Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
Amanda Sfair Gonçalves

Olha eu na Colômbia - Um relato de viagem sobre um país chamado amor.

Posts Recomendados

IMG_5872.JPG.18b2f8ed4f3306f184769fcd96b177fc.JPG

 

Antes de você começar a ler preciso avisar três coisas:

 

1. É meu primeiro relato. Vou tentar fazer o meu melhor, mas não garanto o mesmo espetáculo dos relatos que já li por aqui! ::otemo::

2. Eu não anotei os preços de nada muito menos o câmbio (ainda não tinha tido a expertise de entrar aqui antes e roubar as dicas... conseqüentemente não tinha aprendido as manhas de escrever um bom relato para vocês!) ::putz::

3. Sou dessas que tira foto de si com a paisagem e pouca coisa só da vista.. então se preparem para ver a minha carinha em muitas fotos por aqui haha ::mmm:

 

Da decisão pela viagem.

 

Sou viciada em futebol. :mrgreen: Conheci meu marido dentro do estádio do Coritiba e desde então estamos sofremos e comemoramos juntos. Dia 28/09/2016 o Coritiba ganhou do Belgrano pelas oitavas de final do Campeonato Sulamericano e se classificou para as quartas de final, contra o Nacional, jogo marcado para o dia 26/10/2016, em Medellín. Na primeira semana eu e o meu marido ficamos nessa de vamos-não-vamos. Ele entrou em um grupo no whatapp de torcedores/amigos que iriam e ficavam azucrinando as idéias, msa, por fim, foi quando um casal de compadres nossos – somos padrinhos mútuos de casamento - também doentes pelo Coritiba decidiram ir que batemos o martelo e confirmarmos nossas férias pela Colômbia!! Compramos as passagem e as hospedagens para nós 04 eu, Vinicius meu marido, Cris e Fabinho nossos comprades e nos primeiros dois dias tivemos a participação especial dos outros amigos/torcedores Coritiba que estavam em Medellín. ::hahaha::

 

Da decisão pelo roteiro.

 

Acabamos decidindo muito correndo qual seria o roteiro e as cidades que visitaríamos. Tínhamos que obrigatoriamente estar em Medellín dia 26/10, não poderíamos viajar antes de 22/10 e nem voltar depois do dia 02/11, em ambas as datas tínhamos casamento. Utilizamos o balizador ~preço das passagem~ e compramos ida 25/10 e volta dia 31/10. A passagem por Bogotá estavam muito mais em conta do que direto para Medellín, mesmo precisando comprar o trecho interno, então compramos Curitiba-São Paulo-Bogotá e a volta Bogotá-Lima-São Paulo-Curitiba. Eu fazia questão de conhecer Cartagena ( no TLC fica passando propaganda de lá TODOS os intervalos :lol: ) e como nós só tinhamos 07 dias não faria sentido incluir mais cidades Então ficamos com Medellín, Cartagena e Bogotá!

 

Do roteiro.

 

1. 25/10 – Curitiba-São Paulo-Bogotá-Medellín

2. 26/10 – Medellín

3. 27/10 – Medellín – Cartagena

4. 28/10 – Cartagena

5. 29/10 – Cartagena – Bogotá

6. 30/10 – Bogotá

7. 31/10 – Bogotá-São Paulo-Curitiba

 

Das bagagens.

 

Compramos passagens pela VivaColômbia para fazer os trechos internos Bogotá/Medellín, Medellín/Cartagena e Cartagena/Bogotá. É uma companha de LowCost e, sendo assim, não tínhamos franquia de bagagem. E sim, optamos por economizar R$ 60,00 e não compramos bagagem extra ::ahhhh::::ahhhh:: Ou seja, foi uma mochila de 6kg por cabeça – descobri aqui no Mochileiros que se chama mochila de ataque haha – e boa sorte! ::lol4::

 

IMG_6217.JPG.efca3092ec0a8f2c0535b6c72208ddc1.JPG

  • Obrigad@! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 1 – 25/10/2016 Um dia inteiro viajando o passaporte vencido e o Hostel errado!

 

Chegou o dia da viagem! Com menos de um mês para decidir, comprar e ir estava começando a viagem mais mal planejada e mais divertida da minha vida. ::hahaha::

 

Nosso vôo de Curitiba para São Paulo estava marcado para as 09h55 chegamos no Aeroporto e fizemos o check-in tranqüilamente, e já na sala de embarque encontramos outros torcedores do Coritiba – alguns conhecidos, inclusive - que iriam fazer o mesmo trajeto de nós até Medellín, e nosso grupo cresceu de 04 para 08 pessoas. O vôo saiu no horário e chegamos em São Paulo na hora do almoço. Almoçamos na Pizza Hut, tomamos o primeiro chopp da viagem e fomos para a área do embarque internacional.

 

IMG_5668.JPG.9100135c49854f9c46b06692ae696275.JPG

 

Vai lá, todo mundo feliz, pega a fila.. quem tem o passaporte com o código de barras passando direto.. e eu indo pro guichê. Chego no guichê entrego o meu passaporte e o PF me solta a bomba: “ Seu passaporte está vencido”. E eu - QUEEEEEE???? ::ahhhh:: Tá não ~seu polícia~ me deixa embarcar por favor, por favorzinho.. olha lá meu marido sumindo e indo pro nosso portão de embarque! Hahaha Enfim, tava vencido. Confundi com a validade do Visto dos EUA (2025) e não vi que o passaporte tinha vencido em abril desse ano. Nessas horas meu coração já tava saindo pela boca e o xixi saindo da bexiga. A sorte é que eu tava com a minha identidade, e como era Mercosul consegui embarcar.

 

O segundo vôo também saiu no horário e chegou em Bogotá no tempo previsto, 19h00 de Bogotá – 21h00 do Brasil.

Assim que desembarcamos seguimos o fluxo para passar pela Imigração.. a fila era bastante longa, mas rápida e sem grandes problemas. Meu visto foi imitido em um papelzinho menor que uma foto 10x7 e guardei eles com todo cuidado do mundo pois precisaria dele para sair do país. Depois dos tramites legais fomos trocar dinheiro. Levamos dólares e reais mas o câmbio era melhor com a moeda americana. Como eu não anotei todos os câmbios que fizemos na viagem vou considerar para todos os dias COP 1.000 = R$ 1,10 reais que foi muito próximo do valor que ficou fazendo a conversão Peso - Dólar - Real. Se fosse direto Peso - Real estava R$ 1,00 - COP 700 ou seja de COP 1.000 = R$ 1,43

 

Aproveitamos o tempo que tinhamos para comprar um chip pra o celular (sou dessas viciadas em internet!) ::mmm: e saímos do aeroporto só para fumar um cigarrinho e respirar os ares colombianos.

 

IMG_5673.PNG.d10c0360175d093cd5d908a057f09149.PNG

 

O vôo para Medellín estava marcado para as 22h20 e também saiu no horário.

Chegamos em Medellín e dividimos uma van até o hostel HappyBuddha entre as 08 pessoas que saíram de Curitiba, já que estávamos indo para o mesmo lugar. Como foi criado um grupo no whatsapp de torcedores que iriam para a Colômbia ver o jogo todo mundo fez a reserva no mesmo hostel, ou no hotel que ficava na mesma quadra.

O trajeto foi bastante longo e a vista é maravilhosa. (mas não tirei foto ::putz:: ) O aeroporto fica no alto de um dos morros que norteiam a cidade então durante a ia até o hostel a paisagem é belíssima!

 

Chegamos no HappyBuddha!

 

IMG_6227.JPG.cbe6626aeaa32e2e1dab324118c2642a.JPG

 

Os amigos que já estavam na Colômbia estavam bebendo no bar do hostel. Risada pra cá, abraços para lá fomos fazer o check-in e tchanaaaaaaaaaaam.. não tinha reserva para nos 4 (eu, meu marido e o casal de compadres) E aí o diálogo: Como assim não tem? Mas a gente fez! Tá aqui o voucher da Booking.com.... 3 segundo de silêncio... Moça, sua reserva é no Buddha Hostel Medellín, e não no HappyBuddha.. Ou seja, reservamos o hostel errado, que era bastante longe de tudo. ::sos:: Ligamos para lá (o recepcionista do Happy ajudou a explicar que escolhemos o Buddha errado). Não nos cobraram no No Show e conseguimos ficar no Happy... então hora de tomar uma cerveja para comemorar!! Quando você descobre o preço da cerveja no bar do hostel COP3000 você já logo pede duas. (Por sinal o bar é um deck para a rua e fica lotado de gente de todos os lugares do mundo.. muito legal!)

 

IMG_5677.JPG.adf8ee0e670121713b4a6e69b3248450.JPG

 

Quando vimos já era 4h00.. ou seja 6h00 no Brasil e estávamos a 24 horas acordados então fomos dormir porque o dia seguinte seria longo e já estava bom de coisas mal feitas por um dia só haha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Começo o segundo dia fazendo uma ressalva do que esqueci de contar do primeiro dia. ::putz:: Logo que chegamos no Hostel fomos olhar os passeios que tinham disponíveis para o dia seguinte. Queríamos conhecer Guatapé (uma cidade próxima), mas não daria tempo de voltar para o jogo e o passeio levaria o dia inteiro então também não teríamos tempo de conhecer Medellín. O tour do Pablo Escobar, que era uma das nossas opções também, tinha que ser pré-agendado com pelo menos 1 dia de antecedência e então escolhemos o Real City Tour. Para fazer esse tour é necessário fazer a inscrição online e demos sorte de ter vaga disponível para o dia 26/10 no período da manhã, então agendamos! ::otemo::

 

Agora sim, o dia 26!

 

Acordamos um pouco antes das 7h00 para irmos fazer o tour da Real City Tour. O café da manhã estava sendo posto então mas tinha cerais, frutas, pão, suco e café..

Um amigo nosso o Henrique, que estava na Colômbia alguns dias – tinha viajado ao país para o jogo – também estava no mesmo hostel e tinha se programado para ir, então fomos juntos. :P O ponto de encontro do tour é na estação de metro Poblado as 8:30 que fica 2km do HappyBuddha, logo fomos a pé.

 

Se tem alguma coisa que posso recomendar de olhos fechados é esse passeio. ::otemo::

Cheguei em Medellín toda marota querendo fazer o tour do Pablo Escobar, achando que seria sensacional.. sai do Real City Tour com uma sensação ruim só de pensar em todas as coisas que esse homem fez ao país e o quão burra seria querer conhecer o lugar onde ele morou, ou morreu. ::toma:: Nossa guia, a ::love:: Juliana ::love:: , nascida e criada e Medellín, é de uma simpatia sem fim assim como seu conhecimento sobre tudo! Ela tentou nos explicar o passado das drogas e o presente do plebiscito, sobre a guerra entre as Farc e o governo tudo enquanto nos mostrava todas as belezas, a histórias e as tristezas que a cidade carrega.

 

IMG_6265.JPG.67aad8c01940aadee8b390bd2df94b41.JPG

 

Não vou me estender explicando os pontos de parada. Não faz sentido e perde um pouco da graça do tour! Haha

 

O tour começa pegando o metrô e andando duas estações até a estação Alpujarra. De lá a primeira parada foi a antiga estação de trem. Ficamos um tempo onde a Juliana explicou um pouco sobre a história da cidade e do hábitos da população. De lá fomos para o centro cívico da cidade onde fica o Monumento a la Raza.

