Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Peça ajuda, compartilhe informações, ajude outros viajantes e encontre companheiros de viagem!
    Faça parte da nossa comunidade! 

mcm

Galápagos (+ Guayaquil, Quito) – 12 dias

Posts Recomendados

Era o dia de despedida. E de subir no teleférico. Saímos cedo, pegamos um taxi por 5USD até lá. Sem filas naquela hora (e com o tempo nublado), fomos direto para o cable car. Não sentimos muito a altitude lá em cima. Depois de curtir o visual, fizemos parte da trilha que vai para um dos pontos altos nos arredores. Visuais espetaculares! Curtimos um bom tempo lá por cima. Mas tínhamos de voltar, pq nosso voo de volta sairia no meio da tarde. Descemos, pegamos a van que fica por lá mesmo (5USD) de volta para Mariscal. Ainda passeamos um pouco, mas quase tudo estava fechado naquele fim de manhã de domingo. Somente cafés abertos.

 

14350783_264569403942782_5479333183893798912_n.jpg

Subindo o TelefériQo

 

14374244_642058685972563_8274941763525804032_n.jpg

Na trilha acima do TelefériQo

 

Pegamos um taxi (25USD) de volta para o aeroporto. Motorista muito bacana de se conversar, falamos de Brasil, Equador, Dilma, Correa, anos negros no Equador, dólar como moeda e tantos outros assuntos que vieram à tona. Nem sentimos o tempo passar. E aí começaria o périplo de volta ao Rio, via Panamá. O dia seguinte já era dia de trabalhar!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dinheiro, dólar – (Lembrando que o Equador adotou o dólar norte-americano como moeda, embora o Banco Central do Equador emita níqueis para facilitar o troco). Li muito sobre a dificuldade de se obter troco, de se aceitar notas de 50 e de 100 por lá. Levei basicamente notas de 50 e de 100. Não tive qualquer problema com qualquer das notas que levei. E levei notas velhas, notas manchadas e tal. Mas não rasgadas, nem destruídas. Eu não pagava conta de 10 dólares com nota de 100, no entanto.

 

Cerva – A cerveja no Equador é gelada! Digo isso pq nossas férias anteriores, no Sudeste Asiático, foram na base de cerveja quente (para os padrões cariocas). Lembro-me tb de que na Colômbia a cerva não era lá muito gelada.

 

Povo - Tal qual me parece ocorrer em toda a América Latina, o povo das ruas é muito diferente do povo das propagandas. O equatoriano que vemos nas ruas tem traços indígenas. O das propagandas tem traços europeus. Aliás, toda vez que viajo pela América Latina me lembro de Eduardo Galeano, um apaixonado pela América Latina e seu povo, e que tb realçava essa desigualdade/diferença. E, antes de viajar, estava (e ainda estou!) curtindo muito o relato do Diego Minatel, em que há várias referências ao Galeano. Vale conferir!

 

Galápagos - É paraíso para quem quer ver bichos. Seja na terra, seja no mar. (vencer, vencer, vencer!). A maioria dos animais em Galápagos não se encontra em nenhum outro lugar do planeta! Demos azar com a ressaca do mar no dia em que estivemos em Leon Dormido, mas tenho certeza de que é espetacular em dias normais. Espero voltar para ver Isabela, Floreana, outras ilhas que somente são acessíveis por barco, e tb mergulhar (preciso voltar a mergulhar!).

 

Cruzeiro por Galápagos - Entendo que vale muito a pena. É a única forma de se chegar a ilhas mais distantes. Mas é caro e requer uma esbanjada. Veja como exemplo a galera que estava no barco conosco: eram todos mochileiros que depois ficaram no mesmo hostel guerreiro de 25 USD. Economiza-se em hospedagem, mas não em curtição – eu sigo esse lema!

 

O que levar – Lembrando que isso só vale para essa época em que estivemos por lá, setembro. Levar roupas leves, pq faz muito calor de dia --, tênis e chinelos/sandálias. Uma roupa mais quente para a noite tb é necessário. Snorkel, para que vc não precise ficar alugando (mas fica a critério). Levei botinhas para pisar em pedras, mas não usei. Nadadeiras é uma boa, se vc não tiver problema em carregar (não levei, acho que é muito trambolho pra carregar). Creme solar, e muito. Vc estará na linha do Equador, onde o sol pega mais firme. Vi guias (inclusive o nosso, do cruzeiro) protegendo fortemente a cabeça e pescoço, praticamente mascarados. Como não podia levar mais de 100ml na bagagem, compramos por lá em Galápagos um tubo (20 USD!!) e usamos ele inteiro.

 

[FIM]

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

mcm,

 

Perfeito seu relato ajudou muito na elaboração do meu roteiro! ::otemo::

 

Vc poderia dar uma olhadinha nele?

Estou um pouco insegura quanto ao tempo gasto pelos passeios...

 

Você achou Isla Espanola imperdível? Entre ela e a parte alta de San Cristobal + Loberia, qual vc preferiria?

 

Muito obrigada!

 

1o dia (Sexta):

Santa Cruz (chegada às 14h57).

