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Budapeste - Viena - Praga - Berlim: 18 dias de férias após 10 anos de estudos e trabalho - Julho/16 [Fotos e dicas]

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Em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos que colaboraram com o planejamento da minha viagem no post que criei anteriormente (budapeste-viena-praga-berlim-t126378.html). Agora venho retribuir à comunidade com um relato dessa viagem, que foi simplesmente perfeita!

 

INFORMAÇÕES GERAIS:

 

Uma breve introdução contextual:

 

Decidi fazer essa viagem para me presentear e tirar férias (de verdade) após uns 10 anos de ralação… Defendi minha tese de doutorado em março desse ano e uns três dias depois já estava com as passagens compradas. Comprei rápido justamente para não correr o risco de “refugar” depois.

 

Essa foi minha primeira viagem internacional a lazer (já tinha ido a Cingapura em janeiro de 2015, mas foi para uma conferência). Enfim, férias mais que merecidas depois de tantos anos.

 

Roteiros:

 

Eu estava decidido que tiraria pelo menos 15 dias na Europa. Só não sabia exatamente onde. Então, pesquisando no Viaje na Viagem encontrei uma dica de roteiro que me encantou: Budapeste, Viena, Praga e Berlim - um passeio pela Europa Central. Budapeste, Praga e Berlim foram cidades que sempre tive vontade de conhecer, então aproveitei a dica.

 

Então planejei para aproveitar o máximo possível de cada cidade, tal que o roteiro ficou assim:

 

Saída de BH: 03/07

Budapeste: 4 noites (chegada 04/07; 5; 6; 7; saída 8 ) - 3 dias inteiros

Viena: 4 noites (chegada 8; 9; 10; 11; saída 12) - 3 dias inteiros

Praga: 4 noites (chegada 12; 13; 14; 15; saída 16) - 3 dias inteiros

Berlim: 6 noites (chegada 16; 17; 18; 19; 20; 21; saída 22) - 5 dias inteiros

Total de noites: 18

Total de dias inteiros: 14

 

Passagens e seguro viagem:

 

Comprei as passagens pelo Submarino Viagens no dia 28/03 por R$4.100,00 (incluindo taxas), e paguei mais R$50,00 pelo seguro viagem. Ida pela KLM com conexão em Amsterdã e volta de Berlim pela Alitalia com conexão em Roma.

 

Foi justamente com o seguro viagem que tive algumas dores de cabeça com o Submarino Viagens - eles colocaram a origem da minha viagem como Afeganistão (era Brasil, claro!). Liguei várias vezes (ficando literalmente horas no telefone para ser atendido. E mesmo depois de informar o erro, por 3 vezes me enviaram a apólice errada) e mandei e-mails (que nunca foram respondidos), até que registrei reclamações no Consumidor.gov.br (https://www.consumidor.gov.br/) e no Reclame Aqui (que demorou uns 50 dias para ser respondido). Uma semana depois recebi uma resposta pelo consumidor.gov.br, até que consegui cancelar a compra do seguro viagem. Acabei fazendo separadamente pela Mondial Assistance (paguei uns R$350,00).

 

Hospedagem:

 

Escolhi os hostels e hotel pelo Booking.com. Fiquei pesquisando por um bom tempo, até que fiz as reservas por até meados de Abril.

 

Budapeste (04/07 a 08): Best Choice Hostel

Viena (08/07 a 12): Wombat's City Hostels Vienna at The Naschmarkt

Praga (12/07 a 16): Pension Pohádka Praha

Berlim (16/07 a 22): Derag Livinghotel Grosser Kurfürst

 

Nota: decidi ficar em uma pensão em Praga e em um hotel em Berlim justamente porque eu sabia que tudo seria muito cansativo, e eu queria relaxar um pouco mais na segunda metade da viagem. Como eu disse, estava me presenteando, então o sacrifício financeiro valeria a pena (e valeu!).

 

Orçamento:

 

Com passagens e hospedagens prontas, foi hora de começar a pesquisar os gastos. Fiz levantamentos de gastos com alimentação, preços de atrações e passagens de ônibus ou trem entre as cidades. Comprei tickets de algumas atrações antecipadamente (o que foi importante), como a tour pelo Parlamento de Budapeste e TV Tower em Berlim, por exemplo.

 

No fim das contas, acabei levando ~900 EUR num cartão pré-pago mais 1.100 EUR em espécie.

 

Transporte interno:

 

Pesquisei muito e estava achando as passagens de trem entre as cidades muito caras. 40 EUR para cima! Até que vi uma dica aqui, para comprar as passagens de ônibus pela Student Agency por preços absurdamente baixos. Porém, como tinha vontade de experimentar uma primeira viagem de trem, acabei encontrando uma companhia de Budapeste que estava vendendo passagens para Viena com ótimo preço. Então ficou assim:

 

Budapeste para Viena: 19 EUR (trem RailJet)

Viena para Praga: 15 EUR (ônibus RegioJet)

Praga para Berlim: 15 EUR (ônibus RegioJet)

 

Saída de BH dia 03 (domingo):

 

A viagem começou no aeroporto de Confins, saindo 12h e chegando às 13h no Rio de Janeiro (Galeão). O vôo da KLM partiria somente às 19:50, então tive tempo suficiente para andar pelo aeroporto e ficar conversando com dois camaradas que iriam para Miami; com isso o tempo “passou rápido”. O vôo saiu exatamente no horário previsto. Achei o avião bem confortável, com configuração 3-4-3 na classe econômica.

 

Imigração em Amsterdã:

 

Chegamos por volta de 12h de domingo no aeroporto Schiphol em Amsterdã. Fui direto em direção ao portão de embarque para o vôo para Budapeste, que sairia às 14:20. Passei pela imigração, e o agente foi muuuuito tranquilo. Ele apenas pegou meu passaporte e perguntou o que eu iria fazer (respondi “férias”) e onde eu iria; ele até brincou “você não vai passar em Amsterdã?”, respondi que dessa vez não, mas que iria na próxima, aí ele respondeu “então tá bom, mas fique em Amsterdã da próxima vez, caso contrário não deixarei você entrar” (risos).

 

O vôo acabou atrasando por uns 30 minutos, mas deu tudo certo.

 

Vamos, então, ao principal: as cidades! ::hahaha::

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BUDAPESTE (04 noites):

 

Hospedagem: O Best Choice Hostel fica em uma excelente localização: na Váci utca, uma rua comercial de passagem apenas de pedestres. É turista para tudo quanto é lado com sacolas de compras nas mãos… Tem uma estação de metrô a uns 5 minutos de caminhada, bares, restaurantes e cafés por todos os lados. Na média deve ter uma casa de câmbio a cada 50 m. Fácil acesso à pé a muitas atrações e praças.

 

Esse hostel é simplesmente excelente! As recepcionistas são muito bacanas, o quarto de 2 camas era bom, e o banheiro privativo sempre limpo. O lugar é bem calmo à noite. O único contra é que a internet praticamente não funcionava no quarto. Enfim, excepcional relação custo/benefício. Recomendo fortemente!

Nota: alguns reviews no Booking.com reclamavam que era difícil localizar esse hostel. Mas ao confirmar a reserva, você recebe um e-mail com informações de como chegar ao hostel, e uma foto da entrada (que, de fato, não tem placa). Com isso não foi difícil encontrá-lo.

 

Valor: 80 EUR para 4 noites (quarto com duas camas).

 

Mapa com pontos de interesse: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1nwxaRzfcUx9YfywX-PUfFAVxgos

 

Dia 04 (segunda-feira):

 

Desembarquei em Budapeste por volta de 16:50 e corri para pegar o shuttle da companhia miniBUD em direção ao hostel (paguei uns 13 EUR). Cheguei no Best Choice hostel por volta de 17:30, arrumei minhas coisas, tomei um banho e saí por volta das 18:30 ou 19h. Câmera no pescoço e mochila nas costas… bora conhecer a cidade!

 

Caminhei pela Váci utca, e troquei uns 100 EUR em forints. Fui em direção a Vorosmarty square, desci para o lado do rio e andando em direção a Chain bridge. Atravessei a ponte e subi as escadarias à direita do funicular, em direção a Fisherman’s Bastion; deu para suar um bocado. A vista lá do alto é fantástica e é obrigação subir lá por volta do pôr do sol, e ficar apreciando a vista enquanto a cidade vai se acendendo.

 

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Embora o dia estava quente, lá no alto estava ventando bastante e começou a ficar frio. Então desci e fui cortando uns caminhos em direção ao Parlamento. Ahhhh… o Parlamento… ao chegar de frente para ele (ainda pelo lado Buda) consegui tirar "a foto" da viagem:

 

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Entrei na estação de metrô Batthyány: primeiro contato com as máquinas de compra de ticket. Foi bem tranquilo mexer e comprei o ticket mais barato - short trip (válido para até 3 estações) para simplesmente atravessar o rio e sair do lado do Parlamento (ah, e não se esqueça de validar seu ticket na entrada da estação). As estações, por sinal, realmente têm escadas rolantes cabulosas: são enormes, muito inclinadas e rápidas.

 

Dei umas voltas em torno do Parlamento, depois segui em direção a estação Arany János, onde ao lado tem um street food chamado Retro Bufe e comi um tradicional langos. Depois desci a pé em direção ao hostel, chegando por volta de umas 23h.

 

Dia 05 (terça-feira):

O dia estava ensolarado, mas ventando frio. Saí cedo para tomar café da manhã numa cafeteria chamada Anna Cafe a uns 100 m do hostel.

 

Depois segui para o ponto de encontro para uma free tour “Original” para ter uma visão geral da cidade com a Laura como guia. Foi espetacular! Durante as ~3h, ela contou vários fatos históricos sobre a cidade, pessoas importantes, etc. Começamos pelo lado Pest e seguimos para cruzar a Chain Bridge. Em seguida subimos a escadaria em direção Buda castle e terminamos a tour em frente a Mathias Church. Dei 10 EUR de tip. Recomendo extremamente que façam tours com essa companhia, em especial, com a Laura.

 

Seguindo uma dica que vi aqui no mochileiros, fui almoçar goulash no Baltazar Budapest. Como não estava com muita fome, acabei pedindo um prato pequeno; talvez por isso a sopa não veio tão caprichada como já vi fotos de outros lugares. Estava boa, mas achei caro pela simplicidade - só alguns pedaços de carne e batata, com um pão para acompanhar.

 

Peguei um ônibus e voltei para o lado Pest, passei em uma loja de conveniência “dm” e comprei algumas coisas para tomar café e lanchar no hostel depois.

 

Em seguida voltei para a Vorosmarty square para fazer uma communism tour às 15:30. Essa é uma tour diferente: não é para “ver atrações”, mas sim para conhecermos um pouco mais alguns fatos históricos da época do comunismo no país, passando por alguns monumentos e importantes prédios históricos. A tour terminou por volta de umas 18:30.

 

Nessa altura já estava quente, e eu estava bem cansado com dores nos pés de tanto andar. Voltei para o hostel para comer alguma coisa. E ainda decidi subir à Citadela por volta das 20:30… Mais andança… Eu estava exausto! Mas decidi subir lá assim mesmo. E pior: decidi levar um tripé para tirar fotos. Nunca subi tanta escada na minha vida! Quando cheguei lá, estava exausto, até tremendo de cansaço! Haha Mas valeu a pena, e muito! O lugar é incrível e tem uma vista espetacular da cidade.

 

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Obs.: fui fazer uma time lapse da cidade, mas ficou horrível, pois foi a primeira vez que tentei e errei ao escolher uma configuração de foco. :(

 

Lá pelas 22:30 comecei a descer as escadarias. O lugar é muito mal iluminado! Tive de usar a lanterna do celular, mas mesmo assim peguei o caminho errado e saí do outro lado, próximo da Liberty Bridge. Passei para jantar no McDonald’s próximo do hostel.

 

Dia 06 (quarta-feira):

Tomei café com próprio hostel, com as compras que fiz no dia anterior. Fui à pé até o início da Andrássy út, e fui caminhando em direção a Heroes Square. Passei em frente a House of Terror (mas não entrei) e cheguei na Heroes Square. Fiquei por lá uns 15 minutos e segui em direção ao Vajdahunyad Castle (muito bacana de se visitar!).

 

Peguei o metrô e desci próximo da St. Stephen’s Basilica. Almocei um delicioso hamburguer no Jack’s Burger. Às 15:30 fui fazer outra free tour (:D), a Jewish Tour com a Ursula. Essa tour foi mais fraquinha…

 

À noite fui ao Szimpla bar, que é o ruin bar mais famoso da cidade. É simplesmente espetacular! Comi um hamburger e depois fui ao Irish Pub para assistir um pouco da semi final da Eurocopa entre Portugal e País de Gales.

 

Dia 07 (quinta-feira):

Por volta das 9h cheguei na Király thermal bath, que fica no lado Buda. Estava em dúvida entre essa casa de banho e a Veli Bej, que são as mais antigas e tradicionais, sem contar que são as mais visitadas pelos próprios locais. Sinceramente, não tive interesse nenhum em ir na Széchenyi ou Gellért, que são as mais “badaladas”, e cheias de turistas. A Király é pequena, e tem exatamente o estilo que eu procurava: sossegada e tradicional estilo turco, da época do império ottomano. Ou seja, uma autêntica casa de banho. Então deixo aqui minha dica: se quer algo mais autêntico e clássico, que é frequentado por locais, vá na Király ou Veli Bej (dicas de locais!).

 

Por volta de 12h saí em direção a estação de metrô Batthyány para pegar o metrô em direção ao Parlamento: eu tinha comprado antecipadamente um ticket para uma tour guiada dentro do Parlamento às 13h. Achei o ticket caro (18 EUR) para uma visita curta, em que se vê muito pouco; mas achei bacana. O ponto alto é ver a coroa milenar protegida por dois guardas (não se pode tirar fotos).

 

Depois entrei na St. Stephen’s Basilica e subi a torre para uma visão panorâmica da região. Fui ao Market Hall e comi um langos numa famosa barraca de street food. Pedi um langos parecido com um que tinha de amostra na bancada… Mas o que veio foi enooooorme!!! ::mmm:

 

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Naturalmente não consegui comer tudo. Aliás, não consegui comer nem a metade direito. Estava delicioso, mas era muito grande. Dei umas voltas no mercado central, que já estava quase na hora de fechar, e ainda comprei algumas garrafas pequenas de Unicum e Pálinka para trazer para casa para experimentar depois. Observação: o melhor horário para visitar o mercado central é de manhã, pois tem mais coisas e é mais "agitado".

 

Voltei para o hostel para arrumar minhas coisas para a saída no dia seguinte. Mais à noite fui ao John Pub para assistir a outra semi final da Eurocopa entre Alemanha e França. Comi um excelente hamburger com uma ótima cerveja. O fato curioso é que eu errei a rua do bar, e quando dei a volta na outra rua, acabei encontrando 2000 HUF no chão! Haha Jantar “de graça”.

 

Dia 08 (sexta-feira):

Acordei umas 6h para me prepara parar sair em direção a estação de trem Keleti Pályaudvar. Peguei um ônibus em frente a estação Ferenciek; outra curiosidade: ao tentar comprar o ticket com o motorista, ele disse que não tinha mais tickets e que era para eu embarcar! Então fui de graça mesmo. ::otemo::

 

Cheguei umas 8h na estação de trem, que é beeem antiga. As sinalizações não são muito amigáveis para turistas - quase tudo está em húngaro. Eu já tinha comprado a passagem online para Viena (http://www.mavcsoport.hu/en), e custou 19 EUR, então tive que encontrar uma máquina para coletar o meu ticket. Então foi só aguardar o trem chegar e fazer minha primeira viagem de trem. ::hahaha:: Rumo a Viena!

 

Considerações:

 

Budapeste é uma cidade realmente maravilhosa. É linda! Uma cidade cheia de vida. Cada cantinho tem uma história. Parece um museu a céu aberto.

 

É uma cidade compacta, então dá para fazer quase tudo à pé mesmo. Acho que usei metrô e ônibus só umas 4 vezes. Portanto, considero que não é viável comprar o passe de transporte para os dias que ficar na cidade.

 

Ah, e a cidade é realmente barata. Os preços em geral são muito bons. Com ~2.000 HUF você consegue fazer ótimas refeições.

 

Apesar de ter lido alguns comentários sobre scam (especialmente em torno da Váci utca, que é onde fiquei hospedado), em nenhum momento me senti inseguro. Haviam, de fato, homens na Váci utca chamando para night clubs - isso eu acredito que é um baita risco!

