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As ruínas e praias da Riviera Maya (15 dias)


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O melhor de lá

É fácil gostar da Riviera Maya.

O clima tropical o ano inteiro, natureza e historia atraem viajantes do mundo inteiro.

As praias de água cristalina típicas do Caribe são a principal atração do lugar.

Existem diversas ruinas Maya espalhadas por toda a Península de Yucatan.

Cancun e Playa del Carmen (PDC) tem os melhores programas noturnos. Muitas opções de disco clubs (Coco Bongo), bares e restaurantes.

Boa parte dos turistas procuram resorts all-inclusive, mas há muitas opções para quem prefere explorar a região.

Quanto mais ao sul de Cancun, mais tranquilas são as praias.

O mergulho nos recifes de Cozumel é obrigatório pra quem tem carteirinha.

Quem não tem carteirinha, pode fazer o mergulho acompanhado com instrutor.

Mais ao sul, Tulum mantém um estilo mais local, menos badalado e mais rústico.

A praia de areia clara em frente do Mar do Caribe é um convite pra ficar numa boa.

 

Geral

A melhor forma de chegar e sair da Riviera é pelo aeroporto de Cancun.

Pra se locomover de uma cidade para outra, a opção mais econômica são as vans ou colectivos, e a companhia ADO (muito boa).

Há também carros pra alugar de várias operadoras no próprio aeroporto (usei a Avis e gostei).

Quem for alugar carro, reserve com antecedência pela internet. É fácil encontrar cupons de desconto validos na internet.

 

Sempre ando com um pouco de dinheiro na carteira, as vezes o ATM não está tão perto.

O dólar americano vale aproximadamente 20 pesos mexicanos.

O custo de uma cerveja Corona num quiosque de praia sai por 30 pesos. Uma caixa de 12 cervejas no supermercado sai por 120 pesos (3x menos).

 

Os principais tipos de hospedagens são hotéis all-inclusive (principalmente na região de Cancun e Playa del Carmen), hotéis comuns, hostels e alguns poucos campings.

Há muitas opções no AirBnb. Se fechar por lá, combine a logística para pegar a chave com antecedência.

 

As praias são lindas de uma ponta a outra. O Mar do Caribe é belo por natureza.

As mais cheias são as de Cancun e Playa del Carmen. Cozumel e Tulum são mais tranquilas.

 

As ruinas e cenotes (pocos naturais de agua) estão em todos os lugares da península.

Chichen Itza, as ruinas de Tulum e Coba são as ruinas mais procuradas.

A melhor hora do dia para evitar a massa de turistas nas ruinas é logo que elas abrem.

A luz da manhã mais próxima do horizonte é excelente para fotografia.

 

Imagens

 

1. Cozumel

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2. Chichen Itza

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3. Ruinas de Tulum

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4. Kan Lum

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5. Play del Carmen

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6. Coba

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7. Praia de Tulum

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    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Fundada em 28 de maio de 1543, Valladolid ainda guarda o ar da arquitetura colonial e é uma cidade fundamental para quem quer explorar a região e o principal sítio arqueológico Maia, Chichén Itzá!
      O terminal de ônibus da empresa ADO (aquela da mulher falando sem parar nos terminais 🥴) fica bem no centro da cidade, facilitando muito o deslocamento. 

      As cidade em si é bem tranquila e pude perceber que é bem policiada. Isso é um aspecto bem legal das cidades da região, pois a sensação de segurança é muito grande e o povo muito amistoso.
      Escolhi um hostel bem próximo ao terminal e também estrategicamente localizado para conhecer as principais atrações da cidade, bem como próximo a supermercados. Nas minhas pesquisas por hospedagem, além desses itens mencionados, vejo as facilidades disponíveis como cozinha compartilhada! Isso dá uma baita ajuda para baratear os custos, pois faço compra nos mercados e cozinho algo mais saudável.

      A cidade tem como atrativo principal as construções da época do período colonial, vários Cenotes nas proximidades e sítios arqueológicos importantes, como Chichén Itzá e Ek Balam.


      Um detalhe importante é que o horário local é 1 hora a menos do que o de Cancún. Assim que cheguei fiquei perdido quanto a isso...

