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SP ao Sul: BC (pernoite), Cânions (Cambará), Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Bento G. e 3 Coroas, 12/2016 com custos


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Roteiro: SP ao Sul: Camboriú (pernoite), Cânions (Cambará do Sul), Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves e Três Coroas (Templo Budista)

 

Viagem realizada de carro, de 29/11/16 a 10/12/16, incluindo os deslocamentos.

 

Gostaria de destacar a simpatia, educação e hospitalidade dos catarinenses e gaúchos em todas as cidades pelas quais passamos. A viagem foi ainda mais prazerosa com tudo que aprendemos com vocês, foram muitas dicas de lugares, histórias, cervejas, comidas...

 

29/11/16 – DESLOCAMENTO DE SP A BALNEÁRIO CAMBORIÚ

 

Como estava um trânsito infernal em São Paulo (novidade) e estávamos próximos da Imigrantes, optamos por descer via litoral, pela Rodovia mencionada, passando pela Rio-Santos e Registro, até alcançar a Regis. Trajeto realizado com tranquilidade. Foram cerca de 650 km. Fizemos reserva no Melo Hotel, localizado na Avenida Brasil, que é uma avenida paralela à Avenida Atlântica, que é a da praia. Não tínhamos intenção de aproveitar a cidade, uma vez que planejamos parar ali para descanso mesmo, mas claro que não é possível deixar de dar uma volta pela praia e ver o movimento. Não há estacionamento neste hotel, mas nas vias próximas não foi difícil estacionar o carro.

 

Chegando em BC, demos uma volta à noite pela orla da praia e depois voltamos para o hotel.

 

Melo Hotel – reservado pelo Hoteis.com – R$ 173,74 por noite (com café), ressaltando que no booking estava mais caro.

Preço do combustível em SP: RS 3,39 litro da gasolina/R$ 2,49 litro do álcool.

 

30/11/16 – MANHÃ EM BC E À TARDE DESLOCAMENTO PARA CAMBARÁ DO SUL

 

No dia seguinte, após o café da manhã no hotel, andamos um pouco pela orla da praia, até alcançar a ponta onde estão as passarelas de madeira que se situam o bosque e o mar. Vale muito a pena percorrer por essas passarelas, que oferecem uma bela paisagem. Feito o check-out no hotel, de carro, passamos por alguns pontos turísticos da cidade, como a parte de onde saem os barcos piratas (barcos utilizados para passeios), próxima do teleférico. A cidade não estava muito cheia nem havia tanto trânsito. Após almoço no restaurante Olho d’água, buffet livre por R$ 27,00, com carnes e peixes (ótimo custo benefício), por volta das 15h00, pegamos a estrada rumo à cidade de Cambara do Sul/RS. Chegamos em Cambará junto com a noite. Foram cerca de 450 km percorridos, sem problemas. A pista não estava ruim. Há trechos com muitos radares e também com possível passagem de animais pela pista, bom se atentar a isso. Fomos pela RS 486, que é conhecida pela Rota do Sol, caminho todo asfaltado, porém mais longo. A reserva foi realizada na Pousada Aparados da Serra, situada numa travessa da Avenida Principal. À noite, já em Cambará, com poucos locais abertos para jantar, optamos por uma lanchonete que também serve pratos chamada Bom Gosto, situada na Avenida Principal, pagamos R$ 27,00 por prato de peixe com arroz e salada e R$ 13,00 por X-salada. Comida simples, mas com a fome que estávamos, nada a reclamar.

 

Custos:

 

Pousada Aparados: R$ 140,00 a diária, com café da manhã incluso.

 

Alimentação: R$ 27,00 por prato de peixe com arroz e salada e R$ 13,00 por X-salada, ambos na lanchonete Bom Gosto, que era uma das poucas coisas que encontramos abertas.