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VIENA (04 noites):

 

Hospedagem: O Wombat’s City Hostels Vienna at The Naschmarkt é um hostel muito bom, com excelente infraestrutura, com elevadores, lavanderia, cozinha, e tudo mais. A localização é muito boa, ao lado da feira Naschmarkt, a uns 10 minutos a pé do State Opera House, com dois supermercados ao lado, e uma estação de metrô a uns 100 m.

 

Fiquei hospedado em um quarto com 4 camas no segundo andar, de frente para o Naschmarkt. O baheiro é privativo e sempre limpo. Um problema, entretanto, foi que o quarto só tinha um ventilador do tipo coluna, muito fraco… Os dias estavam muito quentes e abafados, então foi aguentar o calorão à noite.

 

O café da manhã custa apenas 4.50 EUR (uma verdadeira barganha para os padrões de preços de Viena) e é do tipo “coma o quanto conseguir” - um banquete excelente!

 

O ambiente do hostel é completamente “teen”... e como era de se esperar, pelo menos 90% dos hóspedes são da faixa pré-adolescentes a jovens de 20 anos. Aí que veio um grande incômodo: esses “teens” ficavam na calçada, bem debaixo da minha janela, bebendo até altas horas da noite, fazendo algazarra, conversando alto e gritando. Então ficava a dúvida: se fechava as janelas, morríamos assados, se as deixava abertas tínhamos que suportar o barulho da molecada.

 

Valor: 110 EUR para 4 noites (quarto com 4 camas).

 

Mapa com pontos de interesse: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1_U1tQfW_uWN0Ttjxmkx3qxAkVPI&usp=sharing

 

Dica top: compre o Vienna Pass + Travel card (https://www.viennapass.com)! Com isso você tem acesso liberado a mais de 60 atrações, Hop On Hop Off liberado durante todos os dias, e acesso irrestrito ao transporte público. É muito bom mesmo! Comprei o meu pelo site com 10% de desconto por uns 100 EUR e recebi em casa o cartão (crachá), travel pass, guia e mapa depois de algumas semanas. Mas você pode optar apenas de comprar o voucher online e resgatar o kit num ponto de coleta. Ressalva importante: use o Vienna Pass de manhã cedo, pois ele conta o dia em si, e não a hora do uso; por exemplo, se você usar ele pela primeira vez às 17h para entrar em um museu, aquele dia já estará contado e você terá somente mais dois dias inteiros para usar.

 

Dia 08 (sexta-feira):

 

Cheguei de trem na estação Hauptbanhof às 12:20. Almocei no Subway e em seguida fui para a estação de metrô integrada. Cheguei no hostel pouco antes das 14h, fiz o check-in e às 14h subi para o quarto.

Por volta das 15h fui à pé ao Belvedere Palace e fiquei passeando pelo seu jardim, que não estava tão bonito como já vi em outras fotos - parece que eles tinham reformado o jardim há pouco tempo, então muitas flores e plantas estavam pequenas e ainda fechadas. Porém consegui umas boas fotos:

 

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Segui em direção a St. Charles Church, entrei e subi na cúpula… lá no alto estava sufocante! Espaço pequeno e quente demaaaais. Comecei a suar igual um louco, e desci rapidamente para a praça.

 

Fui para o Café Museum e pedi um café gelado e um tradicional apfelstrudel. Estava delicioso. Fiquei um bom tempo ali curtindo o ambiente e me recuperando do calor infernal.

 

Depois voltei para o hostel, tomei um banho e fui tentar jantar no famoso Figlmuller para comer um tradicional schnitzel. Cheguei lá às 21:35, e o garçom disse que a cozinha já estava fechada. :cry: Então acabei jantando um schnitzel em um restaurante próximo da State Opera House (é uma delícia!); essa janta saiu em quase 20 EUR… aí já deu para sentir o drama dos alto preços de Viena comparado às outras cidades.

 

Dia 09 (sábado):

 

Tomei um ótimo café da manhã no hostel e parti para a Michaelerplatz para uma tour “grátis” às 9:30 com o Vienna Pass. Com isso deu para ter uma visão geral da cidade, e alguns fatos históricos.

 

Por volta de 12h entrei na St. Stephen Cathedral (com Vienna Pass), mas não deu para fazer a tour com audio guia, pois a igreja iria fechar e só voltaria depois de ~1h. Porém consegui fazer uma tour às catacumbas da igreja (não pode tirar fotos); foi muito bacana!

 

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Almocei, e fui de metrô ao Schobrunn Palace para fazer a grand tour (incluso no Vienna Pass). O luxo do palácio é algo impressionante! Depois da tour de ~1h, fui passear pelos seus jardins (enormes) e muuuito bonitos.

 

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Anexado aos jardins do palácio está o zoológico, que tem um casal de pandas, ursos polares, pinguins, coalas e cangurus… Ou seja, não poderia deixar de visitar (incluso no Vienna Pass).

 

Depois disso, e enfrentando um calor daqueles… tomei forças para subir a ribanceira em direção ao Gloriette. Mas para descer peguei carona (inclusa no Vienna Pass) no trenzinho que fica rodando pelos jardins.

 

Saindo do palácio peguei o Hop On Hop Off e fui para o parque, para subir na roda gigante (incluso no Vienna Pass) para curtir o pôr do sol. Mas antes, claro, tive que comer um tradicional e hot dog muito bom.

 

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Dia 10 (domingo):

 

Acordei bem cedo e parti para o cemitério para visitar os túmulos de Beethoven, Strauss, Mozart (curiosidade: embora haja o túmulo de Mozart, eles não sabem ao certo onde ele foi enterrado, então resolveram deixar o túmulo que é apenas representativo. Fonte: guia da tour que fiz) e cia. Na entrada do cemitério você pode pegar um áudio guia (~7 EUR) mas me arrependi de ter pago isso, pois eu só tinha interesse mesmo era na região desses músicos famosos.

 

Às 11h cheguei na região dos city cruises. Fiz um passeio de barco de 1h, que confesso ter sido bem chato…

 

Ao fim desse passeio, fui almoçar no Hard Rock Café. Foi a primeira vez que fui em um, e achei o máximo! O ambiente é muito agradável, com vários instrumentos musicais antigos. As refeições são bem caras, hambúrger na faixa de ~15 EUR, e coquetéis também na faixa de absurdos 15 EUR! Então fiquei só no hambúrger com fritas e refri mesmo :P Mas como eu tinha o Vienna Pass, tinha direito a um sundae top ao apresentar um voucher do passe.

 

Após esse almoço fui a pé ao apartamento de Johan Strauss (que foi bem decepcionante, para falar a verdade); pelo menos a entrada foi “grátis”. Depois desci em direção ao Hundertwasser museum e village: esse lugar é fantástico!!!

 

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Eu sabia que tinha um ponto do Hop On Hop Off perto do museu Hundertwasser, mas não consegui encontrá-lo e perdi mais de 1h para pegar a linha correta do Hop On Hop Off para me levar à Danube Tower, onde você tem uma vista muito bacana da cidade.

 

Fiquei pouco tempo lá, e corri para pegar o Hop On Hop Off seguinte, para voltar ao hostel. Tomei um banho e corri para a Rathausplatz, onde tinha uma fanfest para curtir a final da Eurocopa. Muita segurança e polícia por todo lado, com direito a revista no acesso à fanfest. Foi show! A praça estava lotada. Haviam muitos portugueses, que obviamente festejaram bastante com a vitória de Portugal sobre a França. Deu para sentir o gostinho de curtir uma atmosfera de um jogo na Europa (mesmo não sendo em um estádio em si); e posso confirmar: eles são apaixonados por futebol!

 

Dia 11 (segunda-feira):

Esse foi um dia mais tranquilo… sem correria. De manhã fui na praça dos museus.

 

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E em seguida fui na Universidade de Viena para ver os bustos de alguns famosos que curto, como o “pai da Física Quântica” Erwin Schrödinger.

 

Depois segui para o museu de Freud. Fica num apartamento onde ele costumava trabalhar. É bem bacana mesmo!

 

Saí para procurar o ponto do Hop On Hop Off da linha verde, que me levaria à vila de vinhos. Como vi qu ele passaria às 13h, almocei rapidamente num McDonald’s. Ao chegar em Grinzing (vila dos vinhos) desci do Hop On Hop Off mas simplesmente fiquei perdido, sem saber o que fazer ali. Eu pensei que era uma atração específica, mas na verdade era um vilarejo mesmo, muito bonito por sinal. Andei um bocado e voltei ao ponto do Hop On Hop Off para subir o alto da colina, onde se tem uma visão panorâmica da cidade, porém decidi não descer do ônibus, pois já estava cansado e ele passava somente a cada 1h. O ônibus continuou e foi para o lado oposto da colina, saindo de Viena, até chegar ao monastério de Klosterneuburg que só vi mesmo de dentro do ônibus.

 

Já era quase 17h quando voltei ao hostel para lavar minhas roupas. Demorei uns 10 minutos para entender como a máquina funcionava (era a primeira vez que mexia naquele tipo de máquina). Enquanto isso dei uma rápida saída para trocar uns forints (moeda húngara) que eu esqueci de trocar em Budapeste, e no caminho da volta, passei pelo Naschmarkt (infelizmente já estavam fechando as barracas) - embora eu estivesse hospedado literalmente em frente ao famoso mercado, não o visitei como deveria. :oops:

 

Ao voltar à lavanderia, peguei minha roupa e fui usar a secadora. Depois de uns 30 minutos, vi que a roupa ainda estava úmida, então tive que pagar novamente para usar a secadora de novo; mas dessa vez deixei rodar por quase 1h (mas com medo de estragar a roupa). Haviam vários outros hóspedes reclamando das secadoras, que realmente não estavam funcionando direito.

 

Arrumei minhas coisas, preparei minha mala para a viagem na manhã seguinte, e fui jantar no famoso, tradicional e caro(!) Griechenbeisl. Comi um filé mignon com sauvignon blanc, e depois peguei gostoso sorvete frutado de sobremesa… 50 EUR na mesa! ::ahhhh:: Mas valeu a pena esbanjar ao menos uma vez na viagem, embora a comida não seja láaaaa… essa coisa toda. Você paga mais pela fama do local. Aproveitei, claro, para tirar umas fotos da parte do restaurante que possui assinaturas de famosos e celebridades como Mozart, Beethoven, Schubert, Pavarotti, e vários outros (só não me pergunte se todas são autênticas e qual assinatura é de quem).

 

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Dia 12 (terça-feira):

 

De manhã cedo tomei café, e parti para pegar o ônibus em direção a Praga, que sairia às 08:40.

 

Boooora para a magnífica Praga!

 

Considerações:

 

Como mencionei, Viena foi a cidade mais cara da minha viagem. É uma cidade bem diferente das demais que visitei. Senti que ela tem uma atmosfera mais "elegante", e com excelente infraestrutura.

 

Novamente dou a dica: compre o Vienna Pass com passe de transporte público. Vale muito a pena! Outra dica importante: se for passar um domingo em Viena, programe-se para passear em museus e atividades ao céu aberto, pois praticamente tudo fica fechado aos domingos.

 

Eu queria ter assistido alguma ópera ou operetta, mas a Opera House estava "de férias". :roll:

 

Confesso que fui a Viena simplesmente porque ela estava "no meio do caminho" entre Budapeste e Praga. Mas valeu a pena conhecer essa cidade.

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PRAGA (04 noites):

 

Hospedagem: Pension Pohádka . Um lugar espetacular!!! A localização é excelente: considero a Lesser Town como a melhor região para se hospedar em praga (lugar bonito e longe da muvuca), sem contar que há uma estação de metrô literalmente ao lado. Fica “no pé” do Castle District, a uns 10 minutos de caminhada ao Letná Park (onde você tem a melhor vista da cidade), uns 500 m da Charles Bridge e próximo da Old Town Square. O café da manhã é incluso, e muito bom!

 

Fiquei no quarto Senator, que possui dois andares, ar condicionado, TV, frigobar, banheiro privativo. Havia um roteador no quarto, o que proporcionava um excelente sinal de internet, sem nenhum problema de conexão. Além de ser extremamente confortável e sempre limpo, possui uma bela vista da sacada:

 

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As funcionárias são excepcionais. A Nathin é como uma mãe, sempre procurando o melhor tratamento possível. Outro fator positivo: na recepção tem uma confeitaria (que é onde tomamos o café da manhã) e você tem a oportunidade de comer deliciosas tortas típicas tchecas, além de outras guloseimas.

 

Valor: 264 EUR para 4 noites.

 

Mapa com pontos de interesse: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1F_W9zX0HF5fG9ANwGqjfbny0a3Y&usp=sharing

 

Dia 12 (terça-feira):

O ônibus teve que desviar a rota porque aparentemente havia uma obra na rodovia, e isso levou a um atraso de uns 30 minutos. Então cheguei à estação Ùan Florenc ~13h. Logo ao sair do ônibus já senti o clima da cidade: um camarada muito estranho me abordou oferecendo troca de moeda - ignorei e saí fora (dica: nunca, jamais, troque dinheiro na rua. Pois você provavelmente será trapaceado. Podem te dar moeda falsa, ou moeda super desvalorizada de outro país). Fui num ATM e saquei o equivalente a uns 120 EUR.

 

Na estação tinha um Burger King, que foi onde almocei. Em seguida fui para a estação de metrô para ir ao hotel. As máquinas para se comprar os tickets são moderníssimas…

 

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Coloquei moedas para tentar comprar o ticket, mas elas eram retornadas… Tentei algumas vezes, desisti e abordei um funcionário que falou para eu comprar no guichê. Mas insisti em aprender a usar a máquina e ele foi bem prestativo e foi lá me ajudar. Então validei o ticket e fui para o hotel.

 

Cheguei na pensão, fui para o quarto, tomei aquele banho e desci para o primeiro contato com a cidade em si. O dia estava ensolarado e quente.

 

Fui em direção a Charles Bridge, passando pela região do Franz Kafka Museum. Logo mais a frente tem a famosa rua estreita.

 

Passei pela torre da Charles Bridge e assustei: um mar de gente na ponte! Uma muvuca só!!! Além das centenas de turistas, haviam ambulantes e mendigos por todos os lados, sem contar alguns scammers (camaradas fazendo aqueles jogos de apostas para adivinhar em qual pote está a bolinha… Fique longe!).

 

Atravessei o mar de gente e fui para a Old Town square… Outra muvuca em frente ao relógio astronômico aguardando a hora cheia para ver o show dos bonecos do relógio.

 

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Continuei andando e fui em direção a Wenceslas square. Dei umas voltas e parei para tomar um café no Starbucks, pois o tempo fechou e começou a chover.

 

Lá pelas 18h voltei novamente à Old Town Square para assistir um pouco do espetáculo de jazz que estava acontecendo:

 

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Voltei à pensão, tomei um banho e fui jantar no Malostranská. Comi costelas defumadas e uma cerveja típica. Estava até bom…

 

Em seguida fui curtir o anoitecer e o acender da cidade num local meio isolado nas redondezas do Kafka Museum:

 

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Dia 13 (quarta-feira):

Tomei um café reforçado de manhã e fui para a Old Town Square, no ponto de encontro de uma free tour da New Europe Tours às 10h com o Martin como guia. Nessa tour passamos pelos principais pontos da cidade, recebendo explicações de diversos fatos históricos e curiosidades como o funcionamento do relógio astronômico. Foi muuuito bom! Dei 10 EUR de gorjeta.

 

Ao fim da tour, almocei e já emendei outra tour com a mesma companhia (Prague Castle tour) que custava 11 EUR. Continuei com o Martin como guia por um passio fantástico pela Castle District. Na reta final dessa tour começou a chover bastante.

 

Dica bacana que descobri com essa tour: os guardas da Golden Lane saem às 17h; ou seja, a partir daí o acesso a esse local é liberado. ;)

 

Voltei para a pensão e tomei um cappuccino com uma típica torta tcheca muito gostosa de nozes com alguma outra coisa (esqueci o nome… sorry!).

 

Um fato sobre Praga: como é uma reclamação geral e bem conhecida, o Martin explicou que, de fato, os garçons são geralmente meio rudes e prestam péssimos serviços. Aparentemente eles não gostam do trabalho e se irritam não somente com turistas, mas também com os próprios tchecos.

 

À noite fui ao Grosseto Ristorante, um restaurante que fica num barco ancorado no rio Moldova, próximo da casa de arte e cultura Rudolfinum. Comi uma pizza fantástica. Ah, o atendimento… foi realmente uma exceção à regra: foi excelente!

