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MOCHILÃO PELA BOLÍVIA –NOSSO ROTEIRO E DICAS PRATICAS

Posts Recomendados

Durante esta nossa viagem, nosso mochilao de volta ao mundo :) passamos 29 dias na Bolívia, mas temos certeza que voltaremos a visitá-lo. A tanto para se ver que 1 mês é pouco!

 

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Árvore de Pedra no Deserto de Siloli

 

Lugares e experiências que vivemos:

- Cruzamos a imensidão do Salar do Uyuni :arrow:http://mundosemfim.com/salar-do-uyuni-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-fazer-um-dos-tours-mais-impressionantes-da-america-do-sul/

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- Visitamos as minas de Potosí, que tinham tanta prata no passado que tornaram esta a cidade mais rica do mundo :arrow:http://mundosemfim.com/visitando-as-minas-de-potosi-conheca-o-dia-a-dia-duro-dos-mineiros-bolivianos/

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- Assisttimos às violentas lutas no Festival de Tinku, um ritual com origens pré-colombianas :arrow:http://mundosemfim.com/festival-de-tinku-bolivia-a-verdade-sobre-um-dos-festivais-mais-brutais-do-mundo/

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- Caminhamos pelo Fuerte de Samaipata, sítio arqueologico inca tombado como Patrimônio da UNESCO :arrow:http://mundosemfim.com/fuerte-de-samaipata-conheca-as-reliquias-da-cultura-pre-inca-na-bolivia/

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- Conhecemos belíssima Sucre, cidade onde foi firmada a independência da Bolívia

- Vivenciamos o dia-a-dia na caótica La Paz, a capital mais alta do mundo.

- Navegamos até a Isla del Sol pelo surpreendente Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo :arrow:http://mundosemfim.com/conhecendo-a-isla-del-sol-passeio-belissimo-pelo-titicaca/

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Aqui está nosso roteiro:

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Aqui estão os números de nossa viagem pela Bolívia:

-29 dias

-2429,27 reais gastos (+ 250 dólares do tour para cruzar do Atacama até o Uyuni.) - Valores para o casal

-apenas 1 carona

 

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Crianças brincando com pombos em La Paz

 

Preços

A Bolívia é, provavelmente, o país mais barato da América do Sul. Isso não quer dizer, necessariamente, que você vai gastar pouco por aqui. De fato, foi o país onde a nossa média diária foi mais alta até agora (depois do Uruguai).

O grande problema é que, aqui, tudo é pago: banheiro, rodoviária, museu, reserva ecológica, entrada para ver ruína, etc.

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Sucre, a “cidade branca”, considerada a cidade mais bonita da Bolívia

 

Vamos contar como são os gastos:

Hospedagens: Há para todos os bolsos. Para quem está economizando ao máximo, um hostel costuma sair por algo entre 20 e 30 bolivianos por pessoa. Um casal consegue um quarto privado por algo entre 30 e 60 bolivianos tranquilamente (praticamente o mesmo preço que se ficassem os dois em um quarto com camas compartilhadas).

Em regiões mais baratas, é possível conseguir hospedagem de até 10 bolivianos por pessoa.

Nas regiões de selva, há campings, que podem custar desde 5 bolivianos por barraca até 20 bolivianos por pessoa.

Mercado: frutas, verduras, legumes e grãos costumam ser bem baratos. Roupas nacionais e artesanatos também são bem econômicos.

Produtos industrializados, como pasta de dente, protetor solar, sabonete, etc geralmente são bem caros. Vale a pena comprar essas coisas em outro país.

Transporte: Os ônibus na Bolívia são baratos, e há de diversas qualidades. Em uma viagem de 12h, por exemplo, a passagem fica entre 30 bolivianos (ônibus velho) e 60 bolivianos (leito).

Aqui estão os gastos que tivemos nos nossos deslocamentos:

-Uyuni – Potosí: 30 bolivianos por uma viagem de 6h. Chorando conseguimos por 20 (ônibus velho).

-Potosí-Macha: 20 bolivianos para 6 horas de viagem (sem negociação). Ônibus velho.

-Macha-Sucre: 30 bolivianos para 6 horas de viagem (sem negociação). Ônibus velho.

-Sucre-Samaipata: 50 bolivianos para 11h de viagem. Chorando conseguimos fazer os dois por 50 (ônibus velho).

-Samaipata-Santa Cruz: 20 bolivianos para 4h de viagem (sem negociação).

