Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
HenriqueVanni

Missão Bolívia - 9 Dias de Diversão e 3 Horas de Decepção - Sozinho - Fotos/Custos/Dicas/Causos

Posts Recomendados

Falaê Pessoal! Tudo numa boa?

 

Estive na Bolívia entre os dias 08 e 16 de setembro de 2016 e vou tentar contar os causos dessa viagem, incluindo algumas dicas pra vocês!

 

Peguei um período muito curto de férias, apenas 12 dias, ainda sim deu pra fazer um planejamento um pouco apertado mas que foi possível aproveitar e descansar bastante!

 

No final desse tópico vou deixar a planilha que usei para planejar a trip, com orçamento, calendário, itens da mala e timetable. Espero que ajude!

 

Embora não tenham pedido a mim, e eu também não conheço ninguém que foi solicitado, é OBRIGATÓRIO o certificado internacional de vacinação da febre amarela!

*A vacina deve ser tomada no mínimo com 10 dias de antecedência da viagem!

Há algumas informações bacanas no link abaixo.

http://oquefazer.blog.br/febre-amarela-onde-tomar-que-paises-exigem-e-como-emitir-o-certificado-blog-o-que-fazer/

 

Enfim, vamos ao relato!

 

Cronograma

 

Datas --- Local --- Missão

 

08/09/2016 --- Chegada a La Paz --- Ônibus à Uyuni

09/09/2016 --- Chegada a Uyuni --- Início do Salar (3 dias 2 Noites)

10/09/2016 --- Uyuni --- Salar

11/09/2016 --- Uyuni --- Fim do Salar - Volta a La Paz

12/09/2016 --- Chegada a La Paz --- Check in Loki Hostel

13/09/2016 --- La Paz --- Dia Livre - Comprar Muambas - Agendar DeathRoad e Chacaltaya

14/09/2016 --- La Paz --- DeathRoad

15/09/2016 --- La Paz --- Chacaltaya

16/09/2016 --- Caminho da Roça --- Ir embora

 

Postei esse roteiro pouco antes de ir viajar aqui no fórum, muitos, inclusive eu, consideraram muito arriscado chegar à La Paz e partir para Uyuni na mesma hora, tanto pelo horário quanto pelo temido Soroche, abaixo estão os tópicos em que dúvidas em relação aos temas foram respondias! Valeu a força, pessoal!

 

Roteiro:

http://www.mochileiros.com/missao-bolivia-9-dias-sozinho-t131462.html

 

Soroche:

http://www.mochileiros.com/medicamentos-para-o-soroche-t132078.html

 

Dia #1 - Chegando e Partindo

 

Embarquei em São Paulo às 14h15 (horário BR) com destino a Cochabamba, após mais ou menos 1h no aeroporto de Cochabamba, peguei o mesmo avião com destino a La Paz, chegando no aeroporto de El Alto às 18h15 (horário BO).

No aeroporto de El Alto, após pegar a mochila e passar pelas inspeções de imigração, você passar por uma espécie de detector de metais com uma luz verde e vermelha, um agente do aeroporto aperta um botão, se acender a luz verde, é só cantar Let It Go e ir ao saguão, caso dê vermelha, deu ruim! Eles vão abrir sua mala, fazer perguntas e etc.

Deu luz verde!

Já no saguão do aeroporto, troquei uns BoB, numa cotação bem ruim, mas seria necessário para o táxi até a rodoviária.

Na Bolívia os táxis não possuem taxímetro, então é necessário negociar o preço antes de entrar no carro, pechinchar é regra universal, embora os Bolivianos sejam ferrenhos negociadores, as vezes da pra conseguir algum desconto. Não consegui no táxi.

Entrei no táxi e após uns 30 minutos e um pouco de trânsito, cheguei a rodoviária.

Dica Importante: Existem 2 rodoviárias em La Paz, fale pro taxista onde você pretende ir viajar, e ele te levará para a rodoviária correta.

Cheguei na rodoviária por volta das 19h, o ônibus para Uyuni sairia apenas as 21h, então estava tranquilo, andei um pouco pela rodoviária e encontrei uma Lan House, entrei para avisar o pessoal de casa que estava vivo.

Rodei um pouco mais pela rodoviária e depois de um pouco de desespero descobri que a Todo Turismo* (empresa que comprei a passagem para Uyuni antecipadamente pela internet) ficava fora da rodoviária!

Entrei na Todo Turismo e conheci Marcela e Lucas, dois irmãos aqui de SP que estavam viajando juntos pela primeira vez. Eles foram ótimos companheiros de viagem! Trocamos algumas dicas e informações e às 21h embarcamos no ônibus à Uyuni!

 

Sobre o ônibus:

Cama Semi-leito;

Confortável;

Oferecem jantar (uma marmita com arroz, frango e legumes) Muito bom!;

Assistimos Perdido em Marte, em espanhol;

Oferecem um pequeno travesseiro e cobertor*;

Nas primeiras horas o ônibus tem Wi-fi!

 

*Aceite! Faz frio demais durante a viagem!

 

Assim se encerrou o primeiro dia de viagem, na madrugada fria do ônibus com destino a Uyuni!

