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Berlim - Praga - Munique - Füssen - em 11 dias (de 05 a 15 de setembro 2016)


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No dia seguinte, acordamos e fomos em direção a Praça da Cidade Velha novamente. Paramos em algumas lojinhas para comprar ímã de geladeira, cartão postal e algumas dessas coisinhas que a gente gosta de guardar das viagens e ainda assistimos o relógio astronômico tocar novamente. Seguimos em direção a Ponte Carlos (de novo) e dessa vez a atravessamos, tirando fotos e observando tudo. Como a ponte está sempre muito cheia de turistas, é necessário tomar cuidado com batedores de carteira. ::grr:: Chegando do outro lado da ponte, fomos visitar a Igreja de são Nicolas, porém como a entrada era paga e eu queria visitar uma outra igreja que era mais especial pra mim (e de graça), rumamos para essa outra igreja. Para explicar melhor: Minha mãe, desde que eu me entendo por gente, sempre teve uma imagem do Menino Jesus de Praga e a imagem sempre foi muito importante pra ela e eu sempre a vi com muito carinho. Quando vi que uma amiga tinha ido para Praga recentemente e tinha visitado essa igreja, vi que era possível eu visitar também e pesquisei como ir para lá. :D A igreja, na verdade, é de Nossa Senhora Vitoriosa e a imagem do Menino Jesus de Praga ocupa um altar lateral que é bastante visitado. Fomos à procura da igreja e chegamos na hora da bênção final, na missa, o que eu achei um ótimo sinal! ::otemo:: Retornamos para perto da Igreja de São Nicolas e fomos procurar um lugar para almoçar, para sem seguida, ir ao Castelo de Praga de tarde (a ideia era: se fôssemos naquela hora, provavelmente iríamos perder a hora do almoço e almoçar muito tarde!) ::hein: Paramos em um pequeno restaurante/café chamado Cafe22 e almoçamos ali mesmo. A comida estava gostosa. Eu pedi um goulash com panquecas de batata e o Rodrigo pediu alguma coisa com camarão. Assim que terminamos de almoçar, ficamos fuçando a internet aproveitando wi-fi para ver como chegar nos próximos locais a serem visitados e o garçom trouxe a conta, sem ao menos termos pedido! Acho que estavam tentando expulsar a gente! Hehehe ::lol3::

Pagamos e saímos tão depressa que esquecemos de aproveitar o banheiro do restaurante. E aí, a vontade apertou e entramos no Starbucks próximo para ir ao banheiro e eu aproveitei pra beber algo gelado, já que estava fazendo calor. Depois disso, o Rodrigo cismou que queria tomar um sorvete, mas ele queria um sorvete de casquinha e não estávamos encontrando nenhum! Será que não existe porque lá quase não faz calor?! Perdemos algum tempo nessa hora, mas resolvemos seguir em frente , mesmo sem sorvete. ::mmm:

Não sem antes procurar o John Lennon Wall! Não era nossa intenção ir visitá-lo, mas como descobrimos que estávamos perto, resolvemos ir lá espiar. Fomos orientados pelo mapa que ganhamos no hotel, mas acabou que entramos em alguma rua errada e perdemos algum tempo procurando por ele também, mas o encontramos (muito cheio de turistas fotografando), tiramos algumas fotos e procuramos o caminho do castelo! Esse é um muro que tem muitas mensagens de Paz e Amor e retratos de John Lennon. O primeiro desenho naquela parede, o retrato do John Lennon, surgiu no início da década de 80, quando o comunismo soviético já estava bastante desgastado na antiga Tchecoslováquia e o mundo estava comovido com a morte de John Lennon. A polícia comunista logo entendeu como uma forma de protesto e vandalismo e em pouco tempo o desenho já estava apagado. Mas outras pessoas começaram a ir lá e pintar o retrato dele de novo. A cada vez que o governo mandava limpar o muro, um novo desenho de Lennon voltava a aparecer. E hoje o muro ainda é repleto de mensagens boas e turistas para eternizar tudo.

Dali, seguimos em direção ao castelo, passando pela Igreja de São Nicolas de novo e depois subimos, subimos e subimos... ::dãã2::ãã2::'> e confesso que tive que parar algumas vezes.. é exaustivo! E chegamos na porta do Castelo. Tiramos várias fotos (principalmente porque lá tem uma vista legal da cidade) e seguimos para tentar entrar. Na verdade, na verdade, o Castelo de Praga não é muito bem um castelo, mas um conjunto com vários palácios, igrejas, museus.... Imenso!

Onde a gente pensa que é a entrada, é a saída. A entrada fica meio escondida, na lateral. Na entrada encontramos uma lixeira cheia de garrafas de água e bebidas abandonadas e os soldados revistando bolsas e pessoas passando pelo detector de metais... Achamos que não podia entrar com água e estávamos com uma garrafa cheia dentro da bolsa. Mesmo assim, resolvemos arriscar. Entramos com a garrafa d’água na mão e ninguém falou nada. Olharam nossas bolsas e passamos pelo detector de metais e nos liberaram e passamos para o lado de dentro. Todo esse esquema, pois ainda há sede do governo lá dentro.

Entramos e fomos procurar a bilheteria. Já eram 16h e a moça da bilheteria nos avisou que só poderíamos entrar em cada local até às 17h. Ficamos um pouco chateados, pois achamos que funcionava até às 18h e o sol ainda estava iluminando tudo até umas 19h, mas mesmo assim compramos o ingresso, pois eu queria muito conhecer a Golden Lane e lá só entra com o ingresso. Existem algumas opções de “circuitos” a serem visitados e optamos pelo que era mais barato e com menos coisas a se visitar, que incluiria a Golden Lane. Se você não quiser gastar com as entradas, você pode visitar tudo por fora, sem problemas e não gasta nada... Mas para entrar em cada local lá de dentro do castelo, é necessário esse ingresso. A moça da bilheteria explicou que poderíamos voltar no dia seguinte com o mesmo ingresso e ver os locais que não tínhamos entrado ainda, mas aquele que já tínhamos entrado, não poderia ser visitado duas vezes. Ficamos apreciando um pouco a Catedral de São Vito pelo lado de fora e depois rumamos para a Golden Lane. Entramos e ficamos observando cada espacinho lá dentro. Achei muito legal! É uma rua cheia de casinhas coloridas, onde moravam trabalhadores que serviam ao castelo (artesãos, ferreiros, ourives) e algumas fora transformadas em museus e outras são lojinhas. Em cima há um museu de armaduras, bem interessante. Quando saímos de lá, já passava das 17h e realmente não conseguimos mais entrar em lugar nenhum, mas ainda tinha muita gente circulando por lá por dentro. Tiramos mais fotos e saímos, por onde achamos a saída... depois descobrimos que era uma “saída lateral’, que dava em uma rua lateral, próximo a uma praça muito bonitinha. Verificamos o mapa, atravessamos a praça e chegamos em local conhecido novamente. ::tchann::

A nossa visita ao Castelo de Praga não foi tão proveitosa quanto eu gostaria, mas pelo menos conseguimos conhecer o que a gente tinha mais vontade de conhecer!

Voltamos para o Starbucks novamente para usar o wi-fi (dessa vez não compramos nada, eu confesso, foi só pra usar o wi-fi mesmo, que vergonha! Nem água não compramos, pois lá só vendia água natural e não gelada... Aliás, são pouquíssimos os locais que dá pra encontrar água gelada tanto lá quanto na Alemanha!) e ao usar o wi-fi descobrir como chegaríamos na Casa Dançante, que era outro local que queríamos conhecer e não sabíamos se teríamos tempo, mas como a visita ao castelo foi mais rápida do que esperávamos, resolvemos ir lá.

