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Birovisky

Alguém já foi ou anima ir acampar em Pongaí-SP (Próximo à Borborema)? Nesta sexta pós Corpus Christi.

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Amigos bom dia, boa tarde e boa noite.

 

Eu estou pensando em ir acampar na entrada desta cidade chamada Pongaí, onde fica um Camping, às margens do Rio Tietê. Como na sexta ficarei em casa, vou partir após almoço de onde eu moro (Matão) até Pongaí.

 

Descobri o lugar em razão de um dia ter ido pescar e desembocamos no Camping quase que sem querer. O valor para "montar as traia" é de R$50,00 por veículo, independente quantas pessoas e barracas tenham dentro do carro.

 

E aí quem anima?

 

Qualquer atualização, fotos e o restante do relato, vou ir postando aqui.

 

::Cold::

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Pessoal dando um UP! aqui para quem se interessar. Nos encontramos na famosa ponte comprida que separa Borborema de Novo Horizonte a tarde. Quem se interessar, por favor entrar em contato.

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Conforme prometido segue abaixo meu relato desta viagem realizada no fim de semana do feriado. Obrigado a quem se interessar também acessar meu blog, onde trato de assuntos variados, de A a Z! - http://rezenhando.wordpress.com.

 

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Em mais uma desventura em série, desta vez o destino programado foi nas proximidades de Pongaí. Aproveitamos o feriado de Corpus Christi para zarparmos com o Bala de Prata até a “Prainha” de Pongaí e por lá montamos nossa barraca. Um paraíso inabitado e ainda desconhecido por muitos, com uma brisa relaxante e paisagens que fazem até o personagem do Tolerância 0, ir de 0 a 100 em tempo recorde.

 

Aproveitamos que o feriado de Corpus Christi emendou, e partimos até a área de Camping de Pongaí. Tá mas aonde fica? Da mesma forma como o nosso Camping anterior, é só você seguir a SP-333 (Rodovia Laurentino Mascari), mas desta vez é necessário atravessar a famosa “Ponte Cumprida” e seguir por mais alguns quilômetros até nos depararmos com um posto do lado direito, não tem erro, após o posto, 50 metros adiante, terá uma singela e discreta pista de terra, é só adentrar ali que haverá uma discreta guarita.

 

Nós chegamos por volta das 19:30, e curiosamente não tinha ninguém na portaria e estava tudo escuro (Descobrimos no outro dia que o zelador noturno estava afastado e o outro chegara pela manhã), mesmo assim a curiosidade falou mais alto, uma vez que antes de irmos, entramos em contato com a prefeitura e garantiram que funcionava 24 horas. Ao adentrar no Camping TODOS os quiosques estavam vazios, não tinha uma alma, me senti o dono do local, com toda aquela área só para mim. Logicamente descarregamos a barraca e objetos em um local estratégico, de frente para o Tietê, eu queria muito acordar com o nascer do sol.

 

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Em aproximadamente 30 minutos, montamos a barraca e itens importantes devidamente organizados. Além do arsenal de cerveja e carne estrategicamente alojados. Aí foi só alegria, colocamos a criança para incendiar, e fizemos um churrasco “humildão” para matar a “larika” e admirar a imponente Lua Cheia e o seu reflexo no Tietê, lindo demais.

 

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Um ponto negativo do local são os banheiros, eles não são imundos, mas também não estavam brilhando e cheirando lavanda. As duchas provisoriamente são apenas de água gelada, e no caso deste fim de semana, extremamente gelada. O argumento é que as duchas com controle de temperatura, as pessoas estavam “passando a mão”, dá para acreditar nisso? Só sei que lá pelas 23:00 fui banhar e quase enfartei, mas cá estou vivo.

 

A noite foi tranquila, teve apenas um entretanto, deixamos um saco de pão com presunto e mussarela para fora dentro de um saco, uma legião de gatos do caipiroto na surdina da noite comeram tudo, e foram eles porque pela manhã visualizamos os sorrateiros. Ou seja ficamos apenas com algumas frutas de café da manhã, nem fiquei chateado, pois foi uma “comida de bronha” nossa.

 

Eu acordei com umas das imagens mais belas que este par de olhos puderam presenciar até hoje, fiquei paralisado por alguns minutos admirando e depois antes que perdesse o registro, resolvi tirar uma foto de dentro da barraca.

