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Ktrek

Índia

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Fala pessoal!

 

Estou indo em janeiro e devo esticar até fevereiro (30 dias).

Meu intuito é fazer o triangulo (deli, Agra e Jaipur) além de outras cidades periféricas e Nepal.

 

Abs.

 

Caíque

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galera,

 

to indo pra india agora em janeiro e não to conseguindo encontrar nenhum guia mais voltado para mochileiros.

alguem tem algum que tenha usado e recomende?

 

mt obrigada

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olinielebock , estivemos na Índia em junho de 2014. Usamos muito o Lonely Planet, muito mesmo.

 

Quase todos os hostels que ficamos tinha um para consulta. Ele foi super útil. Inclusive quase todos os golpes contra turista que o guia alerta a gente sofreu ::cool:::'>

 

Quais cidades você vai visitar?

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Estive na Índia em 2013 e é uma realidade muito distinta do restante dos destinos tradicionais de mochileiros, o seu poder econômico na Índia é muito maior, as Rúpias não valem muito e vc consegue viajar pelo país sem precisar economizar tanto assim. Para se ter uma ideia fiquei em um hostel em Varanasi na saída de um Gati e a diária era muito barata, e por 5 dólares a mais poderia fazer o upgrade para a suíte principal com split e varanda privativa para o Ganges. Eu sempre uso o Guia da folha de São Paulo, além de muita foto de todos os pontos turísticos acho mais simples o esquema sugerido nos roteiros e explicações. Se prepare para infecção intestinal e falo sério, quase todos que foram tiveram e a minha assim como a do meu marido foi das boas, vômito, diarreia com desidratação das brabas, em 4 dias meu marido que pesa 90 kg perdeu 10 kg. Tentamos evitar ao máximo comer em lugares improvisados, aí vc como mochileiro tem que fazer essa avaliação de economia, pois o barato pode sair caro. Transporte público é muito complicado, esqueça a possibilidade de pegar um busão em Dheli, andei de trem e indo de "1 classe" dá até para dormir em seu "casulo", mas vai é difícil se acostumar com o cheiro. De qualquer forma a Índia foi uma viagem diferente, muito diferente. Achei Varanasi o melhor lugar dos que visitei, a energia do lugar é inexplicável.

 

http://vousentarnajanela.com.br/iacutendia.html

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Oi Andrea

 

Já estive en N.Delli. Fui com meu filho em 2014. A cidade é uma loucura, mas eu adoro a índia do jeito que é. O transporte por metrô nessa cidade é tranquilo. Eu já tinha ido para o sul da India. Continuei no norte me sentindo muito observada, apesar de ser um país tão cheio de turistas. SE for viajar sozinha eu aconselho cuidado redobrado, especialmente a noite. Se quiser saber algo mais específico, espero poder ajudar.

 

Boa viagem!

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Alguém ja foi ou passou pelo Taj Ma Hal??

 

Oi

 

Já estive no Taj em outubro de 2014. É o lugar mais fantástico que já visitei. Me senti num filme! Amo a India, com todas os seus contrastes e a comida que não me apetece rsrs. O Taj é o tipo do lugar do qual ao sair, já se tem vontade de voltar ou o arrependimento de não ter ficado tempo suficiente, para inundar mais a sua mente de cada momento alí dentro. É fantástico. Amei. Ficamos hospedados em uma pousada muito simpática. Agora não lembro o nome, mas se vc precisar, eu posso ver e te falo. É de uma família, que inclusive mora no lugar.

As dicas mais importantes de deslocamento é não deixar-se levar pela conversa do chofer do tuktuk, pq ele vai te enrolar e te levar a alguma loja (no meu caso foi de pedras rsrs) onde ele ganha comissão. O velho truque de sempre rsrs.

Boa viagem.