A casa (ou prédio) dançante também é conhecido como Fred e Ginger (Fred Astaire e Ginger Rogers - a casa lembra vagamente um par de dançarinos) e é muito interessante! O chato é que essa Casa dançante fica um pouco mais afastada dos outros pontos turísticos e teríamos que comprar um bilhete de tram. Tentamos descobrir como a maquina de vender bilhetes funcionava, mas não entendíamos nada. Vimos uma moça tentando comprar e não conseguindo e perguntou em um quiosque perto e a funcionária do quiosque indicou uma vendinha de bebidas/jornaleiro que havia perto, pra comprar o bilhete. E nós fomos lá também. Compramos o bilhete nessa vendinha (um que era válido por 90 min) e pegamos o tram que o Rodrigo viu pelo celular que nos levaria lá. O Rodrigo também salvou no celular, como fazer pra voltar, já que não teríamos o wi-fi para pesquisar lá por perto. Chegamos lá perto, tiramos várias fotos, ficamos contemplando o local e resolvemos procurar o tram de volta. O problema é que não encontrávamos o ponto do tram que teríamos que voltar. Quando encontramos, o tram que tínhamos que pegar, não passava de jeito nenhum (ficamos muito tempo esperando no ponto). Quando vimos, os 90 min do bilhete já tinham ido embora... e nós resolvemos voltar à pé, com medo da fiscalização nos pegar com um bilhete vencido dentro de um tram. Fomos andando margeando o rio Moldava ( Ou Vltava) até chegar na Ponte Carlos Novamente. Andamos bastante, mas estava bem movimentado e a vista do Castelo de Praga iluminado à noite, do outro lado, estava bem bacana... Mas tive que escutar o Rodrigo reclamar dos seus pés doendo (e os meus também estavam acabados!) e com cara emburrada! O Rodrigo até tentou entrar em alguma lojinha pra saber como comprar outro ticket de tram, mas as lojas do local só tinham orientais (mas hein?!) que não falavam inglês. :roll:

Ao chegar no centro histórico novamente, eu queria parar em um restaurante italiano com mesinhas de toalha quadriculada, para comer, mas nenhum garçom nos dava atenção e sempre que vagava uma mesa, tinha já alguém correndo pra sentar. Desistimos e fomos até o shopping e comemos em uma lanchonete de pizza lá mesmo. E a pizza estava bem gostosa, não sei se era a fome! :?

Antes de chegar ao shopping, descobrimos que tinham "fechado" a rua em frente ao shopping, para ter uma maratona da cidade. Passamos por ali bem na hora que tinham vários corredores chegando na linha de chegada. Ainda tivemos que descobrir como passar para o outro lado da calçada (e descobrimos porque observamos algumas pessoas entrando por uma entrada de estacionamento subterrâneo e saindo do outro lado e fomos atrás. será que foi por isso que o tram que esperávamos não passava de jeito nenhum?! (mudança no trânsito devido a maratona?!) ::vapapu::

Retornamos para o hotel e fomos descansar, pois o dia foi desgastante hoje e no dia seguinte viajaríamos para Munique!

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Ponte Carlos

 

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Ponte Carlos - Quase chegando!

 

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Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa

 

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Mais da Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa

 

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Menino Jesus de Praga

 

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John Lennon Wall

 

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Pensei que era a entrada do Castelo, só que não...

 

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Aqui dá pra ter uma noção que do lado do castelo tem uma vista muito bonita!

 

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Catedral de São Vito

 

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A caminho da Golden Lane

 

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Golden Lane

 

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Museu com as armaduras

 

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Casa dançante

 

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Voltando para o hotel, vista do castelo de Praga

 

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Praga à noite

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No dia seguinte, teríamos que fazer check out até às 11h e o ônibus para Munique era às 14h. Como estávamos muito cansados, resolvemos tentar não ir ao Castelo de Praga novamente e ver se poderíamos ver mais alguma coisa (também corríamos o risco de perder a hora do ônibus) ::Ksimno:: Tomamos café da manhã, arrumamos as coisas com calma, fizemos o check out e pedimos se era possível guardar as malas em algum lugar do hotel para que pudéssemos almoçar mais livre e nos mostraram uma sala onde as malas poderiam ficar (e já tinha mais um monte de malas lá também!). Como era domingo, resolvemos não ficar rodando procurando por algum lugar que estivesse aberto e fomos até o shopping e ficamos procurando onde comer... Até que decidimos por comer em uma lanchonete de peixes, chamada Nordsee. Achei bem gostosa e mais saudável do que as de hambúrguer que estamos acostumados! ::otemo:: Por aqui pelo Rio de Janeiro também existem algumas parecidas, mas a especialidade delas acaba sendo o camarão e quem não come camarão, como eu, acaba não tendo opção (já tiraram até o salmão do cardápio, me deu uma dor no coração quando eu soube!) ::vapapu::

Após almoçarmos, o Rodrigo finalmente achou um quiosque de vender sorvete dentro do shopping e matou sua vontade do dia anterior. :lol: Voltamos para o hotel, pegamos as malas, as levamos até a rodoviária novamente e procuramos onde estava o ônibus da Flixbus indo pra Munique. Deixamos as malas no bagageiro, apresentamos o passaporte para o motorista, entramos no ônibus e só tinha mais alguns lugares bem perto do motorista. Ou outros lugares perto do motorista foram ocupados por cinco crianças, filhos de uma mulçumana, que estava viajando no mesmo ônibus e que estavam fazendo a maior bagunça, interrompendo o silêncio de nossa viagem. Dessa vez o motorista do ônibus falava em alemão e tcheco (Nos ônibus anteriores, só ouvimos alemão), mas como ninguém queria falar inglês, ficamos sem saber do que se tratava (mas devia ser algo do tipo como estava o trânsito e o clima na cidade destino). ::hein:

A viagem ocorreu sem nenhum problema, dormimos tranquilos nela (tirando a parte da bagunça das crianças ::dãã2::ãã2::'> ) e chegamos por volta de 19h em Munique. Ao chegar na Rodoviária (que fica em anexo a estação de trem e de metrô), ficamos procurando por onde sair dali para chegar ao hotel (o Rodrigo tinha visto que o hotel era perto dessa estação central). Agora já tínhamos celular com internet novamente (não passaríamos mais o sufoco que passamos em Praga), por causa do chip alemão que o Rodrigo comprou assim que chegamos em Berlim! ::otemo::

No caminho entre a estação central e a rua do hotel, avistamos uma outra ratazana enorme correndo, atravessando a rua e constatamos que definitivamente, existem várias ratazanas enormes na Alemanha! Não era um problema só de Berlim! ::bruuu::

Achamos o hotel facilmente. Ficamos no Hotel Jedermann e definitivamente, esse foi o melhor hotel que ficamos. Quarto espaçoso e confortável, café da manhã gostoso, parecendo uma casa de avó, tão lindinho por dentro!

As construções em Munique me lembraram muito as casinhas no Sul do Brasil e realmente, temos a quem puxar! ::tchann::

Perguntamos na recepção do hotel onde poderíamos comer e nos indicaram 2 lugares: Um restaurante italiano na esquina, e um Biergarten de um restaurante próximo, o Augustiner Keller. Rumamos para esse restaurante local e não estava tão cheio. Garçons vestidos com a roupa local, local agradável, tudo bem animado. Escolhemos uma mesinha, pedimos nosso salsichão alemão (aqui em Munique tem aquela salsicha branca! Amei!) e comemos satisfeitos. ::otemo:: Pena que o prato que tinha chucrute, era muito mais caro (em média, o prato sem chucrute, era em torno de 8 ou 9 Euros e o prato com chucrute, 14 Euros. O chucrute foi facilmente dispensado, ainda mais que não sabíamos como nosso sistema gastrointestinal iria reagir a ele!) Um único porém é que nosso prato veio com raiz forte e eu achei que era queijo ralado e me dei mal, juntando ele com a batata. Mas graças a Deus meu sistema gastrointestinal não reagiu tão mal em Munique quanto em Berlim e minha barriga pôde ir à forra! ::tchann::

Após jantar, ficamos passeando perto do hotel para conhecer melhor o local, mas como era domingo, de noite, o movimento era muito pouco, estávamos cansados e resolvemos ir dormir logo. No dia seguinte, conheceríamos o que Munique tem a oferecer!

