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Galápagos (+ Guayaquil, Quito) – 12 dias

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Por que Equador?

A escolha da vez para nossas férias de 10 dias estava entre Equador e África do Sul. Equador era um dos poucos países em que não havíamos colocado os pés na América do Sul (os outros são a Venezuela, e infelizmente acho que vai demorar para irmos lá, e aqueles 3 menos conhecidos ao norte), é o país de Galápagos, de Quito e seu belo centro histórico. África do Sul teve bastante promoção por conta de a TAM inaugurar rota para lá, mas a logística era bem ruim, nos faria perder uns 2 dias de viagem (1 ida, 1 volta), o que é precioso numa viagem curta. Acabou que a Copa lançou promoção para Equador e fechamos.

 

Se vamos ao Equador, teríamos de ir a Galápagos. Isso era lei. Então decidimos que a viagem seria a Galápagos, o máximo que fosse. Mas com ao menos um dia em Quito tb.

 

Eu tinha tentado bastante com TAM e Avianca um bilhete ida e volta até Galápagos com pausa de 2 noites em Quito. Os preços em ambas eram exorbitantes. Maiores que se comprasse separado a ida e volta para o Equador com Copa e Galápagos com eles. Então assim fiz, comprei separado. Não que tenha ficado barato, pelo contrário – Galápagos é uma viagem cara – mas saiu mais em conta do que priorizar uma das duas cias aéreas. Promoções para Galápagos são relativamente raras, e nós tínhamos datas específicas para viajar. Ou seja, os custos aéreos foram altos.

 

Roteirizando

Para curtir Galápagos a ideia era arrumar algum barco cujo roteiro nos satisfizesse e que coubesse no prazo em que estaríamos por lá. Chegar em Puerto Ayora, descolar esse barco, e curtir os dias que restassem fazendo passeios. Esse era o Plano A. Caso não rolasse, eu teria um plano B já pronto para rodar entre as 3 ilhas principais (Santa Cruz, Isabela e San Cristobal) durante os nossos dias por lá. Mas acabei não fazendo esse plano pormenorizadamente antes – na verdade bolei +- um roteiro enquanto esperava a conexão no Panamá! Mas não haveria erro.

 

A minha ideia é sempre maximizar o tempo disponível, pq sei que, por mais que se queira voltar a um lugar, raramente se volta. Lembro-me de ter ido a Torres Del Paine em 2008 e de ter ficado maravilhado com o lugar, de fazer planos de voltar e percorrer o circuito W do parque. Até hoje não voltei – a prioridade é conhecer novos lugares. Daí maximizar o tempo disponível onde quer que eu esteja. E o plano B traçado para Galápagos nos proporcionaria o melhor das três ilhas mais habitadas da região, já com passeios pré-determinados para cada dia. Fomos, então, confortáveis para lá: qq das opções nos atenderia.

 

Por acreditar que conseguiríamos um barco saindo de Puerto Ayora, acreditei que o barco retornaria e terminaria no mesmo lugar, então comprei passagem de ida e saída para lá. Mais tarde consegui trocar para sair de San Cristobal, que foi onde ficamos depois do cruzeiro (sim, nós descolarmos um!).

 

Roteiro bem resumido

D1 – Guayaquil (chegada à tarde)

D2/4 – Galápagos - Puerto Ayora

D4/7 – Cruzeiro por Galápagos

D7/10 – Galápagos – San Cristobal

D10/12 - Quito

 

Tínhamos 10 dias de férias, com 2 do fim de semana, 12. Saímos na madrugada do 1º dia e chegamos na manhã do dia seguinte ao 12º, já dia de trabalhar.

 

Orçamento

Eu teria chutado a faixa de 75USD/dia para o Equador, não fosse por Galápagos. Com Galápagos o orçamento precisa de reforço. Sobretudo se vc quiser fazer cruzeiro, o que era nosso objetivo. Aí precisa de muito reforço! Em 12 dias gastamos 1.600 USD cada, incluindo 700 USD de cruzeiro. Isso inclui todos os gastos de viagem no local (alimentação, passeios, hospedagem, transporte e as cervas nossas de cada dia), exclusive passagens aéreas, que foram compradas antecipadamente.

 

Voos (rota – aérea – preço por pessoa)

Rio – Panamá - Guayaquil / Quito – Panamá – Rio (Copa) – 1.600 BRL

Guayaquil – Baltra (Latam) – 1.400 BRL

*Baltra – Quito (Avianca) – 1.700 BRL

 

*Compramos o voo direto da Avianca para Quito, mas eles cancelaram o voo, nos jogando em outro com escala em Guayaquil. Até foi bom, pq isso nos permitiu alterar o aeroporto da volta para San Cristobal.

 

 

Hotéis

Dessa vez com breves comentários. Como sempre, priorizamos a localização, em seguida o menor preço (aliado a boas avaliações; ou ainda, aliado a não muitas avaliações ruins)

- Malecon Inn (Guayaquil) – 40 USD – bem guerreiro. Talvez existam melhores opções de custo-benefício na região próxima ao Malecon. De qq forma, nos atendeu.

- El Descanso del Petrel (Puerto Ayora) – 45 USD (depois um downgrade para 30 USD) – galera muito legal, mas acho que há opções com melhor custo-benefício na região.

- Hostal San Francisco (San Cristobal) – 25USD – guerreiro, de frente para o malecon, ótimo preço!

- Posada del Maple (Quito) – 37 USD – simples, aconchegante e numa rua muito calma de Mariscal. O melhor da viagem.

 

Com exceção de San Cristobal, todos os outros foram reservados previamente via booking.com.

 

Leituras de viagem

- Lonely Planet - Ecuador

- Relato da deiafranzoi – Deia está sempre à minha frente!

- Relato do Fmatsusaki – Esse cara deve ser uma ótima companhia de viagem, altíssimo astral.

- Relato do EdJr – Pouco tempo antes de ir, deparo-me com esse excelente relato!

[há outros ótimos relatos no mochileiros, e acho que li todos; os 3 acima foram referenciais e os levei impressos – me acompanharam por quase toda a viagem]

- Vanessa Barbara – No zoológico de Darwin – Cerca de um mês antes da viagem eu estava folheando a Revista Piauí que acabara de comprar qdo vejo essa matéria. Foi outro texto que li, reli e imprimi para levar para a viagem, onde reli mais vezes.

(tenho certa mania de reler ótimos relatos, sobretudo depois de ter ido nos lugares)

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Chegamos em Guayaquil às 12hs. Pegamos um tai para o hotel (6USD, mas acho que era pra ser 5) e saímos para passear. Em Guayaquil não tem muito erro: é ir para o Malecon e curtir o longo passeio por lá. Belos visuais, bares e restaurantes, monumentos, parques, mirantes, museus, tem de tudo naquela longa faixa para pedestres. Com segurança onipresente ao longo de todo o trajeto. Fomos andando em direção a Las Peñas, o bairro/morro que fica logo ao fim (ao norte) do Malecon.

 

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O charme de Las Peñas

 

Las Peñas é um bairro bem pitoresco da cidade. É onde nasceu a cidade, fica num morro e tem casas centenárias. É a atração principal da cidade. A prefeitura passou a década passada restaurando e regenerando o lugar. Há segurança (pareceu-me privada) em diversos locais, inclusive orientando os turistas sobre a melhor rota para subir (há uma principal, mas pegamos uma escadaria que sai de outro lugar). Como foi todo reformado, está bem turístico também. Rodamos bastante por lá, inclusive subindo ao Cerro Santa Ana, que tem vista panorâmica da cidade, e que talvez seja um dos grandes baratos do que se fazer por lá. Muito bacana. Mesmo com tempo nublado. Tive a impressão de que a área empobreceu, talvez tenha se tornado perigosa (não pesquisei sobre isso, é chute!) e foi revitalizada.

 

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Do alto do Cerro Santa Ana, Las Peñas

 

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Farol no Cerro Santa Ana, Las Peñas

 

Descemos e voltamos ao Malecon. Fomos andando até a outra ponta. Há um mercadinho e uma enorme estrutura metálica que não estava sendo aproveitada na época. O Malecon é mesmo um grande barato em termos de renovação de uma cidade. Mas eu esperava que as fachadas de frente para o Malecon fossem mais valorizadas. Pelo estado de algumas, não são.

 

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Malecon Simon Bolivar

 

Fomos então explorar a parte de dentro de Guayaquil, sair do Malecon. O principal talvez seja a Plaza Bolivar, onde vc convive com iguanas (e pombos!) tranquilamente. A praça é delas, das iguanas. E, embora não tenha visto ninguém tocando nos bichos, vimos gente dando comida – a despeito das placas pedindo para que não o fizessem. Aquela coisa que já conhecemos. De qq forma é bem bacana andar num parque com as iguanas soltas! Em frente à Praça tem a catedral da cidade, que fomos conferir. Conferimos tb outras atrações que eu havia listado – uma delas era subir a torre do relógio, que estava fechada de manhã.

