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Aracaju em 4 dias


marina alecrim

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Pegamos o avião rj- aracaju na quarta de noite e chegamos às 2:00 am. Alugamos um carro na Localiza já na compra da passagem da Gol. Saiu muito barato: 60,00 a diária com km livre e teve upgrade pq foi reservado no momento da compra da passagem. Pegamos um novo uno com ar-condicionado.

Ficamos num apt pelo airbnb que custou 150,00 reais a diária (3 quartos com duas camas de casal e uma de solteiro). O Apt estava um pouco mal cuidado, ventiladores pequenos e camas não muito confortáveis, mas deu p o gasto. O valor, localização e estacionamento dentro do prédio compensaram as coisas ruins.

 

Quinta feira:

 

Visitamos a Praia de Aruana (sentido sul de aracaju). Comemos pastel e tomamos água de coco. Depois fomos até o mar conferir se estava quentinho mesmo hehehe. Não ficamos muito tempo pq a pria não é tão bonita assim ( não para os padrões do nordeste). Achamos melhor seguir ate a Praia do Mosqueiro, mas lá a cor da água é igual a de Aruana.

Então, fomos para a saída dos barcos para a Crôa do Goré e Ilha dos Namorados. Pagamos 225,00 pela lancha (3 adultos e uma criança). Criança paga meia, mas a lancha tem q sair com 4 pessoas por 240,00. Daí choramos e saiu por 225,00 no crédito. Chegamos em menos de 10 minutos na Crôa. O lugar é lindo. Ainda tinha faixa de areia (recomendo ver antes encher), várias mesas c cadeiras do bar flutuante e oferta de sup. O bar tem uma comida maravilhosa e variada. Pagamos 90,00 por peixe vermelho, arroz e salada. Foi o suficiente para todos. QUando o rio começa a subir é uma delícia. Só tome cuidado para as suas coisas não caírem na água. Fizemos sup a 20,00 por 30 minutos. O lugar é um paraíso. ::otemo::

Quando já estava com água na cintura, mandamos um zap para o rapaz da lancha nos buscar e levar a Ilha dos NAmorados. Outro paraíso. Brincamos muito com a areia, pois vc afunda nela, tipo areia movediça. Curtimos mais um pouco lá e admiramos um espetacular pôr do sol no rio Vaza Barris enquanto voltávamos.

Na volta, passamos no mercado e compramos alimentos p café da manhã, lanches e água. Foi uma baita economia.

 

Sexta:

 

Passeio para os Cânions do Xingó. Levamos umas 3 horas até a saída do Catamarã. O pagamento de 90,00 por pessoa é feito em dinheiro. O passeio é uma delícia. Fomos no catamarã Patativa do Assaré, que tinha um bar e um funcionário muito simpático que ia dando explicações históricas, geográficas e de curiosidades da região. O catamarã pára por 1h numa piscina dentro do rio. Neste momento é oferecido um passeio de barco por 10,00. Ele é bem curto, mas vc chega perto dos cânions. Gostei muito do passeio. Valeu muito a pena ir conhecer. Na volta mais 3 horas. Jantamos no restaurante Muratto em Aracaju. Eles têm japonês e comida contemporânea. Tudo muito gostoso, mas o preço é salgadinho.

 

Sábado:

 

Acordamos bem cedo e fomos para a Praia do Saco (1h e pouquinho p chegar). Lá alugamos por 180,00 a lancha p Mangue seco. Choramos p sair por este preço. Tinha um casal querendo ir tb e o passeio custaria 170,00 p 5 pessoas, mas como tinha uma criança conosco ele queria cobrar p 6 pessoas 200,00. Ele nos deixou na praia de mangue seco dizendo ser melhor q ficar no povoado, pois os passeios de bugue sairiam mais baratos. Isso não ocorreu pq o preço é tabelado e além disso tivemos dificuldade p conseguir um bugue lá da praia. A praia em si já em paraíso a parte. Muito linda e com algumas piscinas naturais nesse dia. Fiquei encantada. Fizemos o passeio médio, já que não dava tempo de fazer grande, que custou 130,00 p 4 pessoas e fez algumas paradas nas dunas. É bonito, mas n sei se vale tanto a pena, já que a praia é perfeita e o passeio em dunas tb é feito na praia do saco. No povoado fui atrás do sorvete da DOna sula, q tinha a fama de ser uma delícia. Mantenho a fama e recomendo o sorvete de coco e de castanha de caju (5,00 por bola)

 

Voltamos 14h p a praia do saco e almoçamos no Piratas (fica na praia mesmo). A comida era excelente. Perdemos a hora e não conseguimos fazer o passeio de bugue. Ficamos curtindo na praia mesmo. Que vida difícil 8)8)

 

Domingo:

 

De manhã fomos ao mercado municipal. Aos domingos abre Às 8:30 e fecha 11:30. VAle a pena a visita. Ele é dividido em 3 partes: Uma parte era o hortifrutti (comprei as castanhas mais baratas nesta parte. 40,00 o kilo da castanha do pará. Na outra parte tava 45,00. É sempre bom economizar rs) que conta com frutas locais, verduras, legumes, farinhas, castanhas, peixe, etc. Outra parte tinha as coisas artesanais e a terceira estava quase toda fechada quando eu cheguei, mas deu p comprar uma panela de barro grande por 40,00. P quem viaja com pouca coisa e só com uma mochila, foi uma maravilha achar lugar p panela e p os dois kilos de castanha :lol:

Almoçamos num a kilo q eu esqueci o nome, mas voltarei aqui p escrever depois. A comida era excelente. O plano era ir para o PArque dos falcões, que tem q reservar c antecedência. Como eu esqueci de reservar e ninguém do parque respondeu no zap se era possível visitar Às 14h, fomos p a Praia do Saco fazer o passeio de Bugue. Pagamos 140,00 pelo passeio que inclui parada nas dunas, em duas piscinas naturais e na Ponta do Saco. Valeu a pena ter feito de tarde, pq o pôr do sol na Ponta do Saco foi divino. Esse passeio valeu muito a pena.

JAntamos no Cariri que fica na Passarela do Caranguejo. Tinha banda de forró ao vivo e uma comida maravilhosa. Comemos uma moqueca de frutos do mar por 110,00 e ainda sobrou. Tem espaço para crianças, decoração típica linda e um atendimento impecável.

Esse é meu primeiro relato. Espero ter ajudado.

 

Dicas: Dê aquela choradinha p negociar os passeios. leve protetor solar e use sem moderação. Boné e óculos escuros tb são fundamentais. Uma dica sagaz é levar uma toalha de microfibra p se secar. Não ocupa espaço, diminui o frio e te deixa sequinha bem rápido. :)

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  • 1 ano depois...