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Continuando o relato, no dia seguinte, em Munique, era dia de bater perna pela cidade! Acordamos, compramos um ticket de transporte na recepção do hotel (eu já tinha lido que lá os hotéis também vendem os tickets e para a gente foi muito bom, pois não precisaríamos procurar uma máquina de vender tickets em local mais distante, para depois ir passear pela cidade, já que tinha um ponto de tram quase em frente ao hotel) para os dias que iríamos transitar em Munique (e o mais interessante é que um ticket para grupo de 5 pessoas saía mais barato que um ticket para duas e eles mostraram isso pra gente), pegamos um tram quase na porta do hotel e fomos até o ponto que tinha a praça (Karlsplatz) que na frente tinha a Karlstor. O Palácio da justiça (Justizpalast) e a Kaufhof (primeira loja de departamentos do pós-guerra de Munique) ficam ali próximos também, mas só olhamos tudo por fora. E fomos tirar fotos na Karlstor e andar pela Neuhauser Strasse (principal rua de compras da cidade) e ir até a Marienplatz tirar mais fotos também. ::otemo:: E qual não foi nossa tristeza quando a máquina fotográfica começou a dar problemas para tirar as fotos e o Rodrigo ficou algum tempo tentando consertar, sentado nas cadeirinhas da Neuhauser Strasse, enquanto eu andava pra lá e pra cá e entrava em algumas igrejas e via algumas vitrines. Bem, deve ser muito bom comprar em Munique, mas como o nosso orçamento era limitado, nós somente olhamos vitrines! ::dãã2::ãã2::'> Achei legal que até lojas como C&A estavam vendendo versões das roupinhas típicas de lá! :) Vimos muitas lojas que vendem essas roupas também, mas tudo muuuuito caro! O que compramos foi somente souvenirs e blusa (tínhamos encomenda de blusa pra levar também!)

Naquele momento, de manhã, tinham poucos turistas transitando. Com o problema da máquina parcialmente resolvido, continuamos andando até a Marienplatz, passamos pela St Michael kirche, mas estava fechada. :( Passamos pela Frauenkirche,mas estava com uma das torres cobertas, em obras e eu achei que também estava fechada e passamos direto. ::hein: Vimos a Marienplatz com a Neues Rathaus (com o Glockenspiel – o relógio que os personagens dançam), a Coluna de Maria e a Altes Rathaus. A Marienplatz também tinha vários pontos com tapumes de obras, não atrapalhava transitar, mas dava um ar mais confuso à praça. :( Como chegamos em frente ao relógio próximo das 11h, ficamos esperando o evento. Juntaram-se vários turistas pra assistir também. O relógio deu as badaladas e tocou musiquinha e depois de alguns minutos que o show começou. ::tchann:: Os personagens encenam uma luta entre cavaleiros e dança também! É muito interessante se a gente pensar também na questão que quando foi construído, não existiam recursos como nós temos agora e eles são tão bem elaborados! Muito legal... mas um tanto demorado para quem fica com o pescoço apontado pra cima! Acho que ficamos por volta de 15 min olhando tudo!

Terminado o show (que é sempre às 11h, às 12h e às 17h), seguimos em frente e avistamos a entrada do Museu de brinquedos antigos no prédio da antiga prefeitura (fica meio escondidinho). Não ficamos muito animados em visitar não, quem sabe quando tivermos nossos filhos e voltarmos lá com eles... ::hahaha:: Também vimos, em frente, uma outra igreja que achamos que era a Peterskirche, entramos, mas não era... :o Saímos e demos de cara com essa igreja (que era no mesmo lado da calçada onde a gente estava). Não achamos porta de entrada aberta, somente um guichê vendendo entradas (não sei se era pra subir em alguma torre da igreja ou se era pra entrar na própria igreja), mas confesso que fiquei um pouco desanimada e só a vimos por fora. .. :shock: ali próximo também se encontra uma estátua de Julieta (de Romeu e Julieta, vimos um guia falando para um grupo de turistas) e até agora não entendemos o porquê de ela estar ali, mas todo mundo faz como em Verona, passa a mão na coitada da Julieta, pra dar sorte! :roll:

Seguimos em frente e achamos a Viktualienmarket (a princípio demorei pra entender se era ali mesmo ou se era apenas uma feira comum ::tchann:: ), mas logo avistamos o Biergarten, que já estava muuuito cheio e vimos que era ali mesmo!

Tentamos conseguir um espaço para nos sentar no Biergarten, para almoçar, mas não somos muito bons em disputas corporais ::lol4:: (hehehe, brincadeirinha) e fomos procurar algum restaurante bem avaliado no TripAdvisor. Vimos que próximo tinha uma galeria com mercado e restaurantes da Eataly, bem bacana, mas achamos os restaurantes com preços caros. Do lado de fora, vimos alguns restaurantes e um era bem avaliado, chamado Trattoria Luigi Al Mercato. Fomos conferir. A garçonete (que também parecia ser a dona do local) disse que não falava inglês, mas ensaiou falar alguns dos igredientes (de resto como o italiano é parecido com o português e estamos acostumados a ler esses nomes de pratos italianos, foi fácil). Escolhemos nossos pratos, os preços realmente não eram ruins e o sabor era ótimo! ::otemo::

Depois de almoçarmos e pit stop no banheiro, voltamos para o hotel para tentar recarregar as baterias da máquina fotográfica para ver se ela melhorava (ainda estava problemática) e voltamos pelo mesmo caminho. Aí, à tarde, a Neuhauser Strasse já estava muito cheia de Turistas! Ficamos surpresos com a diferença com relação à manhã! Ah! E a igreja de São Miguel já estava aberta e fomos lá ver como era por dentro (bonita e clara por dentro)

Após pit stop no hotel, seguimos para o Englischer Garten, de tram. Novamente o Rodrigo pesquisou no Google e ele nos deu as dicas. Já chegando próximo, já víamos jovens de trajes de banho, todos molhados, como se estivessem acabado de sair do rio circulando pelas ruas. O Gloogle nos deu a dica e saltamos em um ponto bem próximo a chinesischer turm. Entramos por um lado do parque e percebemos que o lado era errado. Atravessamos a rua e fomos para o outro lado, e demos de cara com a torre chinesa que é bem bonita, ::otemo:: e o Biergarten, bem grandinho, algumas pessoas bebendo, mas muitas mesas vazias (mas era próximo de 16h ou 17h, não me lembro... talvez mais próximo ao horário do almoço ou mais tarde ficasse mais cheio!). Fomos atrás do local onde as pessoas fazem surf no rio Eisbach, mas eu não sei o porquê (fiz a pesquisa errada em casa, antes da viagem) eu achei que era próximo à torre chinesa, mas não era... ::mmm: Andamos bastante pelo parque sem achar o local do surf... Saímos do parque com medo de que escurecesse e fica mais difícil andar por lá (já que o parque é enorme e não vi poste de luz em alguns locais!). Só teve uma coisa boa disso tudo: vimos um esquilinho! Mas não deu pra tirar foto, ele foi mais rápido que nós! Também vimos locais bem legais do parque, as pessoas de lá são privilegiadas por terem e cuidarem bem desse parque tão bacana! Saímos em algum lugar que não sei dizer qual era e pegamos um tram de volta. Na volta foi engraçado, porque entraram alguns jovens molhados de banho de rio no tram e molharam o chão todo, e estavam só de roupa de banho... Onde eles guardavam os tickets deles?! Mistéééério... ::lol4::