 

Dia 14 (quinta-feira):

O dia amanheceu chuvoso e frio. Aliás, choveu a noite toda… Resolvi subir ao Castle District para visitar algumas atrações nas redondezas. Para isso, comprei o ticket para o Circuit B, que inclui a St. Vitus Cathedral, Old Royal Palace, St. George’s Basilica e Golden Lane.

 

Desci o morro e, continuando em Mala Strana (Lesser Town), fui em direção à St. Nicholas Church e almocei um sanduíche no Schnellů. Enquanto isso, a chuva não dava trégua… Dei uma passada na Kampa Island, onde estava acontecendo um festival de cultura francesa (muito bacana).

 

Atravessei a ponte Legií, e a chuva apertou. Tive que me esconder dentro de um shopping naquela região. Depois entrei numa boutique da Nespresso para tomar um bom chocolate quente. Estava muito frio! Segui em direção a estação de metrô Mustek, para ir ao complexo Vysehrad (desci na estação de metrô de mesmo nome).

 

Ao sair da estação de metrô a chuva deu uma trégua e o sol começou a aparecer. Fui seguindo as placas indicando o caminho do parque, até que cheguei no ponto com uma das vistas mais bonitas da cidade.

 

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Desci a colina e voltei em direção à pensão, passando pela Dancing House e pela Kampa Island. Tomei um café, tomei um banho e à noite fui ao Letná Park (onde fica o Metronome). Nessa região consegui a melhor vista da cidade, e fiquei admirando o pôr do sol e a cidade se iluminando. Melhor ainda, depois de um dia completamente chuvoso, fui presenteado com um show inesperado de fogos de artifício durante uns 5 minutos, que enfeitaram ainda mais a vista.

 

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Foi uma noite perfeita, para um dia pesado. Era umas 23h quando voltei literalmente correndo à pensão pois estava muuuito frio (com o vento, a sensação era de uns 12 ºC) e eu estava de bermuda! o.O Coloquei uma calça e fui jantar.

 

Dia 15 (sexta-feira):

Acordei ~4:50 para ir ver o dia amanhecer na Charles Bridge que tinha pouquíssimas pessoas, como esperado.

 

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Voltei para a pensão para cochilar mais um pouco… Esse dia foi mais relax…

Por volta de 11h fui fazer um passeio de barco pelo rio Moldova por 1h. Almocei um delicioso queijo à milanesa num tradicional restaurante (e muito visitado por locais) chamado Lokál Dlouhááá; vale muito a pena ir nesse restaurante! Em seguida fui visitar a cúpula da St. Nicholas Church (em Mala Strana), depois segui para o John Lennon Wall, passei na Kampa Island novamente para curtir o último dia do festival de cultura francesa.

 

No fim da tarde passei no restaurante que fica na parte de baixo daquela famosa “rua estreita”, que tem uma ótima vista para a Charles Bridge... fiquei de bobeira por um bom tempo vendo a movimentação e curtindo a vista.

 

Voltei para o hotel para arrumar minha mala e mais à noite fui na Dancing House para tirar minhas últimas fotos da cidade:

 

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Dia 16 (sábado):

Acordei cedo, tomei café e fui para estação pegar o ônibus para Berlim, que sairia às 08:30. Essa seria a viagem mais longa, de ~5h.

 

Considerações:

 

Praga é uma cidade fantástica e muito bonita. A arquitetura e estilo é similar a Budapeste, que assim como tal, é como um museu a céu aberto. Mas diferentemente de Budapeste, Praga é mais compacta, por isso também a sensação de muvuca é maior.

 

Foi justamente essa muvuca e alvoroço todo que me incomodaram um pouco em Praga. Como eu curto muito fotografia, às vezes tinha que ficar aguardando 10, 20… minutos para tirar uma foto “limpa” - sempre tinham ondas de turistas que iam e vinham. Além disso, vi poucos locais. A sensação é que a cidade só tinha turista enquanto os locais ficavam “escondidos”.

 

Devido a esse grande número de turistas, como é de se esperar, tem muito ambulante, mendigos e scams (como o cara que mencionei na hora que desembarquei do ônibus me oferecendo troca de moeda, jogos de azar como aquele de adivinhar que copo está a bolinha, etc).

 

Mas é uma cidade impressionante. Maravilhosa. Deixo, então, para finalizar uma curta time lapse que fiz:

 

Praga em Time Lapse:

 

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BERLIN (06 noites):

 

Hospedagem: O Derag Livinghotel Grosser Kurfürst fica em Mitte, região central da capital alemã. Ótima localização, a 10 minutos de caminhada da Alexanderplatz e possui uma estação de metrô “na porta”. Fiquei num quarto bem confortável com frigobar liberado (2 águas e 2 cervejas) todos os dias, ar condicionado e um banheiro com banheira (que me deixou mal acostumado :P ).

 

Fato curioso: são dois hotéis literalmente um de frente para o outro. O outro é o Derag Livinghotel Berlin-Mitte , que foi justamente o qual reservei pelo Booking.com. Mas ao chegar na recepção, o funcionário disse que minha reserva seria para o outro… Enfim, não questionei pois aparentemente ambos têm o mesmo patamar. Aliás, o café da manhã no Kunfurst era ~18 EUR, enquanto no Berlin-Mitte era 9,90 EUR… Ambos caros, mas tomei café somente duas vezes (no mais barato, óbvio!).

 

O único contra é que percebi que eles devem ter algum script que limita o uso de internet pelo smartphone (somente WhatsApp e Facebook funcionavam, e precariamente), enquanto pelo computador tudo fluia normalmente.

 

Mapa com pontos de interesse: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=11qfeZ_c-NTeLBvBbDi2bsNvMxGY&usp=sharing

 

Dia 16 (sábado):

 

A história já começou com um provável vacilo meu: eu sabia que o ponto final do ônibus era numa estação chamada Zentraler Omnibusbahnhof, que fica ao lado da estação de metrô Messe Nord/ICC, beeeeem a oeste da cidade, na extremidade da região de Charlottenburg. Mas ao chegar em Berlim, o ônibus começou a fazer diversas paradas e alguns passageiros iam descendo esporadicamente, até que chegou no aeroporto Schönefeld e desceram mais alguns.

 

Ao partir desse aeroporto, a comissária avisou que estaríamos seguindo para a última parada em Berlim… Então já comecei a me preparar, pegando mochila, etc. Passados alguns minutos o ônibus entra numa estação de metrô e pára. Desceu um passageiro, eu desci junto, peguei minha mala e fiquei olhando as placas para ver onde ir... quando percebi, mais ninguém tinha descido do ônibus, que continuou viagem! ::ahhhh::

 

Liguei o GPS do celular e vi que estava numa estação de metrô beeeem ao sul da cidade, looonge de onde era o ponto final! ::lol4::

 

Mas eu fiquei tranquilo, pois sabia que a rede de metrô/S-Bahn de Berlim era super complexa (em todos os sentidos. Levei uns dois ou três dias para começar a entender bem as linhas) e me levaria onde eu quisesse. Então fui almoçar no Subway na própria estação, depois subi para a plataforma e comprei numa máquina de ticket da BVG o Berlim Welcome Card 6 dias ABC. Peguei o metrô e desci na estação que dá de frente para o hotel. Final feliz! :D

 

Dica esperta: só fiquei tranquilo na situação para pegar o metrô, transferir entre linhas de U-Bahn e S-Bahn, etc, porque eu já tinha baixado um app que além do mapa do sistema de metrô, também traça rotas para você. Ou seja, é só escolher a estação de origem e destino, que ele te mostra todos os passos intermediários, além de estimativa de tempo gasto. Vale, e muito a pena, baixar esse app: Berlin Subway BVG Map & Route (https://play.google.com/store/apps/details?id=uk.co.mxdata.berlinsubway&hl=en)

E foi justamente com esse app que vi o trajeto que eu fiz para chegar no hotel foi até mais rápido do que se eu estivesse descido do ônibus no ponto final. Ou seja, tem males que vem para o bem. :D

 

Cheguei no hotel umas 15h, arrumei minhas coisas, tomei aquele banho e umas 16h já estava a caminho da Alexanderplatz, passando pela Museum Island. O dia estava ensolarado, a praça cheia, gente deitada na grama fazendo picnic, gente dançando… muito legal!

 

Dei umas voltas em torno da TV Tower, passei na central de informações ao turista para coletar meu guia e mapa do Berlin Welcome Card. Tomei um café no Starbucks e encontrei o playground que estava contando as horas para encontrar: loja Saturn! Essa loja é um paraíso de quem gosta de eletrônicos: 4 ou 5 andares com tudo que você pode precisar. Como fotografia está sendo meu hobby atualmente, essa loja foi meu “refúgio” por várias vezes...

 

Nessa primeira passada na Saturn já comprei um tripé Gorillapod Focus. :D Voltei correndo para o hotel, para montar meu novo brinquedo e subi em direção a Museum Island para depois seguir a avenida Unter den Linden em direção ao Brandenburg Gate. Ao chegar lá havia uma multidão, pois haveria ali um evento com shows; continuei andando e vi que todas as bandeiras em volta estavam a meio-mastro, e haviam várias homenagens às vítimas do atentado de Nice (que ocorreu no dia anterior) com flores, velas e cartazes em frente a embaixada francesa que ali se aloca. No palco houveram discursos, aplausos e um minuto de silêncio. Depois começaram os shows.

 

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Depois desci andando em direção a Potsdamplatz, em seguida fui para o famoso Curry At The Wall para um currywurst, mas ele estava fechado (eram apenas 22:30) :/ Peguei o metrô e voltei a Potsdamplatz, pois tinha visto várias barracas de street food quando passei. Finalmente comi o tão sonhado currywurst e voltei para o hotel.

 

Dia 17 (domingo):

 

O dia amanheceu nublado. Fui tomar café no hotel do outro lado da rua, e parti para o ponto de encontro de uma free tour (em frente ao hostel One80 na Alexanderplatz) para ter uma visão geral da cidade. Choveu praticamente o tempo todo durante a tour. Mas deu para curtir.

 

Finalmente almocei no Curry At The Wall e parti para a Museum Island. Entrei na Berlin Cathedral (com desconto do Berlin Welcome Card) e subi na cúpula com muita chuva; foi só sair que a chuva parou. Saí e fui ao Neues Museum para ver o famoso busto de Nerfetiti. Confesso que queria ter ido ver o Pergamon Altar, mas havia pesquisado na internet e visto que ele estava fechado para restauração por vários anos; perguntei um funcionário, que me confirmou que a seção do altar só deve abrir novamente em 2020, embora o museu esteja aberto (tinha uma enorme fila, por sinal).

 

Voltei em direção ao hotel, e no caminho passei num supermercado para comprar algumas guloseimas para deixar no quarto em qualquer “emergência”.

 

Às 20:30 cheguei ao Reichstag (parlamento) para visitar a cúpula de vidro.

 

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Dica esperta: a visita à cúpula é gratuita. Mas para isso é necessário agendar online (com muita antecedência!) o dia e hora. Você escolhe, na realidade, três datas/horas e eles te mandam um e-mail confirmando a reserva. Então basta você apresentar essa carta de reserva lá na hora com seu passaporte. Segue o link: https://visite.bundestag.de/BAPWeb/pages/createBookingRequest.jsf?lang=en

É importante que você leia todas instruções, pois passará por uma revista igual de embarque de aeroporto.

 

Outra dica: assim como na Áustria, quase tudo fica fechado aos domingos na Alemanha. Então programe-se bem. Ir aos museus é uma boa pedida, já que a maioria não abre às segundas-feiras.

 

Dia 18 (segunda-feira):

Fui tomar um café numa cafeteria típica na Alexanderplatz, depois segui de metrô para a East Side Gallery (estação Ostbanhof). Uma coisa que me deixou chateado lá foi que boa parte do muro estava protegida por cercas, então foi difícil tirar fotos (mas é compreensível, pois com certeza turistas estavam avacalhando as artes no muro).

 

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Ao fim da galeria, cruzei a ponte e fui almoçar no famoso Burgermeister (http://www.burger-meister.de/) que fica literalmente debaixo da linha do metrô. É muito frequentado por locais, e não poderia ser diferente: o hamburger é delicioso!

 

Às 14:30 fui para o Brandenburg gate no ponto de encontro para a tour Third Reich ; com o Berlin Welcome Card eu tinha direito a 30% de desconto. Ao final da tour, segui novamente para o meu recanto… Saturn! E acabei comprando outro tripé; dessa vez foi um Manfrotto. :D

 

À noite fui jantar kebab no famosíssimo Motiv Café (perto do Check Point Charlie); esse lugar é conhecido como “o favorito da Angela Merkel” - tem foto dela na parede comendo lá, dentre outras pessoas famosas. O bom é que esse lugar funciona até 2h. E realmente o kebab é fantástico!

 

Dia 19 (terça-feira):

Tomei café no hotel e fui fazer a Potsdam tour, mas tive o azar de pegar um guia meio “engraçadinho” muito chato (acho que seu nome era Stephenson), e a tour foi bem corrida, embora começasse às 11h e terminasse lá pelas 17h. Mas vale a pena visitar Potsdam.

 

À noite subi na TV Tower (já tinha comprado o ticket antecipado pelo site); escolhi um ticket premium que “fura fila”, mas foi inútil pois no horário que subi estava bem tranquilo (20:30)... Mas ao sair (~21:30) estava com uma fila enoooorme! Ali você tem uma visão panorâmica de 360º da cidade. Muito bacana.

 

Depois segui para jantar no também famoso Curry 36: simplesmente o melhor currywurst da cidade! Na boa, é espetacular!!! Também é muito frequentado por locais. Ah, e ao lado do Curry 36 tem um famoso kebab, o Mustafa’s Kebab, e olha a fila:

 

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Fiquei incrédulo, pois a fila só aumentava. Aí perguntei para uns alemães que estavam comendo na mesa ao meu lado se aquilo era mesmo para o Mustafa’s. Eles disseram que sim, e é normal. Mas que não vale a pena, pois não é tão gostoso quanto parece… Recomendaram um outro lugar (mas esqueci o nome). Ou seja, ver um lugar cheio de turistas realmente não significa nada em relação a qualidade da comida! Aliás, sempre pesquiso lugares frequentados por locais, para ter uma experiência mais autêntica (e normalmente mais barata) da cidade.

 

Dia 20 (quarta-feira):

Fui tomar café da manhã numa confeitaria na esquina do outro lado do hotel. Bem mais barato, e também, muito frequentada por locais. Depois fui para outra tour, a tão aguardada Sachsenhauser Memorial - o campo de concentração. Essa tour foi top demais, a guia (Georgia) fez uma tour perfeita! Sério, acho que todo mundo deve ao menos uma vez na vida visitar um campo de concentração. É algo que te faz refletir bastante!

 

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Lá pelas 17h voltei para o hotel para fazer o check-in online do vôo de volta. E tive uma surpresa que só iria acreditar na hora que entrasse no avião… Conto depois.

 

À noite fui no restaurante grego Asteria (https://www.facebook.com/Restaurant-Asteria-Berlin-256521244414106/). Pessoal… foi ali que comi o melhor prato da viagem: costelas de cordeiro grelhadas com batata assada e salada; a sobremesa foi um sorvete delicioso. A conta fechou em 30 EUR (tomei ainda uma cerveja black e um suco de laranja).

 

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Simplesmente perfeito! Os funcionários são muito atenciosos e o gerente ou dono muito prestativo. Você ainda recebe doses grátis de uma bebida típica grega, o ouzo. Recomendo fortemente ir nesse restaurante, que é de muito fácil acesso, ao lado de uma estação de metrô. Observação: só aceitam dinheiro.

 

Dia 21 (quinta-feira):

Tomei café na confeitaria na esquina do hotel novamente, e parti para outra tão esperada tour: Olympia Stadion. Fiz a highlight tour às 11:30 e foi muuuito bacana! Recomendo fortemente. Você vai descobrir muitos fatos e detalhes históricos do estádio mais famoso da Alemanha.

 

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No caminho de volta passei na Kiser Muller Memorial Church, igreja cuja parte da torre foi destruída durante a guerra.

 

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Ao final da tarde, adivinhe: voltei à Saturn! :D E dessa vez foi para comprar uma lente 18-300 mm, um sonho de consumo. Mas como o preço era bem salgado, comentei com o vendedor que eu estava preocupado com a alfândega no Brasil, com taxas, etc. Mas na ocasião ele me lembrou de uma coisa muito importante, e deixo como outra dica: todos produtos que comprei lá são tax free, ou seja, eu poderia ir no guichê de informações da loja e solicitar uma declaração de reembolso dos impostos que paguei, a ser coletado no aeroporto. Acabei conseguindo reembolsar 102 EUR. ::otemo::

 

Voltei para o hotel para guardar meu outro novo brinquedo, arrumar minha mala, etc. Tomei um banho e fui comer uma pizza na Pizza Nostra (próximo do Asteria), uma pizzaria tradicional de dono italiano.

