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Blog Turistando.in: 10 atrações grátis em Berlim

Posts Recomendados

Uma difícil seleção de 10 atrações grátis em Berlim

 

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Fiquei pouco mais de 2 meses em Berlim e selecionar apenas as 10 melhores atrações grátis em Berlim foi a tarefa mais difícil que me propus.

Sério!

Tem tanta coisa interessante e grátis em Berlim que precisei me conter.

Então, vamos lá:

 

 

1) O portão de Brandemburgo (Brandenburg Tor)

2) O prédio e a cúpula do Reichstag

3) Memorial aos Judeus Assassinados na Europa

4) Apenas 4 praças do Mitte (bairro central).

5) Topografia do Terror com partes do muro e Checkpoint Charlie

6) Passear pela Unter den Linden

7) Schlossbrücke, Berliner Dom e a Ilha dos Museus

8 ) Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche na Breitscheidplatz

9) Tiergarten

10) O muro de Berlim na East Side Gallery e o Memorial do muro na Berliner Strasse

 

Quer conhecer melhor essas atrações e ler o post com fotos? Clique no link a seguir: http://www.turistando.in/10-atracoes-gratis-em-berlim/

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    • Por Blog Embarque40Mais
      Você também prefere levar imagens em vez de coisas como recordação de uma viagem? Neste post, reuni 22 lindas recordações minhas de 11 lugares que visitei em Portugal! Com informações e dicas completas para incluir no seu roteiro de viagem, inspirar sonhos ou simplesmente apreciar. Confira AQUI 
       

    • Por Gabriel Damasio
      Olá a todos!
      Estes foram os integrantes dessa viagem: eu (Gabriel), meu irmão (Bruno) e mais três amigos: Guilherme, Gabriel e João. Além deles, tivemos a participação especial de duas amigas nossas em alguns momentos da viagem, a Maria e a Priscila (conhecida por todos como Pinga).
      Sobre viajar na Europa no inverno: não tenha medo! Usando as roupas adequadas, dá tudo certo.
      Sobre o roteiro que fizemos: gostamos de todos os lugares e recomendamos ir para todos!
       
      Eu vou dividir este relato em 4 partes para que fique mais fácil de achar as informações, caso não queiram ler tudo. A primeira parte é o roteiro. A segunda são dicas gerais da viagem. A terceira parte são dicas específicas de cada cidade que passamos. E, por fim, a quarta parte é um detalhamento por dia da viagem, incluindo várias fotos!
       
      Roteiro:
      Dia 1: (11/12/16) - São Paulo - Viena
      Dia 2: (12/12/16) - Viena
      Dia 3: (13/12/16) - Bratislava (bate-volta a partir de Viena)
      Dia 4: (14/12/16) - Viena
      Dia 5: (15/12/16) - Viena - Munique
      Dia 6: (16/12/16) - Munique
      Dia 7: (17/12/16) - Visita ao castelo Neuschwanstein
      Dia 8: (18/12/16) - Munique
      Dia 9: (19/12/16) - Berlim
      Dia 10: (20/12/16) - Berlim
      Dia 11: (21/12/16) - Berlim
      Dia 12: (22/12/16) - Potsdam
      Dia 13: (23/12/16) - Berlim - Praga
      Dia 14: (24/12/16) - Praga
      Dia 15: (25/12/16) - Praga
      Dia 16: (26/12/16) - Praga - Cracóvia
      Dia 17: (27/12/16) - Cracóvia
      Dia 18: (28/12/16) -  Cracóvia - Oravsky Podzamok (Castelo do Nosferatu) - Zakopane
      Dia 19: (29/12/16) - Zakopane - Cracóvia
      Dia 20: (30/12/16) - Auschwitz
      Dia 21: (31/12/16) - Cracóvia (Mina de sal em Wieliczka)
      Dia 22: (01/01/17) - Cracóvia - Budapeste
      Dia 23: (02/01/17) - Budapeste
      Dia 24: (03/01/17) - Budapeste
      Dia 25: (04/01/17) - Budapeste
      Dia 26: (05/01/17) - Budapeste
      Dia 27: (06/01/17) - Budapeste - Zagreb
      Dia 28: (07/01/17) - Lagos Plitvice
      Dia 29: (08/01/17) - Zagreb - Ljubljana
      Dia 30: (09/01/17) - Ljubljana
      Dia 31: (10/01/17) - Bled (bate-volta)
      Dia 32: (11/01/17) - Ljubljana - Viena - São Paulo
       

       
       
       
      Dicas Gerais:
       
      Dinheiro: Eu infelizmente não tenho os preços de tudo anotado, mas tenho geral de quanto tudo custou. Levamos cada um 2000 euros para toda a viagem para ter uma segurança, e ainda sobrou bastante.
       
      Voo para a Europa: Compramos a passagem após ver uma promoção no "Melhores Destinos". O voo custou 1600 reais (com as taxas) até Viena, e foi pela Ethiopian Airlines, com escala em Lomé, no Togo, e conexão em Addis Ababa, a capital da Etiópia. Apesar de muito mais longo que as companhias tradicionais, os voos foram excelentes e a comida foi ótima, recomendo cogitarem viajar pela Ethiopian, pois os preços são muito bons!
       
      Ônibus: Viajar de ônibus na Europa é uma maravilha. No geral eles são muito mais baratos que trem ou avião, a maioria tem wifi (porém nem sempre funciona  ::toma:: ). Alguns também tem tv que nem avião. Só é preciso ficar esperto nas companhias que não tem lugar marcado (como a Flixbus), pois as vezes o ônibus pode lotar, ou ser uma muvuca pra embarcar.
       
      O melhor site que usamos para achar as passagens  foi o  http://www.goeuro.com. Nele é possível ver os horários de ônibus e trem disponíveis para todos estes países, além do preço e da duração da viagem.
       
      Eu recomendo comprar as passagens de ônibus alguns dias antes da viagem, pois muitas vezes os trechos baratos esgotam (quase nos ferramos por causa disso, mais de uma vez), e os preços também sobem quanto mais perto da viagem. Além disso, pra comprar na rodoviária é cobrada uma taxa de serviço a mais, as vezes até maior que o IOF seria na compra pela internet.
       
      Hospedagem: Reservamos todos os hostels antes da viagem pelo Booking.com, pois seria possível cancelar as reservas caso precisássemos mudar o nosso planejamento da viagem. Em Viena ficamos em um apartamento, pois estava muito mais barato que qualquer hostel.
       
      Clima: O inverno na Europa varia de cada ano, tem ano que faz muito frio e tem ano que fica até "quente". A temperatura mais alta que pegamos em toda a viagem foi 7°C no primeiro dia de viagem, porém no segundo dia já caiu para 0°C. A maior parte da viagem ficou por volta dos -2°/-5°C. Já no fim da viagem, uma frente fria chegou na Europa, e as temperaturas despencaram. O mais frio que pegamos foi -16°C, enquanto visitávamos os lagos Plitvice na Croácia, porém se estivéssemos ainda na Polônia teríamos pego -20°C. No fim da viagem, quando fazia -4°C a gente já dizia que era calor, e realmente era!
       
      Além do frio, no inverno também é preciso levar em conta os horários de luz durante o dia. O sol aparece por volta das 8:00, e se põe por volta das 16:00, já ficando bem escuro. Teve lugar que às 15:30 já estava realmente escuro. Apesar das poucas horas de luz, isso não atrapalhou em nada a viagem. Só é preciso planejar o dia pra pegar as horas de luz nos lugares em que é bom estar de dia.
       
      Neve: Se você quer ver neve, como a gente queria, pode ficar tranquilo que pelo menos em algum desses lugares você vai! Vimos neve em todos os países, mas claro que em diferentes quantidades (Em Viena por exemplo só vimos da janela do ônibus enquanto íamos para o aeroporto)
       
      Roupas: É impossível sair pra rua sem touca e luvas, parece que a mão e as orelhas vão cair. Cachecol é muito necessário também, mas eu preferia usar uma pescoceira, pois era mais fácil de cobrir o rosto caso estivesse ventando. Usávamos sempre uma calça jeans com uma segunda pele por baixo, bota com uma meia (as vezes duas nos dias mais extremos), segunda pele de camiseta, um moleton/fleece e um casaco mais quente. Claro que em alguns dias era preciso diminuir a quantidade de roupa, ou aumentar! É bom sempre colocar camadas, pois dentro dos locais é quente, e aí precisa tirar o casaco.
       
      Free Walking Tour: Em quase todas as cidades que fomos existem free walking tours. Para quem não conhece, são tours que levam de 1:30 até 3h, na média, onde um guia leva todos a pé pelos pontos turísticos interessantes da cidade. Além de ser bem descontraído, nos tours os guias explicam sobre a história do país e da cidade, que muitas vezes não temos ideia de qual é, e são muito interessantes! No final cada um dá uma gorjeta para o guia, então o passeio pode ser bastante barato e informativo. Vale muito a pena!
       
      Carteirinha de estudante: Vale muito a pena levar se você tiver, pode ser a sua do Brasil mesmo, até se estiver vencida. Muitas vezes eles nem olham direito o que é e já dão o desconto.
       
      Comida: Europeu come muita coisa frita, é até demais. Para comer barato, além de algumas comidas típicas, sanduíches "roubados" dos hostels com café da manhã incluso e compras nos mercados, nós comíamos no geral salsicha, batata, pizza, mcdonalds e kebab, muuuito kebab. Kebab é seu maior aliado nas horas de perrengue. Enquanto todos os restaurantes já estiverem fechados, haverá um kebab aberto para salvar. Foi inclusive nossa ceia de ano novo  😂.
       
      Água: Sempre da pia! Pode beber sem problemas. Sempre andávamos com uma garrafa e íamos enchendo nos lugares. Não comprei nenhuma garrafa d'água em toda a viagem.
       
       
      GPS: Baixe no google maps o mapa offline de cada cidade que for passar (ou use o  app maps.me). Ajuda muito, principalmente na hora de encontrar o hostel pela primeira vez (em budapeste chegamos a noite, sem internet, sem dinheiro e sem saber onde ficava o hostel, foi péssimo kkkk)
       
       
      Dicas de cada cidade:
       
      Viena:
      -Hospedagem: Apartments Heine - para nós ficou bem mais barato ficar em um apartamento. Ficava próximo à estação Praterstern do metrô, uma estação que possui conexão com diversas linhas.
      -Ficamos 2 dias inteiros na cidade, foi o suficiente para ver o geral da cidade. Porém, se quiser visitar os museus, é melhor adicionar mais dias.
      -Se quiser ir na Ópera e não quiser pagar muito, compre um ingresso para assistir em pé! Ele começa a vende 2h antes da peça, custa só 3 euros, e é bom chegar bem antes para garantir um bom lugar.
       
      Bratislava:
      -A maior dica é: vá! Muita gente nunca ouviu falar de lá, mas a capital da Eslováquia fica tão perto de Viena e é tão bonita que vale muito a pena dedicar um dia de bate-volta.
      -Acho que não vale a pena pagar pra entrar no castelo, porém a vista lá de cima é muito bonita
       
      Munique:
      -Hospedagem: 4 You Hostel, ao lado da estação de trem central (Munich Hbf). Foi o hostel mais caro da viagem (era o mais barato disponível, 60 euros para 3 noites), porém super bem localizado, muito tranquilo de ir andando até o centro, e com café da manhã incluso.
      -Ficamos 2 dias inteiros na cidade, acho que foi o suficiente para ver tudo (ainda mais no inverno, quando os biergartens estão fechados por causa do frio). É uma cidade boa para passear.
      -A Hofbräuhaus, apesar de meio cara para padrões mochileiros, vale muito a pena! Nada como tomar cerveja em canecas de 1l. Você verá que tudo na Bavária é relacionado com cerveja, então há muitas opções de cervejarias menos famosas.
      -Veja um jogo na Allianz Arena!
      - O Parque Olímpico é bem conservado, porém se estiver com o tempo contado, eu dispensaria.
      -Faça um bate-volta para o castelo Neuschwanstein.
       