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Oi pessoal,

Decidi ir para Índia de última hora para fazer um curso de yoga de 28 dias em Rishikeshi. Acabei comprando a passagem e não me liguei no limite de dias do E-tourist visa (o visto que tiramos pela internet). E também não tenho tempo de pedir um visto enviando o meu passaporte para a embaixada.

No total eu vou ficar uns 33 dias. A minha dúvida é a seguinte: existe algum perigo em ficar além dos 30 dias? O que poderia me acontecer? multa, punição, prisão, deportação?

Alguém aqui já passou por situação semelhante e tem alguma dica?

Saudações!

Giordano

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Bicho, eu pensaria numa forma, entraria em contato com o consulado, eles respondem rápido. Acho que pode acontecer duas coisas, a primeira é você não entrar no país e ser deportado, caso ele verifique sua passagem de retorno e veja que ultrapassa os 30 dias. A segunda é você passar batido, no caso eles não pedirem passagem de volta, e na saída você ter que pagar uma multa ou encarar uma prisão. Sem querer tocar terror, eu ia preferir abrir o jogo com o consulado e escutar o que os caras tem a dizer. Vou dia 5 janeiro e retorno 3 de fevereiro, mas no caso vou ao Nepal também e esse visto on line não me serve. Boa sorte aí.

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    • Por edver carraro
      [t3]The Great Himalaya Trail - A mais alta e longa trilha do mundo[/t3]
       
      [align=justify]Escritores de guias de viagem e montanhistas experientes estão fazendo de tudo para criar a mais alta e longa trilha do mundo: a The Great Himalaya Trail (Grande Trilha do Himalaia). Com 4.500 quilômetros, ela passará por China, Butão, Nepal, Índia e Paquistão.
       
      O Himalaia – casa do Everest, do K2 e de mais de cem picos com altura superior a 6.000 metros – é, sem dúvida, o mais conhecido e imponente conjunto de montanhas no mundo. Mas como um destino de trekking, o majestoso e sempre nevado cenário tem um longo caminho a percorrer. Dos seis países que atravessam a cadeia montanhosa, só o Nepal conseguiu até agora suprir o crescente interesse do turismo de aventura pela região. Enquanto isso, nações como Afeganistão, Butão, China e Paquistão ainda não aproveitam o seu potencial devido à regulamentação rigorosa e aos conflitos internos. Nem mesmo a Índia tem feito muito progresso apesar de representar a maior parte da faixa principal dos Himalaias e de oferecer uma experiência mais ou menos segura e amigável – se não livre de problemas – para os turistas.
       
      Aproveitando a campanha de marketing “Visite o Nepal” que o governo daquele país pretende lançar em 2011, um grupo de montanhistas e escritores está lutando para promover a indústria do trekking nos Himalaias. Reunindo a bagagem de milhares de quilômetros e centenas de milhares de palavras, autores de guias de viagem e experientes trekkeiros como o nepalês Depi Chaudhry, o britânico baseado na Austrália Robin Boustead, o australiano Gary Weare (autor de vários Lonely Planet sobre a região) e o neozeolandês Jamie McGuinness (que já escalou o Everest várias vezes) estão mapeando e promovendo uma rota comercial de trekking que atravessa os Himalaias de ponta a ponta. Batizada como The Great Himalaya Trail ou GHT, a travessia vai costurar centenas de trilhas da região para absorver, por exemplo, parte dos mais de 30 mil turistas que fazem a popular caminhada até o campo base do Everest e o circuito de trekking do Annapurna, ambos no Nepal.
       
      O sonho dos “organizadores” da GHT é que um dia a travessia de toda a rota possa ser a meta de vida dos trekkeiros que prezem esse nome. “Passei muito tempo pensando em como fazê-lo”, diz Robin Boustead, que terminou recentemente um guia para a seção do Nepal da GHT. “Tenho toda a intenção de fazer a primeira caminhada contínua, sem parar no inverno e nas monções, que é o que tem acontecido com as duas únicas travessias já abertas. Existe muita vontade de criar uma trilha permanente que possa ser executada ao longo de um ano ou talvez 14 meses.”
       