Trânsito para Porto Ayora passando por: El Chato ou Rancho Primícidas, Túneis de Lava e Los Gemelos

 

2o dia (Sábado):

Primeira lancha de Santa Cruz para Isabela (chegada 10h)

Isabela:

Concha y Perla

Tintoreras

 

3o dia (Domingo):

Isabela

Vulcões Sierra Negra e Chico

Centro de reproducao de tartarugas gigantes

Pozo Salinas (Lagoa de Flamingos)

 

4o dia (Segunda):

Isabela

Tuneles

Muro das Lágrimas

 

5o dia (Terça):

Primeira lancha de Isabela para Santa Cruz (chegada 9h)

Santa Cruz

Las Grietas e Playa de Los Alemanes

La Lobería

Playa de los Perros

 

6o dia (Quarta):

Santa Cruz

Mergulho ou Day trip

 

7o dia (Quinta):

Santa Cruz

Mergulho ou Day trip

 

8o dia (Sexta):

Primeira lancha de Santa Cruz para San Cristobal (chegada 10h)

San Cristobal:

Centro de Interpretação

Cierro Tijeretas

Praias de Carola ou Mann (pôr do sol)

 

9o dia (Sábado):

San Cristobal

Kicker Rock

Passeio de caiaque até Praia Ochoa

 

10o (Domingo):

San Cristobal

Lago El Junco, Galapaguera e Praia Puerto Chino

La Lobería

 

11o (Segunda):

Primeira lancha de San Cristobal para Santa Cruz (chegada 10h)

Santa Cruz:

Centro de pesquisa Charles Darwin

Tortuga Bay

Laguna de las Ninfas

 

12o dia (Terça):

Santa Cruz - saída para o aeroporto às 09h45

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá, Tallidubast!

Obrigado!

Espero que vc curta bastante. É bom vc se planejar antecipadamente sempre, mas relaxe que lá vc pode eventualmente reorganizar os passeios.

 

Entre Ilha Española e a parte alta de San Cristóbal, sem sombra alguma de dúvidas: Isla Española. Acho que vc pode descolar para lá tb a partir de Puerto Ayora. Mas, por ser distante (de ambas as ilhas), o passeio é caro.

 

Sobre o roteiro: se vc ainda não comprou as passagens, sugiro expressamente entrar por uma ilha e sair por outra. A variação de preços, se houver, acho que é muito pequena e isso evita de vc ter de voltar para uma ilha somente para ter de ir embora.

 

Fora isso, se eu mudasse alguma coisa no seu roteiro seria para diminuir um dia de Santa Cruz. Ainda que vc descole day trips excelentes a partir de lá, eu preferiria explorar as ilhas menos badaladas. Mas é apenas preferência, o roteiro me parece ótimo.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá!  Adorei seu relato e estou fazendo vários planos baseados nele. Vou final de maio pra galapagos, queria saber se vc acha tranquilo eu tentar um cruzeiro la, como vc fez, ou reservar com antecedencia. Pois junho ja começa a alta...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi, Alyne.

Deixar para reservar lá envolve contar com alguma dose de sorte, é complicado antever. Eu fui preparado para isso, mas com um plano B em mãos.

Então, se vc optar por deixar para tentar por lá, tenha um plano B!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@mcm oi, tudo bem? Jáli seu relato umas três vezes rs. Vou pra Galapagos mês que vem e minha ideia é fazer exatamente como vc. Tentar um cruzeiro esquema patrão last minute. Me tira uma duvida: sabe se podemos pagar esse cruzeiro no cartão de credito? Nos posts que vi de Galapagos não encontrei muita coisa falando sobre o uso de cartão de crédito na ilha. Obrigada!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por NatalieM
      Olá, vou para Quito em junho e a principio pensei no seguinte roteiro:

       
      Porém estou com algumas duvidas: É possível fazer Vulcão Cotopaxi e Lagoa Quilotoa no mesmo dia e por conta, apenas contratando o guia obrigatório? Caso não seja alguém tem dica de agências que façam esse passeio?
      Mitad del Mundo, Otavalo e Termas Papallacta são possíveis de chegar de ônibus por conta própria?
      Alguém tem dicas de outros lugares bacanas para conhecer?
       
      Obrigada!!!
    • Por mcm
      Com 4 dias para o Réveillon 18/19, tínhamos várias opções em mãos. Uma delas era rever Quito, mas dependia de uma promoção, ou ao menos de uma tarifa razoável da Copa. Que rolou, enfim. Meses depois a Gol começou a voar direto para lá, mas partindo de São Paulo e nem todos os dias da semana.
      Para os dias em Quito, a ideia era fazer alguns passeios nos arredores. Sobretudo Cotopaxi. Tentei muito um tour para Cotopaxi para a 2ª feira dia 31. Ninguém saía naquela data. Dadas as condições (frio, altitude, caminhada), Katia também começou a dar pra trás e não querer ir. Então deixamos de lado. Mas rolaria Quilotoa.
      Chegamos e logo pegamos o taxi para a cidade. Preço fixo de 25 USD. Chegamos rápido a Mariscal, largamos as coisas na pousada e partimos para rever a cidade. Primeira parada, Plaza Foch. Aproveitamos para perguntar algumas coisas na banquinha de informações turísticas que tem lá, e fomos muito bem atendidos. Muita simpatia, tanto da moça quanto do segurança/policial da área. Ela deu dicas do réveillon, de como chegar a alguns pontos que tínhamos mapeado, e tal.
      Logo fomos então conhecer a Olga Fisch Folklore, que é na verdade uma loja de design, mas que pode ser encarado também como um museu. Muito bacana, e bem caro – as coisas são visivelmente de alta qualidade.
      Dali pegamos o busum para perto da Capilla del Hombre. Descemos e pegamos um taxi baratinho, tudo conforme a moça das informações tinha nos sugerido. A Capilla del Hombre faz parte de um complexo onde morou o artista Oswaldo Guayasamín. Fizemos primeiro um tour bem bacana pela casa dele, hoje Fundação Guayasamín, e depois um outro tour no anexo, a própria Capilla, que é um enorme espaço dedicado à arte dele. Ambos espaços muito legais, repletos de obras de arte.
       
       
       
      Encerrado o passeio, não conseguimos taxi para voltar. Voltamos andando e pegamos o busum em direção ao centro. Ideia foi rever aquelas praças e igrejas históricas da cidade. Não entramos em todas as igrejas novamente (algumas são pagas), apreciamos de fora mesmo. Quito tem um centro histórico muito bacana. 
       
