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Costa RIca e Panamá - 22 dias de natureza e surfe!

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Galeeeera! Cheguei ha exatamente 1 mês dessa super trip. Vou ser bem objetivo e dar muitas dicas. Vamos lá.

 

Meu objetivo era sair do Brasil para um lugar com muita natureza e altas ondas. Não deu outra: Costa Rica.

Pesquisando as passagens, o mais barato foi ir para o Panamá, e de lá pegar um transporte para Costa Rica. No caso, peguei outro avião. Desse jeito, pude planejar passar muitos dias na Costa Rica e no fim da trip, alguns na cidade do Panamá. E assim lá fui eu...

 

Algumas infos do câmbio:

1 Dolar = 3,60 reais = 540 colones (Costa Rica) = 1 balboa (Panamá)

Na Costa Rica aceita-se muito bem o dolar, mas aconselho trocar logo por colones pra não perder no câmbio. Já no Panamá, não precisa trocar, pois está 1 pra 1. Use dolar.

 

Sou de Fortaleza, mas meu vôo saiu de Brasilia. Durou 6 horas até o Panamá. Custou R$1.668,00 ida e volta (com as taxas). Chegando lá, na imigração passei tranquilo e já fui direto pra embarcar pra CR. O vôo cidade do Panamá <-> San Jose custou R$916,00 com as taxas e durou 1h, contra 16h de onibus. Se você quiser ir de bus, a principal companhia é a Tica Bus: www.ticabus.com ou www.expressopanama.com. O trecho custa cerca de 45 dolares.

Todos os vôos que peguei foram pela COPA. Muito boa companhia aérea!!! Tem até lanche... aheuaheuae....

 

Cheguei na Costa Rica, aeroporto internacional Juan Santamaria. Bem, este aeroporto está em outra cidade, Alajuela (18km) e não na capital San Jose. Como pesquisei e vi que não tinha muita coisa a se fazer na capital, fui direto ao meu primeiro destino: La Fortuna.

 

Para ir para La Fortuna, existem várias maneiras. Dá pra ir de bus público (2.600 colones ou cerca de 5 dolares). Dá pra ir de shuttle (uma espécie de van compartilhada que te pega e deixa em locais específicos). Dá pra ir de transporte privado (uma van exclusiva, mas bem caro). E até de avião!

Bem, a minha ideia era pegar um shuttle saindo do aeroporto direto pra La Fortuna. Perguntei lá para algumas pessoas e o shuttle só saia umas 15h, e eram 9h. Resolvi pegar um transporte até o terminal 710 (de onde saem bus público em San Jose) e de lá o bus. O cara cobrou 15 dolares pra me deixar lá, e a passagem custou cerca de 5 dolares. Total de 20 dolares, e cerca de 4h de viagem de pára e anda, pára e anda. Percebi depois que não precisava ir para esse terminal 710, pq o bus que sai do terminal passa bem perto do aeroporto. Mas enfim, eu tava só e nao me ligava disso. Para pegar o shuttle, eu deveria ter reservado na internet. Algumas companhias que fazem: Interbus, Shuttlebus, Ride Costa Rica.

 

Cheguei em La Fortuna muuuuito cansado. Eu fiquei no Hostel Backpackers La Fortuna. 12 dolares quarto misto, banheiro limpo, camas boas, wi fi e cozinha e bar. Esse preço é a média de lá.

www.hostelbackpackerslafortuna.com

 

La Fortuna de San Carlos é bem pequena, voltada ao ecoturismo. Muitos hostels, restaurantes e agências de turismo. Curiosidade: seu nome é esse porque em 1969 teve uma erupção do Vulcão Arenal, que destruiu 2 das 3 vilas. A que sobrou foi "a sortuda", tradução de La Fortuna, San Carlos. Nessa noite eu capotei e dormi.

 

1º dia:

Parque Nacional Vulcão Arenal - a atração mais visitada de lá. O vulcão está inativo e muitas pessoas querem chegar o mais próximo possível desta maravilha da natureza. O mais próximo é o Parque (legalmente falando). Fica cerca de 15km do centro de La Fortuna e conta com trilhas leves, que dá para toda a família. O parque não tem infraestrutura de restaurante, banheiro, lojas, etc. Então leve sua água e lanche. Para chegar lá, tem bus saindo 08h da rodoviária (que é bem central) e custa 1.100 colones. Se você perguntar no hostel ou agência, claro que vão dizer que pra chegar no parque é preciso contratar o tour com guias ou um transporte. Nada disso. Não precisa de guia, é tranquilo. A única coisa é que se vc for de bus, ele te deixa na estrada. Vc ainda terá que andar uns 20 min. até a entrada do Parque. Mas vale a caminhada.

