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Berlim - Praga - Munique - Füssen - em 11 dias (de 05 a 15 de setembro 2016)


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Gente, se alguém estiver lendo o relato e puder me dar um feedback, se está legal, eu agradeço! Abraços a todos!

No dia seguinte, teríamos que fazer check out até às 11h e o ônibus para Munique era às 14h. Como estávamos muito cansados, resolvemos tentar não ir ao Castelo de Praga novamente e ver se poderíamos v

Nós e Karlstor   Neuhauser Strasse   Igreja de São Miguel   Frauenkirche   Coluna de Maria   Glockenspiel   Neues Rathaus   Adorei essa fonte na Marienplatz   Biergarte

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No dia seguinte, acordamos e fomos em direção a Praça da Cidade Velha novamente. Paramos em algumas lojinhas para comprar ímã de geladeira, cartão postal e algumas dessas coisinhas que a gente gosta de guardar das viagens e ainda assistimos o relógio astronômico tocar novamente. Seguimos em direção a Ponte Carlos (de novo) e dessa vez a atravessamos, tirando fotos e observando tudo. Como a ponte está sempre muito cheia de turistas, é necessário tomar cuidado com batedores de carteira. ::grr:: Chegando do outro lado da ponte, fomos visitar a Igreja de são Nicolas, porém como a entrada era paga e eu queria visitar uma outra igreja que era mais especial pra mim (e de graça), rumamos para essa outra igreja. Para explicar melhor: Minha mãe, desde que eu me entendo por gente, sempre teve uma imagem do Menino Jesus de Praga e a imagem sempre foi muito importante pra ela e eu sempre a vi com muito carinho. Quando vi que uma amiga tinha ido para Praga recentemente e tinha visitado essa igreja, vi que era possível eu visitar também e pesquisei como ir para lá. :D A igreja, na verdade, é de Nossa Senhora Vitoriosa e a imagem do Menino Jesus de Praga ocupa um altar lateral que é bastante visitado. Fomos à procura da igreja e chegamos na hora da bênção final, na missa, o que eu achei um ótimo sinal! ::otemo:: Retornamos para perto da Igreja de São Nicolas e fomos procurar um lugar para almoçar, para sem seguida, ir ao Castelo de Praga de tarde (a ideia era: se fôssemos naquela hora, provavelmente iríamos perder a hora do almoço e almoçar muito tarde!) ::hein: Paramos em um pequeno restaurante/café chamado Cafe22 e almoçamos ali mesmo. A comida estava gostosa. Eu pedi um goulash com panquecas de batata e o Rodrigo pediu alguma coisa com camarão. Assim que terminamos de almoçar, ficamos fuçando a internet aproveitando wi-fi para ver como chegar nos próximos locais a serem visitados e o garçom trouxe a conta, sem ao menos termos pedido! Acho que estavam tentando expulsar a gente! Hehehe ::lol3::

Pagamos e saímos tão depressa que esquecemos de aproveitar o banheiro do restaurante. E aí, a vontade apertou e entramos no Starbucks próximo para ir ao banheiro e eu aproveitei pra beber algo gelado, já que estava fazendo calor. Depois disso, o Rodrigo cismou que queria tomar um sorvete, mas ele queria um sorvete de casquinha e não estávamos encontrando nenhum! Será que não existe porque lá quase não faz calor?! Perdemos algum tempo nessa hora, mas resolvemos seguir em frente , mesmo sem sorvete. ::mmm:

Não sem antes procurar o John Lennon Wall! Não era nossa intenção ir visitá-lo, mas como descobrimos que estávamos perto, resolvemos ir lá espiar. Fomos orientados pelo mapa que ganhamos no hotel, mas acabou que entramos em alguma rua errada e perdemos algum tempo procurando por ele também, mas o encontramos (muito cheio de turistas fotografando), tiramos algumas fotos e procuramos o caminho do castelo! Esse é um muro que tem muitas mensagens de Paz e Amor e retratos de John Lennon. O primeiro desenho naquela parede, o retrato do John Lennon, surgiu no início da década de 80, quando o comunismo soviético já estava bastante desgastado na antiga Tchecoslováquia e o mundo estava comovido com a morte de John Lennon. A polícia comunista logo entendeu como uma forma de protesto e vandalismo e em pouco tempo o desenho já estava apagado. Mas outras pessoas começaram a ir lá e pintar o retrato dele de novo. A cada vez que o governo mandava limpar o muro, um novo desenho de Lennon voltava a aparecer. E hoje o muro ainda é repleto de mensagens boas e turistas para eternizar tudo.

Dali, seguimos em direção ao castelo, passando pela Igreja de São Nicolas de novo e depois subimos, subimos e subimos... ::dãã2::ãã2::'> e confesso que tive que parar algumas vezes.. é exaustivo! E chegamos na porta do Castelo. Tiramos várias fotos (principalmente porque lá tem uma vista legal da cidade) e seguimos para tentar entrar. Na verdade, na verdade, o Castelo de Praga não é muito bem um castelo, mas um conjunto com vários palácios, igrejas, museus.... Imenso!

Onde a gente pensa que é a entrada, é a saída. A entrada fica meio escondida, na lateral. Na entrada encontramos uma lixeira cheia de garrafas de água e bebidas abandonadas e os soldados revistando bolsas e pessoas passando pelo detector de metais... Achamos que não podia entrar com água e estávamos com uma garrafa cheia dentro da bolsa. Mesmo assim, resolvemos arriscar. Entramos com a garrafa d’água na mão e ninguém falou nada. Olharam nossas bolsas e passamos pelo detector de metais e nos liberaram e passamos para o lado de dentro. Todo esse esquema, pois ainda há sede do governo lá dentro.

Entramos e fomos procurar a bilheteria. Já eram 16h e a moça da bilheteria nos avisou que só poderíamos entrar em cada local até às 17h. Ficamos um pouco chateados, pois achamos que funcionava até às 18h e o sol ainda estava iluminando tudo até umas 19h, mas mesmo assim compramos o ingresso, pois eu queria muito conhecer a Golden Lane e lá só entra com o ingresso. Existem algumas opções de “circuitos” a serem visitados e optamos pelo que era mais barato e com menos coisas a se visitar, que incluiria a Golden Lane. Se você não quiser gastar com as entradas, você pode visitar tudo por fora, sem problemas e não gasta nada... Mas para entrar em cada local lá de dentro do castelo, é necessário esse ingresso. A moça da bilheteria explicou que poderíamos voltar no dia seguinte com o mesmo ingresso e ver os locais que não tínhamos entrado ainda, mas aquele que já tínhamos entrado, não poderia ser visitado duas vezes. Ficamos apreciando um pouco a Catedral de São Vito pelo lado de fora e depois rumamos para a Golden Lane. Entramos e ficamos observando cada espacinho lá dentro. Achei muito legal! É uma rua cheia de casinhas coloridas, onde moravam trabalhadores que serviam ao castelo (artesãos, ferreiros, ourives) e algumas fora transformadas em museus e outras são lojinhas. Em cima há um museu de armaduras, bem interessante. Quando saímos de lá, já passava das 17h e realmente não conseguimos mais entrar em lugar nenhum, mas ainda tinha muita gente circulando por lá por dentro. Tiramos mais fotos e saímos, por onde achamos a saída... depois descobrimos que era uma “saída lateral’, que dava em uma rua lateral, próximo a uma praça muito bonitinha. Verificamos o mapa, atravessamos a praça e chegamos em local conhecido novamente. ::tchann::

A nossa visita ao Castelo de Praga não foi tão proveitosa quanto eu gostaria, mas pelo menos conseguimos conhecer o que a gente tinha mais vontade de conhecer!

Voltamos para o Starbucks novamente para usar o wi-fi (dessa vez não compramos nada, eu confesso, foi só pra usar o wi-fi mesmo, que vergonha! Nem água não compramos, pois lá só vendia água natural e não gelada... Aliás, são pouquíssimos os locais que dá pra encontrar água gelada tanto lá quanto na Alemanha!) e ao usar o wi-fi descobrir como chegaríamos na Casa Dançante, que era outro local que queríamos conhecer e não sabíamos se teríamos tempo, mas como a visita ao castelo foi mais rápida do que esperávamos, resolvemos ir lá.

A casa (ou prédio) dançante também é conhecido como Fred e Ginger (Fred Astaire e Ginger Rogers - a casa lembra vagamente um par de dançarinos) e é muito interessante! O chato é que essa Casa dançante fica um pouco mais afastada dos outros pontos turísticos e teríamos que comprar um bilhete de tram. Tentamos descobrir como a maquina de vender bilhetes funcionava, mas não entendíamos nada. Vimos uma moça tentando comprar e não conseguindo e perguntou em um quiosque perto e a funcionária do quiosque indicou uma vendinha de bebidas/jornaleiro que havia perto, pra comprar o bilhete. E nós fomos lá também. Compramos o bilhete nessa vendinha (um que era válido por 90 min) e pegamos o tram que o Rodrigo viu pelo celular que nos levaria lá. O Rodrigo também salvou no celular, como fazer pra voltar, já que não teríamos o wi-fi para pesquisar lá por perto. Chegamos lá perto, tiramos várias fotos, ficamos contemplando o local e resolvemos procurar o tram de volta. O problema é que não encontrávamos o ponto do tram que teríamos que voltar. Quando encontramos, o tram que tínhamos que pegar, não passava de jeito nenhum (ficamos muito tempo esperando no ponto). Quando vimos, os 90 min do bilhete já tinham ido embora... e nós resolvemos voltar à pé, com medo da fiscalização nos pegar com um bilhete vencido dentro de um tram. Fomos andando margeando o rio Moldava ( Ou Vltava) até chegar na Ponte Carlos Novamente. Andamos bastante, mas estava bem movimentado e a vista do Castelo de Praga iluminado à noite, do outro lado, estava bem bacana... Mas tive que escutar o Rodrigo reclamar dos seus pés doendo (e os meus também estavam acabados!) e com cara emburrada! O Rodrigo até tentou entrar em alguma lojinha pra saber como comprar outro ticket de tram, mas as lojas do local só tinham orientais (mas hein?!) que não falavam inglês. :roll:

Ao chegar no centro histórico novamente, eu queria parar em um restaurante italiano com mesinhas de toalha quadriculada, para comer, mas nenhum garçom nos dava atenção e sempre que vagava uma mesa, tinha já alguém correndo pra sentar. Desistimos e fomos até o shopping e comemos em uma lanchonete de pizza lá mesmo. E a pizza estava bem gostosa, não sei se era a fome! :?

Antes de chegar ao shopping, descobrimos que tinham "fechado" a rua em frente ao shopping, para ter uma maratona da cidade. Passamos por ali bem na hora que tinham vários corredores chegando na linha de chegada. Ainda tivemos que descobrir como passar para o outro lado da calçada (e descobrimos porque observamos algumas pessoas entrando por uma entrada de estacionamento subterrâneo e saindo do outro lado e fomos atrás. será que foi por isso que o tram que esperávamos não passava de jeito nenhum?! (mudança no trânsito devido a maratona?!) ::vapapu::

Retornamos para o hotel e fomos descansar, pois o dia foi desgastante hoje e no dia seguinte viajaríamos para Munique!

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Ponte Carlos

 

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Ponte Carlos - Quase chegando!

 

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Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa

 

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Mais da Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa

 

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Menino Jesus de Praga

 

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John Lennon Wall

 

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Pensei que era a entrada do Castelo, só que não...

 

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Aqui dá pra ter uma noção que do lado do castelo tem uma vista muito bonita!

