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Peru (incluindo Inka Jungle 4 dias/3 noites) e Bolívia (Salar do Uyuni) – 16/Jul a 12/Ago – Gastos, hospedagens e dicas!


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26 de Julho - 11º dia (DIA 04 - Machu Picchu):

 

Acordamos cedo, por volta das 04h30 da manhã para pegar a fila do ônibus que nos levaria até o Santuário de Machu Picchu, quando chegamos na fila, mais ou menos umas 05h00 da manhã, já havia muita gente. Acabamos conversando com uns austríacos que estavam na nossa frente na fila e também estavam viajando o Peru mas iriam em seguida para o Equador e, depois do merchandising que eles fizeram do país deles, eu fiquei mesmo com vontade de conhecer a Austria :) Conversa vai, conversa vem, conseguimos embarcar no ônibus. A viagem é rápida e até me deu um pouco de arrependimento de não ter feito a trilha até o Machu Picchu, mas isso passou quando a gente voltou a pé (vocês vão entender mais tarde o porquê :P ).

Quando chegamos lá na porta já tinha uma imensidão de pessoas na fila pra entrar, os portões ainda não tinham sido abertos. Esperamos mais meia hora no frio de lascar ::Cold:: , então abriram os portões e foi bem rápido até entrarmos.

Lá dentro, ficamos esperando no local combinado com o guia e encontramos algumas pessoas do nosso grupo que subiram desde Aguas Calientes a pé. Todos estavam cansados e suados e trocavam de roupas pois fazia muito frio e as roupas molhadas podem fazer a pessoa se resfriar.

Então, após algum tempo, avistamos o guia Gustavo e ele começou a explicação de alguns setores do Machu Picchu e o que significava aquele local para os Incas, mas não vou detalhar aqui pois será mais legal quando ouvirem ou entenderem isso quando forem pra lá hehehe.

Logo que chegamos no Machu Picchu, é possível ver o nascer do sol que, por trás das montanhas, é simplesmente incrível. ::ahhhh::

 

Amanhecer no Machu Picchu:

20823590849_8982924fd9.jpgamanhecendo no Machu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Amanhecer no Machu Pichu, Templo de Las Tres Ventanas:

21017935531_11fbed0fa5.jpgMachu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Enttão, após alguns minutos de explicação, o guia se despediu do grupo e cada um seguiu por um caminho e explorou o Machu Picchu por si só. Nós resolvemos seguir primeiro para a Puente Inka, depois fomos ao Intipuku (Sungate), a segunda caminhada é um pouco mais puxada, pois tem uma leve subida, mas a vista vale muito a pena ::otemo:: .

 

La Puente Inka:

25620690343_ab4b31432c.jpgLa Puente Inka by Denise K., on Flickr

 

Vista do Sungate:

20822539628_dfd910945a.jpgMachu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Vimos muitas pessoas subindo nas paredes e em algumas pedras, o que é PROIBIDO lá dentro. Povo totalmente sem consciência de preservação e sem respeito algum por nada ::grr:: !

Descemos para a área central do Santuário, onde estão localizados os Templos del Sol e del Condor, depois seguimos para o Setor Agrícola do lado Oeste, onde se tira a famosa foto do Machu Picchu.

 

Famosa foto do Machu Picchu:

21010426895_2b19e0088a.jpgMachu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Da janela de algum templo:

20984162006_310f9d9702.jpgMachu Picchu by Denise K., on Flickr

 

Como nosso trem sairia de Aguas Calientes por volta das 14h30, tivemos que iniciar a trilha de volta para Aguas Calientes lá pelas 12h30. Então, dado esse horário, saímos de Machu Picchu mas, antes de seguirmos a trilha de volta, carimbamos nosso passaporte com o carimbo do Machu Picchu (fica na saída do Santuário, em uma mesinha, você vai achar facilmente :) )

Pegamos a trilha de volta para Aguas Calientes, são MUITOS degraus! Estávamos já muito cansados dos dias anteriores e por andar desde as 6h da manhã pelo Machu Picchu. Os degraus são bem altos e durante a descida começamos a agradecer por não termos optado subir na ida :mrgreen: .

Enfim, 40min depois, chegamos a Agua Calientes e fomos procurar alguma coisa pra comer pois estávamos mortos de fome. Lá dentro do Machu Picchu, não é permitido entrar com comidas e água, embora muitas pessoas desrespeitem essas regras, então não levamos nada pra comer. Se você quiser comer algo ou usar o banheiro, terá que sair do santuário e apresentar o bilhete de novo quando for voltar. Na entrada tem sanitários (pago: S/1,00 por pessoa) e uma lanchonete com preços turisteiros ::bad:: .