 

IMG_6201.JPG.ef17faaa3975279d95d89ffc3d3f8d6d.JPG

 

IMG_6281.JPG.2cc8722ac15fdebf95e3d00118539f33.JPG

 

Atravessamos a rua (literalmente é só atravessar a rua) e chegamos na Plaza Cisneros – cada uma dessas torres são postes de luz, não tivemos a oportunidade de vê-la durante a noite. Nessa mesma praça fica a biblioteca EPM e a Secretaria de Educação. Aproveitei para comprar um suco de cana-de-açúcar que estavam vendendo por alí, aqui em Curitiba chamamos de Caldo de Cana ou Garapa, para que não conhece é muito bom e muito doce!

 

IMG_6271.JPG.93eb6024f1aad6fd5b85e853d72b97c6.JPG

 

Seguimos por uma rua de comércio popular – e falsificado – até chegar no Palácio Nacional de Medellín que, por mais bonito que seja, se tornou um “Shopping-China”. ::bad:: Dentro dele, bem no centro fica um café com uma placa fofíssima! Não tomei o café. Esse é problema de um tour guiado, o tempo em cada um dos lugares não é muito você quem faz, então não pude tomar um famoso Café Colombiano aqui! ::putz::

 

IMG_6243.JPG.4cabebdf475c5effcf31ae67e81625d2.JPG

 

IMG_5680.thumb.JPG.a0b0d16b83c9b1241f03939368cdad53.JPG

 

Seguindo o passeio, três quadras adiante e chegamos na praça do Botero. Sério. ::love:: Gente do Céu. Uma praça com 23 obras do Botero, alí, ao alcance da sua mão! Um espetáculo. ::love::

 

IMG_6327.JPG.3a62c11b2f9c87492ef38dced09ccc59.JPG

IMG_5781.JPG.0de74944161e61702adf640b0810fb33.JPG

IMG_5779.JPG.35a37626b532c61a18f96e3130779272.JPG

IMG_5778.JPG.320dc5338e97d68739ee696669d84100.JPG

IMG_5777.JPG.ac8644c574ba05b7934244ddac36355c.JPG

IMG_5774.JPG.0eac49081b5f43bd145938a79f891e88.JPG

IMG_6326.JPG.6c6d17de747ec525ea6817cee8c92359.JPG

 

Ficamos bastante tempo na praça para poder admirar e fotografar as obras expostas. Também tivemos a oportunidade de comprar um lanche e frutas. Uma coisa que é bastante comum por lá e muito diferente daqui de Curitiba é o hábito das pessoas comprarem frutas frescas na rua para o consumo imediato. Em todos os lados há pessoas vendendo copos com manga – que são cheirosíssimas! ::otemo::

 

Nessa pausa conversamos com um Inglês que estava de mochilão pela América do Sul, conversamos com ele e contamos que estávamos na Colômbia incialmente pelo jogo que aconteceria naquela tarde, ele se interessou perguntou como fazia para ir ao jogo.. mas não deu certeza que iria.

 

Passamos pelo parque e murais Berrio, pela Basílica Ntra. Sra. de la Candelaria e seguimos até o parque Bolivar, uma grande praça onde fica também a Catedral Basílica Metropolitana de Medellín. Não entrei na Catedral pois era horário de missa e achei meio desrespeitoso, mas pelo lado de fora é magistral.

 

IMG_5682.JPG.241219329a7c4f4a68391961d60f3b59.JPG

 

Por fim, a última parada foi o parque San Antonio e aqui eu preciso contar a história para que a foto faça sentido. No ano de 1995 quando a cidade vivia em conflito Cartel/Milícia/Farc/Governo uma bomba foi colocada em uma das obras do Botero e explodiu em um dia de festa na praça matando 29 pessoas. A prefeitura estava se organizando para efetuar a retirada da obra destruída quando o próprio Botero pediu para que a obra não fosse retirada em memórias das pessoas falecidas e que ele providenciaria uma outra escultura exatamente igual a antiga e inteira para ser colocada lado a lado. E assim está até hoje.

 

IMG_6328.JPG.e80e3f0bda3faefee361a4615b5855fa.JPG

 

Depois de algumas horas no tour, era perto das 13h00 quando nos despedimos da Juliana e voltamos de metro para Hostel. Lá comemos correndo e tomamos um banho pois descobrimos que, durante o nosso tour foi organizada pela polícia a escolta da torcida até o estádio e que deveríamos estar no hotel onde estava hospedada a delegação do Coritiba as 15h00. Assim fizemos e as 16h00 já éramos um grupo de quase 50 pessoas em frente ao hotel. Haha A própria polícia providenciou o transporte e só tivemos que efetuar o pagamento. ::otemo::

 

IMG_6325.JPG.5e0b26cfae7dcfcb3134446e94a380ea.JPG

 

Escolta feita, chegamos na praça em frente ao estádio. A principio a ordem policial era chegar e entrar imediatamente no estádio, mas algumas pessoas não tinha ingresso. (a delegação do Coritiba disponibilizou os ingressos sobressalentes para a torcida e optamos por dividir a ônibus da escolta + os ingressos faltantes por todos assim ninguém sairia na vantagem.) Nesse processo de ir comprar ingresso 3 ou 4 saíram para comprar uma cerveja.. :P e depois mais 4-5.. :P e quando vimos estávamos em uma mesa de bar, reunidos com a torcida do Nacional bebendo.. ::lol4:: então a polícia ‘desistiu de nós’ e deixou que entrássemos mais tarde. ::mmm:

 

IMG_5683.JPG.10f0f8c44b8c7debbc1b909f5e4711c2.JPG

IMG_5685.JPG.ddb596350e0f60519cb2eec31e3e4738.JPG

 

Como assuntou aqui não é futebol vou falar da diferença de Cultura.

1. Não existe divisórias entre a torcida adversária e a mandante (e eles não se matam!) ::ahhhh::

2. Não existe divisória entre o campo e a arquibancada ( e eles não invadem o gramado mesmo na hora do gol!) ::ahhhh::::ahhhh::

3. Os cadeirantes, e são vários, assistem de dentro do gramado bem próximo a linha lateral. ::otemo::

4. Água é R$ 1,10, sorvete R$ 2,20 o mais caro não custa 5 reais dentro do estádio. ::otemo::

5. A TORCIDA DELES É LINDA DE VER! ::love::::love::

 

IMG_5690.JPG.a3607f4ac1b5bd5523990012c3c5b10a.JPG

 

E não é que em um estádio com mais de 40 mil pessoas me aparece um Inglês com a camisa da seleção da Colômbia? James foi, viu onde estava a torcida adversária e veio ver se encontrava a gente! hahaha ::lol4::::hahaha::

 

IMG_6270.JPG.8482d5a29a65f1df819eaefcbc6e4346.JPG

 

Enfim, o jogo e o sonho acabou.. fomos desclassificados. Algo que tínhamos colocado em mente era que, independente do resultado do jogo isso não afetaria o resto da viagem, mas nos demos uma noite de ‘luto’. Fomos direto para o hostel, com o auxílio do recepcionista agendamos um taxi para a as 04h20 e fomos para o quarto dormir pois o vôo para Cartagena era as 06h05 da manhã.

  • Obrigad@! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oii LF!

 

::lol3:: Que emoção! Recebi um primeiro comentário na postagem haha! ::lol3::

Obrigada por estar acompanhando!

 

Então, os dois times são verde e branco, mas o tom do verde da camisa do nacional é um pouquinho mas claro que a nossa mas mesmo assim dava uma misturada boa! ::hein:

Nos foi dado um cantinho do estádio então dava para reconehcer os torcedores que estavam comemorando no primeiro tempo (nós :P ) ou comemorando quando o jogo acabou (eles :roll:)

 

Ops, de olho aqui! ::otemo::

Os uniformes dos dois times são parecidos! O pessoal não se confundia? ::lol3::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá! Acompanhando por aqui também! Nossa! Quanta confusão no início da viagem! Quantos perrengues! Mas depois que passa a gente ri de tudo, né? ! Ansiosa para ler sobre Cartagena e Bogotá, que quero ir também! Seu relato está show!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

::lol3::

 

Fui a Medellín em abril. Fui a Guatapé, mas não fiz o tour guiado porque não agendei a tempo. Amei a cidade, quero voltar e fico de olho nos relatos.

 

Impressionada com a economia de bagagem! Preciso aprender essas técnicas. ::ahhhh::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Bom dia Debalves!

 

Que bom que está gostando!

Nem me fale dos perrengues, tanto o passaporte quanto o hostel errado foi por falta de planejamento e atenção. ::prestessao::

Mas o pior mesmo eu não falei que foi viajar sem toalha de banho HAHAHAHA se secar com papel higiênc/roupa usada é o tipo de experiência que não recomendo pra ninguem HAHAHA ::lol4::

Mas é como você disse, depois que passa vira história!

 

Hoje já vou postar o primeiro dia em Cartagena! Espero que ajude para sua viagem! ::otemo::

 

Olá! Acompanhando por aqui também! Nossa! Quanta confusão no início da viagem! Quantos perrengues! Mas depois que passa a gente ri de tudo, né? ! Ansiosa para ler sobre Cartagena e Bogotá, que quero ir também! Seu relato está show!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Então estamos quites! Queria muito ir até Guatapé, alguns desses amigos que foram antes para a Colômbia incluíram Guatapé no roteiro e as fotos são sensacionais!

 

Sobre a bagagem eu levei apenas vestidos - 1 peça no lugar de duas - (fora a camisa do Coritiba que usei no jogo) e uma única calça leggin que colocava no corpo toda vez que ia viajar. Mas no final das contas não nos fizeram pesar a bagagem nenhuma vez, daria para ter levado uma toalha de banho pelo menos ::lol3::

 

::lol3::

 

Fui a Medellín em abril. Fui a Guatapé, mas não fiz o tour guiado porque não agendei a tempo. Amei a cidade, quero voltar e fico de olho nos relatos.

 

