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Peru (incluindo Inka Jungle 4 dias/3 noites) e Bolívia (Salar do Uyuni) – 16/Jul a 12/Ago – Gastos, hospedagens e dicas!


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Eu vou fazer Bolívia/Chile e Peru.

Minha nossa senhora, medo dos banheiros rs!

 

A bota que você levou, machucou em algum momento o seu pé?!

 

Oi Mari,

Eu gostei muito da bota que comprei (da Quechua), ela não é muito pesada e serviu muito bem pra trilha que fizemos. Usei ela a viagem inteira e em nenhum momento ela me deu bolhas. Compre um número maior ou veja se ela tem pelo menos um dedinho de espaço. Outra dica é comprar umas meias para trilha que vendem na Decatlhon. Algumas pessoas falam que também não é bom cortar as unhas muito antes de usar as botas pois elas protegem os dedos do impacto hehehe

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Que massa!

 

Preciso ver teu relato todo.

rsrs

Vou em maio, e também farei a Trilha Jungle (Ou a Salkantay).

Já pra adiantar: Quanto você pagou na trilha?

 

Bjos.

 

Oi Vanessa! Tudo bem?

Acabei de postar a segunda parte do relato, lá eu falo os valores do pacote que achamos na época pra Inka Jungle e Salkantay.

Beijos ::kiss::

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Eu vou fazer Bolívia/Chile e Peru.

Minha nossa senhora, medo dos banheiros rs!

 

A bota que você levou, machucou em algum momento o seu pé?!

 

Oi Mari,

Eu gostei muito da bota que comprei (da Quechua), ela não é muito pesada e serviu muito bem pra trilha que fizemos. Usei ela a viagem inteira e em nenhum momento ela me deu bolhas. Compre um número maior ou veja se ela tem pelo menos um dedinho de espaço. Outra dica é comprar umas meias para trilha que vendem na Decatlhon. Algumas pessoas falam que também não é bom cortar as unhas muito antes de usar as botas pois elas protegem os dedos do impacto hehehe

 

Você tem o link da bota Denise?

Boa dica :D

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Estou adorando seu relato, vou fazer esse tour no início de agosto com meus pais e meu namorado.

Gostaria de saber se tem como fazer a subida a MP e voltar pra Cusco tudo em um dia sem precisar ficar em Aguas Calientes?

 

Oi Lili,

Que legal que está gostando! Continue acompanhando que vou tentar atualizar todos os dias um pouquinho!

Olha, pelo que sei, tem alguns pacotes que duram 2d/1n, ou seja, você vai de van de Cusco até Ollantaytambo, onde pega um trem de lá para Aguas Calientes. Lá em Aguas Calientes vc passa uma noite.

No segundo dia bem cedinho, vai pro Machu Picchu (se posso te dar uma dica, vá tipo muito cedo mesmo, pq o nascer do sol lá é maravilhoso, vale muito a pena). Na ida pro Machu Picchu vc pode ir caminhando (é uma subidinha bem difícil, muitos degraus :mrgreen: ) ou pode pegar um ônibus que sai de Aguas Calientes até o Machu Picchu. Depois do Machu Picchu você não precisa dormir em Aguas Calientes não, dá pra voltar pra Cusco direto, só precisa comprar as passagens de volta de trem num horário que dê tempo de fazer tudo lá (tem uns horários a noite também). Aí faz o caminho inverso, trem de Aguas Calientes a Ollantaytambo e van ou onibus de Ollantaytambo a Cusco!

 

Não conheço quem tenha feito um bate/volta no mesmo dia, não sei nem se tem alguma agência que ofereça um passeio assim. Mesmo se oferecer, eu acho que não vale a pena, pq vc vai ficar muito cansada da viagem e não vai aproveitar ao máximo o Machu Picchu, lá é enorme e tem que ter tempo e estar bem pra ver tudo!

 

Espero ter ajudado!

Beijos!

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Eu vou fazer Bolívia/Chile e Peru.

Minha nossa senhora, medo dos banheiros rs!

 

A bota que você levou, machucou em algum momento o seu pé?!