A entrada custa 15 dolares. É um passeio de um turno inteiro, ou seja, dá pra juntar com outro no mesmo dia (as agências juntam com o passeio das águas termais(hot springs), que ficam em propriedades privadas.). Eu vi muitos bichos por lá, além da visão sensacional do vulcão. Voltei de carona umas 14h e depois vaguei pela cidade. Fique atento na hora do bus de volta! Acho que é 13h. Verificar.

http://parquenacionalvolcanarenal.blogspot.com.br/

 

 

2º dia:

Cascata La Fortuna - que cachoeira sensacional!!!!!! Fui de táxii bem cedinho (6 dolares). A entrada custa 14 dolares ou 7.490 colones e tem toda estrutura turística: restaurante, banheiro, lojas, etc. Abre de 08am às 5pm. O onico inconveniente (pra mim não foi) é a descida de cerca de 500 degraus (e a subida na volta). Mas eu fui preparado. A cachoeira tem a zona de banho quase debaixo dela e outra com um riacho, bom pra família. Muita energia, verde e tranquilidade! Mas muitos turistas, bom ir cedo. É muito massa esse pico! Ah!!! Não deixem de fazer a trilha que tem lá. Aparentemente é so uma trilha no meio do mato, mas você encontrará a famosa PONTE SUSPENSA!!! Muita adrenalina galera! Não precisa pagar um passeio especifico para as pontes, já tem lá. A menos que você queira uma sequência de 10 pontes (tem parques que têm isso, mas são beeeem caros). Na volta, pra não perder o costume, peguei uma carona, hehehe. Aliás, o caminho de carro pra cachoeira é único, ou seja, quem está nessa estrada está indo ou voltando: é carona certa! Não esqueçam o snorquel e a GO PRO para filmar tudo! Esse passeio dura um turno de boa, e as agências costumam juntar com outros passeios. Ex: Cascata La Fortuna+ Cerro Chato (um vulcão desativado, ao lado do Arenal, com direito a banho num lago que era uma cratera, é uma trilha média a pesada) + águas termais.

 

Como eu ia para o meu próximo destino naquela tarde, curti só a cachu de manhã e de tarde (15h) fui para a região de Monte Verde. Comprei numa agência o shuttle (que nesse caso é chamado de JEEP-BOAT-JEEP), no qual vc pega uma van até o Lago Arenal, atravessa-o de barco, e depois te pegam do outro lado com outra van). Custou 20 dolares e demorou cerca de 3:30h. Vale muuuuito a pena esse shuttle, senão eu teria que ir para a cidade de Tillaran e depois Monte Verde, um dia inteiro de viagem.

Chegando lá, fiquei no hostel SAVEGRE IN, 10 dolares com café da manhã. Muito bom o hostel, bem simples, mas bem caseiro e bem localizado. Além do proprietario e morador Alejandro, que é gente boa demais, filósofo e amante da naturaleza)

http://www.savegreinnmonteverde.net/

 

 

OBS: aqui cabe uma explicação sobre Monte Verde e Santa Elena. Quando eu pesquisei, fiquei doido, sem entender o quê era o quê? Eram duas cidades? Um distrito da outra? Enfim, só descobri isso lá. Há tempos, o primeiro povoado da região a chamou de Monte Verde. Com o crescimento do centro urbano, virou Santa Elena. Então é assim: a cidade se chama Santa Elena, e uma outra área mais rural/florestal se chama Monte Verde. Se vc disser que quer ir pra Monte Verde ou pra Santa Elena, da;rá no mesmo, todos te entenderão. Você irá para Santa Elena. A menos que vc queira ficar nos resorts entocados na floresta (mais afastados do centro. Isso é Monte Verde, é o entorno, a região). Mas turistas em geral vão para Santa Elena, o centro.

 

3º dia:[/b

Parque 100% Aventura - No primeiro dia em Monte Verde (ou Santa Elena!kkkkkkkk!), eu fui num parque de aventuras. Esse tipo de parque é muito conhecido em toda a Costa Rica e existem muitos em todo o país. Eles oferecem atividades de CANOPY (arvorismo, tirolesa, pontes, bunggie jump, etc.). Os principais se encontram na região de La Fortuna e na região de Monte Verde. Eu fui no 100% Aventura, por 45 dolares com o transporte, fechado no hostel mesmo. A média de preço é 50 dolares, mas tem parque de quase 100 dolares (Sky Adventures. Esse é o mais conhecido e tem em La Fortuna e em Moteverde). Lá foi muito massa, pois finalmente consegui realizar meu sonho de voar. Este parque tem 7 cabos de tirolesa, 2 superman, 1 rappel e 1 tarzan swing. Se quiser, tem pontes, mas tem que pagar por fora. É tudo muito seguro. É uma passeio de um turno, tem loja, banheiro. Leve a sua GO PRO com o suporte pra capacete! No final, dá pra comprar um cd com as fotos por 20 dolares. Dá pra rachar com a galera.

Como o passeio foi rápido, resolvi fazer um dia completo. Olhando no mapa, esses parques de aventura ficam bem próximos a um dos Bosques Nubosos da região, o Bosque Nuboso de Santa Elena.

