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Alter do Chão e Santarém


andreia.puglia

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Alter do Chão

 

Uma amiga conheceu alter por um programa de tv. Um dia apareceu uma promoção e compramos as passagens.

 

Um ou outro amigo sabia da existência da cidade, ninguém de fato conhecia. De fato nao tem muitos cariocas turistas por lá. Vi muitos gringos, gente de Brasília e das regiões mais próximas como Belém e Manaus.

 

Chegamos no voo da madrugada e acho que só existem mesmo esses voos chegando de madrugada, seja de Brasília ou de São Paulo. O ideal é pegar o taxi direto pra alter, que fica no valor de R$ 70,00 a R$ 100,00 (set/2016). O transfer também pode ser fechado com antecedência (Seu Cristovão - ‪+55 93 9123‑4264‬). A gente achou que precisava ficar em Santarém por questão de logística, o que descobrimos depois que não era necessário, porque alter fica no meio do caminho entre o aeroporto e Santarém.

De toda forma conseguimos conhecer o centro de Santarém que não tem muita coisa pra fazer e é muito quente. Passeando pela orla descobrimos o passeio de barco pelo rio. Ele dura de 1 a 2 horas e custa 30 reais (set/2016). Assistimos ao encontro dos rios Tapajós e Amazonas, que não se misturam porque possuem diferentes phs, temperaturas, densidades e etc. Na segunda metade do passeio o nosso barqueiro e guia Sr. Elvis nos levou pra ver um monte de botos. Foi bem legal! Ele não alimentou e não interviu no rio jogando ração ou pão como fazem em praias do Nordeste, e mesmo assim os botos pulavam perto do barco.

Conhecemos um casal que foi almoçar num local ou mercsdo turístico e adorou. Vou procurar o nome de lá.

Depois do passeio no rio fomos conhecer o Mercadão 2000, mas as bancas já estavam fechando. O ideal é ir cedo pra lá. Não tem nada demais, é uma feira de produtos regionais. Como estávamos no início da viagem foi difícil comprar frutas e produtos perecíveis. Tinham muitos produtos ligados à medicina alternativa local.

 

Depois de concluir que tínhamos visto o suficiente em Santarém, pegamos o ônibus numa praça do centro com preço de 3 reais (set/2016) que levou cerca de 1 hora pra chegar em Alter.

 

Chegamos à vila numa terça às 16hs. Tomamos um banho pra aliviar o forte calor e fomos dar uma volta pra conhecer a cidade.

 

De fato a Ilha do Amor é linda!!! Ficamos ali assistindo o entardecer na calmaria do rio, comendo um petisco de camarão e de peixe.

 

De noite fomos até a pizzaria do italiano na praça onde tomamos sucos super deliciosos e uma caipirinha com cachaça de jambú que virou a queridinha da viagem! Jantamos um bom peixe ali.

 

No geral na cidade a comida não é farta, não é barata e também não é nada demais. Nesse italiano tinha um peixe ok.

 

Ainda de noite procuramos um dos barqueiros na orla e fechamos um passeio pro dia seguinte. Como éramos duas, aproveitamos para nos unir a um outro grupo de três para diminuir o valor total do passeio.

 

Segundo dia, quarta-feira: Na quarta fizemos um passeio para a Flona, por 80 reais por pessoa por dia, num grupo de 5 pessoas. Pechinchar nunca é demais. Mais 15 reais de almoço e mais 100 reais pro guia na floresta que pode ser dividido por até 5 pessoas.

 

Tinha visto na internet o passeio de 2 dias na Flona, mas 1 dia foi suficiente. Chegamos cedo e fizemos uma trilha de 2hs até a Samaúma (uma grande e antiga árvore dessa espécie), por dentro da Floresta Nacional do Tapajós. Valeu super a pena. Confesso que imaginei uma samaúma maior, mas foi legal mesmo assim. Conhecemos a Floresta Amazonica, muito umida e com arvores imensas. 2hs de trilha de volta, almoçamos numa comunidade ribeirinha e fomos passear nos igarapés próximos. Depois ficamos mais um pouco tomando banho num banco de areia próximo. Era uma praia bem bonita como todas da região. Eu diria que entrou no meu top 5 das praias mais bonitas. So nao lembro o nome, sei que fica na frente dos igarapes da comunidade do Jamaranguá.

 

Na volta à vila paramos na praia de Pindoball pra assistir ao por do sol.

 

À noite fomos ao Arco Íris que é um dos bares da praça, comemos um crepe simples.

