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Thais Mingolelli Biondo

Mochilão 15 dias Bolivia e Peru (com fotos, dicas e valores!)

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Olá mochileiros!

 

Acabo de voltar do mochilão incrível pela Bolívia e Peru, que durou 2 semanas: a primeira na Bolivia com o meu namorado (Pedro) e a segunda no Peru com o Pedro e meus pais que foram encontrar a gente na parte mais "relax" da viagem.

 

Sinceramente, é difícil achar as palavras para descrever tudo que vivemos, cada paisagem maravilhosa, cada comida deliciosa, cada pessoa simpática, enfim, são tantas experiências para apenas 15 dias!!

Vou relatar para vocês um pouquinho do que vivi por lá, com fotos e preços (do que eu lembrar!).

 

Para quem se interessar, papis também está escrevendo um relato sobre a viagem de "Sessentão" dele e da mamis pelo Peru, (eles chegaram 2 dias antes que eu e o Pedro em Cusco): http://www.mochileiros.com/cusco-machu-pichu-e-lima-para-seniors-mochilao-sessentao-setembro-2016-t134302.html

 

Gostaria de deixar meus agradecimentos a todos os inúmeros relatos que eu li para construir essa viagem (um dos mais recentes, da Leticia Amorim http://www.mochileiros.com/member/let%C3%ADcia.amorim, que nem sabe mas acabou virando íntima minha e do meu pai que citava as historias dela por toda a viagem, rs). Confesso que não sou muito organizada e não guardo nomes, mas enfim, todos os relatos foram muito bons e me motivaram a também fazer um meu para contribuir um pouco com quem vai viajar.

 

Então vamos começar o relato!!!

 

1) Primeiramente os preparativos:

1.1) As passagens: Depois de alguns meses definindo o roteiro, que foi a parte mais difícil, pois o Pedro só poderia tirar duas semanas de férias e eu queria passar por vários lugares sem falta (uyuni, isla del sol, ilhas de uros, macchu picchu...), fomos em busca das passagens. Atualmente as passagens que passam por Lima estão mais baratas, então mesmo começando a viagem por La Paz fizemos escala lá em cima em Lima (tudo para pagar mais barato!! :wink: ) e na volta teria que passar por Lima também, então aproveitamos para reservar um dia e meio do nosso tempo para conhecer a cidade, o que não foi nenhum sacrifício afinal, eu, o Pedro e meus pais adoramos uma boa comida.

No final, os trechos de passagens ficaram assim: Sao Paulo -> Santa Cruz de La Sierra com Latam, Santa Cruz -> La Paz com Boliviana de Aviacion, Cusco -> Lima, com Peruvian e Lima -> São Paulo com Latam.

Cotei todos os trechos pelo Kayak (pesquisa multidestinos) e por pessoa saiu em torno de 1500 reais todos os trechos. Comprei a passagem em Julho para viajar em setembro, por isso acho que paguei um pouco acima do que poderia ter pago.

 

1.2) A vacina contra febre amarela: Passagens compradas, a viagem realmente vai acontecer ::otemo:: então vamos tomar a vacina. Eu fiz o procedimento em Cotia (onde moro) e o Pedro em São Paulo, simples, é só tomar a vacina, preencher um formulário online e pegar a carterinha internacional.

Todo mundo já havia comentado, e com a gente não foi diferente, ninguém pediu o certificado. Mas ok, afinal, o seguro morreu de velho hahaha.

1.3) Seguro Saúde para Viagem: fizemos o seguro da World Nomades e custa 100 reais por semana, tem uma ampla cobertura e, felizmente, ninguém precisou usar.

 

1.4) Minha mala:

Bom, aqui devo dizer que não sou a pessoa mais compacta e sempre acho que vai faltar alguma coisa, mas até que consegui fazer caber tudo dentro do meu mochilão de 65L + mochila de ataque. Ahh..e meu mochilão tem rodinhas (Pedro não curtiu muito, queria que eu fosse mochileira 100%, mas convenci ele que levaria a mochila nas costas quando fosse preciso e...não carreguei nenhuma vez nas costas...ia arrastando para cima e para baixo :D).

 

Segue lista do que levei:

A)Roupas

- 2 regatinhas justas para usar por baixo das roupas

- 4 blusas de manga comprida

-4 camisetas de manga curta

- 2 segunda pele (só usei uma)

- 1 Blusa Fleece (comprei na decatlhon por 29 reais, é otimo para colocar de noite, quando esfria)

- 2 casacos corta-vento (claro que só precisa de 1, mas como ganhei dois da minha madrinha, quis levar os dois)

- 1 casaco mais grosso para o frio (no meu caso, era tão groso que quase não dobrava, aconselho levar um quente, mas menos (é bem útil em dias que você acorda com -10 graus no salar, rs).

- 2 calças segunda pele (como não tinha intenção de lavar roupa, as duas foram uteis, porque depois de andar dois dias no meio das terras no tour do salar do Uyuni, você vai querer jogar suas roupas longe)

- 1 calça jeans, 3 leggings e 1 calça de abrigo

- 1 camisa jeans

-1 shorts jeans

-1 vestido de malha e manga comprida

- 1 bota Bull Terrier (que devo dizer que é otima, usei por varios dias seguidos e não deu nenhuma dor no meu pé)

- 1 tenis

- 1 rasterinha

- 1 chinelo velho para tomar banho nos Hostels

- Roupas intimas e meias para todos os dias

- 1 biquini (não usei)

- 3 lenços (sou apegada a eles, e óbvio que comprei mais durante a viagem)

- 1 pijama

 

B) Necessairie

-Maquiagem: corretivo, bb cream, blush, estojo de sobras, lapis de olho, rimel, po compacto, batons (não abro mão nem acordando as 4 da manhã!)

-Geral: Alcool Gel (super aliado), mm creme hidratante com filtro solar (que eu usava de dia e de noite hahaha), um mini protetor que carregava na bolsa, bepantol (coisa que mais amo!), protetor labial, levei um 3 porque vivo perdendo, shampoo, condicionador (mini), sabonete liquido, creme para mãos de bolsa, alicate, trim, lixa de unha (esses 3 foram muito uteis, o que mais sofreu com a secura do deserto foram minhas cuticulas, quem diria!), elasticos, presilhas de cabelo e escova de cabelo.

-Remédios: Neosoro, colírio (achei que seria megaaa util, mas meus olhos não sofreram tanto), advil, floratil, plasil, ponstan, e um antibiotico que a tia do Pedro, que é médica, receitou, no caso de pegarmos alguma infecçao alimentar (ainda bem que ninguém precisou usar)

 

C) Eletrônicos e outros: levamos um camera fotografica; um pau de selfie; um mini tripé; power bank (simplemente essencial!); lanterna (boa para hostels); carregadores de celular e camera; secador de cabelo (foi util no frio do uyuni); caneta; travesseiro de pesoço.

Ufa, acho que não esqueci nada^^

 

*Deixamos algumas coisas para comprar em La paz, como luvas, meias e gorros de lã.

 

1.5) Money:

Eu e o Pedro levamos juntos 1300 dolares, 500 reais e uns 100 bolivianos do Brasil, achamos muito dificil separar as contas, então tratamos esse dinheiro como dos 2, rs.

Vale lembrar que já tinhamos comprado alguns pedaços da viagem no Brasil, como o bus ida e volta de La Paz para o Uyuni (lendo os relatos, fiquei com tanto medo de pegar um bus de nativos que comprei na Todo Turismo pelo site), os trens para Machu Picchu e a entrada em Machu.

Como eu e o Pedro, somos um tantinho gastões e não economizamos com comida, torramos todo nosso dinheiro, e ainda gastamos uns 150 dolares cada, no cartão.

 

2) O roteiro:

Segue o roteiro que seguimos. Eu já estava conformada que seria muito apertado e se alguma coisa desse errado ou atrasasse eu provavelmente teria que pular alguma parte, mas incrivelmente, tudo deu muito certo ::mmm: (com exceção de uma mudança na ida para Machu Picchu, que eu conto depois).

 

Dia 0: Partir de avião

Dia 1: Chegada em La Paz, conhecer a cidade e aclimatação

Dia 2: Compras em La Paz, andar pela cidade e pegar o busão para o Uyuni

Dia 3: Tour Salar do Uyuni

Dia 4: Tour Salar do Uyuni

Dia 5: Volta do Uyuni e pegar busão de volta para La Paz

Dia 6: Copacabana e Isla del Sol

Dia 7: Copacabana, Puno e Ilhas de Uros

Dia 8: Cusco e Vale Sagrado

Dia 9: Aguas Calientes

Dia 10: Machu Picchu e Ollantaytambo

Dia 11: Ollantaytambo e Cusco

Dia 12: Cusco e Lima

Dia 13: Lima

Dia 14: Volta para São Paulo

 

3) Dicas e comentários gerais:

- Aproveite as oportunidades que a vida te da de usar um banheiro bom e de graça. Não é sempre que você vai encontrar um.

- Aproveite para carregar seus aparelhos quando tiver uma tomada por perto. Elas não são muito numerosas nos quartos dos hostels, muitos menos no salar do Uyuni.