Impressionada com a economia de bagagem! Preciso aprender essas técnicas. ::ahhhh::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ótimo relato. Acompanhando e aguardando Bogotá e Cartagena. Em relação à segurança no entorno do estádio, foi tranquilo? Pretendo ver algum jogo em Bogotá nas minhas férias em fevereiro.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por Sentiens Sapiens
      tenho Asperger (autismo), não tenho dinheiro, preciso chegar a Bogotá
      para audiências públicas da comissão interamericana de direitos humanos
      preciso de ajuda para chegar lá e levar o meu caso pessoalmente
      não estou a pedir dinheiro, peço apenas ajuda efetiva, preferencialmente pelo WhatsApp
      estou com dificuldades pelo autismo e violações graves que sofri / sofro
      agradeço a atenção
      (61) 9.8222-1938 
      WhatsApp apenas
    • Por mcm
      Planejando os feriados de 2018, reservamos os de 4 dias para uma possível volta a Bogotá. Dependeria, claro, de uma boa promoção da Avianca. Que rolou! Justamente para Corpus Christi, a aceitáveis 1,2 KBRL por cabeça. A ideia dessa vez seria explorar mais e melhor Bogotá. Sempre que retornamos a uma cidade, sobretudo a uma cidade com diversos atrativos como Bogotá, a ideia é passear, rever, e conhecer tudo com mais calma do que na 1a vez. Eventualmente com alguma escapada de 1 dia para os arredores, o que acabou nem rolando.
      Voos do Rio para Bogotá partem de manhã cedo pela Avianca e chegam por volta de 12:30. Ao chegarmos no Galeão, vimos que o voo estava atrasado por... 2 horas. Anticlimax total. Pra piorar, no fim das contas atrasou 2,5 horas. Isso acabou meio que matando nossa chegada e os planos de aproveitar alguns lugares que eu havia mapeado para conhecer na tarde da chegada.
      Em nossa viagem à Colômbia em 2012, ficamos hospedados no Ibis em Bogotá, na ida. Um dia antes de voltar, dormimos novamente em Bogotá e ficamos na Plaza Chorro de Quevedo. Dois ótimos lugares, eu diria. Dessa vez optei por ficarmos na Zona Rosa, para curtir as noites por lá. Também foi bacana, aquela área bomba toda noite. Ficamos num hostel, que na verdade me pareceu ser um apartamento que foi transformado. O preço, na faixa de 33 COP por noite, foi o diferencial. Naquela região não é fácil achar preço bom assim.
      Enfim pousamos em Bogotá às 2 da tarde. Até passar pelas longas filas da imigração, aduana, taxi, trânsito pesado, e chegar na Zona Rosa, chegamos no nosso hostel depois das 16:30. Matou a tarde praticamente. Saímos para fazer câmbio e dar um rolê nos arredores, rever a Zona Rosa e tal. E logo escureceu. Katia estava com um pouco de dor de cabeça, que logo se resolveu com uma pausa para recarga.
      Então decidimos dar uma esbanjada na chegada. Um dos planos possíveis para esta viagem era pegar um tour que levasse até o Andre Carne de Res em Chia, o original. Vi que alguns albergues organizam de levar a galera num determinado horário e voltar de madrugada. Deve ser meio que um party bus, ou party van provavelmente. Mas acabamos optando pela solução caseira, que era voltar ao Andre DC da Zona Rosa mesmo. E ficamos um longo tempo por lá bebendo, jantando e curtindo o lugar. Muito bom. Ainda esticamos para conhecer um lugar de cervas na área, mas que tinha poucas opções. Fomos então dormir.
      Na sexta-feira saímos de manhã para caminhar. Não era forca, nem quinta-feira tinha sido feriado na Colômbia (seria feriado na 2ª feira seguinte), era um dia normal de trabalho. Havia um café badalado na nossa esquina, mas tinha fila naquela hora da manhã. Fomos andando então até o Parque de La 93, curtindo as quadras daquele bairro/região abastado da cidade. O padrão de prédios de tijolinhos se espalha por toda a cidade. Demos uma pausa num Juan Valdez, aproveitamos o wifi (ainda não usamos chip em viagem internacional!) e chamamos um uber para a Candelária.
      Estava meio chuvoso naquela manhã (Bogotá é cidade de tempo instável). Minha ideia era fazer um tour chamado War and Peace tour, que eu havia pesquisado antes. Ponto de saída era o mesmo do Free Walking tour, em frente ao Museu do Ouro. Gosto muito desses Free Walking tours, os guias são sempre muito bons e vc paga o que achar que deve – embora agora felizmente tenha um valor sugerido (no caso de Bogotá, eles sugerem algo na faixa de 10 USD ~ 30 COP). Mas, com uma classe ímpar, em nenhum desses free walking tours que fiz pelo mundo eu vi o guia conferindo o quanto estava ganhando. Amem.
      Chegamos um pouco mais cedo, ficamos rodando e revendo um pouco a área, e lá fomos às 10hs para a frente do Museu do Ouro. Basta procurar os guarda chuvas vermelhos. Havia lá os dois tours, fomos no Free War and Peace tour. Que era em inglês, e com público bem mais restrito. O foco do tour é reviver esse aspecto mais recente da história colombiana, com sucessivos conflitos armados, narcotráfico, guerrilha, paramilitares, acordos de paz. Acho que a Colômbia (Medellin sobretudo, mas Bogotá também) é exemplo mundial de recuperação de imagem após criar e cultivar uma péssima fama mundial. O tour foi ótimo, recriando a origem do conflito, os seus vários capítulos e a discórdia recente quanto ao acordo de paz com a guerrilha. Ao longo do tour, vamos passando por determinados pontos da cidade que se ligam com a história que vem sendo contada. Para quem tem interesse na história colombiana, especificamente nesse capítulo conflitivo, achei excelente e recomendo. Durou cerca de 3 horas, com direito a uma pausa para café.
      Para tornar ainda mais interessante, na semana anterior teve o primeiro turno das eleições presidenciais da Colômbia. Foram para o 2º turno dois candidatos claramente identificados como direita x esquerda, Duque x Petro (Duque venceria semanas depois – no dia do Brasil x Suíça na Copa). Achei bacana que o guia não se furtou a dar a opinião dele quando perguntado.
      Nossa ideia era emendar com o Graffitti tour, que sairia às 14hs da Plaza de los Periodistas. Tínhamos uma hora de folga. Mas... fomos dar uma pausa num Bogotá Beer Company, e aí essa hora se estendeu. Mas por vontade própria. A Colômbia fazia seu último amistoso antes da Copa (empatou com o Egito num jogo bem chinfrim), ficamos curtindo o jogo, com cervas, com a galera local.
      Depois da cerva, fomos rodar pelo centro histórico. Tinha um centro cultural mapeado, Estacion Odeon, mas nos pareceu meio estranho. Parecia não ter exposição alguma, sei lá. Seguimos adiante. Aproveitamos para rever a Plaza Chorro de Quevedo, local histórico de efervescência cultural, grafites sensacionais, e também da nossa última hospedagem no país, 6 anos antes. Nosso albergue estava lá, mas o lugar parecia ter muito mais vida agora. Aproveitamos para curtir um canelazo na área.
      Das igrejas mapeadas para conhecermos, acabou ficando muito tarde, caiu a noite e já estavam fechadas. Fomos então conferir o tal queijo com chocolate do La Puerta Falsa (achei grande coisa não), e aproveitamos para rever o Museu Botero, pouco antes de fechar. Acho Botero muito bacana. Pegamos o uber de volta, jantamos num food park da Zona Rosa. Ainda rodamos pela área antes de voltarmos para dormir.
        Sábado amanheceu com sol. Então decidimos não desperdiçar a chance e fomos para Montserrat. Dessa vez de funicular pra subir e descer (da outra descemos pela trilha). 10 COP cada trecho. Talvez seja a idade, talvez seja a idade e também a relativa altitude, mas a verdade é que nos achamos mais cansados lá em cima. Andamos para todos os lados, curtimos o visual do alto (dessa vez mais aberto que anos atrás), aproveitamos para tomar um café e uma arepa. Enfim, curtimos. E logo descemos, de funicular de novo. Novamente passamos na Quinta Bolivar, que da outra vez estava fechado. Agora aberto. É interessante, uma visita rápida. Depois duma breve pausa no Juan Valdez, fomos curtir a Cnadelaria novamente. Dessa vez não havia a mega feira que rolava no dia anterior na Plaza Bolivar. Já tinham desmontado tudo. Outro visual. Tentamos conhecer a espetacular igreja gótica de Nossa Senhora de Carmen, mas estava fechada. Descobri que as igrejas fecham ao meio-dia nos sábados.
      Fomos então para o Graffitti Tour, das 14hs. Maior galera para esse tour. Dezenas de pessoas, contei umas 70. Guia com amplificador de voz. Tour em inglês. Ele vai contando a história do grafite local, a interação com La Candelaria, mostra algumas áreas pesadamente grafitadas, técnicas de grafite, modos, artistas, etc. Muito bacana, muito interessante. Não se iluda: você não vai ver todos os grafite, e nem necessariamente os melhores. É apenas um apanhado – até porque os grafites eventualmente são apagados. Durou um pouco mais de 2hs.
      Encerramos e voltamos para a Zona Rosa ainda de dia. Ficamos de bobs por lá, pausamos na BBC para cervas e peoplewatching. Jantamos num restaurante local de comida colombiana, onde finalmente pude comer novamente a bandeja paisa, o prato pesadão que eu tanto havia gostado da outra vez. Nesse dia voltamos mais cedo, e a chuva bateu forte de noite.
       
      Domingo. Nesse dia teve café no hostel. Tomamos e saímos. Fomos andando até o Parque Chicó. O parque estava aberto, mas o museu só abriria às 10hs, dali a meia hora. Ficamos curtindo o lugar, e fomos conferir o museu às 10. Nada, o responsável ainda não havia chegado. Então partimos para a Candelária. Ideia era conhecer finalmente O Santuário de Nossa Senhora de Carmen.
      Chegando lá, estava rolando missa. Fico bem constrangido de turistar em igreja no meio de missa. Então fomos na de Santo Agostinho, ali perto. Também rolava missa. Ambas belíssimas por dentro, mas especialmente e de Carnen. Curtimos e voltamos para Carnen. E então a missa tinha acabado e ficamos curtindo toda aquela maravilha daquele interior. Dos mais belos que vi por lá.
      Fomos então caminhando pela Carrera 7, que fica fechada aos domingos. Somente pedestres e ciclistas. O problema é que em algumas áreas estavam rolando obras de reforma, o que restringia muito o espaço. Resultado era que estava difícil de andar. Ainda entramos em outras igrejas mapeadas pelo caminho, geralmente bem bonitas também. Fomos em direção ao Mambo.
      Mas... o Mambo estava sem exposições. Em meio a uma troca de eventos, sem qualquer atração. Paciência. Parque Independência era o destino ao lado. E começou a chover. A Plaza de Toros estava fechada para visitas. Fomos buscar abrigo da chuva no Museu Nacional, então. Lembro que tinha gostado bastante de lá, mas dessa vez acho que buscava mais sobre a história recente de Colômbia – e o museu não chega tão perto dessa época. O bom de domingo é que é grátis.
      Ainda chovia quando saímos, então fomos almoçar em La Macarena, uma região gastronômica ali perto. É a mesma região do Ibis, onde ficamos da primeira vez. Simpatizamos com um lugar de hambúrguer, e lá fomos. Com cervas artesanais que não conhecíamos, que bom.
      De lá ainda fomos no Parque Nacional. A lembrança que tínhamos era de quando passamos por ele de noite voltando da Zona Rosa e estava todo iluminado de azul que, sob chuva, dava um belíssimo efeito. O parque é bem grande. Caminhamos por ele e retornamos. Uber de volta para a Zona Rosa.
      Ficamos novamente de bobs na Zona Rosa, novamente BBC para saideiras, e logo embicamos de volta. Chamei um Easy taxi para o aeroporto. Nas simulações dava que sairia mais em conta que uber. De fato, deu 23, quando o uber dava na faixa de 25.
      Curtimos a sala vip da Avianca local e embarcamos novamente já com muito atraso. Nosso assento era no fundo do avião. Embarquei e dormi. Daqui a pouco acordo com o comandante avisando que o voo estava cancelado. PQP. Meio da madrugada. Fomos para um hotel, voo sairia no dia seguinte. Aí tem aquela coisa de sempre, pessoas revoltadas, alguns gritando, alguns tentando provocar revolta, outros tentando embarcar na revolta, etc. Mas eram somente um ou dois.
      Fomos para o hotel, dormimos poucas horas, e logo voltamos para o aeroporto. Voo partiria às 8 da manhã. Eu perderia o dia de trabalho. Ainda recebemos um bônus pelo atraso, um voucher para ser usado em voos internacionais da Avianca dentro de 1 ano. Chegamos ao Rio no meio da tarde de segunda-feira.
      Uber Zona Rosa – Candelária ficava na faixa de 10-15 COP por trecho. Numa das vezes, sexta de noite, bateu nos 20 COP. Considerando a má fama dos taxistas de Bogotá (idem à dos taxistas do Rio de Janeiro), é uma opção mais segura. Não somente e necessariamente o uber, mas qualquer aplicativo. Por exemplo, usei o Easy para o aeroporto (por alguma razão o uber para o aeroporto sai mais caro que taxi).
       
    • Por FlavioToc
      Antes de mais nada, sobre mim e minha esposa, tenho 59 e minha esposa 55 anos, frequentamos academia e caminhamos diariamente. Buscamos destinos que tenham contato com a natureza envolvido, colecionar experiências e conhecer pessoas com sua cultura. Um ponto fundamental que buscamos é segurança, logo, destinos que sejam bastante seguros. No Panamá, com exceção de San Blas que não é necessário, em todas as ilhas tinham policiais bem alertas. Em Cartagena também pode ficar bem tranquilo e andar à noite.