 

Terceiro dia, quinta-feira. Este foi o primeiro dia do Festival do Sairé, que acredito que aconteça sempre na Lua Cheia ou, por coincidência, estávamos na lua cheia. No domingo anterior teve a abertura do festival e na manhã de quinta-feira começaram os rituais religiosos. Não consegui entender exatamente o que significa, mas perguntei pra uma jornalista que cobria o evento que me falou que aquela cerimônia representava a festa feita pelos índios pra os portugueses jesuítas que chegavam à vila. Valeu a pena assistir, apesar do forte calor que fazia. Acontece uma disputa entre homens e mulheres, há uma procissão em que cada grupo leva um tronco de árvore chamado por eles de mastro. Quando chega na praça eles enfeitam os trocos e os fixam até o final no festival, quando os derrubam a machadadas e um dos grupos vence.

 

Como a cerimônia do Sairé foi até o meio dia, aproveitamos a tarde pra curtir a Ilha do Amor sem pressa. Fizemos stand up pelo lago verde e fomos até a praia da frente. Na volta passamos um perrengue porque ventava muito e não saíamos do lugar, mas mantivemos a calma e conseguimos voltar pra terra firme vivas!

 

Nesse dia comemos num lugar que não voltaria, o bar da esquina da praia, de cor azul, não lembro o nome. O molho era de leite de coco e tinham uns milhos, parecia peixe com canjica. Rs.

 

À noite fomos ao Festival do Sairé. Nesse dia, quinta-feira, o evento foi gratuito e foram feitas apresentações de grupos locais com danças típicas, principalmente o carimbó.

 

Na última hora do dia encontramos uma amiga na praça que sugeriu o passeio para Arapiuns, que é um rio braço do Rio Tapajós. Fechamos o passeio de última hora, no valor de R$180,00 por pessoa, com água, frutas e almoço incluído. Fomos nun grupo de 10 pessoas.

 

Como Arapiuns é do outro lado da margem do rio, a viagem é mais longa e por isso precisamos sair cedo, às 8hs.

A primeira parada foi num banco de areia no meio do rio Arapiuns simplesmente paradisíaco. Só tínhamos nós. E mesmo tendo 10 pessoas no grupo, o banco de areia era grande (set/2016) e parecia uma praia deserta. O sol nao estava tao quente e ficamos ali batendo papo naquela paz e silencio indescritiveis.

Nosso guia (Arkus +55 (93) 9149-4174) lembrou que nessa parte do rio é preciso ter cuidado com as arraias no fundo da areia, por isso é bom entrar devagarinho, arrastando os pes na areia, pra nao pisar nelas. Arrastando os pes, elas fogem.

 

Almoçamos na comunidade da Coroca, e uma amiga indicou também a comunidade de Anã. A Coroca tem um redário pra galera que quer dormir lá (contato Bruno que tem o redario em Alter tb), mas também é possível dormir dentro da casa dos moradores. O importante é agendar com antecedência. Achei bem legal a criação de abelhas, de tartarugas, e a simpatia daquele povo. Há quem diga que dormir na comunidade é uma experiencia imperdivel pra quem vai pra Alter, mas nós nao tinhamos nos planejado pra isso.

 

Toda noite de sexta-feira tem o chorinho no bar da Tia Graça, onde vende um bom açaí, quase ao lado do hotel borari. Naquela noite, por causa do festival, o chorinho foi no Mango. Fomos pra lá, dançamos, comemos e bebemos a caipirinha com cachaça de jambú que não fez mais o efeito divertido de adormecer a língua.

 

No sabado estavamos tao cansadas que preferimos ficar na praia do amor sem pressa, acordamos um pouco mais tarde, tomamos cafe com calma. De fato nao tinhamos tanto motivo pra cansaco, mas o calor e o sol cansam sim. Ficamos na Praia do Amor ate nao aguentar mais. Depois subimos pra vila lra almoçar. Esse almoço sim valeu muito a pena. Foi no Espaço Alter do Chao. Ele fica na rua da praia à direita de quem olha pra Ilha do Amor. É só descer que nao tem erro. Ali a comida é bem gostosa, com pratos tipicos do local, com sobremesa deliciosa, especialmente o mousse de chocolate com cupiaçu, divino. O serviço é em clima de férias, mas a qualidade da comida compensa. Não deixe de experimentar a bola de peixe. Cada bola é R$40,00 e alimenta uma mulher educada, um homem educado fica com fome, um homem faminto usa só de entrada. Tem o prato com duas bolas de peixe. Vicê pode escolher entre o recheio de camarão ou o de banana com queijo. Bem bom. Queria ter experimentado o ragu de pato, que nao tinha. O risoto de camarao no tucupi tambem tava gostoso. O tucupi é o oleo que se extrai da madioca, é amarelo e tipico na região, vale provar um prato que tenha tucupi. O risoto tem tucupi bem leve. Eu gostei.