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    • Por Felipao86
      Olá pessoal,
      Agosto de 2020, ano pandêmico, férias marcadas, estresse total. Com ou sem pandemia teria um mês inteiro de férias e começamos a analisar opções de viagens em que houvesse o mínimo de risco para nós, um casal com duas crianças (uma de 2 anos e meio e um bebê de 5 meses). Lemos e analisamos algumas opções e decidimos fazer uma viagem de carro, sem um percurso muito definido, mas tentando percorrer algumas praias do litoral baiano, sabidamente de densidade demografica baixa e com ótimo distanciamento social. Acabou sendo uma das melhores viagens da vida, sem dúvida alguma.
      No fim das contas, o roteiro ficou:
      Dia 1 – BH-Teófilo Otoni/MG
      Dia 2 – Teofilo Otoni/MG – Santa Cruz Cabralia/Ba
      Dia 3-5-Santa Cruz Cabralia/Ba-Porto Seguro/Ba
      Dia 5 – Santa Cruz Cabralia/Ba – Ilheus/Ba
      Dia 6-7--Ilheus/Ba
      Dia 8 – Ilheus/Ba-Salvador/Ba
      Dia 9--Salvador/Ba
      Dia 10-Salvador/Ba-Praia do Forte/Ba
      Dia 11-12-Praia do Forte/Ba
      Dia 13-Praia do Forte/Ba-Aracaju/Se
      Dia 14--Aracaju/Se-Maceio/Al
      Dia 15-16 Maceio/Al
      Dia 17-Maceio/Al-Itatim/Ba
      Dia 18-Itatim/Ba-Itacaré/Ba
      Dia 19-Itacare/Ba
      Dia 20 – Itacaré/Ba-Prado/Ba
      Dia 21- Prado-São Mateus/ES
      Dia 22 – São Mateus/Es
      Dia 23 – São Mateus/ES
      Dia 24-São Mateus/ES-BH/MG
      Viajar com crianças:  exige cuidados extras, ainda mais com um bebê pequeno, o que significa ritmo mais lento, respeitar o cansaço delas, fazer várias paradas de carro, entreter a criança maior durante os trajetos mais longos. Um coisa que nos ajudou muito era colocar música de ninar quando o bebê começava a chorar muito e não era possível fazer uma parada. Mas, seguindo um pouco mais lentamente e parando sempre que possível, as crianças aguentaram muito bem uma viagem de  5600km de carro.
      Questões relacionadas à Covid-19: Bem, os cuidados básicos de sempre: evitar ao máximo aglomerações, uso de mascara sempre, procurávamos hotéis/pousadas com selo de turismo (vimos que na prática alguns lugares eram bem rígidos e outro nem um pouco). Evitamos comer em restaurantes também, principalmente a noite preferíamos pedir delivery e comer no hotel/pousada. Em relação ao impacto no roteiro foi pouco, porque apesar de alguns lugares que gostaríamos de visitar estarem fechados, fomos substituindo por outros. O destino que gostaria mesmo de visitar era Peninsula de Maraú e Morro de São Paulo/Boipeba, mas em agosto de 2020 estava fechado. Por outro lado, devido a isso esticamos a viagem até Maceio (minha ideia inicial seria terminar em Aracaju) o que foi ótimo porque Maceió se provou um destino maravilhoso e com o mar mais bonito que já vi! Algumas cidades estavam parcialmente abertas/funcionando e irei relatando ao longo do post.
      Clima: Pegamos dias ótimos, ensolarados, e dias frios, com muita chuva! Ilheus particularmente choveu todos os dias que estivemos lá.
      Meu carro: Renault Logan 1.6  automatico 2012,  já meu há cerca de 5 anos, na época da viagem com 131mil km rodados. Carro ótimo, alto, robusto, porta malas gigantesco. Somente beberrão por ser automático 4 marchas. Não faz mais do que 8km/l no álcool e 9 na gasolina na estrada. Anda muito bem em estrada de terra por ser um pouco mais alto. Havia revisado a pouco tempo. Já viajei muito com esse carro, e é uma ótima opção de carro popular para família. Em 2018 fomos até Prado/Ponta do Corumbau com ele. 
      Hospedagem: 
      Santa Cruz Cabrália: 197/dia (Porto Bali);
      Ilhéus: 180/dia (Hotel Praia do Sol);
      Salvador 140/dia (Pousada da Mangueira);
      Praia do Forte: 140/dia (Recanto dos Pássaros);
      Aracaju: 200/dia (Simas Praia Hotel);
      Maceio: 205/dia (Ritz Suítes);
      Itacaré: 250/dia (Terra Boa Hotel Boutique);
      Prado: 150/dia.
      Em Itatim/Ba o pernoite foi 120 reais. 
      Combustível: aproximadamente 2750 reais para percorrer 5655km considerando um veículo fazendo 8km/l de etanol. Pagamos entre 2,69 a 3,79 no litro de álcool dependendo da cidade. 
      Estradas: de modo geral estradas honestas, padrão brasileiro. Vou descrever algumas que rodamos mais km:
      ·         BR 381 Norte: Rodovia que liga Belo Horizonte a São Mateus/ES, o trecho de 200km entre BH e Ipatinga é conhecido como rodovia da morte, infelizmente por ser extremamente perigosa, muitas curvas, muito fluxo de caminhão. E está em eternas obras de duplicação (até o momento não tem nem 50km duplicado), então é preciso extrema atenção e principalmente paciência. Não recomendo rodar nela a noite. O trecho entre Ipatinga e São Mateus é totalmente em pista simples porém muito mais tranquilo, pois são menos curvas e o transito é muito menor.
      ·         BR 101 – a rodovia que rodamos a maior parte do tempo da viagem, percorremos todo o trecho baiano, sergipano e uma boa parte do alagoano. O trecho baiano é totalmente em pista simples mas com bom asfalto e fluxo menor de carros e caminhões. O trecho sergipano está em obras de duplicação, o asfalto é muito ruim e muitos trechos em esquema pare/siga. O trecho alagoano é totalmente duplicado e é um tapete. Melhor trecho de estrada de toda a viagem.
      ·         BR 116 – Percorrremos essa rodovia desde Feira de Santana até Jequié/Ba. É uma pista privatizada, mas cerca de 50km depois de Feira não é mais duplicada, tem muitos buracos e fluxo inacreditável de caminhões.  Ficamos tão assustados que decidimos sair dela e pegar uma transversal até voltarmos a BR 101 (ao longo do relato explico exatamente qual trajeto foi feito).
      ·         Ba001- Rodovia estadual que liga diversas cidades do litoral baiano. Infelizmente em péssimo estado, com muitos buracos e falta de infraestrutura. A percorremos no trecho Ilheus-Valença.
      ·         Ba099-Rodovia estadual que liga Salvador ao litoral norte e até a divisa com Sergipe. Privatizada, duplicada, ótimo estado de conservação.
      ·         Se-100 – Rodovia estadual que liga a divisa Ba/Se à Capital Aracaju via litoral. Pista simples, porém asfalto em boa conservação. Tem algumas pontes por cima de rios belissima para fotos.
      Vamos ao relato dia a dia:
      Dia 1 – BH a Teófilo Otoni/MG

      Nada de especial a relatar nesse dia, exceto que é preciso muita paciência para percorrer os 200km até Ipatinga/MG, que passa fácil de 5 horas. Muitas obras, pare/siga, trânsito. De Ipatinga em diante viagem muito tranquila, poderia até ter estendido mais e percorrido até Nanuque/MG mas ficamos com receito de cansar muito as crianças.

      Praca de Teófilo Otoni/MG
      Dia 2 – Teófilo Otoni a Santa Cruz Cabralia/Ba

      Chegamos a Santa Cruz no final da tarde. Ficamos hospedados no hotel Porto Bali, que é muito bonito, tem uma ótima sauna com hidromassagem. O dono queria impor uma regra de só consumir agua mineral vendida no estabelecimento, coisa com a qual não concordamos e consideramos falta de sensibilidade, vendo que estávamos com criança  pequena e bebê. Parece que  ali na região vários hotéis tem essa prática ruim. Nesse dia só curtimos a piscina do hotel e saímos para comer numa lanchonete a noite (lanchonete da Tania, faz um pastel de caranguejo delicioso).

       
      Dia 3 – Praia Coroa Vermelha
      Primeiro dia efetivamente de praia. Fomos para a praia de Coroa Vermelha, absolutamente vazia, linda e sossegada. Nenhum quiosque aberto mas levamos lanche para o dia. Após a praia ainda curtimos um pouco a pracinha onde relata ter sido rezada a primeira missa no Brasil, tem várias lojinhas de artesanato. No meio da tarde voltamos para o hotel e a noite voltamos na lanchonete da Tania.

       
      Dia 4 – Centro Historico Porto Seguro
      Fomos conhecer um pouco do centro histórico de Porto Seguro, tem um lindo mirante, a passarela com diversos bares e restaurantes. O museu e catedral estavam fechados. Fomos até o local onde sai a bolsa para Arraial D´Ajuda (que não fomos porque já havíamos conhecido em outra viagem). Tentamos também ir fazer uma visita na reserva indígena mas estava fechada. Terminamos o dia na praia da Coroa Vermelha novamente.
      Em agosto/2020 Porto Seguro estava com as praias fechadas para banho e restaurantes apenas delivery.


      Dia 5 – Praia de Santo Andre/Mogiquicaba
      Dia de conhecer a praia de Santo André, que ficou muito famosa por ter sido sede da seleção alemã na copa de 2014. Pega-se uma balsa de santa cruz cabralia (se não me engano 18 reais) e o trajeto não dura nem 15 min). A praia é linda e absolutamente deserta, com mar de aguas claras e transparentes. A vila em si achei meio sem graça, na verdade é uma rua com alguns restaurantes e as diversas pousadas para pessoas bem abastadas, rs. De lá seguimos de carro até Mogiquicaba, alguns km a frente, que tem uma praia de encontro com rio maravilhosa, muito gostoso para ficar. Depois seguimos 50km a frente para Belmonte, mas não foi possível entrar na cidade devido a barreira sanitária do COVID-19 (nem me atentei a isso).
      Retornamos a Cabralia a tempo de subir no seu centrinho histórico que tem uma vista panorâmica da cidade e da balsa que vai pra Santo André.  A noite novamente Lanchonete da Tania (acho que era o único lugar aberto lá, rs).

      Dia 6 – Santa Cruz Cabralia/Ba-Ilheus/Ba

      Partimos de Cabralia e subimos até Iheus. O GPS deu um caminho ruim, porque pega um trecho de estrada de terra com muitos buracos. O melhor caminho totalmente asfaltado é via Porto Seguro-Eunapolis-BR-101.
      Chegamos em Ilheus debaixo de muita chuva e assim foi por 3 dias seguidos.
      Ficamos hospedados no Hotel Praia do Sol, na praia dos Milionários, muito bonito, beira mar (apesar que o mar ali é meio sujo), atendimento ótimo.
      Em agosto 2020 Ilheus estava com hotéis e restaurantes funcionando com capacidade reduzida. As fazendas produtoras de Cacau fechadas a visitação.
      Nesse dia pedimos um lanche e dormimos no hotel.

      Dia 7 – Ilheus/Ba
      De manhã até fez um solzinho, então fomos explorar um pouco as praias da região Sul e paramos na praia do Cururupe, muito agradável, estava bem vazia. Mas cerca de 1 hora depois começou a chover e tivemos que voltar pro hotel. Quando parou de chover fomos explorar um pouco o centro histórico. O Vesúvio estava aberto, mas não comemos lá e todos os demais locais importantes estavam fechados, estão ficaram somente as fotos externas.  Paramos numa sorveteria ao lado da Catedral e também compramos chocolate.

      Dia 8 – Ilheus/Ba
      Chouveu o dia inteiro...hotel e Netflix, rs. Saímos apenas para almocar num local proximo ao hotel que serve caranguejo, minha filha achou uma delícia, rs.

       
      Dia 9 – Ilheus-Salvador/Ba

      Dia de estrada. Gastamos em torno de 9 horas para fazer esse trajeto pois choveu  praticamente o dia inteiro, a estrada estava muito ruim e esburacada. Fomos pela Ba001 até Valenca/Ba, alguns trechos simplesmente péssimos, é necessário rodar muito lentamente. De lá pegamos a Ba 542, que já tem o asfalto bem melhor e cerca de 30km a frente termina na Br 101. Está, por sua vez, logo a frente faz entrocamento com a BR 324,  que é privatizada e duplicada até Salvador. 
      Chegamos em Salvador no inicio da noite e ficamos na Pousada da Mangueira, atrás do Pelourinho. Pousada ótima, vista bacana da cidade, quarto limpo e confortável, bom café da manhã e ótima piscina.