 

Oi Mari,

Eu gostei muito da bota que comprei (da Quechua), ela não é muito pesada e serviu muito bem pra trilha que fizemos. Usei ela a viagem inteira e em nenhum momento ela me deu bolhas. Compre um número maior ou veja se ela tem pelo menos um dedinho de espaço. Outra dica é comprar umas meias para trilha que vendem na Decatlhon. Algumas pessoas falam que também não é bom cortar as unhas muito antes de usar as botas pois elas protegem os dedos do impacto hehehe

 

Você tem o link da bota Denise?

Boa dica :D

 

Olhei no site e não tinha mais na Decatlhon o modelo que eu comprei, mas achei esse vídeo do modelo:

 

Na época paguei R$99,00, foi um achado! hehehe

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CONTINUANDO O RELATO, INÍCIO DA INKA JUNGLE:

 

23 de Julho - 8º dia (DIA 01 - Inka Jungle):

- Down hill de bike;

- Rafting (acabamos não fazendo);

- Hostel em Santa Maria.

 

Acordamos cedo pois deveríamos esperar a van que nos levaria ao início da trilha às 09h00 em frente à agência.

Fizemos o check out e deixamos as mochilas no hostel com a proprietária. Fomos tomar um café antes de ir até o local combinado. Tomamos um café simples (S/10,00) perto da agência e depois esperamos até as 09h00, várias pessoas foram se juntando a nós, acho que as empresas marcam o ponto de encontro no mesmo local.

Deu 09h10 e as vans chegavam e iam chamando os nomes das pessoas e as levando para diferentes passeios. Esperamos mais 10min, chegavam pessoas e iam pessoas e nada de virem chamar a gente, e mais 10min... aí começou a bater um medinho de termos sido enganados ::putz:: Já comecei a procurar o número do celular do cara que nos vendeu os tours.

Então, 40min depois, veio um guia bastante afobado gritando nossos nomes, e o local já estava vazio, ele só disse “vem comigo” e começou a andar num passo muito rápido, subindo as ruas e escadas, que nós que não estamos acostumados com a altitude, quase não conseguimos acompanhar. O guia nos indicou uma van, perguntou se falávamos inglês ou espanhol (disse que falávamos os dois), aí ele nos colocou em uma van. Já tinha algumas pessoas nessa van, eles estavam separando as vans por língua, e nos colocaram em uma van com pessoas que falavam inglês.

O guia fechou a porta e nós fomos. É bem assim, eles não explicam nada, nem conversam nada durante a viagem. No meio do caminho, a nossa van e outras que iam na frente param em um depósito, onde pegam as bikes e os equipamentos para a primeira parte da trilha que é um downhill de bike.

Já com as bikes e equipamentos na van, andamos durante 1h30 mais ou menos, até chegarmos ao ponto mais alto do trajeto, “Abra Malaga”, a mais de 4300m de altitude, de onde inicia o downhill.

No meio do caminho, eu escutei as conversas do guia, ligando desesperadamente pros hostels procurando vagas para 35 pessoas pra passar aquela noite, depois ouvi ele ligando para os restaurantes pedindo refeição pra 35 pessoas (ligou pra uns 4 ou 5 até conseguir fechar com algum) ::ahhhh:: . Enfim, acho que tudo lá acontece assim, tudo em cima da hora, mas em relação a hospedagem e comida, durante toda a trilha, não deu nenhum problema (incrivelmente!).

Enfim, chegando a Abra Malaga, os guias nos deram as primeiras instruções de segurança sobre o downhill, eles não desceram de bike conosco, vão escoltando o grupo do início ao fim com a van. Uma van vai escoltando os primeiros lá na frente e outra vai atrás, escoltando os últimos. Escolhemos então as bikes (teste bem os freios porque você vai precisar muito ::otemo:: ), colocamos os capacetes, luvas, colete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras e começamos.

A descida é toda asfaltada e tem uns 20km de distância. No trajeto, tem uns trechos com curvas bem acentuadas e um precipício logo abaixo, então é preciso atenção. Como é só descida, chegamos a velocidades muito altas, então se estiver inseguro, freie!!! ::lol3:: No caminho, tem algumas minas de água que passam no meio da estrada e atravessamos essas minas, é muita adrenalina! A paisagem ao longo do trajeto é incrível, com muita vegetação e a vista é muito foda!