 

Sites:

100% Aventura - www.aventuramonteverdecr.com

Sky Adventures - http://skyadventures.travel/

Selvatura - www.selvatura.com/

 

 

Bosque Nuboso de Santa Elena - PURA VIDA!!! QUE FLORESTA!!! Apesar de ir na parte da tarde, consegui ver e ouvir muitos bichos, principalmente aves. Se vc for amante de aves, vá beeeem cedinho de manhã. Bem, eu desci do transporte do parque de aventura bem num entrocamento na pista principal, andei e esperei carona. E ela veio, hehehe... e fui até a entrada do Bosque. A entrada custou 14 dolares e não precisa de guia, apesar de ter esse serviço em todos os parques. Dá pra família. Durante a tarde inteira eu andei sozinho pela floresta. Que imensidão verde, que energia, que sinfonia! Foi muito massa galera esse dia. Voltei de transporte do próprio parque (2 dólares) até o centro de Santa Elena.

Então fica a dica: se for para um parque de aventura, dá pra ir de tarde no Bosque Nuboso de Santa Elena. E tem bus público que vai e volta, não precisa de táxi ou agência.

http://www.reservasantaelena.org/

 

 

4º dia:

Bosque Nuboso de Monte Verde - se tinha um lugar que eu queria conhecer mesmo antes de sair do Brasil, era esse Bosque. Peguei o bus bem cedo (6:15am - 600 colones) e em 15 min estava na entrada do bosque. E aqui já fica a primeira dica: antes de entrar no parque, conheça o café que fica bem ao lado. Você simplesmente vai ser rodeado por dezenas de beija-flores!!!! Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitos!!! É impressionante!!! Dá pra ficar horas ali! Quando consegui sair desse lugar, fui para o bosque. Entrada custa 20 dolares. Dá pra passar um dia inteiro nesse paraíso. Que lugar abençoado. Como no outro bosque, lá tem muitas trilhas e mirantes e dá pra fazer de boa com a família, sem guia, sem agencia, apesar de os guias conseguirem avistar melhor os animais por sua experiência e com suas mega câmeras, pois as árvores são imensas, alem de explicar tudo sobre eles e sua importância para a natureza. Voltei de carona de novo. À noite dei um último rolé.

http://www.reservamonteverde.com/

 

 

5º dia:

Shuttle Monte Verde – Playa Hermosa: Acordei bem cedo para pegar o shuttle para o próximo destino: Playa Hermosa, próximo à Jacó, região de Puntarenas. Custou 50 dolares e demorou umas 4h. Ao chegar lá, encontrei um casal de amigos brasileiros que estão descendo desde o México, onde ficamos num hostel, Cabina Las Olas por 12 dias num quarto triplo. O dia saiu por 25 dolares o quarto. Nesse hostel praticamente só dá a galera do surfe. Aliás nessa playa toda, tudo é voltado pro surfe. Existem alguns restaruantes, umas pousadas, pouco movimento. Se quiser movimento vá para Jacó. Fica tudo na beira da estrada, que têm bus pra todo lado da praia.

 

*Aqui vale um comentário do surfe: eu surfo de bodyboard, e as melhores ondas são as mais buraco, ou seja, as mais pesadas, e Playa Hermosa é referência na América Central. Para os mais iniciantes eu não recomendo esta praia. Existem muitas outras opções. Em Hermosa existem basicamente 3 picos: La Terraza, uma direita na ponta da praia com muitos locais. Backyards, que é onde ficam a maior parte das casas, restaurantes. E EL Almendro, uma árvore solitária na praia que tem mais pra baixo. Ali foi onde surfei mais.

 

Então, fiquei nessa playa por 14 dias como base para o surfe e alguns dias surfei em outras praias, como Jacó e Esterillos. Alugamos um carro e conhecemos também vários picos por lá. Entre eles:

 

-Cachoeira Secreta de Quepos: em direção à cidade de Quepos, segue na estrada em direção ao Parque Manoel Antônio. Pegamos carona na estrada com um cara que ia fazer um shuttle, hehehe. Ou seja, fomos de shuttle free. Total de 1:30h até lá. Na subida pro parque, descer em frente ao Monos Residence entra na estradinha e segue a trilha. É grátis e tem uma trilha muito massa, baixa dificuldade, linda. Na cachu dá pra saltar e tomar banho! Lá tem duas opções pra descer e subir: ou numa corda ou numa trilha, que está meio escondida. Na volta pra Hermosa pegamos o bus (305 colones) até o centro de Quepos, e de lá pegamos na rodoviária outro bus pra Hermosa (1145 colones). Quepos é uma cidade maior, com porto e conhecida pela pesca esportiva.

 

-Cachoeira Uvita: de carro fomos parando rapidamente em várias praias em direção à cidade de Uvita, depois de Quepos. A primeira para mesmo seria a praia de Uvita, mas lá descubrimos que tem que pagar, porque está dentro do Parque Nacional Punta Ballena. Acho que a entrada era 6 dolares, mas fomos direto pra cachu. Uns 20 minutos chegamos. A entrada é 2 dólares e tem um restô e banheiro. Praticamente não tem trilha. Excelente banho, saltos bem altos e vários poços. Dá pra família também.

 

-Mirante do Hotel abandono: depois da Cachoeira de Uvita, fomos a um mirante não muito divulgado e visitado: fica num hotel abandonado. A entrada é na estrada, na frente de um posto de gasolina, entre Hermosa e Jacó. Tem gente que vai de carro, outros de bike, outros a pé. É uma beeeela subida! É grátis. E vale muito a pena o visual, com vários mirantes.

