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Elyson Leite

GUATEMALA, BELIZE E MÉXICO - GASTOS, PLANILHAS, VÍDEOS E O MELHOR ROTEIRO!

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Fala mochileiros e mochileiras, tudo certo?

 

Primeiramente gostaria de agradecer todas as dicas que colhi aqui no site do mochileiros e também em outros sites de membros da comunidade. Todos os relatos, fotos, vídeos e perrengues fizeram com que eu anotasse tudo, gravasse toda a minha viagem e resumisse em alguns vídeos para que eu possa trazer esse mesmo sentimento à vocês (inclusive aos que já fizeram essa trip e querem matar a saudade).

 

Bom, finalmente vou começar a escrever sobre essa incrível viagem que fiz entre esses três países. "Ahh, mas Elyson, qual foi o melhor país?" Foi o que mais me perguntaram e a resposta é os três se completam, cada um tem sua peculiaridade! Durante essa viagem, mais do que tirar somente fotos, fiz vários vídeos onde mostrarei um pouco de cada lugar. O primeiro é o resumo de tudo que vou falar por aqui. Dá só uma olhada:

 

[t3]ROTEIRO[/t3]

 

[googlemap]https://www.google.com/maps/d/u/0/embed?mid=1GxLWAo-BCl6MGREPlEcIEYDyYRM&ll=17.709456759821986%2C-90.97493291249998&z=6[/googlemap]

 

GUATEMALA - 10 DIAS

- Ciudad de Guatemala

- Antígua

- Acatenango

- Chichicastenango

- Lago Atitlán

- Semuc Champey

- Flores

- Tikal

 

BELIZE - 4 DIAS

- Belize City

- Caye Caulker

 

MÉXICO - 9 DIAS

- Chetumal

- Tulum

- Chichén Itzá

- Valladoid

- Playa del Carmen

- Cancun

- Isla Mujeres

- Cozumel

- Playa del Carmen

 

BELIZE

- Belize City (Aeroporto)

 

[t3]PLANEJAMENTO E GASTOS[/t3]

 

Pois bem, aqui vem a parte que mais interessa a todos. Quanto custa essa viagem?

Como passagem aérea é quase uma coisa pessoal, pois variam muuito de preço dependendo de quando você compra, de onde você inicia a viagem, onde irá fazer escala, ... colocarei o quanto eu gastei durante toda a trip, incluindo hospedagem, alimentação, aluguel de bike, lavanderia, pinga, balada, breja, tours, mergulhos, transportes, lembranças para família e amigos e entrada nos principais pontos turísticos: 1400 dólares.

 

Levei 1500 dólares e se eu não tivesse perdido minha doleira (conto essa história mais pra frente), ainda teria voltado com 100 dólares no bolso. ::otemo:: sqn

 

CAMBIO

Os Câmbios que peguei foram:

 

Dólar à R$3,43 (quando voltei tinha baixado muito) ::grr::

Guatemala U$1 = 7,5 Quetzales

Belize U$1 = 2 ‘’Belizenhos’’ (esse cambio não sofre alteração)

México U$1= 21 Pesos

 

Com relação as passagens aéreas, minhas dicas são:

DICA 1: COMPRE COM ANTECEDÊNCIA (nem precisava falar);

DICA 2: Se teu vôo faz escala, VEJA BEM SE OS PAÍSES EM QUE ELE FARÁ ESCALA PRECISA TER VISTO. Digo isso porque minha passagem sairia muito mais barata se eu fizesse um trecho com a American Airlines, mas como não tenho visto para entrar nos EUA, não pude comprar. Já ouvi relatos de muitas pessoas que compraram por impulso sem ver esse ponto e tiveram que cancelar sua viagem.

DICA 3: PESQUISE EM VÁRIOS SITES! inclusive das companhias aéreas que saírem no resultado. Não sabe quais são os sites, vou facilitar sua vida:

 

http://www.decolar.com

http://www.melhoresdestinos.com.br

http://www.skyscanner.com.br

http://www.viajanet.com.br

http://www.submarinoviagens.com.br

http://www.kayak.com.br/flights

http://www.expedia.com.br

http://www.zupper.com.br

http://www.mundi.com.br

http://www.trabber.com.br

 

No meu caso comprei pela Decolar.com, pois mesmo com a taxa de serviço deles, o valor saiu mais barato do que comprando direto com a companhia, além de eu ter tido sorte de pegar três vôos na primeira classe. Fui de Avianca e o atendimento foi excelente! Uma dica é: caso queria fechar direto pela Avianca, por ver que vai sair mais barato, ligue gratuitamente para a AVIANCA COLOMBIA. Lá o preço cai ainda mais, muito mais e pelo mesmo voo que vai sair aqui do Brasil (vai entender).

Os telefones são:

0 800 891-8668

0 800 761-8222

0 800 891-1684 (telefone para portadores de deficiência de fala e audição).