 

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Catedral de São Vito

 

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A caminho da Golden Lane

 

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Golden Lane

 

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Museu com as armaduras

 

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Casa dançante

 

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Voltando para o hotel, vista do castelo de Praga

 

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Praga à noite

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No dia seguinte, teríamos que fazer check out até às 11h e o ônibus para Munique era às 14h. Como estávamos muito cansados, resolvemos tentar não ir ao Castelo de Praga novamente e ver se poderíamos ver mais alguma coisa (também corríamos o risco de perder a hora do ônibus) ::Ksimno:: Tomamos café da manhã, arrumamos as coisas com calma, fizemos o check out e pedimos se era possível guardar as malas em algum lugar do hotel para que pudéssemos almoçar mais livre e nos mostraram uma sala onde as malas poderiam ficar (e já tinha mais um monte de malas lá também!). Como era domingo, resolvemos não ficar rodando procurando por algum lugar que estivesse aberto e fomos até o shopping e ficamos procurando onde comer... Até que decidimos por comer em uma lanchonete de peixes, chamada Nordsee. Achei bem gostosa e mais saudável do que as de hambúrguer que estamos acostumados! ::otemo:: Por aqui pelo Rio de Janeiro também existem algumas parecidas, mas a especialidade delas acaba sendo o camarão e quem não come camarão, como eu, acaba não tendo opção (já tiraram até o salmão do cardápio, me deu uma dor no coração quando eu soube!) ::vapapu::

Após almoçarmos, o Rodrigo finalmente achou um quiosque de vender sorvete dentro do shopping e matou sua vontade do dia anterior. :lol: Voltamos para o hotel, pegamos as malas, as levamos até a rodoviária novamente e procuramos onde estava o ônibus da Flixbus indo pra Munique. Deixamos as malas no bagageiro, apresentamos o passaporte para o motorista, entramos no ônibus e só tinha mais alguns lugares bem perto do motorista. Ou outros lugares perto do motorista foram ocupados por cinco crianças, filhos de uma mulçumana, que estava viajando no mesmo ônibus e que estavam fazendo a maior bagunça, interrompendo o silêncio de nossa viagem. Dessa vez o motorista do ônibus falava em alemão e tcheco (Nos ônibus anteriores, só ouvimos alemão), mas como ninguém queria falar inglês, ficamos sem saber do que se tratava (mas devia ser algo do tipo como estava o trânsito e o clima na cidade destino). ::hein:

A viagem ocorreu sem nenhum problema, dormimos tranquilos nela (tirando a parte da bagunça das crianças ::dãã2::ãã2::'> ) e chegamos por volta de 19h em Munique. Ao chegar na Rodoviária (que fica em anexo a estação de trem e de metrô), ficamos procurando por onde sair dali para chegar ao hotel (o Rodrigo tinha visto que o hotel era perto dessa estação central). Agora já tínhamos celular com internet novamente (não passaríamos mais o sufoco que passamos em Praga), por causa do chip alemão que o Rodrigo comprou assim que chegamos em Berlim! ::otemo::

No caminho entre a estação central e a rua do hotel, avistamos uma outra ratazana enorme correndo, atravessando a rua e constatamos que definitivamente, existem várias ratazanas enormes na Alemanha! Não era um problema só de Berlim! ::bruuu::

Achamos o hotel facilmente. Ficamos no Hotel Jedermann e definitivamente, esse foi o melhor hotel que ficamos. Quarto espaçoso e confortável, café da manhã gostoso, parecendo uma casa de avó, tão lindinho por dentro!

As construções em Munique me lembraram muito as casinhas no Sul do Brasil e realmente, temos a quem puxar! ::tchann::

Perguntamos na recepção do hotel onde poderíamos comer e nos indicaram 2 lugares: Um restaurante italiano na esquina, e um Biergarten de um restaurante próximo, o Augustiner Keller. Rumamos para esse restaurante local e não estava tão cheio. Garçons vestidos com a roupa local, local agradável, tudo bem animado. Escolhemos uma mesinha, pedimos nosso salsichão alemão (aqui em Munique tem aquela salsicha branca! Amei!) e comemos satisfeitos. ::otemo:: Pena que o prato que tinha chucrute, era muito mais caro (em média, o prato sem chucrute, era em torno de 8 ou 9 Euros e o prato com chucrute, 14 Euros. O chucrute foi facilmente dispensado, ainda mais que não sabíamos como nosso sistema gastrointestinal iria reagir a ele!) Um único porém é que nosso prato veio com raiz forte e eu achei que era queijo ralado e me dei mal, juntando ele com a batata. Mas graças a Deus meu sistema gastrointestinal não reagiu tão mal em Munique quanto em Berlim e minha barriga pôde ir à forra! ::tchann::

Após jantar, ficamos passeando perto do hotel para conhecer melhor o local, mas como era domingo, de noite, o movimento era muito pouco, estávamos cansados e resolvemos ir dormir logo. No dia seguinte, conheceríamos o que Munique tem a oferecer!

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Continuando o relato, no dia seguinte, em Munique, era dia de bater perna pela cidade! Acordamos, compramos um ticket de transporte na recepção do hotel (eu já tinha lido que lá os hotéis também vendem os tickets e para a gente foi muito bom, pois não precisaríamos procurar uma máquina de vender tickets em local mais distante, para depois ir passear pela cidade, já que tinha um ponto de tram quase em frente ao hotel) para os dias que iríamos transitar em Munique (e o mais interessante é que um ticket para grupo de 5 pessoas saía mais barato que um ticket para duas e eles mostraram isso pra gente), pegamos um tram quase na porta do hotel e fomos até o ponto que tinha a praça (Karlsplatz) que na frente tinha a Karlstor. O Palácio da justiça (Justizpalast) e a Kaufhof (primeira loja de departamentos do pós-guerra de Munique) ficam ali próximos também, mas só olhamos tudo por fora. E fomos tirar fotos na Karlstor e andar pela Neuhauser Strasse (principal rua de compras da cidade) e ir até a Marienplatz tirar mais fotos também. ::otemo:: E qual não foi nossa tristeza quando a máquina fotográfica começou a dar problemas para tirar as fotos e o Rodrigo ficou algum tempo tentando consertar, sentado nas cadeirinhas da Neuhauser Strasse, enquanto eu andava pra lá e pra cá e entrava em algumas igrejas e via algumas vitrines. Bem, deve ser muito bom comprar em Munique, mas como o nosso orçamento era limitado, nós somente olhamos vitrines! ::dãã2::ãã2::'> Achei legal que até lojas como C&A estavam vendendo versões das roupinhas típicas de lá! :) Vimos muitas lojas que vendem essas roupas também, mas tudo muuuuito caro! O que compramos foi somente souvenirs e blusa (tínhamos encomenda de blusa pra levar também!)

Naquele momento, de manhã, tinham poucos turistas transitando. Com o problema da máquina parcialmente resolvido, continuamos andando até a Marienplatz, passamos pela St Michael kirche, mas estava fechada. :( Passamos pela Frauenkirche,mas estava com uma das torres cobertas, em obras e eu achei que também estava fechada e passamos direto. ::hein: Vimos a Marienplatz com a Neues Rathaus (com o Glockenspiel – o relógio que os personagens dançam), a Coluna de Maria e a Altes Rathaus. A Marienplatz também tinha vários pontos com tapumes de obras, não atrapalhava transitar, mas dava um ar mais confuso à praça. :( Como chegamos em frente ao relógio próximo das 11h, ficamos esperando o evento. Juntaram-se vários turistas pra assistir também. O relógio deu as badaladas e tocou musiquinha e depois de alguns minutos que o show começou. ::tchann:: Os personagens encenam uma luta entre cavaleiros e dança também! É muito interessante se a gente pensar também na questão que quando foi construído, não existiam recursos como nós temos agora e eles são tão bem elaborados! Muito legal... mas um tanto demorado para quem fica com o pescoço apontado pra cima! Acho que ficamos por volta de 15 min olhando tudo!

Terminado o show (que é sempre às 11h, às 12h e às 17h), seguimos em frente e avistamos a entrada do Museu de brinquedos antigos no prédio da antiga prefeitura (fica meio escondidinho). Não ficamos muito animados em visitar não, quem sabe quando tivermos nossos filhos e voltarmos lá com eles... ::hahaha:: Também vimos, em frente, uma outra igreja que achamos que era a Peterskirche, entramos, mas não era... :o Saímos e demos de cara com essa igreja (que era no mesmo lado da calçada onde a gente estava). Não achamos porta de entrada aberta, somente um guichê vendendo entradas (não sei se era pra subir em alguma torre da igreja ou se era pra entrar na própria igreja), mas confesso que fiquei um pouco desanimada e só a vimos por fora. .. :shock: ali próximo também se encontra uma estátua de Julieta (de Romeu e Julieta, vimos um guia falando para um grupo de turistas) e até agora não entendemos o porquê de ela estar ali, mas todo mundo faz como em Verona, passa a mão na coitada da Julieta, pra dar sorte! :roll:

Seguimos em frente e achamos a Viktualienmarket (a princípio demorei pra entender se era ali mesmo ou se era apenas uma feira comum ::tchann:: ), mas logo avistamos o Biergarten, que já estava muuuito cheio e vimos que era ali mesmo!

Tentamos conseguir um espaço para nos sentar no Biergarten, para almoçar, mas não somos muito bons em disputas corporais ::lol4:: (hehehe, brincadeirinha) e fomos procurar algum restaurante bem avaliado no TripAdvisor. Vimos que próximo tinha uma galeria com mercado e restaurantes da Eataly, bem bacana, mas achamos os restaurantes com preços caros. Do lado de fora, vimos alguns restaurantes e um era bem avaliado, chamado Trattoria Luigi Al Mercato. Fomos conferir. A garçonete (que também parecia ser a dona do local) disse que não falava inglês, mas ensaiou falar alguns dos igredientes (de resto como o italiano é parecido com o português e estamos acostumados a ler esses nomes de pratos italianos, foi fácil). Escolhemos nossos pratos, os preços realmente não eram ruins e o sabor era ótimo! ::otemo::

Depois de almoçarmos e pit stop no banheiro, voltamos para o hotel para tentar recarregar as baterias da máquina fotográfica para ver se ela melhorava (ainda estava problemática) e voltamos pelo mesmo caminho. Aí, à tarde, a Neuhauser Strasse já estava muito cheia de Turistas! Ficamos surpresos com a diferença com relação à manhã! Ah! E a igreja de São Miguel já estava aberta e fomos lá ver como era por dentro (bonita e clara por dentro)

Após pit stop no hotel, seguimos para o Englischer Garten, de tram. Novamente o Rodrigo pesquisou no Google e ele nos deu as dicas. Já chegando próximo, já víamos jovens de trajes de banho, todos molhados, como se estivessem acabado de sair do rio circulando pelas ruas. O Gloogle nos deu a dica e saltamos em um ponto bem próximo a chinesischer turm. Entramos por um lado do parque e percebemos que o lado era errado. Atravessamos a rua e fomos para o outro lado, e demos de cara com a torre chinesa que é bem bonita, ::otemo:: e o Biergarten, bem grandinho, algumas pessoas bebendo, mas muitas mesas vazias (mas era próximo de 16h ou 17h, não me lembro... talvez mais próximo ao horário do almoço ou mais tarde ficasse mais cheio!). Fomos atrás do local onde as pessoas fazem surf no rio Eisbach, mas eu não sei o porquê (fiz a pesquisa errada em casa, antes da viagem) eu achei que era próximo à torre chinesa, mas não era... ::mmm: Andamos bastante pelo parque sem achar o local do surf... Saímos do parque com medo de que escurecesse e fica mais difícil andar por lá (já que o parque é enorme e não vi poste de luz em alguns locais!). Só teve uma coisa boa disso tudo: vimos um esquilinho! Mas não deu pra tirar foto, ele foi mais rápido que nós! Também vimos locais bem legais do parque, as pessoas de lá são privilegiadas por terem e cuidarem bem desse parque tão bacana! Saímos em algum lugar que não sei dizer qual era e pegamos um tram de volta. Na volta foi engraçado, porque entraram alguns jovens molhados de banho de rio no tram e molharam o chão todo, e estavam só de roupa de banho... Onde eles guardavam os tickets deles?! Mistéééério... ::lol4::

Voltamos para a Marienplatz e ficamos sentados nas cadeirinhas, decidindo onde iríamos lanchar. Bateu vontade de conhecer algum lugar com hambúrguers (sem ser de rede conhecida de fast food) e o Rodrigo viu no TripAdvisor novamente um lugar relativamente próximo chamado Hans im Glück e nos colocamos a caminho, à pé. Só que procuramos e não achamos o local... andamos para lá e para cá e nada... parecia que aquele número não existia! Já estávamos quase desistindo, quando percebemos que era do outro lado da rua (o número devia estar errado na internet), ::mmm: um local que mais parecia um prédio de museu ou algo do tipo. Sentamos nas mesinhas do lado de fora, achei meio mal iluminado, e a garçonete, apesar de ter nos dado todas as informações que perguntávamos, era meio sem paciência... mas os hambúrgueres eram muuuuito bons! Tem alguns que são bem diferentes, mas são gostosos, mesmo! Aprovados! ::otemo::

Voltamos caminhando para o hotel, mas resolvemos, no meio do caminho, procurar algum lugar que vendesse um docinho... Fomos caminhando, passamos pela Karlstor, quando percebemos que os lugares já estavam fechando e tinha uma movimentação de policiais entrando pela escadinha do metrô... ficamos com receio de ser alguma coisa ligada a terrorismo e tratamos de ir para o ponto do tram andando bem rapidinho (do outro lado da Karlstor, graças a Deus, bem afastado da movimentação da polícia), para voltar para o hotel.