Voltamos para a Marienplatz e ficamos sentados nas cadeirinhas, decidindo onde iríamos lanchar. Bateu vontade de conhecer algum lugar com hambúrguers (sem ser de rede conhecida de fast food) e o Rodrigo viu no TripAdvisor novamente um lugar relativamente próximo chamado Hans im Glück e nos colocamos a caminho, à pé. Só que procuramos e não achamos o local... andamos para lá e para cá e nada... parecia que aquele número não existia! Já estávamos quase desistindo, quando percebemos que era do outro lado da rua (o número devia estar errado na internet), ::mmm: um local que mais parecia um prédio de museu ou algo do tipo. Sentamos nas mesinhas do lado de fora, achei meio mal iluminado, e a garçonete, apesar de ter nos dado todas as informações que perguntávamos, era meio sem paciência... mas os hambúrgueres eram muuuuito bons! Tem alguns que são bem diferentes, mas são gostosos, mesmo! Aprovados! ::otemo::

Voltamos caminhando para o hotel, mas resolvemos, no meio do caminho, procurar algum lugar que vendesse um docinho... Fomos caminhando, passamos pela Karlstor, quando percebemos que os lugares já estavam fechando e tinha uma movimentação de policiais entrando pela escadinha do metrô... ficamos com receio de ser alguma coisa ligada a terrorismo e tratamos de ir para o ponto do tram andando bem rapidinho (do outro lado da Karlstor, graças a Deus, bem afastado da movimentação da polícia), para voltar para o hotel.

Observação: Quando pegávamos o tram para voltar para o hotel, o ponto de desembarque não era colado à calçada ( como no ponto da ida) e vimos isso se repetir em alguns outros lugares que pegamos tram também. Mas lá as pessoas são educadas e os motoristas dos carros que estão próximos (já que muitas das vezes os carros e os trams partilham a mesma via) esperam as pessoas embarcarem e desembarcarem dos trams e não as atropelam, como eu acho que aconteceria aqui no Brasil, se tivesse um sistema parecido. ::hahaha::

Dentro dos trams existem máquinas de vender tickets, que são diferentes das de validação. Também é obrigatório validar os tickets. ::tchann::

Voltamos para o hotel e fomos descansar, no dia seguinte, iríamos ao Münchner Residenz e eu queria muito conhecer esse palácio de Munique!

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Nós e Karlstor

 

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Neuhauser Strasse

 

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Igreja de São Miguel

 

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Frauenkirche

 

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Coluna de Maria

 

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Glockenspiel

 

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Neues Rathaus

 

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Adorei essa fonte na Marienplatz

 

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Biergarten Viktualienmarkt

 

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Viktualienmarkt

 

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Englischer Garten - Chinesischer Turm

 

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Em algum lugar do Englischer Garten.

 

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Em algum outro lugar do Englischer Garten. ::tchann::

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No dia seguinte acordamos e fomos procurar uma banca de jornal para comprar algumas revistas (umas que eram encomendas de amigos e outras para nós mesmos). Perguntamos no hotel e a funcionária disse que por ali não havia nenhuma perto, somente na estação de trem (a Hauptbahnhof) que era relativamente perto do hotel. Fomos até lá, mas na primeira loja de revistas e jornais que achamos (a que era mais visível), não achamos nada do que queríamos... ::grr:: Por sorte, logo em seguida achamos uma mais escondida que tinha tudo... Pelo menos foi bom para conhecermos melhor a estação. Mas nisso nós perdemos algum tempo... Seguimos para Marienplatz novamente (fomos de tram até perto da rua que dá na lateral da prefeitura, o que facilitou) e visitamos a Frauenkirche, que eu achei que estava fechada, mas vi no instagram, no dia anterior, que tinha gente a visitando. ::otemo:: Pena que não dá para tirar fotos por dentro e a famosa “pegada do diabo” estava coberta, não sei o porquê, com a grade em frente fechada. Seguimos e tiramos fotos da Marienplatz que ontem não conseguimos tirar, pois a máquina fotográfica tinha dado problema. Dali seguimos para a Odeonsplatz, tiramos algumas fotos e imaginamos aquela praça através dos anos... Pena que a igreja ao lado (Theatinerkirche) estava totalmente coberta, em obras, e não vi ninguém entrando naquele momento lá, estava totalmente em obras, com guindaste e tudo. :cry:

Fomos dali até o Hofgarten, o jardim nos fundos do Residenz (ficamos um pouco na dúvida se estávamos no caminho certo para chegar ali, mas nos achamos direitinho ::otemo:: ), e tinha um pianista tocando no templo de Diana... ::ahhhh:: um pianista!!! Estava lindo! E eu nunca iria imaginar que uma pessoa pudesse levar um piano até um local público e tentar divulgar seu trabalho. Contemplamos ele só um pouco, pois as vespas nos perturbaram bastante... Como já estava na hora do almoço, resolvemos almoçar, para depois visitar o Residenz (na verdade na verdade, minha ideia era visitar o Residenz logo pela manhã e deixar as coisas ao ar livre para a tarde, mas já que perdemos algum tempo na banca de revistas, pela manhã, resolvi inverter o roteiro). Dali fomos procurar um lugar para almoçar, mas só encontramos locais caros... Então resolvemos visitar outro lugar que ficou pendente de ontem, ou seja, procurar o lugar do Englischer Garten onde tinha o surf (procuramos na internet ontem com mais afinco e descobrimos que era perto da entrada do parque que é perto do Residenz e... bingo! Lá mesmo!). ::otemo:: Ficamos observando por alguns poucos minutos os surfistas (e estava cheio de espectadores e de locais aproveitando o momento de calor ao lado do rio) e de lá fomos procurar finalmente algum lugar para almoçar... E o jeito foi voltar ao Viktualienmarkt, já que ali por perto definitivamente não encontrávamos nada barato. Voltamos ao mercado e assim que chegamos nele, sem querer paramos bem em frente a um restaurante chamado Kleiner Ochs'nbrater, com mesinhas do lado de fora e um sistema de escolhas de pratos um tanto diferente... Na verdade, não entendemos como funcionava, mas vimos as pessoas apontando para as comidas que tinham como opção e os balconistas servindo os pratos (não tinha muita coisa, eram basicamente salsichas, repolho, batata e pão) e depois as pessoas pagavam de acordo com o que escolhiam. O Rodrigo pesquisou no trip advisor e estavam falando bem, então fomos experimentar. Fiquei “segurando” nossos lugares nas mesas do lado de fora e o Rodrigo foi “escolher” nossos pratos, que acabaram sendo salsicha, batata e pãozinho (e eu fiquei com um pretzel). Comemos, ficamos satisfeitos, ainda comemos sorvete em uma barraca próxima, ajudamos um casal de turistas espanhóis a tirarem dúvida sobre o preço de alguns artigos em uma barraca próxima também (fiquei bastante orgulhosa de nós mesmos! Hahaha ::lol4:: ) e rumamos novamente, de metrô (que foi mais rápido do que o tram), para o Residenz.