 

DICA 4: UTILIZE AS ESCALAS PARA CONHECER OUTROS PAÍSES. Se você tiver tempo e planejar bem, pode muito bem pegar uma escala para o Panamá, por exemplo, e perguntar na companhia aérea se poderia ficar mais tempo na escala. Existem escalas que você pode fazer de 8, 10 horas até DIAS. Então porque não aproveitar para comer um Ceviche em Lima, ou conhecer o canal do Panamá com seu novo chapéu? :D

 

DICA 5: COMPRE SUA PASSAGEM DE VOLTA PARTINDO DO SEU DESTINO FINAL. Se você vai começar sua trip na Guatemala até o México, porquê não comprar sua passagem de volta saindo de Cancún ou Cidade do México ao invés de ter que fazer toooodo o trajeto de volta até a Guatemala? "Ahh Elyson, mas meu vôo vai sair 200 dólares mais caro se eu voltar do México..." então vamos lá. Se você esta lá na ponta direita do México e seu voo de volta parte da Guatemala, NO MÍNIMO uns 2 dias de viagem você perde, além de ter que gastar mais dinheiro com transporte (ônibus, van, taxi), energia por ter que viajar horas em ônibus/van/barco/taxi, perder tempo buscando hospedagem, correndo pra lá e pra cá com a mochila nas costas, fazendo cambio de dinheiro e rezando para que tudo dê certo na imigração. Prefiro muito mais usar esses dois dias para conhecer outro lugar ou ficar de pernas pro ar descansando em alguma rede. Caso o valor não seja tão absurdamente alto, não faça isso com você.

 

[t3]O QUE NÃO DEIXAR DE LEVAR NA MOCHILA[/t3]

 

Algumas coisas variam de viagem para viagem, mas existem coisas que nunca devem faltar em sua viagem e e colhi algumas boas dicas no site My Lovely Passport, e essas são:

 

1º – CANETA . Em muitos aeroportos do mundo é preciso preencher fichas para a polícia federal e nem sempre (quase nunca) têm canetas disponíveis. As pessoas preenchem rapidinho e já vão direto para o guichê, não deixando nem abertura para pedir emprestado. Então, para não atrasar sua viagem por um motivo tão bobo, leve uma caneta com você e deixe em fácil acesso na bagagem de mão

2º – CADERNO DE ANOTAÇÕES. Não fique dependente do seu celular. Nas piores horas a bateria acaba e aí vem aquela lembrança, PORQUE EU NÃO ANOTEI EM UMA M* DE PAPEL? Além de te ajudar a anotar algumas coisas, como a reserva do hostel/hotel ou o relato da viagem :D , é muito mais rápido e fácil se comunicar com papéis em algumas situações onde o idioma falado é diferente do que você domina.

3º – LANTERNA. Pode confiar, você vai precisar. Se for aquelas de colocar na cabeça, melhor ainda.

4º – CARREGADOR PORTÁTIL (Power-Bank). Leve sempre um Power Bank na bagagem de mão/bolsa para poder carregar o celular no deslocamento em viagens.

5º – MOCHILA DE ATAQUE. Durante os dias de passeios,precisamos de coisas que não terão como ser carregadas se não tiver uma pequena mochila ou uma bolsa que seja confortável de levar.

6º – SUNGA OU BIQUINI. Independente da época do ano, sempre leve roupas de banho com você, pois a chance de cruzar com um lago TOP, uma praia convidativa ou uma piscina de hostel/hotel são grandes.

7º – ÓCULOS DE SOL E ÓCULOS DE MERGULHO. Pode parecer besteira, mas já que vai mergulhar, porque não ver o que tem lá no fundo? Já encontrei dinheiro em praias e até um colar com uma pedra que eu queria há tempos em uma cachoeira na Ilha Grande. E o óculos de sol além de te ajudar naquele dia ensolarado, ou do reflexo de aulgum lugar muito branco (como neve, areia branca ou deserto de sal), caso você esteja passando por uma ventania com areia ele irá te proteger bastante (experiência própria).

8º – SOUVENIR DO BRASIL para presentear “novos amigos”. No meu caso sempre levo uma ou duas garrafas de cachaça para fazer para as pessoas, e isso além de me render novos e bons amigos, já me renderam tours de graça, entrada vip em alguns lugares e até hospedagem gratuita. Caso não beba ou não queira levar bebida compre mini bandeiras, cartões-postais, chaveiros, ou qualquer outra coisa barata que lembre o seu país e ofereça como presente para pessoas que forem legais com você na viagem. Você terá experiências incríveis com esse gesto.

9º – TOALHA DE SECAGEM RÁPIDA (compacta). Depois que conheci essa maravilha, nunca mais me separei dela. Em alguns hostels eles dão toalha, mas muitos cobram por isso e tem alguns que nem toalha tem. então pra não passar perrengue, leve uma com você.

10º – KIT FRIO. Assim como as roupas de banho, independente da época do ano, sempre leve pelo menos uma blusa de frio, luvas, cachecol e gorro.

11º – KIT DE PRIMEIROS-SOCORROS. Você pode precisar de remédios para azia e má digestão (sim, eles vêm em primeiro na lista, a chance do seu estômago estranhar outros temperos é enorme), remédios contra dor de cabeça, anti-gripal, febre, diarréia, dores musculares e band-aid. Em muitos países é difícil se comunicar em lugares não turísticos, portanto tenha esses remédios em mãos como precaução.

12º – PROTETOR LABIAL. Acredite, proteger os lábios parece besteira, mas é uma das coisas mais incomodas ter os lábios machucados em um mochilão.

13º – KIT NÃO PERTUBE (mascara de dormir e protetor auricular). Além de te salvar caso esteja em um mesmo quarto que uma pessoa com motor V8 na boca, o liga e desliga de luzes e aquelas viagens mal dormidas de madrugada não serão mais problemas. Não ocupa espaço e te rende horas a mais do seu dia.

Lá no site deles tem muitas outras dicas

 

Pode parecer uma trip meio cara para os padrões de mochilões pela América do Sul, porém vale cada centavo e a experiência é sensacional.