 

Terminamos tarde o almoço e acabos subindo tarde a serra. Eles chamam de Serra da Piroca e tem toda uma explicação que eu não prestei atenção quando tentaram explicar pra alguém do meu lado. O ideal é subir às 17h. São 40 minutos e não é difícil, mas tem subida. Na serra tem umas pedras chatinhas, então para os menos roots vale um tênis. E tem que levar lanterna. Importante também combinar com barqueiro pra te pegar na volta, ou não levar mochila e voltar pra vila nadando, que também é bem trabquilo, só tomar cuidado com os barcos que atravessam à noite, lor isso eu preferi voltar de barco mesmo.

Subirmos quase às seis, chegamos lá com o sol ja descendo. Foi outro top 3 da viagem. A vista é panorâmica, podendo ver o Lago Verde, a Ponta do Cururu, a Ilha do Amor e a vila.

 

Encontramos um monte de gringo lá em cima e cheguei à conclusão que os mosquistos só gostam de brasileira com repelente. Eles estava tranquilos sem repelente agum e eu com repelente ate o dedo do pé sendo devorada. Voltamos no escuro e não conseguimos ver a lua nascendo porque não queríamos esperar ali até muito tarde sozinhas. Mas vimos uma linda lua cheia nascendo quando chegamos de volta na Ilha do Amor. Foi muito bom, só faltou um bom banho de rio com aquela lua cheia linda, mas o barqueiro nos esperava.

 

Nesse dia à noite chegamos na pousada só pensando em banho e cama. Mas era o dia mais legal do Sairé, o dia em que os botos se enfrentariam. Tomamos banho e fomos pro Sairódromo meio que no automático.

Pelo que entendi o povo local não gosta muito do Sairé porque a cidade fica lotada de gente bagunceira e suja. De fato tinha muita gente bêbada, o povo deixou a praia suja, uns homens dormindo na sarjeta. Mas durou só dois dias, valeu a pena pela festa dos botos. Custou R$ 30,00 para entrar nesse dia. A disputa é quase um carnaval. A diferença é que não tem desfile. Eles fazem uma apresentacao parados, com carros alegóricos, danças típicas e torcida de um lado e de outro. A bellinha torcia para o Boto Cinza, o Tucuxi. Eu torci para o Boto Rosa. Em 2015 o Tucuxi ganhou. São 1h30 de apresentação e eu de fato achei o rosa mais tradicional e mais bonito. No meio do rosa já era tarde da noite e fomos pra casa.

 

No domingo seguimos a dica do casal que conhecemos no primeiro dia. A cidade é pequena e todo mundo se encontra. Eles indicaram o restaurante Casa do Saulo para a gente. Tem como ir de barco, mas fica caro, de carro ou de taxi, que também fica caro. Cogitamos ir de bicicleta, mas ainda bem que estavamos cansadas, porque é longe, o calor e sol forte, e é estrada de asfalto, onde a bicicleta não tem vez. Conseguimos uma carona pra ir e voltamos de taxi com o Seu Cristovao (ja coloquei o numero dee aqui). O lugar é bem bonito e tem acesso à um banco de areia lindo também. Falaram que a comida era sensacional. Eu não achei tudo isso, mas talvez não tenha dado sorte. É boa, mas nada do outro mundo. Eles tem muito costume de comer o peixe empanado, então acaba sendo tudo peixe empanado e só muda o molho. Posso estar enganada, talvez valha a pena tentar um que não seja empanado. Chegamos e fomos direto pra praia. Pedimos nosso almoço só às 16h e foi ótimo, porque a essa hora não demorou tanto pra chegar. Comemos e voltamos pra praia. Tiramos um cochilo com um ventinjo delicioso e depois curtimos o por do sol sensacional.

Marcamos desde cedo do Seu Cristovao nos buscar. Chegamos na vila já eram 20h. Tomamos banho e fomos pro italiano. Estava tendo carimbó na praça e foi muito legal dançar (ou tentar dançar) com a bandinha ao vivo, o povo loca e os hippies bem animados dançando.

 

Na segunda foi o último dia do Sairé, quando cortam os mastros enfeitados com machados, anunciam se homens ou mulheres ganharam e anunciam qual boto foi o vencedor. Em 2016 ganhou o Tucuxi de novo.

Descemos à vila na direção das praias à direita. E como não tem estrutura de bar e restaurante aquele pedaço é o paraíso. Ficamos deitadas devaixo das árvores e curtindo a tranquilidade daquele pedacinho. Depois disso peecebi que poderíamos ter explorado os dois lados da ilha do amor, mas como toda viagem a gente precisa deixar uma coisa sem ser feita pra poder voltar, essa parte foi a escolhida para me dar motivos pra voltar.

 

Nesse dia comemos também no espaço Alter do Chão. Tentamos todos os lugares da cidade, mas estava tudo fechado, provavelmente por ser segunda-feira. Queríamos ter conhecido o vegetariano de umas argentinas na rua da pousada da Cabocla que estava inaugurando naquela semana, mas também estava fechado.