-Santa Cruz – Cochabamba: 40 bolivianos para 11h de viagem. Chorando conseguimos por 35. Ônibus semi-leito.

-Cochabamba-La Paz: 30 bolivianos para 6h de viagem (sem negociação). Ônibus leito de luxo.

-La Paz – Copacabana: 20 bolivianos para viagem de 5h. Chorando conseguimos por 18. No meio do caminho tem que pagar mais 2 bolivianos para cruzar uma parte do lago.

-Copacabana – Puno (Peru): 30 bolivianos para uma viagem de 3h (sem negociação). Ônibus ok.

Uma passagem interna na cidade custa entre 1 e 2 bolivianos, dependendo da cidade. Um táxi em La Paz vai cobrar entre 5 e 15 bolivianos.

Restaurantes: Comer na Bolívia é barato. Inclusive, em algumas situações um restaurante pode sair mais barato que comprar comida para fazer em casa.

Os mais econômicos saem entre 10 e 15 bolivianos. Em cidades como La Paz e Potosí, por exemplo, é possível encontrar pratos por apenas 7 bolivianos.

Se quiser comer em um lugar for gringos, vai pagar algo como 50 bolivianos por pessoa.

 

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Comendo no mercado de Sucre por 9 bolivianos

 

Passeios: Praticamente todos os passeios na Bolívia são pagos. Uma entrada a um museu fica ente 5 e 30 bolivianos. Para entrar em um sítio arqueológico, espere pagar entre 20 e 80 bolivianos, dependendo da magnitude do lugar.

Como o transporte público na Bolívia não é dos mais eficientes, alguns lugares só são acessíveis com excursões ou pegando um táxi.

Bebidas: A cerveja não é das mais baratas aqui: uma garrafa de 600ml da mais barata custa algo entre 15 e 20 bolivianos. Destilados custam um pouco mais caro que no Brasil.

Outros gastos: Todos os banheiros públicos são pagos, e custam entre 50 centavos e 2 bolivianos.

Se for pegar um ônibus em um terminal, é preciso pagar separado a taxa de embarque, que custa de 1 a 4 bolivianos, dependendo do terminal.

-Uma garrafa de 2 litros de água custa de 5 a 7 bolivianos.

-Um pão custa entre 30 e 50 centavos.

 

Câmbio

Nas cidades grandes, é possível trocar praticamente qualquer dinheiro. Se levar reais, espere perder algo em torno de 10% na conversão.

Dólares e Euros são os mais aceitos: geralmente pagam muito perto da cotação oficial em qualquer lugar.

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Teleféricos em La Paz – transporte de primeiro mundo.

 

Polícia

Escutamos várias reclamações sobre a polícia ser corrupta na Bolívia, principalmente a rodoviária e a da imigração.

De nossa parte, não podemos reclamar de nada: a imigração na Bolívia (tanto de entrada quanto de saída) foi a mais tranquila até agora, e em nenhum momento fomos abordados por nenhum policial durante nossa estadia. Aos que pedimos informações, todos foram bem simpáticos e atenciosos.

 

Pachamama

Você vai ouvir muito este termo. É como os povos antigos chamavam a “mãe-terra”. É comum um boliviano jogar um pouco de sua bebida no chão como oferenda à Pachamama.

 

Bebidas

Quem passa pela Bolívia deve experimentar:

Cocoroco: Esta é, provavelmente, a bebida alcoolica mais forte do mundo: teor de 96°! Tomar uma tampinha já é suficiente para queimar até a alma.

É barato e vende com o rótulo de “alcool potable”. Geralmente se toma isso misturado com alguma coisa durante os rituais, ou é servido como oferenda à Pachamama.

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Uma garrafa de Cocoroco, possivelmente a bebida mais forte do mundo

 

Chicha: é uma bebida azeda, feita de milho, que não conseguimos entender se é alcoolica ou não. Diz a lenda que o milho é mascado e cospido, e a fermentação acontece por conta da saliva. Melhor não pensar muito nisso…

A chicha é muito consumida durante festivais, mas pode ser encontrado a venda em qualquer cidade.

 

Herbido: Bebida vendida pelas ruas de qualquer cidade. Pelo que entendemos, é uma água fervida com alguma fruta (geralmente pêssego ou abacaxi). É comum colocarem a fruta dentro do copo antes de servir.

 

Chá de coca: Chá feito com as folhas de coca. Apesar de ter a mesma origem, tomar o chá não tem nada a ver com cheirar cocaína: seria preciso comer 1kg de folhas de coca para sentir o efeito de chegar 1g da droga.

