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SP ao Sul: BC (pernoite), Cânions (Cambará), Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Bento G. e 3 Coroas, 12/2016 com custos


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06/12/16 - Pinheiro multissecular, Bento Gonçalves (Casa Valduga e Cave de Pedra)

 

Dia de sol destinado para uma visita de um dia “bate-volta” à cidade de Bento Gonçalves. De Canela até o referido destino são cerca de 120 km. A estrada é bem sinalizada, mas por via das dúvidas lancei mão do aplicativo de celular waze.

No caminho, aproveitamos para visitar o Pinheiro Mutissecular, pois, conforme narrei, quando visitamos Nova Petrópolis em outro dia, a travessa da rodovia utilizada para acessá-lo estava interditada. A entrada é sinalizada, fica próxima a um radar. Seguimos de carro até o momento em que a pista termina, e você se depara com uma placa anunciando o pinheiro de 1000 anos de idade. A partir dali é necessário seguir a pé por uma passagem lateral, que desemboca no local onde está o pinheiro. Ele é realmente gigantesco. Ficamos pouco tempo ali, pois praticamente fomos expulsos pelos insetos que nos atacavam. Portanto, recomendo repelente para os que ficarem curiosos de visitar o pinheiro multissecular.

Voltando a rodovia, seguimos rumo a Bento Gonçalves. Logo na entrada da cidade, próximo da igreja, almocei num restaurante por quilo de que gostei bastante, com sobremesa à vontade, chama-se Bene Mangiare, paguei menos de R$ 40,00 pelo quilo. De lá, voltamos para a rodovia e seguimos a rota do vinho, a Casa Valduga seria nossa primeira parada. Não agendamos a visitação, ao chegarmos na recepção com esse intento, disseram que a visitação começaria em poucos minutos, intervalo no qual se somou a nós outros três casais. A guia que nos recebeu foi a Karen, ela que, além de divertida, é formada em enologia e nos apresentou muitas informações sobre o assunto. Preliminarmente, um vídeo é exibido sobre a Casa Valduga. Em seguida, a guia nos conduz pelo interior da vinícola, apresentando informações sobre a história da família que fundou o local, além de outras curiosidades sobre o vinho. Visitamos o local aonde o vinho é armazenado e também as videiras. Foram cinco experimentações, sendo de 2 espumantes e de 3 vinhos. No final da visita, já do balcão da loja, experimentei mais uns 3 vinhos. Havia conhaque também, dois tipos, o pessoal que nos acompanhou na visita gostou bastante do mais envelhecido, mas não os experimentei. Já adianto que não sou especialista em vinho, mas gostei do Terroir, merlot (2013) e também do mundvs, cabernet sauvignon, 2010, este que é produzido no Valle del Maipo, Chile. Findada a visita, seguimos em direção a loja de geléias da Casa Valduga, a Casa Madeira, aproximadamente a 1,5 km da vinícola de mesmo nome. Nela há experimentação de geleias e de suco de uva. Há vários tipos de geléia, inclusive orgânicas. Fiquei na vontade de experimentar a cerveja leopoldina, a cerveja da Casa Valduga. Apesar de haver essa cerveja na loja de geléias, deixei para comprá-la numa possível visita a loja de fábrica, porém, na volta, me deparei com ela fechada. Quanto a cerveja Leopoldina, infelizmente não a encontrei em Gramado, ficando só na vontade mesmo. Normalmente, cada cidade tem sua cerveja, a Edelbrau, de Nova Petrópolis, também não encontrei em Gramado, sorte que havia comprado algumas na loja de fábrica. Aproveitando, ressalto que das cervejas Edelbrau só não gostei da IPA, as demais eu aprovei.