 

01/12/16 - CÂNION ITAIMBEZINHO

 

Café da manhã na Pousada Aparados. Gostei do café, sobretudo do pão e do bolo caseiros. Andando um pouco pela cidade, parei em um estabelecimento, na avenida principal, onde havia uma placa de "informações turísticas". O local era uma agência que realiza passeios, lá me deram várias dicas sobre os cânions, inclusive comprei um livro ali que descreve as belezas da região. Neste dia, com muito sol, a intenção era visitar o Cânion Itaimbezinho, situado no Parque Nacional Aparados da Serra, cujo acesso é muito fácil da pousada, que fica no final de uma travessa da Avenida Principal. Aliás, por falar em tempo, a previsão não acertou na maioria dos dias nos quais visitei o sul, ainda bem, pois havia previsão de chuva para vários dias nos quais na realidade fez sol. Voltando ao Itaimbezinho, seguindo a rua da Pousada até o final, basta entrar à esquerda na avenida asfaltada, pouco adiante, ela se torna de terra. São cerca de 18 km, a estrada é facilmente percorrida com carro de passeio. Na entrada do Parque onde fica o Cânion Itaimbezinho, do outro lado da rua, há uma estradinha para a Praia Grande, sendo 20 km de terra, caminho que não fizemos – pelo que nos disseram a estrada está ruim, sendo que tal caminho é percorrido por quem deseja, entre outras coisas, fazer a trilha do Rio do Boi, que é pela parte de baixo do cânion. Não houve cobrança de ingresso no parque, porém este é um mau sinal. Notamos que são os próprios moradores que estão se desdobrando ao trabalhar de forma voluntária para que o parque não feche, uma vez que os contratos de prestação de serviços firmados entre governo e terceirizadas não foram renovados. No parque há duas trilhas, do Cotovelo e do Vértice. A primeira com duração de 3 horas – ida e volta; a segunda, mais curta, estruturada e com ótimos pontos de visibilidade da cachoeira. Qual a melhor? Se você já está lá, faça as duas trilhas, são pontos de vista diferentes, vale a pena, as trilhas são fáceis e sinalizadas. À tarde, após nosso retorno, com todos os restaurantes fechados, passamos na Chocolates Sil, situada na Avenida Principal, uma espécie de café com produtos caseiros. Comemos duas mini pizzas, duas torradas (é um lanche), 2 cafés, 2 chocolates quentes e levamos 3 chocolates trufas, tudo por R$ 50,00. Lugar bom para bater um papo e conhecer alguns segredos e histórias da região. Lá também tem cerveja artesanal, mas não bebemos. Nesse café nos indicaram um bom lugar para beber cerveja artesanal, o Pub no Vinicius, situado no início da Avenida Getúlio Vargas, a que chamei de principal. À noite, fomos ao pub. Tomamos ótimas cervejas indicadas pelo Vinicius. Os lanches de lá também são muito bons. Gastamos R$ 127,00 no total para duas pessoas por dois lanches de contra-filé na baguete, uma porção de batatas fritas e algumas cervejas artesanais, não lembro quantas. Estava muito bom, e é um local que fica aberto até mais tarde, mesmo se a pessoa não bebe, se caso estiver com fome e já não houver nada aberto, vale a visita para comer um lanche. Lá fui apresentado a algumas cervejas artesanais da região, como a we heavy, da Edelbrau, de Nova Petrópolis e a IPA Cachorra Ovelheira, feita na Praia Grande-SC, salvo engano. Muito bom.

 

02/12/16 - CÂNION FORTALEZA E DESLOCAMENTO PARA CANELA

 