Eu e o Flávio não temos muita experiência com down hill de bike, mas é tranquilo, só precisa tomar cuidado nas curvas e dá pra seguir de boa.

 

Ponto de partida do down hill:

25556016583_e04fc94026.jpgAbra Malaga by Denise K., on Flickr

 

Down Hill:

26158672125_2eed9b0e64.jpgDown Hill Inka Jungle by Denise K., on Flickr

 

 

A descida segue até um pouco antes de Santa Maria, uma vilazinha onde almoçamos e a comida está incluída no pacote. Comemos um buffet simples mas gostoso, tinha opções vegetarianas (ovo, legumes, arroz) e tinha ainda um suco e sobremesa incluída.

Depois do almoço, a van nos leva até Santa Maria. Lá, antes do jantar, é possível fazer um rafting com custo adicional. Não me lembro muito bem quanto era, mas acho que algo em torno de S/60,00 por pessoa, optamos por não fazer porque queríamos economizar, afinal ainda teríamos muito chão de viagem pela frente.O pessoal que foi adorou, depois bateu um arrependimento de não ter ido. Então, se vocês puderem, façam! ::cool:::'>

Enquanto o pessoal estava no rafting, o guia nos levou a um hostel onde passamos a noite. O quarto é coletivo e sem banheiro privativo, e os guias que encaixam as pessoas nos quartos. Dividimos com duas canadenses super antisociais ::bruuu:: .

Então fui tomar um banho, estava super gelado, ainda bem que fazia um calor de lascar lá. Aliás, isso é uma coisa que me surpreendeu na trilha, pelo menos onde passa a Inka Jungle, fez muito calor durante o dia e a noite a temperatura era agradável, nada muito frio, mesmo no inverno. O único dia frio mesmo foi de manhã no Machu Picchu.

O pessoal voltou do rafting e logo depois serviram o jantar, tudo incluso no pacote. As refeições foram uma grande surpresa pra mim durante essa trilha. Foram todas muito gostosas e completas, sempre tinha uma entrada (sopa, salada ou pãozinho), prato principal (carne ou vegetariano, com acompanhamentos - arroz e legumes), suco/mate e sobremesa! Incrível como eles conseguiam cozinhar pra tanta gente, mesmo em lugares bem afastados como alguns que passamos no meio da trilha.

 

Depois fomos dormir porque o dia seguinte seria o mais pesado da trilha, apenas trekking.

 

 

24 de Julho - 9º dia (DIA 02 - Inka Jungle):

- Trekking por mais de 20km;

- Paisagens lindas;

- Baños termales para fechar o dia;

- Hostel em Santa Teresa.

 

Para começar o dia, tomamos um café da manhã reforçado em Santa Maria e mais uma vez a refeição nos surpreendeu. O café tinha diversas opções pra você escolher: panqueca, bolo, salada de frutas, além de pãezinhos, chá e café com leite.

Café tomado, lá pelas 09h30 começamos o trekking que seguiria por 8h. O início é bem tranquilo, vamos por uma parte asfaltada até o início de uma trilha. No início do caminho vamos passando por propriedades rurais, com plantações de coca, café e até de cacau.

 

Conforme avançamos na trilha, vamos nos afastando mais das propriedades e adentrando as matas. O caminho percorre o Rio Vilcanota e a paisagem vai ficando cada vez mais linda e a trilha mais difícil também, pois ela tem várias subidas e descidas.

 

Dica 01: No caminho há alguns moradores que vendem água e algumas coisas para comer, bolachinhas e tal. Como é difícil carregar muita água por causa do peso durante a trilha, essa é a melhor opção, ir comprando no caminho. Achei que os preços fosse exorbitantes por estarem muito isolados e o transporte de produtos ser feito tudo no muque mas, pra minha surpresa, os preços ficavam entre S/3,00 e S/4,00 uma garrafinha de água de 500ml, se for parar pra pensar em São Paulo vendem por esse preço em qualquer restaurante por aí. Outra opção é levar pastilhas de purificação de água e pegar água de bicas, não vi ninguém fazendo isso lá no nosso grupo, mas tem gente que opta por essa alternativa para não gastar (não sei como é a qualidade da água por lá, melhor pesquisar antes).