Observação: Quando pegávamos o tram para voltar para o hotel, o ponto de desembarque não era colado à calçada ( como no ponto da ida) e vimos isso se repetir em alguns outros lugares que pegamos tram também. Mas lá as pessoas são educadas e os motoristas dos carros que estão próximos (já que muitas das vezes os carros e os trams partilham a mesma via) esperam as pessoas embarcarem e desembarcarem dos trams e não as atropelam, como eu acho que aconteceria aqui no Brasil, se tivesse um sistema parecido. ::hahaha::

Dentro dos trams existem máquinas de vender tickets, que são diferentes das de validação. Também é obrigatório validar os tickets. ::tchann::

Voltamos para o hotel e fomos descansar, no dia seguinte, iríamos ao Münchner Residenz e eu queria muito conhecer esse palácio de Munique!

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Nós e Karlstor

 

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Neuhauser Strasse

 

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Igreja de São Miguel

 

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Frauenkirche

 

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Coluna de Maria

 

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Glockenspiel

 

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Neues Rathaus

 

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Adorei essa fonte na Marienplatz

 

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Biergarten Viktualienmarkt

 

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Viktualienmarkt

 

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Englischer Garten - Chinesischer Turm

 

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Em algum lugar do Englischer Garten.

 

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Em algum outro lugar do Englischer Garten. ::tchann::

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No dia seguinte acordamos e fomos procurar uma banca de jornal para comprar algumas revistas (umas que eram encomendas de amigos e outras para nós mesmos). Perguntamos no hotel e a funcionária disse que por ali não havia nenhuma perto, somente na estação de trem (a Hauptbahnhof) que era relativamente perto do hotel. Fomos até lá, mas na primeira loja de revistas e jornais que achamos (a que era mais visível), não achamos nada do que queríamos... ::grr:: Por sorte, logo em seguida achamos uma mais escondida que tinha tudo... Pelo menos foi bom para conhecermos melhor a estação. Mas nisso nós perdemos algum tempo... Seguimos para Marienplatz novamente (fomos de tram até perto da rua que dá na lateral da prefeitura, o que facilitou) e visitamos a Frauenkirche, que eu achei que estava fechada, mas vi no instagram, no dia anterior, que tinha gente a visitando. ::otemo:: Pena que não dá para tirar fotos por dentro e a famosa “pegada do diabo” estava coberta, não sei o porquê, com a grade em frente fechada. Seguimos e tiramos fotos da Marienplatz que ontem não conseguimos tirar, pois a máquina fotográfica tinha dado problema. Dali seguimos para a Odeonsplatz, tiramos algumas fotos e imaginamos aquela praça através dos anos... Pena que a igreja ao lado (Theatinerkirche) estava totalmente coberta, em obras, e não vi ninguém entrando naquele momento lá, estava totalmente em obras, com guindaste e tudo. :cry:

Fomos dali até o Hofgarten, o jardim nos fundos do Residenz (ficamos um pouco na dúvida se estávamos no caminho certo para chegar ali, mas nos achamos direitinho ::otemo:: ), e tinha um pianista tocando no templo de Diana... ::ahhhh:: um pianista!!! Estava lindo! E eu nunca iria imaginar que uma pessoa pudesse levar um piano até um local público e tentar divulgar seu trabalho. Contemplamos ele só um pouco, pois as vespas nos perturbaram bastante... Como já estava na hora do almoço, resolvemos almoçar, para depois visitar o Residenz (na verdade na verdade, minha ideia era visitar o Residenz logo pela manhã e deixar as coisas ao ar livre para a tarde, mas já que perdemos algum tempo na banca de revistas, pela manhã, resolvi inverter o roteiro). Dali fomos procurar um lugar para almoçar, mas só encontramos locais caros... Então resolvemos visitar outro lugar que ficou pendente de ontem, ou seja, procurar o lugar do Englischer Garten onde tinha o surf (procuramos na internet ontem com mais afinco e descobrimos que era perto da entrada do parque que é perto do Residenz e... bingo! Lá mesmo!). ::otemo:: Ficamos observando por alguns poucos minutos os surfistas (e estava cheio de espectadores e de locais aproveitando o momento de calor ao lado do rio) e de lá fomos procurar finalmente algum lugar para almoçar... E o jeito foi voltar ao Viktualienmarkt, já que ali por perto definitivamente não encontrávamos nada barato. Voltamos ao mercado e assim que chegamos nele, sem querer paramos bem em frente a um restaurante chamado Kleiner Ochs'nbrater, com mesinhas do lado de fora e um sistema de escolhas de pratos um tanto diferente... Na verdade, não entendemos como funcionava, mas vimos as pessoas apontando para as comidas que tinham como opção e os balconistas servindo os pratos (não tinha muita coisa, eram basicamente salsichas, repolho, batata e pão) e depois as pessoas pagavam de acordo com o que escolhiam. O Rodrigo pesquisou no trip advisor e estavam falando bem, então fomos experimentar. Fiquei “segurando” nossos lugares nas mesas do lado de fora e o Rodrigo foi “escolher” nossos pratos, que acabaram sendo salsicha, batata e pãozinho (e eu fiquei com um pretzel). Comemos, ficamos satisfeitos, ainda comemos sorvete em uma barraca próxima, ajudamos um casal de turistas espanhóis a tirarem dúvida sobre o preço de alguns artigos em uma barraca próxima também (fiquei bastante orgulhosa de nós mesmos! Hahaha ::lol4:: ) e rumamos novamente, de metrô (que foi mais rápido do que o tram), para o Residenz.

Chegando lá (a entrada fica na praça em que de frente está o Teatro Nacional), fomos comprar o ingresso e compramos o ticket combinado Museu + Sala do tesouro real. Não compramos para o Teatro Cuvilliés, pois fomos avisados que não teríamos tempo para ir vê-lo (e se nos demorássemos muito, não conseguiríamos nem ver o que compramos, então não poderíamos dormir no ponto! :wink: ). Fizemos um circuito pequeno no museu (e existe um grande!!! Eu já achei o pequeno bem grande, o grande deve ser enorme! ::ahhhh:: ), mas conseguimos ver tudo e admirar a grandeza e a exuberância do lugar! Saindo do museu + visita aos tesouros, após passada rápida no banheiro (perto da bilheteria tem banheiro, é um pouco do lado de fora do museu, mas não do lado de fora do prédio, não fiquem desesperados), e como ainda tinha sol iluminando tudo, rumamos via metrô, para a Ludwigstrasse e fomos tirar fotos do Siegestor (o arco do triunfo de Munique). Bem bonito, mas me pareceu não tão bem cuidado... Ficamos pouco por ali, é um local mais para estudantes, tem universidade ali perto e uma via larga, com muitos carros passando. Depois voltamos para a Viktualienmarkt via metrô também. Se o turista tiver disposição, acho que dá pra fazer esse percurso (Marienplatz - Viktualienmarkt - Odeonsplatz - Ludwigstrasse) à pé... Mas nós estávamos um pouco cansados e com pressa para dar tempo de ver tudo e usamos e abusamos do transporte! ::tchann::

De volta na Viktualienmarkt, sentamos nas cadeirinhas em volta das árvores para resolver onde iríamos comer e vimos uma movimentação da população com relação a um jogo de futebol. Muita gente de camisa de time e muita gente já bêbada e gritando e cantando (na verdade já tínhamos visto as pessoas com camisas de time no metrô, mas as bêbadas, só ali mesmo)... Como não gostamos muito desses ambientes confusos, resolvemos comer por ali pela praça mesmo e depois nos afastar da confusão... ::hein: Comemos em um restaurante NordSee (porém não tinha lugar para sentar e comemos de pé mesmo, em mesa alta, estilo Espanha! Hehehe ::hein: ). Lembrando que já tínhamos comido nesse restaurante antes, de peixes, em Praga, e gostamos bastante.

Dali rumamos para o hotel, descansar. No dia seguinte iríamos cedo para visitar o castelo de Neuschwanstein. Ao voltar para o hotel, perguntamos ao funcionário se teríamos que comprar a passagem do trem (o Bayern ticket) com antecedência (por exemplo, naquele momento, para o dia seguinte... como estávamos perto da estação de trem, poderíamos ir lá rapidinho e comprar), mas ele explicou onde dentro da estação que teríamos que ir para comprar e falou que era tranquilo, dava pra comprar no mesmo dia, um pouco antes, e até imprimiu a lista com os horários dos trens e nos explicou tudo, quais tinham baldeação e quais era diretos. E fomos dormir aliviados.

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Frauenkirche

 

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Em frente a Frauenkirche

 

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Encontramos no meio do caminho

 

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Odeonsplatz

 

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Theatinerkirche (Igreja de São Cateano)

 

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Vista da Odeonsplatz

 

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Templo de Diana ao centro do Hofgarten

 

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Pianista dentro do Templo do Diana

 

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Rio Eisbach Englischer Garten

 

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Surf no Rio Eisbach, Englischer Garten

 

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Residenz Museum

 

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Mais do Residenz

 

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E mais do Residenz

 

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Siegestor

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No dia seguinte, era dia de conhecer o Castelo de Neuschwanstein. ::otemo:: Acordamos cedo, nos dirigimos a estação de Hauptbahnhof e fomos onde o pessoal do hotel nos indicou: Uma parte que tem uns guichês, um do lado do outro. No meio do caminho avistamos um guichê de informações que tinha uma fila enoooorrrrmmme de turistas de mochilas e tudo mais. Vencemos a tentação de entrar nessa fila (até porque não tínhamos muito tempo disponível para aquela fila) e fomos procurando onde tinha os guichês um do lado do outro. Entramos em uma pequena fila e aguardamos nossa vez. Pedimos o Bayern Ticket, mas não sei se o senhor que estava do outro lado entendeu e perguntou para qual cidade e dissemos “Füssen” e ele imprimiu o ticket, deu o valor, o Rodrigo pagou e saímos dali para fazer hora para o nosso trem. Foi quando o Rodrigo foi conferir o ticket e viu que o senhor nos tinha vendido outro ticket, para o horário de 8:53, com uma conexão no meio do caminho... ::ahhhh:: ei, peraí, o Bayern Ticket era só a partir de 9h e para aquele horário, não tinha conexão... voltamos para o guichê e entramos no que estava mais vazio, mas a moça que estava do outro lado falou que só quem podia trocar era quem nos tinha vendido. ::putz:: Entramos na fila que tínhamos entrado na primeira vez, com um pouco mais de gente, e fiquei um pouco tensa se o horário passasse e não desse mais tempo de trocar... ::grr:: Mas a fila andou relativamente rápida e deu tempo. Explicamos para o senhor o que aconteceu (e ele ficou meio irritado, pois ficamos floreando e não falamos diretamente o que queríamos! Como eu já comentei, os alemães gostam que sejamos diretos no que queremos falar! ::hahaha:: ), mas trocou o bilhete sem problemas e ficou repetindo que achou que queríamos o bilhete para aquele horário e não para mais tarde e ainda deu uma moedinha de troco (o Bayern Ticket era um pouco mais barato que o outro). Com o ticket certo, dessa vez, nos dirigimos para onde é a plataforma dos trens (achei que era meio escondida, ::hein: depois da última que se avista no salão principal, ainda andamos mais um pouco e descobrimos mais algumas para a direita). E ficamos por ali esperando o nosso trem. Depois acabamos indo bisbilhotar algumas lojinhas da estação e quando voltamos, o trem já estava lá no lugar (faltando 30 min para partir!). Conferimos com uma funcionária se aquele era o nosso trem mesmo e subimos e escolhemos os lugares e esperamos partir.

O trem saiu exatamente no horário e uns 15 min depois que saiu apareceu uma funcionária verificando todos os tickets. ::hãã2:: Lembro que o Rodrigo usou o Google tradutor para ver algum texto que estava escrito e pelo que estava escrito, teve que escrever o nome dele no ticket.