 

Essa primeira parte foi mais de preparação do que o próprio relato. Continue acompanhando que logo tem muito mais!

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Parabéns pela iniciativa, Elyson!

Aguardo ansiosamente seu relato... Tenho mta vontade de conhecer a América Central, mas é bem difícil achar relatos recentes.

 

Abraços!

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[t3]DIA 1

Conexão Latinoamérica[/t3]

Bom, minha viagem teve início no Aeroporto do Galeão, pois fui passar o Natal com minha família do Rio. Meu cunhado me deu carona até lá e peguei meu voo às 6h45. Como essa viagem foi planejada de última hora, não consegui bons preços nas passagem aérea. A única coisa que amenizou a "facada" que tomei no preço da passagem (1166 doletas) foi que consegui ir de classe Executiva pelo preço da classe Econômica. Para se ter uma ideia, a passagem na executiva estava cerca de 3206 dólares, quase 3x mais do que paguei. A diferença é gritante não só no espaço para as pernas ( o joelho agradece), mas também no serviço de bordo e no lounge exclusivo entre conexões, então bora lá né?

 

 

Como havia prometido, segue a planilha com todo o roteiro, hospedagem e informações úteis sobre toda a viagem, inclusive com calculadora para converter de dólares para Pesos, Dólar Belizenhos e Quetzal:

[info]CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A PLANILHA MOCHILÃO GUA-BEL-MÉX[/info]

As conexões foram as seguintes:

Rio x Lima

Lima x El Salvador

El Salvador x Guatemala City

 

Sempre fique de olho nos sites de busca de viagens! Às vezes a diferença entre passagem executiva e econômica está apenas em selecionar horários ou dias diferentes. Veja um pouco do porquê é bom pesquisar bem:

 

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DICA: caso você goste de olhar pela janela, prefira o lado direito a partir de Lima, pois lá você verá o mar e o continente, já no lado esquerdo somente o mar.

Chegando em El Salvador resolvi fazer minha primeira transmissão ao vivo pelo facebook, mostrando que eu não encontrava o portão onde partiria meu voo. PS: A QUALIDADE ESTÁ RUIM PORQUE ERA TRANSMISSÃO AO VIVO: :D

Nessas idas e vindas pelo aeroporto de El Salvador, eu perdi minha certidão de nascimento original (também não sei porque eu estava com ela) e só me dei conta da perda no dia seguinte quando eu já estava na Guatemala e para minha sorte, cagada, milagre, uma brasileira que mora em Nicarágua achou e entrou em contato comigo e vai me mandar via correio. Mais uma pra história de mochileiro!

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Cheguei na Cidade da Guatemala às 15h30 e tomei um taxi direto pro Hostel. O Hostel que fiquei se chama "Euro Hostel" fica a 5 min do aeroporto e o transfer é gratuito (avise o horário e voo que você vai chegar). Caso você chegue e não tenha ninguém te esperando, tome um taxi até lá que custa cerca de 25 QTZ ou 4 dólares que esse valor será reembolsado pelo Hostel. A diária custa 10 dólares e o café da manhã está incluso. De todos os hostels que fiquei, esse foi o mais simples. Nesse vídeo mostro um pouco como é lá dentro:

 

O Euro Hostel fica dentro de um condomínio fechado, o que dá uma certa segurança, já que o que você mais vai ouvir é que tudo na Guatemala é perigoso. Balela! Se você sabe se virar em São Paulo, no Rio ou em outras grandes cidades aqui do Brasil, você não terá problema em nenhum desses lugares que passei.

[info]CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A PLANILHA MOCHILÃO GUA-BEL-MÉX[/info]

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[t3]DIA 2

Ciudad de Guatemala[/t3]

 

Como falei anteriormente, tomando todas as precauções de grandes cidades, dificilmente você irá passar por apuros na Guatemala. Pessoas recomendam você tomar taxi para ir p/ todos os lugares, mas optei pelo transporte público. Para se ter uma ideia, a passagem de ônibus custa 1 QTZ ($0,13 ou R$0,45), já o táxi custa 105 QTZ ($14 ou R$48) pelo mesmo trajeto ::ahhhh::

Após às 17h a passagem sobe para 2 QTZ.

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[t3]O QUE FAZER EM GUATEMALA CITY?[/t3]

 

Se você tem tempo, existe uma infinidade de opções de entretenimento, como o Mundo Petapa Irtra, que é um parque aqúatico muito frequentado e que é um passeio que dura o dia inteiro. E também tem o La Aurora Zoo, zoológico da cidade com uma infinidade de animais.

Como eu só iria passar um dia e não gosto de zoológico, optei em fazer uma caminhada pelo Centro Histórico que se iniciou no Estádio Nacional, depois fui até o Museu da Tipografia (grátis - 50 min), Edifício dos Correios (grátis - 30 min), Parque Concórdia, Ministério do Governo (não compensa), Palácio Central, Catedral Metropolitana, Mercado Central, Paróquia La Merced, La Famosa Casa de Súchiles, dentre outros lugares.Ainda teria muitos outros lugarers para ir, mas fiquei contente com o que conheci. Na tradicional casa de Súchiles provei o melhor suco da minha vida! Recomendo a todos! São tantos igredientes que até fiquei com preguiça de anotar:

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No fim do dia fui até o mercado Central comer algo (Torta de Papa con Picado de Buche)e acabei provando algumas cervejas da Guatemala, como a Gallo (mais tradicional) e a Cabro (mais encorpada), a Dorada Ice (bem Light), a Moza (Escura) e a Monte Carlo, sem contar que também provei a BRAHVA! Sim, BrahVa, não Brahma e conto o porquê. A sonoridade ao se falar Brahma é igual a um termo que no país significa "cadela no cio". E descobri da pior forma. Mesmo lendo o anuncio, escrito em giz na parede, falei para o cara "agora me vê uma Brahma?" Nem preciso dizer que entraram na gargalhada antes de me explicar o que era Brahma na verdade:

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Ao saindo do mercado, fui até a estação Mercado Central para pegar o "Metro" até a Estação Tipografia e depois outro até a Estação Tivoli, tudo por 1 QTZ. O Metro lá na verdade é um trólebus, com WIFI e muito melhor que o ônibus de linha, porém só aceitam moedas. Portanto guarde sua moedinha de 1 QTZ para usar o Metro! Em Tivoli esperei 40 min até o ônibus chegar e, assim que cheguei no hostel arrumei minha mochila, comi um lanche que eles preparam lá e fui pro aeroporto esperar a Souad Chegar (Souad é uma amiga da França que topou fazer essa viagem comigo, pelo menos até Belize). Do aeroporto fomos direto para Antígua. O taxista cobrou $35 para levar nós dois até lá. No horário que fomos (meia-noite), era essa a unica opção.

 

Agora fiquem com o vídeo que resume esse meu dia em Ciudad de Guatemala!

 

NOS VEMOS EM ANTÍGUA

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Dia 3

ANTÍGUA GUATEMALA

 

Como o nome já diz, Antígua Guatemala (ou somente Antígua) é uma cidade bem antiga. Fundada em 1543, nela se conservam quase 500 anos de história. Foi a Capital da Guatemala por muitos anos antes de transferirem a capital nacional para Ciudad de Guatemala. A melhor forma de conhecer Antígua é a pé.

Chegamos em antígua às 1h30 da madruga e nos hospedamos no BigFoot Hostel. Custa$6,50 quarto coletivo. Boas acomodações com banheiro privado e que são limpos de hora em hora, tomadas individuais, lockers e cortinas para maior privacidade na cama. Possui também área social completa (com PUB, sinuca, sofás e "beer pong" e ótimas festas), cozinha profissional e funcionários que também falam português. É bem localizado e tem um bom preço. Faltava somente ter cozinha compartilhada, mas o Chef do hostel manda bem nos rangos.

 

Os principais pontos turísticos são:

 

O Cerro de la Santa Cruz;

O Cerro Santo Domingo;

A igreja de São Francisco o Grande;

A igreja de Nossa Senhora da Concepção;

A igreja das Capuchinas;

A igreja da Graça;

As ruínas de San Jerónimo;

O Convento de Santa Clara;

A Audiência;

O Palácio dos Capitães;

A Vaga Maior com a Catedral de San José e a sua bela fachada.

 

E o melhor, todas essas atrações podem ser visitadas em um único dia. ::otemo::

 

Em Antígua ficamos quatro dias, sendo dois desses dedicados para subir o vulcão Acatenango (conto sobre a trekking mais pra frente) e um dia para celebrar o ano novo.

 

De todos os passeios realizados no centro de Antígua, somente o Cerro Santo Domingo que necessita de transporte (que é gratuito e passa de 30 em 30 minutos). A van sai da entrada da cidade e leva cerca de 10 minutos até chegar ao estacionamento do Cerro. Recomendo ir no por do sol, pois tem uma vista incrível dos vulcões de água, Acatenango e de fuego (com tempo limpo ainda vê o vulcão del Fuego entrando em erupção).

  • Gostei! 3

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Elyson, uma dúvida, tu comprastes a passagem de ida para o Guatemala e a de volta pelo México, foi isso? Não questionaram a passagem de volta por outro país?

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Elyson, uma dúvida, tu comprastes a passagem de ida para o Guatemala e a de volta pelo México, foi isso? Não questionaram a passagem de volta por outro país?

Oi João, beleza?

 

Comprei minha passagem com ida para Guatemala e volta desde Belize. Quando entrei em Belize fui parado pela polícia Federal e tive que passar por uma entrevista chata, mas não foi por ter comprado a passagem por destinos diferentes (sei disso porque estava viajando com uma francesa que fez o mesmo). Me pararam por achar que estava usando o país como rota de entrada nos EUA. Quando viram que não tenho NENHUM interesse em ir para os EUA, me liberaram. Já fiz isso em diversas outras viagens, mas essa foi a primeira vez que fui chamado para uma entrevista.

Abraço.

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    • Por Tânia Matos
      Bom dia a todos.
      Estamos a ponderar ir até às Guatemala em Novembro durante duas semanas. Como vamos viajar com o nosso filho que na altura terá 20 meses. E alguns trajectos de van demoram muitas ...estávamos a pensar alugar um carro. Qual a vossa opinião? Obrigada .
    • Por Marcos A
      Não sei se é possível descrever o que vivemos nesse dia. Planejamos ver o nascer do sol em Tikal sem saber muito o que esperar. Imaginava uma arquibancada, montada entre as ruínas, onde os visitantes poderiam se sentar e assim observar a estrela do show, o sol. Foi com esse espirito que fomos visitar uma das ruínas maia mais importantes.
      O espetáculo começaria bem cedo, por volta das 5 horas da manhã. Chegamos em Tikal, Guatemala, por volta das 4 horas, depois de 1 hora de transporte. Tudo estava indo como planejado. Até o clima resolveu ajudar. Se esperava chuva e tempo ruim durante toda a visita. Entretanto, ao sair do carro e olhar para cima, só dava pra ver a lua cheia, sozinha no céu. Só via algumas nuvens, mas nada de mais. O guia nos levou à entrada, onde os ingressos foram validados e depois, tivemos um pequeno e rápido café da manhã antes de começar a desbravar Tikal na escuridão.
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      Nascer do sol do alto do Templo IV em Tikal. Fomos em Outubro, época de chuvas e olha o que presenciamos?
      Mas para quem pensa que o espetáculo era destinado somente ao nascer do sol, está muito enganado (como eu estava). O barulho da floresta se despertando era o verdadeiro espetáculo. Os animais acordavam e começavam a cantar por todos os lados. Macacos, pássaros e insetos entoavam suas vozes para de alguma forma agradecer o renascimento do sol.