 

Conseguimos subir mais cedo à Serra, umas 17h15 e vimos sim um belo por do sol, com direito à muitas fotos e panoramicas e mais tempo pra só curtir.

 

Descemos rápido e só escureceu lá embaixo. A luz da laterna do celular é suficiente.

 

À noite também não tinha nada aberto, acho que só o italiano estava aberto.

 

Ultimo dia, terça-feira: comemos um café caprichado porque é o ultimo dia das mãos de fada da Dona Del.

 

Eu ainda não falei que o café da manha da Dona Del também foi top 5 da viagem.

 

A pousada é simples e uma das mehores em Alter (Pousada Alterosa), não tem chuveiro elétrico, mas ninguém lembra disso com aquele calor. O ar condicionado, que é o mais importante, é novinho e limpinho. Tudo é muito limpo e o casal de donos faz você se sentir em casa. Eles vão construir uma suíte acessível, bem legal!! E o café da manhã era do meu jeito preferido. Um bom café preto, bastante fruta e suco, tinha até suco verde, ovo mexido, gema dura, gema mole, feito na hora, tapioca recheada feita na hora. Além disso pães frescos e de forma, bolo da vovó, simplesmente perfeito.

 

Nesse ultimo dia fizamos passeio que tanto queríamos, mas faltava gente pra fechar o barco mais barato. Passeio ao Canal do Jari com Ponta das Pedras e Ponta do Cururu. O barco é pequeno e bate bastante, mas água no rosto faz parte dessa sensação de estar o

no paraíso. Nossa primeira parada foi na Ponta das Pedras e definitivamente há motivos para que Alter seja considerado o Caribe Brasileiro. Que lugar lindo. Nenhuma foto consegue captar o quão lindas são as praias. Em Ponta de Pedras tem um vento bom e fresco. Poderia passar o dia aqui. Confirmar essa informação, mas acho que é possível chegar na Ponta das Pedras de carro e de bike, muito embora o passeio de barco tenha valido muito a pena.

 

Em seguida fomos para o Canal do Jari e paramos em uma casa na beira do rio para fazer o passeio pela mata em torno de 30 minutos. Vimos um bicho preguiça, as corocas (pássaros) e macaquinhos. Também tinham árvores lindas, castanheiras e pés de jenipapo. 15 reais (set/2016).

 

O almoço foi na Ponta de Pedras já no caminho da volta. Pra mim ficou como top 5 da viagem.

 

Como um grupo que estava conosco disse que o almoço demorou muito pra sair, preferimos só pedir aperitivos e curtir a praia.

 

No final da tarde fomos até o Lago Preto para um mergulho e depois voltamos na direção da Ponta do Cururu. O por do sol de lá foi dentro da água, sem fotos, só curtindo aquele momento especial, aquele espetáculo incrível fechando nossa última tarde em Alter.

 

No centrinho aproveitamos pra comprar souvenirs, bombons caseiros e a cachaça de jambú no mercado.

 

Nosso almojanta foi no sanduíche X-Tudao, ao lado do Garcia sorvetes, que tb serve um super suco. Bellinha comeu o hambúrguer de peixe, eu o de camarão e a Bettina o vegetariano. Todas gostaram muito.

 

O que eu ainda faria mas não deu tempo é andar na Ilha do Amor pelas praias tranquilas, tanto à direita da ilha quanto à sua esquerda. E também beirando as praias de alter, no sentido da direita de quem olha pra ilha do amor.

 

Pra quem visita a vila de carro, descobri que a Casa do Saulo, Praia de Pedras, Lago Preto e a Flona podem ser visitadas pela estrada. Mas os passeios de barco, apesar de ficarem mais caros, te levam pra praias desertas e lindas, que o carro não chega.

 

Por causa do calor muito forte, não consegui fazer o passeio de bicicleta. Mas tem uma loja que aluga bikes.

 

Não fizemos a Floresta Encantada, onde foram gravadas cenas do filme Tainá, porque uma amiga de lá disse que só fica bonito em época de cheia.

 

Pra quem é mochileiro vale a pena experimentar dormir nos redários, o que é super comum na região e eu não sabia. Tem até uma técnica pra dormir atravessado e não acordar quebrado no dia seguinte. Domrir nas cominidades também é uma ótima opção.

 

 

Top 5 (que foi elastecido)

. Praia de Ponta das Pedras

. Por do Sol na Serra da Piroca. Aconselhável subir as 17h.

. Praias do Rio Arapiuns

. Trilha na Flona com banco de areia na frente dos igarapés da comunidade do Jamaranguá.

. Cafe da manha da dona Del - pousada Alterosa

. Botos em Santarém

. Ilha do Amor

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