 

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A catedral de Guayaquil, vista da Plaza Bolivar

 

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Plaza Bolivar: iguanas, pombos e pessoas

 

Bateu a noite e fomos fazer nossa refeição do dia. Escolhemos um restaurante de comida local meio padrão médio, que ficava nos arredores, Cocolon. Vazio, talvez por ser muito cedo tb. Comida muito boa, pelo menos!

 

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Palácio Municipal de Guayaquil, de dia e de noite

 

Após a janta fomos anda mais. Refazer todo o caminho até Las Peñas, ver como a coisa rola de noite. Várias das casas em Las Peñas anunciavam bares e clubes noturnos, então era sinal de que a vida noturna por lá era agitada. E, claro, curtir o visual noturno lá no alto. O caminho pelo Malecon, mesmo de noite, era bem tranquilo. Seguranças por toda parte.

 

Las Peñas era outro lugar de noite. Bem mais agitado, bares e inferninhos chamando vc pra entrar. Na rua principal, a que todos tomam pra subir, é onde estão concentrados. Naquela hora, ainda relativamente cedo, os lugares me pareciam ainda vazios. Não sei como é tarde da noite. Curtimos o visual do alto da cidade, tomamos umas cervas e descemos para nosso caminho de volta. Precisávamos do sono dos justos pq o dia seguinte já era de Galápagos!

 

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O belo visual de Guayaquil à noite (a partir do Malecon e Cerro Santa Ana)

 

Voltamos bem cansados – como deve ser!

 

[todas as fotos são do Instagram da Katia]

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Acordamos cedo para o café do hotel. Guerreiro, como o hotel. Fomos direto para o aeroporto. Achava que era necessário dar mais tempo para voos para Galápagos, tinha lido sobre filas, checagem de malas e etc. Então fomos cedo. Taxi 5 USD, preço fechado.

 

Foi tudo bem rápido no aeroporto. Tem a fila da taxa e a fila da checagem da bagagem. Talvez nem precisávamos fazer, já que não despachamos nossas mochilas. Ou melhor, praticamente não havia fila. Pagamos a taxa de 50 USD por pessoa para Galápagos. E fomos fazer hora no aeroporto, até a partida.

 

Curioso: ao meu lado no voo para Baltra um senhor equatoriano puxou assunto. Ele estava com a esposa, foi simpático. Começamos a conversar, falamos de viagem, Brasil, Equador e tal. E aí ele me pede meu contato. Estranho. Mas vamos lá. Logo a seguir ele entrega e começa a falar de marketing de rede e etc. Hmmm, amway total, captei a mensagem, entendi o propósito. Parei de dar corda +- delicadamente e voltei a ler meus guias de Galápagos.

 

Chegamos em Baltra sob sol. Estava nublado em Guayaquil. Chegamos e já pegamos o primeiro ônibus (que, aliás, era da Avianca) que faz a rota até o canal. O visual do canal já é espetacular!! Caribenho, eu diria. Chegando do outro lado, ficamos na fila a esperar o busum que custa 1USD cada. O taxi sai por 18USD. Fui então comprar uma água e já tomei conhecimento dos preços galapageños: 1,5 USD (claro que naquele local específico ainda tem o adicional da ausência de concorrência). Em Guayaquil era 0,50USD.

 

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Cruzamos o canal e já nos deparamos com essa cor de água

 

Eis que chega o busum e assistimos a um espetáculo deprimente da correria e furação de fila. Felizmente fomos sentados, mas teve gente que foi em pé (os que tiveram de colocar as malas grandes no bagageiro – mais um bom motivo para viajar leve!). Ao longo da viagem (Puerto Ayora fica do outro lado da ilha), o tempo nublou completamente. É comum por lá essa mudança brusca. Vc está na praia e está sol, vc entra 10km adentro da ilha e está nublado e até chovendo.

 

Chegamos, achamos nosso hostel, largamos nossas coisas e partimos para curtir Tortuga Bay, que era nossa programação para o dia. Longa e agradável caminhada até lá. Trilha toda urbanizada até a praia. A partir de Puerto Ayora o caminho não é sinalizado, mas a galera informa na boa. No caminho compramos um filtro solar pela facada de 20USD (!!).

 

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Caminho todo urbanizado

 

Tortuga Bay estava bem nublada qdo chegamos. Como tantas vezes já havia lido, não há tartarugas, o que há são iguanas. Que não estão nem aí pra vc. Como a praia brava estava fria e brava, seguimos para a mansa, que estava calma e com uma galera curtindo. Fomos para uma parte mais alta, do alto de umas pedras que ficam no canto. É onde chegam os taxi boats. De lá conseguimos ver, num relance de 1 segundo, um tubarão martelo! Uau! Voltamos para a praia e fui snorkelar, talvez ainda encontrasse outros! Mas nada, a visibilidade estava bem ruim. Em parte pela água mesmo, em parte tb por estar bem nublado. Paradoxal um mar estar bonito e a visibilidade não estar boa. Ficamos então curtindo as iguanas e os espetaculares caranguejos locais (Grapsus grapsus?) e voltamos para a cidade.

 

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Fim de tarde em Tortuga Bay

 

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Os habitantes da praia

 

Nossa meta daquela noite era percorrer as agências para descolar um cruzeiro. Ou para ver as opções disponíveis (se houvesse!). Várias delas anunciam ofertas “Last minute” para cruzeiros, mas acabamos entrando numa delas que colocava os preços na chamada. Dada a nossa disponibilidade de dias, o cara nos ofereceu duas opções: uma com um barco categoria luxo (luxury) de 4d/3n por 700 USD cada. Roteiro era pelas ilhas Mosquera, Santiago, Bartholomé, Genovesa e San Cristobal, onde encerraria. Ele dizia que esse estava sob desconto pesado. A outra tb era de 4d/3n, barco categoria turístico-superior (ou coisa parecida), que é um degrau abaixo do luxo, mas começava na primeira noite e seguia para as ilhas do sul, voltando a Puerto Ayora. Saímos para avaliar. A 2ª opção eu teria pego se fosse a única disponível, sobretudo pq queria conhecer a Isla Española. Mas a 1ª opção atraía bastante. Os preços estavam na faixa do que tínhamos em mente (era caro, mas já fomos preparados para o orçamento galapageño); tinha Genovesa no roteiro, uma ilha que geralmente só se acessa em viagens de barco; e o barco era tipo luxo (esquema patrão!!) e parecia mais largo, o que daria maior estabilidade. Além disso, só viajaria de noite, qdo estivéssemos dormindo. Eu não gostaria, e Katia realmente não queria barco sacolejando, então estabilidade era algo a ser considerado. Era uma quinta-feira e ambos sairiam somente no sábado. Depois de rápida avaliação na pracinha de Puerto Ayora, decidimos por esse roteiro mesmo. Talvez devêssemos verificar em mais agências, mas, no geral, elas vendem as mesmas saídas. Voltamos lá e fechamos. Plano A ativado!

 

Se eu pudesse escolher um lado, escolheria sul. Mas achei que o outro barco oferecia mais, e pelo mesmo preço. E tinha Genovesa! E Bartholomé, um dos mais famosos cartões postais de Galápagos. Sempre temos de fazer escolhas, não haveria como visitar tudo, e acho que escolhemos bem. A consequência disso seria retirar Isabela do nosso roteiro. Ok, fica para uma outra ocasião – e espero que haja outra ocasião! Ah, e acabamos visitando a Isla Española, a partir de San Cristóbal.

 

Fomos então celebrar nossa escolha com mais cerva na orla (Cerva em Guayaquil: 1,25 USD x Cerva em Galápagos: 2,50 USD), depois fomos jantar na famosa rua cheia de restaurantes guerreiros, onde vc pode escolher o peixe brujo que quiser ou a lagosta (viva! :0) que desejar. Pratos na faixa de 10 USD, lagosta custa mais caro (acho que até 25USD). Comida guerreira boa. Depois de batermos um pouco de perna pela cidade para curtir a noite, fomos dormir. Puerto Ayora encerra suas atividades muito cedo.

 

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A rua dos restaurantes de rua

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Choveu de madrugada. Na verdade já serenava qdo voltamos pro hostel no dia anterior. Acordamos cedo, pedimos para ficar uma noite adicional, mas nosso quarto seria ocupado naquele dia. Nos ofereceram um quarto guerreiro por 30 USD, sem ar condicionado nem tv. Não precisava de ar condicionado naqueles dias, não ligo pra tv e a redução de preço foi muito bem aceita! Ótimo downgrade!

 

A ideia era ir para Las Grietas, mas o tempo muito nublado mudou nossos planos. Deixamos para mais tarde, apostando que o sol surgiria ao longo do dia. Fomos passear pelo mercado de peixe, onde ficam leões marinhos, pelicanos e outros bichos locais (comuns por lá, cativantes para nós de fora). Fica a turistada (nós!) admirando (e fotografando). A bicharada fica de olho nas sobras de peixe, e isso faz a festa da galera de fora. E tem tb as lagostas vivas que chegam pescadas e são vendidas ali mesmo, ainda vivas. Parte delas estarão expostas logo mais naquela rua dos restaurantes guerreiros. Aliás, do mercado nós seguimos para essa rua guerreira para tomarmos um café da manhã, guerreiro tb.