      Dia 10 – Salvador/Ba
      Em agosto 2020 Salvador estava praticamente fechada. Praias não estavam abertas para banho, restaurantes fechados e pelourinho absolutamente fechado. Fiz até um vídeo porque achei tão surreal, duvido muito que em outra época da história pelourinho tenha ficado vazio assim. Já conhecíamos Salvador de outras viagens, então na verdade, nessa viagem, Salvador foi mais como um ponto de pernoite até o próximo destino que era praia do Forte. Mas gostamos tanto da pousada que ficamos um dia a mais.
      Fizemos passeio pela orla do farol da barra (que estava bem cheio mas todos de máscara). E curtíamos a piscina da pousada.
      No dia seguinte fomos até a comunidade Solar do Unhão comer a moqueca da Dona Suzana, do Rérestaurante. Para quem não conhece, a Dona Suzana é uma das personagens de uma série da Netflix chamada Street Food: Latin America. Ela faz uma moqueca de peixe, de camarão e de arraia deliciosa. É tudo feito na casa dela mesmo, ela simplesmente coloca uma mesa na frente e serve os clientes. Muita, mas muita gente mesmo come lá, a maioria pedindo marmitex. E o lugar tem uma vista maravilhosa da Baia de todos os Santos.


      VID_20200809_160345.mp4 VID_20200809_160345.mp4 Dia 11- Salvador – Praia do Forte/Ba

      Viagem curta, menos de 1 hora e meia entre Salvador e Praia do forte por pista duplicada e privatizada (não lembro valor do pedágio). No trajeto você acompanhada o metrô de salvador que é muito melhor ao nosso aqui de BH. Chegamos e fomos direto ao trecho de praia chamado de praia do Lord, que na maré baixa faz diversas piscinas naturais deliciosas. Lugar muito gostoso para passar o dia. Infelizmente minha esposa foi queimada por uma água viva, precisamos dar uma passada no Posto de Saúde da vila após a praia. A médica nos atendeu super bem e prescreveu uma pomada, problema resolvido.
      Em praia do forte ficamos hospedados na pousada Recanto dos Pássaros, chalezinho bem simples. Tinha um cozinha, então aproveitamos para fazer algumas refeições a noite lá mesmo.

      Dia 12 – Praia do Forte
      Na parte da manhã fomos conhecer as praias de Pojuca e Itamicirim, e a tarde o famoso projeto Tamar e Instituto da Baleia Jubarte. Também tentamos conhecer o Castelo Garcia D´Avila mas estava fechado a visitação.


      Dia 13 – Praia do Forte/Ba – Aracaju/SE

      Esse trecho é percorrido em cerca de 4 horas numa ótima pista no lado baiano e pista honesta no lado sergipano. O perrengue que passei nesse dia foi ter esquecido de abastecer antes de sairmos da praia do forte e ficamos um bom tempo rodando na reserva sem nenhum tipo de estrutura na estrada. Por fim, cerca de 2 horas depois da praia do forte chegamos em Indiaroba, já no Sergipe, e conseguimos abastecer no posto logo na entradinha da cidade.
      Fizemos uma parada na praia do saco, já em Sergipe, mas estava absolutamente deserto. Ficou só a foto no letreiro.
      (Curiosidade, no dia seguinte, já em Aracaju, vimos no jornal uma noticia de funcionarios retirando o letreiro da praia do Saco por decisão judicial no mesmo dia em que estávamos lá; achamos de uma coincidencia tao grande, provavelmente fomos os últimos a tirar foto lá, rs)
      Em Aracaju ficamos hospedados no Simas Praia Hotel na orla do Atalaia. Nesse dia conseguimos curtir um pouco de praia.
      Aliás, um adendo: essa orla é uma coisa espetacular. Tem ciclovia, parquinho para crianças, pista caminhada, ate´um laguinho. Nunca vi uma orla de praia tão bem estruturada.


      Dia 14 – Aracaju – Maceio /AL

      Antes de pegarmos estrada em direção a Maceió, fomos conhecer o mercado municipal de Aracaju, mas estava muito cheio de gente então foi uma visita rápida, fomos também até a Colina de Santo Antonio, onde tem-se a melhor vista da cidade. Passamos em frente ao Museu da Gente Sergipana, que estava fechado.
      Tinhamos também a intenção de conhecer os Canions do Xingo no Sergipe, mas estava fechado na época devido a pandemia.
      O trajeto de Aracaju a Maceió dura umas 4 horas de carro em boa pista do lado sergipano e pista excelente no lado alagoano. A Br 101 em alagoas é totalmente duplicada e a Al 101 que vai até Maceió também.
      No trajeto passamos por cima do Rio São Francisco, que tem um mirante muito  bacana, mas deixamos para tirar fotos na volta.
      Chegamos em Maceió no final da tarde, apenas para dormir.
      Ficamos hospedados no Ritz Suitz, na praia Cruz das Almas, que foi nossa melhor hospedagem da viagem inteira. Otima piscina, quartos amplos e espaçosos e ótimo café da manhã.

       
      Dia 15 – Maceió/Al
      Dia de curtir as praias centrais de MAceió, ficamos num trecho próximo ao letreiro “Eu amo Maceió”.
      O que é a cor da agua de lá? Um azul claro quase transparente, nunca tinha visto antes. Mar calmo, de aguas mornas, tranquilo demais de nadar e passar o dia.
      Em agosto/2020 Maceió já estava em pleno funcionamento, barracas de praia, restaurantes e pousadas.

      Dia 16 – Maceió/Al.
      Fomos conhecer Barra de São Miguel, 30 minutos ao sul de Maceió. Lugar lindo, o recife de corais forma uma gigantesca piscina natural. Pena que pouco tempo depois que chegamos começou a chover, então tivemos que voltar para MAceió. No caminho paramos num lugar chamado Bar do Pato, que como o nome diz, fazem patos de tudo quanto é jeito. Não podia comer no local então levamos marmitex para comer no hotel. Comemos um pato ensopado delicioso.
      Ao final da tarde fomos à feirinha da Pajucara passear e comprar mais um chaveirinho pra minha coleção.

       
      Dia 17 – Maceió – Itatim/Ba

      Dia crucial para definição de roteiro da viagem. Maceió originalmente não estava no roteiro, mas pelo fato de alguns lugares na Bahia estarem fechados fomos subindo e foi uma grata surpresa. Estavamos decidindo se ficaríamos mais dias em Maceió, se subiríamos mais (Maragogi ou até mesmo Natal) ou comecariamos a descer pensando em adiantar o retorno pra casa. Como viajamos sem roteiro nenhum totalmente definido, nem sabíamos quantos dias iriamos ficar viajando, rsrs.
      Tinhamos uma amiga que mora em Natal e estava nos oferecendo hospedagem. Maragogi acabamos descartando porque achamos passeio a piscinas naturais complicados com criança pequena. Recife e Joao Pessoa que estavam mais próximas nós já conhecíamos de outras viagens.
      Um fator pesou na decisão: percebemos que as crianças já estavam ficando cansadas dessa rotina. Isso nos motivou na decisão de começarmos a voltar pra casa.
      Planejamento inicial seria de 3 dias até chegarmos em BH, de modo que no primeiro dia descemos até uma cidade poucos km a frente de Feira de Santana, chamada Itatim, as margens da Br 116, onde achamos um hotel para pernoitar.
      No meio do caminho paramos no mirante para admirar o Rio São Francisco, que nasce aqui em MG, na Serra da Canastra. Local belíssimo. rio de fundamental importância para integração nacional e fonte de sustento de muitas pessoas ao longo do seu percurso.

       
      Dia 18 – Itatim/Ba – Itacaré/Ba

      O planejamento do dia seria seguir de Itatim/Ba até Padre Paraíso/MG. No entanto, enquanto íamos descendo pela Br-116 fomos tomados por um aperto no perto, uma sensação de que estávamos indo embora pra casa cedo demais. Além disso, estávamos assustados com o fluxo de caminhão na Br, que apesar de privatizada, era pista simples e com muitos buracos.
      Nesse meio tempo vimos que Itacaré tinha reaberto (quando estávamos subindo de Ilheus a Salvador ainda estava fechada). Então, na altura de Jequié saímos da Br 116 e pegamos a Br 330 em direção ao entroncamento com a Br 101 e de lá seguimos a Ilheus e Itacaré.
      Chegamos no final da tarde, ficamos hospedados na Terra Boa Hotel Boutique, muito bonita, ótimo café da manhã, mas quarto pequeno. Deu tempo de conhecer a praia da Concha, que é bem próxima a pousada.

      Dia 19 – Itacaré/Ba
      Adivinha? Choveu o dia inteiro. O dia inteirinho, não fizemos nada a não ser assistir filme e pedir comida, rs.
      Dia 20 – Itacaré/Ba – Prado/Ba

      Antes de sairmos de Itacaré, fomos conhecer algumas praias já que o sol tinha saído. Todas muito belas, porque Itacaré tem paisagens diferentes do restante da Bahia, lembra mais a costa verde, com praias em serras junto a cachoeiras.  São umas 4 ou 5, que esqueci o nome agora.
      Após o almoço pegamos estrada em direção a Prado/Ba, onde iriamos pernoitar. Essa viagem foi um pouco tensa primeiro porque o GPS nos mandou por um péssima estrada de terra na saída de Itacaré até o entroncamento com a BR 101, gastamos mais de 2 horas somente nesse trajeto, de cerca de 50 km.
      Depois pegamos um bom trecho a noite da BR 101, e eu não gosto de pegar estrada a noite, acho perigoso. Mas chegamos por volta das 22:00 em Prado, onde pernoitamos em uma pousada local.

      Dia 21 – Prado/Ba – São Mateus

      Já conhecíamos Prado de outras  viagens, mas somos apaixonados com uma praia de lá, chamada Japara Grande. Fica no caminho para Cumuruxatiba e é absolutamente rustica e belíssima. Passamos o dia lá. Vimos até alguns patinhos nadando no rio que desemboca no mar.
      Ao final do dia chegamos em São Mateus, que é onde reside minha cunhada, motivo pelo qual fomos até lá. Ficamos hospedados em sua casa.