Chegando lá (a entrada fica na praça em que de frente está o Teatro Nacional), fomos comprar o ingresso e compramos o ticket combinado Museu + Sala do tesouro real. Não compramos para o Teatro Cuvilliés, pois fomos avisados que não teríamos tempo para ir vê-lo (e se nos demorássemos muito, não conseguiríamos nem ver o que compramos, então não poderíamos dormir no ponto! :wink: ). Fizemos um circuito pequeno no museu (e existe um grande!!! Eu já achei o pequeno bem grande, o grande deve ser enorme! ::ahhhh:: ), mas conseguimos ver tudo e admirar a grandeza e a exuberância do lugar! Saindo do museu + visita aos tesouros, após passada rápida no banheiro (perto da bilheteria tem banheiro, é um pouco do lado de fora do museu, mas não do lado de fora do prédio, não fiquem desesperados), e como ainda tinha sol iluminando tudo, rumamos via metrô, para a Ludwigstrasse e fomos tirar fotos do Siegestor (o arco do triunfo de Munique). Bem bonito, mas me pareceu não tão bem cuidado... Ficamos pouco por ali, é um local mais para estudantes, tem universidade ali perto e uma via larga, com muitos carros passando. Depois voltamos para a Viktualienmarkt via metrô também. Se o turista tiver disposição, acho que dá pra fazer esse percurso (Marienplatz - Viktualienmarkt - Odeonsplatz - Ludwigstrasse) à pé... Mas nós estávamos um pouco cansados e com pressa para dar tempo de ver tudo e usamos e abusamos do transporte! ::tchann::

De volta na Viktualienmarkt, sentamos nas cadeirinhas em volta das árvores para resolver onde iríamos comer e vimos uma movimentação da população com relação a um jogo de futebol. Muita gente de camisa de time e muita gente já bêbada e gritando e cantando (na verdade já tínhamos visto as pessoas com camisas de time no metrô, mas as bêbadas, só ali mesmo)... Como não gostamos muito desses ambientes confusos, resolvemos comer por ali pela praça mesmo e depois nos afastar da confusão... ::hein: Comemos em um restaurante NordSee (porém não tinha lugar para sentar e comemos de pé mesmo, em mesa alta, estilo Espanha! Hehehe ::hein: ). Lembrando que já tínhamos comido nesse restaurante antes, de peixes, em Praga, e gostamos bastante.

Dali rumamos para o hotel, descansar. No dia seguinte iríamos cedo para visitar o castelo de Neuschwanstein. Ao voltar para o hotel, perguntamos ao funcionário se teríamos que comprar a passagem do trem (o Bayern ticket) com antecedência (por exemplo, naquele momento, para o dia seguinte... como estávamos perto da estação de trem, poderíamos ir lá rapidinho e comprar), mas ele explicou onde dentro da estação que teríamos que ir para comprar e falou que era tranquilo, dava pra comprar no mesmo dia, um pouco antes, e até imprimiu a lista com os horários dos trens e nos explicou tudo, quais tinham baldeação e quais era diretos. E fomos dormir aliviados.

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Frauenkirche

 

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Em frente a Frauenkirche

 

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Encontramos no meio do caminho

 

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Odeonsplatz

 

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Theatinerkirche (Igreja de São Cateano)

 

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Vista da Odeonsplatz

 

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Templo de Diana ao centro do Hofgarten

 

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Pianista dentro do Templo do Diana

 

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Rio Eisbach Englischer Garten

 

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Surf no Rio Eisbach, Englischer Garten

 

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Residenz Museum

 

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Mais do Residenz

 

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E mais do Residenz

 

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Siegestor

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No dia seguinte, era dia de conhecer o Castelo de Neuschwanstein. ::otemo:: Acordamos cedo, nos dirigimos a estação de Hauptbahnhof e fomos onde o pessoal do hotel nos indicou: Uma parte que tem uns guichês, um do lado do outro. No meio do caminho avistamos um guichê de informações que tinha uma fila enoooorrrrmmme de turistas de mochilas e tudo mais. Vencemos a tentação de entrar nessa fila (até porque não tínhamos muito tempo disponível para aquela fila) e fomos procurando onde tinha os guichês um do lado do outro. Entramos em uma pequena fila e aguardamos nossa vez. Pedimos o Bayern Ticket, mas não sei se o senhor que estava do outro lado entendeu e perguntou para qual cidade e dissemos “Füssen” e ele imprimiu o ticket, deu o valor, o Rodrigo pagou e saímos dali para fazer hora para o nosso trem. Foi quando o Rodrigo foi conferir o ticket e viu que o senhor nos tinha vendido outro ticket, para o horário de 8:53, com uma conexão no meio do caminho... ::ahhhh:: ei, peraí, o Bayern Ticket era só a partir de 9h e para aquele horário, não tinha conexão... voltamos para o guichê e entramos no que estava mais vazio, mas a moça que estava do outro lado falou que só quem podia trocar era quem nos tinha vendido. ::putz:: Entramos na fila que tínhamos entrado na primeira vez, com um pouco mais de gente, e fiquei um pouco tensa se o horário passasse e não desse mais tempo de trocar... ::grr:: Mas a fila andou relativamente rápida e deu tempo. Explicamos para o senhor o que aconteceu (e ele ficou meio irritado, pois ficamos floreando e não falamos diretamente o que queríamos! Como eu já comentei, os alemães gostam que sejamos diretos no que queremos falar! ::hahaha:: ), mas trocou o bilhete sem problemas e ficou repetindo que achou que queríamos o bilhete para aquele horário e não para mais tarde e ainda deu uma moedinha de troco (o Bayern Ticket era um pouco mais barato que o outro). Com o ticket certo, dessa vez, nos dirigimos para onde é a plataforma dos trens (achei que era meio escondida, ::hein: depois da última que se avista no salão principal, ainda andamos mais um pouco e descobrimos mais algumas para a direita). E ficamos por ali esperando o nosso trem. Depois acabamos indo bisbilhotar algumas lojinhas da estação e quando voltamos, o trem já estava lá no lugar (faltando 30 min para partir!). Conferimos com uma funcionária se aquele era o nosso trem mesmo e subimos e escolhemos os lugares e esperamos partir.

O trem saiu exatamente no horário e uns 15 min depois que saiu apareceu uma funcionária verificando todos os tickets. ::hãã2:: Lembro que o Rodrigo usou o Google tradutor para ver algum texto que estava escrito e pelo que estava escrito, teve que escrever o nome dele no ticket.

A viagem durou um pouquinho mais de 2h, mas não consegui dormir porque quando estava pegando no sono, essa funcionária que conferia os tickets entrou falando alto e depois, também, por causa de uma chinesa brigando com um chinês e que emitia alguns sons estranhos, que me davam sobressaltos, quando eu estava quase cochilando... ::vapapu:: Decidi, por bem, ir apreciando a paisagem, enquanto o Rodrigo cochilava. A paisagem é lindinha e as casinhas parecem muito com as que vi no Sul do Brasil. ::tchann::

Chegando em Füssen, na estação de trem, todos os turistas rumaram tipo peregrinação, para o ponto de ônibus (não tem erro, é só seguir a multidão ::lol4:: ). Ao chegar no ponto onde os ônibus ficam, tinham alguns 73 e 78 parados (os dois sinalizavam que iam para Hohenschwangau). Subimos em um, apresentando o Bayern Ticket, mas já estava cheio e fomos em pé. A cidade de Füssen me pareceu muito fofinha, mas nesse primeiro momento só vimos a cidade pela janela do ônibus. O ônibus seguiu até um ponto em Hohenschwangau em frente a uns banheiros públicos e algumas pessoas (inclusive brasileiros, que falavam português), assim que abriu a porta, saíram correndo para o banheiro. ::dãã2::ãã2::'> Nós, como estávamos preocupados com o horário do ticket, fomos procurar a bilheteria primeiro. Dali já dava pra ver o castelo, majestoso, em cima da montanha! ::ahhhh:: Subimos uma pequena ladeira (as ruas lá são um tanto inclinadas) e encontramos a bilheteria. Como tínhamos reservado o ingresso pela internet, pegamos uma fila especial, que só tinha umas 3 pessoas, enquanto a fila para comprar estava imensa e um visor mostrava que só tinham ingressos disponíveis para depois de 14h (e era perto de meio-dia). Nosso ingresso era pra 13:50. Após trocar a reserva pelos ingressos, seguimos para o banheiro (que custava 50 centavos de Euro para usar - e o mais interessante é que perto tinha uma máquina que transformava 1 ou 2 euros em 0,50 e usamos e deu certo!). Depois paramos em uma vendinha no meio do caminho que vendia currywurst para fazer uma boquinha. ::tchann:: E ainda ajudamos um casal de brasileiros procurando onde tinha banheiro. Após terminar o lanchinho, fomos procurar onde tinha o ônibus que subia para o castelo, mas tinham muitos ônibus de turismo parados por ali e fiquei confusa achando que podia ser um daqueles, já que não tinha nada escrito... ::putz:: Mas então o Rodrigo avistou mais à frente uma construção de madeira (uma bilheteria para o ônibus) e um ônibuszinho já lotado saindo e deixando algumas pessoas na fila e fomos para lá. Compramos o bilhete para o ônibus (3 Euros para subir e 1 para descer) e eu não sei o porquê, achei que poderíamos descer à pé e só compramos a subida! ::putz:: Em frente à bilheteria dá pra ver o castelo de Hohenschwangau, lindinho também! Fomos para a fila e ficamos esperando bastante tempo (e a fila só crescendo) e eu fiquei preocupada pois só nos restava em torno de 30 min para chegar lá em cima! Se não chegássemos à tempo, poderíamos perder nossos ingressos! ::xiu::