- WIFI funciona sim na Bolívia. Acho que li em tantos lugares, pessoas que tiveram experiencias ruins com os serviços da Bolivia, que ja cheguei la esperando alguma coisa dar errado e não funcionar, mas minhas expectativas não se realizaram e tudo deu certo ::cool:::'>

 

Vamos à viagem!

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Dia 1! - La Paz

 

Após uma viagem longa com escala em Lima e Santa Cruz de la Sierra, finalmente chegamos a La Paz, no dia 18/09 por volta das 8 da manhã (até então não faziamos ideia do fuso horario que estavamos, meu celular marcava um horario e o do Pedro outro) e pegamos o primeiro taxi que apareceu na nossa frente direto para o hostel Wild Rover.

 

O caminho do aeroporto em El Alto até o hostel, não durou mais que 25 min (era domingo) e o taxista cobrou 70 bolivianos, que pelo que eu tinha pesquisado é o que a maioria paga por esse trecho.

 

Fizemos o check in e a recepsionista falou que só poderiamos entrar no quarto após as 14h, mas que poderiamos guardar as malas e usar as outras dependencias do hostel (bar, banhieros...).

 

Guardamos as malas e pedimos indicação de onde poderíamos tomar café da manhã na cidade, falaram para a gente ir no Alexander Coffe que ficava a umas 3 quadras do Hostel. Andamos até lá, até então sem sentir os efeitos da altitude e o lugar me pareceu um pouco escuro e desses mais caros, mas não tinhamos muita opção, por ser domingo, a maioria dos lugares estava fechada. Então entramos e pedimos um omelete com torradas, 2 croissants, 2 chás de coca e um café, tudo por 60 bolivianos. Estava tudo gostoso, nada demais e as atendentes eram um pouco devagar, por isso recomendo que se vocês tiverem mais opções procurem outro lugar.

 

Saimos do café e fomos conhecer a cidade andando pelo centro. Andamos pelas principais praças e igrejas. A cidade é bastante tranquila e segura para se conhecer caminhando, a maior dificuldade são os sobes e desces das ruas que, somados à altidude deixam a gente cansados bem rapido. Senti muita dificuldade no primeiro dia, de quadra em quadra, eu precisava parar para dar uma respirada, mas fomos fazendo devagar e deu para andar bastante.

 

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Fomos conhecer o mercado das bruxas, que confesso que achei que seria bem maior e mais chocante, mas na verdade é uma rua com bastante coisa artesanal para vender, vale muito a pena dar um passeio por lá. Foi lá que compramos meias e polainas de lã (entre 15 e 20 bolivianos), luvas (comprei uma forrada por 30 bolivianos) e gorros (os mais forrados por dentro custam 25 bolivianos). Também compramos um saquinho de balas de Coca (são bem melhores que o chá que não tem gosto de nada) por 10 bolivianos, e não sei se foram elas, mas tirando a falta de ar do primeiro dia, não tivemos nenhum problema de Soroche).

 

Como já comentei, era domingo e não conseguimos achar nenhuma casa de cambio aberta, então tivemos que pagar as compras em dolares (1 dolar = 6,9 bolivianos). Eu e o Pedro somos péssimos em pechinchar, mas sempre dá para você pedir para dar uma arredondada nos valores, ainda mais se tiver levando mais de uma coisa da loja. ::otemo::

 

Após as compras, nosso relógio estava marcando quase meio dia, então resolvemos procurar algum lugar para almoçar e depois caminhar tranquilos para o hostel para dar entrada no quarto. Achamos o English Pub no caminho, que eu já havia lido em vários lugares sobre ele, então resolvemos comer por lá mesmo. Pedimos um frango (eu)/ carne (Pedro) com pure, legumes e suco de laranja. Estava tudo muitooo bomm (o pure era super gostoso, pensa que não tirei foto ::putz:: ) e pegamos 136 boliviados tudo.

 

Hora de voltar pro Hostel! Aqui o primeiro drama do dia: o hostel é super bem localizado, perto do centro e tal..mas para chegar precisa subir 3 quadras tipo 90 graus (exagerei um pouco..mas na hora pareceu), sério eu via umas senhorinhas subindo eu eu quase morrendo desmaiada na rua, tive que parar a cada tipo 3 passos. Mas depois de muito sacrificio eu venci e chegamos 2 em ponto para entrar no quarto e dar uma descansada no quarto (afinal não tinhamos durmido a noite no avião).

 

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Só que para nossa alegria as 14h do relógio do Pedro era 13h na Bolivia ::putz:: e a moça da recepção falou que teríamos que esperar mais hora hora para entrar no quarto! E eu e o Pedro só pensávamos em durmir!! ::sos::

 

Fomos então fazer hora no bar do Hostel, compramos 2 aguas de 2L (10 bolivianos cada) e esperamos..esperamos...

 

Enfim, 2h fomos para o quarto (sobe, desce, sobe e desce escadas...tipo um labirinto) e tiramos um

cochilo da tarde. Lá pelas 16:30h, acordamos e fomos tomar um banho, para dar uma volta na noite.

Decidimos ir ao mirador Killi Kilii, por indicação de um recepcionista, o caminho é perto para ia andando e passa no meio dos moradores locais, então fomos perguntando se estavamos no caminho certo e todos foram muito simpáticos, querendo saber da onde eramos, comentando das Olimpiadas no rio, super fofos! Depois de muitas subidas e escadas (achei que não ia chegar ao destino), conseguimos chegar no mirador a tempo de ver o por do sol. É incrível a vista, vale muito a pena!

 

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Para terminar a noite, resolvemos aproveitar um pouco a animação do Hostel, já que no dia seguinte já iriamos para o Uyuni e não teríamos outra noite no Wild Rover.

 

Li em vários lugares que recomendavam não beber no primeiro dia de altitude e eu estava determinada a cumprir os conselhos, mas na hora desisti e decidi arcar com as consequencias. Tomamos umas 5 ou 6 cervejas de 600 ml (20 bolivianos cada) e pedimos um chickes rings (25 bolivianos) e um lanche com fritas (30 bolivianos). A comida do hostel é muito gostosa e uma certa hora da noite eles dão shots de graça (mas resolvi não abusar tanto da sorte). Nessa noite também teve um show de uma dupla inglesa Jack and Joel, um deles cantando e o outro fazendo um beat box, super legal e animou todo mundo.

 

Por volta das 23h fomos durmir (eu com meu advil em baixo do travesseiro!!mas não precisei!!rs) que ainda tinhamos muito viagem pela frente!

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Estou acompanhando seu relato. Vai ser bom para comparação, um roteiro mais gastão, kkkkk, afinal não quero economizar tanto a ponto de perder certas experiências.

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Dia 2: La paz

 

Acordamos descansados, por volta das 8h e fomos tomar café da manhã no hostel, era simples mas estava gostoso, tinha pão normal, pão integral, manteiga, geleia, café, leite e chá. O hostel também tem um cardápio no café da manhã, com omeletes, panquecas, tudo em torno de 20..25 bolivianos caso você queira dar uma reforçada no café da manhã.

 

Como tínhamos que fazer o check out no hostel até meio dia, decidimos dar uma volta na região do mercado das bruxas para comprar blusas de lã e também para conhecer melhor a área com tudo aberto (no domingo a maioria das lojas estava fechada). Passamos para trocar dinheiro em uma casa de câmbio a umas 3 quadras do hostel o câmbio estava 6,95 bolivianos = 1 dolar e 1,88 bolivianos = 1 real, e seguimos para a Calle de las Brujas. No segundo dia já estava bem mais fácil de andar sem ficar cansados.

 

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Compramos tudo que faltava para enfrentar o Salar do Uyuni (em la Paz as blusas de lã estavam entre 70..90 bolivianos) e alguns presentes para a família. Todo mundo fala que La Paz é um dos melhores lugares com melhores preços para comprar, por isso quisemos aproveitar para comprar, o problema é que fui no começo da viagem então tivemos que carregar o resto da viagem (nesse dia já falei para minha mãe trazer mais uma mala para o Peru! ::sos:: ), mas honestamente, não achei os preços mais caros no Peru, lá também dá para encontrar facilmente blusas de lã por 30..40 soles e cachecois entre 15 e 30 soles.

 

Voltamos para o hostel para tomar banho e fazer check out, para sairmos para almoçar.

 

(Parênteses sobre o Hostel Wild Rover: como já falei, ficamos em um quarto para 4 pessoas e vi muita gente comentando que é um hostel bom para festa mas não muito para descansar. Eu não achei isso, o hostel realmente é bem legal para festas, mas também foi super tranquilo para dormir, não sei se foi sorte porque ficamos em um quarto afastado do bar, mas não tivemos nenhum problema de barulho. Além de ter comidas boas como já comentei, é super limpo (os banheiros estão sempre limpos) e o pessoal que atende é super atencioso, muitos deles são viajantes que estão de passagem pela Bolivia, por um ou 2 meses e ficam trabalhando lá para conseguir uma graninha. A diária custou 38 reais por pessoa e recomendo ficar lá!)

