrar devagarinho, arrastando os pes na areia, pra nao pisar nelas. Arrastando os pes, elas fogem.    Almoçamos na comunidade da Coroca, e uma amiga indicou também a comunidade de Anã. A Coroca tem um redário pra galera que quer dormir lá (contato Bruno que tem o redario em Alter tb), mas também é possível dormir dentro da casa dos moradores. O importante é agendar com antecedência. Achei bem legal a criação de abelhas, de tartarugas, e a simpatia daquele povo. Há quem diga que dormir na comunidade é uma experiencia imperdivel pra quem vai pra Alter, mas nós nao tinhamos nos planejado pra isso.    Toda noite de sexta-feira tem o chorinho no bar da Tia Graça, onde vende um bom açaí, quase ao lado do hotel borari. Naquela noite, por causa do festival, o chorinho foi no Mango. Fomos pra lá, dançamos, comemos e bebemos a caipirinha com cachaça de jambú que não fez mais o efeito divertido de adormecer a língua.    No sabado estavamos tao cansadas que preferimos ficar na praia do amor sem pressa, acordamos um pouco mais tarde, tomamos cafe com calma. De fato nao tinhamos tanto motivo pra cansaco, mas o calor e o sol cansam sim. Ficamos na Praia do Amor ate nao aguentar mais. Depois subimos pra vila lra almoçar. Esse almoço sim valeu muito a pena. Foi no Espaço Alter do Chao. Ele fica na rua da praia à direita de quem olha pra Ilha do Amor. É só descer que nao tem erro. Ali a comida é bem gostosa, com pratos tipicos do local, com sobremesa deliciosa, especialmente o mousse de chocolate com cupiaçu, divino. O serviço é em clima de férias, mas a qualidade da comida compensa. Não deixe de experimentar a bola de peixe. Cada bola é R$40,00 e alimenta uma mulher educada, um homem educado fica com fome, um homem faminto usa só de entrada. Tem o prato com duas bolas de peixe. Vicê pode escolher entre o recheio de camarão ou o de banana com queijo. Bem bom. Queria ter experimentado o ragu de pato, que nao tinha. O risoto de camarao no tucupi tambem tava gostoso. O tucupi é o oleo que se extrai da madioca, é amarelo e tipico na região, vale provar um prato que tenha tucupi. O risoto tem tucupi bem leve. Eu gostei.    Terminamos tarde o almoço e acabos subindo tarde a serra. Eles chamam de Serra da Piroca e tem toda uma explicação que eu não prestei atenção quando tentaram explicar pra alguém do meu lado. O ideal é subir às 17h. São 40 minutos e não é difícil, mas tem subida. Na serra tem umas pedras chatinhas, então para os menos roots vale um tênis. E tem que levar lanterna. Importante também combinar com barqueiro pra te pegar na volta, ou não levar mochila e voltar pra vila nadando, que também é bem trabquilo, só tomar cuidado com os barcos que atravessam à noite, lor isso eu preferi voltar de barco mesmo.  Subirmos quase às seis, chegamos lá com o sol ja descendo. Foi outro top 3 da viagem. A vista é panorâmica, podendo ver o Lago Verde, a Ponta do Cururu, a Ilha do Amor e a vila.    Encontramos um monte de gringo lá em cima e cheguei à conclusão que os mosquistos só gostam de brasileira com repelente. Eles estava tranquilos sem repelente agum e eu com repelente ate o dedo do pé sendo devorada. Voltamos no escuro e não conseguimos ver a lua nascendo porque não queríamos esperar ali até muito tarde sozinhas. Mas vimos uma linda lua cheia nascendo quando chegamos de volta na Ilha do Amor. Foi muito bom, só faltou um bom banho de rio com aquela lua cheia linda, mas o barqueiro nos esperava.   Nesse dia à noite chegamos na pousada só pensando em banho e cama. Mas era o dia mais legal do Sairé, o dia em que os botos se enfrentariam. Tomamos banho e fomos pro Sairódromo meio que no automático.  