       
       
      Encerramos o passeio já de noite por La Ronda. Dessa vez estava bem cheio. Rodamos bastante por lá, demos uma pausa, tomamos alguns canelazos. Divertido ver a galera chamando para os restaurantes, e depois pegamos taxi de volta pra Mariscal. 
       
      Domingo foi o dia de tour a Quilotoa. Saímos cedo para o ônibus, que parte de perto da Plaza Foch. Vários ônibus partem daquela região de manhã cedo, basta vc identificar em qual lista vc está. Fomos praticamente os últimos a chegar – mas dentro do horário --, então ficamos lá no fundão. Tem um guia, que faz apresentações gerais e tal, e vimos que a maioria da galera era americana. 
      Primeira parada do tour é num mercado enorme que eu tinha anotado como sendo o de Saquisili, mas... que agora tenho dúvidas se não foi o de Pujili. Seja lá qual tenha sido, foi bacana. Circulamos um pouco para aquele people-watch inicial. Depois fomos às compras. Compramos morangos, amora, banana, chocolate e rapadura. Tudo muito barato. Tudo custa 1 dólar, e ainda pedíamos apenas meia porção. E as frutas bem bonitas e saborosas.
       
      Parada seguinte foi numa casa indígena no meio da estrada. Eu fico meio constrangido com essas visitas, me remete diretamente à mesma atividade turística que se faz na Amazônia (“visita à comunidade indígena”), de modo que deixei o tempo passar. Fiquei vendo a criançada parando os carros na estrada e cobrando pedágio (para o réveillon, e isso ocorria em diversos locais).
      E, enfim, Quilotoa. Previsão para aquele dia era de chuva. E de 4 graus de temperatura. Chegamos a pegar cerração pesada no caminho. No local, o céu estalava de azul. Fazia algum frio, mas muito acima de 4 graus. Amem. Logo do alto se tem a melhor visão do espetáculo que é a lagoa de Quilotoa. É de babar. De não querer sair dali, de não retirar os olhos daquele cenário. E, claro, fotos e mais fotos.
       
       
       
       
      Mas é chegada a hora de descer até a lagoa. Sob tempo contado, porque depois tem de subir tudo de volta. Com a altitude para somar, galera recomenda reservar o dobro, ou mais, do tempo de descida. É justo. Ou subir de mula, coisa que não faríamos – e não fizemos.  Descer é, de fato, muito fácil. Apenas ter cuidado com alguma eventual escorregada (é bem inclinado) e com as mulas subindo eventualmente em velocidade acima do razoável. Além, claro, das inúmeras pausas para fotos e para contemplar novos perfis daquele lugar. Fora isso vc desce pulando e correndo, se quiser. Nós demoramos a descer, por conta das paradas para fotos e contemplação. Levamos um pouco mais de meia hora.
      Lá embaixo curtimos um pouco a lagoa, contemplamos ainda mais o visual e aproveitamos para comer um pouco das frutas que compramos. Tem camping por lá, havia uma galera meio “local”. E havia caiaques também.
      E logo voltamos inclinação acima. Já disse, mas repito: é bem inclinado. Estava seco, fazia muita poeira. Mas muita mesmo. Roupas (e narinas, e até a boca) sofreram. Fomos subindo aos poucos, evitando parar, mas paramos algumas vezes, pra descansar mesmo. Altitude tem seu peso. E nesse ritmo levamos 50 minutos para subir, com uma ou outro parada para fotos.
      Chegamos +- na hora programada, mas o local de almoço ainda não estava disponível, atrasou um pouco. Almoço foi bom, e logo depois partimos de volta. São 180 kms de distância, coisa de 3 horas. Depois da caminhada + almoço, bateu aquele bode bacana no busum e chapei.
      Dependendo da disponibilidade, acho que valeria uma noite no lugar. Tem pousadas por lá, acho que não tem outras atrações que não a lagoa em si (e nem precisa!), mas curtiria contemplar aquele lugar por mais tempo. E evitar as horas de estrada num único dia.
      De volta a Mariscal, fomos direto para a pousada tirar, e isolar, nossas roupas entorpecidas de poeira e tomar um banho merecido. Na janta, vimos que Mariscal simplesmente morre nos domingos à noite. Quase nada aberto, completamente diferente do dia anterior. Mas felizmente encontramos um bar mexicano, que salvou a noite.
      Segunda-feira dia 31 foi dia de finalmente conhecer La Mitad del Mundo. Fomos procurar o transporte que teoricamente sairia da Plaza Foch a cada hora pela manhã, mas não vimos nenhum. Talvez porque fosse dia 31. Então fomos de esquema busum mesmo, andando até a Av. Amazônia. Foi dica da simpaticíssima moça da banca de informações turísticas na Plaza Foch. O transporte custaria 5 USD para cada. O esquema busum custou 40 centavos. É muito barato.
      No caminho passamos pela Av. Amazônia, palco das festividades do dia 31. Estavam armando diversos palcos alegóricos. Pareceu bacana, ficamos no pique de voltar para ver como era.
      O esquema busum (precisa descer num terminal e pegar outro ônibus, e as pessoas são muito solicitas ao informar) leva 1,5 hora e larga vc a várias quadras da Mitad. Ao menos o busum que pegamos. Mas é tranquilo andar. Ficamos quase 4 horas curtindo a Mitad. É meio que um shopping (pago) a céu aberto, com algumas atrações (inclusas no preço). Tudo isso, claro, além do barato de estar na suporta metade do mundo. O perfeccionismo mais recente identificou que a metade fica a alguns metros de lá. Mas... e daí? Vale pelo barato de estar lá.
       