 

-Parque Nacional Manoel Antônio: umas dos parques mais visitados da Costa Rica. Imagine o porquê: bicho preguiça, macacos, quatis, tucanos, araras, peixes, rãs, água cristalina, altas ondas, muitas trilhas… é muuuuuuuuuito massa! Não deixem de conhecer. Tem serviço de guias, banheiros. Eles revistam as bolsas em busca de comidas(industrializadas) e bebidas (só pode água e suco). Dá pra ficar o dia inteiro no parque e na praia ao lado (SURFE!). A entrada custa 15 dólares e fica um pouco depois de Quepos (1:30h).

http://www.anywherecostarica.com/attractions/national-park/manuel-antonio

 

 

Sobre o aluguel do carro. Alugamos em Jacó o mais simples (Jimmy) por 2 dias = 101 dolares na Budget com calção de 1000 dolares no cartão. Passaporte e CNH. Devolvemos em Hermosa mesmo.

 

 

2 últimos dias - Cidade do Panamá:

Para ir ao aeroporto, comprei minha passagem de bus em Jacó 4 dias antes. No dia, sai bem cedo de bus em frente ao hostel para Jacó e de lá, direto ao aeroporto. Então em Jacó tem bus pra muitos locais. Esse que vai para o aeroporto é o mesmo que vai depois para San José. Custou cerca de 5 dólares e demora 1:30h.

 

Peguei o vôo e cheguei à Cidade do Panamá. Lá peguei um taxi (20 dolares) para o hostel Luna's Castle. Eu li que tinha muito barulho e era muito movimentado aos fds. Como era no meio da semana, resolvi arriscar. Bom, lá é um grande hostel, estilo típico do Casco Viejo (Centro Antigo). Fiquei num quarto misto por 14 dolares a noite, com café da manhã (panqueca e banana) incluso, café e água gelada free o dia todo, cerva de 1 dolar, sinuca, wi fi, staff bem informado e muitos banheiros, sempre limpos. O que me incomodou foi o calor, pois os quartos só tem um ventiladorzinho em cada cama, que não dá conta, porque tava muuuuito quente.

 

Cidade do Panamá:

No único dia inteiro eu resolvi preenche-lo: Parque Metropolitano – Mercado de Mariscos – Avenida Balboa – Casco Viejo, onde fica o hostel.

 

Galera, apesar de a Cidade do Panamá ser conhecida pelos megalomaníacos arranhas-céus, o Parque Metropolitano é refúgio e início de um corredor ecológico que interliga os dois oceanos. Muuuuuito massa galera, não deixem de conhecer. A dica é ir beeeeem cedo (abre 06 am). Do Casco Viejo dá pra ir andando até o Metro 5 de Mayo, metrô até o Albrook Mall. Lá vai andando (15min) ou de bus pro Parque. Entrada é 4 dolares, mas não tem cerca, então dá pra conhecer free. Algumas trilhas e muito bichos: bicho preguiça, tucano, tartaruga, macacos, muitas aves, roedores, etc… Tem um viveiro de bonsai e árvores imensas. Passei a manhã inteira e fiz o mesmo caminho da volta. Na volta da estação 5 mayo para o Casco Viejo, temos o Mercado de Mariscos. Com muito chevices (U$2,50) e cervezas (1,50 dolar) e tudo de marisco, lá foi meu almoço. De lá caminhei por toda a Avenida Balboa (uns 9km ida e volta). De um lado o mar e do outro muitos edificios, um paraíso para os arquitetos. Por fim, fui da um rolé no Casco Viejo, onde está o Lunas Castle. Muuuuuuuito massa!!! Vale um belo rolé por todas as ruas, com lojas de artesanato, restaurantes, igrejas, ruinas, praças.

 

No segundo dia, como meu vôo saia de tarde, então fui ao Canal do Panamá. De taxi, 8 dólares ida + volta. A entrada custa 15 dólares. Lá você vê bem de perto os navios passando pelas eclusas. Lá é a eclusa de Miraflores. Você também pode assistir um video num cineminha e depois ir num museu. É uma passeio legal, de um turno, melhor pela manhã para ver os navios. Dica: existe outra eclusa, Pedro Miguel. Dá pra ver os navios sem precisar pagar. É só se informar.

www.visitcanaldepanama.com

 

A tarde peguei o táxi e regressei ao Brasil.

 

OUTRAS INFOS/DICAS:

 

-Fui na época de chuvas (Jun-Dez) então praticamente todos os dias de tarde chovia. A maioria não era chuva pesada, mas era chuva. Então sempre levar na mochila uma capa de chuva, usar tênis ou botas, meias secas, cuidar bem dos pés, seus melhores amigos. Roupas leves para as praias, um agasalho para as montanhas (de noite é frio em Monteverde).

 

-Levar Go PRO, câmera com um bom zoom, snorquel/óculos de natação, repelente e protetor solar.

 

-Não paguei a taxa de 30 dólares para deixar a Costa Rica. Não pediram, acho que não tem mais isso.

 

-Certificado de Vacina contra Febre-Amarela é obrigatório!

-Comida popular é nas chamadas Sodas, onde servem o casado (PF).