      Berlim:
      -Hospedagem: Baxpax Downtown Hostel, perto da estação Friedrichstraße. Bem localizado, dava para ir andando até o Portão de Brandemburgo.
      -Ficamos 5 dias em Berlim. Achamos que foi tempo demais, acredito que o ideal seja 3 ou 4 dias.
      -Se tiver tempo, faça um bate-volta para Potsdam. Da pra ir de metrô, e lá tem vários palácios da época da Prússia.
      -O DDR Museum vale a visita. Ele é bastante interativo, e mostra como era a vida na Alemanha Oriental. Fica do lado da Berliner Dom, só atravessar a ponte.
      -Berlim transpira história! Faça o free walking tour! Fizemos com a empresa SANDEMANs New Berlin, que sai da frente do Portão de Brandemburgo, com guarda-chuvas vermelhos.
      -FIcamos tão interessados que fizemos também o tour do Terceiro Reich, que é pago, porém ele não passa por tantos lugares diferentes do Free tour, e é mais uma aula de história. Foi interessante.
      -Fizemos um pub crawl com a mesma empresa do free walking tour (queríamos ir com outra, mas não achamos o ponto de encontro). Foi MUITO RUIM kkkkkk, sério. Melhor ir direto pra uma balada. (talvez a gente tenha dado azar no dia, sei lá).
       
      Praga:
      -Hospedagem: Plus Prague Hostel. Fica na região de Praga 7, ou seja, longe do centro turístico. Porém há uma linha de bonde que passa na frente dele, e fica uma estação de bonde do metrô. Ou seja, em 10 minutos de bonde já estávamos no centro. Por ser mais afastado, possuía um preço ótimo. Além disso o hostel tem piscina interna (fria!) e sauna.
      -Ficamos 2 dias e meio em Praga. Deu pra conhecer bastante, porém não tivemos tempo de fazer um free walking tour. Nosso plano era ficar mais tempo, mas complicações nos horários dos ônibus fizeram a gente ir embora antes.
      -No natal os horários dos bondes mudaram, então fique de olho nisso!
      -Vá no Sex Machines Museum, fica em uma rua que sai da frente do relógio astronômico. Muita coisa bizarra kkkk
      -FAÇA O PUB CRAWL! Ele é caro, mas o primeiro pub é open, e foi muuuuito divertido. Ele passa por três bares, e acaba em uma balada de 5 andares. Só não se perca do grupo, se não eles não deixam entrar na balada (experiência própria  kkkk).
       
      Cracóvia:
      -Hospedagem: ficamos em 3 hostels na Cracóvia! Parece um exagero, mas como fomos até Zakopane e depois voltamos para a Cracóvia, tivemos que ficar em 2 hostels diferentes. E o 3° foi porque tivemos que sair de Praga um dia antes, o que fez com que a gente tivesse que achar mais um hostel para ficar na primeira noite.
      1° - Hostel Faust: ficava dentro da cidade antiga, ao lado da praça principal. Bem simples, mas super bem localizado.
      2° - One World Hostel: Fica fora da cidade antiga, porém na sua "fronteira". Um pouco barulhento, pois os quartos ficam do lado da cozinha, porém tinha café da manhã incluso.
      3° - Hostel 18/12: Foi o hostel que passamos o ano novo. Ele é um apartamento duplex, pequeno para um hostel (tem 3 ou 4 quartos), com um clima bastante familiar. Os donos, que são ucranianos, tinham acabado de comprar o hostel do dono antigo (a nossa primeira noite foi com o antigo), e são suuuper gente boa! No ano novo eles fizeram uma festa com todo mundo que estava hospedado lá, e depois todos fomos juntos para a praça principal. Adoramos muito ter ficado lá! O único porém é que ele fica um pouco longe do centro, mas tem estação de bonde perto.
      -Fizemos a versão "mineiro" do tour pelas minas de sal Wieliczka, mas achamos as atividades meio bobinhas (ainda mais já tendo visitado a mina de Potosí na Bolívia, muito mais roots). Talvez seja mais interessante o tour tradicional, não sei.
      -Faça um bate-volta para Auschwitz.
      -Fizemos o free walking tour da old town, com a empresa "free walking tour" (guarda-chuva amarelo) e foi muito interessante, pois além da 2ª Guerra nós não conhecíamos nada da história da Polônia.
      -Não entramos na fábrica do Schindler, pois estava fechada (dia 01/01...), porém falaram que vale a pena.
      -Ano novo em Cracóvia é bastante animado, a praça central fica bastante cheia e tem shows, nós nos divertimos muito. Porém os shows acabam cedo, e quase não há fogos. O ideal é reservar a entrada de alguma balada antes do ano novo, pois elas esgotam.
       
      Zakopane:
      -Hospedagem: Pokoje Gościnne Łukaszczyk - como era alta estação, todos os hostels estavam lotados. Ficamos nesta pousada, que é meio longe do centro da cidade. Porém, como estávamos de carro, foi ideal.
      -Alugamos um carro para ir para Zakopane, mas só porque queríamos passar no castelo do filme Nosferatu antes (Oravsky Hrad). Existem ônibus muito baratos da Polski Bus que vão pra lá.
      -Ficamos uma noite e um dia, foi o suficiente para se divertir e brincar na neve!
      -A cidade fica bastante cheia nessa época de natal/ano novo, porém mesmo assim, nos divertimos bastante.
      -A pista de esqui ideal para iniciantes é a "Nosal Ski Centre", as pistas são bem simples. Se quiser é possível fazer aula lá.
      -Esquiar em Zakopane é suuuuper barato, gastamos por volta de 70 reais com o aluguel dos esquis e um passe de 4h para os teleféricos (foi tempo suficiente).
      -Zakopane é tipo Campos do Jordão com neve 
      -É possível fazer trilhas lá, porém é mais fácil fazer isso no verão. Nós não fizemos.
       
      Budapeste:
      -Hospedagem: Hostel Casa de La Musica - Era bem localizado, mas não possui atrativos além de um quarto para dormir (acho que possui um bar, que estava reformando, ou apenas fechado). Algumas vezes o banho era frio...
      -Ficamos 4 dias, acho que foi o ideal. Porém é possível ver tudo em 3 dias.
      -Suba na citadela, a vista vale a pena
      -Novamente, faça o free walking tour!
      -Fomos no museu "House of Terror", um museu onde ficava a sede do partido nazista húngaro e depois a sede do governo comunista. Era preciso ler uma bíblia de informações a cada sala que passávamos, para poder entender a história. Por este motivo, nós não gostamos. Existe a opção de ir com um audioguide, talvez assim o museu fique mais interessante.
      -Vá nos banhos termais!!! Fomos em dois, no Gellert Spa e no Széchenyi. O Gellert é melhor para banhos indoor, muito bonito por dentro. A piscina externa é pequena e lotada. Já o Széchenyi é ideal para a piscina externa, que é enooorme. Sair da água para ir embora é uma aventura a parte, nossa toalha até congelou!
      -Comer MUITO e barato: vá no restaurante Gastland Bisztró Király. Ele é all you can eat por 1190 HUF (4 euros). Fomos lá 2 vezes e saímos explodindo.
      -Vá em um ruin pub. Fomos no mais famoso, chamado Szimpla Kert.
      -Achamos legal entrar no parlamento, apesar de a visita ser curta. É preciso chegar lá e comprar a visita para o tour no idioma que você quiser. É bom não ir muito tarde, pois eles esgotam!
       
      Zagreb:
      -Hospedagem: My Way Hostel. Ficava perto da rodoviária e perto do centro, então deu pra fazer tudo andando.
      -O centro é bem pequeno, em uma tarde nós vimos tudo.
      -Lagos Plitvice: Vá! Que lugar bonito! Fizemos um bate volta. Pegamos o ônibus das 7:30 (compramos no site da rodoviária de Zagreb), e chegamos no parque por volta das 10:00. Cuidado ao comprar a passagem de ida e volta, pois no site não estava avisando qual o horário de volta que poderíamos pegar, e fomos descobrir só na hora de voltar que a empresa do ônibus da ida só iria voltar no fim do dia. Tivemos que pagar outra passagem para poder voltar.
      -Como no inverno uma parte do parque fica fechada, vimos tudo em umas 3h.
       
      Ljubljana:
      -Hospedagem: Sax Hostel. A cidade é minúscula, então tudo é perto. O hostel era bem bom, mas era possível ouvir a música do bar da rua (que é do hostel) até bem tarde.
      -A eslovênia é o país mais caro de todos que fomos
      -Vá no restaurante Druga Violina (Stari trg 21). Ele é bem baratinho, o menu do dia era 5 euros, e muito bem servido, com comida tradicional eslovena. Além disso o restaurante possui uma proposta muito legal, pois quase todos os garçons são portadores de necessidades especiais.
       
      Bled:
      -Fizemos um bate-volta até lá
      -O dia estava bastante nublado, e nevando. Achamos lá bonito, mas não imperdível. Talvez se o tempo estivesse melhor nós teríamos gostado mais.
      -A atração da cidade é dar a volta completa no lago, são 6km para apreciar a ilha no lago e o castelo na montanha.
       
      Dia por dia:
       
      Dia 1: (11/12/16) - Voo São Paulo - Viena
       
      Pegamos o Voo em Guarulhos às 02:00 (duas da manhã!!) com destino a Addis Ababa, na Etiópia, com direito a 1h de escala no Togo e, após uma conexão de 4h na Etiópia, finalmente o voo com destino a Viena! O primeiro voo teve duração de 14h, e o segundo de 6h. Apesar da longa duração, recomendo muito essa companhia! No aeroporto de Addis Ababa, é possível entrar em um dos restaurantes para conseguir o wifi, apesar de que nem sempre funcionava. De resto, é um aeroporto pequeno, não há muito o que fazer.

       
       
      Dia 2: (12/12/16) - Viena: batendo perna pela cidade
       
      O voo chegou em Viena as 5:50 da manhã. De lá pegamos um trem até a estação do nosso apartamento. Há a opção de escolher um trem expresso para o centro da cidade, mas é muuuito mais caro, realmente não compensa.
      Chegando na porta do apartamento, descobrimos que ele só seria possível pegar a chave as 10:00, então voltamos para a estação e ficamos usando wifi e comendo em uma cafeteria. Nessa espera também demos uma volta com os mochilões nas costas no Parque Prater, um parque de diversões no meio da cidade. Porém ainda estava muito cedo, então todas as atrações estavam fechadas. Somando com uma garoa no momento, voltamos para o calor da estação.
      Após conseguir finalmente entrar no apartamento, deixar as malas e esticar as costas, almoçamos um Wiener Schnitzel, super tradicional de Viena, que nada mais é que um bife a milanesa.
      Este dia se resumiu a caminhar pela cidade. Fomos andando até a Stephansplatz, e depois passamos por diversos parques e palácios do centro da cidade até chegar no parlamento.
       

      O parlamento austríaco
       

       
       
      Dia 3: (13/12/16) - Bratislava
       
      Neste dia nós fizemos um bate-volta para Bratislava, a capital da eslováquia! Ela fica muito perto de Viena, apenas 1h de ônibus. Pegamos o ônibus de manhã na rodoviária ao lado da estação de trem central (Wien Hauptbanhof), e utilizamos a companhia Slovak Lines. O ônibus possuía wifi e tv, porém os fones de ouvido eram cobrados. Fomos apreciando a paisagem até a capital eslovaca. A rodoviária de Bratislava fica a uns 10 - 15 min do centro histórico, e é só sair dela, virar a direita e seguir reto na avenida que você chega no centro.
      Já chegamos impressionados com as poças de água da rua, que estavam congeladas!  É preciso ter cuidado para não escorregar nelas, muito lisas!
      O centro de Bratislava é pequeno e muito bonito, muito gostoso de caminhar. Achamos um museu da tortura, e como Bratislava é a cidade em que se passa o filme de terror "O Albergue", fomos sem hesitar. Ele era uma exposição dentro do prédio da antiga prefeitura, onde também pudemos subir na torre e apreciar a vista.

