Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Filipinas : FOTOS e PREÇOS - 15 dias (Boracay, Cebu, El Nido e Coron)


Posts Recomendados

  • Membros

Rodolfo, blz?!

Vc não cogitou pegar o ferry para fazer o transporte de El Nido para Coron ao invés de viajar via Puerto Princesa?

Outra coisa, tenho 5 dias inteiros para dividir entre El Nido e Coron. Eu havia planejo 3 para Coron e 2 para El Nido pois li relatos que Coron tem mais lugares para conhecer, menos exploração do turistas (apesar de ter lido no seu relato que lá não tem um barzinho sequer para ir de noite...), o que você acha?

Link para o post
Compartilhar em outros sites

  • Respostas 28
  • Criado
  • Última resposta

Mais Ativos no Tópico

Mais Ativos no Tópico

Postagens Populares

Saudações mochileiros!! Este é o meu primeiro relato do site, e acho que de qualquer outro lugar também. Nuca fui muito de escrever, então já peço sugestões e dicas para melhorar e poder ajudar cada

Posted Images

  • Membros

Muito bom o relato!!

 

Vou em fevereiro do ano que vem pra la. Queria saber desses lugares quais você mais recomenda, ja que nao terei como ir nos 4 lugares. Gostaria de ir em apenas 2 lugares, quais pra você são os mais legais, considerando menos turista e mais natureza =)

 

Obrigada!!!

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 2 semanas depois...
  • Colaboradores

Rodolfo, Já comprei as passagens para Cedu saindo de Singapura, agora minha dúvida é com relação o transporte do Aeroporto até o Hotel Sebastian, li no relato que você foi de taxi/ônibus, você lembra qual o nome da empresa de ônibus que faz este trajeto, de preferência a melhorzinha que tem ar condicionado, não quero passar o perrengue que você passou na volta ::otemo::

 

Sabe dizer também quanto seria o valor de taxi do aeroporto de Cedu até o Hotel Sebastian?

 

Vou chegar lá na quarta-feira por volta do meio-dia, acho que é tranquilo conseguir ônibus no terminal certo? depois volto no domingo.

 

Valeu!! está ajudando muito!!

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 2 semanas depois...
  • Membros

Cara, que relato irado!

 

Viajei para as Filipinas no começo de 2015, estive em Boracay e El Nido.

Acho que El Nido foi o lugar mais top que já estive!

Espero poder voltar para lá em breve, vou deixar o teu relato salvo com as preciosas dicas de Coron e Cebu!

 

E que novela foi a tua chegada no aeroporto hein rsrsrs!

 

Abraço

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 3 semanas depois...
  • Membros

Fala meu velho. Achei seu relato muito bom. Acabei de comprar passagem para Manila pela Etihad. Saindo dia 23/02 e voltando dia 17/03. Descontando o deslocamento tenho 19 dias inteiros lá.

Não estou com o orçamento tão curto, então gostaria de facilitar os deslocamentos e ficar nuns hotéis melhores, já que vou com minha noiva também.

Sugere um roteiro para esses 19 dias baseado com o que vc conhece?

 

Abc,

 

Fernando

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 4 semanas depois...
  • Membros
Fala meu velho. Achei seu relato muito bom. Acabei de comprar passagem para Manila pela Etihad. Saindo dia 23/02 e voltando dia 17/03. Descontando o deslocamento tenho 19 dias inteiros lá.

Não estou com o orçamento tão curto, então gostaria de facilitar os deslocamentos e ficar nuns hotéis melhores, já que vou com minha noiva também.

Sugere um roteiro para esses 19 dias baseado com o que vc conhece?

 

Abc,

 

Fernando

 

Cara, to indo na mesma época que vc! Saio do Brasil dia 27 de fevereiro!!! To indo sozinho até agora e to montando o roteiro tb. Anima topar lá? Me manda uma msg no meu instagram, @caiomendes11

 

Abraço!

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Colaboradores

Velho que relato foda!!!!! pqp!!!! Muito bom mesmo!!

Vai me ajudar muito!!

 

Fiz uma trip pro sudeste asiatico esse ano e em 2017 pretendo voltar e fazer outro roteiro por lá. Uma das ideias é incluir as Filipinas no itinerario, coisa de uma semana.

De tudo que vc curtiu por lá, se vc tivesse algo em torno de 7 dias o que foi incluiria? Tipo o que vc classifica como imperdivel? Sei que é bem pessoal esse lance, cada um tem seus gostos mais gostaria de ouvir sua opnião!

 

Obrigado novamente! Abraço

Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
  • Conteúdo Similar

    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 
    • Por victorprado
      Este não chega a ser uma relato; considero mais como um dica para quem pretende vivenciar uma experiência única num dos lugares que considero ter as paisagens mais bonitas da Terra.
       
      A Tao consiste em uma viagem de barco por cinco dias pela região de Palawan. O ponto de partida é El Nido e o final a cidade de Coron. Neste meio tempo, passamos por regiões remotas, ilhas totalmente inabitadas, sem água ou eletricidade, cercados da mais pura presença da Natureza.
       
      Num barco estilo tailboat, éramos 24 pessoas dormindo em barracas à beira-mar, desfrutando dos mais incríveis cenários, pôr-do-sóis memoráveis, tudo isso acompanhado do melhor bom-humor do povo filipino, cervejas infinitas e comida pescada na hora. A Tao também tem uma "fazenda" em uma ilhota no meio de Palawan onde eles cultivam todos os alimentos servidos no barco.
       
      Por mais linda que toda a região de Palwan seja, acordar e estar cercado por essas praias, areais e florestas sem ter absolutamente nada por perto é surreal e compensa toda a falta de conforto.
       
      Enfim, seguem algumas fotos e quem quiser mais alguma informação é só gritar =)
       
























    • Por Paula Yassuda
      Olá, Mochileiros!!!
      Este é meu quarto ou quinto relato, e estou aqui para dividir com vocês a nossa (minha e do Felipe) viagem para as Filipinas.
      Ano passado fiz parte das férias sozinha (relato Camboja, Vietnã e Laos), e como era o ano do Felipe escolher o destino, quando voltei seguimos para 15 dias na Colômbia. Este ano, minha vez de novo (o/ aeeee) e obviamente completei meu terceiro ano seguido desbravando terras asiáticas! 😊 Pensamos juntos em alguns lugares, e o foco da pesquisa acabou seguindo para as Filipinas: um país composto por mais de 7.000 ilhas, com 70% da população católica e de paisagens de tirar o fôlego!
      Em Novembro de 2016 compramos nossas passagens, e começamos a trabalhar no roteiro. Ao contrário do que muitos consideram, eu não recomendo combinar a viagem para Filipinas com outros destinos (isso serve para os viajantes com tempo limitado, como nós, que temos 20 dias de férias por ano). Tem MUITA coisa para conhecer por lá, em muitas ilhas diferentes – deslocamento é um tanto complexo e cansativo. Tentamos combinar Filipinas com Indonésia, mas além de ficar caro, limitou muito os lugares que conheceríamos em ambos países.
      A região é bem conhecida também pelas monções, tufões e terremotos – os dois últimos são muito difíceis de evitar, mas a época mais recomendada pelos sites que eu passei é de Dezembro a Maio: melhor período para conhecer este paraíso e evitar as chuvas. Aqui vocês vão encontrar um resumo da nossa viagem, mas todos os posts já estão no blog caso precisem de mais detalhes para planejar a viagem de vocês  (clique aqui para conferir).
       