                  Fiz esta viagem com minha esposa entre os dias 22/02 a 16/03/2018, ou seja, 23 dias. O caribe é um destino muito atraente com uma variedade de ilhas e de culturas, porém a dificuldade é de caber no bolso. Já tinha conhecido San Andrés e Providência, então procurava outro destino que não fosse à falência. Então encontrei no Panamá, Bocas del Toro e San Blás. Também desejava conhecer Cartagena. Então, fiz uma pesquisa de voos multidestinos que valeu muito a pena. Acrescentar Cartagena custou, pelo que lembro, apenas uns 100 a 150 reais a mais.

      O Panamá não é um destino de massa e também tem muito mais do que o Canal. É também o que chamam “hub de las Américas”, ou seja, é um lugar que permite a ligação ou conexão fácil com todas as três Américas e Caribe, e inclusive é saída de vários cruzeiros pelo Caribe. Mas além do óbvio Canal, também tem muito turismo de contato com a natureza. Nós passeamos bastante na capital Panamá City e também fomos à Bocas del Toro e San Blás. O Panamá é um destino um pouco caro para nós brasileiros mas economizando dá para encarar. O dólar oficial na época estava em torno de R$ 3,30.

                  Bocas del Toro também é pouco conhecida pelos brasileiros, é um arquipélago com várias praias e também muito procurada para mergulho e surf. A natureza é preservadíssima.  Sugiro pesquise em imagens no Google para San Blás e Bocas del Toro e tenho certeza que ficará de boca aberta e vão entrar na sua lista de desejos. Tanto San Blás como Bocas del Toro são muito frequentadas por europeus e americanos.

      Para quem nunca ouviu falar em San Blás, também um arquipélago com mais de 360 ilhas paradisíacas que parecem aquelas de desenhos animados com náufragos, tudo aquilo que imaginamos só haver na Polinésia Francesa. É uma região autônoma (como um país) administrada pelos índios Kuna Ayala. Muitas listas de viagem colocam como um dos destinos mais fantásticos do mundo, e eu também. Tinha visto um ótimo relato no Mochileiros anos atrás, mas tinha um pouco de receio de ser um pouco programa de índio, no caso, literalmente. Porém, não se preocupe com isso. Apesar de ter certa dificuldade de acesso, porque tem que ir de veículos 4x4 a viagem é dura e demorada, além de pegar uma lancha até a ilha desejada. Os índios só permitem 4x4. É um pouco cansativo, depois só alegria e paisagens que são tão lindas que até parecem falsas. Nós desfrutamos até do caminho até lá, foi a mais pura aventura.

      San Blás, como chegar:

                  Para mais informações veja o que diz no blog da Lala Rebelo, que é uma especialista em Panamá, escreve para a revista Viagem & Turismo e residia na época no Panamá. https://lalarebelo.com/country-cat/caribe/panama-caribe/. O site Melhores Destinos também tem ótimos guias para San Blás e Bocas del Toro. Também neste blog encontrará ótimas informações http://www.daninoce.com.br/viagem/san-blas-kuna-yala/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-ir-a-san-blas/. Alguns hostéis também organizam os pacotes para San Blás. Você vai ter que usar uma agência. Pode se hospedar com sua barraca ou em cabanas muito básicas mesmo. É para quem não tem frescura.

      Tínhamos visto no blog da Lala Rebelo a opção de se hospedar em um veleiro e conhecer várias ilhas. Então, foi o que fizemos. Acreditamos que viajar é também colecionar experiências e que essa nós tínhamos que ter. Foi caro e valeu cada dólar. Fizemos a reserva pelo site http://www.sailinglifeexperience.com/home/ que é tipo um “Booking” de veleiros e é bem seguro. Reservamos pagando 5% do valor fazendo uma remessa pelo Pay Pal. A proprietária do site, Marina, nos colocou em contato com o proprietário do veleiro pelo WhatsApp  e combinamos tudo. O transporte terrestre de SUV 4x4 e de lancha até o veleiro foi organizado pelo capitão. Chegando ao porto, não se preocupe com a confusão, é bem caótico mesmo. Mas dá tudo certo. O motorista te coloca em contato com o índio responsável para te levar até o veleiro. Ou se for o caso, para as cabanas da ilha escolhida por você. Todos se comunicam via WhatsApp o tempo todo. Ah, escolhemos o veleiro Lycka, recomendado pela Lala, que agora foi vendido para outro casal. Ah, com a Marina pode escrever em português que ela gosta de praticar. No veleiro a comida e bebida estão incluídos no preço.

      Para chegar até a sua ilha ou barco você pagará:

      -Transporte em SUV 4x4 - US$50 por pessoa

      -Taxa de entrada no território Kuna Ayala US$20 por pessoa

      -Taxa do porto US$2 por pessoa

      -Lancha até a ilha desejada ou veleiro US$35, por pessoa por trecho (depende da distância do porto até a ilha)

                  Combine com seu hotel de deixar parte da bagagem e leve apenas o mínimo como o que couber em uma mochila de ataque ou bagagem de mão e se não for impermeável (a prova de respingos) ponha na hora da lancha em um saco de lixo.

                  Você vai sair do hotel em torno das 5 da manhã. Então, leve um lanche e evite tomar leite, pois pode dar enjoo. A estrada é muito sinuosa e li sobre tomar Dramin antes e pensei que era bobagem, mas não. Nós não precisamos, mas tínhamos. Alguém em seu transporte provavelmente vai vomitar. As curvas e o sobe/desce são terríveis. O trecho de lancha, dependendo das condições do mar também pode ser com bastante emoção. No nosso caso foi. Sabe aqueles saltos que os caras fazem com jet-skis, é coisa fraquinha perto do nosso traslado de lancha. Mas foi bem legal, nem minha esposa sentiu medo.

      Nosso itinerário foi o seguinte:

      -São Paulo –22/02 Viajar as 12:00 (meio-dia) para Panamá City

      -Panamá City – dia 23 a 24/02 (Viajar à noite para Bocas)

      -Bocas del Toro – dia 25/02 a 04/03 (Viajar às 6 da manhão para Panamá City)

      -Panamá City – dia 05/03 a 06/03 Viajar pela madrugada para San Blás

      -San Blas – dia 06/03 a 09/03

      -Panamá City – dia 09/03 a 11/03 (Viajar as 7:25 para Cartagena)

      -Cartagena – dia 11/03 a 16/03

      -São Paulo – dia 16/03 a 17/03


       
      Panama City, o que fazer:
      -Albrook Mall – Shopping gigantesco. Você vai ter que passar por lá mesmo. Então aproveite.

      -Calçada Amador – andar de bicicleta. A vista parece com Miami ou Dubai.

      -Calle Uruguay – Bares, restaurantes e vida noturna

      -Canal do Panamá – É uma obra fantástica que mudou os rumos do mundo. Há uma segunda passagem mais moderna para navios maiores ao lado da turística que todos veem. Não deixe de ver o filme explicativo que é bem legal.

      -Casco Viejo –Catedral, o Palácio Presidencial (só é possível ver de fora e um pouco distante), Plaza de la Independencia, Teatro Nacional, Paseo de las Bovedas, Plaza Francia, Iglesia de San José, Plaza Bolívar, Ruínas da Companhia de Jesus, Teatro Nacional e o Convento Santo Domingo.

      -Cerro Ancon – morro com 200m de altura com vista da cidade e do canal

      -Cinta Costera – Calçadão a beira- mar

      -Ponte Las Americas – Mirante

      -Bio Museu – Não deixe de ir

      Dicas do Panamá

      -Se você tem alguma frescura San Blás e Bocas del Toro, então não vai ser a sua praia.

      -Procurei descrever como fomos e a logística. Mais informações sobre o Panamá veja no blog da Lala Rebelo.

      -Uso o site: https://www.numbeo.com/cost-of-living/ para ter uma estimativa de gastos. E é bem preciso.

      -Não se esqueça do Certificado Internacional de Vacinação para a febre amarela.

      -A moeda oficial do Panamá é o Balboa, mas o que é usado mesmo é o dólar. Então, não se preocupe em trocar.

      -Táxi Aeroporto Panamá. O valor é de US$30 até o hotel ou outros da zona costeira

      -Uber Aeroporto Panamá: Uber X: US$ 10-18; Uber XL US$ 14-22 (fiz um orçamento on-line) e dizem funcionar muito bem.

      -Os táxis não tem taxímetro, então pergunte no hotel para ter uma referência, quanto custa do ponto A ao B. Mas são bem baratos e vale pechinchar.

      -Compre um cartão (tarjeta) para o ônibus e outra para o metrô. As do metrô você compra em uma máquina. É bem simples, mas tem que pedir ajuda. E coloque uma pequena recarga. As do ônibus vendem na estação rodoviária que é junto ao shopping Albrook Mall. Você vai ter que ir lá mesmo, para comprar a passagem para viajar à noite para Bocas del Toro. Os ônibus saem entre 19:30 e 20:00h. Mas tem que comprar a passagem antecipada. Vá depois das 14:00 horas, dizem que antes não vendem. Não se preocupe, não é longe da zona hoteleira. Aproveite para dar uma volta no Albrook Mall que é enorme. Na rodoviária você vai comprar além da passagem, o táxi até o cais e o barco para Bocas Town, é tudo junto mesmo. Isso dá em torno de US$ 30.

      -O Albrook Mall é um shopping para todas as classes sociais e tem de tudo. Desde dentista até armas, de lojas populares até as de grifes caríssimas como Prada, etc. Tem duas enormes praças de alimentação e com preços que dão para pagar. São quase da metade de um campo de futebol cada. Localize-se pelos bichos em cada corredor, como o do pinguim, da girafa, do urso, etc. São estátuas enormes dos bichos, é bem prático para se guiar.

      -Você vai precisar da tarjeta do ônibus para acessar a plataforma dos ônibus na rodoviária para Bocas del Toro. E só vai saber disso na hora do embarque, então compre para evitar stress e aproveite para andar de ônibus que são muito envidraçados (vidros enormes).

      -Supermercado Riba Smith, bem próximo do hotel Ojos del Río (550m). Para comprar frutas e lanches.

      -Canal do Panamá- ingresso US$15. Táxi US$$10. Ônibus US$0,50. Os ônibus custam $0,25, mas tem que passar o cartão na entrada e na saída. O mesmo no metrô.

      -Compras no Panamá. Verificar se o preço inclui o imposto de 6%

      -Táxi do Hotel Ojos del Río Casco Viejo US$ 2 (ida) $5 na volta sim todos os taxistas pedem mais na volta, pechinche.

      -Escolhemos o Hotel Ojos del Río no Booking por estar localizado perto de uma estação do metrô e valeu a pena.

      -Jantar no Hotel Ojos del Río US$ $ 8. Massa caseira à bolonhesa, uma delícia.

      -Para ir ao canal do Panamá, compre um cartão para usar nos ônibus e metrô. Entre na estação de metrô mais próxima e compre o cartão nas máquinas automáticas,   carregue-o com alguns dólares. Apanhe o metro para a estação Albrook (US$ 0,35). Tanto nos ônibus quanto o metrô tem-se que passar o cartão na entrada e na saída. É estranho.