Mas graças a Deus o ônibus chegou (não só 1, como 2) e partiram cheios, ainda deixando gente na fila e subiu uma subida tão grande e sinuosa que me deu arrependimento por ter optado por descer à pé... ::putz:: Ainda mais quando chegamos lá em cima e não vi nenhuma bilheteria de ônibus lá na chegada... Mas isso a gente via depois.

Ao ônibus parar, ainda tivemos que subir uma ladeira à pé (que cansou bastante) e de forma rápida, pra não perder o horário. ::grr:: Passamos por toda a lateral do castelo, vimos a paisagem linda ao redor dele, mas passamos batido e chegamos na entrada faltando poucos minutos e esbaforidos! Ufa! Mas chegamos a tempo! ::lol3::

Na entrada existe um visor mostrando o número do bilhete e o horário. Ao dar nossos horários (e mais de uma porção de gente que estava lá esperando), um funcionário liberou as catracas e as pessoas passavam o código de barras do ticket no leitor da catraca e passava adiante. Andamos em fila e nos agrupamos em um salão com uma vista maravilhosa da cidade lá embaixo e um guia veio nos falar, em inglês, a história do castelo e nos advertir para não tocar em nada e não tirar fotos. :( A visita do castelo é guiada e é só um grupo sair de um salão que outro entra. E é um sobe sobe de escada no começo, e desce muita escada no final! :roll:

O castelo é lindo, achei todas as pinturas das paredes e a ornamentação dos cômodos divina! Pena que não se pode tirar fotos... E o guia explicou todos os cômodos e todas as histórias do lugar... muito bacana! Porém a visita dura pouco (em torno de uns 40 min) e logo estávamos liberados para passar por dentro da loja do castelo, passar pelo lugar onde tem a cafeteria (e banheiros) e em seguida, sair dele (descendo todas as escadas e passando por um túnel frio e úmido, até achei que fossemos parar nas masmorras, mas achamos a saída para a lateral mesmo! ::ahhhh:: )

Ao sair do castelo, fomos tirar fotos dele e da paisagem (linda!). Depois rumamos para a ponte Marienbrucke (mais ladeira, mais subida! :roll: ) e tiramos várias fotos de lá também (só que o lugar dá um pouquinho de medo... Muita gente acumulada, chão de madeira e muito vento!) O que eu achei mais incrível é que tem um funcionário para ficar ali na ponte, tomando conta! Mas a vista é deslumbrante!

Descemos para o ponto do ônibus e ficamos na fila esperando por ele, para tentar descer mesmo sem ter comprado o ticket antes. Ficamos tentando descobrir por onde se descia, para descer à pé, se era pelo mesmo caminho que o ônibus subia, mas achei muito estreito! Atrás de nós, alguns brasileiros falando português. Como tinha brasileiro nessa visita desse castelo! Atenção que o último ônibus para a descida é às 18h. ::ahhhh::

Ao chegar o ônibus, o Rodrigo falou com o motorista e ele aceitava pagamento na hora e subimos. ::mmm: Graças a Deus não precisaríamos descer aquilo tudo à pé! E ao o ônibus descer aquelas curvas todas, vimos alguns adolescentes se espremendo na montanha, para o ônibus passar, que estava subindo à pé... Ou seja, o caminho era por ali mesmo! Mesmo estreito! E era tão estreito que quando um ônibus subia, outro não podia descer ao mesmo tempo! ::dãã2::ãã2::'>

Chegando lá embaixo, logo pegamos o ônibus que descia de Hohenschwangau para Füssen. Chegamos em Fussen e faltavam 10 minutos para as 17h e fomos passear um pouquinho pela cidade. Achei a cidade muito fofa! Uma graça! ::otemo:: Tiramos algumas fotos e compramos sorvete. E rumamos para a estação de trem pois faltava pouco para as 18h e não queríamos voltar tarde. Chegando a estação de trem, vimos que o último trem para Munique era às 18h... ::ahhhh:: err... ahn... não nos atentamos para isso... mas graças a Deus deu tudo certo e estávamos antes das 18h na estação... e esta foi só enchendo de turistas (e ficamos com medo de não ter lugar para todos e termos que viajar 2h em pé!). Assim que o trem chegou e abriu as portas, foi um corre-corre só! ::dãã2::ãã2::'> E consegui pegar lugares para mim e para o Rodrigo! Mas depois vimos que próximo a nós tinha até sobrado alguns lugares!

O trem partiu e consegui ir dormindo (acho que desmaiei de tão cansada!). Quando acordei, vi que tinha um grupo de brasileiros conversando com um mexicano atrás de nós... mais brasileiros! :shock:

O trem foi direto a Munique (passando por várias estações no meio do caminho) e ao chegar lá, depois das 20h, fomos procurar algum lugar pra comer... como a estação de trem de Munique fica perto do hotel, resolvemos comer em um restaurante italiano na esquina perto do hotel também que no primeiro dia a funcionária do hotel nos indicou chamado Ottantanove. Tinha um grupo grande de indianos comemorando algo lá também. O ambiente é agradável e o preço não é tão caro como pensávamos que poderia ser... e a comida era gostosa.. aprovamos! E voltamos para o hotel para descansar... amanhã seria o último dia da viagem... triste... ::bruuu::

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      RESUMO DA VIAGEM
      Data
      Local
      Data
      Local
      25/11
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      10/12
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      11/12
      Colônia – Alemanha
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      Paris – França
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      Em São Paulo, de fato demos início a nossa trip internacional, embarcando no voo da companhia área Royal Air Maroc com destino a Lisboa, Portugal. Nesse voo sobrevoamos 7544 Km, com duração de 12 horas e 35 minutos, até chegarmos em Casablanca no Marrocos, local onde tivemos uma conexão de 24 horas. O que nos possibilitou conhecermos um pouco dessa cidade que foi cenário de um clássico dos cinemas nos anos de 1942, Casablanca. No dia seguinte, voamos cerca de 642 Km ruma a Lisboa.
      CONHECENDO CASABLANCA 🇲🇦
      Ficamos hospedados no Relax Hotel (hotel de trânsito da companhia área Royal Air Maroc), próximo ao aeroporto Mohammed V, cerca de 34 Km do centro de Casablanca. Contratamos um táxi e visitamos os principais pontos turísticos da cidade: Mesquita Hassan II, Medina de Casablanca, Rick’s Café. Uma das características mais marcantes do povo árabe do Marrocos é a barganha, tanto ao fazer uma compra nas lojas da Medina de Casablanca, quanto ao pedir uma simples informação no aeroporto. Tudo se transforma numa árdua “peleia”, a qual se vence pelo cansaço. Os idiomas falados no Marrocos são árabe e o francês, o inglês não é o forte deles. E a moeda é o dirrã marroquino.
                