 

Saímos para almoçar e o hostel tem um mapa com indicações de restaurantes ai decidimos parar no primeiro que encontrássemos na nossa frente (a maioria fica na mesma região do mercado das bruxas) e o escolhido foi o La Casona que tem um menu Executivo por 40 bolivianos (entrada, prato e sobremesa), comemos super bem lá, (é um restaurante chiquesinho, o pessoal que frequenta estava de social e só tinha a gente de roupa de tracking ahhaha), a entrada foi uma sopa deliciosa, para o prato principal escolhemos o pique macchu que é um prato típico da Bolívia com carne, legumes e batata e de sobremesa serviram um doce que não lembro o nome, mas era tipo uma bomba de padaria. O que é mais caro no restaurante é a bebida, o refrigerante custava 15 bolivianos , acho que é ai que ganham dinheiro ahahahha ::otemo:: .

 

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Depois de estarmos bem cheinhos do almoço fomos andar de novo!! Decidimos conhecer o outro lado da cidade, sempre que dá preferimos fazer os passeios caminhando, porque a gente acha que assim conhece melhor os lugares.

 

Começamos a caminhada da tarde indo em direção ao Parque Urbano Central (mirador Laikakota), que fica a mais ou menos 1 km do mercado das Bruxas. O parque em si é super agradável, com várias quadras e campos de futebol, além de um mirador e uma pista de cooper. Pelo que eu percebi não é um lugar muito turístico, não é muito falado nos mapas e ralatos turisticos, mas é lá que fica o letreiro com o nome da cidade, não é fácil tirar foto porque ele fica na beira do precipicio ahahah. A caminhada começou tranquila, mas a saída do parque fica pela parte mais alta, e de novo sofremos com um pouco de falta de ar/cansaço.

 

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Voltamos do passeio pela avenida “central”, que se divide entre a Av. 6 de agosto e a Av. Arce. Passeio bem legal, com muita gente na rua e um visual bem legal no final da tarde.

 

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Essa parte da cidade era bem plana, então a falta de ar não chega a ser um problema, o que é um alívio, porque em La Paz quando você menos espera aparece uma escada enorme para você subir .

Paramos numa feirinha local para comprar um UNO por 10 bolivianos, pra gente jogar nas horas que teríamos pela frente esperando os ônibus.

 

Voltamos para o hostel para buscar as malas e aproveitamos para comer por lá mesmo, jogamos um pouco de UNO até dar a hora para irmos para a rodoviária (nosso ônibus para o Uyuni saia às 21h).

 

Pegamos um taxi na porta do hostel, que cobrou 20 bolivianos até a rodoviária. Chegamos lá e descobrimos que a Todo Turismo ficava fora da rodoviária (faltava 15 min pras 21h), então saímos correndo e perguntamos para uma policial onde ficava a agência e ela falou que levava a gente la, super boazinha!! Chegamos a tempo e deu tudo certo, despachamos a mochila, aproveitamos o wifi da agência, demos tchau para a família e pegamos o busão!!

 

No próximo post conto dessa viagem de ônibus que era a parte que eu mais tinha medo de todo o mochilão!! :shock:

 

Comentário geral sobre La Paz: amei a cidade! Com certeza passaria mais tempo por lá para fazer todos os outros passeios turisticos. O pessoal é super simpatico, alegre e é uma delícia observar uma cidade tão colorida, com uma cultura tão diferente da nossa.

Fiz uma mapa (no paint ::lol4:: ) resumindo por onde passamos nesses dois dias.

 

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Estou acompanhando seu relato. Vai ser bom para comparação, um roteiro mais gastão, kkkkk, afinal não quero economizar tanto a ponto de perder certas experiências.

 

 

Eu e o Pedro pensamos o mesmo! Vale a pena gastar um pouquinho mais para fazermos o que temos vontade, afinal não sabemos quando vamos conseguir fazer essa viagem de novo! A Bolivia não é um país caro, a diferença entre a economia e aproveitar um pouco mais não é tanta!

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Ebaaaaa relato gastão para os cidadãos de bom gosto e que sabem apreciar uma boa comida ::lol4::::lol4::

Ansiosa pela parte do Peru ::kiss::

 

 

Nossa a melhor parte do Peru são as comidass!! ::love:: Saudadess!

Logo logo chego na parte do Peru, mas se você quiser tem o relato que o papis está escrevendo só sobre o Peru (ele é mais rápido que eu! ::lol4:: ), a gente não se hospedou no mesmo lugar em Cusco, mas já da para ter uma ideia!

 

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AAAh que linda! Adoro ficar íntima das pessoas! kkkkk ::love::

Não dá pra resistir mesmo a uma bebidinha no WR! E a comida também é mara!

PS: não consegui ignorar os freeeee shooooots ::mmm:

Ótimo relato! ::otemo::

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    • Por felipenedo
      Olá amigos viageiros!!!
       
      Aqui vai um pouquinho da minha primeira visita ao Hawaii, algum tempo atrás!!!
       
      Para mais detalhes e o book completo das fotos, podem ir lá no meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
      E para seguir no Insta: @profissaoviageiro
       
       
      Fui para a Big Island, casa do feroz vulcão Kilauea.
       
      Aproveitei que meus pais estavam indo para lá e arrumei um sofá para mim no hotel que estavam!
      Foi uma hospedagem mais confortável das que costumo pegar por conta própria!!!!!
       
      Cada uma das ilhas do Havaí tem sua característica: Oahu tem a estrutura de Honolulu e as ondas de North Shore; Maui (que ainda não conheço) tem suas lindas praias; E a Big Island tem a natureza abundante e a fúria de seus vulcões!
      A Big Island é linda!!!!! Os pássaros, a paisagem, a vida marinha, as praias, enfim, absolutamente tudo é lindo lá!
      Como não é a ilha mais habitada, essas belezas naturais são muito preservadas, mas vendo também a parte das facilidades, as vezes não era fácil achar um restaurante aberto de noite para jantar um pouco mais tarde, por exemplo.
      Fiquei hospedado na cidade de Kailua.
       
      E assim foi...
       
      Dia 1 - 20/06
       
      Depois de encontrar meus pais no aeroporto de San Francisco, eu vindo de Los Angeles e eles de algum outro lugar que não me recordo agora, pegamos o voo juntos para Kailua. São aproximadamente 5 horas de voo.

       
      Chegamos, pegamos o carro alugado e fomos para o hotel.
      Esse primeiro dia não fizemos muita coisa e ficamos curtindo o hotel mesmo. Era um lugar bem bonito com muita coisa para fazer.



       
      Será o São Benedito?!?!?!

       
       
      De tarde teve uma cerimonia havaiana para os hospedes e depois eu tratei de reservar os mergulhos que queria fazer lá para os dias seguintes.

       
       
      Dia 2
       
      De manhã fomos visitar uma praia de areia preta.
      A areia é assim por conta de pequenos fragmentos de lava que se acumulam nessas praias.

       
      De tarde eu saí para meu primeiro mergulho.

       
      A visibilidade estava muito boa e tinha muita vida lá!!!







       
      Depois um tempinho na superfície para comer alguma coisa, assistir o lindo por do sol e se preparar para o mergulho noturno com as Raias Mantas!

       
      O mergulho é específico para ver as raias se alimentando durante a noite.
      São colocadas lanternas no fundo do mar para atrair o plancto, e, consequentemente, as raias!
      Elas ficam muito perto de nós e passam sempre encostando em nossas cabeças! Por isso nesse mergulho nem pode descer com snorkel acoplado na mascara, pois pode pegar nelas.



       
      São animais maravilhosos!


       
      Elas ficam dando um looping para pegar o plancto que é espetacular de assistir!!! Aquele bixo monstruoso dando voltas e mais voltas, comendo um bichinho que a gente nem consegue ver!

       
      Ainda consegui ver alguns peixes, uma moréia e uma linda Siba!



       
      Missão cumprida! Bora descansar para o outro dia!
       
       
      Dia 3
       
      Esse dia fomos passear pela ilha, parando em alguns lugares, incluindo o jardim botânico.






       
      Aqui já dentro do Jardim Botânico











       
      Depois fomos conhecer o norte da ilha


       
      Dia 4
       
      Logo cedo já saí para mais 2 mergulhos.

       
      Mais uma vez as condições estavam muito boas e foram dois ótimos mergulhos!




       
      Aqui mais um exemplo da diferença de fazer isso em países de primeiro mundo… Um cardume de golfinhos cruzou nosso barco e o instrutor disse que quem quisesse cair para nadar com eles, estava liberado… Ele apenas passou algumas rápidas instruções e estávamos liberados!

       
      Aqui no Brasil os caras nem sonhariam em permitir isso, como eu já presenciei.
      Bom, claro que peguei minha máscara e me joguei na água.
      Foi sensacional!


       
      Depois Descemos para o segundo mergulho



       
      E foi isso, fim dos mergulhos na Big Island!

       
      De tarde ficamos curtindo o hotel e a região por ali.











       
      Dia 5
       
      Tiramos esse dia para conhecer o Parque Nacional dos Vulcões.

       
      Um lugar impressionante com vários vulcões ativos e um cenário maravilhoso!


       
      Também caminhamos pelos túneis de lava (Lava Tubes), que são túneis esculpidos pela lava procurando um lugar para sair!

       
      A natureza no local é impressionante, especialmente por pensar que estamos basicamente em cima de pedra!



       
      Aqui estamos dentro da cratera de um vulcão ativo...