 

-Alguns sites que me ajudaram, fora o Mochileiros:

 

www.tripadvisor.com

 

Muitas infos:

www.anywherecostarica.com

http://mochilabrasil.uol.com.br/destinos/costa-rica

Tempo entre as cidades: www.govisitcostarica.com/travelInfo/travelTime.asp

 

Surfe:

aburguetesurf.blogspot.com/2012/08/costa-rica-surf-guide-completo.html

www.surfguide.com.br/viagens/america-ce ... -rica.html

 

Vulcões da Costa Rica (pra treinar o espanhol): http://audiovisuales.uned.ac.cr/mediateca/videos/205/volc%C3%A1n-po%C3%A1s.-misterios-en-las-profundidades

 

 

Galera, essa foi uma viagem de muita natureza e aventuras. Apaixonado pela Costa Rica. Muitas energias e muitos novos amigos! Espero ajudar com o relato. Um abraço aos mochileiros!

 

Depois posto as fotos!

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    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui e todas as dicas possíveis que todos os mochileiros podem nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
       
    • Por felipenedo
      Olá Viageiros!!!
       
      Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.
       
      Para mais detalhes e fotos, visitem o meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
       
      Agora uma novidade: Um novo canal no Youtube com todos os vídeos das viagens e muitas outras coisas que pretendo mostrar por lá!
      Youtube: Profissão Viageiro
      Agradeço muito quem puder se inscrever por lá!   
       
       
      Então, eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade... Acho que lá o turismo é mais fácil e quase tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.
      Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.
       
      De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.
       
      Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.
       
      Vamos lá...
       
      Cheguei em Riga no início da noite em um voo vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.
       
      Transporte
      Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda
      Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.
       
      Hospedagem
      Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.
      Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade, na avenida Satekles Iela. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.
       
      O Rolê
      Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.
      Foi bem estranho isso... 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.
      Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!
      Era muito curioso... Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!











       
      Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.



       
      Alimentado, segui o rolê pelo centro...







       
      Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.






       
      Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

       
      Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada...

      Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!
       


       
      Aqui é uma das artes mais charmosa que achei...










       
      E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

       
       
      Qualquer dúvida que eu puder ajudar, é só falar!!!
       
      Valeu!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      Instagram: @profissaoviageiro
       
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/consideracoes-minha-experiencia-de.html
      Lista de Posts - meu intercâmbio para o Uruguai:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/search/label/URU - Intercâmbio em Montevideo c%2F passeios em Punta del Este. Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (Minas) [Fev a Mar%2F17]

      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Índice dos Relatos de Viagem; 5) Considerações Finais. 1) Alguns dados interessantes do Uruguai

      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.
       

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?
       

       
       
      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.
       

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
       
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
       
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.
       

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].
       

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.

       

       

      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.
       
       

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.
       

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
       
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
       
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.
       
      4) Índice dos Relatos de Viagem
      Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] 
       
      Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:
       

      E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      5) Considerações Finais:
       

       
      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
        Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      Caso queira acessar a lista de posts referentes a essa viagem diretamente pelo blog clique AQUI ou na imagem abaixo:

      Clicar: [Índice do Relato de Viagem: Intercâmbio]
       
    • Por TMRocha
      Como o ano de 2016 foi muito difícil e puxado e praticamente não viajamos, resolvi começar 2017 com uma viagem especial para Campos do Jordão, em São Paulo.
       

      Fomos na baixa temporada, já que ainda era início de janeiro e a alta temporada por aqui costuma ser em meados de junho. Mesmo assim o passeio foi muito especial. Confira como foi o passo-a-passo dessa incrível viagem.
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo ou numa das Partes abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/campos-do-jordao-e-aparecida-sp-04.html
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      Lista de Partes:
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      Para que o conteúdo não fique massivo estarei dividindo o relato em várias partes menores, e caso você queira apenas saber o que Campos do Jordão e Aparecida têm a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jordão, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jordão]
      [Parte da Tarde] Missão Fondue!
      [Parte da Noite] Missão Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia] Viagem de volta de ônibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH até São Paulo de ônibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no ônibus!

      Às 22:00h entramos no ônibus da São José, mas ele não saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele [ou eles] estavam vindo de Ipatinga e agarraram no trânsito, e o bus só partiu mesmo às 22:20h, com destino a São Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada às 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que não consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e não queria molhar a câmera ou o meu óculos.


      Nesse lugar a parada foi bem rápida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal é que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de ônibus.

      Passado mais algum tempo, às 4:00h da manhã fizemos nossa segunda e última parada do percurso até Campos do Jordão. Dessa vez até que eu tinha conseguido dormir bastante no ônibus.



      Havia até um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espaço muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista é muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela já estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no ônibus sem poder esticar os pés.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
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      Campos do Jordão, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma população de pouco mais de 50.000 habitantes e está a 173 km da cidade de São Paulo, a 350 km de distância do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jordão
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      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham opção para água quente e fria. A única coisa que não gostei do Parque Hotel é que o WiFi só ficava disponível na área da recepção e não tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV também era bem pequetita [nada importante, já que quem veio aqui deve é passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Palácio Boa Vista
      Ás 9:00h entramos no ônibus da São José e seguimos até o Palácio Boa Vista, que é considerado como a residência oficial de veraneio do governador de São Paulo, e está localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jordão.