 

Custos do Dia

 

Táxi: Aeroporto - Rodoviária - BoB 60

Água Rodoviária: 3 Bob

Lan House: 2 Bob

Ônibus: La Paz - Uyuni (ida e volta) - Comprado Antecipadamente - Bob 580.*

 

O preço foi bem alto, mas considerando o planejamento apertado, optei por não correr riscos.

 

Site Todo Turismo:

http://www.todoturismosrl.com/

 

Continua...

 

598ddbc66eff1_villamar(14).JPG.5876369d3c1b1a6423eb04dae0b1a723.JPG

Missão Bolívia - Final.xlsx

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia #2 - Chegada a Uyuni e Início do Tour 3 dias 2 noites

 

A virada da noite aconteceu na estrada, num frio de pouco mais de 0º, a viagem foi muito tranquila e sem sustos no ônibus, mas.... Próximos à Uyuni, mais ou menos umas 5h da manhã fomos parados pela polícia anti drogas da Bolívia, vários policiais entraram no ônibus e revistaram todas as malas de mão dos passageiros, enquanto outros policiais revistaram as malas que foram 'despachadas'. Após a revista, foi servido o café da manhã no ônibus e chegamos em Uyuni perto das 6h.

 

GOPR3019.JPG.843236b78a6767a74e0e1c6b59615302.JPG

 

Quando você desce no ônibus aparecem várias pessoas de agências de cercando tentando te empurrar o tour de todas as maneiras.

A Marcela e o Lucas já tinham uma indicação de uma agência chamada Skyline Traveller Uyuni (link abaixo). Formamos um grupo, Eu, Marcela, Lucas, Marta e Vale (Marta e Vale formam um casal de espanhóis muito gente boas!).

Só tenho elogios a fazer a agência! O guia Samuel (que depois de 5 minutos virou Samuca) era muito tranquilo, dirigiu super bem, explicou todos os lugares que passamos nos mínimos detalhes, além de ter um pendrive com músicas muito boas! Fomos de Foo Fighters até músicas típicas bolivianas, passando por Evidências do Chitãozinho & Xororó hahahaha.

 

A primeira parada do Tour de 3 dias e 2 noites é no cemitério de trens, é um lugar bem simples e próximo a Uyuni, mas vale a visita!

 

GOPR3075.JPG.77c8bbe2ef8e98540137476801a813a4.JPG

 

Após o Cemitério de Trens, fomos a uma fábrica de Sal, que processa e vende o sal do Salar, em pequena e grande escala.

Lá fizemos nosso primeiro almoço, a comida é simples mas muito boa!

Junto à fábrica, há uma feirinha com suveniers, honestamente acredito que não valha a pena comprar, o preço é bem mais alto do que na cidade de Uyuni, e praticamente tudo que é visto nessa feirinha, é vendido também em La Paz. Tanto a fábrica quanto a feira de artesanatos fica no Povoado de Colchani.

 

Saindo da feirinha, fomos à Ilha de Incahuasi, onde estão os cactos centenários. São chamados assim pois um cacto cresce em médica 1 cm por ano, e como muitos cactos de lá passam dos 10m de altura, são considerados centenários. O lugar é muito bonito, e é possível fazer um mini trekking para chegar até o ponto mais alto, com um visual bem legal da imensidão branca do Salar.

 

DSC_0217.JPG.16652a1b9443707de6923a4641d3a798.JPG

 

Após a Isla Incahuasi, Samuca nos levou em um ponto do Salar onde o sal é mais branco! (parece sem sentido mas é verdade, quanto mais ao centro do Salar, mais branco e conservado é o sal). Lá tiramos as tradicionais fotos de panorama e ficamos aguardando o por do sol, é uma experiência que vale muito a pena!

 

598ddbda49580_salar(74).JPG.eb64f726b8631782d93749443cb66c63.JPG

 

598ddbda7428d_salar(128).JPG.9483d0c2c2a0ffcb3775db95ba99034e.JPG

 

Com o sol posto, fomos à primeira acomodação toda feita de sal! O lugar é simples e com pouca infraestrutura, há apenas 1 tomada lá!!! Por sorte, outro viajante tinha um filtro de linha e salvou as baterias de todos nós!

Jantamos e Samuca nos fez uma proposta de alteração de percurso, deixaríamos de ver a Árvore de Pedra e uma outra lagoa, em compensação iríamos ao canyon anaconda e old italy, que são um conjunto de formações rochosas. Todos topamos! Tomamos um banho e fomos dormir para o próximo dia!

 

Custos do Dia

 

Skyline Traveller Tour - 3 Dias 2 Noites - BoB 700

Isla Incahuasi - BoB 30

Banho - Bob 10.

 

Site Skyline:

http://skylinetraveller.com/en/skyline-traveller/

 

Continua...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia #3 Segundo Dia do Tour

 

Depois de uma noite fria na acomodação de sal, tomamos café da manhã e seguimos ao novo planejamento, a primeira parada foi no Canyon Anaconda. O Canyon tem esse nome pois há um rio que o corta, com formato de uma cobra. O lugar é bem alto, cerca de 190m de altura.