       
      Quando de repente surge esse arco íris que fica somente dentro da cratera

      Realmente isso é quando a natureza sorri para você!!!!!

       
      Passamos praticamente o dia inteiro dentro do parque
       
      De noite fomos ver a lava de um vulcão em erupção que fica constantemente derramando lava na ilha.
      As fotos ficaram muito ruins, mas a cena de ver a lava descendo do vulcão é espetacular!




       
      Impressionante e lindo!
       
      Dia 6
       
      Era nosso último dia inteiro e decidimos sair para explorar as praias da ilha.
       
      Saímos rodando curtindo a natureza!
      São muito pássaros por lá!













       
      Praias de pedras vulcânicas de todas as cores!



       
      Várias espécies de animais...



       
      Árvores...

       
      Um lugar para ver os Petroglifos das civilizações que viviam lá há centenas de anos atrás.



       
      Paramos em praias de areia branquinha e água muito gostosa.


       
      São muitas por la!!!

       
       
      Aqui uma praia de pedras vulcânicas bem branquinhas!

       
      Essas “lagoas” são áreas preservadas que possuem ligações subterrâneas com outras lagoas.


       
      E por fim ainda vi algumas ondas havaianas que são bem mais raras nessa época do ano!

       
      Dia 7
       
      Dia de se despedir do Hawaii! 
      Acordar e direto para o aeroporto.
       
      A Big Island é um lugar único! Lugar onde a natureza não está para brincadeira!!!!
      Espero voltar um dia!
       
       
      Se eu puder ajudar com alguma dúvida, é só mandar!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      www.profissaoviageiro.com
      Insta: @profissaoviageiro
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do nosso mochilão batizado de Trinca de Áries pelo litoral do Uruguai.
       
      1º Dia: Partida - 26/12/17 - 19h30min - São Paulo x Porto Alegre - Empresa de Ônibus Penha - R$226,65
          Partimos de São Paulo Capital do Terminal Rodoviário do Tietê às 19h30min do dia 26 de Dezembro de 2017 em direção ao sul do país para cruzarmos a fronteira do Brasil com Uruguay. Depois de uma chegada conturbada ao terminal do Tietê conseguimos embarcar sendo os últimos a entrar no ônibus com um pequeno atraso rs. A viagem seguiu tranquila com paradas de 3 em 3 horas de 25 a 30 minutos. Chegamos em Porto Alegre às 16h00. 
       
      2º Dia: 27/12/2017 - 23h00 - Porto Alegre x Chui - Empresa de Ônibus Planalto - R$145,45 - Guarda volumes R$8,00 - Banho R$15,00 
          Chegando na capital gaúcha na Estação Rodoviária Central fomos logo comprar as passagens com a empresa Planalto para o Chui. Passagens compradas encontramos um guarda volumes no terminal para guardar nossas mochilas por R$8,00 pois iriamos embarcar somente às 23h00 para o Chui. Decidimos andar um pouco pelos arredores da rodoviária, andamos por algumas praças visitamos o Mercado Público e logo fomos procurar as margens daquele imenso rio que cortava a cidade toda. E encontramos!                                                                                                                                                   

       
        
           Depois de andar um bocado pela cidade, comer e tomar a cerveja Polar famosa no sul, fomos para as margens das águas do rio Jacuí e encontramos um dos mais belos por do sol do mochilão, ficamos algumas horas contemplando aquele momento.
       

       
           Após esse espetáculo da natureza gaúcha retornamos para o terminal rodoviário para pegar as mochilas no guarda volumes e tomar um belo e merecido banho que encontramos no terminal rodoviário custando R$15,00 Reais por 8 minutos de banho quente. E acreditem, o tempo dá e ainda sobra rs! Banho tomado, celulares recarregados, barriga cheia é pé na areia, fomos para a plataforma de embarque aguardar o ônibus do nosso próximo destino, o Chui. 
       
      3º Dia: 28/12/2017 - 9h30min - Chui x Punta Del Diablo - Empresa de Ônibus Rutas Del Sol - $97,00 Pesos - Câmbio 8.30 - Taxi $150 Pesos - Camping $140 Pesos - Glamping $160 Pesos 
          Desembarcamos no Chui por volta das 7h00 da manhã, a cidade ainda estava acordando e não havia muitas pessoas pelas ruas. Fomos a procura das passagens para Punta del Diablo com a empresa Rutas del Sol, mas antes teríamos que atravessar a fronteira rs. Andamos algumas quadras e chegamos nas avenidas Uruguay e Brasil sendo ali a fronteira Brasil e Uruguai onde atravessamos caminhando. Pronto agora estamos no Chuy com Y mesmo ahuahuah.  Encontramos o guichê da Rutas del Sol e compramos nossas passagens por $97,00 Pesos para às 9h30min horário do Uruguai, pois não existe horário de verão como no Brasil, basta atravessar a fronteira que o horário altera, então lembre-se disso. Tomamos um ótimo café da manhã em um hotel restaurante chamado Nuevo Hotel Plaza localizado na Rua Arachanes, na mesma praça que se embarca pra Punta del Diablo. Pagamos R$20,00 Reais e comemos e bebemos à vontade depois fumamos nosso primeiro baseado em terras legalizadas ahahaha e o próximo passo seria fazer o cambio da moeda local, encontramos varias casas de cambio por ali mesmo nos arredores. Conseguimos uma cotação de 8.30 e trocamos R$250,00 Reais pois os próximos destinos não teriam casas de cambio. Embarcamos atrasados novamente, mas dessa vez pela confusão de horário que fizemos devido o horário de verão no Brasil e no Uruguay não ter. 
           Saindo do Chuy após uns 20 minutos o ônibus irá fazer uma parada na ADUANA (Administración de Aduanas de Chuy) que é responsável pela fiscalização e imigração de fronteira. Como a empresa de ônibus é uruguaia o motorista irá gritar "imigracion" mas se não houver ninguém para firmar a entrada no pais ou seja os turistas, o ônibus seguira em frente. Foi exatamente o que aconteceu com o nosso ônibus, como ninguém quis firmar a entrada no país o motorista seguiu viagem sem ninguém ao menos precisar descer do ônibus. A dica é: exija sempre sua entrada no país que estiver indo na América do sul, nós não fizemos isso como todos no ônibus e pagamos por isso na volta, mas contarei essa situação mais a frente. 
       
                                   
       
           Chegamos por volta das 11h00 em Punta del Diablo, o dia estava nublado um pouco fechado porém ainda assim não tirou a magia do lugar. Logo que desembarcamos fomos em uma barraquinha que tinha uma simpática senhora que vendia tortas de algas, compramos algumas pegamos um táxi pagamos $150 Pesos e fomos direto para o camping FLOR DE PEZ. Um pouco afastado do centrinho e do mar de Punta del Diablo o camping fica na Rua Nº1 e é muito aconchegante, limpo, com wifi, com opção de glamping $160 Pesos o dia e camping $140 Pesos o dia, com ótimos banheiros e chuveiro quente. 
             
                                   
       
           Acampamento montado fomos conhecer as praias de Punta del Diablo. Descendo a rua do camping com uma caminhada de 10 minutinhos e chegamos a Playa del Rivero. De fácil acesso, praia movimentada, embora estivesse um pouco vazia este dia devido ao tempo nublado, mas logo surgiu um sol lindo e a praia lotou de turistas. Compramos os famosos bolinhos de algas que são vendidos nas praias mesmo. Eles lembram um bolinho de arroz ou um tempurá rs, mas são muito bons, recomendo que comprem os da praia e não direto dos quiosques, pois os da praia são mais baratos, pagamos $100 Pesos por umas 15 unidades e são muito bons. Ficamos perambulando pelos arredores e fomos conhecer o mercado das Pulgas no centrinho da cidade, mais a noite a vida noturna da cidade é bem movimentada. Existem diversos bares, barracas de artesanato, comidas, lojinhas e diversos artistas. Comemos o famoso Chivito com fritas por $300 Pesos e brindamos nosso primeira praia em terras uruguaias com a deliciosa cerveja Patricia pagando em torno de $100 Pesos. Voltamos para o camping para um bom e merecido descanso. ZZZzzzzZzzZzzz...
       
                                          
       
         
       
       
       
       
       
       
       
       
       
           
           Energias recarregadas bora conhecer outros lugares, fomos para Playa de los Pescadores e logo a frente o Monumento do General Artigas e vimos de longe a Playa de la Viuda que fica um pouco afastada. No Monumento do General Artigas conhecemos um casal de Blumenau que estavam indo para o nosso próximo destino, Valizas. Eles gentilmente ofereceram uma carona para nós, o que poupou o valor do transporte, combinamos de encontrar umas 16h30min. Fizemos nossas mochilas, erguemos acampamento, despedimos da galera do camping e fomos nos encontrar com casal de Blumenau para seguirmos para Valizas.  
       