      O silêncio também era parte do show, ali do alto do Templo IV em Tikal. Todos estavam perplexos com a beleza do instante e não se permitiam mover nem se quer um músculo, para evitar perder um segundo da experiência. Ficamos lá em cima por quase 2 horas entre fotos, olhares no horizonte e ouvidos na vegetação. No final, quando tínhamos que nos despedir, ficou a sensação de dever cumprido. Uma viagem inteira repleta de bons momentos e grandes experiências não poderia ter acabado melhor.


      Senti imediatamente minha mente se desligando por completo. Era como se quisesse dizer que já era suficiente, que eu já havia conseguido o que buscava. Agora era somente hora de lembrar. Lembrar de tudo que passamos, de todos os sois que vimos, nascendo e se pondo, de todos os vulcões que subimos e descemos, de todos os locais que chegamos e partimos.
      Desbravando o restante de Tikal
      Descemos e ainda não havia ninguém no parque. O guia nos levou em várias construções, nos explicou o significado de cada uma, nos mostrou piramides que ainda não foram restauradas (Templo III) e deu detalhes sobre os principais pontos da cidade de Tikal, até o retorno definitivo à praça central (Gran Plaza).



      Entretanto, o ponto forte do guia eram os animais e plantas do local. Ele descrevia todos os pássaros que via e nos mostrava plantas com características peculiares. A mistura de natureza e história não poderia ser melhor.
      No final, tivemos mais umas 2 horas para andar por conta própria. Aproveitamos o parque vazio para subir nos templos, sentar nas escadarias e explorar as áreas remotas, sem muito tráfego ou pessoas disputando para tirar fotos. Valeu muito a pena pena!
       
      Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com
    • Por caio.andrade555
      México, Belize e Guatemala
      Relato de Viagem
       
      Olá, Mochileiros. Meu nome é Caio Andrade, sou de Manaus – Amazonas, e junto com minha esposa, Gilci Helena, somos apaixonados por viagens.
      Diferente do que aconteceu com o Mochilão que fiz pelo Peru-Bolívia-Chile, eu não encontrei quase nenhuma informação sobre o mochilão México-Belize-Guatemala. Então, eu fui coletando informações isoladas de outros relatos e também do Instagram da maravilhosa Gabi (@viajandocomgabi). Por este motivo, resolvi fazer este relato o mais rápido possível.
      Gostaria de informar (e pedir desculpas para quem gosta) que este relato não terá fotos, mas apenas o relato detalho junto com valores, pois é isso que realmente importa. Caso você queira ver algumas fotos e alguns vídeos sobre o roteiro, visite o meu perfil no Instagram (@caioandrade.adv).
      Gostaria de ressaltar que 
      Então, vamos ao que interessa!!!
       
      Roteiro, Duração e Transporte
      O meu mochilão começou em 12.06.2019 e terminou em 03.07.2019, e perfiz o seguinte roteiro: Cancún (Mex) > Tulum (Mex) > Caye Caulker (Blz) > Flores (Gua) > Antígua (Gua) > San Cristóbal de Las Casas (Mex) > Cidade do México (Mex).
      Todo o meu trajeto foi feito por ônibus e shutles (minivans). No México, a empresa que domina o transporte é a ADO, que atende todo país. Para montar minha planilha de gastos, eu entrei no site da ADO, simulei os trajetos e obtive os valores. O site não aceita compras com cartões internacionais. Porém, comprando com antecedência no guichê da ADO, assim que você chegar no México, você terá descontos absurdos. Por exemplo: o trajeto San Cristóbal – Cidade do México estava custando cerca de 1.600 pesos, mas como comprei com dois dias de antecedência, ele saiu por 870 pesos.
      Já na Guatemala, os trajetos são feitos por shuttles (minivans), que são extremamente desconfortáveis, sem encosto para sua cabeça e você não consegue descansar. Ainda procuramos em varias agencias uma minivan que tivesse encosto para cabeça, mas TODOS não tinham. Então, prepare o seu corpo e o seu emocional.
       
      Hospedagem
      Todas as minhas hospedagens foram reservadas pelo Airbnb, pois queria pagar tudo antes da viagem e também porque eu queria ter mais comodidade e privacidade. A hospedagem é um dos pequenos luxos que eu e minha esposa nos permitimos durante a nossa viagem. Rsrsrs
      Uma dica muito importante: como eu não sabia os valores de certos passeios e precisava montar minha planilha de gastos, eu entrei em contato com o hotel que havia reservado e perguntei os valores dos passeios, visto que todos os hotéis de cidades turísticas oferecem esse serviço. Também já fiz isso pelo booking e funciona também.
       