      Do outro lado da avenida fica o terminal de autocarros de Albrook. Atravesse a passagem superior e chegará facilmente ao terminal. Atravesse o hall do terminal e, do outro lado, caminhe para a direita. É provável que veja uma fila com muita gente à espera dos ônibus que param lá ao fundo. O ônibus que precisa pegar diz Miraflores. O destino final é o em frente ao Centro de Visitas do Canal do Panamá (US$ 0,25) é bem fácil. Gostamos dos ônibus porque eles têm uma ótima vista panorâmica.

      -Para voltar de Bocas del Toro compre a passagem no mesmo lugar onde desembarcou. Outros lugares também vendem, porém na hora de embarcar está sujeito à confusão, nós vimos acontecer. Umas meninas tiveram que comprar outra passagem entre choro e falta de lugar.

      -Em Bocas del Toro procure se hospedar em Bocas Town, pois é onde tudo acontece e cada travessia para outras ilhas custa US$ 2. Então, faça as contas.


       
      O que fazer em Bocas Del Toro:
      -Bahia de los Delfines

      -Cayo Coral

      -Cayo Zapatilla. Estes costumam ser um pacote.

      -Bocas Del Drago

      -Playa Estrella (evitar sábado e domingo porque fica muito cheia) Na Isla Colón. Ir de ônibus (16 km) descer em Bocas del Drago e caminhar no sentido de volta pela praia. Comida cara.

      -Isla Carenero. Tem aluguel de caiaques.

      -Isla de los Pájaros. Linda, mas de difícil acesso, depende das condições do mar.

      -Paki Point (ou Playa Paunch) praia de surf.

      -Playa Bluff. Na Isla Colón. Ir de ônibus, a playa Paunch é na metade do caminho. Lindas playas para surf.

      -Isla Bastimentos. Red Frog Beach (surf) Ir de barco. E Praias: Playa Larga, Playa Polo, Playa Wizzard, Turtle Beach, e Cayman Beach.

      Cartagena

       
      -Castillo de San Felipe

      -Plaza San Domingo (Point à noite)

      -Palacio de la Inquisición

      -Museu del Oro Zenú

      -Museu das Esmeraldas

      -Museu Naval

      -Torre del Reloj

      -Los Zapatos Viejos

      -Convento de Santa Cruz de La Popa

      -Iglezia de San Pedro Claver

      -Iglezia de San Domingo

      -Plaza de San Pedro Claver (Point à noite)

      -Avenida San Martin o Carretera 2 (Bocagrande)

      -Café Havana (bar, música e agito)

      -La Vitrola (Restaurante, bar e agito)

      -Café del Mar

      -La Cocina de Pepina (comida típica e barata) fica no Getsemani

      -Playa Blanca (nós não fomos decidimos curtir mais da cidade)

      -Islas del Rosário – Também não fomos


       
      Dicas de Cartagena
      -Táxi Aeroporto Cartagena – COP 10.000–15.000

      -Trocar alguns dólares por COP ao chegar ao Aeroporto de Cartagena e depois dentro da Cidade Amuralhada pode pesquisar em várias casas de câmbio. Passando pela Torre do Relógio é a segunda rua à direita.

      -Aproveite para comprar livros usados em espanhol e inglês nos inúmeros “sebos” junto da praça antes da Torre do Relógio.

      -Ficamos no bairro Getsemani no Hotel Boutique Casa Isabel. Recomendo, pois fomos super mimados. Tudo é bem perto, tem vários lugares mais econômicos e é cheio de mochileiros. Dentro da Cidade Amuralhada os hotéis em geral são mais caros.


       
               ORÇAMENTO (dólares) US$
      PANAMÁ

      -San Blás:                            1.142 (total)

                  Taxa dique:              4

                  Taxa Kuna:               40

                  Lycka:                                    918 (+170 já pagos como sinal) Total 1088

                  Jipe:                           100

                  Lancha:                     80

      -Hotéis Panamá:                 600

      -Compras Panamá:            250

      -Ônibus p/ Bocas                120

      -Ingressos e Passeios

      Panamá:                               100

      -Táxi Panamá:                     120

      -Alimentação Panamá:      780

                  Panamá total:           3.112


       
      CARTAGENA

      -Hotel Cartagena:               325 (pago)

      -Alimentação Cartagena:  170

      -Táxi Cartagena:                 20

      -Passeios Cartagena:        50

                  Cartagena total:       565


       
      Total geral:                          3.677


       
      Os preços em Cartagena foram convertidos para dólares, mas tem que trocar por pesos colombianos (COP) e como era pouco (o hotel já estava pago), eu troquei tudo no aeroporto mesmo.


       
      Abaixo as fotos em sequência:
      -Canal do Panamá

      -Bio Museu

      -Calzada Amador

      -Bocas del Toro – Playa Estrella

      -San Blás – vista do veleiro

      -Vista do veleiro, também

      -Cartagena. Torre del Reloj à noite

      -Cartagena. Ruas










    • Por PEDROMG
      Oi galera!
      Estou aqui (depois de alguns poucos meses) pra compartilhar com vocês sobre a minha primeira (de muitas kkk) solo trip.
      Se me perguntassem há uns 2 anos atrás se eu teria coragem de viajar sozinho, eu certamente responderia que não faria isso (por medo+tensão+acho que não consigo).
      Até que a vontade de romper essa barreira passou a me consumir e comecei então a trabalhar a mente e me preparar aos poucos pra que eu realizasse isso que se tornou um sonho, uma necessidade.
      Minhas férias do trabalho venceram mas decidi que só as tiraria quando definisse um destino bacana, que tivesse praias lindas (e que eu acreditasse ser capaz de me virar sem companhia rs).
      Foi aí que decidi ir em abril para #Cartagena e #SanAndrés (aquele paraíso onde fica o famoso mar de 7 cores).
      Comecei então a olhar as passagens, lugares para me hospedar, definir rotas, pesquisar sobre a moeda e preços locais e assim fui me familiarizando com cada detalhe e adquirindo a segurança necessária pra embarcar na minha #primeiraviagemsozinho.
      Comprei minhas passagens de Brasília > Panamá > Cartagena / Cartagena > San Andrés / San Andrés > Cartagena / Cartagena > Panamá > Brasília...
      E FUUUI!!!
      Ao chegar no aeroporto de Brasília, bateu aquele leve medo de: é agora!
      Embarquei e durante o voo, devido a tensão, me lembro que tive até um pesadelo.
      Cheguei ao Panamá, celular sem bateria, sem adaptador de tomada mas feliz e empolgado, confiante e pronto pra continuar.
      Lá estava eu desembarcando no aeroporto de Cartagena arrepiado e sorrindo ao mesmo tempo.
      Sem celular e sem voucher de onde eu me hospedaria, fui até o balcão de informações e pedi pra que olhassem pra mim o endereço do hostel... deu certo.
      Que cidade linda, que energia boa, cheia de pessoas felizes, contagiante!!!
      Conheci lugares incríveis, conheci pessoas legais (sou tímido pra isso, mas estar sozinho e naquele lugar maravilhoso acabou mudando isso até sem eu percebesse).
      Dica: se hospedem no Bourbon St Hostel Boutique.
      Depois de 3 dias muito bem vividos, bora pra San Andrés conhecer o Caribe...
      Chegando no aeroporto (que tumulto!!!), eu só queria ver aquele mar das fotos que me fizeram chegar até lá...
      E WOOOOOOOOOW!!! Inacreditável! "P**rra, eu realmente tô no Caribe!"
      Dica: se hospedem no El Viajero.
      Depois de uma semana, de conhecer a beleza surreal da ilha e nadar bastante, partiu voltar pra Cartagena (com todo prazer!) por mais 3 dias.
      Em San Andrés, assim como em Cartagena, conheci outros viajantes que estavam viajando sozinho pela primeira vez também e compartilhar as experiências e momentos foi fundamental.
      Talvez se eu estivesse esperado alguém pra me acompanhar, eu não teria tido essa experiência sensacional, nem conhecido tais lugares e ainda estaria me questionando: será que eu consigo viajar sozinho?
      Sobre os lugares que visitei, recomendo e recomendo de novo.
      *A única coisa que me contrariou durante a viagem foi que comprei um sombreiro (esse das fotos) de um vendedor ambulante por 20.000COP e pouco depois achei numa loja
      por 7.000COP... aff, kkk...
      Se tiverem curiosidades ou quiserem dicas, é só me contactar :)
      Estou pronto pra próxima... a dificuldade agora é escolher algum destino dentre tantos maravilhosos pelo mundo... porque meu medo, eu já venci \o/








    • Por victor.marques
      Pessoal,
      Como forma de retribuir o que li aqui, trago o meu relato, com as minhas visões, para auxiliar quem for visitar a Colômbia em breve.
      Passagem/Transporte
       
      Legenda: BOG - Bogotá / SMR - Santa Marta / CTG - Cartagena / ADZ - San Andres
      Pela Avianca:
      18/08 RIO>BOG
      19/08 BOG > SMR
      1/9 ADZ > RIO (com escala em BOG)
      Para esses trechos da Avianca, paguei quase R$ 1.700,00. Paguei meio caro, pois eu estava monitorando a passagem antes e esses trechos estavam a R$ 1.500,00 e já vi gente pagando até menos que isso.
       
      Pela Viva air (antiga Viva Colombia)
       
      25/08 CTG > ADZ
      Para esse trecho, paguei USD 57,33, na tarifa Super, que dá direito à fila rápida e bagagem despachada de 15Kg. A tarifa mais básica só dava direito a 6kg de bagagem de mão. As tarifas dessa cia, para o voo de 8h57, eram sempre as mesmas, pelo menos nas vezes que eu consultei (que foram várias rs).
      Para o trecho SMR > CTG, fui via terrestre, pelo serviço porta a porta*, pagando COP 50.000 pela Marsol (whatsapp +57 319 7601810). Recomendo muito o serviço! A van é bem nova e o ar condicionado funciona bem até demais (ficamos até com frio, mesmo em Santa Marta e Cartagena estarem um calor infernal). Cotei várias empresas de transporte e todas apresentavam um preço maior que esses COP 50 mil. 
      *Várias empresas oferecem esse tipo de serviço, que te leva da porta do hotel de Santa Marta para o de Cartagena. Porém, o serviço que a Marsol faz não é exatamente porta a porta. Eles te pegam no seu hotel em Santa Marta mas te deixam em pontos específicos em Cartagena (não é bem na frente do hotel), dentro da rota da van. Eles dizem que você negocia com o motorista, vendo qual ponto da rota fica mais perto do seu hotel. No meu caso, me deixaram a 5 minutos andando de onde fiquei em Cartagena, achei que valeu a pena.
      Resumindo, paguei de transporte por volta de R$ 2.000,000, considerando todos esses trechos. Eu poderia ter comprado tudo pela Avianca, mas pegando esse trecho pela Viva Air me economizou uma graninha. Quando vocês forem fazer as suas cotações, considerem todas os arranjos possíveis para ver qual será o mais barato.
      Em relação ao voo da Avianca, não tenho o que reclamar, com exceção do voo de BOG para o RIO, que atrasou e nos deixaram dentro do avião com o ar condicionado desligado por cerca de meia hora antes de decolar. Em relação ao da Viva Air, achei tudo bem tranquilo, mas fui com receio já que os relatos aqui no Mochileiros são os piores possíveis para essa companhia. Não tive problemas, mas até porque tomei alguns cuidados. Quando for comprar a passagem, reparei que eles estavam me cobrando a escolha de assentos, impressão de cartão de embarque no aeroporto e outros são serviços adicionais PAGOS. Você tem que limpar a seleção que o site te faz te cobrando a mais, para que chegue à tarifa que você viu inicialmente. Se você chegar no aeroporto sem o cartão de embarque, vai ter que pagar uma taxa bem alta para imprimi-lo. Sugiro que, se você estiver em Cartagena, peça para seu hotel imprimir ou vá até um local que imprima (tem vários lá, eu mesmo paguei 500 pesos pela impressão). Outra coisa importante é a quantidade de bagagens. Quando eles falam que é UM artigo de bagagem de mão é só um mesmo! Não apareça com uma mala e uma mochilinha pois você vai ter que pagar adicional. Em relação ao tamanho da bagagem, as minhas estavam comportadas. Então, não pediram para eu colocar no modelo deles para verificar se a bagagem está fora do padrão deles. Caso estivesse, pagaria mais por isso.
      Câmbio
       