A viagem durou um pouquinho mais de 2h, mas não consegui dormir porque quando estava pegando no sono, essa funcionária que conferia os tickets entrou falando alto e depois, também, por causa de uma chinesa brigando com um chinês e que emitia alguns sons estranhos, que me davam sobressaltos, quando eu estava quase cochilando... ::vapapu:: Decidi, por bem, ir apreciando a paisagem, enquanto o Rodrigo cochilava. A paisagem é lindinha e as casinhas parecem muito com as que vi no Sul do Brasil. ::tchann::

Chegando em Füssen, na estação de trem, todos os turistas rumaram tipo peregrinação, para o ponto de ônibus (não tem erro, é só seguir a multidão ::lol4:: ). Ao chegar no ponto onde os ônibus ficam, tinham alguns 73 e 78 parados (os dois sinalizavam que iam para Hohenschwangau). Subimos em um, apresentando o Bayern Ticket, mas já estava cheio e fomos em pé. A cidade de Füssen me pareceu muito fofinha, mas nesse primeiro momento só vimos a cidade pela janela do ônibus. O ônibus seguiu até um ponto em Hohenschwangau em frente a uns banheiros públicos e algumas pessoas (inclusive brasileiros, que falavam português), assim que abriu a porta, saíram correndo para o banheiro. ::dãã2::ãã2::'> Nós, como estávamos preocupados com o horário do ticket, fomos procurar a bilheteria primeiro. Dali já dava pra ver o castelo, majestoso, em cima da montanha! ::ahhhh:: Subimos uma pequena ladeira (as ruas lá são um tanto inclinadas) e encontramos a bilheteria. Como tínhamos reservado o ingresso pela internet, pegamos uma fila especial, que só tinha umas 3 pessoas, enquanto a fila para comprar estava imensa e um visor mostrava que só tinham ingressos disponíveis para depois de 14h (e era perto de meio-dia). Nosso ingresso era pra 13:50. Após trocar a reserva pelos ingressos, seguimos para o banheiro (que custava 50 centavos de Euro para usar - e o mais interessante é que perto tinha uma máquina que transformava 1 ou 2 euros em 0,50 e usamos e deu certo!). Depois paramos em uma vendinha no meio do caminho que vendia currywurst para fazer uma boquinha. ::tchann:: E ainda ajudamos um casal de brasileiros procurando onde tinha banheiro. Após terminar o lanchinho, fomos procurar onde tinha o ônibus que subia para o castelo, mas tinham muitos ônibus de turismo parados por ali e fiquei confusa achando que podia ser um daqueles, já que não tinha nada escrito... ::putz:: Mas então o Rodrigo avistou mais à frente uma construção de madeira (uma bilheteria para o ônibus) e um ônibuszinho já lotado saindo e deixando algumas pessoas na fila e fomos para lá. Compramos o bilhete para o ônibus (3 Euros para subir e 1 para descer) e eu não sei o porquê, achei que poderíamos descer à pé e só compramos a subida! ::putz:: Em frente à bilheteria dá pra ver o castelo de Hohenschwangau, lindinho também! Fomos para a fila e ficamos esperando bastante tempo (e a fila só crescendo) e eu fiquei preocupada pois só nos restava em torno de 30 min para chegar lá em cima! Se não chegássemos à tempo, poderíamos perder nossos ingressos! ::xiu::

Mas graças a Deus o ônibus chegou (não só 1, como 2) e partiram cheios, ainda deixando gente na fila e subiu uma subida tão grande e sinuosa que me deu arrependimento por ter optado por descer à pé... ::putz:: Ainda mais quando chegamos lá em cima e não vi nenhuma bilheteria de ônibus lá na chegada... Mas isso a gente via depois.

Ao ônibus parar, ainda tivemos que subir uma ladeira à pé (que cansou bastante) e de forma rápida, pra não perder o horário. ::grr:: Passamos por toda a lateral do castelo, vimos a paisagem linda ao redor dele, mas passamos batido e chegamos na entrada faltando poucos minutos e esbaforidos! Ufa! Mas chegamos a tempo! ::lol3::

Na entrada existe um visor mostrando o número do bilhete e o horário. Ao dar nossos horários (e mais de uma porção de gente que estava lá esperando), um funcionário liberou as catracas e as pessoas passavam o código de barras do ticket no leitor da catraca e passava adiante. Andamos em fila e nos agrupamos em um salão com uma vista maravilhosa da cidade lá embaixo e um guia veio nos falar, em inglês, a história do castelo e nos advertir para não tocar em nada e não tirar fotos. :( A visita do castelo é guiada e é só um grupo sair de um salão que outro entra. E é um sobe sobe de escada no começo, e desce muita escada no final! :roll:

O castelo é lindo, achei todas as pinturas das paredes e a ornamentação dos cômodos divina! Pena que não se pode tirar fotos... E o guia explicou todos os cômodos e todas as histórias do lugar... muito bacana! Porém a visita dura pouco (em torno de uns 40 min) e logo estávamos liberados para passar por dentro da loja do castelo, passar pelo lugar onde tem a cafeteria (e banheiros) e em seguida, sair dele (descendo todas as escadas e passando por um túnel frio e úmido, até achei que fossemos parar nas masmorras, mas achamos a saída para a lateral mesmo! ::ahhhh:: )

Ao sair do castelo, fomos tirar fotos dele e da paisagem (linda!). Depois rumamos para a ponte Marienbrucke (mais ladeira, mais subida! :roll: ) e tiramos várias fotos de lá também (só que o lugar dá um pouquinho de medo... Muita gente acumulada, chão de madeira e muito vento!) O que eu achei mais incrível é que tem um funcionário para ficar ali na ponte, tomando conta! Mas a vista é deslumbrante!

Descemos para o ponto do ônibus e ficamos na fila esperando por ele, para tentar descer mesmo sem ter comprado o ticket antes. Ficamos tentando descobrir por onde se descia, para descer à pé, se era pelo mesmo caminho que o ônibus subia, mas achei muito estreito! Atrás de nós, alguns brasileiros falando português. Como tinha brasileiro nessa visita desse castelo! Atenção que o último ônibus para a descida é às 18h. ::ahhhh::

Ao chegar o ônibus, o Rodrigo falou com o motorista e ele aceitava pagamento na hora e subimos. ::mmm: Graças a Deus não precisaríamos descer aquilo tudo à pé! E ao o ônibus descer aquelas curvas todas, vimos alguns adolescentes se espremendo na montanha, para o ônibus passar, que estava subindo à pé... Ou seja, o caminho era por ali mesmo! Mesmo estreito! E era tão estreito que quando um ônibus subia, outro não podia descer ao mesmo tempo! ::dãã2::ãã2::'>

Chegando lá embaixo, logo pegamos o ônibus que descia de Hohenschwangau para Füssen. Chegamos em Fussen e faltavam 10 minutos para as 17h e fomos passear um pouquinho pela cidade. Achei a cidade muito fofa! Uma graça! ::otemo:: Tiramos algumas fotos e compramos sorvete. E rumamos para a estação de trem pois faltava pouco para as 18h e não queríamos voltar tarde. Chegando a estação de trem, vimos que o último trem para Munique era às 18h... ::ahhhh:: err... ahn... não nos atentamos para isso... mas graças a Deus deu tudo certo e estávamos antes das 18h na estação... e esta foi só enchendo de turistas (e ficamos com medo de não ter lugar para todos e termos que viajar 2h em pé!). Assim que o trem chegou e abriu as portas, foi um corre-corre só! ::dãã2::ãã2::'> E consegui pegar lugares para mim e para o Rodrigo! Mas depois vimos que próximo a nós tinha até sobrado alguns lugares!

O trem partiu e consegui ir dormindo (acho que desmaiei de tão cansada!). Quando acordei, vi que tinha um grupo de brasileiros conversando com um mexicano atrás de nós... mais brasileiros! :shock:

O trem foi direto a Munique (passando por várias estações no meio do caminho) e ao chegar lá, depois das 20h, fomos procurar algum lugar pra comer... como a estação de trem de Munique fica perto do hotel, resolvemos comer em um restaurante italiano na esquina perto do hotel também que no primeiro dia a funcionária do hotel nos indicou chamado Ottantanove. Tinha um grupo grande de indianos comemorando algo lá também. O ambiente é agradável e o preço não é tão caro como pensávamos que poderia ser... e a comida era gostosa.. aprovamos! E voltamos para o hotel para descansar... amanhã seria o último dia da viagem... triste... ::bruuu::

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    • Por tulioboy123
      Bom dia, gente! o meu trisavô é alemão (trisavô-bisavó-avô-pai-eu). Nesse grau de parentesco, tenho direito à cidadania alemã?
    • Por Felipe Marques Santana
      Venho aqui compartilhar o meu mochilinha de 27 dias pela Europa. Essa foi a 1ª experiência no continente. Com certeza, voltarei muitas outras vezes.
      Bom, iniciarei pelo planejamento.
      Comprei passagens de ida e volta por Bruxelas, pois tenho uma amiga que mora numa cidadezinha não muito longe de lá: Boortmeerbeek.
      Comprei com muita antecedência, no mês de maio, mas consegui um bom negócio: 2400 reais pela cia Air Europa. Os voos tinham escala em Madri, pois não há, por nenhuma cia, voos diretos até Bruxelas.
      No mês de setembro reservei os hostels em Paris, Amsterdã, Berlim e Londres. E comecei a pensar como faria os trechos internos. Bom, na maioria dos casos utilizei o trem, todos tíquetes comprados com 3 meses de antecedência para pagar um menor valor. Os trechos Bruxelas>Paris e Paris>Amsterdã foram realizados com o Thalys. No primeiro paguei 22 euros e no segundo 29 euros. Já de Amsterdã a Berlim, preferi fazer aéreo, pois o trem demorava 6 horas e além de tudo o preço não era atraente. Acabei comprando a passagem pela Easyjet (60 euros, com direito a despachar uma mala); no trecho Berlim>Londres comprei pela Easyjet também, com o mesmo preço e as mesmas condições. Em Londres queria fazer um bate-volta a alguma cidade do interior, e acabei escolhendo Cambridge pelo preço das passagens de trem (12 libras ida e volta!). Para finalizar, fiz o trecho Londres>Bruxelas de Eurostar, uma facadinha: 60 euros! =(
      Tíquetes de atrações, só comprei 2 de forma antecipada: visita à casa da Anne Frank em Amsterdã (10 euros) e London Eye (24 libras).
      Com tudo certo, só restava viajar!
      E numa data inusitada: 31 de dezembro! Como não ligo muito para Ano Novo, decidi ir nessa data: um dos motivos para as passagens estarem baratas! hehehe
      Fiz o voo de São Paulo a Madri em uma saída de emergência, pois o atendente ao ver a minha altura (1,91m), ficou com pena de mim! O voo foi ótimo! =) A aeronave era um pouco antiga, mas não foi um problema. A comida servida era muito boa! E tinha água e refrigerante no fundo da aeronave à vontade, era só pedir. Uma vez em Madri, esperei cerca de 3h pela conexão, nada que atrapalhasse, mas o aeroporto estava com as lojas fechadas e meio vazio. O segundo voo também foi em aeronave antiga, mas foi tão tranquilo quanto ao outro. Ao chegar em Bruxelas, andei, andei, andei, andei até chegar à área onde estavam as esteiras, peguei a minha mala (ufa, ela chegou!) e esperei a minha amiga chegar para me buscar.
      A casa dela não era muito distante do aeroporto, em cerca de 40 minutos, já estava lá, local que ficaria 4 dias no início da viagem e mais 1 no final.
      Nesse primeiro dia, praticamente descansei, almocei e depois à noite fui até Bruxelas encontrar uma amiga que estava lá por coincidência! =) Para ir até lá, fui de trem. Na Bélgica os trens regionais funcionam bem e quase sem atrasos. As compras podem ser realizadas pelo site da Belgium Rail, ou em máquinas nas estações. As máquinas aceitam cartão e moedas, esqueçam dinheiro!
      Passagem de ida e volta comprada, era só embarcar. De Boortmeerbeek até Bruxelas era mais ou menos 1 hora, com uma troca de trem em Mechelen, uma cidade maior e com mais conexões. Há trens muito antigos, mas também há aqueles modernos, porém vários deles são pichados na parte externa, achei estranho Bom, chegando na estação Brussels Centraal/Bruxelles Central (tudo em Bruxelas é bilingue, inclusive o nomes das cidades!) fui até a Grand Place/Grote Markt de lá, que é um espetáculo à parte. Ainda estava rolando a feira de Natal, além de a cada hora um lindo show de luzes. Quando cheguei encontrei a praça assim:

      Linda, não? É o lugar mais bonito de Bruxelas, sem dúvida! =)
      Encontrando a minha amiga, fomos até ao Bar Little Delirium (não fomos ao grande, por ser muito lotado). Lá pudemos provar vários tipos de cerveja belga (as melhores da viagem) por preços razoáveis. Também aproveitei a ocasião para provar uma daquelas delícias culinárias belgas: o waffle. Esse tinha nutella e morangos! Muita vida! hehehe
      Depois de mais um rolê pela cidade, me despedi dela, pois era tarde e tinha que pegar o trem até Mechelen (ou Malines, em francês), onde a minha amiga e o seu noivo me esperavam, pois não haveria mais trens para Boortmeerbeek. =(
      Eles aproveitaram para me mostrar, de carro, como era a cidade. O lugar mais interessante é a Catedral Metropolitana, que possuía na idade média, uma das torres mais altas da Europa, pois a cidade era um entreposto comercial importante.