      30/03 a 01/04 – Guarulhos > Etiópia > Bangcoc > Kuala Lumpur

      Viramos mestres do desapego, colocamos nossos mochilões de 6 quilos nas costas e embarcamos no vôo da Ethiopian, que saiu de Guarulhos 01:00 AM. Chegamos na Etiópia próximo a meia-noite, e desembarcamos para esperar o vôo que seguia para Bangcoc. Com as malas nas costas, seguimos para o portão de embarque pois o vôo saía 01:35AM – pois é, saía...
      <Sou meio supersticiosa, então nunca falei em voz alta...mas nos meus pensamentos, sempre me gabei por nunca ter passado por nenhum problema nos meus vôos de longa distância...até eu comprar essa passagem da Ethiopian ☹>
      O vôo começou a atrasar mais meia hora a cada anúncio que era feito pela Cia. Aérea. “Bom, mas enquanto não derem água e comida, significa que logo embarcamos” – não deu 2 minutos dessa frase para começarem a distribuir água e um bolinho muito ruim. Enquanto as pessoas foram direcionadas para a sala VIP para jantar, descemos para uma cabine onde eles estavam dando suporte para aqueles que perderiam o vôo de conexão, já que o vôo não sairia mais 01:35AM, e sim às 07:00AM. A gente tinha uma passagem de Bangcoc para Kuala Lumpur da Air Asia às 10:30AM e devido ao atraso não conseguiríamos pegar o vôo. Eles não reembolsaram a nossa passagem, alegando que o que tínhamos em mãos era uma reserva, e não o ticket do vôo – uma tremenda palhaçada. Cansados de tentar resolver um problema que não geramos, desistimos de discutir e decidimos que tentaríamos resolver a hora que desembarcássemos em Bangcoc. No fim das contas, resolvemos sozinhos o problema e o melhor: sem custos adicionais \o/

      <Não vou entrar em detalhes aqui no relato – mas quem sabe se nos encontrarmos por aí, a gente não toma uma cerveja e eu conto como a gente se virou?!>
       
      01/04/2017 – Kuala Lumpur (Malásia) > Boracay (Filipinas)
       Chegamos meia-noite no aeroporto, foi o tempo de pegar um Uber, tomar banho no hostel, tirar um cochilo de 3 horas, e voltar para pegar o vôo com destino a Boracay. Normalmente a porta de entrada nas Filipinas mais frequente é Manila – vimos muitos relatos sobre o caos desse aeroporto, e optamos por descer direto em Boracay. São dois aeroportos: Caticlan e Kalibo. O Caticlan é muito próximo do porto que leva até Boracay, enquanto Kalibo fica a 1 hora e meia deste mesmo porto. Nós optamos pelo Kalibo, pois os vôos que chegavam no Caticlan tinham escala obrigatória em Manila – compramos essa passagem na Cebu Pacific, uma das low costs das Filipinas.
      <Eu tinha esquecido como os vôos da Air Asia são um freezer – sempre carregue uma blusa na bagagem de mão>
      Durante a imigração ninguém deu bola para o nosso certificado da febre amarela – li em vários lugares que é obrigatório. Trocamos dinheiro logo na saída do aeroporto (do lado direito tem 2 cabines de casa de câmbio) e acertamos na hora a van até o porto. Uma hora e meia depois, chegamos no porto. O barco estava incluso no valor da van, mas é obrigatório o pagamento das taxas de meio-ambiente e do terminal – eles recolhem os comprovantes no caminho até o barco.
      Atravessamos o canal e chegamos em Boracay por volta das 06:00PM; pegamos um triciclo até o hotel Greenyard Inn, nos trocamos e saímos para caminhar. A beira da praia é bastante animada, cheia de bares, restaurantes e barraquinhas de souvenir; jantamos e voltamos para o hotel para dormir.

       
      02/04/2017 – Boracay (Filipinas)
       
      Nos hospedamos na White beach – ela é dividida nas Stations 1, 2 e 3. A Station 1 é próxima do D’mall, onde estão os restaurantes, bares e lojinhas mais badalados; A Station 3 é a mais afastada, com menos agito mas ainda assim com bastante vida noturna – você consegue ir de ponta a ponta em uma caminhada de meia hora. E finalmente, a Station 2 que conecta as demais foi onde nos hospedamos.
      Acordamos e estava chovendo bastante. Tomamos o café-da-manhã incluso na diária, e diferente de muitos lugares, nas Filipinas o café-da-manhã não é servido em buffet; eles preparam o prato na hora, em porção individual (mas muito bem servida). Assim que a chuva deu trégua saímos para procurar o hotel que ficaríamos nos demais dias (Villa Sunset Boracay). Se quiser saber mais detalhes desses hotéis, confere lá no blog 😊

      Neste dia, nós almoçamos barbecue no Azurro seafood – muito caro, não vale a pena – e curtimos um pouco a praia. Ela não é muito bonita, é bem cheia de gente e barco para todos os lados. A noite existem bares com música ao vivo, e descobrimos o Sugba de Boracay: tomamos cerveja, comemos porção e curtimos uma banda de reggae bem legal que estava tocando lá.
      03/04/2017 – Boracay (Filipinas)
      Neste dia alugamos uma moto para rodar um pouco a ilha. O triciclo fica mais caro pois eles cobram pelo tempo que ficam aguardando nos locais que você quer parar. Vale muito a pena conhecer as praias mais afastadas: ficamos na Llig-Lligan e Puka beach. As praias são bem limpinhas e tem bem menos gente que a White beach. Ficamos o dia todo por lá; eles disponibilizam esteiras e guarda-sol se você consome no bar/restaurante deles.

      Devolvemos a moto no final da tarde, e descobrimos que era um cara meio clandestino mas não tivemos nenhum problema.
      A noite compramos alguns souvenirs e ficamos no mesmo bar na beira da praia curtindo a banda de reggae.
      Sobre Boracay...
      É possível encontrar de tudo em Boracay: muita gente e agito em White Beach, com muitas atividades no mar (Island hopping e vários esportes radicais) e um pouco mais de sossego nas praias mais afastadas. Confesso que não achei White Beach muito bonita, mas é uma praia cheia de energia e repleta de opções que atendem a todos os gostos. A noite é bem animada, e talvez o número de pessoas acaba ofuscando a beleza natural da ilha. Existem algumas casas de câmbio, e se você se hospedar em White Beach é possível fazer praticamente tudo a pé.
       
      04/04/2017 – Boracay (Filipinas) > Coron (Filipinas)
      No nosso último dia em Boracay, tomamos o café-da-manhã do hotel e caminhamos pela praia. Arrumamos a mala e logo já era hora de partir.
      No check-out do hotel, pedimos na recepção por um triciclo, que nos levou até o porto. Lá pagamos novamente a taxa do terminal antes de pegar o barco. Do outro lado é possível ir caminhando do porto até o aeroporto, que é super pequeno. Almoçamos em um restaurante bem simples, e passamos por uma experiência bem esquisita – pedimos um prato chamado Boneless Crispy Pata...era carne de porco e parecia bem gostosa, até que tivemos uma bela surpresa...dentes!!!
      Enquanto a gente pesquisava sobre a nossa viagem, encontramos somente 2 maneiras de chegar a Coron: com o navio da 2Go Travel (viagem de 15hs) ou um vôo da Cebu Pacific com escala em Manila – ambos tornariam a logística da nossa viagem muito mais complexa. Descobrimos meio que ao acaso a Air Juan: uma cia. aérea particular que tem vôos diretos para algumas localidades. O avião tinha assento para oito pessoas, e foi uma experiência muito legal. Antes de embarcar foi necessário pagar a taxa do aeroporto. O vôo durou 40 minutos e foi muito tranquilo.
      Saindo do aeroporto você já vê várias vans; não deu tempo de procurar outro meio de transporte, pois um rapaz disse que o próprio hotel oferece esse serviço de transfer – ele só esqueceu de avisar que era pago (descobrimos isso no check-out do hotel). Então antes de embarcar em vans, acho que devem ter triciclos que fazem a viagem por um preço mais camarada. Em meia hora ou até menos, estávamos no hotel. Ficamos hospedados no Coron Bancuang Mansion.

      Saímos para caminhar e conhecer o centro da ilha. Tudo lembrava um pouco Luang Prabang no Laos. Tomamos cerveja em um lugar bem gostoso, depois jantamos e voltamos no hotel pra fechar o island hopping do dia seguinte. Resolvemos dormir...
       
      05/04/2017 – Coron (Filipinas)
      Tomamos o café e esperamos a van nos buscar para levar até o barco do tour. A van nos buscou super atrasada, e quando chegamos no porto ainda ficamos mais de 1 hora esperando pois eles ainda buscariam um grupo que se juntaria no barco com a gente. Já passamos por coisas parecidas em todas as nossas viagens para a Ásia, e o segredo é permanecer calmo pois hora ou outra as coisas vão dar certo. Enquanto a gente esperava, um rapaz nos abordou oferecendo um tour privado pelo mesmo preço que o barco que pegaríamos em grupo, só não tinha o almoço incluso. Neste meio tempo conhecemos um casal de Argentinos, a Vicky e o Julio, que a partir dali se tornaram nossa companhia de viagem 😊 – então decidimos seguir com o barco privado e cancelamos com a agência que nos fez esperar. O tour foi sensacional, só nós quatro no barco e o fato de termos saído bem depois de todos os outros, fez com que todos os pontos de parada estivessem vazios e fossem exclusivos pra gente! O barqueiro deixou a gente escolher 4 paradas, entre 10 – mais por causa do horário – então passamos pela Twin Lagoon, Barracuda Lake, Reef Garden e Atwayan Beach.