Após o café na pousada, rumamos para o cânion Fortaleza. Chegamos por volta do meio-dia, uma vez que não acordamos lá muito cedo no dia. No céu, mais nuvens que no dia anterior, porém não se deve brincar com o sol nos cânions. Não fui muito generoso na quantidade de protetor e, no final do dia, senti as consequências: queimaduras de sol de doer ao se encostar em algo. Bem, voltando ao Fortaleza, a entrada é gratuita. Há uma funcionária na porta que controla o fluxo de visitantes do parque, além de apresentar algumas informações sobre as trilhas. Percorrendo a estrada de carro, já depois da portaria, a primeira parada é na trilha para a Pedra do Segredo. Há placas indicando o início da trilha, o carro é estacionado na estrada. Há vários pontos interessantes de observação na trilha, que percorre lateralmente ao cânion. É necessário atravessar as corredeiras, mas não foi preciso molhar os pés, pois é possível fazê-lo pisando sobre as pedras secas. Atravesse com cuidado o local. Se você possuir botas de trilha, leve-as. A pedra do segredo, que é uma pedra que curiosamente aparenta equilibrar-se sobre a rocha, pode ser vista de dois ângulos, o primeiro deles no sentido de quem vai da trilha, o segundo no final da trilha, de outro ângulo. De volta para o carro, continuamos na estrada de terra, que desemboca na entrada no cânion Fortaleza, há um espaço para estacionar o carro. Logo na entrada, é possível ver a placa que indica a borda do cânion à esquerda e a trilha do mirante à frente da estradinha de terra. Caminha-se pouco, talvez uns 5 minutos, para chegar à borda do cânion. No dia havia muitos bois por ali, alguns bem no meio da trilha, eles encaravam o povo, mas só, sem outras reações rs. Já a trilha até o mirante tem cerca de 1,5 km, porém ela se torna meio cansativa sob o sol intenso, considerando ainda que é um aclive considerável, você segue a estradinha de terra e contorna um morro, subindo-o, para no final se deparar com a visão clássica do cânion Fortaleza, se você chegou até a entrada no Fortaleza, ainda que cansado, faça um esforço para fazer a trilha do mirante, pois a visão compensa muito. Leve água, mais de 1 litro por pessoa, protetor solar e lanche, você vai precisar. Há pessoas que fazem os dois cânions - Itaimbezinho e Fortaleza no mesmo dia, mas, sinceramente, programe-se para fazer um por dia e tente ir pela manhã, pois à tarde o céu pode ficar coberto de nuvens e a visão não é a mesma. Abasteci neste dia pagando em Cambará R$ 3,88 pelo litro da gasolina. Já em Canela, para aonde fomos à tarde, estava R$ 3,95 o litro da gasolina, no posto BR.

Ainda sobre Cambará do Sul, fiquei na vontade de realizar a trilha do Rio do Boi, que fica na parte de baixo do Itaimbezinho. Cheguei a me informar sobre o passeio numa agência, mas me esqueci do preço, não era barato, lembro-me de que se você se encontrasse com o guia na porta da agência era um valor, ao passo que se você se encontrasse com ele já em Praia Grande-SC seria mais barato. O problema é que a estrada até Praia Grande-SC está com a fama de estar ruim. Após algumas dicas que recebi, também fiquei com vontade de visitar São José dos Ausentes e Urubici, mas são locais que não estavam no roteiro e ficarão para a próxima, ou seja, há muito o que explorar na região dos cânions, dois dias é muito pouco.

 

Por hoje é só, mas vou continuar a postagem nesta semana para relatar a visita as demais cidades.

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Otimo roteiro, só uma pena nao terem seguido a estrada sentido Praia grande-SC, ela é ruim mas da pra descer a serra de boa e rende paisagens inesquecíveis, vale o passeio com certeza.

 

Olá, Viajandão!! Valeu pela dica, certamente voltarei a Cambara do Sul e farei o percurso. Fiquei na vontade de fazer a Trilha do Rio do Boi também. Enfim, Cambará do Sul e região têm atrativos para bem mais do que os dois dias programados por mim para lá.

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03/12/2016 – Mundo a Vapor (Canela), Super Carros, Hollywood Dreams, Museu de Cera, Harley Motor Show, Chocolates Caracol, Chocolates Lugano, Rasen cervejaria

 

Ficamos em Canela, na Pousada Villa Cezar. Paguei por 7 diárias o valor de R$ 1.243,00, com bom café da manhã. A pousada fica numa travessa da RS 235, a principal que muda de nome para Avenida das Hortências e desemboca em Gramado. Dirija com cuidado nessa avenida, pois o povo gosta de acelerar ali. Por outro lado, sobretudo em vias com muitos estabelecimentos e movimento de pessoas, os motoristas param o carro na faixa de pedestres se houver alguém com a intenção de atravessar, portanto cuidado para não passar vexame. Várias atrações ficam na referida avenida. Vale a muito a pena locomover-se de carro na região, você economizará muito, mas muito tempo, todas essas atrações que citei eu visitei num só dia, sem acordar muito cedo e ainda por cima num sábado, dia no qual tudo é mais cheio.

 

Ainda sobre a pousada, ela fica bem próxima do Museu dos Beatles e a poucos minutos, de carro, do Mundo à Vapor. O clima é familiar e os funcionários muito atenciosos. Muito interessante a decoração, com vários móveis restaurados e antiguidades, o que faz o local lembrar um casarão de época.