      Bom, escrevi bastante. No próximo post continuo o relato. (Obs: pode ser que demore um pouco, tanto pelos detalhes, quanto falta de tempo mesmo! hehehe)
      Até a próxima!
    • Por michele.caetano
      Utilizo há anos esse site para pesquisar roteiros de viagens, dicas, custos e, finalmente, venho aqui dar minha contribuição. Trata-se de um relato de uma viagem de um jovem casal apaixonado, em lua de mel, que teve de enfrentar uma cotação de R$ 4,50 a R$ 5,00. Que fase! Com muito planejamento e foco conseguimos fazer uma bela viagem de 23 dias na primavera européia ❤️. 
      Fizemos uma lista virtual de presentes, então boa parte dos passeios que fizemos ganhamos de presente dos nossos queridos amigos e familiares 🥰.
      Roteiro:
      Paris - 5 dias (26/04 - 01/05)
      Praga - 3 dias (01 - 04/05)
      Viena - 2 dias (04 - 06/05)
      Budapeste - 3 dias (06 - 09/05)
      Nápoles - 1 dia (09 - 10/05)
      Sorrento - 2 dias (10 - 12/05)
      Ilha de Capri - 1 dia (12 - 13/05)
      Maiori - 1 dia (13 - 14/05)
      Roma - 5 dias (14 - 19/05)
      Primeira dica: Sempre que pensar no número de dias que quer ficar num lugar acrescente mais 1, porque o dia que você chega e sai da cidade fica bastante comprometido com os deslocamentos. E às vezes algum imprevisto também pode "atrasar" seu roteiro, como um dia inteiro de chuva no dia que tinha planejado várias coisas ao ar livre. Nesse roteiro recomendaria acrescentar pelo menos mais 1 dia em Paris, Praga e Budapeste. E mais 1 em Capri se você estiver com dinheiro sobrando ou pegar um câmbio melhor, rs. 
      Segunda dica: A primavera européia nada tem a ver com a nossa! Pegamos bastante frio, especialmente em Paris e no Leste Europeu. Importante colocar na mala uma blusa e calça térmicas e um casaco mais quentinho. Nesse lugares eu saía normalmente com uma camisa de manga curta, blusa térmica (manga comprida), uma blusa mais grossa de manga comprida, casaco e cachecol. Ah, e calça térmica por baixo da calça jeans.
      Paris
      Hospedagem: Ficamos num apartamento ótimo em Montmartre pelo Airbnb, bem equipado, com uma vista incrível da Torre Eiffel e metrô em frente (estação Pigalle). Única ressalva é pro banheiro que era beeem petite. Mas pra gente isso não incomodou. Foi um bom custo-benefício.
      Apesar de ouvir muita gente dizer que este é um bairro mais perigoso em Paris, tenho que discordar. Havia bastante movimento na rua até tarde, bem iluminado, farto comércio e restaurantes na região. Nos sentimos super seguros lá, inclusive à noite. Adorei! Valor da diária c/ taxas: € 114 (casal).
      Link: https://www.airbnb.com.br/rooms/882192?guests=1&adults=1&sl_alternate_dates_exclusion=true&source_impression_id=p3_1559085549_zGi%2BIA2ncnTDvdEE&check_in=&check_out=&children=0&infants=0
       
      Saindo do aeroporto Charles de Gaulle: Pegamos um trem (€ 10,30 p/ pessoa) até a estação Gare du Nord e de lá pegamos o metrô até a estação Pigalle.
      Transporte: Compramos o combo de 10 tickets de metrô por R$ 14,90. Vale a pena porque paga mais barato no valor unitário da passagem. No total compramos 30 tickets para os 5 dias.
       
      Gastos casal - 5 dias:
      Hospedagem: €572
      Alimentação: €425 - média de €85/dia (contando mercado, restaurante, lanches etc)
      Atrações turísticas: €233 - média de €47/dia
      Transporte: €147 - média de €30/dia
      Paris é uma cidade bem cara. A gente comia no máximo 1 vez por dia em restaurante, almoço ou janta, e ainda assim gastamos bastante com alimentação. Pra economizar, vale a pena ir ao mercado caso tenha cozinha no seu ap. Queijos e vinhos são uma boa pedida. Compramos um ótimo vinho por menos de €5!
       
      Dia 1
      Chegamos antes do horário de check-in. Então, deixamos as malas no apartamento e fomos explorar as principais atrações do bairro:
      Muro Je t'aime, Sacré-Coeur e Place du Tertre
      Muro J t'aime

      Sacre Croeur

      Vista da Sacre Croeur
      Almoço: Na verdade foi um lanche. Comemos baguetes num quiosque que tinha no caminho pra Sacre Croeur: 2 baguetes e 1 coca - €12,30
      Seguimos para o Trocadero pra aproveitar que o dia ainda estava claro e bonito e ver a torre mais de pertinho. Lá comemos nosso primeiro crepe de rua parisiense (eu amo!) - €3,50 cada. Depois de curtirmos um pouco, caminhamos beirando o rio Sena e fomos até a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo. Depois dessa bela caminhada voltamos pro ap pra tomar um  banho quentinho e sairmos para o nosso primeiro jantar romântico da viagem.

      Tracadero

      Trocadero

      Champs-Élysées


      Arco do Triunfo
       
      Jantar romântico (um dos presentes de casamento): Restaurante Bouillon pigalle - foi um achado porque jantar em Paris sem gastar uma fortuna é uma missão difícil e o restaurante ficava praticamente do lado do nosso apartamento. 2 entradas, 2 pratos principais, 1 sobremesa e uma jarra de vinho da casa saíram por 50 euros, incluindo uma pequena gorjeta. E não é um menu não, você escolhe seus pratos individualmente. Foi um ótimo custo-benefício! Recomendo a sopa de cebola de entrada e o profiterole de sobremesa. Os pratos principais estavam bons, mas nada que chamasse a atenção. Os parisienses também curtem o local, então é bom chegar cedo porque já começa a ter fila antes das 20h e eles não fazem reserva. 
      E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!

       
       
       
    • Por luizanavarrodea
      Boa tarde! Sou brasileira e estou me planejando para uma viagem à Europa em 2021.
      Para meu sustento na viagem, eu precisaria trabalhar, e não possuo cidadania europeia. Portanto, vi que é possível adquirir o visto Férias-Trabalho na Alemanha ou na França, porém possuo algumas dúvidas sobre ele.
      Primeiramente, sobre ambos os vistos (francês e alemão), sei que é necessária a  comprovação de meios financeiros suficientes para subsistência e acomodação, no caso da Alemanha, 2.400 euros, e da França 2500 euros. Todavia, eu não possuo todo esse dinheiro, e queria saber quais as maneiras encontradas por viajantes para lidar com isso.
      Ademais, no caso alemão (somente), existe a possibilidade de usar um termo de compromisso financeiro, assinado por um cidadão alemão, em que, pelo o que entendi, essa pessoa, se responsabilizaria por qualquer despesa que puder vir a ser necessária. Gostaria de saber se alguém aqui já viajou usando esse termo de compromisso financeiro e quais são as informações sobre ele.
      Obrigada!
    • Por João_M
      E aí galera, blz?
      Eu e a Manu vamos deixar um relato pra quem está pensando em fazer algo parecido, em países parecidos ou até mesmo um mochilão em outro lugar. Vamos contar o que deu certo e o que deu errado (e como faríamos diferente em uma próxima vez). Fizemos a viagem em Dezembro de 2019. Também vamos falar dos APPs que usamos, casas de câmbio baratas e algumas outras dicas de cada cidade 😀 . No final vamos deixar os custos aproximados.
      --
      A intenção era ficar 20 dias e conhecer 6 países. Alemanha, República Tcheca, Polônia (Auschwitz também), Áustria, Eslováquia e Hungria.
      Levamos apenas 1 mala de mão cada um com as dimensões da British (que é um pouco maior do que a maioria – 56cmx45cmx25cm).Optamos por viajar mais leve para poder conhecer mais lugares e também porque não queríamos comprar muita coisa. Com isso, decidimos fazer 3 viagens noturnas entre as cidades para economizar em hospedagem e, principalmente, não perder os dias em viagem.
      Roteiro:
      5 dias em Berlim;
      3 dias em Praga;
      3 dias em Cracóvia (1 para Auschwitz);
      2 dias em Viena;
      1 dia em Bratislava;
      4 dias em Budapeste;
      2 dias para viagem de avião.
       
      BERLIM

      A imigração em Berlim foi tranquila. Fizeram algumas perguntas e pediram alguns documentos (Passagem de volta, comprovante de hospedagem, cartões de crédito, etc).
      OBS: A gente quase esqueceu de pedir no guichê da British em Guarulhos para imprimir as passagens de volta também. É bom tê-las com você pois geralmente eles pedem na imigração e também comprova que você tem a intenção de voltar para o Brasil.
      O aeroporto de Berlim (Tegel) não é tão longe do centro. É bem fácil comprar ticket de ônibus nas máquinas do lado de fora do aeroporto. Tem até uns guardas que te ajudam e é possível usar cartão de crédito internacional.
      OBS: Até a Alexanderplatz, precisa do Single Trip Ticket. Pegamos o TXL (ônibus) e paramos na Hbf, daí pegamos o S3 (Trem).
      Em todas as cidades que passamos você fica responsável pelo tipo do ticket de transporte que compra porque não existem catracas. Você entra em qualquer ônibus, bonde, metrô e Trólebus que quiser e valida nas máquinas dentro deles (às vezes elas ficam nas estações). Existem guardas que aleatoriamente verificam os tickets dos passageiros. Nesse primeiro ônibus que entramos (TXL), depois de uns 10 minutos, pediram nossos tickets para ver se estavam corretos e com tempo ainda. Também pediram no metrô em Budapeste e só.
      Como a Alexanderplatz é bem central, aproveitamos para comprar roupas de frio. Uma dica de loja barata e com muita variedade é a Primark. Também fomos na drogaria Rossmann para comprar produtos de higiene e cosméticos. Lá você encontra produtos em tamanhos menores para carregar na viagem, com preços a partir de 1 euro.
      Deixamos para comprar algumas roupas de frio, cosméticos, etc. na chegada para economizar espaço e poder viajar só com 1 mochila cada um.
      Fomos para o hostel e, como estávamos cansados da viagem, fomos dormir cedo. Porém logo acordamos com percevejos caminhando na cama e na parede 🤯.
      É importante ter cuidado na hora de escolher o hostel e sempre ler os comentários RECENTES. Havíamos reservado o hostel com antecedência (8 meses antes) e na época haviam somente comentários bons, mas vimos (depois que estávamos no hostel já) que uma semana antes da nossa chegada existiam comentários falando sobre percevejos. Ficamos com medo de pegar alguma doença, sei lá, e também pensamos que se tinham percevejos por toda a cama, o hostel não era muito limpo. Então depois de uma rápida pesquisa no google por hotel, saímos de noite a pé com a nossa mochila procurar um disponível na cidade ☹️. Por sorte a cidade é bem segura e não houve problemas. Vários casais, inclusive com crianças, passeando à meia noite. Achamos um hotel à 1,5 km de distância, fizemos check-out no hostel explicando o porquê, e saímos. Por sorte pegamos o último quarto :P. No outro dia, fomos conversar com a gerência do hostel e nosso dinheiro foi devolvido.
      Ficamos 5 dias na cidade e foi suficiente pois não gostamos muito de museus de arte. Como Berlim é uma cidade grande e as atrações são distantes, usamos o transporte público com o ticket 24 horas. O transporte é muito eficiente e fácil de usar. Mais abaixo vamos indicar os App’s que usamos.
      Aproveitamos a época de fim de ano para conhecer as feirinhas de natal, famosas na Europa Central, e tinham várias espalhadas pela cidade. Fizemos questão de ir na maioria. 