       

      A vista do topo da torre.
       
      Almoçamos fora do centro turístico, na rua da frente, pois os restaurantes eram mais baratos. Comemos Bryndzové halušky, uma espécie de nhoque com molho de queijo de ovelha e bacon, bem gostoso e super tradicional!
      Após o almoço subimos até o castelo de Bratislava, que tem uma vista incrível de toda a cidade e do rio Danúbio. Também entramos no castelo, mas acho que não valeu a pena, além de ser meio caro ele é muito moderno e possui apenas uma exposição de pinturas eslovacas.
      Na volta pegamos um ônibus da empresa RegioJet, a melhor empresa de ônibus de todas! Eles possuem tv, wifi e café/capuccino/chocolate quente de graça, além de ter passagens super baratas.

      Michael's Gate
       

       

       

       
       
       
      Dia 4: (14/12/16) - Viena: Belvedere, Schönbrunn Palace e Ópera
       
      Neste dia nos juntamos com as nossas duas amigas, a Maria e a Pinga.
       
      Este dia foi dedicado a visitar os palácios. Primeiro fomos até o Belvedere, onde andamos só pelo lado de fora, e visitamos os jardins.

      Belvedere
       

      O lago congelado
       

       
      Depois fomos até o Schönbrunn Palace, que foi o palácio do império Austríaco. Nele fizemos a visita interna mais curta, que incluia boa parte do palácio. Infelizmente não era permitido tirar fotos, mas vale bastante a pena entrar, ele é muito bonito, e possui muita riqueza! A visita é feita com audioguides, e em cada cômodo há um áudio explicando a história, de quem era o quarto, etc.
      Após sair da visita, passeamos pelo enorme jardim do palácio, muito gostoso de andar, apesar do frio. Subimos até uma outra construção (Schloss Schönbrunn Gloriette) no topo da colina, de onde se pode ter uma vista de toda Viena.

      Schönbrunn Palace
       

      Schloss Schönbrunn Gloriette
       

       
      Saindo do palácio, jantamos salsichas com batata, o clássico da viagem, e fomos até a ópera estatal de Viena. Este dia teria a peça "Macbeth", do Shakespeare. Como queríamos os ingressos mais baratos possíveis, esperamos até 2h antes da peça, que é quando começam a vender os tickets para assistir em pé a peça, que custam apenas 3 euros. Tínhamos visto na internet que normalmente há uma fila na porta para comprar estes ingressos, porém como chegamos um pouco depois de ter aberto a venda, já não tinha.  Após comprar o ingresso é preciso entrar imediatamente para poder guardar os melhores lugares, e para isso é só amarrar seu cachecol na frente do corrimão de qualquer lugar vago. Como chegamos um pouco depois, só haviam lugares com vista parcial. Após reservar os lugares, é preciso ir até a chapelaria deixar os casacos, que é gratuito. Lá também é possível alugar um binóculo. Em cada lugar há uma legenda do que está se passando, e como a ópera era cantada em italiano, era muito útil. Atenção: Só pode sair da ópera no fim de cada ato, então se estiver muito chato, é preciso esperar (a peça durava 3h, a maioria de nós saiu no meio). Foi  legal ter a experiência de uma ópera.

       
      Dia 5: (15/12/16) - Viena - Munique
       
      Nos despedimos da Pinga, que não ia para a Alemanha com a gente e pegamos de manhã o ônibus de Viena para Munique, pela empresa Flixbus. A viagem demorou umas 5h. Como o ônibus não tem lugar marcado, quando fomos embarcar ele já estava quase cheio, então cada um de nós teve que sentar em um lugar separado. Fui ao lado de uma senhora alemã que não parava de falar comigo, mesmo eu dizendo várias vezes que não entendia nada de alemão...ela até me deu uma bala!
      Chegamos em Munique já de tarde, deixamos nossas malas no hostel, tomamos banho e fomos passear pela cidade. Após caminhar até a Marienplatz e ver o mercado de natal, decidimos jantar na Hofbräuhaus, a cervejaria mais famosa de Munique.
      A Hofbräuhaus é gigante! Milhares de mesas, todas cheias. Os garçons e garçonetes utilizam roupas típicas, e tem uma banda tocando músicas da bavária, tudo bastante animado. Rodamos bastante procurando lugares para sentar, e dividimos a mesa com um casal de alemães e a sobrinha deles, americana. Nós comemos barriga de porco, e a cerveja chega em um canecão de 1 litro para cada pessoa!
      Apesar de ser cara (8,40 euros a caneca, 9,90 a barriga de porco), vale muito a experiência de ir na cervejaria mais famosa de todas!


       
      Dia 6: (16/12/16) - Free Walking Tour, Parque Olímpico e Allianz Arena
       
      Pela manhã nós fizemos um free walking tour. Ele saía da Marienplatz. Como não havíamos reservado, e chegamos em cima da hora, o tour em inglês estava esgotado, e tivemos que ir no tour em espanhol. Apesar de mais difícil de entender, pois a guia falava rápido com os turistas nativos espanhóis, foi muito interessante!
       
      Após o tour nós fomos passear pelo parque olímpico de Munique, que está muito preservado e agora é um parque para todos usarem.

      O parque olímpico


      Memorial do atentado na Olimpíada de Munique
       
      Fomos então até a Allianz Arena, o estádio do Bayern de Munique, querendo fazer uma visitação no estádio. Chegando lá nós descobrimos que ia ter uma partida da segunda divisão da Bundesliga, e ainda por cima com os ingressos mais baratos que o da visita! A partida foi entre TSV 1860 München e 1.FC Heidenheim, e o resultado foi 1x1. Porém nunca senti tanto frio! Não estávamos preparados para ficar a noite no estádio, e quase congelamos! 
      Apenas cuidado com o tamanho da mochila que estiver carregando para o estádio. Estávamos com uma mochila relativamente pequena, e o segurança nos fez voltar até a frente da estação de metrô para guardar ela nos trailers de guarda-volumes. É uma caminhada até que longa do estádio até o metrô, ainda mais no frio! Portanto se for ver um jogo, é bom já deixar a mochila lá antes. Pau de selfie também não é permitido.
       
       

       

       
      Dia 7: (17/12/16) - Castelo Neuschwanstein:
       
      Fomos de manhã para a estação de trem e compramos o Bavarian Ticket, um bilhete que te deixa viajar por qualquer trem pela Bavária. Existem bilhetes de grupo na Alemanha, então tanto o trem quanto os metrôs ficam muito mais baratos quando se está em grupo.

       
      Pegamos então o trem para Füssen, a cidade próxima do castelo. A viagem levou por volta de 2h, e no caminho fomos observando os lindos alpes nevados,  vista que nos acompanhou por boa parte da viagem de trem.
      Chegando em Füssen é preciso pegar um ônibus na frente da estação até Schwangau, a cidade do lado, onde os castelos estão. Com o Bavarian Ticket não é necessário pagar esse ônibus. É bom verificar antes na estação os horários dos trens para Munique, para não ter nenhuma surpresa na hora da volta.
       

       
      Chegando em Schwangau, já ficamos animados, porque lá já tinha neve! Compramos o ticket para visitar por dentro apenas o Neuschwanstein, o maior dos castelos. Também é possível visitar o Hohenschwangau, porém achamos que seria caro e desnecessário. Como havia tempo para nossa visita, ficamos passeando ao redor do lago, com uma linda vista para as montanhas. O castelo fica no topo do morro, e subir até lá também tem ótimas vistas, sendo a melhor de todas da ponte Marienbrücke, de onde se tem a clássica vista do castelo.
      A visita no interior do castelo é curta, porém seu interior é muito bonito, vale a pena.
      Para voltar até Munique não tínhamos certeza se estávamos no trem certo, mas seguimos o fluxo de turistas chineses, e tudo deu certo.
       


      Hohenschwangau
       

      Neuschwanstein
       

       
       
      Dia 8: (18/12/16) - Munique: Deutsches Museum
       
      Neste dia visitamos o Deutsches Museum, um museu gigante de ciências. Há setores de tudo o que você possa imaginar,  desde submarinos até como se faz papel. Vale a pena pesquisar quais andares mais interessam, para não perder tempo nas coisas muito aleatórias.
      Após o museu fomos andando até o Englischer Garten, um grande parque da cidade, porém quando chegamos lá começou a nevar/chover, e tivemos que entrar num pub, pois estava molhando muito.
      Mais de noite começou a apenas nevar, sem chuva, e ficamos passeando no mercado de natal e vendo as pessoas patinarem no gelo.

      Marienplatz
       
      De noite pegamos o ônibus noturno para Berlim, uma longa viagem apertado no flixbus.
       
      Dia 9: (19/12/16) - Berlim: East Side Gallery + Andar pela cidade
       
      A rodoviária de Berlim, ao contrário da maioria das outras rodoviárias que passamos, fica um tanto afastada do centro da cidade. Pegamos o metrô então até nosso hostel, largamos as malas nos lockers (pois o checkin era só de tarde) e fomos até a East Side Gallery.
      A East Side Gallery é uma grande extensão do muro de Berlim ainda preservada. O muro lá é todo grafitado, então a região é um grande museu de arte a céu aberto.

       
      Após passear por lá, fomos até a Pariser Platz, onde está localizado o Portão de Brandemburgo. Andamos até o Reichstag (o prédio do parlamento alemão), que fica ali do lado, passamos pelo Memorial dos Judeus Mortos da Europa (ou Memorial do Holocausto), e por fim fomos até o Checkpoint Charlie. Quase todos os pontos turísticos em um dia hahaha! Tirando a East Side Gallery, todo o resto é muito perto de ir caminhando, tudo bem tranquilo.
      Passamos também pelo museu "Topographie des Terrors", localizado no prédio onde era o HQ da Gestapo e da SS. O museu possui várias fotos e textos informativos, bastante interessante. O único porém é que ele estava bastante lotado.
      Neste dia fomos jantar em uma hamburgueria chamada Peter Panes, perto do nosso hostel e da estação Friedrichstraße (hambúrguer muito bom!). Após nos despedirmos da Maria, que ia pra rodoviária se separar de nós, voltamos para o hostel. Quando conseguimos Wifi, tínhamos recebido várias mensagens como "Vocês estão bem??". Só então fomos descobrir que havia acontecido um atentado em um dos mercados de natal. Muito triste...felizmente estávamos longe do local.

      Portão de Brandemburgo
       

      Reichstag
       


      Memorial dos Judeus
       

      Checkpoint Charlie
       
      Dia 10: (20/12/16) - Berlim: Free Walking Tour, Berliner Dom, DDR Museum
       
      Neste dia, após acordar e ver na internet as repercussões do atentado, vimos que tudo estava funcionando normalmente na cidade, exceto os mercados de natal, que estavam fechados. No metrô nós vimos policiais procurando por bombas, e um pouco mais de policiais nas ruas, mas de resto tudo estava normal.
      Neste dia nós começamos fazendo o free walking tour, com a empresa Sandemans New Europe (guarda-chuva vermelho). Ele começou na frente do Portão de Brandemburgo as 10:00, e foi bastante interessante, pois além de ver os pontos turísticos, ficamos sabendo bastante sobre a história de Berlim. Além dos locais que já tínhamos passado, o tour passou pelo bunker do Hitler, pela Universidade que o Einstein ensinava, por algumas praças, etc. Enfim, vários lugares! Gostamos bastante.

      Local do bunker do Hitler.
       
      Após acabar o tour, fomos até a Berliner Dom, a catedral de Berlim. Chegando lá, nós estávamos com muuuito frio, acho que um dos dias que mais sentimos frio, e devia estar uns 2 graus, vai entender...provavelmente era o vento. Por esse motivo nós não não ficamos muito tempo por lá, mas ela é muito bonita. Como tinha que pagar, nós não entramos.
       