      Andamos um pouco de ônibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da São José, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade já ter ficado com -8ºC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e só não nevou porque o clima dessa região é bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar não era perigoso ao ponto da pessoa entrar e não sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um palácio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no palácio, e como eles não deixavam tirar fotos ou fazer gravações lá de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as únicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o palácio é super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de salões e todos eles com móveis luxuosos, alguns até importados de outros países e em sua grande maioria os objetos são bem antigos, datando das décadas de 60, 40, e até mesmo contando com algumas peças do Século XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns móveis folheados a ouro, outros de latão dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os cômodos, que iam desde estátuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de São Pedro
      Saindo dali fui na Capela de São Pedro, que estava praticamente do lado do palácio, já a Lu não quis entrar nesse local. É uma estrutura íntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da região. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que não compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
       E voltamos novamente para o ônibus da São José para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
    • Por TMRocha
      Com as merecidas férias, fiz uma viagem do estilo Sol e Praia para Porto Seguro junto da Luciana, entre os dias 09 e 16 de Janeiro de 2016.

      Confira agora como foi o nosso passeio.
       
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/porto-seguro-ba-09-16012016-parte-01.html
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      Lista de Partes:
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        Caso não queira conferir como foi o meu relato e deseje apenas saber o que é bom para se fazer em Porto Seguro, confira as dicas do botão abaixo:

      Sem mais delongas, vamos começar...

      DIA 01 - Sábado [09 de Janeiro de 2016]
      Depois de ter uma noite bem dormida e já com as malas arrumadas [tinha deixado ela pronta na quinta-feira ainda], mais ou menos às 9:00h fui até a casa da Luciana para filar a comida da sogra. Minha ideia era partir de lá já alimentado e junto com ela.

      Minha bagunça.

      Bagunça da minha mãe, na cama ao lado [e a cama nem é dela!]
      Depois de esperar um pouco peguei o bus que ia pro Alvorada.


      Por lá fiquei esperando a Lu se arrumar, ela estava doida porque deixou tudo pra última hora, então arrumou uma correria danada! Após almoçar chegou a hora de partir rumo ao metrô.



      Já no metrô, fomos até a Estação Lagoinha para dali entramos na rodoviária de Belo Horizonte e pegamos o ônibus da Unir que vai pro Aeroporto, que aliás, sai muito mais barato do que pegar um táxi ou o MOVE Conexão Aeroporto que o pessoal gosta de usar.

      E agora sim, finalmente estávamos realmente a caminho do aeroporto de Confins!

      Depois de pouco mais de uma hora [ou duas, não sei ao certo] chegamos em Confins.
      Obs.: Parece estranho minha mochila ficar pra frente, mas acho melhor ficar feinho do que ter os pertences furtados de bobeira no centro de BH.

      Já no local certo bastava apenas esperar o horário do nosso voo, que saiu no horário certo e sem maiores problemas.


      Dada a hora, então bora pra Porto Seguro...



      Já acima das nuvens pudemos ter o nosso lanchinho e seguimos uma viagem tranquila até o aeroporto de Porto Seguro.




      No pacote que fiz com a Master Turismo estava incluído a viagem de ida e volta para Porto Seguro e o translado até o nosso hotel. Então ali já nos encontramos com um dos guias da Coconut Tours, que ficou encarregado de nos levar até lá.

      Como não estávamos muito longe do aeroporto, chegamos bem rápido ao Hotel Márlim, que seria a nossa estadia por toda essa semana.



      Nosso quarto dessa vez era bem simples, mas tinha o que precisávamos: um frigobar vazio pra guardar as águas! A cama era confortável [apesar de no primeiro dia terem colocado dois colchões como improviso - depois disso deixaram um colchão de casal], o ar-condicionado era muito bom e os hóspedes também são agraciados com uma piscina que fica no centro do hotel.

      Outra coisa que gostei bastante daqui era a localização, no centro, próximo de bons restaurantes com o preço bem em conta e também da Passarela do Álcool [também conhecida como Passarela do Descobrimento], ótimo local pra quem curte muita cerveja e também compras de tudo o que você pensar, seja de artesanatos, roupas, acessórios e muito mais!

      Aqui tive um imprevisto que não estava contando [claro, quando a gente conta não é imprevisto!!!], dei a bobeira de deixar pra transferir o dinheiro que tinha guardado da poupança para a conta de débito somente aqui porque estava com preguiça de fazer isso em Belo Horizonte e em Porto Seguro simplesmente não existe nenhum Santander [nunca imaginei isso, já que viajei até para Pato Branco, no Paraná, 300 km depois de Judas ter perdido as botas e lá também tinha Santander] e como fiquei muito preocupado em não poder fazer nada por ter pouco dinheiro do débito fechei o pacote todo no Crédito com a Coconut Tours.
       
      Notas: De certa forma acho que falhei um pouco aqui, primeiro por ter dado essa bobeira de não ter feito o que devia em minha própria cidade, e depois por ter fechado muitos passeios focando somente nas praias, já que achava que outros passeios interessantes, como o de chalana, eram feitos somente na praia.
       