      As trilhas de longa distância já são populares em muitos outros países. A Trilha dos Apalaches, que atravessa o leste dos Estados Unidos por 4.368 quilômetros, do Estado da Geórgia ao Maine, vê milhares de trilheiros que escolhem apenas um trecho para percorrer todos os anos. – fora os cerca de 10 mil heróis caminhantes que completaram todo o percurso em uma única temporada desde os anos 1930. Os 354 quilômetros da travessia Coast to Coast, no norte da Inglaterra, possuem uma estrutura semelhante, assim como a menorzinha Tour du Mont Blanc, que circunda o pico famoso em uma rota que passa por partes da Suíça, Itália e França.
       
      Só que nenhuma trilha de caminhada de longa distância no mundo teve que superar os obstáculos políticos e logísticos que a GHT enfrenta agora. Passagens muito caras, clima inclemente, inacessibilidade por estradas de rodagem em grande parte do percurso e centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo fazem essa travessia ser quase impossível em uma única temporada. Mas a geografia não é nada em comparação às barreiras políticas para estabelecer um monitoramento terrestre que atravesse seis países em desacordo sobre territórios, com casos comprovados de violações dos direitos humanos, assédio moral diplomático e até terrorismo entre fronteiras. Mesmo na quase pacífica Índia, porções significativas da travessia estão fechadas para caminhantes estrangeiros porque passam por áreas sensíveis de fronteira em disputa com a China e o Paquistão.
       
      No entanto, Robin acredita que o momento é propício para a criação da GHT. Apesar de muitas rotas permanecerem fechadas ou acessíveis somente “sob permissão”, a Índia tem explorado comercialmente o trekking e o montanhismo como uma forma de solidificar sua posição em territórios disputados. Em janeiro deste ano, por exemplo, o governo anunciou que estava retirando restrições aos escaladores e abriu 104 montanhas nas regiões de Leh e Ladakh, ao longo da fronteira com a China e o Paquistão. “Se você vai fazer valer a sua autoridade sobre uma região, a melhor maneira de conseguir isso é pelo controle de acesso ao local, permitindo às pessoas irem até lá”, afirma o escritor, que lamenta as restrições de trekking em algumas das montanhas mais impressionantes da Índia. “Por que não há um circuito de Nanda Devi? É a mais conhecida montanha na Índia”, questiona ele.
       
      Até agora, apenas o segmento nepalês da GHT está oficialmente aberto para o turismo de aventura, com um mapa da rota estabelecida e nove trechos bem definidos. Mas a equipe está trabalhando para fazer o resto da trilha funcionar. De acordo com Depi Chaudhry, o mapa da rota na Índia está “quase completo”. Tendo andado cerca de 60% das trilhas para escrever o livro Trekking Guide to the Western Himalayas (Guia de Trekking para os Himalaias Ocidentais), ele prevê a divisão da GHT na Índia em cerca de oito partes adequadas para trekkings comerciais e acha que a trilha pode estar pronta e funcionando ainda em 2010. “A maioria dessas trilhas já existe e é usada pelos pastores para andar e uma aldeia para outra, ou para negociação, ou para fins de casamento. Apenas ainda não foram popularizadas”, conta Depi.
       
      Em março, o Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado das Montanhas (ICIMOD) realizaria uma conferência em Katmandu pra reunir todas as partes interessadas na GHT. A organização sem fins lucrativos vê a travessia como um meio “para atrair visitantes para a região do Himalaia e desvia-los para visitar rotas menores nas zonas rurais de montanha como uma ferramenta para redução da pobreza”. Reunindo os interessados, não só do Nepal e da Índia, mas também do Butão, da China e do Paquistão, a conferência tem como objetivo explorar a viabilidade de promover a GHT como um projeto de abrangência regional. Robin acredita que a GHT representa uma oportunidade crucial. “É um divisor de águas para o turismo de aventura na Ásia”, diz ele. “Há trilhas para caminhada de longa distância na África, na América do Sul, na América do Norte, na Europa e na Austrália. Mas não na Ásia.” A GHT pode se tornar não apenas a primeira rota da Ásia – ela tem tudo para ser também a trilha de longa distância mais famosa do mundo.
       