 

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Mercado de peixes de Puerto Ayora

 

Descolamos um taxi (taxis em Galápagos são sempre pick-ups) para fazermos o tradicional roteiro que vai a Los Gemelos e um rancho onde ficam as famosas tartarugas gigantes galapageñas e os tuneis de lava. Sai a 40 USD e seguimos uma recomendação da menina do hostel, que ligou para um motorista que ela conhecia, Javier. De fato, foi muito bom. Los gemelos são dois grandes buracos que a galera se ilude (e eventualmente se decepciona) achando que são crateras de vulcão. É bacaninha, curtimos rapidamente e fomos para o rancho. Em termos de rancho, existem dois, que ficam próximo um ao outro. Primícias e El Chato. Por sugestão do Javier, fomos no El Chato. E aí nos maravilhamos com todas aquelas tartarugas enormes! Aquilo sim, é Galápagos! Lá tb tem os tuneis de lava. Percorremos os dois que vimos. É interessante, mas o barato mesmo são os tararugões. Ficamos um bom tempo admirando a galera.

 

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As tartarugas gigantes de Galápagos, no El Chato

 

No fim, um casal argentino perguntou se havia problema em desviarmos um pouco do nosso roteiro para irmos até a Garrapatera, uma praia que fica do outro lado da ilha. Não estava no nosso roteiro, não queria exatamente ficar curtindo praia. Sem problemas, mas pedimos ao Javier para nos deixar ao menos fazer a trilha até a praia, ao menos para conhece-la. E, de fato, é bem bonita. Melhor ainda que fazia sol naquela hora. Fomos apenas conferir, logo retornamos.

 

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El Garrapatero

 

Passeio com o Javier foi muito bacana, eu recomendo. Conversamos bastante, e ele dava explicações gerais sobre o que víamos, sobre tartarugas, Galápagos, Equador, etc. Acho bacana qdo tem essa interação. Quero dizer, ele não é apenas o taxista que te transporta.

 

De volta a Puerto Ayora, pegamos o taxi boat (0,80 USD) para curtir Las Grietas. Vc desce num píer, segue o caminho, passa por uma praia (de los alemanes) e depois segue por umas salinas bem bacanas. E chega em Las Grietas, que é um barato. Havia uma galera por lá curtindo, uma parte me pareceu ser local mesmo. Fiz bastante snorkel por lá, visibilidade é muito boa. Curti um tempo, depois fomos seguimos a trilha que vai margeando o rio. E retornamos. Ainda demos uma pausa na Playa Alemanes, aquela que fica no caminho. Curtimos o fim de tarde por lá. Esquema relax!

 

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Salinas no caminho até Las Grietas

 

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Las Grietas

 

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Visual da trilha de Las Grietas

 

De resto ficamos batendo perna pela cidade, tomando cervas aqui e acolá, sobretudo nas arquibancadas da pracinha à beira-mar, vendo a galera local. Jantamos novamente na rua guerreira, e dessa vez pedi um peixe brujo encocado.

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Era dia de partir no nosso cruzeiro, então fomos curtir o que faltava na cidade. Fizemos checkout e saímos cedo. Tempo bem nublado. Cidade ainda acordando. Fomos novamente na direção do mercado – o foco era o Charles Darwin Research Station, mas precisávamos fazer hora até abrir. Então curtimos novamente um pouco do mercado de peixes e, um pouco adiante, uma área de mosaicos bem bacana. Outra coisa interessante do dia foi que pareceu rolar uma atividade entre os estudantes de limpeza de áreas públicas, especificamente áreas verdes. Vimos uma galera recolhendo lixo em diversos cantos, sempre onde havia verde. Das coisas que saem (e a quantidade) é que vemos como tem gente sem noção no planeta.

 

O Charles Darwin Research Station é muito bacana. Vc não entra na área das tartarugas, tal qual fizemos no El Chato. Elas ficam separadas, reservadas, tipo zoológico. Mas isso não torna o lugar desagradável, de jeito algum. Adorei ficar observando as tartarugas – que, por sua vez, são de espécie diferente das que vimos no El Chato. O pescoço das do Darwin era especificamente longo. Valeu muito a pena, e é grátis (embora doações sejam sugeridas).

 

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Tartaruga do CDRS

 

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O pescoção da residente

 

Depois fomos na Laguna de las Ninfas, um lago bacana que tem perto do centrinho, com belo visual e mangues a observar. Tb havia estudantes coletando lixo por lá.

 

E enfim fomos para a agência pouco antes da hora marcada. Chegando lá o cara logo chamou um taxi e nos mandou para o porto. Disse que alguém havia se atrasado no voo e que era para encontramos o grupo no aeroporto. Nosso taxi pifou no meio do caminho! Ahahaha, simplesmente o motor pifou. Não seria problema, pq rola camaradagem e eventualmente haveria taxis passando. E foi o que ocorreu. E tínhamos folga para o horário que estava estabelecido para nosso encontro no aeroporto. Enfim, chegamos e havia um cara da tripulação nos esperando. E então descobrimos que éramos os últimos, e que todos os demais do grupo já estavam no barco! Mais tarde apuramos que deve ter ocorrido algum telefone sem fio na história. Possivelmente o horário de apresentação foi adiantado, ou retificado, e não fomos informados a tempo – na verdade, não deixamos qq contato (não nos foi pedido!) na agência. Enfim, depois de alguma demora, chegamos ao barco. E que barco!

 

Era um Galaxy, tipo luxo. Galera já tinha almoçado, nós fomos apresentados e já chegaram nossos pratos. Total de 17 passageiros. Depois ficamos explorando o barco e nossa habitação – não estamos acostumados a tanto luxo, ehehehehe. Finesse, esquema patrão total. E ficamos tb conhecendo a galera. Não tinha certeza se seria um grupo fechado, de tour, ao qual nos integraríamos, ou se seria galera independente. Era galera independente. A maioria mais jovem, mas havia um casal alemão mais velho (nos 50s). A nacionalidade seguia o padrão Europa/Estados Unidos. Mas tinha uma dupla de Israel, um cara muito legal da Indonésia (que namorava uma brasileira) e outro da Coreia. Somente nós éramos da América Latina. A língua oficial, então, era o inglês.

 

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Esquema-patrão no Galaxy I!

 

Algum tempo depois do almoço fomos para a Isla Mosquera. Era a primeira atividade. Ficamos duas horas por lá. Muitos leões marinhos, uma enormidade de caranguejos de coloração alaranjado-vermelha (depois passamos a ver esses caranguejos em toda parte, mas eu adorava admirá-los -- são praticamente os únicos bichos da região que se afastam de vc ao menor sinal de encurtamento de distância). Rola uma praia na ilha, mas ficamos curtindo os bichos mesmo. Isso é Galápagos! E naquele lugar, naquela hora, havia sol, muito sol. Amem!

 

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Isla Mosquera

 

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Alta densidade demográfica caranguejeira na pedra

 

Aliás, como estava sol, curtimos nosso primeiro pôr do sol com sol na viagem. Nesse dia conhecemos a tripulação na janta, com apresentação individualizada. Depois da janta foi aquele social de conhecer a galera. Cervas a 3 USD no barco. Caro, claro. Mas esperava que fosse ainda mais.

 

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Pôr do sol em Galápagos

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Barco partiu umas 4 da madrugada e navegou até umas 6. Balançou um pouco, nada que incomodasse. Estava nublado nessa manhã. Era dia de conhecer as Ilhas Santiago e Bartholomé.

 

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Nosso barco (esquema-patrão!!)

 

Primeira atividade, logo depois do café da manhã, era conhecer a Isla Santiago. O barco nos leva e fazemos uma trilha por lá. Achei o visual da ilha qq coisa de sensacional. Caminhávamos sob lava vulcânica empedrada. Curti demais aquele visual. De alguma forma eu acho que vulcões e atividades correlatas me fascinam.

 

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Trilha de lava na Isla Santiago

 

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Tudo de lava na Isla Santiago

 

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Pé na lava (solidificada)

 

Aliás, vale dizer que em todas as ilhas não habitadas que fomos há trilhas demarcadas e sinalizadas, e há grande respeito pelas regras em cada uma delas. Existe um tempo máximo que se pode ficar e não é permitido caminhar fora das trilhas.

 

Depois da trilha, voltamos para o barco pq rolaria um snorkel numa região da mesma ilha Santiago. Havia wetsuits para alugar por toda a viagem, ao custo de 35 USD. Achei muito caro e decidi tentar encarar a água sem isso, mas quase todos alugaram (somente eu e mais 2 que não). E deu numa boa. A água é bem fria, não se iluda. Obriguei-me a me movimentar sempre enquanto nadava e, qdo voltava do snorkel, ia direto para uma chuveirada quente.

 

O snorkel na Ilha Santiago foi muito bom, com muito boa visibilidade. Vimos três tartarugas galapageñas, além de uma grande variedade de peixes.