 

Na noite que chegamos a Canela, ainda aproveitamos para conhecer o centro da cidade, em especial, as cercanias da Catedral de Pedra, muito bonita. Tomamos uma sopa de palmito numa lanchonete situada numa travessa da rua da Catedral, bem perto da Catedral, por R$ 24,00. Estava horrível a sopa. Já no dia seguinte, após o café na pousada, debaixo de muita chuva, razão pela qual fomos às atrações cobertas, visitamos o Mundo a Vapor, que fica relativamente próximo da Pousada, a menos de 5 minutos de carro. Pagamos R$ 25,00 por pessoa pelo ingresso integral. Crianças até 5 anos não pagam ingresso, acima de 6 anos até certa idade que não me lembro, R$ 12,50, mesmo valor para estudante e para pessoas acima de 60 anos. O lugar é bem interessante, são réplicas de vários equipamentos, a maioria movida a vapor. Há monitores que explicam o funcionamento das máquinas, inclusive explorando as funcionalidades das réplicas. Há um passeio na parte externa do lugar, de trenzinho, como cortesia. O trem é pequeno, e os bancos são curtos, ou seja, é mais para criança mesmo, porém alguns adultos que cabem nos vagões às vezes se aventuram no rápido passeio. Dentro do local, um pouco depois da entrada, há também uma loja onde são tiradas fotos de época, o valor depende do tamanho da fotografia. Eles emprestam as roupas que são colocadas por cima das suas vestimentas, conforme o estilo escolhido, no italiano, por exemplo, você segura a carabina. Há uma loja de souvenirs também, aonde você encontra, dentre outras coisas, roupas, lembranças e bonecas de porcelana alemãs, uma grande custa cerca de uns R$ 109. Há também um quiosque de venda de vinhos, acho que da Jolimont, o qual não experimentei. De lá fomos ao museu de cera (dreamland). Na porta você já encontra os cartazes anunciando a promoção: um pacote de 5 atrações por R$ 150,00 por pessoa (dreamland, Hollywood dreans cars, Harley Motor Show, Super Carros e Vale dos Dinossauros). Lá mesmo, pesquisamos no site Laçador de Ofertas e vimos que o mesmo pacote com as 5 atrações custava R$ 120,00, o que me levou a comprar pelo site, com economia de 30 pratas por cabeça. Após a compra, a atendente do caixa, no museu de cera, disse que era necessário imprimir os tickets numa lan house ou no Super Carros. Então, fomos ao Super Carros imprimir os tickets e já aproveitamos para visitar tal atração. É um salão com carros como mustang GT, Dodge Challenger, Lamborghini, você pode também pagar para andar em alguns dos carros expostos, se você optar pela lamborghini, por exemplo, terá que desembolsar R$ 290,00 para andar 5,5 km de carona, R$ 790,00 para dirigir 8,7 km e R$ 990,00 para dirigir 15,5 km, ressalto que esse não era meu foco. De lá, fomos para o Hollywood dreans cars, um salão com veículos de época como lincoln, mercury, cadillac, fordão banheirão (vários), galaxie etc. Há vídeos e músicas do Elvis para completar a atmosfera. Há um pavimento inferior com mais alguns veículos, sendo que um funcionário pergunta aos visitantes se eles desejam entrar num veículo tipo romiseta para fotografarem (pela câmera do funcionário). Se você gostar da foto, exibida por computador na saída, pode pagar por ela. Na saída, há também um conversível onde funcionários também oferecem serviço de fotos, eles lhe emprestam peruca, óculos e adereços de época. Se não me engano, três fotos gravadas em cd custavam R$ 48,00. Você pode fazer as fotografias sem compromisso, vê-las no computador e decidir se as compra ou não. Só para explicar melhor, você pode tirar fotos à vontade do local, mas de dentro dos dois carros mencionados, paga-se pelo serviço. De lá fomos à Chocolates Caracol, onde há exposição temática de como é feito