      [creditos]Piti Vieira - Revista GoOutside - Edição 59 - Abril/2010[/creditos][/align]
    • Por Adren-Aline
      "Essa história não começa aqui..." Confúcio 😜
      Fala meus queridos padawans, resolvi dividir o relato em 2, a parte 1 que conta os percalços do Everest estava ficando muito grande. Então eis-me aqui para dar continuidade a viagem de 33 dias que fiz em março e abril de 2019. O foco aqui é a Índia! Quem quiser saber o que rolou antes, vou deixar o link no final procês.
      Luz, câmera, ação"
      Índia foi um acidente na minha jornada. Meu foco era chegar ao Acampamento Base do Everest, e os voos para o Nepal estavam absurdamente caros, então resolvi comprar um com destino a Deli sem nem ao menos pensar nas dificuldades que isso poderia me ocasionar. Comprei o voo pela Emirates, com stop over em Dubai de 4 dias e 29 dias na Índia. Resolvi reservar 12 dias para conhecer um pouquinho da índia. 
      Pesquisa vai, pesquisa vem! Me dei conta que seria impossível fazer o tour da minha forma convencional. A índia me parecia ser um local perigoso demais para uma mochileira solitária. Era notícia de violência contra a mulher, relatos de extremo assédio sexual contra as estrangeiras, indicações de não se hospedar em hostel por lá, dentre outras cozitas...Então comecei a busca atrás de guias e/ou agências que me desses suporte nessa jornada.
      Ahhhh e não vão achando que sou fresquinha não. Sou mochileira raiz kkkkkkkk. 
      Nas minhas buscas encontrei apenas um guia falante de português que me pareceu prepotente demais além de dispendioso. Por questões éticas prefiro não citá-lo, mas quem quiser experimentar me chama no privado.
      O jeito era partir para o espanhol. Que na maior parte das vezes é compreensível aos ouvidos brazucas. Um pequeno leque se abriu, fiz alguns orçamentos mas nenhum era acessível ao meu bolso. 
      Resolvi buscar companhia. Coloquei "anúncio" aqui e no Facebook. Várias pessoas entraram em contato, mas a maioria eram de curiosos, que me faziam repetir inúmeras vezes as informações necessárias para embarcar nessa viagem. Já estava cansada disso! Até que um belo dia uma mulher entrou em contato e disse já fazer parte de um grupo de 4 pessoas que havia viajado juntos para o Egito e que sonhavam com a Índia há algum tempo. Fui apresentada ao grupo, todos com idade que variavam de 55 a 69 anos, mas logo percebi que eram todos joviais com mais energia que eu hj com 32 anos kkkkkkk.
      Apresentei toda a minha pesquisa aos membros, com valores, vantagens e desvantagens. Depois de árdua análise resolvemos optar pelo RAJ.
      Quem é o Raj?? Não, não é aquele que vc está pensando, do Caminho das Índias. Raj foi um achado! Estava eu serelepe e pimpona assistindo um vídeo no youtube de um brasileiro em Varanasi, ao fundo ouvi uma voz de guia em espanhol. Entrei em contato com o Afonso, dono do canal e perguntei quem era o guia. Ele me falou super bem e me deu o contato do Raj. Daí foi amor a primeira vista 🤩. Ele foi muito solicito, fez um roteiro que me agradou bastante, o espanhol dele era bastante compreensível e o preço era acessível se for levar em conta o tipo de serviço oferecido. Só havia um problema na escolha do Rajest Awasthi, ele não trabalhava para nenhuma agência e não encontrei referências dele aqui no mochileiros. Era apenas a palavra do Afonso, deveria confiar? Até em site gringo procurei, achei um equatoriano que havia viajado com ele e poucos brasileiros que ele próprio havia dado como referência. Além disso procurei o nome dele como guia e de fato havia registro na cidade de origem dele Khajuraho. Mirian, uma das integrantes do grupo resolveu ir em Búzios conversar pessoalmente com o Afonso, e finalmente se sentiu segura para fechar contrato com ele.