 

Dia 22 (sexta-feira) a volta para casa:

Levantei cedo, tomei um café, arrumei minhas coisas e fiz o check-out por volta das 10h. Fui para o aeroporto, e por lá fiquei de molho até o vôo às 17:30 para Roma, onde pegaria a conexão para o RJ.

 

O vôo saiu 30 minutos atrasado de Berlim, mas chegou no horário previsto em Roma: 19:40. Embora a conexão seria às 21:50 (2h10min de intervalo), não dei mole e segui direto em direção ao portão de embarque.

 

No caminho vi uma fila, segui ao lado da fila e fui andando… a fila não terminava… até que cheguei num ponto que tinha muuuuita gente e quando perguntei um funcionário onde era o portão, ele me disse que eu deveria pegar aquela fila gigantesca para passar pela imigração. Aí eu assustei. Numa boa, fácil fácil haviam mais de 500 pessoas, e a fila só aumentava… 30 minutos depois cheguei na parte crítica da fila, onde fazia zig zag para os guichês. Ali tinha gente tentando furar fila, gente desesperada porque ia perder o vôo, gente quase brigando… um verdadeiro alvoroço! Meu embarque começaria 20:45, e já eram 20:40 e eu ainda estava na metade da fila.

 

Finalmente cheguei na fila de um dos vários guichês, e o guarda da imigração simplesmente não estava nem aí. Ele gastava uns 5 minutos para cada passageiro. Um outro passageiro foi reclamar e ele simplesmente retrucou “isso não é da minha conta. Eu não tenho nada a ver com os problemas das companhias”, então falei para o cara não caçar confusão, pois poderia ser pior, o guarda poderia fazer birra e piorar ainda mais a situação. Para terem uma idéia, haviam umas 4 pessoas na minha frente antes do guichê, e eu demorei mais de 15 minutos para passar.

 

O guarda da imigração analisou bem meu passaporte, perguntou quando e por qual país entrei na Europa, por quais eu passei, por que estava lá. Respondi normalmente, avisei que estava de férias, e que agora estava voltando para casa. Ele deu o carimbo e segui para o portão de embarque. Passei pouco mais de 1h na fila da imigração. No caminho vi muita gente desesperada, correndo muito para tentar pegar seus vôos.

 

Entrei no avião ainda faltando uns 30 minutos para embarcar. Então foi tranquilo. O avião ainda atrasou por mais 1h e 30 minutos.

 

Deixo aqui outra dica importantíssima: sempre procure conexões (especialmente se for passar por imigração) que sejam de no mínimo 2h de intervalo. Imprevistos acontecem, e seu vôo inicial pode atrasar e você pode ter dores de cabeça. Ah, e ao desembarcar, vá direto para o portão de embarque e não fique passeando pelas lojas… Como aconteceu comigo, você pode dar de cara com uma fila quilométrica, onde ninguém do aeroporto poderá fazer nada para você “furar” fila, pois todos estão no mesmo barco. É bom não dar mole para o azar.

 

Ah, e aqui segue a ótima surpresa que tive na hora que fiz o check-in online antecipado: eu podia escolher assentos na classe Premium da Alitalia! Só acreditei que estava correto quando entrei. A poltrona é mais larga, espaçosa, confortável, com descanso para os pés e maior inclinação, sem contar que os headphones eram do tipo “concha” (bem bacanas) e ainda ganhamos kit de higiene e conforto, com meias, tapa olhos, escova de dentes, creme para as mãos e lábios.

O vôo chegou no RJ por volta de 05:20 e foi bem tranquilo. Depois foi só pegar a conexão para casa.

 

Considerações:

 

Berlim é uma cidade maravilhosa, sensacional, fantástica! A capital alemã merece pelo menos 6 dias inteiros para ser bem explorada (mas mesmo assim ficarão coisas pendentes). Por isso comprei o Berlin Welcome Card 6 Dias ABC, o qual te dá direito a bons descontos em diversas atrações (tour, museus, lojas e restaurantes), sem contar o ticket liberado para o transporte pública.

 

O sistema de transporte público, por sinal, é excelente - muito complexo (em todos os sentidos) e cobre completamente todos os cantos da cidade. Por isso eu digo, se você pegar pelo menos o passe de transporte pelos dicas que ficar na cidade, pode escolher qualquer hospedagem mais afastada do centro (Mitte), como Charlottenburg, por exemplo; pois em poucos minutos estará onde precisa. Mas para isso, claro, recomendo que escolha uma hospedagem próximo do U-Bahn ouu S-Bahn (essa é minha prioridade ao escolher hospedagem em qualquer lugar).

 

Uma coisa que absolutamente é uma "obrigação" caso nunca tenha feito isso: ir ao campo de concentração. Mas procure uma companhia para ir com guia. Como comentei no relato, fiz com a Sandermans New Europe Tour (http://www.newberlintours.com/daily-tours/sachsenhausen-memorial.html) com a Georgia, e recomendo bastante.

 

Coma o tradicional currywurst no Curry 36 e um kebab no Motiv Cafe. E não deixe de fechar uma noite comendo uma deliciosa iguaria grega no Asteria.

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Parabéns pelo relato Lourenço!! Estou viajando novamente para os lugares, coisa boa! hehe e lindas as fotos!!! Fiquei curiosa em ver como foi a funfest na final da Euro :D

 

Obrigado, Bárbara! :)

 

Bem, seu pedido é uma ordem... Então segue uma pequena compilação da fan fest:

 

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Olá pessoal,

 

o relato está completo agora! ::otemo::

 

Espero que curtam, e que ele possa ajudar outras pessoas a planejarem suas viagens por esses lugares, assim como outros relatos me ajudaram bastante.

 

Fica, então, meu agradecimento aos que contribuíram para o planejamento dessa minha viagem através do outro tópico de dúvidas. ::otemo::

 

Comentários, dúvidas, e críticas são muito bem-vindos.

 

Abraço.

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Ola...Como te disse vou pegar sua dicas ainda quentinhas ::otemo::

Parabéns pelo relato, ja li umas 2 vezes ..

Fiquei com varias duvidas e não sei como vou perguntar para vc...

Pq se eu for contar são umas 10 perguntas...Não sei se vai responder mas de qualquer forma não tenho pressa ...Me responde quando puder e se quiser ok?

la vai:

.

Dia 05 (terça-feira): o que vc comeu na cafeteria Anna?

Vc sempre andou com a maquina fotográfica no pescoço..qual maquina fotográfica vc tem?Faltou foco nas suas fotos?Tem umas Imagens pareçem estar fora de foco.Pergunto isso pq uso óculos (1 óculos para enxergar longe e 1 óculos para enxergar perto)e tenho problemas para dar foco na camera fotográfica.Tentei de 3 jeitos ,1 foi sem óculos e não deu certo imagem ruim demais a outra foi de óculos para enxergar longe e tbem nao deu certo .Único jeito que consigo tirar fotos e com óculos para enxergar perto...As fotos ficam muito boas mas as vezes tbem não consigo foco dependedo o que e a cor do que estou fotografando.

Qual era a média de idade que vc encontrou nos hostel?

Em Budapeste tinha tomadas na cabeçeira das camas?

Dia 11 (segunda-feira): no hostel en viena vc lavou suas roupas....vc viajou de mochila? As roupas, depois de usar a secadora ficaram amassadas?

Como vc fez as reservas nos hostels?

Nos locais que conseguiu conexão com internet a velocidade era boa?

Vc viajou sozinho?Foi de Viena para praga de onibus?

Vc entende em ingles?

Dia 14 (quinta-feira): onde comprou os tickets para o Circuit B?Como protegeu sua camera fotográfica com a chuva em Praga?

Dia 18 (segunda-feira): vc fez o tour Third Reich em Berlim....vc fez reserva desse tour?

Quando e onde vc fez o checkin online antecipado da Alitalia,com quantos dias antes da data do voo vc fez o checkin?

::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

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    • Por David Fabio
      Olá! Depois de 1 ano que fiz essa viagem resolvi compartilhar aqui, onde fico horas lendo as experiencias dos mochileiros.
      A ideia é fazer um relato rápido pra nao ser uma leitura cansativa, e tá mais focado nas experiencias, já que faz um ano que fiz a trip e nao lembro muito bem nome de hostels e quanto gastei, mas fica a dica de alguns lugares pra ir e fotos pra inspirar.
      Quem sou eu? Me chamo David, carioca, 25 anos, no momento a profissao é recepcionista de hotel, mas tenho sangue mochileiro. Saí do RJ com 22 depois de uma viagem ao Uruguai, onde me apaixonei pelo país e resolvi ficar pra estudar e trabalhar. Em junho de 2017 me surgiu a oportunidade de viajar, já que nao queria comecar a vida em outro país sem conhecer nada da América do Sul. O foco foi a Bolívia por X motivos - País barato, lindas paisagens, turismo de aventura, cultura totalmente diferente. Os objetivos foram o Lago Titicaca (Senti uma conexao com o lugar que vou explicar mais adiante, mas eu só sabia que PRECISAVA ir aí) e o Salar de Uyuni (por motivos obvios).
       
      Entao depois de 1 mes de voluntario num hostel em Rio das Ostras - RJ, parti sozinho pro que seria minha viagem mais intensa até agora. Fui a Sao Paulo, onde saiu o bus que fiquei por umas 17 horas rumo a Campo Grande (MS). Passei o dia em Sampa com os migos e de noite segui viagem. Foi uma das minhas primeiras viagens de ID Jovem, a essa altura era facil conseguir passagens 100% free, hoje em dia tem que solicitar com bastante antecedencia. Enfim, cheguei em CG e já fui direto pra fronteira, Corumbá e me ferrei! Cheguei de noite, parecia uma cidade fantasma, aquele clima de mal-assombrado, tudo escuro, uns fenos passando pela rua (exagero)... Eu tinha reservado um hostel no booking, mas chegando na rua que supostamente estava esse hostel no mapa, era uma rua super escura, com uns cachorros mal encarados que latiam pra mim, fiquei com medo e saí dali kkkkk Nisso já era mais ou menos 00h e tava eu rodando no meio de Corumbá com a mochila enorme nas costas. Achei um hostel e negociei um preco (acho que foi 30 reais) pra passar a noite e ir a Bolivia no dia seguinte.
      Puerto Quijaro e Santa Cruz de la Sierra
      Dia de ir a Boliviaaaa!!!!! weeeee 😜 Saí de Corumbá em um moto taxi que me levou até a migracao (eu nao tinha tomado a vacina da febre amarela, mas até aí sussa). Muita emocao atravessar a fronteira a pé, ver o verde e amarelo se transformar em verde/amarelo/vermelho da BO. Fiz um cambio (troquei 300 dolares por 2000 bolivianos e basicamente essa a grana que eu fiz a trip, com excessao de quando passei ao chile e o tour da bike que paguei no cartao) e fui rumo a estacao de trem pra pegar o famoso Trem da Morte.

      Fronteira Corumbá - Puerto Quijarro

      Eu pensativo no Trem da Morte
       
      A passagem de trem me custou 70 bol (35 reais, sempre divide os bol por 2) e o trem leva até Santa Cruz de La Sierra. E vou eu em mais uma viagem de 17 horas!!!!!!! Voce queria estrada @???? 
      "É conhecido como Trem da Morte por causa de uma epidemia de malária que ocorreu durante a construção da ferrovia, que matou milhares de trabalhadores bolivianos." (wikipedia)
      Eu tava apreensivo mas foi uma experiencia bem normal pra falar a verdade. Legal viajar de trem e tudo, e era bem confortável, diferente de muito onibus na Bolivia hahah Dormi como um bebe. Nao senti falta de seguranca em nenhum momento, digo isso pq ja tinha lido muito de bagagens que desaparecem nesse trem, mas comigo foi bem tranquilo. Cheguei no outro dia em Santa Cruz e já na rodoviária senti a diferenca, acostumado com a rodoviaria do Rio que parece um shopping e a de Montevideo que literalmente tem um shopping, alguns terminais na bolivia sao bem feios, mas como já tinha lido muito já tava preparado pro que ia encontrar visualmente. O que eu nao estava nada preparado era para o frio!!!! Saí do terminal e voltei em seguida, paguei 1 bol pra usar o banheiro e lá coloquei o máximo de roupas que podia pra me proteger do frio, saí de la parecendo um esquimó. 
      Andei bastante procurando lugar pra ficar, acabei em um muquifo que saia 35bol um quarto privado, mas o quarto tinha barata e nao tinha agua quente, tenso. Mas eu tava na Bolivia, tava feliz! Saí pra conhecer Santa Cruz e me pareceu uma cidade bem feia, muuuuuuuita gente na rua e a primeira surpresa: Cade o supermercado?? Nao existe, sao comerciantes ambulantes pela rua vendendo de tudo que vc possa imaginar. Andei um pouco pela city e descobri uma praca muito bonita que se chama Parque Arenal, tinha muuuuuito pombo, adoro pombos, sao simpaticos! 😂 

      Parque Arenal - Santa Cruz de la Sierra
      Próximo ao terminal de bus também tem um parque muito bonito que se chama Parque Urbano, pra gente como eu que é mais tranquila vai querer fugir da loucura de Santa Cruz nesses parques também. Basicamente aí descansei e procurei ter o primeiro contato com a Bolivia, observar a cultura e relaxar. Mas aí já tava na Bolivia e agora? Pra onde eu vou? Ainda meio na duvida fui no dia seguinte pro terminal e eu só pensava em chegar no Lago Titicaca, entao comprei minha passagem pra La Paz. Que bom! Uma viagem que nao é de 17hrs. Mas sim de 19hrs... uma eternidadeeeeeee, nao recomendo, parem em Cochabamba antes de seguir a La Paz, é uma viagem sofrida. Mas no caminho a primeira montanha nevada no horizonte, muita emocao!
      La Paz, Copacabana e Isla del Sol - LAGO TITICACA
      Chegando em La Paz achei um hostel pra ficar depois de andar um montao e me cansar demais, aí comecei a sentir um pouco os efeitos da altitude e sentia o ar mais denso, tinha que fazer um pouco mais de esforco pra respirar.  Acho que o hostel se chamava GIMENEZ, numa acima da rua do mercado das bruxas, recomendo muito. Daí fui dar uma volta pelas agencias de viagens pra conhecer os tours que ofereciam aí (foi onde eu percebi que amo turismo e to estudando isso no Uruguai, mas isso é outra historia rs). Em uma dessas agencias eu conheci o Erick, um brasileiro muuuuuuito gente boa que tava estudando medicina em Cochabamba e tinha tirado uns dias pra conhecer La Paz. Recomendei pra ele o hostel que eu tava e saímos pra tomar uma cerveja e curtir a city. No nosso tour pelas Agencias de Viagens eu fiquei doido! Queria fazer todos os tours, um mais interessante que o outro kkkkk Queria ir ao lago, queria escalar montanha (ainda vou escalar o Huayna Potosi), queria descer a estrada da morte em bicicleta, queria tudo... Compramos o bus pra nos levar a Copacabana no dia seguinte pra ir ao lago, e eu tbm comprei o Valle de la Luna + Cerro Chacaltaya e o tour da Estrada da Morte (nao resisti, tinha que fazer rs).
      Assim no dia seguinte saimos bem cedinho com destino a COPACABANA, queria muito conhecer pra dizer que vim da Copacabana carioca a Copacabana boliviana kkkkk O caminho é lindo, primeiro vc tem uma visao panoramica de La Paz, que parece uma grande favela no meio da cordilheira porque as casas nao sao pintadas, é tudo no tijolo mesmo. Depois vem o lago imeeeeenso com aquela cor azul surreal. É impossível descrever com palavras o que é o Lago Titicaca, parece que voce entrou num quadro surrealista, voce se sente num paraíso. Chegando em Copacabana, conhecemos um casal de brasileiros e fomos todos almocar a famosa truta que se pescam aí, gostosa, mas nada imperdível, assim que se voce for mochileiro e sua prioridade é economizar, come algo barato mesmo, agora se tiver grana vale a pena. Depois já pegamos o barco e fomos pra Ilha do Sol, porque minha ideia era acampar lá (Ó AZIDEIA DA PESSOA). Descemos do barco e ali tinham duas meninas com uma barraca, eu perguntei se era seguro acampar ali e elas disseram que só tavam pelo dia, nao tinham passado a noite, mas que era tranquilo. Falei ok, montei minha barraca ali mesmo, tranquei com um cadeado e subi pra conhecer a ilha. LINDA! É UM LUGAR MUUUUUITO MÁGICO, SÉRIO! Se voce vai a Bolivia e nao vai na Ilha do Sol vai ter que ir de novo. Foi o lar antigo dos Incas, tem uma energia incrível e é cheio de ruínas históricas. Tudo isso com o azul do lago rodeando. É muito incrivel que nao dá pra descrever.