      Tem muitas comidas típicas, bebidas quentes e muito clima natalino (Coral, apresentações, etc.). A que mais gostamos foi a Gendarmenmarkt. Você paga 1 Euro para entrar e é bem movimentada. Tinha um palco com várias apresentações e muita comidas diferentes nas barraquinhas. A galera estava bem animada mesmo com uma garoa caindo.
      Outra que gostamos foi a da Alexanderplatz. O pessoal fala nos blogs que ela é meio turística e mais cara, mas não achamos. Realmente ela é mais turística, mas compensa gastar um tempo ali.
      Algo que aprendemos em Berlim foi como era o muro. Lemos em vários locais mas só conseguimos ter a noção exata lá mesmo. No lado Ocidental as pessoas podiam chegar perto dele e tinha grafite, pinturas, etc. Já no lado Oriental do muro, existia a “faixa da morte” que era uma área constantemente vigiada com postes de iluminação, uma estrada para passagem de carros em alguns pontos e mais de 300 torres de observação (DDR Tower). Após essa área, existia mais um muro, o interno, que era mais baixo e mais irregular. Os Soldados da Alemanha Oriental tinha ordem para matar a todo custo quem passasse o muro interno em direção ao muro principal. A tentativa de passar o muro virou crime e muitas pessoas morreram tentando (mais de 1000). Mesmo assim, nos 28 anos em que o muro ficou de pé, tiveram mais de 5000 fugas, várias delas por túneis. O muro tinha 155 Km, dos quais 43 Km ficavam em Berlim e sua região metropolitana.
      Melhores lugares para ver o muro: Sem dúvidas o Memorial é o melhor lugar para ver o muro, a faixa da morte e também para entender melhor sua construção. O East Side Gallery (1,5 Km de muro - maior pedaço do muro) é imperdível também, com toda sua arte. O museu Topografia do Terror tem um pedaço grande com marcas de destruição. No chão em toda a cidade, no lugar onde passava o muro, existem marcações de pedra e algumas placas de metal. É bem legal, porque você está atravessando a rua e se depara com uma linha feita pedras no meio do asfalto.

      LUGARES EM BERLIM QUE VALEM A PENA CONHECER
      Torre de Berlim, imponente, que praticamente dá para enxergar de qualquer parte da cidade. É demorado para subir mas a vista é legal, desde que o tempo esteja bom.

      O Memorial do Muro de Berlim é imperdível. Muito detalhado, com fotos, marcações onde ficavam os túneis, torres, etc., fachadas de prédios com uma foto de como era aquele local na época do muro erguido. Sem dúvida, um dos melhores museus para ir em Berlim e conhecer sua história. Lá também tem um pedaço da faixa da morte, desde o muro de berlim até o muro interno, e pode ser visto de cima, bem completo. E ainda por cima tudo gratuito.

      Poucos blogs falam da Igreja Gedächtniskirche, que foi parcialmente destruída na segunda guerra mundial e não foi restaurada para servir de lembrança da destruição. Vale a pena passar ver. Ela fica perto do zoológico da cidade (que não fomos, mas lemos que é muito bom) e também, pra variar, tem feirinha de natal na frente da igreja.

      Outros: Berliner Dom, Alexanderplatz, Portão de Brandemburgo, Parlamento alemão (precisa reservar no site antes para poder entrar e conhecer), Memorial aos Judeus mortos na Europa, East Side Gallery, Aeroporto Tempelhof, Parque Tiergarten, Topografia do terror, Checkpoint Charlie.

      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM BERLIM
      Currywurst, Bockwurst (salsichas típicas), Eisbein (joelho de porco), Doner Kebab, Sauerkraut (chucrute), cervejas, doces das feiras de natal e sopas variadas.
      Uma comida típica de Berlim, mas que não é de origem alemã, é o Kebab. Vários lugares na cidade vendem e deu para perceber que eles gostam, pois sempre tinha filas.
      Restaurantes que gostamos: Curry 36 ou Curry 61, Doner Kebab do Mustafa’s Gemüse Kebap, Schleusenkrug, Bürgermeister Schlesisches Tor, Kamps, Dunkin’ Donuts.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Berlim é uma cidade grande, cosmopolita e com muitas coisas para fazer, além de muitas atrações gratuitas.
      Ficamos impressionados com a quantidade de bicicletas e ciclovias, sendo uma ótima cidade para quem gosta de bikes.
      A cidade (e o país também) já passou por muitas coisas recentes, como o nazismo, a destruição da 2ª G.M. e a divisão entre Alemanha Oriental e Ocidental na Guerra Fria. Com isso, a cidade é rica em história, museus, paisagens, etc.
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Industriepalast Hostel (Percevejos )
      Hotel: Schulz Hotel Berlin Wall (Ótimo)
      APPs: BVG Fahrinfo Berlin, BERLIN City Guide
      Mercados baratos: Penny, Netto Marken-discount
       
      PRAGA

      Pegamos um ônibus pela RegioJet (ônibus muito bom). Cada banco tem uma tela de entretenimento e também há opções de cafés de graça 😬. Porém para dormir os bancos são meio apertados e desconfortáveis.
      Saímos de noite e chegamos de madrugada em Praga (3h30). A intenção era ficar na rodoviária até amanhecer, pois o hostel que reservamos não tem check-in 24 hrs, mas ela estava fechada. Vimos que havia um MC Donalds 24 hrs ali por perto, porém era somente a parte de cafés e não conseguimos ficar. Sem saber o que fazer, além do frio de 0°C, saímos em direção ao centro da cidade. Passamos por uma estação de trem que estava aberta e ficamos lá até amanhecer. A princípio ficamos com receio de sair com todas nossas coisas no meio da madrugada, tentando achar algo aberto para ficar. Mas assim como Berlim, a cidade é super segura.
      Dica: Percebemos que é importante ao chegar em uma cidade de madrugada, observar se o hostel/hotel é 24 hrs ou se a rodoviária/estação é 24 hrs.
      Aproveitamos o primeiro dia para conhecer o Ossuário de Sedlec, que fica em uma cidade vizinha a Praga, Kutná Hora. Como as casas de câmbio ainda estavam fechadas, trocamos uma quantidade de dinheiro na rodoviária, mas não recomendamos pois a conversão é muito alta. Deixamos as mochilas em lockers na rodoviária e compramos a passagem na hora mesmo. Na passagem não havia informação de qual plataforma ou trem teríamos que pegar. Perguntamos para um senhor e ele nos explicou qual era. Fica a dica de na hora de comprar a passagem perguntar no guichê a plataforma e o trem. Paramos na estação de Kutna Hora hl.n. e trocamos de trem em direção a Sedlec (atravessar na passagem subterrânea para outro lado).

      Muito estranho ver uma “igreja” decorada com ossos de mais de 40 mil pessoas 🤯. É uma experiência diferente, que faz a gente pensar bastante na vida kk. Você gasta meio dia ( desde que vá bem cedo) para ir, visitar e voltar.
      Para voltar, o próximo trem perto da “igreja” demoraria 1hr então decidimos ir caminhando no sentido da linha do trem até a estação de Kutna Hora hl.n. (cerca de 1km).
      Ao voltar em Praga paramos em uma barraquinha para comer o famoso Trdelník, uma massa enrolada assada na brasa. Pegamos uma recheada com nutella. Não tem como ir pra República Tcheca e não experimentar. Super recomendamos!!
      Ficamos 3 dias em Praga. A cidade é pequena e boa parte dela é possível conhecer a pé. 
      Antes de ir para Praga, lemos em blogs que era uma cidade barata. Porém ficamos surpresos com os preços, que estavam mais altos do que pensávamos. Para economizar compramos em supermercados e preparamos as comidas no hostel.
      A República Tcheca é conhecida por ter cerveja boa e barata (Foi lá que nasceu a Pilsen). Experimentamos algumas e realmente são muito boas, desde as baratas até as mais caras. Não é à toa que é o país onde mais se consome cerveja do mundo. Em um dos dias fomos tomar café às 10h num restaurante e um rapaz sentou na mesa próxima, pediu 2 canecas (gigantes) de cerveja, tomou e foi embora kkk.
      Os principais pontos turísticos geralmente tem muita gente, uma dica é ir no castelo mais pro fim de tarde/noite, horário que tem menos gente e a vista da cidade é muito bonita de noite.
      Outro lugar legal de ir é no Funicular de Petřín. É possível pegar o funicular com o ticket diário de transporte público. Infelizmente subimos em um dia que estava com bastante neblina e atrapalhou bastante a vista da cidade.
      Em Praga também tinham feiras de natal, mas as únicas que a gente achou legal (e cara ) foram a da praça da cidade velha e da praça Wenceslas.

      LUGARES EM PRAGA QUE VALEM A PENA CONHECER
      Castelo de Praga: Vale a pena a visita ao maior castelo não habitável do mundo. Em sua maior parte não tem custo, no entanto, há circuitos que são pagos. Escolhemos fazer o circuito B, que incluía: St. Vitus Cathedral, Old Royal Palace, St. George's Basilica, Golden Lane com Daliborka Tower. Ficamos mais interessados nesse porque incluía a Golden Lane, uma rua medieval que ainda preserva casas originais da época e também vários artefatos medievais, como armaduras, armas e instrumentos de tortura (Que m**** hein humanidade!!)

      Elevador na prefeitura. Existe lá um elevador que nunca para. Ele faz uma volta no primeiro e no último andar e você tem que entrar e sair nele em movimento mesmo. Ele é bem antigo, quase todo de madeira e como fica dentro do prédio da prefeitura, é só entrar e usar quantas vezes quiser kk.
      A Ponte Carlos é magnífica. O problema é que tem muita gente sempre. Não tentamos ir bem cedo pra ver se estava lotada também, mas dizem que não...tanto.

      A subida na Torre de pólvora é compensada pela vista do centro da cidade do alto.

      Praça Wenceslas, praça da Cidade Velha (Orloj e igreja gótica), esculturas espalhadas na cidade do artista David Černý, muro de john Lennon.
      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM PRAGA
      Trdelník, Trdlo, Palačinky (Crepe recheado) e cervejas, muitas cervejas🍻.
      Restaurantes que gostamos: Good Food, Cafe Merkur New Limit.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Praga é uma cidade linda e super segura, mesmo de madrugada. O pôr do sol com vista da Ponte Carlos e do Castelo é incrível. Achamos as pessoas locais um pouco rudes e sérias, não gostam de ajudar nem de dar informações. Os preços estavam altos (pela nossa expectativa).
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Hostel SKLEP (Seifertova Street). Simples, confortável e ótimo café da manhã.
      APPs: PID Lítačka
      Mercados baratos: Lidl, Billa, Albert Supermarket
      Casa de Câmbio: Praha Exchange
       
      CRACÓVIA

      Pegamos o FlixBus para Cracóvia. Pagamos mais caro pra reservar os bancos e adivinha! Não existiam os bancos 3C e 3D!!! Tivemos que trocar 3x de bancos durante a viagem, pois em cada parada aparecia alguém com os tkts para os bancos que a gente estava sentado. Pessoal fala bem da FlixBus, mas a gente achou a RegioJet muito superior.
      Chegamos na estação de destino e gostamos de Cracóvia já de cara. A cidade é muito estruturada. Trocamos dinheiro (a casa de câmbio Kantor ao lado da estação é 24 hrs) e fomos de mochila mesmo para o centro antigo, pois o check-in no hostel era à 13:00 e a previsão do tempo para o dia seguinte era de chuva. Logo percebemos que as atrações são todas muito perto umas das outras. Antes do meio dia já tínhamos ido nos portões, Igreja de Santa Maria, Castelo, Salão do pano e várias coisas.
      Foi difícil de achar o hostel, pois ficava num prédio atrás de outro prédio. Esse hostel era diferente porque eram quartos alugados da casa de uma família. O café da manhã era ótimo e a mulher super receptiva.