 

Quando chegamos em Aguas Calientes era por volta de 13h20, fomos comer uma pizza que estava maravilhosa, pena que não anotei o nome do restaurante. Pagamos S/30,00 por uma pizza grande e duas cervejas Cusqueñas long neck.

Depois disso, formos à estação de trem de Aguas Calientes, onde pegaríamos o trem às 14h30 da Inca Rail (não sei o preço da passagem pois estava inclusa no nosso pacote, mas vi em alguns blogs que é em torno de US$55,00). Lá dentro da estação é um pouco desorganizado e tivemos que esperar o trem em pé. No nosso caso, atrasou cerca de 30min pra embarcarmos. Entramos no trem e a viagem é bem lenta, entre 1h30 e 2h00 de viagem até Ollantaytambo. A paisagem é muito linda e o trem possui um breve serviço de bordo, onde nos servem uma bebida gelada de nossa escolha (muito boa por sinal) e uns biscoitinhos e castanhas para acompanhar.

 

Chegamos em Ollantaytambo em torno de 16h30 onde, supostamente, deveria haver uma van nos esperando para nos levar para Cusco, SUPOSTAMENTE!

Chegamos e fomos procurar nossos nomes nas diversas plaquinhas do pessoal que faz o transfer. Procuramos, procuramos, e nada!

Calafrio total percorrendo o corpo, subiu uma tristeza que saiu não sei de onde, e um pequeno desespero de não ter condução até Cusco ::ahhhh:: . E depois disso, só sentia raiva de terem deixado a gente lá. Então tentamos ligar várias vezes pro agente de viagens que nos vendeu os pacotes e o desgraçado não atendia, aí liguei pra agência umas três vezes, tudo de um orelhão que às vezes comia nossas moedas e não completava a ligação ::sos:: .

Quando estava pra desistir e pedir ajuda para alguém, encontramos um casal de canadenses que fizeram a trilha no mesmo grupo que a gente fez. Eles tinham chegado em um trem depois do nosso, e estavam procurando o transfer deles também, explicamos o que havia acontecido no nosso transfer e eles disseram que tentariam conversar com o pessoal para encaixar a gente na van deles. Acontece que, parece que é comum falarem que incluem o transfer de Ollantaytambo a Cusco e depois abandorem os turistas por lá sem nenhuma explicação. E isso acabou acontecendo com os canadenses também. Agora éramos quatro sem transporte ::bad:: .

Fomos tentar ligar de novo pra agência, e encontramos um casal de colombianos na mesma situação, também largados lá. Quando eu finalmente consegui ligar pra agência, uma mulher atendeu e disse que não havia mais vagas de van pra gente e desligou na minha cara ::vapapu:: .

Ótimo! Estava cansada, faminta, e sem transporte! Então nós seis fomos procurar uma alternativa, todas péssimas, claro: um taxista queria cobrar S/100,00 de cada um (absurdo!), outro queria nos cobrar S/70,00 por pessoa, mas só conseguiria levar quatro pessoas, também não era uma opção.

Então eu vi um ônibus que estava com uma “placa” improvisada escrita em papel de caderno com caneta BIC “Cusco”, quase chorei de felicidade. Fui correndo perguntar pro motorista, ele nos disse que sairia S/30,00 por pessoa, chorei o preço e falei que eu só tinha S/30,00 para duas pessoas, mas que se ele fizesse esse preço pra todos, iriam 6 pessoas. Então ele topou, e mais de duas horas depois tentando achar uma solução, entramos todos e fomos embora pra Cusco. O caminho foi conturbado, pois mais uma vez, a minha teoria sobre os motoristas peruanos loucos se confirmou, pensei que fôssemos morrer pelo menos 3 vezes durante um curto percurso de 80km :shock:. Mas mais uma vez, contando com a sorte, chegamos inteiros e exaustos ::lol4:: !!!

Fomos a um supermercado juntos para procurar um pisco para o colombiano levar de presente a um amigo e depois de lá ninguém aguentava mais nada, então só nos despedimos e fomos de volta pro Hostel Pumacurco que havíamos nos hospedados antes.

Chegando lá eu só queria uma cama e um banho quente, mas lembram?, aquele hostel tinha o pior chuveiro da viagem, e de novo, passei nervoso com o banho “Aqui tá quente, aqui tá frio, muito quente, muito frio”. Fui dormir chateada, mas cansada demais para me importar mais.

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Gente, que perrengue!

Depois disso tudo só resta boas risadas né. ::lol4::

 

Creio eu que subirei Machu Picchu de bus também! Hahahaha

 

Como a gente estava bem cansado já dos dias anteriores, foi a melhor coisa pra gente. Muitos do nosso grupo que subiu a pé, chegou lá no Machu Picchu e só conseguiu ficar sentado lá por um bom tempo hehehe.