 

Dica 02: Há banheiros no caminho, alguns ok até, com descarga (quando estava funcionando), mas tem uns banheiros bem tensos também, que são só um buraco no chão. Por via das dúvidas, use o banheiro sempre que achar um, porque o próximo pode não ser tão cedo :wink: .

 

O lugar onde almoçamos nesse dia foi super legal, no meio de uma propriedade rural. Quando chegamos, a comida já estava toda pronta, e a refeição foi bem completa: sopa de entrada com pãezinhos, espagueti de prato principal e um docinho de sobremesa.

 

Depois do almoço, o caminho começou a ficar mais fácil, com mais descidas. A paisagem acompanhava sempre o rio. Pegamos uma parte da trilha original inca, com escadas em pedra. É um trecho um pouco mais difícil pois os degraus são bem altos e meus joelhos já estavam doendo.

 

Escadaria Inka, trecho de trilha inka original:

25552299384_7bf2ed14a4.jpgCamino Inka by Denise K., on Flickr

 

Depois seguimos descendo o rio, até chegar em umas cachoeiras, onde os guias pararam pra gente se refrescar. Eu estava com uma dor de cabeça lascada nessa hora ::essa:: , não consegui entrar na água, pois estava muuuito gelada. O Gustavo, nosso guia, me ensinou um truque para passar a dor de cabeça: ele pegou um pouco de alcool liquido, jogou nas mãos, esfregou, bateu palma três vezes e passou as mãos no meu rosto. Parece mentira, mas a dor parou na hora. Ensinamentos da abuelita dele, ele me disse :D .

 

Descendo o rio:

26157014435_b02196104e.jpgCamino a Machu Picchu by Denise K., on Flickr

 

A trilha acompanha o rio, lugar onde paramos para tomar um banho de cachoeira, água geladíssima:

22035648170_65f8ec57c9.jpgCamino a Machu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Depois da pausa na cachoeira, e minha dor de cabeça curada, atravessamos uma ponte que tem um visual lindo!

 

Ponte sobre o Rio Vilcanota:

21602656973_bac12c4aca.jpgCamino a Machu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Depois, seguimos andando mais uns 5km por uma trilha ao lado do rio e em um certo ponto temos que atravessá-lo de novo em uns carrinhos puxados por cabos de aço, muito legal ::otemo::

 

Travessia do Rio:

25884140920_eb6fb800c9.jpgUntitled by Denise K., on Flickr

 

Por fim, andamos mais meia hora e depois de mais de 20km de caminhada em temperaturas que, segundo o guia, chegou a 35°C durante a travessia, chegamos aos banhos termais (hot springs) de Santa Teresa onde, por um valor bem baixo, acho que por volta de S/5,00 por pessoa, tomamos um banho delicioso para relaxar os músculos da caminhada ::love:: .

 

Banhos termais em Santa Teresa:

26131143926_5750534336.jpgHot Springs Santa Teresa by Denise K., on Flickr

 

Depois dos baños, uma van nos levou para os hostels, onde jantamos e fomos dormir. Aproveite para se lavar mesmo lá nos baños termais, pois provavelmente seu hostel não terá água quente, como foi o nosso caso ::prestessao:: . Ficamos novamente em um quarto coletivo, que dividimos com um casal de londrinos muito legal, trombamos com eles coincidentemente de novo em Puno :)

 

 

25 de Julho - 10º dia (DIA 03 - Inka Jungle):

 

- Zipline e “ponte do rio que cai”;

- Trekking de Hidroelétrica a Aguas Calientes;

- Hostel em Aguas Calientes.

 

No terceiro dia, estava programado um passeio para atravessar o Rio Vicanota de tirolesa (zipline). Esse passeio é opcional e custou S/160,00 para duas pessoas. Eu morro de medo de altura, mas resolvi encarar, afinal não é sempre que dá pra cruzar um zipline de 2,5km!