       
      AUSCHWITZ
       

       
      No outro dia acordamos às 5:00 para ir pegar o ônibus para Auschwitz (6:20). PS: Oświęcim é Auschwitz em polonês. Usamos o app PID Lítačka (App de transportes da cidade) e pegamos 2 bondes para a estação (MDA). O ônibus para o museu estava lotado já nesse horário. 1 hora depois chegamos no portão de Auschwitz I. Estava chovendo mas a vontade de conhecer era tanto que nem incomodou.
      Fomos até o guichê para imprimir os ingressos que já havíamos reservado (1 mês antes). É de graça e é bom reservar antes, pois tem limite no número de pessoas por horário e por dia. Reservamos o primeiro horário (8:00 no inverno) para dar tempo de ver tudo, pois no inverno o horário de visitação é mais limitado. 
      Não pegamos visitação guiada. A gente não gosta de engessar a visita nas cidades e lugares mas sim aproveitar como a gente quiser. Ficar mais tempo em uma parte que a gente gosta e poder pular alguma que a gente achar chata.
      Uma dica: Se você escolher ir sem guia, tem um livro-guia em português que dá pra comprar logo depois da entrada (passar as catracas, passar a segurança e logo após sair da casa da segurança, tem uma casinha à esquerda que é uma livraria). Esse guia é super completo, conta as histórias e diz até um caminho sugerido.
      Acabamos a visita do Auschwitz I e fomos pegar o ônibus (free) para o Auschwitz II-Birkenau.

      Como o próximo ônibus era só em 40 min, decidimos ir a pé, mesmo com frio e uma chuva bem fina. A distância é de 2 km.
      Muito foi destruído do II, pois os nazistas queriam desaparecer com as evidências dos campos quando perderam a guerra. Mas como ele é absurdamente grande, ficou muita coisa ainda em pé. O segundo é muito maior e foi construído do Zero. O primeiro era a base do exército polonês e só depois da ocupação que virou um campo de concentração. O primeiro crematório (e único intacto) e câmara de gás era, antigamente, um depósito de munições do exército da Polônia, os outros crematórios foram demolidos sobrando apenas destroços. Não vamos falar muito da experiência nos campos de concentração. Acreditamos ser uma experiência única de cada. Só dizer que foi o melhor museu que já fomos e acho difícil algum outro superar!
      Saindo do Auschwitz II, pegamos o ônibus (free) para Auschwitz I e de lá voltamos com o mesmo ônibus para Cracóvia (Compramos Ida e Volta).

      À noite fomos na feira da praça, que mesmo com uma garoa estava bem agitada. Tomamos sopas, experimentamos algumas comidas e ficamos sentados num banco curtindo a vista da praça (uma das maiores praças medievais da Europa). Então fomos para o hostel dormir pois tínhamos acordado cedo 🥱.

      No outro dia de manhã, enquanto estávamos no quarto, começamos a ouvir muitos barulhos e pessoas falando alto. Abrimos a porta e 3 policiais estavam dentro do hostel . Na mesma hora, lembramos das cenas de filmes sobre a 2ª Guerra Mundial onde eles tiravam as pessoas dos apartamentos à força (inclusive em cracóvia) e deu um frio na barriga. A dona do hostel pediu mil desculpas e pediu para a gente esperar dentro do quarto. Meia hora depois os policiais saíram e até agora não sabemos o que aconteceu direito - Achamos que teve alguma denúncia, por parte da dona mesmo, de drogas ou algo assim. A mulher estava bem constrangida, pediu mais desculpas e para compensar fez um café da manhã incrível. Fizemos as malas, deixamos em lockers na estação e saímos rumo ao museu Oskar Schindler. Por sorte era segunda e não precisava pagar entrada 😀. Tem muita história lá, quem já assistiu A Lista de Schindler sabe do que estamos falando. Cracóvia tem alguns museus bem diferentes como Auschwitz, Oskar Schindler, Museu de máquinas antigas de Pinball, Museu das ilusões.
      Tiramos o restante do dia para Wanderlust. Passeamos por toda a cidade a pé de novo, indo nos lugares que a gente gostou. Quando escureceu, pegamos as malas e fomos para a estação esperar o trem para Viena (ÖBB).
      Primeira (e única) viagem de trem que fizemos entre países. Foi muito mais tranquilo que ônibus. Muitos blogs falam que na Europa Central, o melhor é ir de ônibus entre os países mas a gente achou muito mais calmo ir de trem mesmo. Menos barulho, menos paradas e balança menos.
      LUGARES EM CRACÓVIA QUE VALE A PENA CONHECER
      O Castelo de Wawel por si só já é lindo. A gente achou a arquitetura bem diferente de todos que já vimos. Existem algumas partes no exterior que estão intactas, como um dos portões e o piso super irregular de um dos pátios. No entorno do castelo, na parte de baixo, perto do rio tem uma escultura de um dragão (diz a lenda que ele protegia o castelo) que solta fogo a cada meia hora. Muito legal de ver, principalmente à noite.

      O museu de Oskar Schindler é muito completo. Tem muitos relatos, fotos e objetos referente à 2ª guerra mundial. A gente não pagou entrada, pois na segunda feira é grátis (exceto a primeira segunda do mês).

      Planty park, os 2 portões, Rynek główny, Basílica St. Mary, Collegium Maius, Rua Grodzka, Ghetto heroes square.
      Não fomos na mina de sal Wieliczka, mas se você tiver tempo, parece ser algo bem diferente, pois existem 2 apenas no mundo inteiro que estão abertas para visitação.
      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM CRACÓVIA
      Pierogi (de vários sabores), os tipos diferentes de linguiça (Kielbasa), sopas (qualquer tipo kkk, mas principalmente a Zurek e a Bigos). Os doces, bolos e tortas são excelentes. Em praticamente todas as panificadoras tem muitas opções que além de saborosas são lindas.
      Restaurantes que gostamos: Smak, Pierogi MR Vincent, Awiteks.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Uma das cidades que mais gostamos. As pessoas são legais, a cidade é pequena e dá para fazer quase tudo à pé, o centro histórico é lindo e tudo é barato, desde roupas até a comida e existem atrações legais perto da cidade que pode-se fazer como bate-e-volta.
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Lemon Tree Hostel
      APPs: Jakdojade, MobileMPK, Rozklad-pkp
      Casa de Câmbio: Kantor CFS (ao lado da estação Krakow główny é 24 Hrs)
       
      VIENA

      Chegamos em Viena bem cedo e tomamos café na estação mesmo. A estação de trem (Hbf) é próxima do palácio Belvedere, então fomos até ele caminhando.

      Saímos para centro da cidade com a mochila nas costas (o check-in no hotel era só 14h00), e só depois fomos descobrir que era bem em conta deixar em lockers na estação, mais barato que nas outras cidades. 
      Deixamos apenas dois dias para Viena para economizar, pois lemos em blogs que Viena era uma cidade cara. Na tentativa de compensar o pouco tempo que passaríamos na cidade, compramos tickets diários de transporte público para tentar fazer mais coisas e não perder tanto tempo.
      Saindo do Belvedere, pegamos um bonde para o centro e fomos conhecendo todos os pontos turísticos por alí como a catedral de São Estêvão - que tem aquele telhado colorido, escultura da peste, palácio de Hofburg - que é gigante, e dali seguimos para Maria-Theresien-Platz e depois para o museumsquartier.

      Bateu a fome e queríamos experimentar 2 comidas típicas de lá: Apfelstrudel e torta Sacher. A intenção era comer no Naschmarkt, que é o mercado central cheio de restaurantes, barracas de frutas, produtos vintage, etc, mas não achamos as comidas típicas. Um pouco mais de caminhada e uma dose de serendipidade, acabamos entrando no Café Aida que é um dos mais antigos de Viena e achamos as comidas típicas lá 😬 . Recomendamos ir nele também!

      Como chegamos em Viena no dia 24 de dezembro e era véspera de Natal, a maior parte do comércio fechava 12h/13h. Fomos correndo a uma supermercado para garantir a nossa ceia de Natal e por poucos minutos não conseguimos. Tivemos que comprar as comidas na corrida kkk.
      Fizemos o check-in no Hotel, deixamos as malas e as compras e voltamos para o centro.
      Aproveitamos que quase tudo estava fechado nesses dois dias para ver as atrações turísticas ao ar livre e as feirinhas de Natal, que como nas outras cidades não decepcionaram. Viena é conhecida pelas ótimas feiras de natal. Cada feira tem um caneca de quentão feita especialmente para a mesma. Você compra a caneca e se não quiser ficar com ela, devolve em qualquer barraquinha e recebe o dinheiro de volta, assim não precisa usar copos de plásticos. Apesar das belas canecas, não achamos o quentão tão bom assim 😜.

      A próxima parada foi na Rathaus, que é a prefeitura de Viena. Sabíamos que tinha lá a feirinha mais famosa da cidade (todo blog mencionava) e realmente foi muito boa. Muitas comidas diferentes, pista de gelo, música natalina ambiente, e todo aquele clima de natal.
      Saímos da feira e passeamos novamente pelo centro para ver as decorações de Natal (muito lindas por sinal).

      No outro dia, nosso último, fizemos check-out e fomos até a estação para deixar as mochilas porque já estávamos cansados de visitar atrações com a mochila pra lá e pra cá.
      De manhã fomos ao Palácio de Schönbrunn. Enorme e tem até um zoológico dentro dele. Andamos muito e tiramos muitas fotos. 

      Voltamos ao parque Prater pra andar na roda gigante mais antiga do mundo, a Wiener Riesenrad. Tínhamos ido no dia anterior à noite para tirar umas fotos mas queríamos ver a cidade de cima de dia. Comemos um Schnitzel com cerveja nas barraquinhas do parque e, como vimos de cima da roda gigante que a chuva estava bem próxima, nos apressamos para voltar para a estação. Dito e feito, quando estávamos quase entrando na estação, começou a chover.
      LUGARES EM VIENA QUE VALE A PENA CONHECER
      Prater (praça, parque de diversões e Roda gigante): A entrada no parque é de graça, somente paga-se para ir nos brinquedos. É impossível ir para Viena e não dar uma volta nessa roda gigante, que é um dos cartões postais da cidade. Além de grande e charmosa, a vista da cidade é incrível.

      Hundertwasser House vale muito a pena conhecer. Sua arquitetura é incrível e muito diferente.

      Palácio Belvedere, Catedral de Santo Estêvão, Maria-Theresien-Platz (praça), Ópera de viena, Museumsquartier, Naschmarkt, Palácio de Schönbrunn.
      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM VIENA
      Apfelstrudel, Torta Sacher, Wiener Schnitzel, Cerveja Gösser.
      Restaurantes que gostamos: Aida (entramos sem querer e depois soubemos que é um café super antigo - antes da 2ª Guerra Mundial e bem tradicional). Como era feriado, não achamos mais nenhum restaurante aberto.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Viena é a cidade dos palácios e jardins. Como fomos no inverno os jardins não estavam tão bonitos. Vale a pena ir para lá na primavera/verão também. Achamos Viena a cidade mais linda de todas, limpa, segura e organizada. Pena que foram poucos dias e no fim das contas não achamos Viena uma cidade tão cara assim.
      INFORMAÇÕES
      Hotel: Ibis Wien Messe
      APPs: Vienna Tram Map, Viena Guia de Metrô e mapas
      CityBike Wien: Viena tem um programa gratuito de bikes públicas (se você ir trocando de bike a cada 1 hora). Ouvimos falar bem mas não tivemos tempo de usar.
       
      BRATISLAVA

      Chegamos em Bratislava de noite. Dentro do ônibus, de longe já era possível ver o castelo bem no alto do morro. Todo iluminado, branco, quadrado e imponente.

      Como nosso hostel ficava bem no centro da cidade, ao lado do Michael's Gate que é o ponto zero da cidade, pedimos para descer perto da Ponte UFO, pois a rodoviária era mais afastada. Fomos andando até o Hostel, e no caminho já foi possível ver vários pontos turísticos, pois a cidade é muito pequena e tudo é muito perto. Mesmo sendo noite a cidade estava bem movimentada, então a ida foi bem tranquila. 
      Separamos apenas um dia para Bratislava, dia 26 de dezembro de 2019. Logo cedo saímos caminhar e vimos que estava tudo fechado, encontramos apenas uma Starbucks aberta, perto da principal praça da cidade, a Hlavné Námestie. Fomos tomar café e aproveitamos ver o porquê estava tudo fechado. Descobrimos que no dia 26 de dezembro eles comemoram o segundo dia de Natal, sendo assim, era feriado. Vimos que é importante quando for ficar poucos dias em uma cidade ver se não tem nenhum feriado, pois muitas coisas fecham. Aproveitamos para fazer mais coisas ao ar livre.
      Fomos ver a Igreja Azul, e na volta caminhamos ao redor do rio Danúbio. A ponte UFO é linda e diferente, seu nome é justamente por ter a aparência de um disco voador.