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27 de Julho - 12º dia (CUSCO):

Acordamos nesse dia quebrados da trilha. Minha panturrilha doía muito, então dormimos até um pouco mais tarde para repor as energias. Lá pela hora do almoço resolvemos levantar, mais uma vez briguei com o chuveiro para tomar banho e depois fomos tomar café (S/10,00 para os dois). Demos mais uma última volta por Cusco, pois seria o último dia por lá. Às 20h00 tínhamos mais uma longa viagem de ônibus para Arequipa, mais uma noite no ônibus!

Passamos em uma farmácia para repor meu estoque de dramin para os enjôos na viagem.

A gente tava com muitas dores da trilha e cada vez mais as ofertas de massagens que as pessoas oferecem na rua nos parecia mais tentadora. Então resolvemos fazer uma massagem de meia hora na Moon Spa (S/35,00 soles para duas pessoas) e foi com certeza a melhor escolha do dia, até cochilei um pouquinho com o cheirinho de menta do creme de massagem. O spa era bem limpinho e organizado, tudo feito com higiene. :wink:

Depois de relaxados, fomos almoçar de novo uma pizza pois eu estava cansada de comer arroz com omelete e papas fritas ::xiu:: . Comemos uma pizza bem gostosa em um restaurante chamado Mountain Pizza (S/30,00 para duas pessoas com uma inka cola grande), fora do circuito mais turístico de Cusco, ou seja, um pouco mais afastado da Plaza de Armas e foi legal dar uma volta por lá.

Depois ficamos dando uma volta em umas feiras mais afastadas da Plaza de Armas e eu recomendo fazer isso se quiser comprar lembrancinhas e roupas. Comprei um poncho lindo em lã de alpaca por S/40,00. Na Plaza de Armas não achei por menos de S/70,00 outros bem semelhantes e do mesmo tamanho.

Depois das compras passamos em um mercado para comprar umas comidinhas para levar na viagem de ônibus, algumas frutas, garrafas de água de 2l e uns salgadinhos e bolachas (S/15,00).

Lembro que resolvemos abrir um dos salgadinhos de amendoim torrado. A embalagem era bonitinha até, com data de validade, etiqueta, selada. Era tudo meio caseiro, mas teve um processo de industrialização por mais rústico que fosse. Bom, abrimos e comemos, até encontrarmos um fio de cabelo no saquinho. Parecia coisa que acontece por acaso, até isso acontecer outras duas vezes, uma no Peru e uma na Bolívia. Portanto, não confiem em produtos industrializados ou semi-industrializados, você pode achar cabelos neles também, mas não desanime.

Então desistimos de comer o salgadinho e fomos tomar um mate com pãozinho em um café que fomos no segundo dia em Cusco e adoramos, então resolvemos voltar. O café foi S/13,20 para os dois.

Passamos mais um tempo fora para ver o ultimo pôr-do-sol em Cusco, o dia estava muito lindo.

 

Último pôr-do-sol em Cusco:

20505483068_e0d8c32262.jpgCuzco sunset by Denise K., on Flickr

 

Depois voltamos pro hostel para arrumar as malas e seguir para o terminal de ônibus da Cruz del Sur. A dona Betty, proprietária do hostel chamou um taxi pra gente, nos despedimos e agradecemos muito a estadia, pois apesar do chuveiro ruim e de outros problemas do hostel, ela realmente se esforça para ajudar.

Fomos de taxi então para o terminal do Cruz del Sur, a viagem custou S/15,00. O ônibus sairia às 20h00. Chegamos uns 20 min antes, depachamos as mochilas grandes e às 20h00 em ponto embarcamos no ônibus. Mais uma vez, não tive o que reclamar do serviço de bordo da Cruz del Sur. Recebemos duas refeições completas e com opções para vegetarianos, um jantar e um café da manhã e tinha copinhos de água geladinha a vontade também. Nos deram travesseiros e mantas e a comissária me deu um saquinho e um pedacinho de pano e alcool para colocar no nariz (dica para passar o enjôo) porque eu disse que as vezes passava mal em ônibus.

A viagem correu muito bem sem maiores contratempos, até consegui dormir no ônibus dessa vez!

 

 

28 de Julho - 13º dia (AREQUIPA):

Chegamos em Arequipa por volta das 7h00 da manhã e pegamos um taxi direto para o hostel que já tínhamos reservado, chamado Gran Hotel. É uma construção antiga bem grande, com quartos espaçosos. Gostei logo de cara. Nosso quarto era de casal, bastante espaçoso, arejado e ventilado e a cama era bem confortável, mas não tinha banheiro privativo.