      Eu, o Erick e o casal comendo a Truta

      Lago Titicaca y yo

      Onde eu acampei a primeira noite

      Vista da minha barraca
      Bom, andei um pouco, tirei muitas fotos, e depois bateu a paranóia e desci pra ver a barraca. Descendo ajudei uma boliviana a descer com uns burros e ela foi me contando um pouco como o turismo transformou aquele lugar e como a comunidade local se adapta a isso. Muito interessante, mas chegando lá embaixo... CADE MINHA BARRACA? Desci e nao tava, olhei em volta, tinha uma escada que eu nao tinha reparado antes, fiquei confuso, disse QUE PASÓ??? Nao sabia se estava no lugar certo, perguntei e as pessoas diziam que só tinham 2 portos e queriam me vender um barco pra me levar até lá mas eu disse nao, eu faco a trilha até lá, obrigado. Andei pra caceeeeeeete sozinho na ilha do sol procurando minha barraca, cheguei no outro porto e eram umas ruínas belíssimas mas nada a ver com o lugar que cheguei. Entao resolvi voltar né, que ia fazer? Daí quando cheguei no primeiro porto já reconheci minha barraca, estava lá onde eu tinha deixado, eu nao entendi porque nao estava quando fui da outra vez, fiquei muuuitas horas pensando nisso, já estava convencido que tinha sido uma falha na matrix e eu tinha sido transportado a outro tempo quando vi que esse porto tinha duas descidas, entao com certeza eu desci por uma que nao foi a que eu subi, por isso a barraca nao tava ali do lado e quando cheguei e nao vi já me desesperei e nao olhei o outro lado do porto kkkkkkk Coisa minha, finge que nada aconteceu, seguimos viagem...
       
      De repente vem uma crianca boliviana falar comigo, já era noite, falando que tava procurando o brasileiro que tava acampando no porto kkkk Ele tinha uma mensagem do Erick (que estava hospedado num hostel subindo a ilha) e tava sem lanterna pra voltar, entao eu peguei minha lanterna, tranquei a barraca e subi com ele pra onde o Erick tava. Fumamos um, desci e fui dormir. Acampei sozinho essa noite cagado de frio, o céu caiuuuuu chovendo, uns raios muito loucos. Mas minha barraca aguentou bem! Acordei no dia seguinte com uma vista do caraiooooo, logo se aproximaram duas argentinas fazendo a mesma coisa que eu no dia anterior: perguntando se era seguro acampar ali kkkkk Eu disse que sim, tava tudo certo, acabou que fizemos amizade e desayunamos juntos, muito amor por essas meninas. Resolvemos acampar mais em cima e subimos com as barracas e os mochiloes. QUASE MORREMOS!!! Foi um grande esforco subir com tudo pela altitude e por ser subida, obvio, mas quando escolhimos o lugar pra montarmos nossa comunidade nao podia ser melhor!!! Uma puta vista! Tiramos muitas fotos e fomos buscar lenha pra fazer uma fogueira. Aí passamos por uma galera que tinha uma outra argentina que nao lembro o nome e a Jéssica, uma outra carioca que vai ser importantíssima na historia, mas nesse momento nem nos falamos. Essa outra argentina tava sem lugar pra ficar e a convidamos pra acampar com a gente, já que eu tinha um lugar na barraca. Caiu a noite e estávamos nós 4 e a fogueira lá e fizemos um ritual. Cada um fez um desejo e queimou uma folhinha de coca. RITUAL INCA! Eu nem lembro o que eu desejei mas com certeza se realizou. Jantamos paes com queijo e tomamos café, mate e chá de coca (QUE POR SINAL É DELICIOSO). 

      Gi e Lala, as duas argentinas buena onda que me acompanharam na Isla del Sol

      Cachorro que acompanhava a gente lá e colocamos o nome de Salchi, que vem de Salchipapas, uma comida comum lá na bolivia que é batata frita com salsicha kkkk E uma llama posando pra foto ali atrás.

      Sem palavras...
      No dia seguinte subimos pra ter uma visao panoramica da ilha, muito lindo! Assim completei meu primeiro objetivo! Voltamos a Copacabana, me despedi das meninas e voltei a encontrar o Erick!!! Completamente por acaso! E onde? Numa agencia de viagens! kkkk Ele tinha comprado passagem pra ir ao Peru, e eu ia voltar a La Paz pra fazer meus tours, mas isso fica pro próximo post, onde vou contar como foram os tours Valle de la Luna + Chacaltaya (NEVEEEEEEE), Estrada da Morte (quase morrendo em bicicleta), Salar de Uyuni, minha aventura MUITO TENSA no Chile e Cochabamba!

      Bem patriota na Isla del Sol
       

      Nossa comunidade ARBRAZINCA (argentinas + brasileiros + incas)

      Eu bem mochileiro subindo a ilha
      Até o próximo post!
    • Por Lusmell
      Olá, pessoal!
      Mais uma vez aqui contribuindo com os relatos! Dessa vez a postagem está loooonga e será sobre Chile e Bolívia, embora aqui no site tenhamos inúmeros relatos e que me auxiliaram bastante na organização dessa trip. Então deixo aqui também essa contribuição.  Fui com um grupo de mais 3 pessoas sendo duas do Recife - Juliana e Camila que chegaram primeiro em Santiago e a Sandra de SP que só encontrou conosco a partir do Atacama. Nos conhecemos por meio deste site através de uma postagem que criei no tópico Companhia para Viajar. Pessoas maravilhosas dos quais agradeço muito, pois foram fundamentais para que essa viagem fosse maravilhosa!  
      Foram 11 dias - 01/05/2018 a 11/05/2018 em que passamos por Santiago, Cajon del Maipo, Embalse el Yeso, Termas de Colinas, Atacama e Bolívia - Salar de Uyuni (tour de 3 dias e 4 noites). Uma viagem que valeu muuuuito e super recomendada!!!!  Os lugares são belíssimos e alguns surreais como por exemplo os Desetos de Dali e Siloli. Além, claro, de ver o nascer do sol no Salar de Uyuni que é algo extremamente marcante!
       
      PASSAGENS - Viajei pela Latam e no Chile pela Sky Airlines. Levei uma mochila de 50L e não despachei no da Sky, Contudo no retorno do Atacama para o Chile por pouco pagaríamos por despacho. Lá eles são bem criteriosos com bagagens e medem já no check in. Tivemos que reduzir um pouco nossas mochilas porque não passavam naquela caixa. A sorte que a diferença foi pouca. Então vale o ponto de atenção.
      Rio x Santiago (ida e volta) R$ 1.099,02  Santiago x Calama (ida e volta) USD 70.00  
      SEGURO VIAGEM - Depois de muita pesquisa e vários minutos de negociação fechei com a Travel Ace Assistance. Antes de fechar com eles fiz uma busca das principais cotações que ajudou na hora do pedido de desconto. Paguei R$ 120,78 e graças a Deus não precisei usar! 
       
      CÂMBIO - Com exceção do dólar que comprei no Brasil e do peso boliviano comprado em outra data, essa foi a cotação que consegui em 02/05/2018 numa casa de câmbio em Santiago na Calle Agustinas. No Chile é bom pagar as hospedagens com o dólar a fim de obter as isenções do IVA (19%). Não é vantajoso fazer câmbio no aeroporto tão pouco em Calama ou no Atacama. Para o deslocamento do aeroporto saiba que as empresas de transfers costumam aceitar cartão de crédito e foi o que optei para uso desses serviços.
      1 Dólar =  R$ 3,65. 1 Dolar -  612 Pesos 1 Real -  165 Pesos 1 Bolíviano -  89,00 Pesos  
      LOCOMOÇÃO - Usei como meio de transporte os serviços abaixo. Como cheguei em Santiago num feriado nacional e estava muito cansada para procurar ônibus, então preferir pegar um transfer até o hostel. Mas depois pude conferir que é muito fácil se deslocar de ônibus até o metrô e seguir viagem. Já em Calama devido a distância até São Pedro não há como fugir. 
      Transfer:  Transvip -  Usamos para nos deslocarmos entre o aeroporto de Santigo até o hostel - Custo: CLP  7.000 (ida) / Calama ao Atacama CLP 18.000 (ida e volta - barganhamos desconto rsrsrs...). Metrô -  Para sair do aeroporto, o mais econômico é pegar o Centrobus -  CLP 1.800 e de lá pegar o metrô que para ter acesso basta adquirir o cartão de acesso chamado BIP.  É super fácil e rápido. Uber -  Usamos o serviço tranquilamente sem maiores problemas quando precisamos.  
      HOSPEDAGENS
      Santiago - Che Lagarto -  USD 40.00/três dias. Já conhecia a rede e por isso não tive dúvidas nessa escolha. A localização é perfeita; quartos espaçosos e local limpo. Eles costumam servir café da manhã e incluí esse item na reserva, porém devido a manutenção na cozinha nesse período não foi disponibilizado. Então eles devolveram o valor em dólar. O hostel fica na rua San Antonio, 60. Atacama - Covartsch - USD 95.00/três dias num quarto individual -  Trata-se de um hostel que também funciona como hotel. Possui apenas quartos duplos, triplos e individuais.  As acomodações são boas, porém pequenas; os quartos possuem comodas para guardar os pertences e alguns com nichos também. Considerei bons o atendimento, a organização e a localização. Não há café da manhã. Aceitam cartão, dólar e pesos chilenos. Lembre-se de que pagando em dólar há a isenção do imposto chileno e pagando no cartão incide em taxa. O hostel fica na Calle Tocopilla, s/n. www.corvatschchile.cl  Bolívia A contratação do passeio já inclui as hospedagens e alimentação. Maiores detalhes estão abaixo nos comentários sobre a viagem ao Salar.  
       
      SANTIAGO - 01/05 a 04/05 e 10/05
      Fizemos o City tour à pé e com um guia e passamos pelos principais pontos da cidade como Plaza de Armas, Palácio La Moneda, Teatro Municipal, Tribunal de Justiça, Bolsa de Valores, Cerro Sta. Lucía, Pátio Bela Vista, dentre outros. Terminamos na La Chascona (casa fundação Pablo Neruda). O tour é ótimo, pois muitos conhecimentos são explorados como arquitetura, urbanismo, história, literatura, costumes... As informações foram passadas nas áreas externas dos locais visitados, ou seja, não entramos para conhecer o interior de lugares como Palácio La Moneda, teatro municipal e museus.
      Obs.: Embora tenhamos a informação de que o tour é gratuito, o guia antes de iniciar a caminhada, explica como ocorre o tour, e sugere uma contribuição - propina como eles costumam chamar - no valor de CLP 5.000 caso o turista goste do serviço. Acho válida a contribuição porque considerei o serviço bom, mas não paguei esse valor. Também não havia pesquisado tanto sobre a história de Santiago então ainda que fizesse o tour por conta própria não teria tanta informação como as que foram prestadas durante a caminhada. Há também outros tours que podem ser realizados (bike ou bus de 2 andares). As saídas ocorrem diariamente a partir da Plaza de Armas. 

      Palácio La Moneda -  Foi cenário de um golpe de estado que resultou na morte de presidente Salvador Allende após um bombardeiro neste local. As bandeiras entorno do palácio representam as regiões do Chile. 

      Monumento instalado na Plaza de Armas e representa o povo Maputche. 
       

      Fonte dos quatro ninhos -  Representando os países Bolívia, Chile, Peru e Argentina.
       

      O que chama a atenção na cidade são as intervenções lúdicas por meio de grafites que não só ocupam as paredes, mas as calçadas também.
       
      Cerro Santa Lucía – Fica na região central próximo ao metrô da Universidade Católica e Sta. Lucia. Um local tranquilo que oferece uma bela vista da cidade e da Cordilheira quase imperceptível ao fundo. Isso porque devido a poluição do ar não é possível ter uma visão tão nítida da Cordilheira dos Andes. Esse foi um dos locais visitados logo após o termino do City tour. 
      Entrada: Gratuita, exceto o uso do banheiro 

      Vista através do Mirante Mirador que possui 65 m de altura e permite uma visão da cidade de Santiago. É preciso ter fôlego para subir as escadas e ladeiras que levam a este local.
       
      Museu De Arte Pré Colombiano –  Deixei para visitar este lugar no dia do retorno ao Brasil devido ao tempinho que ainda me restava. O museu possui uma vasta coleção que remete a origens de alguns povos latino americanos. As peças estão distribuídas ao longos dos três ambientes em 12 salas: Chile antes do Chile; exposições temporárias e América pré colombiana e artes. No primeiro, por exemplo, encontrei peças pertencentes a grupos bem antigos de pescadores como os da cultura Chinchorro. Esse povos são conhecidos principalmente pelos seus rituais de mumificação. Há relatos de que muitas dessas múmias são as das mais antigas do mundo devido a esse processo, aliado as condições climáticas da região.  No segundo temos salas com exposições temporais e o terceiro são as peças da América no período pré-colombiano que vai desde as primeiras cerâmicas até peças têxteis. Através do site é possível ter uma prévia de tudo que o museu disponibiliza com catálogos em PDF das peças, áudios (inclusive em Português) e muito mais. O tempo médio de visita no museu é de 1h30 a 2h aproximadamente.
      Endereço: Calle Banderas, 361 – Metrô: Plaza de Armas, Linha 5 Verde 
      Horários: ter a Sex de 10h às 18h, Sábados e Domingos de 10h às 18 h, Segunda: Fechado
      Valores: Adultos: $ 6.000 / Estudantes estrangeiros não residentes $ 3.000 - Domingos: Entrada liberada no primeiro domingo de cada mês
      Maiores informações: http://www.precolombino.cl/

      Chemamüll: Esculturas masculinas y feminina de madeira - Localizada na sala 12 - Chile antes do Chile
       

      Múmias Chinchorro -  Esta prática de mumificação começou a 6.000 a 2.000 a.C. quase 3.000 anos antes que o Egito - Localizada na sala 12 - Chile antes do Chile
       
      Museu De La Memoria e Los Derechos humanos – É difícil não se sensibilizar estando num lugar tão repleto de histórias cruéis ocorridas durante o regime ditatorial. Assim é o Museu dos direitos Humanos que aborda assuntos relacionados a violação dos direitos humanos durante a ditatura que ocorreu no Chile entre 1973 a 1990. O objetivo é estimular a reflexão sobre a importância do respeito e da tolerância para que tais ações cruéis não mais ocorram. Logo na entrada observa-se um grande mapa mundi que mostra como este evento ocorrido no Chile teve relação com outros países. Abaixo desse mapa, os quadros com as ações das Comissões da Verdade de cada país envolvido e os resultados obtidos a fim de solucionar os conflitos internos e criar políticas de reparação. O local possui três andares com vasto acervo físico e digital. Há cartas, documentários, fotos e até objetos confeccionados pelos presos durante esse período.  A visitação ao museu leva em média 2 a 3h. O museu é de fácil acesso, onde é possível visitá-lo utilizando o metrô – linha 5 (verde)  e descer na estação Quinta Normal*. A visitação é gratuita
       Endereço: Matucana 501, Santiago do Chile - CEP: 8350392
      Telefone: +56 2 2597 9600
      Maiores informações: http://www.museodelamemoria.cl
      Horário: Ter–Dom: 10:00–20:00
      É proibido fotografar no interior do museu
      *Obs.: A estação Quinta Normal é o nome de um Parque próximo e confesso no ter visitado, pois estava com minha agenda apertada já que era o dia do retorno ao Brasil. Lá também é possível ter acesso não somente ao parque, mas a outros museus como o Nacional de História Natural, o Ferroviário, o Artequein caracterizado por suas cores fortes, dentre outros. Não vou detalhar sobre esses últimos porque não tive tempo de visitá-los. 
       