Pelo que entendi o povo local não gosta muito do Sairé porque a cidade fica lotada de gente bagunceira e suja. De fato tinha muita gente bêbada, o povo deixou a praia suja, uns homens dormindo na sarjeta. Mas durou só dois dias, valeu a pena pela festa dos botos. Custou R$ 30,00 para entrar nesse dia. A disputa é quase um carnaval.  A diferença é que não tem desfile. Eles fazem uma apresentacao parados, com carros alegóricos, danças típicas e torcida de um lado e de outro. A bellinha torcia para o Boto Cinza, o Tucuxi. Eu torci para o Boto Rosa. Em 2015 o Tucuxi ganhou. São 1h30 de apresentação e eu de fato achei o rosa mais tradicional e mais bonito. No meio do rosa já era tarde da noite e fomos pra casa.    No domingo seguimos a dica do casal que conhecemos no primeiro dia. A cidade é pequena e todo mundo se encontra. Eles indicaram o restaurante Casa do Saulo para a gente. Tem como ir de barco, mas fica caro, de carro ou de taxi, que também fica caro. Cogitamos ir de bicicleta, mas ainda bem que estavamos cansadas, porque é longe, o calor e sol forte, e é estrada de asfalto, onde a bicicleta não tem vez. Conseguimos uma carona pra ir e voltamos de taxi com o Seu Cristovao (ja coloquei o numero dee aqui). O lugar é bem bonito e tem acesso à um banco de areia lindo também. Falaram que a comida era sensacional. Eu não achei tudo isso, mas talvez não tenha dado sorte. É boa, mas nada do outro mundo. Eles tem muito costume de comer o peixe empanado, então acaba sendo tudo peixe empanado e só muda o molho. Posso estar enganada, talvez valha a pena tentar um que não seja empanado. Chegamos e fomos direto pra praia. Pedimos nosso almoço só às 16h e foi ótimo, porque a essa hora não demorou tanto pra chegar. Comemos e voltamos pra praia. Tiramos um cochilo com um ventinjo delicioso e depois curtimos o por do sol sensacional.  Marcamos desde cedo do Seu Cristovao nos buscar. Chegamos na vila já eram 20h. Tomamos banho e fomos pro italiano. Estava tendo carimbó na praça e foi muito legal dançar (ou tentar dançar) com a bandinha ao vivo, o povo loca e os hippies bem animados dançando.    Na segunda foi o último dia do Sairé, quando cortam os mastros enfeitados com machados, anunciam se homens ou mulheres ganharam e anunciam qual boto foi o vencedor. Em 2016 ganhou o Tucuxi de novo.  Descemos à vila na direção das praias à direita. E como não tem estrutura de bar e restaurante aquele pedaço é o paraíso. Ficamos deitadas devaixo das árvores e curtindo a tranquilidade daquele pedacinho. Depois disso peecebi que poderíamos ter explorado os dois lados da ilha do amor, mas como toda viagem a gente precisa deixar uma coisa sem ser feita pra poder voltar, essa parte foi a escolhida para me dar motivos pra voltar.    Nesse dia comemos também no espaço Alter do Chão. Tentamos todos os lugares da cidade, mas estava tudo fechado, provavelmente por ser segunda-feira. Queríamos ter conhecido o vegetariano de umas argentinas na rua da pousada da Cabocla que estava inaugurando naquela semana, mas também estava fechado.    Conseguimos subir mais cedo à Serra, umas 17h15 e vimos sim um belo por do sol, com direito à muitas fotos e panoramicas e mais tempo pra só curtir.    Descemos rápido e só escureceu lá embaixo. A luz da laterna do celular é suficiente.    À noite também não tinha nada aberto, acho que só o italiano estava aberto.    Ultimo dia, terça-feira: comemos um café caprichado porque é o ultimo dia das mãos de fada da Dona Del.    