      Acho que uma boa dica para quem quer usar agências de turismo pra ter mais comodidade é não fechar tudo na hora como eu fiz. Se estiver no centro dê uma passada em outras agências e feche pacotes diferentes [como por exemplo, passeio de chalana, mergulho de cilindro, passeio de quadriciclo], pra que o roteiro não fique muito repetitivo ou engessado. O que nos salvou foi que os guias da Coconut são todos excelentes e apesar de estarmos mais nas praias deu pra fazer outras coisas muito interessantes.
       
      Nosso Roteiro [que sofreu algumas mudanças no decorrer da semana], acabou ficando assim:
      NOSSO ROTEIRO
      Sábado, 09 de Janeiro de 2016
      - Translado de ida da região metropolitana de Belo Horizonte para Porto Seguro;
      Domingo, 10 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] City Tour no Centro de Porto Seguro;
      [Parte da Tarde] Barraca Barramares, na Beirada da Praia;
      Segunda, 11 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Pitinga, em Arraial d'Ajuda;
      [Parte da Tarde] Centro de Arraial d'Ajuda;
      Terça, 12 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Praia dos Espelhos;
      Quarta, 13 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Trancoso;
      Quinta, 14 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Santo André;
      [Horário do Almoço] Oficina do Sabor e Berimbau Park;
      [Parte da Tarde] Coroa Vermelha [Aldeia dos Índios Pataxós];
      Sexta, 15 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Recife de Fora;
      Sábado, 16 de Janeiro de 2016
      - Translado de Volta de Porto Seguro para a região metropolitana de Belo Horizonte.
       
      Continuando com o relato...

      De noite resolvemos comer uma boa pizza no Mama's para comemorar a nossa chegada na cidade.



      O que achei mais legal aqui é que eles usam esses mini-forninhos pra deixar a pizza aquecida, além disso a massa é muito fina e a pizza é realmente deliciosa e pra ajudar o preço é muito baixo. Vale a pena comer aqui!

      Após comer resolvemos andar um pouco [na verdade um bocado] pelo centro da cidade, o que mais tinham eram opções de vestuário e restaurantes para todos os gostos, além de dezenas e mais dezenas de lojas de souvenirs.

      Quem é colecionador como eu pode ficar tranquilo que certamente tem alguma coisa bem legal que se adequará ao seu gosto. Fiquei tão entretido comprando que até esqueci de tirar mais fotos, mas não tem problema porque em quase todos os dias demos uma passada no centro da cidade pra passear ou para comer alguma coisa.
       
      Os enfeites de natal decorando a cidade ficaram tão legais que acho que a prefeitura quis deixar eles aqui por mais algum tempo ainda.


      Terminado tudo o que queríamos fazer fomos dormir, no próximo dia começaríamos com os nossos passeios por Porto Seguro.

      DIA 02 - Domingo [10 de Janeiro de 2016]
      Já acordados, a primeira coisa que fiz foi tirar algumas fotos do hotel.



      Não esquecendo, claro, de tomar nosso café da manhã.


      Nosso primeiro passeio seria para o centro histórico de Porto Seguro, e a Coconut enviou uma van para nos buscar e levar até lá.


      Uma das coisas que reparei é que os baianos realmente amam sua terra, são dedicados e mesmo nas coisas mais simples fazem todo o possível para agradar os turistas. A primeira coisa que o guia Jackson nos mostrou foi de onde era tirado o cacau da fruta.



      Sempre achei que era usado a polpa para fazer o chocolate, mas na verdade é usada essa semente, que é torrada e nela são realizados outros processos até chegar no chocolate que conhecemos atualmente. Perto dali também tinha um vendedor vendendo sementes que ajudam no tratamento de várias coisas.

      Acabei não prestando muita atenção, pois nossas atenções se voltaram mais para o índio vendedor de brincos, que estava ali perto.


      A Luciana gosta muito dessas coisas que usam penas e não resistiu, já fez a sua comprinha! E após algumas explicações, começamos com nosso passeio pelo centro histórico de Porto Seguro.





      Achei muito legal a história daqui, que é basicamente o começo da história do Brasil: As casinhas eram feitas coladas umas as outras, sempre dando um espaço no meio para a rua, que dividia os vilarejos em dois, e ao fundo era construída uma igreja. Além disso, entre todas as casinhas havia uma porta.
       
      Isso ajudou os primeiros portugueses a se prevenir dos ataques constantes dos índios que não queriam eles nessa região. Falando em índios, os das costas brasileiras eram amigáveis com os portugueses e aceitavam permutas de objetos europeus em troca de comida e outras coisas que eles possuíam. Já os das matas fechadas eram hostis e atacavam os portugueses sempre que tinham oportunidade.

      Outro detalhe interessante era que esses vitrais utilizados nas torres das igrejas vinham diretamente de Portugal, e como os vidros quebravam sempre durante o percurso colocavam esse vidro do jeito mostrado acima. Isso era bom porque o sol forte ajudava o vidro a brilhar e isso facilitava a vida dos marinheiros, pois conseguiam ver onde estava o vilarejo mesmo estando distantes da costa.