Voltando ao vinho, após a Casa Madeira, com tempo disponível para mais uma vinícola, fomos a Cave de Pedra, instalada num castelo. Na loja, informaram-nos que a visitação poderia ser inicializada em poucos minutos, sem agendamento. Não me recordo bem do nome do guia que se apresentou para nós, mas acredito que seja Alessandro, um jovem estudante de enologia, muito atencioso e focado em satisfazer os visitantes. Ele nos levou a vários espaços do castelo, como o salão que é alugado para festas, a torre, o local de armazenamento, além de comentar sobre várias curiosidades, seja a respeito do local, seja a respeito do vinho. Também conhecemos um espaço de videiras destinado à visitação. Foram cinco experimentações, salvo engano...rs.

O caminho de volta foi um pouco demorado, pois a rodovia apresentava pontos de parada para manutenção, uma vez que se trata na maior parte de pista de mão dupla. À noite, compramos no site laçador de ofertas um combinado para casal no restaurante japonês El Barco por R$ 75,00, não me lembro da quantidade de peças mas foi o suficiente para satisfazer ao casal. Havia chopp e suco de uva integral, optei por este último.

 

Esqueci-me de informar: paguei R$ 40,00 pela visita à Casa Valduga e R$ 30,00 pela visita à Cave de Pedra, já incluídas as experimentações que citei. Ambas valeram a pena.

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07/12/16 – Parque da Ferradura, Lago Negro.

 

A intenção era ter visitado o Parque da Ferradura junto com o Parque do Caracol, uma vez que este último está situado no caminho daquele, o que não foi possível, pois conforme já narrei, encontrei o parque da Ferradura fechado numa segunda-feira.

Pagamos R$ 12,00 pela entrada no Parque. Nele há estacionamento, assim como restaurante de comida por quilo, cujo preço é R$ 44,00. Próximo ao restaurante, há uma trilha curta que leva ao mirante Vale da Ferradura, a imagem mais famosa do parque. Há playground e churrasqueira também perto do restaurante. Próximo ao primeiro, há um segundo mirante, também de fácil acesso. Nas placas que identificam as trilhas, consta o tempo necessário para atingir um determinado local. A trilha mais complicada e demorada é a que desemboca na base da cascata, a mesma que é observada de longe no mirante do vale da Ferradura, na placa consta o tempo de 55 minutos para percorrê-la. Recomendo levar repelente para fazer essa trilha, além de bastante água e lanche. Usar bota de trilha também ajuda. A descida dessa trilha é íngreme, havendo alguns pontos com corda para auxiliar o visitante. Após uns 40 minutos de descida, há uma placa na trilha informando que faltam 17 minutos para a cascata. Neste ponto há uma outra placa indicando um caminho alternativo à portaria, de 60 minutos. Os 17 minutos de descida também foram um pouco cansativos, ainda mais para um sujeito meio sedentário como eu. Por fim, encontramos a cascata no final da trilha. Após mais de 1 hora de caminhada em terreno com certa dificuldade, é muito bom se refrescar nas águas da cascata. É possível subir nas pedras também, de onde é possível fazer belas fotos. Ficamos cerca de 40 minutos ali, comemos um lanche e fizemos algumas fotografias. Após a cascata ainda há um pequeno trecho de trilha que leva a um trecho de corredeira. O retorno, por se tratar de subida, é mais cansativo, portanto, quando chegamos no ponto onde há o mencionado caminho alternativo de 60 minutos, resolvemos pegá-lo em vez de fazer o caminho da ida. Esse caminho escolhido é uma trilha mais aberta, com alguns trechos de subida, mas muito mais fácil, o detalhe é que ela exige que você ande mais do que no caminho da ida. A trilha da volta desemboca na casa do guarda do parque, na estrada, a 1 km do estacionamento, segundo uma placa. Exaustos, almoçamos no restaurante do parque. No fundo, considerando minha forma física que não é lá aquelas coisas, não seria recomendável fazer o parque do Caracol e o Parque da ferradura no mesmo dia, ou seja, o programado que deu errado, no final, deu certo, pois associei a visita ao parque da Ferradura, mais cansativo, com o Lado Negro, que é bem tranquilo.