 

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Das 7:00 em diante o zelador com um nome bem caricato chega, o “Seu” Jesus, ele controla a entrada e saída de pessoas, e fui conversar com ele para acertar a nossa estadia. No Camping temos uma lanchonete controlado por um casal de senhores há muito tempo, eles chegam aproximadamente as 8:30, e lá você pode encontrar de tudo com um preço justo: Gelo, Carvão, Pães, Lâmpadas e dentre outros itens básicos que você for precisar para acampar ou alimentar-se.

 

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O local parece pequeno, mas vale por boas caminhadas até o tablado de pesca onde pode-se tirar lindas fotos do local, e panorâmicas magnificas. Para quem gostar de pescar, pode levar as “traia” e a vara porquê é um excelente ponto de pesca no tablado, eu fiquei me remoendo de não ter conseguido levado as minhas. Dando a volta chegamos num local onde pode desembocar os barcos, uma rampa de acesso direto ao rio.

 

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Entre os limites do Camping, temos a área para banhistas. Pela manhã estava ventando e muito frio, então fui apenas após 15:00 dar uma testada nas águas, e curiosamente não estavam muito geladas, nadei de boa, e o local a água é rasa, e conforme vai indo mais para o meio vai ficando mais fundo, assim como as praias mesmo, e no local possui limitadores até onde os banhistas podem ir, e pasmem um Salva Vidas que fica ali por perto para ninguém fazer merda.

 

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O melhor estava por vir, eu estava bem feliz e tranquilo ao lado de minha namorada, mas ao mesmo tempo chateado, lamentando que meus amigos nunca podem presenciar tais paisagens comigo e compartilhar de momentos tão bons, infelizmente, mas eis que surge uma família de Itápolis, o Denílson e a Vanessa com vossa filha chamada Yasmim, campeiros de primeira viagem, porém muito bem equipados e preparados. Fizemos amizade de primeira como se nos conhecêssemos a tempos, com assunto que não acabava mais, fiquei muito feliz em finalmente ter alguém para poder compartilhar experiências e que estivesse nessa empolgação para sempre acampar. Depois de um bom tempo de conversa e risadas, combinamos a noite “espanca um xurras” até fala chega, e foi o que aconteceu. Eles dirigiram-se até nosso quiosque e lá ficaram até altas horas, onde bebemos as brejas até esgota ambos os estoques e finalizar as carnes. Neste meio tempo, surgiu um casal de campeiros experientes em todos os aspectos, o “Seu” Carlos e a Dona Tinha, bem equipados também, onde vieram oferecer arroz feito na hora com fogareiro, foi difícil não aceitar. Ficamos por um bom tempo todos conversando até chegar um ponto que começou a ventar muito e fazer muito frio. Aí cada um foi para sua barraca dormir. Que noite cara, ainda mais ouvindo a Canal 1, que nesse horário rola só trilhas de filmes antigos, nem curto né?

 

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Pela primeira vez pegamos chuva, e que chuva durante a madrugada, regada a ventanias, e aí que vou entrar em um assunto polêmico, assim como mamilos, temos uma barraca do estilo Canadense, comparada com as iglus de vareta atuais, são muito mais pesadas, obsoletas e deveras ortodoxa, mas na boa, mesmo se me dessem uma Top destas iglu não trocava por nada. Ela sequer se mexeu com o “pau torando” para fora, não entrou uma gota de água, e detalhe o zíper central está quebrado, a segurança que ela traz é sensacional, e eu posso falar com experiência no assunto, pois acampei com os dois tipos de barracas e não tem nem comparação.

 

Como puderam observar neste relato e pelas fotos, é um Paraíso Desconhecido. Para quem quiser acampar e gastar o mínimo este é o lugar. Pelo que me indicaram, no verão é quando ferve com muita gente acampando, espero no verão voltar para ver o fervo. Mas independente da estação do ano, quem gosta de acampar de verdade e não tem “viadagem” vai a qualquer momento, e vale muito a pena, um lugar que traz paz ao espirito e um colírio para nossos olhos.

 

E se o post influenciou vocês a irem, comentem o que acharam do lugar. Seu comentário sempre é muito importante, é o que dá alma ao Blog.

 

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::hahaha::::sos::::hãã2::

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