      No retorno, paramos em uma agência e fechamos junto com a Vicky e o Julio o tour para o dia seguinte – o roteiro tinha o nome de Tour Escapade.
       
      06/04/2017 – Coron (Filipinas)
      Tomamos o café-da-manhã, que não estava incluso na diária, e esperamos pela van – e claro, ela nunca chegou. Fomos a pé até a agência, e eles correram atrás para nos colocar logo em um barco. Nós avisamos sobre a Vicky e o Julio, para garantir que eles não fossem esquecidos; minutos depois eles apareceram pois também foram esquecidos rs. A viagem de ida é de 2 horas no barco, mas compensa demais! Primeira parada foi na Bulog Island, depois almoçamos na Banana Island, e seguimos enfim para a Macapuya Island.


      Voltamos para Coron, e combinamos de jantar com nossos amigos argentinos. Eles descobriram um restaurante um pouco acima do nosso hotel muito bom, chamado Kawayanan Grill – tomamos muita cerveja e comemos uns pratos sensacionais lá.
       
      07/04/2017 – Coron (Filipinas)
      Os tours são sensacionais, mas confesso que a gente estava bem cansado neste dia, então resolvemos ficar na piscina no hotel e explorar a cidadela.
      Tentamos negociar com um triciclo pra ir até Kabo Beach, mas o melhor valor que conseguimos foi de PHP 400 porque o triciclo fica no local esperando para trazer os passageiros de volta. Só que encontramos um lugar onde o aluguel da moto por 2 horas era de PHP 250 então alugamos e seguimos até a praia. São 7km do centro e parte da estrada é de terra mas é bem tranquilo de chegar lá; Kabo Beach é uma praia simples, eles cobram uma taxa de entrada de 50 pesos e tem pouca gente – conversamos bastante com alguns filipinos que estavam passando as férias em Coron...foi uma ótima experiência.

      Devolvemos a moto e depois nos encontramos com nossos grandes amigos Vicky e Julio para jantar. Eles também ficaram pela cidade pois o Julio estava praticamente com insolação coitado, de tão queimado que ficou do tour do dia anterior. Eles iam ficar um dia a mais em Coron, mas nos encontraríamos em El Nido em seguida; então esse foi nosso jantar de despedida, e como sempre estava tudo muito gostoso.
       
      08/04/2017 – Coron (Filipinas) > Puerto Princesa (Filipinas)
      Nós lemos muito sobre o “barco da morte” que faz o percurso de Coron > El Nido e vice-versa. São 5 horas de barco, e praticamente todos os relatos diziam que muita gente passa mal a viagem toda. Eu enfrento qualquer parada, mas o Felipe passa mal com qualquer coisa...então encontramos um navio da 2Go Travel, que nos levou até Puerto Princesa, e de lá seguimos de van até El Nido.
      O esquema do navio também não é para qualquer um...são 15 horas de viagem; os quartos compartilhados são muito baratos (USD 35/pessoa) mas é esquema super desapego porque são vários beliches para várias pessoas, não é muito confortável e os banheiro são compartilhados e não são muito limpos não. Já os quartos privativos são bem legais, mas custam praticamente o mesmo preço de uma passagem de avião, então é válido avaliar o custo/benefício.
      Chegamos de noite em Puerto Princesa, e a saída do porto é uma confusão – aquelas bagunças da Ásia, que no final dá tudo certo. Os caras dos triciclos disputavam a gente como um pedaço de carne...depois de negociar um pouquinho, subimos no triciclo e seguimos para o hotel Prima Residence. Escolhemos esse hotel pois teoricamente ele é perto da rodoviária, de onde saem todas as vans para El Nido. Como li em alguns relatos que é mais seguro fechar a van com antecedência, o próprio cara do triciclo arranjou uma caroninha pra gente (o amigo, do amigo, daquele outro amigo rs).
       
      09/04/2017 – Puerto Princesa (Filipinas) > El Nido (Filipinas)
      O cara do triciclo chegou pontualmente, pouco tempo depois de tomarmos o café-da-manhã. Ele nos levou até a agência de onde sairia a van, e foi bom ir cedo porque pudemos escolher onde a gente ia sentar. Ficamos rodando um pouco antes de iniciar a viagem, buscando outros passageiros – por um lado foi legal porque conhecemos um pouquinho de Puerto Princesa, que nos pareceu uma cidade bastante aconchegante.
      Como sempre essas viagens de van são loucura total (não tem como não lembrar da nossa experiência em Machu Picchu...a van da morte!). Depois de 2 horas o motorista fez uma parada – como comem esses Filipinos! No meio da viagem o motorista quase atropelou um triciclo com um casal de senhorzinhos...quando eu falo van da morte, pode considerar o real significado das palavras.
      A chegada em El Nido é impressionante – a cidade fica no pé de uma montanha enorme, muito peculiar. Descemos na rodoviária e rachamos o triciclo com um brasileiro que conhecemos na van – nosso hotel era próximo, mas não tinha como chegar a pé.
      Depois que fechamos o roteiro, descobri que estaríamos em El Nido bem na semana santa das Filipinas – ou seja, a cidade estava lotada de gente...o que dificultou um pouco pra gente achar um lugar bom pra nos hospedarmos. Consegui 2 diárias no Spin Designer (um dos hostels mais bem avaliados do mundo), e as outras 2 diárias tivemos que fechar no Ricgem Place (um hotelzinho bem mais ou menos).
      Almoçamos na beira da praia, e caminhamos um pouco para conhecer as redondezas e fechar o tour do dia seguinte. No final, descobrimos que no nosso hotel eles ofereciam os tours em barco próprio, e saía bem mais em conta...para ter uma idéia, o tour A variava de 1.000 a 1.200 pesos, e no hotel fechamos por 800 pesos. Então definimos que o dia seguinte seria dedicado ao tour A.
       
      10/04/2017 – El Nido (Filipinas)
      Dia de Tour A!
      A Big Lagoon é linda, mas não pudemos nadar nela...só navegar e tirar algumas fotos. A Secret Lagoon não é nem um pouco interessante; talvez porque chegamos em horário de pico, estava lotada e a água toda remexida. Paramos para almoçar em uma prainha, e como sempre a comida estava uma delícia.

      Seguimos para a Small Lagoon e fizemos 1 hora de kayak. A última parada foi na praia Seven Commando e estava bem vazia pois chegamos antes dos demais barcos. Foi bem diferente pegar esse barco somente com filipinos, porque eles sempre voltavam para o barco muito antes do horário combinado – nos outros barcos que dividimos com outros estrangeiros, o pessoal enrola demais para voltar...muitas vezes até atrasa a partida do barco.
      A noite caminhamos um pouco pelo centro, e jantamos em um dos restaurantes pé na areia que ficam lotados de gente. Ficamos no Big Mamma´s, um dos únicos com meda disponível...mas confesso que não gostamos muito não.
       
      11/04/2017 – El Nido (Filipinas)
      Como nós fechamos o tour C e ficamos o dia todo fora, tivemos que fazer o check-out antes de sair pela manhã. Um guia veio nos buscar e demoramos para sair pois pegamos um barco que não era do hotel. Quando finalmente conseguimos sair, o barco quebrou.
      Começamos o tour bem depois dos demais barcos, que no final foi bom pois não tinha aquele monte de gente nas paradas que fizemos – quando a gente chegava, todos já estavam saindo. Paramos na Helicopter Island e fizemos um pouco de snorkel. Depois seguimos para almoçar na Talisay Beach – comida novamente sensacional.
      Seguimos para a Hidden Beach, e depois para a Mantiloc Shrine, onde pudemos desfrutar de uma das vistas mais linda da viagem. Retornamos do tour, pegamos nossas malas e seguimos para o Spin Designer.