      Dia 22 e 23 – São Mateus/ES
      Já em clima de fim de viagem, num dia fomos passear na Vila de Itaunas, que também já havíamos visitado previamente. Estava bem vazia e o mar muito agitado. No ultimo dia choveu muito então ficamos em casa mesmo, saindo apenas para visitar a ultima atração de São Mateus/Es que é a casa invertida. Mas ficaram só as fotos externas porque estava fechada para visitação.

      Dia 24 – São Mateus/Es a Belo Horizonte/MG

      Dia de retorno a casa, num trajeto feito completamente na BR 381 em cerca de 11 horas.
       
      Consideraçoes finais: hoje eu vejo as fotos dessa viagem e nem acredito, parece uma loucura viajar com criança pequena e bebê e ir tão longe nesse nosso Brasil, no meio de uma pandemia. Mas sem dúvida foi uma das melhores viagens da vida e com certeza memorias afetivas importantes foram criadas ao longo desses 24 dias. Em todos os lugares fomos sempre muito bem recebidos e acolhidos, nós brasileiros somos muito acolhedores.
      É isso pessoal, estou aberto caso tenham alguma duvida. Até o próximo relato!
       




    • Por FlávioMacedo
      Olá pessoal! Estou deixando aqui o meu primeiro relato de viagem. Já faz alguns anos que aproveito o período de carnaval pra viajar para destinos que ainda não conheço no Nordeste. Esse ano escolhi Sergipe, incluindo a capital Aracaju, a cidade histórica de São Cristóvão e os Cânions do Xingó em Canindé de São Francisco.
      Sai de Natal na quinta-feira (17h) de ônibus pela empresa Gontijo com destino a Aracaju.
      Só cheguei na capital sergipana às 9h da manhã do outro dia. O trajeto além de longo tem muitas paradas em outras rodoviárias da Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
    • Por tqueel
      Foram mais de 2.000 km, 4 estados, 7 cidades principais para pouso, 15 dias, mais de 3 mil fotos (ótimas fotos por sinal), muitas praias lindas, trocas de experiências, algumas (muitas) paradas em artesanatos, praias paradisíacas, muitos pães com mortadela, volto mais preta, mais pobre de dinheiro, mas com histórias para contar, recordações e transbordando de felicidade!
       
      Faço sempre meus controles, um pouco confusos, mas sempre dividindo por dois e quando considero mercado é pão, mortadela, vina, maionese e Nescau, rsrsrs
       
      Primeira parada é João Pessoa - PB
      chegada 23/06/2018

      Alugamos um carro - R$650,00 dividido em duas pessoas, para retirada em Jampa e devolução em Maceió. 
      Gasolina em João Pessoa - 75, 00 para cada.
      Hospedagem - R$113,35, ficamos através do airbnb, em Tambaú 
      Brindes - R$29
      Alimentação na feirinha - R$48,00

      Totais de Jampa - Gasolina 50 / Jantar 19 / Lembranças 14 / Mercado 20 / Cerveja 36 e 14 = 25 / Mercado 16 = 152 ÷ 2 = 76,00 para cada um no primeiro dia.

      No segunda dia, os gastos foram - Lembrança 15 / gasolina 50 / passeio 50 areia vermelha / mercado 24 / forte 2 / mercado 16 / estacionamento 25 / gasolina 50, já separado por dois.

      Tem muita opção gastronômica, optamos por um rodízio de Pizza que custava R$ 20 (para mim isso é Barateza!!!)

      TOTAL GERAL JOÃO PESSOA - 266,00

      Passeios realizados:
      Festa Campina Grande - bem legal, viagem MUITO cansativa, eu se fosse voltaria para posar, ñ tinha muito trânsito, até buscamos hospedagem, mas ñ deu certo, valores altíssimos. 

      Praias Sul, são passeios que valem muito a pena, fácil de chegar de carro, achamos tudo muito tranquilo.

      Praias Norte, muito bonitas as praias mesmo, mas pegamos blitz no caminho, além disso vimos muitas, ou seja, beber e dirigir não!!
      A noite em João Pessoa, achei excelente, uma das melhores praias, feirinha (amo), comida boa e barata e me parece bem seguro na Orla.

      Recife - 26/06
      Hospedagem - R$138,00
      Brindes - 29,50
      Alimentação - 70,00
      Passeio - 22,00
      Gasolina - 95 00
      Estacionamento- 5,00

      95 gasolina dividido / 16 brindes / Tapioca 16 / caldo de cana 4 / acaraje 10
      20 guia / almoço 40 dois / cerveja 8 / brindes 12 / brinco 1,50 / entrada convento 2,00 / cerveja 10,00 / 10 Estacionamento

      Total - R$369,00

      Jampa e Recife - 635,00 ÷ 5 = 127,00

      Passeios
      Boa viagem, a feirinha acahamos excelente, praia bonita (mas ñ me arrisco para banho), 

      Olinda, achei a cidadr estranha em um primeiro contato, os guias te cercam, mas francamente um me deu medo, hahahaha aí conhecemos um guia bem legal q nos levou em nosso carro alugado.

      Porto de galinhas 28/06
      Hospedagem - R$80,00
      Brindes - 44,00
      Alimentação - 48,00

      Mercado 18,00 / pedágio 7,30 / estacionamento 5,00 / caipiroska 10 / estacionamento 5,00 / caução 20,00 / 15 lanche com refri / Lembranças 44,00 /

      Carneiros sexta 50,00 / 15 comida / tictac 4

      Mergulho 50

      303,30 ÷ 2 = 151,65


      Passeios

      Piscinas Naturais, fizemos mergulho de cilindro, eu particularmente não gosto, acho q lá estava muito mexido o mar, talvez melhor snorkel.

       Muro alto, foi a primeira praia, ficamos o dia todo lá, mas parece que não chega nunca, a maioria tudo propriedade particular, o segundo estacionamento é o mais barato, não pare no primeiro. 

      Macaraipe, você pode fazera travessia de duas formas, uma delas entra em um terreno (o pessoal q cuida dos carros indica), escolhemos esse pois a maré estava bem alta, masbem tranquilo atravessar o rio, não pagamos jangada. (Tinha até crianças atravessando).

      Carneiros, fizemos com guia, mas noa arrependemos, você tem uma liberdade muito maior indo de carro, embora os estacionamentos sejam caros, mas a igrejinha é inesquecível!!!
       
      Porto de galinhas a noite é delicioso, ficamos próximo ao centro, tudo muito seguro e bonito, dá vontade de nem dormir e ficar no centrinho, nem q seja caminhando...

      Maragogi 01/07
      Hospedagem - R$40,00
      Brindes - 10,00
      Alimentação - 22,50

      Passeios
      Zoológico, fui em um zoológico interativo q possui na praia de Peroba, chegando em Maragogi ou dentro (sou péssima em localização)

      Piscinas Naturais, fizemos as piscinas na praia de Antunes, francamente eu fiquei ENCANTADA e babando pela praia. PARAÍSO. Antunes com toda certeza MELHOR PRAIA, mas a cidadede Maragogi nem nada tem estrutura... Com toda certeza voltaria!!!!

      19 comida (tapioca, dog, refri), 10 copinho,
      3,50 mercado / mercado 11,00 / kayak 50 /jantar 58,30 / balsa 15,00 / 50 gasolina / 50 lembranças

      216,80

      Maceió 02/07
      Hospedagem - R$194,91
      Brindes - 80,00
       Alimentação - 82,30
       
      Passeios
      São Miguel dos milagres, achei MARAVILHOSO, fizemos as piscinas naturais lá, super valeu a pena. Não concordo, mas o pessoal jogou salgadinho (fandangos) brotou mais peixes ainda, estava espetacular!!! Mas vale investir no pãozinho para a foto clássica alimentando os peixes.

      Patacho, achei a praia muito bonita, meio deserta, gosto de locais assim, sem muito movimento, aproveitamos a tarde,  após as piscinas em São Miguel dos milagres.

      Praia francês, praia bem agitada, (aqui conseguimos valor mais barato para piscinas naturais, mas já tínhamos feito o passeio e a grana estava curta para mais um hahahaha), mas muito linda, vale a pena conhecer e ficar, principalmente se gosta de mais movimento.

      Gunga, achei extremamente comercial, começando pelo mirante (3,00), mas rende fotos espetaculares. Para entrar na praia paga valores diferentes para carro/moto, 

      67,30 mercado / 15 sorvete / 20 lembranças/ 10 lembranças/ 50 saída de praia / 25 entrada forró / 20 bebidas / 80 gasolina / 7,50 galinha / 50 lembranças/ 20 mercado / 15 Estacionamento/ 6 entrada mirante /12,50 lembranças/ coca 5 /
      50 poscinas são miguel / jantar 48,63 / gasolina 20

      Aracaju 05/07
      Hospedagem - R$69,00
      Brindes
      Alimentação
      Passeios
       
      São Francisco, fizemos o passeio que dura um dia inteiro, bem cansativo, mas vale a pena conhecer, queríamos ter feito outros, mas estávamos sem carro e é onde tem os passeios mais caros do Nordeste, tudo acima de 100,00 - nas outras cidades eram bem mais baratos...rsrs
       
      City tour, fizemos a orla a pé, foi bem gostoso e concordo é a orla mais Bonita do Brasil e achei super organizada, decorada.
      forró muito bom!!!