 

DSC_0313.JPG.ed8ae16d2d81e1ca1b98c67bc9c8f202.JPG

 

Saindo do Canyon, a parada seguinte foi na Laguna Misteriosa, ela possui esse nome pois está localizada na região de um vulcão, e os gases existentes no solo alteram a cor da água, deixando-a mais escura. É possível fazer um mini trekking pelas pedras e ter um visual bem legal da laguna! Neste mesmo lugar, fizemos de um pedra nossa mesa e almoçamos por lá.

 

598ddbfbbf540_misteriosa(62).JPG.a02fbfd1e766a7365deb182753df39ff.JPG

 

 

598ddbfbf04c1_misteriosa(8).JPG.e7e4418ba46ca5424fb09c61400fafdc.JPG

 

A próxima parada foi num conjunto de rochas bem interessante, no meio do deserto. Segundo Samuca, as rochas mais avermelhadas possuem essa cor por serem vulcânicas.

 

598ddbfd2c486_paradinharochas(3).JPG.8ff2a3187c22da0848617bcf20dca562.JPG

 

O destino final desse dia foi na famosa Laguna Colorada. É um lugar que faz um frio dos diabos e venta muiiiito!

Honestamente acho que ficou um pouco a desejar, todas aquelas fotos da Laguna toda vermelha não retrataram a realidade do dia. Há muitos flamingos, inclusive muitos flamingos mortos na margem da laguna. Por mais que não tenha me agradado muito, certamente é um lugar que merece a visita!

 

DSC_0371.JPG.9873d0d5573f9f423357e969de824e6b.JPG

 

 

598ddbfe03d8c_lagunacolorada(35).JPG.a720b829f92f3b4e857602c51e7d94b7.JPG

 

Saindo da Laguna Colorada, fomos a próxima acomodação. Essa foi a noite mais fria da minha vida, segundo Semuca, fez cerca de -15° durante a madrugada. Preparem-se bem, e ainda sim sentirão frio ::putz::

 

Continua...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 4# Último dia no Salar e retorno a La Paz

 

Depois de acordar com os lábios roxos, partimos pouco antes do sol nascer até os Gêiseres, é uma parada super legal, apesar do cheiro de enxofre! Os gêiseres liberam uma fumaça bem quente, mas da pra interagir um pouco com ela! Um outro guia levou uma garrafa d'água e ela ficava flutuando com a intensidade da fumaça liberada.

 

598ddc0c26c9e_vulco(3).JPG.3de06101bf8d2029456adc08412b2b85.JPG

 

 

A parada seguinte foi nas águas termais do vulcão. O lugar possui uma infraestrutura simples, mas certamente vale um mergulho, até porque águas quentes são raras durante todo o passeio no Salar!! A temperatura da água passa dos 25º.

 

GOPR0559.JPG.14ad9f99d77d31ec6099964d7a07f598.JPG

 

 

De banho tomado, seguimos ao Deserto Salvador Dalí, é um lugar bem bacana também, o formato das rochas e montes de areia se assemelham com algumas obras do pintor, por isso leva esse nome.

 

DSC_0426.JPG.d406555da221eebb0761f264ccf4fdce.JPG

 

A penúltima parada do tour foi na Laguna Verde. Para mim, um dos lugares mais bonitos do passeio todo. ::hãã::

 

598ddc0d1eec9_lagunaverde(9).JPG.456b31b8bfd63aa00620447cc4a8651d.JPG

 

Começamos o caminho de volta a cidade de Uyuni, mas antes paramos num lugar bem bacana para o último almoço!

 

598ddc0edcdbe_ultimaparada(14).JPG.193772d1584999362d00ef63138b3d56.JPG

 

De barriga cheia, começamos a volta até Uyuni, é um caminho bem longo, considerando que nos dois dias de tour andamos apenas à direção Sul, após boas horas no carro, ouvindo de Red Hot Chilli Peppers até Chitãozinho & Xororó, chegamos a cidade de Uyuni! Dividimos uma pizza, tomamos umas cervejas e me despedi de todos. Fui até a Todo Turismo e entrei no ônibus com destino a La Paz!

 

DSC_0255.JPG.655b150b62de5edad596f7c26cd47d14.JPG

 

 

Continua...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia #5 Em La Paz

 

Depois de mais uma noite no ônibus, mas dessa vez sem sermos parados pela polícia anti drogas. Cheguei em La Paz por volta das 5h da manhã, fazia muito frio. Quando descemos do ônibus uma legião de taxistas apareceu. Embora o hostel fosse relativamente próximo ao terminal rodoviário, peguei um táxi devido ao fator preguiça :P

 

O Hotel escolhido foi o Loki. Não há críticas em relação ao albergue, ele é muito grande, bonito e bem estruturado. Li em vários outros relatos mochileiros relatando problemas em relação ao barulho e bagunça, visto que o hostel dá festas todas as noites! O hostel têm 7 andares, do 1º ao 5º ficam as acomodações e no 6º e 7º encontram-se o bar e zonas livres com Wi-Fi.

Meu quarto ficava no quinto andar e não tive problemas em relação a diversão alheia. Por ter ficado no 5º andar o Wi-Fi funcionava as vezes. Lucky!

 

A primeira coisa que fiz foi tomar um banho de verdade! Questão de necessidade.