 

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Tartarugão

 

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A abudante fauna marítima local

 

Depois do almoço rolou o 2º snorkel, agora nos arredores da Isla Bartholomé, onde poderia haver pinguins. Logo que mergulhei, vi duas coisas, e aos montes: estrelas marinha e água-viva. As estrelas era um grande barato, as águas-vivas eram um grande problema. Eu ficava tentando me desviar delas, ou seja, isso tomava minha atenção – e não as estrelas, que era o que eu deveria estar curtindo naquele momento! Mas relaxei e logo me acostumei – às águas-vivas, por bem dizer! Vimos dois tubarões, mas ambos escondidos sob rochas. Eles pareciam esconder-se de nós.

 

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Água-viva de sei lá qual tipo, só sei que tinha de desviar delas o tempo todo

 

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Estrelas do mar, abudantes na área

 

Eu ficava sempre para trás do grupo, que avançava com muita rapidez pro meu gosto (eu curto ficar admirando meio que longamente algum peixe). Eis que, num determinado momento, eu estava fotografando uns peixes e eles simplesmente disparam para longe de mim. Oh, oh, sinal de que vem algo atrás de mim! Qdo viro para trás, um susto. Era um leão marinho, olhando bem para mim! E logo se mandou. Refiz-me rapidamente do susto e, ingenuamente, disparei a seguir o bicho. É inútil, qdo ele dispara vc não tem vez. O susto foi pq, no dia anterior, o guia havia nos recomendado não nadar com os leões marinhos na Isla Mosquera, pq havia um macho dominando a área. De qq forma, mais à frente havia outros leões marinhos nadando com a galera.

 

Fora isso, vimos alguns escassos pinguins numa região. Disseram que há algumas poucas dezenas deles por ali. Vimos algumas poucas unidades. Nenhum deles nadando.

 

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Pinguim solitário

 

Depois de uma horinha de snorkel, o barco começa a chamar a galera para voltar. Uma hora é um tempo razoável, sobretudo por conta da temperatura da água. No entanto, naquele momento fazia sol, o que melhorava muito as coisas.

 

Às 16hs partimos para fazer uma trilha na Isla Bartholomé. É, na verdade, o clássico caminho que termina no alto de um morro e que proporciona fotos do que talvez seja o grande cartão postal de Galápagos. A trilha é toda urbanizada com madeira. Ah, no caminho até lá, de barco, vimos pinguins nadando. Muito bacana! Poderiam ter nadado antes, né? Eheheheh.

 

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Pinguim nadando

 

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Isla Bartholomé

 

Qdo chegamos lá em cima, havia um outro grupo, que logo desceu. Ficamos, então, com o pedaço inteiramente à nossa disposição. Joguei a ideia de ficamos por lá até o sol se pôr e, talvez por não haver oposição à ideia, foi o que rolou. Ainda bem! Curtimos um entardecer dos mais espetaculares.

 

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Pôr do sol clássico na Isla Bartholomé

 

Voltamos para o barco já anoitecendo. Era noite de lua cheia (de vez em qdo damos sorte de ter uma lua espetacular assim, em lugares mágicos!), curtimos o céu estrelado. Foi um dia ótimo, com visuais extraordinários, ótimo snorkel, social com a galera, e muito boa comida. O barco partiria de madrugada para a Isla Genovesa.

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Valeu, Fábio!

Genovesa foi sublime. Piqueros Nazca, de Patas Rojas e tantos outros (MUITOS) pássaros. Além de ter sido o único lugar que consegui ver um tubarão martelo fazendo snorkel.

Genovesa é o tema do próximo dia a publicar (devo publicar hoje ou amanhã).

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    • Por Victor Prates
      A cidade de Quito, capital do Equador, está situada no planalto andino, em um vale rodeado por montanhas e vulcões. A 2.850 metros sobre o nível do mar, é a segunda capital mais alta do mundo (na verdade, é a primeira considerando que La Paz não é a capital da Bolívia, apenas a sede do governo).
      Quando fiquei sabendo que havia um vulcão na capital que apresentava um lindo panorama da cidade e de muitos vulcões do Equador, eu quis subi-lo imediatamente.
      Este vulcão é o Pichincha, o qual é dividido em dois cumes principais: o Guagua e o Rucu. O Guagua Pichincha é a cratera principal, porém coloquei o Rucu Pichincha como meu objetivo. Isto porque, o Rucu pode ser alcançado em apenas 1 dia e eu não tinha os dois que são necessários para fazer o Guagua. Segue abaixo mapa mostrando ambos os cumes e as trilhas para chegar neles, bem como o Teleférico e a cidade de Quito.
       
      Este relato apresentará os detalhes para você atingir o cume do Rucu Pichincha (trilha amarela do mapa acima), mas se você quiser se aventurar ao Guagua, há duas opções:
      ·         Realizar a Integral Pichinha, uma trilha bem extensa para alcançar ambos os cumes e aí o recomendado é acampar no refúgio que está na beira da cratera do Guagua. Total: 11 km e 1500 metros de ascensão por trilha (trilhas verde e amarela do mapa).
      ·         Subir de carro a estrada que sai do povoado de Lloa, bem próximo de Quito. Total: 16 km e 1900 metros de ascensão por estrada de terra (trilha azul do mapa acima).
      O meu tracklog do Rucu Pichincha foi postado na página do Wikiloc e pode ser encontrado neste link aqui. Se você quiser realizar a Integral Pichincha, recomendo que siga a descrição do Santiago González, a qual se encontra neste link.
       
      PROGRAMAÇÃO
      Como Chegar
      Antes de iniciar a trilha para o topo do Rucu, é preciso ir ao Teleférico de Quito, que fica no Bairro La Mariscal.
      Fui de taxi e paguei 4 dólares até o teleférico. Os táxis no Equador, no geral, são baratos e compensam muito se você estiver viajando em grupo. Além disso, a Uber também funciona muito bem nas ruas de Quito.
      O horário de funcionamento do teleférico é de segunda a quinta das 09:00 às 20:00 e de sexta a domingo das 8:00 às 20:00. O trajeto até o Mirador Los Volcanes dura 20 minutos. Este mirante, além de apresentar uma maravilhosa vista de Quito e seus arredores, também coincide com o ponto de início do trekking.
      Neste link você poderá ver informações detalhadas sobre o Telefériqo de Quito.
      Para retornar ao meu hostel após descer do pico, paguei 1 dólar de van até a Calle Mariscal Sucre, que é a avenida que atravessa a cidade de norte a sul. Daqui procurei táxis que me cobrassem os mesmos 4 dólares da ida, porém estavam me pedindo 10 dólares ☹. Me disseram que era por causa do trânsito, mas provavelmente foi por minha cara de gringão mesmo. Lembrando que a distância até minha hospedagem era de apenas 3 km.
      Pra minha sorte havia um ônibus que passava a 100 metros dali e que ia até a Avenida Cristóbal Cólon, a qual estava próxima da minha hospedagem. Tomei o bus de número 67 e paguei somente 25 centavos de dólar. Bem melhor que os 10 dólares do amigo taxista.
       
      Quando Ir
      A época de seca nos Andes equatorianos vai de junho a novembro. Fiz a trilha para o Rucu Pichincha em setembro e o tempo estava excelente.
      É recomendável fazer a trilha bem cedo, já que pela tarde é comum que as montanhas ao redor de Quito sejam encobertas por nuvens.
       
      O Que Levar
      ·         Calça de trekking
      ·         Camiseta
      ·         Bota ou tênis de trilha
      ·         Jaqueta corta vento
      ·         Leve segunda pele e blusa de fleece para o caso de fazer frio
      ·         Mochila pequena (< 30L)
      ·         Boné/chapéu
      ·         3 L de água
      ·         Snacks para trilha
      ·         Protetor solar
      ·         Câmera fotográfica
       
      RESUMO DE GASTOS (2017)
      ·         Água e comidas para a trilha = US$ 7,00
      ·         Táxi ao teleférico = US$ 4,00
      ·         Valor de subida e descida do teleférico = US$ 8,50
      ·         Van do teleférico até a Avenida Calle Mariscal Sucre = US$ 1,00
      ·         Ônibus até Cristóbal Cólon com Amazonas = US$ 0,25
       