o chocolate, a qual não vimos. Não se trata de fábrica, esta não é aberta a visitação. Só fui à loja, onde comi umas barrinhas de chocolate, R$ 100 gramas por R$ 13,80. O local estava muito cheio, era sábado e havia excursão aportando ali. A próxima parada foi a Casa do Colono, do lado da Rodoviária, numa Praça recheada de enfeites de Natal. A casa do Colono é uma loja de produtos artesanais da região onde há salames com gordura e sem gordura (salamito) por R$ 30,00 o quilo; queijos coloniais com ervas, alho e outros tempeiros, cada queijo de cerca de meio quilo custa 27 reais. Você encontra ainda no lugar suco de uva integral de copo e garrafa, biscoitos, morangos em passas, geleias - 7 a 11 reais o pote, cookies e mel, seja de Cambará do Sul, seja de Gramado. Atrás da casa do Colono, na lateral da praça, há um balcão aonde são vendidas cucas de vários sabores, além de pão de queijo, pão de linguiça, biscoitos etc. O pão de linguiça e o de queijo custam R$ 2,50 cada. Difícil não comer do pão após sentir o cheiro dele ao sair do forno, este que fica logo atrás do balcão. Mesmo nos locais mais movimentados, foi relativamente fácil estacionar na rua, mas você precisa adquirir o ticket nas máquinas instaladas na calçada, os chamados parquímetros, facilmente você encontrará algum funcionário para ajudá-lo a expedir o ticket. De lá fomos para o Museu de Cera, onde há boa variedade de personagens, os quais estão em salas divididas por temas. Logo na entrada me deparei com o Dom Corleone, do Poderoso Chefão, inclusive há um banquinho perto dele onde o povo se senta para fazer fotos. A Marilyn Monroe também estava por lá. Há um espaço para esportistas, como Mike Tyson, Muhammad Ali, Pelé, Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo, os esportistas foram os que achei menos parecidos com os reais. Na sala de terror, mais escura, você se depara com o Jason, Fred, Alien etc. Na dos cantores, Amy Winehouse, Lady Gaga, Rihana. Há salas destinadas a Faroeste e Guerra nas estrelas, esta última bem disputada, todos querem fazer foto com o camarada peludão do Han Solo. O Shrek, que divide a sala cujo tema é o filme Piratas do Caribe, também é bem assediado. Nessa sala, funcionários pedem a você que suba num barco para fazer fotografias, o mesmo esquema já narrado, você faz algumas poses, se gostar do produto final, pode comprar as fotos. O mesmo ocorre na sala dos presidentes americanos, um fotografo pedirá para você fazer poses, colocando o pé na mesa, atendendo telefone etc. No geral, alguns dos personagens não se parecem muito com os reais, mas o lugar não deixa de ser divertido para uma visita descontraída. Na saída do Museu de Cera está o elevador para o Harley Motor Show, uma lanchonete com motocicletas antigas em exposição, loja de souvenirs como copos, camisetas. Novamente, você encontrará o fotografo oferecendo uma fotografia sua montado numa motocicleta. Na saída do lugar, você já se depara com a funcionária da Chocolates Lugano que lhe dá um chocolate mentinha para experimentar. A tática funcionou e, pouco depois, lá estava eu na loja de Chocolates Lugano, que fica do lado do Museu de Cera. A caixa de chocolates mentinha custa 20 pratas, com diversos sabores como laranja, ao leite, enquanto que as barrinhas você encontrará por R$ 3,50. Na saída fomos ainda ao boteco da rasen bier, a cerveja de Gramado, onde há experimentação de 5 cervejas por R$ 19,90 (weizen, dunkel, amabar ale, Pilsen, Braza (pale ale), acompanhada de uma porção de amendoim pela qual paguei R$ 7. Fica na Rua Candido Godoy. Neste dia, almoçamos no Vale Quanto Pesa, em Gramado, por R$ 64,90 o quilo, a comida estava boa, com opção de peixes e grelhados.