      Neste dia a noite, nossos amigos argentinos foram nos encontrar no hostel para jantarmos juntos! Escolhemos um restaurante na beira da praia, e depois de muita risada combinamos de alugar uma motoca no dia seguinte e conhecer Nacpan.
       
      12/04/2017 – El Nido (Filipinas)
      Tomamos o café-da-manhã estilo buffet, e comemos o omelete feito na hora. Saímos com nossos amigos para alugar a motoca, abastecemos e seguimos para Nacpan – uma viagem de 40 minutos em estrada asfaltada. Aqui vai a dica: abasteçam a moto com 1,5 litros pois não vai gastar mais do que isso para ir e voltar. A praia é linda demais, de águas transparentes e areia quente de queimar a alma.

      Por volta das 16hs retornamos e decidimos assistir o pôr-do-sol em Las Cabañas – um ritual bastante comum na região; todo mundo vai pra lá!

      Devolvemos as motos a noite, e já fechamos a van para o dia seguinte, que nos levaria de volta para Puerto Princesa para seguir viagem. Dali pra frente não encontraríamos mais nossos amigos argentinos, então foi hora de nos despedirmos.
      Nesta noite decidimos comer o churrasco do hotel – quando digo churrasco, entenda frutos do mar, frango e porco na brasa. Foi meio caro, mas foi ótimo não ter que caçar um restaurante vazio no centro para conseguir comer.
       
      13/04/2017 – El Nido (Filipinas) > Puerto Princesa (Filipinas)
      A van nos buscou no hotel pouco depois de tomarmos café-da-manhã, e ao contrário da ida, essa van era bem zuadinha. Tivemos que viajar com o ar condicionado desligado, e mesmo assim a van quebrou duas vezes. Algumas pessoas perderam (ou quase perderam) o vôo, mas o nosso era mais tarde então esse imprevisto somente reduziu o tempo que ficaríamos esperando no aeroporto. Fazia muito calor, então ao invés de procurar um lugar para comer com os mochilões nas costas, ficamos em um restaurante bem simples do lado do aeroporto – pelo menos tinha ar condicionado. É engraçado porque a gente falava que era brasileiro, e todo mundo começava a falar em espanhol com a gente.
      Nas Filipinas você paga as taxas de terminal a parte. Todo aeroporto ou porto que você for, vai cobrar uma taxa antes de você embarcar.
      Chegamos no aeroporto de Cebu, e de lá pegamos um taxi até o terminal de onde saem os ônibus que circulam pela ilha. Quando fechei a rota, descobri que o meio mais barato de chegar nas praias de Cebu são os ônibus amarelos da Ceres. Só que eu achei que era tudo bem mais próximo; pegamos o ônibus às 18h10 e chegamos em Moalboal às 21h20 (o Felipe queria me matar hahaha) – detalhe: pergunte pelo ônibus com ar condicionado! A gente viajou em um ônibus sem ar, e foi tenso.
      Ficamos na beira da estrada, e pegamos um triciclo até o Marcosas Cottage Resort.
       
      14/04/2017 – Moaboal (Filipinas)
      Acordamos para o café-da-manhã, que estava incluído na diária – e era bem gostoso! Do lado do hotel tinha um mercadinho, e lá eles alugavam moto. Diferente dos outros lugares, o capacete estava incluído no valor do aluguel.
      Seguimos na estradinha de Cebu, que é linda de morrer! A viagem até a Kawasan Falls durou por volta de 30 a 40 minutos; precisa pagar a entrada, mas a trilha é muito bem estruturada e fácil de se localizar. Infelizmente era feriado, e a cachoeira estava cheia de gente, mas ficamos por lá por um tempo, mergulhamos, subimos até a parte de cima e rendeu boas fotos.

      Retornamos para Moalboal para conhecer as praias. A Panagsama tem pouquíssima areia e optamos por seguir até a White Beach. A praia estava abarrotada de gente, mas caminhamos pela areia para conhecer um pouquinho do que tinha lá, almoçamos no restaurante de um hotel, que é pé na areia. Eles têm o costume de armar algumas barracas na areia e alugam para quem quer passar o dia ali – como se fosse nossos guarda-sóis e cadeiras de praia. Como tinha muita gente, saímos para comprar uns snacks e aproveitar um pouco a piscina do hotel, que era gigante.

      Também usamos o tempo para replanejar nossos próximos passos. A idéia era no dia seguinte irmos para Dumaguete, mas fazer o Tubarão-baleia de lá seria muito puxado...então decidimos mudar o roteiro e ir direto para Oslob. Encontramos um hotel que ainda tinha vaga e era bem barato, e a boa notícia é que não tivemos que pagar o hotel que cancelamos.
      Jantamos no próprio hotel, e foi uma das melhores comidas que experimentamos durante toda a viagem.
       
      15/04/2017 – Moaboal (Filipinas) > Oslob (Filipinas)
      Quando acordamos, vimos que tinha chovido pela manhã. Tomamos o café-da-manhã, arrumamos nossas malas e fizemos o check-out. O triciclo nos levou até a beira da estradinha, e esperamos pelo ônibus que nos levaria até Oslob. A gente achava que seria o mesmo ônibus que pegamos até Moalboal, mas depois de 10 minutos de espera chegou um ônibus amarelo da Ceres bem mais espaçoso e com ar condicionado (uhuuu). Depois de uma hora e meia, paramos na rodoviária a céu aberto de Bato, onde pegamos o ônibus para Oslob. Em 20 ou 30 minutos chegamos no Lantawan Resort.
      Um cara do hotel nos deu carona de moto a noite até o centro da cidade – sim, estávamos em 3 na moto rs. O centro de Oslob é bem simples mas é bem legal; tem alguns restaurantes, casa de câmbio, mercadinho e muita comida de rua.
      Depois de jantar, combinamos com o pessoal do hotel de alugar a moto para o dia seguinte. Compensava mais tanto pelo que pagaríamos, quanto pela liberdade de ir de voltar de onde quiséssemos.
       
      16/04/2017 – Oslob (Filipinas)
      Acordamos super cedo para ir até o Tubarão-baleia; chegamos lá ainda não era 5 horas da manhã – e já estava cheio de gente. O Whale Shark Watch fica aberto das 6 horas da manhã até o meio-dia, e a gente decidiu ir até a feira da manhã que acontece no centro de Oslob, e tentar voltar mais tarde para ver os tubarões.
      A feira é bem rústica e tem de tudo – carne, frutas, vegetais, várias coisas dissecadas. Tomamos café-da-manhã ali, e era extremamente barato e gostoso (confesso que não era o lugar mais limpo do mundo, mas a gente gosta de se misturar com os locais e vivenciar um pouco do dia-a-dia deles).

      Trocamos dólar na casa de câmbio, e debaixo de uma chuvinha chata voltamos no tubarão. Estava bem menos caótico, e foi uma das coisas mais impressionantes que já fiz na minha vida. Ver estes animais em alto mar, fora de cativeiro, foi sensacional. Para ir e ficar no barco você paga 500 pesos, com snorkeling 1.000 pesos e o mergulho com cilindro é 1.500 por pessoa – esse é o preço para turistas, pois os filipinos pagam metade do preço. São 30 minutos de interação.

      Seguimos para a Tumalog Falls; não precisa pagar para entrar, mas não pode descer a estradinha com a sua moto. Descemos a pé porém a subida é bem pesada, então pegamos carona com uns motoqueiros que fazem o percurso por 30 pesos. A cachoeira é super diferente, mergulhamos um pouco mas o chão dela é meio de lama.

      Quando saímos de lá, um minitruck quase pegou a gente de moto na estrada; passou muito rápido e tinha muita gente em cima da caçamba. Na velocidade que estavam dava para perceber que não seria possível frear até a beira da estrada e eles acabaram capotando e bateram em uma casinha na beira da rodovia – o acidente foi muito feio, e foi muita sorte não caírem no barranco à beira mar.
      Voltamos ao hotel, e almoçamos em um restaurante muito legal perto do local onde nadamos com os tubarões. Lá eles tinham contato com os barqueiros que fazem o percurso de Oslob até Bohol, e pagamos até mais barato do que o preço normal (800 pesos por pessoa) – não tivemos que pagar nada na hora. Ficou combinado de um triciclo nos buscar no hotel no dia seguinte; saímos de lá e seguimos até o centro histórico de Oslob para caminharmos e conhecermos as redondezas.
       