      GASTOS TOTAIS = US$ 20,75
       
      O RELATO
      Numa quarta-feira de setembro, acordei às 7:00, tomei café e peguei um táxi do Bairro La Mariscal até o Telefériqo de Quito. Ele é o meio de acesso para o Mirador Los Volcanes, ponto inicial do trekking para o cume do Rucu Pichincha.
      Cheguei no Teleférico às 8:40 e, pra minha surpresa, ainda não estava funcionando. Como já disse, de segunda a quinta funciona das 09:00 às 20:00 e de sexta a domingo das 8:00 às 20:00 e só descobri isso ao chegar lá.
      Mas foi bom porque nessa espera conheci o Gal, um israelense extremamente simpático que queria fazer a mesma trilha. Pensei em perguntar da Mulher Maravilha, mas não tive coragem. Ele só me disse que é um nome comum no país (a atriz que interpreta a personagem no universo da DC é uma israelense chamada Gal Gadot. Nunca pensei que fosse falar da Mulher Maravilha num relato de viagens).
      Voltando pro que interessa... Ele me disse que não estava seguro em como seria seu desempenho em altitude, já que como o Brasil, Israel não possui altas montanhas. Então ele resolveu aproveitar o meu embalo e disposição para me acompanhar nesta empreitada.
      Compramos os bilhetes do teleférico por 8,50 dólares, que servem para subida e descida da montanha. Não perca o bilhete que você receberá, pois o mesmo também serve como comprovante de descida. Caso perca, terá que pagar mais 8,50 para descer.
      O trecho dura cerca de 20 minutos até o Mirador Los Volcanes, um mirante na cota 3.950 m que apresenta lindas vistas de Quito e dos principais vulcões do Equador. O céu estava completamente azul e a visibilidade era tremenda. De lá se podia ver lindamente os vulcões Cotopaxi, Cayambe, Antisana, Rumiñahui e Illinizas. Inclusive, é possível enxergar o topo do Chimborazo, a montanha mais alta do país, com 6.268 m de altura, e que está a 140 km de Quito!!
      Para que você possa contemplar este visual, recomendo que comece a trilha o mais cedo que puder. Explicarei o porquê mais adiante.
      Gal e eu tiramos algumas fotos do cenário e partimos para iniciar a trilha.
      Em poucos minutos de caminhada, pode-se contemplar o belo cume proeminente do Rucu Pichincha.
      Os primeiros 3,7 km são de aproximação à montanha e possuem um grau menor de dificuldade, já que a inclinação da subida não é tão acentuada.
      Porém, enquanto caminhávamos nos questionávamos por onde subiríamos até o topo, já que não era possível visualizar uma possível rota de subida. Isto porque a face que se vê do começo da trilha é de pura rocha.
      Assim que nos aproximamos da montanha, notamos que a trilha a contorna pela sua direita, por trás daquela face rochosa que vimos de longe.
      A partir deste ponto, a trilha está menos marcada, mas não há como se perder. Seguimos caminhando por detrás do pico por um terreno com uma inclinação um pouco mais elevada.
      Após cerca de 500 metros de distância, há um ponto que parece que a trilha acaba, mas é um lance em que é preciso subir uns 2 metros pela rocha mesmo. É um trecho um pouco delicado, mas não se preocupe, pois não é escalada.
      Mas a parte tensa do trekking só ia começar 500 metros mais pra frente. Neste ponto, a altitude já é um fator determinante (4.500 msnm) e é bem quando o terreno fica bem inclinado e bem arenoso, dificultando o rendimento da caminhada.
      Aqui, Gal e eu fizemos várias paradas para controlar os batimentos cardíacos e o ritmo respiratório.
      O visual era ainda mais espetacular, com a cidade de Quito lá embaixo e aquele cenário vulcânico bem característico por todos os lados.
      Deste ponto em diante, tem que tomar mais cuidado com a orientação, já que por vezes ela não é tão óbvia.
      E iniciamos a investida final para o cume. Caminhamos por meia hora por trilha bem inclinada até chegar numa placa. Daqui é preciso tornar para a esquerda para a investida final.
      Agora, percorre-se a última meia hora para o cume num terreno rochoso um pouco exposto e não muito marcado. É preciso tomar cuidado.
      Finalmente, após mais de 800 metros de desnível acumulado e 5,7 km percorridos em 3 horas, atingimos o cume do famigerado Rucu Pichincha.
      O cume do Rucu está na cota 4.784 msnm e é bem pequeno, o que proporciona um lindo visual 360º do panorama da região.
      A vista era deslumbrante. Pode-se ver todo o visual da cidade de Quito e do vale em que a cidade está situada. Também se vê todos aqueles famosos vulcões equatorianos acima citados, só que daquela perspectiva que só topos de morros podem proporcionar.
      Do cume, também se pode ver o imenso vulcão Guagua Pichincha, que fica a 4 km do Rucu. Como explicado na INTRO, o Guagua é a cratera principal e o Rucu é a cratera velha do mesmo vulcão, o Pichincha.
      Aqui no topo podem aparecer carcarás sociáveis. Acredito que os turistas devem alimentá-los. Eles são selvagens, porém é impressionante ver o quão perto eles podem chegar.
      Ficamos por uma hora contemplando o incrível cenário e iniciamos a descida.
      Se para subir foram 3 horas, a descida se deu em apenas 1h30min.
      Chegamos de volta ao teleférico próximo das 14h. Neste momento o dia já tinha mudado completamente. Se de manhã o céu estava completamente limpo, agora havia muitas nuvens no Rucu Pichincha e nem era possível ver a montanha. Ao longe também havia uma névoa que impossibilitava contemplar os vulcões dos arredores de Quito.
      E, claro, bem nesta hora tinham mais turistas, porque não são todos que preferem acordar de manhãzinha. Mas garanto que recompensa muito mais levantar cedo, mesmo se você não for subir o vulcão. Este é um padrão que se repete frequentemente em Quito: manhã de céu azul e tarde com muitas nuvens.
      Aqui, Gal se despediu de mim e desceu de teleférico primeiro, enquanto fui tirar mais algumas fotos.
      Peguei uma filinha de uns 20 minutos para tomar o teleférico da volta. Imagino que aos finais de semana deva ser bem caótico.
      E foi isso. Foi um dia delicioso, muito recompensador e bem barato.
      Espero que tenham desfrutado.
      Seguem abaixo algumas fotos deste dia.

      Rucu Pichincha visto da trilha

      Lindo vale a a cidade de Quito lá embaixo

      Vista do Vulcão Cotopaxi do Mirados Los Volcanes

      Próximo ao cume do Rucu

      Vulcão Guagua Pichincha visto do cume do Rucu

      Vista de Quito do topo do Rucu
      Postei este relato no meu blog. Você pode acompanhá-lo no link http://trekmundi.com/rucu-pichincha/
      Beijos e abraços!             
       
       
       
       
    • Por Victor Prates
      Este post mostrará as melhores opções pra você aproveitar as Galápagos e suas praias sem gastar uma fortuna. Mas já adianto que se você está sem nada de grana, este não é o destino pra você.
      O arquipélago é conhecido principalmente pela variedade de fauna entre cada uma das ilhas, que foi crucial para Charles Darwin formular a Teoria da Evolução. Este relato também apresentará os animais mais interessantes que vimos e onde você poderá encontrá-los.
      As Galápagos pertencem ao Equador e estão situadas a cerca de 950 km a oeste do litoral do país. As ilhas estão situadas no Oceaco Pacífico e sua formação está atrelada a um hotspot vulcânico numa junção tripla entre 3 placas tectônicas: Pacífica, de Nazca e de Cocos. O arquipélago é formado por 13 ilhas principais e outras centenas de ilhotes e ainda possui 21 vulcões, sendo 13 ativos.
      O mapa abaixo, retirado do Google Earth, mostra o arquipélago das Galápagos, seus portos, aeroportos e o nome das 13 maiores ilhas. Nossa trip teve foco nas 3 principais ilhas: Isabela, Santa Cruz e San Cristóbal.

      Dividi este post em duas partes, sendo a primeira com resumo das atrações visitadas e detalhes de programação e a segunda com a descrição de cada uma das ilhas que visitamos.
       