          

       
      ENFIM CHEGAMOS AO VELHO CONTINENTE EUROPEU
      Na chegada do aeroporto Humberto Delgado em Lisboa alugamos um carro, o qual já havíamos efetuado a reserva pela internet com a empresa Sixt Rent a Car. Alugamos um Renault Clio ano 2017 (1.6 SW europeu a diesel), no valor de R$ 1422.  A partir da chegada em Portugal, realizamos todas as viagens entre as diferentes cidades e países de carro. Foram cerca de 7237 Km percorridos entre Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha e Suíça. Dentro das cidades optamos por realizar os passeios caminhando, com o nosso companheiro de todas as horas, o chimarrão. Além de economizarmos no transporte e praticarmos uma atividade física, ainda podemos conhecer lugares que certamente passariam despercebidos se estivéssemos dentro de algum automóvel.
      Portugal 🇵🇹 
      Em Portugal visitamos as cidades de Lisboa, Sintra, Coimbra, Aveiro, Porto e Covilhã (região de Serra da Estrela). Particularmente de todos os 7 países visitados, o que mais gostamos foi Portugal. Além da facilidade com idioma e da comida, o povo português é muito hospitaleiro e as cidades oferecem tanto o agito, quanto o descanso. O pôr do sol regado a música de artistas de rua na Ribeira das Naus foi de tirar o fôlego, assim como comer os famosos pastéis de Belém na fábrica que existe desde 1837, em Lisboa. A subida caminhando até a Quinta da Regaleira em Sintra, foi compensada com o visual do Palácio da Regaleira, da cachoeira e do Poço Iniciático. Em Coimbra, depois de visitar a Sé Velha e o centro histórico, não podíamos deixar de degustar os pastéis de Santa Clara. Além disso, tomamos o nosso chimarrão na beira da Ria de Aveiro (Foz do Rio Vouga) e comemos os deliciosos ovos moles. Em Porto, com o nosso chimarrão, passeamos pela Ribeira do Rio Douro e degustamos o famoso bacalhau à Brás. A adrenalina de subir 1993 metros de altitude em Serra da Estrela e comer o famoso queijo feito com leite de ovelha, foi para fechar com tudo nossa roadtrip em Portugal.
       
          
          
           
      Espanha 🇪🇸
      Na Espanha conhecemos Burgos, Barcelona e Madri. Em Burgos deu para “encarangar de frio”, chegamos na cidade a baixo de neve com temperatura de -5 °C, mas isso não foi impedimento para conhecermos o Arco de Santa Maria, a Catedral de Santa Maria de Burgos, a Plazza del Rey San Fernando, e também comermos os deliciosos tapas (petiscos) acompanhados de cervejas Estrela Galicia. Em Barcelona e Madri adoramos chimarrear no Parc de la Ciutadella, no Jardins do Retiro e no Templo de Debod, situado no Parque del Oeste, e comermos os famosos torrones espanhóis. Uma curiosidade sobre o povo espanhol, é que eles não gostam muito dos portugueses e dos brasileiros. Apesar do idioma espanhol ter aproximações com o português, os espanhóis com quem tivemos contato, se negavam a tentar nos compreender, sendo que nós conseguimos compreendê-los.
         

       
      França 🇫🇷
      Se Portugal foi o país que mais gostamos, a França foi o que menos gostamos. Além de ser um país caro, também é atribuído muito status a cidades como Paris. Fora a parte central desta cidade, os bairros mais periféricos são sujos, com um trânsito caótico. Há uma discrepância entre o luxo da Champs Élysées e o restante da cidade. Mas como turistas, achamos linda a vista da Torre Eiffel, principalmente a noite quando começa a brilhar, o Museu do Louvre e a Catedral de Notre Dame. Em Paris também nos deliciamos com os famosos croissants, com os macarons e com a legítima champagne francesa (bem gaseificada), diga-se de passagem, uma fortuna mas valeu o investimento.
        
       
      Bélgica 🇧🇪 
      A Bélgica foi outro país que gostamos muito. As cervejas e os chocolates são os melhores do mundo, ganham até mesmo dos chocolates suíços. Em Bruxelas o tamanho do Manneken pis decepciona um a pouco, mas as luzes Grand Place superam qualquer expectativa. Uma parada obrigatória para quem vai a Bruxelas, e assim como nós ama cerveja, é ir no Delirium Café. Lá tomamos muitas cervejas (Delirium, Waterloo, Trappistes, La chouffe e Westvleteren), com tantos estilos diferentes de cervejas deu até para ficarmos levemente alterados. Outra parada, deve ser para comer fritas com molho samurai em algum mercadinho de natal. Em Bruges, depois de um passeio pelas construções medievais e os canais, comer waffles de creme de avelã transformam a cidade em um verdadeiro doce cenário romântico. Os idiomas falados na Bélgica variam bastante, sendo o francês, o alemão e o holandês (neerlandês).
          
       
      Holanda 🇱🇺 
      A Holanda é uma loucura. Roterdã tem edifícios fantásticos como as Casas Cubo e o Market Hall. Famosa pelas bicicletas e pelos canais, com seus coffeeshops e as vitrines com as profissionais do sexo, Amsterdã de forma organizada vem quebrando tabus. O Brasil ainda tem muito que aprender. Na Red Light District vale a pena fazer uma parada para tomar as cervejas típicas de Amsterdã, Heineken e Amstel. O idioma falado lá é o holandês (neerlandês).
         
       
      Alemanha 🇩🇪 
      Na Alemanha visitamos os melhores mercados natal, tomamos muito chopp e cervejas (Munchener, Dunkel, Vienna, Pils, Marzen, Kolsch), também comemos muito nürnberger würstchen (pão com linguiça alemã). Em Colônia nos encantamos com a Kölner Dom e com a sua história na Segunda Guerra Mundial. Já em Frankfurt vimos o entardecer tomando um chimarrão a margem do Rio Reno e quase comemos mett (carne crua de porco com temperos e pão), mas fomos salvos por uns senhores alemães que sensibilizaram com a nossa dificuldade com o idioma alemão. Em nossa roadtrip pela Alemanha foi bem difícil compreender este idioma, parecia que estávamos sempre sendo xingados.
         
       
      Suíça 🇨🇭 
      Na Suíça visitamos a cidade de Genebra. Assim como Paris esta cidade tem o custo de vida alto e o idioma falado é o francês. Os chocolates suíços são deliciosos, mas o destaque fica por conta do famoso queijo suíço, gruyère. A vista do Jet d”Eau, contemplada com um arco íris e o L’horloge fleurie formado com flores da época tornam a paisagem ainda mais bonita.
         
       
      Sobre a companhia aérea Royal Air Maroc
      Antes de comprarmos as passagens aéreas para Europa, realizamos pesquisas na internet para saber o país de entrada e a companhia aérea que ofereciam os melhores valores. Compramos as passagens pela companhia Royal Air Maroc, pela metade do preço que pagaríamos em outras companhias, pagamos R$ 2736,45 (ida e volta por pessoa). Nas nossas pesquisas encontramos diversas críticas sobre esta companhia, mas para nossa felicidade todas foram desmistificadas. Os serviços de voo foram de primeira classe. As refeições foram compostas por iogurte, pão, cookies, bolinhos, chocolates, carne, arroz, sopa, água, refrigerante, café, chá, vinho, cerveja, e muito mais. “Tchê tá louco”, o que mais fizemos neste voo foi comer, a todo momento os comissários de bordo se apresentavam nos corredores, carregando trolleys repletos de comidas gostosas.
         