 

Como é possível observar, o carro ajuda muito na locomoção, tudo se torna muito perto com ele, inclusive Gramado de Canela. Tudo isso foi feito num só dia e sem muita correria. Outra questão, se você estiver com o orçamento apertado, muito cuidado ao visitar essas atrações, nelas tudo é voltado para o consumo, se você se encantar por tudo que lhe oferecem, no final do dia, correrá o risco de perder até as cuecas. Outra questão, pelo que observei a previsão do tempo costuma falhar nesta região, então não entre em desespero se a previsão for de chuva, mas se ela se confirmar, dê prioridade para atrações cobertas e deixe os parques para os dias de sol.

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Gramado é um lugar mágico, rapidinho somem 500, 600 reais da sua carteira kkkkk mas vale a pena. Parabéns pela riqueza de detalhes da sua narrativa

 

kkk, valeu, amigo! É bem por aí, são muitos os estímulos para o sujeito sacar a carteira do bolso. Não era meu caso, mas se você estiver com crianças então, eles ficam encantados com tudo aquilo, o que os leva a querer "interagir" mais com as atrações. Eu que não sou consumista me flagrei dentro de uma loja de relógios cuco de corda, fazendo as contas de quanto sairia um parceladão no cartão kkk, no final, ainda bem que estava com fome e mudei o foco das minhas ideias...rs

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04/12/16 – Nova Petrópolis, Parque Pedras do Silêncio, Museu do Cinema.

 

 

Saímos da pousada às 10h00. Estava nublado e chuvoso o tempo, o que gerou indecisão sobre aonde ir. Decidimos por Nova Petrópolis, em especial o Parque do Imigrante, pois não queríamos mais um dia de visitações a locais fechados. Rodamos pouco mais de 30 km de boa estrada, a chuva havia cessado, mas o tempo ainda estava nublado. A entrada para o Pq do Imigrante custa R$ 5,00. Já dentro do parque, logo na entrada, nos deparamos com a loja de cervejas artesanais do William. Ele entende bem de cerveja e nos indicou várias marcas artesanais da região. Ele também tem algumas na geladeira, as quais é possível beber na própria loja. Dentre as que comprei, bebi a tupiniquim, aprovadíssima. A Roleta Russa, a Cadela Velha e a Rockabilly ainda esperam para ser experimentadas. Há lojas de artesanato e malhas também na entrada do parque. Há, também, dois lagos, um deles com pedalinho, mas como havia chovido muito, estavam fazendo manutenção nos equipamentos. A aldeia do imigrante, dentro do parque, são várias casas típicas de colonos, escola, oficina etc, há também um café, onde são vendidas cucas, bolinhos de batata, café, apfelstrudel etc por um bom preço, paguei 12 pratas por 1 pedaço de cuca, 1 apfelstrudel, 2 cafés. Há, também, um restaurante alemão dentro do parque, cujo preço é R$ 35 por cabeça. Há boa variedade de sobremesas, dessas gostei do pudim de café e do sagu com creme. Inesperadamente, após o almoço, o sol apareceu, oportunidade que demos uma nova volta pelo parque, que é muito bonito. Já fora dele, caminhamos até a galeria do imigrante, um conjunto de lojas. Sinceramente, nada que me chamasse muito a atenção, mas não sou um consumista ávido. Então, seguimos para a praça onde fica o labirinto verde, que chama bastante a atenção das crianças, empolgadas em se aventurar no interior dele. Com a tarde avançando, pegamos a rodovia sentido Canela, pois queríamos visitar o Pinheiro Multissecular, o que não logramos fazer neste dia, pois a entrada na rodovia, que fica na altura de um radar, estava fechada na altura da igreja em razão de algum evento. As lojas da Dakota e da Tramontina também ficam na rodovia que liga Nova Petrópolis a Gramado. No caminho, paramos ainda na Cervejaria Edelbrau, onde encontramos ótimas promoções, cervejas de 12 a 14 reais. Experimentamos a de trigo e a pilsen, ambas aprovadas. Se for comprar cerveja lá, preste atenção na validade, algumas estão bem próximas do vencimento. Mais a frente na rodovia, visitamos o Parque Pedras do Silêncio, que é um parque onde estão várias esculturas de pedra de arenito as quais contam a história da imigração alemã. Espetacular! Paguei 25 reais por pessoa, aceitam cartão. Eles disponibilizam repelente para os visitantes, mas não havia muitos mosquitos na tarde que o visitei. O Parque é muito organizado, você recebe um roteiro que explica cada escultura. Realmente é uma história contada por meio das esculturas. Recomendo a visita. Do outro lado da rodovia, paramos ainda na loja chocolates Mukli, que vende um delicioso alfajor por R$ 4,00 cada. Lá descobri, ainda, o bocadito, um doce parecido com o alfajor, assim como este, feito com doce de leite uruguaio, muito bom mesmo. Comprei até alguns desses bocaditos para levar para casa. Em seguida, retornamos para Gramado. Havia muito trânsito na Borges de Figueiredo, na altura da Igreja São Pedro, em razão dos eventos de Natal. A rua coberta também estava lotada, lá você encontra lojas e restaurantes com preços salgados. Vi restaurantes nas cercanias oferecendo sequência de fondue a partir de R$ 39 por cabeça. Já no início da noite, visitei o Palácio dos Festivais, ao lado da Igreja São Pedro. Pagamos 30 pratas por pessoa pela entrada no Museu, só havia eu e minha esposa lá. Me empolguei só de ver aqueles cartazes de filmes nacionais antigos, os quais estavam fixados pelas paredes. Há exibição de um vídeo com depoimentos de atores que narram suas impressões sobre o festival de cinema. Há, ainda, equipamentos cinematográficos antigos em exposição. Eu gostei do museu, porém ressalto que ele só é indicado para quem gosta de cinema nacional, ou seja, para quem se interessa pelas coisas que descrevi, se não for seu caso, não vale a pena. A saída do museu fica num café, de onde é possível ter uma visão privilegiada da rua, toda enfeitada e lotada de gente. Após sairmos do lugar, fomos até a Igreja São Pedro, e, por trás dela, saímos na rua paralela, menos movimentada que a principal, chamada São Pedro. Lá, após andarmos um pouco, encontramos o Restaurante Carlito’s prime. Pagamos R$ 65 por pessoa pela sequência de fondue. A entrada constituiu-se de patê com torradas. Depois, o fondue de queijo acompanhado de pão, polenta frita e goiabada. A seguir, as carnes: picanha, frango e cordeiro, com boa variedade de molhos e geleias. A carne é colocada, por você mesmo, sobre uma pedra aquecida. Assim, você a assa no ponto que desejar. Repetimos as carnes. Por fim, o chocolate acompanhado das frutas: uva, banana, mamão, morango, laranja, abacaxi e manga. Aprovado, ótimo atendimento, saímos muito satisfeitos.