        
       
      5º Dia: 29/12/2017 - 17h10min - Punta Del Diablo x Valizas - Carona R$0,00 - Camping $350 Pesos - Cuia, bombicha e garrafa térmica $118 Pesos 
           Chegamos em menos de 1h em Valizas e fomos direto ao camping LUCKY VALIZAS para tentar encontrar vagas. Encontramos um Eco camping todo estruturado, com muitos animais, ótimos banheiros com água quente, boa cozinha, ótima área de camping, quartos compartilhados, suítes e localizado a algumas quadras da praia. Fechamos 3 dias por $1050 Pesos pois iriamos precisar de três dias para conhecer Valizas e fazer a travessia para Cabo Polônio para passarmos a virada de ano. 
       
                                         
       
         
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
           Montamos nossas barracas novamente e saímos para conhecer as praias de Valizas. Caminhas uns 10 minutos com o sol ainda alto no céu e encontramos uma praia com uma faixa de areia extensa, com as dunas em direção a Cabo Polônio separadas por um estreito rio que quando a maré esta baixa pode se atravessar com a água nos joelhos. Decidimos ficar o resto da tarde na praia e fomos presenteados com um belo por do sol.    
       
                      
       
            Ficamos muito felizes com o camping que escolhemos, parecia q estávamos em uma fazendinha com vários animais ao nosso arredor rs, a energia do lugar era muito boa, fomos muito bem recepcionados neste belíssimo Eco camping. Quando a noite caiu fomos ao centrinho de Valizas, com algumas opções de restaurantes, bares, diversos tipos de artesanato e muitos artistas pelas ruas. Em uma rua encontramos varias apresentações feitas na rua livre pra todo mundo ver. Uma pena que chegamos bem no finalzinho das apresentações mas já dava pra notar que ali seria o nosso lugar! Entramos em uma loja das famosas cuias para se tomar chá que os Uruguaios tanto gostam. Compramos a cuia com a bomba mais a garrafa térmica por $118 Pesos, só faltava o chá que nos mercados locais achamos facilmente. 
       

       
           Acordamos no sétimo dia um pouco mais cedo pois iríamos fazer o ponto mais alto do nosso mochilão, a travessia pelas dunas e pelo mar de Valizas até Cabo Polônio. Levamos 2 mochilas com algumas cobertas, blusas de frio, lanternas, água e algo para comer. Optamos dessa forma para poupar peso durante o trekking de 4 horas. 
       
      7º Dia: 31/12/2017 - 16h00min - Valizas x Cabo Polônio - Trekking 4hs - Travessia barco $50 Pesos - Chivito $200 Pesos - Cerveja Patricia $140 Pesos - Farol $25 Pesos 
            Saímos do camping por volta das 15h00, fizemos uma boa alimentação antes, passamos bastante protetor e nos dirigimos a travessia de barco pois o mar este dia estava muito alto para atravessar a pé com as mochilas, pagamos o valor de $50 Pesos por pessoa e em 5 minutos estávamos do outro lado. A caminhada começa pelo lado direito seguindo o rio e alguns metros a  frente começamos a andar nas dunas a esquerda, um nativo nos indicou desta forma pois o caminho seria menor.
       
                                                    
       
       
       
       
       
       
       
       
           Andamos umas 2 horas e chegamos a um mirante que tem uma vista fantástica de Valizas e de todo caminho q iriamos percorrer até Cabo Polônio. Decidimos sair das dunas e caminhar pelo mar pois a terra era mais firme e não cansava tanto. O caminho pelo mar era incrível, caminhamos vendo um por do sol sensacional e já enxergando o farol de Cabo Polônio em nossa frente. Encontramos também alguns animais mortos pelo caminho, na maioria filhotes de lobos marinhos que provavelmente se separaram de seus pais e não conseguiram encontra los mais, triste porém é a natureza! Chegamos no farol por volta das 19h00 e fomos direto para colônia de lobos marinhos que existe atrás do farol. Foi lindo ver tantos lobos marinhos juntos, gritando, brigando e procurando um espaço nas pedras, ficamos emocionados e realizados por tudo aquilo que estávamos vendo. Assim que a noite veio fomos para o centrinho de Cabo Polônio, afinal de contas era o último dia do ano e tínhamos que encontrar algum local pra comer, passar a virada e dormir.  
           


                                                                                                                                   
       
           Encontramos um ótimo local que servia chivito por R$200 Pesos e cerveja Patrícia por R$140 Pesos. Energias recarregadas ficamos perambulando pelas ruazinhas de Polônio onde se encontra diversos bares, restaurantes e lojinhas com maravilhosos artesanatos. Passamos a virada por ali mesmo com aquele céu lindo cheio de estrelas, assistimos diversas queima de fogos iluminando aquela pequena vila e nos mostrando um pouquinho do que iríamos ver quando o sol nascer, pois Cabo Polônio não existe energia elétrica. Após toda festividade de ano novo nos dirigimos para praia e encontramos uma cabana de salva vidas onde nos abrigamos da fina chuva que se iniciou na madrugada. Acabamos dormindo por ali mesmo. 
           O sol nasceu  pela primeira vez em 2018 nos mostrando a verdadeira magia daquele lugar, nos deparamos com uma bela praia com um céu muito azul e um belo farol que estava fechado pelo feriado mas tinha um valor de $25 Pesos. Andamos por toda a vila e fomos novamente para a colônia de lobos marinhos atrás do farol. Uma imagem quase que de Discovery Channel hahaha. Ficamos horas contemplando aquela fantástica paisagem.
       

          
          
       
           A volta para valizas foi um pouco cansativa, saimos por volta das 14h00 e fomos somente pelo mar fazendo o percurso mais longo mas muito bonito também. Paramos poucas vezes para tomarmos água e fotografar pois teríamos que chegar a tempo de conseguir transporte para o nosso próximo destino, Montevidéu. 
       
         
       
       
           Chegamos no camping e tivemos a infelicidade de encontrar nossas roupas ensopadas dentro da barraca pois na noite da virada ocorreu um temporal no camping molhando quase todas as barracas que estavam por la. Tivemos que retirar toda roupa e colocar para secar no camping antes de partirmos. Roupas secas, mochilas prontas, levantamos acampamento e nos despedimos mais uma vez e lá fomos nós para o nosso próximo e ultimo destino, a capital do Uruguai Montevidéu.  
       
      8º Dia: 01/01/2018 - 18h00min - Valizas x Montevidéu - Empresa de Ônibus Rutas Del Sol $601,00 Pesos - Hostel $600 Pesos - Taxi $180 Pesos - Cerveja Patricia $104 Pesos - MSC - Museu da Maconha $200 Pesos - Ceda $100 Pesos - Maconha $200 Pesos a grama - Hamburguesas $200 Pesos - Câmbio 8.10
           Conseguimos um ônibus em Valizas por $601 Pesos e somente lembro de sentar na minha poltrona fechar os olhos e abrir em Montevidéu pois o cansaço da travessia de 22km de ida e volta entre Valizas a Cabo Polônio naquela hora deu sinais de que iria nos derrubar. Já no Terminal Rodoviário Tres Cruces por volta das 23h00 decidimos pegar um táxi por $180 Pesos para irmos direto para o Hostel que um amigo tinha indicado, seguimos direto para o Bo! Hostel que fica na rua Canelones, 784 atrás do Teatro Solís. Fizemos o check-in pagamos $600 Pesos na diária com café da manhã incluso. A galera do hostel nos recebeu muito bem, o lugar é limpo, com quartos para casais e compartilhados, banheiros limpos, com ótimo wifi, salão de jogos, um lindo terraço, ótima cozinha e uma galera muito legal que nos deixou bem à vontade. 
       
           
        
                 
       
                Andamos quase toda capital a pé e com transporte público que é bem barato, conhecemos o Teatro Solís, a Plaza Independencia, o Mercado del Puerto, caminhamos alguns quilômetros pelas maravilhosas Ramblas onde fomos presenteados por paisagens que são de encher os olhos de lágrimas. O por do sol visto da Rambla é sensacional e emocionante. Foram momentos únicos de contemplação que fazem você refletir sobre diversas coisas na sua vida. Chegando nos dias finais do nosso mochilão, um de nós como previsto iria partir para São Paulo no dia seguinte. Saímos do hostel a tarde e fomos acompanhar nossa amiga e parceira de mochilão até o terminal Tres Cruces para retornar a São Paulo. Aproveitando que estávamos no terminal novamente fizemos o cambio por ali mesmo, vale a pena dar uma pesquisada em algumas casas de câmbio que tem do lado de fora do terminal também pois você pode encontrar melhores taxas de câmbios. Tarefas cumpridas, fomos atrás da famosa maconha do Uruguay e encontramos pelo valor de $200 Pesos a grama valendo muito a pena pois é de alta qualidade e pura, já a ceda achamos um pouco cara, um pacote de ceda compramos por de $100 pesos, em torno de R$15,00 Reais.     
       