      obs.: Para a felicidade de todos, nesse interstício, o Raj acabou abrindo a agência dele. A VOCES INDIA - http://www.vocesindiatours.com/ . Vcs podem encontrá-lo tb no facebook e caso queiram o whatsapp fala comigo no privado ou manda um oi no meu zap 75 98874-5299, podem dizer que Aline e Grelhado que indicaram e peçam desconto (só não sei se ele vai dá kkkkk).
      Ops, lá vou eu falando desse mocinho que está nos braços do Raj, sem nem ao menos apresentá-lo:
      _ Grelhado - Leitores, Leitores - Grelhado.

      Nosso roteiro ficou assim:
      Dia 1 - Holi Festival em Delhi
      Dia 2 - Delhi - Jaipur
      Dia 3 - Jaipur
      Dia 4 - Jaipur - Agra via Fatehpur Sikri
      Dia 5 - Agra
      Dia 6 - Agra - Orchha
      Dia 7 - Orchha - Khajuraho
      Dia 8 - Khajuraho - Varanasi
      Dia 9 - Varanasi
      Dia 10 - Varanasi - Delhi
      Dia 11 - Delhi
      Dia 12 - Delhi - Dubai
       
      Dia 1
      Então... saí de Kathmandu enquanto o restante do grupo estava vindo do Brasil. E casou direitinho a hora de chegada. Depois de 7 abraços e 7 "prazeres em conheceres" seguimos para a imigração. Foi tudo super rápida, afinal já havíamos emitido o visto eletronicamente. Então foi só apresentar o passaporte com mais de 6 meses de validade, o visto impresso e colocar os dedinhos no sensor.
      DicAline: O Visto pode ser tirado eletronicamente (e-visa). Basta entrar nesse site https://indianvisaonline.gov.in/ e seguir as instruções desse outro aqui https://casalwanderlust.com.br/como-solicitar-o-visto-para-a-india-atraves-da-internet-passo-a-passo/ , escrito pela Camila e que está bastante didático! Já reserve uma foto com fundo branco e uma cópia do passaporte em PDF.
      Hora de conhecer o Raj. Foi bem fácil encontrá-lo na multidão na saída do aeroporto de Delhi, ele é bem estiloso e usa um chapéu 🤠 que o difere dos demais. Depois de mais 8 abraços e 8 "prazeres em conheceres", seguimos para o veículo. O plano era ir direto para o hotel e do hotel já sair para comemorar o Holi Festival.
      DicAline: O Holi é um festival que acontece todos os anos na Índia. Sua data varia, mas está sempre situada entre os meses de fevereiro e março. A festa das cores, como também é conhecida, comemora o início da primavera. Então as pessoas festejam com música, bebida e comida além de tacar tinta coloridas umas nas outras.
      Quem leu a 1º parte do relato sabe que esse foi meu segundo dia de festival. E acreditem, o segundo superou o primeiro. Principalmente pela surpresa, não imaginei que fossemos comemorar a festa numa comunidade, o que deixou tudo mais autêntico e encantador. Quem não gosta de ser recebido com alegria? Aquele povo transbordava alegria. Foi incrível!
      Olha a carinha deles de curiosidade com a nossa chegada.