      ROTEIRO RESUMIDO
      Dia 1: Vôo de São Paulo/SP à Guayaquil no Equador, onde passamos a primeira noite da viagem.
      Dia 2: Vôo de Guayaquil à Ilha Baltra em Galápagos. Deslocamento até a cidade de Puerto Ayora, a maior do arquipélago. Chegada no hostel e passeio no Darwin Center, um centro de criação de tartarugas gigantes. Pela noite passeamos pelo calçadão à beira-mar.
      Dia 3: Táxi até o povoado de Santa Rosa, de onde caminhamos até a Reserva El Chato. Aqui, conhecemos muitas incríveis tartarugas gigantes e os Túneis de Lava. Voltamos andando à Santa Rosa e subimos a pé pela rodovia por 1h30min até Los Gemeles, duas imensas crateras.
      Dia 4: Ida à Baía Tortuga, onde visitamos as praias Brava e Mansa. Vimos uma infinidade de iguanas marinhas pretas neste dia.
      Dia 5: Pela manhã fomos a Las Grietas, um mini-cânion de paredes de rocha vulcânica. Na sequência pegamos um barco de 2 horas até a cidade de Puerto Baquerizo Moreno, na ilha de San Cristóbal, onde há uma infinidade de leões marinhos. Ida a Playa Mann ver o pôr-do-sol.
      Dia 6: Caminhada até a linda Praia La Loberia, cheia de leões marinhos, e até o penhasco El Acantilado, onde tivemos uma observação intensa de aves marinhas. Regresso a Puerto Baquerizo, ida até o Centro de Visitantes e subida ao Cerro Tijeretas, onde fizemos observação de fragatas, pelicanos e da bela Baía Tijeretas. Caminhada até a Playa Ochoa e contemplação de um booby, icônico pássaro de patas azuis das Galápagos.
      Dia 7: Tour para a parte alta da ilha de San Cristóbal, onde visitamos a Laguna El Junco e caminhamos ao redor da lagoa. O passeio também incluiu visitação ao centro de criação de tartarugas gigantes e à Praia de Puerto Chino.
      Dia 8: Snorkel com leões marinhos na Baía Tijeretas e com uma infinidade de tartarugas marinhas na Playa Carola.
      Dia 9: Regresso à Ilha de Santa Cruz pela manhã. De tarde fizemos um trekking de 4 horas (ida e volta) para subir o Cerro Puntudo, a segunda montanha mais alta da ilha.
      Dia 10: Duas horas de barco até Puerto Villamil na Ilha Isabela, a maior das Galápagos. Ao chegar fizemos uma caminhada de 7h30min (ida e volta) até o Muro de las Lágrimas.
      Dia 11: Tour para o cume do Volcán Sierra Negra. O passeio durou 5h20min, com 16 km caminhados. Visitamos a linda cratera do Sierra Negra e fomos a um mirante com vista pra muitos vulcões da Isabela. Ao voltarmos para Puerto Villamil fomos a outro centro de criação de tartarugas gigantes. Pra finalizar o dia, caminhamos por mangues e lagoas com muitos flamingos.
      Dia 12: Tour de caiaque e snorkel pela Baía Las Tintoreras, onde vimos uma infinidade de espécies animais, incluindo raias, tubarões e um pinguim. Depois fizemos snorkel na Concha Perla com mais leões marinhos. Barco de regresso à ilha de Santa Cruz.
      Dia 13: Visitação ao centro Charles Darwin novamente e dia tranquilo na cidade.
      Dia 14: Retorno de Puerto Ayora a Guayaquil. Avistamento de iguanas terrestres próximo ao aeroporto de Baltra. Uma vez em Guayaquil, caminhamos por Las Peñas até o farol no topo da montanha Cerro Santa Ana.
       
      PROGRAMAÇÃO
      Onde Ficar
      Nas Galápagos existem três vilas em cada uma das três maiores ilhas, as quais você pode ver a localização no mapa do item “INTRO”:
      ·         Puerto Ayora, na ilha de Santa Cruz, com uma população de 12.000 habitantes;
      ·         Puerto Baquerizo Moreno, na ilha de San Cristóbal, com cerca de 7.000 habitantes; e
      ·         Puerto Villamil, na ilha Isabela, a menor com aproximadamente 2.000 moradores.
      Qualquer uma das três têm boas opções de alimentação e hospedagem.
      Puerto Ayora é a maior cidade do arquipélago e a com mais estrutura, mas é também a mais desorganizada. Possui a vantagem de estar situada no centro das Galápagos e, por isso, é de onde saem a grande maioria dos passeios para as outras ilhas. Ficamos em dois bons hosteis em Ayora, o Gloria e o Sir Francis Drake.
      A vila de Baquerizo foi a que eu mais gostei por ter bastante infraestrutura e ser mais organizada que Puerto Ayora. Além do que, adorei o fato de haver uma infinidade de leões marinhos no porto e na praia da cidade. Em Baquerizo, dormimos no hostal León Dormido.
      Villamil, com suas ruazinhas de areia, é a mais pacata e aconchegante das três, porém é a com menos estrutura e atrações para visitar. É a única das três ilhas que não possui um aeroporto nem caixas automáticos. Passamos nossa estadia em Isabela no hostel Villamil.
       
      Como Chegar
      Seguem informações sobre como ir às Galápagos:
      ·         Somente é possível chegar nas ilhas através de transporte aéreo;
      ·         Os vôos para o arquipélago saem apenas de duas cidades: Quito e Guayaquil, ambas no Equador;
      ·         Existem dois aeroportos que recebem vôos do continente: um na Ilha de San Cristóbal e outro na Ilha de Baltra, que dá acesso à Santa Cruz;
      ·         As companhias TAME e Avianca Ecuador possuem vôos diários e frequentes para os destinos de saída e partida acima mencionados (e caros!);
      ·         Os vôos saindo de Guayaquil levam 1h30min e de Quito 2 horas.
       
      Para locomover-se entre as ilhas de barco, é importante considerar:
      ·         Somente existem dois trechos de traslados fixos entre as ilhas: um entre Santa Cruz e Isabela e outro entre Santa Cruz e San Cristóbal;
      ·         O serviço não é oferecido por empresas públicas, sendo necessário comprar o ticket nas agências das vilas;
      ·         Ambos os trechos são realizados duas vezes ao dia para cada sentido, sendo que um barco sai no início da manhã e outro pela tarde. Os horários não são fixos por não serem barcos oficiais;
      ·         Compre seus boletos de barco com ao menos um dia de antecedência;
      ·         Cada trajeto de barco leva cerca de 2 a 3 horas;
      ·         A viagem pode ser bem mareante a depender das condições do mar.
      Por serem as únicas 3 ilhas com povoados com estrutura para turismo, se você quiser ir para as outras é preciso contratar tours, que serão bem caros.
      Para o regresso de Puerto Ayora à Ilha de Baltra, os horários de ônibus até o ferry são: 07:00, 07:40 e 08:30.
       
      Quando Ir
      Não há uma temporada de preferência para visitar as Galápagos. O clima é ameno durante todo o ano e suas atrações podem ser visitadas a qualquer época.
      A única recomendação que faço é evitar os meses de alta temporada: janeiro, julho, agosto e dezembro. Deste modo, não haverá riscos de os passeios e/ou barcos entre as ilhas estarem lotados.
       
      O Que Levar Para Trekking
      Fizemos algumas trilhas de um dia nas ilhas e todas apresentam grau baixo de dificuldade. Portanto, leve apenas o básico:
      ·         Bermuda ou calça
      ·         Camiseta
      ·         Bota ou tênis de trilha
      ·         Mochila (30-45L)
      ·         Boné/chapéu
      ·         Capa de chuva ou poncho impermeável
      ·         Traje de banho
      ·         2-3 L de água
      ·         Snacks para trilha
      ·         Protetor solar
      ·         Repelente
      ·         Câmera fotográfica
       
      RANKING DAS ATRAÇÕES
      Segue abaixo as opções de roteiro considerando o número de dias que você terá nas ilhas, de mais imperdível para menos imperdível:
      1 Dia: Puerto Baquerizo, Punta Carola e Baía Tijeretas. Sei que ninguém vai pras Galápagos pra passar só um dia, mas se você for esta pessoa, vá para a Ilha de San Cristóbal. Em um dia você pode ver uma infinidade de leões marinhos dentro e fora d’água e fazer snorkel com dezenas de tartarugas marinhas gigantes na Punta Carola. Ainda é possível avistar fragatas e boobies na Baía Tijeretas.
      2 Dias: Tour Puerto Chino. Ainda na Ilha de San Cristóbal, recomendo que encontre um motorista que te leve para a linda Praia de Puerto Chino. No caminho você passará pela Laguna El Junco, um lago dentro de uma cratera vulcânica, e pelo Galapaguera, um centro de criação de tartarugas gigantes terrestres.
      3 Dias: Baía Tortuga e Darwin Center. Pegue um barco até a Ilha de Santa Cruz e passe um dia nas lindas Praias Brava e Mansa. Veja dezenas de iguanas marinhas e depois vá até o Darwin Center, o principal centro de criação de tartarugas gigantes do arquipélago.
      4 Dias: El Chato e Los Gemelos. A Reserva El Chato é o melhor lugar para interação com as famosas tartarugas gigantes das Galápagos. Nele você ainda pode ver os lindos Túneis de Lava. Na sequência é possível visitar as impressionantes crateras Los Gemelos.
      5 Dias: Vulcão Sierra Negra. Se você tiver um quinto dia (por favor tenha), pegue um barco para a Isabela no dia anterior e reserve o tour para o Vulcão Sierra Negra. Você terá o panorama mais lindo das Galápagos. Na volta para Puerto Villamil, você pode passar na Lagoa de Flamingos e no Centro de Criação de Tartarugas da Isabela.
      6 Dias: Las Tintoreras e Concha Perla. Ainda na Isabela, recomendo que faça o tour de snorkel e caiaque nas Tintoreras. Você verá animais não antes vistos como tubarões, raias e pinguins. No final, aproveite o aluguel do snorkel e vá nadar com leões marinhos na Concha Perla.
      7 ou mais Dias: Agora que você já conheceu lugares bem representativos das Galápagos, sugiro as seguintes opções caso você tenha mais tempo nas ilhas:
        Fazer mergulho. Deverá ser uma de suas prioridades se você for certificado. Infelizmente, só tirei meu certificado após esta viagem;   Fazer tours de 1 dia para as ilhas Bartolomé, Seymour Norte, Pinzón, Santa Fé, ou qualquer uma próxima a Santa Cruz;   Dia extra em uma das 3 maiores ilhas: em Santa Cruz para conhecer Las Grietas; na Isabela para visitar o Muro das Lágrimas; ou em San Cristóbal para ir à Playa Ochoa ou ao El Acantilado;   Tenha dias de descanso nas lindas praias das ilhas. Como se pode ver, é possível elaborar uma infinidade de roteiros nas Galápagos. Se você tiver tempo e dinheiro vale a pena conhecer o máximo número de ilhas possível, o que possibilitará que conheça mais fauna endêmica e mais paisagens lindas. Se você estiver com pouca grana e com bastante tempo, recomendo que fique somente nas 3 ilhas principais, como nós fizemos.
       