          
          

          
        

       
            No dia seguinte fomos ao Museu da Maconha de Montevidéu - MCM que fica na rua Durazno, 1784. O museu conta toda história da maconha no mundo desde o começo até os dias de hoje e conta também o processo de legalização no Uruguay. Pagamos $200 Pesos para entrar e ficamos um bom tempo la com os funcionários já que fomos os últimos a entrar no museu.
            A vida noturna em Montevidéu rola diversos bares e pubs, encontramos um que se chama Rock es la Cultura localizado na rua Sorlano, 952. O Pub é totalmente voltado para o rock com fotos de bandas por toda parte, televisões passando clipes e shows e um palco para bandas se apresentarem, o que não aconteceu aquele dia. Tomamos um ótimo vinho, ouvimos uma boa música e comemos uma pizza bastante saborosa e retornamos ao hostel.
          Compramos diversas tipo de alimentos em free shops que ficam espalhados pela cidade, um deles chamado Devotos Express encontramos ótimos preços para alimentos, bebidas, alfajores, doces de leite entre outras coisas, vale muito a pena comprar nestes lugares. Comemos também as famosas Hamburguesas por $200 Pesos pedindo pelo telefone no próprio hostel e ainda vem com várias batatas fritas e bem rápido a entrega, uma ótima e barata opção pra matar a fome. 
       
          
        
       
           No penúltimo dia em Montevidéu fui até ao terminal garantir as passagens para São Paulo. La no guichê descobri que quando entramos no país deveríamos ter firmado a entrada na ADUANA (Administración de Aduanas de Chuy), sendo assim não conseguiríamos pegar um ônibus direto para São Paulo pois na ADUANA na volta iriam solicitar a entrada e como não tínhamos firmado seria cobrado uma multa de $2.800 Pesos. Por causa desta falta de informação decidi pegar um ônibus de Montevidéu para o Chuy e fazer a rota que eu fiz para entrar no país sendo aconselhado pela atendente da empresa de ônibus pois seria a melhor forma de voltar ao Brasil sem ter que pagar a multa. Então quando passarem pela Aduana lembrem se de solicitar a entrada no país pois na voltar se não estiver com a entrada será cobrado multa. 
           Acordamos arrumamos nossas mochilas, fizemos o check-out no Bo! Hostel e fomos para o terminal de táxi para nos despedirmos, pois iríamos para lugares diferentes. Eu tinha que seguir para o Chuy e minha companheira de mochilão junto com seu novo companheiro alemão iriam para Santa Tereza. Nos despedimos e eles embarcaram primeiro, uma hora depois foi a minha vez de embarcar. Hasta luego Uruguay! 
       
        
           
      13º Dia: 06/01/2018 - 14h30min - Montevidéu x Chuy - Empresa de Ônibus Rutas Del Sol $701,00 Pesos - Hostel R$50 Reais - Churri R$8,00 - Cerveja Glacial R$5,00 
           Chegando no Chuy por volta das 19h30min recebi a informação que não havia mais passagens para São Paulo e nem para Porto Alegre para aquele dia, então comprei uma passagem para Pelotas-RS para o outro dia de manhã para não ter que ficar muito tempo no Chuy. Conheci um colombiano na mesma situação que a minha mas que iria ficar em Florianópolis, nos unimos para procurar um hostel barato para passar a noite até o embarque de manhã. Conseguimos depois de algumas tentativas encontrar um hostel barato, fomos orientados a procurar pelo Poseidon Hostel que fica na rua Chile, 1131 no lado do Brasil. Fomos recepcionados pela dona do local com muita simpatia e cordialidade. Fizemos o check-in por R$50,00 Reais para passarmos a noite em um quarto compartilhado. Tomamos um bom banho e fomos ao lado Uruguaio comer alguma coisa pois estávamos mortos de fome. Encontramos um Senhor que vendia churri, um tipo de sanduiche rercheado com linguiça, vinagrete e com um pouco de pimenta tostado em um tipo de churrasqueira, pedi um churri por R$8,00 Reais e uma cerveja Glacial latão por R$5,00 Reais.
       
        
        
       
           Acordamos por volta de 7h00 e fomos para o terminal de ônibus para embarcar para Pelotas, no caminho vimos que duas argentinas que estavam no mesmo hostel que nós iriam para Pelotas e depois para Florianópolis também como o colombiano. Bastou um pouco de conversa e estávamos todos unidos para o mesmo destino, Pelotas. 
       
      14º Dia: 07/01/2018 - 9h00 - Chuy x Pelotas - Empresa de Ônibus Expresso Embaixador R$61,00 Reais
           Desembarcamos em Pelotas por volta das 13h00, como meu próximo destino era Curitiba e o horário que consegui passagem era para 18h30min ficamos aguardando debaixo de uma bela árvore na rodoviária jogando conversa fora até dar nosso horário. 
       
      14º Dia: 07/01/2018 - 18h30min - Pelotas x Curitiba - Empresa de Ônibus Penha R$226,46 Reais
           Saímos de Pelotas as 18h30min e no meio do trajeto por volta das 05h00 de uma manhã com muita chuva em Florianópolis me despedi dos três amigos que desembarcariam na ilha da magia. Até Curitiba ainda restavam algumas longas horas.
       
      15º Dia: 09/01/2018 - 14h00 - Curitiba x São Paulo - Empresa de Ônibus Cometa R$118,00 Reais
           Por volta de 13h00 desembarquei em Curitiba e fui direto ao guichê da Viação Cometa garantir minha passagem o mais rápido possível para São Paulo. Consegui para às 14h00 do mesmo dia. Comi alguma coisa no terminal rodoviário e embarquei para o destino final do mochilão chegando por volta das 21h30min do dia 9 de Janeiro de 2018 onde se encerra meu primeiro mochilão pelo Uruguay. 
       
      Gastos totais: R$1.662,56
       
       
      Muchas Gracias!

       
       
    • Por casal100
      Terminamos ontem, domingo 24.06.2018, o mais novo Caminho do Brasil  (Cora Coralina), situa-se no estado de Goiás, inicia na cidade de Corumbá de Goiás terminando no município de Goiás(antiga Goiás velho), terra da escritora que dá nome ao caminho. São aproximadamente 300 quilômetros de extensão, passando por alguns municípios e distritos do interior Goiano.
      Obs.: Paisagens magníficas, trilhas bem demarcadas(algumas difíceis), rica culinária, visualização de pássaros  (destaco a quantidade de Araras e tucanos), receptividade incrível do povo Goiano, riquíssima cultura, muita histórias e estórias,  foram 11 dias de muita alegria e tranquilidade,  nenhum problema.
      Apesar desse caminho ter sido inaugurado a somente 2 meses, destaco que, pela quantidade de atrações, sinalização, apoio dos idealizadores, recebimento dos peregrinos,  esse caminho, sem dúvida está entre os 5 melhores caminhos do Brasil. SHOW DE BOLA.
      Site do caminho: http://caminhodecoracoralina.com.br
      Alguns relatos:
      https://descobertasbarbaras.com.br/como-e-fazer-o-caminho-de-cora-de-coralina-trecho-a-trecho/
      http://www.mtbbrasilia.com.br/2018/04/24/caminho-de-cora-coralina-trecho-2-de-salto-de-corumba-a-pico-dos-pireneus/