      Esse foi um dos pontos de mais atenção da viagem, considerando que o real anda muito desvalorizado pelo mundo afora. Quando viajo, para economizar, utilizo sempre o dinheiro vivo para realizar os pagamentos, já que as outras opções nos trazem um IOF maior (cartão de crédito, travel money etc), caso o dinheiro acabe, uso o crédito, como emergência. No caso da Colômbia a dúvida era: levar real ou comprar dólar aqui e levar pra trocar lá?. Para tomar essa decisão, consultei um site de casa de câmbio que mostra as cotações dessas duas moedas para peso colombiano (COP) em tempo real, esse:  cambiosmultidivisas.com.co. Quando vi, o dólar estava mais barato que hoje (R$ 3,87) e valia mais a pena levá-los em detrimento do real, mesmo com duas trocas de moeda. E assim o fiz. Comprei US$ 1.000,00 e troquei US$ 800,00 (se eu precisasse de mais, trocaria os US$ 200,00 em San Andres) a uma cotação de 2.770 COP cada dólar, o que me gerou COP 2.216.000. Troquei o dinheiro na New York Money, no Avenida Chile Shopping Mall (ou Avenida Chile Centro Comercial y Financiero). Nesse shopping tem váááárias casas de câmbio, vale a pena entrar de uma em uma para perguntar a cotação da moeda que você está levando. Uns amigos meus estavam somente com reais e conseguiram a cotação de COP 670 por real, em uma outra casa de câmbio (a que eu troquei nem reais aceitava).
      Ou seja, trocando os dólares que comprei a R$ 3,87 cada um, isso me gerou uma cotação de 716 COP por real, superior aos COP 670 que eu teria por real se eu tivesse levado a nossa moeda. De toda forma, sempre faça os cálculos antes de levar. Hoje mesmo, como o dólar subiu muito (papel moeda a R$ 4,29 aqui no Rio), tá compensando levar reais mesmo.
       
      Chip Colombiano
       
      Para comprarmos o chip colombiano, tínhamos a indicação de ir a uma loja Claro também no Shopping Avenida Chile. Porém, depois de trocarmos o dinheiro, almoçamos e a loja fechou (era sábado e a loja fechava 17h). Encontramos outra loja, bem maior, na mesma avenida desse shopping, descendo-a um pouco. Lá, conseguimos obter os chips ao apresentar nosso passaporte. Pagamos COP 29.000 pelo chip e por um plano de 1Gb por 15 dias, com Facebook, Whatsapp e Twitter sem consumir nada do pacote. No final da viagem, sobrou saldo no meu pré pago e eu ainda ativei um pouco mais de internet pois os meus 1Gb haviam acabado. Vale lembrar que o chip funcionou bem em toda a Colômbia. Só senti uma variação negativa no sinal quando cheguei em San Andres, mas, mesmo assim, correspondeu às expectativas.
      Hospedagem (Booking)
       
      Bogotá: Hotel Casona Del Pátio (uma diária) - COP 138.375  em quarto privativo para 3 pessoas. Em função de termos viajado no dia, optamos por um lugar um pouco mais caro para relaxar. Gostei do hotel, a localização é excelente, no bairro Chapinero, a poucos passos do Shopping Avenida Chile. O café da manhã é bem simples, você tem que escolher as opções possíveis no cardápio e a atendente traz para você. O chuveiro é quente (essencial para o frio de Bogotá) e os atendentes são bem atenciosos.
      Santa Marta: La Sierra Hostel (três diárias) - COP 270.000 em quarto privado para 3 pessoas (duas camas estão em beliche). O hostel tem uma estrutura boa, uma piscina ótima e um ar condicionado potente. Como pontos negativos, considerei o café da manhã (só poderia comer UM pão, UM ovo, UM iogurte e um pouco de cereal). Nós mesmos preparávamos o café da manhã, já que o ovo oferecido estava cru, o que não considero um problema. Além disso, o ar condicionado do meu quarto pingou água nos dois últimos dias. Uma das recepcionistas (não foi nenhuma das duas que citarei mais à frente) disse que ia chamar alguém para resolver mas isso não aconteceu até o fim da nossa estadia. Além disso, achei que o varal do hostel poderia ser maior. Outro ponto negativo foi que, no primeiro dia, havia uma música muito alta do lado de fora e mesmo o quarto sendo meio distante da rua, a gente conseguia ouvir o barulho, além de ouvir a conversa do quarto ao lado. Como pontos positivos, destaco as recepcionistas Manuela e Carolina, sempre dispostas a nos ajudar e, muito simpáticas, nos deram várias dicas!! As camas eram grandes (cama de viúva) e a escada para a cama de cima da beliche era bem segura. O quarto parece bem menor nas fotos do que realmente é, foi uma surpresa positiva. O ar condicionado funcionava muito bem. Apesar de ter pingado, gelava em pouco tempo, essencial no calor infernal de Santa Marta.
      Cartagena: Santa Cruz Hotel (três diárias) - COP 442.800 em quarto privado para 3 pessoas. Foi uma odisseia encontrar uma hospedagem com preço bom e localização perto de tudo, para quarto privativo para 3 pessoas, em Cartagena e San Andres. Esse hotel fica muito bem localizado, dentro da cidade amuralhada (recomendo que fiquem nela, achei fora dela meio inseguro). Dias antes da viagem, fiquei achando que esse hotel não existia pois a reserva que fiz no Booking previa um pré-pagamento do valor total, coisa que não aconteceu. Chegamos lá e pagamos tudo na hora, em COP. De todos os hoteis, acho que esse foi o melhor. Boa estrutura, corredores cheio de plantas, café da manhã "a la carte", no mesmo esquema do de Bogotá. No quarto, havia espaço para cinco pessoas, pois havia uma cama de casal, uma de viúva e uma beliche. O banheiro era ok, apesar do box ser "cortininha", que acabava deixando o banheiro bem molhado.
      San Andres: Posada J & J Forbes 2 (sete diárias) COP 1.249.500 - Essa pousada diz na propaganda que é a "sua família em San Andres" e quando cheguei lá entendi o motivo: a "pousada", na verdade, fica numa vila onde há vários apartamentos que moram nativos de San Andres. Algumas acomodações são oferecidas para serem alugadas. Fomos recepcionados pelo Sr. Mário e pela Sra Salvadora, responsável pela limpeza, ambos extremamente simpáticos. Como ponto positivo, destaco as instalações do quarto, pois me parece que o tudo foi reformado recentemente já que está tudo bem novo. A localização é excelente! Cheguei lá andando do aeroporto (economizei COP 15.000 de táxi) e o centrinho comercial e a praia também ficam a menos de 5 minutos andando. Como pontos negativos, destaco a quantidade de pessoas circulando pela área em comum. Ao longo do dia, vários adultos e crianças ficam circulando pelo condomínio e fazendo barulho. Acho que isso só não incomodou mais porque o quarto que ficamos era bem recuado e também porque à noite era bem silencioso. Outro ponto que pode ser negativo, é a ausência de café da manhã. Porém, a cozinha era relativamente bem equipada e tem vários mercados colados na pousada, então não gastamos muito para "desayunar" todos os dias.
      Todas as hospedagens nós pagamos em dinheiro (COP), não sei informar se recebem em cartão ou outro meio de pagamento.
      Dia 18/08 – Bogotá – Câmbio e Chip
       
      Chegamos e trocamos um dinheirinho pequeno na casa de Câmbio do aeroporto de Bogotá para o táxi. Vá na casa de câmbio do lado de fora do embarque. Lá, pegamos a cotação a COP 650 para cada real. Depois de trocar dinheiro, fui pedir um Uber (que é um serviço ilegal no país) com medo dos relatos de táxi que li por aqui. Porém, a experiência não foi boa, de toda forma. Veio uma motorista chamada Margoh, que ficou toda atribulada com medo dos policiais nos verem e nos "molestarem". Depois de termos entrado, ela nos vendeu a ida e a volta para a catedral de sal (passeio que fizemos no dia seguinte) por COP 250 mil, um valor muito acima de um Uber normal (que daria uns COP 150 mil). Para nos convencer a aceitar, ela disse que tinham muitos ladrões no TransMilênio dizendo que seriamos assaltados (Ônibus parecido com o BRT - do Rio - e o tubo - de Curitiba). Óbvio que não quisemos. Mas, para piorar, o celular dela desligou totalmente e não queria ligar de jeito nenhum. Como ela, nem nós (muito menos nós) sabíamos o caminho, foi um sofrimento até ela achar a pousada pois a numeração das ruas de Bogotá é super confusa. Na hora de pagar, pagamos COP 30 mil, em dinheiro (o uber tem essa opção lá também). Na estimativa, tinha dado 27, mas como o celular dela não ligava e dividir 30 para 3 é mais fácil para conseguirmos troco, pagamos 30 mesmo.
      Ao chegar em Bogotá, em pouco tempo, já senti os efeitos da altitude: dor de cabeça leve, enjoo e falta de ar. Ao caminhar, não poderia conversar pois me faltava ar. Esses sintomas foram melhorando aos poucos, mas realmente é uma sensação bem ruim.
      Depois do check in na pousada, fomos ao Avenida Chile Shopping para trocar o dinheiro, almoçarmos e compramos o chip colombiano, como já expliquei acima. À noite, descansamos para acordarmos cedo no dia seguinte pois iriamos à Catedral de Sal.
      Dia 19/08 - Catedral de Sal em Zipaquirá, saindo de BOG
       
      Para irmos, pegamos a linha 8 do Transmilenio, com destino ao Portal Norte (Portal Del Norte). Cada passagem custa COP 2.300. Na estação que pegamos (Flores, da linha azul), compramos o cartão com as passagens, pagando em COP no guichê. Pegamos o ônibus cheio, mas não entupido. Chegando lá, basta seguir a indicação para as linhas intermunicipais, onde você vai ver o ônibus indo para Zipaquirá (linha ZIPA), cuja passagem custa uns COP 5.300 (não lembro ao certo, mas é quase isso). O primeiro bus leva uns 25 minutos e o segundo, por volta de uma hora. As viagens foram tranquilas, com exceções da quantidade enorme de pedintes que entraram no TransMilênio (vou falar de um probleminha que tivemos com um pedinte no tópico de Santa Marta). Ao descer do bus, basta caminhar em direção à Catedral. Tem gente que pega táxi, eu não achei necessário pois não anda tanto e você vai conhecendo a cidade.

      Esse é o caminho de entrada na Catedral
      Ao passar por esse caminho, você compra o ingresso básico de COP 55 mil (valor para não colombianos). Esse ingresso dá direito a áudio guia (tem em português-brasileiro), a assistir um filme sobre a história da Catedral e a entrada na Catedral, obviamente. Quando fui, estava tudo muuuuito cheio (era um domingo). Então, pegamos uma fila relativamente grande para comprar o ingresso e outra, menor, para pegar o áudio guia. Ainda havia uma terceira fila com uns serviços adicionais, que não quisemos comprar. Após entrarmos, vimos que a Catedral é realmente bem linda e grandiosa. Com sal por todos os lados, o percurso da catedral mostra toda a via crucis feita por Jesus Cristo. Incluído no roteiro, há o que eles chamam de espelhos d’agua, que é uma piscina com espelho no fundo que causa uma ilusão de ótica bem legal! Há, também, um filme 3D que passa numa sala estilo cinema, contando a história da Catedral (em espanhol com legenda em inglês). Ao final dela, tem uma lojinha com artesanatos lindíssimos feitos de sal. Vejam as fotos!