 

Eu não tinha nenhuma programação para o dia, então, coloquei a mochila de ataque nas costas e fui desbravar a cidade a pé. É incrível como só existem ladeiras lá e a altitude faz o seu papel tirando um pouco do vigor físico, ainda sim, tudo tranquilo!

 

FB_IMG_1478004070878.jpg.76ca779fa0624b641cc25cb5f2d3abcd.jpg

 

Comer em La Paz é missão difícil! A cultura boliviana faz com que tudo seja feito na rua, comer não seria diferente!

Arrisquei uma espécie de fast food mas não rolou muito bem. A partir daí, fiz as refeições mais importantes no hostel. O preço é um pouco mais salgado em relação à rua. Mas há coisas em que não se pode arriscar em uma curta viagem.

 

Neste dia, fechei a DeathRoad com a Barracuda, foi uma indicação muito válida feita pela Marcela e pelo Lucas, os irmãos do Salar!

O preço da Barracuda é um pouco mais salgado que o da maioria, mas segundo eles, só há duas empresas em La Paz que possuem todas as validações do Governo Boliviano. (A outra empresa é a Gravity). Curiosamente, as empresas ficam na mesma rua. O preço da Gravity também é salgado, mais que a Barracuda. Fechei o rolê por Bob 600.

 

Continua....

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia #6 DeathRoad

 

O tão esperado dia chegou! Não posso negar que o rolê da DeathRoad foi o principal motivo de ter optado pela Bolívia como destino! O Salar é espetacular, sem dúvidas, mas nada foi mais empolgante do que a descida na Estrada da Morte.

 

O ponto de encontro da Barracuda foi o restaurante Little Italy, que é bem próximo do mercado das bruxas. O horário marcado foi às 7h. Embora há snacks durante todo o rolê da DeathRoad, tomei um suco (Bob 8) antes de sair do Little Italy.

 

Pouco mais de uma hora de van, chegamos ao Cumbre, que é o ponto de partida da estrada. A primeira parte do circuito é asfaltada, o que é muito importante para se adaptar á bike. A bike é um capítulo a parte, é simplesmente sensacional! Daquelas que certamente custariam uns bons R$3.000,00 por aqui!

 

1.JPG.bd23b9703dd5afdeb48601562a20ae95.JPG

 

Vale ressaltar que a empresa fornece a calça, blusa, luvas e capacete. Os itens obrigatórios de uso contínuo são as luvas e o capacete. O suporte para a GoPro também foi fornecido pela Barracuda.

 

No início da descida faz muito frio, mas depois a temperatura sobe consideravelmente, o que faz que deixemos a blusa e a calça na van que nos acompanha durante a descida.

 

Há várias paradas durante a descida, seja para comer algo ou tirar fotos. Todas as paradas são válidas!

 

2.JPG.db732e902da95d6501298da0a59be13e.JPG

 

O terreno da estrada é composto por muitas pedras soltas, o que faz com que a bike trepide muito, mesmo com as luvas e os amortecedores da bike, é impossível não sair com as mãos doendo!

 

Há também várias cruzes durante o caminho, segundo o nosso guia da DeathRoad, cerca de 3 a 5 pessoas morrem anualmente em virtude do 'excesso de confiança'.

 

3.JPG.67b6251460065917cd9dad99fec23273.JPG

 

O guia nos contou uma história sobre um casal de italianos que resolveu descer a estrada por conta própria, perderam o controle da bike e faleceram na queda. Certamente é um passeio que não compensa economizar muito. O barato pode sair caro.

 

4.JPG.fab8f5b91ceb8d3c426f61ae00223d95.JPG

 

Faltando pouco mais de 18km para terminar a descida, o pneu da frente da bike travou entre duas pedras e voei, literalmente hahahaha

A queda foi doída mas a vontade de terminar a descida era maior! Então, bora continuar!

 

5.JPG.a17729a45dfb9dde64bef0c304234591.JPG

 

Uma dica importante!

Se você pretende levar sua GoPro para filmar a descida, leve uma bateria extra! Eu tinha apenas uma e só consegui filmar uns 30k dos 54k totais!

 

A foto abaixo é da última curva da estrada! É uma sensação fantástica!

 

6.JPG.7bfc61ad034c2e4185fbbdffab2214fd.JPG

 

Ao fim da estrada, fomos há uma espécie de chácara, com banheiros, chuveiros, piscina e alimentação! Há opções para vegetarianos também. E a melhor parte... VENDE CERVEJA GELADA!!!

Indico a cerveja Judas, é muito boa! A maioria das outras cervejas bolivianas são um pouco aguadas :P

 

Enfim, depois de 54km pedalados, 6h, uma queda cinematográfica, e umas boas cervejas, retornei a La Paz!

 

Continua....

  • Curti 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Muito bom seu relato!!

como eh o final da historia? to indo sozinha tbm pra bolivia em Fev2017.

vou de SP para La Paz e depois Uyuni, mas agora to pensando se nao eh mais vantagem ir para La Paz de aviao direto.

::sos::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Muito bom seu relato!!

como eh o final da historia? to indo sozinha tbm pra bolivia em Fev2017.

vou de SP para La Paz e depois Uyuni, mas agora to pensando se nao eh mais vantagem ir para La Paz de aviao direto.