    • Por samir.oliveira
      Olá, pessoal. Acompanho o fórum há muitos anos, mas nunca havia feito nenhuma contribuição. Recentemente, em fevereiro e março deste ano, fiz um mochilão de 30 dias por Bolívia, Peru e Colômbia e gostaria de compartilhar com vocês um episódio bem lamentável que ocorreu comigo. Sei que a intenção aqui também é compartilhar as experiências positivas e relatos de viagem, algo que também pretendo fazer. Essa viagem foi incrível e a Bolívia é maravilhosa. Não quero com este post desestimular ninguém, muito menos generalizar todo um país. Apenas compartilho o que aconteceu comigo, para que outras pessoas possam se prevenir e encarar uma situação dessas com mais preparo e informação. Aliás, essa é a primeira vez que falo "publicamente" sobre isso, algo que apenas amigos próximos e familiares sabem.
      Pois bem, eu entrei na Bolívia em um voo, por Santa Cruz de la Sierra, onde fiquei apenas algumas horas até tomar um avião para Sucre. Prestem atenção nas informações que darei agora, elas serão importantes mais adiante. Quando desembarquei e fui passar pela imigração, entreguei meu passaporte à funcionária e informei quantos dias permaneceria no país, conforme ela me perguntou. Ela me entregou o passaporte carimbado e foi isso. No avião preenchi um cartão a Receita Federal boliviana, com informações básicas para entrar no país. Este papel eu tive que entregar na Aduana e lá ficou. Lembro de ter perguntado se eu deveria ficar com alguma cópia ou algo assim, mas me disseram que era aquilo mesmo e que eu poderia seguir.
      Bom, fui para Sucre e lá permaneci duas noites. É uma cidade incrível, muito segura e tranquila, com a possibilidade única de conhecer mais sobre a história da Bolívia através da visita guiada na Casa Libertad. De Sucre segui para Uyuni, onde passei duas noites: uma quando cheguei, para no dia seguinte partir ao tour de 3 dias pelo Salar e redondezas, e outra quando regressei, para descansar antes de seguir viagem até La Paz. O tour pelo Salar foi maravilhoso, uma experiência única e inesquecível. Nem mesmo os perrengues e as precariedades abalaram a sensação de estar diante de algo totalmente inspirador e novo. Pelo contrário, acho que perrengues e precariedades já eram esperados e até fazem parte deste tipo de roteiro. 
      Fiz o tour com a Quéchua Connection, que prestou um serviço de primeira. O guia José foi atencioso do início ao fim. O grupo, composto por mim, 5 colombianos e um casal de búlgaros, também estabeleceu uma ótima relação. Viajávamos em dois carros: um transportava os colombianos e no outro iam eu, José, o motorista e o casal de búlgaros, Alex e Borianna. Estávamos retornando a Uyuni pela rodovia principal após três dias intensos de tour. Eis que a Polícia Nacional monta um bloqueio na estrada e para o nosso carro. Um policial nada simpático se apresenta e pergunta quem está no veículo, para onde íamos e o que estávamos fazendo. Enquanto isso outros policiais cercam o carro e observam atentamente o interior. Todos estavam com cara de poucos amigos e armas bem grandes nas mãos, tipo aquelas utilizadas pelos seguranças de carro-forte que abastecem os caixas eletrônicos.
      O motorista então informa que no veículo há dois bolivianos, dois búlgaros e um brasileiro. O policial encarregado pede a identidade dos bolivianos, observa e devolve a eles. Em seguida pede para verificar o passaporte e o visto dos búlgaros (sim, búlgaros precisam de visto para entrar na Bolívia). Os vistos foram examinados sem problemas. Quando chegou na minha vez, o policial me pediu passaporte, tarjeta andina e certificado de antecedentes criminais. Imediatamente gelei. Eu tinha apenas meu passaporte, com o qual tinha entrado no país. Não sou uma pessoa descuidada, tampouco essa era minha primeira viagem. Eu obviamente havia pesquisado muito antes de viajar e sabia quais documentos eram necessários para ingressar na Bolívia. Poderia sequer ter ingressado com meu passaporte, usando apenas a identidade. Enfim, estava com o passaporte e o certificado internacional de vacinação. Nunca, em momento algum, eu havia topado com qualquer informação sobre necessidade de uma tarjeta andina, muito menos de certificado de antecedentes criminais. Por isso, quando o policial fez aquele pedido eu sabia que algo ruim iria acontecer.
      Informei ao policial que possuía apenas o meu passaporte, mais do que o necessário para um brasileiro ingressar no país. Relatei exatamente como eu havia entrado na Bolívia e o processo na imigração do aeroporto de Santa Cruz e na aduana. O policial, que já não estava alegre, ficou furioso. Disse que brasileiros precisam de certificado de antecedentes criminais na Bolívia, que ele não tinha como saber se eu não era um criminoso, um traficante ou um terrorista. E disse que era inaceitável ter apenas um carimbo de entrada no país no meu passaporte, sem que fosse informado quantos dias eu poderia permanecer, pois assim eu poderia ficar morando ilegalmente na Bolívia se quisesse. Foi então que ele me mostrou que no carimbo de ingresso havia um campo onde estava escrito: "Admitido hasta ____ " e um espaço em branco, onde supostamente a funcionária da imigração deveria ter escrito até quando eu permaneceria no país. Ela não escreveu, apesar de ter feito essa pergunta e de eu ter lhe dado a resposta. Na hora, cercado por policiais irritados e fortemente armados, pareceu que eu havia cometido um crime gravíssimo. Mas depois percebi que foi uma imensa bobagem e explico isso em seguida.
      O policial também disse que eu deveria ter recebido a tarjeta andina em meu voo. Relatei a ele que tinham me dado apenas o documento que ficou com a aduana, o mesmo que eu havia perguntado se deveria levar comigo e que me disseram para deixar lá com eles. Por fim ele resolveu me aterrorizar (ainda mais). Disse que eu não voltaria a Uyuni, que eu deveria descer do carro e permanecer detido ali, no meio da estrada, e que eu sequer poderia retirar minha mochila do veículo. Disse ainda que eu seria levado a uma delegacia em Uyuni e então deportado ao Brasil. E me ameaçou ainda mais, falando que eu não iria gostar nada do que iria acontecer comigo. Fiquei apavorado, em pânico, mas procurei demonstrar o mínimo possível. Não chorei, não me desesperei e não gaguejei. Segui argumentando educadamente com ele, embora minha vontade fosse dizer o quão absurdo era o que ele estava fazendo.. Felizmente falo espanhol fluentemente, então me fiz entender sem dificuldade. O guia José, ao ouvir as ameaças do policial, saiu do veículo e foi falar com ele, colocando-se entre mim e o policial. Apresentou sua carteira de guia profissional e explicou que eu era apenas um turista. O policial então perguntou: "O senhor é advogado?", ao que José respondeu que não. Então o policial disse: "Então volte para o veículo e permaneça lá. Se o senhor me dirigir mais uma vez a palavra, será preso por obstrução do trabalho policial". Foi horrível, José ficou muito nervoso e voltou para o carro absolutamente calado. Nesse momento eu tive certeza que minha viagem de 30 dias encerraria ali, sem sequer ter completado uma semana. Pior ainda: imaginei que fossem me bater e me roubar, afinal eu estava com toda a grana na minha mochila. 
      Foi então que o policial disse que iria falar com um superior pelo telefone. Após alguns minutos ele voltou e disse que "por hoje" iria deixar passar, mas ressaltou que a Polícia Nacional faz barreiras em todas as estradas e que se me visse novamente no país, eu seria imediatamente deportado. Foi horrível, seguimos a viagem atônitos, todos. José estava constrangido por seus compatriotas e explicou que infelizmente a Polícia Nacional costuma agir desta forma. Os búlgaros também relataram uma série de episódios de abuso policial em seu país. E eu estava apavorado, planejando chegar em La Paz no dia seguinte e ir direto para a Embaixada brasileira. Eis que alguns quilômetros depois havia uma NOVA barreira policial. Foi a cereja que faltava no bolo. Agora sim eu tinha total certeza de que seria deportado.
      O roteiro foi o mesmo. O policial pediu a identificação de todos, meu passaporte, meu certificado de antecedentes criminais e minha tarjeta andina. Repeti todas as explicações, esperando ser retirado do carro, mas incrivelmente este policial apenas concordou comigo e disse que eu deveria providenciar os documentos. Ele tinha outro alvo no veículo: o motorista. O motorista dirigia com segurança, mas o policial lhe passou um sermão totalmente desnecessário. Enfim, seguimos viagem.
      Quando cheguei em La Paz, fui até a Embaixada brasileira e relatei o que aconteceu. A funcionária que me atendeu sequer ficou surpresa. Disse que provavelmente o policial queria dinheiro. Mas em nenhum momento ele sequer mencionou algo parecido. Frases como "como podemos resolver isso?" ou indiretas semelhantes não foram ditas. Na hora obviamente eu pensei que iriam me cobrar algo, mas não o fizeram e eu é que não iria oferecer. A Embaixada reforçou que minha situação na Bolívia era absolutamente legal. Que tudo que eu precisava era do carimbo de entrada em meu passaporte, com isso poderia ficar até 90 dias no país (se não me engano era 90, mas já faz tempo e posso estar enganado, poderia ser 30 ou 60, tava tão nervoso que não lembro direito dessa informação). A funcionária disse que certificado de antecedentes criminais é algo exigido apenas para brasileiros que desejam residir na Bolívia, nunca para turistas. Ela recomendou que eu fosse à oficina de migraciones, no Centro de La Paz, para relatar o que houve e solicitar que escrevessem em meu passaporte a quantidade de dias que eu ficaria no país, lá onde dizia "Admitido hasta", no carimbo.
      Fui até o escritório de imigração, que estava absurdamente lotado e caótico. A muito custo consegui falar com um funcionário, que me atendeu muito mal, ouviu meu relato com uma cara de bunda e disse que não tinha nada de errado com minha situação no país e se recusou a escrever qualquer coisa no meu passaporte. Voltei à Embaixada e contei como havia sido atendido em migraciones, então me deram um número de emergência da embaixada e me orientaram que retornasse a migraciones e, caso se recusassem a atender meu pedido, eu deveria ligar para o número da Embaixada e passar o telefone ao funcionário. Esse número, aliás, é um plantão que estaria à disposição para o meu atendimento 24 horas por dia.
      Pois bem, voltei a migraciones e fui mais enfático no pedido. O funcionário ficou putaço e me encaminhou a um oficial, que ouviu meu relato com mais atenção e disse para eu ficar tranquilo, pois a Polícia Nacional sequer tem poder para deportar estrangeiros, algo que apenas eles poderiam fazer. E por fim, para coroar essa novela kafkiana, ele escreveu "30 días" no meu passaporte, ali no espaço em que dizia "Admitido hasta" e disse que caso eu fosse importunado pela polícia novamente, deveria dizer que falassem com o "Inspector Gonzalo Murillo" em migraciones. Eu não sabia se deveria rir ou permanecer sério. Se o problema todo era escrever "30 días" no meu passaporte, eu mesmo poderia ter escrito isso com uma caneta, já que o inspetor sequer assinou alguma coisa. (Aliás, no Peru escreveram 30 dias no carimbo de entrada e na Colômbia me deram 60 dias). Aproveitei também para perguntar sobre a tal tarjeta andina e me foi informado que quem ingressa na Bolívia de avião geralmente não recebe esse cartão, apenas quem vem de ônibus, mas que não seria um problema na hora de deixar o país.
      No fim, quando atravessei a fronteira da Bolívia para o Peru, o oficial de imigração pediu minha tarjeta andina. Eu disse que não tinha e ele me deu uma para preencher na hora, carimbou meu passaporte com o carimbo de saída e foi isso. 
      Eu gostaria de poder dizer a todos os brasileiros que não levem seus certificados de antecedentes criminais ao entrar na Bolívia. Mas eu certamente levarei o meu a partir de agora. Mesmo sabendo, como eu já sabia naquele episódio, que não é algo necessário. Mesmo com toda a garantia dada pela Embaixada e pelo setor de imigração do país. A realidade concreta parece importar pouco diante da vontade de um grupo de policiais fortemente armados em uma estrada no meio do deserto. Nunca vou esquecer aqueles momentos de pânico. Me senti impotente, sem saber como denunciar tudo que aconteceu às autoridades competentes. Não havia identificação no uniforme dos policiais, eu sequer saberia apontar nomes. Também fiquei com muito medo de denunciar e acabei optando por seguir a viagem normalmente. Tudo que eu queria era distância de uma delegacia.
      Desculpem se este relato mais alarma do que ajuda efetivamente alguém. Mas se isso aconteceu comigo, sabe-se lá com quantos mais pode ter acontecido ou ainda pode vir a ocorrer. A única dica concreta que eu tenho para dar é: andem sempre com o número do plantão da Embaixada. Aqui neste link tem as informações sobre o contato de emergência consular para brasileiros na Bolívia: http://lapaz.itamaraty.gov.br/pt-br/emergencias.xml
      Agradeço a quem leu até aqui e reforço: a Bolívia é um destino de viagem incrível e insuperável. Mesmo este episódio terrível não estragou a satisfação que tive em conhecer o país e passar vários dias lá. Prometo em breve fazer um relato detalhado de toda a viagem. Abraços!
    • Por Juliana Champi
      Salve a todos!
      Embora haja uma quantidade relativamente boa de informações sobre o Ceará, vou tentar atualizar valores e falar um pouco sobre viajar na época das chuvas e sobre segurança... tentarei escrever um relato mais sucinto do que me é de costume, rs. Mas não sei se vou conseguir, haha! (Obs - não vou).
      Esta viagem ocorreu entre 3 e 15 de abril, com cidades-base de Fortaleza e Jeri. Os viajantes: eu e meus meninos companheiros de sempre, Gui (marido) e João (filho, 10 anos). O padrinho do João, Lio, tb parceiro de outras aventuras, passou uns dias conosco.
      O Ceará surgiu aleatoriamente nas minhas buscas rotineiras por passagens baratas... embora tenha comprado passagem para o período das chuvas, o preço ridiculamente barato me convenceu a ir whatever. Normalmente uma passagem pro nordeste saindo do interior do Paraná custa em torno de 800-1000 reais por pessoa. Pagamos 1500,00 nas 3, ida e volta, com 1 mala despachada.
      Surgiu tb do meu filho pedindo pelamordedeus pra gente viajar pra um lugar quente, com água, e com um pouco de descanso. Segundo ele, não aguenta mais viajar pro frio, acordar cedo e andar muito (fomos pro Japão em dezembro, kkkkk), então, conseguimos atender aos pedidos dele pra comemorar sua primeira década de vida!
      E eu tenho amigos no Ceará!!! Melhor coisa ever rever amigos!
      ROTEIRO
      Dei uma pesquisada no que fazer por Fortaleza, onde chegaríamos, e arredores. Muito se fala em Canoa Quebrada (ao sul) e Jericoacoara (ao norte), mas tem muito mais do que isso no Ceará. 
      Certeza que tem muita gente que iria aproveitar pra conhecer estes dois destinos mega famosos, mas pro meu jeito slowtravel de viajar não cabiam nos dias que me programei, então escolhi ir só pra Jeri e explorar mais outros destinos mais próximos de Fortaleza, como Cumbuco, Águas Belas, Morro Branco e etc. Mas com calma, sem ser só pra tirar foto. E justamente por isso alugamos carro, pra não depender das excursões. Mas pra quem não quer alugar carro, recomendam muito uma agência chamada oceanview. 
      HOSPEDAGENS, CARRO ALUGADO E TRANSFERS JERI
      Logo que comprei as passagens comecei a dar uma olhada no booking e airbnb em busca de um teto. Quem já leu meus outros relatos sabe que eu sou hiper fã de airbnb e sempre dou preferência para experiências mais locais. E em Fortaleza não foi diferente. Só que quando comecei a procurar achei e apaixonei num apto meio patrão numa região nobre da cidade. Cabia 6, de início estávamos só nós 3. Mostrei pro marido que resolveu topar um conforto uma vez na vida, kkkk, e alugamos. Depois veria se mais alguém queria ir junto, o que acabou acontecendo, mais ou menos.
      O link do apto está abaixo. Achamos ele bem bonzinho... 1500 reais por 7 noites, se quisesse pra dividir em 6! Amo muito airbnb!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/13183920
      O dono é belga mas super fala português, trocamos mensagens pelo whatsapp depois de concretizado o aluguel via airbnb, e ele alugou o caro dele pra nós. Era um Gol simples, mas ninguém queria mais que isso. E com a comodidade de não bloquear todo seu limite de cartão na franquia do aluguel. O apto era bom, mas pra 6 ia ser forçado! Pra 4 é o ideal! Sacada de frente pro aterro de Iracema, tudibom! Um amigo dele taxista faz check in e demais burocracias!