      Caminhando por ali vimos que tinha uma pista de patinação no gelo. Já tínhamos visto em todas as outras cidades que fomos, mas em Bratislava foi o lugar mais barato, pois era cobrado somente o aluguel do patins e resolvemos aproveitar. Foi super divertido.
      Após isso fomos até o castelo e andamos ao seu redor. Ele tem uma aparência super nova, pois já foi destruído e reformado várias vezes. Além de uma bela vista da ponte e do rio.

      Fomos almoçar no Slovak pub, pois lemos em vários blogs sua recomendação. Estava bem cheio mas conseguimos um lugar rápido. Vimos que em todas as mesas ao nosso redor tinham brasileiros que estavam almoçando lá também, parece ser uma parada obrigatória de todos os brasileiros que viajam por lá hahaha. Pedimos os dois principais pratos típicos, o Bryndzove Halusky, um gnocchi de batatas com queijo de ovelha e bacon por cima e o Cesnaková Polievka, uma sopa de alho servida dentro de um pão, porém este segundo que estávamos mais entusiasmado para experimentar estava em falta. Pedimos uma sopa de couve no lugar. Procurando este prato em outros restaurantes, descobrimos que estava em falta o pão, pois como era feriado as panificadoras estavam fechadas . Bem ritmo de cidade pequena. Foi uma pena e vai ter que ficar para a próxima.
      Nosso ônibus saindo de Bratislava rumo a Budapeste era às 06h da manhã. Saímos do hostel às 05h para pegar um ônibus para a rodoviária que era meio afastada do centro (Compramos o tkt no dia anterior). Ficamos um pouco com medo de sair de madrugada, mas ao passar pelo Michael's Gate, vimos muita gente na rua, saindo das baladas. Foi bem tranquilo e o medo logo passou, pois deu para ver que é bem seguro. 
      O ônibus era da FlixBus, mas ao chegar na rodoviária não havia nenhuma plataforma com o número do nosso ônibus e nenhuma da empresa também. Começou a bater o desespero!  Não sabíamos se estávamos na rodoviária certa, pedimos informação, mas eles olharam a passagem e não souberam nos informar. Somente quando vimos o ônibus da Flix que pudemos nos acalmar. Novamente se decepcionamos com a falta de organização da FlixBus.
      LUGARES EM BRATISLAVA QUE VALE A PENA CONHECER
      Kostol svätej Alžbety (Igreja azul), Man at work, Schöne Náci (homem do chapéu), Hlavné Namestie, Ponte UFO, Castelo de Bratislava, Michael's Gate, Catedral de St. Martin.
      COMIDAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM BRATISLAVA
      Bryndzove Halusky, Cesnaková Polievka, Kapustnica (sopa de couve).
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Bratislava é uma cidade super pequena, é possível fazer tudo a pé e somente precisamos do transporte público para ir até a rodoviária. 
      É uma cidade ótima para pedestres, pois em todo o centro as ruas são apenas para pessoas, achamos isso incrível.
      A vista do castelo e da ponte é muito linda, tanto de dia quanto de noite. 
      Aparenta ser uma cidade barata, mas como os mercados e lojas estavam fechados por ser feriado não pudemos confirmar.
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Apart-Hostel ZERO (Hotel excelente, bem tranquilo, staff ótima)
       
      BUDAPESTE

      Chegamos lá pelas 09h00 na estação Budapest Népliget. Compramos tickets até o centro, metrô + ônibus. Nossa primeira impressão da cidade foi de meio suja, bagunçada, cheia de pedintes na rua. Um pouco diferente das cidades que tínhamos passado até então. Realmente Budapeste tem esse lado mais relaxado, parece que ninguém quer deixar as ruas e prédios limpos e bonitos. Mas por outro lado, fomos devagar nos surpreendendo com tudo que a cidade oferece. As pessoas são simpáticas e até nos ofereceram ajuda quando a gente estava com o mapa na mão olhando de um lado pro outro kkk. Parece uma cidade em transformação, pois vemos muita coisa sendo construída e também destruída para dar espaço a outras. Uma cidade bastante jovem, com muitos cafés descolados e restaurantes com ótimas comidas. O tempero de Budapeste é a páprica; ela é usada em vários pratos típicos.
      Tomamos um café rápido e fomos andar pela cidade. Foi um pouco cansativo, pois estávamos com as mochilas e com os pés cheios de calos de tanto caminhar nesses dias. Chegamos no Parlamento e o cansaço sumiu. Absolutamente lindo, ele é bem simétrico e foi baseado na arquitetura do parlamento de Londres. Sem querer (e sem saber disso também), chegamos bem na hora da troca da guarda. A cerimônia é bem simples e demora uns 10 minutos. Mas o legal mesmo é ver ele à noite, iluminado. Se tiver oportunidade pegue um passeio de barco à noite para ver não só o parlamento, mas o Castelo de Buda, as Pontes e o Bastião dos pescadores (compramos o Dock 8A - Blue River por causa do horário mas não gostamos muito. É barato e você ganha bebidas mas os vidros eram muito sujos e para tirar boas fotos, tivemos que ir para o lado de fora). Vá preparado para tirar muitas fotos. Budapeste se transforma à noite.


      Nesse mesmo dia fomos também em 2 feiras de natal (Christmas Fair and Winter Festival e Basílica de São Estêvão) e no monumento Sapato às Margens do Rio Danúbio que é muito emocionante e também uma lembrança de uma época triste. Acabamos a noite atravessando a Ponte das Correntes que de noite, pra variar, fica muito mais bonita.

      No outro dia percorremos a Avenida Andrássy até a praça dos Heróis. A praça é grande e linda. No inverno, atrás dela tem uma pista de gelo gigante, mas como patinamos em Bratislava acabamos não indo. Passeamos também na Deák Ferenc Tér que é a praça principal da cidade, região bem central onde saem os Walking Tours. Perto dela tem um café que achamos muito legal, o Cat Café. No dia em que fomos, ele abria às 10h00 mas chegamos antes e mesmo assim já tinha fila. São poucas as opções de cafés e comidas, mas você pode interagir com os muitos gatos que tem no Café. Para quem gosta de gatos é um lugar que vale a pena ir! 

      Aproveitamos esse dia para subir na Liberty Statue. A caminhada foi cansativa mas a vista e as fotos valeram a pena. Dá pra ver toda a cidade de cima, o pôr-do-sol sem prédios para atrapalhar e ainda por cima tinha uma feirinha lá em cima.

      No terceiro dia fomos nas águas termais. Escolhemos as Termas de Széchenyi pois queríamos ir bem cedo pra aproveitar mais o restante do dia, e do nosso AirBnb até ela era só pegar uma linha de metrô e pronto. Ela é um pouco mais cara que as outras mas a estrutura é bem grande com bastante piscinas internas e externas, tendo acesso a todas mesmo no inverno. A vontade era ficar o dia inteiro naquelas águas que estavam na temperatura de 28ºC e fora da água estava 1ºC❄️.
      LUGARES EM BUDAPESTE QUE VALE A PENA CONHECER
      Parlamento, o Castelo de Buda que é um dos maiores do mundo, Estátua da Liberdade, Praça dos Heróis, Váci Street, Basílica de São Estevão, Ponte das Correntes e as Termas.
      COMIDAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM BUDAPESTE
      Goulash, Kürtõskalács.
      Restaurantes: Szimpla ruin bar, Cat Café, Cafe Brunch Budapest, 3 Pajamas Breakfast Club
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Maravilhosa à noite, muitas coisas para fazer, muitas atrações legais e divertidas, as pessoas que vivem lá são bem simpáticas e as coisas não são tão caras quanto as outras cidades da Europa Central que usam Euro. Uma das cidades que mais gostamos do mochilão. Tem muitos cafés e restaurantes legais por lá. Se você é um foodie igual a gente, não vai se arrepender!
      INFORMAÇÕES
      Apartamento AirBnb: City Center - Dessewffy St, Budapeste 1066
      APPs: BKK FUTÁR, SmartCity Budapest Transport, Budapest Rail & Tram Map
      Casa de Câmbio: Correct Change. Fomos no da rua Szent István krt. 23, 1055 mas ficamos assustados. O local parece aqueles becos cheios de entulhos que a gente vê nos filmes. Recomendamos o da rua Erzsébet krt. 41, 1073
      --
      APPs GERAIS
      Pesquisamos bastante e acabamos achando alguns Apps bem bons pra viagem que são grátis e muito úteis para qualquer viajante.
      Mapas: Maps ME e Here Maps. Os 2 funcionam offline (pode-se baixar as cidades na memória do celular). Em cada cidade um deles funcionou melhor que o outro, mas o MAPS.ME tem uma vantagem. É possível usar os locais salvos do seu maps (Google) e colocar dentro do App. Ele perde os ícones e as cores, mas como a gente sabe que é muito útil criar um mapa de cada cidade no google maps, quando você ficar sem internet, basta abrir o MAPS.ME. O Moovit também foi útil.
      Usamos bastante também o xCurrency para saber o quanto estávamos pagando pelas coisas.
      Como gostamos de ir em restaurantes onde as pessoas locais frequentam, muitas vezes o cardápio não era em inglês. Para ajudar usamos o Google Lens, que além de identificar o idioma, traduz na hora sem precisar tirar fotos ou digitar no Google translate. O ponto fraco é que ele precisa de internet.
      DICAS GERAIS
      Muito cuidado com alguns cartões internacionais. Tem alguns que não funcionam para compra de tickets e passagens mesmo sendo internacionais. A gente usou (e abusou kk) do Nubank e deu tudo certo. Teve um que só conseguimos usar em lojas e restaurantes, não sei bem o porquê.
      Deixamos para comprar um chip de celular com internet lá mesmo, mas com tantos locais com Wi-Fi grátis acabamos não comprando.
      Usamos sacos à vácuo para caber mais coisas na mochila e uma doleira cada um, com 2 zíperes. Em 1 a gente colocava o passaporte, no outro dinheiro e cartões. Com isso saíamos despreocupados.
      Compramos também, no Brasil, botas impermeáveis de inverno na Decatlhon, pois ficaríamos o dia inteiro caminhando e não queríamos nos preocupar com o frio nem com a chuva. A Decathlon tem uma opção que sai em torno de R$ 330,00, a SH-100.
      CUSTOS
      Como tivemos que passar por países com moedas diferentes e em pouco tempo, não ficamos anotando gasto por gasto. Por isso, os valores são aproximados. O valor é dos gastos gerais, ou seja, para nós dois. Na época, o Euro (Cartão e casas de câmbio) estava aproximadamente em R$ 4,80.
      Passagens Aéreas + transportes: R$ 5.520,00
      Ônibus: Guarapuava-GRU  +  Curitiba-Guarapuava
      Aéreo: GRU-TXL   +   BUD-GRU   +   GRU-CWB (dentro do Brasil)
      Obs: Compramos São Paulo até Berlim e a volta Budapeste até São Paulo (Open Jaw)
      Passagens dentro da Europa: R$ 1.130,00
      Ônibus: Berlim-Praga + Praga-Cracóvia + Cracóvia-Auschwitz-Cracóvia + Viena-Bratislava + Bratislava-Budapeste
      Trem: Cracóvia-Viena + Praga-Kutná Hora-Praga
      Seguro viagem: R$ 257,50 pela Allianz
      Hospedagem: R$ 2.943,00. Se tivéssemos escolhido melhor o hostel em Berlim, ficaria por volta de R$ 2.400,00.
      Comidas + Feiras de natal: R$ 3.539,50 
      Transporte nas cidades: R$ 770,00
      Atrações turísticas: R$ 720,00
      TOTAL APROXIMADO: R$ 14.900,00
       
      É isso gente. Qualquer dúvida estamos à disposição!
      Esperamos que consigam aproveitar bastante as informações do relato e que ele ajude quem está planejando o próximo mochilão!

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