::sos::

 

Carol, to indo fazer essa trip em junho. Tbm pensei em ir por corumba, pelo atacama no chile ou pela argentina. Mas o mais pratico e barato mesmo eh o voo pra la paz. Pelo menos no meu modo de ver :-(:-D

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Muito bom seu relato!!

como eh o final da historia? to indo sozinha tbm pra bolivia em Fev2017.

vou de SP para La Paz e depois Uyuni, mas agora to pensando se nao eh mais vantagem ir para La Paz de aviao direto.

::sos::

 

 

Olá Carol!

 

Então, caso você tenha um prazo mais legal para a viagem, compensa dar uma olhada nas passagens para Sta. Cruz de La Sierra, geralmente os preços são bem mais em conta do que La Paz! (Saindo de SP)

De Sta. Cruz, você pode pegar um ônibus direto para Uyuni ou La Paz. (O que encurtaria a viagem de busão até o Uyuni)

Além disso, existe a empresa Amaszonas, que faz voos internos na Bolívia com preços mais bacanas! (O trecho Sta. Cruz - La Paz sai por uns 200 temers esterlinos!)

Honestamente eu não sei se em Sta. Cruz há alguma atração turística, mas fiz a escala de volta por lá, e a visão do avião é bem bacana! Parece ser uma cidade bem mais arborizada e bonita que La Paz! Além do aeroporto ser bem melhor!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por Wesley Felix
      Olá, essa foi a minha primeira viagem sozinho com foco no turismo, apesar do motivo principal não ter sido este, não posso dizer nem de longe que foi um "mochilão", sequer uma "mochilinha" pois teve duração de apenas uma semana e meia, entre 15 e 25 de fevereiro de 2017, mas foi a experiência que despertou em mim a necessidade de conhecer novos lugares e principalmente pessoas, de um modo menos "luxuoso" e mais humano. Atualmente estou me preparando para um mochilão de verdade em Setembro 2018 (Peru, Bolívia e Chile), e a preparação, pesquisa e ansiedade dessa viagem me lembraram a de Manaus, por isso depois de passado mais de um ano, decidi postar esta experiência, espero que ajude de alguma forma alguém.
      O motivo principal para esta viagem a Manaus foi o Concurso Público TRT 11ª REGIÃO, onde a prova ocorreria na capital amazonense no dia 19 de fevereiro de 2017, como minhas férias cairiam no mês de fevereiro, vi no concurso a chance de tentar o cargo em arquitetura, que é minha área de formação, e na viagem, para conhecer a cidade de Manaus e relaxar um pouco, não vou falar do concurso porque foi o pior de toda a minha vida 😢😭, e com razão deveria ter estudado mais, mas essa é outra história.
      Um mês antes de chegar a data para a viagem, comecei a pesquisar mais sobre a cidade, locais para ficar, passagem, etc. Moro em Ji-Paraná-RO, estado vizinho ao Amazonas, de clima parecido e que também faz parte da Amazônia, apesar de estar em um nível de devastação bem mais avançado. Algo raro, mas consegui encontrar passagens aéreas saindo da capital do estado (Porto Velho) com preços razoáveis e sem escala (isso sim raríssimo), como queria conhecer um pouco da cidade, marquei a data de ida para a primeira quarta-feira antes da prova, que ocorreu no domingo (19), e acabei não marcando a volta, mesmo ficando mais barato que apenas a ida de avião, tinha em mente voltar de barco para Porto Velho, mas acabei deixando para decidir quando estivesse em Manaus, uma vez que tinha pouquíssimas informações sobre a viagem de barco (e as que tinha eram desestimulantes). A pesquisa para acomodações foi bem mais fácil, além dos hotéis com diárias na casa dos R$ 200,00, Manuas tem uma infinidade de hosteis na casa dos R$ 50,00 - 100,00 - como minha intenção era conhecer a cidade e não ficar fechado em um quarto estudando (tá explicado por que fui tão mal) preferi juntar o útil ao agradável e ir em frente na opção mais econômica de acomodação, fechei no Booking um hostel próximo ao centro, perfeito para conhecer tudo a pé, além do preço na casa dos R$ 60,00 com café da manhã e wifi, meu pensamento era tentar ficar o mais perto possível do local de prova, e por fim o cancelamento era grátis. Acabou que pesquisando mais um pouco conheci no TripAdvisor um outro local de hospedagem que parecia mentira de tão bom, A Place Near to the Nature, o preço super acessível, nos mesmos valores dos hosteis, só que ao estilo hotel, o que seria bom pra estudar um pouco (afinal o objetivo ainda era o concurso 😅) acabei cancelando o hostel e fechando com o Douglas, dono da pousada (vou chamar de pousada, mas as características é de hospedagem domiciliar), e foi a melhor escolha que poderia ter feito, mesmo sendo mais longe do centro e muito mais longe do local da prova, como vocês verão adiante. (Fiz uma avaliação completa do Place Near no site do TripAdvisor, se quiserem saber mais é só acessar o link, A Place Near to the Nature).
      A pesquisa pelos pontos principais de Manaus também é bem simples de fazer, a cidade tem como principais atrativos os locais históricos, e são muitos e riquíssimos, os locais de contato com a natureza e o pacote pelo encontro das águas dos rios Negro e Solimões, que inclui outros passeios pelo rio.
      VIAGEM - 1º dia - Chegada a Manaus.