      Fiquei abismado com o tamanho da coluna (eu sou aquela sombra ali rs)
       
       

      E as lindas artes com sal!!!
       
      Decidimos levar mantimentos para comermos pois talvez não desse tempo de almoçarmos (nosso voo para SMR era às 20h do mesmo dia). Porém, dentro do complexo da Catedral tem alguns restaurantes e no caminho da catedral até o terminal da linha ZIPA tem vários outros com preços bem convidativos (por volta de COP 12 mil). Se eu tivesse almoçado, teria escolhido algum do lado de fora pois estavam mais convidativos e tinham mais opções.
      Voltamos para Bogotá e pegamos um táxi para o aeroporto, pelo aplicativo Easy Taxi, já que a experiência do Uber não tinha sido boa. Não adiantou nada... O motorista não seguiu o GPS e ficou dando voltas com a gente pela cidade, pegando um caminho mais longo, ao invés de entrar na avenida que leva direto ao aeroporto. No final da corrida, ele ligou o GPS, mas continuou não seguindo o percurso ali. Ficamos com um pouco de receio, mas ele nos levou ao destino e cobrou uns COP 26 mil, mais ou menos o que daria mesmo. Mas que deu medo, deu... Fora que o trânsito de Bogotá é caótico, buzina por todos os lados e parece não haver uma regra como temos aqui. Fizemos reclamação no aplicativo mas de nada adiantou... não recebemos resposta nenhuma da avaliação/comentário que eu fiz.
      Chegamos em Santa Marta e pegamos um taxi até o nosso hostel. O preço é tabelado em COP 30 mil e pegamos o táxi oficial mesmo. A corrida foi tranquila (o aeroporto não é perto do centro), o carro estava em bom estado e com ar condicionado bom funcionando, essencial em Santa Marta já que, mesmo à noite, fazia mais de 30 graus.
      20/08 - Santa Marta
       
      Decidimos andar por Santa Marta para conhecer a cidade e fechar o passeio do dia seguinte. A cidade em si é meio feinha, com vários pontos de sujeira e buracos nas ruas. A orla era até bonitinha. A água é de um azul escuro, tinham umas pessoas tomando banho mas nem dá vontade de entrar, mesmo com calor.

      Orla SMR
      Porém, assim que começamos a andar, esbarramos em um problema: o calor excessivo. Por conta disso, decidimos procurar logo o passeio do dia seguinte, almoçar num lugar com ar condicionado e ficar à tarde na piscina do hostel. Fechamos um passeio para o Bahia Concha, por algo em torno de COP 70 mil, com a entrada no parque incluída e "aluguel de snorkel" (vou falar disso mais à frente). Não me lembro o nome da agência.
      Em relação à comida, gostei bastante dos restaurantes de Santa Marta. Comi um arroz com camarões maravilhoso com batata frita por apenas COP 19 mil, no restaurante La Cucharita, na orla. Tem vários pratos bons, baratos e muito bem servidos. Jantamos lá duas vezes, recomendo!
      21/08 - Santa Marta - Bahia Concha
       
      A van nos pegou no hostel com um atraso de uns 40 minutos e nos levou até o Bahia Concha. Pelo caminho, vi que seria, realmente, muito difícil fazer por conta própria pois passa por uma estradinha de terra bem acidentada e eu não vi transporte público por ali. Chegando lá, tem umas barracas na praia principal, onde o guia nos mandou deixar nossas coisas lá e seguir com ele para pegarmos o barco para fazermos o snorkel. Ele insistiu, apressadamente, para que deixássemos tudo lá e fossemos pegar o barco, mais à frente, para o tal passeio de barco e que ele olharia as nossas coisas. Um dos meus amigos não quis ir (até para não deixar as coisas sozinhas) e eu o outro amigo fomos. Pegamos o barco e chegamos na parte de snorkel. Lá, os "snorkels" eram, na verdade, apenas a parte de cima (óculos do snorkel) que ficava em uma bacia com sabão, onde as pessoas ficavam largando e deixando os "snorkels" que usavam. Era meio nojento... rs. Nessa parte, era obrigatório o uso dos salva vidas. O lugar era bonitinho, foi possível ver vários peixes e nadar um pouco naquela área, que era bem limitada. Voltamos de barco, ficamos mais um pouco na praia e voltamos. Meu amigo que ficou na barraca me disse que o guia não ficou de olho nos pertences de quem foi fazer o passeio de barco, ou seja, se sumisse algo já era! Como não ouvimos reclamações, supomos que ninguém teve nada levado, mas basta dar sorte ao azar... À noite, andamos pela cidade e jantamos no mesmo restaurante da noite anterior.

      Praia de Bahia Concha
       

      Parte do passeio de lancha para snorkel do Bahia Concha.
      Uma pena eu não lembrar o nome da agência, pois eu não recomendo nadinha esse passeio com eles. O guia era meio mal humorado e eu não entendia uma palavra que ele falava, parecia mais um dialeto do que espanhol. Fora o atraso de 40 minutos para buscar a gente.
      22/08 -  Santa Marta - Playa Del Ritmo
      No dia 21/8, perguntamos à Manuela, recepcionista do Hostel, sobre o que fazermos em Santa Marta além do Bahia Concha e do Parque Tayrona em si (optamos por não ir pois leva duas horas para chegar, além do transporte. Por isso muita gente recomenda dormir no parque). Ela nos indicou uma praia chamada Playa Del Ritmo, que tem um acesso pelo Hostel que leva esse nome. Esse hostel tem uma estrutura de bar, com mesas e cadeiras que você pode usar mesmo não sendo hospede. A única limitação por não ser hóspede é não pode usar as espreguiçadeiras que estão na areia. Você não paga nada para entrar e é obrigado a consumir alguma coisa. Lá eles servem almoço e tem várias bebidas. Para comer, pedimos a famosa limonada de coco (uma das melhoras da viagem, por sinal) e eu pedi um hamburguer de falafel com maionese de alho, que estava divino. Ah, o restaurante é vegetariano. Não lembro os preços, mas sei que não paguei mais de COP 30 mil por tudo o que consumimos.  Para chegar lá, pegamos um ônibus na orla de santa marta em direção ao aeroporto, que custa só COP 1.600. Fui acompanhando no GPS e, quando estava chegando perto, pedi para o motorista parar. Depois que descemos, andamos uns 5 minutos até a entrada do hostel. Na volta é que rolou emoção... Entrou um pedinte no ônibus que o motorista não permitiu e mandou ele descer. Assim que ele desceu, o pedinte deu um chute na roda do ônibus. Nisso, o motorista pegou um porrete e desceu para dar no cara, que saiu correndo. Logo assim que o motorista voltou, o pedinte voltou também e ameaçou tacar uma pedra enorme no ônibus. Por sorte, ele não jogou a pedra e voltamos com tranquilidade depois disso rs.

      Interior do ônibus da ida

      Estrutura do Hostel Playa Del Ritmo

      Playa Del Ritmo
       
       

      Banho na Playa Del Ritmo
      Sei que minhas fotos não estão muito boas, mas vocês podem buscar melhores no site do hostel.
      23/08 - Santa Marta - translado para Cartagena
      A van da MarSol chegou na hora combinada e embarcamos para Cartagena. O trajeto demorou umas 5 horas, porque pegamos um engarrafamento no caminho. Paramos uma vez para descanso/banheiro de uns 15 minutos em Barranquilla e mais uma vez porque teve um problema com a outra van da Marsol que estava junto. Quando vi que estava chegando, negociamos com o motorista em relação a qual seria o ponto da rota mais próximo para nós. Descemos e andamos cerca de 5 minutos.
      24/08 – Cartagena
      Tomamos o café no hostel e fomos em direção ao Castillo San Felipe de Barajas. Da cidade amuralhada é possível ir andando para lá, apesar de ser uma caminhada de uns 20 minutos, que foi sofrida por causa do calor excessivo de Cartagena. Sugiro passarem no mercado e comprarem água, pois o risco de desidratação é alto. Recomendo também usarem boné/chapéu, pois o Sol castiga muito, mesmo dentro do Castillo. Pagamos uma entrada de COP 25 mil. A construção é bem bonita e dá pra ter uma visão ampla de Cartagena. Vejam!

       
       
       
       
      Pela nossa sorte, começou a chover e o clima ficou bem mais agradável. Porém, pelo que notei nas cidades que fui, as chuvas não duram muito na Colômbia. Chove mas logo para, o que é ótimo pois fica menos calor e não prejudica as nossas andanças pela cidade. Saindo do Castillo, almoçamos em um lugar qualquer e fomos andar pelo muro da cidade, terminando no Café Del Mar para admirar o mar e o por do sol (meio prejudicado pelas nuvens).
       

      Teve arco-íris sim

      À Noite, jantamos no D’Alex Restaurante, que tem algumas opções de refeições a COP 12 mil. Tem outras opções mais caras, mas só esse menu do dia já era o suficiente.

      Ficamos andando um pouco pela cidade para conhecer a graça de Cartagena à noite. Tem umas coisas meio sinistras... mas, em geral, a cidade é bem iluminada e graciosa.
       

       
      24/08 – Cartagena – Bendita Beach
      Eu queria um dia de praia para relaxar, meus amigos preferiram ficar na cidade. Então, fui sozinho para a Bendita Beach, que é uma opção menos lembrada pelos turistas em função do seu preço e da distância (não é tão perto quanto a Playa Blanca, por exemplo). Paguei COP 150 mil (negociando) + COP 16,5 mil de imposto no porto pelo passeio. Inclui tudo o que está aí nessa foto de um panfleto que peguei de outra agência que também faz esse passeio. Não me lembro a agência que fiz, prometo que da próxima vez eu anoto direitinho rs. No dia do passeio, fui ao ponto de encontro indicado pela menina com a qual eu fechei o passeio e encontrei o representante da empresa para irmos à Muelle (tipo um porto de onde saem os barcos). Ele me levou lá, andando mesmo, me deixou na fila para pagar o imposto e foi embora. Apesar dele ter me deixado na fila errada, consegui me achar e encontrar onde seria a saída para quem iria para a Bendita Beach. Pegamos uma lancha de uns 50 minutos e chegamos lá na tranquilidade da Bendita Beach. Fomos cerca de 36 pessoas na lancha, que tinha capacidade de 45 pessoas. E só tínhamos nós na ilha toda. Lá tem opção de fazer snorkel, SUP e jet ski. Vou só mostrar as fotos...
       

       
      O almoço eu não tirei foto, mas você tinha que escolher entre frango e peixe, e vinha arroz branco ou com coco, saladas à vontade e um refrigerante. Eu achei suficiente, mas para quem come muito, talvez seja pouco. Na volta do passeio, andei pelas ruas de Cartagena, até à noite.
       
       

      Engarrafamento de charrete
       
       
      25/8 Ida à San Andres
      Nosso voo era cedo (umas 9h), então chegamos bem cedo no aeroporto de Cartagena. O hotel pediu um taxi, que rapidamente nos deixou lá. Não lembro ao certo, mas a corrida custou cerca de COP 25 a 30 mil. Chegando lá, despachamos as bagagens na Viva Air (Viva Colombia) e pagamos a taxa para entrar em San Andres (paguei para uma atendente da cia aérea). Essa taxa custa COP 108.600 mil e é obrigatória para todos que forem ficar mais de 24 horas em San Andres.
       