      O post aqui é bem resumido, pois preferi fazer um vídeo mais detalhado:
      Mochilão por Valladolid


    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉
    • Por Alisson&Ione
      Fala galera, ai vai mais um relato meu e de minha esposa pela península de Yucatán, México, por 8 dias com a ajuda de todos vocês, claro.
       
      Dias 0 e 1: Bom, como toda viagem sem perrengue não é viagem, essa começou logo no início, ainda no aeroporto de Fortaleza, quando o funcionário da TAM viu que o SAE (visto eletrônico para o México) da minha esposa estava escrito LACEARDA e não LACERDA . Ele disse que corríamos o risco de voltar. Então minha esposa foi procurar uma Lan House as 01:30h da madrugada no aeroporto (que estava fechada). Ao olhar todas as lojas, viu que em uma locadora de carros tinha impressora e o jeito foi pedir “pelo amor de Deus” para acessar a internet e imprimir o documento heheheheh . Tudo certo, embarcamos.
       
      DICA 1: confirme o documento letra por letra.
       
      Iríamos pousar em GRU por volta de 4h da manhã mas o aeroporto fechou devido a névoa . O piloto ainda aguardou mas não teve jeito, tivemos que ir pra Viracopos (Campinas). Imaginem Viracopos recebendo todos os vôos de GRU. Filas enormes de aeronaves esperando “vaga” para estacionar. Filas para retirar as bagagens. Filas de espera pelos ônibus das companhias para levar todos para GRU. Depois de tudo isso chegamos lá por volta de 8:40h e o nosso vôo era as 8:20h, mesmo com o check-in já feito e a TAM sabendo que tivemos que pousar em Campinas o vôo partiu sem a gente, ou seja, a empresa não tem planejamento para fatos como esse e deixa o cliente na mão (não só a gente, tinham vários passageiros que iriam a Santiago e perderam o vôo também) . Pra piorar ainda mais, isso ocorreu dia 30/04 e o funcionário informou que, para o México, só teria vaga dia 02/05. . Poderíamos ficar em São Paulo tudo pago pela Tam ou fazer uma “volta ao mundo” pela LAN pra chegar em Cancun; optamos pela volta ao mundo. O roteiro original seria: FOR-GRU-Cidade do México-Cancun, depois de tudo isso o roteiro ficou: FOR-Campinas-GRU-Buens Aires-Lima-Cancun, 38h ao total, rodar toda a America do Sul, partindo de Fortaleza para chegar em Cancun, ninguém merece!!! Pra “compensar”, a companhia remarcou a volta um dia depois.
       
      DICA 2: já pensou se eu estivesse vindo de outro país pra ver um jogo do meu país? Tinha perdido tudo. E só conseguimos essas mudanças porque pagamos pelas passagens, se tivéssemos tirado as passagens com os pontos, esqueça... não tinha outra opção a não ser esperar.
      Ezeiza esta com a parte nova muito bonita e com internet. Lima estava frio, tivemos que comprar casacos.
       
      Dia 2: Chegamos em Cancun as 14h mas só conseguimos sair da imigração as 16h. Tinha reservado com a agência do Alvaro um transfer (U$ 30 pelo site dele), mas já dava como perdido devido a mudança dos horários (que comuniquei por e-mail, mas não recebi retorno) mas eles estavam lá e tinham respondido a esse e-mail.
      Ficamos no hotel Xbalamqué, no centro de Cancun (e não na zona hoteleira, R$ 100 a diária pelo Decolar, parcelando em 5 vezes). Chegamos mortos de cansados e logo de pronto recebemos o contato com o colega mochileiro aqui do site, Mauro Brandão e seu amigo Ailton, do qual combinamos de dividir um carro, o mesmo ficou pelo setor hoteleiro (o aluguel do carro foi pela Hertz, um Chevy, Classic aqui no Brasil, por uma semana com seguro que ficou por volta de U$ 380). Fomos tentar trocar uns dólares (a cotação variava entre 11,40MXN a 11,60MXN por dólar). Saquei moeda local no Santander (que tem muitos por lá) e fomos ao Shopping La Isla. Não vimos nada “mais barato” que aqui, algumas coisas até mais caras. Tomamos umas cervejas Corona na Hooters e planejamos Chichen Itzá para o dia seguinte. Jantamos em um restaurante próximo ao hotel e provamos das pimentas “muito fortes”, típicas dos mexicanos.