O chá de coca é muito apreciado na região andina, e ajuda a amenizar os efeitos da altitude. Se quiser fazer o chá, basta jogar algumas folhas de coca (estas se compram em qualquer lugar) em um copo com água fervendo e adicionar açúcar.

 

Água

Não é recomendado tomar água da torneira em nenhum lugar na Bolívia, a menos que tenha como fervê-la.

Mesmo na natureza e nos parques nacionais, só é recomendável tomar água dos rios de tiver uma pastilha purificadora.

 

Rede elétrica

A maioria das tomadas são de dois furos redondos, iguais as do Brasil. Não vimos nenhuma tomada de 3 pinos por lá.

A rede elétrica, no geral, é de 220V e 50Hz.

 

Carona

É possível viajar a Bolívia inteira de carona, mas não é muito fácil. O problema é que poucos bolivianos possuem carros, e com isso as estradas são pouco movimentadas. Os caminhoneiros costumam usar seus caminhões como uma forma de transporte público informal: eles param, mas provavelmente vão cobrar. Convém aclarar isso antes de entrar no veículo.

Outra complicação para viajar de carona é que as estradas não são muito boas. Alguns lugares, se tarda 10h para andar apenas 300km. Nestes casos, pode ser mais interessante comprar uma passagem de ônibus noturno e ir dormindo do que correr o risco de levar uns 2 ou 3 dias para andar este mesmo percurso de carona.

Para curtas distâncias, a carona pode ser uma boa maneira para economizar uma graninha com o táxi: os carros particulares não terão problemas em te levar se sobrar espaço no carro.

 

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Estas pequenas vans são os “ônibus” de La Paz

 

O povo

O povo boliviano, no geral, é um povo honrado e trabalhador. Alguns podem parecer fechados à primeira vista, mas quando ganham confiança são bem calorosos. Apesar das muitas recomendações que dão aos que vão à Bolívia, não achamos o boliviano nem um pouco malandro (apesar de um ou outro tentar subir o preço dos produtos para os extrangeiros).

O que pode acontecer, principalmente em povos muito pequenos e tradicionais, é que alguns tenham certa aversão a gringos. Embora seja a minoria, às vezes acontece de você chegar a um estabelecimento e não ser bem atendido (a fisionomia deles é bem característica, e se nota de longe quem é extrangeiro). Este gelo geralmente se quebra, porém, quando você menciona que é brasileiro – aí eles se tornam muito mais simpáticos e receptivos, e podem até te convidar a ir tomar uma cerveja.

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Bolivianos com suas roupas típicas para o Tinku

 

De fato, tivemos a impressão que o Brasil é considerado um país exemplo para eles. Muitas pessoas com as quais conversamos se orgulhavam te ter parentes trabalhando em São Paulo. Mesmo nas propagandas na televisão, quando querem dizer que um produto é de boa qualidade, enfatizam que o produto tem “calidad brasileña”.

Por fim, a maioria na Bolívia é de etnia indígena, e você vai se encantar em como suas raízes foram mantidas. Para nós, tudo é impressionante, desde as vestimentas até a forma de carregarem os bebês (enrolados nas costas das mães).

 

Drogas

Apesar de o país ser famoso produtor de maconha e cocaína, e de ser relativamente fácil encontrar estas drogas para comprar, seu porte ou consumo é punido com severidade, não importa se você é extrangeiro ou não. Além disso, a sociedade é bastante conservadora com este tema. Melhor não arriscar.

 

Comida

A base da comida boliviana é muito parecida com a brasileira: arroz, salada e carne (que pode ser de vaca, porco ou frango). Em regiões próxima a lagos, a truta e outros pescados é bastante comum também.

Geralmente é servida uma sopa antes do prato principal. Se pedir sem a sopa, é capaz de conseguir um desconto de 1 ou 2 bolivianos.

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Outros pratos comuns são o “pique-macho” (uma mescla de legumes e salsichas, podendo ter também carne moída) e o “pollo broaster”, um frango assado que vem geralmente acompanhado por batatas-fritas.

A comida no país é muito barata, tanto nos mercados quanto nos restaurantes.

 

Idioma

A Bolívia possui mais de 30 idiomas oficiais, sendo os principais: o espanhol, o quechua, o guarani e o aymara.

De forma geral, o espanhol falado pelos bolivianos é fácil de entender e gostoso de escutar. O “ll” tem o mesmo som do nosso “lh” e o “y” tem som de “i”. Alguns bolivianos podem ter dificuldades com o “rr”, e o som acaba saindo parecido ao “z”. Assim, a palavra carretera (estrada), por exemplo, pode soar como “cazetera”.