      Sobre o airbnb: nunca tive experiências ruins, mas sou muito cautelosa. Nunca negocio ou troco mensagens importantes fora do site. Se vc ficou afim de experimentar, se cadastre com o link abaixo que eu e vc ganhamos crédito de viagem!

      www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3

      Em Jeri acabamos optando por uma pousada. Embora tb tenha opções de airbnb. A pousada foi achada no booking mas tb troquei mensagem pelo whatsapp com a dona (italiana) pq adicionei um dia a mais depois da Latam ter alterado minhas passagens (sempre) e eu poder esticar mais um dia no paraíso. 
      Espaço Nova Era Pousada, pessoal bacana, lugar HIPER fofo, 250 por noite num quartão pra 3 com mosquiteiro, ar, frigobar e tudo mais, super recomendo, um sossego.
       
      E pra chegar em Jeri?? 
      Opções:
      1. Ônibus Fretcar, em que se vai até Jijoca de busão normal e lá troca por um estilo pau de arara pra chegar até Jeri. Mais barato, menos confortável e mais lento. Cerca de 80 reais por pessoa, cerca de 7h de viagem.

      2. Transfer privativo em 4x4. Mais caro, confortável e rápido. Em média 500 reais o carro fechado por trecho, cerca de 4-5 horas de viagem.
      Me recomendaram: Marcel – 088 99956-0419. Falei com ele, foi atencioso, mas acabei não utilizando os serviços.

      3. MELHOR: Vans que pegam a gente em horários fixos e levam até Jijoca, e de lá seguem com 4x4 pau de arara. Preço tabelado, 75 reais por pessoa por trecho, 150 reais ida e volta. Cacei na internet e optei pela empresa abaixo. Fiz o contato pelo site, me responderam por email e whatsapp. Fechei com eles mesmo. Depositei um sinal de 180 reais para reserva (total 450) e paguei o restante em dinheiro no dia do embarque. Eles me pegaram na “porta de casa” rs.

      S. Frank // (55) 088 - 99868-0254 // http:jericoacoara.biz/ (Ceará Rotas)

      Este tipo de transporte tb oferece adicionais tabelados... na ida levam até a pedra furada e na volta, saem de Jeri de manhã, param na Lagoa Paraíso pra almoçar e curtir mais um pouco, e depois seguem pra Fortaleza chegando lá ao fim do dia.
      Recomendo a empresa contratada, mas na verdade é tudo uma zona! Eles repassam clientes de uma empresa pra outra dependendo do tanto de passageiros e na volta achamos o motorista da Van um babaca, dando em cima de uma passageira e bem pouco atento a estrada!
      Mesmo assim, sem sombra de dúvida, esta é a opção mais barata e confortável, já que o pau de arara de Jijoca até Jeri é o mesmo da fretcar (não tem mais ônibus, é só de caminhonete adaptada), mas em Fortaleza os caras te buscam em “casa”.

      SEGURANÇA EM FORTALEZA
      Eu li gente dizendo que tava o Ó, e li gente dizendo que não era tão foda assim. Dias antes da viagem fui apresentada a um fortalezense (isso mesmo) que me botou puuuta medo... matam 30 por dia, não carregue nada com vc e por aí vai. Mas tb tenho dois amigos que moram lá e me tranquilizaram... relaxa que a bruxa não é tão feia como pintam. E assim achei.
      Dá pra andar dando sopa com celular e câmera em que lugar do Brasil? Fortaleza não é diferente! 
      Já adianto que no dia que ficamos zanzando pela parte histórica de Fortaleza evitamos celulares na mão, nas imediações do mercado municipal é ruim. Idem no dia da praia do Futuro, cujas barracas contam com seguranças na areia! Na feira beira a mar a noite foi sempre sussa. Não vi nada demais, e comparado ao Rio de Janeiro, achei bem tranquilo, kk.
      Em Jeri é só sossego!

      DETALHES DO ROLÊ
      Como foi ir pro Ceará no período das chuvas? Valeu a pena? Choveu eterno? 

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