       
       
       
       
       
      Além do monumento na dita metade do mundo e de diversas lojas, o lugar tem alguns pequenos museus e salas de exposições. É bacaninha, curtimos. Na volta pegamos o tal transporte dedicado de 5 USD, que levou metade do tempo para nos levar de volta. Vimos muitos homens fantasiados de mulher pelo caminho, pedindo pedágio nos sinais de trânsito. O motorista negava e ficava numa boa. 
      Mariscal estava cheia. Fomos direto para a Av. Amazônia. Estava lotaaaaaaada. Muito bacana, maior galera fantasiada. Alguns cobravam de meio a 1 USD para tirar foto, outros pediam contribuição voluntária, e outros apenas curtiam que vc tirasse foto com e/ou deles. Parecia na verdade um grande Halloween em pleno dia 31. Muitas famílias com crianças. E três palcos ao longo da longa avenida. Mesmo lotado, era possível caminhar – devagar e com as massas. Fomos de ponta a ponta ida e volta, um barato. Sol a pino.
       

      Em contraste com o que habitualmente vemos no Brasil, vi muito pouca gente com cerveja na mão. Mas recebi oferta, em alto e bom tom, de cocaína (!!) por um cidadão. Nem olhei para o meliante. A área era bastante policiada – cheguei até a fotografar um grupo de guardas que perceberam a foto e sorriram.
      Outra coisa que vimos muito nessa época por lá eram carros levando um boneco amarrado no capô. Esses chamavam mais a atenção, mas na realidade havia outros tantos bonecos espalhados aqui e ali. Acho que seriam posteriormente queimados na virada de ano, representando deixar para trás o que foi de ruim. Veríamos essa queima mais tarde. Além desses, havia homens vestidos de mulher espalhados pelas ruas. Meio tipo Carnaval, mas alguns deles pediam pedágio nos sinais. Era bacana identificar essas coisas que não temos por aqui, ao menos não no réveillon.
      Depois de algumas horas curtindo a avenida indo e voltando, fomos dar uma pausa para recarga em algum lugar mais afastado, mas logo retornamos para a festa. Escolhemos ficar perto do palco (cheio pacas) curtindo os shows locais. Galera tava empolgada. 
       
      Jantamos, voltamos para a pousada, e saímos de volta umas 23hs para ver o que rola na virada de ano. Fomos novamente até a Av. Amazônia para ver o agito e... um breu! Toda aquela galera, toda aquela festa se esvaiu. Galera curte de dia, de noite vai para casa, pelo visto. Maior contraste!
      Então ficamos na Plaza Foch, que era onde efetivamente havia gente. Reveillon da turistada rolou por lá mesmo. Muitos “Globos del Deseo”, que eram balões que a galera tentava levantar – não vi nenhum subir direito. Ainda tinha gente fantasiada, algumas mulheres com arco de unicórnio e outras paradas. A Plaza tava bastante policiada, bem tranquila. Havia espaço de sobra para circular (tudo indica que os locais curtem a virada de ano em casa mesmo). À meia-noite a galera começa a queimar os bonecos. Taca álcool e taca fogo. Um deles era o indefectível Maduro, que foi muito homenageado com palavras de baixo calão. E, em meio ao fogaréu dos bonecos, galera começa a pular a fogueira. O fundamento é pular o que se está deixando para trás. Mas acaba virando uma grande diversão geral. 
       
       
      No dia 1 fomos no teleférico. Curtimos novamente, estava mais aberto dessa vez. Chegando cedo, muito pouca fila. Tentamos uma trilha, mas acabamos desviando muito do alvo e voltamos. Curtimos a caminhada e o visual. O esforço naquela altitude é evidentemente redobrado.
       
      Descemos e paramos no parque La Carolina. Fomos caminhando e conhecendo o parque, que estava cheio naquele 1º de janeiro. Uma pista de atletismo (pública) me parecia excelente, do tipo que nunca vi parecida no Brasil. 
      Fomos andando em direção a Mariscal, passamos pelo Jardim Botânico e... estava aberto! Sempre acho que tudo vai estar fechado no dia 1º (teleférico não!), e eis que o jb nos surpreende. Então vamos, claro. E o lugar é bem bacana, curtimos bastante. Com destaque para uma belíssima área de bonsais, mas que infelizmente acabamos tendo de acelerar para seguir para o aeroporto. 
       
      E assim foi mais um Réveillon e algum canto do mundo!
    • Por cris_unb
      Pessoal, vou conhecer o Equador em outubro e gostaria de uma ajudinha para montar o roteiro.
      Principais dúvidas:
      1. De Cuenca a Quito vale a pena descer em Riobamba para fazer algum passeio? Se sim, durmo lá ou sigo no mesmo dia para Quito?
      2. Acrescento mais 1 dia em Quito (tirando de Galápagos)?
      3. Gostaria de sugestões de como dividir meus dias em Galápagos. Não tenho curso de mergulho, por isso não pretendo contratar um cruzeiro.

    • Por felipenedo
      Olá Mochileiros!!!
      Aqui vai um breve relato da viagem que fiz sozinho para Galápagos agora em Fevereiro de 2018.
       
      Qualquer coisa que eu puder ajudar, é só falar!
       
      Lá no meu blog Profissão: Viageiro tem mais fotos e detalhes para quem quiser visitar!
      www.profissaoviageiro.com
      Insta: @profissaoviageiro
       
       
      Então......
      As coisas mudam tão rápido na vida...
      Essa viagem não foi na data que planejei inicialmente, não foi do jeito que planejei inicialmente e nem rolou todas as coisas que sonhei no princípio, mas no final das contas fiz uma ótima viagem para Galápagos e voltei cheio de recordações incríveis!
       
      Foram 8 dias em Galápagos, incluindo os de chegada e saída. Foi correria, principalmente porque conheci as 3 principais ilhas: Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela.
       
      Fiz tudo da forma mais econômica possível, sem deixar de fazer nada que queria.
       