      Sai de Ji-Paraná na madrugada de quarta-feira (5 horas de ônibus até Porto Velho - 374 km), o voo estava marcado para as 12:00 horas, minha primeira viagem de avião, primeira vez em um aeroporto, por acaso havia dado um problema de falta de energia no terminal de embarque, tudo uma bagunça e conseguimos embarcar com uma hora de atraso, tentei ligar para o Douglas avisando que iria atrasar (ele oferece o serviço de busca no aeroporto), mas não consegui falar com ele, então só bora, a viagem sem escalas de Porto Velho - Manaus tem duração de uma hora mais ou menos, e realmente viajar de avião é muito bom, quando nos aproximamos de Manaus é possível ver o mundo de água dos rios Negro e Amazonas e acidade encravada em meio ao verde da floresta, muito lindo essa imagem.
      O aeroporto de Manaus é muito maior que o de Porto Velho, mas ainda assim consegui me localizar sem problemas e fui ao ponto de encontro onde havia marcado com o Douglas apesar do atraso de uma hora e obviamente ele não estava lá, então segui para o ponto de táxi, liguei para ele e ele estava a espera em outro local, pois não podia ficar parado muito tempo dentro do aeroporto, dessa vez consegui encontrar ele e sua Kombi (abacatinho, por causa das cores verde e branco 🚎), também era a primeira vez que entrava em uma Kombi e apesar de não ser nada de mais, foi muito bacana haha, o Douglas é um jovem (na casa dos trinta eu acho) mas mais que a idade, ele tem a alma jovem, e internacional, ele já rodou toda a América do Sul na sua Kombi, e apesar da pouca idade conhece vários países do mundo (Europa, Ásia e África, além da América) e foi na Europa que ele conheceu sua companheira Rebecca, uma Austríaca que ele conseguiu arrastar para o Brasil e para suas andanças.
      De minha parte foi empatia na hora, apesar de ter levado uma bronca pela demora em achar a Kombi (ele já teve problemas com o pessoal do aeroporto por ficar parado lá dentro sem permissão), pedi desculpas pelo atraso e ele disse que já sabia, ele acompanha os horários dos voos de alguma forma, então não precisou esperar muito. A pousada fica bem próximo ao aeroporto em um condomínio fechado as margens do Igarapé Tarumã-Açu braço do Rio Negro, a região é a mais nova da cidade e também uma das mais valorizadas por estar próxima a região turística da Ponta Negra, acredito que em pouco tempo estará cercada de condomínios de alto padrão, prédios e hotéis (há toda uma infra estrutura urbana para isto), dentro do condomínio há alguns ancoradouros as margens do Igarapé além de flutuantes e a mata ciliar do rio, o que trás a natureza amazônica pra dentro do condomínio e para dentro da pousada que fica a uns 200 metros do Igarapé.
      Manaus é conhecida (até por nós de Rondônia) por ser muito quente e abafada, devido a umidade dos dois rios que margeiam a capital, confesso que a umidade realmente pega mais do que em Rondônia, mas não senti tanto o calor, certamente por já estar acostumado e porque nessa época estamos no chamado inverno amazônico, onde devido as chuvas e nuvens no céu a temperatura não sobe tanto, e durante os 10 dias de viagem pela região foi assim, um clima bem agradável, de modo que não usei o ar condicionado para dormir em nenhuma noite, apenas a janela aberta, e não se preocupe, não vai entrar nenhum pterodáctilo pela janela e lhe carregar (se tiver sorte é claro 🦅), ha, e por incrível que pareça, e dessa vez até eu estranhei, não tive problemas com mosquitos, um milagre verdadeiro.
      Voltando ao relato, após chegarmos na pousada, Douglas me apresentou a Rebecca, e de cara já me encantei pelo sotaque dela, é até engraçado, além da simpatia e beleza, o casal é muito jovem e auto astral, combinam de verdade. Depois fui para meu quarto que ficava em uma ala mais distante da sala e dos outros quartos, essa parte onde fui hospedado estava sendo ampliada para ter mais quartos futuramente, o quarto é super amplo e confortável, idem o banheiro, tomei meu banho e o Douglas me incentivou a conhecer o condomínio, o restaurante que sua mãe (Dona Mônica) comanda as margens do Igarapé e a visitar uma das marinas. O condomínio é super seguro e possui umas casas bem interessantes (coisa de arquiteto), depois fui ao restaurante mas estava fechado ainda, então fui apreciar o ancoradouro as margens do Igarapé até o por do sol entre nuvens, tudo muito bonito, voltei pra pousada e soube pelo Douglas que mais dois concurseiros iriam se hospedar pelos próximos dias, na pousada, já estava hospedado um gringo de algum lugar da Europa, quando encontrei com ele preparando sua comida para o jantar tentamos trocar algumas palavras, mas meu inglês se limita a perguntar o nome, de onde vinha e se estava bem e gostando do Brasil, (depois disso não entendia mais nada e foi frustrante pra ambos), a cozinha é livre pra usarmos mas como não estava com fome fiquei na sala a espera do Douglas e da Rebecca, eles oferecem alguns passeios para conhecer o centro histórico de Manaus, o encontro das águas e Presidente Figueiredo, fechamos Figueiredo para sexta-feira e reservei a quinta para conhecer Manaus por conta própria, eles me passaram algumas dicas do que ver e onde ir, alguns cuidados para tomar e a mais preciosa, andar de táxi em Manaus, sozinho, é muito caro, caríssimo. Fui para o quarto as nove da noite, baixei um aplicativo das linhas de ônibus da capital, os pontos turísticos no aplicativo de mapas do celular e fui estudar um pouco, depois cama, no outro dia cedo o Douglas me daria uma carona até a avenida principal que era servida pelo transporte público de ônibus.
       