      Essa roupa branca foi um presentinho do Raj, usamos ela para que as cores ficassem mais evidentes e também para não perder nossa roupa "usual", pq algumas dessas tintas são difíceis de sair. Ahhh outra coisa que usamos foi óleo de coco na pele e até no cabelo, tb com objetivo de facilitar a retirada durante o banho. Ahhhh2 protejam as câmeras e tudo que vc não queria/possa sujar,  geralmente a tinta é em pó, ela é tão fina que parece talco, ou seja, invade todos os orifícios (até esse que vc acabou de pensar 😅).

      Visitamos algumas casas, conhecemos o estilo de vida deles, tudo regado à cerveja (quente, parece ser costume lá). 

      E foi assim que cheguei ao hotel.

      To be Continued
    • Por nunes.rpa
      Mochileirxs, bom dia. Como estão?
      Estou começando a desenhar "a viagem dos sonhos" pela Ásia de 6 meses (ou um pouco mais) a partir de outubro/2020. Tirei algumas dúvidas em tópicos aqui no fórum, mas quanto mais leio mais questionamentos surgem. Pode me ajudar com algumas dicas?
      A propósito, já olhei em alguns lugares a época de monções de cada país e tô construindo o caminho com base nisso.
      Também vi os países e locais de meu interesse (a princípio nessa ordem por questões geográficas), mas não fiz a distribuição de dias pois comecei a organizar isso há menos de uma semana. O que acham? Alguma sugestão em relação aos lugares que já inclui? E sobre Butão, Filipinas e Indonésia... Acham que dá para incluir nessa vez ou o tempo vai ficar curto? Vocês têm sugestões de trekking em algum desses países?
      Nepal: Kathmandu, Everest Base Camp Trek, Bakhtapur, Pokhara, Chitwan e Lumbini (aprox. 30 dias);
      Índia: Varanasi, Khajuraho, Agra, Jaipur, Udaipur, Jodhpur, Jaisalmer, Bikamer, Amritsar, Dharamshala, Haridwar, Rishikesh, Nova Delhi, Kerala, Goa e Ajanta Caves (aprox. 45/50 dias);
      Butão: ainda pensando sobre a ida, sobretudo em razão do custo pela obrigatoriedade de guia;
      Myanmar: Mandalay, Bagan, Pindaya, Ngapali Beach e Yangon;
      Tailândia: Bangkok, Koh Lipe, Railey Beach, Koh Yao Noi, Koh Phi Phi, Chiang Mai e Pai;
      Laos: Luang Prabang, Nong Khiaw, Muang Khua, Vientiane e Thakhek;
      Camboja: Siem Reap, Battambang, Phnom Pehn, Koh Rong, Koh Rong Samloen e Sianoukville;
      Filipinas: ainda pensando pelo tempo que terei disponível e custos;
      Indonésia: ainda pensando pelo tempo que terei disponível e custos;
      Vietnã: Ho Chi Minh, Mui Ne, Da Lat, Nha Trang, Hoi An, Hanoi, Halong Bay, Sa Pa e Ha Giang.
      Grande abraço a todos e muito obrigado.
    • Por Andresa Wendt
      Olá, viajantes!
      Estou terminando a faculdade e tenho economizado dinheiro há algum tempo para realizar o sonho de desbravar o mundo. Para tanto, estou engatinhando nos primeiros passos de planejamento de uma viagem. A ideia, de início, seria tirar de quatro a seis meses para mochilar pelo menor custo possível (até porque não tenho muita grana) por países como Índia, Nepal, Tailândia, Indonésia, Austrália e Nova Zelândia. Vocês teriam algum buscador de passagens para buscar meios de transportes mais baratos na Ásia e na Oceania? A exemplo do GoEuro e da Rome2Rio...
      Qualquer dica é muito bem vinda. 
    • Por Eliéz Botelho
      Olá, boa noite!
      Gostaria de saber se é possível ir para o Myanmar, saindo da Índia, atravessando pela fronteira de Moreh...?


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