      E assim foi:
       
      18/02/2018 – Santa Cruz
      Cheguei no aeroporto de Santa Cruz que fica na Isla Baltra ao meio dia, depois de um voo de SP para Lima, Lima para Quito, Quito para Guayaquil e Guayaquil para Baltra. Estava meio cansado!
       
      A essa altura já tinha pagado US$ 20,00 em Quito para pegar um formulário de entrada em Galápagos.
      Quando chega, já mostra esse formulário e paga mais US$ 50,00 para entrar.
      Então antes de ver um passarinho sequer já se vão US$ 70!!!!


       
      Fiz então o caminho da boiada... Primeiro o cachorro do policial cheira algumas malas, dá o seu ok e vamos todos para fora do aeroporto. Quem não tem esquema já arranjado, precisa pegar um ônibus de graça até a travessia entre as ilhas Baltra e Santa Cruz. Faz a travessia de balsa por US$ 1,00 se não me engano e depois pega um ônibus até Puerto Ayora por US$ 2,00 (acho) em uma viagem de quase 1 hora.
      Quem quiser pegar um taxi, existem muitas opções lá também. São sempre caminhonetes e se pode compartilhar com outras pessoas, mas se forem turmas diferentes, cada um paga a tarifa cheia e o cara deixa cada um em seu destino.
       
      Chegando no terminal de ônibus, existem alguns taxistas lá esperando. Como eu não tinha reservado hotel, fiquei vendo a movimentação da galera... Mas foi tudo muito rápido... Cada um já se pirulitou para dentro dos taxis com os nomes dos hotéis que estavam indo e em menos de um minuto já não havia mais taxis lá.
      Nesse momento dei a maior sorte que poderia ter dado nessa viagem. Conheci o Cezar, que estava lá oferecendo o seu hotel para os passageiros que chegavam.
      Só tinha ele lá e meio que sem opções aceitei ir com ele conhecer seu hostel. Ele foi muito simpático e disse que se não gostasse ele me deixaria no centro para eu procurar outro lugar.
      Bom, cheguei lá e o lugar era muito bom além de que o Cezar e a Alexandra, que eram os donos, eram sensacionais. Negociei uma suíte com TV e ar condicionado por US$ 25 por dia.
      Disse que tinha dado sorte, porque o Cezar me ajudou com absolutamente tudo na viagem e economizei uma grana com isso, sem contar que dava tudo certo, pois ele sabia os esquemas! Eles foram muito legais comigo, nem acreditei a sorte que dei!!!!
       
      Deixo aqui os contatos do Cezar, que recomendo muito!


       
       
      Nesse dia eu tentei organizar com eles tudo que queria fazer, descobri que tinha coisas lotadas que não conseguiria fazer (como Isla Bartolomé, por exemplo), e depois saí para o único rolê que dava tempo no dia: Las Grietas e Playa de los Alemanes.
      Peguei uma carona com o Cezar até os restaurantes baratos que ele me indicou para comer alguma coisa e depois fui para o píer. Peguei um aquataxi por US$ 0,80 e caminhei até Las Grietas, passando pela Playa de los Alemanes.
       
      Tinha um pessoal lá, mas sem muvuca. Me joguei na água fria e fui até onde dava no fim da formação rochosa.


       
      Já na volta parei na praia para curtir um pouco.




       
      De noite voltei para a rua dos restaurantes para jantar.

       
      Comi todos os dias aqui. Pagava US$ 5,00 em uma refeição com sopa de entrada, um prato principal e um suco. Ótimo custo/benefício!

       
      19/02/2018 – Santa Cruz
       
      Nesse dia pela manhã o Cezar me deixou em um lugar para tomar o típico café da manhã de Galápagos: Um Bolón com carne e ovo frito!

       
      Daí peguei um taxi até a entrada da trilha para Tortuga Bay. É uma bela caminhadinha até chegar na praia...
      Quando chega, percebe-se que valeu a pena! Uma praia linda!!!!











       
       
      Lá se chega pela Playa Brava, e caminhando até o fim dessa praia se encontra a Playa Mansa, onde a maioria da galera monta acampamento.
      Eu fiquei a maior parte do tempo entre as duas praias, em uma piscina natural onde várias iguanas nadavam.






       
       
      De tarde fui fazer o tour nas terras altas com o César. Paguei US$ 50,00.
      Lá as tartarugas gigantes vivem em seu habitat natural. Nesse mesmo passeio se vê os Túneis de Lava, e os Gemelos.
      Foi muito bacana o passeio... Muito mesmo. As tartarugas são incríveis e conseguimos ficar muito perto delas. Realmente um dos pontos altos da viagem! Queria ter ficado mais por lá.







       
       
      Nesse dia esqueci meu guarda-chuva lá e o Cezar deu um jeito de um conhecido dele pegar e me levar lá na pousada!!!!


       
      Túneis de Lava

       
      Los Gemelos

       
      Como alguns passeios estavam lotados e para não perder tempo, decidi ir para Isabela no dia seguinte e deixar reservado meu mergulho em Gordon Rocks para minha volta para Santa Cruz.
      Infelizmente muitos passeios estavam lotados e não consegui mesmo fazê-los. Uma pena.
      Quase nem o mergulho consigo. Eu ia fazer no dia seguinte, mas quando voltei para reservar já estava lotado o barco. Aí o César conseguiu com um outro cara pelo mesmo preço que esse para o dia que voltasse para Santa Cruz.
       
      Ele também me ajudou com os passeios em Isabela me colocando em contato com o Carlos e agilizando tudo para mim, inclusive o aviãozinho de Isabela para San Cristóbal
       PQP, ele me ajudou muito!
      Aí ele também conseguiu o ticket para o barco para Isabela pela manhã. Custa US$ 30,00.
       
       
       
      20/02/2018 – Isabela
       
      Peguei o barquinho pela manhã, pagando ainda US$ 1,50 para o aquataxi me levar até o barquinho que não encosta no porto.
       