      Ancoradouro as margens do Igarapé que fica junto ao condomínio da pousada, na outra margem estão embarcações e flutuantes.
       

      Vista do Igarapé a partir do ancoradouro.
       

      Vista do Igarapé a partir do restaurante da Dona Mônica.
    • Por Cheila Anja
      O Uruguai nunca esteve no topo da minha lista de lugares para conhecer, mas recentemente todas as pessoas que foram para lá que eu conheço, voltaram falando muito bem do país e dando dicas de o que fazer no Uruguai, e isso instiga a tua curiosidade, não instiga? Pois bem, era hora de conhecer esse lugar tão pertinho do Brasil, e ainda assim, pouco conhecido pelos brasileiros.
      Dessa vez levei mais 3 amigas comigo, duas delas era a primeira viagem internacional, o que torna a viagem ainda mais mágica, pois poder experienciar isso com elas torna tudo mais especial.
      Nesse artigo você vai ler:
      Dia 01 – O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia e Puerta de la Cuidadela em Montevideo Dia 02 – O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo, Cervejaria Artesanal Mastra e Jantar com Show de tango no El Milongon em Montevideo Dia 03 – O que fazer no Uruguai: Monumento Los Dedos, Museu Casapueplo e Puerto em Punta del Este Dia 04 – O que fazer no Uruguai: Bar Facal com show de tango e degustação de vinho no My Suites Hotel & Wine bar em Montevideo Dia 05 – O que fazer no Uruguai: Compras em Montevideo e viagem de volta ao Brasil Quanto custa viajar para o Uruguai? Onde de hospedar em Montevideo no Uruguai? Onde comprar os passeios do Uruguai? Dia 01 – O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia e Puerta de la Cuidadela em Montevideo
      Saímos do aeroporto de Curitiba e a viagem foi rápida e tranquila, uma hora de voo até o aeroporto de Porto Alegre, onde fizemos uma conexão rápida, e depois mais uma hora até o aeroporto de Montevideo, chegamos as 14h.  No aeroporto de Montevideo chamamos um UBER para ir até o hotel, não trocamos dinheiro no aeroporto já que não precisaríamos para o táxi e a cotação estava muito ruim, gastamos 15 reais cada uma no UBER.
      Em Montevideo ficamos no My Suites Hotel & Wine Bar e foi a melhor coisa que fizemos, a localização é perfeita, o hotel é lindo e moderno e a equipe do hotel é excepcional. Assim que chegamos no hotel, nos informamos onde poderíamos trocar dinheiro, e ganhamos um cupom para trocar em uma casa de cambio ali perto, pois por estarmos hospedadas no hotel conseguiríamos um preço melhor.
      Fomos para o quarto deixar a malas, o quarto era enorme e as camas muito confortáveis, depois saímos para explorar Montevideo, primeiro fomos a casa de cambio trocar dinheiro, antes fomos em mais duas para ver a cotação e realmente a casa de cambio recomendada pelo hotel era a melhor cotação, o nome da casa de cambio é La Favorita. Dinheiro trocado, almoçamos em uma padaria ali perto do hotel chamada Café Martinez e fomos para a Plaza Independencia, que é um dos pontos turísticos de Montevideo, a praça é linda e muito bem cuidada, vimos também a Puerta de la Cuidadela e assistimos o pôr-do-sol na orla próximo a praça, depois de jantar retornamos para o hotel para descansar e recuperar as energias para o dia seguinte.
      O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia   O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia   O que fazer no Uruguai: Puerta de la Ciudadela O que fazer no Uruguai: Pôr-do-sol na orla   O que fazer no Uruguai: Pôr-do-sol na orla Dia 02 – O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo, Cervejaria Artesanal Mastra e Jantar com Show de tango no El Milongon em Montevideo
      Acordamos cedo, tomamos café no hotel e saímos para ver o Letreiro de Montevideo, fomos a pé pela orla e encontramos muitas pessoas pelo caminho fazendo exercícios, o letreiro é próximo ao hotel e bem fácil de encontrar, é só seguir a beira-mar, você também pode jogar no Maps por Letrero Montevideo que ele vai encontrar, ou mesmo pedindo informações para as pessoas, foi o que fizemos e funciona muito bem.
      Como fomos de manhã o letreiro estava um pouco escuro, pois os prédios cobriam o sol, mesmo assim as fotos ficaram lindas, mas fica a dica, o melhor horário é a tarde. Eu consegui uma foto ótima pulando no letreiro, mas não recomendo que o façam, pois custou a unha do dedão do pé dessa blogueira maluquinha aqui, cai de mal jeito, na hora não vi que tinha machucado tanto, só vi ao chegar no hotel quando tirei o tênis e a meia estava cheia de sangue e o dedo preto, mas por sorte a unha só começou a cair já no Brasil e já está nascendo novamente.