      Após as explicações do guia andamos mais pelo local, tiramos muitas fotos e compramos mais algumas coisinhas pelas lojinhas. Também tiramos fotos dos mirantes bonitos que estavam nessa área.





      Após voltar esperamos um tempinho, até que chegou o ônibus que nos levaria para a Barraca Barramares, na beirada da praia.


      No caminho até avistamos a Transilvânia!
      Chegamos na Barraca Barramares, que já de cara mostrou uma entrada bem elegante!




      Fomos direcionados a ficar na parte onde havia areia e muitas mesas, o estabelecimento estava lotado e quase não haviam lugares disponíveis, mas após olhar os preços absurdamente caros, pedimos licença para um casal que estava realizando o Tour com a gente, saímos dali e voltamos na entrada da Barramares novamente para procurar outro local, mas caímos na realidade ao perguntar para os transeuntes, essa barraca estava bem isolada do comércio local da cidade. 

      [Aliás, esse é um dos pontos negativos que percebi em Porto Seguro, aqui prevalece um sistema de monopólio das barracas, o que encarece consideravelmente os preços das coisas ao comer nas praias, e nem tem como fugir disso já que a maioria dessas barracas ficam em lugares mais isolados, o que faz com que você nem tenha opção de escolha, e se houver mais de uma barraca próxima da outra os comerciantes não deixam que você compre livremente por elas, somente na barraca que você está com suas coisas]

      Então tivemos que voltar e pedi a refeição mais simples do menu, que ainda assim saiu caro, já que nem carne tinha no prato.



      Como a comida não nos sustentou, resolvi fazer uma gracinha e comprei um açaí na barraquinha ao lado, que também pertencia a Barramares.


      Mas aqui aconteceu o impensável, sim ... uma lagarta preta, do tamanho de uma mão, daquelas de coqueiro, subiu na perna da Luciana ... que tem o maior pavor de lagartas, até mesmo daquelas pequenininhas ... O resultado foi catastrófico!

      Obs.: Não coloquei a foto da Lagarta original para não traumatizar ainda mais a Lu!!!
      Ela deu o maior grito, pulou assustada, quase pediu socorro, ficou toda tremendo, não conseguiu comer mais o açaí e chorou demais, fiquei até desconsertado na hora porque não sabia o que fazer. Ela se acalmou somente quase uns 20 minutos depois desse ocorrido.

      O pessoal que estava frequentando essa barraca estavam muito animados, curtindo muito, brincando e até dançando Kuduro!

      Passado o susto e com a Lu um pouco mais calma andamos um pouco pela praia.




      E até consegui tirar uma foto dela mais animada.

      Se você gosta de diversão com agito, por aqui é possível praticar o Banana Board e se jogar de vez no mar, como eu estava fora de forma no nado e a Lu não sabe nadar e não gosta desse tipo de atividade preferi não arriscar.



      Até tentamos escrever o nome do meu Blog, Tudo Rocha, pra ver se ficava legal escrito na areia da praia de Porto Seguro.

      Dessa vez ainda não tinha ficado boa, também tentamos em outras praias e deixamos com um efeito bem mais legal!
      Perto dali também existe um pequeno rio, onde as pessoas aproveitam pra andar de caiaque ou apenas brincar na água.



      Às 15:00h tínhamos que voltar para o ponto combinado, então, como estava perto do horário resolvemos voltar. [Pode até parecer que na maioria dos passeios ficamos pouco tempo na praia, mas o calor e a intensidade do sol por aqui é fortíssimo e é melhor ficar um tempo menor na praia e assim evitar queimaduras - eu na verdade, durante toda a semana tive que ter muita atenção, pois meus ombros e a nuca chegaram a queimar um pouco]

      Ao sair não deixamos de tirar fotos bem legais em lugares estratégicos feitos especialmente para os turistas.





      [Obs.: Nós estamos com olho de peixe-morto porque a intensidade da luz aqui é muito forte, eu por exemplo demorei quase 3 dias para conseguir abrir meus olhos completamente.]

      Algo que achei bem legal foi algumas frases de baiano citadas pelo nosso guia da Coconut:

      - Braço cruzado é ritual baiano de chamar chuva!
      - Vamos-nus todos, mas todos vestidos!

      Outra coisa que nos informaram foi para não fazer tatuagens de rena, dessas que oferecem na praia, pois não sabemos nada da higiene utilizada nesse tipo de produto. Chegando o ônibus fomos em direção ao nosso hotel novamente e deu até pra ver de relance a praia de Toa Toa, que também é muito boa!


      Depois de chegar no Hotel descansamos bastante e de noite fomos comer algo mais apetitoso no Theta's, já que não demos muita sorte na hora do almoço. O garçom foi muito educado e prestativo e até nos ajudou a tirar uma boa foto.



      Depois de jantar e certamente ter andado mais um pouco pela Passarela do Álcool pra levar mais alguma coisinha, voltamos pro hotel e descansamos mais um pouco. No outro dia teríamos mais passeios divertidos para se fazer. Continue acompanhando, pois tem muito mais a ser contado!
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