      Qual moeda levar
      NÃO LEVE REAIS. Fiz isto apenas uma vez quando fui para o Chile e me arrependi. Muitos “nacionalistas” pregam que temos que devemos levar reais, pois, se levarmos dólares, faremos dois câmbios e pagaremos mais. MENTIRA. Já viajei para Chile, Argentina, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Venezuela, Peru e Equador, e em TODOS esses países, eu tive mais vantagem levando dólares do que reais. Sem contar que algumas cidades pequenas, como Antígua, San Cristóbal, Caye Caulker, não têm casa de câmbio que aceitem reais.
       
       
      1oDia – 12.06 (Cancún – México)
      Primeiramente, queria destacar o programa fidelidade Km de Vantagens, do Ipiranga. Foi graças a ele que consegui comprar milhas aéreas da Multiplus pela metadade do preço regular, o que me deu uma economia de mais de R$1.600.
      O voo de Manaus para Cancún estava muito caro. Pesquisando, encontrei uma passagem mais barata para a Cidade do México. Como eu queria ganhar tempo, comprei uma passagem pela Interjet, empresa low cost, para Cancún e saiu mais barato.
      Nosso voo chegou em Cidade do México às 07:30h e logo fui fazer o câmbio dos dólares que levei. No terminal 1, há excelentes cotações. Quanto mais distante do portão de desembarque, melhor será a cotação. Consegui um câmbio de USD 1 = 18,07 pesos mexicanos no CI Banco.
      No aeroporto, comprei um chip. O mais barato com internet ilimitada por 10 dias custa 100 pesos. Comprei um chip no primeiro quiosque que vi por 300 pesos e andando mais um pouco descobri esse de 100.
      Fizemos nosso check-in na Interjet e chegamos em Cancún às 15h. Fora da sala de desembarque há um guichê da ADO que oferece translado para a estação do centro por 86 pesos. Na estação da ADO, compramos nossa passagem para Tulum e tivemos desconto. Pegamos um táxi para o nosso apartamento.
      Nosso apartamento ficava localizado bem em frente ao Mercado 28, um mercado de artesanato e restaurantes, e a 15min andando da estação ADO. Não ficamos na zona hoteleira, pois estava muito caro.
      Desfizemos as malas, trocamos de roupa e fomos andar pela cidade. Almoçamos/jantamos no Mr. Habanero; pedimos tacos e burritos. Em quase todos dos restaurantes mexicanos, são oferecidos nachos com molhos picantes como entrada, sem qualquer custo.
      Passamos no supermercado e compramos água, café e sabão.
       
      Gastos:
      Chip: 300 
      Café espresso: 112
      Chip: 100
      ADO (do Aeroporto para o Centro): 172 (86 p/p)
      Passagem para Tulum: 238 (119 p/p)
      Taxi da rodoviário para o hotel: 80
      Mr Habanero: 410
      Supermercado (água, sabão e café): 47,60
      TOTAL: 1459,60 pesos
       
       
      2oDia – 13.06 (Cancún – México)
      Como eu e Gilci estávamos comemorando dois anos de casados, resolvemos fazer uma sessão de fotos. A sessão foi na Praia Delfines, uma praia muito linda e com poucas pessoas. Depois das fotos, fomos para o apto trocar de roupa, pois ele estava de vestido e eu de roupa social. 
      Resolvemos voltar para a praia Delfines. Todos os ônibus com a sigla R2 e a palavra Hotel passam pela zona hoteleira e pela praia Delfines. Muito fácil de chegar. Passamos o dia na praia, comi algumas mangas e piñas coladas. Na praia, há um letreiro de Cancún e sempre tem fila para tirar fotos.
      Voltamos para o apto e comemos sushi no restaurante Akky, o mais barato que encontramos.
       
      Gastos:
      Ônibus: 24 (12 p/p)
      Salgadinhos: 35,50
      Manga: 35
      Pina colada de 1 litro: 150
      Manga: 30
      Ônibus: 24 (12 p/p)
      Tacos: 99
      Helado: 30
      Sushi Akky: 418
      Total: xxxx pesos mexicanos
       
      *Desculpe qualquer erro ortográfico. Estou escrevendo do aeroporto internacional da cidade do México. Na próxima postagem, irei ter mais cuidado. 
       
       
    • Por viniciuscoelhomachado
      Antes queria dizer que minha vibe é mais natureza, paisagens, praia, aventura. Isso vai explicar eu ter deixado pra trás algumas atrações famosas como ruínas, parques Mayas, etc. Então se você curte coisas diferentes é bom procurar outros relatos pra ter mais informações sobre o que te interessa.
      Outro detalhe importante é que eu fui pra essa viagem com ZERO planejamento. Isso fez, claro, eu pagar mais em algumas coisas, mas também permitiu eu mudar o “planejamento” durante a viagem.
      Em dezembro peguei uma promoção de 568 reais Fortaleza-Miami-Fortaleza. Fui decidir o resto da viagem faltando poucos dias pra partir.
       