      Passagem 66 / uber 20,20 / Lembranças 20 / passeio são Francisco 115 / uber forró / acarajé e coca 20 / almoco 40 /

      aluguel carro = 650,00
      Hosp = 635,26
      Gasolina = 244,54
      Estacionamento = 41,15
      Passeios = 252,00
      Mercado = 97,90
      Lembranças = 309,00
      Diversos = 239,63

      Total = 2.469,48

      1571 km
      285 km Maceió até Aracaju
      89 foz + 89
      Total 2034 km
       
       
      insta @tqueel




    • Por Raphael Parra
      Minha vida é andar por este país pra ver se um dia descanso feliz. Guardando as recordações das terras onde passei, andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei. - Luiz Gonzaga
      Compartilho esse relato aqui com vocês na esperança de inspirar novos e antigos viajantes, como vários relatos daqui já fizeram comigo.
      Passei 24 dias no Nordeste, essa região maravilhosa. Com sangue viajante nas veias, tive companhia do meu pai, com seus 54 anos, revivendo seu tempo de mochileiro. E, por 10 dos 24 dias, a companhia da minha irmã, de 18, descobrindo as sensações do seu primeiro mochilão. A rota escolhida foi o curso do Rio São Francisco, começando em Petrolina/Juazeiro/Sobradinho, descendo até a Foz do Rio, em Penedo/Piaçabuçu e o paradisíaco Pontal do Peba - AL, passando pelos Cânions do Xingó e cidades ribeirinhas, como Piranhas e Belém do São Francisco. Descemos pra Aracaju - SE, e de lá até Mangue Seco - BA, de beleza indescritível onde passaram as cenas da famosa novela da globo Tieta do Agreste.
      Relato de Viagem
      Avião de Guarulhos-SP pra Petrolina-PE com a GOL: 16 mil milhas no programa Smile.
      Petrolina - PE
      02/01- Desembarcamos em Petrolina às 2h da manhã. Saindo do avião já nos pega de surpresa aquele calor de 32 ºC, em plena madrugada, já nos dando um gostinho do que o Sertão nos guardava. Como era tarde e o aeroporto fica fora da cidade, não conseguimos chamar um Uber (até porque o Uber é bem recente por lá), e caímos na mão de um taxista, bandeira 2. Resumindo, a viagem de 15 minutos até o hotel morreu em R$50,00. O hotel beira de estrada achado no booking não era dos melhores, mas pelo menos tinha ar condicionado e um café meia boca. Hotel Rio Doce: R$ 130,00 a diária.
      03/01- Na manhã seguinte já partimos, de Uber, pra um hotel bem melhor localizado, no centro da cidade, próximo à orla do Rio, ao centro histórico, museus e catedrais. Hotel Riviera R$100,00 a diária, sem café, com ar condicionado e recepção pelo Seu José, o senhor muito falante dono do hotel.
      A primeira visita foi ao Museu do Sertão (10 min a pé do hotel, de baixo de um sol de 40 ºC). O museu é bem interessante. Traz as culturas do povo sertanejo de forma bem rústica, a fauna, flora e até as pedras/fósseis do sertão. Conta um pouco da trajetória de Lampião e o Cangaço, e guarda um acervo enorme sobre a histórica cidade de Petrolina. Tudo isso acompanhado do muito simpático guia Jaílson. A entrada é grátis!

      Almoço no Restaurante Cheiro Mineiro R$49,90/kg. Preço acima da média. Comida boa. 
      Por causa do calor absurdo e meu pai ainda cansado da viagem e da noite mal dormida anterior, optamos por dar uma descansada no hotel e sair mais pro final da tarde. La pelas 16h, a hora que o sol começa a baixar, saímos pra conhecer o centro, as catedrais e pegamos o pôr do sol na orla do Rio São Francisco, tudo a pé.

      De noite, meu pai queria conhecer o Bodódromo, um dos pontos turísticos da cidade, um conjunto de restaurantes que tem os pratos principais a base de carne de bode. A mim não apetece, pois não como carne, mas topei a visita. O lugar mais cheio era o "Bode Assado do Ângelo", com uma bandinha de forró ao vivo e cerveja gelada. Como previsto, as opções veganas eram restritas a arroz, feijão, macaxeira e salada. Mas deu pra curtir o role. Começa a encher lá pelas 19:30. Ida e volta de Uber. Os Ubers costumam ficar em torno de R$8,00.

      04/01- Café da manhã na padaria quase na esquina do hotel: R$4,00 cafés+pães (muito barato)
      Nesse dia fomos conhecer a famosa Sobradinho, sempre presente nas músicas de Luiz Gonzaga. Na frente do cemitério do centro saem uns carros, como se fossem táxis clandestinos, por R$12,00/pessoa. Fomos com um senhor engraçado, que ia o tempo todo olhando o whatsapp conferindo com outros "taxistas" se não havia fiscalização na estrada. Uma moça com seu pai, nativos, foram também, nos contando as experiências de vida naquela região. Só a viagem, de uns 40 minutos, com os causos e aquela travessia da caatinga, já valeu a pena. 
      *Dica: da frente da rodoviária e do cemitério saem vários carros clandestinos (vans, eles chamam de "Topics"), para todos os lugares, com preços e horários muito melhores que as empresas de ônibus tradicionais.
      Sobradinho - BA
      A cidade é uma decepção! Depois do tanto que ouvimos falar nas letras de forró e na literatura, de tudo que fantasiamos, chegamos lá e nos deparamos com uma minúscula cidade de apenas 1 rua principal asfaltada de menos de 1 km e algumas ruas acessórias de terra. Almoçamos em um dos dois restaurantes da cidade, por R$42,00 eu e meu pai. Fomos visitar então a Barragem de Sobradinho, um dos maiores lagos artificiais do mundo. Pegamos um ônibus por R$2,75/pessoa que ia pra Petrolina via barragem. 

      A Usina é gigante, monstruosa. A estrada passa por cima da barragem. Pedimos pro motorista nos deixar no começo dela, e a atravessamos a pé, pro desespero do meu pai, 2 dos seus 3 km de extensão, de baixo daquele sol. As turbinas estavam todas fechadas devido a baixa quantidade de água, ou seja, sem geração de energia. Segundo os nativos, há mais de 5 anos que não chovia o suficiente. Dali se viam vários dos impactos ambientais e sociais consequentes da represa. Segundo o velhinho da carona, cidades inteiras ficaram submersas sob as águas da CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco).

      Paramos na sombra da casinha de vigilância agrícola, e de lá pegamos uma carona com o Paulo, um caminhoneiro que levava goiabas, que nos levou até onde passava a "Topic" pra Juazeiro.Ganhamos até umas frutas. A van ficou R$8,00/pessoa.

      Juazeiro - BA
      Passamos rapidamente por Juazeiro. O cara da topic deu uma rodada com a gente pela cidade. Achamos que ele ia cobrar, mas no final nem cobrou nada a mais. Conhecemos o Mercado do Produtor, que na verdade é mais um camelô, com exceção da feirinha do lado de fora que tem muita fruta típica, castanhas muito baratas, etc. Visitamos também a Casa do Artesão, que fica próxima à orla, onde várias senhoras muito simpáticas te oferecem seus mais diversos artesanatos. Do lado, por sorte, no dia estava tendo Feira de Orgânicos. Porém, como já estava no final da tarde, tinha muito pouca coisa. Dali, meu pai pegou um Uber até o hotel e eu fiquei passeando pela orla. De Juazeiro pra Petrolina basta atravessar a ponte sobre o Rio São Francisco. Mas também tem algumas embarcações que fazem a travessia de passageiros por R$1,50. Fui nessa, e ainda rolou um show de mágica no trajeto.

      Petrolina - PE
      05/01- Último dia em Petrolina, fomos atrás da "Petrolina Antiga", o centro histórico da cidade, que fica bem perto da orla do rio também. Infelizmente se resume à uma rua com umas 4 ou 5 casinhas antigas, mal preservadas, e com vários prédios sendo levantados ao redor. Ou seja, não dura muito mais.

      Pegamos um Uber até a Oficina do Artesão Mestre Quincas, um outro ponto turístico da cidade. O lugar é enorme, com os mais diversos tipos de artesanato em madeira (imburana, árvore da caatinga), argila, tecido, etc. Você pode entrar e conhecer a oficina em si, os artesãos são muito receptivos. Ficamos um tempão conversando com o Mestre Gago, figura. 

      Na volta, pegamos um ônibus até o centro por volta de R$3,00/pessoa. Almoçamos no Restaurante Vegethare, um espaço vegetariano delicioso que encontramos no aplicativo HappyCow (recomendo muito para vegetarianos/veganos viajantes). R$37,90/kg. Amei.
      No final da tarde, pegamos um ônibus de linha para Belém do São Francisco. Viação Progresso. R$70,00/pessoa. Sai da rodoviária e dura cerca de 3h a viagem. Também tem a opção de pegar as "Topics" na frente da rodoviária, mais barato, mas que param em todas as cidades do caminho.
      Belém do São Francisco - PE
      Chegamos na cidade sem muitas expectativas. Meu pai queria ir direto pra Piranhas, mas eu senti que devia passar por ali, e então fomos. Logo na chegada, na rodoviária, um taxista já veio colocar um terror dizendo que tinham atirado numa dessas vans num assalto (claro, isso pra que a gente só andasse com ele). Como ele era o único, fomos com ele até o hotel, o que ficou uns R$15,00. Passamos por uns 3 hotéis avaliando, porque meu pai tem bronquite e problemas com mofo. Ficamos no Hotel Village por R$115,00 a diária. Um lugar bem legal, o quarto bem arrumadinho, com ar condicionado, café da manhã e uma vista panorâmica maravilhosa da laje no último andar. De noite, tem um movimento "grande" onde se concentram os bares e restaurantes. Comemos uma tapioca recheada por R$8,00 no "O Point".

      06/01- De manhã, visitamos o Mercado Municipal e sua feira. Um prédio bastante antigo, com muitas barraquinhas de frutas, verduras, grãos e, pro meu desgosto, as carnes de sol penduradas no varal, junto com várias outras peças de animais que não conseguimos definir. Da frente do Mercado, pegamos dois mototáxis, por R$7,00 cada, que nos levaram até onde fazem a travessia do Rio, com balsas e barquinhos. O caminho entre a Caatinga novamente encantou.