       
      Atravessando a ponte ao lado da catedral, já encontramos o museu DDR. Antes de ir nele, almoçamos em um restaurante vietnamita que tinha do lado, mais pra fugir do frio mesmo kkkk. Além disso a comida era muito boa!
      O DDR Museum mostra como era a vida na East Berlim de uma maneira muito interativa. Tem até um modelo de uma casa da época lá, em tamanho real. Valeu muito a pena!
       
      Dia 11: (21/12/16) - Berlim: Tour do Terceiro Reich + Pub Crawl
       
      Neste dia nós acordamos mais tarde, fomos comer e depois fomos para o Tour do 3º Reich, que tínhamos reservado com a mesma empresa do Free Walking tour. Custou 12 euros (preço de estudante, 14 o preço normal). Ele começou as 14:30, e durou por volta de 3:30, ou seja, quando acabou já era noite! Ele é um tour sobre o nazismo, e passou por diversos memoriais, como o do holocauso (terceira vez passando por esse memorial na viagem),  Politician Memorial, Soviet Memorial, Homosexual Memorial, Sinti Roma Memorial, além de passar pelo bunker do Hitler, o HQ de propaganda do Goebbels, a nova sinagoga e o bairro judeu. Como a maioria destes lugares são perto, o tour é muito mais falado do que andado, mas mesmo assim foi interessante, apesar de ir para alguns lugares que já tínhamos ido.

       

       

      De noite nós fizemos um pub crawl. Inicialmente nós queríamos fazer com uma outra empresa (que não lembro o nome), mas fomos até o ponto de encontro e não achamos. Então nós fizemos com a mesma empresa de todos os tours, que por acaso tínhamos visto na rua enquanto procurávamos pelo ponto de encontro. Esse pub crawl foi bastante ruim!! As bebidas eram caras e o grupo tinha umas 10 pessoas sendo que a maioria era um grupo de amigos que só conversava entre si! A balada final parecia promissora, porém chegamos lá e já queríamos ir embora... Para voltar pro hostel foi uma aventura a parte, o metrô estava fechado e nós tivemos que descobrir como voltar de bonde, fazendo baldeação. No fim deu tudo certo.
       
      Dia 12: (22/12/16) - Potsdam e Reichstag
       
      Já estávamos um pouco cansados de Berlim, então neste dia pegamos o metrô até Potsdam, a cidade vizinha. É só comprar um bilhete de metrô para as zonas mais longes. Em Potsdam estão diversos palácios da época da Prússia, com grandes jardins. Bem bonitos. Mas estava chovendo no dia, então não conseguimos aproveitar muito... Além disso era caro para entrar nos palácios para pouco tempo de visitação, achamos que não valeria a pena. Após caminhar um tanto, voltamos para Berlim.

       
      De noite nós fomos visitar a cúpula de vidro do Reichstag. É gratuito e é preciso reservar antes no site, e como nós demoramos para fazer isso, só tinha horários ou suuuper cedo ou de noite, e preferimos acordar mais tarde. TInham me falado para fazer o tour pelo parlamento além dá visita a cúpula, mas esse tour não estava disponível, talvez fora de época.
      Durante a subida até o topo da cúpula, um audioguide vai dizendo o que dá pra ver do topo, porém como era de noite, não dava pra ver quase nada. Há também informações sobre o parlamento alemão. Foi uma visita legal, mas deve ser muito melhor de dia!

       
      Dia 13: (23/12/16) - Berlim - Praga
       
      Pegamos de manhã o ônibus para Praga, e chegamos a tarde lá. Deixamos as malas no hostel e fomos para o centro da cidade jantar. Após comer, demos uma volta na Old Town Square e fomos seguindo a margem do rio até a Charles Bridge. Impressionante essa ponte, tantas estátuas! E de noite é bem mais tranquilo andar por ela, muito mais vazia.
      Do outro lado da ponte, comemos um Trdelnik, um doce tradicional de lá que é um cone de uma espécie de pão doce recheado com sorvete, gostoso porém um pouco enjoativo pelo tamanho. De lá pegamos um bonde que ia direto para o hostel, bastante prático.
       
       
      Dia 14: (24/12/16) - Praga
       
      Após acordar, encontramos novamente a Pinga, que ia ficar com a gente até o dia 26. Ela estava com uma amiga, a Thais.
      Este dia ficamos andando pela cidade: passamos pelo Sex Machines Museum (na rua da frente do relógio astronômico, muitas coisas bizarras lá), fomos para a praça central, novamente para a Ponte Charles, porém agora de dia, e então comemos uma pizza no bairro perto do castelo. Quando saímos do restaurante já era quase noite, mas deu tempo de ver o pôr do sol do castelo.

       



       

       
      Ceia de natal: Já era meio  tarde quando resolvemos sair do hostel para comer. Fomos até o ponto de ônibus e descobrimos que os horários para a noite de natal eram outros, e que o bonde certo para ir até o centro não passaria... Cogitamos ir no mercadinho e comprar algumas comidas, porém o hostel não tinha cozinha! Conseguimos então chegar a tempo no restaurante do hostel, faltando 10 minutos para a cozinha fechar kkkk Como o hostel tinha a própria ceia de natal (custava uns 20 euros...muito caro!), só estavam servindo pizza aquele dia. E lá fomos nós comer pizza de novo hahaha.
      Após nossa incrível ceia, fomos para o Cross Club, um bar/balada perto do nosso hostel um tanto quanto peculiar. O lugar é todo cheio de sucatas, bastante labiríntico. Ficamos só na parte do bar, pois tinha que pagar pra ir na parte da balada e não estávamos afim. Resumindo a noite, novamente peculiar hahaha.

      Pizza natalina
       
      Dia 15: (25/12/16) - Praga - Natal e Pub Crawl!
       
      Acordamos mais tarde e resolvemos ir almoçar em um restaurante italiano que encontramos ao acaso, nosso almoço de natal!
      Após almoçados, fomos até a John Lennon Wall, e para chegar lá mais uma vez atravessamos a Charles Bridge. Confesso que achei que a parede ia ser maior e com mais pinturas, foi um tanto decepcionante. Porém as fotos ficaram legais.

       
      De noite nós fomos no Pub Crawl. A empresa se chamava Prague Pub Crawl (guarda-chuva vermelho), e o ponto de encontro era na praça da cidade velha. Ele era caro (22 euros ou 550 CZK), mas valeu muito a pena, apesar de alguns problemas. Foram 3 pubs, sendo o primeiro open bar por uma hora. O pessoal era muito animado. No fim ele acaba em uma balada de 5 andares que fica do lado da Charles Bridge. O problema foi que ao sair do último Pub, apenas o Gabriel e o Guilherme seguiram o grupo, nós que sobramos nos atrasamos um pouco, e quando chegamos na rua não sabíamos pra que lado eles tinham ido, pois eram vários grupos de pessoas indo para várias direções. Nós só sabíamos que a balada era do lado da Charles Bridge, então fomos perguntando na rua até conseguir chegar lá. Quando chegamos lá o segurança quis cobrar da gente, apesar de a gente estar com a pulseira do pub crawl. Não quisemos pagar, afinal já tínhamos pago 22 euros... Após muito discutir com o segurança, ele me deixou entrar para tentar achar o cara do pub crawl que estava nos guiando. Não achei, mas encontrei o Gabriel e o Guilherme, e assim fomos embora. Consegui ver que a balada é realmente muuuito grande, demorei muito pra conseguir achar a saída (isso porque só 2 andares estavam abertos, afinal, era natal!). Apesar desse problema, ainda assim nos divertimos muito. Não tivemos tempo no dia seguinte de ir reclamar com a empresa disso, mas se você for fazer pub crawl lá, fique atento para não se perder do grupo!
      A volta também foi uma aventura. Com o sistema de bondes alternativos do natal, acabamos pegando um que foi para o lado oposto do nosso hostel! Após muito rodar no frio, conseguimos voltar pra casa.
       
      Dia 16: (26/12/16) - Praga - Cracóvia
       
      Nosso plano era pegar um ônibus noturno para Cracóvia. Porém nós demoramos para comprar a passagem, e quando acordamos e fomos ver isso, já tinha esgotado! E todas as passagens noturnas estavam abusivas de cara. Novamente DICA: compre suas passagens antes!
      Fuçamos bastante na internet e encontramos uma passagem da RegioJet que saía no começo da tarde de trem até Ostrava, na fronteira com a Polônia, e depois ia de ônibus até Cracóvia. E o melhor de tudo, por 10 euros! Compramos na hora, mas tivemos que ir direto para a estação de trem. Antes disso almoçamos em um restaurante chinês perto do hostel.
      A RegioJet é maravilhosa! Tanto o trem quanto o ônibus tinham TVs individuais, e eles ainda davam água, café/capuccino/chocolate quente! Recomendo muito! Chegamos em Cracóvia a noite e fomos para o hostel.

       
       
      Dia 17: (27/12/16) - Cracóvia
       
      De manhã fomos procurar um carro para alugar, pois no dia seguinte nós iríamos para Zakopane.
      Nós então fizemos um free walking tour pela Old Town que foi bastante interessante, a Polônia tem muita história medieval que nós nunca ouvimos falar!
      Cracóvia é uma cidade que não foi destruída na guerra, então tudo está preservado como antigamente, a cidade é muito bonita! O tour andou por toda a parte do centro antigo, e não foi para o bairro judeu, etc.

       

       

       
       

      A casa do papa.
      Dia 18: (28/12/16) - Oravsky Podzamok - Zakopane
       
      Pela manhã nós pegamos nosso carro na locadora, era um Nissan Juke, um modelo que nunca tínhamos visto!
      Nosso roteiro era: dirigir mais ou menos 2h até a Eslováquia, até a cidade do castelo do Nosferatu, e depois ir até Zakopane, 1:30h de distância. E foi exatamente isso que nós fizemos!
      Conforme fomos nos distanciando de Cracóvia a neve começou a aparecer, e em certo ponto ficou com muita neve! Quando descemos do carro, a primeira coisa que fizemos foi uma guerra de bolas de neve! Até então só tínhamos pego neve em Neuchwanstein, mas era pouca. Além disso, no momento estava nevando bastante, foi bem divertido. Visitamos o castelo por dentro, e foi um tanto quanto peculiar, porque em cada parte do castelo que passávamos, uma cena de uma peça em eslovaco acontecia, com música e tudo. O problema era que a gente não entendia nada.
       

       
       

       

       

       

       
      Após a visita, almoçamos em um restaurante de comida típica eslovaca, e novamente comemos o "nhoque", só que esse estava muito melhor!
      Seguimos estrada, e a noite chegou rápido. Dirigir na neve no escuro foi uma emoção a parte. Quando chegamos na nossa pousada em Zakopane, havia uma rampa na rua até a entrada, mas ela estava tão congelada que não teve jeito do carro subir. Ficamos lá patinando com o carro. O dono da pousada veio então nos resgatar, mas tivemos que parar o carro embaixo e ir andando. Até subir a pé estava escorregando.
      Esse dia nós jantamos em um McDonalds ao lado de um posto de gasolina, pois estávamos longe da cidade para ir a pé e não queríamos mais arriscar atolar aquela noite.

      O carro atolado
       
      Dia 19: (29/12/16) - Zakopane
       
      Esse dia foi dedicado ao esqui!
      Fomos até a estação de esqui Nosal, que é a mais indicada para iniciantes. Compramos o passe de 4h para os lifts, e depois fomos alugar os esquis. Essas 4 horas só começam a valer depois do primeiro uso, pode ficar tranquilo. Saiba o tamanho do seu pé em número europeu, porque se não vai ter que experimentar 500 botas até achar a que serve.
      Ficamos nos divertindo bastante lá, até acabar nosso tempo, quase. 4h é mais que o suficiente. Esse dia estava bastante frio (~ -8°C), porém esquiando você não percebe, só quando para.
      A cidade estava muito lotada de carros, era difícil dirigir. Almoçamos em um restaurante de comida polonesa, e depois foi pé na estrada até Cracóvia. Mais 2h e estávamos lá.
       