      Dia 1 (8FEV)
      Fortaleza-Miami
      Dia 2 (9FEV)
      Miami
      Não vou falar de Miami porque não era o foco e já tem bastante coisa de lá. Fui pra lá pela passagem mesmo.
      Dia 3 (10FEV)
      Miami-CDMX
      Aeroporto tem metrô e é bem tranquilo sair de lá. A estação fica no Terminal 1 e tem transporte entre os terminais. Comprei um chip no aeroporto mesmo por 195 pesos. Fiquei no Hostel Metro (374 pesos / 2 dias).
      Eu dividia os preços no México por 5 pra ter uma ideia em reais.
      Dia 4 (11FEV)
      Peguei o metrô (5 pesos) até a rodoviária de CDMX e de lá um ônibus pra Teotihuacan (104 pesos ida e volta). Entrada (75 pesos). Fica até não aguentar mais. A tarde, fui bater no Estádio Azteca, onde o Brasil foi Tricampeão do mundo em 1970. Também é possível ir de metro junto com o que eles chamam de “trem ligeiro”. Pra quem gosta de futebol/esporte vale a pena (visita guiada 160 pesos).
      CDMX: fiquei muito pouco tempo. Tinha bem mais coisa pra fazer. Museus e parques. Ficaria pelo menos um dia a mais lá. Importante saber que segunda-feira (dia que eu fiquei lá) os museus são todos fechados. Fiz tudo na CDMX de transporte público e a pé! Achei que funcionou muito bem.
      Dia 5 (12FEV)
      CDMX-San Cristobal de las Casas
      Ida pro aeroporto de metro também. Tem uma van do aeroporto de Tuxtla Gutierrez que leva até San Cristóbal (180 pesos). Cheguei no final da tarde. Fiquei uma noite no Indajani (90 pesos) não gostei e troquei no outro dia. Neste dia, encontrei um casal de músicos argentinos tocando na rua. Sentei pra assistir. Tocaram “Feira de Mangaio”. Deixei uns bons trocados lá...
      Dia 6 (13FEV)
      A partir deste dia, fiquei Hostel La Casa de Paco. Simples, um pouco mais longe do centro, mas muito melhor. O tal do Paco fica lá o tempo todo e cuida bem de tudo. 100 pesos a diária. O dia tava nublado e não deu pra ir no Cânion Del Sumidero. Fiquei pela cidade, andei bastante e fui nuns museus. A cidade é legal. Lembra Cuzco, sendo menos turística, ou menos famosa.
      Dia 7 (14FEV)
      Tour fechado pro Cânion del Sumidero (350 pesos). Inclui a van (1h cada pernada), o passeio no barco (2h) e a passagem em três mirantes. Dura quase o dia todo. Entre o barco e os mirantes, a van para num vilarejo na hora do almoço. Comi um taco no meio da rua (não havia muitas outras opções). Passei a noite inteira enjoado, mas não vomitava. Isso estragou meu “planejamento” do dia seguinte e adiei tudo em um dia.
      Dia 8 (15FEV)
      Passei o dia de molho tentando melhorar. Passar 10h numa van nas curvas da Guatemala do jeito que eu tava não seria boa ideia.
      Dia 9 (16FEV)
      Shuttle a San Pedro la Laguna (Lago Atitlán, Guatemala). Dura o dia todo. Tem a van mexicana até a fronteira, a van guatemalteca da fronteira até Panajachel e o barco até San Pedro (500 pesos tudo). Na fronteira, quem passa mais de sete dias no México tem que pagar 550 pesos pra deixar o país. Pra quem enjoa em estrada já vai preparado com remédio porque a Guatemala só tem curva. Hostel Mikaso (80 quetzales)
      Dividia o preço em quetzales por 2 pra ter uma ideia em reais.
      Dia 10 (17FEV)
      Subida do Vulcão San Pedro (100 quetzales a entrada no parque). Vários avisos de que a galera tava sendo assaltada lá em cima. Levei só uma garrafa d’água. 3h de subida num ritmo bom. Não é mais um vulcão, é uma “montanha” com uma vista do lago. Achei muito cara a entrada pra ainda correr risco de assalto. Tem um tour lá que é o amanhecer no “Indian Nose”. Depois achei que esse seria mais interessante. Claro que tudo depende da previsão do tempo. Tentei antecipar minha ida pra Antigua e não consegui. Dormi mais uma noite em San Pedro, agora na Pousada Villa la Laguna (60 quetzales quarto privado com banheiro compartilhado).
      É um vilarejo um pouco mal cuidado. Dizem que os israelenses dominam por lá. Tava bem vazio quando eu fui.
      Dia 11 (18 FEV)
      Saí as 4h da manhã pra La Antígua (60 quetzales). Fiquei no hostel mais bem avaliado de toda a América Central e do Norte (Maya Papaya, por 100 quetzales). Fiquei lá só pelo título e realmente é muito bom, mas não o melhor que já passei.
      À tarde, fui ao Vulcão Pacaya (120 quetzales transp+entrada c/ guia) na intenção de ver lava. Tempo fechado! Não vi nada! Só botamos mashmelow pra esquentar lá no calor do que um dia já foi lava. Melhor jantar da viagem: uma pizza na “Picadilly”. 40 quetzales pra viagem (se comesse lá era mais caro)
      Dia 12 (19FEV)
      Passei o dia rodando a cidade. Parece muito com San Cristóbal. Pra mim, sem dúvida, foi o lugar mais apresentável da Guatemala. As 18:00, comecei a viagem pra Belize. Paguei 75 dólares no transporte até a Cidade da Guatemala, ônibus durante a madrugada pra Flores e ônibus de manhã até Belize City (cheguei umas 13:30 do outro dia). 
       
      Guatemala: achei mais caro que a primeira parte do México e me senti mais “explorado como turista”. Importante: os preços lá variam MUITO! Vale a pena um pesquisa detalhada. Tem empresa que o mesmo tour é mais de 50% mais caro que em outra. Depois descobri que deveria ter planejado pra subir o Vulcão Acatenango, em Antígua (5h de subida, pernoite em barraca e descida no outro dia). Pra quem gosta de hiking, deve ser uma experiência boa. Ficou pra próxima.
       