      Depois de ver o letreiro e andar pelos arredores, fomos na COT comprar as passagens para Punta Del Este para o dia seguinte, fomos almoçar no Mercado Agrícola no El Horno de Juan que tem a melhor pizza de Montevideo e aproveitamos para tomar um chopp da Cervejaria Mastra que tinha bem em frente ao restaurante. Próximo ao Mercado Agrícola fica o Palácio Legislativo, a construção é estilo neoclássico grego e as colunas e fachadas são de mármore provindo da Grécia, é um dos edifícios mais imponentes do país, fomos conferir e realmente é incrível!
      Voltamos para o hotel para tomar um banho e nos arrumar para o tour da tarde pela fábrica da Cervejaria Artesanal Mastra, quando nosso transporte chegou, ficamos encantadas, carro novo e muito confortável, logo estávamos na cervejaria.
      Foi meu primeiro tour por uma cervejaria, nunca tinha visto uma por dentro e adorei como a cerveja é fabricada, eles explicam direitinho e nos mostram cada detalhe do processamento, desde como a cerveja é feita, até o engarrafamento. Depois do tour tem a degustação das cervejas artesanais, provamos umas 8, uma mais gostosa que a outra, foi muito difícil escolher a minha preferida. Não é difícil imaginar como saímos alegres de lá, certo?
      Contratamos esse tour pela Daytours4u, no Uruguai é a Uruguai4u, é possível comprar o passeio ainda aqui do Brasil e pagar no cartão de crédito, rápido e fácil. Muito bom já sair aqui do Brasil com os passeios comprados, assim ao chegar lá a única preocupação que eu tinha era me divertir. Clique aqui para comprar esse passeio na Uruguai4u.
      Depois do tour pela Cervejaria Mastra, nosso chofer nos deixou no hotel, onde relaxamos um pouco e fomos nos arrumar para o Jantar com Show de tango no El Milongon. Esse passeio também foi adquirido pela Daytours4u ainda aqui do Brasil e com certeza foi um dos passeios que eu mais gostei no Uruguai.
      O El Milongon é enorme e muito bonito, a decoração é elegante e as mesas são postas com muito requinte. Começamos a noite com um médio y medio, uma bebida típica do Uruguai, doce demais para o meu gosto, em seguida pedimos um vinho delicioso. As bebidas estavam inclusas no passeio e eram liberadas a noite toda, junto com o jantar.
      Logo nos pediram quais as preferências para a entrada, fomos de sopa para abrir o apetite, depois o prato principal, me perdoem pois não me recordo o nome em espanhol, mas era delicioso, parecido com um rocambole com carne moída, as meninas foram de filé e legumes. Eram 8 opções de prato e todos davam água na boca.
      Assim que acabamos de jantar começou o show e foi emocionante. Mesmo a casa não estando cheia, pois fomos na baixa temporada, os artistas se apresentaram com o coração, os trajes e coreografias foram impecáveis, se apresentaram como se estivem na frente de uma multidão de pessoas e com o mesmo entusiasmo. Eu adorei cada uma das apresentações, nunca tinha ido em um show de tango antes e foi incrível, além do tango também tinha candomblé e dança folclórica.
      Enquanto assistimos ao show nos foi servida a sobremesa, e enquanto terminamos nossa segunda garrafa de vinho o show ia terminando, foi uma experiência incrível e uma noite cheia de cultura no Uruguai! Para comprar o tour no El Milongon pela Daytours4u, clique aqui.
      Depois do jantar com show, pegamos um táxi e fomos para o Bar Fun Fun, mas perdemos a viagem, pois já estava fechando, infelizmente na baixa temporada não tem muita vida noturna em Montevideo durante a semana, ouvimos dizer que a agitação começa na sexta, mas infelizmente não ficamos até a sexta para comprovar.
      O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo   O que fazer no Uruguai: Palácio Legislativo O que fazer no Uruguai: Palácio Legislativo   O que fazer no Uruguai: Montevideo O que fazer no Uruguai: Montevideo   O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: El Milongon   O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: El Milongon   O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: Cerveza Mastra   O que fazer no Uruguai: Montevideo Dia 03 – O que fazer no Uruguai: Monumento Los Dedos, Museu Casapueplo e Puerto em Punta del Este
      Acordamos cedo e fomos tomar café, o dia seria em Punta del Este, não contratamos o tour de um dia por agências, resolvemos ir por conta própria, tem um ônibus que sai de hora em hora pela COT. Chamamos um UBER, como estávamos em 4 para dividir, o UBER acabava sendo mais barato que o transporte publico em Montevideo, mas caso você esteja sozinho fomos conferir o transporte público, é barato e funciona bem.
       
      Para continuar lendo o artigo inteiro clique aqui ou acesse o blog em: https://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-no-uruguai-relato-de-viagem-com-gastos-dicas-de-passeios-restaurantes-hoteis-locomocao-e-cultura/
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
×