       
       

       

       

       

       
       

       

      O centrinho de Zakopane
       
      Dia 20: (30/12/16) - Auschwitz
       
      O jeito mais rápido de ir até Auschwitz é pegar um ônibus ou van na rodoviária para Oświęcim, a cidade onde fica o campo de concentração. Ele leva aproximadamente 2h até lá. É bom ir cedo para lá, pois chegando na entrada para comprar ingresso, havia uma fila gigantesca. Uma amiga nossa contou que foi em um horário mais tarde e não conseguiu guia para a visitação.
      Na visita com um guia todo mundo ganha um fone de ouvido, assim o guia fala em um microfone e todos conseguem ouvir, mesmo à distância.
      A visita é dividida em duas partes. Na primeira se visita o campo de Auschwitz (que é o mais bem preservado) e depois toma-se um ônibus até o segundo campo, Birkenau, o maior de todos, que foi destruído em grande parte.
      A visita é pesada, mas achamos importante passar por lá e ver de perto esse lugar de tanto horror.
      Após o tour nós almoçamos já fora do espaço de Auschwitz (só atravessar a rua), os preços eram muuuito mais acessíveis.
      Na hora de pegar o ônibus de volta havia uma fila enorme, tivemos que esperar o primeiro encher e só conseguimos ir no próximo (eram de 30 em 30 min, que eu me lembre), então fique atento com os horários para não perder os ônibus.

       
       

       

       
       

      Dentro de uma câmara de gás
       

      Birkenau
       

      Câmara de gás destruída
      Dia 21: (31/12/16) - Wieliczka Salt Mine e Ano Novo!
       
      Acordamos e fomos até a estação de trem para ir até Wieliczka, a cidade que tem a mina de sal. Não lembro quanto custava, mas era muito barato, e demorava uns 20 minutos até lá.
      Existem dois tipos de tour,  o tradicional e o "mineiro", sendo o tradicional o mais turístico. Nós escolhemos fazer a versão mineira, então eles nos deram roupas de mineiros para usar, lanternas, etc. Durante o tour há várias atividades para fazer, como moer sal, cerrar madeira, etc; atividades que os mineiros da época faziam. Nós achamos o tour meio bobinho e um pouco longo de mais, talvez a versão turística fosse mais legal.
      Para voltar pra Cracóvia nós ficamos esperando na estação de trem sem saber de nada, pois não havia lugar nenhum para comprar ingressos e nem para perguntar para ninguém. Depois de um tempo esperando, chegou um trem. Quando quase estávamos chegando em Cracóvia, uma mulher veio cobrar/vender os as passagens de trem.


       
       
      A noite todos os restaurantes próximos ao hostel estavam fechados (o hostel era longe do centro), então após muito procurar, achamos uma barraca de kebab que estava lotada de gente comprando, o único lugar aberto da região! Compramos marmitas de kebab (carne, batata frita, salada, molho e queijo!), levamos para o hostel e esse foi nosso jantar de ano novo!
      Após comer fomos para o quarto esperar um pouco para depois ir para a praça principal. Foi então que o dono do hostel nos convidou para sua festa de ano novo. Estavam todos os hóspedes do hostel lá: nós 5, mais 3 brasileiros, 2 holandeses, uma mexicana, um de bangladesh, uma chinesa e um tailandês, além dos donos do hostel que eram ucranianos. Ou seja, uma grande mistura de nacionalidades! Eles nos deram champagne e comidas típicas ucranianas. Depois de muito comer, fomos todos para a praça principal festejar o ano novo (exceto os donos do hostel, da chinesa e do tailandês). Os donos do hostel até falaram pra gente não voltar cedo porque não teria ninguém lá  .
      A praça estava bastante lotada e com shows de música, que acabaram até que cedo. Para entrar em qualquer balada era preciso ter reserva, então voltamos para o hostel e ficamos conversando lá. Que ano novo!

       
       
      Dia 22: (01/01/17) - Bairro Judeu e ônibus para Budapeste
       
      Primeiro dia do ano e lá fomos nós acordando cedo para bater perna. O nosso ônibus para Budapeste saía as 15h, então deu tempo de ir dar uma volta pelo bairro judeu de Cracóvia. Nós passamos pela fábrica do Schindler, que estava fechada para entrar, por uma parte do muro gueto e pela Ghetto Heroes Square, uma praça com diversas cadeiras de metal. Esta praça era localizada dentro do gueto dos judeus, onde eles foram forçados a morar durante a guerra. Que começo de ano!
      Após isso, pegamos nossas malas no hostel e fomos para a rodoviária. Mais 7 horas de ônibus e estávamos em Budapeste!
       

      A fábrica de Schindler
       
       

      Resto do muro do gueto dos judeus.
       

      Ghetto Heroes Square
       

       
      Dia 23: (02/01/17) - Budapeste: citadela, castelo e Termas Gellért
       
      Começamos o dia indo até o Mercado Central, que fica próximo da Liberty Bridge. O mercado se parece bastante com o Mercadão de São Paulo, salvo os produtos que cada um tem. Após andar por lá, atravessamos a ponte para o lado Buda da cidade, e subimos o morro da citadela, onde está localizada a estátua da Liberdade de Budapeste. A vista lá de cima era espetacular, e as folhas das árvores estavam muito congeladas, dando um ar invernal ao local.
      Descendo da citadela, fomos até o castelo. A subida para o castelo é bastante tranquila, não entendemos como tinha tante gente esperando na fila do funicular, parados no frio. É possível até pegar uma escada rolante em certo trecho da subida. A vista do castelo também é muito bonita, ficamos um tempo apreciando o Danúbio e todas as suas pontes. Porém estava ventando muito lá, então descemos, atravessamos a Chain Bridge para o lado de Peste e fomos comer no restaurante Gastland Bisztró Király. Lá a comida custava o equivalente a 4 euros, e era possível comer a vontade. Comemos muuito!

       
       


       

      O castelo
       

       
      Fomos então para o banho termal Gellért, que fica ao lado do morro da citadela, logo depois de atravessar a Liberty Bridge. A arquitetura do seu interior é muito bonita, e ele possui várias piscinas internas, com diferentes temperaturas. No entanto, para entrar na maior e mais bonita delas era preciso usar touca, e além disso a água era mais fria, então não entramos. Havia também uma piscina externa, bastante simples. Para chegar nela era preciso sair do vestiário e subir algumas escadas. É bem relaxante ficar em uma piscina com a água a 37° e do lado de fora -5°, porém pra sair dela, imagina o sofrimento, a nossa toalha estava até congelada.
      O ingresso para as termas não é barato, 5300 HUF (algo como 17 euros), porém você pode chegar a hora que quiser e ir embora quando o spa fechar. Voltamos para o hostel muito relaxados, nem tivemos forças para sair pra jantar.
       
       
       
      Dia 24: (03/01/17) - Budapeste: Parlamento e Basílica de St. Stephen
       
      Após comer em uma padaria próxima do hostel, fomos andando até o parlamento. Chegando lá, reservamos nosso tour pelo interior, porém só conseguimos vaga para o tour em inglês no últimos horário do dia, que era de tarde já (se não me engano, 15h). Por isso, chegue cedo para reservar seu tour, pois há uma grande fila e eles podem esgotar! Como nosso tour era só a tarde, atravessamos a ponte para ver melhor o parlamento do outro lado do rio. 

       
       

       
       
      Ficamos caminhando pela região e novamente almoçamos no Gastland Bisztró Király.
      A visita ao interior do parlamento é relativamente curta, algo como 40 minutos. Mas o seu interior é tão belo que vale bastante a pena. Tudo lá tem muito ouro!
      Saindo do parlamento, fomos até a Basílica de St. Stephen. Nós queríamos ver a mão mumificada do St. Stephen, que está preservada dentro da Basílica, porém chegamos muito tarde, e a visitação para esta parte já havia encerrado.
      De noite fomos em um pub assistir o jogo do Arsenal x Bournemouth com 3 Sul Africanos do nosso quarto do hostel, que torciam para o Arsenal. O placar foi 3x3.
       

      Dentro do parlamento
       

       

      Basílica de St. Stephen.
       
       

       
      Dia 25: (04/01/17) - Budapeste: Praça dos Heróis,  Castelo Vajdahunyad, House of Terror e Szimpla Kert 
       
      Acordamos tarde esse dia, e quando olhamos para a janela: estava nevando!  Começamos o dia já indo almoçar, em um restaurante chamado Frici Papa (dica da Maria). Ele possui um preço bastante em conta, e serve uma comida húngara ótima. Lá comemos o famoso goulash húngaro.  O Guilherme pediu um prato que se chamava Paprikash, e parecia bastante com um strogonoff. Gostamos bastante desse restaurante!
       Após almoçar, fomos até a Praça dos Heróis, uma praça com estátuas de diversas personalidades da história da Hungria. Ao lado dessa praça se encontra o Castelo Vajdahunyad, que fica dentro de um parque. O parque estava todo nevado, ficamos passeando por ele por um tempo.

       
       

      Castelo Vajdahunyad
       
      Fomos então para o museu House of Terror, um museu localizado na casa onde foi primeiro a sede do partido nazista húngaro (partido da cruz flechada), e depois foi sede do partido comunista na Hungria. Após ficar 1h na fila, conseguimos entrar. O museu era interessante, porém para entender o que se passava era preciso ler em cada sala no mínimo uma folha A4 inteira preenchida, que ficavam disponíveis em recipientes nas paredes. Chegou um certo ponto que não aguentávamos mais e só queríamos ir embora, mas para sair do museu era preciso pegar um elevador que fazia parte da exposição (havia um filme dentro dele). O elevador andava mais lerdo que uma lesma, e havia uma fila enorme pra pegar ele! 
      De noite nós fomos no ruin pub mais famoso de Budapeste: Szimpla Kert. Sua decoração é muito maluca, lembrando o Cross Club de Praga, mas menos hardcore. O Szimpla Kert é um pub muito legal, vale a pena ir! Existem diversos ruin pubs em Budapeste, porém nós só fomos nesse.
       
       
      Dia 26: (05/01/17) - Budapeste:  Free Walking Tour e Termas de Széchenyi 
       
      Pela manhã nós fizemos um free walking tour. Apesar de ele passar por diversos lugares que já tínhamos ido antes, foi bem legal para saber mais da história da Hungria. O tour acabou ao lado da Matthias Church, uma igreja muito bonita que fica no Castelo de Budapeste, em uma parte que nós não tínhamos ido. Certamente uma das partes mais bonitas do castelo. Após o tour a guia nos levou para almoçar em um restaurante de comida húngara ali perto, onde ninguém falava inglês, e tivemos que escolher a comida meio que na sorte. Era bastante gostosa a comida, e também bem barato!
       

      Matthias Church.
       
      De noite nós fomos até as Termas de Széchenyi, que ficam no mesmo parque do castelo Vajdahunyad. Como chegamos após as 17h, pagamos um preço um pouquinho mais barato: 5100 HUF (~16 euros). Ao contrário das termas Géllert, nas Termas de Széchenyi as piscinas mais valorizadas são as externas, que são imensas. As internas eram pequenas e lotadas, além de não terem  nada de mais, não entramos nessas.
      Haviam 3 piscinas externas, uma com água a 38°C, outra do lado oposto com 36°C e uma no meio com água fria, que nem ousamos entrar. Para ir da piscina de 38°C até a de 36°C e vice versa era preciso sair correndo no frio, e não era tão perto! Mas ao mergulhar de novo, tudo se resolvia. Foi muito bom! Novamente voltamos para o hostel super relaxados.
       