      17/04/2017 – Oslob (Filipinas) > Bohol (Filipinas)
      Nós devolvemos a motinho que alugamos na noite anterior, então tomamos café-da-manhã no hotel mesmo e fizemos o check-out. Para não fugir da rotina, nossa carona até o porto não chegou rs mas a gente já tinha super se acostumado. O pessoal do hotel foi muito gentil, e correram atrás de um triciclo pra gente – uns fofos, pois eles não tinham obrigação nenhuma de fazer isso.
      O barco é grande e não balança tanto; a travessia dura de 1:30 a 2 horas e é bastante tranquila – pagamos 800 pesos por pessoa (o preço normal é 1.000 pesos), além do triciclo que nos levou até o barco.
      Chegamos em Bohol na hora do almoço. Desembarcamos na ilha de Panglao na praia, e um caminhãozinho levou a gente até o centrinho de White Beach, próximo do nosso hotel. Fizemos o check-in e saímos para almoçar. Já era bem tarde, mas conseguimos encontrar um lugarzinho bem bacana para comer. Caminhamos um pouco pela praia...ela é bem ok, mas depois de El Nido e Coron, fica difícil de se impressionar.
      Aproveitamos a piscina, apesar de a água estar bem quente, e mais tarde jantamos em um restaurante com música ao vivo na beira da praia.
       
      18/04/2017 – Bohol (Filipinas)
      Além de conhecer as praias, fomos até Bohol com um objetivo principal: os Tarsiers!!! Os pontos principais de Bohol ficam um pouco distantes da praia, o que super vale curtir uma viagem de moto nas estradinhas filipinas.
      Alugamos uma moto bem cedo – 350 pesos por 24 horas (muito barato!). Rodamos 40 km até chegar na Mahogany Forest, e depois mais 5 minutos até o Santuário dos Tarsiers. Que criaturas mais impressionantes! Eles são muito pequenos e parecem viver em uma paz sem igual...foi uma experiência muito curiosa, mas ao mesmo tempo existem algumas controvérsias neste “santuário”...os Tarsiers são tão pequenos que é necessário sempre ter alguém indicando para os turistas onde eles estão, apesar de todo o local ser cercado. Como em todo lugar no mundo, tem muita gente sem noção que desrespeita a distância mínima e enfia a câmera na carinha desses seres tão impressionantes.

      Saindo de lá seguimos por mais uns 15 km até Chocolate Hills. Se prepare para subir alguns vários degraus, mas que a vista compensa infinito.

      Na volta, almoçamos no restaurante que fica na frente dos Tarsiers, e paramos para tirar algumas fotos na Mahogany Forest. A estrada é muito bonita, e só a viagem de moto já valeria a pena.

      A noite fechamos o barco que nos levaria até Cebu no dia seguinte, e jantamos em um restaurante muito fofo chamado Guinit Bar – rústico, e pagamos 10 dólares em uma porção de frutos do mar fenomenal, que alimentaria umas 4 pessoas tranquilamente! Um dos melhores pratos de toda a viagem.

       
      19/04/2017 – Bohol (Filipinas) > Cebu (Filipinas) > Cingapura
      Fizemos o check-out bem cedo e devolvemos a motoca na rua onde ficam os triciclos. Na noite anterior combinamos com um motorista de nos levar até o porto, em Tagbilaran – pagamos 300 pesos. Foram 40 minutos, na mesma estradinha que nos levou até os Tarsiers.
      O barco é simples, e tem 3 classes. Nós pagamos a classe intermediária: banco um pouco mais espaçoso e ar condicionado; foi 1:50 de viagem, e do porto em Cebu pegamos um taxi até o aeroporto. Como eu mencionei antes, em todo aeroporto e porto você paga uma taxa antes do embarque. O embarque para Cingapura nos custou 750 pesos por pessoa – bem cara!

      Nós chegamos em Cingapura já era noite, então trocamos um pouco de dinheiro no aeroporto, e ao invés de ir de metrô, desta vez optamos em ir de Uber para chegar mais rápido no Wink hostel; era bem ok, com aquelas camas meio cabines. Jantamos em um restaurante chinês na esquina do hostel, e saímos correndo para conseguir ver o Gardens by the Bay de noite. Valeu muito a pena a correria, ele é lindo demais! A entrada é gratuita, você só paga se quiser entrar em algumas atrações dentro do parque que funcionam somente de dia.

       
      20/04/2017 – Cingapura > Bangcoc (Tailândia)
      Tinha bed bugs na nossa cama ☹. Acordamos bem cedinho porque tínhamos horas contadas para explorar Cingapura. Tomamos café-da-manhã em Chinatown, e seguimos de novo para o Gardens by the Bay para explorar de dia. As atrações pagas abrem a partir das 9hs, então chegamos meio cedo demais rs mas subimos na ponte suspensa – que é alta pra caramba! De lá caminhamos pelo shopping e seguimos até o Merlion Park (mais ou menos 1,3 km – 20 minutos andando), e não tivemos tempo de subir no topo do Marina Bay Sands.

      A gente voltou para o hostel e fez o check-out. Aproveitamos as últimas horas para conhecer Chinatown, e descobrimos um mercadão local, cheio de restaurantes bem simples e recheados de comidas típicas. A comida era muito boa, e enquanto a gente almoçava conversamos bastante com um casal chinês que mora faz anos em Cingapura. Foi uma experiência muito rica, e ficamos muito felizes de ter descoberto esse lugar!

      Buscamos nossos mochilões no hostel, e pegamos o metrô até o aeroporto para fechar nossa viagem com chave de ouro: em Bangcoc!
       
      21/04/2017 – Bangcoc (Tailândia)
      De Tailândia a gente já está super expert, então passamos por lá mais pra matar saudade 😊. Ficamos hospedados no Lebua at state hotel, e ele é sensacional! O quarto é enorme, tem piscina, e o café-da-manhã é ridículo de bom. A gente se deu esse presente, aproveitando uma promoção e para descansar bem antes do retorno.

      A tarde nós fomos até o Chatuchak Market – ele abre somente de final de semana, mas na sexta-feira funciona parcialmente. Compramos bastante coisinhas pra casa e algumas roupas, voltamos para o hotel para tomar um banho e iniciamos nosso retorno pra casa.
      <Como de costume, fizemos uma planilha com todos os gastos; se quiserem receber é só deixar o e-mail nos comentários que eu retorno o quanto antes  >
    • Por cleitonlc
      Primeiramente, venho por meio deste relato, descrever a minha viagem que fiz para o Sudeste Asiático, o objetivo de compartilhar minha experiência, é de ajudar as pessoas que pretendem conhecer esta região que é fantástica.

      Peço desde já, desculpas, caso o relato não esteja legal e bem descrito, porém repito, quero apenas ajudar!!!!!!!!



      Preparativos



      A ideia, surgiu á muito tempo atrás rsrs, uns 3 anos, porém eu sempre postergava, pois sempre tenho férias em abril, que é o mês mais quente na Tailândia!!!

      Em janeiro de 2017, resolvi, que não iria postergar esta viagem, então resolvi iniciar com a compra das passagens, e iniciei as pesquisas.

      Estava muito caro, as passagens para ir saindo do Brasil, então a melhor oferta que achei, foi saindo dos Estados Unidos, então emiti com milhas ida e volta GRU x JFK (Nova York) e comprei pela Emirates, para ir de NYC para Bangkok, e volta de Manilla para Washington.





      Visto



      Não é necessário para brasileiros, visto para visitar a Tailândia, Malásia e Filipinas, apenas necessitei de visto para entrar nos Estados Unidos, porém já tinha o mesmo.

      Vacina Febre Amarela



      Para entrar na Tailândia, é obrigatório apresentar o comprovante internacional de Vacinação contra a Febre Amarela



      Hospedagem



      Depois, iniciei as pesquisas, para onde iria, e iniciei as reservas, todas elas pelo Booking.com, abaixo o meu cronograma de viagem. Opto sempre por Hostel, pelo fato de economia, porém fiquei em Hostel apenas nas Filipinas em El Nido, pois na Ásia, as hospedagens, costumam ser mais baratas do que em outras regiões do mundo.