      EMBALSE EL YESO / CAJON DEL MAIPO / TERMAS VALLE DE COLINAS
      No segundo dia em Santiago realizamos este passeio bem agradável onde foi possível conhecer um pouco destes lugares, apreciar belas paisagens, tomar banho nas águas termais e desfrutar um vinho chileno com aperitivos. Conhecemos Cajon del Maipo que é um vilarejo composto por montanhas e rios que chama atenção pela beleza. O Rio Maipo, por exemplo, que corta a região, abastece a maior parte da capital chilena. Embalse el Yeso é um reservatório de águas formadas pelo represamento do rio Yeso. Uma das suas características é a cor da água, pois dependendo da luz do dia, a água pode ter uma tonalidade verde ou azul turquesa. O local fica a 2.500 m de altitude e, dependendo do período, as montanhas podem estar nevadas o que garante fotos bem bacanas! Já Termas Valle de Colinas são piscinas termais oriundas das atividades vulcânicas. Cada uma com temperaturas específicas que variam entre 30 a 60 °C.  O difícil mesmo é a troca de roupas, mas depois disso o corpo se adapta facilmente e quase não se sente mais frio.  Para conhecer esses lugares levamos quase um dia inteiro, pois durante o trajeto tivemos algumas paradas para informações sobre as localidades e alimentação.  
      Durante essas paradas conhecemos outros lugares como o Túnel Tinoco que foi construído para fazer parte de um sistema ferroviário, porém se encontra desativado . Este local abriga muito mais que uma construção. Há relatos de que um jovem chamado chamado Willy cometeu suicídio no interior do túnel devido a um grave problema de depressão. Após isso o local virou um santuário, e alí muitos visitantes levam oferendas em homenagem ao rapaz como cata-ventos, pois acreditam que tiveram as preces atendidas e que ele se comunica por meio do vento que sai do túnel. Entramos lá e o que se sabe é que tem uma extensão de 600m de profundidade e ao final dele há um santuário de cata-vento. Soube disso depois porque a medida que avançávamos só víamos um imenso breu  e o vento frio como companhia até que resolvemos recuar . 
       

      Embalse El Yeso que também funciona como a principal fonte de abastecimento de água potável a toda capital chilena. Aqui há um ponto de atenção porque algumas agências exploram mais este local fazendo inclusive piqueniques onde é possível ver aquelas fotos tradicionais com a lagoa azul e a montanha ao fundo. Outras (como a que contratamos) não fizeram isso e deixaram os aperitivos e vinhos para serem consumidos após o banho de piscina no Valle de Colinas. Portanto informe-se antes sobre a logística do passeio.
       

      Túnel Tinoco - O local virou um santuário onde muitos visitantes levam oferendas como cata-ventos em homenagem ao rapaz que faleceu no túnel.


      Las Cascaras - acampamento criado para a construção de uma represa e atualmente encontra-se abandonado.


      Valle de Colinas -  Piscinas termais cada uma com temperaturas que variam entre 30 a 60 °C. Ao fundo o local onde foram servidos os nossos aperitivos próximo aos carros.
       

       
      Agência Chile Premium tours  - Ave. Americo Vespucio 107, Santiago 
      Custo – CLP 40.000 – Pegamos esse preço por meio de uma promoção do dia. É sempre bom negociar se estiver em grupo.
      Adicionais -  Vinho + aperitivos 
      Tempo médio – 1 dia
      Aceita dólar e real. Paguei o restante do valor durante o tour em real.
       
       
      ATACAMA - 04/05 e 08/05 
      Chegada 04/05 - Para chegar ao Atacama pegamos um voo da Sky Airlines com duração de 2h10min entre Santiago e Calama. Este voo compramos com antecedência no Brasil a fim de obtermos um bom preço. Chegando a Calama foi necessário contratar um transfer até São Pedro do Atacama; e lá se foram mais 1h20min aproximadamente de viagem. Utilizamos a mesma empresa Transvip. Neste caso como estávamos em três pessoas negociamos, pois logo na entrada fomos abordadas por duas empresas. Conseguimos o valor de CLP 18.000/pessoa ida e volta. Deixamos agendado a volta para evitarmos problemas. Depois foi só ligar para eles que nos buscaram no hostel e chegamos sem estresse ao aeroporto.
      Obs.: Os carros possuem Wi fi, porém fica sem sinal quando entra na estrada do deserto.
       
       Cejar / Ojos del Salar / Laguna Tebinquiche
      Logo que chegamos fomos visitar algumas agências para tentarmos um tour naquele mesmo dia. Conseguimos fechar na Whipala que sairia por volta das 16h. Considerei o ponto alto deste tour a Laguna Cejar que devido a elevada concentração salina o corpo não afunda. Sim! É o Mar Morto da América Latina, porém com muito mais sal. O local conta com ambiente bem básico para troca de roupa e  retirada do excesso de sal. Embora o tempo estivesse ensolarado, a temperatura não estava alta e a água muito fria. Então foi um pouco difícil entrar, mas rapidamente nos ajustamos ao ambiente. A concentração de sal é tão grande que provocou uma enorme ardência nos meus lábios que já estavam rachados devido ao frio, pois deixei pingar água no rosto. Foi o momento que precisei sair rapidamente. Ficamos lá por mais ou menos uns 20 minutos e depois retornamos para visitarmos um outro ponto chamado Ojos del Salar. É um local com duas represas onde as pessoas podem se banhar. São locais fundos onde os turistas costumam entrar no estilo “mergulho”, ou seja, indicado para quem sabe nadar - como não sei fiquei na minha aproveitando outras paisagens.  Finalizamos o nosso tour na Luguna Tebinquiche com o pôr do sol. A agência ofereceu aperitivos e Pisco Sour, uma bebida típica chilena. Abaixo as principais informações sobre este passeio.
      Tour -  Laguna Cejar
      Agência -  Whipala
      Custo – CLP 18.000
       Taxa adm. - CLP 17.000 para entrar na Laguna Cejar + CLP 2.000 para entrar na Laguna Tebinquiche
      Visitamos -  Lagunas Cejar, Ojos del Salar e Lagunas Tebenquiche
      Oferecem snacks ao final do passeio
      O que levar: Roupa de banho, casaco corta vento, protetor solar, água, não esqueça o chinelo porque andar naquelas pedrinhas descalço até a lagoa não é nada agradável!

      Laguna Cejar - Devido a alta incidência de sal o corpo não afunda

      Laguna Tebinquiche - Finalzinho de tarde

       
      Mountain bike por Catarpe  [Rally dos sertões mesmo!] 
      Fizemos esse passeio no retorno da Bolívia, pois tínhamos um dia de sobra no Atacama. Catarpe é um conjunto de formações rochosas, a praticamente 2.000 m de altitude e, embora seja uma aventura bacana onde passamos por locais muitos interessantes, este não é um tour de nível fácil - pelo menos para quem não está em forma! Não foi comunicado na contratação e também não buscamos maiores informações,  queríamos era curtir!!! Eu estava há meses sem praticar atividades físicas e tive dificuldades durante as diversas subidas do percurso devido as condições do terreno. Diferentemente das meninas que inclusive foram muito pacientes com as minhas várias paradas.  Foram muitas subidas e descidas dificultosas num terreno bastante arenoso. Tipo rally dos sertões - essa é a realidade! Passamos por lugares onde a sensação era de que estávamos pedalando na areia da praia! Num dado momento em que já estava no meu limite, o guia parou e logo pensei: Ufa! Glórias! Vou descansar! Mas, não! Ele aponta para um morrão e diz: - vamos deixar nossas bicicletas aqui e subiremos esse morro para conhecer a capela de San Isidro. Logo pensei: Tá doido!!!  Nem minha alma chegará até lá! Depois disso ainda tivemos mais uma parada para conhecer umas ruínas que já não lembro o nome. Nesse caso como estava um pouco recuperada consegui subir o morro e ver do alto a beleza local. Por fim retornamos ao Atacama somente o caco, mas sobreviventes!
      Custo: CLP 20.000 para três pessoas com guia (depois de muita pesquisa!)
      Duração do percurso: 6h
      O que levar? Protetor solar, água, barra de cereal e usar roupa bem leve.



       
      BOLÍVIA -  SALAR DE UYUNI - 05/05 a 08/05
      Enfim chegou o grande dia! Nesse passeio fui psicologicamente preparada para enfrentar todo tipo de treta possível (acomodações precárias, motorista problemático, frio, comida ruim, altitude e até bloqueios de estrada. Isso porque faltando poucos dias para o embarque vi uma postagem aqui no site sobre relatos de bloqueios realizados pelos índios da região. Maaaaassss graças a Deus tudo deu certo (é né...tirando a altitude e a friaca!). Foi uma das minhas melhores experiências de viagem. Eu não gosto de ir a um lugar mais de uma vez, mas sabe aquele lugar que você quer voltar, pois as fotos, filmagens e relatos não expressam a beleza de tudo o que foi visto?
      Principais gastos na Bolívia
      Entrada para o Parque Nacional de Fauna Andina Eduardo Varoa -  Bs 150.00 Entrada para a comunidade Incahuasi – Bs 30.00 Saco de dormir no primeiro hostel – Bs 20.00 -  Usei somente no 1º dia, pois o frio foi muito intenso. Se puder leve um! Banho – (valor médio cobrado em cada hospedagem) – Bs 10.00 Sim! Eles cobram banho nas hospedagens. Obs.: Os valores podem ser alterados dependendo do período da viagem. Uma atenção é sobre a suposta taxa de cobrança de imigração entre Bolívia e Chile no valor de Bs 15.00, porém não pagamos nada referente a esse tipo de taxa tanto na ida quanto na volta embora tenhamos ouvido tais informações por lá.
       
      >> Diário do trajeto até o Salar
      Realizamos esse passeio com a agência Cordillera Traveller que conhecemos através de alguns relatos em blogs de viagens. Formalizamos a contratação através do site e efetuamos o pagamento da entrada no valor de USD 55.00 e o restante na própria agência. Sobre o serviço tivemos um bom atendimento assim que chegamos à agência para efetuar o pagamento. O responsável pelo atendimento foi bem receptivo, explicou o trajeto da viagem e esclareceu todas as dúvidas existentes. No dia marcado para a viagem eles chegaram pontualmente num micro ônibus que foi trocado por um 4x4 na fronteira com a Bolívia. Nosso motorista que nos conduziu até o Salar foi muito gente boa conosco o que contribuiu para uma viagem tranquila porque li muitos relatos de problemas com motoristas. Apenas no retorno ao Atacama que deu problemas no carro logo que saímos do hostel.  Sobre as acomodações em que ficamos são bem simples, organizadas e o atendimento é bom. Confesso que esperava algo pior em se tratando de hostels no deserto.
      Agência - Cordillera Travelle 
      Valor do tour - USD 220
      tempo - 4 dias e 4 noite
      Inclui: hospedagens e alimentação
      http://www.cordilleratraveller.com
      Obs.: A agência sugere que sejam levados no mínimo Bs 300 para as despesas durante a viagem.
       
      1º dia – Esperamos o guia no hostel que chegou por volta das 5h e prosseguimos rumo à fronteira entre Chile e Bolívia. No ônibus estava um casal muito gente fina que ficou conosco durante todo o trajeto fechando, assim, o grupo de 6 pessoas que comportava o nosso carro. Chegando à fronteira começamos a sentir o poder do frio (acredito que estava uns 4°C) e da altitude (4.400 m). Lá já tinha um café da manhã preparado com pão, bolo, leite, café, chá...logo após o café fomos para a imigração (depois do preenchimento de alguns formulários) trocamos de veículo e passamos para um 4X4; pagamos os Bs 150.00 para a entrada no parque e pronto! Partimos para contemplar as maravilhas do deserto! 
      Passamos por Lagunas que ficam próximo ao vulcão Licancabur; logo seguimos para o Deserto de Dali e à piscina de águas termais. Seguimos, também, para os Geysers de la Mañana - um local geotérmico oriundo das atividades vulcânicas. Após isso partimos para o local em que ficamos hospedados para deixarmos nossas coisas e em seguida almoçarmos. Na parte da tarde fomos para a última visitação: Laguna Colorada. Um local lindíssimo onde se pode apreciar três tipos de flamingos (Andino, Chileno e James) e outras belezas da região. Pena que já estava me sentido muito mal devido a altitude (4.500) e não consegui aproveitar este último local.

      Deserto de Dalí



      Laguna Colorada

      Piscina de águas termais - Os mais corajoso arriscaram um banho...
       

      Geysers de la Mañana
       

       
       
      2º dia  - Após o café da manhã e já recuperada do mal de altitude saímos em direção ao Deserto de Siloli - outro lugar muito maravilho que abriga um conjunto de rochas vulcânicas em diferentes formatos (resultados das ações eólicas) e que lembra figuras animalescas, Dentre essas formações rochosas destaca-se o famoso Árbol de Piedra. A ação dos ventos e as condições climáticas foram responsáveis por essa formação corrosiva que dá o nome a rocha com seus 5m de altura, e considerada patrimônio natural. O próximo ponto foi visitar as Lagunas Altiplânicas: uma sequência de lagunas em que só mudam as variações de cores e habitações de flamingos:  Honda, Hedionda, Chiarkota e Cañapa e paramos para o almoço. Na parte da tarde seguimos para o Salar de Chiguana um local cortado por uma ferrovia que por sinal conseguimos ver o trem cargueiro passar. Por fim seguimos para San Juan onde fica o  hotel de sal. Local limpo, organizado, bem decorado e agradável. Jantamos (tinha vinho no jantar) e fomos descansar, pois no outro dia teríamos de acordar às 4h para ver o nascer do sol no tão esperado Salar.
       

       Arbol de Piedra -  Turma maravilhosa muitas diversões!  
       


      Deserto de Siloli


      Laguna Hedionda
       

      Laguna Honda

      Laguna Honda -  Beleza do céu à terra

      Nesse dia o frio estava tão intenso que parte do lago congelou!

       

      Salar de Chiguana -  Chegamos minutos antes da passagem do trem
       

      Uma Viscacha quietinha e alegrando os turistas com sua pose...

      Raposa do deserto também conhecida como Zorro
       
      3º dia – Saímos às 5h em direção ao deserto de sal num frio que já não era tão intenso quanto foi o primeiro dia. Chegando ao Uyuni fiquei simplesmente maravilhada! Pegamos um ponto em que o Salar estava molhado. Particularmente não contava com isso -  uma surpresa! Felicidade é uma palavra que não resume este momento porque não há palavras para classificar a sensação de estar neste lugar! Algo que ficará para o resto de minha vida. É uma bela oportunidade para tirar aquelas fotos mara? Sim! Mas é a oportunidade também para contemplar o momento, o silêncio e refletir. Ver o sol surgindo em meio ao horizonte multicor – um ato tão simples e quotidiano, mas que naquele lugar tem um tom especial: o de transmitir a mensagem de que está nascendo uma nova oportunidade para viver e ser feliz! Sei que cada um daqueles que foram comigo tiveram a sua experiência, porém acredito que todos foram unânimes quanto a beleza e a formosura daquele lugar. Vale muuuuito viver essa experiência.
      Passado o momento mágico seguimos para um local onde se encontram os cactos gigantes. Tomamos um café da manhã e seguimos para o Salar (lado seco) para tirarmos aquelas fotos de efeito e curtir o que de melhor este lugar nos proporciona! pós aproveitarmos muito o Salar de Uyuni partimos para um pequeno povoado chamado Colchani. Durante o trajeto conhecermos alguns outros locais como o museu de sal, o cemitério de trens (conseguiram fazer um monte de trem velho virar atração turística) e uma feirinha de artesanato. Nosso passeio finalizou em Villamar para almoçarmos e trocarmos de carro para o retorno ao hostel e nos prepararmos para a volta ao Atacama. 



       



       


      Isla Incahuasi "Casa dos Incas" - Um parque de cactos gigantes com várias espécies.
       

      Museu de trens ao ar livre!
       

       
       
       
      A hora do retorno... Aquele momento que mistura saudades, alegria por tão bons momentos e a certeza de que as energias foram renovadas. Aqui fica a gratidão a Deus por conhecer lugares, pessoas, culturas e tantas coisas boas! Se recomendo? Se vale a pena? Claro! Junte sei dindim, pegue sua mochila, conheça as maravilhas destes lugares e seja feliz!