       
      Dia 27: (06/01/17) - Budapeste - Zagreb 
       
      Este foi o dia em que a frente fria chegou. Acordamos cedo com -8°C. O nosso ônibus para Zagreb era as 7h. A viagem até lá foi bem tranquila.
      Chegamos na rodoviária de Zagreb e trocamos dinheiro lá mesmo, a cotação era boa, pelo que vimos depois. Deixamos as malas no hostel e fomos almoçar no centro histórico. Ele é bastante bonito, porém bem pequeno. Rodamos por lá e depois fomos para o hostel. De noite, compramos as passagens de ônibus para ir para os lagos plitvice. Compramos para ir as 7:30 da manhã (são 2:15h de viagem até lá). A passagem custou 135 kunas ida e volta (92 apenas um trecho). A passagem foi comprada no próprio site da rodoviária.

      Zagreb
       
       

       
      Dia 28: (07/01/17) - Lagos Plitvice 
       
      Acordamos com -8°C em Zagreb, e com -17° nos lagos! Esse foi o dia que mais usamos camadas de roupa, e ninguém sentiu frio.
      Chegamos no parque quase 10h, e estava -16°. Começamos então a trilha. Que lugar lindo! Ela começa no alto, com uma vista incrível para a maior das cachoeiras. As cachoeiras estavam quase que totalmente congeladas, e os lagos estavam com as bordas congeladas. A trilha é por cima de passarelas de madeira, porém havia tanta neve que não era possível ver a madeira. As vezes era bem escorregadio, então era preciso tomar um certo cuidado. Em um momento da trilha é preciso pegar um barco para atravessar um lago. Cabiam mais de 100 pessoas lá, e nós calculamos que aproximadamente 90% dos passageiros eram asiáticos! No inverno não é permitido ir para a parte superior dos lagos, então após o barco nós andamos mais um pouco, brincamos na neve e depois pegamos um ônibus para perto da portaria, onde a trilha continua até acabar onde começou.
      Descobrimos que a empresa de ônibus que nos trouxe só iria voltar as 17h, e ainda eram 13h! Decidimos pegar o próximo ônibus para Zagreb, que era as 14h. Ficamos esperando em uma lanchonete que mal tinha nada para comer, e depois fomos esperar na estrada pelo ônibus. Porém enquanto esperávamos, um senhor de um tour ofereceu para nos levar de van até lá por 100 kuna. Aceitamos, pois a volta de ônibus custaria 92 de qualquer maneira, e assim chegaríamos mais rápido. E realmente voltamos mais rápido.

       
       

       


       

       
       


       
       

       

       
       

       
       
      Dia 29: (08/01/17) - Zagreb - Ljubljana 
       
      Pegamos o ônibus para Ljubljana pela manhã. A viagem era para ter sido rápida, mas havia um trânsito gigantesco na fronteira com a Eslovênia, o que fez com que demorasse mais de 1h lá.
      Ljubljana é uma cidade bastante pequena, mas bem bonita. Ela fica ao redor de um rio muito verde, o rio Ljubljanica. Lá não há muitos atrativos além de passear pela cidade, e foi o que fizemos.

       
       

       
       

      Decoração de natal de Ljubljana
       
      Dia 30: (09/01/17) - Ljubljana: Free Walking Tour e Castelo 
       
      Começamos o dia comendo em uma padaria próximo ao hostel, e depois indo para a praça na frente da ponte tripla, que era de onde começava o free walking tour. O tour começou as 11h, e andou por todo o centro turístico. Como tudo é perto, teria sido bastante tranquilo, se não fosse pelo fato de que estava uns -8° e que eu não tinha colocado muitos casacos. Nesse dia passei bastante frio. Mas o tour foi bastante interessante, a Eslovênia é mais um país que não sabemos nada da história. Eu só sabia que ela havia feito parte da Iugoslávia, e nada além disso.
      Após o tour nós almoçamos no restaurante Druga Violina, que foi recomendação do guia. Ele fica localizado bem na base da subida para o castelo. Este foi um restaurante muito especial, pois além de ter comida tradicional eslovena e ser bastante barato (5 euros o menu do dia), grande parte dos garçons eram deficientes intelectuais. Muito legal lugares assim, que dão emprego para as pessoas com dificuldades.

      Free walking tour.
       

       
      Após um delicioso almoço, subimos no castelo. A subida é curta, porém bastante íngreme. A vista lá de cima é bem bonita, é possível ver a cidade inteira, com os alpes ao fundo. O castelo em si foi muito modernizado, e não é tão interessante.
       

      O castelo de Ljubljana
       

      Vista do castelo.
       
      Dia 31: (10/01/17) - Bled 
       
      De manhã acordamos com a cidade coberta de neve, e ainda nevando. Os flocos de neve estavam perfeitos, parecia desenho animado. Fomos até a rodoviária e compramos nosso ônibus para Bled. A viagem é rápida, aproximadamente 1h até lá.

       
      O grande atrativo da cidade é dar a volta no lago, e foi isso que fizemos. A volta completa tem 6km, e é possível admirar a ilha do lago e o castelo na colina de diversos ângulos. Chegando lá, verificamos nossas expectativas de Bled no inverno versus a realidade do dia:
      EXPECTATIVA: 
       

       
      REALIDADE: Céu cinza, sem montanhas
       

       
       Infelizmente o dia estava nublado, e não foi possível ver as montanhas ao redor. O lago também não estava congelado como a gente queria que estivesse...Porém ainda assim o lugar é bastante bonito!
      É possível alugar uma canoa e ir até a ilha do lago, mas nós achamos muito caro.
      Quase no fim da volta, paramos para almoçar e procurar por souvenirs, mas só tinham coisas muito feias, assim como em Ljubljana (só achamos uma loja com souvenirs bons em ljubljana, ela fica ao lado da ponte dos dragões).
      Dica: não deixe para comprar os presentes da viagem na Eslovênia, é muito provável que você não vai achar nada que preste!
      Nós não subimos até o castelo de Bled, pois além de termos ficado com preguiça, iria passar um ônibus naquele instante que chegamos em Bled, e se nós subíssemos no castelo, teríamos que esperar mais 2h quase. Como o tempo estava feio, fomos embora.
      Nós achamos Bled bastante ok, nada mais que isso. Porém eu acho que se o tempo estivesse melhor, seria um lugar muito mais bonito!

       

       

       

       
      Neste dia nós fomos atrás de um restaurante que ficamos sabendo no free walking tour que supostamente servia urso (Bear), porém quando chegamos lá, descobrimos que era Javali (Boar), e que além de tudo era muito caro!  Jantamos então pizza kkkk. Após a pizza fomos até um restaurante que o guia havia indicado para comer uma sobremesa tradicional eslovena: Prekmurska Gibanica. É um bolo de diversas camadas, que tem semente de papoula, noz, maçã, uva passa e queijo cottage. Achamos extremamente gostoso! Ele não é muito doce, e vale bastante a pena provar. O restaurante se chamava Gujžina, e fica na mesma rua do Druga Violina, na base do morro do castelo. Recomendo!
      Este foi praticamente o último dia de viagem, pois o próximo seria só para voltar... 
       
       

       
      Dia 31: (10/01/17) - Ljubljana - Viena - São Paulo
       
      Acordamos na nossa última manhã fria: -13°C. Fomos até a rodoviária aproveitando os últimos momentos de frio para pegar o ônibus de volta para Viena, de onde era nosso voo. Como o voo era só 22:40, foi tranquilo de voltar para lá no mesmo dia.
       
       

      Canal congelado no último dia.
       
      Ficamos o dia inteiro no ônibus. O wifi não estava funcionando, mas em compensação a paisagem era muito bonita, tudo estava nevado, e em grande parte da viagem era possível apreciar os alpes. O problema foi quando escureceu e não tinha mais paisagem.
      Chegando na rodoviária de Viena, já pegamos o metrô para o aeroporto. Viena estava cheia de neve, pelo que deu para ver da janela do trem. Após isso, lá fomos nós novamente ficar nas intermináveis horas de avião até a Etiópia, e depois, até o Brasil!
      E assim terminou nosso incrível mochilão! Obrigado a todos os envolvidos nele!
       
       
       
    • Por milamguerra
      Olá, mochileiros!
      Passei dezoito dias de muita movimentação, chuva e bacalhau em Portugal. País lindo e seguro. 😍
      Usamos quase todos os tipos de transporte disponíveis no país, experimentamos algumas comidas típicas e nos enrolamos quase todos os dias com as diferenças do idioma. Curiosamente, nem sempre o idioma que temos em comum facilita as coisas. Às vezes dificulta a comunicação e nos proporciona bons rolos e boas risadas. Apesar de não termos tido sorte com o tempo (choveu praticamente 14 dos 18 dias que passamos por lá) adorei conhecer Portugal e deixo aqui minha experiência para quem planeja visitar a terrinha. Vou postando em etapas porque o relato ficou um pouco extenso, mas fiquem à vontade para ler, comentar e perguntar entre os posts.
      DIA 1: Lisboa - Oceanário, Telecabina e Parque Eduardo VII de metrô
      Depois de meses esperando uma promoção, voamos de TAP direto para Lisboa e chegamos lá às 5h da manhã. O check-in no estúdio que alugamos pelo Booking era só ás 15h e então aproveitamos o dia e a localização próxima do aeroporto para conhecer o Oceanário e a região do Parque das Nações. O voo foi muito cansativo, com direito a neném chorando o tempo todo, e o cansaço nos impediu de aproveitar melhor as visitas desse dia. 😴 Mesmo assim, valeu muito.

      Obs: optei por reservar estúdios em 3 das sete cidades pelas quais passamos para ter liberdade de cozinhar algo rápido, preparar nossos cafés da manhã, lavar e passar roupa, tudo isso pagando menos que em um hotel normal. Isso nos permitiu viajar com uma mala menor e economizar um pouco nas refeições. Dica: fiz minhas reservas com quatro meses de antecedência e peguei ótimos preços em lugares excelentes. Se puder, não deixe para a última hora.
      Continuando: esperamos um pouco no próprio aeroporto e lá mesmo compramos um chip da Vodafone com o plano turístico para ligações e internet (€ 10 com cerca de 4MB e do meu celular eu roteava para o do marido), que funcionou maravilhosamente bem em toda a viagem. Compramos também o Lisboa Card (de 3 dias, € 40 por pessoa) no balcão de informações turísticas do aeroporto Esse cartãozinho permite visitar várias atrações “gratuitamente” e dá desconto em outras tantas, além da gratuidade nos transportes da cidade como metrô, trem, bonde, elevadores. Já começamos a usar o cartão ali mesmo no aeroporto quando pegamos o metrô para a estação do Oriente. Sair do aeroporto de metrô é fácil, fácil. E barato!
      Na estação de trem Oriente, deixamos nossas malas no que eles chamam de cacifos (ou lockers), que são armários/cofres automáticos. Você deposita um valor em moedas de acordo com o tamanho do armário que escolher, recebe uma senha e paga o restante no retorno para retirar a bagagem. Se usar os cacifos, não perca a senha. Só com ela você consegue reaver as malas. Outra coisa que achei legal é que há no local uma máquina para trocar dinheiro, para o caso de você não ter moedas na hora. Você deposita uma nota e recebe tudo em moedas. Muito prático e fácil de usar. Também é possível guardar malas no aeroporto.

      Recomendo muito a visita ao Oceanário. Não é à toa que ele é considerado dos mais bonitos da Europa. Reserve um bom tempo para essa visita, especialmente se você for fã de vida marinha. Ao redor do imenso tanque principal há banquinhos para você observar com calma a movimentação de peixes, tubarões, arraias etc. Lindo!
      Há também lontras❤️, pinguins, patos, águas-vivas etc etc etc.