      13/04 a 16/04 - Bangkok, com hospedagem no Rambruttri Vilage Plaza



      16/04 a 18/04 – Ao Nang com hospedagem no Krabi Heritage Hotel



      18/04 a 21/04 – Phi Phi com hospedagem no PP Insula

      21/04 a 22/05 - Krabi, hospedagem no Palmari Boutique Hotel (Hotel próximo ao aeroporto de Krabi.)

      23/04 a 26/04 – El Nido (Filipinas) – Hospedagem no Spin Designer Hostel

      Todos os lugares, onde me hospedei, muito bons, não tive nenhum problema em nenhum deles, muito bons, em especial o Spin Designer Hostel em El Nido



      Transporte



      GRU x JFK – Delta – emitido com 35.000 milhas Smiles

      JFK x GRU – Delta – emitido com 35.000 milhas Smiles

      Comprei todos os trechos internos daqui no Brasil, abaixo os trechos.



      Bangkok x Krabi – Air Asia

      Krabi x Manila – Air Asia

      Manila x El Nido – Air Swift (ida e volta)



      Internet



      Na Tailândia, Malásia e Filipinas, assim que desembarquei, comprei um chip com internet e direito a ligações, comprei no aeroporto mesmo, vale muito a pena, assim tinha internet 4G no celular.



      Dinheiro



      Os maiores custos da viagem, são as passagens aéreas que comprei aqui no Brasil, levei espécie U$$1.000,00 para gastos em geral, hospedagens, alimentação, passeios, Transportes, e usei cartão de crédito também

      Meu gasto total na viagem, foi de aproximadamente R$10.000,00, não calculei na unha gasto por gasto, mas este valor, contempla tudo, desde as passagens aéreas, transportes, Hospedagem, passeios e alimentação.



      Alimentação





      Sou um mochileiro, uma coisa que não tenho frescura é com comida, não sou de ir para restaurante caro ou chique, porém, tem sempre que ser limpo rsrsrs.

      Sempre busco comer a comida típica da região, nem que seja uma vez.



      Vamos ao relato.......



      09/04/2017 – Inicio da Longa viagem



      Meu vôo partiria de Guarulhos para Nova York as as 21:15hs, então cheguei no aeroporto de Guarulhos, por volta da 19:00hs, fiz o check in, e esperei o embarque, cerca de 10 horas de vôo até chegar em NYC, não vou falar sobre NYC, pois o tema da viagem, é o Sudeste Asiático, caso queiram saber sobre NYC, segue o link do meu relato de uma viagem em 2015. https://www.mochileiros.com/nova-york-6-dias-26-04-2015-a-01-05-2015-t126250.html

       
      11/04/2017 – Nova York x Bangkok, e chegada na terra do calor de matar rsrs



      As 16:30hs, partiria o vôo para Dubai, teve um atraso de 3 horas, por conta de um problema técnico na aeronave, o que para mim foi bom, pois teria de esperar menos em Dubai rsrs, e não corria o risco de perder a conexão, mais 14 horas de NYC até Dubai.

      As 15:30hs hora local, aterrissamos no Aeroporto de Dubai, aí tive uma conexão de cerca de 6 horas e finalmente o vôo para Bangkok.

       
      13/04/2017 – Chegada em Bangkok, Songkran Kao San Road a Noite!!



      Desembarquei no aeroporto de Bangkok-Suvarnabhumi por volta das 09:00hs.

      Como já tinha visto em vários relatos, antes de ir para a migração, é necessário passar pelo Health Control, preencher um formulário e apresentar o passaporte com o comprovante de vacinação contra a febre Amarela, só após este procedimento, se pode ir à migração.

      Então foi o que eu fiz, segui para a migração com o formelário do Heath Control já OK

      A fila da migração foi até que rápida, cerca de 15 minutos na fila, e sem problema algum, não me fizeram nenhuma pergunta.

      Saindo da fila da migração, já fui em uma casa de câmbio no próprio aeroporto, para trocar dólares por moeda local, e em seguida, já comprei um chip de telefone, com internet, para os 10 dias que ficaria na Tailândia

      Para chegar até a região de Bangkok, onde me hospedaria, optei por ir de Metrô, peguei a linha amarela que sai do aeroporto, e fui até a estação que é a mais próxima da Kao San Road, região onde me hospedaria. Da estação até o Hotel, optei por pegar um Uber.

      Era o feriado do Songkran, estava um caos Bangkok, muito transito, demorou um pouquinho, mas cheguei no hotel. O Hotel onde fiquei hospedado, estava nas imediações da Kaoo San Road, por ser o feriado, estava uma animação total nas ruas, guerra de água para todo lado.

      Cheguei no hotel, exausto, e dormi bastante, e a noite, fui para a Kao San Road, onde fechei um passeio para o Floating Market.

       
      14/04/2016 – Floating Market, Grand Palacios, Wat Pho



      Neste dia, acordei bem cedo, logo após o café da manhã, segui até a agencia de turismo, de onde sairia a Van que iria para o Floating Market. Por volta das 07:00hs seguimos viagem para a região do Floating Market. Cerca de 2 horas, lá chegamos.



      O Floating Market, é bem interessante, abaixo algumas fotos.



      Após a visita ao mesmo, iniciamos o retorno para Bangkok, então decidi visitar o Grand Palácio.



      Também visitei o templo Wat Pho. Fazia muito calor neste dia.

      Após visitar os templos, segui para o hotel para descansar, e logo após a noite, fui como todos os dias para a Kao San Road



      15/04/2017 – Dia Em Bangkok – Transporte Público – Templos em Ayutthaya fechados



      Devido ao feriado Songkran, que foi entreos diass 13 a 15 de abril, muita coisa em Bangkok estava fechada, e os templos em Ayutthaya também, não tinha excursões disponíveis, diria que isto foi uma falha no meu planejamento rsrs, mas ok!!! Segue o jogo.

      Já que neste dia não seria possível ir até Ayutthaya, tirei o dia para ficar por Bangkok mesmo.

      Fui encontrar com um amigo do Brasil, em uma espécie de mercadão, onde almoçamos por lá e andamos bastante por toda a cidade de Bangkok de ônibus, a pé e de barco rsrs.




       
      16/04/2017 – Hora de Iniciar a Ida para as Ilhas – Ao Nang – Phi Phi



      Neste dia, um domingo, acordei bem cedo, tomei café da manhã, e preparei minhas coisas, pois teria um vôo as 14:00hs para Krabi. Então peguei um Uber e segui para o aeroporto de Don Mueang.


      Chegando no aeroporto de Krabi, fui até o guichê de onde vendiam a passagem para Ao Nang, comprei o bilhete, e em 15 minutos iniciou a viagem em um micro-ônibus. Cerca de 1 cheguei a Ao Nang, o Micro-ônibus, me deixou na porta do Hotel, onde me hospedaria.

      Já eram cerca de 17:00hs, resolvi ir até a praia, para reconhecimento doo mar tailandês, e já fui presenteado por um belo Pôr do Sol. Rsrs

      Logo após, à noite, fiquei andando por Ao Nang, a região dos comércios, é bem legal, possui diversos restaurantes e comércios. Também fechei um passeio para Hong Island.



      17/04/2017 – Passeio Hong island. – Um dos melhores passeios da Trip



      Neste dia, logo após o café da manhã no Hotel, a Van do passeio passou no hotel, e então se iniciou o passeio para Hong Island, fomos até o Píer em Ao Nang, e de lá pegamos o Barco, eu adorei o passeio e recomendo. O passeio tem almoço incluso.



      Abaixo algumas fotos deste passeio que achei fantástico.




      Após o passeio, fiquei pelo centrinho de Ao Nang, e comprei minha ida para Phi Phi Island. no dia seguinte.



      18/04/2017 – Railay Beach, e Ida para Phi Phi



      Neste dia de manhã, fui para Raylay Beach, peguei um barco que sai da Praia em Ao Nang, e em cerca de 10 minutos, cheguei em Railay Beach, o dia estava um pouco nublado.

      Railay Beach, é bem pequeno, porém muitas pessoas optam por se hospedar lá. Eu achei Ao Nang bem mais estruturado.