 

Nos povoados mais tradicionais, onde a língua principal não é o espanhol, a comunicação pode ser um pouco mais difícil. Embora não tenhamos conhecido nenhum boliviano que não falasse castelhano, alguns tinham bastante dificuldade com o idioma, e mesclavam palavras de seu idioma tradicional durante a conversa.

 

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Criança boliviana comendo cana em Macha

 

Segurança

Apesar dos muitos alertas que nos passaram, não achamos a Bolívia nem um pouco insegura. Muito pelo contrário: mesmo em La Paz, considerada pelos guias de viagem como uma cidade muito perigosa, víamos gringos caminhando tranquilamente com suas câmeras caríssimas penduradas no pescoço (imaginamos o que aconteceria se andassem assim por São Paulo).

 

Isso não quer dizer que não se deva ter cautela, mas também não precisa ser paranoico. Basta tomar os mesmos cuidados que se toma no Brasil

 

Imigração

Muito se fala da corrupção nos postos de imigração bolivianos, mas não tivemos o menor problema nem para entrar nem para sair do país. Muito pelo contrário: a imigração boliviana foi a mais tranquila de todas até agora.

Algumas fronteiras podem cobrar uma taxa (tanto de entrada quanto de saída). Apesar de estas taxas não serem oficiais, não adianta muito reclamar. O ideal é evitar cruzar por aí. Convém perguntar na empresa de ônibus que for fazer o trajeto se há cobrança ou não.

Postos com grande fluxo de turistas, como o do Titicaca ou o com Corumbá, não costumam causar problemas.

 

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Pequeno posto de imigração com o Chile na região do Salar do Uyuni

 

Outra coisa é importante mencionar: apesar de nós, do Mercosul, termos direito a 90 dias no país, é comum o oficial de imigração te dar um visto de apenas 30 dias. Se quiser ficar mais tempo, avise antes que carimbem seu passaporte. Caso tenha entrado com apenas 30 dias e depois queira ficar mais, é possível fazer a extensão do visto gratuitamente nas cidades grandes do país.

 

Brasileiros podem entrar e sair do país portando somente a identidade, desde que esta esteja em bom estado e tenha sido emitida há menos de 10 anos.

 

Altitude

Grande parte do país está a uma altitude muito elevada, com algumas cidades superiores a 4000 metros acima do nível do mar. O país detém vários recordes: capital mais alta do mundo, estação de esqui mais alta do mundo, lago navegável mais alto do mundo, etc.

Assim que chegar no país, é comum começar a sentir os mals da altitude elevada, como dor de cabeça, enjoo e náuseas. Tomar chá de coca pode ajudar, mas é bem possível que você passe mal pelos três primeiros dias.

A altitude também faz você cansar mais rápido, e é bem provável que você tenha que conviver com isso a viagem inteira (estamos há quase 2 meses em terras altas, e ainda nos cansamos com facilidade). Isso explica um pouco o desempenho medíocre dos jogadores brasileiros quando vão jogar uma partida na Bolívia.

 

Por isso, evite se esforçar demais: se tiver que subir uma montanha, mantenha um ritmo mais lento do que está acostumado, tome bastante água e faça paradas regulares.

 

]Piriri

A higiene não é o ponto forte da Bolívia, e é muito comum viajantes terem dor de barriga durante sua estadia no país, pelo menos pelos primeiros dias. Se não quiser correr o risco de ter que trocar um dia de passeio pelas montanhas por um dia no banheiro, evite consumir produtos que possam levar água da torneira, como sucos ou refrescos.

As frutas e verduras comercializadas no país costumam ser orgânicas e levar pouca ou nenhuma toxina. Apesar de mais saudáveis e saborosas, é possível que contenham microorganismos ou bactérias. É uma boa ideia esterelizá-las com hidrosteril, cloro ou algum outro produto similar antes de consumi-las.

 

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Tecidos à venda na Feira de Tarabuco

 

::putz::O que mais você precisa saber

-Os teminais de ônibus cobram uma taxa de embarque. Lembre-se de pagá-la para não ter que ficar na correria na hora que o ônibus for sair.

-Guarde qualquer recibo que te entregarem: seja a passagem de ônibus, a entrada em um parque, comprovante do pagamento da taxa de embarque, etc. Não importa se alguém já o verificou, é bem possível que peçam para verificá-lo novamente mais tarde.