A van nos leva até a base da tirolesa, onde recebemos os equipamentos e as instruções. A melhor dica é freie quando avisarem pra freiar ::lol4:: ! São 7 cabos de aço, totalizando 2,5km. Pelo que os guias disseram, em alguns trechos, chega a 60km/h ::ahhhh:: . Eu já tava com cagaço, mas uma americana que conhecemos lá começou a conversar comigo e fui me acalmando, e ela foi antes pra me dar incentivo. O primeiro pulo é o mais dificil, muito estranha a sensação de pular no precipício, depois eu fui perdendo o medo e já estava me divertindo. É muito incrível, recomendo muito! ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

 

 

Depois do zipline, temos que atravessar uma ponte que, para quem como eu morre de medo de altura, é o pior pesadelo do mundo. É uma ponte de madeira sustentada por cabos de aço, quando venta balança muito e vc tem que se equilibrar para se manter no meio da tábua. Pra mim foi a pior parte, eu tremia muito de medo e travei umas três vezes lá em cima ::ahhhh:: . O Flávio vinha atrás de mim dando muita risada dos meus gritos histéricos ::lol4:: .

 

Ainda bem que foto não tem som, pq nessa hora eu estava gritando lá na frente kkkkk:

IMG_20150725_110423896.jpg.3aab8f0e3a1f09ce4ef9f248a686f02c.jpg

 

Quando finalmente terminei de atravessar a ponte eu tremia igual vara verde, nunca tive tanto medo na vida, mas estava feliz porque havia conseguido! Venci meu medo de altura!!!

Depois dessa ponte macabra, seguimos de van até a Hidrelétrica, onde almoçamos e depois continuamos com trekking pelos trilhos do trem que vai até Aguas Calientes, são mais uns 10km de trilha e umas 4/5h.

 

Essa parte da trilha foi a minha favorita, porque é bem arborizada, mais fresca que no dia anterior e tão bonita quanto. Durante a caminho, as vezes temos que ficar fora dos trilhos pois o trem passa por lá.

 

Trekking pelo trilho do trem até Aguas Calientes:

26158571935_ebdae2ce1b.jpgCamino a Aguas Calientes by Denise K., on Flickr

 

Trekking pelo trilho do trem até Aguas Calientes:

26132568956_bd7252a52c.jpgCamino a Aguas Calientes by Denise K., on Flickr

 

Chegamos enfim a Aguas Calientes, ou Machu Picchu Pueblo, onde passamos a noite para finalmente conhecermos o incrível Machu Picchu!

No jantar desse dia, os guias nos deram as entradas do Machu Picchu e as instruções para o dia seguinte. Eles nos encontrariam na entrada logo que as portas abrissem, para iniciarmos o tour guiado. Como não teríamos tempo de tomar café no dia seguinte, eles nos deram um kitzinho de comida (banana, um suco, lanche e umas bolachinhas).

Há duas opções para chegar até a reserva do Machu Picchu: a pé, em uma trilha de mais ou menos 1h de subida em escadarias ou de ônibus que sai lá de Aguas Calientes. Nós resolvemos ir de ônibus pois, devido ao horário que conseguimos de trem, teríamos muito pouco tempo no Machu Picchu e queríamos estar inteiros para ver tudo o que conseguíssemos em menos tempo. Compramos o ônibus, S/38,00 por pessoa, bem salgado o preço, mas no nosso caso valeu a pena.

 

Logo depois fomos pro hostel, onde dividimos um quarto suíte com as americanas que me ajudaram a encarar meu medo no zipline :D Pela primeira vez, a gente ficava em um quarto confortável, com banheiro privativo e, pasmem, chuveiro quente!!!. Foi o paraíso. Dormi super bem nesse dia, super ansiosa pro dia seguinte.

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Que massa!!

 

No caso de a pessoa optar por não ir pela Tirolesa, qual a outra opçao?

 

Oi Vanessa,

 

Tem como fazer uma trilha de Santa Teresa até a Hidroeletrica, onde vc vai se encontrar de novo com o grupo que foi fazer a tirolesa. Teve um pessoal do nosso grupo que preferiu fazer essa trilha.

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