      Fiquei cerca de 1 hora na praia por lá, e depois retornei a Ao Nang, pois teria de fazer o check out no hotel e seguir viagem para a tão sonhada PHI PHI Island.

      Cerca de meio dia, a Van passou no hotel, e segui para o Píer em Ao Nang.

      No píer lotado de gente, entrei no Ferry e seguimos viagem para Phi Phi, cerca de 2 horas de viagem, bem tranquilo, cheguei no Píer em Phi Phi.

      Aí foi só localizar o Hotel, guardar as coisas, e já fui ao View Point.

      Bastante gente no View Point, fiquei lá até o final do pôr do Sol, e lá encontrei um pessoal que havia conhecido no Floating Market de Bangkok, e já combinamos de fechar um passeio volta a ilha em Phi Phi para o dia seguinte.

      Fomos a uma agência em Phi Phi, no qual me indicaram, e fechamos um barco privativo, visto que já tinha algumas pessoas interessadas no passeio conforme disse a funcionária da agência. Lembrando que eram todos brasileiros.



      19/04/2017 – Dia èpico rsrs – Volta a Ilha Phi Phi – Barco Privativo



      O Inicio do passeio estava previsto para as 12:30hs, devido as condições da maré. Este horário estava na agência, e lá chegou o restante do pessoal que ia fazer o passeio, fomos ao Pier e se iniciou o passeio, que demonstro abaixo em fotos, diria que foi um dia épico, o barco muito animado, praias paradisiacas, dia top!!! Galera fantástica





      Após o passeios, combinamos de ir para as festas que tem na praia, é muito animado, a galera bebe no baldinho, tem shows de fogos na praia, super animado.



      Para quem gosta mais de ficar de boa, o outro lado da ilha, a noite é super calmo



      20/04/2017 – Outro passeio de Barco em Phi Phi



      Gostei tanto da volta a ilha, que neste dia, resolvi fazwer outro passeio de barco, porém menor pela Ilha, foi ótimo o passeio, no mesmo horário, fui a agência.



      Foi um passeio um pouco diferente, porém o guia nos deu mais tempo como por exemplo da Phi Phi Lagon, em Maya Bay, que não estava cheia rsrs, diria que curti mais as praias neste dia.

      Abaixo algumas fotos.




       
      21/04/2017 – Dia de deixar o Paraiso Phi Phi



      Era uma sexta feira, meu ultimo dia na Ilha Phi Phi, um dia antes comprei a passagem para retornar a Krabi, pois tinha uma reserva em um hotel , bem próximo ao aeroporto.

      Fiz o Check Out no Hotel no qual estava hospedado e fui para Long Beach, que é uma praia em Phi Phi, onde se tem uma trilha para chegar a mesma.

      Cerca de 30 minutos de caminhada, bem traquila a trilha, e cheguei a praia, que é bem bonita.

      Curti a praia, e retornei ao Hotel para pegar minhas malas, almocei no Ana’s, restaurante em Phi Phi que adorei, todos os dias jantei lá, pessoal super educado, e já até sabiem meu prato predileto, Fried rice with Srimps. (arroz frito com camarão)

      Depois o almoço, seguir ao Pier.

      Embarquei no Barco, 2 horas de viagem e já estava em Krabi, ai foi segui para o Hotel, onde me hospedaria, que era proximo ao aeroporto. Chegeui no Hotel, perto das 18hs.



      Em frente ao hotel, tinha uma feira, bem legal por sinal, dei uma volta lá, e depois fui para o hotel descansar.



      21/04/2017 – Krabi x Kuala Lampur – Malásia (Inicio da Jornada até o Paraiso El Nido)



      Era uma sabado de manhã, acordei bem cedo, e o hotel tinha um trasnfer para o aeroporto, que era bem perto, cerca de 15 minutos de carro, meu vôo era as 08:00hs, com desstino a Manilla nas Filipinas, porém teria uma conexão de 10 horas em Kuala lampur.



      Por volta das 10:00hs, desembarquei em Kuala Lampur, passei pela imigração, comprei um chip de celular, e como já havia pego algumas dicas, peguei o metô no aeroporto, e segui para o Centro de Kuala Pampur, pois queira conhece a Petronas Tower.

      Cerca de 40 minutos, desci na Estação Central , e de lá peguei um metrrô até a Petronas Tower.


      É bem legal a região do Petronas Tower, pois tem um shopping dentro da mesma, eu queria subir o Petronas, porém, só tinha horário disponível as 19:00hs, porém, por volta das 20hs, eu teria de estar no aeroporto de Kuala Lampur, pois meu vôo para Manila, seria as 21:15hs.

      Por volta das 18hs, retornei ao Aeroporto de Kuala Lampur, e as 21:15hs, embarquei para Manila.

      Cerca de 3 horas de Vôo, chegamos no aeroporto de Manila.



      22/04/2017 – Seguindo Viagem para El Nido – Chegada em El Nido - Tour A



      Desembarquei no aeroporto de Manila, por volta da 01:00hs da manhã, meu vôo para El nido, seria as 06:30hs, teria uma longa espra.

      Se vocês acham que os aeroporto no Brasil, são bagunçados, tirem isso da cabeça de vocês, pois, o aeroporto de Manilla, é o pior de todos rsr. Do terminal onde desembarquei, era Terminal 1, eu precisava me dirigir até o terminal 4 (Vôo Nacionais), fui me informar se esxistia algum transfer para o terminal, NEGATIVO rsrs, então peguei um Uber e segui para o Terminal 4.

      Lá chegando, o mesmo é muito pequenos, e não cabia quase mais ninguém kkk, mas achei um espaço e por lá fiquei, por volta das 05:00hs, fiz o check in, e as 06:30 hs embarcamos para EL Nido.

      Cerca de 40 minutos de vôo, desembarcamos em El Nido, me senti desembarcando em uma fazenda kkkkk, lá a recepção, é com música ao Vivo, e a empresa Air Swift, oferece um café da manhã.

      Peguei o taxi, e segui para o Hostel onde me hospedaria.

      Cheguei por volta das 08:30 hs no hostel, o Check in seria as 14:00hs, para aproveitar o tempo, mesmo virado, sem dormir rsrs já fechei o Tour A no próprio Hostel, a moça do hostel, ainda falou que o café da manhã, estava liberado se eu quisesse.

      Por volta das 09:00hs, veio o pessoal da agência me buscar, para inicar o passeio, que foi fantástico, um lugar mais paradisiaco que o outro.



      El Nido



      Local super túristico, porém ainda tem aquele clima de um local não muito explorado, não tem MC Donalds e nem Starbucks kkk, diria ser uma vila de pescadores com muitos turistas, na maioria turistas independentes.



      Tour A – El Nido – Abaixo fotos do mesmo!!!






       
      Após o passeio, umas 18:00hs, eu já estava no Hostel, tomei um banho, sai para comer algo, e depois capotei, pois estava praticamente 48 horas no ar, sem dormir, neste dia já deixei agendado o TOUR C para o dia seguinte.



      23/04/2017 – El Nido TOUR C



      Neste dia, acordei por volta das 07:00hs, já bem recuperado do cansaço, tomei café da manhã, no Hostel, que era muito bom o café da manhã.

      Por volta das 09:00hs, o pessoal da Agência chegou ao hotel, e seguimos para o Pier, de onde sairia o passeio, Tour C.

      Passeio sensacional, vou resumir nas fotos abaixo:







       
      O Passeio se encerrou as 18hs, passeio fantástico, fiquei encantado por El Nido, ai foi só tomar um banho, jantar.

      Depois fiquei no Hostel, conversando e trocando experiência com outros viajantes.



      24/04/2017 – El Nido TOUR B



      Os Tours A e C, são os mais procurados em El Nido.

      Como eu já tinha feito os 2, queria fazer o Tour B ou D, porém os mesmos não tem muita procura.

      Fui até a agência, verificar a disponibilidade de um deles, e fui informado que não teria nesta data.

      Porém, a pessoa da agência, me disse que um grupo de Italianos, teria reservado um barco priovativo para o Tour B, e disse que poderia ver se eles deixariam eu fazer o Tour com eles.

      Os italianos, concordaram e então fiquei feliz da vida rsrsrs.

      O grupo de italiano, era muito bacana, muito animados, o passseio foi muito legal.

      Me surprreendeu o Tour B, pois não é tão procurado.