      ANIMAIS AVISTADOS
      Segue abaixo uma relação dos principais animais que vimos nas ilhas que visitamos:
      Baltra: Iguanas terrestres amareladas.
      Santa Cruz: blue-footed booby (piquero de patas azules), caranguejos chama, coruja das Galápagos, fragatas, iguanas terrestres amareladas, iguanas marinhas (MUITAS), lava lizards, leões marinhos, pelicanos, raia, tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões (finches, pinzones)
      San Cristóbal: blue-footed booby (MUITOS), fragatas (MUITAS), iguanas marinhas, lava lizards, Leões marinhos (MUITOS), pelicanos, tartarugas marinhas verdes (MUITAS), tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões.
      Isabela: blue-footed booby, caranguejos chama, fragatas, flamingos, iguanas marinhas, lava lizards, leões marinhos, mocking bird, pelicanos, pinguim das Galápagos, raias, tartarugas marinhas verdes, tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões, tubarões.
      Lista dos não avistados que queríamos ver: albatroz das Galápagos, cormorão das Galápagos (flightless cormorant), iguanas terrestres rosadas, nazca booby, red-footed booby (piquero de patas rojas), tubarão martelo, raia manta e outros só pra quem faz tour de mergulho.
       
      GASTOS TOTAIS
      Os gastos da viagem se deram em dólares americanos, que é a moeda oficial do Equador. Os valores em negrito são para 3 pessoas:
      ·         Avião Guayaquil -> Galápagos* = US$ 400 por pessoa = US$ 1.200
      ·         Taxa Aeroporto = US$ 20 por pessoa = US$ 60
      ·         Entrada Parque Nacional Galápagos Mercosul = US$ 50 por pessoa (US$ 100 p/ fora Mercosul) = US$ 150
      ·         Balsa + Bus Baltra -> Santa Cruz = US$ 9
      ·         Barcos de Santa Cruz para San Cristobal e Isabela = US$ 30 por pessoa por trajeto (4 viagens) = US$ 360
      ·         Hospedagem em Santa Cruz (6 noites) = US$ 405
      ·         Hospedagem em São Cristobal (4 noites) = US$ 240
      ·         Hospedagem em Isabela (2 noites) = US$ 110
      ·         Passeios em Santa Cruz (El Chato, Las Grietas, Cerro Crocker) = US$ 34,6
      ·         Passeios em São Cristobal (Puerto Chino, El Junco e Snorkel Punta Carola) = US$ 80
      ·         Passeios em Isabela (Volcán Sierra Negra e Tintoreras) = US$ 225
      ·         Refeições em Galápagos = US$ 405
      ·         Mercado em Galápagos = US$ 90
      ·         Lavanderia = US$ 20
      Total para 3 Pessoas = US$ 3.389
      TOTAL POR PESSOA (2017) = US$ 1.130
      * Não inclui passagens aéreas para chegar ao Equador
       
      AS ILHAS
      Nosso acesso para as Galápagos se deu pela cidade de Guayaquil, situada no litoral do Equador. Passamos uma noite no Hostel Nucapacha e no dia seguinte pela manhã fomos ao aeroporto pegar o vôo para a Ilha de Baltra.
      Pagamos 20 dólares de taxa aeroportuária antes de tomar o vôo, o qual durou 1h30min de duração. Ao chegar no arquipélago, pagamos mais 50 dólares para entrar no Parque Nacional Galápagos (salgado!).
      Se você quiser acompanhar a descrição detalhada sobre as 3 ilhas principais que visitei nas Galápagos, basta acessar o link abaixo.
      Continuar lendo: 
      http://trekmundi.com/galapagos/
      Abaixo algumas imagens deste fantástico arquipélago:

      Ivan e iguanas marinhas

      Praia Brava

      Ivan, eu e tartarugas gigantes das Galápagos

      Anna, eu e tartarugonas

      Anna e uma das dolinas Los Gemelos

      Leões marinhos brincalhões

      Anna snorkelando com a tartaruga marinha

      Ivan e Leões Marinhos

      Anna e Blue-footed booby

      Volcán Sierra Negra
       
      Um abraço!
       
       
       
       
    • Por NatalieM
      Olá, vou para Quito em junho e a principio pensei no seguinte roteiro:

       
      Porém estou com algumas duvidas: É possível fazer Vulcão Cotopaxi e Lagoa Quilotoa no mesmo dia e por conta, apenas contratando o guia obrigatório? Caso não seja alguém tem dica de agências que façam esse passeio?
      Mitad del Mundo, Otavalo e Termas Papallacta são possíveis de chegar de ônibus por conta própria?
      Alguém tem dicas de outros lugares bacanas para conhecer?
       
      Obrigada!!!
    • Por mcm
      Com 4 dias para o Réveillon 18/19, tínhamos várias opções em mãos. Uma delas era rever Quito, mas dependia de uma promoção, ou ao menos de uma tarifa razoável da Copa. Que rolou, enfim. Meses depois a Gol começou a voar direto para lá, mas partindo de São Paulo e nem todos os dias da semana.
      Para os dias em Quito, a ideia era fazer alguns passeios nos arredores. Sobretudo Cotopaxi. Tentei muito um tour para Cotopaxi para a 2ª feira dia 31. Ninguém saía naquela data. Dadas as condições (frio, altitude, caminhada), Katia também começou a dar pra trás e não querer ir. Então deixamos de lado. Mas rolaria Quilotoa.
      Chegamos e logo pegamos o taxi para a cidade. Preço fixo de 25 USD. Chegamos rápido a Mariscal, largamos as coisas na pousada e partimos para rever a cidade. Primeira parada, Plaza Foch. Aproveitamos para perguntar algumas coisas na banquinha de informações turísticas que tem lá, e fomos muito bem atendidos. Muita simpatia, tanto da moça quanto do segurança/policial da área. Ela deu dicas do réveillon, de como chegar a alguns pontos que tínhamos mapeado, e tal.
      Logo fomos então conhecer a Olga Fisch Folklore, que é na verdade uma loja de design, mas que pode ser encarado também como um museu. Muito bacana, e bem caro – as coisas são visivelmente de alta qualidade.
      Dali pegamos o busum para perto da Capilla del Hombre. Descemos e pegamos um taxi baratinho, tudo conforme a moça das informações tinha nos sugerido. A Capilla del Hombre faz parte de um complexo onde morou o artista Oswaldo Guayasamín. Fizemos primeiro um tour bem bacana pela casa dele, hoje Fundação Guayasamín, e depois um outro tour no anexo, a própria Capilla, que é um enorme espaço dedicado à arte dele. Ambos espaços muito legais, repletos de obras de arte.
       
       
       
      Encerrado o passeio, não conseguimos taxi para voltar. Voltamos andando e pegamos o busum em direção ao centro. Ideia foi rever aquelas praças e igrejas históricas da cidade. Não entramos em todas as igrejas novamente (algumas são pagas), apreciamos de fora mesmo. Quito tem um centro histórico muito bacana. 
       
       
       
      Encerramos o passeio já de noite por La Ronda. Dessa vez estava bem cheio. Rodamos bastante por lá, demos uma pausa, tomamos alguns canelazos. Divertido ver a galera chamando para os restaurantes, e depois pegamos taxi de volta pra Mariscal. 
       
      Domingo foi o dia de tour a Quilotoa. Saímos cedo para o ônibus, que parte de perto da Plaza Foch. Vários ônibus partem daquela região de manhã cedo, basta vc identificar em qual lista vc está. Fomos praticamente os últimos a chegar – mas dentro do horário --, então ficamos lá no fundão. Tem um guia, que faz apresentações gerais e tal, e vimos que a maioria da galera era americana. 
      Primeira parada do tour é num mercado enorme que eu tinha anotado como sendo o de Saquisili, mas... que agora tenho dúvidas se não foi o de Pujili. Seja lá qual tenha sido, foi bacana. Circulamos um pouco para aquele people-watch inicial. Depois fomos às compras. Compramos morangos, amora, banana, chocolate e rapadura. Tudo muito barato. Tudo custa 1 dólar, e ainda pedíamos apenas meia porção. E as frutas bem bonitas e saborosas.
       