      Aquele dia de molho pelo Taco “estragado” fez falta aqui. Acabando passando o Semuc Champey por achar que não seria algo tão “inédito” e por querer chegar logo na praia. Outra opção na Guatemala é Tikal, mas não é muito meu gosto.
       
      Dia 13 (20FEV)
      Assim que cheguei em Belize City (13:30), já peguei o ferry pra Caye Caulker (22 US Dollars ida e volta). Fiquei os dois dias no Go Slow Hostel (45 Belize Dollars + 30 BDollars, mudei no segundo dia porque vagou um quarto mais barato). (Um dólar americano são dois dólares belizenhos). Junto com aquele Indajani de San Cristóbal, foi o pior hostel da viagem. Mas o preço é esse mesmo e parece que a qualidade lá também é essa mesma.
      Por do sol absurdo na ponta de ilha.
      Dia 14 (21FEV)
      Na noite anterior tinha conversado com uma americana que tinha uma operadora de mergulho lá. Ele mesma disse que com o Snorkeling eu já veria bastante coisa. O mergulho no Blue Hole tá 300 USD. Pensei que com esse dinheiro poderiam fazer várias outras coisas. Fiz o passeio “half-day snorkeling” (60 B Dollars. Fiz com o hostel. Tinha empresa cobrando 45 USD pelo mesmo passeio). Valeu a pena. Passagem na barreira de corais, uns pequenos tubarões e umas arraias, além de muitos peixes.
      Dia 15 (22FEV)
      Ferry até Belize City (já tava pago), andando até a rodoviária e ônibus pra Bacalar, México (40 B Dollars). Parada na fronteira e taxa de 40 B Dollars pra deixar Belize independente de tempo. 
      Belize: tudo muito caro e entupido de americano. Bem mais que na Riviera Maya proporcionalmente falando. Valeu a pena passar por lá, mas eu não sairia do Brasil só pra ir pra lá por exemplo. 
       
      Na entrada do México, a galera que tava comigo no ônibus que iria passar mais de 7 dias no México teve que pagar um valor (ACHO que são aqueles mesmos 550 pesos). Como só ia passar cinco, não paguei nada. Cheguei em Bacalar umas 16:00 e fui pro Hostel Blue Monkey (230 pesos pra ficar num ônibus escolar estacionado na beira do lago que virou quarto). É impressionante como a Riviera Maya é MUITO mais cara que San Cristóbal. Eu sabia que seria, mas não tanto. Ficou longe do centro, mas a localização beira de lago valeu a pena.
      Dia 16 (23FEV)
      Peguei uma bicicleta do hostel e fui conhecer o Cenote Azul (talvez não seja esse o nome!). Depois, às 10h, fiz um passeio de lancha lá pelo lago (300 pesos). Recepção do hostel se enrolou com os “marinheiros” e fui sair quase 11h. Foi MUITO caro pro que foi pago. Eles param em dois lugares pra fotos e banho (um deles é na beira do lago e dava pra ter ido de bicicleta). 
      No lago, a água é verde, azul turquesa, azul marinho, etc.. Realmente tem varias cores e é bem bonito. Água doce. Tava comendo mal há uns três dias e resolvi comer bem.
      Melhor almoço da viagem num restaurante recém inaugurado por lá chamado Banana “alguma-coisa” que esqueci o nome (200 pesos tudo). Fica na avenida da beira do lago perto do balneário municipal.
      As 15:15, peguei o ônibus pra Playa Del Carmem (370 pesos).
      Paguei logo dois dias no hostel The Yak (250 pesos / noite). Melhor hostel da viagem. Cama confortável, café bom pro que normalmente é oferecido no México e atendimento 100%. O argentino da recepção (um dos 50 mil que tem em Playa) me deu bastante dica sobre mergulho e o que fazer na cidade.
      Dia 17 (24FEV)
      De manhã fui marcar meus mergulhos e dei uma volta em Playa Del Carmem. 
      À tarde, peguei um coletivo (45 pesos o trecho) e fui a Tulum (1h de viagem). Dei uma andada na cidade e depois fui nas ruínas (75 pesos a entrada).
      Dia 18 (25FEV)
      Mergulho no Cenote Chacmol (Impressionante!). Voltei do mergulho e fui direto pegar o ferry pra Cozumel (incluso no mergulho porque mergulharia no dia seguinte lá). Andei uns 3km até chegar numa “praia” e ver mais um por do sol absurdo na viagem. Hostel Beds Friends. Simples e preço de Riviera Maya (250 pesos). O melhor dia da viagem sem dúvidas.
      Dia 19 (26FEV)
      Mergulho em Cozumel e ferry de volta à Playa, voltei pro Hostel The Yak (270 pesos)
      Encontrei o mesmo casal de músicos argentinos de San Cristóbal. Eles até me reconheceram, mas desta vez não dei dinheiro. Dei muito da outra vez.
      Dia 20 (27FEV)
      Peguei o ônibus de Playa ao aeroporto de Cancun (208 pesos). 
      Riviera Maya: não é à toa que tão turística. Tem muita coisa pra fazer e os mergulhos foram realmente impressionantes. Achava que só tinha turismo caro lá e não é bem assim. 
       
      Voo pra Miami (chegada 14:30). Paguei um day pass de ônibus (5,65 USD) e fui pro Dolphin Mall gastar um pouco do dinheiro que tinha sobrado. 22:00 embarque pra Fortaleza.
       
       
       


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