      Nós visitamos as duas exposições: a permanente (os aquários em si) e a exposição de florestas aquáticas, também interessante. Pagamos € 15,30 por pessoa já com o desconto do Lisboa Card. Sem ele ficaria em € 18 pp.
      Já cansados e com fome depois de não dormir à noite e bater perna pra lá e pra cá, pegamos a telecabina ali pertinho e fomos almoçar um bacalhau, melhor dizendo, quatro bacalhaus, pra começar bem a viagem: bacalhau a brás, posta de bacalhau grelhado, bacalhau com broa e bacalhau com natas no restaurante D’Bacalhau, ali mesmo no Parque das Nações.

      O passeio na telecabina é bacaninha, mas nada excepcional. Também tem desconto com o Lisboa Card.

      Depois dessa odisseia já estávamos mortos de cansaço e ainda não eram 14h. Não tínhamos gás pra mais nada, então liguei para o proprietário do estúdio que alugamos, que foi super gentil e nos deixou fazer o check-in um pouco mais cedo. Por falar nisso, o horário de check-in em Portugal é quase sempre às 15h e o check-out às 11h ou 12h.
      De volta à estação Oriente, reavemos nossa bagagem e pegamos o metrô até a estação Alamedas e lá mudamos para a linha verde até a Baixa-Chiado. Molezinha. O único porém é quem nem todas as estações estão equipadas com escada rolante/elevadores e isso pode dificultar a vida de quem viaja com malas grandes ou muitas malas. A nossa era pequena e não tivemos problemas.
      Descansamos um pouco no estúdio e saímos para conhecer a região.

      Ficamos hospedados no estúdio Chiado InSuites 100, na Baixa, pertinho de tudo. Recomendo. O estúdio é uma graça e muito prático. A área é muito bem servida de bares, restaurantes, farmácias, mercado, lojas, metrôs, trens, ônibus etc.
      Passamos no mercado Pingo Doce para comprar produtos para o café da manhã e, apesar de a água da torneira ser própria para beber em todo o país, não gostei do gosto dela e preferi comprar a mineral no mercado mesmo. Mas fica a dica para quem quiser economizar uns euros em água.
      Aproveitando que nessa época escurece por volta das 21:30 e, apesar do tempo feio, passeamos pela rua Augusta, conhecemos o Arco da Rua Augusta, a Praça do Comércio, o Parque Eduardo VII (que estava hospedando a Feira do Livro de Lisboa e não rendeu boas fotos).



      Jantamos uma massa deliciosa com vinho da casa no Prima Pasta, um dos inúmeros restaurantes da Baixa, e desmaiamos até o dia seguinte. Vale comentar que os vinhos da casa nos restaurantes portugueses são geralmente muito bons e baratos. Eles servem uma taça, meia garrafa ou garrafa inteira. Peça sem medo de ser feliz.
      DIA 2: Lisboa – São Pedro colaborou com a minha preguiça
      Conforme anunciado por vários aplicativos de previsão do tempo, o dia amanheceu frio e muito chuvoso. 😒 Aproveitamos para descansar e tentar espantar a desgraça do jetlag. O marido precisava trabalhar e passei a manhã de preguiça no estúdio. A chuva parou pela hora do almoço e resolvemos conhecer o Timeout Market, com a intenção de almoçar por lá. Não mesmo, de jeito nenhum. Muita gente, muita fila, muita confusão. O local é muito legal e há restaurantes de todos os tipos de cozinhas, mas estava insuportavelmente cheio. Desistimos e acabamos almoçando na Pastelaria Brasília ali pertinho. Bem simples, mas com bom preço, boa comida e bom vinho da casa.

      Dali pegamos o metrô e fomos visitar alguns clientes em Lisboa mesmo. Chovia bem e voltamos para o estúdio para o marido continuar o trabalho pendente. De novo fiquei de preguiça dando uma folguinha para os meus pés e esperando a chuva passar.
      À noite fomos bater perna pela região e experimentamos o bolinho de bacalhau da Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau. Apesar de famoso e de vir recheado com queijo da Serra da Estrela, achei que não vale a grana pagar tanto por uma massa de batatas. Enfim, gosto é gosto.

      Nesse dia experimentamos também os famosos e aclamados pastéis de nata. Gostamos, mas não achamos nada assim tão fenomenal neles. Enfim, questão de gosto mesmo.
      Mas o mais decepcionante em Portugal, para mim, foi o café. Passamos por uma sofrida peregrinação em busca de um café, no mínimo, mais ou menos. Sempre que pedíamos café, serviam um expresso MUITO FORTE ou alguma outra coisa muito ruim. A gente fazia cara feia e tomava por questão de honra, mas só mesmo em Cascais descobrimos o nome do café que gostamos e que normalmente tomamos aqui no Brasil. Fique de olho nos próximos capítulos para saber e fugir das roubadas. Hehe... 🤪

      Estava chovendo, então pegamos o metrô e fomos conhecer o shopping Colombo. São mais de 400 lojas de marcas conhecidas como Timberland, Chilli Beans, Toys "R" Us, C&A, Nike, Lacoste etc. Há também um mercado Continental e uma ótima praça de alimentação por lá. O acesso ao metrô é super fácil, feito por dentro do shopping mesmo. Não achei os preços lá essas coisas, mas vale a visita...

      Caminhar tranquilamente por Lisboa à noite com uma câmera a tira colo e mochila nas costas foi algo surreal pra mim. Mesmo morando em uma cidade relativamente pequena aqui no Brasil, não tenho coragem de sair à noite de câmera na mão. Essa é, sem dúvida, uma das grandes vantagens de Portugal.
      DIA 3: Lisboa – Belém e Castelo de São Jorge de elétrico (bonde)
      Um dia que eu não repetiria.
      Ainda com um pouco de jetlag, pegamos o elétrico 15E (o moderno, com wi-fi gratuito e tudo) na Praça da Figueira e desembarcamos em Belém. Detalhe: esse elétrico tem Wi-Fi gratuito. É tanto turista em Belém que achei que estava entrando em um formigueiro.
      - Padrão dos Descobrimentos: monumento interessante e imponente. Subimos de elevador até a cobertura, de onde se tem uma boa vista da Torre de Belém, do Mosteiro dos Jerônimos e de toda a região. Tem também um pátio muito bonito contando a história dos descobrimentos e das conquistas portuguesas, onde as escolas levam seus alunos para conhecer um pouco sobre as antigas glórias do país.


      - Torre de Belém: do Padrão fomos caminhando até a Torre (Cerca de 10 minutinhos) e depois de quase desistir, decidimos enfrentar aquela fila enooorme para entrar no monumento. Valeu, mas eu não faria de novo. Perdemos tempo demais ali.

      A intenção era visitar o Mosteiro dos Jerônimos logo em seguida, especialmente porque ele fica gratuito com o Lisboa Card, mas não tivemos coragem. A fila estava quase chegando no Japão e não tínhamos mais muito saco sobrando pra elas.
      Visitamos rapidamente a igreja (grátis para todos) e partimos para tentar experimentar os famosos pastéis de Belém. Doce ilusão. Como eu já tinha usado toda a minha cota de paciência na fila da Torre, nem pensei em enfrentar a quilométrica fila para saborear os pastéis. Entramos então em busca de uma mesa, na esperança de que seria mais fácil comer ali mesmo, mas a coisa estava séria demais para o meu gosto. Saímos dali correndo e, a mando do estômago, entramos no primeiro restaurante com mesas disponíveis na área. Era uma hamburgueria e nesse dia eu comecei a confirmar o que eu já vinha suspeitando desde o primeiro dia: a comida portuguesa é mesmo muito boa e muito farta, mas carece de sal. Durante toda a viagem fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa.

      Pegamos o mesmo bonde de volta, saltamos na Praça da Figueira e fomos ao estúdio descansar um pouco.
      Com as energias meio renovadas e o tempo um pouco melhor, partimos para o Castelo de São Jorge no elétrico 12E, na mesma Praça da Figueira. Esse elétrico nos deixou em frente ao miradouro das Portas do Sol, ao lado do miradouro de Santa Luzia. O elétrico 28 vai mais próximo do castelo, mas a diferença não é grande. Depois de algumas fotos ali, fomos caminhando para o Castelo. É fácil chegar seguindo as indicações, não se preocupe.

      Adoramos o castelo, especialmente agraciado com uma linda vista da cidade e do Tejo, ótimo local para assistir ao pôr do sol.


      Descemos o bairro de Alfama caminhando, com a noite em nosso encalço, e nos enfiamos no estúdio, exaustos. Ô dia cansativo!
      Sobre alimentação, os preços dos pratos ali na Baixa variam entre € 7 e € 11. Nem passei perto de restaurantes mais caros. 😬
      Veja mais abaixo:
      - Sintra de trem e taxi: Quinta da regaleira, Palácio da Pena, Castelo dos Mouros e Travesseiros da Periquita
      - Cascais e Cabo da Roca de trem e ônibus
      - Óbidos, Nazaré e Aldeia do Talasnal de carro alugado
      - Guimarães de trem
      - Porto e Douro de ônibus e bonde
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc…
      Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias?
      Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará:
      Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos. Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos.

      Continue lendo: Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)
    • Por Drica100
      Antes de mais nada, agradecemos aos membros do MOCHILEIROS.COM que nos ajudaram na montagem do Roteiro.
      Temos fotos e mais relatos individualizados para cada Cidade no Blog http://viajandofeliz.com.br/viagens/category/alemanha/
      que, talvez, possa ter alguma utilidade para quem ainda não conheceu a Alemanha.
       
      Fotos e mais relatos:
      ViajandoFeliz.com.br
      Blog http://viajandofeliz.com.br/viagens/category/alemanha/
      Destino: Alemanha. Centro + Sul
       
      Todos os elogios que fazem à Alemanha, enquanto destino turístico, são poucos.
      Após priorizar várias cidades na Europa em nossa lista de “lugares para conhecer”, finalmente (e felizmente) nos decidimos pela Alemanha em Dezembro de 2014.
      E que decisão feliz foi esta!
      o/
      Já tínhamos uma experiência anterior na vizinha Holanda, que, certamente, pela sua cultura “Deutsche”, pesou muito na hora de elencarmos Alemanha como nosso destino no ano seguinte.
       
      Roteiro
       
      Frankfurt > Nuremberg > Munique > Heidelberg > Frankfurt
       
      E lá fomos nós, para o mais difícil: elaborar o roteiro, escolher as cidades, definir nossas cidades-base e pesquisar todos os bate-voltas interessantes e possíveis, claro, em uma nem sempre fácil equação, com muitas variáveis, entre elas tempo e dinheiro disponível, sem abrir mão do item conforto: afinal, fazemos “mochilão arrumado” depois de 45 primaveras… : )
       
      Decidimos entrar e sair por Frankfurt e fazer uma espécie de triangulação em 17 dias (de 14 a 31 de Dezembro). Pronto!
       
      Por que escolhemos este roteiro?
       
      1. Aérea ficou expressivamente mais barata entrando e saindo pela mesma cidade.
       
      2. Andar de trem na Alemanha não é caro, quando compra-se passagem com antecedência. Além de adorarmos passear de trem pelo velho mundo!
       
      3. O trajeto meio que “triangular” nos faria evitar trilhar a volta em um mesmo percurso, algo bastante chato, especialmente quando envolve viagens de 2, 3 horas.
       
      O nosso roteiro ficou então:
       
      Frankfurt (chegada + 1 dia)
      Nuremberg: 4 dias com bate volta a Furth
      Munique: 4 dias
      Heidelberg: 2 dias
      Frankfurt: 3 dias com bate volta a Mainz.
      Que escolha acertada!!!! Discorrerei sobre cada uma em outros links ok? Porém vou me ater abaixo às considerações gerais sobre viajar para a Alemanha em Dezembro!
       