-Sempre que contratar um tour nas agências, pergunte sobre possíveis custos adicionais. É muito comum venderem o passeio sem mencionar que você precisará pagar as entradas a parte.

-Na Bolívia, tudo é negociável: o preço do hotel, da passagem de ônibus, da comida, do artesanato, do tour, etc. -Sempre chore um desconto, principalmente se estiver viajando em grupo.

-Se estiver viajando sozinho, procure se juntar com outros viajantes na hora de fechar um passeio ou comprar uma passagem: é mais fácil conseguir um desconto se chegar de galera e fecharem todos no mesmo lugar.

-Evite trocar dinheiro na rua. O problema de notas falsas não chega a ser crônico na Bolívia, mas pode acontecer.

-Se estiver viajando em casal, um quarto matrimonial privado pode ser mais barato do que duas camas em um quarto compartilhado no hostel. Fique atento.

-Os terminais rodoviários na Bolívia costumam manejar a bagagem da mesma forma que nos aeroportos: você “despacha” a mochila grande pela própria agência. Se preferir levar sua própria mochila até o ônibus, não há problema. Só peça na agência que te entreguem o ticket para prender na mochila (já aconteceu de chegarmos ao ônibus e termos que voltar para pegar este ticket).

-Se conseguir uma passagem de ônibus muito mais barata que as outras, saiba que a qualidade do serviço vai ser proporcional ao preço. Eles provavelmente vão te mostrar a foto de um ônibus de luxo na hora da compra da passagem, mas não se iluda.

-Ande sempre com papel higiênico. Os banheiros públicos (mesmo sendo pagos) não oferecem. Os hotéis, a menos que sejam de luxo, não costumam ter papel higiênico também.

-Se estiver viajando com a identidade, é provável que tenha que tirar uma cópia do seu cartão de entrada no momento da saída do país. Esta cópia pode custar até 1 boliviano. Guarde pelo menos uma moeda para quando for fazer a imigração de saída.

-Apesar de não ser comum, estudantes extrangeiros podem ter descontos em algumas entradas. Se for estudante, leve sua carteirinha na viagem.

-Se for visitar a região da selva, certifique-se de estar em dia com a vacina da febre amarela.

-Em quase todas as cidades grandes, as imediações da rodoviária costuma ser uma zona mais perigosa. Não se iluda com os preços baixos dos hotéis nestas regiões.

-Se for para a Bolívia, prepare-se para ficar desconectado: o wi-fi costuma ser péssimo em qualquer lugar.

-Os táxis não tem taxímetro. Negocie o valor da viagem antes de subir ao veículo.

-Tudo é motivo para festa na Bolívia. Antes de viajar, verifique se haverá algum festival no país durante sua estadia, e tente participar se tiver a oportunidade.

-Os ônibus mais bataros não têm banheiro. Se ficar apertado no meio da estrada, grite “banho!” para o motorista parar.

-Nos povos pequenos, os bolivianos costumam deixar e até gostam que você tire fotos deles. Nos lugares mais turísticos, é provável que te deixem tirar uma foto em troca de alguma gorjeta. Convém pedir autorização antes de fotografar alguém.

 

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Por-do-sol no lago Titicaca, em Copacabana

 

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Estamos tentando passar pra cá os relatos e contribuir mais com vcs, mas as vezes falta tempo :|

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Muito bom o relato de vocês!! Parabéns..

Uma duvida que sempre tive e talvez vocês saibam responder.

Será que acha objetos ou QQ coisa de prata para vender em Potosi com ótimos preços ou de prata MSM já não tem nada?

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Bom dia.

 

Como é a relação deles com os turistas? Por exemplo, eu sou de São Paulo e fui para Minas e achei o povo de lá sensacional, pois me deparei desde gente muito humilde e hospitaleira até pessoas muito gabaritadas que migraram para lá por identificação com o local, pessoas esses que me renderam excelentes momentos e conversas, e mesmo Minas sendo aqui do lado, pelo menos em São Tomé das Letras a galera é bem diferente do Paulista, então o que esperar na Bolívia? Eu vejo muitos turistas de outros lugares por lá?

 

Grato pela atenção.

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Muito bom o relato de vocês!! Parabéns..

Uma duvida que sempre tive e talvez vocês saibam responder.

Será que acha objetos ou QQ coisa de prata para vender em Potosi com ótimos preços ou de prata MSM já não tem nada?

 

Não vimos nenhuma loja vendendo nada de prata! Acho que já se acabou tudo.

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