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05/12/16 – Parque do Caracol, Castelinho do Caracol, Parque dos Paredões, Parque do Pinheiro Grosso, Parque Vale dos Dinossauros

Como o dia estava ensolarado, decidimos por visitar os Parques da Ferradura e do Caracol, uma vez que o segundo fica no caminho do primeiro. De Canela, pegamos a RS 466, conhecida como Estrada do Caracol, no sentido do Parque da Ferradura, trajeto bem sinalizado. Nesta rodovia há vários pontos turísticos, como o Parque do Pinheiro Grosso, o Parque Vale dos Dinossauros, o Parque Terra Mágica Florybal, o Mundo Gelado, o Teleférico e a Churrascaria Garfo e Bombacha.

Seguimos rumo ao Parque da Ferradura situado no final da estrada. Interessante ressaltar que, num ponto da estrada em que ela já se tornou de terra, você se depara com várias placas. Uma delas indica o Parque dos Paredões à esquerda, enquanto outras duas indicam o Parque da Ferradura à direita e o Parque Vale dos Cânions, também à direita. Não verificamos o funcionamento do Parque da Ferradura, ou seja, só descobrimos que ele estava fechado quando chegamos na entrada dele, ressalta-se que era uma segunda-feira. Então, voltamos pela estrada de terra até a bifurcação onde estão as placas de que falei acima. Sobre o Parque Vale dos Cânions, um funcionário do Parque da Ferradura nos disse que está temporariamente fechado. Por já estarmos ali, resolvemos visitar o Parque dos Paredões. Para isso, pegamos a estradinha no caminho contrário ao do Parque da Ferradura. Bem ruinzinho o caminho, inclusive, meu protetor de cárter reclamou algumas vezes. O ingresso custou 10 pratas, cobrado, na portaria, pela única pessoa que avistei no lugar. Ele nos deu as instruções: seguir de carro por uma estradinha que a frente se divide, sendo que cada caminho leva a um mirante, tratando-se do mirante do cânion e do mirante do vale. Ambos você chega de carro até certo ponto e depois caminha mais um pouco a pé. Sinceramente, a visão é até bonita, mas você encontrará paisagens parecidas, mas muito mais bonitas, no Parque da Ferradura, por exemplo, que é ali do lado. Vou anexar algumas fotos para que cada um tire suas próprias conclusões.