       
      Da Temperatura:
      Fomos em 14 dezembro, pegamos frio que oscilava entre 5°C e -3°C , entretanto, nada que um bom casaco e botas não protejam (aliás, compramos por preço inacreditável em Frankfurt, assim que chegamos). E luvas. E cachecol. Infinidade deles!
      Pegamos 4 dias de neve, tranquilo. Well…bem sei que a resistência maior ou menor ao frio varia de pessoa para pessoa, mas eu, pessoalmente, amo frio. Então, reitero o que disse acima: basta um bom casaco e um hidratante, caso não queira usar uma calça fina sob o jeans. (até aguentei o frio só com o jeans, usando casaco um bocadinho comprido, mas acabei queimando levemente a região atrás dos joelhos no dia que pegamos -3°C… Bastaria uma calça de malha fininha embaixo da calça jeans OU um bom hidratante para proteger… Mas, é vivendo e aprendendo! Recomendaria então um único (e bom!) casaco, que seja fácil de tirar e colocar, quando se entra em ambiente com calefação, com uma blusa de lã por baixo, uma malha de mangas compridas sobre a pele e um bom cachecol… E se encara temperatura negativa sem muito mistério.
      Observando-se, claro, a diferença de sensibilidade ao frio de cada um, né?
       
      Das Feiras de Natal
      Ah, este capítulo, deveria ser à parte… Não creio tenha época mais deliciosa, literalmente falando, para ir-se a Alemanha!
      As Feiras de Natal (Weihnachtswichtel), pessoal, são inesquecíveis, fabulosas, mágicas e incrivelmente deliciosas.
      Quando lia ou via fotos de Feiras de Natal, imaginava algo mais glamouroso e tal (nem sei porquê…enfim) mas chegando lá, já na nossa primeira Feira, em Frankfurt, percebi que as famosas de Feiras de Natal, são, antes de mais nada, um genuíno evento de encontro e confraternização do povo alemão. A grande maioria dos seus frequentadores é o povo alemão, o “local”, que faz ali seu happy hour, seu encontro com amigos e onde vê-se famílias inteiras desfrutando.
       
      Se você quer conhecer de fato o povo alemão, vá uma vezinha que seja, em Dezembro, nas Feiras de Natal.
      Comida mais típica, não creio que haja! Muita Cerveja, é claro, além da bebida típica deles nesta época do ano, o famoso “Glühwein”, que é um vinho quente (tinto ou branco) com especiarias, que lembra (um pouco) o nosso Quentão, mas com o sabor mais discreto. Do Glühwein nós gostamos, mas nada que rendesse lá muitos elogios, não.
      Já os sanduíches de pão com (todos os tipos de) linguiça, dizem que é de outro mundo!
      Eu dei sorte com as barraquinhas de raclete e as de crepes, além de barraquinhas de pretzels – deliciosos e gigantes – com coberturas de queijo.
      Imagina isso com cerveja alemã? Pois é.
       
      Os sanduíches nestas Feiras de Natal saíam na faixa de €3,50, e o Glühwein e as cervejas, idem.
      Já as racletes eram um bocadinho mais caras, na faixa de de €5.
      Um detalhe curioso que quase rendeu um vergonhoso embate, foi que ao pedirmos um Glühwein e uma cerveja, apesar de estar escrito na plaquinha de €3,50, nos cobraram 5… Ora! O que eu, brasileira, carioca, imaginei na hora? “Ah, o cara sacou que a gente é turista, e tá querendo se dar bem e cobrar mais!” Que vergonha ter cogitado em pensamento algo assim…
       
      É o seguinte: eles cobram de €1,50 de “Depósito” pela canequinha do Glühwein ou pelo copo da cerveja. Aí você pode devolve-los em qualquer outra barraquinha, ficando livre para percorrer a Feira… E apanha de volta seus de €1,50 devolvendo a caneca ou o copo quando e em qual barraquinha quiser! Fantástico né?
      E mais: não fica aquela sujeira de copos descartáveis… além de se tomar cerveja o tempo todo em copo de vidro, afinal, no copo certo! Muito legal!
      Na verdade, rende um capítulo grandão, só para a Feira de Natal.
      Como tem uma em cada Cidade Alemã que visitamos, falarei delas em outro Link, em breve!
       
      Dos preços na Alemanha:
       
      As cidades da Europa mais baratas que já fomos. Não sei se porque o Rio de Janeiro, onde moramos, tá cada vez mais caro, não achei nenhum preço absurdo na Alemanha, não.
      Preços justos para produtos maravilhosos!
      Museus: entre €6 a €11.
      Cervejas: na faixa de €3 as de 300 ml ou 4.50 as de 500 ml.
      Pratos típicos: salsichas com Sauerkraut (chucrute) OU salada de batata, em torno de €7.
      Pizzas ótimas: €7.
      E por ai vai… Não se morre de fome, é ou não é?
       
      E note: não é expressiva a variação de preço conforme o “visual” ou “endereço” do restaurante por lá não… Almoçamos um dia em um restaurante com o selo Michelin na porta que nos cobrou o mesmo que os demais pelo mesmo prato.
      Aliás, um parênteses para as comidas: concordaremos que repolho, batata, salsichas e carne de porco – com exceção da batata – não são lá unanimidades… ok. Mas em todas as Cidades que fomos tem Subway, tem Pizza e restaurantes Italianos à bessa, comida japa, quer dizer….. Ah! e tem Pretzels e pães deliciosos! Então de fome jamais se morre na Alemanha!!!
       
      Nos supermercados então, se me contassem eu não acreditaria.
      Cervejas Paulaner: € 0.89 cents. ( recomendarei muito a Tegernseer, espetacular, mesmo preço! OU, se for chop, a Binding!)
      Compramos em um supermercado de Munique barras grandes de Milka Alpine, o delicioso chocolate suíço, que é importado para eles, por €1.19.
      Ai ai ai……!!!
       
      Do povo:
      Não os achamos “frios”. De pouca conversa, talvez. Não esticam o assunto sabe como? Assim como costumamos fazer aqui com algum turista porventura disponível rsrsrs.
      Porém os achamos gentis e sempre prontos para ajudar. São pessoas simples, porém (sempre tem um porém) meio sacanas, sabe como? Difícil de explicar sem relatar episódios… Mas, se você entrar numa loja e pedir algo, por exemplo, é bem possível que comentem e riam sobre seu pedido, ou o modo de falar a menos de 2 metros de você (e isso ocorre na língua deles, pior ainda).
       
      Da língua:
      “Teremos dificuldade com a língua na Alemanha?” Era a pergunta que mais ‘Googleamos’ antes de viajar… E lemos em vários sites que não teríamos dificuldade com o inglês, porque “todo jovem alemão fala inglês.”
      Não é bem assim.
      Alguns alemães jovens falam inglês. Mas é muito no comércio de todas as cidades nas quais estivemos, cidades grandes como Munique ou Frankfurt, atendentes que não entendiam perguntas simples como “How much is it?”, “Do you have a larger size?”e corriam para chamar um colega para nos atender.
      Logo, não creio que possamos afirmar que “sobretudo os jovens falam inglês” na Alemanha.
      Talvez jovens de um extrato social econômico o qual nós turistas não tenhamos acesso durante a viagem…
      Logo é relativo se dizer que não há dificuldade com o inglês.
       
      Notei também que os que falam inglês, o fazem com um acento muito forte, de inglês da Inglaterra, claro, porém com acento alemão forte. Em contrapartida não se esforçam muito para entender o que você diz se for uma pronúncia diferente da britânica, que é a deles.
      Mais um exemplo? A maioria dos restaurantes não ofereciam cardápio em inglês.
      Então, inglês básico – aliado a facilidade de mímica – é capaz de resolver a questão tanto quanto um inglês perfeito do tipo ‘com extensão em Londres’…rsrs
      Frases curtas. E pronto! Não invente!!! Não “estique” a prosa!
      Essa foi a minha percepção e registro, ok? Há certamente divergências. /
       
      Turismo e História
      Se você ama História e, sobretudo, se o assunto “Segunda Guerra” o fascina, você precisa conhecer a Alemanha!
      E Nuremberg, especialmente, vai arrebatá-lo!!!
      É você “entrando” na História, sabe como?
      Nuremberg parece um túnel do tempo, com suas muralhas do ano 800, que cercam quilômetros do Centro Histórico, com seu Castelo, seus museus extramuro sobre a segunda Guerra, as muitas obras erguidas (e bombardeadas) no Terceiro Reich.
       
      Há ainda em Nuremberg as construções megalomaníacos projetadas neste período para reunir o Partido Nazista e a juventude Hitlerista, como o Zepellin, local onde Hitler discursava para a multidões, enfim, todos estes registros estão presentes nesta Cidade, considerada pelo próprio Hitler “a mais alemã das Cidades alemãs“, que hoje, seis décadas depois, traduzem para nós, o que foi este fascinante e, depois, sombrio, período da História, bem como nos mostra de perto seus personagens principais, nos ajudando a entender como se deu a ascensão e queda do Partido Nazista e sobretudo, nos revela em detalhes o incrível poder de reconstrução deste povo incrível, já que Nuremberg, dentre outras, ficou totalmente destruída após a Segunda Guerra e hoje se apresenta esplêndida, reconstruída e organizada.
      Sim, pois não nos enganemos: o horror da Guerra é sempre uma pista de mão dupla. Milhares de civis alemães também morreram vítimas dos bombardeios dos Aliados, com várias Cidades totalmente destruídas e população alemã devastada por esta que foi a mais absurda e selvagem Guerra.
       
      Do desenvolvimento.
      Poderia ficar horas escrevendo sobre como são desenvolvidas as cidades e a população alemã, mas não conseguiria descrever quão maravilhada fiquei.
       
      Vou citar algo que resume em meu espírito esse registro de civilidade enquanto cidade e gestão pública, que é o aspecto do transporte público.
      A gente chega ao aeroporto de Frankfurt, se dirige a uma máquina de fácil operação e escolhe comprar ou um bilhete individual (ao custo de €4,60, se não me engano) ou um bilhete coletivo que, por €7,50, dá direito de uso para até 5 pessoas.
      Imagine neste contexto uma família inteira saindo em lazer em um fim-de-semana, pagando apenas um único bilhete?
      E mais: após pagar menos do dobro para duas pessoas (poderia ser para cinco) você tem acesso ao trem, metrô ou tram (que são como os nossos antigos bondinhos daqui) e tal acesso se dá sem qualquer catraca, sem qualquer roleta, sem qualquer outro mecanismo de validação do cartão ou de controle de acesso. “Como assim?”
       
      Me perguntava: “cadê a roleta?”, “cadê o local para eu validar meu ticket?” e, principalmente, ruminava: “e se eu não tivesse pago pelo Ticket na máquina?” Sim, porque nós poderíamos muito bem ter tomado o metrô para a Hauptbahnhof, nosso destino, sem ter pago, uma vez que não existe qualquer roleta que nos impedisse o acesso.
      Mas, aí é que está: a premissa é de que o cidadão seja honesto!
      Essa é a premissa que rege a civilidade.
      Você crê que o cidadão seja honesto. Ponto.
      E ele (re)age de modo honesto porque o sistema de transporte em si funciona de modo perfeito, há a “honestidade” no poder público, no que tange ao sistema de transporte.
       
      E foi aí, na chegada, que a civilidade a mim se mostrou na Alemanha.
      De cara, ao pegar um metrô.
      Ha fiscalização? De certo que há! Tem até placa que avisa que a multa é de €40.
      Mas só o fato de o cidadão ser respeitado ao ponto de não precisar de um sistema de controle mecânico ou sistemático no transporte público, já me impressionou deveras.
      É isto.
      Alemanha é assim e muito mais!
      Me apaixonei. Ah! E aceito doações para uma nova visita a este meu “novo amor”, se tiver vocação para cupido, não se acanhe!! rsrs
       
      Fica a dica: visite a Alemanha. Por estes e muitos outros motivos!
      Vale demais cada dia da viagem.
      Conheça a Alemanha e surpreenda-se, assim como nós, com este que é sem dúvida um dos mais belos e desenvolvidos países do mundo!
       
      Fotos e mais relatos:
      ViajandoFeliz.com.br
      Blog http://viajandofeliz.com.br/viagens/category/alemanha/
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