       
      ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 
       
      Retorno da Bolívia para o Chile -  A imigração é bem rigorosa então certifique-se sobre o que é proibido conduzir na bagagem.
      Dinheiro - Na agência nos pedem que levemos no mínimo Bs 300 contudo Bs 250 são mais que suficientes para quem não gasta tanto, contudo o objetivo pelo que pude observar é para também girar a economia local, principalmente a dos artesãos que vivem do setor turístico. Então é bom considerar isso também. Não tivemos problemas com o uso de cartão de crédito em Santiago e algumas agências e hostels aceitam o pagamento em cartão, mas verifique se não cobram taxas. Na cidade de São Pedro do Atacama possuem caixas eletrônicos. Atenção também ao pagamento na fronteira quando ingressar na Bolívia porque eles só aceitam pesos bolivianos para pagamento de acesso ao Parque.
      Altitude - Hidrate-se bastante e descanse (se possível) um dia antes de seguir viagem para a Bolívia. Algumas pessoas sente-se muito mal no primeiro dia em virtude da altitude, outras apenas sentem dores de cabeça. Os nativos recomenda tomar um chá de "chachacoma" para aliviar esses efeitos.
      Passagens aérea -  Atenção com algumas companhias aéreas que mudam o seu voo nas vésperas da viagem e disponibilizam apenas uma opção de escolha de voo quando na venda existem várias. Isso aconteceu comigo em relação a LATAM que alterou meu voo para a madrugada e quando consultei o site deles vi que o horário que comprei estava lá sendo vendido normalmente. 
      Roupas -  Comprei vários casacos segunda pele daqueles bem baratinho mesmo; levei várias blusas; legs, dois casacos um pouco mais pesados, mas o que foi fundamental nessa friaca que enfrentei foi o casaco corta vento. Invista nele porque faz uma boa diferença. Meias!!! Mesmo com três meias no pé em alguns lugares tive a sensação de congelamento nos dedos. Isso é horrível porque gera uma dificuldade até para andar. Gorro, cachecol e luvas devem ser um dos primeiros itens da sua bagagem!
      Roubos - Tenha muito cuidado ao caminhar pelas ruas de santiago com mochilas nas costas. graças a Deus não acontece nada conosco, porém tivemos muitos alertas de pessoas que roubam sem percebermos.
      Produtos -  É muito importante não faltar na sua bolsa Bepantol; protetor para o corpo e lábios, hidratante, material de primeiros socorros, remédios para enjoo e dores de cabeça.
       
      É isso aí galera! Chile e Bolívia sempre rende muitas coisas para contar! 
    • Por Alan.Pereira
      Hoje aqui no aeroporto esperando a hora do embarque de volta ao Brasil. Há 2 dias a atrás estava extremamente ansioso para voltar para casa, saudade da minha cama meu quarto, feijão e café e família. Agora aqui no sentado bateu aquela tristeza boa de “queria viajar mais um pouquinho”.
      Nessa jornada de 25 dias conheci pessoas maravilhosas pelo caminho, algumas já vínhamos conversando a algum tempo e trocando informações sobre o roteiro em um grupo no WhatsApp, outras vieram pelo a caso como o Francisco que abriu a porta da sua casa para nós via AIR BNB e nos levou para conhecer Lima e nos deu muitas dicas sobre Lima, Algumas pessoas que vai ficar marcado e vou fazer o possível para mantemos amizade vai ser o casal Edson&Karina, e as meninas Yasmin, Eloa.
      Sinceramente faria o meu roteiro tudo novamente passando pelos mesmo lugares e explorando as mesmas coisas nas cidades de: Sucre, Uyuni, Atacama, Lima, Huaraz, Cusco, Copacabana & Isla Del Sol, e Lá Paz.
      Um país que pelos poucos dias que fiquei que quebrou todos os meus tabus foi o Peru que país mais surpreendente em todos os quesitos, belas cidades ótimas gastronomia “me apaixonei pelo “Ceviche”
      Desejo que todos um dia possam ter a oportunidade de conhecer esses e outros países e novas culturas.
      Obrigado a todos que me apoiaram e me motivaram a fazer essa viagem, a minha família amigos e meu amigo parceiro Namorado Alan Mendes.
      Mais um sonho de viagem conquistado!
      Que venha a próxima!
      Aeroporto de Viru Viru 22/01/2018
       Insta: @alan4lan
       
       Introdução
       Referente a valores acabei perdendo muitas anotações mais me pergunte que tendo ajudar da melhor forma possível.
      Queria fazer esse relato anteriormente mais acabei não conseguindo.
      Algumas informações uteis sobre meu roteiro:
       Fotos vou colocar a partir de  Sucre
      Hospedagem não fiquei em quarto coletivo, exceto a segunda noite do Salar*
      Optamos por quarto privativo e de preferência com banheiro (dica: pesquisem fazem as contas como estávamos em 2 pessoas a maioria dos hostel que vimos quando somado o valor de hospedagem para 2 pessoas ou dava o mesmo valor que o quarto privativo ou faltava muito pouco, então, se vai com mais alguém faças suas contas)
       
      Roteiro:  
      São Paulo > Corumba > Santa Cruz > Sucre > Uyuni > Atacama > Arica > Tacna > Lima > Huaraz > Lima > Cusco > Copacabana > Isla del Sol > La Paz > Santa Cruz > São Paulo
       
      Hospedagem:
      Em Sucre ficamos em um hostel meia boca, eu particularmente não gostei tanto ao ponto de indicar mais pagamos 90 bolivianos por 1 noite em 1 quarto privado sem banheiro e sem café da manhã, acabamos ficando nele por conta de ser véspera de ano novo e achamos ele pelo Booking em quantos estávamos no aeroporto, Casa Residencial Maya inn B&B
       
      Atacama – ficamos hospedados em um hostel muito bom camas confortável banheiro ótimo com agua quente e café da manhã porem pagamos caro havíamos entendido que seria um valor e pagmos 25 mil pesos chilenos, Hostel Licancabur.
       
      Lima – Ficamos e um Air BNB sem sombra de dúvida foi a melhor escolha, nosso anfitrião foi nota 10 recomendo ( whats App +51 925 999 420) vão entender o porquê de eu indicar ele!
       
      Huaraz – Ficamos em um hostel ruim, pegamos um sem banheiro privado e tínhamos que sair para fora do quarto no frio do capiroto e em baixo de chuva/gelo 2 diárias quarto privado sem banheiro e sem café da manhã por 90 soles (acho que se pesquisar acha nesse valor ou mais barato e um melhor quarto ), Hostel Virgen del Carmen 1. NÃO RECOMENDO
       
      Cusco – Gostei do hostel e indico, quarto privado com banheiro, café da manhã, internet lugar limpo recomendo e volto a ficar nele, 60 soles a diária para 2 pessoas, fica próximo a plaza del Armas, Hostel Casa Koch.
       
      Isla del Sol – Não lembro o hostel lugar muito caro a hospedagem e sem muita opção de barganha!
      La Paz - Ficamos em um hostel, uma rua a cima do mercado de La Bruja, hostel simples quarto privado com banheiro, internet, sem café da manhã, 80 bolivianos a diária, Hostel Caminho Dourado. RECOMENDO
       
      Agencias de passeios
      Salar de Uyuni – Agencia Yura Tika (não sei se escreve assim) agencia nota 10 recomento.
      Foi pago 700 boliviano no passeio 3 dias 2 noites + transfer para Atacama. Vocês vão entender o porquê devem escolher ela!
      Huaraz – Fizemos 2 passeios que contratamos com a agencia Scheller Artizon Trek Nevado Pastoruri por 30 Soles + 12 entrada no parque e Laguna 69 foi 40 soles + 30 entrada no parque, recomendo trocamos mensagem por WhatsApp e chegando em Huaraz já estava com o passeio fechado.
      Cusco – Fechamos o passeio com um cara Machu Picchu com o Leonel sensacional o cara foi gênio, pagamos 320 sole para MP 3 dias 2 noites via hidroelétrica, hostel foi nota 10 (Dica fala que é indicação da Yasmin que ele dá desconto) WhatsApp Leonel +51 926 216 792
       
       
      Dia 1 30/12/2017 
      Tamanha a ansiedade nem preciso falar que mau consegui dormir, sai de São Paulo rumo ao aeroporto de Viracopos fiz esse trecho de avião devido ter achado uma promoção da Azul linhas aéreas passagem por 280 reais, voo tranquilo sem nada de mais chegamos em Corumbá por volta das 14hs em um puta calor parecia uma sauna devia esta uns 35ºC fácil, pegamos um taxi fora do aeroporto ate a fronteira que não me lembro o valor. Passamos pela fronteira sem maiores problemas sem fila acho que gastamos 30 minutos no máximo para dar saído do Brasil e entrada na Bolívia.
      Assim que você sai da aduanda boliviana já tem vários lugares para fazer cambio troquei 1 real por 2 bolivianos (essa foi o câmbio que encontrei pela Bolívia - Santa Cruz, Copacabana, La Paz, Sucre).
      Eis que chega a hora de cambiar dinheiro, nessa hora estava conferindo o dinheiro e outro Alan (somos dois Alan’s pessoal) nota que tinha uns taxita nos encarando quando estávamos trocando o dinheiro, como estava de costa nem tinha percebido e fui em direção a eles perguntar o valor do taxi até a rodoviária de Puerto Quijarro, nessa hora o Alan alertou que eles estavam olhando para nós e rindo e gesticulando e etc e fomos pegar outro motorista.
      Pegamos um taxi rumo a Rodoviária para comprar a passagem para Santa Cruz, pegamos o taxi um senhor carrancudo que nos levou até a rodoviária ai sem problemas porem a bendita rodoviária fica no meio do nada a estrada é um puta matagal e o motorista andava mais lerdo que uma tartaruga, nessa hora pensei que iria ser assaltado coração disparou e pensei “Alegria de pobre dura pouco, mal começou a minha tão sonhada trip e já vai acabar” juro pensava que iria ser assaltado mais graça a Deus chagamos a rodoviária.
      Tem muitas empresas de ônibus que faz o trecho até Santa Cruz todos ônibus parte entre as 20 e 21:30 da noite tem ônibus para todos os gosto e bolso fomos de um chamado 25 de Marzo, antes de comprar o passagem fomos ver todos os ônibus que tinha disponível e achamos o dessa empresa que atendia nossas expectativas, Bus semi-cama com ar condicionado e pagamos na tarifa 110 bolivianos por passagem. 
      Passamos o restante do dia na rodoviária até chegar o horário de embarcar conhecemos um brasileiro Adriano e ficamos conversando ate embarcar, ele estava levando uma bicicleta ele iria pedalar pela Bolívia.
       Nesse primeiro dia não tem muito o que contar foi um dia para deslocamento.
       
      Dia 2 – 31/12/2018 
      Chegamos em Santa Cruz por volta das 4hs da manhã, rodoviária feia sem nada nem lugar para comprar um agua, tivemos que esperar 7hs da manhã para fazer cambio e ir para o aeroporto para comprar a passagem para Sucre.
      Como era Domingo a casa de câmbio da rodoviária não abriu e tivemos que ir até o centro de Santa Cruz para achar um lugar para cambiar dinheiro, não trocamos em Corumbá porque achávamos que em Santa Cruz conseguiríamos uma valor melhor, #SQN pegamos um taxi e fomos para o centro da cidade acho valor do taxi foi 20 bolivianos, mais pensa em um carro ruim sujo tinha até um marmitex azedo mais chegamos no centro da cidade  achamos um senhor que cambiava 1 real por 2 bolivianos.
       Dica: Em Santa Cruz possui dois aeroportos, Viru Viru que é o internacional que a BOA, Amazsonas entre outras cias operam e tem o Aeroporto Trompillo que parece que somente a CIA TAM Transporte aéreo militar opera. Como não tinha prestado atenção acabei indo ate Trompillo chegando lá ate tinha passagem para Sucre porem muito caro por volta de 900 bolivianos cada e formos para Viru Viru e lá conseguimos comprar passagem para Sucre para 2 pessoas por 926 bolivianos que era o preço que estava no orçamento da viagem.
      Chegamos em Sucre, aeroporto fica a cerca de 40 minutos de Sucre. Aqui vai uma dica muito importante: Não peguem o taxi ( em média custa 60 bolivianos) na porta do aeroporto tem ônibus da cidade que custou 15 bolivianos só não me lembro se foi para 2 pessoas ou para casa.
       
      Sucre me apaixonei pela cidade sem comentários gostei de tudo. Cidade muito limpa tinha tudo que precisava comida, ônibus, taxi, casas de cambio pode se considerar uma grande cidade. Não fizemos nenhum passeio devido ter ficado nela dia 31 de Dezembro e 1 de janeiro. Tinha festa pela cidade e tudo mais porem, estávamos tão cansado que só demos uma voltinha no dia 31 comemos e fomos para o Hostel com a intenção de cochilar e por volta da meia noite sair pela cidade algo que não aconteceu, capotamos de sono que acordamos no dia 1º com o barulho de uma banda passando pelas calles.  
      Dia 3 - 01/01/2017
       Nesse dia fomos derrubados da cama cedo, era por volta de 6:30 da madrugada, aproveitamos que esse dia que seria nosso último em Sucre e fomos conhecer a cidade, cambiar, tomar café comprar passagem para Uyuni.
      Serio, se um dia voltar na Bolívia colocaria Sucre no meu roteiro para passar uns 2 a 3 dias na cidade eu adorei ela, me fez lembrar Ouro Preto em tudo, uma coisa que me chamou a atenção em muitas cidades pela quais passei foi a limpeza e o cuidado das praças que eles aproveitam muito final da tarde e nos fins de semana.
      Cambiamos dinheiro e encontramos um casal de amigos que já estávamos trocando mensagem há alguns meses pelo WhatsApp Edson e Karina, casal nota 10 e fizemos o Salar e Atacama juntos e nos encontramos no final da trip em La Paz.
      Compramos passagem para Uyuni em um ônibus direto por 80 bolivianos, ônibus padrão Bolívia que foi cheio com gente em pé por incrível que pareça.







       
      Dia 4 – 02/01/2017
      Saímos de Sucre as 20:30 e chegamos as 4:30 em Uyuni, o ônibus foi tenso pegamos a penúltima poltronas e o Edson e Karina pegam as ultimas até ai sem problema mais foi um cara no fundão em pé que dava medo não conseguimos dormir muito bem ate a cidade de Potosí  onde esse cara desembarcou.
      Nossa chegada em Uyuni não poderia ser ao melhor nível mochileiros como li em tantos relatos, chagada as 4:30 da madrugada em uma temperatura de 5°C um frio tremendo ate que encontramos a Tia do Café já tão conhecida por nós do mochileiros.

      Café nem preciso falar sobre foi bom estávamos abrigado em um lugar quente e com Wifi ate as agencias abrirem que são por volta das 7:30 a 8hs da manhã.
      Dicas: Pesquisem a agencia e pegam a que vocês tiverem recomendação, pesquisamos em umas 5 agencias o preços variaram de 650 a 900 bolivianos por pessoa o tour padrão 3 dias 2 noites + transfer para o Atacama. Optamos pela Yura Tika não tem como não achar ela fica bem dizer de frente com o café da Nonis fechamos por 700 um tour diferenciado qua valeu muito apena, passamos por todos os lugares que as outras agencias passavam porem com um diferencial estava incluso o Salar Alagado, Por do sol e umas cavernas que acabamos não conseguindo ir devido esta fechado,
      Passeio comprado hora de partir para o tão esperado e sonhado SALAR DE UYUNI, passeios saem as 10:30 ouve um atraso e saímos as 11:30 mais nada que atrapalhasse nosso passeio esse atrado
      PRIMEIRA DIA NO DESERTO
      Tour que acredito que todos já sabem não vou dar muitos detalhes desse primeiro dia, fomos para o cemitério de trem que achei muito foda
       




       

       
      Salar de sal branquinho dispensa qualquer comentário é a coisa mais linda esplêndida que já vi na vida muito lindo mesmo, faria somente essa parte sem sombra de dúvida achei fantástico

       

       

       


      Almoçamos no salar alagado, comida muito boa o Deniz nosso guia / motorista montou mesa e tudo mais.
      Ilha de Cactos pagamos os 30 soles cada, no começo não queria mais quando subi nela achei muito legal, vista do Salar é espetacular porem se prepara para o vento porque é muito forte.
       


       
       
      Depois de um dia cansativo não via a hora de tomar um banho quente (aliais já fazia umas 36 horas desde o ultimo), comer uma comidinha e cair na cama e dormir já que no 2º dia de Deserto
      Iriamos acordar cedo por volta das 6 da manhã, já havia me preparado para uma hospedagem no meio do nada, sema nada de conforto, sem banho quente e comida ruim, eis que o guia mostra de longe a nossa Hospedagem e a primeira impressão foi “QUE BOSTA, ESTAMOS FUDIDO” serio era meio feio a imagem de uma casa de barro no meio do nada e um puta frio, mais isso mudou quando entramos dentro do hostel:
       
        

      IMG_7122.MP4 Hospedagem desse dia foi a melhor, hostel SOMENTE PARA NÓS, tudo muito novo banho quente e comida nota MIL serio, quartos privativos toda a mobilha novinha tinha TV de LED 50 polegadas, radio em fim tudo que se precisa em uma casa de muita boa qualidade. O hostel todo era de sal o chão era um tipo de são grosso.
       