      Interior do avião da Viva Air
       
       
      Chegando em San Andres, fomos andando do aeroporto para a pousada que ficamos. Deu uma caminhada de uns 10 minutos, basta atravessar o estádio que fica em frente ao aeroporto. Depois de fazer check in na pousada, almoçamos num lugar qualquer e fomos andando para a praia, doidos para ver os tons de azul. E, realmente, é estonteante. Ficamos lá até o fim do dia.

       
      Passeamos pelas lojas da ilha e compramos as sapatilhas para andarmos nas pedras sem nos machucarmos e o snorkel para vermos embaixo d’agua. Paguei COP 12 mil pelas sapatilhas mais simples e COP 28 mil pelo snorkel da Intex. Pesquisem bastante, pois tem muitas lojas vendendo esses itens bem mais caros.
      Uma coisa curiosa é que os colombianos não usam sunga na praia. Todos (ou quase todos) os que estavam de sunga eram brasileiros. Inclusive, quando voltamos da praia, andamos pela parte comercial da ilha só de sunga e todo mundo ficou olhando como se fossemos extraterrestres. Até uns peões de obra ficaram mexendo com a gente (todos homens), depois disso, tivemos um aperitivo do que as mulheres passam no Brasil quando passam em frente a uma obra.
      26/8 – Volta à Ilha de Mula.
      Alugamos uma Mula (um carro da Kavasaki) para dar a volta à ilha por COP 170 mil. Esse carrinho tinha espaço para umas 5 pessoas confortavelmente, mas vi alguns andando na ilha com muito mais que isso. Fora isso, ainda tinha que devolver o carro com o tanque cheio, que deu  COP 16 mil, ao final do passeio. O trânsito na parte mais movimentada da ilha é bem bizarra, são muuuitas motos (transporte mais popular de San Andres), onde eles buzinam para tudo, não usam capacete, não tem limites para colocar pessoas em cima das motos e os retrovisores são artigos opcionais. Nas vias maiores (nas pontas das ilhas) tem bem menos motos e o trânsito é mais tranquilo. Além dessas mulas de 5 lugares, ainda tem a opção de alugar mulas de 2 lugares, motos e bicicletas.

      Estradas mais tranquilas em volta da ilha

      I love San Andres, um dos locais que paramos para fotos
      Outra parada obrigatória é o West View. Paga-se COP 5 mil para entrar lá e você ganha um pãozinho para dar para os peixes. Lá você tem um trampolim, um pequeno toboágua e a opção de fazer o mergulho com capacete (AquaNautas) e tirar uma foto com uma estátua de Poseidon, que fica pregada no fundo do mar. Esse mergulha custa COP 100 mil por 25 minutos. Eu não fiz pois achei caro demais por pouco tempo. De toda forma, tive um certo contato com Poseidon...

      Brincando com os peixes
       

      Meu contatinho com Poseidon
       

      Lá é meio muvucadinho, sugiro chegarem cedo para aproveitar bem e pegar o local mais vazio
      O West View tem restaurante dentro, serve comidas, bebidas e aluga colete salva-vidas (COP 5 mil). Do lado de fora também tem algumas opções de restaurante, vale a pena cotar cardápios e valores para decidir onde vão comer (se forem comer por ali).
      Um lugar que geralmente fazem na volta à ilha é o La Piscinita, que fica do lado de West View. Mas como fizemos esse passeio no domingo, a Piscinita estava fechada. Porém, li um relato que fala que o West View tem muito mais coisas que lá e que seria perder tempo fazer um lugar tão igual ao outro.
      Passamos pela Cueva de Morgan, e por um Museu onde tem umas dançarinas, mas não nos interessou entrar. Fomos até o Hoyo Soplador, mas não tivemos a sorte de pegar ele soprando. Lá no Hoyo, inclusive, que ouvi relatos daqui dizendo que os donos dos bares querem cobrar estacionamento por você parar o carro lá. Então, quando você for, estacione o carro um pouco mais à frente, para evitar esse abuso dos donos dos estabelecimentos.
      Voltando, passamos por algumas paisagens e fomos tirando fotos:

      Passamos também pela Playa San Luis, mas é bem sem gracinha, nem deu muita vontade de entrar.
      27/08 e 28/08 – Praias do Centro
      O tempo fechou em San Andres... decidimos pegar as praias próximas para não gastar dia de passeio com tempo feio, considerando que ficaríamos sete dias lá. Ficamos na praia e chegou a chover em alguns momentos, parando logo depois. Apesar de ter parado, o tempo não abriu. Quase não tirei fotos...

      Nesse dia, encontramos um grupo de brasileiros de Fortaleza que tinham feito um passeio de lancha privativa. Eles disseram que, mesmo com tempo feio, foi bom pois lá no meio do mar San Andres continua sendo bonito. Pegamos o contato do dono da lancha (Diego Olsen Whatsapp +57 318 3762841) e fechamos com ele por COP 830 mil, com condutor e gelo incluído. A embarcação foi essa, chamada de ponton:
       

      A embarcação suporta 15 pessoas, porém, estávamos em um grupo de 10 pessoas.
      Nesse mesmo dia, à noite, o Diego foi até a nossa pousada e recebeu metade do valor, como sinal, e me mostrou onde era o ponto de encontro para o dia seguinte, onde sairíamos com a lancha. Algumas pessoas do meu grupo estavam fechando com o Diego o passeio do Parasail junto com Johnny Cay (ilha pertinho de San Andres), que ele fez por COP 145 mil + 5 mil de imposto de entrada em Johnny Cay. Eu não fechei, não quis ir no parasail, apesar de talvez estar arrependido até agora... rs
      29/08 – Passeio de Lancha Privativa – Acuário, Arraias e muito mais
      Chegamos no ponto de encontro e Diego nos apresentou ao condutor da lancha. Vimos que a lancha era bem confortável, com assentos acolchoados, tudo bem novo. Tinha espaço para colocarmos nossa comida/bebida, que compramos no mercado no dia anterior. Pagamos a diferença ao condutor. Para a nossa felicidade, o Sol apareceu com força o que ajudou para que o dia fosse o melhor da nossa estadia em San Andres!!! Vejam as fotos!!

      Essa cor de água chega a dar raiva

      Ilha do lado do Acuário

      Arraias...

      Me cagando de medo das arraias
      https://vimeo.com/288555840
      Video incrível do acuário
      https://vimeo.com/288556520
      Vídeo da piscina-mar em San Andres
      https://vimeo.com/288556833
      Nadando com os peixes
      30/08 – Johnny Cay
      A ilha de Johnny Cay fica bem perto de San Andres. Você pega um barquinho de uns 20 a 25 minutos e já chega lá. Em geral, as pessoas fazem Johnny Cay junto com Acuário, mas como o Johnny estava fechado por 3 dias e só reabriu dia 30/08, fizemos ela isoladamente. Para ir, usamos os serviços da Cooperativa Multiactiva de Transporte Marítimo, ela fica na orla, na altura da praia, sentido boate Coco Loco (tem no google). Vejam a lista de preços deles:

       
       
      O preço só para Johnny Cay é de COP 15 mil + COP 5 mil de imposto que se paga para entrar na ilhota. Paga-se tudo no guichê da cooperativa e eles te dão uma guia que você tem que guardar para apresentar quando chegar à ilha. Chegando lá, não tem nada de muito surpreendente, ainda mais para quem passou por tanta coisa linda no dia anterior. O ruim é que a ilha estava extremamente lotada e não parava de chegar barco cheio de gente. Lá, tinham umas barracas para ser alugadas a COP 40 mil e o almoço custava COP 30 mil (decidimos não almoçar na ilha e voltar no barco de 13h). Além disso, tinha banana boat a COP 10 mil (é um passeio bem curto, mas vale muito a pena pois não é caro e você se diverte).
       
       

      Lá tinham várias iguanas sem medo de humanos

      E um amiguinho loiro...
       

       
      É lindo, mas lotado demais
       

      Ainda tinha uma pedra para tirar foto. O difícil foi conseguir exclusividade e uma foto “sem populares” rs
      Na volta, ainda pegamos um toró dentro do barco

       
      Deu medo, mas até assim esse mar é lindo
      Na volta, comemos no Kirikiki, tipo um KFC de lá. Preferi pois paguei COP 16 mil por um combo com refrigerante contra os COP 30 mil sem bebida lá de Johnny Cay. Vejam a cara dos pratos e os preços.
       

       
      Compras
      Em relação a compras, achei San Andres um pouco caro. Só os perfumes (alguns) estavam um pouco mais baratos. Como exemplo, comprei um 212 Sexy man 100 ml a COP 158 mil, que dá uns 236 reais. No Brasil, tá bem mais caro. Porém, cuidado com as falsificações! Lá tem lojas que vendem perfumes com o mesmo cheiro, “inspirados” nos mais famosos. Lá vendia One trillion (similiar ao one million), 717 (similar ao 212)... Eu senti o cheiro e era exatamente igual. Mas como é bem mais barato, alguma coisa de ruim deve ter rs.
      31/08 – Volta à ilha de bicicleta
      Em função de termos muitos dias em San Andres e pela ilha ter só 25 km² de área, decidimos fazer a volta a ilha de novo, explorando outros cantinhos. Alugamos uma bike a COP 20 mil de 9h até 19h com uma senhora chamada Iris, que fica nas imediações da orla, perto da Lanchonete Sandwich Qbano.
       

       
      De bike a gente começa a reparar mais em coisas que passam batido
      Bem do lado do West View, tem um restaurante/bar chamado Reggae Roots, que tem uma estruturazinha de cadeiras, trampolim e acesso ao mesmo mar que West View, servindo almoço de frango (COP 25 mil) e peixe (COP 30 mil) com refrigerante a COP 5 mil. Se você consumir qualquer coisa, não precisa pagar nada. Deixamos as bicicletas lá, curtimos o local, descansamos e retomando nossa pedalada.
      Fomos de novo no Hoyo Soplador e ele seguia soprando fraco e não fazendo aquele efeito de soprar água do buraco.
      1/9 – Volta para casa
      Nosso voo era às 17h, então tivemos bastante tempo para aproveitar a cidade ainda. Eu preferi ir em um restaurante melhorzinho, já que ao longo da viagem acabei optando por comer onde tivesse oportunidade. Meus amigos preferiram curtir um último dia da praia do centro, que estava assim:
       

       
      Já eu, fui atrás de um restaurante legal e encontrei o La Bong Del Sinu (ele fica entrando em umas ruas na altura do movimento que tem perto do quiosque do juan valdez, na praia). Lá, pedi um arroz com cerdo (porco) que tava bem temperado. O prato acompanhava aipim (mandioca) e uma torta doce de plátano (banana), que eu não gosto. De entrada, tinham os famosos pantacons, que acompanham várias (quase todas) as comidas colombianas. Pantacons são bananas verdes fritas que tem gosto de batata. Para beber, escolhi uma maravilhosa limonada de coco. Tudo isso por menos de COP 40 mil.

       
      Fui ao aeroporto para ir embora, fui no guichê da Avianca, despachei as bagagens e imprimi o cartão de embarque (eles não cobram como a Viva Air rs). Aproveitei e vi a cotação de moeda na casa de câmbio de lá: horrível! Cada real estava dando 570 pesos (conseguimos 670 em Bogotá) e cada dólar dava 2620, contra 2770 em Bogotá. No avião, fiquei no lado direito, na janela e pude me despedir de San Andres com uma vista aérea.

      Hasta luego, San Andres.
       
      E é isso! Me desculpem qualquer erro de português e os esquecimentos. Se tiverem alguma dúvida e eu puder ajudar, me avisem!
      Bjos
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       


×
×
  • Criar Novo...