      Na travessia, pegamos a balsa por R$2,00/pessoa. Do outro lado, um pequeno vilarejo bem arrumado, mas deserto. Só com um boteco aberto, e um restaurante que não tinha um cliente, só os donos fazendo um churrasco. Tomamos uma água de coco. Conversamos com um dos barqueiros que fazia a travessia de pedestres e motos pra fazer um passeio pelo rio. Depois de chorar um pouco fechamos um passeio de 30 minutos por R$40,00. Caro, mas já que estávamos por ali, e era nossa única opção: vambora! E valeu cada centavo. Que lugar maravilhoso. E que delícia poder tomar um banho no Rio São Francisco.


      Na volta, enquanto esperávamos a balça, chegaram uns caminhoneiros (sim, a balça também leva caminhões). Conseguimos uma carona até Belém com um deles, o Lula. Uma figura, e que o apreço ao PT e ao ex-presidente explicam o apelido. 

      Almoçamos na Creusa, comida caseira muito boa, com suco de graviola. R$12,00/pessoa.
      No final da tarde, tomamos um caldinho de feijão com uma cachacinha e uma cerveja bem gelada na orla. Visual maravilhoso no por-do-sol. Até rolou um som ao vivo, mas nesse ponto já estávamos saturados de ouvir o "Brega", desde o começo da viagem com as mesma músicas.

      A tranquila e pequena cidade que não nos criou expectativas, no fim, nos surpreendeu com sua simplicidade e beleza natural.
      07/01- Às 6h da manhã já estávamos pegando a Topic pra Paulo Afonso, por R$40,00. Uma viagem de umas 3h. Decidimos não parar em Paulo Afonso, então descemos na BR onde passam as vans direto pra Delmiro Gouveia. O moço da Van que nos levou até Delmiro Gouveia, Ronaldo, disse que ia até Piranhas e podia nos levar até lá, mas só depois do almoço. Almoçamos em Delmiro no Restaurante Sagrada Família por R$35,00/kg, e depois do almoço o Ronaldo nos levou até Piranhas, acho que por uns R$45,00 (desde a BR até Piranhas). Por mim teríamos parado pra conhecer e ficar uns dias em Paulo Afonso e Delmiro Gouveia, mas meu pai preferiu ir direto.
      Piranhas - AL
      Piranhas é dividida entre Piranhas de cima (a parte nova da cidade, mais residencial, mais barata), e Piranhas de baixo (a parte histórica, turística, bem mais cara). Nós decidimos procurar algum hotel mais barato na cidade de baixo mesmo. Caímos na mão de um taxista muito malandro que nos levou de hotel em hotel, que, percebemos depois de uns 3 hotéis, que ele ganhava comissão por levar novos hóspedes até lá. Ou seja, o preço com ele subia uns 30 reais. Por fim, chegamos no último hotel, que cobrava R$180,00 a diária. Com meia dúzia de palavras e um taxista cabreiro porque não ia ganhar sua comissão, fechamos em R$120,00. O táxi saiu R$20,00. O Hotel "O Canto" fica bem no final da rua, com vista para o campo de futebol da cidade e o vale do Rio São Francisco. No final, foi o melhor hotel que vimos e ficou o mais barato, com café da manhã muito bom e ar condicionado.

      A cidade é de uma elegância histórica indescritível, as casas e edifícios são muito bem preservadas.

      No centro da cidade (que já é bem pequena), visitamos o Museu do Cangaço, no prédio onde antes era a estação de trem. A guia Simone, muito simpática, nos deu uma aula sobre o Cangaço e Lampião. Foi na região da cidade que o Lampião, Maria Bonita e seu grupo foram mortos, e Piranhas foi o primeiro município que recebeu a exposição de suas cabeças. A cidade respira a história do Cangaço.

      Chegamos no domingo, então a orla do rio (a "Prainha") estava muito lotada, com carros de som (os "paredões) no último volume, o que nos incomodou. Mas caminhando um pouquinho pela orla já dá pra escapar da bagunça e dar um mergulho mais tranquilo no rio. Que lugar incrível.


      No final da tarde deu pra acompanhar de camarote o jogo que estava rolando no campo debaixo do nosso hotel. Era um dos dois times de Piranhas contra um visitante, a cidade toda estava lá pra torcer.
      De noite, jantamos na praça dos restaurantes, onde ficam vários restaurantes bem turísticos, muito caros e cheios. De sábado disseram que rola uma apresentação cultural de forró. No domingo estava rolando uma banda de mpb ao vivo. 
      08/01- Fomos fazer o famigerado passeio nos Cânions do Xingó. O barco sai de outra cidade, Canindé de São Francisco, então pegamos um táxi até lá por R$35,00. Ele te deixa no Restaurante Karrancas, que basicamente é o dono do mega-turismo local. O restaurante fica na barragem de Xingó, e mais parece um resort. Lá, os passeios são de catamarã, jet ski, e até helicóptero. 

      O passeio de Catamarã custa R$100,00 por pessoa. O catamarã leva em torno de 200 pessoas. Sim, 200 pessoas. Pra dar uma ideia, por dia saem 5 catamarãs. O turismo é gigantesco e monopolizado. Fomos no passeio, durou em torno de 3h30m. Eu, que estava com o pé atrás ao ver aquele tanto de turista, fui superado nas expectativas.

      A paisagem é maravilhosa!!!  O ambiente é bem agradável, no barco tocam músicas muito boas (forrós, desde Gonzaga a Falamansa). A máquina de fazer dinheiro continuava, te empurrando bebidas e aperitivos durante o passeio. Entramos nos cânions.


      O barco anda por 1h até chegar a uma base, onde ele ancora, e as pessoas podem nadar numa piscina cercada, e também tem a opção de pegar um barquinho, por mais R$10,00/pessoa, pra entrar numa das grutas esculpidas pela água. Incrível!


      Nos cânions também tem a opção de passeio com uns barquinhos menores. Mais baratos e bem mais flexíveis de horários e rotas. Tudo a combinar e negociar com o barqueiro. Só precisa procurar um pouco. Infelizmente, a maioria dos turistas que chega, como nós, já cai direto nas mãos do Karrancas.
      Na volta, você pode almoçar no Restaurante, por R$39,90 a vontade. Com bastante opção de comida. No passeio conhecemos a Eliete e a Morgana, mãe e filha, muito gente boas, que nos deram uma carona de volta até Piranhas. No caminho, paramos no Mirante da Pedra do Sino, lugar que rendeu uma das vistas mais espetaculares da minha vida e me encheu de uma alegria inexplicável. No mirante tem um restaurante e uma lojinha de artesanato. Uma escada de mil degraus desce até a cidade.


      O jantar foi de novo na praça dos restaurantes, no Casarão do Velho Chico, por R$39,90/kg. Mais barato que os demais.
      09/01- De manhã, visitamos o Palácio D. Pedro II, atual prefeitura da cidade, prédio onde ficaram expostas as cabeças de Lampião e seu grupo. A dona Carmélia Formiga, uma das funcionárias da prefeitura, muito simpática e falante, nos deu uma boa contextualizada sobre a cidade.

      O almoço foi na Dona Madalena (ou Madá). Comida literalmente caseira, comemos dentro da casa dela rs. A comida muito barata e uma delícia, por R$12,00/pessoa. Fez até algumas opções vegetarianas de legumes pra mim. Um amor de pessoa. 
      No final da tarde, fizemos uma caminhada pela vila, passando o campo de futebol, pra ver até onde ia. Caminhando alguns metros você encontra a verdadeira condição do morador local, por trás de todo aquele turismo. Casas muito simples, famílias pobres. A caminhada rendeu um belo por-do-sol.

      O jantar foi novamente na dona Madá, seguido de um sorvete de graviola na sorveteria da frente, junto com uma boa prosa com os donos, ouvimos os causos de quando a a represa liberou água demais e alagou a cidade, 20 anos atrás. Por ironia, no mesmo dia ouvimos no jornal da Globo que uma das comportas da barragem havia dado problema e liberado muita água, alagando alguns trechos do rio, dando prejuízo aos ribeirinhos.
      10/01- Dia de ir embora de Piranhas. Pegamos uma van pra Arapiraca - AL. Um carro pegou pegou a gente na frente do hotel às 5h da manhã, e nos levou até Piranhas de cima, de onde saia a van. R$28,00/pessoa. A viagem durou 3h. Em Arapiraca, pegamos uma van pra Penedo - AL por R$15,00/pessoa, viagem de 1h30.
      Penedo - AL
      A cidade de Penedo respira história. O centro histórico é enorme, praticamente todos os edifícios são construções antigas. Chegando na foz do rio, a cidade era estratégica pra embarcações e pra Coroa Portuguesa. O próprio hotel que ficamos demonstra isso. Pousada Colonial, um dos primeiros prédios na avenida da orla. R$140,00 a diária. O prédio era realmente da época do império, com quartos bem grandes e decoração rústica.

      Almoçamos em um dos vários restaurantes da rua da orla. R$25,00/kg.
      De noite, a festa do Bom Jesus dos Navegantes tratou de agitar a cidade. O turismo da cidade gira muito em torno dessa data. Pessoas vêm dos mais diversos lugares pra festa. A cidade lota, os hotéis também, e os preços aumentam. Chegamos alguns dias antes do dia oficial da festa, domingo (14/01), quando tem as procissões e tudo o mais, mas dias antes o agito já começa. As atrações culturais são bem legais, com rodas de capoeiras, e apresentações típicas da região.
      *Dica: pegue um mapa do centro histórico, normalmente eles dão nos hotéis, que indica todos os pontos turísticos da cidade.
      11/01- Visitamos a Casa do Penedo, um museu que é pouco divulgado (inclusive não está no mapa turístico), e que normalmente é bem vazio, mas que vale muito a pena conhecer. É bem diversificado entre as riquezas imperiais e a valorização de culturas de matriz africanas e indígenas, além de ter uma biblioteca cheia de material pra consulta. Entrada R$3,00/pessoa

      O Paço Imperial é um prédio bem no começo da orla, que no andar de baixo tem uma exposição gratuita sobre um antigo médico importante da cidade, e no andar de cima, por R$3,00 uma exposição de artefatos da coroa, já que aquele foi o local escolhido pra estadia de D. Pedro II em uma de suas visitas. Tem também o Convento Franciscano, gigante, cujo visitação custa R$2,00. O almoço foi num PF na orla por R$12,00.