      Abaixo algumas fotos do mesmo.





      Após o passeio, marquei um curso de mergulho em el Nido, para o dia seguinte.



      25/04/2017 – Ultimo dia em El Nido - Mergulho



      Neste dia, de manhã, as 10hs, segui para a agência onde reservei o mergulho.

      Por volta das 10:00hs, seguimos no barco, e fiz o curso de mergulho.

      Me impressionei muito com o curso, pois foi muito bom, cheguei a descer 20 metros no mergulho, sensacional.

       
      26/04/2017 – Bye Bye El Nido – Inicio da Longa Viagem até Washington DC.



      Acordei bem cedo, tomei café da manhã, e segui para o aeroporto de El Nido, pois meu vôo seria as 08:30hs para Manilla.

      Na despedida de El Nido, música Ao vivo, e um café da manhã como cortesia pela Cia aérea Air Swift.

      Cerca de 40 minutos de vôo as 09:30hs, estava em Manila, desta vez tinha transfer para o terminal 1, de onde saem os vôos internacional.

      A espera seria longa, pois meu Vôo para Dubai, seria as 18:00hs, mas resovi ficar no aeroporto mesmo esperando.

      As 18:00hs, embarquei para Dubai, onde faria conexão de 4 horas para depois pegar meu vôo para Washington, confome falei no inicio do post, fui via Estados Unidos, por conta do preço da passagem, porém como o post, pé referente a Asia, não vou relatar aqui, minha estada nos Estados Unidos, que foi de 1 dia em Washington DC, e 2 dias em Nova York.

      Caso tenham interesse, deixo aqui o link do meu relato, da minha viagem para Nova York. https://www.mochileiros.com/nova-york-6-dias-26-04-2015-a-01-05-2015-t126250.html



      Conclusão



      A Ásia, diria que é um destino viciante rsrs, pois é muito paradisiaco, e acesível financeiramente, conseguindo uma passagem barata, a viagem se torna muito acessível.

      Adorei a Tailandia em especial Phi \Phi, tem uma vibe muito legal.

      EL Nido, diria que foi a cereja do bolo, um dos lugares mais lindos que já visitei, me surpreendeu muito, pois ainda não é tão explorado, como a Tailandia.



      FIM!!!!!!



      Espero ter contribuido com este relato, me coloco a disposição a ajudar, quem pretende ir a algum dos lugares no qual visitei, e digo que vale muito a pena mochilar e desbravar o mundo.



      Ná dúvida, Viaje!!!!












    • Por marcosrgf
      Existem alguns lugares que dispensam apresentações, todavia nem todos possuem a fama que merecem, este é o caso de EL NIDO na ilha da Palawan nas Filipinas.
       
      A dificuldade de acesso a esse paraíso o mantém inatingível para muitos viajantes, digo isso porque existem duas formas de chegar a essa cidadezinha, a primeira é mais comum é pegando um avião para a cidade Puerto Princesa e de lá transitar por longas 5 a 6 horas de van em uma pista sinuosa nada convidativa. A segunda opção e mais cara, é pegar um voo da companhia Air Swift em aviões de pequeno porte para um resort nas proximidades de El Nido, isso pela "bagatela" de U$ 300,00, na baixa temporada, valor alto que foge do orçamento da maioria dos viajantes!
       
      Não importa como se deseja chegar em EL NIDO, só acho que você deva fazer o possível para conseguir, e minha missão aqui é convencê-lo !!!
       
      Todos os passeios da cidade são estruturados em Tours diferenciados por letras, de A ate D, assim são praticamente idênticos entre as agências, no que concerne a preços, duração, itinerários... desta forma optamos por realizar os nossos pela recepção do hotel.
       
      Os preços tabelados são os seguintes:
       
      Tour A = 1.200 pesos filipinos
      Tour B = 1.300 pesos filipinos
      Tour A = 1.400 pesos filipinos
      Tour A = 1.200 pesos filipinos
       
      Deve-se pagar uma taxa de 200 pesos filipinos para acesso ao parque nacional, a taxa vale para 10 dias consecutivos.
       
      Todos os passeios partem do mesmo local, a praia do centro de EL Nido, geralmente algum funcionário ti chama no hotel no horário combinado e na praia você se junta ao grupo e lhe indicam o seu barco e guias.Os tours começam a partir às 08h30 - 9h00.
       
      Se quiser ver fotos e vídeos, acesse a página a seguir: http://www.porondefui.com.br
       
      O Tour A se inicia com o trajeto de barco até a Small Lagoon por cerca de 40 minutos, um lugar maravilhoso, tenha sorte de ir num dia de céu aberto, a luz do sol deixa as águas perfeitamente azuis, tivemos a sorte de pegar um dia perfeito. Veja nas fotos a seguir: http://www.porondefui.com.br/2017/05/74-el-nido-tour-small-lagoon-big-lagoon.htm
       
      Neste link tem o vídeo do Youtube com a Small Lagoon, la você pode ver melhor o quanto esse lugar é fantástico! CLIQUE AQUI :
       
      O caiaque não esta incluído no passeios, alguns nativos alugam por 300 pesos por 30 minutos, vale muito a pena, pois com o caiaque se atinge pontos mais afastados do que nadando, mas se quiser, vá a nado mesmo! Só não deixe de ir, pois o barco não acessa a lagoa, na verdade a abertura é tão pequena que só passa um caiaque por vez!
       
      A Big Lagoon, diferente da Small, é acessada pelo barco grande mesmo, infelizmente não é um ponto de parada, mas somente de passagem, se entra, faz uma volta e sai. O lugar é extraordinário !!! Prepare sua câmera e coração !
       
      A Secret Lagoon fica escondida atrás de rocha e é acessada por uma fenda onde se passa uma pessoa por vez, dentro a água fica mais turva mas não perde sua beleza. Em determinado momento ficamos sozinhos dentro dela, aí sim tivemos uma experiência mais interessante. Não há muito o que se fazer nesse ponto, somente visitá-la e voltar ao barco.
       
      Em Shimizu Island foi onde paramos para o almoço, enquanto preparavam a refeição, nos indicaram um bom lugar para snorkel, fica entre as duas grandes rochas, foi muito bacana, porém o mar estava agitado naquele ponto, ficou complicado nadar, mesmo com a experiência que temos.
       
      A faixa de areia é curta, mas suficiente para abrigar os vários barcos que a utilizam para servir o almoço, é muito peculiar ter uma refeição tão completa num paraíso tão remoto!
       
      Já a praia 7 commandos fica na parte "continental" da ilha, ou seja, na própria ilha de Palawan, e foi um lugar muito divertido. Logo que aportamos, fomos avisados que tínhamos 1h30 minutos de permanência, e de cara já vi um pessoal jogando vôlei, e não podia perder a oportunidade de jogar. No início tinham times mistos de franceses e portugueses, mas logo foi chegando mais gente e só ficaram os homens, decidimos fazer um desafio internacional, Filipinos X Resto Mundo, o time dos filipinos era composto pelos barqueiros e o resto do mundo os turistas. O jogo tomou proporções altas, ninguém queria perder, cada ponto parecia gol em final de copa do mundo, o resultado foi vitória do resto do mundo por 2 sets a 1.
       
      O jogo durou tanto tempo que logo que acabou já tivemos que ir embora ! Logo, eu, Marcos, nem conheci a praia !!!
       
      Voltamos para El Nido por volta das 16h30, plenamente satisfeitos com o passeio !
       
      DICAS IMPORTANTES:
       
       
      1 - Compre ou alugue calçados que possam molhar. Caminhar pelas pedras pode ser um pouco desconfortável depois de muito tempo.
       
      2 - Procure usar muito filtro solar e ficar na sombra enquanto navega, há que ficará muito tempo exposto nas praias, caiaques, snorkel... Era muito comum ver aqueles gringos vermelhos ao extremo!
       
      3 - Leve snacks e lanches na mochila, o almoço pode demorar um pouco !
       
      4 - Dry Bag é um item quase que essencial, pois o barco joga muita água pra cima e tem acessos nas praias que a água chega ao peito. Pode até mesmo comprar por lá, o preço não era nada exorbitante.
       
      Assim que possível continuo relatos com as outras opções de TOURs !!! Até mais !!

×
×
  • Criar Novo...