      Parada seguinte foi numa casa indígena no meio da estrada. Eu fico meio constrangido com essas visitas, me remete diretamente à mesma atividade turística que se faz na Amazônia (“visita à comunidade indígena”), de modo que deixei o tempo passar. Fiquei vendo a criançada parando os carros na estrada e cobrando pedágio (para o réveillon, e isso ocorria em diversos locais).
      E, enfim, Quilotoa. Previsão para aquele dia era de chuva. E de 4 graus de temperatura. Chegamos a pegar cerração pesada no caminho. No local, o céu estalava de azul. Fazia algum frio, mas muito acima de 4 graus. Amem. Logo do alto se tem a melhor visão do espetáculo que é a lagoa de Quilotoa. É de babar. De não querer sair dali, de não retirar os olhos daquele cenário. E, claro, fotos e mais fotos.
       
       
       
       
      Mas é chegada a hora de descer até a lagoa. Sob tempo contado, porque depois tem de subir tudo de volta. Com a altitude para somar, galera recomenda reservar o dobro, ou mais, do tempo de descida. É justo. Ou subir de mula, coisa que não faríamos – e não fizemos.  Descer é, de fato, muito fácil. Apenas ter cuidado com alguma eventual escorregada (é bem inclinado) e com as mulas subindo eventualmente em velocidade acima do razoável. Além, claro, das inúmeras pausas para fotos e para contemplar novos perfis daquele lugar. Fora isso vc desce pulando e correndo, se quiser. Nós demoramos a descer, por conta das paradas para fotos e contemplação. Levamos um pouco mais de meia hora.
      Lá embaixo curtimos um pouco a lagoa, contemplamos ainda mais o visual e aproveitamos para comer um pouco das frutas que compramos. Tem camping por lá, havia uma galera meio “local”. E havia caiaques também.
      E logo voltamos inclinação acima. Já disse, mas repito: é bem inclinado. Estava seco, fazia muita poeira. Mas muita mesmo. Roupas (e narinas, e até a boca) sofreram. Fomos subindo aos poucos, evitando parar, mas paramos algumas vezes, pra descansar mesmo. Altitude tem seu peso. E nesse ritmo levamos 50 minutos para subir, com uma ou outro parada para fotos.
      Chegamos +- na hora programada, mas o local de almoço ainda não estava disponível, atrasou um pouco. Almoço foi bom, e logo depois partimos de volta. São 180 kms de distância, coisa de 3 horas. Depois da caminhada + almoço, bateu aquele bode bacana no busum e chapei.
      Dependendo da disponibilidade, acho que valeria uma noite no lugar. Tem pousadas por lá, acho que não tem outras atrações que não a lagoa em si (e nem precisa!), mas curtiria contemplar aquele lugar por mais tempo. E evitar as horas de estrada num único dia.
      De volta a Mariscal, fomos direto para a pousada tirar, e isolar, nossas roupas entorpecidas de poeira e tomar um banho merecido. Na janta, vimos que Mariscal simplesmente morre nos domingos à noite. Quase nada aberto, completamente diferente do dia anterior. Mas felizmente encontramos um bar mexicano, que salvou a noite.
      Segunda-feira dia 31 foi dia de finalmente conhecer La Mitad del Mundo. Fomos procurar o transporte que teoricamente sairia da Plaza Foch a cada hora pela manhã, mas não vimos nenhum. Talvez porque fosse dia 31. Então fomos de esquema busum mesmo, andando até a Av. Amazônia. Foi dica da simpaticíssima moça da banca de informações turísticas na Plaza Foch. O transporte custaria 5 USD para cada. O esquema busum custou 40 centavos. É muito barato.
      No caminho passamos pela Av. Amazônia, palco das festividades do dia 31. Estavam armando diversos palcos alegóricos. Pareceu bacana, ficamos no pique de voltar para ver como era.
      O esquema busum (precisa descer num terminal e pegar outro ônibus, e as pessoas são muito solicitas ao informar) leva 1,5 hora e larga vc a várias quadras da Mitad. Ao menos o busum que pegamos. Mas é tranquilo andar. Ficamos quase 4 horas curtindo a Mitad. É meio que um shopping (pago) a céu aberto, com algumas atrações (inclusas no preço). Tudo isso, claro, além do barato de estar na suporta metade do mundo. O perfeccionismo mais recente identificou que a metade fica a alguns metros de lá. Mas... e daí? Vale pelo barato de estar lá.
       
       
       
       
       
       
      Além do monumento na dita metade do mundo e de diversas lojas, o lugar tem alguns pequenos museus e salas de exposições. É bacaninha, curtimos. Na volta pegamos o tal transporte dedicado de 5 USD, que levou metade do tempo para nos levar de volta. Vimos muitos homens fantasiados de mulher pelo caminho, pedindo pedágio nos sinais de trânsito. O motorista negava e ficava numa boa. 
      Mariscal estava cheia. Fomos direto para a Av. Amazônia. Estava lotaaaaaaada. Muito bacana, maior galera fantasiada. Alguns cobravam de meio a 1 USD para tirar foto, outros pediam contribuição voluntária, e outros apenas curtiam que vc tirasse foto com e/ou deles. Parecia na verdade um grande Halloween em pleno dia 31. Muitas famílias com crianças. E três palcos ao longo da longa avenida. Mesmo lotado, era possível caminhar – devagar e com as massas. Fomos de ponta a ponta ida e volta, um barato. Sol a pino.
       

      Em contraste com o que habitualmente vemos no Brasil, vi muito pouca gente com cerveja na mão. Mas recebi oferta, em alto e bom tom, de cocaína (!!) por um cidadão. Nem olhei para o meliante. A área era bastante policiada – cheguei até a fotografar um grupo de guardas que perceberam a foto e sorriram.
      Outra coisa que vimos muito nessa época por lá eram carros levando um boneco amarrado no capô. Esses chamavam mais a atenção, mas na realidade havia outros tantos bonecos espalhados aqui e ali. Acho que seriam posteriormente queimados na virada de ano, representando deixar para trás o que foi de ruim. Veríamos essa queima mais tarde. Além desses, havia homens vestidos de mulher espalhados pelas ruas. Meio tipo Carnaval, mas alguns deles pediam pedágio nos sinais. Era bacana identificar essas coisas que não temos por aqui, ao menos não no réveillon.
      Depois de algumas horas curtindo a avenida indo e voltando, fomos dar uma pausa para recarga em algum lugar mais afastado, mas logo retornamos para a festa. Escolhemos ficar perto do palco (cheio pacas) curtindo os shows locais. Galera tava empolgada. 
       
      Jantamos, voltamos para a pousada, e saímos de volta umas 23hs para ver o que rola na virada de ano. Fomos novamente até a Av. Amazônia para ver o agito e... um breu! Toda aquela galera, toda aquela festa se esvaiu. Galera curte de dia, de noite vai para casa, pelo visto. Maior contraste!
      Então ficamos na Plaza Foch, que era onde efetivamente havia gente. Reveillon da turistada rolou por lá mesmo. Muitos “Globos del Deseo”, que eram balões que a galera tentava levantar – não vi nenhum subir direito. Ainda tinha gente fantasiada, algumas mulheres com arco de unicórnio e outras paradas. A Plaza tava bastante policiada, bem tranquila. Havia espaço de sobra para circular (tudo indica que os locais curtem a virada de ano em casa mesmo). À meia-noite a galera começa a queimar os bonecos. Taca álcool e taca fogo. Um deles era o indefectível Maduro, que foi muito homenageado com palavras de baixo calão. E, em meio ao fogaréu dos bonecos, galera começa a pular a fogueira. O fundamento é pular o que se está deixando para trás. Mas acaba virando uma grande diversão geral. 
       
       
      No dia 1 fomos no teleférico. Curtimos novamente, estava mais aberto dessa vez. Chegando cedo, muito pouca fila. Tentamos uma trilha, mas acabamos desviando muito do alvo e voltamos. Curtimos a caminhada e o visual. O esforço naquela altitude é evidentemente redobrado.
       
      Descemos e paramos no parque La Carolina. Fomos caminhando e conhecendo o parque, que estava cheio naquele 1º de janeiro. Uma pista de atletismo (pública) me parecia excelente, do tipo que nunca vi parecida no Brasil. 
      Fomos andando em direção a Mariscal, passamos pelo Jardim Botânico e... estava aberto! Sempre acho que tudo vai estar fechado no dia 1º (teleférico não!), e eis que o jb nos surpreende. Então vamos, claro. E o lugar é bem bacana, curtimos bastante. Com destaque para uma belíssima área de bonsais, mas que infelizmente acabamos tendo de acelerar para seguir para o aeroporto. 
       
      E assim foi mais um Réveillon e algum canto do mundo!
    • Por cris_unb
      Pessoal, vou conhecer o Equador em outubro e gostaria de uma ajudinha para montar o roteiro.
      Principais dúvidas:
      1. De Cuenca a Quito vale a pena descer em Riobamba para fazer algum passeio? Se sim, durmo lá ou sigo no mesmo dia para Quito?
      2. Acrescento mais 1 dia em Quito (tirando de Galápagos)?
      3. Gostaria de sugestões de como dividir meus dias em Galápagos. Não tenho curso de mergulho, por isso não pretendo contratar um cruzeiro.



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