      Era um barquinho meio apertado... Não foi das viagens mais confortáveis. Demorou um pouco mais de 2 horas a viagem.
       
      Chegando em Isabela já tinha o pessoal da pousada Coral Blanco me esperando com plaquinha e tudo no píer. Paguei US$ 25 em uma suíte com ar condicionado.
       
      Ah, quando chega em Isabela tem que pagar uma taxa de US$ 10,00 para entrar... Lembra aqueles US$ 70? Então, viraram US$ 80 só para sorrir!
       
      Bom, Isabela tem menos estrutura que Santa Cruz.
      As cores do mar são impressionantes!
       
      Quando cheguei descobri que apesar da pessoa da companhia aérea ter confirmado que havia um lugar no voo no dia anterior, quando foi ver direito de manhã , não tinha lugar nenhum..... Isso me deixou bem puto, porque teria que abrir mão de ir para San Cristóban, pois não teria tempo de ir de barco.
       
      Me colocaram em uma fila de espera e ficaram de confirmar de tarde se arrumariam uma vaga ou não.
       
      Aí também descubro que o passeio para Los Tuneles estava lotado nesse dia e também no próximo.... Isabela não estava me dando muita sorte...
       
      O que fiz foi reservar o passeio para Las Tinoneras para o dia seguinte pela manhã e fui fazer outros passeios para Concha de Perla, a pé, e o Muro das Lágrimas de bike (US$ 10 por meio dia de aluguel).
       
      Concha de Perla fica bem pertinho do píer de entrada de Isabela. É uma grande “lagoa” de água do mar com peixes e lobos marinhos.
       
      Eu estava tão queimado de sol que fiquei mais me protegendo do sol do que fazendo snorkel no lugar.



       
       
      Aqui é a praia do lado do píer, cheia de lobo marinho.


       
      Quando voltei, almocei e aluguei a bike para fazer o Muro das Lágrimas.
      Fazendo um breve desvio no caminho, o primeiro lugar que parei foi o Centro de Crianza Arnaldo Tupiza. Um centro de criação das tartarugas gigantes de Galápagos. É possível ver as tartarugas de várias idades em ambientes fechados.


       
      Depois parei na Laguna Salina do lado do centro para ver os Flamingos que vivem lá.

       
      Então retomei meu rumo em direção ao Muro das Lágrimas.

       
      Quando cheguei no checkpoint do muro, encontrei uma menina do Japão que estava na minha pousada. Acabamos fazendo o resto do passeio juntos.
       
      A partir desse ponto já começamos a encontrar as tartarugas gigantes de Isabela no caminho.
      Sensacional!

       
      Existem muitas paradas no caminho até o muro, mas decidimos não parar muito e se tivéssemos tempo pararíamos na volta em alguma coisa.
       
      O muro em si não tem muita graça e nem muito sentido. O que vale é o passeio.

       
      Existe um morro ao lado com mirantes e decidimos subir até onde desse


       
      Na volta só paramos para as tartarugas mesmo.

       
      Eu estava meio com pressa, pois precisava saber se teria ou não um voo no dia seguinte, porque se não tivesse precisaria reorganizar toda minha viagem.
       
      Assim que cheguei na pousada recebi a notícia que conseguiram um assento para mim no dia seguinte as 13hs. Perfeito!!!!!
       
      Ainda deu tempo de pegar o por do sol na praia já bem feliz que o avião tinha dado certo!

       
      Fui então tomar um banho e me arrumar para procurar um lugar para jantar.
      Me encontrei com minha amiga japonesa e fomos em um restaurante que tinha umas promoções de comida e de drinks.

       
      Estava tudo muito bom.

       
      Ficamos conversando um pouco e depois fui dormir porque no outro dia tinha que acordar cedo para o passeio e ela tinha que pegar o primeiro barco para Santa Cruz muito cedo!
       
       
      21/02/2018 – Isabela / San Cristóbal
       
      De manhã o pessoal do tour para Las Tintoneras passou para me buscar.
      O tour saiu por US$ 35,00
       
      Chegamos lá no píer e ficamos esperando o horário do barco sair, enquanto isso fui fazer amizades com os lobos marinhos!

       
      Quando o passeio começa, a primeira parada é tentar encontrar os Pinguins de Galápagos. Não tivemos sucesso, mas por sorte encontramos o Atobá de Pata Azul (Sula nebouxii), ou Piquero de Patas Azules, ou ainda Blue Footed Booby

       
      Foi o primeiro da viagem esse. Muito lindo!

       
      Bom, sem os pinguins por perto, seguimos a viagem para uma caminhada de onde se pode avistar os Tubarões de Galápagos e um local que eles usam para descanso.
      Um lugar com muitas e muitas iguanas, fragatas e algumas outras aves, caranguejos e os tubarões, claro!


       
      A caminhada termina em uma linda praia que não podemos entrar e é destinada apenas aos moradores locais... Lobos Marinhos e todos os outros animais!




       
      Na volta, como não tínhamos visto os pinguins, fui lá encher o saco para procurarmos mais. E funcionou!
      Avistamos um casal voltando do mar e ficamos lá um pouco pertinho deles curtindo.



      De lá fomos para a área de Snorkel. Provavelmente o melhor Snorkel que fiz em Galápagos.

       
      Vi de tudo... Peixe, ouriço, iguana, estrela do mar, tartaruga, arraia, etc.




       
      E com isso, encerramos o passeio.
       
      Eu já estava na pressão na galera para me levarem embora porque não podia perder meu voo!
      No final deu tempo tranquilamente. O Carlos ainda pegou o carro da dona da pousada que estava e me deu uma carona até o aeroporto. E ainda não quis que eu pagasse pelo transporte... Foi muito gente boa!!!!!!!
       