De volta a estrada, sentido Canela, o próximo ponto de parada foi o Parque do Caracol, cujo ingresso custou R$ 18. Há estacionamento e lanchonete, com restaurante, mas não posso opinar, pois não almocei ali. O parque oferece diferentes trilhas ecológicas. A cachoeira, que fica perto do observatório, sem dúvida é o principal atrativo. O observatório, cujo ingresso custa R$ 12,00, é uma espécie de torre com elevador que conduz ao observatório por meio do qual é possível visualizar o parque em 180 graus. Dele, a visão mais interessante é sem dúvida a cachoeira. O Teleférico cuja entrada fica na rodovia também é avistado do observatório. Uma informação importante aos visitantes é sobre a famosa escadaria de 730 degraus, a da perna bamba, que desemboca na parte de baixo da cascata: está fechada para manutenção. As trilhas ecológicas são bonitas, há mirantes no caminho de onde é possível avistar as corredeiras.

De volta a estrada, visitamos ainda o Parque do Pinheiro Grosso, cuja entrada é R$ 6,00. Ao lado da entrada, num salão, há fotos e explicações sobre pinheiros, além de fotos que contam parte da histórica da cidade de Canela. Caminhando um pouco, você já se depara com uma ponte de madeira que conduz ao principal personagem do parque, o Pinheiro de 700 anos de idade, ao redor do qual há uma cerca que impede os visitantes de se aproximarem dele, uma forma de protegê-lo. No caminho que citei há também duas entradas para trilhas que cortam o bosque. A entrada de uma das trilhas desemboca na entrada da segunda trilha, o caminho é relativamente curto e não há nada de mais para se ver nele. Enfim, essa trilha vale a pena somente se você quiser um contato maior com a natureza do parque.

Já fora desse parque, do outro lado da rodovia, praticamente na frente do Parque do Pinheiro Grosso, é possível avistar o Parque Terra Mágica Florybal e também o Parque Vale dos Dinossauros. O ingresso para o segundo faz parte daquele pacote de 5 atrações que compramos no site laçador de ofertas por R$ 120,00, razão pela qual resolvemos o visitar. Realmente a aquisição desse pacote é vantajosa, pois o ingresso integral, na porta do parque, custa R$ 50,00. No local há estacionamento e uma recepção onde você aguarda um pouco o ônibus circular que transporta os visitantes do parque até o ponto onde estão as atrações. Realmente seria muito cansativo fazer o trajeto a pé, sendo imprescindível o ônibus. Os dinossauros são de fibra, sendo que alguns são animados, ou seja, mexem a calda e a cabeça. Há uma placa com explicações ao lado de cada dinossauro, como nome, tamanho, época que viveu etc. É um passeio interessante para crianças, sobretudo para a molecada que é apaixonada por dinossauros. Não visitei o Parque Florybal, situado ao lado do Parque Vale dos Dinossauros, mas pela sapeada que dei, o ingresso integral, na portaria, custa R$ 60,00. O Parque Florybal, pelo que percebi, é uma espécie de Parque Vale dos Dinossauros, só que com mais personagens e temas.

Ainda na RS 466, visitamos o Castelinho do Caracol. Este é um casarão, de dois pavimentos, construído por imigrantes alemães, com móveis e decoração da época. A entrada custa R$ 10,00. Nos cômodos há placas com explicações sobre a vida na época em que o casarão foi utilizado pela família como moradia. Tudo nele está muito conservado, tornando-se uma viagem no tempo a visita. Na cozinha, que também pode ser visitada, são feitos o apfelstrudel e o chá de maça. O cheiro é convidativo. Pedi os dois, o primeiro custa R$ 25,00, enquanto o segundo, R$ 7,00. O apfelstrudel de lá é um pouco diferente dos que já havia provado, a massa dele se esfarela e se mistura com o recheio de maça. A torta é acompanhada por nata ou sorvete, sendo este a minha opção. O preço é meio salgado, mas tanto o chá quanto a torta são deliciosos. No espaço onde estão as mesas, na parede, há vários relógios cucos alemães, alguns movidos à corda, outros, à pilha. São bonitos e caros, uma vez que são artesanais e importados.

No mesmo dia ainda fomos ao centro de Gramado, onde andamos um pouco e, no Centro de Informações Turísticas, situado na esquina da Av. Borges de Medeiros com a Av. das Hortênsias, recebemos um mapa turístico de Gramado.

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