No mesmo dia, por volta das 15h00, fomos ao Lago Negro. A entrada é gratuita, inclusive não há cerca entre o local e a rua. Há lanchonete no parque. O passeio de pedalinho custa R$ 20,00 no cisne para 2 pessoas, já o barco pirata que comporta três pessoas, custa R$ 30,00, ambos para 20 minutos de passeio. Ao redor do Lago Negro há um caminho circular, bastante florido, muito bonito. Havia uma banda tocando folk e rock no dia que fui. A Alemanha Encantada é quase em frente ao Lago Negro, mas não consegui visitá-la, pois fechou antes de sairmos do lago. O horário normal de fechamento da Alemanha Encantada é às 18h00, mas às quartas-feiras o local fecha mais cedo.

De lá, voltamos para o hotel. Próximo a ele, de forma que era possível ir a pé, na Avenida Osvaldo Aranha, Canela, descobrimos, à noite, o The Beer, um boteco que serve cerveja artesanal. Tomamos algumas por lá, foi muito bom.

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08/12/16 – Templo Budista na cidade de Três Coroas.

 

Segue a última parte do relato desta viagem.

 

Neste dia, pela manhã, visitamos o Mundo dos Sapatos, uma loja ao lado do Mundo à Vapor. Encontrei alguns sapatos de fabricação do Sul por um bom preço lá. Almoçamos num restaurante chamado Empório da Colônia, buffet livre por R$ 24,90, perto do Kilo e Kilo. Comida simples, mas estava boa, com grelhados.

 

Após o almoço, tocamos para Três Coroas para visitar o Templo Budista. No caminho há um pedágio de R$ 5,90, por isso, reserve uns trocados. Em Três Coroas, seguindo a sinalização, saímos da estrada e seguimos por uma estradinha, subindo um morro. A estradinha é estreita e quase toda asfaltada, com exceção do final, ainda assim é possível percorrê-la sem problemas.

 

Na entrada do Templo, é necessário desligar o carro, tocar o interfone e conversar com a atendente, esta que lhe pergunta quantas pessoas estão no veículo. A atendente informa, também, que é proibido fumar na área do templo.

Não nos foi cobrada a entrada. Após a entrada, o visitante é dirigido para uma sala de vídeo, onde é exibido um filme curto sobre o espaço.

Há dois templos, porém, em um deles só é permitido o acesso aos finais de semana. No que visitamos, antes de se adentrar nele, é necessário retirar os sapatos. Fotos são proibidas no interior dele

 

Abaixo, fotografia do templo visitado.

 

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Há duas Casas de Rodas de Orações, uma delas fechada para o público. Cada casa possui 31 rodas de orações preenchidas com mantras de vários Budas, ao girarem, as bênçãos dessas orações são irradiadas.

 

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Há 8 estupas, que são representações da mente iluminada. Cada estupa representa uma passagem da vida do Buda. Elas estavam em restauração no momento da nossa visita.

 

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No loca, há também um espaço para as esculturas das Taras, que se encontram na fotografia abaixo:

 

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Abaixo, Buda Akshobia, um dos Budas da meditação.

 

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Há um interessante restaurante tibetano, próximo ao local da rodovia de que saímos para acessar a estradinha que conduz ao templo, mas não almoçamos nele.

 

À noite, jantamos novamente no Sushi El Barco, compra realizado no Laçador de Ofertas. Em Gramado, na loja da galeria 2727, compramos mais alguns alfajores e bocaditos no quiosque da loja Mukli, são deliciosos. Abastecemos em Canela, no Posto Ipiranga, R$ 4,04 o litro da gasolina. Na manhã seguinte, após o café, pegamos a estrada de volta para São Paulo, novamente com parada em Balneário Camboriú, para descanso. A viagem de volta foi uma aventura, com muita chuva na rodovia. Em SC, um caminhão tombou na BR e a estrada ficou com mais de 50 km de lentidão. Escapamos por uma estradinha que desembocou no litoral do Paraná. O retorno para casa atrasou um pouco, mas são coisas que fazem parte de uma viagem de carro. Abraços e até a próxima!

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