      12/01- Dia de partir pra foz do rio. O ônibus que vai pra Piaçabuçu passa a cada 20 min na rodoviária ou na frente do Restaurante Velho Chico, na orla, e custa R$6,00/pessoa. Você conversa com o motorista e ele te deixa na frente da agência que fazem os passeios até a foz.
      Piaçabuçu - AL
      Em Piaçabuçu, você pega os passeios até a foz do rio. Fizemos com a Agência Farol da Foz Ecoturismo, aparentemente a única mais estruturada. Lá você tem a opção de ir de barquinho ou lancha pelo rio, ou ir de buggy pelas dunas e entre a restinga. Fomos de barco, R$70,00 por pessoa. 

      O passeio dura em torno de 3h e é maravilhoso! A ida dura cerca de 1h, o barquinho vai margeando os manguezais e algumas casinhas. Chegando na foz, o barqueiro te deixa nas infinitas dunas de areia, onde você pode ficar uns 30 min, nadar no rio e dar uma caminhada pelas dunas. Se você pedir, ele te leva até umas barraquinhas na praia (do rio) mesmo, onde vendem bebidas e uns espetinhos.


      Voltando do passeio, almoçamos em um restaurante do lado da agência, por R$25,00 o prato comercial, pra duas pessoas. Comida muito boa e o prato muito bem servido, com opções de legumes pra mim. A van pro Pontal do Peba passa na frente da agência de turismo. Pegamos ela ali mesmo, R$5,00/pessoa.
      Pontal do Peba - AL
      O Pontal do Peba é basicamente um vilarejo de pescadores, deslocado do mundo, de uma beleza natural indescritível. A vida tem outros significados, o tempo passa mais devagar, tudo é muito simples e, ao mesmo tempo, incrível. A praia paradisíaca, cercada por dunas e por uma reserva ambiental, te reserva um mar cristalino e cercado por recifes de corais que formam as piscinas naturais.
      Chegada a hora de acampar! No Pontal existem duas áreas camping: uma delas, que mal se pode chamar de camping, é junto ao Restaurante da Dona Ana. Sem nenhuma estrutura e a área de camping junto a criação de porcos e galinhas. Sem condições. O outro, com entrada pela areia da praia, o Camping da Maré, do figura James e sua mulher Bruna. Com estrutura de banheiro e cozinha c/ geladeira e fogão. Ficamos nele. R$30,00/pessoa a diária. Como referência, o camping fica próximo à Pousada Chez Julie (a mais chique da praia). Nº James: (82)9335-6109.

      A única reclamação que fica do local, pra mim, é o trânsito de todo tipo de veículo pela praia, moto, carro, van, ônibus. Isso, além de poluir visual, sonora e ambientalmente a praia, oferece um risco de atropelamento pra crianças e banhistas. Mas durante as marés baixas, quando a faixa de areia chega a algumas dezenas de metros, dá pra conviver tranquilamente.
      O jantar do dia foi no Restaurante da Dona Ana, aquele mesmo do "camping". O restaurante fica bem no começo do vilarejo, perto ao trevo. A comida caseira muito boa e barata. Não anotei o preço, mas lembro de não passar de R$30,00 pra duas pessoas.
      13/01- Pela manhã fui com a máscara tentar ver uns peixinhos. O melhor horário para mergulho é bem cedinho, 6:30, 7 da manhã, quando a maré está seca. É possível combinar com algum dos pescadores pra que te levem até as piscinas mais afastadas da praia, bem no recife de corais mesmo. E esse é o horário que eles vem voltando do mar.

      O almoço foi no Restaurante Sabores do Mar. Você precisa caminhar um pouco pela praia pra chegar até ele, que fica junto a vários outros restaurantes, sorveterias, etc. É lá que fica o agito. De final de semana enche bastante, inclusive com aqueles carros chatos com música altíssima. O restaurante era o único self-service, por R$15,00/pessoa.

      14/01- Cozinhamos o almoço no camping pra economizar uma grana. O fogão estava cheio de defeitos, mas deu pra se virar. No dia anterior o James me levou de moto até o centro numas vendinhas de frutas e legumes. 
      De noite, no domingo, o vilarejo parecia desértico. Toda aquela bagunça durante o dia tinha desaparecido pra dar lugar a uma escuridão silenciosa. O céu recheado de estrelas é o atrativo da noite. O único lugar aberto e servindo comida era a tal da Pousada Chez Julie. Meu pai comeu um lanche por lá, e eu comi o que tinha sobrado do almoço no camping.
      15/01- Dia de partir pra Aracaju. A viagem é longa e fragmentada. Às 8h da manhã, pegamos a van do Pontal de volta pra Penedo. Ela passa no trevo de entrada do vilarejo. R$8,00/pessoa. Em Penedo, é preciso atravessar o Rio São Francisco até Neópolis. O barco pega os passageiros na orla, é só pedir pro motorista da van te deixar lá. A travessia custa R$3,50 por pessoa e dura uns 15 minutos. O barco já te deixa no ponto em que passam os transportes pra Aracaju. O ônibus de Neópolis pra Aracaju custa R$18,00/pessoa, e te deixa na Rodoviária Nova. Da rodoviária, você já sai direto no terminal dos ônibus circulares. Pegamos o ônibus pra Atalaia, o bairro da orla, com mais hotéis, restaurantes e atrativos turísticos. R$3,50.
      Ficamos na Pousada Aracaju, muito bem localizada, uns dois quarteirões da orla da praia. R$120,00 a diária p/ 2 pessoas. Com ar condicionado e café da manhã bem completo.
      16/01- Dia em que minha irmã chegou pra nos acompanhar na viagem. Pegamos ela no aeroporto. A viagem de Uber ficou R$7,50. O almoço foi no Restaurante Bioma Natural, que encontramos por acaso enquanto íamos comprar água. O restaurante, especialista em comida saudável, tem pratos bem elaborados e várias opções vegetarianas. A quantidade de comida deixou um pouco a desejar, pelo preço. R$22,00 o prato.
      A orla da praia de Aracaju é muito bonita, auto-intitulada de "a mais bonita do Brasil". Com um calçadão, monumentos, restaurantes e barraquinhas de sorvete, durante dia e noite é sempre muito movimentada, então se pode passear tranquilamente. Claro, sem ficar dando bobeira com celulares e câmeras, porque afinal, é uma capital com todos os seus problemas de cidade grande. Durante a alta temporada, tem vários atrativos turísticos como exposições, feiras, eventos culturais, etc. A praia não é muito atraente.


      De noite, fomos conhecer o Centro de Artes e Cultura J. Inácio. Na frente do edifício, uma baita feira de artesanatos, roupas, e comidas típicas. Dentro do prédio, mais exposições de artesanatos dos mais diversos tipos. O que mais me encantou, foi uma exposição de cultura africana, desde tecidos, máscaras, artesanatos e painéis explicativos trazendo um pouco da cultura de diferentes tribos. Na saída, conhecemos o Abubakar, um imigrante muito simpático, vindo de Burkina Faso, um país africano, que vendia umas peças artesanais maravilhosas que ele trazia da África.

      Começava bem naquele dia 16, e ia até o dia 28 de janeiro, a Feira de Sergipe, um evento que reúne dezenas de expositores dos mais variados tipos de artesanatos, culinária, e uma programação enorme de apresentações culturais/musicais, como forró, pífano, quadrilhas, etc. Não paga nada pra entrar. 
      O jantar do dia foi no KB Kebab, o restaurante de uma francesa extremamente simpática, falante. Serve um kebab gigante, com opções vegetarianas. Se não me engano, algo em torno de R$12,00.
      17/01- Fomos conhecer o Mercado Municipal de Aracaju. No terminal de ônibus do Atalaia, você pega o ônibus que te deixa na frente do Mercado, só se informar com os funcionários. R$3,50. O mercado é gigantesco. Dividido em partes, tem o prédio dos artesanatos, desde esculturas, roupas, redes, instrumentos; tem o prédio das castanhas de caju, do pará, queijos, tapiocas, pimentas, etc. E tem o mercadão das frutas, verduras, legumes, todo tipos de grãos, que engloba o mercado de peixes, camarões, caranguejos, etc. Dá pra perder um dia inteiro passeando e experimentando coisas.


      Depois, a pé mesmo, fomos no Palácio Museu Olímpio Campos, que funcionava antigamente como Palácio do Governo de Sergipe. A entrada é grátis, e a visita é guiada pelo simpático Eduardo. Vale muito a pena, principalmente pela maquete enorme da cidade que eles tem. O museu fica numa praça com vários outros edifícios históricos, e bem próximo à catedral. 

      Outro atrativo imperdível é o Museu da Gente Sergipana. Ele mescla as raízes sergipanas e o tradicionalismo cultural, com muita modernidade e tecnologia. Lá você pode conhecer as tradições, culinária, fauna e flora sergipanas usando mesas digitais interativas, microfones, televisões, salas com livros eletrônicos, e um grande projetor que te leva dentro dos biomas do estado. É incrível!!! A entrada é grátis.

      Na orla do Atalaia, vale a pena também conhecer o o Projeto Tamar, o Oceanário. Apesar da entrada um pouco cara R$20,00 (R$10,00 a meia), você vê as principais espécies de tartarugas da região, e os projetos de conservação que fazem com elas, além de diversos aquários com peixes. A verdade é que o projeto é um grande "Greenwashing" da Petrobrás. 