      O contato do Carlos lá em Isabela é:
      Carlos Valencia
      +593 096 7643662
       
       
      O Voo foi um capítulo a parte... Era necessário, além de muito bonito sobrevoar as ilhas, mas eu estava com um baita frio na barriga... O aviãozinho era muito pequeno!
      Eram 10 lugares... O piloto e mais 9 passageiros.
      E eu vacilei. O assento do lado do piloto podia sentar. Eu não sabia e sentei lá atrás. Que vacilo!
      No final o voo foi bem tranquilo e muito bonito!
      Custou US$ 135,00 o voo de Isabela para San Cristóbal e durou 45 minutos pela companhia Emetebe.



       
      Quando cheguei em San Cristóbal foi a mesma patifaria dos taxis. Um taxista chamou um taxi extra para mim e um casal que ficou para trás.
      Como não tinha lugar para ir, pedi que ele me levasse para um hostel barato. E deu tudo certo.
       
      Aí saí para fechar os passeios. Na verdade só iria fazer um passeio. Minha ideia inicial era fazer o tour para Punta Pitt, onde vivem os Atobás de Pata Vermelha. Não tinha nenhum tour para lá no dia seguinte, então fiz o Tour 360º. Ele passava por Punta Pitt, mas não descia, além de outros lugares bacanas, como Kicker Rock por exemplo. No final achei que foi a melhor coisa, pois vi vários Atobás e ainda fiz muitas outras coisas!
       
      Com isso resolvido, parti em direção ao Cerro Tejeretas.
      No Cerro Tijeretas existe um mirante com um visual bem bonito e para quem quer continuar, uma trilha já mais “suja” (sugeriram não fazer de chinelo, por exemplo) até uma outra praia com uns 40 minutos de caminhada a mais. A trilha até o mirante é urbanizada e até que tranquila.


       
      Eu me dei por satisfeito no mirante e após curtir o visual comecei a descida para o ponto de snorkel.
       
      Um lugar com a água bem azulzinha e lobos marinhos curtindo a vida.





       
      Já próximo do final do dia comecei minha caminhada de volta e meio que sem querer encontrei a indicação para uma praia para ver o por do sol. A praia era linda!


       
      Dei muita sorte! Foi um por do sol incrível!!!!!!!!!
       


       
       
      22/02/2018 – San Cristóbal
       
      Acordei bem cedo para o tour 360º. Paguei US$ 160 pelo tour.
       
      O tour dá toda a volta na Ilha de San Cristóbal, mas os pontos de parada que são os mais interessantes, fora uma praia ou outra que avistávamos que dava vontade de conhecer.
       
      A primeira parada é para uma caminhada onde podemos avistar formações rochosas e lagoas bem bonitas.


       
      Depois fomos para o snorkel. Demos muito azar nessa hora. É um lugar que dizem que 99% das vezes se vê tubarões... Bom, nesse dia eles não estavam lá. E a visibilidade estava muito ruim... Não foi um snorkel dos mais legais, apesar de eu ter visto 2 vezes uma espécie de nudibrânquio bem bonita, além de muitos camarões e caracóis em forma de espiral bem diferentes!



       
      Seguindo fomos esperar o barco em uma praia bem bonita e ficamos um pouquinho lá curtindo. Passa tanta coisa na cabeça em lugares como esse........


       
      A próxima parada era Punta Pitt, Eu já vim pondo pilha nos caras por conta de Punta Pitt o rolê inteiro, então quando chegamos lá o cara parou de verdade para eu conseguir ver os pássaros e tirar umas fotos... Pelo visto era só uma paradinha rápida, mas como eu falei com eles, ficamos um tempinho a mais por lá.



       
      Tinha muita ave ali!
       
      Inclusive a que eu estava atrás, o Atobá de Pata Vermelha (Sula sula), ou Piquero de Patas Rojas, ou ainda Red Footed Booby

       
      Já satisfeito, seguimos para uma praia onde ficamos curtindo um pouco a praia mesmo.
      Nessa praia tinha um jovem lobo marinho bem debilitado... Magrinho que só. Aí eu fui falar com o guia se eles têm algum programa de ajuda para esses animais quando os encontram precisando de ajuda, que na minha opinião era bem o caso daquele. Infelizmente ele disse que não e eles só agem se for algo não natural. Nesse caso não parecia que era o caso, então eles não faziam nada...... Uma pena. Não sei se o coitado iria conseguir sozinho, mas é a vida.



       
      E por último, fomos para Kicker Rock. Uma formação rochosa sensacional



       
      A vida debaixo d’agua é incrível. Corais, peixes, tartarugas e muitos tubarões! Isso que a gente estava só de snorkel... Mergulhar lá deve ser sensacional!




       
       
      Do lado de fora também é bem legal!



       
      E foi isso. Acabei ficando bem satisfeito com o passeio! Foi tudo muito bacana!


       
      Daí foi só pegar o por do sol na cidade, comer e dormir.



       
       
      23/02/2018 – San Cristóbal
       
      Esse dia tirei para conhecer La Loberia.
       
      É uma praia bonita, com uma piscina natural onde ficam os Lobos Marinhos e é possível fazer snorkel, e a parte desprotegida, onde quebram altas ondas e ficam os surfistas.
       
      Nesse dia dei um pouco de azar. Só tinha um lobo marinho nadando por ali e para piorar ele estava bem agressivo. Ficou colocando a galera para correr o tempo todo.
      O tempo ainda estava péssimo e choveu muito! Mas muito mesmo. Muita chuva por muito tempo. Meio que deu uma miada no rolê.


       
      Já na hora que estava saindo apareceu um filhote de lobo marinho e ficou lá nadando um pouco.

       
      Então voltei pegar minhas coisas no hostel e fui para o barco. Dessa vez dei sorte. Era um barco confortável e com espaço sobrando. Foi tranquilo o trajeto entre San Cristóbal e Santa Cruz.
       