Havíamos comido no ônibus e comemos mais umas frutas que levamos na viagem como café da manhã. Então fomos explorar a cidade.

De longe, Arequipa é a minha cidade favorita no Peru. É conhecida como Ciudad Blanca, porque suas principais construções são feitas em pedra sillar, de origem vulcância que tem uma cor bem clara. Ao fundo, tem o vulcão El Misti, que é o cartão postal da cidade, super imponente e visto de vários ângulos na cidade.

Ao contrário de Cusco, a Plaza de Armas é sossegada. Não há tantos vendedores te abordando a todo momento e os próprios moradores têm um ritmo mais desacelerado. A minha primeira impressão da cidade foi a melhor de todas.

 

Plaza de Armas:

26221055306_2e675e88d9.jpgArequipa by Denise K., on Flickr

 

Catedral de Arequipa:

26246958065_b56bd9e1a8.jpgArequipa by Denise K., on Flickr

 

É muito interessante também como a população utiliza a placas de aquecimento solar de água lá. Em todas as ruas paralelas a Plaza de Armas tinham lojas de placas solares, e a maioria das casas tinham placas solares.

 

Fomos pesquisar as agências de turismo para fazer a visita ao Cañon del Colca, tem várias próximas a Plaza de Armas e arredores. Nossa ideia era fazer a trilha de 3d/2n para o Canyon del Colca, mas nossas pernas ainda estavam sentindo as dores da Inka Jungle. Então resolvemos pegar um passeio mais tranquilo de van mesmo de 2d/1n. O melhor custo benefício foi o Arequipa Tours, uma agência na mesma rua do nosso hostel. Ao todo foram S/260,00 para duas pessoas e incluía:

- Transporte nos dois dias;

- Guia nos dois dias;

- 1 Café da manhã no hostel;

- 1 noite em quarto matrimonial com banheiro privativo.

** Não incluía almoço, jantar, entrada turística para a reserva do Canyon del Colca e as entradas para as águas termais (opcional). Os valores vou passando no decorrer do relato do passeio.

 

Almoçamos bem tarde, por volta das 15h00, em um restaurante super charmoso, que ficava numa ruazinha de pedestres. O clima era o mais agradável possível com o céu azulzinho. A cidade é muito boa para andar a pé, não tem um trânsito caótico como em outras cidades um pouco mais populosas, como Cusco por exemplo, e não é tão turística, então é bem mais tranquilo. Comi um prato de crepe vegetariano e o Flávio pediu um prato com arroz, carne e guarnições. A refeição para os dois, mais bebidas, saiu por S/30,00.

Depois de almoçarmos andamos pela cidade até anoitecer. É muito legal andar a noite por lá pois o céu é muito estrelado devido ao clima seco e o céu sem nuvens e poluição. Compramos algumas coisas em um mercado para levar ao tour do dia seguinte (frutas, água, chocolates e bolachinhas), saiu S/10,50.

Antes de voltarmos pro hostel, jantamos em uma pizzaria em uma rua comercial de pedestres com várias lojas grandes. Uma pizza grande e mais uma jarra grande de suco deu S/20,50.

Voltamos ao hostel para tomar um banho e dormir pois no dia seguinte iríamos começar o tour para o Cañon del Colca.

Para o passeio, separamos as mochilas menores com as comidas, roupas, itens de higiene pessoal, chinelo, roupas de banho (para as aguas termais), toalha, repelente e protetor solar. Levamos pouca roupa pois seriam só dois dias e uma noite. Durante o dia fez um clima agradável durante todo o passeio, dava pra ficar só com uma blusa de manga comprida fleecee uma legging, e a noite e de manhã fazia um pouco mais de frio, mas uma blusa por cima e um par de luvas já resolvia. Deixamos as mochilas grandes no hostel pois iríamos voltar depois do passeio para lá.

 

Hospedagem:

Gran Hotel - Arequipa

S/ 33,50 (uma noite)

Quarto duplo sem suíte, sem café da manhã.

O nome é hotel, mas na verdade é um hostel mesmo. É uma construção muito antiga, mas bem conservada. O preço foi um dos melhores que achamos, mas também era o primeiro quarto que pegamos sem banheiro privativo, os demais haviam rolado um upgrade de quarto. Estava bem cheio, quase todos os quartos pareciam ocupados e havia muito movimento o dia todo de gente entrando e saindo.

Os banheiros coletivos eram bem limpinhos e individuais, não no esquema box. Haviam muitas pias espalhadas em vários lugares, então dava pra usar pia mesmo que os banheiros estivessem ocupados.

A água é aquecida por painel solar e quando havia muita gente tomando banho ao mesmo tempo, o aquecedor não funcionava muito bem, então eu tomava banho em horários alternativos.

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