       
      Dia 3: Saímos cedo, por volta das 7:30h rumo a Chichen Itzá. GPS estava atualizado. Estrada ótima, mas com pedágios, pelo menos 2 de ida e 2 de volta, um de 251MXN(um pra ida e um pra volta) e outro de 60MXN (um pra ida e um pra volta), reserve logo uns 622MXN só pra isso. Logo após o último pedágio, a direita, tem um ponto de informações e compra de bilhetes. Dentre as opções, U$34,00 com almoço em um ponto mais afastado ou U$38,00 com almoço em um ponto mais central. Fechamos no de U$38. O guia saiu por volta de 650MXN em espanhol outras línguas fica por 750MXN. Chichen é lindíssima e merece um dia inteiro . Não há motivo para se ter pressa. Se for comprar lembrancinhas compre na volta (os preços despencam heheheheh ). A pirâmide de Kukulcán é linda. Bata palma bem forte em frente da entrada principal da pirâmide e escute o som do Quetzal (pássaro típico de lá). A foto em que eu apareço abaixo é do túmulo do sumo sacerdote; acreditam que teve um americano que comprou todo o local por U$75 e dinamitou este monumento . Procurando o tesouro do sacerdote , que burro, o tesouro era o conhecimento e não ouro. Não deixem de ver o Observatório Caracol e o Templo dos Guerreiros (o Chacmool, mensageiro intermediário entre os homens e os deuses, só pode ser visto a distância então abuse do zoom da sua máquina). O campo para o jogo de bola aqui é simplesmente imenso e o arco é muito alto com paredes retas (o jogo aqui durava dias). O Templo dos Jaguares e o Tzompantli (mural com caveiras) devem ser vistos também. Sinceramente teria ficado o dia inteiro ali . Como de costume, saquei minha bandeira do Brasil e batemos uma foto, quando de repente um guarda turístico me solicitou que apagasse a foto pois estas com bandeiras e símbolos estavam proibidas . O Álvaro nos confirmou que realmente os turistas passaram do limite e isso foi proibido, até por respeito a cultura Maia. Nós respeitamos muito a cultura indígena, visto que só viajamos a estes pontos (Machu Picchu, Ilha de páscoa, etc). Batemos mais um foto (no jeitinho brasileiro ) mas tomem cuidado e respeitem a cultura local. Depois almoçamos (muito boa comida mexicana por sinal) e saímos. Nosso carro já estava com um barulho estranho desde o dia anterior e a coisa piorou quando acenderam várias luzes no painel . Abastecemos o tanque no posto antes de Chichen (372MXN) e tiramos direto para a Hertz do aeroporto (o plano era Cobá, ainda bem que não fomos). Caiu uma senhora tempestade tropical, derrubando árvores, visibilidade zero, loucura. O carro conseguiu chegar até a entrada do aeroporto e morreu ãã2::'> . Pra compensar, a Hertz nos deu um Hyundai. Dia maravilhoso. Planejamos para o dia seguinte os seguintes passeios: Cobá, Tulum, Cenote Dos Ojos e Akumal. Pra fechar o dia fomos na agência do Álvaro conhecê-lo (bem famoso aqui nos Mochileiros nos relatos de Cancun) e fechamos os seguintes passeios com ele: Xcaret Plus (U$105 sem trasfer), Capitão Hook terra e mar (carne e lagosta; U$83), Coco Bongo barra livre (bebidas a vontade, U$ 60) e Isla Mujeres com nado com golfinho adventure + Parque Garrafon (U$139). Agora era descansar que o dia seguinte seria longo.
       
      DICA 3: Álvaro trabalha praticamente só com turista brasileiros, então com ele a garantia da qualidade para o que nos agrada é melhor, além de várias dicas que ele fornece.




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