      Durante o voo ainda podemos desfrutar de uma playlist com músicas marroquinas e assistir alguns filmes. Para os que preferem passar o tempo dormindo, foram distribuídos kits contendo: meias, vendas para os olhos, mantas e travesseiros. Um luxo só!  Esta companhia também oferece para voos com conexão de 4 horas ou mais no Marrocos, alimentação e hospedagem gratuita nos hotéis da própria companhia. Após efetuar o desembarque no Marrocos, é preciso procurar o guichê da companhia Royal Air Maroc, que fica situado do lado de fora da área de embarque e realizar a reserva do hotel. Na área externa do aeroporto ficam as vans que fazem o translado do aeroporto Mohammed V ao hotel e vice-versa.

       
      Sobre a viagem de carro
      O carro que alugamos deu conta dos 7237 Km rodados, consumindo em média 19 Km/L de diesel. As estradas eram com pista no mínimo dupla, com trajetos com pedágios entre 3 e 13 euros, com exceção da França que pagamos os pedágios mais caros, com valores de 32 e 35 euros. Para compensar na Alemanha andamos em autobahn (vias sem limite de velocidade), sem precisar pagar nenhum pedágio. É isso mesmo, a Alemanha tem estradas maravilhosas e sem possuir nenhum pedágio.

       
      Documentação
      Além dos passaportes, da carteira internacional de vacinação, da carteira Nacional de Habilitação e da Permissão Internacional para Dirigir, ainda montamos um dossiê com a cópia de todos documentos: seguro viagem contratado com a empresa Real Seguro Viagem (R$ 476,88), hospedagens reservadas no airbnb e no booking, comprovantes financeiros, cópia da reserva da passagem de volta para Brasil e comprovantes de residência no Brasil. Acreditem vocês, que com exceção da apresentação dos passaportes nos embarques e desembarques nos aeroportos do Brasil, Marrocos e Portugal, não precisamos apresentar mais nenhum documento. Nem a Permissão Internacional para Dirigir foi exigida para alugar o carro. Nas fronteiras entre os países, só fomos parados na Suíça, mas era para adquirirmos o vignettes (espécie de adesivo fixado no vidro do carro, que permite trafegar nas estradas da Suíça), uma vez que a Suíça não faz parte do acordo entre países da União Européia. O vignettes tem o valor de 37 euros e são válidos por 1 ano. Foi melhor prevenir levando toda esta documentação do que passar por algum “entrevero”.
       
      Partiu próximo destino?
    • Por tulioboy123
      Bom dia, gente! o meu trisavô é alemão (trisavô-bisavó-avô-pai-eu). Nesse grau de parentesco, tenho direito à cidadania alemã?
    • Por Felipe Marques Santana
      Venho aqui compartilhar o meu mochilinha de 27 dias pela Europa. Essa foi a 1ª experiência no continente. Com certeza, voltarei muitas outras vezes.
      Bom, iniciarei pelo planejamento.
      Comprei passagens de ida e volta por Bruxelas, pois tenho uma amiga que mora numa cidadezinha não muito longe de lá: Boortmeerbeek.
      Comprei com muita antecedência, no mês de maio, mas consegui um bom negócio: 2400 reais pela cia Air Europa. Os voos tinham escala em Madri, pois não há, por nenhuma cia, voos diretos até Bruxelas.
      No mês de setembro reservei os hostels em Paris, Amsterdã, Berlim e Londres. E comecei a pensar como faria os trechos internos. Bom, na maioria dos casos utilizei o trem, todos tíquetes comprados com 3 meses de antecedência para pagar um menor valor. Os trechos Bruxelas>Paris e Paris>Amsterdã foram realizados com o Thalys. No primeiro paguei 22 euros e no segundo 29 euros. Já de Amsterdã a Berlim, preferi fazer aéreo, pois o trem demorava 6 horas e além de tudo o preço não era atraente. Acabei comprando a passagem pela Easyjet (60 euros, com direito a despachar uma mala); no trecho Berlim>Londres comprei pela Easyjet também, com o mesmo preço e as mesmas condições. Em Londres queria fazer um bate-volta a alguma cidade do interior, e acabei escolhendo Cambridge pelo preço das passagens de trem (12 libras ida e volta!). Para finalizar, fiz o trecho Londres>Bruxelas de Eurostar, uma facadinha: 60 euros! =(
      Tíquetes de atrações, só comprei 2 de forma antecipada: visita à casa da Anne Frank em Amsterdã (10 euros) e London Eye (24 libras).
      Com tudo certo, só restava viajar!
      E numa data inusitada: 31 de dezembro! Como não ligo muito para Ano Novo, decidi ir nessa data: um dos motivos para as passagens estarem baratas! hehehe
      Fiz o voo de São Paulo a Madri em uma saída de emergência, pois o atendente ao ver a minha altura (1,91m), ficou com pena de mim! O voo foi ótimo! =) A aeronave era um pouco antiga, mas não foi um problema. A comida servida era muito boa! E tinha água e refrigerante no fundo da aeronave à vontade, era só pedir. Uma vez em Madri, esperei cerca de 3h pela conexão, nada que atrapalhasse, mas o aeroporto estava com as lojas fechadas e meio vazio. O segundo voo também foi em aeronave antiga, mas foi tão tranquilo quanto ao outro. Ao chegar em Bruxelas, andei, andei, andei, andei até chegar à área onde estavam as esteiras, peguei a minha mala (ufa, ela chegou!) e esperei a minha amiga chegar para me buscar.
      A casa dela não era muito distante do aeroporto, em cerca de 40 minutos, já estava lá, local que ficaria 4 dias no início da viagem e mais 1 no final.
      Nesse primeiro dia, praticamente descansei, almocei e depois à noite fui até Bruxelas encontrar uma amiga que estava lá por coincidência! =) Para ir até lá, fui de trem. Na Bélgica os trens regionais funcionam bem e quase sem atrasos. As compras podem ser realizadas pelo site da Belgium Rail, ou em máquinas nas estações. As máquinas aceitam cartão e moedas, esqueçam dinheiro!
      Passagem de ida e volta comprada, era só embarcar. De Boortmeerbeek até Bruxelas era mais ou menos 1 hora, com uma troca de trem em Mechelen, uma cidade maior e com mais conexões. Há trens muito antigos, mas também há aqueles modernos, porém vários deles são pichados na parte externa, achei estranho Bom, chegando na estação Brussels Centraal/Bruxelles Central (tudo em Bruxelas é bilingue, inclusive o nomes das cidades!) fui até a Grand Place/Grote Markt de lá, que é um espetáculo à parte. Ainda estava rolando a feira de Natal, além de a cada hora um lindo show de luzes. Quando cheguei encontrei a praça assim:

      Linda, não? É o lugar mais bonito de Bruxelas, sem dúvida! =)
      Encontrando a minha amiga, fomos até ao Bar Little Delirium (não fomos ao grande, por ser muito lotado). Lá pudemos provar vários tipos de cerveja belga (as melhores da viagem) por preços razoáveis. Também aproveitei a ocasião para provar uma daquelas delícias culinárias belgas: o waffle. Esse tinha nutella e morangos! Muita vida! hehehe
      Depois de mais um rolê pela cidade, me despedi dela, pois era tarde e tinha que pegar o trem até Mechelen (ou Malines, em francês), onde a minha amiga e o seu noivo me esperavam, pois não haveria mais trens para Boortmeerbeek. =(
      Eles aproveitaram para me mostrar, de carro, como era a cidade. O lugar mais interessante é a Catedral Metropolitana, que possuía na idade média, uma das torres mais altas da Europa, pois a cidade era um entreposto comercial importante.

      Bom, escrevi bastante. No próximo post continuo o relato. (Obs: pode ser que demore um pouco, tanto pelos detalhes, quanto falta de tempo mesmo! hehehe)
      Até a próxima!
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