      18/01- Dia de vazar pra Mangue Seco. Pegamos um ônibus do terminal Atalaia até a Rodoviária Velha (que por sinal é bem velha mesmo). R$3,50. Lá, cada um vai querer "vender seu peixe" e te enfiar num ônibus diferente. Então estude bem antes a rota que você vai fazer pra não cair na mão dos 171. Nós resolvemos ir por Estância, uma cidadezinha no interior do Sergipe. Acho que também dá pra ir pelo litoral, pela Praia do Saco, mas aí é outro esquema. O micro-ônibus de Aracaju pra Estância saiu por R$12,00/pessoa. Em Estância, ficamos algumas horas até sair o próximo ônibus. Almoçamos no supermercado, tem um restaurante legal por kg. De Estância, pegamos um micro-ônibus até o Pontal, nas margens do Rio Sergipe. R$8,00/pessoa.
      Lá no Pontal, fizemos a travessia do rio com o Galego, um barqueiro muito gente fina. Nº (79)998699248. Ele cobrou R$30,00 a travessia, enquanto um outro cara com lancha queria cobrar R$120,00. O Galego nos explicou um pouco da máfia das lanchas. Se você procurar, as lanchas mais baratas saem por R$60,00. Mas a travessia de lancha é muito rápida, não dá nem pra curtir o visual, que é maravilhoso. Então fomos no barquinho do Galego mesmo, com emoção.


      Também tem a opção de chegar em Mangue Seco pelas dunas, indo pelo povoado de Coqueiros. Um dos motoristas de ônibus queria porque queria nos levar pra lá. Só que pra chegar de Coqueiro até Mangue Seco, é só com buggy, pelas dunas, e ai o passeio é bem mais caro.
      Mangue Seco - BA
      O cenário de Tieta do Agreste. Que lugar incrível. Fora uma ou outra pousada mais moderna, o vilarejo ainda mantém toda sua simplicidade nas ruas de areia, nas casas antigas e na igrejinha do centro. O calçadão na orla muito bonito mostra que o estado vem investindo no turismo dali. O vilarejo é muito vazio e tranquilo, até de finais de semana. As pousadas todas vazias, pois o preço muito caro faz os turistas optarem pelo bate e volta nas escunas.

      Escolhemos ficar no Mangue Seco Hostel. Um erro e um acerto. A começar, porque de hostel não tem nada, nem quarto compartilhado, nem preços acessíveis. O lugar é um hotel gourmet com decorações modernas, apesar de simples, da Europa. Mas é uma graça, muito aconchegante. O casal de donos são bem peculiares. A Camila é um amor de pessoa. Exímia cozinheira, nos conquistou com o café da manhã com vários pães e bolos artesanais veganos. O Túlio é uma incógnita. Se apresenta simpático, mas demonstra não ter muito tato com os clientes. Pagamos uma diária de R$300,00 para três pessoas. O restaurante deles é bem legal, mas muito caro, gourmet. No jantar, pra fazer um apreço, comemos uma pizza vegana por R$74,00.

      19/01- Margeando a cidade, uma enorme duna de areia que, quando vencida, te dá uma visão panorâmica de tirar o fôlego. De um lado, os últimos metros do Rio Real, do outro, o interminável Oceano Atlântico. No meio disso, uma faixa de areia e o mangue que dá o nome do vilarejo, que enche ou esvazia uma grande piscina de acordo com a maré. Vista indescritível.


       
      Para dar uma economizada, comemos quase todos os dias no PF da Júlia, um restaurante na orla. O PF com carne ficou R$17,00 e o vegano R$12,00 com várias opções de legumes, diferenciadas a cada dia.
      O jantar foi no Restaurante Frutos do Mar, comida a la carte, um pouco caro.
      20/01- Do vilarejo até a praia (do mar), dá uns 20 minutos de caminhada, entre as dunas pela restinga. A paisagem é incrível, vale muito a pena ir a pé. Mas também tem a opção de pegar um buggy por R$30,00 aí o passeio não dura nem 5 minutos. Na praia tem uma estrutura boa de quiosques com cadeiras e redes, onde enche muito nos finais de semana, porque tem as opções de barzinho, e chegam várias excursões de barco.


      O almoço foi de novo o PF na Júlia, que fez uma banana da terra deliciosa. O jantar foi um caldo de abóbora fenomenal no hostel por R$32,00 p/2 pessoas.
      21/01- Um dos passeios mais fascinantes é dar uma volta pelo manguezal quando a maré abaixa. Você vai afundando a perna até o joelho na lama tentando desviar dos milhares de caranguejos. É uma terapia pro corpo e pra mente.

      No pontal de areia tem uma casinha de areia que serve como único refúgio do sol. 

      No final da tarde, quando a maré enche de novo, é imperdível arrumar um caiaque e entrar no mangue junto com as garças, os sapos, grilos, e ver o sol se pôr atrás da grande duna de areia. É de arrepiar.

      O jantar foi no restaurante vizinho à Julia. Nos arrependemos, comida mais cara, pior e em menor quantidade.
      22/01- Outra rota imperdível é a Curva da Bóia, o caminho que margeia o mangue pela praia do rio, e que vai dar nos quiosques da praia do mar. A caminhada dura cerca de 1h com as paradas pra apreciar a belíssima paisagem. No caminho se misturam mar, rio, areia, água, mangue, conchas, pra criar um ambiente digno de filme (ou novela da globo rs).


      O almoço e janta do dia foram na Júlis, o PF vegano caiu pra R$10,00.
      23/01- Dia de deixar o paraíso. O Galego já estava nos esperando na porta da pousada antes do horário combinado. Por R$30,00 ele fez a nossa travessia de volta, e ainda descolou o almoço no Tim, um dos dois restaurantes do pier do Pontal. R$60,00 p/ 3 pessoas. Comida ótima, trilha sonora melhor ainda. Galego e o Tim são dois caras muito gente boas, recomendo.

      O ônibus pra Aracaju passa na rua do pier. R$16,00/pessoa
      Aracaju - SE
      Em Aracaju, achamos mais em conta ficar no Ibis Budget. R$150,00 p/ pessoas. O quarto é bem apertado, mal arejado, e o café da manhã R$18,00/pessoa. Então no final o barato saiu caro. Jantamos Yakisoba num restaurante chinês na avenida da orla, por R$22,00 e alimentou nós três. Demos uma passada na Feira de Sergipe que ainda estava rolando, pra prestigiar uma apresentação de quadrilha muito legal.

      24/01- Fomos de novo no Mercado Municipal pra comprar algumas lembrancinhas pra trazer pra São Paulo. Almoçamos em no Restaurante Chico's, que fica no andar de cima do mercado, com uma vista legal pro rio. R$32,00/kg ou opções a la carte.
      De noite, fomos conhecer o famoso Cariri, um restaurante com de decoração típica e onde sempre rola bandas de forró. Vale muito a pena ir pra conhecer e dançar um forrózinho. A cerveja é bem gelada, a comida é cara e deixa a desejar.

      25/01- Infelizmente, chegado o dia de (eu) voltar pra São Paulo. Meu pai e minha irmã seguiram viagem, iriam pra Maceió, onde encontrariam minha mãe pra ir pra São Miguel dos Milagres/Maragogi. Ai vocês cobram o relato deles rsrs. 
      Antes de ir, eu passei pra almoçar num espaço na frente do aeroporto que chama Reciclaria. Um lugar incrível, que quem for pra Aracaju não pode deixar de conhecer. Lá funciona uma marcenaria que só trabalha com móveis reciclados. Então todas as construções lá tem algo de reciclado. E também funcionam vários restaurantes.

      No almoço, só fica um aberto, de comida vegetariana/vegano. Adorei. De noite, abrem as pizzarias, restaurante japonês, e rolam vários sons ao vivo, disseram que o lugar enche de jovem. Se não me engano paguei R$25,00 no prato vegano. Depois fiquei passando o tempo até o voo conversando na "casa da árvore" com os meninos da marcenaria.

      Avião de Aracaju - SE pra Guarulhos - SP: R$320,00.
      “A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências e, por isso, não há alegria maior do que ter um horizonte cambiante, cada dia com um novo e diferente sol” - Into the Wild

       
       

    • Por lilianescp
      Uma boa opção pelo Nordeste também é Aracaju.... cidade bonita, com segurança, animação, belas praias, sol o ano todo, otimos restaurantes, museus, gente hospitaleira e muito simpática!
      A noite é animada, a cidade possui varias casas de shows (musica variada ou com o tradicional forró), os bares da praia da Atalaia costumam ser animados tambem...
      As praias são bem extensas, bem diferente de outras praias do nordeste, e a agua é quente.
      A cidade possui catamarãs , barcos de dois cascos que levam os turístas para passear nos rios Vaza-Barris e Poxim. O passeio passa por ilhas fluviais , praias desertas e mangues bem preservados.
      Imperdivel é visitar a cidade em junho, durante todo o mês tem a comemoração do São João, com festas muito animadas!
      Há tambem o Pré Caju, que geralmente ocorre em janeiro, uma prévia do carnaval maravilhosa, onde a cidade fica lotada de turistas de todo o Brasil.
      Há Hoteis e pousadas para todos os bolsos e alimentação na cidade não é muito caro. Carne do sol na manteiga com pirão de leite, cuzcuz, carangueijo, surubim na brasa, moqueca de caranqueijo, são alguns pratos que se encontra facilmente nos restaurantes... mas a cidade tem culinária variada, para todos os gostos.
      A proporção que for me lembrando de mais dicas, coloco aqui, quem tiver mais informações postem tambem, este ano estarei indo para o Nordeste e Aracaju esta na minha lista
       
      Abraços!
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