Eu ainda não falei que o café da manha da Dona Del também foi top 5 da viagem.    A pousada é simples e uma das mehores em Alter (Pousada Alterosa), não tem chuveiro elétrico, mas ninguém lembra disso com aquele calor. O ar condicionado, que é o mais importante, é novinho e limpinho. Tudo é muito limpo e o casal de donos faz você se sentir em casa. Eles vão construir uma suíte acessível, bem legal!! E o café da manhã era do meu jeito preferido. Um bom café preto, bastante fruta e suco, tinha até suco verde, ovo mexido, gema dura, gema mole, feito na hora, tapioca recheada feita na hora. Além disso pães frescos e de forma, bolo da vovó, simplesmente perfeito.    Nesse ultimo dia fizamos passeio que tanto queríamos, mas faltava gente pra fechar o barco mais barato. Passeio ao Canal do Jari com Ponta das Pedras e Ponta do Cururu. O barco é pequeno e bate bastante, mas água no rosto faz parte dessa sensação de estar o no paraíso. Nossa primeira parada foi na Ponta das Pedras e definitivamente há motivos para que Alter seja considerado o Caribe Brasileiro. Que lugar lindo. Nenhuma foto consegue captar o quão lindas são as praias. Em Ponta de Pedras tem um vento bom e fresco. Poderia passar o dia aqui. Confirmar essa informação, mas acho que é possível chegar na Ponta das Pedras de carro e de bike, muito embora o passeio de barco tenha valido muito a pena.    Em seguida fomos para o Canal do Jari e paramos em uma casa na beira do rio para fazer o passeio pela mata em torno de 30 minutos. Vimos um bicho preguiça, as corocas (pássaros) e macaquinhos. Também tinham árvores lindas, castanheiras e pés de jenipapo. 15 reais (set/2016).   O almoço foi na Ponta de Pedras já no caminho da volta. Pra mim ficou como top 5 da viagem.    Como um grupo que estava conosco disse que o almoço demorou muito pra sair, preferimos só pedir aperitivos e curtir a praia.    No final da tarde fomos até o Lago Preto para um mergulho e depois voltamos na direção da Ponta do Cururu. O por do sol de lá foi dentro da água, sem fotos, só curtindo aquele momento especial, aquele espetáculo incrível fechando nossa última tarde em Alter.    No centrinho aproveitamos pra comprar souvenirs, bombons caseiros e a cachaça de jambú no mercado.    Nosso almojanta foi no sanduíche X-Tudao, ao lado do Garcia sorvetes, que tb serve um super suco. Bellinha comeu o hambúrguer de peixe, eu o de camarão e a Bettina o vegetariano. Todas gostaram muito.    O que eu ainda faria mas não deu tempo é andar na Ilha do Amor pelas praias tranquilas, tanto à direita da ilha quanto à sua esquerda. E também beirando as praias de alter, no sentido da direita de quem olha pra ilha do amor.   Pra quem visita a vila de carro, descobri que a Casa do Saulo, Praia de Pedras, Lago Preto e a Flona podem ser visitadas pela estrada. Mas os passeios de barco, apesar de ficarem mais caros, te levam pra praias desertas e lindas, que o carro não chega.    Por causa do calor muito forte, não consegui fazer o passeio de bicicleta. Mas tem uma loja que aluga bikes.    Não fizemos a Floresta Encantada, onde foram gravadas cenas do filme Tainá, porque uma amiga de lá disse que só fica bonito em época de cheia.    Top 5 (que foi elastecido) . Praia de Ponta das Pedras . Por do Sol na Serra da Piroca. Aconselhável subir as 17h.  . Praias do Rio Arapiuns . Trilha na Flona com banco de areia na frente dos igarapés da comunidade do Jamaranguá.  . Cafe da manha da dona Del - pousada Alterosa . Botos em Santarém . Ilha do Amor
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