      De noite só fiquei caminhando no centrinho e jantei.
       
       
      24/02/2018 - Santa Cruz
       
      Dia do mergulho em Gordon Rocks. Paguei US$ 160 no mergulho.
       
      A expectativa desse dia era grande! Muitas chances de mergulhar com Tubarões Martelo... Eu queria muito isso!
       
      O passeio começa cedo. Tem que estar as 6 da manhã na agência de mergulho.

       
      Lá nos encontramos todos, comemos um pão e um café com leite e partimos para o local de saída do barco, que não é muito pertinho.
       
      O barco vai tranquilo até Gordon Rocks.


       
      Quando chegamos lá tinha um lobo marinho que tinha pegado um peixe e ficou lá se exibindo para nós com seu peixe na boca! Foi bem legal! Pena que ninguém estava com a câmera nessa hora.
      Depois um pelicano quis porque quis pegar minha máscara de mergulho... Foi engraçado! Aí todo mundo correu pegar as câmeras para tirar foto!

       
      Bom, lá recebemos as orientações do mergulho, nos equipamos e bora para a água!

       
      O lugar é sensacional... A quantidade de tubarões é impressionante! Para todos os lados.
      Já nesse primeiro mergulho vi 2 Tubarões Martelo, mas o melhor estava reservado para o segundo mergulho.



       
      Infelizmente algo errado aconteceu com minha câmera e entrou agua no case. Não tinha câmera para o segundo mergulho e tive que pedir para o pessoal que mergulhou comigo me enviar as fotos, porque esse segundo mergulho foi insano!
       
      Eu vi mais de 100 Tubarões Martelo em cardumes de mais de 30 de cada vez... Foi uma das coisas mais bonitas que vi na minha vida... Era maravilhoso!



       
      Vi algumas raias, mas no final enquanto estava fazendo minha parada de descompressão, vi um cardume de raias que foi algo indescritível. Não dava para contar... Umas 60, 70... Sei lá. Elas passaram tranquilamente por baixo de mim........ Nossa, que imagem. Queria cortar os pulsos por não estar com minha câmera.

       
      Que mergulho!!!!! Missão cumprida!!!!!!!

       
      Depois que voltamos não tinha muita coisa para fazer e acabei ficando descansando na pousada.

       
      De noite fui dar minha volta e vi uma coisa que me deixou com pena dos equatorianos... O futebol deles é tão ruim que eles acham espaço para passar um jogo entre Flamengo em Fluminense do campeonato carioca na TV... Coitadinho daquele povo....

       
       
      25/02/2018 - Santa Cruz
       
      Nesse dia estava meio sem muito o que fazer e também sem dinheiro... Então decidi fazer o Tour da Baía... Acho que paguei algo em torno de US$ 25 ou US$ 30,00. Não me lembro exatamente.
       
      Acabou que foi um passeio bacana, apesar que dispensável para quem já tinha feito alguns rolês por lá. Mas eu gostei. Ocupou bem minha manhã!
       
      Vimos muitos animais no passeio. Inclusive uma das fotos que mais gostei da viagem eu tirei nesse passeio.
       
      Vi Atobás de Pata Azul, Lobos Marinhos, Iguanas, Pelicanos, Caranguejos, Fragatas e até um cachorrinho marinheiro!!!!
       
      Choveu muito esse dia também e foi um transtorno andar de chinelo na lama dos lugares que o passeio parava... O pé afundava com lama até as canelas! Tive que tirar e andar descalço mesmo.
       
      Essa é a foto que representa muito o que é Galápagos. Existem 6 espécies diferentes de animais nessa foto. Só a Fragata está desfocada no fundo... As outras todas aí no primeiro plano!!!!

       
      Mais fotos do passeio:






       
      No volta, mais um show de Galápagos... No píer tinha um cardume de Golden Rays, vários tubarões e lobos marinhos nadando juntos... Que absurdo esse lugar!




       
      Daí fui almoçar e depois iria para o centro de pesquisa Charles Darwin. Meu último passeio da viagem.
      Só tive que esperar o dilúvio que estava caindo na cidade passar.


       
      O Centro de Pesquisa Charles Darwin tem várias partes, nem todas abertas para turistas. As principais atrações são as tartarugas gigantes, claro, mas tem outras coisas para ver também.






       
      Aí no centro está “empalhado” (não sei qual é o nome correto disso) o Solitário George. Ele morreu em 2012 já bem velhinho.
      Ele que já foi parar no Guinness Book como o animal mais raro do mundo!
       
      Existe uma visitação controlada no local que ele fica.
      Quando eu o vi lá me deu um nó na garganta...... Triste..........
       
      Ele foi uma das minhas grandes motivações de colocar Galápagos no meu radar de viagens... Ele é a história diante dos nossos olhos... Ele representa o que as pessoas estão fazendo com esse planeta.
      Uma pena que não consegui ir enquanto ele ainda estava vivo.
       
      Além de ter uma história tão triste de como foi encontrado na Ilha de Pinta depois de sua espécie já ter sido dada por extinta... Tadinho!
      Mas tenho certeza que foi muito bem cuidado nos últimos anos de vida depois que foi levado para Santa Cruz.

       
      Obrigado Lonesome George, por ajudar a abrir os olhos das pessoas! Obrigado por me levar à Galápagos!

       
      Bom, encerrado o passeio ainda parei na praia que fica dentro da área do centro de pesquisas. Muitos Darwin’s Finches na praia fazendo amizade com a galera... Principalmente os que deixavam farelos escaparem de suas refeições!



       
       
      Então me despedi de Galápagos.

       
       
      26/02/2018 – Santa Cruz
       
      No aerporto


       
      Espero realmente um dia voltar para conhecer as coisas que não tive oportunidade nessa viagem. É tudo tão perfeito por lá!
       
      Valeu!!!!
       




×
×
  • Criar Novo...