      Dia 5 – 03/01/2018
      SEGUNDO DIA NO DESERTO
      Depois de uma noite muito bem dormida acordamos por volta da 6 da manhã, café da manhã já estava sendo servido e preparado para as lagunas.
      Serio esse acho que foi o dia mais tenso no deserto, as paisagens são lindas mais passamos horas dentro do carro, tem hora que a bunda fica quadrada mesmo o carro sendo confortável.
      Nesse dia passamos por alguns lugares muito interessante uma plantação de Quinoa bem verdinha no meio do deserto, e paramos para almoçar em um restaurante muito bacana diga-se de passagem comida podia comer a vontade e com uma vista linda de um “Oasis”
      Abaixo as fotos desse dia.
      As lagunas devido o tempo não estava em suas cores linda bem vivas e com os espelhos d’agua mais mesmo assim são uma obra de arte.



       
       
       
      Nesse dia o hostel foi mais humilde mais, comida lembro que foi uma macarronada e deram uma garrafa de vinho, ficamos em um quarto compartilhado e só tinha o pessoal da nossa agencia e não teve banho, em quanto o jantar não ficava printo fizemos nossa farra e colocamos uns bolivianos para sambar kkk

      WhatsApp Video 2018-07-29 at 22.24.00.mp4  
      Dia 5 – 04/01/2018
      TERCEIRO DIA DESERTO
      Nesse dia foi o que acordamos mais cedo por volta das 4:30 da manhã já estávamos todos tomando o café da manhã que não me lembro oque foi servido.
      Fomos primeiro para os Geiser, achei muito legal nunca tinha visto nada parecido o lado ruim é somente o frio de congelar
       

       
      Passamos nos Banhos Termales mais não estava muito afim de entrar então foi somente fotos e contemplar a paisagem.

       
      E assim nos despedimos do Sala de Uyuni...
      Quanto chegamos na fronteira Bolivia x Chile o guia nos explicou referente a taxa de 15 bolivianos, segundo ele tínhamos a opção de pegar a fila que estava quilométrica ou pagar a taxa e não ficar na fila, optamos por pagar e foi a melhor coisa em 20 minutos já estávamos todos na van rumo a San Pedro do Atacama.
      Dica: Quando vai dar entrada no Chile eles passam as mochilas/malas no raio X e todos tipo de alimentos orgânicos tem que se jogar fora, produtos industrializados passa sem problema.
      San Pedro não era digamos que um lugar que queríamos conhecer passamos mais por questão de logística a cidade é bem cara e optamos em passar somente 1 noite.
      Neste dia procuramos hospedagem, fizemos cambio, e ficamos de boa pela cidade e descaçar depois dos dias de travessia do deserto que é muito cansativo.
      Dica, compre o quanto antes a passagem para sair de San Pedro compramos com um dia de antecedência para um ônibus direto para Arica e pagamos 17.500 um casal de amigos Edson e Karina pagaram para 2 dias depois 13 mil pesos chilenos, não me recordo o nome da empresa mais todos os ônibus são de ótima qualidade pelo que vimos na rodoviária!
      No hostel conhecemos um casal de brasileiros Fred e Mariane  que sofreram muito e foram enganos pela agencia Thiago Tous eles passaram muito mal devido a comida estragada e não foi somente ele mais todos do carro passaram 2 dias com diarreia e vômitos e falaram que o guia os trataram extremamente mal, nessa hora falamos do tratamento de nossa agencia e mostramos nossas fotos eles não acreditaram. Eles nos mostraram a foto do “Cemiterio de Trem” que levaram eles e foi em um lugar com um vagão de trem de carga, não entrar em detalhes mais foram muito enganados!
      BUSQUEM RECOMENDAÇÕES DE AGENCIA o Salar é um dos pontos autos da viagem e infelizmente dependemos da agencia que pode fazer que esse lugar supere todas as suas expectativas como se transformar em uma tremenda decepção.
       
      Dia 05/01/2018
       
      Não fizemos nenhum passeio alugamos uma bike e andamos por um parque chamado Cartape e Pukara de Quitor.
      Indico fazer o passeio de bike gostei bastante se tivesse ficado mais alguns dias certamente tentaria chegar Vale de La Luna
       

       
      Nesse dia a noite pegamos o ônibus ruma Arica, ônibus no chile são muito confortáveis e tem para todos gosto a bolso, peguei o mais barato que achei no dia não me lembro o valor.
      Noite de sono tranquilo, capotamos todos e so acordamos em Arica no dia seguinte!
      Dica, chegando no Atacama já compre a passagem de saída você vai conseguir achar preços mais baixos.
      Dia 06/01/2018
      Chegamos em Arica cidade me pareceu muito bacana pena esta com roteiro apertado e não te dado para ficar ao menos um dia.
      Na chegada no próprio terminal já procuramos o taxi para nos levar até Tacna, taxi lembro que foi barato algo próximo a 12 reais por pessoa e foi bem rápido e carro confortável.
      Poderíamos ter pego uma fila grande na imigração do Chile com Peru, mas o motorista e seus contatos agilizou tudo para nós e ganhamos alguns minutos, após todos os tramites e depois de ter que jogar minhas frutas fora na imigração chegamos em terra Peruanas e chegamos em Tacna.
      Pensa em uma cidade quente é Tacna, assim que chegamos no terminal já procuramos passagem para Lima, achamos por 60 Sol com “escala” em Arequipa e com direto a Janta, eu não tive coragem de comer era Arroz, frango frito e batata assada. Horário do ônibus era para as 14:30 e ainda era 9 da manhã e resolvemos irpara o centro de Tacna que é uma zona franca para quem não sabe.
      Galera para quem estiver passando por lá vale a pena ir as compras de Bebidas, Perfumes e Roupa eletrônico não vi tanta vantagem, comprei uma jaqueta para baixas temperaturas por 60 Soles que foi um dos melhores investimentos para viagem já que iria para Huaraz ♥.
      Após bater perna hora de volta para rodoviária e enfrentar as 22 horas de viagem de ônibus :(. Depois disso apredi que o melhor é ir de avião muito tedio dentro do ônibus, que teve somente a parada em Arequipa e depois foi direto ate Lima...

      IMG_7427.MP4  
      Dia 07/01/2018
      Chegamos em Lima por volta das 13hs de um Domingo, em Lima não tem rodoviária o ônibus para em uma rua e descemos, para quem mora em São Paulo o “terminal” ficava em uma rua que parecia região da praça da Sé com Cravolândia cidade vazia.
      A essa altura da viagem já tinha perdido noção de qual era o dia da semana e precisava cambiar dinheiro, tínhamos somente alguns trocados e precisava urgentemente de uma casa de câmbio e advinha todas fechada, do nada apareceu um senhor que nos abordou oferecendo para cambiar, como não tínhamos outro lugar torcemos para PachaMama que aquele senha estivesse com boas intenções e não nos desse um golpe, negociamos e acabei trocando 1 Real por 1 Soles e cambiei  mil reais. Cambio feito dinheiro dividido em bota, cueca e doleira fomos correndo pegar um taxi para ir para Miraflores e procurar um Hostel, oque mais queríamos era um banho cama já que fazia mais de 40 horas que não tomávamos banho rsrsrs, nunca sofri tanto para achar um taxi, nenhum taxista queria ir para Miraflores, achamos um que nos levou e cobrou o olho da cara mais infelizmente era Domingo atarde e era oque tinha pagos por volta de 30 Soles.
      Serio me apaixonei por Miraflores, que lugar lindo bem cuidado com tudo que uma cidade grande precisa.
      Devidos os preços dos Hostel serem caros optamos por ficar em AirBnB qua valeu muito a pena, o anfitrião foi muito atencioso com nós, durante todo o tempo que ficamos ele deu toda a atenção e fazia de tudo para nos agradar, no começa achamos que ele queria nos roubar tanto que na primeira noite escondemos todo o nosso dinheiro mais depois descobrimos o real interesse, ele estava aprendendo português e queria apenas conversar. 
      Nesse mesmo dia ele nos levou para conhecer alguns lugares de Lima e fomos para Circuito Mágico del Agua, achei muito lindo foi um passeio pago mais nunca vi algo do tipo e já aproveitamos e compramos passagem para Huaraz pela empresa  por 80 Soles ônibus noturno.

      Dia 08/01/2018
      Nesse dia estava programado Conhecer Miraflores e ficar somente pela região e fazer um City tour, Não vou me cansar de falar que lugar incrível é Miraflores queria morar lá, uma pena é que nesse dia esta muita neblina
       

       
      Dia 09/01/2018
      Nesse dia fomos conhecer o centro de lima, fomos de ônibus mesmo utilizamos o “BRT” deles que por sinal funciona muito bem parece o metro. Achei muito bom o centro histórico lá consegui comer o melhor Ceviche e.
       Dica: Lima foi o Melhor lugar para comprar lembrancinhas tinha mais variedades e os melhores preços.
      Nesse dia a noite fomos para o Terminal porque iriamos para Huaraz, viagem noturna em um ônibus de muita qualidade, dormimos a noite toda, acho que o ônibus saiu por volta das 22 horas e chegamos no dia seguinte por volta das 7 da manhã. Não vi nada do caminho dormir a viagem toda como sempre rs.

       
       
      Dia 10/01/2018
      Cidade é muito fria, deveria esta por volta dos 10ºC cidade tem lindas montanhas coberta de Neve o que me impressionou muito já que nunca tinha visto algo do tipo.
      Como já tínhamos feito uma reserva pelo Booking  em um Hotel que não recomendo diga de passagem, fomos direto para o Hotel ja que nesse já tínhamos acetado  passeio para Glaciar Pastoruri, A van nos pegou por volta as 9 da manhã no hotel e retornamos por volta das 18hs, foram por volta de 3 horas para ir e 3 horas para voltar, viagem um pouco cansativo mais vale a pena.
      Serio a caminha pela trilha de onde a van deixa ete chegar no Glaciar é muito cansativo por conta da altitude e o frio e chuva gelo, tudo ao mesmo tempo

      Dia 11/01/2018
      O principal lugar que queria conhecer, Laguna 69 que lugar foda muito legal mesmo pena que extremamente cansativo.
      Saímos do hoste as 5 da manhã e foram por volta de 4 horas ate o lugar que se inicia a trilha, o caminho é repleto de belas paisagens montanha cachoeiras picos nevado. Iniciamos a trilha por volta das 9:30 e foram mais ou menos 2:40 de subida, quanto sofrimento, quanta falta de ar, quantas vezes pensei em desistir é muito cansativos mais em fim conseguimos chegar, todo o sofrimento valeu muito a pena e sem sombra de dúvida faria tudo novamente, sem palavras para esse lugar.

       
       Video da trilha 

      IMG_8222.MP4 Fotos
      Dia 12/01/2018
      Hora de se despedir de Huraz, nosso ônibus partiria as 15hs para Lima. Aqui tivemos nosso primeiro perrengue da viagem onde quase tivemos que retornar para o Brasil... Saímos do Hotel ao meio dias e fomos para o terminal esperar da o horário de ir embora, como nesse dia não tinha passeio programado e a cidade em sim não tem muita coisa, chegamos no terminal e despachamos nossa mochilas ficando somente com mochilas de ataques como faltava muito para a hora do nosso ônibus resolver andar para matar o tempo e comprar agua e algumas coisas para comer, já que assim que chegássemos em Lima iriamos direto para o Aeroporto onde passaríamos a noite já que nosso voo sairia para Cusco as 6 da manha.
      Andamos para cidade, compramos nossos lanhes bolachas e etc, quando chegamos no terminal cadê nossas mochilas???? Embarcaram em outro Ônibus para Lima nessa hora gelamos um dos profissionais da empresa trataram nosso problema com estremo desdém falou somente “Suas mochilas vão esta em Lima” foram a 8 horas mais agoniantes da vida, estávamos somente com a roupa do corpo sem nada mais, só nos restava esperar.
      Não tínhamos sono, fome ou sede somente preocupação em achar a (Judite e Gertrudes apelido carinhoso de nossas mochilas) e para fechar na poltrona de trás tinha uma criança do demônio que não para 1 minuto se quer, ficava empurrando o nosso banco.
      Chegamos em Lima outa surpresa  a Movil tours tem 3 terminais espalhado pela cidade e o ônibus que estávamos iria passar por 2, chegando no primeiro nossas bagagens não estava iriamos para o outro que ficava bem próximo chegando lá nossa bagagem também não estava e nesse momento não foi nos passado que tinha outro terminal, o Alan² nessa hora começou a fazer um barraco eu estava tão desanimado que sentei no chão do terminal e fui ver quantos tinha de dinheiro e oque o seguro viagem poderia ajuda para a volta pra casa já que ainda estamos no meio da viagem e não tinha como comprar roupa e ainda espera ate o dia 23/01 para o nosso retorno, um segurança muito bom amigo fazia de tudo para nos acalma e nos entender, oque o pessoal do terminal de Huaraz nãos nos deu apoio o de Lima ficaram de parabéns, localizaram a mochilas em outro terminal nessa hora confesso que bateu um emoção, porem o cara falou que o terminal fecha as 22hs e já era quase 23:30 ei foi hora de Desce do Salto Roda a baiana e mostrar oque o baiana tem... aprendi a falar espanhol fluente em 2 segundos, mostrei as passagens compradas de avião para Cusco as 6 da manha do dia seguinte e que não tinha como esperar ate as 6 para ir a rodoviária e que no o erro não foi nosso.
      Papo vai papo vem, decidiram nos levar de carro ate a outra rodoviária, juro que na hora que vi a Gertrudes e Judite bateu uma baita emoção e pude voltar a sonhar em conhecer Cusco e Machu Picchu S2
       
      Continua...
    • Por nnaomi
      Período: 24 a 26/10/2009
      Cidades: Paraty - Vila de Trindade
      A Vila de Trindade pertence à cidade de Paraty, porém enquanto o centro histórico preserva a arquitetura de época e fica devendo em matéria de praia, a pequena vila, embora com menos infra-estrutura, esbanja em natureza e praias lindas. Ficou conhecida como reduto e símbolo dos hippies e depois como destino dos aventureiros que ousavam percorrer a terrível estrada de terra, para acampar nas belas praias. A estrada era tão terrível que um morro foi nomeado como Deus Me Livre, tal era a dificuldade de passar por esse trecho, especialmente em épocas chuvosas. Atualmente a estrada asfaltada permite o acesso a pessoas não tão aventureiras e as casas dos pescadores viraram pousadas e bares simples, bem como mercearias, lojinhas e restaurantes foram abertos, aumentando a infra-estrutura do local. As praias são belíssimas e as trilhas ótimas para cansar o corpo, mas descansar a mente e encher os olhos.
       
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem.
       
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
       
      A cidade
      A Vila de Trindade, pertencente à cidade de Paraty, fica situada na região conhecida como Costa Verde, no Rio de Janeiro. A cidade faz limite com as cidades de Angra dos Rei, Cunha e Ubatuba. Possui cerca de 33mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 928 Km². Apresenta clima tropical com temperatura média de 24 ºC.
    • Por Juliana Champi
      "At your own risk" será explicado no fim do relato! 
      POR ACASO... ÁFRICA DO SUL
      Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)!
      Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel.
      Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir.
      Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam.
      Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, bati o martelo. “Marido... a Lua de Mel vai ser na África”. Eu estava radiante!
       
      POR ACASO... COMPANHEIROS!
      Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência!
      Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz!
       
      PLANEJAMENTO
      O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei!
      Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc.
      Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem
      Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método.
      Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar!
      Clima: inverno!
      Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade.
      Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros
      Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto).
      Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim:
      22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg
      23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg
      26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger
      30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown
      30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown
      7 de setembro – aéreo de volta pra casa.
      A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA).
      Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou.
      Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte.
      Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade.
      Hospedagens
      Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo:
      Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu.
      Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731
      Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem:
      www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3
       
      Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive
      Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”!
      Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros.
      Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive.
      Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta!
      O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso!
      https://www.sanparks.org/
      Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!!
      Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim.
      Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido!
      *Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos!
      *Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né!
      Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência.
      *Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois.
      Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos!
      Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa.
      Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h.
      O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade.
      O que comprar antes
      Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai.
      *Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto.
      *Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown.
      Internet
      Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal.
      Money... que é good nóis num have!
      Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras.
      Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões)
      Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto.
      Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas!
      Arrumando malas
      Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar.
      Chegou a hora!
      Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1)

      FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel!
       
      CONTINUA...
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